FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA ANO iV Redação, OIieina e Administração flua Duque de 'axias SN Bela Vista, 30 de Julho de 1975 Bi-Semanário N" l(ilJ DISCURSO PRONUNCIADO PELO DR. PAULO COMO ORADOR OFICIAL DA ACiRO PECUARIA DE o pretendemos tra zer á baila, neste recin­ to, os ensinamentos ar­ caicos de um mundo que passou. Nilo falaremos. é ela ro, dos beueficios do car ro de boi ou das vanta­ gens do arado de mão, numa hora em que não conslilue segredo para mais ninguem os míla­ gres da energia atômica no campo da agricultu­ ra racional. O que pretendemo aqui é equacionar um problema grave. É mos­ trar a urgente necessida de de aproveitar os re­ cursos do presente, nu­ ma terra como a nossa, que continua a viver uo tez.c da energia rural, recur- 0 hoje comum em ou­ tras plugas. A natureza, tão pro­ diga para com Bela Vis­ ta, deu-lhe terrns de uma riqueza potencial in­ calculável. Aqui, tudo nasce, tu­ do flore ce, tudo frutifi­ ca. Município, com uma área qua e despovvada, possue um sólo extrnor­ dinário, pela sua fertili­ dade, pelo seu rico ma­ nancial hidraulico, mas até agora, inexplorado, por falta unic:amente da ajuda efetiva e do esti­ mulo do Poder Público. Aqui, não se faz uma lavoura racional. Aqui uão Sé faz umu pecuária racional. Estes são OR dois es­ teios da economia bela­ vistense. Por quê? culpa do homem? Não. O homem deseja fa­ ze-la, desde o mais mo­ desto ao mais bem dota do de poder aquisitívo. O homtn. quer trabalhar a sua ou a terra do ou­ tro. Imaginoso, esperan­ çoso. o nosso homem so nha em criar, em produ­ zir, em poder transfor­ mar do nada um para1so. llas, como adquirir o trator, o arado, a gra de. o adubo, as semen­ tes? Como construir o seu paiol? A única possibilida­ da é o financiamento, a longo prazo e a juros baixos, através dos esta belecimentos oficiais de Por ccasiüo de trans missão do cargo Venerá vel, a Loja ilaçônica Es trela do Apa Nº 9 ofere ceu um coquetel à seus integrantes, no qual com pare<:eram inúmeros con vidados. O sr. Ulisses Pinto de Almeida, passou o cargo de Venerável ao empresàrio Nivaldo de Barros, que proferiu bri­ lnantes palavras a res peito da Maçonaria como sociedade e o seu papel histórico. Destacamos as prensenças dos e:enho;es: Ruben de Castro Pinto {Prefeito Municipal) e Sra. Pedro José Palmie ri (Presidente do Rotar Club), Gilberto Alves Cor rêa (Ageute da Rec. Fe dera) e Sra, Paulo Rena to de Castro Pinto (As sesor ,Juridico da Prefei tura Municipal de Campo Grande), lfen Batista Gomes e Sra[ comeretan te). Dr. Ricardo Manera e Sra, Araldo _Balta (Banco do Brasil), 1 euen te Hurtado (10º RC) e crédito. Estes financiamentos tem sido, até ag o r a mais teóricos que práti­ cos. As dificuldades pu­ ra obte-los silo inúmeras. A burocracia emperrada é dificultada pelos esta­ belecimeatos ban:·ários. Falta-nos uma com­ preensão razoável da suas obrigações p a r a com o produtor rural. por parte dos eventuais agentes financeiros do dinheiro público. Nuuca se acredita na sinceridade de proposta do homem do campo. N[L0 lhe dá crédito nu sua potencialidade de tra balho. Tira-se lhe até a esperança. ão se lhe dá ao menos um trata­ mento humano e respei­ toso que merece, pelas suus sincuas intençõe de produzir. Esquece-se que o produtor rural. se­ ja agricultor. seja o cria dor, são os fornecedores da matéria prima que sustenta a vida dos que vivem no asfalto. Os processos de fi­ nanciamento ão demo­ rados. Arrastam-se por meses. D LOJA Sra, e jornalista Ivaldo Pe reira ("Tribuna da Fron teira". Fizeram uso da palavra, saudando a Ma çonaria e agradecendo o convite, os senhores Ivaldo Pereira, Ruben de Castro Pinto, PeJro Pai mieri e Paulo Renato de Castro Pinto, que em síntese espelharam o papel da l!açonaria no despertar elas poteuciali dades dc ser humano e sua missão em unir os povos através de um cli ma rle ''lgualrlad.c - Li IV BELA li - POSIA VISTA Ao fim de tanta sú­ plica. ó reta ao ho­ mem do campo sair ca­ bisbn ixo ilUla- o ões diretamente atingi- dts peias enchentes. - a Ma., recuperaç:"io das obras de bfra-eslrutura: - recu­ per&ção parcial das fi- naças do goveruo do Es lacto; - a abertura de uma Tu frente especial de traba- lho para cerca de dois mil desabrigado : além mas Rrasilia - l-.m mensa a Alagoas e Sergipe disso será dado apoio fi­ gem que dirigiu à Nação com reluçfio as geudas naeeiro ao governo de É dia ~:l I>.p. o presidente do centro-sul. que al'el,~ Pt>t'i1ailtbuco, alraves do Ernesto Geisel. l'azendo ram prineipalmenle a a Banco Nacioal de Hwbi um análise gemi dos ca gricullura e 1wcuitria do taçüo. para recuperaçlão ta·lismas que tingiram Paraná, lo Paulo e Ma e construção de casa ; o Pais. no Sul no Oeste, to Grosso, atingindo ~li construção de barrngem :las. no Nordeste, além de ga nas em pequena escala no Rio Capibaribe, no rantir ús popuh~:Õt'S alia cletermind a adonçii.o de :luuicipio de Carpinu; re gidas o inlegrnl apoio cio mertidas go'el'namentais tincação e ·tlnrgamento governo federal transmi cujo sentido geral já ho da calha rio Rio Capiba- tiu tamlJ m uma mcnsa je foi possivel divulgar. ribe, na área urbana do gem realmente valiosa I e: vencia de tais inicia Recife; controle do nível ao afirmar que niio é tiva consiste em apoio das águas do Rio Bebe- horn ele lastimar-se o l'inanceiro, e Je outros ribe. perdido mas im ele lu instrumentos. que o go :- rlimensão e a pres tar-se p11rn rer.onstrnir. verno, sem turllança. !e leza das providências bai Faze o mais breYe possivPI. vará às áreas atingirias. xadas traduzem u nossa aquilo que foi danificado apoio es e _cons!derado • solidariedade ao povo e I integra do importante indispensáveis à manu ao governo de Pernam­ pr'lnunciamonto é a se tenção dos niveis de em buco, nessa eme,·genria guinte: prego e a recuperação que a todos sensibiliza. N.R. da produção. tão cedo Ao lado disso tão ou quanto possivel. A Nação mais importantes do que Bras1le1ra, pela atuaçao o alcance prático das de do governo reage u sim cisões elas r.onsubstan- com medidas de proteção ciam a nossa presença. e estnnulo, na hora em a nossa participação e a que os Estados citados dos brasileiros das dife- e n r r e n t a m m o rentes regiões, no dra- m e u tos de dificulda ma do Recue. A hora des. Desejo. entretanto, não é de desanimar ou nest:-. oportunidade trans de lamentar-se. O mo­ milir uma mensagem em mento é de lula, luta ten especial à região afeta sa, ;;ara reconstruir o da pelas enchentes nota que foi danil'icado e pa­ ctamente em Pernambu ra retornar, sem tardan- • ça, as atividades em to- co, pela dramatica do dos os setores. Presidente "Brasileiros. 'Cousirle ramos boje, em Brasília, no imito do Conselho de Desenvolvimento Eco nômico. os eíeilos so ciais e ece,uõmicos cios recentes distúrbios climá ticos que assolaram o Pais, as geadas do cen Iro-sul, alcançaudo até ~lato Grosso: e as eu ehentes do Nordeste, priu cipalmente Pernarnbuco, mas estendendo-se tam bém em mtinor dimensão, Geisel ' ..... e a UM ESPOS há os que me rso de Arte Liberais. lt~terrupção dos e tudo da faculda- 1957 - H)3 d~ ara um curso (1 uno) de Teolo- 'seca nciester. íarytand 16- 1o5o iíout sait Alphonsus emrnu_r10 - Universidade, do Estado de Nova y ·k ( 3 º e 4 ano) Faculdade de Fi­ lo~'ona - Esoupus. New York , 1o Grsv p"ir! p,2;{%. .' U ·vers1dade do s a O • - I1l . - _ Teolo à ,·ida mí:res: Pedro e os Apóstolos ... os díse1pulos ... as mu­ lhereR ... os moços. 2- Formou o colabot adore : :l a nos a rio! 1 :3º - rssocion-os aos seu;: trabalhos... e mun­ clou-o Lrabalbar. lso só em } anos ... forrnou e abriu pura elec: os caminhos ... e se foi. ,té agora a Igreja floresce. lão ba ta dizer creio em Deus. !:-=erà que acredi tamos !lfl prática o que ele espera de !IÓS quaudo nos disse: "Ide ensinai"? "lüo sou de Cristo :,e não cumpro o seu mandamento" O que Cristo 110s pede é simples; de imitá-lo na sua 'iJa ele cristão n,i sionário. isco é. pat·u J'azer a Youtarle do Pai. Eu não posso ficar críst,io súzi­ nbo... linguém S!:l suh·a só. 1 ° devo descobrir os colaboradores para o meu tra!;albo de leigo atuante na Paróquia ... :liuitos que querem trabalhar e niio abem onde. 2° esses colaborado1·es que e colhi. eu devo formá-lo leva-los à Paróquia. à comuniclade. clar lbes pelo me nos o de ejo de sentir o que eu enti. Levá-los à reuniões ... levá-los a fazer um P.L.C .. um Cursilho ... Convidá-los a participar dos Círculos f3ibllco •. 3 associá-los ao meu trabalho: duma u,aneira ou de outra ... a sim fêz Pedro ?!arco ... Os dor, de càdn um são diferentes ... mas todos podem e de,·em servir ao cresciment,, no orpo Jllic:tico. '·Não ou Um Ser Isolado... tão ·ou Cristão (c_ursilhista pelecista) ózinho só para mim. O trabalho de uma Paróquia supõe uma orga­ nização, não basta boa vontade. O trabalho r!eve ser organizado, planejado. rlividido e cada um deve cumprir com consciência o seu papel... e cada um receberá a LUZ do amor de Dei;s... A União Faz a Força. Irmã Madalena e e O Caminhe Um dia Tive duas Acontece flx um Balanço na minha vontades: Usar uma Arma quo Deus nunca desiste da Não Fugi. Busquei Deus na Vida contra de Ateu e percebi que não Mim ou deixar Mulher e havia feito Nlnguem Feliz. Filhos pró sair pelo Mundo Gente e Surgiu uma terceiro vontade: A Busca. Fossa em que Vivia. Eu o Encontrei (1 cima!' de Barro.) UM POUCO DE SL PASTOR David Bomfim de Oliveira DEUS E E7E C&E ,l te ltl DE AGO TO) e) Claro: Deus não tem cor. Felizmente, porque a cor divide os homens. Mas se não tem cor, Deus escolheu sete cores para serem um imbolo: as cores do arco . il'is. É o que se lê no livr0 de Gênesis: "O meu arco tenho posto nas nuvens; e te sera por sinal de concer to entre mim e a terra" (Génesis 9:13) Acontece que u cores do arco-iris são sete: ver melho, alaranjudo, amarelo, verde, azul, anilado, e vio teta. Es as cores pintadas no céu molhado de chuva fariam lembrar um concerto t'irmaclo entre Deus e Noé do dilúvio. I humanidade ficara reduzida 11 uma familia de oito pe ·soa . que tinha como chefe uquele patriarca e sacerdote cumo acontecia no regime patriarcal. Durante cinco mese , que é quanto durara o catlaci mo. seria como se a história tivesse caido em um ponto morto. A"Ol'tl tudo ia começar de nôvo, num mundo de olado pél maior das inundações que cobrira a terra como um Oceano sem praias. E o arco-iris seria um sina I des e concerto. Não que ele niio existisse antes; o arco-iri é um efeito natural de uma causa natural. O texto sagrado não o diviniza. Ma. depois ele passou a ser um símbolo: é uma figura material de sentido espiritual. imbolo de que? De uma aliança. E por isso muito própriamente de nominado também arco-de-aliança. Aliança ou concerto Concerto é mais do que promessa. Concerto é com promis o. lnevogável. lrretratá Yel. Irreversível. Para que o homem sempre se lembrasse daquela palavra, empenhada pelo Senhor, lá estava o arco-iris Eis como Deus fala à humanirlade através das se te cores do aspectro solar. um soberbo espetáculo que tem o céu como tela; um arco, ordináriamente du pio-o interior, de cores mais vivas e o exterior, mais pálido. Uma mensagem a sete cores. Mensagens a se te cores. itensagem de paz. Deus querendo que o ho mero viva uma vida rica e feliz. Vida que não tem co aieço e que não tenha ,fim. O homem vivendo, sobrevivenrlo, e convivenco.l Não isolado, mas integrado. Integrado em Deus. Vivendo com Deus. É que o arcn-kis; um poema em cores. Poema de Porque Deus não é cor, mais é pintor. Ele tem nas mãos uma paleta em que está sempre molhando o seu pincel para criar o nosso céu. Um pintor que pinta para nós. amor. PLDNEHIMENTO (M1f PIROQUIDL Dia - 17::m Hora Santa p,· as Vocações. Comunbão aos Doentes » 2 - W:00 Legião de .laria. » 3 - 07:30 ilissa em.T V. Reuuião E. C. Jovens « 4 1930 M. F. C. G. 1 Reunião com os Coroiaba 1º dia de aula » 5- 19.30 M. F C. G. 2 » 6 1930 M. F C. G. 3; 1930 ili a e Comuahilo Coordenadores e Auxiliares. « 7 - 19:30 A sembléia Mov. de Cursilho e P. L. C Preparaçii o Stspcranrlo. Crisrn nos quer Ve:ncedores. o Homem nasceu para grandes feitos, tudo é possivel desde que em­ pregues a fé no . e•.! Dia a Diu. . l - Não nutra qualquer sensação de culpa por se sentir fe­ lrz e ter sucesso, se trabalha honestamente e <"<1111 um :-t'n::-u dt" responsabilidade social. 2- Fie a moderna idéia de sucesso, que trata de se ter f.lllCl"iõil!-0 COll10 pesoa. 3- L.-ia e cstmfc a [l[ BLI , como "llÍ:i prátirn pi!ra uma vida de sucesso. -1 • Não ponha de parte a imporrãncin do trabalho duro, a coragem de se nanter nele, um objetivo definido e a capaci­ dade de se sentir divertido durante esse processo. e não hou­ ,·cr clicrt-Uo nêlc, a)guma coisa está errada com o que você está fazendo. 5- Use a cabeça. 'em isso nunca chegará a frente. 6 • ilantcnlrn o entusiasmo e goste do qur está fazendo, 7- Mantenha-se tranquilo ão se ponha tenso, haja o que houver, pois com isso só conseguirá fechar o poder eri:ui,o Ó homem tranquilo é um homem poderoso. 8 - Observe período- regulares de quietação e exercite sensação da PRESENÇA de BEvs, eu HIAÉo, ornando a cria-lo. • 9 • :irn:.lize o !lEINO DE DEUS c.111 ,occ.. 'cja-sc como um possuidor potencial da munificência de DE! S 10 • Elimine - e isso é mu.iro importante- ua capacidade para a auto destruição. - Norman Vieent P·ale e 6 a b a 1 r, ( ' d ;i e i( z. re No PROCURE DEUS COM VEDO, PORQUE ELE ESTÁ FOLIO ! COll(,l'l. E1E7 9 Kit%ft E1EEJ II»III O DCRIII. C ERISIIIOI Alamos to Stsr:trio te eh Iisl Direto,· l•'.spii'itual: Padre Brandüo Greany Pres. do Subsecretariado: Eduardo J. Ocoriz Vogal de impresssos e comunicndos: lvaldo Pereira, Leonardo Brites, Odorico Burlamaqul. Foldore: Antonio Lopes e Hidekl Akomatsu Vognl de Ullrev:.1s e Cbusurn : Geraldo Arce,· Gentil Andrade. Vogal de Alavuucus: Nestor de Almada, í-roncisco Silvo ognl de E ·colu de Dirigentes: Genil As sls. Hortencio Escobar, Wilson Nobhon Tesouraria: Roque Poez, Marcelino Sanches Ficha ele JnRc.: A cargo do Subsecretario. Ad}unto elos Pelecistas e Patrimonio: João, Nazir e Marilza Pinheiro ,cljunto ao ~l<>Vimento dus • ,Juvens: Henrique i 1 Dedé Novo Horário das Missas Matriz de Santo Afonso Diáriamente às l}.oo hora-, exceto ao- sábados Quarta feira: ovena às lo.os haras Missa com ovena às 19.oo horas Domingo- à- 730 horas e às 19,00. Capela do E,piril<> Sanlo Qnarln • friru Mis-a com novena ls 6,30 horas Novena às 1630 horas :3!,ha,ln us l!l.00 hora• Domi"l!" à, 18.00 horas C:UHSO DE llATI 10 Mles de Agosto Din 29 sexta - feira às 19.30 horas Dia l domingo· após a ta. Missa da manhã :'\ini:-tros Extracnlinário.,; da Eucari .. tia: ão pessoas que, por cau-a da carencia de >acer­ dotes e tamanho territorial tia Paróquia. rccchcran1 do Bispo Diocesano, autorização para distribuir a >sma. Eu­ cnri,tiu nn Paróquia tle ::ian10 Afonso de Bcln ·i,ta. São os seguintes os ministros da Eucaristia: lrm,w Frnnci,co 'choll C. - .. H. Irmã Lucinda Gahão de Cestro lrm[t Angdinu • lrmii Clo1ildc Sue Sas;aki lrmi Eva de Jesus Bati-ta Wilson i'iahhan, Fortunato ipoli, Hnimundo ,lo, Santo, U Of L: CRISTO J. Urteaga ile je, o nvo os C1,I Uma das provas da pasc::.agem de Cristo pel~ Terra é que Hoje, Depoi de dois mil anos. Ainda existem Fariseus como Voce, Tentando Provar ao Contrário. 'risto! Falamos até agora de pequenos valores humauos. Ai tens o Valor para a tua Vida humana. Ai tens o protesto consciente mais vigoroso contra o tempo presente. Cristo é o nome que acima de todo nom • 11" l'ol dado: Ele é :J Luz. Se soubéssemos o que dizemos quando o pronun ciamos com nos ns 1..Jrc,1s suja· ootariumos o frc•s cor, u exuberânciu. o mui,; grauclioso estremecimento que pode sucudic· uma alma. Cristo! Aí tel'mim1 a busca uusiosa dos inquieto: por unn vida melhor e maí • plena. Cristo! Eis o absoluto que explica todas as nos8a8 ambições Somos, jovens Cristãos, duma raça divina, e só Deus pocle satisfazer a 111,s ·a ânsias. Não sorrias com es e olhar de velho trocista ... Fora de Cristo não terás paz iuuca Fora de Cristo, todos os teus ideais te condu zirão uo malôgro. Fora de Cristo, mirrar-se-ão a nossas vidas de nojo e de raiva. Volve teus olhos pura Cl'isto jovem. perfeito Deus e perfeito homen,, e entrarás na vida com passo firme 1ão sejas tãe> velllo que penses em tom ele lamúría que nada podes fazer a vida Podes Tendo, Cristo contigo sentir o orgulho de um conqui tador de cem munr!os. O mundo é nosso por que é de Cri to. ·'Quem é santo, santifique-se mais'" (.poculipse XX 1 l, l l); Quet·P,rás mui preceitos positivo· para Jeva re uma vida cristamente ambicioHa? ":luilo convem não apoucar os dt>sejos. mas crer de Deus que, e nos e !'orçamo pouco a pouco. ainda que não seja logo, poderemos chegar ao que muitos santos com seu t'a vor" E a Madre Tereza que nõ-lo diz; '·fü:pauta-m o muito que l'az neste caminho aní mar-se a grandes coisas, ainda que depoir- não. ten ba forças a alma, dá um vôo e chega a muitos" E ou trn vez, Tereza que insiste no mesmo tema im o enhor é amigo da almas animosas de come ços briosos, de impetos fortes Umas<> coi a quer Deus da nossa ambição: que pouba· mos tda a no a confiança n'Ele. Isso basta. Promete-lbP ser um IJomem veemente apab:onado por Cristo. Conselho Desaconselhável ( ... diante da mais antiga profissão do mundo) Artigo 1%: Prende-se quem sai com a~ protistutD- 5 e nao as proprias. Parágr_afo Único: Tirar uma foto 3 por 4 do imbecil e publicar com sua biografia na primeira página do Jornal de mator circulação da cidade. RE ULTADO E PERADO, ilAS NO COMPROVADO O número de protitutas diminuirá na proporçl que o número de proustutos diminuir. "Lei da Oferta e Procura." (Neimar de Barros) NB: Voce não fica bem em 3 por 4? 0 de Julho de 1975 ---------------------- 'l'rll>una rnais ta noticias des­ conr.erlantcs de certos atos praticados por par­ lamentares, sem as rcpri meneias imedintns Jos se­ us pares, na repuraçào de injustos procedimen­ to·, males que acarre­ tam uma tensão constan te nos meios politicos, como populares, não res ta dúvida que o fim me mo da omissão é a apli cação do Ato Inst, 1 5 pelo ~r. !'residente clu Hepública, único e " se­ vero " grn1 rdi:lo do decô ro, quando deveria ser exercida essa sanção pe lo próprio Congresso, pa ra o seu crescente con­ ceito perante u opinião pública. já que estão ali, o: representantes do po­ vo. 1 Como o caso W. Cam pos tão comentado ago­ ra, existem por ai parla mentares qne praticam os maiores atos de cor­ rupção, indicando funci? nàrios públicos e Prefei­ tos incapazes, desconhe­ cedores dos fundamentos administrativos, que no final degrigolam as frnan ças muni<'ipais, empre­ gando indevidamente os dinheiros publicos sem as :::ormas legais, numa burbuldia de iuepcia e omissão crimiuosas com graves prejuizs par. O povo, único prejudicado. mas acocorados a p"O­ teção do .. Cbefe que os traz no cabresto co­ mo perfeitos instrumen­ tos dos seus mteresses espurios. E quando um desses monstrengos é de mitido, por passar. da conta os seus desatinos, ainda o chefe arranja-lhe polpudo empregc> . _como premio w que fez jus pe­ la sua subservancta, Isto tem que_ acabar.: A moralização dos tos da administra- assuu . t á que tração publica tere hegar a um processo "° l ?uta'âmento pela. }ustiça º!D ~ um ou espec1hc:1 pa­ c fim de ra esses casos, a l . rotetores e protegi ] !ia as sonieaIypjgz . dos seus proce t- cias mentos condenáveis, in­ qutuudos que são routra a l'é pública e o interes­ se ela comunldadP. Depois do e cfindulo do caso V. Campo , ou­ tros virão, uilo resta dú­ vida; só quem nilo tem olhos não vê a subver­ são da ordem em mar­ cha batida num de, ufio constante aos princípios revolucionários que vi­ sam a garantia aí está o livro p1·oibido do ex-de­ putado Mario Alves:. o Despertar ela Hcvnlui;-iio. garantia de todos dentro de um regime de houes­ tidade, respeito, paz e trabalho, dentro do sis­ tema implantado pela Re­ volução 64 e garantido pelos Orgãos Superiore tio Conselho da eguran ça Nacional, pura o bem estar e a tranquilidade da Nação brasileira. Jota Jota - DISTENSAO Comentando os es­ forços desenvolvido: pe­ lo Presidente da Repú­ blica no sentido de mo­ tivar a imaginação cria­ dora dos politicos. a fim de que sejam superados os obstáculos a seu pro­ jeto de distensão, ú de­ putado Alva r o D ias (M.D.B.-RS) sugeriu a estruturaçêio de uma co­ missão especial na Cà­ mara dos Deputados des tinuda a desenvolver es­ tudos visando a propor ao pais um novo mode­ lo institucional. indepen­ dente de correntes ideoló gicas ou partidos. Para o bom desempenho da comissão que propõe, o parlamentar gaúcho re­ con:euda a convocação de representantes da cu! tura jurídica brasileira, entre os quais ressalta os nomes de Sobral Pin­ to, Aliomar Baleeiro, Os­ valdo Trigueiro. Afonso Arinos, Seabra Fagundes, Prado Kelly e Cüio Ma­ rio da Silva Pereira., a­ lém de representantes da Escola Superior de Guer­ ra e das assembléias le­ gislativas estaduais. O mnrirlo que f.t• Hi'­ para da mulher, sem des quito, e tem filho com outm mulher não pode re<'ouhece-lo. O atua I Có­ digo Civil pronbe o reco­ nhecim •nto de filho a­ dullerlao (proveuiente de adultério ). Se for feito, haverá violação da lei. com sanção penal para quem prestou cte<:luraç:1o f,ll a ao oficia 1 do regis­ tro civil. Só após a dis- Garantindo a Companheira ' vila com um ho­ mem desquitado que te­ nha filhos do casamento antt-rior, niio impede que os bens vão sendo ud­ quiridos coloque-&e em nome da eompanlwira. A ,·erda de é que o desquitzdo esta capacita do a dispor de seus bens como entP1HIPr. Com o desquite, houve um in­ ventá1 io e partilha. en­ tr os côrajuges, cio bens então exi;.te,1tes. A es­ posa ( o•.1 o:< filht) ) po­ dem pretender a n u I a r doaçõe na vigêucía da ociedade conjugul ou en DE PO T Luiz Goulart Justifica- e, perfeita mente, a !'orça construti va do Patriotismo, bem como aceita-se o senti mento amoroso de farni lia. Mas nada exis te, na terra, que suplente o sentimento de Humanidade que deve mos a lodos os seres, co mo nenhuma familia po de usufruir só para si o que venha a !'altar em outros lares. Amemos nossa Pátria e nossa fa milia, mas admitamos que o coração lenha su ficiente amor para trans bordar além das parede de nossa casa. A luz ilumina a Hu manidade inteira! A pre ce das alme.s de toda as raças do .Universo é dirigida, com a me ·ma intensidade, a um ponto de Claridade.. Aquele que passa em Andrajos à nossa porta é um po bre irmão que não nas ceu sob o teto de nossa casa, mas veio ao mun do na mesma terra que sente nossos passos e absorve lágri111as da Hu manidade. Fechar o coração de nossa terra aos corações distantes e fecba.r as portas de nossa casa aos que batem é selar com o sinete das trevas. a Pátl"io. e o lar à entro soluç:lo du 1-ol'ictJadl' con jugal é que podera ser feito, nos termos da lei 3, de 21 de outubro de l !110. No entanto, mesmo sem o reconhecimento, o filho ilegitimo pode rei­ 'lndicar penstio allmen­ lida. No pedido ele ali­ mentos o pai poderá re­ conhecer a flll11çl10, u,·­ sumindo a obrigação. tio até dois (2) anos de­ pois da dissoluçii o. O ideal seria a aqui sição de bens em co­ rnum. em nome dos tlois, rara evitar prolilemas l'uturos. Nada mais justo do que assegurar à compu­ nlJeira melvs tle sobrev: véncia. inclusive com a aquisição de bens imó­ veis em seu nome. Evi­ t!eute que os filhos do casamento anterior não serão herdei1 os da com­ pauhc>ira. mas sim do pai. BERTB da da Luz do Cristo! O Lar onde habita o Mestre, desdobra-se, em infiaita e trada que. dando volta ao mundc' une todas a criaturas num mesmo abraço de Fraternidade. As Guerras e Desentendi mentos entre leões e as -e l ,arntõt·"' entre fo;nilir:a-. t'flUÍ,a em à obra de negatividade: Fruto as0nado que não leva m teu interior boas mnen te- de frutificação à Crosta do Planeta que nos acolheu como a na, e do espaço, em deman da da evolucão maior, ao cora ão do Cristo. ó na uuião de todas as Pátrias d e t o d a s as familias sob a égide do nl de "abedotia e do Senhor deClemPncia e Paz o Cristo podem as cria turasdompletar, na terra. a construção do Edifício de Amor, alicerçado nas bases firmes do evange­ lho de redenção da ilu­ manidade. Abram-se o laros e o- paises ao entendirnen to do Fraternidade apon tada na Paz e na be­ leza do Mestre e tere­ mos um mundo de pro­ vações transformado em campo de Fartura e Feli cidade! Qnandt1 todos diio, todos têm! .. Tribunn. ria Froutelra Brla IJi;t.a :'ll. --------------- INDICIDDR %0 de Julho de 1973 COMERCIAL SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO E:SCRITÓIUO Hua Gen ·ral Q:,;ório, 825 l3ela Vista Mato Grosso INDICilDOR PROFISSIONDL .Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral lua 15 de Novembro 170 Fone 2.'li Bela Vista ,IT D. FIORI MURAMO Médico Rua 15 de ovembro, 75 - Bela Vista - MT =HAROLDO MEDEIROS= AO'OGADO 0AB - MT. llU:! CPF 008-295.Ui0 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista J!l. Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatrin Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Hna Cel. Jnvêncio 237 - Jardim .Mt. B Dr. Késio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho 22 l Bela Vista Mt. Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas marlort.~ e Profi:-:iionai:- Praça C'cl Cami:-ão 110. 53 GUIA LOPEZ; DA LAGUNA MI Representações Cereal Ouro ltda Adubos ··TREO" inseticida-, ementes Fertilizando com amor a nossa terra Tratores Valmet e Implemento- Agricola- cm Geral (Tur!o para Lavoura) Huna 15 de 'ovembro 5l2 Lanchonete que se impos pelo atendimento Salgadinhos - Bebidas Nacional Londres • hamburger - Bauru - Mote , Lanchonete mais comµletn da cidade Perfeito Serviço de ,tendimenlo Hnn Duqm· ,1,· 1:uxias SI:,. - ll,·lu i,1a )11. ( Em frente ao Ginasio Estadual ) Auto Mecanica lndependencia De José !lip6li10 de Mel Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil ··Mecanicos com cursos de Especialização" Hua Cuinhu s·n l' ,,·cni ra , fl i ' Caso não oxlsta ainda procure 9 Con,lssão Mu- • i nlclpal do MOBR_AL e . ajude a • Hoiuciomtr • f. X problema Mofltre-se lidet· 11a REUIÀO. 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COMPOSIÇÃO - 0ale ruis de Seu±o Chefe) 2'lsen Q. 0111r,1, .J,•rf.,' /J. !JJ111r,1, J..'uis C. !L),Jé, t'dcr 'Ri/,drt• "As opiniões emitidas nos artigos assinados não repreen­ tnm o ponto de vista do jornal. podcnrlo até :-t•r t·ontrilriui. a éste. A opini:1n do jornal. nchu•H· t'.'.JJrt•:-:-a nu:,, Edi1oriuie e nos comentários não assinado" A Concessão de publiciclacle Dão implica em compromisso politico ideológico" Assinatura Anual: Bela Vista - ll0.00 Outros Municípios - 100.00 Redução, Administração e Oricinas: Hua Duque de Caias s/n - Bela, Vista .lato Grns,n (Perto do Colé::io Cn,1clo Branco) POLITICI-DE .JOSÉ GARCIA NETO llrasiliu - Em recen­ te pronunciamento, l.l0 plt--nário da 'ilmarn Fe­ deral, o deputado Siquei ra Campos, da Arena goiana, sugeriu a poh1ti­ ca udotadu pelo gover­ nador Jos(• Garcia . ·ew , RACHO IERZI NO DIRETORIO NDCIONilL on ftRENll Senador Rachid Saldanha Derzi Cuiubá - O senudúr Rachid Saldanha Derzi poderá ser o representante de Mato Grosso uo Oi­ ret"rio Nacicual da Arena. segundo o preside11te cio Diretorio Regional Euio Carlos Vieira. assina­ lando que o parlamentar reune todas a condições necessária" pura ocupar o importante cargo na al­ ta cúpula partidaria. vago tlrsde o falecimento cio senador Filinto ~luller. Falando a jornalista;:; desta Capital, Enio Carlos Vieira foi taxativo ao infor­ mar que e senador Derzi reuue todas as qualida­ drs inerentes a um gmDcle prócer político, notada mente pela suu iuegavel experiência p11rlame11tar. POSTO SftNTll CIITDRIND LIDO A bcrto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina • ~ 1 ' • '. • . Anexo: I ,anchonete ' "' · Avenida Visconde .de Taunay Esquina Floria no Peixoto -· ., ,._, Perto do Danco•do Brasil Guia Lopes-da Laguna, Mt. CIIPRI 1 1 1~nora com Novo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo I 1'"' .,. • ! r. Ambiente Estritamente Familiar j Quartos com 'Pias- Apartamentos ,, ' 1 Restà~rante: "Comida Caseira" "N Cera;as de Camre irand" R. Rio Branco - 220 - f. qu<' ido vL•rdacleirn­ mente exemplares". [ai;; udiallll'. l'Pil(•· rnu o parlamentar do J•:,-;tadn d1• (ioi:.u.: ·'(JUt'lll quill'I' dar aut, ntil'idad,. à Arena, terá de voltar suas vistas par1 o rui,­ de E,-:adu 11111 lo-grnRHPII· ,-e e ver o co111porta­ me11lo dos homer,._ da cl'Pllil p do J.!OH'!'llil'!Or Garl'ia .'<•to". I TE!/SER!E3 Pg 0 CP C'uiabà. (:-;EDl MA T) .Já se enco11 :ram devi lameute inFt,: ]ada - no Centro f'olitit·•> Admioistrati'o CPA as ·ecretarias r!P. Arlmi11i;;­ traç.1o, de Viação e • Obras Públjcas e Pl11 ne­ jameDto (;: Coordenç1çüo Geral. As referirl.ts !:-e­ cretarias vieram trau ·re ridas do Palácio rleu­ castro. Por outro lado, a obrai; dos blc,r.os de. ti­ oados aos ·Tribunais de Contas e de Justiça do Es11.ldo,(ainda .no Paláci o Alencastro) .. •. ioicladas , • 1 na ·gestão. pa_s a.da vem :· tendo um ritmo acéler.-1do • por determinacão do go vernador ,l osé Garcia ~eto que. inclusive., já estão em fase bastante adiaDtada. casa SUDDESlf- de .€111(/io J. fl,·f claiu , _ • ( 1; • -- Ferrros, Chapas. Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitarios, Arames, Ferragens, .... J 1 1. .... '. f ' •• . E uma Infinidade -de Artigos parp . o Cliente Exigente. • ·'· 2±o ?o3,zssóa zszcur?ao • Temos 'Cimento para pronta ' entfega ,em:' Grande Estoque ·.~- ,. Rua Cel. Juvenêio' 8i5 • • • , -r-- - . ·:. Gula .- Lopes da La.gÜna • -- Mato Grosso l ia « « 1 I lRIBUNR on "Órgão lnr!epeudenle a FRONTEIRll Serviço da Região' Ano IV Iela Vista MT. 3007/75- N" 16 EN FO Q D.E (F BTDS E OCIEDBDE) BlllLE "BU./SWJL 'HOW" agradou plenamente. Ritmo... Música ... e Magia. Sambão de primeira ... Rock da pesada ... e também os " Suaves". Foi um sucesso, novamente os adeptos da boa música devem prestigiar o BRA.'WIL SHOW... OM TIPO EXPOH.TAÇAO. : 8·7 8011 iocnoa Numa jogada de mestre, o empresário CATU REBA contratou o BRASWIL 'HOW, alugou os a Iões do GPR, do Restaurante do Clube do Laço e botou prá quebrar. UCESSO ·- --- ;,,::-X?-<, El VIEJO llMOR Nilo e Gilca ... ele paraguaio ... ela brasileira... ambos romllnlicos e recordando... recoroando ... pois o amor nfio é eterno... eterna é a capacidade de amar. "EI viejo amor nu se troca nunca ... " SECRET IRlll COClD11 Juventude pão com cocada e fez presente e como ... José Ronaldo, Sérgio Dealtry. Eloy Loureiro Márcia Gabinio, ·Janes Mascarenhas, Maria da Glo­ ria, Teima ... curtiram o som da pesada. É issC' aí. .. Alegria muita Alegria Moçada... Delegacia Regional de Policia de Jardim - Mt. Of. Nº SÓ ELES ... Abandonados na solidão "a doi ".. participan­ do fisicamente ... mas viajando pelos caminhos do amor, os jovens casais: Bermudez-Flavia, Luiz Fer nando-Cristiana, Ribas-Myrna, Geraldo-Janes, An­ tonio-Denise ... ____ ,)i,(-)8(-S.";(::,•===- As Novas Comunidades "Aprenderam a conversar com a natureza. A cada dia, abrem portas de um mundo nov e fan­ tástico, porque suas cucas não tem barreiras. ão romíi."nlicos, ingênuos e contraditórios. !las, acima de tudo, são caras que perseguem incansávelmen­ te as barras do desconhecido, sem parar 110 tem­ po ou 110 espaço. ão as novas comunidarles de jovens da Bahia (POP) 9< <----- Prestigiarqm Prestigiaram o Baile... os casais llajor Del Cueto e Sra, Dr. Helio e ira., Cel Guimarães e Sra, Ricardo !leio e Sra, llarçal e Sra, Diomedes e Sra, João Garcia e Sra, Pedro Mello e Sra, Márcio Dó­ ria Passos e Sra, Moacir Baioni e Sra ... < 9.: -- Surpresa De Brasilia a amiga Nica (Anu Rosa Silva), que proporcionou uma bela surpresa ao Couvara ... seu velho amor ... --9 < Retificação Na coluna do dia 27, onde está.escrito Sr. Luiz carlos Nazaret, 1e-se Sra. .Lu" Car los Nazaret... osso<. Aniversários Dia - 26 - Fabrício Dedé (1 aninho) « - « - Olímpio Recalde (Mosquito) « - 28 - Sargentu Gercy Silva -<8<. "Quantas estradas um homem deve percorrer antes que o chamemos um homem? (Blowin In The Wind) O povão reclamou dos preços da IV Exposi ção... uma cerveja 7,00--um pastel 2,00 - e por ui afora ... o negócio fui fogo ... DE SEG. PUBLICA 101 / DRP / 75 Do Dei. neg. d Pol. de ,Jurdim Ao Exm" Sr. Dr. Prefei to Municipal de Dela 'is ta Assunto: Agradecimentos Em nome da Regio uul que ora ririjo, quero por meio deste, agrade cer a V. Excia, o gesto nobre desse digno Prefei to colocando à disposi çao do Delegado Regio na! de Policia de Jardim, uma viaturn devidu men Senhor Prefeito Esta carta tem por finalidade agradecer em meu nome e dos morado res da Vila Nova, a abertura da rua k- (pro longamento), que de rua s ó l i n h r, o m e, pois no local já ha viu um matagal, o que a deixava completamen te ln transitável, dificul tando até m e s m o a p a s s a g e ns tos pedestres. Salientamos ainda o nosso justo agra decimeuto. pois que não ficou só nesta rua, mas outras ruas já estão sen do patroladas aqui no nosso bairro, proporcio te abastecida dessa Ie punição. para que ente Delegado tivesse a opor tunidade e meios pura inspecionar a Delega'H4 de Policia de Bela Vi 'la e ver de perto a situação atual da mesma. Aproveito-me da o portunidade para pre sentar a V. Excia os pro testos ele estima e con sideraçflo. Francisco 'ieira de Campos Curado Delegado Reg. de Pol. de Jardim. Bela Vista 29 de Julho de 1975 Ao D. D. Prefeito