RINU u DO 
Assis, 18 de Julhyo 
1.!l7:i 
!-- 11hor llanultn 1'1 rnlra 
da Silva 
DJ>. PrPíollo lu 1l<·lp·d 
;uin Í,O!)l'li da l..tl,(UJl!l 
- (Mato Grosso) 
Cu m prime 111 ando-o 
co1·cfü1lnwntP. ,·rnho re- 
110,·ar ronvito para a 
108S:; 1 Reunião da 
Pnmlliu. .1u11íclpal B1•a J. 
leirn a 1· aliznr,He dia 
2 de outubro vindouro 
l 	na cila •lo li a I a 11 a cio 
.lequié, qunnlo entrega­ 
remoH r,fl dlplonrns uos 
dez melhores prefeitos 
Ranulfo Per@iro da Silva do anuo de 1,J7» de cuda 
1 1 SOE 
Estado e divulgaremo 
º" d E. mrlli111 e., prPJl'i­ 
to do 'rssil 75, a 
/111''-111.t dtttu O !Tllllll('IPÍO 
de Jeqxíé estará come­ 
morando, com tradicio­ 
nals festejo o 78 ai­ 
vorsário da amia "Cj.­ 
dad :-;1,I" d,t J!ahlu. 
e4bimos le rweo­ 
lw:· racll1;gram,1 do lk 
l.undulYo 'arib, Pretei-. 
to de .lequié comunican­ 
do que o 1Nvcrnador da 
llalll,t, l'rof. lloh 'rio 
S:111tos. conl'irmou ofil'l­ 
almente sua presunça 
Ú l'PU11iiln, 
l'aro Patrício: - 'a­ 
mos agorn falar eomo 
amigos,-. V,S, é un 
,, 
to de 1975 ne se 
do e deve t .. ,. r,• bi lo 
carta e um Qu • twn ltl'I. 
em a resposta ao qu 
ÍÍOllll!I<> tu,Jp IJ1·,t )l'lr.l• 
do, !sim, pedimos, por 
lavor, no escrever com 
urgência. Mesmo Que o 
,!-., unto Não o Iteres+, 
pois eu 1-1lênclv alé111 
de atrasar nossos tra 
h,tlho,;, aiuda pn•jud1c·,1 
n,; d('11,11ls coloc·,tcloK. 
Perce'e o nobre amigo 
e senhor Prefeito! 
E como julgamos 
que o prazo dado 111- 
HUÍÍl'I ·1L''. va•no, dilatt.• 
lo: - LC,ll o amigo J[j 
R 
tas a partir lo r ,. l,t 
mento de l•• ler .. hr •lt•. 
Comba 46' 
Vamos esperar sua 
reponta e mo e 
teanhe 
'so , ão Itere e 
p•,lil UIII , iO cl1l1l. 11,l 
hora exata, é um 111odo 
de colaborar, De acordo' 
Saudações munleipa 
lLln • ( ( 'rha 110 C'ordnfro 
l)!retor da 
Hua .Jo <' 'l'1•1Hf1,ro, :.'I 
fi'UND,DOll 1,; DIHETOR HESl'O:--lS. VEL: l'.LDO PEREIRA 
edação, ot'ic'illll o . ri 111 j1;Jstr,,çüo 
,º 171 ANO j' 	Bela 'Is La. :! l de Agosto de 197 Bi-~emanúrfo 
Hua Duque do CaxlaR Si:,/ 
--- 
e 
e renovação fosse, 
" ele VPrdq<lo, pulavra de 
ordem, a Arena verse-ia 
livre do lIll:l onerosa e 
pesadíssima carga ele 
•·políticos <liA'oslivos" 
que se eternizam no uso 
e goso do poder, 
Fala e om ·'Disteq. 
são e li parcela nuiis 
ponder:vel d:t Arena se 
eucoJhe. f; mais cômodo 
e menos perigoso iozer 
t:poljlica" ao aoonol)ego 
de !ois de excec;ião e ao 
abrigo da orítica livre, 
democrútlca e desimpedi 
dn. 
O Sr. Souto ó um 
•·veJh•>" que anda de mo 
ocicleta e que dispõe 
de tempo o vagar par& 
euidar do política, 
O Presideute eleito, 
o Dr. Fiori :!urano, em 
que pesem seu valor 
(Diretório Municipal da Arena) 
profissioual, clt,dicação e 
capuci.:la<ie, nft0 desfru­ 
ta, para posar se1;1 e 
nosso. de tempo sufici­ 
ente para o exercioio 
permanente ele atiYicla­ 
des polilicas, tendo em 
vista os cargos que e­ 
;'erce, OOIJl profioiêucia, 
na nobre arto de Escu, 
ápjo. Esse brilhante mé 
dioo ,j muito chegado a 
seus IHOieutes e mi.() ve 
mos, com sinooridade, 
oomo elt, podc•rá .aroar 
QOLTI tão pesadas respon 
sa bilidadas se acrescon­ 
tarmos que está em pie• 
no e:,;ercicio do manda­ 
tu cto Vereador. 1ledici­ 
Qa 04 p
11litioa vai sofrer 
uma defasagem. 
De qualquer rorma, 
esperamos, em nome do 
interesso pública, que 
TE LEGRilMft 
Dr. Rube~ de Cas- 
tro Pinto • 
d 
Prefeilt1ra Munlop~l 
e 3ela VIsta- MT 
'.rle: Campo Grande ilT 
el 7250 ;)5 20 11,!iO 
NR 690 Convi<lo pre- 
2
tldo compa1ibelro para 
Prestigiar ato solene 
assinatura convenio 
Sane anemat com pre­ 
sença sr GÕvernador do 
Estado vg sr Ministro 
cjo Interior vg presiden• 
te BNH e sr diretor ge­ 
ral do DNOS as 14,30 
boras do dla vinte seis 
dA agõsto pt • • 
Levy Dirts Prefeito Mu- 
nicipal • 
ostejamos redondument{I 
engana.cios. Assim seja!,. 
(Retirada d4 Lctguna) 
Por ato do Governa 
dol' ,José Garcia Neto. 
rol e:-.onerado cio oargo 
ele Delegado de Poiicia 
de Hela Vii-ta. ,> Bel Ivan 
da Costa Marques. 
AN ADIDO) 
ILIA% 
Membro:. do Dir. Municipal de Bela "i:-la 
o 
o 
CIi 
R a o. 
• • 
'Josl'l Joaquim Ferreira outo. Pedro José Pal 
miert. 1dalberto Rodl'igues de Sant .-una, Eml Pe 
reira ele Souza, Oswaldo Turini. Roberval Borges, 
l<'rancisco Elio Battilani, Adão Rodrigues . .hre_tra, 
Fiori .!urano, Octavio Loureiro de .-lm_e1da Filho 
Maria Rita tilurano Garcia, Ruben Abott de Castro 
Pinto, Afonso Dillon Nunes Leit?, 'l'om_e!jna Raml 
rez, 'I'lllio Loureiro, Ivaldo. Pereira, .lar10 Ba ttllaql 
Orl&ndo Salomão, Nivaldo de Barros e Carlos 
Centurião, 
Supl_eute. 
José LoureirG, Odili Mascarenhas alemene, 
Hfldo Coronel Viedes, Djva Caporossi de Urbieta 
Zavala, Salvador Rodrigues de Assis, Zulmira O,s 
suna, Sebastião Zacarias. 
Delegado à Couvençiio Regional 
João lzldoro  illalba 
::;uplent;: Noecll Leite Laranjeim 
CO.IISSAO EXECliTí  
Preaidente; Dr. Fiori .1urano 
Vice Presidentt,: .larlo Battilanl 
Secretário: Nivaldo de Barros . 
Membros: Roberval Borges, Octav1o LourPtro ele 
AImeida Fill,o, lvaldo Pereira e Maria Rita Muranu 
Gareia, 
Segundo foutes oflc:iuis 
da Capital do Estado, o 
11ovo Ottlegado será. es 
oolhido entre três no 
mes indicados pelo Oi 
retôrlo .!uulciJ,al da 
ARENA. 
l 
Somos ra,·orávels a 
mudança na sislemà­ 
tica admini trativa do 
'erviço de Energia Elé 
trica, haja vista a manei­ 
r.a desastrosa que ,·i.nha 
sendo ooaduzido na Ad 
míuistração a□te1'ior, 
mas não podem,,s acei 
iar "'precipjtações". 
Ninguem está se ne­ 
gando a pagar as taxas 
de conumo da •·precio• 
. a energia". mas .. , o au­ 
mento deve i:01
1 •·grada­ 
tirn" e COERENTE. Co­ 
brar o que se tem e não 
o que se promete. Os 
bela vis tenses est.iio --ce­ 
ticos" quanto às promes 
a8,., "Querem ver pa1u 
r,er'
1 
... 
Tribuna da Fronteíra 
O Jornal 
zt 
asrnc 
lllllQ 
61is

Tribuna ua Fronteira 
INDICIDOR CD ERCIIL 
G 
ADVOGADO 
ESCRITÓRIO Rua General O-6rio. 825 
B •la Vi8ta Mato Grosso 
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1 
1 
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Trll.Juna da :.,, 1.iir a 
"Em Dedicação Especial" 
d 
HA QUANTO TEMPO NOS CONHECEMOS? 
RECURSOS OI 
CEP PIR SAUDE 
tiei lá ..... 
f~u vinha, você lu ... l'oi um encontro ·omum casual 
Milhares jó se encontraram assim. 
UopoiA eu comeeel a sentir algo, 
'l.'alvPz uma saudade sem razão ... 
Sei lá ... ! 
Nilo era lrlsleza, não era alegria, 
Era uma indecisão do amar você. 
E ou pasi;ura momento, olbundo pra freute, 
Desligada, sem ver nada, 
Gozado I olhava e não vln, 
Estava absorta, parada, consumida por mim, 
- uma verdadeira estátua em 
introspecçôo -- Estava encucada" 
·• Encucuda com uma ausencia que era presença. 
De repente, a interrogação indecisa foi evaporando 
E eu vi dentro de mim. Que era amor. 
Vocõ estava enquadrado no que cu queria: 
Descte o sorriso até aH lágrimas. 
Voce ertt o " IM" diante do aliar, 
Voce eru a mão certa 11a escalada incerta 
Voce era o horizonte nítido ... o agasalho ... 
Mas eu l:Omeli um erro: 
Não perguntei se eu também era tudo isso pra voce 
E u verdade é que não era. 
Eu não estavu enquadraJa no que voce queria, 
Eu era o não 	• 
Não era sorriso, não era agasalho, uão era nada 
Era um ser andante maravilhosamente invisivel 
para voce 
De repente, u exclamação veio em "Closed" 
E eu fiquei aHrmando seus defeitos, 
Fiquei procurnndo tudt> que voce fazia de errado, 
E uão fazia ... 
Fiquei torcendo pra voce me decepcionar 
Afundei-me como arqueóloga nas ruínas da sua 
imagem adorada. 
E voce permaneceu intacto, 
Eu quis desmanchar a ilusão 
Quis vomitar um amor que me assentava bem, 
E eu Lord pra voce m decPpcionar 
Eu queria tanto sentir raiva de voce, 
Ódio 
No entanto voee se maant ve o me. mo. 
lntpassh·el diante do dragão no qual me tran! rorm 1. 
Enlilo, me decepcionei comigo, 
Porqus não compensei o que queria com o qu sentia 
E numa noite, não muito longe. 
lteRol vi selar a carta du despec!idtt: 
Fechei os olhos 
is lágrimas plugaram 
ma a uma 
E ou arlorrnecl, sonhando 
O sonho da aceitação. 
t'idia Zeraide Cindia 
N. SRA. IIPDRECID NO J PIIO 
Em abril p. p. chegou a 
Tóquio _um d·legação de ni­ 
po-brasileiros de .:i:ln Paulo, 
que levou uma imagem de 
Nossa enlwrn Aparecida, pa 
droeira do Brasil. 
A cerimônia de entrega 
da imagem foi realizada na 
Cntcdrnl ,le Tóquio. ilt'pre,cn 
tando a Hierarquia católica 
do Japão estavam prre-entes 
os bispos D. Tunaka ,. U. lia 
mao, que agradeceram o prr 
ente da imagem de N. ra. 
Aparecida, ímbolo e penhor 
de maiores bênçãos aos cato­ 
licos brasileiro- e nipónico». 
(ABI- Agen. Boa Imprensa) 
(IWMIIO ME II!USES {III 
Dr. Ciro Benhur Torres Gallo 
Huu Antonio Maria Coelho • 339 
Fone • 217 Bela Vi.ta • :lt 
Bacteriologia - Bi<•quimica - Hematologia 
Parasitologia - Sorologia - Urinálise 
Pré - upr,ial Pré - Talai 
EM MI. 
Em oficio 'IH',1- 
rniuliado : ,-1,. l'llllilí•1.L 
Legislativa, o secretário 
Antonio Alves Duarte, 
da Saúde, comunicou, 
en rosposta à proposi­ 
ção do Deputado Sergio 
Cruz qu a sua Secreta­ 
ria está interessada em 
studur junto à Secreta­ 
ria de l'lanejamento, u. 
elaboração de projeto 
visando contrair emprés­ 
tlmo da Caixa Ecouômí­ 
ca pH rn co11Atruçü o. ins­ 
lalução e reequipamen­ 
lo de Unidade :::iunii.ú.­ 
rias em ~lato Grosso. 
Na justificativo. da 
proposição a1:olhida pe­ 
le 'ccretúrio de .:iaúde, 
o deputado Sergio Cruz 
lembrou da exíf'lência 
de crédito P.specíal para 
aqueb finalidade na Cai­ 
xa Econômica Federa 1. 
e upós ura, rápido hi Ló­ 
rico da problemática da 
saude pública no Est.ado, 
lamentou que "por falt, 
de recur os financeiros 
o Estado venha claudí­ 
cando na diaamização 
de programa as istenci­ 
ar. 
PRECO , • • • RAPIDEZ • • • 
- 
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DO CLIENTE EXIGENTE" •

Tribuna da Fronteira 
De volta de minhas 
f+rias, no calor do mel 
lar, vou revivendo os 
passeios, os luares 'in 
dos que conheci, as lem 
branças vão surgindo, ce 
nas alegres, as brinea 
dclrns do grupo de ami 
os, os comentários do 
lo aif! históricoH. 
Por aquelas estradas 
porlreutns e i11grcme:-< da 
erra, personagens im 
portuntes, 110 porto <ie 
So Sebastião, na cida 
de do mesmo nome, Is 
reliqulas do I10Hso pnR 
sudo. 
Várias foram s ce 
nns com que nos depa 
rumos, mas umn calou­ 
me profu11dume11te. ,o 
euir du tarde, tudo IH'Oll 
to pura deixar u pru:u, 
llf'l'l'UÍÚ'lllllOS o espetá 
culo maravilhoso rio sol 
hatendo nas águas onde 
o:,; nuances do azul ao 
verde, uo roxo eram ai 
go ele inrescritivel. 
Bem mais atrás. um 
homem ainda jovem, ui 
to. corpo bem feito, sim 
patico, caminhava tra 
zc:udo 110 ombro ua vu 
rn de pescar e na mio 
upeuas uma sacola leve 
Ao seu ludo, seguia suu 
esposa. morena, jovem. 
estatura média, tran por 
ta ndo pesndissima baga 
gem. um enorme suco de 
lona e um caixote com 
utensílios de cosinhn e 
apetrechos de. acampar. 
.·lrá deles, camin 
Jm,·a com dificuldade pe 
la nreiu, uma garota com 
·cus brinque•os, fazendo 
um esforço tremendo pa 
ra aconipuolt111' o,; país. 
Por onde passava, o 
trio naturalmente l'C 'e 
bia comentários pelo fa 
to d um homem forte 
deixar a mulher carre 
ando tanta coisa. u 
criun<;a de !ipenafi unfi 
} aninhos fazer tal ca 
minhada, enqua.nto ele 
in l'olgudo lüo sómente 
com sua varn de 
pescar ... 
Em ctadn momento, 
começou a RUbidu. Foi 
aí enlüo, que um dos 
rapazes do noHso grupo 
dividindo a bagagem 
com outro, tomou a garo 
ta nos braços, para aju 
dá-la termi11ar a longa 
caminhada. 
O Pai da mrnina. oi 
hanclo tristemente para 
ela, disse em seguida pa 
ra o rapaz que a carre 
ga va: - Porcal'ia ele pai 
que minha rillm tem, n6 
moço? Que vale um ho 
mem cujo coração é tão 
l'raco que não poclr dar 
uns passos com sua filha 
querida no colo? 
As apareucias enga 
num né amigo? Diante 
de tuis µolavras, baixei 
minha cabeça, esco11den 
do uma lágrima que co 
meçava a brotar. Quem 
conl'inr nas aparencias 
está a arri cando a co 
meter injustiças como 
por certo cometeram os 
que ignoram a estória do 
nosso amigo. 
Por trás da aparer.­ 
cia sadia daquele udvo 
gado que trabalha :,orno 
O PROGRESSO 
e permanecerem as 
atuais condições das iu 
dúslrias produtoras de 
cimento - levando-se em 
conta os aluais índice 
de desenvolviment0, mas 
levando-se também em 
m conta os atuais incli 
ces de clesenvolvimeuto 
do pais e do aumento da 
sua população - dizem 
os técnicos especializa 
cios: Dentro de duu dé 
e.telas "Haverá 1,0 Brasil 
um Deficit de Cinquenta 
ililhões de Toneladas de 
Cimento. É de estarrecer 
E dizem ainda os es 
tudiosos do assunto que 
as indústrias do ramo 
não tem condições nem 
possibilidades de realiza 
rem um deseuvolvimen 
to "extra", acima• do ja 
calculado, para diminuir 
o deficit previsto. 
Será que fazendo um 
excessivo esforço de !ma 
ginação seremos capazes 
de ao menos fazer uma 
Adalberto R. de Sont' Ana 
idéia do quanto de entra 
ve par:1 o progresso sig 
nificará a falta de ciu 
quenta milhões de Tone 
lada de cimento no 
pais? 
eré. que num suprt: 
mo esforço intelectual 
poderemos siquer imagi 
nar o quauto de parali 
zação Je obras e de ele 
semprego causará a falta 
de cinquenta milhões de 
toueladas de cimento? 
Se as atuais indús 
lrias não terão em bre 
ve condições de produzir 
o cimento necessário e 
indispensáveis para o 
continuado crescimento 
do pais, não será então 
de necessidade imediata 
a construção de novas 
fábricas? 
''Em Bela Vista há 
inesgotáveis reserva de 
calcáre,, - i'latüia prima 
para a fabricação de 
Cimento. 
V 
pout'O:l, que IP'U Ulllll 
vid:t normal de freta . 
pa11seio., ele .. cncontrn­ 
RC Ulll bortH'ITl que est 
constantemente em Juta 
corn a morte. eu cora 
ção fruquissimo o priva 
de quulquer esforço fisi 
co. Sua esposa é admira 
vel. dedicadíssima. • uu 
companh irn Plll todus 
as horntl. Ele possui urn 
genl'.> espetacular, co11tu 
pladus, brinca com todo8 
é comprensivo dentro de 
&ua contugia11te alegl'ia 
e percebe o drumu que 
lhe vai na alma, o pav0r 
da :IORTE que poderá 
vir a qualquer momento 
para outro em plena 
mocidade. L Y ... 
ACADEMIA YAMARASHI 
De Judô faz entrega de faixa-azul 
Na noite do dia lo 
d agosto de 197», fora'n 
conferidos a 2l judocas 
de nossa cidade a gradua 
çil.n d fui.; a • 111.ul. 
sendo os primeiro co 
locados, premiados com 
medalhas. 'bendo ao 
Iº lugar -G e t u I i o 
.Jorge jJelo: :2" - Jlaroldo 
Pinheiro, 3 Emanu 1 
.Joiio jJadel. j!edullm 
Disciplina - Paulo Itober 
to de Jesus - Medalha 
Honra ao ~lérilo - Edu 
ardo Pinheiro. 
A academia yamaras­ 
hi vem ministrando au 
las de judô a rnai,; de :i 
meses sempre procura 
tio desenvolverem seus 
alunos a moral elevada, 
ClRTÓRIO DO 1º OFICIO 
E i DE PROTESiO 
Eu, José Avelino e 
Silva, oficial do registro 
de prole tos da comar­ 
ca de Bela  ista, do 
Estado de ilato Grosso. 
na forma da Lei, etc ... 
Faço saber aos que 
o presentP edital virem 
ou dele tiverem conne­ 
cimeuto, que se euco!!­ 
tram em Cartório. á rua 
Coronel Dias, nº 948, 
nesta cidade, para pro­ 
testo. por falta de pa­ 
gamento e ou aceite, 
o seguinte títulos. 
a) - Duplicatas apre­ 
sentadas pelo Banco do 
Brasil A. 
1]- Duplica ta nº 23. 
4 3/ c. valor CrS 4.G25,10 
vencimento 30 OG;75 
emitida por Probus - in­ 
ctúslria e Comércio ele 
Papéis Ltcla .. contra ai­ 
ki Harada. 
2] - Dnplic ... ta uº ::l5. 
931, valor CrS 2!l98,82 
veucimenlo 30/70175 
emitida por Hevea s.a'. 
ludústria de Plástico!!' 
coutra 'aiki Harada: 
3] - Duplicata n 10 
G64, vaJorCrS 1.060,40 
vencimento 06/0!5/75, 
em1ttda por iletalúroica 
São Rapbael Ltda.. on­ 
tra Saiki Harada. 
4) - Duplicata 11!! 54b 
3. v_alor Crs l.021,87 
vencimento 2004.75 
emitida por Cas Edito­ 
ra Vecchi s.a. contra 
Raul Brites. 
b) - Duplicatas .-pre­ 
sentadas pelo Banco 1- 
taú s.a. 
1) - Duplicata nº 573 
297, :valor Crs 1.593,9i 
vencimento 11/06/75. 
emitida por Refinações 
de lhlho, Brasil Ltda 
contra Saiki Harad' 
2)- Duplicata " 154. 
010, valor CrS 5.795,HO 
vencimento 11, 06 75. 
emitida por Refinações 
de .ililbo, Brasil Ltda .. 
contra Saiki Harada. 
3) - Duplicata nº 3G9, 
valor CrS 1.267,20 venci­ 
mento 15 oG/75, emitida 
por Le Roy - Exportado­ 
ra e Importadora Ltda., 
contra ::5uiki Harada. 
c)- I ola Promissó­ 
ria Apre entada pelo 
Dr. Haroldo Jlecleiros. 
l] - Nota Promissória 
n" ol 74, valor CrS 2.ooo, 
oo, vencimento 30 03 75 
emitida por João Este­ 
vão ,Echeverria, a favor 
do r. José Thomaz 
Laranjeira. 
. E por ter sido 
1mposs1vel encontrar os 
devedores ou seu para­ 
deiros, pelo presento 
Edit:l que será atixalo 
no local de costume e 
pubhcado pela iu;preu­ 
sa lucal, intimo ·os pa­ 
ra pagar a importancia 
devida. ou darem as ra­ 
zoes de ua recusa e ao 
mesmo tempo, na falla 
de pa_gameuto ou com 
parecimento, notifico-os 
do competente protesto 
no prazo legal. 
Bela Vista (:lT), 
19 
de 
agosto de 1.975 
~ficial do Registro 
e Protesto 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,00 
disciplina e melhor vi 
tisico d e n tr o do 
prieipio de que não de 
vemos formar a ulma ou 
a um corpo, mas, tu 
l lOllJClll. 
SERVICO DE , 
xo 
A Prl'feilura .luoicl 
pal de Bela Vista avisa 
à populaçüo. que a "co­ 
leta do lixo" domiríli­ 
ar. passará a ser rc,ta. 
a partir de hoje e rii 11- 
umente, das 18.00 horo 
da tarde até ás 3.00 
horas da noite. 
Bela 'ista, t!) de 
ngô to 1975 
Dr. nul.Jen de Cnstro 
l'into - Pre!'eitCl )lunicl 
pai 
Delegacia de Policia 
de Bela Vista 
' 
N 99 75 
Em 19 de agosto de 
1975 
Do: Delegado de Po 
lícia 
Ac: Exmo. ·r. Pre· 
·!dente da Câmara lu· 
nicipal 
As: Jnformaçilo. f: 
(Prest!:l) , 
Exmo. Sr. Pre itlente 
Em atenção ao ofi· 
cio ,,.o 71 75, drs a re· 
partição, informo-vos que 
o Sr. Delegado Regional 
ele Polícia de Jardim-Mt 
virá até esta comarca 
para fins de expedição 
de Cédula de Identidade. 
cos dias e meses abaLx
0 
discriminados: 
Agosto - dia 21: 
etembro - dia 23 
Outubro- dia 
2
É, 
Novenbro- dia ? 
Dezembro- dia ; 
Outrossim., 10f%', 
que ó preço da ideoU 
de é de Crs (oitenta,f 
um cruzeiros). cu~ 
importância de; 
ser recolhida à sxatol'l 
local, a saber: (idJ 
Cédula de Iden 
de CrS 4.1.oo; f
1 
Atestado de reside" 
eia Crs lo.oo; 
Atestado de Cod 
ta CrS 20.00. 
total CrS 81,oo . Jar 
Sem outro pari;' 
reitero-Ihe meus P"; 
tos de estima e consl 
ração. 	o 
B I 1
-vam Af oos 
e. 
da Costa Marques ,+ci» 
Delegado de po

Tribuna da Fronteira 
l!lii 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
RELAÇÃO SETOR DE TRIBUTIIÇÃO 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, no uso de 
8uas alrlbulçõel:l leguls, faz saber que se a ·hum 
tuscrítos 110 Livro de lnscriçã.o ela Dívida tiva 
"unlclpa 1, por clébilos ven ·idos e não pagos, 
os Coulrlbuinles a­ 
l•nlxo relacionados, que cleverii.o prnvldonciar a I1- 
quldaçilo cios referidos d bitos, conI os acréscimo 
legais 110 prazo de 30 dias a contar du puhllcaç/io 
tio presente Edital, sob pena de cou1·1111ça ,Judicial. 
Adão Fernandes dos 'Santos CrS :1li,00 
Abel de ila.tos 	1J3,1a 
Aduil Garcia de Souza 	« trl0,liíJ 
i-dall ,loura Fé 	« :N9,~1 
Adair Hlbt1H Teixeirn 	» :WO,Ull 
idalhorto Go:i:alve Bertolnze « li '0,00 
rdiio í>e1110 Soler 	» l,U0 
Adüo Feneirn da Silva 	., 1!i7.0'J 
Ad:1o Rodrigues 	» 12.20 
Adelia Freilns 	,, ~ !li.no 
Ademil' Vida de ,lmcida 	« 62,12 
Adolrtnu ilurtinez 	» 1 "7,S8 
Adnlt'o Cosme Duni~I Crista ldo « 7 ,OU 
Adolro CMta 	)) ~o.oo 
Adolfo Escob111· 	» 10,00 
Adolfo Felipe dos Santo· 	» IO,ll!J 
rdo!finn Expi11osa 	» 2-1,00 
Mu11Ha ria Silu1 	» 129,7ii 
Al'onso ele Sousa 	» 37,;i0 
Agostinho Cardoso 	» '0,llll 
Alady Ribeiro Nunes 	» 151,80 
AlbÚtinu Gil Ferreira 	" 17H,8-l 
.!bino Feneira 	» 11,50 
Albino \'esner 	» ~-17.48 
Aida '::anta Leite da Silva 	« :l7,:i0 
.lcebiad!!S marili Vallejos « :i0,00 
Alcebiades Conea da Silva » 50,0íl 
Alcebindes Dominrrues 	« 139.18 
Alceu Loureiro Gábinio 	« 217.08 
Alcides Fernandes da ~ilva 	» !il.7-1 
Aleinda França 	» 109,50 
Alexandre ,ntonio de Souza » 40,U0 
Alexandrina Ror:ha 	» 202,íi0 
A
1
exa11clrinü d.i Cruz Ocumpos » Ht9,-lü 
Alexnndro 'ouza Tones 	« 11 ',00 
Alfredo Goez 	« 20,00 
,., Alice Pedra Nunes 	« fi0,00 
Alípio Arguelho 	« 13ü,15 
Alãu l3rowm e outros 	« 932...J.0 
Altamiro Leite da Silva 	» !i20,-17 
lzerino Vargas da Rosa 	« 306.04 
Alz1r,i Ribeiro Nune 	» G0.;:ill 
Alzira Gonçalves 	» 29,52 
Amadio Saturnino Quintann Rodrigues « 88.12 
Amaro Gonçalves 	" ~2!•º0 
Ana Rita do Nascimento 	« 11,6;> 
Anastncio :1. Gimenes 	« :Hi9.!iG 
Américo Rodrigues 	" 80.0G 
Anailza Carrea Alves 
.nulaliu llrnites FJor1•11cia110 
Auatalicfo 'avuflic:ro 
A11dre Frcilus 
,11dre ,larcli111 d Menezes 
Andre Nunes 
Angelino Rizzo 
Angelina do Santos 
ngelo Pari; 
A1tizio Franco 
i11tel'O ,jala Lour•il'O 
Antonio Cassiano Lopes 
,ntonio 'esur de Sousa 
Antonio da Costa Marques 
Autonio FenC'im Garcia 
Antonio Martins de ousa 
ntoia Nunes Arce 
Antonia Odenueida Martins 
Atonia Pinheiro P •clrn 
Antonio dos S:wtos 
Apurecicla Solangc Horneiro 
.paricia Correa da Silva 
Aµrigio Candido ria !:iilrn 
1ru<'i Harcelo e outros 
.- rcP II i o lie II li e s 
Achibaldo dos S,,ntos Brag,t 
Arinu Deniz e ,Joiio .l"ino De11iz 
Aristo Sil'leira Lino 
,rislides rranda 'iPirn 
,rlan XaviPr Brnm 
Arlindo dos Santos 
, rmunclo lfo,; ·,1 
Arnull'o .laldouaclo 
Ari Hicardo P.r.1::í.lão Delrnlles 
, ois Outra 
Atanacildo :luncoêlho 
Atau:icilrlo da ilva Pleuti111 
Augusto rguirre 
A11relia Brandão Oelvalles 
Auri110 l)i;tra 
A11l'Or., Costa 
Balbina Ortiz de Campus 
Baltasar Sanabrla 
Be11edilc, 'iloriano ~an!iago 
8P.11igno Expincloln 
Bento dos ,'nntos .lonteirc: 
Rernarclina Pereira 
Bernardo Costa 
Bernardo Expinola 
Bernarda de Sousa 
Bonirãcio Ferreira da Silva 
Braz Florenciano 	» 
Brigic!o lbanbPs 	" 
Bela Vista. í-1 de agMt'> de Ul7~ 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Prefeito . lunicipa l. 
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3:3,00 
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ti.19,00 
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2o,00 
101.3 
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382.81 
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17.31 
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485.7:3 
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213.33 
16.»1 
391.65 
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210.26 
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19.10 
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-10.00 
:1.00 
i ·><'·><-X· X·X-X-X· <,><;,><,><,,x-,x;,x--><.-><cX·X-,><-><·· •·><' / 'i 
? E» todo- o- bairro- da -a itds de-: P@S?3 2!f 
: vc ban:r 11111 011 mui:- po:-tos do J
1
lobral * .h,·no .i;u e noitt: 
Borracharia - Lubril'icanles Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
•;., Caso não exista ainda procure a Comissão Mu- 
i 
i 
i 
i 
.i 
* nicipal do MOilRAL e ajude a solucionar o 
* problema ~lostre-se líder na REGI.O. 
Avenida 'i conde de Tauuay Esquina Flo1ü 
no P.iixoto 
Pt·r1n do IJnnf'o ,ln Br.:,-il 
Guia Lopes da Laguna 	Mt. 
OVERDADEI 
RO HOMEM 
(' 'olaboraçao do Rotary 
Clul> dlc' ll{;'.fa ViHlaJ 
lnnt 'ln o H·U 111orlr1 
de pensar independente 
da opinião pública. E 
tranquil~. calmo p.it'IP!l­ 
te, não grita em se de­ 
,;eSf)l'rl!, pensa vom cla­ 
reza, lal.t com inl<•litr<>n­ 
l'in, vive' 1·om i<i1111,lidd11 
de. É do l'uturn e 11:w 
do p:u-Hudo. l-;empre te111 
tempo, Não despreza 
lll'lll!Ulll Sl'I' IJU! 111!11), 
Cau8a a linpre,-.,iP ,t,,,.. 
vastas si'envios da Ia 
tu reza: o <'t'll. o oe •ano. 
o rle-;erto. :',ío t' ':tidc,- 
.·o. 
Corno 11iin unda a 
c:u ta de a pia u,-oi,;. jama ih 
se ofP111le. l'o,asui i;1;-n - 
pr1, mais do que julga 
111eret:Pr. Está :-empn:' 
cli:-posto a apreuder. 
mesmo das crianças. 
Trabalha só pelo prazer 
do frulJ'Jlho em si. não 
pela recompensa materi­ 
al. Vive dentl'o de seu 
proprio isolamento ei;:piu­ 
tuul. 011de 11flo ciJcgani o 
louvor, nem u censura. 
'.'üo oh"tante n ,;eu isu- 
1:imeuto uü:J é r'i-io: arn,t 
sQt're. pe1I:;a. c:om;i:-t:.'l:'it • 
ele. O que ,·oc:ê po<if'U! 
dinheiro ou posição so­ 
cial. 11ada i,.ignific:a par:~ 
ele. ~ú lhe importa o 
que você i!. lJe,;prezu a 
opi1Jião própria t;io dc•­ 
pressu Yerifk~, :,,eu erro. 
Não respeita usos esta­ 
bPlecilfo • e 'enerado 
por espiritos tacanhos. 
Respeita Rómeute a 'er­ 
dade. Tem mente de bo­ 
mern e eoração de rneni 
110. <'ouhece a si mesmo 
tal qual é. E conhece a 
Deus. 
.utor descouhecidc, 
Quando. ,·ire uw 
homem assim, para. e 
comempla-o. mas em :-i­ 
lênd0 pois ning-uém mais 
do que ele rnerec& o teu 
m;iis respeitoso . il<1nc-io 
.. 
de nsle }. ellai:e 
Ferrros, Chapas. Tubos. Tintas. Azulejo·  idros. Conjuntos ·anilario,,, -' rame feT1~1g-e11,;. 
E uma Infinidade Je Artigos para o Cliente Exigente. 
NTZNJD!DO ?O ZS0AI ZZCIAL!ZADO 
Temos Cimento nara prvnta entrega em Grande E-toque 
Rua CE:I. Juvencio lii 	Guia Lopes du Laguna Mato Grosso 
------------

Bela Vista 
Tribuna da Fronteira 
PRESIDENTE GEISEL 
APLICA NOVAMENT •• Al-5 
Brasília Com base 
no artigo sexto do pará 
grafo primeiro do Ato 
lnslilucional Numero C111 
co, o pr<>sidente da Re 
pública assltwu decrdos 
demitindo Annibal Alber 
to Albuquerque Mara­ 
nhüo, do cargo de pri­ 
meiro secretário, e Ro­ 
berto Cllalu Puclleco, do 
cargo de conselleiro, 
ambos do quadro perma 
nente do ~linistério das 
Relações Exteriores. A 
medida foi propo ta pe- 
lo ministro Azeredo da 
ilveira ao chefe do go­ 
vern nos termos do ar­ 
tigo primeiro do. A to 
Complementar numero 
39. lendo em vista que. 
depois de minuciso exa 
me das defesas apresen 
tadas. a Comissüo rle ln 
vestigação Sumária mau 
teve as imputações que 
apresentm·á contra os 
diplomatas. 
Acusaçõe· 
As imputações 
relativas ao conselheiro 
Cbu.lu Pacheco dizem 
respeito a introdução i­ 
legal na Poloniu, de 
grandes quantidades de 
ouro, a ·1enfü• sistemáti 
ca desse out·o no merca 
do negro e o consvquen 
tP. recebimento ele gran­ 
des quantidades de divi­ 
sas que, posteriormente, 
eram contratandeaJas 
para o exterior, a utili 
zação dos serviços de ci­ 
dadões poloneses nestas 
atividade ilegais, a aqui­ 
sição de grande quanti­ 
dades de obras de arte e 
antiguidades no merca­ 
do interno polonês e 
seu subsequente transpor 
te ilegul para fora da Po 
louia, a abertura de co­ 
tas bancárias no exteri 
'>r eu.1 nome de cidadãos 
Relações Exteriores que 
haviam servido na Polo- 
niu 110 mcsn10 período 
que os ucusado , bem 
como det 1·minou u trn­ 
duçiío de docurn •ntos 
que trouxeram novos e 
importantes elementos 
quanto ao envolvimento 
do conselheiro Roberto 
Chalu Pacheco • do prl-. 
melro sceretúrio J1111ibul 
Alberto de Albuquerque 
Maranhão nos atos que 
lhe haviam sido imputu­ 
dos pela autoridades 
polonesas. Em sua defe­ 
sa os dois servidores 
arguiram serem falsas 
a acusações que IIH!S 
eram dirigidas, tendo 
porém rontra si. os de­ 
poimentos de cidadãos 
poloneses e te temunbo 
de funcionários brasilei­ 
ros, bem como em al­ 
guns casos. de rlocu­ 
mentação especifica. 
Mantendo f'S imputações 
que apresentara contra 
os diplomatas, a Comis­ 
são de Investigação Su­ 
mária, após minucioso 
exame das defesas dos 
acusados, manteve seu 
ponto de vista represen­ 
tado nu chanceler Aze­ 
vedo da 'ilveira contra 
poloneses, a retirada ile 
gal ela Polonia, como 
bagagem pessoal, de o­ 
bra de arte e antiguida 
des, a ausencia repetida 
cte seu posto sem a neces­ 
sária autorização superi 
or, e a gestão oficial 
não autorizada, que rena­ 
lizou junto a autorida­ 
des polonesas, em bene­ 
ficio da companhia ele 
sua propriedade, 
Ao primeiro secretá 
rio innibal Alberto de 
Albuquerque Maranhão 
além de lhe serem feitas 
imputações semelhantes 
no que se diz respeito ao 
comércio ilegal de, ouro 
e divisa e ao coutraban 
do de antiguidades, fo­ 
ram-lhe igualmente diri 
gidas acusações formais 
quanto a conduta l"uucio 
na e pessoal incompatí 
veis com as funções ofi 
ciais que exercia. 
Apuração 
Tão logo o governo bra­ 
sileiro teve cieucia das 
imputações que eram fei 
tas aos dois diplomatas, 
durante seus períodos de 
i::erviço na Polonia, foi 
constituida uma comis­ 
são de sindicancia. sob 
a presidencia do embai­ 
xador Raul Vícenzi, que 
realizou rigorosa pes­ 
quisa em arquivos do I­ 
tamaraty, visitando, ain­ 
da, Varsóvia e Gdyoia, 
onde foram igualmente 
examinados os arquives 
da embaixada e do Con 
sulado do Brasil, rece­ 
bendo das autoridades 
polonesas documento ai-· 
tamente incriminatórios. 
Dando cumprimento ao 
mandato que lhe fora 
outorgado, a comissão 
de si.ndicancia ouviu de 
poimento de onze servi­ 
dores do Ministério das 
<JS mesmos. 
ENFOQUE 
(FliTOS E soe EDIDE) 
MDB 
Esteve ·m reunião na semana pp. O Diretório 
do M.D.B. com o objetivo de enviar o r. Manuel 
Rodrigues de '.llim11Jn ti. ,utalla para a cl 1c,:.10 du 
Diretório Regional 
Ainda circulando entre nós, de .Jullo 
Jllo •. o jovem Roberto. 
ornenta-se quo o novo LJelega.:o do l'olicl:1 
será o ajor reformado Gamaliel >tumpf 
ILITftRES 
Estarão recebendo "Medalha de Prata", no dia 
~5 do c0rrente, no 10º H.C., os militares que dur::.n 
te 20 anos não tiveram nenhuma µuuição. 
NISCIMENTOS 
Perla-filba do casal Otavinho - Zulema 
Fernanda-filha do casal Lili - Beroadete 
Tambem com "gente nova" em casa os casais. 
Jairo Rodrigues- eide (garoto),e Guego e Cecilia 
- 
Aniversários 
Sebastião Milton Paim Rosa 
Valéria Pinheiro 
Fernando Alves Gomes 
Getulio Jorge (Tudó) 
Atanázio Ocampos 
Eder Ribeiro 
de Castl 
, JOVEM 
SINDICIITO De parabéns o Grupo de Joveo de Bela Vista 
pela magnifica decoração que fizeram na Igreja 
RURBL por ocasião da ilissa do rlia do Papai. 
(TELEGRAMA 
!RECEBIDO) 
Sindicato Rural 
Rua Cel Camisão 550 
Bela Vista MT 
Cuiabá llT 
122 - 13 de - 8-75 
Comunico vossencia 
em despacho exarado 
processo DRT 33- 75 VG 
data onze corrente VG 
foram anuladas eleições 
realizadas dia primeiro 
fevereiro corrente ano 
devenda vossencia pro­ 
mover realização nas 
novas eleições dentro 
prazo noventa dias PT 
segue via postal VG co­ 
pia aludido· despacho PT 
SDS 
Joseh Bem Dias lloura 
Filho Delegado Tra 
balho 
Obs: No próximo n° sai 
rá Edital de Convocação 
, 
FERIS 
De férias. Yisitando seus familiares 
tes", nosso vigário Pe. Brandüc. 
nos ·Sta 
O ''BDRâO'' DO RIO API 
e o Diretório da Arena de B. Vista Mt 
Com intuito de bem in- 
f o r m a r n o s s o s leitores a r e s - 
peito de boatos que foram 
veiculados a respeito de "de­ 
entendimentos em a organi­ 
z.ição ,lo Diretório da rRfu"I/A 
bela Vista, nossa Reportagem 
dirigiu--e a essa simpática ci­ 
dade. e, sobre o assunto te­ 
mos a informar 
- Possivelmente por acá­ 
mulo de trabalho parlamentar, 
S, Ecia. o Dr. jUbaldo Ba­ 
rem i_ião _ pôde participar da 
orgumzaçao do Diretório e 
em consequência (é perfeita: 
mente compreensível), o no­ 
bre Dc-put.ido não ficou mui­ 
to satisfeito com os cidadão- 
escolhidos. Os nomes referro­ 
dados estavam ji regisr"",, 
em cartório e, portanto, na 
mais havia a fazer. . . di· 
De qualquer fora"_, 
versos membros do Direto 
em solidariedade, renunc+ 
ra e, catre e.e 2""! 
mencionar os rs. E<.. 
llimnda, Valter E.•cob.>r. • 
nes e o ex-Prefeito Cl!,,,- 
Resolveu-se tudo..""",, 
muros, e com a elezinca ' 
tugeira entre cavalheiro;_.9; 
podem divergir. mas U""_ 
unidos em os árduos entre 
r o s d a s urnas.

Tribuna da Fronteira 
lkl,l lj t:1 - 1t 
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: 
sua HISTÓRIA E sua MENSAGEM - 1 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Do Eng. Antonio Augu-to Dorelli Machado, da TF 
Nos Livros que {ralam dos acor1tPcimcolos d, 
Fátima, a ~escrição das apa!·ições e os colóquios 
,te Nossu. 8enhora com os v1dt!11les apurecern inccr 
tos, numa sequência de fatos que englobam as re 
peromisoes l_()ca1s que as aparições provocarnrn, 08 
iutorrogatónos d_os vldentes e d1u; te8temur:hus, as 
curas e conversões extraordinárias que se seui 
ram, os pormenores tuo ah'aentcs da ascensão 
espiritual das privilegiadas crianças, e numernsos 
e1>isódlos co1
1exos. ada mais lógico e comprenusi 
veis, por certo. 
Lidos Gs livros. porém, sure m mitos espi 
ritos o desej•, de dispor ele um texto que lhe faei 
lile deter-se mui· especialmente suhrc• o c·or1teúdu 
mesmo elas aparições, 110 empenho de penetrar 
sempre mais o St'!ltido ela mensagem que ossa 
Senhora veio comunicar aos homen . oe modc> a 
poder utc11der-lhes ús pres•:riçõe·. 
1
o Intuito ele rnlisl'uzer a esse anelo l11n legi 
timo, "Catolicismo" püblir.a hoje um relato clrcuns 
crilo ao que se passou entre a 'irgem. o ,njo ele 
Portugal, e os videntes. isto é, um relato no qual 
lodo OR outros fato . eclil'icaulPS ou pilúre ·cc,s, que 
entremeiam a história clt> Fátima, l'oram deixados 
te lado com vi la· a fixar atençi10 sobre o 
essencial 
A relação das mu11itestações :lo Anjo em IDlli 
e de Nossu Senhora Plll l!H7 segue-sr. a elas reve 
lações parliculurPS recehiclas por um ou oulrn dos 
videntes Loladamente (em flsprcial as ela irmã Lú 
eia). Constituindo um complemento dus apariÇÕP 
da ovu da lria, niio poderiam elas faltar aqui. 
Para este traball10 baseamo-nos printd11ulmente em 
duas obra muito cc,uhecida.:, que recomendamo 
aos leitores desejosos de possuir uma história com 
piela de Fátima. A primeira delhs é a do escritor 
católico norte americano William Thomas vValsh. 
'·Our Laely of Fá lima", com tradução em portugues 
editada no Brasil e intitulada "Nossa Senhora de 
.... Fátima". , ,;egunda Obra é a do Pe. João de Mar 
chi, 1..1.C., sob o titulo de •·Ern uma 'enhora mais 
brilhante que o 'oi..'' 
. O Pe. De .larchi passou tres anos em Fíitima 
Interrogando as principais testemunhas dos aconte 
cimentos e auotando cuidadosamente seus depo1 
mento . Entrevistou a Irmã Lúcia e pode compul 
sar os manuscritos da vidente, dos quai l'alare 
mos adiau te. 
William Tlloma Walsh também esteve em Por 
ugal realizando inquéritos e entrevistas. Falou com 
a irmã Lúcia e baseou seu livro de molo especial, 
nas quatro ilemórias p0;· ela escritns. 
As obras tio Pe. De Marehi e de Walsh são 
bastante fidedignas. e concordam, fundamentalmen 
te, eutre i. Entretanto, para maior segurança, cou 
froutamo-lu • com outros autores, que esclarec ·m 
c~rtos ratos e completuin alguns colóquil's. E!es 
ão citados nos lugares correspondentes. 
lnl'elizmente não ºnos roi dado recorrer direta 
mente à fonte mais autorizada, que são, sem dú 
ida, os manuscritos de Lúcia. Com efeiío, perma 
necem eles, até hoje, Inéditos, salvo um r;u outro 1 • 
fragmento reproduzido por autores que puderam 
enxaminá-los 
O primeiro relato escrito peiu Irmã Lúcia. em 
1
936, num caderno pautado comum. é uma "Con­ 
'ibuigio de memórias pessoais para a biogre! 
d'.t _Pequenina Jacinta", No segundo, intitulado Hls 
to.ria da F1tima tal qual ela é", datado de 1983
7
• 
~Ucia refere-se pela primeira vez, e de passagem 
ao Anjo da Paz, Por obediência, e por rnsp1raça_o 
elo alto, silenciara. até então, ·a respeito. Os dois 
documento~ - h·tbitu·ilmeute designados como ~!e 
mnórias l e íí- correspondem a mais de oitenta pagi 
nus datilografadas. 	. . 
Em 1941, 
0 Bispo de Leiria ordenou á vidente 
lue escrevesse tudo o mais que soubesse da i 
~! elo doi outros conli@entes de Nossa enuora, 
m como fizesse unrn narraçao pormeno11zada das 
apariçõ s, sem calar nada do quanto se pudesse 
então divulgar. Os dois documentos, que uco. 1u 
mam ser citado!:! como :l!em(q·iaA 111 (' IV. levum 
data de Agosto e de H de Oczembro de J01 1, res 
pecllvameute, corresponrJe11clo u mais de cinquen 
La páginns datilografadas. 'o último manuHt'rito, 
Lúela npo11ta certos erroH que !ra,·iu e11contrn<lo 
nos mais conhecidos livros até então publicados 
sobre aH aparições. 
o 
·O Estado de Mato Grosso" 
Olhando para um 
velho, Jh:netrei em seu 
i:,er, P.ffi seu i11timo, e vi 
atraz de sua apartncia, 
escondem as tristezas, 
as dores, as de iluções, 
a saudades dos que já 
p:irtiram. as lembrança,; 
vivas ele <'CU passado, 
e ·con!le ns possiveis me 
lancolias de um filho 
transviado. de t:rn l'ilho 
doente. ou rle um !'ilho 
infeliz na vida, eill'im 
um número de dei-ilusõe . 
~!ostra 110 seu stmblan­ 
te cansado as alegril•s. 
em que a adversidade 
da vidu r,110 o atingiu. 
Como cerni de bôa ma­ 
neira. está encobertc, pe 
lo invólucro de uns ru­ 
gas. Falta o c,tlor nos 
eus olhos ma se vê ( 
mor. Falta ·om em sua 
voz mas sente-se no fun 
do a apoteose de sua 
lulél, qua11do iuiciou-se 
na rnen1111cP e perman<'­ 
ce até boie. Seu ,;orriso, 
é simpatia. S<'U ,.;orri O 
é coragem, seu sorriso 
é de vitoria, pois a in­ 
tempéries deste mundo 
não o abatl:'. Ele a<'recli­ 
ta que dia a dia o seu 
rim se aproxima. mas 
não esmorece. 
lfom velhi□ho. é um 
exemplo; pois Yocê luta. 
ainda ,·ocê en ina. ai11· 
da voce ministra o sa­ 
ber. Que bonitu! ,·oce 
não entendia. :,.;0 l•.•gar 
que devia estar, não e - 
tás. ,oda pelas campa­ 
nhas a l'ornecer a sede 
do abrer ao- dento-, e u .. 
cabelo- e barbas branca-, são 
lampejo- de -eu ideal. >eu- 
cabelos e barbas bran 
t·,•,. r,, ,., e o l a ti g a d o , 
miio trêmulas. e pernas 
tropegus, voce bem sa­ 
be. que & " u,h·t•rrto ela 
eternidade e voce 11Ü1J 
se abate, não esmorece. 
E de voce que falo ca­ 
ro proressor. é ele 'OCe 
que fulo bom velhiulw. 
'ive Hr'l, maH tem ami­ 
gos. A vo<·e desejo um 
l'im de velhlct-, um fim 
de jornada tranquila e 
Feliz. :!eu caro e queri­ 
do amigo Terenso Ca­ 
taneo. 
,J. Rel'rt'i 
nlianca Renova1ora 1/acional 
Direlorio de Bela Yisla ML 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi->emanirio fundado cm 25/2/72) 
legistro no Cartório de Titulo- e Documento- no Ikoo 
Propriedade ela Empresa Grâiica 
Fronteira 
CGC 0320126/0001- Inscrição E-tadual 
Diretora: Maria E-tela . Pereira 
-Tribuna da 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - lvaldo Pereira 
COLA BOHA OOHES: 
Joeé Joaquim F. 5outo 
Or. Llnrolclu )!celeiro, 
Euripides Ferreira 
Hosita Ro-a Gome- 
OFICINAS 
Gerente - ôilsen Silva antes 
LPRESÃO - énce e&ate Clede) 
COMPOSIÇÃO - Qaale ctaui e de Seus ·Chefe) 
QUilsen i. 'Duas. ±'uts • pé. edee Reare 
"A- opiniões emitida- no- artigo a--inalo- não repreen­ 
tum o ponto de vista do jornal. podendo até -er contraria­ 
a é-te. A opinião do jornal, acha--e epres-a no- Editoriai­ 
e nos comentários não a-=inado- 
A-«inatura Anual: Bela i-ta 80,0 
Outros Municipio- 	]IX).(){) 
Redação. Admittistracão e Ol'icinas: 
lua Duque de Cria- -/n- Bel Vi-a Lato 
(P.+to do Colégio Ca-telo Braco) 
.Jareirlene Pala~gano 
Cuntn, !', tr.1, iou ?-11,1 
Carteira de Identidade 
registrada ob o numero 
!il:!t 
l'uhlic·.11,'IÍ0 q11l' o 111. 
para obtenção da % via 
Bela Vista. Agosto de 
1 !/7:-,. 
Lei·a e assine 
Tribuna da Fro11lPÍra 
Edital de Convocação 
do Diretório 
Municipal 
A Aliança Renova­ 
dora Nacional. pelo Pre­ 
sidente de sua Comi ão 
ExecutiYa. ua rorma da 
Lei. CONVOCA o Se­ 
nbore :lemhro. do Di­ 
retório :'lluuicipal do Par 
tidn. para a reuniHo que 
e realizará no dia 2.3 
de agosto de 1975 às 
19.30 h .. na Câmara 
.lun:cipal de 'ereado­ 
res. para Ira ta r do "e­ 
guintes a unto,,: 
1 - Esquemalizaç;lo 
de programaçüo fuucio­ 
ual do Partido 
2 - Assunto de 110- 
me::içõe . 
3 - .-s-uutos Gerai,.: 
de rntere ·se do Diretôrio. 
Bela 'i't:L. :'ilt. 1-1 de 
Agosto <le 1975. 
Nivaldo de Barros - ::-e­ 
cr.-tú1·jo - Dr. Fiori :'llu­ 
rnno - Presidenie.

o 
PREFEITO RESPONDE ÁS 
IHDICACÕES DE VEREADORES 
» 
Ver. Pedro José 
Palmieri 
Ao vereador P e d r o 
Jo6 Pálmieri, que iuda­ 
~a: quais us medidas J> 
que as rua1:1 ele Bela Vis­ 
ta HCjHlll ll0"lln1CJJIC 1lu­ 
minadas! 
Qual o problema que 
determinou a uiio ilumi­ 
nação dessas ias publicas' 
o l'rel'.:ito rcspo11dl' 
uo que me c o n s ta , as 
ruas de Bela ' ista nu111- 
l'O. foram iluminacla'i nor 
mulmentn. i iluniinaçilo 
só houve no ato inauu 
ral da mesma. Segundo 
cltulos o'ieinis, a última 
, cz em que as ruas fo­ 
ram iluminadas foi feve­ 
reiro de 1.O73. 
As medidas que de­ 
Vl'Ill ser tomadas por PS­ 
ta Prefeitura e que es­ 
tão em andamento si o 
us seguintes. 
l) - a existeneia ele um 
transformador de saidn; 
este já conseguido, na 
nossa gestão. por em­ 
préstimo. à CEMAT. Es­ 
ta l'rdeitura m a n d ou 
busca-lo em Cuiabá, tes­ 
ta-lo em Campo Grande 
e já se encontm nu usi­ 
na local parn 1-e:r w,ado. 
2)- Este transformador 
nio foi usado. porque 
nfto ten, o que aeender 
liio existl'm mais Iam- 
icipal de energia ele'F 
ca não será delicitar 
I' e. tara !'Ili (;UIIIIIC,:Ol', 
de ser encampado pela 
'emat, cujo, pretexto le 
"·L J)'ll l u:io f,t1.e-lo, fot 
k 'o 	' 
justamente de ser
0 si 
viço de Energia Elétricu 
de Bela Vista deficitário, 
e contraiiur uma deter 
+ainação da Eletrobrás 
c.jll • nde permite a emat nem 
par servi; deliitare. 
palas no, po -tes «das rua de 
Bel i-ta. Toda- a- lampada­ 
que pertenciam à Bela foram 
emprestadas ou presen­ 
teaJas il Prefeitura dé 
. 'ioaque, no dia da inau 
guraçiio de Luz daque­ 
la cidade, isto parece 
1,á quase 03 anos, rato 
este que foi ordenudo 
pelo então Preítito de 
Bela Vista, que ainda 
mandou mais transfor­ 
madore , para maior 
brilhantismo daquela so­ 
lenidarle. Todo este ma­ 
terial ficou em Ni0aque, 
niio mais voltou á sua 
origem. Esclareço ao 
uobre vereador Palm!e­ 
ri que estaruos procuran 
do alcauçar o nosso ob­ 
jetivo de ílumiuar us 
vius publica desta cida­ 
de, o mais rápido possí­ 
vel. Já temos o transfor­ 
mador e tei·emos as Iam 
pudas .dus p• ,ste . tão 
logo a situação fürnucei 
ra da Prel'eituro. assim 
o permita. 
Ver. Glaucy Flores 
l.Jr Vereador, ao dU'idur 
do 8l8te111:i energ(:lico dl' 
nossa cidede, quanto diz 
que o serviço de energia 
elt'Lricu 11fw vni melllo 
rar. o 'serviço de Plll'l' 
gia elétrica já melhorou 
enüo, vejamos. 
t - O eleli<'it Pnc·ontrado 
nesse setor, quando astu 
ndwos a l'rel'eituru. foi 
de CrS :iO.OOO.tHL Jloje. 
rsse del'icit ea iu pura 
CrS ~:í.OOO.OO. 
2 - A despesa de úleo 
j:'1 11110 é mais ele O-1_ ca 
minhões taques de óleo 
diesel. durante um mês. 
.tualnH,nle. sú gastamos 
dois earni11hÕe'-', upeuas 
durante um mês. 
3- O Setor de energia 
não mais empresta. nem 
toma emprestado óleo 
Diesel de particulares. 
como era o costume de 
antigamente, sendo qu 
na reposição cio olco 
emprestado os prejuizos 
eram sempre da Prefei­ 
tura ... 
-l - ,Jú foram recu­ 
perados, na nossa ges­ 
tão. dois motores mer­ 
cedes, senJo que um de 
les forneceu luz e ener 
gia. 110 local. do Parque 
da Exposição, cluranti! os 
dias em que ela fw,ci<'"""· 
;i - As horas diarias de 
luz aumentaram. estamos 
hoje c 14 hs. de energia 
quando antigumente311üo 
cheg,n-am a dez horas 
li - Já roram • recupera 
clus em C. Grande 0-1 
gmwles trnnsrormadores 
7 - .Já obtivemos, por 
esprestimo, úm trausfor 
maclor de 15OK' A da 
Cemat. o que ira 11Os 
proporcionar u ilumina 
ção das vias públicas, 
ocorrencia esta que o 
povo beavistense uão as 
s:ste a mais de 03 anos 
8 Está dentro da meta 
da Prel'eitura recuperar 
mais 03 motores da usl 
ua que encontrou inati 
 OS, em pane até agora, 
9 - Por inicia tiva desta 
Preteitura, a Petrobrás 
está terminando a insla 
lação, na usiuu, de dois 
tanques reservatorios 
com duas bombas elétri 
cas destinados respélcti 
vamente a oleo rliesel e 
a gasolina. O nobre Ve 
reador esta mal informa 
do a ro peito do preço 
que os eletrecistas par 
ticuJar1::s estão cobrando 
pela instalação do pa 
drão Cemat. egundo in 
rormações dos mesmos, 
o preço não ultra pas a 
a CrS. 1700,00 
Ao Ver. Josc G. Flôres 
Desejo lamentar o espi 
rito pessimista de que 
se acha pos ·uido o no 
Tauto hHo ·• VC'nlu 
de que a maioria dos 
UbUHl'ÍOH entá l'l'SJ)Olldl'll 
do hem ao aµclo da l're 
feitura, pois, estão con 
fiantes na suu ação. 
Mais adiante diz o 
nobre vereador Flores 
que "pela carecia do 
Ht'l''iço queremos crer 
que a contiuuidade do 
atual sistema é o mais 
adequado e o mais se,su 
to.'' Ignoramos qua I o 
sistema a que se refere 
o Nobre Vereador, pois 
acreditamos que em ma 
léria de relógios medido 
l'l:!S só existe dois tipos. 
os que são lacrado., e 
controlados pelo depar 
lamento ele energiu clé 
trica e os que sfio aber 
tos, violados e manobra 
dus por qualquer pessoa 
Estamos oberlecendo 
instruções do diretor da 
Cemat, que nos induziu à 
cobrar do consumidor o 
relogio padrão Cemat, 
puro que quundo aqui 
chegasse u Energia de 
Urubupungil em 1.977 a 
cidade já e tivesse em 
coudições técnicas de 
receber a energia 
hidraulica. 
O sistema que en 
contrei no setor de ener 
gia elétrica foi o de 
anarquia e de irrespon 
subilidadr. Estou procu 
rando J110dil'icar esse es 
tado de coisa. para evi 
tur as exceções que silo 
comuns nessa cidade, 
quando JeYeriam i,er 
apenas excepções. Ha 
uma casa comercial, pur 
exemplo, bem 
conllecidu. com dois a 
uuncios lumiuosos. gela 
deiras comerciais. e ilu 
minação na loja e na 
residenc:ia, cujo medidor 
só nmrcn mensalmente 
CrS 20,00. Há uma gráfi 
ca que paga um pouco 
rpais. apenas CrS 5O,Oll 
E evidente que só estes 
dois exemplos dão um 
prejuizo mensal à Prefei 
lura de mais de CrS 
500,00. ·uo acredito que 
seja este o sistema de 
sejado pelo nobre Verea 
dor. Espero que ~. Excia. 
com tão boas ia ieuções 
faça um trabalho parla 
mentar, mostrando ao 
consumidore de luz que 
é um ato de patriotismo 
e de espirito progressis 
ta, darem, de volta, à 
Prefeitura, em dinheiro 
a soma de energia que 
ccnsome. e tal aconte 
cer dentro rle pouco tem 
po, o departamento um 
t IBU 
Ano I 
ela Vi4 
er. Fiori 
D 
Murano 
, indieaçiio do no­ 
bre vereador Fiori Mura 
uu. 1,0!1citaudu ao chclt' 
do Executivo Municipal, 
mais rigor no serviço 
de coletá de {ixo. pois 
se tem verificado grau­ 
de números de latas e 
c:uixou,•,- c:orn detritos 
11us eulçaclas, ali permu­ 
necendo sem que provi­ 
deueius sejam tomaoas". 
Em resposta ao no­ 
bre vereador, tenho a 
informar-lhe que <.:oncor 
do plenamente com Sua 
Excia. Tambem ueho 
que o serviço de lixo, 
nesta cidade, esta rea !­ 
mente Jel'ic;ieute. Apenas 
discordo de ua Excia. 
num ponto: não esta fal 
tando "rigor" ua coleta 
de lixo, o que está íal­ 
tando é Y_eiculo para 
carrega-lo. E esta a uni 
ca razão da del'lciencia 
apontada. Ela é conheci 
da, não só de Sua Excia 
como de toda a Câmara 
oe Vereadores, que dela 
ja tomara conhecimento. 
numa das vezes que com 
pareci. a plenario. por 
ela convocado, quando 
dei ciencia, não só dela 
como de outras irregula 
tidades encontr_udas."" 
O serviço de lixo 
da Prefeitura ão possu 
e, atualmente. um veicu 
lo especializado para tal 
fim. Existiu out1·c:i <.1 para 
tal mister, um trator, 
pequeno marca Fendt e 
uma carreta. Tanto 0 
trator, como a carreta 
foram. retirados, com o 
assentimento do Prefeito 
de então, do serviço de 
lixo e cedidos a particu 
fores, p/ {;,,~ partfrular,:s, O tra 
ter fei cedido a um comeriante 
local pi bater o seu ar­ 
roz, na zona rural. O 
carroção foi cedirio 
a um agricultor local 
para transporte privado. 
na zona rural. ' 
A Câmara de Verea 
dores. _que boje reclama 
o pessimo funcionamen­ 
to do serviço de lixo a­ 
trav ez da mdicaçuo rio 
nobre veread0r é em 
parte culpada por esm 
m·egulat·idade. Na época 
teve_ conlH>l'iTnento do 
deslize e nüo tomou me 
TE 
ti 
didaus proibitiva 
!at.,", l'Olbt'l1IÍU. 
dou e ficou sol 
com o ato do Exe uti 
Se i ,. r a ou i {ll OI' 11 , 
fato, tambem é cul] 
poíl' 11llc1 podi (' 1 r 
missa. Sou de opinii 
que a Câmara de Ver 
dores deve estar en y 
em defesa dos .inter 
do povo, atitude qu • l 
vo. aplaudo e 1• 
1 
que tu! procrdill!r.,t 
('Olllillll(' U 1111Jil'f,ll' 
rnnte a mi1111a adi ,, . 
traç:1c•. Tal fenom 
11:io tC'rlu H('Ontetidn. 
ela estivesse vigil t 
, utrera, como o esta hoje 
nos dias atu:ds. 
Esclart>ço a tHL re 
luniC'ipal. atruvez do 1,0 
bre vereador, que taut 
o trator como o cano­ 
çfio. jt! foram re'lfltuldo, 
à Prefeitura, após f) 
dias dP rPiterado perl:­ 
dos, Os 2 vieram, Ias 
ão puderam ser usados 
tais as avarias apre eu· 
tadas, o que os imposlhl 
lita <le fazer o serviço 
de lixo. 
lu felizmente, nem 0s 
dois Leneficiados. ner;i 
o IJpnfeitor, mandarac: 
até hoje reparar os e,­ 
tragos feitos. Acontece 
que a I'rel'eitura é que:J 
vui pa1;ar os prcjuizos .. ,. 
O aerviço de lixo. e 
feito, hoje, esporadics 
mente por um eau11ub
1
,o 
basculante, a gazolina 
cujo encargo principal e 
carregar cascalho para 
o cofl!;erto da:< runs e 
das estradas vicinals 
A tende pois a duas f 
naliuade. 
Tambem. fico e:i 
pensando ao Yer as ruo; 
patrolada~ cl:l cidad:· 
que podiam dar !-lm 11,· 
pecto de cidade limpa f 
euidada cheia nHO "º 
de lata; de lixo, com 
de moutauhas de delrt· 
tros de quintal, á e µe· 
ra do erviço de Jírope-- 
sa publica. ç·i 
A nossa espera%y" 
é a espera de mell@" 
dias para o setor fina 
ceiro da Prefeitura. Ec 
: t quila' 
tao. podert:1 ran u• 
ao n<:.>bre vereador •. q ; 
to logo a Prefei? 
as 
tenha as condiçol'~. , 
paceiras necés8"" 
irá adquirir o cop" t 
te veiculo especialll", 
i:, 
0 
co~­ 
para cúletu de w~ • e l' 
bnrario estabelecido 
0 
intinerario regulM· q•i? 
que dara ensejo ,'{ 
fique a cotens19jer 
dos este idispen",{a 
viço de limpeza P •• 
gstr" 
Dr. Ruben de ·•· 
Piuto 
Prefeito Municipal