F NDADOR E DIRETOR IUL'PONSAVEL: - IVALIO PEREIE A 
lledação, Oficina l! ,dmini tl'ação 	... 
lG:.! ANO iV 	Bela Vii.ta. on de .Julho de 1!)7j lli-:em1111 tlo 
Hua Duque de axius 8 N 
Declaração ao Povo 
Declaro ao povo em geral de Bela VIRta. que 
a 8ocleclucle Agro Ltda ele quidauana Mt e 
Ford Flnnncluclora S/ ,, depois de terem llRaclo 
e abusado de meu nome e rle meus Serviços se 
desligaram de mim dizendo que nilo. poPsuo nen 
hum vinculo empregatício de represP11la('ilo e 
nem se responsabilizam por atos cometido~ ou 
que eu venha a cometer em nome de ambas us 
firmas. Este é o agradecimento por tudo que eu 
fiz para ambas as firmas. 
E aproveitando esto quero dizer que realmente 
n partir de tll/07/1!175 me desliguei por completo 
das Referidas Firmas. 
Bela Vista, lllt, 01 de julho de 1!J75 
Assinado: Alvaro Pereira 
Rua Duque de Caixias, 1.285 
A Diretoria cio G SPR avisa ao seu Quudrn 
ocin.l e L•'requentudoros, que as me as n,~erva 
das para os Bailes dos Dias 1!) e :w, Bailes de 
AnivErsârio da cidade ele Bela Vista, não serão 
validas pura outras Programações. 
A Diretoria 
1MDBR1L, DEVER UE TODOS, RESPONSDBILIDIIDE DE caoa UM 
RASIL: D MAIS NOVO 
SÓCIO DO CL BE a,·o ICO 
PREFEITURA MUNICIPAL 
DE BELA VISTA 
Programação para os Festejos do dia 20 
de Julho pela Prefeitura Mu111c1p .. il 
horas - Asteamento 
da Bandeira 
Local - Pruça A varo 
;lasca renhas. 
- Revista Civil e 
ililitar pelo 
Comandante 
cio 10 R.C. e 
Prefeito :!uni 
cipal. 
- Desíile Civil e 
~lilitar. 
Bela Vista. 8 de Julho 
de 1975 
João Estevão de Castro 
Secretário 
Murilo Melo Filho 
()uai o maior J'e,nd~lo ,lu 
humanidade: as 2500 bomba­ 
atómica- que os Estados ni­ 
dos e a Hás»ia mantém reto­ 
, ·adas nas uas 120 u-iuu .. ou 
u pro,á,el futuru homha hra­ 
;.ilcin1'! Qual o maior flagelo 
que JH .. ~a ,-obre o mundo; 
111Í"'H·ii. intcrrnntirwutai-1, 01'" 
111inutc11u·n, os katiuschas, ou 
OJ. nos::os fortwtr:--:--onda tia 
Bnrn·ira ,)o Jnfernu'( Qual a 
maior ameaça que flagela o 
homem: o-e petardos lança 
dos obre Hiroxima e agasá­ 
qui há 30 anos ou a homha 
brasileira que, na _melhor das 
hipótese, ó existirá no co­ 
meço da próxima dí·t..:rulu. po­ 
is pem temos em quem Jo­ 
gá-la! 
Verifica-s, pois, que toda 
s·a onda contra o acorde nu 
,·lt•ar BrJ..,il-Al.-mnnha t--:-i:1á 
muito t·l"tranha e esquisita. 
Como re,,n•:-ália. o Prt·
4idrn 
te Gerald Ford mandou uma 
m~n::ugrm Je lt•i ltn Cong:rcl" 
i:o omt•ricano, C'tdnrando um 
ponto final no monop61iu du 
governo em mnlérin Jc urânio 
r enrurajando n indú:-tria pri• 
,ada dos E~1ado$ Unidos n 
Vt'nrlcr hilhõc, de d6lorcs de 
urânio enriquecido a toda:- os 
ct•ntr-ai~ nudt•arci- do mundo. 
Ele foi mais além: admitiu 
a pu,sihilidadc de emprc,::ur 
n bumba atômica numa novn 
:,:ucrra dia Coréin. No t·111nnto 
o New York Time, ?-t" dava o 
dircicu de con:otidt·rur uma tra 
:?é<lin o falo dt• o Urn~il ter 
ncc~so no Clube Atômico. 
Quase ao memo tempo, os 
dirigentes russos anunciavam 
uma escalada eminente em 
matério de no,·u:- t poderosos 
armamentos nucleares. '."o cn 
tnnto. o l'na,·da tinha o rle:­ 
planlc de acuar a união cio 
militarismo teuto-brasileiro. 
Ondr. r111ju. a E-Ínl't•riclutle'! 
Ou n ,·ini-rno'! 
A verdade que e to 
rUH(HHllt·rirnno uo Ut'orrlu 
Bru-il-,lt'11rnnh.1 narln nrni- 
Fi~nificrnn, ronformr ,-:ilir-n 
lou o Clrnnr.-1.·r Azeredo da 
"iheirn, do ,1ur uma tt·nt .. lli 
, 11 )ara dt"Farmar o- jJ t1~-ar 
muros e para armar ainda 
mais os armados, 
Esse veto, todavia, ó ser. 
viu para realçar r rngrande 
crr a , iróríu ,la dip)on:nciJ r 
do~ negociiulure~ hra-ilt·irn ... 
li,ler.ulo, pdu ltomar,11 i. p.­ 
los Ministro- higeüki Ueki e 
Paulo Noguriro Bati8ta t' pelo 
Professor Herásio de Carva 
lho, soh " i spir.iiln rli eta rio 
prt·sidcntc da Ht'pública, c1ue 
UFl!-im FC 11111nife-tuu numa eh· 
claração erita do pr6pr iu 
punho.· 
.... O :1çordu e o protocolo 
complementar que acabam <f,. 
ser assinados em Bonn são 
de i:r-Jnde impnr1âneia p:ira o 
<leH·n,·ol,·imcnln tecnulór.J<"O 
e industrial rio Bra,il. !Õlt's 
no:ot dão n po/"-ibilidarfe dt·. 
t:m futuro pr6 imo. utilizar a 
t"nt=rgin nuclear nas sua .. múl 
tipln.; nplicaçõf', de: natureza 
pncificn. em larga escala e em 
t.·on<li~·ões econumica-:. e. u:­ 
sim, iníluirüo. rlt·cii,.homt"nlr 
para o pro~re:ifo nacional 
que todo:- dcFcjan1Q.- "". 
E:-te-- cpi ... ódio de agora 
~erviu para confirmar a cun 
vicção de que nenhum país 
len1 nmir,os ou alindo:t para 
clcft'nd.:~ru. ou clar•lhe, OJUda 
11:i :ipcna;;i. Ínll're~t-t:!'i a prc:-er 
var. O episódio serviu tnmbém 
para mostrar ao Br-J:oil 
'JUC ele: n:io e:-t.ii prugrc 
d,ndo numa câ11rnrn Íl'<'lrnJn.. 
,·orno ~e e:-ti c::.:-:e numa rru 
mão em familia. Pt:lo cont1ú 
rio de cnfrrnt.a hoje uma 
competição inter«acional que 
t"qui,alr II u111u gtJt·rrn: ,lf .. pu 
ta de mercado-, café oluel, 
têxteis, protecionismo contra 
nu .... n .. pro,lurn... n, illo111c·11ru 
no- prrços das eportae -l 
u;,:rí~,.1:t ... 200 111ilhal' de rn~1r 
territorial. 
) de·envolvimento por 
-.11a IJrt',pria narurt'~a u111 e~íor 
to bélico, que nada tem de 
impatico ou de agradável e 
on,I~ nJu hJ :-o1i:. .. rgo; nele, os 
c.·oncurrr11h·.,  ilurio--o- , tio 
alijarnl11 do Jhil"n t· <!11 t'<'IIU ,,... 
concorrentes derrotado-, 
. , t'r<larl~ {· ,,u,• att' 11:'.i 
pourn rr-mpo u llra-il t'fn uma 
coisa á-toa, ·m eira nem hei 
rn: u111..1 "'implt•.. nrn11,·J1a in-t' 
rida no mapa da America do 
ul como uma repressão .em 
imporrancia. O:- hra-il~iru-­ 
conhecedores das verdadeiras 
pott"11c-iulidJdt's- ,f., paí- ,.,, foi 
1..1 am chorar de , t'tµunhu por 
, t:r o c1ur (·ramo.i; t'JII 
z do que deveríamos ser. 
Snbt"mu-. a:,:ora 11,ai- Ju <jUl" 
nunca tfUt" cada rrn•_jo ,·11Írt'11 
ta :-oziuha o 1-t·u µrópriu dt"-i 
tino, pois nenhuma nu1ru lu 
lnrá por da ou chorur.'.i a .. u:1 
desdita. Quem abe de nós 
!-umoi- nó:i rnc .. mes. Quem de 
cidt: n .. orle ,ft:" um po, o 
d-, próprio. atru,é, de lura-. 
e-forço .... trnbalhu. produ,:·511. 
lidt•rc~ ~ dt:citõt".... :;obrerudo 
de decisões como ta, de as 
sinnr o nrordu uuclc•;1r. reaíir 
mando a ~Obt.'runiu ru ·iunuJ 
e p:irtinclu para definitia 
emt..nt:ipação política t" e-co11t, 
micn 
fü•Yista ~lanchete 
.., 
,1 
·" 
VISITEM BELA- VISTA POR OCilSlãO DI 
IV. EXPOSIÇÃO ACiROPECUÁRIA E FEIRA DE AtAOSTRAS 
- 
REDLIZDÇDO: CLUB on LOCO PHOMOÇÜO: SINDICf!TO RURJIL 
- 
COLDBORIIÇllO: GOVERNOS FEDE RRL, ESTADUllL E MUNICIPIL 
DIAS: 26 a 30 De JULHO

(+» ti .1 ,J ili 11 d,· 1 ! , .. , 
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( Ui-~rmnnúrin funtladn ,·111 :!..'>l'Vi'l.) 
legi- tru nu Curt6rio de Titulo .. t' Dnt·u11u·1110.. 11.u Jl)(,ó 
Propriedade da Empresa Gráfica Tribuna ela 
Fronteira 
GC 03201206/0001- Inscrição Estadual 1309232-.3 
Dir,:loru: ,laria Ei-lelo '. Pt.•rcirn 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - Ivuldo Pereira 
Colaboradores - Diversos 
OFICINAS 
Gerente - C,i/,,,,,, .5ilv,, .S,111tc>s 
IMPRESSÃO- aio date Chefe) 
COMPOSIÇÃO - Qdile fuis de Seu:a ·Chefe» 2'ilsen 
ô. 'pua. lese [2. 'pata. .±ais C. D&de. d Rises 
"A- opiniões emitidas nos artigos assinados não repre-en­ 
tam o ponto de vista do jornal. podendo até er contrária 
a ste. A opinião «do joraal, acha-se expres-a nos Editoriais 
r nos comentários não assinado" 
LUC 
o 
Vimos, da exposição 
feita no 1 artigo sob o 
titulo acima que são pro 
111lti1-wra: as oporlunida 
dei; do um bom 11.provel 
lamento dos cerradões 
cio ;ifato-Grosso, aliú8 
situados a maioria em 
terras ub rrimas, capa 
zes do oferecer muita 
produção de alimeutos. 
É sabido que a Ser 
ra Bodoquena que corta 
os mtmiciplos de Bonito 
e ;1liranda (contemplados 
com recursos do Polocen 
tro) de Sul a Norte no 
udoe te matogrossense, 
tnmbem se eiaparramo 
ao Sul nos municipios 
de Bela Vista. Caracol 
e Porto Murtinho, prin 
cipalmen1e neste último 
que deade. a Fronteira 
com a Repúblícu do Pa 
raguay segue em formi 
dáveis contra-fortes até 
juntar-se na formação da 
Borloquena propriamea 
te dita. região do Alto 
Rio Perdido, onde estão 
a mais férteis terras de 
cerradões nos (res muui 
clpios citados. 
Ai, ja existem gran 
des plantações de café 
devido a altitude reque 
rida para esse cultivo, 
ou :leja o fator ecológi 
co exigido pelo l.B.C. 
Isso é ma prova de 
que os cereais ne;;su re 
gião produzirão satisfató 
riameute, romo está a 
contecendo presentemen 
te com as grandes safras 
de arroz, trigo. soja e 
milho nos municípios de 
Bela Vista e Caracol e 
em menos escala no de 
2.o o Ultimo Artigo 
Porto Murtinho. 
E a ocasilo dos po 
liticos nossos congressls 
tu!-', do rcprese1,lan[Pi; 
rias populações clE>'-!'i':i 
tres municipios reivindi 
carcm junto do Sr. Go 
vcrnucior Dr .. José Garcia 
'eto, o empr !!O d(• 
meios do Polocentro 1111 
região, visto que ele ciis 
põe de verbas para ins 
talar novos polos alem 
dos 4 consignados para 
Mato Grosso. Isto vital 
para o aproveitamento 
de rico solo para a cul 
turu de c reais como 
tamb m importará na 
construção de estrada,; 
vlcinais, arrnazens e ou 
tros melhorameutos na 
região, que assim trans 
formar-se-á em grande 
produtora de alimentos. 
multiplicanrlo as milha 
res de toneladu • de pro 
dutos da colheita deste 
ano, devendo ocorrer em 
r,rnssa, no l'uturo, a,; le 
vas de interessado<; e 
migrantes com suas ma 
quinas agrícolas na aza 
rama do plantio de cere 
ais. 
Ai está a lembrança 
para os homen de ini 
ciatlrn, aqueles que c!e 
sejavam a chegada da 
grande hora esperacta 
de de muito tempo para o 
desenvolvimento destas 
promissoras terra da 
lindes bra ileira. 
Além do setor agro­ 
pecuário, temos em Hela 
Vista uma das maiore 
e melhores minas ele óti 
mo calcáreo, onde pode 
rão ser montados grnn. 
d·s t vinhos para t pro 
ducio de rre'ivo d» 
, olo que forueveto, vot 1 
runde facilidade de 
!Ili! jl •ti•', O, l lUI 11 ipt l 
do Sy toe te além dos 
da região de Maracaja, 
Ponta Porá. Dourados, 
lguatemi e Naviraí, po 
dendo levar o produto 
de caminho diretamen 
te da fóbrica ós l,1vou1,u; 
em qualquer desses mú 
niclp!os, com grande eco 
11omia. 
Tenho certeza que 
o .'r. Governador voltará 
sua,; vi la para estas 
promissoras bandas, da 
das ns suas poshihili<la 
des, como lambem para 
demonstrar que de fulo 
é ele Governador de to 
:ioR os matol-{rosSPíliH:'H. 
Assim esperam. 
,Jota ,Jotu 
.- Concessão de publicidade não implica em 
compromisso politico ideológico" 
Assinatura Anual: Bela lista 80,00 
Outros Municipios - 100,00 
Redução. Administração e Oficinas: 
Rua Duque de Caias s/n Bela Vista Mato Gro-o 
(Perto do Colégio Ca-elo Branco) 
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Anexo: I.ancboncte 
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no Peixoto 
1-'c.·rtu do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 
GR DEC 
G Cf 
E TO 
TO 
Mt. 
Campo Grande, (SE­ 
DLAT)- O presdente 
do C'Pntro Comunitário 
do Lar do Traballlaclor 
de C'umpo Graucle. sr. 
Era mo de Lima l'iuho. 
endereçou oficio ao 
governador Garcia :--eto. 
em nome da diretoria 
da entidade. expressan­ 
d•i agrarieC'imento "peb 
olicitude com que tem 
atendido :JS IIOl'SilS rei­ 
Yincllc:ições. principal­ 
mente quanto à uomeu­ 
ção de mais um médico, 
um bioquimicr1, uma ze­ 
ladora e três atenden­ 
tes para o Posto de Saú 
de que· funciona 11aquele 
populo o núcleo. 
e ta oportunidade - 
diz o pre iclenle elo Ceu­ 
tro Comuoitârio Lar do 
Trabalhador ern seu ofi­ 
cio - queremos resi-altar 
ao nosso ilustre chefe e 
líder inconte te u excep 
cional boa-,·ontade e a­ 
juda que permaneo(e­ 
mente temos recebido 
de seus ilustre, ::sses. o­ 
res, David Balaniuc e 
.-11lônio .-IYes Duarte. 
re pecth·ameate cbere 
da Casa Civil e ;-iecretá­ 
rio de aúde. que não 
têm medid'l '.esforço:; pu 
ru nos at•rnder em to­ 
dos o· momeutos. 
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de ilie à. lelaite 
Ferrros, Clrnpas. Tubo·. Tintas, Azulejos. Vidros. Conjuntos :ÍnitArios. Arames, Ferragens.. 
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Hua Cel. ,Juvencio 81:i 	Guia Lopes da Laguna - Mato Grosso

TRIBUNB DA 
··úrgfio l11dcpcn(l1;111LP a 
FRO TEIRII 
Serviço da 
no IV .. lela Vista MT. 090775-- N" 162 
G CID 
e 
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,. 
Governador Garcia Neto 
Cuiabá. ( SEDDIAT) 
Em breYe pronunciamen 
to, que fêz no final sole­ 
nidade de posse cio sr. 
ilarcilio de Oliveira Li­ 
ma no cllrgo de Con:et!­ 
lheiro do Tribunal de 
r.ontas, que preencheu a 
vaga decorrente da apo­ 
sentadoria de Rachid Ma 
med. o gorvernador Gar 
eia Neto enfatizou que 
" com a vinda do Dr. 
ilurcilio de Oliveira Li­ 
ma para u Corte de Con 
tas cio Estado, nós ga­ 
nhamos um excelente ju 
iz mas perdemos um 
grande politico ". E reme 
morou sua vida profissi­ 
onal, como médico, .. o 
seu extraordinário espi­ 
rito de humanidade ", u­ 
firmando que "?-Iurcílio 
sempre i'oi médico dos 
pobres, que se forma 
varo diáriamente em lon• 
ga fila àfrente de seu 
consultóri,, aos quais 
atendia gratuitamente". 
Foi a partir do seu bis­ 
turi - continua Garcia Ne 
to - que o Dr. :'llarcilio 
de Oliveira Lima ingres- 
Governo Manda _Apreender Pesado llegal E Distribuir 
i 1-1TUI,ÃO CAIt 
menta am decretos esta ordem governamental + 
duais que regulamentam apreensão do pescado jy 
a pesca e a comerciali- devidamente transporta 
zação do pescado. do. 
Ã 
, 1-,r,1li1:1r:to ja 1, 
LEGISLAÇiO tá sendo exercida por 
todas as repartições 
e agentes do Fisco Est 
dual, especialmente nos 
Postos Fiscais localiza 
dos nos limites de ào 
Paulo, Paraná Minas Ge 
rais e Goiás. 
Estabelece ainda a 
Portaria 1 7» que sómeu 
te por autorização do ór 
gão expedidor· a Dire­ 
toria dos 'Tributos Esta­ 
dunis, poderá ser libera­ 
do o transito do pescado 
o que ocort'PJ'Ú fHJllll'lllf­ 
quando f<H'l'lll curnprirla, 
as exigências da lei per 
tinente, mediante instru 
ção da Secretaria da A­ 
grieullura. 
Cuiab4, 01 07 7 (5E­ 
D[MAT)- om base em 
dispositivos legais e con­ 
siderando que nenhuma 
firma ou industria sedia­ 
cla em Mato Grosso 
tú credenciada a fazer 
•omércio i 11 to r ec;tndu,tl 
ou industrializ.ar o peseu 
do, o Governo do Esta­ 
do. ·travéz da Secreta­ 
ria da Fazenda, determi 
nou que o pescado ile­ 
galmente transportado 
seja apreendido e distri­ 
buido a hospitais, inusti­ 
tuições de c:arirlarlc. a;..i­ 
lO,' e quart •is. A medida 
e tá express11 e111 porta­ 
ria cli rnlg Jclll pela Dire­ 
toria dos Tributos Esta­ 
duais, assi1111cJa pelo btU 
titular. Lourivnl ,!on,iru 
da Silva. atende-a reco­ 
mendação da Secretaria 
da Agricultura e 1,e fun- 
sou na política. E como 
político - vereador, pre­ 
feito, cleputaclo, continu­ 
ou a ser aquele bomem 
. cios pobres, dos bairros 
mai humildes, que em­ 
polgava o povo nas pra 
ças públicas. 
E!l'1ossando as pula 
vras do Governador 
Garcia Neto, o conselhei 
ro João Arinos. presiden 
te do Tribunal de Contas 
encenou a sessão: ·' A 
politica perde um grande 
soldado e o Tribunal 
de Conta ganba um va 
loroso general''. 
O decreto 2i), de 1 
de outubro de 1@71, do 
Executivo Estadual. prol 
be a saída do pescado 
do Estado de Mato Gros 
so no periodo de 1 de 
novembro a 30 de mar­ 
ç0. o entanto, nehuma 
firma ou -ndústria edia 
da em :'llalo Grossc. ci<ta 
credenciada a fazer co­ 
mh ·io inlcrl'st,,clual ou 
industrialização do pes­ 
cado pelo futo de nio 
cumprirem 11s ciisposlc,:õc•b 
do l)e,>artame11to Nacio­ 
nal de Inspeção de Pro­ 
dutos de Ol'lgem Animal. 
do Miu istério da Agrreul 
turn, rato que enseja a 
Estado de Mato Grosso 
Cartório do 2.o 
Também dirigindo-se 
ao recém-empossado. o 
conselheiro J oão Morei 
ra de Rarros decla'rou: 
·' . Ex, senhor Couse 
lbeiro 1'Iarcilio de Olivei 
ra Lima, trás para esta Ca 
sa aquele repositório ele 
conhecimentos e experiên 
eia capaz de apresentá-lo 
como Juiz ideal ou seja, 
aquele que entende que o 
aireito é a arte do bem 
e da equidade" - "jus 
est ars boui et aequl". 
Comarca de Bela Vista 
Oficio 
EDITAL DE PRACA 
O Dr. \'ulter Jos(• guncla Pruça 'desig-no o 
Rodrig-ues Contrera .. Ju- dia 2 de agôslo de 1975, 
iz de Direito da t'omur às 9,6', no mesmo local. 
cu de Helü Visla. Esta- para s seguintes ben, 
do de :'.!alo Gros o, na penlwradoi;: uma casa 
forma da lei. etc... de re-=ideuc:ia. eoustrnid:.i 
Faz Saber a todos ;;arte de madeira e par 
quantos o presente Edi- te túbvas, com um salão 
tal virem ou dele 1:001.te comer!!tul: dorm1lono e 
cimento tiverem que 11a um Ra::'l.o próprio para 
séde clêste luiz.o. 110 Edi uçou:;ue, e respectivo 
Hcio cio Forum e Sala lote ce terreuo li";), quu 
da - ,ucliências. nu dia dra 11. adquirido eo1Jl'or 
18 de ,1Tôsto de 1!175. me tran crição n() 2o.bu--l. 
üs 9.0o Sr. Porteiro 1Is. !), . livro 3-L. avalia 
cios rurlitórios .Joüo Hi dos por CrS 57.CioG.íio 
lário Perern. leYarú a (cinc••euta e sele 11Jii 
praça os bens penhora ~ei ·centos e seis cruzei 
dos na Execução que E- ros e ~e enta c:entaYosJ, 
lias Barbo a, move con valor por quanto serál eva 
tru Benigno José Perei da a praça para ser arre 
ra. em trâmite por este matado para quen. maior 
,t uizo e Cartório do 2v oferta oferecer. acima @a 
Oficio e parn eventual se avalivção, sendo feita a 
E5s 
O Secretário de lu­ 
terior e Justiça de lato 
Gros o, Edward Reis 
Costa. l'alanrlo perante 
a comissão de .-gricul­ 
turu e Política. Rural da 
Cámara dos Deputados 
disse qur em seu Esta­ 
cio existem dois proble­ 
mas grnves de invasão 
de reservas iudiginas e 
que é necessária u ado­ 
ção de estranhos e a 
consequente geração de 
problemas sociais. tal­ 
vez mais graves, t:m 
seu alcance, dos que a­ 
queles que atingem os 
silvícolas. 
DOIS PROBLEMAS 
As reservas áe São 
ilu1·cos e lllerm·i são os 
casos principais em :la­ 
to Grosso, pois a primei 
ra, dos fndios Xa vantes, 
foi criado pelo presiden­ 
te :'11édici. ter.do o IN­ 
CRA levantado e demar 
cacto a reserva, mas 
mesmo assim se acha 
tomada por 26 fazendei­ 
ros, com todas benfeito­ 
rias em adiantado de­ 
senvolvimento e franca 
produção. A segunda 
trata-se de uma área 
doacla por D. A.quino. 
em 1919. aos indios Bo­ 
róro. . mas não exi te 
decret coustituiado a 
re ·en·u. Pelo estatuto 
do indio - at"irrnou Heis 
Costa - a área esti! a::;­ 
segururtu mas nada foi 
demarcado. Lá existem 
muitos posseiro e fa­ 
zentlefros tomando intei­ 
ramente a área, e é o 
proble:na ruais comple­ 
xo em race de ausência 
de reserva. 
Durante sua explana 
ção aos. parlamentares. 
o Se1:1 etario de Interior 
e Justiça de ato Gro - 
so, falou do problemas 
sociais que podem sur­ 
gir, allrmando que .. a 
lei é feita para ser cum 
prida. A sua quebra ge­ 
ra consequências que 
atingem principalmente 
o seu violador, mas que 
pode dele extrapolar, 
alcançanrlo a comunida­ 
cle que o envolve e que 
não teve responsabilida­ 
de na infração" E mais 
adiaute exemplil'icou 
venda u 'ÍHla. ou meclian 
te fiador icloneo pelu pra 
zo de tres cli:JH. E, para 
que ni11guém possa ule 
ar ignorancia, expedi o 
presente Edital que será 
publicado na Imprensa 
Ot'icial do Estado e duaR 
vezes em jornal diftrio. 
na forma da lei. O que 
Cumpra com inteira ob 
servncia das prescri 
ções legais. Dado e pa 
sado 11esla cidade ele fie 
la Vista, Estado de Ma 
to Grosso. aos quatro 
dias do mes de .Julho de 
mui! novecentos e setenta 
e cinco. Eu. Goetv E. Nu 
nes Escrivão do egundo 
Oficio, o fiz da tilografar. 
Aubserevo. 
Dr. Walte r,José I oôri 
gues Contrera. 
Juiz de Direito 
com a ameaça que pesa 
sobre comunidades im· 
plantaào por fazendeí· 
rus e colonos. Finalizan 
do. o ·ecretário Rei. 
Co ta disse que "a 
tendencia. naturalmente. 
é a de vir-se diluindo, 
no r.orr-er do tempo, n 
razão des a resen•as. 
com a sua revogação 
consequente e reinterrra· 
ção da terra ao Pa tri· 
môaio da União. 
O Secretário Reis 
Co ta, participou da reu 
nião J,residida pelo Dep. 
Pac!Jeco Cbaves repre· 
sentando o Governo de 
:Jato Grosso, estando 
presentes os Presidentes 
do INCRA. Lourenço Jo­ 
sé Tavares, e da FL'­ 
NAI Gel. lsmartb de A­ 
raujo Oliveira, além du 
Secretário extraordiná­ 
rio do Rio Grande do ·ul 
Enio Vilanova, Preside 
te do Instituto de Refor­ 
ma Agrária de Santa 
Catarina, Bimedito Here 
zio e o representante 
do Paraná. Dulcindo Sal 
danha.