FUMADOR E DIRETOR 
ANO IV 
Redação, Oficina e Administração 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 0:3 de Julho de 107:í Bi-Semanário N 160 
MOBRIL, DEVER UE TODOS, RESPO S LUDD 
C&MI É N .li 
u 
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0é 
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90° 
e 
e. ão Ordinária- 30/06/75 
Expediente: 
Do Vereador Carlos Centurião - Pedindo ao 
Sr. Presidente para considerar nulo o restante ela 
licença a ele conceàida, e que a partir do dia 30 
de Junho já estárá exercendo seus trabalhos de 
vereança. 
- o&: 
Da Câmara Municipal de Ponta Ponta Porü - 
Ofício Circular Nº 87 /75, versando sobre "Regulari 
zuçuo Fundiál"ia nu Faixa de Fronteira", de auto 
ria do Vereador Angelo Perin, daquela Egregia 
Casa Legislativa. 
-- s é 
Do Deputado Ruben Figueiró - Com referencia 
ao não l'uucionamento da Agencia de Correios lo 
cal, aos só.bados e domingos, e nos dias de ema 
na, após às dezoito horas; Enviado uo vereador 
Carlos Centurião. 
o 
Ordem do Dia: 
Oficio ao vereador ..ngelo Perin, da Câmara 
funicipal de Ponta Porá, congratulando-o pela bri 
lhante causa defendida . 
-->9- 
Ao Deputado Ruben Figueiró, agradecimento 
bela atitude tomada com referencia a Agencia lo 
cai da E.B.C.T. (Empresa Brasileira de Correios e 
Telégrafos) 
<----- 
Ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal, ofício eaP-a 
minhando o documento vindo de Cuiabá, o qual 
tem como remetente o Deputado Ruben Figueiró, 
e como destinatário o vereador Carlos Centurião 
e que diz respeito ao mau funciameuto da Agen 
eia de Correios local. 
Sabado... Dia 6 ... Grandioso Baile no Gre­ 
mio Pedro Rufino Abrilhantado pelo ··Os 
Celestiais Prom~ção Emissora Mariscai Lopes ZP-23 
RESPONSÁVEL: -- IVALDO PEREIRA 
Prefeitura Municipal de Bel Vi-ta 
Bela Vista. 03 de Julho de 1975 
A VISO aos Consumidores de 
Energia Elétrica: 
A Prefeitura Municipal de Bela Vis ta avisa aos 
consumidores de energia elétrica desta cidade, que 
estão autorizado~ por esta Prefeitura a in talar os 
medidores padrão CEMAT sómente os eletrecis 
tas Armando Braga e José Maria Carville, não sen 
do válidas as instalações feita por quaisquer 
eletrecistas não autorizados por esta Prefeitura. 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Prefeito Municipal 
Ely de Araujo Barbosa 
avisa ao público que: 
a) Não mantem ne­ 
nhum vínculo emprega­ 
tício .::om o jornal "A 
Retirada da Laguna" de 
Jardim; 
b) Nüo deu nenhuma 
autorização a seu dire- 
torna sera.. «o" C/LEI0SCOPIO E 
Redator do referido fo- lll H 
liculário; 
c) discorda e repu- Transcrevemos (ver 
dia a forma desrespeito- pàg 3) na íntegra o artigo 
sa como trata o Dep. CALEIDO CÓPIO publi- 
F d Ub !d B 
cacto no jornal "A Retira 
'e . a o arem; d 
1 . 	a aguna" editado em 
. d) Discorda e repu- Jardim. Oportunadamen 
dia o modo ofensivo de te, ouviremos os edis jar 
tratar o Governador do dinenses a respeito do 
E
st
ado; . 	mesmo para uma melhor 
e) Discorda e repu- compreensão dos leitores 
dia a maneira debocha- e concedendo oportuni 
lia que trata os verea- dade aos egrégios inte 
dores e Prefeito de Jar- grantes d Legislativo 
dim, 	de se manifestarem a 
f) Não redigiu ne­ 
nhuma linha do referido 
jornal nem tomou co­ 
nhecimento prévio da 
matéria que foi publi­ 
cada; 
g) entrou com do- 
Posto de Saúde 
Comunicado 
Comunicamos do pú 
blico em geral que das 
7 as 11 horas. o Dr. EI 
de Araujo Barbosa aten 
de ao público, das 12 a 
1U o atendimento é feito 
pelo Dr. Fiori Murano 
inclusive atendimento do 
FUNRURAL 
A) Fiori Murano 
cumento bábll no forum 
de Jardim para ação ju 
dicial competente de im 
pugnação de seu nome 
do referido jornal. 
A] Ely de A. Barbosa 
"A Retirada da Laguna" 
respeito. 
Aproveitamos a o 
portunidade para parabe 
nizar o Dr.José de AJen 
car Botelho Di Piero, (Di 
retor do jornal) que nos 
faz lembrar o lema se 
guido pelos alunos da 
Escol~ uperior de Jor 
nalismo de Columbia, ho 
je grandes jornalistas: 
"A verdade Apeoar de 
tudo". 
VISITEM DELI VIST DR oca 1- O DI 
IV. EXPOSl(ÃO AGROPECUÁRIA E FEIRA DE AMOSTRAS 
REILIZAçiO: CLUB DO UlÇO 
- 
COLRBORIIÇBO: 
SINDICATO RURIL 
GOVERNOS FEDERtlL, ESTIDUJll E MUNICIPJIL 
PROMOÇÃO: 
DIAS: 26 a 30 DE JULHO

Tribuna da Fronteira 
Bela Vista Mt. 	03 de Julho de 1975 
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A venida li de Dezembro 164 _ J a· M 
ar 1m - t.

SUPLEMENTO 
Dedicado aos Muni'ipios de Jardim. Guia Lopes da Laguna. 
------------------ 
ioaque e Bonito 
ca E 
NINGUÉM FOGE on 
, 
PRÓPRIII CO SCIÊ CI (FLulGR 1E$) 
Segundo fomos infor 
111ados os rs. Vereado 
res da CER-3 l'izernm 
uma l'orçinha para que 
a "Sessão Velório" da 
absolvição • ad-valorem 
do r. Prefeito Municipal 
denunciado por "Falta 
de Decoro". fosse reali 
zada durante o dia, parn 
que o generoso Povo de 
Jardim 11iio presenciasse 
o "Enterro Moral da Edi 
lídacle. 
Feli mente, o Povo 
pode comparecer e diver 
tiu-se, assistindo jui·istas 
de algibeira clizeren1 que 
"não llú provas" e que, 
por essa rnzii o, votaram 
"contra" ... 
O r. Vereador Paulo 
Nogueira dormia, como 
sempre, de olllos abertos 
e partir:ipava de tudo, 
como se. tudo estivesse 
entendendo. 
a hora da onça be 
ber água, perguntado 
se votava a l'avor ou 
contra a denúncia 'encaçapou' 
o Prefeito dizendo i 111 e. 
se não fosse o Presidente da 
Mesa explicar, para ele 
como deveria votar o Sr. 
"Paulo Três Cocos" (para 
os amigos) poderia levar 
um pau, na saida, do 
qual, nunca mais se es 
queceria ... 
O Sr. Zauri Bartolino 
da Cruz votou como es­ 
perava que votasse 'in totum' 
Ele era e é a favor do Sr. 
Prefeito - faça sol ou 
faça frio. Identifica-se 
com a imagem do poli 
tico bitolado. 
Não é por outro mo 
tivo que o Sr. Vereador 
Zauri B. C. votou, há 
poucos, meses, contra 
dispositivo de Lei oriun 
da de Brasilia! 
De fato. Lei Munici 
pai garantia aos Srs. Vi 
ce-Prefeito e Presidente 
da Câmara a percepção 
de um pequeno pró-labo 
re (gratificação), representação 
pr6-luborc esia derrogado por 
Lei assinada pelo Exmo. 
Sr. Presidente da Repú 
blica. ,presentado, pelo 
r. Vereador Fausto Pei 
xoto, projeto pura corri­ 
gir a anomalia, mesmo 
assim o Vereador Z.B.C 
por pura politiquice, vo 
tou contra o ncsso Presi 
dente. É de lnscar!.,. 
1 to posto, não foi 
preciso (sendo mesmo 
desnecessáriu, no caso) 
a "pressão estrangeira" 
para condieionor o voto 
desse iustrf' iereudor. 
Embora dente de que 
com pro1r.etia todo o seu 
futuro politico, o 'r. Zau 
ri l'oi leal ao eu "cupin 
cha". 
Na hora da votação 
o r. vereador ZBC, para 
dourar a amarga pilula 
julgou de interesse dizer 
que votava de acordo 
com ,, atestado de con 
duta fornecido pelo Sr. 
Cap. Alzerino, Delegado 
Regional de Policia. o 
qual la testado) informa 
vu que :nada constava 
contra o Sr. Prefeito de 
Jardim. 
llas, afinal :de contas 
quem é que disse que o 
caso da telefonista ten­ 
ha ido parar na Polícia? 
Pelo que foi dito à ROL, 
o caso terminou em Po1 
ta Porã e, se a Delega 
eia de Policia rle là, to 
mou conllecimento, ou 
não, já são outros quin 
bentos ... 
O Sr. Vereador Faus 
to Giraldes Peixoto foi, 
segundo se comeuta, à 
boca pequena, na Cidade 
um dos principais mento 
res da derrocada moral 
da Câmara Munjcipal e 
teria cllegado. até mes 
mo a denunciar o nome 
de 'pessoas de influencia, 
mas honestas e respon 
sáveis, qµe desejam, co 
mo nós, afastar, o Sr. 
Eraldo Silva do cargo; 
de Prefeito de Jardim 
dentro da Lei! 
Instado ,1 votai·, o 
nobre Vereador apelou 
para esconder sua cora 
gem espiritual. para suti 
lezas de "julgamento 
com provas", como se a 
Politica precisasse de 
provas para aprontar 
uma das suas. o caso 
do Ten. Aoacir de Melo 
l!encles está ai para 
quen quizer, ver, jogado 
que foi às urtigas. elos 
r. Vereadores Eraldo 
ilva e EImilsn Esco 
bar, e, por pertencer. en 
tre outros deleitos 'menos 
votados. a e. ·ecrn 11da 
AnEN.- II (ex-P3D)!. .. 
Sabe o Povo e sabe 
melhor do que ninguém, 
o nobre Vereador FGP 
qual tem sido a conduta 
moral do Sr. Eraldo Silva 
e o que ele entende por 
comportamento ético de 
uma autori:!acle (decôro) 
O caso em apreço, 
dá Srtu. Cleonice Lopes 
Carneiro constitui a um 
estopim que tos levaria 
a todos os descaminhos 
morais do Sr. Prefeito 
Municipai de Jardim. 
Sofisma barato. im 
perdoavel, esse "Preciso 
de provas' - quando ele, 
' ereaqor Fausto - sabe 
de tudo. 
Por ocasião da elei 
ção da Mesa da Cümara 
Municipal, esse ilustre 
Vereador aos assegurou 
que a eleição de Edrnil 
soa Escobar estava. in 
dissoluvelmente, ligado 
moralização dos costu 
mes administrativos [sic] 
eia Edilidade. 
Hoje, se sabe já. o 
quanto o Sr. Fausto Gi 
raldes entende de mora 
lização e como colabora 
para a sua prática. 
O Sr. Vereador Er 
nesto Lância Caldas, pro 
vecto e competente ora 
rador fúnP.b:-e. não foi 
feliz em a fatídica noite 
de 20 maio último. 
Convidado a votar, 
levantou-se, afastou-se, 
piganeou e, aFt,umindo 
uns ares de D •feusor do 
Ministério Municipal. fu 
gindo de sua habitual 
compostura ,·oca bular 
de cavalheiro fino e edu 
cado, enveredou por um 
camiuho áspero e perigo 
so, empregou expressões 
vulgares- "cantar ua 
mulher", en inou a me 
lhor técnica - [sem teste 
munha)- e, no calor de 
sua argumentação pro 
nuuciou o nome de nosso 
Diretor. o Dr. Oi Piero, 
ligando-o a um hipotético 
caso de a alto, também 
sem testemunha. oca ião 
em· que <J nosso Cbel'e 
começou a suar l'rio, com 
o ju to receio de que o 
nobre orador fosse reve 
lar algum acontecimento 
nada er.umênico, sucedi 
cto em a Granja Viscon 
de de 'faunay!... 
De todos os Srs. e 
readores de Jardim. o 
Sr. Caldas é e, mais iute 
ligente e o mais prepara 
do e, em consE'ouência 
o que mais sentiu - es 
crúpulos na consciência 
- razão pela qual crani 
ou abster-se de votar, 0 
que quer dizer - não vo 
taria contra, mas nem 
a favor. 
Defendeu. sem brilho 
a discntível e Polêmica 
tese - sem testemunha 
não há crime - e deu o 
caso como encerrado. 
Acontece que o Sr. 
Vereador Edmilson Esco 
bar, presidindo a Sessão 
Fúnebre p0r não ter as 
similado as intenções de 
seu Ilustre colega., ou 
por pura maldade. per 
guntou-lhe: - "Minai. o 
nobre Vereador vota a 
f11vor ou contra a de 
núncia?" 
O lúcido Vereador 
Caldas olhou para o Sr. 
Cap. Q0A. S 2 da CER-3, 
oficial culto inteligente 
e finalmente educado 
cavalariano, que ali esta 
va, representando o Sr. 
Maj. Fise Adm. da 0M, 
constatar 'de visu', se 
tudo correria "normal 
mente", raciocinou por 
uma l'raçüo de seg-undo 
e votou sob mil tonela 
d:s de humilhação. - 
"Contra". 
Toda a sua argumen 
tacão. lodo o seu racio 
cínio acorr.panliado, com 
grande interesse pelo pú 
blico presente, foi por 
água abaixo. 
A presença simpáti 
ca. do 11fto menos simpá 
tico "scholar" Cap. Q0A 
Aquino. agiu como agem 
todos os catalizadore - 
precipitou a reação em 
termos de normalidade. 
fazendo com que o nobre 
Vereado:- c::!pitulas e, fra 
gorosamente ... 
ão nossos votos pa 
ra que. na próxima He 
classificação de Cargos 
do :linistério do Trans 
porte , o r. Ernesto 
Caldas seja devidamente 
recompensado pelos bri 
!bantes serviços, isto é, 
relevantes serviços pres­ 
tados ... 
Declarou o preclaro 
Vereador que ·tinha sido 
arrastado. para a Política 
e. agoris.. nos lhf s faze 
mos um veemente apelo­ 
reaja! reaja! r. Caldas, 
uão se deixe mais arras 
lar para situações t.ão ... 
Fuja! fuja! fuja! da Po 
lítica! ... 
Apenas um varil.o de 
Plutarco na Câmara Muni 
cipal - o 1obre Vereador 
Adelino Mareco. 
Simples, modesto. 
levantou a cabeça e in 
diferente às nuvens ne 
gras que ameaçavam 
seo emprego. votou como 
Homem como macho!. .. 
- Votou - SIM - Voltou 
para que se aceitasse a 
denúncia da Professora. 
Cleonice, para que in 
vestigasse, para que se 
Cont. e - e

Tribuua da Fronteira 
03 de Julho de 1.970 	Suplemento 
..... 
Cont. da Página 3 
apurasslJ OH "ilíeltos ruo 
rais" do Sr. 1-'rel'eito E 
raldo da Silva. 
E 
Porto Ah,gr , por 
Antonio .Jo:'io Hugo Ro 
drigues, especial du COil 
REIO DO O 0 -- Jor- 
1mllHla1:i brn 'ileiro , reu- 
111<10H uesta Capital, no 
periodo compreendido 
entre qua ria-feira e Há ba 
do da sem nu passada, nu 
X Conferência nocional 
dos ,lorn,11istas, decir!i­ 
ram enviar pedido ao 
ministro ey Braga, da 
Educação, no sentido de 
que fossem criadas la­ 
culdaclcs de Comunica­ 
ção em todos o E ta­ 
dos onde atualmente ine­ 
xi tam o cursos para 
a l'ormação de jornalis-· 
tas, inclusive para Mato 
G rnss11. A olicitação e 
pecil'ica que as l'aculda­ 
des de Comunicação de­ 
verão er criadas na 
universidades federais, 
entendende-e que para 
E 
- 
€ 
Mato Gro so a cidade a 
ser beneficiada será 
Cuiabá, que pa.sará a 
l'ornec r prol'iHRionni de 
imprensa, formados pa­ 
ra todo o Estado. 
MT 
O envio do expedl­ 
ente ao ministro ey 
Braru, decorreu de su­ 
gesti apresentada pe­ 
los jornalistas Antonio 
Joüo Hugo Ilodrigue ·, 
Aroldo Marmo de Souza 
José Eduurdo Espírito 
Sa11to e Rubens de Men 
donça, componente da 
delegaçiio matogr11 sen­ 
se •, X Coererência, e 
imediatamente recebeu 
o apoio dos demai par­ 
ticipante do conclave, 
principalme
1!te dos re­ 
presenta n tes d os E tu - 
dos onde atualmente 
nfLo existem cur o de 
Comunicação oconendo. 
F · COLOIDE 
E ·M 
em consequência. gra e 
escas e7. de múo-ae-obra 
e:sp cializucla. 
Paralelamente, suge 
riu-se indicar ao linis­ 
t rio de Educação uma 
série de medidas visau­ 
do o aperfeiçoamento 
dos diverso cur os de 
jornalismo em todo o 
Pais, vi lo que quando 
deixa a escola. formado., 
o novo prol'í ·ional é ca 
rente da maioria dos 
prindpius :hásicos que 
po. ibililarão o perfeito 
exercido da profisf:'ão, 
pois lhes falta a verda­ 
deira. prática jornalisti­ 
ca. 
Durante a X Confe­ 
rência. realizada em 
Porto Alegre. a, delega­ 
ções i.,re ente foram 
cli tribuidas em quatro 
comi sõe de trabalho, 
que se encarregaram , 
estudar várias soluç 
para os problemas que 
nos dias de hoje af 
gem a vlasse jorualisj 
ca. Dentre os temas t 
tados durante o certa. 
me, destacam-s o sal. 
rio prol'i ional, a llbt.• 
dade de imprensa, o d} 
reito autoral • a formg. 
ção de cooperativas si 
dica is. que permitem a 
formação ele uma agi!,. 
cia noticiosa de âmbito 
nacional que venha a 
melhorar o nivel dos 
noticiários jornalisticos 
is empresas e também 
a ituação do profissi­ 
nul. 
ro finul do cone! - 
ve. l'oi elaborada a "Cur 
ta de Porto Alegre" que 
intetiza todas us dcci• 
sões tomadas. 
1' 
. - . - . 
Adelino, chele de l'arnilia 
assumiu, súzínho, 11a Ca 
' mara Municipal de ·Jar 
dim, a gloriosa respon 
sabílidarle de defender a 
honra, o dccôro e a de 
cência tios Jures jardi 
penses! 
Purabél!s. Vereador 
Adelino, P muito obriga 
do! 
Perca-se luclo. mn • 
!lnlve-He, ao menos, a 
Honrn! 
O !lustre Vereador 
Eclmilson Escobar Presi­ 
dente da C:lmara, deixou 
segundo nosso ponto de 
vi ta. uma impressão na 
da. lisonjeira. Consideran 
do-se que o Ten. Moacir 
Melo Mendes, ex-Prefeito 
cassado, !'oi, allsolvi 
do por sentença cio Ex 
mo. Sr. Dr. ,luiz de Direi 
to ela Comarca. es:e 
Vereador, possivelmente, 
com algum espinho na 
consciência, deu uma de 
prncleu le que. no caso, 
seria não licar mal com 
Da. ilari.1, e nüo ctescon 
tentar o r. João das a 
rapuças Anzóis. Sua pos 
sível Candidatura a Pre 
l'eilu, é de crer- e, foi, 
mesmo. para o tacho! 
O ilustre Sr. Verea 
dor Romulo Yarzon, uma 
das esperanças da Càma 
ra, agiu como e espera 
va que ugi e, tendo em 
vista, os comemorativos 
Se ainda não entrou, en 
trará, muito em breve. 
com seu jusfüicado pedi 
cio de baixa... Correto, 
muito correto mesmo. e 
não se pode exercer, em 
toda a plenitude, um 
mandato que lhe foi ou 
torgado pelo Povo. () ú 
nico gesto digno é Renun 
eia! _ .. Parabéns! 
O r. Eraldo da Silva 
tem mm indiscutivel mé 
rito - deu-nos a melhor 
das oportunidade para 
conhecermos o quilate 
da pedraria que temos 
em a Câmara ilunicipal 
Nas próximas eleições, 
só errará quem quiser! ... 
Em nossa edição de 
julho próximo vindouro 
publicaremos, na integra 
o texto da Denúncia a 
presentada pela Srta. 
Professora Cleonice Lo 
tes Carneiro contra o 
Sr. Prefeito Eraldo Silva 
, or falta de decoro. 
(Transcrito do Jornal 
A Retirada da Laguna] 
1. A declaraçõe do 
presidente cio TI ão 
ao eguinte teor: 
"Como presidente do 
Superior 'Tribunal Mili­ 
tar. cumpri meu dever 
solicitando um relatório 
a todas as auditorias do 
Rio de Janeiro a respei 
to da silua('ão dos pre­ 
sos à dissição da Justi­ 
ça Militar recolhidos ao 
Preidio da Ilha Grande. 
Aguard-o apena o relató­ 
rio pata encaminhá-lo ao 
Poder Executivo, ao 
qual estão afetas as 
execuções das senten­ 
ças, para as medidas 
julgadas necessanas, 
dando conhecimento ao 
plenário. 
Tenho como oportu­ 
no, do meu ponto de 
vista pessoal, abstrain­ 
do-me da posição ofici­ 
al, também fossem lem­ 
brados os que nada 
r e c l a m a m, p orq ue 
não têm a quem. São 
os familiares das viti­ 
mas desses criminosos 
aos quais se está dando 
tanta importância, alar- 
deando espalhafatosa­ 
mente muus tratos. Es­ 
quecemos . os males por 
ele prnduzillos e tantas 
familias. Viúvas e ór­ 
Yãos de agentes de se­ 
gurança e de outros ino 
centes andam por ai 
sem a caridade, apena 
moral, até mesmo de re 
pr•~sen lantes ela lgreja. 
Vimos missa nos pre i­ 
dios, que achamos jus­ 
tas enquanto ua<la vi­ 
mos em relação às vi­ 
timas do terror· 
Assim como o preso 
tem direito a tratamen­ 
to humano, o que tem a 
nossa plena concordân­ 
cia, suas vitimas, da 
mesma forma e com ma 
is forte razão, devem 
ser motivado da maior 
preocupação, dada a cir 
cunstância mesma na 
qual se encontram. 
É de se exigir, portan­ 
to, que_ os propagandis­ 
tas das torturas que fe­ 
rem 
O nome da Pátria 
no Brasil e no exterior 
encontrem a necessária 
!eaçao, nos mesmos me 
1os de comunicação (im- 
preusa escrita, falada e 
televisada ). ali deveriam 
ser também retratadas. 
no mesmo pé de igual­ 
dade. as barbaridades 
con..elidas por insanos 
cnm10osos, inclusive 
contra inocentes crian­ 
çus, mulheres e velhos 
em covardes sequestros 
e atentados de toda sor 
te, bem '!orno de frios 
as assinatos, para satis 
!'ação de sádicos senti 
mentos, importados de 
outros paises, para on­ 
de vão esses criminosos 
em busca de torpes ins­ 
truções. 
Os que - agora recla­ 
mam maus tratos não 
podem esquecer o sofri­ 
mento e o abandono a 
que ficam relegados a­ 
queles infelizes,"' por eles 
sacrificados no cumpri­ 
mento do dever e, afé 
mesmo, inocentes que 
nada tinham a ver com 
a desordem. É isso que 
o povo precisa saber. 
Repito, se presos de 
má indole merecem trata 
mento humano, o que. 
dizer daqueles por eles 
f 
atingidos - oi; desme­ 
moriados, os aleijados. 
os cegos os paraliticcs 
e os mortos - cujas 
úvas e !'ilhas estão por 
ai abandonados? 
i!editemos sobre is­ 
so antes de aceitarmos 
explorações. 
2. É imperativo qu 
se ressalte entre outros 
pontos, que o Presiden· 
te do ''Dl não se refe· 
re ao criminosoi, como 
preso políticos e si 
como à dis::,osição dil 
Justiça Militar. 
DÉBITOS nas· 
PREFEITURRS 
Projeto de auto"%? 
do deputado JnocênCI. 
de Oliveira, que prete 
de isentar de juros 010- 
ratórios. multa e corre 
ção monetária os débr 
tos das prefeituras I­ 
nicipais para com o I? 
tituio Nacional de Pre" 
dência Social, teve s 
inconstitucionalidade a~ 
guida na comissão e 
0 
parecer do deputado ~ 
sé Sally, aprovado g 
sessão , do dia o 
Junho.

Trihuna da Fronteira 
03 de Julho d 1973 
a 
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Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi-Semanário fundado em 25/2/72) 
legistro no Cartório de Títulos ,. Docnnwntns n.o J0(x, 
Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteira 
CGC 03201266/0001 Inscrição Estadual 13059232-3 
Diretora: Maria Estela V. Pereira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - Ivaldo Pereira 
Colaboradores - Diversos 
OFICINAS 
Gerente - (ji/s011 cSifoa c5antos 
IMPRESSÃO- dices «date Chel) 
COMPOSIÇÃO - Odilie quine de 8euza Chefe) Q'ilsen 
9. pua. erge ]. pata. tuas C. Dd&, dr Reare 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen­ 
tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias 
a ste. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos; comcntftrio:- nüo assinutlos" 
A Concessão de publicidade não implica em 
compromisso político ideológico" 
Assinatura Anual: Bela Vista- 80,00 
Outros Municipios - 100,00 
Redação Administração e Oficinas: 
lua Duque de Caias s/n Bela Vista Mato Grosso 
(Perto do Colégio Ca-telo Branco) 
OPINIÃO L VR 
IMPRENSll DO INTERH)~ 
Ou entüo o caso da 
autoridade que, por pa 
gar a publicação de atos 
e fatos oficiais, queira 
pretender que esta mera 
e normal prestação de 
snviço, lhe garanta o 
direito de não ser alvó 
João Vieda 
Alguém já disse que 
fazer jornal no interior 
é um ato de bravura, 
uma demonstração de 
heroismo, uma temericla 
de, tantos os perculços, 
as injunções locais de 
toda ordem que - muito 
mais que as satisfações, 
a sensação do poder e 
a possibilidade de ]UCl'O 
financeiro é preciso en 
frentar na realização de 
um jornalismo decente 
Pela contingência mesma 
da suâ estrutura e ela 
sua razão de ser. vive 
a imprensa do interior Hi igualmente o ris 
situações que a da capi co da ;,romoç[o (muito 
tal nunca sequer experi- comum) de falsos valo 
mentou. A começar por re , falsas lideranças, 
um certo tipo de menta . em detrimento de quem 
tidade que entende qne efetivamente merece elo 
divulgar anúncios é aju gio e apoio. Seria esta, 
dar o jornal, ou que à então, a que já se come 
condição de anunciante çou a chamar de «im 
e assinante correspon prensa puxa saquísta», e 
dem supostos direitos e xercitatla quase sempre 
e privilégios totalmente por elementos subalter 
especiais. Corno o caso nos geralmente inimiza 
do cidadão que, pelo fa do com os princ:ipios 
to de ser assinante. da ética e ela moral. !s 
achou que tinha o jcrnal to é outra faceta a que 
a obrigação de publicar não ei::tá imune à im 
de graça na primeira prensa do interior. e que 
página. a participação só pode desprestigiá-la. 
do 11ascimento de seu A boa imprensa não 
neto. Quando lhe apre uá-de caraterizar-se por 
sentaram a conta, l'icou tais evidências. Nem 
por conta. .. mesmo como exceção. 
Antes, deve atuar com 
serenidade, objetividade, 
sensatez, correção, alta 
neria e dignidade. Não 
abdicando das suas prer 
rogativas por preço 
nenhum, nem delas 
abusando. Assim nã0 a­ 
tuando, acabará certa 
mente por perder a con 
sideração e o apoio da 
de criticas do jornal. E 
que dizer de certos con­ 
vites que em acompan 
hado do clóssico adendo: 
«você Vai lá na minha 
festa, e depoi publica 
uma notinla no seu 
jornal». 
Por outra parle, cor 
re também a imprensa 
interiorana o pel'igo ele 
querer transformar-se 
em palmatória do mundo 
em dona da verdade, 
em tlirigen le e não por 
ta voz da oµiniiio pública 
POSTO SftNTll CBTIIRINft 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 
LIDA 
Aberto dia e noite 
Borracharia Lubrificantes Diesel GasoUna 
Anexo: I ,auchonete 
A veuida Visconde de Tanauy Esquina Floria 
no Peixoto 
Mt. 
opinião pública. E dilicil 
mente sobreviverá. 
Quando um jornal 
do interior tem a rara 
felicidade de atingir uma 
caminhada de cinquen 
ta anos, Hem qu tenha 
esmorecido, mas, ao con 
trario. se revigorado ca 
da vez mais o /generoso 
ap];1 uso com que e opi 
niüo púbUca já o brin 
dava no início da camin 
hada, é porque em ver 
clade exercilou uma im 
prensa decente. E digna 
(O Nacional- Posso Fundo) 
A politica salarial 
asfixiante elo Banco do 
Brasil para com o seu 
l'uncionalismo não condiz 
com o crescimento inter 
no e externo daquele es 
tabelecimento. que boje 
tem uma margem de lu 
cro superior ao seu ca 
pital social. 
Essa observação foi fei 
ta pelo deputado Antonio 
José (ilDB-BA), para 
quem os funcionários do 
banco mer'!cem tra:a 
rnento combatível cum a 
contribuição que prestam 
à entidade. Na Bahia, 
que citou como exemplo 
os funcionários dos ban 
cos da rede priv:tda ti 
veram um reajustamento 
salarial da ordem 43 0/0 
enquanto os do Banco do 
Brasil foram aumentados 
em 310,0. 
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J IBUN D 
"Órgão Independente a erviço da Região 
o IV ela Vista-- MT, O3 0775-" 160 
Serie de 2 Artigos 
4 . 
' ' 
Devemos ser otimis­ 
tas. lealmente, a criação 
do Plano de Desenvolvi 
sento dos Cerrados-PO­ 
LOCENTRO-foi Ull1U das 
idéias muis l'elizes que 
o atual Pre !ciente da 
Hepul)lica projetou no 
ümlJilo da economia nu 
cional seguido dos seus 
geniais auxiliares da Se 
cretu ria do Planejamento 
e setores dos Ministérios 
do Interior e Agricultura 
Além do volume de 
nproveitameato própria 
mente dito de vastas á­ 
reas até uutão ubauclo­ 
nadus dos ferteis cerra­ 
dos que existem nas di­ 
versas regiões de uosso 
E ·tuclo, ~ vultosa impor 
tandu a ser aplicada 
(12 bilhões de cruzeiros 
cm ,1 anos I equivale di 
zer que é um cios maio 
res se 11fto o maior laves 
timenlo que a ll11iiio faz 
visando o desenvolvi 
mento de uma área ri 
quissima como a escolhi 
da pelos planejadores, 
principalmente em Mato 
Grosso. 
Dos tres E ta d o s 
iucluiclos no Poloceutro, 
Mato Grosso é o mais 
aquinhoado, ganhando a 
escolha de quatro zonas 
distinta rio seu territorio 
para u exploraçilo da 
cultura de cereais e a 
implantação de novas la­ 
zendas de criação de bo 
vinos e outras e peciPs 
Lle animais, alén, dos 
núcleos populacionais 
que advirão dessa gigan 
tesC'a avançada para o 
progresso de nosso Es 
tado. 
Foi criada em Cuia 
bá a Comissão Estadual 
de Coordenação e Acom 
panbamento ;:!o Poloceu 
tro e disse o r. Elr.io 
Costa Couto, Secretário 
Geral do Planejamento 
da Presidencia da Repú 
blica. ao instala-la, que 
a meta do programa no 
período 1975/79. será iu 
corporar 3 mlhões de 
hectares de cerrados 
brasileiros ao sistema 
produtivo, nisso aplican 
do 12 milhões de cruzei 
ros. Do total, 7 bilhões 
em créditos, 3 em refio 
restamento e iuceutivos 
!iscais e 2 milhões em 
infraestrutura de suporte 
Em Mato Grosso, o 
Poloceutro deverá incor 
porar 1 milbilo de hecta 
tes de cerrados no siste 
mn de produção, assim 
distribuidos pelos 1 po 
los: 00 mil na Região 
tle Campo Grande-Três 
Lagoas; 15) mil na área 
de odoquena; 75 mil na 
regiào <le Xavanlina e 
273 mil hectares na re 
gião de Pareeis. 
Como está bem cla 
ro, o Sudoeste matrgros 
sensene recebe pela pri 
meirs vez do Governo 
Federal, um grande be 
neficio que impulsiouará 
para o {desenvolvimento, 
<Inda a espetacular di 
mensüo do investimento 
a ser aplicado na Bodo 
quena (municípios de Bo 
nitr, e ;'ltiraudu) 
Pondo em destaque 
as quantias de que dis­ 
porá o r. Governador 
Dr. Garcia Neto pura a­ 
plicação em 110'os polos 
(-!Oº º de CrS 
2.50u.000.U00,00) além 
dos -l existentes, ainda 
dos 2 i)ilbões destinados 
ú infraestrutura, caberá a 
Mato Grosso 00 milhões 
com os quais possibilita­ 
rão a implantação de 
1.000 kilometros rle es­ 
tradus vir:inais, 200 mil 
toneladas àe capaci<lade 
de armazenamento de 
cereais, 400 toneladas 
ano de caleário e a 
construção de linha trou 
co de energia elétrica 
ua zona rural. 
Ai estão, em linha 
gerais, os motivos que 
nos alegram quando sen 
timos que os homens da 
Revolução não esque­ 
cem e envidam esforços 
O' mais reYelantes, para 
o engrunrlecimento du 
nos a Pátria, seja seu 
trabalho em qualquer 
Estudo da Uuiüo, levan­ 
do os meios materiais 
necessários para a con­ 
cretização das suas ini 
ciutivas t'elizes, levando 
a todos os -rincões não 
apenas esperanças, mas 
a realidade da hora pre 
seute, na verdadeira in 
tegração das nossas ri 
quezas. visando o ben. 
estar dos nossos irmãos 
interioranos. 
Parabenizamos o nos 
so Governador Dr. Gar 
eia Neto, pelo régio pre 
sente que recebe da U 
niüo, para o complemen 
to da execução de mas 
já iniciadas realizações 
em beneficio do nosso 
Grande Mato Grosso. 
Jota Jota 
Mais que 
piorável É o 
mento do 1lu 
mentar. 
S. Exa.. pequeno 
hurgues. i)cneficiúrio da 
oligarquia bovina na li­ 
derança do Governo. 
não tem sabido retribuir 
o crédito de coul'iançu 
que vem lhe c!epositan­ 
do o Governador Garcia 
Neto, e a serviço de 
sua própria vaidade pes 
soai e pela sua arrogân­ 
cia. prepotência, sistemá 
licamente vem contra­ 
rianrle a orientação re­ 
cebiria, ele buscar com a 
oposição um diálogo alti­ 
vo honroso e dignificante. 
A aproximação com 
a bancada da oposição, 
pela ação e desejo do 
Deputado R11ten Figuei­ 
ró, tem sido no sentido 
de valorizar-se perante 
o Governo e consequen­ 
temente aproveitar-se 
da situação. 
Conhecedor que o­ 
mos da personalidade 
política do Governador 
Garcia Neto e pelo com 
promisso que lemos 
com o povo, negamos 
terminantemente servir­ 
mo-nos de escada pa­ 
ra benefícios de ordem 
pessoal ou representar­ 
mos meros in trurnento 
d.:i satisfação da vaida­ 
de de quem quer que 
seja. 
Repelimos por isso 
seu primeiro pronuncia­ 
mento, como agora, por 
sabermos nele não estar 
expresso o pensamento 
de Garcia Neto. E digo 
mais, admiti-los seria 
desacreditar uo que fo 
dito pelo Governador 
na sua fala de posse. 
As criticas sensatas 
e construtivas feitas pe­ 
lo representante de Ma­ 
to Grosso na Câmara 
Federal, não ;desfiguram 
o Governador nem <les­ 
merecem a sua conduta 
pública, pois sua essên- 
Chegando da cidade 
tia Fronleirn. prla im 
prensa falada, escrita e 
tele visada, tomei ronhe 
cimenlo úo pronuncia 
mento proferido pelo De 
pulado Huben Figueiró, 
Líder do Governo e da 
J rena, na 'Tribuna do 
Parlamento Matogrossen 
se em sessão do dia 12 
do mês em curso, utra 
vés do qual entre outras 
coisas, aCUPU C•>ID HUU 
proverbiul a1Togünciu e 
se utilizando de um pala 
vreado ofensivo a pe soa 
do deputado Federal ,n 
tonio Carlos a quem a 
ponta imprópriamente 
como articulador do a­ 
lijamento do economista 
Adone Collaço Sottovia 
da direção do Regional 
do M.D.B. 
triste. rle­ 
comporta­ 
tre parla- 
eia tiullu por ·erto a in 
tenção de colaborar pa­ 
ra o ·ngrandecimento do 
nosso Estado por elas 
clamou Garcia Neto na 
sua po ·se. • 
Entretanto, o peque- 
110 príncipe, sem reIa­ 
do e sem coron. quis fa 
zer d la· seu "cavalo 
de batalha". 
Quis ser ele. o en­ 
cantador e deslumbran­ 
te Uirapuru. hipnotizando 
a todos com tua fala sonora. 
Quis ser, perante a opinião pú 
blica mato;gro--ense defen-or 
do Goveradur único redentor 
e pacificador da Arena. 
Acabou sendo ape­ 
tua, o próprio Dr. Pan­ 
gloss! 
O Deputado Huben 
Figueiró, Lider do Go­ 
verno e da ,rena se 
precipitou intespentiva­ 
mente ao falar de alija­ 
mente nas fileiras do 
nos n partido, quando 
ele desconhece que li­ 
jamento é substantivo 
que não é analiFado 
na cartilha do M. D. B. 
Alijamento, isto sim foz 
parte das rotineiras con 
venções da Arena, onde 
as verdadeiras lideran­ 
ças são proterida em 
detrimento de interesses 
espúrios. comprometidos 
0
1
.1 comprometedores. 
Que o diga o pró­ 
pria Govcrrrnclor Ga reia 
Netn, rernemornndo Umü 
que o diga Pedro Pe­ 
drossian, rememorando 
episódios recentes que o 
digam eminente lideres 
do Ex-P. . D. no dias 
de hoje. 
abemos, A não é 
preciso que no digam: 
·'Pedrossian é Areua". 
De uma coisa, entre 
tanto, é preci o que o 
ilustre Deputado Líder 
do Governo e ela Arena 
se conscientize: O M. D. 
B. é partido para ho­ 
mens independentes. 
Quanto ao ventilado 
alijamento do Economis­ 
ta Adone Collaço otto­ 
via, o ventilador do bo­ 
ato, é um ventilador 
sem categoria 'e que re­ 
frescou mal o lider do 
Governo e da Arena. 
O Deputado Ruben 
Figueiró. desabientado 
do calor democrático já 
que no seu partido as 
idéias não são postas a 
discussão, são ordens 
impostas de cima para 
baixo-estranha a posi­ 
ção do Deputado Anto­ 
nio Carlos, em partici­ 
par democráticamente 
com uma chapa para 
constituir o Diretório Re 
gional, de cujo veredi­ 
to não haverà vencidos 
nem vencedores, apenas 
idéias apresentadas, dis- 
cutidas para o aprimo. 
ramento e fortalecime. 
to do nosso partido; 4 
que não constitui um 
posicionamento isolado 
do ilustre parlamentar 
matogrossense na Cama 
ra Federal. 
O que for decidido, 
em 'onvenção, repito, 
será acatado e respeite 
do por todos: digo mais 
aiuda, abraçado com to­ 
do urdor patriótico, pois 
unidos conquistaremos a 
p I e nitude democrática 
reclamada por todo o 
brasileiros. 
Pode estar certo 1, 
Deputado Hubeu Fig-uel­ 
ró, Líder rio Governo e 
da Arena, que no Movi­ 
mento Democrático Bra 
sileiro as idéias ·ão a­ 
presentadas para serem 
discutida , res::,citosa 
mente e com palavras, 
num diálogo caloroso 
mais fraternal pois ja 
mais transformaremo· 
nossas reuniões em ring 
de box. para medirmos 
força física, como já o 
correu em 'ão Puulo. 
entre os ·eus líderes, a 
gredindo-se mútuamente, 
de forma deplorável 
e r..-prová vel no conheci 
do episódio: Fragelli X 
Pedrossian. 
Tais atitudes. esteja 
certo. S. Exa., Deputado 
Ruben Figueiró, Lider do 
Governo e da A.rena. 
não faz parte de no a 
agenda nas converçõet. 
Portanto, é conYeni­ 
ente que o Deputado Ru 
ben Figueiró recolha-s_e 
ua sua pequenina posr 
ção de mero sub ervien 
te e chancelador de von 
tades upremas e medi­ 
te sobre os problemas 
cte seu partido que sã 
infinitos, aguarde sua 
tran formação totalitária 
para liberal, para então 
pronunciar-se a respeito 
das nossas democrátfoas 
disputas partidárias. E 
o conselho final: esta­ 
mos consciente de nos­ 
sa responsabilidade, dos 
nossos problemas e co­ 
mo resolvê-los, da mes­ 
ma forma. o eminente 
Sr. Governador, que nãr 
pode e não deve ser 
afetado por pronuncia­ 
mentos não encomenda­ 
dos feito com o expres 
so desejo de bajular. 
Dep. Jesus Gaeta 
PREÇO DESTE 
EXEMPLIIR 
CRS 1,00 
1 
( 
r 
d 
c