FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA 
ANO iV 
Redação, OIieina e Administração 
flua Duque de 'axias SN 
Bela Vista, 30 de Julho de 1975 Bi-Semanário N" l(ilJ 
DISCURSO PRONUNCIADO PELO DR. PAULO 
COMO ORADOR OFICIAL DA 
ACiRO PECUARIA DE 
o pretendemos tra 
zer á baila, neste recin­ 
to, os ensinamentos ar­ 
caicos de um mundo que 
passou. 
Nilo falaremos. é ela 
ro, dos beueficios do car 
ro de boi ou das vanta­ 
gens do arado de mão, 
numa hora em que não 
conslilue segredo para 
mais ninguem os míla­ 
gres da energia atômica 
no campo da agricultu­ 
ra racional. 
O que pretendemo 
aqui é equacionar um 
problema grave. É mos­ 
trar a urgente necessida 
de de aproveitar os re­ 
cursos do presente, nu­ 
ma terra como a nossa, 
que continua a viver uo 
tez.c 
da energia rural, recur- 
0 hoje comum em ou­ 
tras plugas. 
A natureza, tão pro­ 
diga para com Bela Vis­ 
ta, deu-lhe terrns de 
uma riqueza potencial in­ 
calculável. 
Aqui, tudo nasce, tu­ 
do flore ce, tudo frutifi­ 
ca. 
Município, com uma 
área qua e despovvada, 
possue um sólo extrnor­ 
dinário, pela sua fertili­ 
dade, pelo seu rico ma­ 
nancial hidraulico, mas 
até agora, inexplorado, 
por falta unic:amente da 
ajuda efetiva e do esti­ 
mulo do Poder Público. 
Aqui, não se faz uma 
lavoura racional. 
Aqui uão Sé faz umu 
pecuária racional. 
Estes são OR dois es­ 
teios da economia bela­ 
vistense. Por quê? culpa 
do homem? Não. 
O homem deseja fa­ 
ze-la, desde o mais mo­ 
desto ao mais bem dota 
do de poder aquisitívo. 
O homtn. quer trabalhar 
a sua ou a terra do ou­ 
tro. 
Imaginoso, esperan­ 
çoso. o nosso homem so 
nha em criar, em produ­ 
zir, em poder transfor­ 
mar do nada um para1so. 
llas, como adquirir 
o trator, o arado, a gra 
de. o adubo, as semen­ 
tes? Como construir o 
seu paiol? 
A única possibilida­ 
da é o financiamento, a 
longo prazo e a juros 
baixos, através dos esta 
belecimentos oficiais de 
Por ccasiüo de trans 
missão do cargo Venerá 
vel, a Loja ilaçônica Es 
trela do Apa Nº 9 ofere 
ceu um coquetel à seus 
integrantes, no qual com 
pare<:eram inúmeros con 
vidados. 
O sr. Ulisses Pinto 
de Almeida, passou o 
cargo de Venerável ao 
empresàrio Nivaldo de 
Barros, que proferiu bri­ 
lnantes palavras a res 
peito da Maçonaria como 
sociedade e o seu papel 
histórico. Destacamos as 
prensenças dos e:enho;es: 
Ruben de Castro Pinto 
{Prefeito Municipal) e 
Sra. Pedro José Palmie 
ri (Presidente do Rotar 
Club), Gilberto Alves Cor 
rêa (Ageute da Rec. Fe 
dera) e Sra, Paulo Rena 
to de Castro Pinto (As 
sesor ,Juridico da Prefei 
tura Municipal de Campo 
Grande), lfen Batista 
Gomes e Sra[ comeretan 
te). Dr. Ricardo Manera 
e Sra, Araldo _Balta 
(Banco do Brasil), 1 euen 
te Hurtado (10º RC) e 
crédito. 
Estes financiamentos 
tem sido, até ag o r a 
mais teóricos que práti­ 
cos. As dificuldades pu­ 
ra obte-los silo inúmeras. 
A burocracia emperrada 
é dificultada pelos esta­ 
belecimeatos ban:·ários. 
Falta-nos uma com­ 
preensão razoável da 
suas obrigações p a r a 
com o produtor rural. 
por parte dos eventuais 
agentes financeiros do 
dinheiro público. 
Nuuca se acredita na 
sinceridade de proposta 
do homem do campo. 
N[L0 lhe dá crédito nu 
sua potencialidade de tra 
balho. Tira-se lhe até a 
esperança. ão se lhe 
dá ao menos um trata­ 
mento humano e respei­ 
toso que merece, pelas 
suus sincuas intençõe 
de produzir. Esquece-se 
que o produtor rural. se­ 
ja agricultor. seja o cria 
dor, são os fornecedores 
da matéria prima que 
sustenta a vida dos que 
vivem no asfalto. 
Os processos de fi­ 
nanciamento ão demo­ 
rados. 
Arrastam-se por meses. 
D LOJA 
Sra, e jornalista Ivaldo Pe 
reira ("Tribuna da Fron 
teira". Fizeram uso da 
palavra, saudando a Ma 
çonaria e agradecendo 
o convite, os senhores 
Ivaldo Pereira, Ruben de 
Castro Pinto, PeJro Pai 
mieri e Paulo Renato de 
Castro Pinto, que em 
síntese espelharam o 
papel da l!açonaria no 
despertar elas poteuciali 
dades dc ser humano e 
sua missão em unir os 
povos através de um cli 
ma rle ''lgualrlad.c - Li 
IV 
BELA 
li 
- 
POSIA 
VISTA 
Ao fim de tanta sú­ 
plica. ó reta ao ho­ 
mem do campo sair ca­ 
bisbn ixo <la ala do ge­ 
rente. arrependido de ter 
sonhado. saindo para não 
mais voltar e· vendendo 
ao primeiro utravessa­ 
dor a sua terra. 
'a pecuária. a mes­ 
ma dificuldade. 
Quem poderá fazer 
a in ·emiuaçüo artificial, 
única solução adequada 
para o grande problema 
do pequeno criador, que 
é aquisição dos reprodu 
tores, hoje por preços 
proibitivos, sem a ajuda 
do financiamento? 
Quem poderá fazer 
a formação de pastagens 
artificiais, a construção 
de pequenas invernarias, 
a criação racion,1I. sem 
a ajuda do financiamen­ 
to? 
Quem poderá pensar 
em melhoria dos seus re 
banhos e na profilaxia 
das suas eventuais enler 
midades, sem financia­ 
menuto? 
Então, continuamos, 
como no passado, sem 
um progresso visivel na 
economia do nosso mu­ 
nicípio, que é exclusiva- 
berdade e Fraternidade ros livre ". O novo ene 
A reunião foi muito pro rvel da Loja. lamentou 
veitosa, poi: todos senti profundamente a ausen 
rum de perto o "espirito cia ele outros c<-.:wicta 
maçônico'' e os ideais cios. que não puderam 
que movem os "pedrei comparecer. 
<-<<:	o 	--_o«--«. 
Novena 
1
.S. Perpétuo Socor 
Quartas feira- as 15 hora­ 
Educação Rural de Campo 
Ouça a 
ro. todas a· 
pela Rádio 
Grande. 
A • TO 
mente agro-pastoril. 
Bela Vista tem con­ 
diçõe . pela terra e pelo 
homem. de entrar numa 
fase agricola P pecuária 
avançada, industrilizan 
do a sua ugrlcultura e a 
sua pecuária. criando a 
sua riqueza do solo, pa­ 
ra que o no so municí­ 
pio po sa contritvuir para 
a produção de alimento 
para o nosso povo, dirni 
nuindo as im a fome uni­ 
versal. 
Urge. apenas. que se 
democratize o financia­ 
mento, humanizando- o, 
tornandv-o pratico e ex­ 
tendcndo-o indistintamen 
te a todo aquele que qui­ 
zer criar e que quizer 
plantar. 
Estas si'io :is nossa 
idéias, pensu11do ralar em 
nome de todo· os trabu 
lbadores do campo. 
Nosso agradecimen 
to a todo aqueles que 
vieram abrilhantar e ta 
resta já tradicional em 
nossa terra que. como as 
demais, primou pela ini­ 
ciativa particular, aqui 
representada pelo nos o 
Clube do Laço.

Tribuna da Fronteira 
Bela Vista It 
30 de Julho de 197» 
Senhor Jesus, entrou profundamente convenci 
de qu divórcio ° erro. 
Penso que quando dois se tornam um só 
e fazem suas sinceras promessa , 
(lf''C'J'iafn rnunter SUH Ulliiio 
santa intata através de toda a vida 
Entendo que é bem semelhante 
à promessa que fizemos a 'Ti 
Conhecendo o Teu amor por nos, 
regozijando-me em 'Teu auto-sacrificio 
compreendo que 'Te devemos nosso amor sem fim 
1 
problema Hocic1I ímecliuto 
all criado. em l'acP. da 
emergênC'ia qu' al'et ,u 
diretamente cerca de 70) 
" 2"". os oo. N 
colhidos. sobretudo do re 
ta tório a presnnlatlo pelo 
Ministro do interior e a­ 
pós apreciação, pelo 
CDE, aprovei a doação 
ele um conjunto ele medi 
das par a área de Per­ 
nambuC'o, euquanlo se 
uguardava a avaliação 'Tu le 
que e tú sendo leirn qua11 
lo aos Estarias rle ,la- 
goa!' " '-=ergipe. Tais me Foste 
didas I·esu111em-se no se­ 
guinte: ajuda financeira o 
ao governo do Estado 
de l'ernambueo. no va- e 
lor global de 120 milhões 
rle l'nt7eir<•s. Es ·a impor 
tânt:ia destina-se: ,o a­ 
tcndimeno das P<>ilUla- o 
ões diretamente atingi- 
dts peias enchentes. - a Ma., 
recuperaç:"io das obras 
de bfra-eslrutura: - recu­ 
per&ção parcial das fi- 
naças do goveruo do Es 
lacto; - a abertura de uma Tu 
frente especial de traba- 
lho para cerca de dois 
mil desabrigado : além mas 
Rrasilia - l-.m mensa a Alagoas e Sergipe disso será dado apoio fi­ 
gem que dirigiu à Nação com reluçfio as geudas naeeiro ao governo de É 
dia ~:l I>.p. o presidente do centro-sul. que al'el,~ Pt>t'i1ailtbuco, alraves do 
Ernesto Geisel. l'azendo ram prineipalmenle a a Banco Nacioal de Hwbi 
um análise gemi dos ca gricullura e 1wcuitria do taçüo. para recuperaçlão 
ta·lismas que tingiram Paraná, lo Paulo e Ma e construção de casa ; 
o Pais. no Sul no Oeste, to Grosso, atingindo ~li construção de barrngem :las. 
no Nordeste, além de ga nas em pequena escala no Rio Capibaribe, no 
rantir ús popuh~:Õt'S alia cletermind a adonçii.o de :luuicipio de Carpinu; re 
gidas o inlegrnl apoio cio mertidas go'el'namentais tincação e ·tlnrgamento 
governo federal transmi cujo sentido geral já ho da calha rio Rio Capiba- 
tiu tamlJ m uma mcnsa je foi possivel divulgar. ribe, na área urbana do 
gem realmente valiosa I e: vencia de tais inicia Recife; controle do nível 
ao afirmar que niio é tiva consiste em apoio das águas do Rio Bebe- 
horn ele lastimar-se o l'inanceiro, e Je outros ribe. 
perdido mas im ele lu instrumentos. que o go :- rlimensão e a pres 
tar-se p11rn rer.onstrnir. verno, sem turllança. !e leza das providências bai Faze 
o mais breYe possivPI. vará às áreas atingirias. xadas traduzem u nossa 
aquilo que foi danificado apoio es e _cons!derado • solidariedade ao povo e 
I integra do importante indispensáveis à manu ao governo de Pernam­ 
pr'lnunciamonto é a se tenção dos niveis de em buco, nessa eme,·genria 
guinte: 	prego e a recuperação que a todos sensibiliza. N.R. 
da produção. tão cedo Ao lado disso tão ou 
quanto possivel. A Nação mais importantes do que 
Bras1le1ra, pela atuaçao o alcance prático das de 
do governo reage u sim cisões elas r.onsubstan- 
com medidas de proteção ciam a nossa presença. 
e estnnulo, na hora em a nossa participação e a 
que os Estados citados dos brasileiros das dife- 
e n r r e n t a m m o rentes regiões, no dra- 
m e u tos de dificulda ma do Recue. A hora 
des. Desejo. entretanto, não é de desanimar ou 
nest:-. oportunidade trans de lamentar-se. O mo­ 
milir uma mensagem em mento é de lula, luta ten 
especial à região afeta sa, ;;ara reconstruir o 
da pelas enchentes nota que foi danil'icado e pa­ 
ctamente em Pernambu ra retornar, sem tardan- 
• ça, as atividades em to- 
co, pela dramatica do dos os setores. 
Presidente 
"Brasileiros. 'Cousirle 
ramos boje, em Brasília, 
no imito do Conselho 
de Desenvolvimento Eco 
nômico. os eíeilos so 
ciais e ece,uõmicos cios 
recentes distúrbios climá 
ticos que assolaram o 
Pais, as geadas do cen 
Iro-sul, alcançaudo até 
~lato Grosso: e as eu 
ehentes do Nordeste, priu 
cipalmente Pernarnbuco, 
mas estendendo-se tam 
bém em mtinor dimensão, 
Geisel 
' ..... 
e a 
UM ESPOS 
há os que me <lizem 
que estou atrusada 
que niio sou realista. 
Perguntam: "Que é melhor 
um casamento sem amor ou o divórcio!' 
Senhor. sei que h'.J. casamenloR 
que são horriveis enganos, 
Sei que Tu também o sabes. 
mostraste interessado 
em que uinguém vivesse 
uma vida inteira de inferno matrimonial 
Tu quem disseste 
que a pessoa é livre para abandonar 
cônjuge que mar•ula o leito matrimonin! 
com outro;: eo111pa11heiros 
que se alguém não re peita 
as sagrarias re ·ponsallilidadcs do casament•1 
e sirr,ple meule abandona o outro. 
se vá: 
,·irieulo já estú rompido. 
Senhor Je ·u , acaso não é justo 
que marido e mulber tentem 
manter unida a l'amilia 
mesmo que haja razão sul'iciente 
para di ~olYê-Ia? 
sabes, enhor que niio pretendo dizer 
que simplesmente e faça a tentativa 
de sustentar uma armação vazia 
que e reconstrua remodele o casamento 
para torná-lo bom. 
tão fáeil coI1 idernr as coisas erradas: 
"Jà não nos amamo ••. . 	. .. 
"Acontece que há incompatibidade entre uos 
Senhor, não é esse o tempo 
para orar e trabalhar junto 
a fim de corrigir o que: està errado? 
começar a crescer juntos'? 
aprender a ajudar um ao outrp? 
coisa algum dia andarem mal 
dà-nos sentimento profundo suficiente 
para o matrimônio e um para o outro 
a fim de que nem sequer cogitemos 
de afastar-nos. 
com que através de nossas lutas n0s tornerno
5 
arquitetos vigorosos e capazes do tipo de l' 
que corresponda à lun intenção para conos"" 
Roy G. Gescb 
- Achamos que o momento é bem upor(U
00 
para a transcrição acima. O poema foi P 
bhcado por nosso" colega .. O Mensagel 
Luterano'', de maio último. 
(J ornai Batista de 15-6-75] 
Politica e 
O deputado B r a g a 
Ramos (ARENA-PR) dis­ 
se que a iniciativa presi 
dencial com relação à 
normal.idade ·democráti­ 
ca estfi, sendo deturpada 
por inúmeros politicos 
principalmente quanto ti. 
participação dos estudan 
OR : 
Estudantes 
tes na politica. eos"", 
rando que o chefe . _ 
Nação realmante telll ~ 
teresse em qm, os ~t:J 
vens desenvolvam e 
atividade parém atrare; 
dos carnfuhos legais. qu 
silo as agremiações par­ 
tidárias.

O C M NHO 
"Eu Sou o Cominho, A Verdade e o Vida" (.'}~<11s Cr1,1,,) 
Rola Visln Ago/to 
•o () 1 Ano 
A hz vale pelo que ilumina. I m fogo gigante 
«obre a montanha, ótimo, lo tão raros, no 
entanto, s homens que instalam uao tendas 
no umes, l m pequeno facho, no meio da 
multidão, tem ua serventia também. Ri.«ar 
11111 f6-foro na 1·-('t1ridJ,, j.', {· darirlad,·, :-t• 
não aleona longe, serve ao menos "para avisar 
o- companheiros de luta de que não deserta 
PADRE BRANDÃO 
HIUCUL M VITAE 
Nome: Brendun Patrick Greauy. C. SS. R. _Hcdento­ 
rista (Padre Brandão Greany, C.SS.R. ) 
)ata de nascimento: 01 07 1937 ., ; York 
• t • 1 • Vork City New ) l 
Lugar rle 11asc1men o. , e" 1 	• , , 
E. U. A. 
E tudos: 	N 
1913-1051 Primeiro grau (S :nos) Escola_o 
. a Senhora do Perpétuo oco110 
Brooklyn, New York .. 
1951 - 195 Segundo grau - (d anos) - Colégio_ San 
ta Mariu ( Seminário menor ) North 
East. Pennsylvama . . . 
1953 - lfJ37 Seminório Santa ~luriu - LmYers1rla-) 
do do Estado de Nova York (2 anos 
<>rso de Arte Liberais. 
lt~terrupção dos e tudo da faculda- 
1957 - H)3 d~ ara um curso (1 uno) de Teolo- 
'seca nciester. íarytand 
16- 1o5o iíout sait Alphonsus emrnu_r10 - 
Universidade, do Estado de Nova 
y ·k (
3
º e 4 ano) Faculdade de Fi­ 
lo~'ona - Esoupus. New York , 
1o Grsv p"ir! p,2;{%. .' 
U 
·vers1dade do s a 
O 
• - 
I1l . - _ Teolo<Tia Dogmat1ca 
1!)60 - 196-1 Pós-gra
d
uuçao ) _ e'ininário '.!o!lat 
e Moral (-! anos Esopus, New York 
sit p7,ç;"siri istorai- 
1964 - 1965 Pós-gra.'uaç - 1 d 
(1 a~o) - Annapolis l1ary an 
. 
6 
• _ 23 de junho, 1963 
Oruenaçft o ao Sacerdvc1o 
1 03 de junho, 1966 
Chegada no Brus1 - 
Pnr6quias onde trnbulhou: B· 1· "atn ~IT 
• 5 A fonso, e 
1
• • ' • 
1965- 1967 Paróquia an%, P;lar, Antonina, PR. 
1967- (970 Paróquia • ra. "," p scorro, C Grande, MT 
P 6 • N ra ' 
0 
• • MT 
1971-1972 'aro@v!'' Afonso, Bel Vista, " "· 
1972- 1978 Pur6qu,a nnlO 
1 
. • 
i 	-----······-------···~* 
~ ···-----···----·- • 
o Cristão Missionário 
Todos conhecemos o grande mandamento de 
Deus - Mas parece que Cristo na última hora. na 
sua última Yisila ao· tpó8tolos qui,; completá lo . 
P.Xplicm o que é amar, dizendo: «lde... ensinai . 
hatizai ... • 
Parece que Ele quiz explicar: não basta amar 
a Deus e ao próximo. mas quem ama. d('ve prnvHr 
esse amor: agindo - associando-s<> à ,·ida mí:<siuuá­ 
rit1 de Cristo, que veio pra ervir. 
A exemplo de Cristo, o 1'' e úuico mí«sioná­ 
l"io digno desse nome. que veio para lazer a voi,ta­ 
cle cio Pai. l"orm:111do a i-;uu Jgreia. o c:rist,"in autên­ 
tico deverá seguir a Pedagogia de Cristo. que eI 
pouco tempo estabeleceu us buses duma Igreja que 
nua perecei. "Ele Morreu... Logo.. De·ois de } 
anos - mas a sua ohr,1 subsiste aim'.a. porque 
Ele não quiz agir sózi11'10. C'risto não agfo sú1.i11lto 
porque Ele sabia que a 'iria pas,-a e co11he<:iu as ri­ 
quez:.:s du pes~oa humana: 
1 Cristo antes de tudo descobriu colabora­ 
de>res: Pedro e os Apóstolos ... os díse1pulos ... as mu­ 
lhereR ... os moços. 
2- Formou o colabot adore : :l a nos a rio! 1 
:3º - rssocion-os aos seu;: trabalhos... e mun­ 
clou-o Lrabalbar. 
lso só em } anos ... forrnou e abriu pura elec: os 
caminhos ... e se foi. ,té agora a Igreja floresce. 
lão ba ta dizer creio em Deus. !:-=erà que acredi 
tamos !lfl prática o que ele espera de !IÓS quaudo 
nos disse: "Ide ensinai"? 
"lüo sou de Cristo :,e não cumpro o seu mandamento" 
O que Cristo 110s pede é simples; de imitá-lo na 
sua 'iJa ele cristão n,i sionário. isco é. pat·u J'azer 
a Youtarle do Pai. Eu não posso ficar críst,io súzi­ 
nbo... linguém S!:l suh·a só. 
1 ° devo descobrir os colaboradores para o meu 
tra!;albo de leigo atuante na Paróquia ... :liuitos que 
querem trabalhar e niio abem onde. 
2° esses colaborado1·es que e colhi. eu devo formá-lo 
leva-los à Paróquia. à comuniclade. clar lbes pelo me 
nos o de ejo de sentir o que eu enti. Levá-los à 
reuniões ... levá-los a fazer um P.L.C .. um Cursilho ... 
Convidá-los a participar dos Círculos f3ibllco •. 
3 associá-los ao meu trabalho: duma u,aneira 
ou de outra ... a sim fêz Pedro ?!arco ... Os dor, de 
càdn um são diferentes ... mas todos podem e de,·em 
servir ao cresciment,, no orpo Jllic:tico. 
'·Não ou Um Ser Isolado... tão ·ou Cristão 
(c_ursilhista pelecista) ózinho só para mim. 
O trabalho de uma Paróquia supõe uma orga­ 
nização, não basta boa vontade. O trabalho r!eve 
ser organizado, planejado. rlividido e cada um deve 
cumprir com consciência o seu papel... e cada um 
receberá a LUZ do amor de Dei;s... A União Faz 
a Força. 
Irmã Madalena 
e 
e

O Caminhe 
Um dia 
Tive duas 
Acontece 
flx um Balanço na minha 
vontades: Usar uma Arma 
quo Deus nunca desiste da 
Não Fugi. Busquei Deus na 
Vida 
contra 
de Ateu e percebi que não 
Mim ou deixar Mulher e 
havia feito Nlnguem Feliz. 
Filhos pró sair pelo Mundo 
Gente e Surgiu uma terceiro vontade: A Busca. 
Fossa em que Vivia. Eu o Encontrei (1 cima!' de Barro.) 
UM POUCO DE SL 
PASTOR David Bomfim de Oliveira 
DEUS E E7E C&E 
,l 
te 
ltl 
DE AGO TO) 
e) 
Claro: Deus não tem cor. Felizmente, porque a cor 
divide os homens. Mas se não tem cor, Deus escolheu 
sete cores para serem um imbolo: as cores do arco 
. il'is. É o que se lê no livr0 de Gênesis: "O meu arco 
tenho posto nas nuvens; e te sera por sinal de concer 
to entre mim e a terra" (Génesis 9:13) 
Acontece que u cores do arco-iris são sete: ver 
melho, alaranjudo, amarelo, verde, azul, anilado, e vio 
teta. Es as cores pintadas no céu molhado de chuva 
fariam lembrar um concerto t'irmaclo entre Deus e Noé 
do dilúvio. 
I humanidade ficara reduzida 11 uma familia de 
oito pe ·soa . que tinha como chefe uquele patriarca e 
sacerdote cumo acontecia no regime patriarcal. Durante 
cinco mese , que é quanto durara o catlaci mo. seria 
como se a história tivesse caido em um ponto morto. 
A"Ol'tl tudo ia começar de nôvo, num mundo de olado 
pél maior das inundações que cobrira a terra como 
um Oceano sem praias. 
E o arco-iris seria um sina I des e concerto. Não 
que ele niio existisse antes; o arco-iri é um efeito 
natural de uma causa natural. O texto sagrado não 
o diviniza. Ma. depois ele passou a ser um símbolo: 
é uma figura material de sentido espiritual. 
imbolo de que? 
De uma aliança. E por isso muito própriamente de 
nominado também arco-de-aliança. Aliança ou concerto 
Concerto é mais do que promessa. Concerto é com 
promis o. lnevogável. lrretratá Yel. Irreversível. 
Para que o homem sempre se lembrasse daquela 
palavra, empenhada pelo Senhor, lá estava o arco-iris 
Eis como Deus fala à humanirlade através das se 
te cores do aspectro solar. um soberbo espetáculo 
que tem o céu como tela; um arco, ordináriamente du 
pio-o interior, de cores mais vivas e o exterior, mais 
pálido. Uma mensagem a sete cores. Mensagens a se 
te cores. itensagem de paz. Deus querendo que o ho 
mero viva uma vida rica e feliz. Vida que não tem co 
aieço e que não tenha ,fim. 
O homem vivendo, sobrevivenrlo, e convivenco.l 
Não isolado, mas integrado. 
Integrado em Deus. Vivendo com Deus. 
É que o arcn-kis; um poema em cores. Poema de 
Porque Deus não é cor, mais é pintor. 
Ele tem nas mãos uma paleta em que está sempre 
molhando o seu pincel para criar o nosso céu. 
Um pintor que pinta para nós. 
amor. 
PLDNEHIMENTO 
(M1f 
PIROQUIDL 
Dia - 17::m Hora Santa p,· as Vocações. Comunbão 
aos Doentes 
» 2 - W:00 Legião de .laria. 
» 3 - 07:30 ilissa em.T V. Reuuião E. C. Jovens 
« 4 1930 M. F. C. G. 1 Reunião com os Coroiaba 
1º dia de aula 
» 5- 19.30 M. F C. G. 2 
» 6 1930 M. F C. G. 3; 1930 ili a e Comuahilo 
Coordenadores e Auxiliares. 
« 7 - 19:30 A sembléia Mov. de Cursilho e P. L. C 
Preparaçii o St<!. Afonso e 
1
a tal. 
» 8- Retire p a Comunidade do Padre . Reuni.ílo 
E. C. Paroquial. 
»9-20:00 Legião de Maria 
« 10 - Missa em Caracol. Dia dos Pai . Reunião dos 
,Joven . 
« 11 - Reunião com os Coroinhas. 
» 1~ - Reunião E. C. do .lov. Fam. Cristão. 
» 13 - Círculos Bíblieos nos etore 
« 14 - 19:30 Escola de Dirigentes. 
« 15 - Festa de to. Al'onso. 
« lü - 20:00 Reunião Legião de Maria. .. 
» 17 - '.lissu em Agua Doce. Reunião E. C. dos Joven, 
» 18 - Ultréia. Reunião com os Coroinhas. 
» 20- Reunião Coordenadores e Auxiliares com 
0 
Vigário. 
« 22- 19:30 Reunião com a Comunidade das Irmãs. 
» 23- Legíão de Maria 
« 24 - Missa na Cancha. 9.00 Reunião com os Jove 
» 25- Reunião com os Coroinhas. 
« 27 - Circulos Biblicos os etores. 
« 29- Curso de Batismo. 
» 30 - 20.0u Legião de Maria. 
q 31 - Curso de Batismo. Curso de Noivos. 
D 
A VIDA 
Como é bom a gente pôr a mão no peito e se" 
o coração bater... Como é bom sentir uma lágri 
correr em nosso rosto! Como é bom escutar uma ca 
ção, ouvir os pássaros cumprimentar um amigo. • ~ l! 
Tudo isto é sinal que estamos vivos, que µe 
nos deu a vida' para nós vivermos. . . . . 
0 
Esta vida que voce, muitas vezes, desvaloriza_F"; 
s1mp]:s. C?is~s ?U fat~s, fal_ta d~ tira-_!~ de_ si_ m~,,~~i 
- e ocê não tivesse vida hoje, nJo sorriria. não c" 
nos ouvindo, não poderia ver o que o mundo tem . 
A vida é uma flor, um espinho, um sorriso, uma li 
uma ·sperança, _um sonho... A_ DA É DEUS! .,» A 
E_você voloriza a sua vida, você sabe o que é vidAí ;a 
vida... Você ji parou um dia para pensar seriamente nesta 
A VIDA? ... 
Tem Gente Superticiosa que perde tempo com horóscopos e esquece de Pensar na a° Potencia daquelf&, 
criou os a5

O Caminhe 
[usina 05 
Empreste·me es Olhos e o pouco do Haeiocinio que o f A, ,,: A, Ih A.:, ., 1 
f, " 	uno eurotza'u H' , t'l!VIU t• Jlt'Tlllll.0-fllt' (•u (H ar em 
occ a emente que o Cristo Pediu que Eu Plantasse 
P RI 
Amigão, mu1,do-lhe esta carta, mas não me leve 
a mal, set·á uma carta VERDADE, vou pisar um 
pouco no seu calo. Mas, é por amor. pois sabes bem, 
que lhe estimo e desejo a sua relícidade. Outro <lia 
estávamos conversanrlo e voce disse que eu era "pu­ 
xa saco" de padres. Lembra-sf'l. Minha resposta foi 
um sorriso. fio foi fácil, viu amigão. Eu tambem trl­ 
lhci essa estrada que agorn voce trilha. E uma estra 
da espinhosfl, cheia cte armadilhas. sofrimentos soli­ 
dão, é uma estrnda sem AMOR. As vezes noto cm 
seu olhar, um resquício de compreensão. mas o §CU 
orgulho, amor próprio, u sua atitude de :IACHAO, 
não permite que se manifeste a fonte da vida: O AMOR. 
Eu cornpree1Hlo umigii o e sol'ro por Yoce. Escuta: set· 
cristão não é er carola, voce diz que l'az caridade 
(mas age c,,m caridade?), voce diz que ajuda os po­ 
bres ( dar Psm.,Ja é ajuJur os pobres? ),voe diz que 
colabora com a Paróquia ( malhar os padres, não ir 
a igreja. criticar os _que colaboram._ é r._olab~rar com 
a Paróquia?) A:IIGAO, ser CRISTAO é gir como 
cristão, come('ando no seu próprio lur. E ter como mo 
delo o CRISTO que morreu por nós. ilORREU POR 
VOCE. Voce já irDnginou a dor que ELE sentiu quan­ 
do os pregos rasgavam SUA carne. E _quando_ELE 
sentiu sede e lhe deram vinagre. É amIgan, ELE so­ 
freu para redimir a humanidade. E o bacana nisso tu 
do é que o seu último gesto foi perdotll' os que _O 
crucificaram. Eles 
1ão Sabem o,que Fazem. Voce não 
sabe o que raz ou que fala. CR!STO mor r eu para 
que nós vivês emos. Viva am1gao. 
Voce sube eu tenho defeitos, sou um pecador co 
mo voce, tenhn tentações, luto para matar o homem 
velho que mora em mim e raço_ oraçoes para que 
surja 
O 
homem novo. Quando esta".amos trocando ide­ 
ias, eu, voce e aqueles outros amigos, um deles co­ 
meçou a mosofar, partindo de um esoterismo faJ_uto, 
pois tudo resume-se numa coisa. Eu. Sou o Cominho 
o Verdade e a Vida Ninguem Vai ao Pai Senao Por Mim. 
É isso ai hmigã~- Voce sa~e que o mundo_ atraves 
sa um período dil'ícil, revoluçoes. doenças, ódios, fome 
traumas. 
-- ----------, 
 
1 
O CAMINHO 
·Noticiário Religioso de Bela Vista" 
EDITOR: Ialdo Pereira 
OFICINAS 
COMPosIço: to Grata Dutra 
P,Cl~AÇÃO: 1,lilio Aquino de Souz..i 
IMPRESSÃO: Aniceto Adir 
. • - . Rua Duque de Caias s/n 
Redução e Adn11111straçuo. • 
Bela Vista - Mato Grosso 
f
• Tribuna ,Ju Fro111c1r-~) 
(Compo.to e Impresso na Grafica 
,.._ 	_, 
etc, isso amigão, é porque o mund1J esqu ceu o amor. 
1
ào é ser "bicha" viver com umor e pelo amor. Ser "bi 
ctrn" amigão, é usar e abusar do machismo. e esquecer 
que o umor é fonte da divindade, é esquerer que Cris 
to morreu por amor. abe amigão: ás vezes eu olho 
parn voce e me vejo há cin<'0 anos atrás. ··como eu 
em Burro Amigão" ilus Ele 11üo quer os justos. este!'. 
jú estilo salvos, ele quer os pecadores. as ovelhas des 
garradas, os filho,; oróJigos. Ele qurr 'OC'e amigiio. 
Vou dizer-lhe uma coisa: Voce tem t'ilhos e o exemplo 
que voce dá a eles é "triste' e isso amigão é muita 
respoI:. ubilidarle de sua parle. Deus enviou uma alma 
para que voce a criasse para Ele e vai i;edir r,:ntas 
de sua obra. 'amos deixar de larlo estP história de 
• puxa saco de padres. Pies umig-'10, suo homens como 
nós e. instrumentos de Deus. Voce suhe que na u,ttu 
reza tudo é trino, não pode existir a dualidade na 
meclnica celeste, sempre foi assim: Pai. Filho e Es 
pirito Santr,, Nós. Padre e Deus, Pai. ~lii.e e Filho ... é 
muito colllplicado explicar-lhe a trilogia e o simholinmo do 
número três ... 11.as ,mi~cio a única coisa certa é que se não 
vemos cem C1·isto, "Em Cristo e pelo Cristo, não vive 
vimos. apenas vegetamos. Amigão. vamos .tl'or<lar para 
a realidade, Cristo clama por voce, deixe de machismos 
inúteis, cgoismos e abm os braços para Cristo pois 
ELE está rle bruços abrrtos lhe t>spcranrlo. 
Crisrn nos quer Ve:ncedores. o Homem nasceu 
para grandes feitos, tudo é possivel desde que em­ 
pregues a fé no . e•.! Dia a Diu. 
. l - Não nutra qualquer sensação de culpa por se sentir fe­ 
lrz e ter sucesso, se trabalha honestamente e <"<1111 um :-t'n::-u dt" 
responsabilidade social. 
2- Fie a moderna idéia de sucesso, que trata de se ter 
f.lllCl"iõil!-0 COll10 pesoa. 
3- L.-ia e cstmfc a [l[ BLI , como "llÍ:i prátirn pi!ra uma 
vida de sucesso. 
-1 • Não ponha de parte a imporrãncin do trabalho duro, 
a coragem de se nanter nele, um objetivo definido e a capaci­ 
dade de se sentir divertido durante esse processo. e não hou­ 
,·cr clicrt-Uo nêlc, a)guma coisa está errada com o que você 
está fazendo. 
5- Use a cabeça. 'em isso nunca chegará a frente. 
6 • ilantcnlrn o entusiasmo e goste do qur está fazendo, 
7- Mantenha-se tranquilo ão se ponha tenso, haja o 
que houver, pois com isso só conseguirá fechar o poder eri:ui,o 
Ó homem tranquilo é um homem poderoso. 
8 - Observe período- regulares de quietação e exercite 
sensação da PRESENÇA de BEvs, eu HIAÉo, ornando 
a cria-lo. • 
9 • :irn:.lize o !lEINO DE DEUS c.111 ,occ.. 'cja-sc como 
um possuidor potencial da munificência de DE! S 
10 • Elimine - e isso é mu.iro importante- ua capacidade 
para a auto destruição. - 
Norman Vieent P·ale 
e 
6 
a 
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No PROCURE DEUS COM VEDO, PORQUE ELE ESTÁ FOLIO ! COll(,l'l. 
E1E7 9	Kit%ft E1EEJ 
II»III O DCRIII. C ERISIIIOI 
Alamos to Stsr:trio te eh Iisl 
Direto,· l•'.spii'itual: 
Padre Brandüo Greany 
Pres. do Subsecretariado: Eduardo J. Ocoriz 
Vogal de impresssos e comunicndos: 
lvaldo Pereira, Leonardo Brites, Odorico 
Burlamaqul. 
Foldore: Antonio Lopes e Hidekl Akomatsu 
Vognl de Ullrev:.1s e Cbusurn : Geraldo 
Arce,· Gentil Andrade. 
Vogal de Alavuucus: Nestor de Almada, 
í-roncisco Silvo 
 ognl de E ·colu de Dirigentes: Genil As 
sls. Hortencio Escobar, Wilson Nobhon 
Tesouraria: Roque Poez, Marcelino Sanches 
Ficha ele JnRc.: A cargo do Subsecretario. 
Ad}unto elos Pelecistas e Patrimonio: 
João, Nazir e Marilza Pinheiro 
,cljunto ao ~l<>Vimento dus • ,Juvens: 
Henrique 
i 
1 
Dedé 
Novo Horário das Missas 
Matriz de Santo Afonso 
Diáriamente às l}.oo hora-, exceto ao- sábados 
Quarta feira: 
ovena às lo.os haras 
Missa com ovena às 19.oo horas 
Domingo- à- 730 horas e às 19,00. 
Capela do E,piril<> Sanlo 
Qnarln • friru 
Mis-a com novena ls 6,30 horas 
Novena às 1630 horas 
:3!,ha,ln us l!l.00 hora• 
Domi"l!" à, 18.00 horas 
C:UHSO DE llATI 10 
Mles de Agosto 
Din 29 sexta - feira às 19.30 horas 
Dia l domingo· após a ta. Missa da manhã 
:'\ini:-tros Extracnlinário.,; da Eucari .. tia: 
ão pessoas que, por cau-a da carencia de >acer­ 
dotes e tamanho territorial tia Paróquia. rccchcran1 do 
Bispo Diocesano, autorização para distribuir a >sma. Eu­ 
cnri,tiu nn Paróquia tle ::ian10 Afonso de Bcln ·i,ta. 
São os seguintes os ministros da Eucaristia: 
lrm,w Frnnci,co 'choll C. - .. H. 
Irmã Lucinda Gahão de Cestro 
lrm[t Angdinu • 
lrmii Clo1ildc Sue Sas;aki 
lrmi Eva de Jesus Bati-ta 
Wilson i'iahhan, Fortunato ipoli, Hnimundo ,lo, Santo, 
U Of L: CRISTO J. Urteaga 
ile 
je, 
o 
nvo 
os 
C1,I 
Uma das provas da pasc::.agem de Cristo pel~ 
Terra é que Hoje, Depoi de dois mil anos. 
Ainda existem Fariseus como Voce, Tentando 
Provar ao Contrário. 
'risto! Falamos até agora de pequenos valores 
humauos. Ai tens o Valor para a tua Vida humana. 
Ai tens o protesto consciente mais vigoroso contra 
o tempo presente. 
Cristo é o nome que acima de todo nom • 11" 
l'ol dado: Ele é :J Luz. 
Se soubéssemos o que dizemos quando o pronun 
ciamos com nos ns 1..Jrc,1s suja· ootariumos o frc•s 
cor, u exuberânciu. o mui,; grauclioso estremecimento 
que pode sucudic· uma alma. 
Cristo! Aí tel'mim1 a busca uusiosa dos inquieto: por 
unn vida melhor e maí • plena. 
Cristo! Eis o absoluto que explica todas as nos8a8 
ambições 
Somos, jovens Cristãos, duma raça divina, e só Deus 
pocle satisfazer a 111,s ·a ânsias. 
Não sorrias com es e olhar de velho trocista ... Fora 
de Cristo não terás paz 
iuuca Fora de Cristo, todos os teus ideais te condu 
zirão uo malôgro. 
Fora de Cristo, mirrar-se-ão a nossas vidas de nojo 
e de raiva. 
Volve teus olhos pura Cl'isto jovem. perfeito Deus e 
perfeito homen,, e entrarás na vida com passo firme 
1ão sejas tãe> velllo que penses em tom ele lamúría 
que nada podes fazer a vida 
Podes Tendo, Cristo contigo sentir o orgulho de um 
conqui tador de cem munr!os. O mundo é nosso por 
que é de Cri to. 
·'Quem é santo, santifique-se mais'" (.poculipse XX 
1 l, l l); Quet·P,rás mui preceitos positivo· para Jeva 
re uma vida cristamente ambicioHa? 
":luilo convem não apoucar os dt>sejos. mas crer de 
Deus que, e nos e !'orçamo pouco a pouco. ainda 
que não seja logo, poderemos chegar ao que muitos 
santos com seu t'a vor" E a Madre Tereza que nõ-lo 
diz; '·fü:pauta-m o muito que l'az neste caminho aní 
mar-se a grandes coisas, ainda que depoir- não. ten 
ba forças a alma, dá um vôo e chega a muitos" E ou 
trn vez, Tereza que insiste no mesmo tema 
im o enhor é amigo da almas animosas de come 
ços briosos, de impetos fortes 
Umas<> coi a quer Deus da nossa ambição: que pouba· 
mos tda a no a confiança n'Ele. Isso basta. 
Promete-lbP ser um IJomem veemente apab:onado 
por Cristo. 
Conselho Desaconselhável 
( ... diante da mais antiga profissão do mundo) 
Artigo 1%: Prende-se quem sai com a~ protistutD-
5 
e nao as proprias. 
Parágr_afo Único: Tirar uma foto 3 por 4 do imbecil 
e publicar com sua biografia na primeira página do 
Jornal de mator circulação da cidade. 
RE ULTADO E PERADO, ilAS NO COMPROVADO 
O número de protitutas diminuirá na proporçl 
que o número de proustutos diminuir. "Lei da Oferta 
e Procura." 
(Neimar de Barros) 
NB: Voce não fica bem em 3 por 4?

0 de Julho de 1975 
---------------------- 
'l'rll>una <lu Fronteira 
OPINlãO LIVRE 
COL·UNA JUR DICA 
H. Medeiros 
Filho- Ilegitimo e Seu 
DBERTURI 
Jlgo esta acontecen 
do no cenário politico. 
EstruuoR UBoislindo um 
descncudeume11to de fa­ 
tos desconcertantes que 
ocorrem constuntcme!.!te. 
Os pronunciamentos de 
pessoas que merer.em 
créditos estflo a indicar 
alguma unol'!nalidnrle na 
conduta dos polillcos 
que conduzem a mrn do 
Eslndo, que finalmente 
serve de sobre-aviso ou 
um alerta a nós todos 
cidadãos que desejamos 
umu ruzoú vel ordem pu- 
ra o andamento pacifico 
i: perfeito due metas do 
Governo no que diz res­ 
peito ao Interesse social 
ecunomico e político, no 
ladamente neste, que ui 
llmamente provor.ou o 
emprego do Ato Inst. nº 
5 pura a cassação do 
mnnd!Lto de um senador 
como lambem acontece• 
ru no caso do Acre, há 
bem pouco tempo. 
A euforia du oposi­ 
ção com u conquista de 
ulguu,as vitórias setoria 
is nus eleições de 74, 
embora continue oposi­ 
ção e minoria, trouxe 
de volta ao Congresso 
acional aquela arrogan 
eia antes tênue e jú ar­ 
refecida, ma agora exa 
gerada e, txigencius dus 
seus rt-presentantes com 
as usuais expressões de 
fundo bem conhecido co 
mo ... abertura. . . rede­ 
mocratizução etc. 
Querem que se instale 
llO Pais a vigencia de 
plena democracia sem 
implicancia do policia­ 
mento exercido por 
quem de direito para u 
manutenção dessa mes­ 
n1a democracia, porém 
sem os perigos da sub­ 
versão. da corrnpçiío e 
outros casos incompati 
Veis com o regime revo 
lucionário implantado no 
13rasll com os Atos de 
e.xcessão em vigor, que 
hnalmente não alteru a 
liberdade te quem quer 
vIver em paz, porque 
nos dá garantias para o 
trabalho propulsor. de­ 
Vendo até, serem aplau­ 
didas essas medidas salva 
doras contra a desorclem 
e o cáos enaltecendo os. 
Governos da Revoluçllo 
que efetivamente pude­ 
ram, depois de Março 
de 64, dar impulso ao 
nosso dese volvimento 
prejudicado que foi por 
mais de uma década em 
virtude de maus gover­ 
nos, de demagogia r. AU 
bversão. 
Quando lemos nos 
j•>rnais ta noticias des­ 
conr.erlantcs de certos 
atos praticados por par­ 
lamentares, sem as rcpri 
meneias imedintns Jos se­ 
us pares, na repuraçào 
de injustos procedimen­ 
to·, males que acarre­ 
tam uma tensão constan 
te nos meios politicos, 
como populares, não res 
ta dúvida que o fim me 
mo da omissão é a apli 
cação do Ato Inst, 1 5 
pelo ~r. !'residente clu 
Hepública, único e " se­ 
vero " grn1 rdi:lo do decô 
ro, quando deveria ser 
exercida essa sanção pe 
lo próprio Congresso, pa 
ra o seu crescente con­ 
ceito perante u opinião 
pública. já que estão ali, 
o: representantes do po­ 
vo. 
1 
Como o caso W. Cam 
pos tão comentado ago­ 
ra, existem por ai parla 
mentares qne praticam 
os maiores atos de cor­ 
rupção, indicando funci? 
nàrios públicos e Prefei­ 
tos incapazes, desconhe­ 
cedores dos fundamentos 
administrativos, que no 
final degrigolam as frnan 
ças muni<'ipais, empre­ 
gando indevidamente os 
dinheiros publicos sem 
as :::ormas legais, numa 
burbuldia de iuepcia e 
omissão crimiuosas com 
graves prejuizs par. O 
povo, único prejudicado. 
mas acocorados a p"O­ 
teção do .. Cbefe que 
os traz no cabresto co­ 
mo perfeitos instrumen­ 
tos dos seus mteresses 
espurios. E quando um 
desses monstrengos é de 
mitido, por passar. da 
conta os seus desatinos, 
ainda o chefe arranja-lhe 
polpudo empregc> . _como 
premio w que fez jus pe­ 
la sua subservancta, 
Isto tem que_ acabar.: 
A moralização dos 
tos da administra- 
assuu . t á que 
tração publica tere 
hegar a um processo "° 
l
?uta'âmento pela. }ustiça 
º!D
~ um ou espec1hc:1 pa­ 
c 	fim de 
ra esses casos, a l . 
rotetores e protegi 
] !ia as sonieaIypjgz 
. dos seus proce t- 
cias 
mentos condenáveis, in­ 
qutuudos que são routra 
a l'é pública e o interes­ 
se ela comunldadP. 
Depois do e cfindulo 
do caso V. Campo , ou­ 
tros virão, uilo resta dú­ 
vida; só quem nilo tem 
olhos não vê a subver­ 
são da ordem em mar­ 
cha batida num de, ufio 
constante aos princípios 
revolucionários que vi­ 
sam a garantia aí está o 
livro p1·oibido do ex-de­ 
putado Mario Alves:. o 
Despertar ela Hcvnlui;-iio. 
garantia de todos dentro 
de um regime de houes­ 
tidade, respeito, paz e 
trabalho, dentro do sis­ 
tema implantado pela Re­ 
volução 64 e garantido 
pelos Orgãos Superiore 
tio Conselho da eguran 
ça Nacional, pura o bem 
estar e a tranquilidade da 
Nação brasileira. 
Jota Jota 
- 
DISTENSAO 
Comentando os es­ 
forços desenvolvido: pe­ 
lo Presidente da Repú­ 
blica no sentido de mo­ 
tivar a imaginação cria­ 
dora dos politicos. a fim 
de que sejam superados 
os obstáculos a seu pro­ 
jeto de distensão, ú de­ 
putado Alva r o D ias 
(M.D.B.-RS) sugeriu a 
estruturaçêio de uma co­ 
missão especial na Cà­ 
mara dos Deputados des 
tinuda a desenvolver es­ 
tudos visando a propor 
ao pais um novo mode­ 
lo institucional. indepen­ 
dente de correntes ideoló 
gicas ou partidos. Para 
o bom desempenho da 
comissão que propõe, o 
parlamentar gaúcho re­ 
con:euda a convocação 
de representantes da cu! 
tura jurídica brasileira, 
entre os quais ressalta 
os nomes de Sobral Pin­ 
to, Aliomar Baleeiro, Os­ 
valdo Trigueiro. Afonso 
Arinos, Seabra Fagundes, 
Prado Kelly e Cüio Ma­ 
rio da Silva Pereira., a­ 
lém de representantes da 
Escola Superior de Guer­ 
ra e das assembléias le­ 
gislativas estaduais. 
O mnrirlo que f.t• Hi'­ 
para da mulher, sem des 
quito, e tem filho com 
outm mulher não pode 
re<'ouhece-lo. O atua I Có­ 
digo Civil pronbe o reco­ 
nhecim •nto de filho a­ 
dullerlao (proveuiente de 
adultério ). Se for feito, 
haverá violação da lei. 
com sanção penal para 
quem prestou cte<:luraç:1o 
f,ll a ao oficia 1 do regis­ 
tro civil. Só após a dis- 
Garantindo a Companheira 
' vila com um ho­ 
mem desquitado que te­ 
nha filhos do casamento 
antt-rior, niio impede que 
os bens vão sendo ud­ 
quiridos coloque-&e em 
nome da eompanlwira. 
A ,·erda de é que o 
desquitzdo esta capacita 
do a dispor de seus bens 
como entP1HIPr. Com o 
desquite, houve um in­ 
ventá1 io e partilha. en­ 
tr os côrajuges, cio bens 
então exi;.te,1tes. A es­ 
posa ( o•.1 o:< filht) ) po­ 
dem pretender a n u I a r 
doaçõe na vigêucía da 
ociedade conjugul ou en 
DE PO T 
Luiz Goulart 
Justifica- e, perfeita 
mente, a !'orça construti 
va do Patriotismo, bem 
como aceita-se o senti 
mento amoroso de farni 
lia. Mas nada exis 
te, na terra, que 
suplente o sentimento de 
Humanidade que deve 
mos a lodos os seres, co 
mo nenhuma familia po 
de usufruir só para si o 
que venha a !'altar em 
outros lares. Amemos 
nossa Pátria e nossa fa 
milia, mas admitamos 
que o coração lenha su 
ficiente amor para trans 
bordar além das parede 
de nossa casa. 
A luz ilumina a Hu 
manidade inteira! A pre 
ce das alme.s de toda 
as raças do .Universo é 
dirigida, com a me ·ma 
intensidade, a um ponto 
de Claridade.. Aquele 
que passa em Andrajos 
à nossa porta é um po 
bre irmão que não nas 
ceu sob o teto de nossa 
casa, mas veio ao mun 
do na mesma terra que 
sente nossos passos e 
absorve lágri111as da Hu 
manidade. 
Fechar o coração de 
nossa terra aos corações 
distantes e fecba.r as 
portas de nossa casa 
aos que batem é selar 
com o sinete das trevas. 
a Pátl"io. e o lar à entro 
soluç:lo du 1-ol'ictJadl' con 
jugal é que podera ser 
feito, nos termos da lei 
3, de 21 de outubro de 
l !110. 
No entanto, mesmo 
sem o reconhecimento, 
o filho ilegitimo pode rei­ 
'lndicar penstio allmen­ 
lida. No pedido ele ali­ 
mentos o pai poderá re­ 
conhecer a flll11çl10, u,·­ 
sumindo a obrigação. 
tio até dois (2) anos de­ 
pois da dissoluçii o. 
O ideal seria a aqui 
sição de bens em co­ 
rnum. em nome dos tlois, 
rara evitar prolilemas 
l'uturos. 
Nada mais justo do 
que assegurar à compu­ 
nlJeira melvs tle sobrev: 
véncia. inclusive com a 
aquisição de bens imó­ 
veis em seu nome. Evi­ 
t!eute que os filhos do 
casamento anterior não 
serão herdei1 os da com­ 
pauhc>ira. mas sim do pai. 
BERTB 
da da Luz do Cristo! 
O Lar onde habita 
o Mestre, desdobra-se, 
em infiaita e trada que. 
dando volta ao mundc' 
une todas a criaturas 
num mesmo abraço de 
Fraternidade. 
As Guerras e Desentendi 
mentos entre leões e as -e 
l
,arntõt·"' entre fo;nilir:a-. t'flUÍ,a 
em à obra de negatividade: 
Fruto as0nado que não leva 
m teu interior boas mnen 
te- de frutificação à Crosta do 
Planeta que nos acolheu como 
a na, e do espaço, em deman 
da da evolucão maior, ao cora 
ão do Cristo. 
ó na uuião de todas as 
Pátrias d e t o d a s 
as familias sob a égide 
do nl de "abedotia e 
do Senhor deClemPncia e 
Paz o Cristo podem as cria 
turasdompletar, na terra. 
a construção do Edifício 
de Amor, alicerçado nas 
bases firmes do evange­ 
lho de redenção da ilu­ 
manidade. 
Abram-se o laros e 
o- paises ao entendirnen 
to do Fraternidade apon 
tada na Paz e na be­ 
leza do Mestre e tere­ 
mos um mundo de pro­ 
vações transformado em 
campo de Fartura e Feli 
cidade! 
Qnandt1 todos diio, 
todos têm! ..

Tribunn. ria Froutelra 
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. (Bi.semanário fundado cm 25/2/72) 
legistro no Cartório de Titulo- e Documentos n.o 10o 
Propriedade <la Empresa GnHica Tribuna du 
Fronteira 
CGC 0:l:!0l:!1>6/0001 - ln,cric;üo E-tnol1111I 1:;o.;92.1:z.:1 
Diretora: Maria Estela . 1',·n·iru 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - lvalclo Pereirn 
Colaboradut·es - Diversos 
OFICINAS 
Get'enle - Çii/;,•11 c5ifo,, .S,,111,•; 
l~iPitE • ÃO - tnicte tdair (C/iclc! 
COMPOSIÇÃO - 0ale ruis de Seu±o Chefe) 2'lsen 
Q. 0111r,1, .J,•rf.,' /J. !JJ111r,1, J..'uis C. !L),Jé, t'dcr 'Ri/,drt• 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não repreen­ 
tnm o ponto de vista do jornal. podcnrlo até :-t•r t·ontrilriui. 
a éste. A opini:1n do jornal. nchu•H· t'.'.JJrt•:-:-a nu:,, Edi1oriuie 
e nos comentários não assinado" 
A Concessão de publiciclacle Dão implica em 
compromisso politico ideológico" 
Assinatura Anual: Bela Vista - ll0.00 
Outros Municípios - 100.00 
Redução, Administração e Oricinas: 
Hua Duque de Caias s/n - Bela, Vista .lato Grns,n 
(Perto do Colé::io Cn,1clo Branco) 
POLITICI-DE .JOSÉ GARCIA NETO 
llrasiliu - Em recen­ 
te pronunciamento, l.l0 
plt--nário da 'ilmarn Fe­ 
deral, o deputado Siquei 
ra Campos, da Arena 
goiana, sugeriu a poh1ti­ 
ca udotadu pelo gover­ 
nador Jos(• Garcia . ·ew 
, 
RACHO IERZI NO DIRETORIO 
NDCIONilL on ftRENll 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
Cuiubá - O senudúr Rachid Saldanha Derzi 
poderá ser o representante de Mato Grosso uo Oi­ 
ret"rio Nacicual da Arena. segundo o preside11te 
cio Diretorio Regional Euio Carlos Vieira. assina­ 
lando que o parlamentar reune todas a condições 
necessária" pura ocupar o importante cargo na al­ 
ta cúpula partidaria. vago tlrsde o falecimento cio 
senador Filinto ~luller. Falando a jornalista;:; desta 
Capital, Enio Carlos Vieira foi taxativo ao infor­ 
mar que e senador Derzi reuue todas as qualida­ 
drs inerentes a um gmDcle prócer político, notada 
mente pela suu iuegavel experiência p11rlame11tar. 
POSTO SftNTll CIITDRIND LIDO 
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como mtdelo nacional, 
ao n·I 11 r ts ob l'na­ 
'IH'" que llz1•r,1 <·ru 
Mato Grosso durante 
xua visita, tamem re­ 
eente, ao Estado. 
"Chamo a atenção 
da Arena Nacional para 
que. :-l' qui1.Pr 1, ,,., ir dt• 
base a vm runde to­ 
vento popular I' UÍl­ 
nar-;.,I' eom o fJO'O, ndo 
lP ('Oll)() llltJclelo a il('iíO 
do Governo de Gareia 
Neto e tambem do próprio 
l'arlido. Plll lato (iro,­ 
=-•>. qu<' ido vL•rdacleirn­ 
mente exemplares". 
[ai;; udiallll'. l'Pil(•· 
rnu o parlamentar do 
J•:,-;tadn d1• (ioi:.u.: ·'(JUt'lll 
quill'I' dar aut, ntil'idad,. 
à Arena, terá de voltar 
suas vistas par1 o rui,­ 
de E,-:adu 11111 lo-grnRHPII· 
,-e e ver o co111porta­ 
me11lo dos homer,._ da 
cl'Pllil p do J.!OH'!'llil'!Or 
Garl'ia .'<•to". 
I 
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Pg 0 CP 
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Geral. As referirl.ts !:-e­ 
cretarias vieram trau ·re 
ridas do Palácio rleu­ 
castro. 
Por outro lado, a 
obrai; dos blc,r.os de. ti­ 
oados aos ·Tribunais de 
Contas e de Justiça do 
Es11.ldo,(ainda .no Paláci 
o Alencastro) .. •. ioicladas , • 
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tendo um ritmo acéler.-1do 
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lRIBUNR on 
"Órgão lnr!epeudenle a 
FRONTEIRll 
Serviço da Região' 
Ano IV Iela Vista MT. 3007/75- N" 16 
EN FO Q D.E 
(F BTDS E OCIEDBDE) 
BlllLE 
"BU./SWJL 'HOW" agradou plenamente. 
Ritmo... Música ... e Magia. Sambão de primeira ... 
Rock da pesada ... e também os " Suaves". Foi 
um sucesso, novamente os adeptos da 
boa música devem prestigiar o BRA.'WIL SHOW... 
OM TIPO EXPOH.TAÇAO. 
: 8·7 
8011 iocnoa 
Numa jogada de mestre, o empresário CATU 
REBA contratou o BRASWIL 'HOW, alugou os a 
Iões do GPR, do Restaurante do Clube do Laço e 
botou prá quebrar. UCESSO 
·- --- ;,,::-X?-<, 
El VIEJO llMOR 
Nilo e Gilca ... ele paraguaio ... ela brasileira... 
ambos romllnlicos e recordando... recoroando ... 
pois o amor nfio é eterno... eterna é a capacidade 
de amar. "EI viejo amor nu se troca nunca ... " 
SECRET IRlll 
COClD11 
Juventude pão com cocada e fez presente e 
como ... José Ronaldo, Sérgio Dealtry. Eloy Loureiro 
Márcia Gabinio, ·Janes Mascarenhas, Maria da Glo­ 
ria, Teima ... curtiram o som da pesada. É issC' aí. .. 
Alegria muita Alegria Moçada... 
Delegacia Regional de Policia 
de Jardim - Mt. 
Of. Nº 
SÓ ELES ... 
Abandonados na solidão "a doi ".. participan­ 
do fisicamente ... mas viajando pelos caminhos do 
amor, os jovens casais: Bermudez-Flavia, Luiz Fer 
nando-Cristiana, Ribas-Myrna, Geraldo-Janes, An­ 
tonio-Denise ... 
____ ,)i,(-)8(-S.";(::,•===- 
As Novas Comunidades 
"Aprenderam a conversar com a natureza. A 
cada dia, abrem portas de um mundo nov e fan­ 
tástico, porque suas cucas não tem barreiras. ão 
romíi."nlicos, ingênuos e contraditórios. !las, acima 
de tudo, são caras que perseguem incansávelmen­ 
te as barras do desconhecido, sem parar 110 tem­ 
po ou 110 espaço. ão as novas comunidarles de 
jovens da Bahia (POP) 
9<	<----- 
Prestigiarqm 
Prestigiaram o Baile... os casais llajor Del 
Cueto e Sra, Dr. Helio e ira., Cel Guimarães e Sra, 
Ricardo !leio e Sra, llarçal e Sra, Diomedes e Sra, 
João Garcia e Sra, Pedro Mello e Sra, Márcio Dó­ 
ria Passos e Sra, Moacir Baioni e Sra ... 
<	9.: -- 
Surpresa 
De Brasilia a amiga Nica (Anu Rosa Silva), 
que proporcionou uma bela surpresa ao Couvara ... 
seu velho amor ... 
--9	< 
Retificação 
Na coluna do dia 27, onde está.escrito Sr. Luiz 
carlos Nazaret, 1e-se Sra. .Lu" Car los Nazaret... 
osso<. 
Aniversários 
Dia - 26 - Fabrício Dedé (1 aninho) 
« - « - Olímpio Recalde (Mosquito) 
« - 28 - Sargentu Gercy Silva 
-<8<. 
"Quantas estradas um homem deve percorrer 
antes que o chamemos um homem? (Blowin In The 
Wind) 
O povão reclamou dos preços da IV Exposi 
ção... uma cerveja 7,00--um pastel 2,00 - e por ui 
afora ... o negócio fui fogo ... 
DE SEG. PUBLICA 
101 / DRP / 75 
Do Dei. neg. d Pol. de 
,Jurdim 
Ao Exm" Sr. Dr. Prefei 
to Municipal de Dela 'is 
ta 
Assunto: Agradecimentos 
Em nome da Regio 
uul que ora ririjo, quero 
por meio deste, agrade 
cer a V. Excia, o gesto 
nobre desse digno Prefei 
to colocando à disposi 
çao do Delegado Regio 
na! de Policia de Jardim, 
uma viaturn devidu men 
Senhor Prefeito 
Esta carta tem por 
finalidade agradecer em 
meu nome e dos morado 
res da Vila Nova, a 
abertura da rua k- (pro 
longamento), que de rua 
s ó l i n h r, o m e, 
pois no local já ha 
viu um matagal, o que 
a deixava completamen 
te ln transitável, dificul 
tando até m e s m o 
a p a s s a g e ns tos 
pedestres. Salientamos 
ainda o nosso justo agra 
decimeuto. pois que não 
ficou só nesta rua, mas 
outras ruas já estão sen 
do patroladas aqui no 
nosso bairro, proporcio 
te abastecida dessa Ie 
punição. para que ente 
Delegado tivesse a opor 
tunidade e meios pura 
inspecionar a Delega'H4 
de Policia de Bela Vi 'la 
e ver de perto a situação 
atual da mesma. 
Aproveito-me da o 
portunidade para pre 
sentar a V. Excia os pro 
testos ele estima e con 
sideraçflo. 
Francisco 'ieira de 
Campos Curado 
Delegado Reg. de Pol. 
de Jardim. 
Bela Vista 29 de Julho de 1975 
Ao D. D. Prefeito <le Bela Vi:;La • Mt. 
nando-nos uma ligação 
mais rápida e ruais cur 
ta ao centro da cidade, 
rumo à Usina local. 
Graças ao seu es;;i 
rito de iniciativa, trazen 
do-nos maiores condi 
ções de trabalho. lran 
qui!iclade e sossego de 
nossas familias, estare 
mos esperançados de me 
lbores dias para uo1-sa 
Bela Vista. 
sem mais 
Alentamente. 
Proprietário da Casa 
Bom Gosto. 
DISTRITOS FLORE STlllS EM MT. 
Cuiabá, - A fim de 
de[inir a criação dos 
dois primeiros Distritos 
Florestais eu Mato Gros 
so, u Governo do Estado, 
através das Secretarias 
de Planejamento e Agri 
cultura, assinou ontem 
contrato com a Associa 
ção i'ialogMsseuse de 
Reflorestadores. para o 
inicio dos estudos. 
Adiantou u secretá 
rio Bento Porto, do Pia 
nejamento, que dentro 
de 60 dias estarão con 
cluidos os estudos que 
indicarão os dois Distri 
tos Florestais, sendo o 
primeiro no eixo Campo 
Grande - Três Lagoas 
e o segundo na linlla 
Cuiabá - Barra do Gar 
ças. 
No primeiro eixo, 
Campo Grande - Três 
Lagoas, existem atual 
mente mais de 4oo mil 
hectares projetados para 
o reflorestamento. 
INCENTIVO 
A implantação eles 
ses Distritos, iniciativa 
do Governo Garcia Neto 
servirá de incentivo à ex 
pansão do ref.lorestamen 
to em Mato Grosso, se 
gundo Bento Porto. 
O Secretário de Pia 
nejamento e Coordena 
ção Geral informou ain 
da que deverá seguir via 
gem a Brasilia no pró 
ximo domingo, para tra 
tar de operações finan 
ceiras junto às autorida 
des locais. Seu regresso 
está previsto para o ti 
na da semana vindoura. 
LIVRO 
Já em fas de revisão um 
livro d autoria do jora 
lista valdo reira. 0 l 
vro será composto e im 
presso na Gráfica 'Tril 
na da Fronteira, qu la 
ça-se no ramo editorial 
e já plan ja o laoçu111eo 
lo de outros titulos ele 
autores belavistenses... 
PREPITIURA 
SI 
B. 
LIZA 
... 
O Prefeito ~Junicipal 
Rct.-!11 de ·uslro Pinto 
dando continuidade ao 
vertiginoso ritmo de Ira 
balho que impôs à sua 
administração, vem de 
colaborar com a CIRE­ 
TRAN de nossa cidade. 
no tocante a sinalização 
das ruas de Bela Vista 
O Prefeito belais 
tense mandou confeccio· 
nar as principais placas 
e colocou-us à dispo. I· 
ção dos encarregado 
do transito. que Já as 
instalaram nos princid 
is logradouro . Uma {'I: 
dade sinalizada, é uma CI 
dade organizada. Para 
isto a Prefeitura pede 
e espera a comprensã» 
dos municipes para que 
obedeçam Rigorosame 
te 4 sinalização. Pi 
palm,mte no que e:e re _.: 
re ao Limite de 'el<'CI· 
dade. Rela Vista preci,:a 
dar exemplo, a come"h 
pelo respeito às regra, 
de trânsito. 
Mato Grosso 
na Tela 
cuia4. 2to7 75 $ 
dimat) O Diretor da en 
presa Leão Filmes, ~~~ 
vem divulgando Mu 
b • dil 
Grosso em "jornais 
tela" dos· cinemas deS e 
e de_outros Est+d0," 
nunciou ao jornal" 
Ruy Sant'Ana. Dire!" 
do Sedimat, que no f" 
da semana vindoUrtl 
empresa estará divulga" 
a 
do reportagens que_, ó· 
brangem aspectos !11,,t .• 
ricos de Vila Bela._ a "; 
sita de N. S. ctn Carlll_ 
a Cuiabá e Orquestr 
$1if@nica ta Uivér{% 
de Gama Fi.lbo, do U' 
de Janeiro, que se oprertl 
sentou recentemente 
Três Lagoas. 
... 
1