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Tribuna da Fronteira 
ela VI ta Mt 
17 de Arosto de 1973 
ESTIIDO DE MITO GROSSO 
PREFEITURA MUHICIP AL DE BELA VISTA 
- 
• (0 T S DO FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUHIC. , 
E 1 1 L 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Estado cio ?llatc Grosso, em atendimento ao que <li põe 
da Resolução n 118 de 6 de dezembro de 1.972, do Tribunal de Couta da uião. torna 
conh •ciment') geral, que a despesas realizadas com os recursos do Fuudo de Participação dos 
oxel'cí io de 1.974, foram as seguintes: 
I Demonstração do Movimento dos Recursos do FPM 
n) Saldo vindo do Exercicio de Ul73 
b) C6tas recebidas no exercicio de 1974........ . ... 
Total 
c) Aplicaçii.o no exercicio de 1.974 
d) Saldo nii.o aplicacto, que pa sa para .. o exercicio de 1.975 
II Demonstração das Aplic.ações 
l - Aplicação C'm Despesas Correntes 
a) Administração Financeira 
Subvenção a Acarmt 	CrS 
Contribuição ao INPS 	•• • •······ • •••••••••••• •••••• •••••••••• CrS 
Contribuição ao FGTS •••• ··········- •• •••••• • ••••••• ••• ••• ·-·•··-···· "crS 
b} - Educação e Cultura 	···•··•·······-····· --············-••-•······•···-··---·-··- 
Pagamento de Vencin,entos de Professores e Pessoal Administrativo 
da Secretaria de Edue. e Cultura, conforme relação anexa CrS 
Aquisição de Material Didático .... 	CrS 
Fornecimento de Merenda Escolar 	••••••••••••••••• CrS 
c) • Saúde e Saneamento 	•••••••••• • ••• ••••• ······• 
Vencir,1eato clu J!otorista ela Ambulância 
Aquisição de Medicamentos 
i!anutençii.o do Convênio para Combate a Febre 
,Hosa e Verminose Bovina 
d)- Assistência Social 
,uxilio a Indigentes . 
e) - Transporte e Comunicações • ·····•··•·········· • 
.qui içii.o de Combutiveis e LubrHicantes 	CrS 
Aquisição de eis pneu de Motoniveladora ·····-···· •••••••••• Cl·S 
f) • Services Urbanos 
Energia Elétrica 
Aquisição de Combustiveis e Lubrificantes CrS 
Tota I das Despesas Correntes ·········-· 	C:rS 
CrS 
CrS 
CrS 
. CrS 
37. 19,71 
12.330,00 
2- Aplicação em Despesas de Capital 
a) Educação e Cultura 
Construção da E cola Munic. do Bait'l'<• N. . de Fátima CrS 
b) Saúde e Saneamento 
,q~isição de uma fábrica de tubos e conexões para const de 
Guias e Sargetas, Esgotos e Galerias de Aguas Pluviais CrS 
Pagamento _de Financiamento das Obras de Inst. do Sistema' 
dP. Caplaçao, tratamento e distribuição de áaua c-- 
c) - Transportes e Comunicacões 	b 	li:> 
Aquisição de uma Motoniveldora Huber Warco e um 
Caminhão marca Dodge 	CrS 
.quisiçüo de uma corrente de aço para transporte pesado Cis$ 
Total da Despesas de Capital 	CrS 
RESUMO: 
Torna público ainda, 
Fundo de Participação dos 
Despesas Correntes ·-·····--·· .. . CrS 
~e?
1
esas de Capital - .. ···--·····crs 
o a . .. . .... -·· ·-··•·-······ ·-· • _ .~~~ers 
que no exercicio de 1.974 
Municipios. 
João Este vão t.le Castro 
349.351,36 
193.937,22 
543.288.58 
12.000,00 
2 .4 2,27 
8.976,93 
170.554,54 
12.278,50 
1.641,75 
6.755,00 
7.323,80 
11.771,40 
3.657,40 
32.635,06 
.125.868,51 
3.167,00 
não foram alienados 
64 0 
36 % 
100 % 
bens adquiridos 
Prefeitura Municipal de Bela Vista, 30 r!e abril de 1.
975 
CIovis Marcelino de Oliveira Prefeito 1 
Municipal 
Cher e do Gabinete 
o artigo 35 
público para 
Municipios, no 
Crs 48.529,79 
CrS 543.9ôG,93 
CrS 592.226,72 
CrS 543.288,58 
CrS 48.938,14 
com 
49.459,20 
181.474.79 ) 
~ 
25. 50,20 
1.667.50 
50.149,71 
37.74.9,96 
349.351,36 
28.609,25 
36.292,46 
129.035,51 
193.937,22 
recursos do 
P
1 
Prefeito

'l'ri1Ju11a da Fr·ollll'ii-a 
, 
ROTARY E NOTICIA 
H,•1111i1o d11 din B '·P ro11lo11 cu111 a fHt• .. ,·11'll du .. -.1•;_!11i11• 
te- ·ócio-: Carlos- Ed, valdo, Loberal, ore«di, 1',·ol111. l:m·,·· 
lino, Aberto, Augu-to, Joaeir, Laurial, tlois, Gilberto, e-­ 
tor, Hortneio, ben llur, MErcio e Uuurndu. ('nn, id:ulu ., ·eei 
.il: :iiolllt') l•.•t·nh,ir. 
1( 
lpó- a anda;ão ao- pavilhões ha-telo-, o Ire«ilente 
'edro balir·ri iniciou os trabalhos convidando o companlei 
r11 C.urfo,.. 1·.d~ pura lt:r o resumo apresentado pelo loaeir a 
re-peito de eriço de Trinu-ito na 1 ' E,po, or:,!111111:ulo pt·lo 
lotar tClub. 
·><··><:><· 
lera- melhoria- foram efetuada-e-tr anuo, e noa- pro 
l,!r,1111:1;,-,c .. j(1 1•--1:10 i-t·11clu 't)lut·,ula, c111 1•11111n. () ·1 rah.ilho 11.1 
tis;ão. pre-ilida pelo_Joair foi soberbo merecendo aplanu-v 
dre todos o- pre-entes. begurança, inalizaçào, laeiona/zação, 
P'antas de Estacionamento-, foram alun- dos tópico- apre­ 
·vt talos. 
~-X-><·-- 
. O companheiro ben Hur, em breve- palavra- n·latou :,,lia 
1,l!.!<'111 IH·lu ~lil dn pai ... t•nfnrarnlo u prnhll·111:'ati1·n d.t--. .,,,ada .. 
-ua- infla·neias na- lavouras sulina-. 	' 
·X·--><' 
• O liro que o companheiro Ivaldo laçará à praça, ji es- 
1.1 t.·ri,111110 pol,·mira .. () 1Í111ln ,lo mt .. ,1110: 'ia:,!t'III Fanla:--til':.t 
rm «despertando a eurio- idadc do .. h1·la, i-1 t.:IHt• .. l' º'" 1 01111 ianu .. 
upl.1u,lira111 !1 idl•ia til' !-l' i11i,·iar l'fll llt·la i-ta um "ambiente 
literário" Adiantares o- leitoe. que biagem lantá-ti­ 
'a, rá um voo «do -pirito pelos céus do conhecimento Mhi­ 
IH.H111u, lnµia, Fit·~ún
1 t'h.· ... :gunnle111 ... 
•:X,·-><' 
ANIVERSÁRIOS 
Ih, :1 • 'i,·1-nn Dnunulo. 
i • :-Ít·•lor , l111ada 
9 • llurnl,ln 
l3 0dila alamene 
~() llt-rnarJa E-l'Uhar 
26 1',·,ln, ll,·11ri,1uc l'aliui,•rc, 
2 solange (e-po-a do companheiro Ben Hur) 
Dizem que Ele Renunciou a Hotary 
Boletim EditaJo pelo Rotary Club 
de ao Paalo 
J 
1 
j 
A verdade po:·0111, é que ele nunca estt!,·e 
Pn1 Rotnrv ' 
o tinha o menor conceito do que era 1-lola­ 
rr !})is qUc!, S O tiv .Be, COJlÍ'IUHi:.l S~ 1 I.:> I' llll­ 
l'J:ll10 
Consillera-se um homem muito importante em 
eus negócis e julgou que a escravidão do hora­ 
To das reuniões e a presença obrigatória o colo­ 
cuvun1 nu 1-itu,1çüo das cl'iunçus às l'requêm:ius 
escolal'es. 
1 
.creditou que. quando assistiu a uma reuuiüo 
1 
'J seu clube. seria permitido dominar ª" conver- 
as, ref·nt 	.... 	Al 
li '· ,u Ul' o .,rado1· 111scnto n" programa. em 
,"_Ud9, acha os programas sempre muito Ion­ 
t/· tniprct?~ ou demasiado sénos. Umu-se ao .clu 
1
'r com .t intenção de ser agasalbado e servido. 
X flbalhar junt') às comissõrs? 
t~ unca! ... Então os dirigentes do clube n,lo sabiam 
l p. e_le eI a um cidad:1o muito importante e ocuµodo? 
eni ,l!u ele, Rotary em um clube social parn ser usacto 
,,,,"d horas de lazer. Nuca compreendeu o 
de· .e, ue set·,·il·. lut1l·H teve o valor elas verda- 
1
,,,rira • a111izartes 11em ele 1'0111entú-las. Jamais ex- 
'Ime;t, • 	·-- 	], - 
(' Yê!-I• _-~u a Yenturn rte entabular no_vas re acoes 
'°li, •IS llorescer em 'erdarleiras amizades atrH- 
s tia '"11n~ d • - , ·a 
v "t·a agem uas rcumoes rotan ~- 
foi 
1
~le se Uniu ;;imples111ente ao Rotary. Nuuca 
]"; Roturtano 
::,q re11u11ciuu a Roturv? Ele aunndouon o clube? 
k"?Ele nunca esteve dentro d@ Rotry! 
Oistrit 
O 
,l. !-em1110.rio <11:l Liderun('a Rotann. do 
0 4bt) 
COISIS Dll VID 
'otc• já amou d<• 
vc>r·<l:.ult-. amigo leitor? 
e a rexposta é sim, ll' 
111!0 certPza tle qur jú tll' 
ve ter chorado por ai 
umas vezes! 
lloje cu lr11go l{Jgri 
mas nos olhos e um n 
perto uo cor:ção. luz 
uI11 UllrJ hrljl·. (]li(' perdi 
par·;i S('lll(Jl'(I uma rri:ttll 
rinhs adoravel. 'i dias 
HCí)l:1 !'U ITl-lllll <irl preHCllÇil 
da mi11l1n (luerida rns •la 
E o pior dc• tudo, amigo, 
(• que JIUl!Cil llllliS torna 
rei a vil-la. 
Uisela ti11hu 
l'IIÇILO replelo de 
l,rna ternum li:io 
um cu 
amor-! 
grande 
por mim. qut·. u, , <'I" 
~t'rr 1,1-111<• rm·o nodndo 
('()lfl lunto t,ll"illhO IJe 
rnaullil, quando sa.a pa 
ra o rabalho, Gisela a­ 
companhava-me até a e 
qui11n 1n;1is proJo.ir1111 la 
f':ttif'frila ao meu lado, 
demonstrando a todo ins 
tant(•. a 1,ua at'1:1çüo por 
mim. Era u111 aIuor tür> 
puro. (!U(', tenho ('<'rlezct: 
11iio •ai.lia iuwiro d •ntro 
daquPle coraç,101.inl10. 
Quade, (na esqui 
na), despedia-me dela, e 
andava u11s JO metros. 
sempre voltava a cabeça 
e contempla·,a aquela fi 
gura que conti11uava a 
Ministro Armando Falcão 
Adverte Ulisses 
Fortaleza ,<111ci- 
dentes deste tipo são in 
tleo,ejuveis. E bP111 que 
não se repilam!» 
Esta declaraçl1o l'oi 
clistribuicla em F::rtaleza 
pelo ruinistrn da Justiça 
,rmando Fulrãu. a propú 
sito clu nota do presiden 
tfl do ~!DR deoutado Ulis 
ses Guimarf1es, ele críti­ 
ca ao pMnuuciamento 
do último dia 1" do Pre 
sideute da Hepública. Ao 
desembarcar em Fortale 
za, o mínistr1
1 dà Justiça 
conversou ainda no ae­ 
roporto com o jornalista 
Dario :'.!acedo. da Trillu 
na do r.eará., de quem é 
amigo e a ele enlregnu 
uma uota de sete linhas 
11um ú11i<·o paní.grnro cuja 
cópias foram depois di tri 
:Juda li imp. ele Fortale 
za e aos c.:orrespondentl:ld 
de jornai e revistar; Je 
Rec:He. Hio e São l'aulo. 
Com o timbre do liuislé 
rio da Justiça, u nota é 
a seguinte: 
«Pelo cargo que e­ 
xert:E: e ig-ualme11te pelo 
homem que é. o presi­ 
dente Gei t-1. a µrdexto 
algum. poie ser alvo de 
oleu ·a· e agrn'OS dire­ 
tos ou indiretos. , ARE 
NA reagiu muito bem 
em defesa do chefe da 
Nação e incide11tP des­ 
te tipo ão inde eja veis. 
E bom que não se repi­ 
lam!» 
República Federativa do llra;;il 
Estado de Mato Grosso 
Podn Judiciário 
Comarca de Bela Vi:-la 
Cartório do Lo Oficio 
EDITAL DE LEILÃO 
O Dr. Valter José Radrigues Contrera, ,Juiz de 
Drretto da Comarca de Bela Vista, estado de Mato 
Gro;:so. a forma da Lei, etc. 
. Faz Saber a todos qnantos o presente Edital 
virem ou dele conhecimento tiverem, que, nu ·ede 
deste Jur1:1, _110 1trio Jo Forum. no dia 1' de agos 
to de 197.:i, as 9,ou horas, o seaor Porteiro dos 
Auditórios ,J oã•; líilario Pereira. levará a Leilão 
os bens_ penhorados no Processo de Execução, que 
ramas V'te1ra e C1a. Ltlla move contra Valdemar 
:'tlore)r:,1, em ~râmite Jllll' este Juiz e Cartório do 
li?_ 011c10. e uao lla vendo licitante foi desirraado o 
dia 2' de _gosto de IH75. á 9.oo horas pára o ·e 
guudo Leilão, sendo o seguinteo bem µenborado: Um 
torno modelo d-12.!liG, cujo bem rol avaliado em 
CrS 15._ooo.oo (q_~i□z~ _mil cruzeiro ). valor por quan 
to sera IPva?o a Le1lao. para ser arremat:1do, pa 
t quem maior oferta o l:lrecer, acima da Avalia 
çao .. sendo feita a ven.lu à vista ou n,edian!e na 
dor 1doneo pelo prazo de 3 dias. Por inlermér!io 
do presente rica Citado ,, executado Valdemar 
Moreira do clia e bor,l desig,rndos para o Leil,1o 
le seu bem penhorado. E. para que ninguem ale 
gue ignoruneia. expedi o presente Edital que será 
afixado e publicado na lorrna da lei. O qu, Cum 
pra se, com rnterra vbservaoci:1.s das pr·escrições 
legais. Dado e passado nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista. Estutlo rle '.lato Gros o, an ,·inte 
e sers dias do mcs de .Junho do ano de mil nove 
centos e seteut.a e cinco. Eu Pedro Vergilio da Si.l 
va. Escrevente ,Juramentado. o datilografei e assino 
Dr. Valter José Rorlrigues Contreru 
,luiz rle Direito 
Ly ... 
<1!11 Ir llll' <'Oll os olhos 
languidos e cheios de 
uI11:i d!•dlc ,1~·,io t'!ll !1111 
Quando o sol ia e es 
condendo, e regressava 
p I1,l t':lS!l. !p,·arHf(J tlPII 
Iro de mim a certeza de 
P111·c11Itrar 01. Plt1 110 l'ur 
tlio. ,lam11i:-. n1c• ••11ga1H•i 
11migo l<'ilor! {JJ Pia ali 
t'~lu 1 ,1. .:aucloi-,1. cli,lri 
huindo muito c·:11 iJJ!to 
e amor. Seus olhos de 
mo11s!I·a vam a)(·gria ao 
Vl'J'-Jllt' JIO'i1111('llte. 
l)p manhsi, era sem 
pre acorda<!<, por Gh,cla 
Ela não p ·nnitia que t·u 
fi<•ast-e nem um minut(l 
a mais. al(•m do IPmpo 
regulamentar. Era acor 
dado aos l>Pljo:, e carl 
cius de Gisela. Eu d •s 
per·lnrn um pouco nervo 
Hu, I11as depois o ho111 
senso fazia-me compreen 
der que eu estu va erra 
do e qce era amacio ('OITJ 
tanta ternura, que che 
g-ava a-.. raias cio imposf.l 
vcl. E a vida ia tendo a 
ua sequencia normal. 
ll1n di:•. amigo, a­ 
conlet fU o ine,;perado e 
er-u<>I. Cheguei t'l!l c;i1,a 
e 11.10 e,icontrei Uisela. 
An 'ei pela sala, cosinha. 
quartos e até o banhei 
ro. grilamlo e chamando 
Gisela. Será que ela me 
ubandonou? . cabeça fer 
vilhava com os mais de 
seueoIJlrarJns pensam 11 
tos. lustantcs de sofri 
meut.o e aflição. ma~or: 
ram meu cornçiio opn 
m!do pela dor. Enquauto 
e,:tava mergulhado nu 
uu,·em cinze11ta da inde 
cisão, alguem acionou a 
C'ampainha da porta. Cor 
ri como louco, pensando 
que ro se Gisela. Era a­ 
penas um g-aroto rte UIJtl 
1;; élnos de idade, que 
entre afobado e curio o. 
pedia-me p~ira que PU l'os 
se correndo até a a ,·eni 
da mais proxirna 
üo hesitei um ioslan 
te. Lá cbega11 de, notei 
um amoutoado de curio 
scs. Prendendo a respi 
ração. e, tirando da mi 
nba l'raqueza a coragem 
nec,..ssaria, rompi brus 
carnPnte o ar,, humauo 
E no centro. notei o cor 
po estendido, dilaGera.do 
cbeio de sangue de Gi e 
la. Apenas massa cii for 
me, misturada com san 
gue ainda quente. Gisela 
fora atropelada e ... l'llor 
ta. O motorista assas_ino 
havia fugido co,·ar<le 
mente. om os olhos em 
lan-rimas. consegui tocar 
o corpo de Giselc1. Quf1□
do percebi a exte□ção 
da perda, cbeo-uei as 
raias do desespero. Minha 
tristeza aun;entou. quan 
do lembrei-me qve den 
tro de 2 ou 3 dias Gise 
la seria mãe de 2 lin 
cio~ cachorrinhos. 
Nüo é triste amigr•'?

'Tribuna da fronteira 	Bela i ta M. 	17 de Aro to de 1975 
z o N 1 F R a N e 
Por Adalberto R. de Sant'Anna 
/ 1rrnoclaçíio 'omet· 
cial de Dela Vista (em 
Orgu11iznção) rncchou pe 
did »s paru promover uma 
reunião a fim de tra 
tar da possibilidade e da 
conveniência de tentar 
conseguir Zona Franca 
para Bela Vista. 
O amigo Dcocieci 
ano, trocando idéias 
eom outras pessoas, che 
gou ,l conclusão de que 
o a8unto deve ter estu 
dado. 
De fulo essa idéia é 
muito importante e é 
de interesse de toda a 
coletividade. 
Eu, em março de 
1970, provendo já naque 
e tempo o futuro do e .. 
mércio desta cidade, fiz 
uma sugestão a respeito 
Naquela 01:asiúo escrevi 
o seguinte: 
de infra-estrutura, ineen 
tivos :'I. iniciativa privada 
Nns caHos locaíi. mais 
raves: Zona Franca. 
Nesta região fronteiriça, 
do sul ele Mato Grosso, 
governos anteriores hze 
raro grandes tentativas. 
Foi criado o Território 
Federal de Ponta-Por, 
mais tarde extinto por 
oneroso, chocante e ino 
perante. Foi cdada a 
Superintendeneia de Va 
lorizuçiio Econf>mica da 
Fronleirn Sudoeste, com 
sedo em Porto-Alegre, 
Abrangendo faixa muito 
extensa, que também nüq 
conseguiu melhore!< re 
sullados. 
Apesar de que esta 
zona é encroada, aeredi 
tamos que os mesmos fa 
tores, que tio bons pro 
veitos deram noutras re 
giões, produzirão aqui 
lambem progresso e de­ 
senvolvimento. 
De muitas e dilata 
das regiões, de inúmeros 
e variados aspectos. de 
múltiplo e diversifica 
dos problemas. 
Problemas dP dificil solu 
ção, quer pelo eu eleva 
do número, quer pelas 
suas avnnlajadus propor 
ções. 
Os Governo , bem 
intencionados, lutam bra 
vamente, realizam vereia 
deiros milagres, tanto no 
setor educacional corno 
, no energético; tanto no de 
colonização, de ocupa­ 
ção. Merecem os aplau­ 
sos e a g r a t i d ã o 
do povo brasileiro. 
Fie a, uo entanto, 
faltando ainda um pouco 
de tudo, em parle, e em 
algum lugar faltando qua 
se ludo. Há regiões, en 
tão, que são encroadas, 
distantes dos grandes 
centros, faltas de reclll· 
sos próprios, incapazes 
de produzir em escala 
considerável, que couti 
nuum atrasadas. que não 
progridem, que se não 
integram no acelerndo 
rilmo de desenvolvimen 
to do Brasil de hoje. 
Para êsses c:isos de 
estagnação crônica a sá 
bia visão administrativa 
descobriu remértios que 
tem dado resultados ver 
cladeiramante admiráveis 
Nos cass regionais. 
além <le obras públicas 
Muito acertadmen 
le, o governo Fede 
ral ja m a n 
dou con lruir aqui uma 
ponte ôbre o rio Apa, 
a qual estará pronta 
dentro de alguns meses, 
fazendo a união de Bela 
Vista, Brasil, com Bella­ 
Vista, Paraguay. 
Há uma rodovia em 
execução ligando Brasí­ 
lia a Assunção. E u liga 
ção entre povos irmãos, 
é um maior intercâmbio 
de amizade e economico. 
ZONI! FRRNCD 
Franco Progresso 
Concedida a condi­ 
cão de zona franca a 
Bela Vista, o intercâm­ 
bio comercial e o turis­ 
mo darão a esta região 
o progresso e o desen­ 
volvimento que tanto al­ 
mejam, uecessitam e me 
recem . os brnsileiros 
que hf'.-óicamente povo­ 
am este rincão. 
Incentivos á iniciati­ 
va privada darão conti­ 
nuidade e solidez a êsse 
progrosso. 
E então teremos 
lambem esta região in­ 
tegrada no desenvolvi­ 
meuto que nos úllimos 
r:os tanto tem favoreci­ 
do a população brasilei­ 
ra. 
O progresso desta 
região de fronteira não 
só é necessário para 
proporcionar civilização 
e bem estar à população 
e conseqüentQmonlA a. 
paz social, mas lambem 
indispem;ável por impli­ 
car na questáo de segu­ 
rança oaciooal. 
O povo de Bela Vis­ 
ta quer trabalhar, quer 
cooperar na grnndiosa 
tarefa de brasilldade, 
quer progredir junto com 
o resto do Rrasil, quer 
fazer parle da integra­ 
ção nacional. 
Eis o que eu havia 
escrito naquela ocasião. 
Há tempos Ponta-Po 
rã fez grande esforço pa 
ra conseguir zona Fran 
ca. Agora Corumbá e 
Foz da Iguaçú estão ba 
talnando seriamente pa 
ra ver se conseguem. 
Certamente será a hora 
de se tentar lambem ai 
go nesse seulldo. ei que 
ão será facil obter es 
su concessão, mas as 
vantagens serão de tal 
ordem que vale a pena 
lentar. 
SITUACÃO , 
ECONÔMICft 
DE BELA 
VISTA 
Foi detruida grande 
parte do suporte básico 
da nossa economia. Se 
a situação j andava 
ruim, agora cotilo setor 
nou péssima. Se já não 
havia negócio para o ga 
do gordo. muito menos 
o haverá para. o magro. 
Produção agrícola, só 
para o outro ano, se 
Deus assim o permitir 
Verdade é que o Go 
verno está alento para 
o problema e promete o 
imediato e nece, sá1·io a 
poio. Esperamos que se 
ja ele em forma de m 
pio e prolougado fínan 
ciameno, com bom pra 
zo de carencia. 
Isto se concretizan 
do uílo h11verá razão pa 
ra desânimo, e sim moli 
vos para enfrentarmos de 
nodadamente a batalha. 
principalmeule a luta pe 
la produção e pela pro 
dutividade. 
Ontem, hoje e sem 
pre, a crises econômicas 
foram e serão.debeladas 
pelos iucenlivos à produ 
ção e sru consequente 
desenvolvimento. 
Em nossa reunião 
anterior o liustre Dr. Pe 
dro Palmieri bem referiu 
que a crise de Bela Vis 
ta é ~ma crise de infra­ 
estrutura econômica. 
Não lemos a neces 
sária diversificação de 
atividades. 
Não temos um corlu 
me que aproveite a far­ 
ta matéria prima em pe 
les e em taninos existen 
tes na região. Não temos 
uma indústria de moa­ 
gem nem uwa fábrica de 
cimento que utilizem a 
inesgotável reserva de 
calcáreo do município. 
Não ten,os uma fá­ 
brica de arreios, não te 
mos uma fábrica de es- 
FIIXB 
quuclriaR melúlic::u;. :,io 
temos artcz:rnalo em "•' 
cala comercial. 
Não temos nem gran 
jus nem olarias suficien­ 
tes. Se compramos no 
mercado umu galinhu, 
um ovo, um tomate: vi 
raru de Stlo Paul0. 8e 
compramos tijolos, vie­ 
ram de Dourados, de Tres 
I ,agoas. Tudo tem que 
vir de fora. Assim tam 
hem não é possivel. É 
absolutamente necessá 
rio que se faça um esfor 
ço para aumentar e. prin 
cipalmente. para diver i 
ficar a p r o d ução . 
Helllvistenses. Va 
mos lutar. ,Juntos. unidos 
Levantemos o nosso bra 
do de alerta. Levante 
mos a 11 os s a voz em 
uníssono por um ideal. 
Pelo ideal de progresso 
Nós precisamos de 
Zona Franca. Nós preci 
samos de uma Agencia 
da Banco do Estado. 
1
ós preci amos de Am 
plo: e prologados 
F i n a n c í a m e 11 l os. 
Nó preci amos de Ener 
gia Hidroelétrica. 
Nós precisamos de Uma 
aída Asfáltica que nos 
ligue a Ponta Porá - Dou 
rados - Parana vaí - Pa­ 
raaguá, saida mais pró­ 
xima e mais natural p/ 
os nossos produtos. 
O comércio é o ter 
mômetro da coletividade 
::,ente lhe imediatamente 
as mudanças de tempera 
lura. 
1
essa condição po 
demos hoje afirmar: Es 
tamos na época das va 
cas magras. 
• Há dois anos que o 
movimento comercial 
vem caindo pauatiua 
mente, e é de prever-se 
que de agora em diaute 
a situação deverá gra 
var - considerálvemente. 
A queda do movi 
mento comercial é pura Bra-ilia, 09-08-75 (SEDIAT»- Tendi :., . . . . 
simplesmente o reflexo cidade financeira da- Pref·, 	'o em vista a incapa 
da queda de todo o o Ire-idcn«e d ik,,[""ura- da Faia de Fronteira-., o 
:, 	d; .: 	aprovou ontem. proposição do chefe 
vimento econômico do la 'eeretaria de Planejamento da He +abl " ". 
tunicipio. 	taque de recuro- no valor Crs 3{},""a. autorizando de-- 
favor do Conselho de Se« , +000.00, do orçamento em 
O 
. . 1 F e,..urança .,,1<-10nn) r111e o. . 1 . • "º 
s prejuizos causa regiões de ronteira. 	" « ' apara na 
dos pelas 'geadas foram _,,zundo a propo-içao do Mini-tro Joo de Paula do- Rei­ 
catastróficos e imediatos i""?"g"? "cm -d: d.écr«ar@ Grã i cn- 
1 1 
;, r.mça "n<:ion·1 oi ·daria • • ) 1 
pelo que o gelo matou dos recurso- para os setores a."" Pordade na alocação 
em animais e em vego da Amazonia, inclusie p ' saúde e -anemento, na regi4o 
tais, as suas consequén à ·on-truçi de pon·" "quanto no u!, deu-- de-taque 
• 	a ],_ , indo em vista , pa el , -égi 
cias-maléficas se proion r !çyp;"+mi o_·o«@assa«s ds áS", {3,7;;} 
raro p 	it 	as reduzindo a- ten-e- d r. 	,'j ':' 	•• 
'd oT mUlios meses tara local. " ' recorrente- da deficiente infra-e-tru 
Belavistenses. 
também somos 
grossenses, nós também 
somos brasileiros. 
Bela Yisteuses: 
união faz a força 
Belavistenses: 
nós 
mato- 
a 
Uni- 
dos pelo Progresso 
DE FRONTEIRil

Tribuna da f'ront 111 
l' 	1 I 
, 
• I/ 
() l'l1SÍIIO pr(•-1•~t·o 
lar ,. llsC'ali;,adu l' di1'í 
gido pelo Governo Fede 
ral, através do !i11bt(•. 
rio de Educação e Cul- 
tura. A técnica do 1es­ 
mo (, p.1drP11í;,11do p.ira 
lotio o llrn il endo que 
nús lnl'lusi 1•, rPc'P',p 
1110.., do E~t.ulo oriP11ln- 
,·e lia, <'I' 11111 011 mai-.. po-..to-.. tio Mobral 
• Coso não existo ulndo procure o 
.. 
• 
11lcipol do MOBRAL 
A 
j problema loslrc•-st• 
l 
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1 
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Guia Lopes da Laguna 	lt. 
t 
1 
1  
l 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi-:--.l'lll.111.trin fundado ,·111 :!.)l:Y721 
legistro no Cartório de Titulo- ,· 1 )t•c·11111t·11to--. n.11 lOhll 
Propril'clnLle da Emprl'sa Gr.Hiea Tribuna da 
Fronteira 
Ct:c 0.1:!0l::!oti Olllll ln,l'ri,;.io F,,.,Iu.d 1.IOW~l'.!-.1 
Dirc11,r.,: Iari:i F,1,•ln . l'cn·ira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe • lvoldo Pereira 
COLABORA DORES: 
Jo .. ê Joaquim F. :"outH 
Dr. lbrnl,lo l,·d,·iru, 
Euripide. Ferreira 
losiia La.a Gome- 
OFICINAS 
Uerente - t ilsen Slsa antes 
IMPRESSÃO_«nas dar Chefe! 
COMPOSIÇÃO - 0kls cais d: Seu±a Chefe) 
2'len ô. para.. !..'uis C. Y.·d,·. (:'da 'Rib,•in• 
•·. .. opiniõ~ ... cmitid.i .. nn, arti••o ... :1 <sinado- nlo repre-en­ 
am o ponto de vi-ta do jornal. podendo até ser contrárias 
íl t''t(•. A opinião elo jornal. adta- e epre ..... :1 no-- Edirorini .. 
nos comentários não a--inados' 
.,,inatun, Anual: !) .. la  i,1n - 110,00 
IJiuru, [uni<·ipin, - 100.00 
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Redação, Administraçiio e Oriciuas: 
us Duque de Cia. sn Dela Visa Mato Gros-o 
Wcnu cio Col(·::io Cn-tcl" Br:111,·u) 
~•ílp dei l'I lll•'.i,11,1 •n[o 
,1 llll,ll rlo ,·ur o. :' tfl po­ 
deios fugir do roteiro 
JH'•' eslab<'IP1·l<lo p1 a 
escola é um todo, que 
de·:Pru !-PI' o quu11lo 
maiH po,-,;in•I. 11nif,,1•rnp 
. prnnlidiio parn alla­ 
lll'liz,H,:â•> i· !'1111ç·."io <la 
JH'('-(:'-..eola. !'ara a (·1·1a 11 
c;a tc•r um ni'(:'I sulic-it•n 
ll' para ini!'iar na !Pitu­ 
ra e na escrita ó que 
Sl' raz n p1onlid:io para 
ali,! hPliza'il o. 
I criança a ser a!­ 
fabetizadnu deve ser eon 
Hidl'l'tHla no-; f.eus Y1Í­ 
rio:-: a,;pe<'l0s ele rlescn­ 
,·ol'illlPlllo l', por essa 
razt10. de'l'mos (",lar 
1ltL'lltos para .!cridênL'i· 
as clc orcll'lll gPrnl <' P:<· 
P<'<'i:tl <)li<' i11l'1uelll din•­ 
larncnte súhre a all'c!IJP· 
lizaçiio. 
. prt-paraç·üo para 
alt'abéti;,aç;-lO pode ser, 
ini<'iada aos -l an~H C'0lll 
pletos. como. tamlll'lll. 
pode Sl'l' t'eita H('CIL'rncla 
111c111e aos 7 anos. To­ 
davia, devemos Sl'l' sem 
pre atentos co1l! os vú­ 
rios aspectos. int<:'lectu­ 
al. areth·o. social. íísiLo. 
da criança. 
,l(•m dos asppc•to:-­ 
gerais deveios estar 
ntPntos para a PYoluçiio 
das funções espeeiricas 
11eC('s,-árias ú prepara­ 
çilc, para a 111t'abt-tlza­ 
çi'iu. 
, preparac;i'io ela 
crianç:1 para a aHalleti­ 
zaçiio e aprc11dizag-em 
em geral depe11rtem de 
processos ncurolúgic·os 
e funções espacil'icas. 
Deutre as últimas :is 
mais importantes são: u 
linguagem, a percepçüo 
.Q esquema cnrpural. a 
orientação espacial e 
temporal e a luteralida­ 
de 
Vejamos cada um 
Particularmente: 
!.o Linguagem 
aos seis anos u criança 
deve saber pronunciar 
cOJTPtamente todos os 
sons da nos u liuguu. 
1ão se deve iniciar a 
aHabetiwçüo de umu 
criança 11ormal enquan­ 
to nfto souber ralar cor­ 
retamente. 
e 
:; ' j-"' fll 'li,, ( 
0
I),'jl", .ti 
!•, " 1•111('11 i:11;l'flt<1 lo 
pl'llprio {'()I J, >: jl,U 1l •'· 
fllt)llll'lll0 . i ,r<llll'il• t' 
at1t11 !,•, ..  c·;·111 ,. 1 ,·,,1,1 
!JOII! <ll''il'll ')J lfl)Pf !O 
T!IIJUl' (·<•11lirl'<'I Ú 1,, í l 1 
seu própri ('
11l'Jll1,  
all'liYid·:dP, I'º' -.u·t  •·1 . 
c·:qJtillle ,p alraY(•~ !,1 
po:-lllra. ,J;,s ,itilu ft,, l' 
dos 1•1111J(l1J1·1,1111e1.tr , ..  
criutçu de i anos que 
11iln il er :idquini!o u1n·1 
boa noção do seu e=que 
ma ,·orp,1ral st•rú ·de·,· 
jeita l" e sua leitura e 
escrita, que são funções 
'ÍS0-11lf>l()ra,; P~tal'Ú l>l'l'- 
iudir·ada. • 
4 Orientação Esp1- 
eial l' TL•mporal 
Orientação L'spa1·i ti 1· 
Yer-se P, t>ras eoba,- ,!lf1 
l'Spaço em relaç::o a ,.j 
próprio, (• cliri.~ir-,-,'. (, 
1L':,Jii1r o,; lllO'i!llt•:1tos l' 
aclaptú-lo,; no espaço. Ori 
rota<;>ilo tPmporal (, ~ituar 
o presente em relação a 
um untes e a um <iL'pob 
é dblinguir o rápido do 
lento. A plPna capacida­ 
de ::oó eonseguirú ao.; 
seis anos eom o desen­ 
YOl•:imento d" lingua­ 
gem. 
5" l.alt>rnlidadP 
É o us, preierente que 
se faz de uma das duas 
partes do cerpo. tLJO hú 
dextros absolutos ou 
eanhoto totais. . ia te­ 
mlidade é uma qu<:'c::tüo 
ncuroló~iea. e percep­ 
ç·ão da mão atiYu da 
criti nça é facilmentf per 
cebida aos 3 anos. :làes 
desavisadas tentam 
'·dextraliznr" os filhos 
ocu ·iouan<lo translol'!los 
sérioc: pois a lateridade 
fuz parte do complexo 
rroces o de integração 
do esquema • corporal. 
da orienteção espal'ial 
• P temporal e das p i'­ 
cepçõe,,. I evolução 
harmoniosa erá rr,mpi­ 
da. os esquemas perde­ 
rão ·ua integra('ão e u 
criança poderá ficar prejudica 
da em aços que se relaci. 
de 
e q tu t d o 
pode pretende1 
!',tf1l'll'III'· 1• <'IJlll l IIH' 
rot, ' i 
'! ll l' IJ111: <'1'1,ll 1,1 I o • 111 
IOl' l le Pl' 1 1 1 ett, l 
1,'lrlll : 1 j ). 1 ll1 (' nn fot 
IIJ,!. lllll:t (' 11:11 f,'.I til' i 
telignvi 1 'or rJ, . t'º 
, 1•r 1 't°"d' ll!r
1
·, .t ,t'c;u·td 1 
1 l.1 li!I I I:• 1 .,. I' 1 ,., l lllO!II 1 
das 'unções espevitic;+s, 
: :, ., tlt• I' 11.1 ·1 11' :t :t!l.t 
l·ti 1çà» 
te 
'1 !''li, llli,'.11 •',l 
b- flt cri!neus [u 
t{e;r He ny• llf f> Jl Ífl· 
ll'II~ •,wia .1, '''!ll'' ':1 ,1:t 
lllili,: l'O'l"":!IJll'ilO :lfll'Pll­ 
dl'J' a lt·r ,. P"'<'rt''t
1r 
fll•l''ll,ifl,~• ldt• tl1•Jdo a 
causas !efetivas, Jesões 
t'l'i!'l1;-ai-. IIIÍl'ÍIJõ:1:-. Ílll:J· 
turilade neurológica }0 
,',·111 prvJli lit·ar a p,·r,Iu • 
ção nora! das funções 
t'SJ)t'<'Ífi(':t '· 
() papel da escola 
ptt'•-prim;!ria ,. ju'-'t·111,P11 
ti' prt>parar a 1Ti;11,, .. ,. t' 
lr<:ina -la ali'!! d<' qu • 
adquira os instrumentos 
básicos indispensáveis, 
(JUP ('l)ll-..tÍtul'fJI a pro· ti 
dCto para a alrabl'li/'.1- 
ç·iío. O li I'" adotar!r1. ri 1 
,;t"•rie ".- C'asi11lw feliz". 
ba,eia·,:-l' l'lll ('.fH'l'll'll­ 
('Í.I:; lJUe la Ol'l'("tlll O 
clr;,en'11l'illl"llt<J "" ,u­ 
:t,:- poteudali•!:t<!(•s e ,1U­ 
to-realiza1;iio , i:::unrln 
sua integruçilo 11,J meio 
em que YÍ em e atuam. 
A di'icipli11a Comur:i 
t'açüo e expres~iio utili­ 
zando u leitura. a co1?1u 
nit'açi'iu oral P Psérita 
leva o aluno a expre,­ 
sar-,e com :larez:, P 
correc;ilo 
O Programa de Saü 
de leva o aluno a entPa 
der necessidade de 
cuidar desu·1 ,-uútle. 
, EducuçJ o :!oral e 
CíYieo ol'eret·r situur,õe:s 
e ôportunidude..; de pra 
ticando a ,·ida tlemocrú- 
1ic:1 em 'Ct.: ambientl' 
es .ola!'. Pº""ª u (·1·i:111- 
ça educar-se mora I e l'i 
YiCdmente para sua fu­ 
!ul',I cidadania 
Fernos. Chapas. 
Cel. 
J 
Tubos. Tintas, Azulejo,: Vidro". ConjuutM Saniturio·. Arn.mt>:-. 
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PREFEITURA MUNICIPAL DE DELI YIST 
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O Pl'efeilo ?.lu□icipal de Bela Vista, 
uo uso rle suas atribuições legais, J'az 
saber que se acham Inscritos no Livro 
de lnscl'ição du Dívida Ativa Municipal, 
por débitos vencidos e não pag0s, os 
Contribuintes abaixo relaí!lonados, que 
deverão providenciar a liquidação do 
referido débito, com os acréscimos le­ 
gais, no prazo de 30 dias a contar da 
publicação do presente Edital, sol) pena 
de cobrança ,Judirlal. 
icelino Jranda Vieira Cr$ 
Adão Vasques 	« 
Aderlto Pistori 	» 
J[onso L. de A. Sobrinho « 
AgustinJrn ,réco 	» 
Albrrtino Ilodrigues Russo » 
Alberto Loubet de Almeida « 
Alcir de Souza 	» 
Aldn anta Leite da ilva » 
AHeu Rocha Barbosa » 
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• A]manda da Rosa « 
Almeriudu Ribeiro unes » 
Alvin da Silva Belmont » 
Amarando Viégas « 
Aml:lrósia Torres 	» 
Angelicn Leite Monteiro « 
Almiro Souza de Matos » 
Anila Corrêa Alves « 
Antonio Cuêvas 	» 
Antonio Recaldes Villanova « 
Antonio Ribeiro 'unes « 
Atanagildo Cavalheiro « 
Armando de Almeida Barros » 
Annaucl1t Arguelllo de ouza « 
Armando Boeira 	» 
Athaide Pereira 	« 
Benigno José Pereira » 
...., Bento Fernandes Leite » 
Bento Zavala 	« 
Cacilclo Pucheta 	» 
andida Mendonça « 
Caramurú L. de Almeida « 
Carmem Balbuena » 
Cassimira Afonso » 
Cecilia Pereira 	« 
Cesar Julião Gonçalves » 
.Clemencia Brites » 
CiotUde G. de Mendonça « 
Clotilde M. de Moraes e 
,,ntero Moraes 	» 
,%is Marcéiino_de Oliveira « 
!9Vis Paim da Rosa « 
Paelio Gonçalves 
%! da silva Barcelos » 
,Olinda Freitas «· 
!Pedes s. de Avila « 
{"Oizia Benites Lopes « 
{"}} Lopes iíedes > 
a
d
ia Freitas Cardoso » 
l 
1 
76,57 
01,28 
141,67 
282,24 
57,10 
19t.20 
72,00 
31,50 
40,:iO 
106,42 
1,00 
6,40 
57.6!) 
23,Ci7 
67,83 
2G.17 
99, 11 
51,4 
49,80 
37,00 
54.00 
27,0o 
225.40 
123,70 
74,60 
55,00 
107,3 
217, 2 
1'16,46 
74,09 
113,03 
46,70 
126.01 
73,14 
62,02 
s57'is 
168.30 
34,40 
65, 7 
51,34 
126,45 
140,20 
59,46 
53,69 
24,00 
98,19 
39,38 
77,22 
78,85 
DE 
- 
TRIBUTIÇBO 
Emailiano Ramão Arce « 
Emiliano dos Santos « 
Eny Fernandes da Silva » 
Epaminondas Nunes » 
Ermlnia Mendonça » 
Euzébia ?.lartins dos antos » 
Evu Alves Duarte » 
Evina dos Santos Gomes « 
Ezequiel Villamayor " 
Fabrilicio Guimarães « 
Fermino Afonso 	» 
Florençia Caceres « 
Florindo Uenites » 
Florisvaldo A. do Nascimento « 
Fortunata C. Cristaldo » 
Francisco Antunes Maciel » 
Franci co Nunes Rondo » 
Francisco Sola□o Lopes » 
Gay Cardos<• Galvão » 
Gedeão Marcelino de Oliveira » 
Gilberto Lino Leite « 
Grnciano Franco « 
Hamilton Moraes » 
Hercuies José Talini « 
Heitor An.aral Lagea□o » 
Hilda Amaral 	« 
Hugo Coene 
Iracema Proença Rocha » 
lrncy Gonçalves Barbosa « 
lrandil· de Azevedo Ramos « 
lraty Ferreira da Costa » 
Ireuo Arguelbo " 
Irene de Azevedo Baez « 
Izabel Arguelho de ouza « 
Izabel Vargas Rolão » 
Izabel Centurião « 
Joana da Silva de Oli ,•eira « 
Joana Fernandes » 
Joana Irene Gomes « 
.João Amadio Vieira " 
João A. José M. Caporossi • 
João Aoto□io Ribeiro » 
João Delacruz D. Zevalles « 
,João Godoy da Silva » 
João Jara 	» 
João Moreira 	» 
João Nabor C. da Silva » 
João Ramão Spindola « 
José Dino da Silva " 
J ovino Vi tos Narcizo » 
Julia Rocha Xavier « 
Juliana Lescauos 	» 
Julio Ferreira de Moraes « 
,Insto Rodrigues » 
IGeber Loureiro Medeiros « 
Leonarda Medina » 
Luciano lfartins Chimenes » 
Laucidio Rios 	" 
Luís Marques da Silva " 
Luiza Aida Aristimunba » 
Manoel Aparício rle Moura « 
29,58 
19,43 
49,70 
80,47 
43,:í 
132.92 
i 
9-1,50 
23.00 
éí.is 
36,50 
(i8,!)0 
8!),47 
70,77 
72,00 
210,58 
28-1,51 
45,45 
173,83 
111,00 
193,ilU 
79,14. 
18-1,-1.6 
123,12 
7G, O 
41,b8 
44,89 
40,50 
58,50 
85,38 
116,06 
24,30 
100,81 
96.05 
-14,94 
4 ,00 
173,r,3 
29,9 
73. 1 
33,oo 
•J '>o 
is» 
116,9 
108,00 
19,71 
120,24 
82,57 
52,G7 
172,37 
27,00 
98,19 
67,38 
76,50 
loo.73 
124,oo 
36,22 
42,06 
64,o5 
4o,5o 
34,66 
16 ,-11 
Maria Con or ·ia Ovando « 131,1.1 
Maria Estela de ouza » 40,0 
Maria Ester Beuiles « 10'.!,0::í 
.!aria Herminia Benites » 33,17 
Maria Luiza Vieira » 5546 
;Jaria Rita Lourelrv ,. l>li!l,70 
:laria 1 ereza do Tlego " 300,11 
Maria Cardoso 	» 37,00 
Martiliano Ferreira Barbosa « 97,62 
l!ushashiro Fukaia « 77,53 
.lelina Ocampos 	a: 50,IO 
Miguel dos Santo!! Filho » 81,8G 
.liguela Sório 	" 53,Gl 
.Joacir Lopes 	» 72.00 
Nadir Echeverria 	« 98,40 
air Caceres 	,, G7,-1G 
Narcizo Gonçalves » 28,59 
Nair .!ena Barreto « 38,9l 
atalicio Mendonça » 29,98 
Nelson Gomes de .!elio u 3:í0,37 
'estar Nogueira 	252,98 
'ilza Barcelos Jaque » 87,fJO 
Nilce Domingues Rocha » 37,08 
Ofelia Florentim 	« ll2,37 
Olmiro Correa ela Silva « 87 39 
0swaldo Lino Aranda « 197,92 
Pauli□a Alves dos Santos » 125,50 
Pedro Moraes Custodio » 36,00 
Pedro PIinio Gil « 48.57 
Pery de Almeida Mello « 167,5!1 
Porfiria Jardim de .leneze,; " IOG,95 
Ramãv Aurelio Palácio u 54.00 
Ramão Conceição Almiron a 15, 7 
Ramão Pire 	« 46.69 
Reinaldo Campo: Azevedo » 43,45 
Rodolfo Icassati .Iolina " 30,51 
Rubens Medeiros « 72.00 
Rubens Pael Lopea a 72,uO 
Rubens Silveira da Cunha « 27,08 
altacion Acosta 	« 92.12 
Serafina Villalba Leite « 3 ,00 
ergio Lopes 	» 57,60 
Sergiu Valdez 	» 22,00 
Shara da Cunha Colina « 90.69 
indulfo F. dos antos » 116,25 
Shichiro Michikawa « 8478 
Seon Jonathan Owrtron « 51.75 
Simoteira Caceres « IP,00 
Tarcilio Ramão Ramires » I07.08 
Tecla Sorrilha 	» 195.11 
Teodorico M. F. Lobo » 4136 
Ten,za Coêlho Vieira » 95,42 
Tildo Duarte 	« 28.02 
Tubalkaim de Almeida .lello" 120.00 
Yalentina Gomes de Lima « 27,00 
Veronia R. do ascimento « 40.12 
Xisto Ocariz FiIho » 284. 2 
Xisto Santandel 	» 56.38 
Bela Vista, 8 de agosto de 1975. 
Dr. Ruben Alberto A. de CastTo Pinto. 
Prefeito Municlpa 1. 
Curitiba, 05 /08175 
rezado Editor 
Ess 
o».3"o que esta en- 
lo, ""? gozado da me 
s,,2"de junto de sua 
At e _do Júnior. 
e~,""Yés desta venho 
"ze 'Sa. que atua­ 
e ui4;""erego constan­ 
te lllon-a Mo até o presen 
ento. tendo em 
CDRTll 
vista que a partir do 
corrente mês o assumn­ 
te passará a receber su 
as correspondências no 
seauinte enderêço: Rua 
Presidente Faria, 141. 
Galeria Andrade. Apto. 
12. Edifício Anua. 80000 
Curitiba Paraná. 
REDDÇIO 
um leitor consciente as dos pelos redatores do 
matérias publicadas em jornal assuntos do pas­ 
Tribuna da Fronteira as sado que de certa for­ 
quais re[letcm um saudá ma deixaram de ser no­ 
vel sentimento de amor 
à nossa terra e à nossa 
geute Belavistense. Con- 
e outros. 
sidero também muito sim 
.. 
ll 
'd pática a maneira cari- 
Aproveito a oportun1 a- 
d
. mo nhosa como são trata- 
de para aplauhir co 
ticiu. Refiro-me ao ··Clu­ 
be Belavistense'', LEB. 
Nu certeza de merecer 
a devida atenção de V. 
.a. subscrevo-me. 
CordiaJrnente. 
Alceu Edson Torres. 
NR: A atualização 
de seu endereço já foi 
providenciada junto ao 
Departamento de Circu­ 
lação. Agradecemos os 
elogios. Disponha.

B LUZ DPBGOU 
) belavistense está mesmo +ómente para /o- 
frer as con equeneias de intromissões de leigo 
('ll) as. lllllOH lúc•nitOH, COIIII) (• () CU"O "ª JJO!--,;a 
c•ncrg-ia olút1·il'a H(•11Iprc l'alhall'IO. 
Sabe-se de fonte certa, que no uno passado, a 
Prefeitura havia acertado com a EMA'T, dada a 
intríereneia do 'omando deta guarnição junto 
de • Exa. o General Villar, cmt. da Ja. RM, que 
('(lllHC/?Uirn (!Olll () c•nfflo ÜO'l'l'lll.ldí)I' !->r. .l()hl.! 
Fruelli a remessa para Bela Vista, de dois mo­ 
tores doe 00 Hl PP cada, os quai seriam udqi 
1·ídoH I,·n11tiporta<los e i11Rlalndos, o qu • podcl'ia rc­ 
solver a situnução de maneira satisfatória. dada_a 
dil'l<-11idadt· em que se encontrava a iluminação 
do" 11Hu{1rloH t• a cidudP larnhe111. 
la8, Hl'lllll'C Ulll lllUH ... :1 politica entrou e O 
11holiludfl do dop11tarlo Barém l('lPgrnl'ou e' foi pu­ 
lllie·atlo n<'H e jot'llnl. que ó viria um motor de 'it) 
1 wa, que ele havin conseguido nas 'entrais Ele­ 
lrh.:llH cio ~io Paulo. 
lealmente, dias depois o trampolho chegou e 
coI11 que.: dil'iculdadP a PrPfeítura paHernu parn con­ 
seguir por em funcionamento aquilo depois de quatro 
rn 'ieH nwis ou menoH. E as raltaH de peças, de 
t(•enicos que Hc iam o vinham at<
1 
que <'hcg1urneI1t 
ús tnlH Jll'ÇHK. Com iHfiO, o Go,·crno e n CEl.'I' 
se encolheram no fornecimento do primeiro proje­ 
to. 
lcsullnrlo: A droga que era velha está ui 
quebrada sem peça ele rr.posiçüo e u popula~·iio 
SL'm luz. 
O pior. é que h:,;lemunhumos uma rle-;l'açalez 
incomum às autoridades que haviam planejado u 
vinda dt-- ,!ois motores. além cio rlespre:-ligio ú 
i11terl'er('11cia cio Exmo .sr. Gal. Cml. da fla. R quo 
sol'rc.:u a ele ·corte::;ia cio político com sua :11tcrve11- 
çi.lo. Isso trouxe sério revés uo povo ele llolu Vis­ 
lu, que n estas horas deve estur lhe rogando pra­ 
gns, corno i11imigos nº 1 do 1tosso :progresso. 
A lição é bôa para "Ele" não se mi.'ler mui 
cm coisas de que nfto entende. Poure Bela Vista, 
logo ugornu que estava recebendo um bafejo de 
melhoramentos lle'ido o dinamismo do nossn Pre­ 
t'eito, aconteceu o imprevisto 
Joia Jota 
TRIBUNll 
º" 
FRONTEIRA CONVITE 
ti 
Pede o Clube Belavistense 
Um grnpo de amigos de Bela Visl11, resolveu 
reconstruir o Clube Belavi tense, entretanto, para 
que po.ssa levar avante essa nobre intenção é pre 
ciso que outros amigos de Uela Vista e do Clube 
cooperem com e· e pequeno grupo. 
A C0:11 'SÃO conta com u boa vontade de lo 
dos os BELAVlSTENSE e apresenta a nova DI­ 
RETOR!,, abaixo discriminada que t'oi eleita por 
aclamuçüo, que irá reorganizar o Clube. 
Para Presidente: ilajor Danilo Fontoura üenllry 
ice Pre-ideute: Osr:ar Rodrigues de Aruujo 
1° ecreturio: ,Jairo 'a concclos 
2° » Augusto da Silva Castro 
1 ° Tesoureiro: Odilon 
1
une Leite 
2° Te ou reiro: V ilor Vieira 
"Conselho Fiscal": DeoclPciano Vascon<!elos 
Alvaro i'.11. ilascarenbns, Pedro G. de ilelo 
Ht!lio Bnlilnui, Horacio H. Bruru 
"Conselho Diliberativo 
Ul.isse • Pinto de Almeida, ~vilasio 
1
. de iliranda 
ilarlo Antunes, Julio Fernandes 
Diretores Sociais 
Vicente Delvalles, João Pereira, Ana M. R. Vas­ 
concelos. ilaria E. Antunes, Auro Piagette, Alfredo 
Franco de Melo. 
ORADOR 
Dr. Carlos Edy de á iledeiro. 
Diretor Esportivo 
Mario Euripedes ilamedes . 
Diretor Artistico 
Armando Braga 
A nova diretoria espera o apolo total dos soei­ 
os e forças vivas da cidade para o reergulmento 
do Clube Esportivo Belavistense; 
"Orgão Independente a 
:-,; 1 íO 
, 
o Vereador Fiori urano, apresentou à Mesa 
Mensagem ao Executivo, solicitando maior rigor no 
serviço de coleta de lixo e juslifieaodo a inechda 
n trn vés ele co11HidNa~·õeH em que diz que, tem se 
eril:ode grande nmere de latas e caiets de detrites je. 
gad11s uas calçudas. e ali permanecendo sem que 
providencias sejam tomadas. - Este Expediente foi 
endereça lo ao Chefe do Executivo. 
F !IR 
A 
9G TEE,O 
l·O 
Aprovado c.>m "regime de urgencia" o Prnjeto 
de Lei 11º O:! 7iÍ, ele autoria do Vereador ,José Glau 
cy Flôres, que di:;põe sobre a Doação de imóvel 
à Liga Esportiva Bclavistcuse. As dimensões do ter 
rena. que servirá pura a <:onslrução do Ginásio de 
Esportes (Belavi ·tão). tem as dimensões de 120 X !)5 
e é parte da quadrn em que se enc<rnlra o Estádio 
Octávio Foutnura. cuja ureu de 120 X 120. conti 
nua a se con::.titui,· como putrimonio do Municipio 
O Teneno doado para us Obras pretendidas pela 
LEB, revnterüo ao domínio do J!uaicipi0. ca o em 
3G me es. não sejam cumpridas u obras pretendi 
das. O Imóvel doado é parte cio lote 1 do Setor 3 
cuja rlimensõr.s são de 215 X 120. ' 
É a seguinte a íntegra do requerimento apresen 
lado à 1les~t pelo_ Vereador José Glaucy Flôres. te 
cendo considerações a respeito da implantação do 
Nstema I adruo Cemat e .que foi ~1prnvarto unâni 
memeute dentro das formalidades regimentai • 
t:, 18. 
SR. PRESIDEIIE 
. Regueiro ~ Mesa, ?Uvido o Plenário na forma 
regimental, seja encaminhado ao Sr. Prefeito M G 
gtal. considerações à respeito da implante'{{ 
1stema Padrao Cemat, ~xi,.1encia tornada ç_ bl' 
através de Edital pubiicad pela Prei,,,PUeo. 
cipal. 	e1 :ura J!u 
Desejamos deixar 
patente, através deste 
requerimento, que nos 
move o interesse de sal 
vag11ardar o executivo 
municipal de possiveis 
mani!P.stações l!egatlvas 
em decorrencia da medi 
da e assim_ também, res 
guardar o interesse poli 
tico da questao em fóco 
Pela "carência" do 
serviço, queremos crer 
que a coutiaui:'lare d~ 
atual sistema é o mais ade 
quado e o mais sensato 
se considerarmos que o 
usuário, para o cumpri 
mento da medida, dispen 
derá infrutiforamente 
de uma despesa da or 
dem de Crs 2.500,00 a 
3.000_.00 para consh·uçáo 
do sistema exigido e não 
terá a compensação 
pois. O Serviço de Eer 
gia Elétrica não il'á me 
lhorar ... 
Por outro lado, o 
usuário que não cum . 
a exigi .. prIr 
..-encia no prazo es 
tipulado, pagará por Iam 
~adas, aparelhos e toma 
ª.~ ~te., fator que muito 
e1girá da fiscalização 
e nao proporcionará au 
~ento de_ arrecadação 
. até muito pelo contrá 
r1o, acarretará prejui 
p • , 	IZOS, 
"r4 mito ráen ao 
usuario, registrar 
efeito d . para 
e pagamento 
, ' 
A Igreja Eva; 
Qu dra 11!.!Uh r (Cru 
Corl ida o povo 
geral para ussstur , 
cultos todos os dl s 
to,shs, para e 
vra de ll,•u..:, J e• t·li , 
11 libertação de t 
seus problemas, no t 
ualho P 1•111 l'urnih t 
mente o poder de 1 
poderá liberta-los. 
l: müo,; não clt•tx­ 
dt' fu1. •r uma visit, 
Rua General Osório 
Dela ista MT. 
apenas dois frl<'1h 1,, 
Luz na sua resideru i 1 ,. 
e a 11oitc, iluminar cn 
discentemente a sua a 
·a, utilizando-se ele toma 
das, Bejamins, ete, mate 
rial que apóH cada I1oite 
d uso, será retirado. Is 
to eddcnten!f•nle, /l<: ,r 
relará a mesma solw 
carga acs grupos m
1
rudo 
res, sem que sejam te 
gistrados resultados eco 
norn1cos ao serviço. 
e abordarmos o la· 
do politico da que ·f.iío, 
verernoH eutüo a ncce~·· 
sidade de se manifestar 
a Bancada ,renistu, pe- 
la grande promoção ne· 
gativa que a mt-dida irá 
J)l'OVOCar. 
Encerrando, lembra· 
mos também d•J proble· 
mu du F:L T: DE LCZ. 
por períodos longos ou 
mesmo curt,Js. perguntnn 
do em deresa do usui 
rio, em que situação li 
cará aquele que paga j 
por Jampadas e T0mada; 
e se hoverá desconto de 
Taxa, pelos dias ~m que f 
não houver energia el 
triea. 
Reitero à Jfesa ª 
aprovação desta pro[e 
sição e o seu encanl 
hamento ao Executi 
J!unicipal, poi couno 
plenamente no "bom sen 
so·· daquela autoridade. 
que pelo trabalho quJ 
vem desenn,)vendo ntl 
ua administração é .! 
esperança de todos no,. 
'ala tle es ões 11 de 
agosto de 1975. e 
José Glaucy Flores -  
reador. 
DOCU .ENTO 
PERDIDO º 
Jarcirlene PalagllD!l 
Canto, extraviou . 
5
~e 1 
Carteira de Ide!j%;, 
registrada sob o nul1l 
5424. 	f(!Z r 
Publicação que s;~ ,iJl ( 
para obtenção da 
1
-- de 
Bela Vista, Agos 
O l 
1975. 
ATENDIMENTO 
Horé.rio: _ bOl'íls 
Posto de Saúdti.: ' EI" 
as 11 horas Dr. • 
Posto de Saúde: :i.l 
Ambulatório Funrur 
12 horas às 16 bo!'ll
5 
Dr. Fiori !!urano