lil o Ili 1 ro ~ o 1: - I! FUNDADOR E DIRETOR RESPONSAVEL:- IVALDO PEREIRA ANO i' Hcdaçüo. l)ficluu e ,dminlstr.,çflo Rua Duque de 'axias S N OSÉ ISIINílO D E O CD UUl OS P _EÇOS ftLTOS RYIR D 2º , 0 Z DE OSTO [[]i - t.C[]?f Últ-11 ,tarn, illrn Amrndnim, Lata CrS .!iO Leite Moça Cr$ 5.00 Leite nho CrS 10.il0 Cniahn,la CrSl,i., Trigo anti-ta Pacote I K Crs 2. IO I'. Macarrão Raineri Comp. pacote 1 K CrS ::l,GO Sardinha La ta 200 g 1,50 Oleo Mara-oja Super Oferta Cr$ 6,80 Segunda Feira, Onze de Agosto, Vá Correndo a Casa São José ... E aproveite pena comprar sem muito Gastar ... . Produtos Alimenticios· da mais Alta Qualidade ... - "NAO DUVIDEI ., V A VER PARA - CRER ... ,, ~ ...... - ,. ; •-11 ••• ,._, : • • ._ ' j ""' • - 1 , "- e .,, . ' ., .. l,;,I •• - • 1 E± Avenida 11 de Dezembro ",. Esquina dos Preços 1 ,·. '. - t·a. 'Jardim • . . Baixo" 16-1- Mato íirosso •··. .: . 'J'rilrn11a ela Fro11( .. lra a. o -atai«roa e si«triroo j . . l 'f Em todos os bairros da ua cidade t'- !- ' v e haver u m ou m a i s po-tos d o M o b r a l j i Coso não exista ainda procure a Comlsntio Mu- '> i i niipal do MOJRAL t• aJudl' a soludo11,11· O j problema Mostre-se lider na REGIAO. soucnaon POS10 e 1 lTD A 1n·rl o dia e noite llorrnclllll'ill - LulJ1•i'ic:nnlc8 Diesel Gasoli11a Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de 'Taunuy Essquina Floria 110 Po:iixolo Perto «do Banco do Brasil Guia Lopes ela Laguna rn. Jornal "Tribuna da Fronteira" PRISÍO PRE VENT YA PllR 10 O major· 'alter Hi­ beiro, presidente do in­ quito policial militar que apura o envolvimen to clP pol1ticoti, e,;turlun· tes, operários e Jll'Ofi1-f-i- 011ai.· liberai·. a<'u-.,a lo<; pelos órgãos de segurat ça d.: tentar reorganizar o P,1rlido 'omu11it:1ta Bra sileiro 11a lluliía, e11c:a· mintiou ao juiz-auditor do Superior Tribuoul .li lílar; o pedido de prl üo preventiva para os !O presos políticos que es­ tão d •tidos 110 Quartel do Ex '•rcito, em Amara· lina, na orla maritima f-.!.17'2) lh•:,!i,tru nu Car16rit1 ele Titulo .. t· l)p('lllllt'lllo-- 11.11 10(>Ú Pl'Opl'iedncle ela Empresa Gráfica Trihuna da Fronteira CGC 032012/0001 Inscrição Estadual 13059232-3 Dirl'lnra: lurin E-11•u . l'l'rl'ira Expediente Diretor e Editor-Chefe • lvaldo Pereira COLA BOH. DOIIES: Ju..:l• Jouquin, F. Souto Dr. llaroldo Medeiros Euripi1h•-. F,·rr,·ira lo-ita lo-a Gome OFICINAS Gerente - @ilsen Sila &antes 111-'RESSÃO . Lll11i,,t,• d{.l,1ir (Cl,.-fr) COMPOSIÇÃO - 0dile 'quine de eu:a Chele) •]l';l,,,11 fl. !1_)111r,1, .J..'ui, C. !!.·dt. fdcr '/l;/,tiw ·A- opiniões emitidas nos artigos assinados não represen­ tam o ponto de vista do jornal. podendo até ser contrárias a l•;..tt•. A opinião do jornal, adrn- ... e t•XJlft•-:~a no$ Eclitoriai!­ e nos comentários não assinados' ,e,inutura Anual: Bda 'i,ta - 80.00 Outro, ~luni,·ipio, 100,00 Redação, Administração e Oficinas: Hu:i Ülll!Ul' d,• Caxias s/n - Ilda Visia '1u1<> Grosrn (Perto do Colégio Castelo Branco) Entre os 10 que tive ram suas prisões preVII ii'a.; ',(' Pn<'CJ11lr,1111 ,, , ,, reador ergio eiga t wna, rlil ··:.da jo, "IJI. do .!Ull baiano; o , l<'P-p!P sidente do Clube de En­ ircnlrnrla , outro presos são Sebas u;rn . 1J1a r .il cio Couto, Mareelo Veiga antana. irmão do vereador Ser­ gio Santana, Pau!inh Vieira e José Ivan Dan­ tas Pugliesegm No Servi­ ço de Relações Públicas cln li'' f'l'g'I,lO mllit.1r. li lll:tjtJI' Airton Aleantara informava que ainda não sabia qui111clo o juit-autll tor iria cxa m i1111 r o pr­ did.01, dll8 J(} rreventÍ'U'i e as·gurava que os presos estão passando bem. Peroe,·rrar é um doa , !legredo • e.lo õxilo. ~luita ,, , coirn na vida. rio com ~1 ele vuda Ciencia Oficial de noss<'s cl1:;.s. sempre its portas de nossas revela çõe - cada vez mais, cbamundo nossos cora ções à mu!or Fra leruicla de, que é o nume mais perff'ito pam a Religiiio ele nossos dias! Leia e .A:-sine Tribu- na • da Fronteira • O prekrto 111uníl'IJJ,d l:uhv11 d,· (' • trn 1'11110, nHrlifi"llU () a-:Jll'('[() tl,l ( i,'arlt· abrindo novas tua . ulargando outras, ou ... truindo p JII'' "· .li nlim,, l'U'. Os bairros da ,l{U,l Uoc e. una-Te-li e Ca:chu, sofrerão modificações raiicat, e ju se fala em cal çamentos, ete, ete... 1'0. l'I 1 , XX XX Doze dias sem luz, as casas comerciais estio HOfl"('/1(10 11a < ill'IJI' O prolllt•n•:1, l' ll1' i1.1.1,..,li ia, J'l l'I se fala. Nós que dependemos da Energia Elétrica par-a c•irc·ular o jornal. Ja estatos eu ,unrlo uma "paralizagão". I'ela Vistu na 'parte de cima" 6 uma e.~t·urirl;io total... .f•:G,Tl', ... XXX Com as novas sinalizações, o tuàr si'o na cida de ficou 'mais fácil'. Exeele! te lrall:illlo da l'1l'fPI tura ~lunicrpal. l'0:-1 l"i". . -· XX XX - !'esmo eon. indicações. tipo: velocidae n,uxinw pt>rndtida : (J l(u, ... al!!Ulib Fii1p,tlcfit- "um du' continuam desrespeitando ss 'eras do tran­ sito. NEGA;IA - XX TRIUNA DA FRGNTEIA ira colaborar co CIETHAN de naeira objetiva. {estacamos dois iuucion&rios paru ao!arem, us c!apus do­ corredores' que vete[ ei';1em as regras de tran sito e publicaremos a primeira pagitva com bustan le destaque ... 1'O:-,JTI". r: >:a ;"' , - 1 (ut i ' ( : r· "-1 }1 ,1 i i u : a (7:- ? l • E! 1 _;.J 9 d e;regr ? ziiüs -ob a uieuça de se ver go· ern:ir!o por utr. triunvirato 111ilit:.1r-l"rma­ do por Otelo araiva de Can·alho. l'ostn Gom1:-; e Vasco Gonçalves-Por­ tugal ;;e mobiliz:1. rie uorte u sul. m comic:ios e µasseaias nos qu.:is . militantes do Pa rlido :-.o cialista e do Parlirio Po pular Uemveráticu. que reunem a muioria abso­ luta do ,·atos cio eleito radv. exigem que a re­ voluçiío retorie e s ca­ minhos do socinli ·:no com lib»rdade. -XX-".X-- iSabslita .a solidão da Casa Ros,1da. Tza bel Per e al"tJsla cada Ye1, mais de todos o;: que u poi­ aram Pro . ua e. ca1acla p:i ra o poder. Te-isa e esgotada. é rorn dil'it:ut­ àade que aparenta Iir­ meza. ··Estou doentP de ódio" (uma las ul'irma­ ções de lzabtc lita). -XÃ.'XX- ·-Spinofa Pub!icar)o pelo jor­ nal Le llooclf' do dia 25 de .Julho: "O ex Geue- ral Spinola coniirmo•i em lfras1li 1. que viajou secretamente pura Pa;is a em«na pasuda e que e,peran1 reto.-uar em breve. :-: ... ~undo o jornal iug-lês Gua1·.Jian, de OlllC'lll. >pi1,oia lafl'1- béin se avistou em Ge­ u.-b:·,1 ('.Olll um grupo de politicns i,,,rtugt:e.,e 11,io <.•r,mu:·ista;._ U au­ tigo presidente co fiou u sus inter'ocuores que esperava regressar a Lisboa antes do fim riu mês d ;1gosto. ü frente de um 1.ovo g1:­ verno português". X-X-X 15T Em palestra na E - cola uerior de Guerra o )li•listro í'irceu . ·o­ guei,". d s Trans.>ork .. trnç:1U um qu· rlro g-lnbul dr)s "ário programas iutegi-aclo do seu s tor dentro do li Pia n" . ·a­ cional r.e De euY01,·i­ rnento. . rnaior êníu;;e í"oi dada à$ ferrovius e ao problen.a elos tran. - portes urbanos. O )Iinis­ tro Dirceu Nogueira. l'ri­ sou que a Ferrovia de ,ço fieáró concluidu em mil din;; úteL. ainda na sua admiuistra<;:iu. 'I l'ibuna da Fronteira 10 de 'gosto de 1o7 INDICADOR SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO ' ESCRITÓRIO Ira General 0-6ri0. {825 ela Vista ato Grosso IND;cnooR PROFISSIONlll Dr. Pedro P almieri Advocacia em Geral lua 15 de Novembro 170 Fone 237 ,IT D. FIORI MURA O Médico Rua 1 de "ovembro, 75 - ílela 'ista - MT ===HAROLDO MEDEIROS=== 0AB MT. 118.3 CPF 008-295.1870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista Mt Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediutria Prótese em geral - Halo X "Consultas com hora marcado" Rua Cel. Juvêncio 237 - )arlo nta(Jlle so­ lerte. os inimigos da democracia terminam por eles trui-la. General Ernesto Geisel Os serviços de informações acompanham atenta­ mente a infiltração comunista em orgàos de com nienção, órgãos de classe, na administração publi­ <'a, pal'lil'llla1·111P11ll.' ua úr<·a do l'J1,i111, e t,llltl11•111 nos paI·Lirlo11 pol1ti<-mi". Comprovou-se - disse- participação de ate- es subversivos nus tlepredavões ocorridas u!tina­ mente em trens de subúrbio do Rio de Janeiro, examinado e a provavel hipótese le que ti se tl'tillaíll pi-atit•,tdo atoq de '-;tbOlilg'Plll. flpghtrou .,,, também a ação desses elementos por ocasião da recente inundação em Recife, veiculando a falsa 11otid:t de ruptura da hana!!Plll J"apa,·u1,i. ,. que provocou pânico na população. -XXXX. "O GnY<'l"lt<> n,11i ahrint müo dos po,len•,.; l':Xf'l' ;;dnnais de qu,• di,;pôe. lll'lll admiti:'. soh qua1,quer disfarces, prestações de facções ou yrupes de in teresses visando artificialmente, a queimai· etapa>' 110 prncesso de dCSl'fl'OIVillll'lltO politi 1·0-soci:tl. quP se requer. ao contrario, lento. meditado e progres si,·o para que seja seguro. n°ulme111e duradouro, construtivo e socialme111e justo". -XX-XX- Os órgãos ele segurança pros,;eguiram nas me diclas preventivas contra as arti 1 • 1.1laçõPs. inclusivP prcparatórins CJUe pos am concorrer pura a sul> Yersão interna. Em rliven,a-; regiõe,; tem sido pre sos e sul>metidos a in(Juérito« policiais eu po ·tcrior ação judiebl, como incursos na Lei de Segurauçu. XX-X-XX ,pós esta longa e possi,·elmente ra tidiosa ex posiçiio, dP.scjo ainda, antes de concluir. al>ordur terna polilico relacionado c,)m o que se ,·ê cha­ mando de "c.listensúo". A palavra esta no l'inal do discurso de 29 de agosto de 1974, aos dirigentes da ,reua. ;>;ele me referi ú miss11o CJUe cube ao Governo de pt")mo­ ver o máximo de clesenvolvirr.Pnto possível e. a propósito, aludi ao proc"sso de le11tu. gradatiYa e segura diste11 ·üo requerida. -XX-XX- -XX- 0 util trnhalho dP coustruçilo politica deve incluir. semp!·e. a lucicl9. previsilo. dos resultnrlos. numa co11ju11tun• internacio1wl marcas­ concerta11teR deseCJuilihri,, e tumultos. O constante e progressivo aperfeiçoamento do regime é o ideal que ob tinndumente l>uscamos. sem açodu­ mento contraproducentes. Por isso, o _ Governo niio al>rirú mão dos poderes excepc_10_oa1s de que dispõe, nem admite, ob quaisquer d!slarce~. pres­ sões de facções ou grupos de interesses visando, urtfüciulmente a queimar etapas no proces!SO de de envolviu,ento politico - que se re,,uer, ao con­ trario lento, meditado e progressivo para que se­ ja seguro, realmente duradouro, construt o e socialmente justo. Que se queira e ,;e saiba unir esforço?. de_di­ cações e vontades. despidos. t1,dos de m_otwaçoes egoístas, intenções 1-u1Jaltern~1s ou propos1tos . de­ magogicos, para que solidarios possamos, cida­ dãos de todos os quadrantes d~ territorio _l_)a~no e de todos os setores da sociedade brasileira. impulsionar decididamente este grand~ e P:ºº!!s­ sor pais nos alt'ls destinos que lhe est;10 re!Ser a pos. -XXX- Acredito que, em meu governo muito já se e uo sentido de uma diste usa o na prop_rtu ,11 e.1 poltll ca. Para comprová-lo basta ver o clima em _ que se exercem a atividade dos partidos e o funciona­ mento do poder Jegislal!"º• . em toda_parte. e ler os jornais e outMs orgaos de divulga çao, com ,l volumosa matéria política que publicam. ~' partir de então. e principalmente depois da eleições de 15 ele _no,·embro, mcito se tem pu blicac.lo e discutido sotre a ·•c1istensCw". atribuin­ do- e no Go,·eruo e notadamente ao presidente ela Hepuhlica - i11lt>11çõe •. objl:'tivos, a,·anços. re­ cuos, submissíto e pres. ões, etc. que - uu e ou­ tros absolutamente não corri' pondem à realidade ma constituem fruto ela imaginação e. por veze . a :ém do que contém Je intriga e de ação nPgati­ vista. representam apenas o desejo intimo de seu· autores. -XX-XX- A distensão é ai apresentada com a conota­ ção, exclusiH1mente politica. visando, pelo que se diz, 1.10 indispensável restabelecimento do l:lrnma­ do ·•estado de direito•·, mediante a pura e simples supressão do AI 5 e, completamente, a revogação do DL--l77, a revisão da Lei de 'egurança. a con­ cessão de ampla anistia. Preconiza-se. também re, forma da Constituição com a redução .:!os pode­ res do Executivo. considerados excessi,·os, e a ampliação das atribuições do LegislutiYo. Sente-se 111,ssas proposições. um indisfarçável saudosismo pelo passado não muito remoto, P.ID que amplas disposições, livres constavam do papel. nele esta­ van; escritas, obedeciam ao aspecto> teôrico e for­ mal do sistema, ruas, de rato. iludiam a boa ré de muitos, pois não eram praticadas, servindo ao in­ ,·és. apenas, aos apetites e ao poderio ele poueos, em detrimento dos Yerd:vieiros interesses da Na­ çüo. que se_ de~a_tia na pob~eza_e aa de ordem por que aquelas disposições estavam dissociada- da realidade. Mas di (l'll!i'iO 1, ,, deve !'t'l' ,l}H'!I l'- pol1I1 1·,1_ rt<·:.i pn·do1.1111:1 1 ,lf' ll t'1lt( i,•1li'i1•,! () (! l(• ,1 i Jll!•j Ltn1,, p Ir 1 .1 ;,-. JI,' lt1 ('1)1tl<>!tll<' ti<• (Jl)(,tlll'Í t!,1 1 t• ld•• "tlil'lll,11· l'lll 1111 , 'l!!t' n que dirigi Ao ogre-so Nacional, Ul!I ril'• '!,1 oh ll'd Ili•• Íll• terral e lututnstco, ct ,,,IZ jlill l't,,._,, d,• servo]vime1!o e que al cançaremu a distensão. isto ó a atenuação, +e ão eliminação, us tem p l' i- ta li ,, , mullilor11Jl•~ sempre ;e1ovadas, que tolht>rn o prn(!J <•,--;.o da Nação e o IJl:'lll t••:tar do lHJ"'•· Ih· Li10. ron-ri1ui ,li-1,·ri --.iu a avio que -e realiza na ;ir,·., .. onal. .. 11w1a .. do li P:I) 1r:ulu1c·m. t·r11 "'llfll,1, 11111J politira de di .. 1t•n ... io. No t'ffft• --es de distren-ao- per doem-me a enfa-e em repeti-lo a de·-, innil•••:dH d,, -,d.'1rio • ulÍ vimo de impliaçàe- tonta ria-. propon·ionJndo-llw majo ração de {{ por cento e-tr ano; a criação de e-quema pua ra a ca-a própria ao- hra .. il,-i ro- de menor niel de renda: a distribuicio gratuita de re médio- ao- mai- neee--ita«do­ ao l:ulu de: oulrJ-- proiden e-ia-. ,lo maior ak::uwr no Jllt hi10 do J: p:;, :i r«·r•--1ru1un1 ção do PI; «e Pa-ep, de fora a propiciar 111.ii.. 0111 alario mínimo anual ao- que perc ht..·111 ,ltt'· t·Ír.<.·o -nUrit,.. mini 1110--. f.: di .. tt·n-Jo o ,•un-q?uir­ -e a regularização do aba-te t'Írur:rtln cL1 popul.1,;;1v t'III !!Í: nt·ro .. alimentic·io ... nüo 111ui­ ha,c·n1ln n-- irrit:rnlt• .. íil,1-. «JUt' por :100 ... <. 0 un-1i1uin11t1 ,r,.11ó rio ,· .. pc.-rá<.·ulo na.. no•:"a.. ci ,ladr,. Con ... 1i1ui di--tcn--üo o rn caminhamento da -olução «do­ problema- c·rõnicn.. t' cn·•C't'O te da- regiões urbana-. nota damente da- metropolitanas-. Con-titui di-tt"n-.âo o nct•~:-o de maior numero de jon­ ao ensino superior. Pratica o Governo Federal di-ten-ão ao atrihuir p:1rtc :--uh-tnncinl ,tr :--ua-- n·nda- aos E-ado- e Mu nicipio-. art:ndinw1110 ~1- n<' ce-idade- dos menos de-en ,ohid,,:- .. nüo ob-tante as difi t·ulcbdt"'- rconrn11ieu .. da hora prt:·-cntr. XX-XX Heitero, uma vez mui-, os propt. -ito-, de perseguir o de­ e-en,·oh imt~nt<• polirico.. ~em C(lmpromi -os de t:-p(·cit" nl­ uma e IJ OI f O r Ili U J U ., u I t rap u :-- ,- o ti a 1o • e C"•)nt pro arbmrntt.· inadequada- à realidade brasileira. CDMPOS: TRIBUNA OI FRONTEIRA Orão Independente a ervço da legião' ,110 !' ela Vista JT. 11) O ., ' 1t ' ; REVO UCÃO FOI DA CLASSE MEDIA , "COISOS ºª VIU 9» LY ... {oberto Cmp08, embaixador do [rail na Gri-Bretanha. expli­ vou, de forma esplendi­ da, aos ingleses o mole lo de distensão politiea brasileira, em conferén eia pronunciada no 'un nig House, de Londres. Nuna análise brilhante da situação acional e dos mecanismos de po­ der instalados pela levo lução, Campos, indo ao fundo da questão, afirma que o movimento revo lucionário de 64 no foi apenas niaiii umu quarle ladu 110 estilo latino ame rlcuno, porque nu verdu de constituiu-se num le vante de cusse médiu. que forma a opiuião nu cionul. contra os abusos