AR 
O Dir<'lúri!, '.lruuí(•ípal da. "Jliuuc•a 
Renovadora Nacional ENA de 1ela 
ViPla, lcnrto 1m1 vh;la o Etlitorird pulJli­ 
cdo pela Tribuna da Fronteira no. 178 
vdleão de /l0/75, e torna público o se­ 
gulute: 
1. Som rnziio upureute o ,Tornai Tri­ 
buna da Fronteira, no Editorial antes re­ 
lerido, faltou com a verdade, distorceu 
luto~ l' pred[pôs a opinifio pública cc•nlnt 
o Diretório Municipnl da Arena. 
2. O Direlc'lrio não pretendeu e nc•m 
pretende exonerur o l't>Hponsfivel pela 
CIRETRAN nesta cidade, ou quem quer 
que exerccw cargo público, sem coneur­ 
so, neste ~lunlulpio. 
3. O Dlt·elórlo '.llunic!pu! clu Jreua 
nfto costuma fazer e não fez "Polilicallm". 
ão costuma fazer e uão fez mnanobras 
de Poiitlqueirns, e não conta com ele­ 
menlos desse "gabarito" entre os seus 
pares. 
Polilicallm. Política de Roças, fazem us 
pessoas que não tem as qualidades ne- 
eessárias para se mantr num nivel ele­ 
vado de procedimento politico. 
4. O Diretório Municipal da Arena, 
como Órgiío de direção P açt1o na for­ 
ma da Lei Orgânica dos Partidos Politi­ 
cos (url. :t.!), por sr.i· o Parlidu do Go• 
vérnO e, por conseguinte item o cargo de 
bem representa-lo no ;1lunicípio. l'ITl vfr­ 
tude do que, rnio nhre milo tle HIJILH 
prerrogativas e rlc seu dever le zelar 
pela causa pública l' pelo bom ancl:unen­ 
to do Serviço Público, tudo em beneficio 
dn colellvldado e do pr<íprio preHtig
1n 
do Governo. 
fi. Por isso que assucur contra a ARE­ 
N, .lunkip;tl l'atm:1 HClll t.:ornprorneão, 
leva a cI·et· qiw tal expediente tem JJíJI' 
objetivo outros interesses ainda inconfes­ 
sados pe!a Tribuuu da Fronttlira. 
n. O que fez o D;rctório ''ª ire:ia. 
com relaç:i.o ao icran', e is o não é 
egredo para ninp1en, foi receber e en­ 
caminbar ao Orgio competente, queixas 
formuladas contra o serviço e !lua qua- 
lid:ade, em contudo pretender exonerar 
seu lesponsvel 
7 É verdade no entanto, que esse 
Jornal noticiou em tua ehiis de 
30 07 7», que a "Prefeitura loe«l sina!i 
zou as ruas de Bel Vista', edição 
de 13 974, noticio e condenou 'ma- 
eira com)o vertos mtu{orista contiuzti 
seus veiculo peiis rus do entro da ei­ 
dade." pedido ao Sr. Hesonsavel pe 
l,t CIETR! "tomar medidas para co,­ 
ir os faltosos" udiantado que un repor­ 
tagem iria lazer a anotação das vha 
dos veiculas que cometem tais i!rações 
to prejudiciais e peritosrs para nu co 
midade na edição de 22 ) 74, fez a­ 
e: da "satisfação pela oportuna muedita 
toada pelo lustre Cel. Coma!an!e 
d» 10° .C.. mandando colocar varrirus 
nas nas vias públicas' p m »u!iztr o 
serviço de Transito d cidade..." 
!Continuo n.:i últi.no págl.1c...) 
íl 
FUNDADOR E DIRETOR RESPO:'S, VEL: - I" ALDO PEREIRA 
ANO iV 
Redação. Oficina e ,dminisll·ctçüo 
Hua Duque de Caxias S N 
Bela Vista. 1~ de Outubn, de 1975 
Bi->em unário 
O grande acouteci 
menta do ultimo fim rle 
semana, foi n Iestu pro 
movida pela Diretoria 
do Sessenta Esporte Clu 
he, para comemorar o 
seu Jubileu de Prata e 
que teve como lvcal a 
C:bncara da Sr. Goeth 
Escobar, um local que 
muito bem demonstra o 
bom gosto do casal an­ 
fitrião.', 
Pudemos sentir, atra 
vés do aconte-cimento o 
grande espirito de uniiio 
entrn a direção e os a­ 
déptos de" sa tradicional 
ftRfNAn 
Diretório Municipal de Bela Vista 
Oficio nº 055/75 
Bela Vista, 8 de Outubro de 1.975 
enhor Edito1·: 
Tendo em vista o editorial publicaria nesse 
Joraal nu edição nº 178, de 5 do corrente, sob 
o titulo de CIRETRAN, tratand') de assunto rela­ 
cionado com este Diretório Municipal e sua alu­ 
ção frente a um problema relacionadc com_o 
Ciretran local O Diretório Mu::ncipal, em reumao 
extraordinári~ levada a efeito em data de ontem 
achou por bem rebater e contestar as afirmati­ 
vas alí contidas, para o que fez um pronuncia­ 
mento, que consta do aueo uo presente. • 
Rogamos a gentileza das providencias de_V. 
Ss., atendendo ao que dispõe a Lei ' 5.250/67, 
artigos 29 e 30 inciso J: para que faça pubhcá-lo 
e para que tambem, fazendo usa do direito de 
resposta que nos é assegurado. possamos escla­ 
recer devidamente os fatos aludidos na ediçao 
antes referída. 
Fiori Murano 
p/ Comissão Ex.ecutiva do Diretório Munici- 
pal da Arena em Bela Vista. 
Ao Jornal 
TRIBUNA DA FRONTEIRA. 
N/ cidade. 
Agremiaçflc, Esportiva de 
nossa cidade. que tinba 
como coordenador geral 
de lodo o trnuall.J<> o di 
nãmico Dr. Carlit1bns, 
'ice-Presidente do Clube. 
O Churrasco 
O Grande numeco 
de simpatizantes do Clu 
be e a elevada presença 
de convidados foi agra 
ciada ao meio dia coru 
o grande churrasco, que 
teve a direção do Sr. 
Arsilei Lageano e sua 
equipe e se constituit1 
num dos pontos altos da 
festa. Farto e delicioso 
foi a equipe do cburr&s 
co alvo das homen:igens 
de todos os presentes. 
O Cerimonial 
Após o churrasco. 
forám todos convidados 
a p11rticipar da hora so 
Iene do "Parabens a Vo 
ce", onde um Grande 
Bolo confeccionado pelas 
damas sessentinas, es 
tampava um campo de 
futebol e uma Quadra 
de Voleibol, si.ntetizando 
mais uma vez o bom do 
gosto do pessoal. Abriu 
a cnimonia o Presirlen 
te da Agremiação o Dr. 
Eli de Araújo Barbosa, 
que agradeceu a presen 
ça dos amigos do Ses 
senta à magna festa. e 
.nalteceu a participaçã.o 
sempre u.tua,nte do Sr. 
Goetil e da D. Dominga 
à frente do Clube clurau 
te estes 2'l anos e com 
ênfase final dizia '•que 
o aniversário do í:-=e::isen 
ta é o aniversário 1la d 
dade. porque o Sessenta 
representa esportivameu 
te a pr::pria cidade de 
Bela Vista". O recinto 
estuvu totalmente torna 
do pela emocilo, pela 
lembrança de .25 anos 
passados, qusndo o Dr. 
Carlinhos, usa· da pula 
vra para a sua sauda 
ção, p o r t a n d o um 
livro histórico 
que alem das primeiras 
Atas do Clube (Grupo 
dos Sassenta) continha 
também a relação dos 
sócios fundadores. com 
muitos nomes "ja .saudo 
t:-os" para nós. No de­ 
senrolar da sua fala, o 
Dr. Carli11hos homena­ 
geia o Sr. Goeth e sua 
esposa, como ·•os alicer­ 
ses bases da vida do 
clube'' e que o Sessenta 
deve à eles a sua exis. 
tencia de 25 anos. O ter 
ce!ro orador da cerimo­ 
nia foi o Sr. José Giau­ 
cy Flôres, Presidente da 
Liga Esportiva Belavis­ 
tense, que com a vpz 
embarga.da pela emocão, 
disse haver conhecido 
de perto o inicio da 
existencia do Sessenta e 
foi testemunha do deno­ 
dado trabalbo do 'r. 
Goetb e doi- i;eus com­ 
panheiros. Enalteceu a 
presença do ( Iube ··cu­ 
n;o esteio da LEB'', pe­ 
la sua tradição ,'desporti­ 
,·a, fez considerações a 
respE:ito du desporto be­ 
la ,·istense de agora e 
le antes, saudando final 
mente aos cürigente;; 
sessentinus e espech,1- 
meute à sua Mola Mes­ 
tra, o Sr. Goetl.Je finali­ 
zando com o lançamento 
da candidatura do Dr. 
Cario, Sá de Medeiros (Carli 
nho)' à Presidencia da Liga, 
para o exercicio que se inicia 
ará a 3I de janeiro vindouro. 
O Dr. Pedro José Pnlmie 
ri' levou a efeito a ~ua suuda 
ç.ão em nome da Camara Mu 
nicipal' dizendo à certa altura 
que a Camara é a representa 
ção do povo e que a sua au 
dação representa a a manife­ 
tação do povo belavisten-e à 
grande data sessentina...!" A 
ultima ,audadio da bela ceri 
1nouia coube· ao diretor da Tri 
bu.na da :Fronteira' jornali,ta 
lvaldo Pereira' que trouxe o 
seu aplau:,:-o à briosa Agremia 
çào. cnultecc:rulo o ,·alo.r elo 
t.rabalho conjunto para a (."tJll 
secção dos nobres objetivos" e 
que o eenta. é dentro do 
desporto local a mais conere 
ta tradição. 
Muito linda e ema 
clonante a Cerimonia o­ 
ficial do Sessenta Espor 
te Clube.

Trilua da Fronteira 
ela Vista - !!t 
12 de Outubro de l''g' 
de Hoao D}atista Flores 
-- l':!rahritm c:olocado J1a hora 
Peças para lodo o tipo de Veículo 
·Agradece a preferência" 
Rua J'ilud Hebuá - 789 
Bonito Mato Grosso 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi-:-i,•111,u1úriu fun,lu,lu 1·111 2."i/2/721 
legistro no Cartório de 'Titulos e Documentos n.o I)o 
Propriedade <la Empresa GráHca • Tl'ibuna da 
Fronteira 
CG O320126/0001- Inscrição Estadual 13059232-.» 
Oirt·torn: Maria Estela V. Pereira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe - lvaldo Pereira 
COLAllUHAUOHES: 
Adalberto R. de ant'A nna 
José Joaquim F. 'uuto 
Dr. Hlaroldo Medeiros 
Enripid,•,: Fan·iru 
lo-ita lo-a Gomts 
OICINAS 
Gerente - ôilseon ilea 8antes 
PRESSÃO - éncte «date chl) [ 
COMPOSIÇÃO - Jeae Carlos ''lzquez, 'agi G aine 
2'ilsen i. 'Puta. 'us C. pdé, de 'Reare 
As opiniões emitidas nos artigos asina«dos não repreen­ 
lt111 o punto de vi-ta do jornul. podcn,lo n1é ,..,r .-ontrúriu, 
, êste. I opinião do jornal, achar expressa nos Editoriais 
e nos comentar1os nlo assinados 
Assinatura Anual: Bel Vista- 80,00 
Outros ~l1111icipio, 	L00,00 
Redaçilo, Administração e Oficinas: 
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'Tribuna da Fronteira 
João Ballesteros Neto 
T 10 
E 
f 
° 
Dia destes, em Ja­ 
uariuna vinte km dis­ 
tante de Campinas, eu 
assisti, eu vi, um cida­ 
dão comprar uma caixa 
de laranju-llma por ctols 
cruzeirn1:1. O mesmo lipo 
de lar11nju G veudldo em 
Campinas, nas feiras ou 
supermermercad o s, a 
quatro cruzeiros a duzia. 
Numu caixa vêm perto 
de oito dúzia que, a tjUU­ 
lro crnzeiros, vamos 
encontrar triala 
e dois cruzeiros. Porlan 
to, numa caixa de luran­ 
ju, o atravessador ganha 
trinta crnzeiros. 
Agora, com a des­ 
culpa du geada, os ven­ 
dedore.s, sem critério al­ 
gum, sobem indiscrlmiua­ 
damente o preço dos 
µrodutos e artigos de 
primeira necessidade, 
sob a alegação de que 
a mercadurla uão existe 
ou esté dificil. Assim 
ocorre com o feijão, o ar­ 
roz, o milho, a batata, 
a carne, o café, enfim, 
com tudo aquilo de que 
precisa para manter a 
carcaça em pé. 
Tudo aumenta, tudo 
sobe e a culpa e o cul­ 
pado de tudo isso é sem­ 
pre o governo. A lactai- o Dr. Valter José 
nha é sempre a mesma: Rodrigues Coutrera, Juiz 
o salário aumentou mas de Direito da Comarc:t 
de nada a<lianta; tuao de Bela Vista, Estado de 
já est~ suhiudo. "'ó uma Mato Grosso, nu forma 
coisa a gente não. Yê_: da 1.-i, etc; 
quem sobe o salárto e 
o governo, mus quem Faz aber a lodos 
sobe o preço da merca- quantos o presente Edi 
dorla é O comerciante. tal virem ou dele coube 
Os gananciosos, preocu- cimento tiverem, que no 
pados com 
O lucro [ácil, dia 20 de Outubro de 
é que criam essa situa- 1!175 ás 9,00 horas, no 
ção grave p/ 0 povo. átrio do Forum desta Co 
Contudo, 
0 p()VO marc1t, o Sr. Porteir_o 
acha que é 
O governo O dos Auditórios, João Ht­ 
culpado. Como pode O lario Perera, levará a 
governo refrear a sanha praça os bens penhora 
incontida de lucro dos dos nos autos de Proces 
inescrupulosos, daqueles so de Execução que Cla_. 
que pouco ou quase na- Itaü de investimento, Cré 
da dão ao governo e dito e Financiamento mo 
que, de forma. direta,· ve contra It-meu. Satis~~ 
acriticam e ieva o po- Gomes._em ;9%}}Ç,," 
vo à miséria? êste JmzC' e ar no o 
Pararelamente a isso o 1 Oficio, e não have
nd
o 
cidadão não se incomo- licitantes foi designado 
I . • c1· 30 de outubro de 
da en, pagar dois cruzei- o a 
ros por uma dose de 1975, ás 9,00 horas para 
pinga, mas reclama quan a eventual segun
d
a_ _P" 
do pág um cruzeiro e ça, sedo os segui"f?} 
noventa centavos um li- os bens penhorados. 
tro de leite. Nilo lamen- bas (sessenta e qua~~ 
la pagar quinze cruzei- hectares) de t_erras ~te 
tos p/ assistir a uma tais e Ivradias, pa ,. 
Partida de futebol mas da Fazenda "Machorra 
I ' 	tw Mr icipio, confron 
'<ctama do governo e diz que neste MumI ' ;t 
•ses«ns ris cato @senis si- ando ao }@E};;" 
a dez cruzeiro, um livro com propne IH e . 
ara o cessão ão iiio. torgaitse edgg!%,3,2;;, %? 
Quando o governo Sul. com propr e a e 
lhe assegura o Fundo de Clóvis Paim Rosa, e a 
Garantia férias upoe:en- Leste. com propriedade 
adoria por tempo de de Alexandre Feitas, de 
serviço ou doença. quan- vidamente cadastl'ado 
do o governo, hem ou 
mal lhe dá asssistência 
médica, se tudo Isso a­ 
contece de acordo com 
os seus interesses ele 
não elogia o governo, 
mas mal atendido no 
INPS uma úuioa vez. 
tanto basta p/ que pon­ 
ha u boca no trombone, 
maldizendo o governo. 
Quando o govemo asse­ 
gura ou abre a posslbi­ 
lidade de o operá rio utli­ 
quirir sua própria casa 
através do IJNII ele re­ 
clama dos juros e corre­ 
ção e, de contra-peso, 
aparecem uns 
atrevi d o s politiquei­ 
ros, metendo o pau na­ 
quilo que se faz em be­ 
nefício do operário. 
Enfim tá todo mun­ 
do reclamundo, falando 
em crise. falando em 
situação diíicil, etc. e 
tal ma a verdade é que 
lodo o muuclo a11du bem 
vestido. bem calçado, 
comendo do bom e do 
rr.elhor. le·rnnclo uma vi­ 
da que j:unaii; Ronhnrnm. 
J tônica é esta: 111,,..,,J,, 
o pau no govf.'rno. falar 
em distencão, em abolir 
o ato institucional, em li­ 
berdade e outras coisas 
mais. 
O governo é bnrn 
demais geute. Esse Al-;i 
esta enferrujado. Fosse 
o governo lançar mil.o 
dele cmo deve, a co­ 
meçar por Campinas, 
muita gente estaria ago­ 
ra reclamando ja sorte. 
Mas essa gente ai está 
metendo o pau no go­ 
verno e se locupletando 
com as coisa desse mes 
mo governo .... 
Saravá, meu pai. 
Relia fetenatina to inasil 
[slado de Maio Grosso 
Poder Judiciário 
Comarca de Bela Visla 
Carlorio do to Olicio 
EDTML DE FIJÇ 
cow o lNCR.- e .devida 
meote trnnscrito no re 
gistro Geral de Imóveis 
desta Comarca sob o 11" 
20.553, a IIs. 49, do Li 
vro 3-L. cujo bem foi a­ 
valiado em CrS 35.0O0.00 
(triata e doi mil cruzei 
ros), valor por quanto 
será levado à praça pa 
ra ser arrematado por 
quem maior lance der 
acima da avaliação, sen 
do a venda feita a vista 
ou mediante fiador idô 
eio pelo prazo de 3 
dias. Referido imóvel já 
se encontra hipotecado 
ao Banco do Brasil S.A .. 
conforme inscrição n 
1416, à ris. 05, do livro 
9-C. E para que nin 
guém alegue ignorância 
Ioi determinaria a expe 
dição do presente Edital 
que será afixado no Fo 
rum local no lugar de 
costume e publicado na 
forma da lei. O que Cum 
pra se, com inteira obser 
vância das prescriçoes 
legais. Dado e passado 
nesta cidade e Comarca 
de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, aos dezoi 
to dias do mes de setem 
bro ano de mil novecen 
tos e setenta t: cinco. 
Eu, Pedro Vergilio da 
Silva), Escrevente Jura 
mentado, o datilografei 
E> assino. 
Dr. Valter Jo-é Rodrigues 
Contrera. Juiz de Direito 
Eu, ·los· Avelino e ila, OIicil do Registro 
de Protestos da Comarca de Bela ista, do Esta 
do de Mato Grosso, nt forma da Lei ete. . 
Faço Saber aos que o presente edital virem 
ou dele tiverem conhecinuto que se encontrai 
em Cartório, á rus Coronel Dias, 98, nesta cidn.de 
para protesto por falta de pagamento e ou aceite 
o: seguinleH titulo,-;: 
1)- Titulos apresentados pelo Banco do Brasil . 
u) - Duplicata nº 11i11, valor Cs J20,0), veneimen 
to 10,0975, eitida por Bordados Danielle Ltdna, 
contra Nilda Perfeito 
b) - Duplicata n" 11631, valor Cr» 230,00, vencimen 
to 10.00.75, emitida por Bordados Danielle Ltda., 
contra Nilda Correa Campos. 
2] Nota Promissória Apresentada pelo Banco 
Itaú S,A. - Autobank 1" 4321 256287004, veocimen 
to 25.5.75 Valor CrS 18.8I3,92, emitida por Anibat 
Plazer a favor da Compainha Itaú de Investimeu 
lo. Crédito e Finauciurnenlo. 
3] - Duplicatas Apresentadas pela Firma Ultrater 
til SI A. a)-Oupllcal.a n"° 8I66 IT, valor CrS 
13.240,00, vencimento 30.06.75 emitida pelu firma 
upreseotaate contra Felic1an•J Hibus Triudade. 
b) - Duplicata n 6I68 IT, valor CrS 13.8 8,IJ0, veuc 
30.06.75 em.ilida pela firma apresentante contra 
Arnaldo Rojas Frazão 
c] - Duplicata n? 162»Do, Valor CrS 4.974,00, vene. 
30.ll 74., emitida pela firma apresentante contra 
Arnaldo Rojas Frazão. 
u) Duplicata n° 1I57 -DO, valor CrS 1.9I4.00. venc. 
30.11.74, emitida pela firma apresentante contra 
Arnaldo Rojas !:<'razão. 
E por ter sido impossível encontrar os devedo 
res ou seus paradeiros, pelo presente edital que 
será afixado no local de costume e pubfü:ado pela 
imprensa local. intimo-os para pagarem a impor 
tanciu devida ou darem as razões de sua recusa 
e no mesmo tempo, na falUs. de pagamento ou com 
"ai·ecimento. notifico-os do competente protesto no 
prazo legal. Prazo de 3 d1as a contar da Publicação. 
Bela Vista-ilt. 09 de outubro de 191.>. 
José Avelino e ilva 
Oficial do Registro de Prole lo 
PROCRIAÇÃO UI 
t cusrsvão 
Dia 12 e 13 (Domingo e Segunda Feira} O' Dia 
do Chacal com Edward Fox - Censura (18 anos): 
preço unico (suspensos os ingressos para estudan­ 
tes (apenas neste filme) 
Dia 14 e 15 - (terça e quarta feira) Con!issões 
Amorosas colorido com Olga Benvenuti - censura 
(18 anos) 
Dia 16 e 17 - quinta e sexta feira- O Cam 
peão do Kung-Fu, tstrelado por Shin Zu - censura 
18 anos 
Dia 18 (sábado) Do Odio ao Amor, com David 
Mac Callum, censura (18 anos) 
domingo vesperal (dia 19) Tarzam Enfrenta o 
Perigo, co~ Lex Ba.,''.tfl', censura li_vre . 
Dia 19 e 20 (domineo e segunda feira) A Vin­ 
gança é um prato que serve frio, :om Klaus Kins 
ki censura (18 anos) 
Dia 21 e 22 (terça e quarta feira) com Linda 
de Toff A Primeira Noite de um Homem aos 30 
anos, censura (14 anosJ 
Dia 23 e 24 (quinta e sexta feira) Eles So 1Ia· 
tum seus senhores com James Garner. censura 
(18 anos) 
Não percam hoje e amanhã: O Dia do Cha­ 
;;al baseado no livro de Frederick Forsyte - ten­ 
tativa de assassinato do presidente de Gaulle 
O Dia Do Chacal 
.PREÇO ur--rco

Trih1111a da Fronteira 	Je!a Vista Mt 
11 
FRSI(ME UI SI!II 
CONill[ 00 BNH 
Rfflfi[ 
Cuiahá (t-;EDDIA'i'J 
José Laiz de Borges Gar 
cia, presidente da Com 
pnubla de 8,llll',llnento 
do Eslado de Mato Gros 
iw-Sancmat - acaba de 
receber couvlto dó dire 
tor do l'<anco 'Nar:lónui 
A pessoa que fica doente não esté por isso ra, e de que não se pode investir em lufra-estru da Habitação, Alberto 
em Riluução vergonhosa. Por mais grave que seja tura pot·que afio há produção. 	Klumb, para, juntamen 
a ,rnrermidade uüo é ela causa de vergouba. A Isso seria a pura e simples regressão aos tem te com a Direçã.o do 
pessoa atrnvessa uma fase crítica alheia à sua vo pos de antanho em que o desenvolvimento se dava BNH, participar, nos ER 
tade e gernlmente ela procura todos os meios pa tão somente em razão dai; leis naturais. Lados Unidos, do Progra 
ru curar-se. 	Hoje em dia os pises em desenvolvimento ma de Treinamento para 
o· mesmo acontece aos municípios. Passam têm um progresBo acelerado e no Brasil essse pro- o Saneamento no ano 
por periodos de crise, mas não pela sua própria gresso é verdadeiramente vertiginoso. Bela Vista de 1975, a ocorrer ueste 
, vontade e sim por força de circunstâncias várias. tumbérn precisa, quer e merece participar desse mês. a pauta do Trei 
odversas e inr.ontroiávflls. VerdaJeiros motivos de progresso. 	namento para o Sanea 
força muivr. 	Só o Governo e os estabelecimentos de crédl- mento no ano de l!J75, 
Bela Vista lü unos vem alravestmndo prolonga to têm possibilidade de, em conjunto, ca,Ja um fa- segundo ofício encaml 
da ininterrupta e crescente cri e ecouomico-finan zendo a sua parte, realizar a estruturação da ln- nhado a Borges, consta 
coira. As pessoas qufl para cá vieram há pouco fra-estrutura tão falada, tão necest1árla e tão recla- o Projeto denominado 
tempo já a encontraram em péssimas condições e mada. 	Transferência de Técno 
por isso não notam nenhuma diferença. 	Só o Governo e os estabeledmeatos de crédi- logla que:"ap;dvelta ás 
As pessvus que não têm relações de amizade to podem oferecer 011 meios econômicos financei- possibilidades de assls 
:·om o povo não lhes conbere os sofrimentos. ros para as empresas e para as pessoas aumeu- têncla técnica e inter 
Proporcionalmente ao número de habitantes o ltirem, diverslricarem ou melhorarem as suas atlvi- cilmblo de Informações 
dinheiro circulante no município clt.•ve ter diminui dades, aumentando a produção e a produtividade. no âmbito externo, e réa 
, <lo conslderávelmen!e. 	ó o Governo e os eHlnbelecirnentos de crédito liza sob a orientação ,'da 
O- muuíciplo vem tendo contínua descapitaliza podem promover, efetivamente, decisivamente, o American Water Works 
çilo.- Vejamos algutls de Beu fatore!': • • • rápido progresso de uma comunidade. 	Associatlon - AWW A, 
1° - 1'odas as rnercadoriaB que compramos de É preciso, porém, que o Governo faça mesmo principal associação pro 
outros muuicipio • e estados, têm os seus preços o que lhe compete. E é lambem lndiRpensável que fissional americana no 
, constantemente aumentados. 	os estabelecimentos de crédito cumpram tlimbem setor de abastecimento 
O gado vacum, nossa prinr.ipal e q11ase única a sua beaemérlla finalidade. 	de água. 
mercadoria de exportação, nunca tem alta dP. nbemos que os flstabelecimentos de crédito Dentre as atividarles 
prnço. 	têm muitas modalidades de empréstirnu e de finan- do projeto, estão previs 
::!º - • Vultuosa Importância é remetida mensal ciamentos. a bem os ainda que noutras cidades to- tas visitas, em dois gru 
mente para rora do munlcipio a diversos titulos das essas moddalídades de créditos funcionam. pos, dos dirigentes das 
de prevideucia social. 	·' . • Sabemos que em Bela Vista existe crédito. iIas empresas estaduais de 
. 3- Continuadamente é r_emelida considerável abernos lambem que muitas e muitas pessoas ti- saneamento, às princí 
11nporlílncia em Jogos e loterias e outros. veram os seus pedidos de créditos indeferidos pais instituições amarica 
4º - lnúmerns mercadorias são compradas de Sabemos que existe crédito em Bela Vista: nas no setor de engenha 
fora porque_ delas não • temos aqui produção. E mas só existir não adianta.' O que adianta é a coo- ria ambiental onde se 
quando aqui as temos, no comércio, ainda assim cessão desses ·créditos. O que adianta é incentivar riam obsnvados, disêu 
vao comprar 11_outros mumolp10~ por q_ne lá, mira , o aumento da· p,rodução, o aumento da produtivt- tidos e analizados os 
culosamente, são us mercadorias vendidas por pre dade, a diversificação das atividades, a melhoria principais aspectos de 
ços muito inferiores • aos daqui. 	qualitativa da produção, o desenvolvimento da co- planejamento, adminis 
Em nenhum dos casos há 1etorno equivalente mercializaçüo. E o incentivo se_produz com a fa- tração, execução e con 
A crise é tu.o: sério, tão _grave, que há inúme cilitação do atendimPnto dos créditos solicitados . trôle de sistemas de 
ras pessoas que há tempos não conseguem mais pa c_om· n a:mpla e continuada· divulgação das possibi- grande e médio porte. 
gur as sua ol)l idtls de gêneros alimel:rt1c1os e de , tidades de crédito existentes com a ampl d' ul r 1 • d bas 
tro ·tigos de • • "d d ,. - d . 
1 
_ . • a 1v - e acwna os com o a 
ou :r s ar I pr1me1ra necess1 a e. gação las instruções que possam favorecer üS cli- teeimento de água, esgos 
·-d •deselJ'prego já é macabra realidade. entéSj e, porque nao, com. 0 oferecimento das di- tos e controle de polui 
- , Grande parte do povo está às raias da n,iséria versas modalidades de crédito.· • , . ção. _ 
É bem verdaae que Bela Vista não tem esgos Bela Vista_ está' atrasada de 20 anos, . mas ·se 
los, não tem calçamento, não tem energb hidro- contarmos com a real boa vontade dos Sancc s e 
elétrica, nioo item estradas, nüo tljm jndústrias, niio com a ajuda do Governo podemos em 5 anos ti- C f • R b 
tem produçã.cx, rll,tll'nt,COm.ercialização, 11ão /cm armaze- rar todo esse atraso. • 	: a e O usta 
namcnto I não· tem infra-estrutura p/ progredir Ist o é: 
.. u~_:Torn algumas indúst:rias, mas tão pequenas e Bela Vista (MT), lº.10:1r15:· 
em tüo péssima· situação que, quando falam em 
<':iuuústria, nüo são levadas em.consideração. ; ' 
Tem pecuária, mas em tão péssima situação ! ' 
que, quando falam em produção, rrilpt·•.é• levada Í-~.:"'.'.::_---------:-------,.., '"".,~.-:-.---..., 
g@ta..••- • 	•••. gRn- ngg MRQ{II3g 
._ Tem agricultura,_mas ainda tio pequena e em • 	ô	ll tSt! fiklllllll} 	(d e 	B e l a 	v i s t a ) 
tao precárias coudiçoes de produção, que também: : •• .--í:_, Preci a de Vendedora 
não é Jav.ada em couta, •. '.a 	• ; 
Tem armanezamento, mas insuficiente para a'' OFERECÊ: oB, 	, 	• 
:1tuai produco., quanto mais pra a,dos próximos telra - ássisí{"?,,j%"j - Registro em Car 
aos. 'Tem estradas, mas em, tão péssimas condi ·EXIGE: ?I m fico-hospitalar e outros. 
ções, que ml- tem permitido ;o escoamento da pro de cpp Carteira de trabalho Carteirinha 
dssao.je erg éjé@is._ r	d i	í i @ @ or mói@ p- oi .', ",cimgmito ou casamei 
res muito velhos, insuficiente, irregular, que mal ba ra . e dezono anos; que ten 
d4 vara, algumi.'ttnisaçio dom@sfica, e<apbé ',"? ,}?
d
as e boa.aparecia - cra ãe 
não pode ser lgxada em conta. • a:im. ·nc
1
• .1e rma on e trabalhou anteriormente 
• Eutão, de fato, pão temos intra-estrutura para OBSERVAÇÕES: - Inutil apres 
progredir. Mas é justamente por isso que estamos, requisitos acima. P sentar-se sem os 
atravessando séria.crise, econômico-financeira, A!'l As h ,, - 	_ 	' 
população aumentou, extraordináriamente e o mui [? s interessadas poderão se apresentar .. 
iif@i@,@@g,@gye s tijejyieiis pro6ijo»ii? [7%"," ? Z,e 3g Aopg_pra ireciii. 
Então b .déficit de ciidjç@es de trabalho e de,ri eiddãe. ·asu 1as • llaqumas,• filial dest • 
da. E é çptra,essa sitiáçjo deficitária que nos ' 	a 
levantamos e_tos.debatg[ri@g. Não nos conforma 
mos de maneira nenhuma cõiio circulo vicioso 
de que nilo há produção por falta ~e infra-estrutu 
ÔMC 
O plantio do ca!é ro 
• busta na r-e!!ião Norte 
serviria de "'alternativa 
para o Governo brasilei 
ro compensar os prejui· 
zos causados pela receuln 
te ·geada na região s 
no ·entender do deputado 
Vicente Vuolo [Arena-M1) 
Por se tratar de UJilª 
região fértil - frisou - o 
Governo teria as segtll~ 
tes vantagens. diminUl 
ção da escassez do pro 
duto; ocupação da áre
3 
amazônica; garantia d% 
abastecimento regi%""; 
e exportação do pro u 
to pelo porto dfl snnlii 
rém. ' ' 
·: ·TRIBUNA 
FRONTEIRA 
. - ... - 
"O JORNAL'' 
OI

'l'rlliunr1 da Fronlcira 	12 de Outubro de t!l7.í 
CiMDRD É OT CII 
COISflS VI 
ly ... 
Sessão do <lia 
15/09,/75: 
lndicaçilu ele autoria 
do Vereador Afonso Di­ 
lon Nunes LPlle, foi 
apresentada à Mesa da 
Câmara Municipal, ver­ 
sando aumento dos ven­ 
cimentos doi. pensionis­ 
tas da Preíelluru local. 
===: ,::,,::._ 
O Vereador Osvaldo 
'l'urlnl, apresentou Indi­ 
cação u qual versou iso­ 
bre a necessidade de se 
fazer os reparos e pa­ 
trolamenlo da estrada 
que dá acesso as Caiei­ 
rns, neste ~unicipio. 
e ,, 
Sessão do dia 
22/09/75: 
O Vereador Dr. Pe­ 
dro José Palmieri apre­ 
sentou requerimento pro­ 
pondo enviar ao nossos 
representantes no Sena- 
Hela Vista 
do e Câmarn Federal. 
indicação no sentido de 
se alternr lncidenclu, da 
Taxa Rodoviária no 
pais, pedindo que se 
fuça um Projeto, onde 
os munlclploB não pos­ 
suldorns de asfullo, so­ 
fram um desconto de 
0% no pagamento da 
referida Taxa. 
o 
Se fez presente nesta 
essào o 1!,'xmo. 'r. Pre­ 
feito Municipal, que es­ 
clareceu problemas refe­ 
rentes comprn de imó­ 
veis para a po terlor 
doação a União Fede.rnl 
que destinará ao Minis­ 
tério da Fazenda para 
a construção do prédio da 
Receita Fedem! de Bela 
Vista, e também a res­ 
peito da compra de dois meteres 
para a Usina local 
essã'o do dia 
29.0!J.75: 
Indicação do Verea­ 
dor Nunes Leite, sobre 
a necessidade de serem 
feitos os reparos e llm­ 
pezus nas sargetas da 
rua 15 de Novembro, 
em frente ao Prédio da 
Padaria Central, foi apre 
sentada à :lesa da Câ­ 
murn :luoic'ipal. 
» 
Uo Vereador José 
Glaucy Flôres, iudlcação 
no sentido de que sejam 
feitos os serviços de 
patrolamento da Rodo- 
. via Bela Vista - Jardim. 
o 
Congratulações ao 
Clube Recreativo Fle­ 
mengo, pela pas vagem 
cto primeiro aniversário 
de fundação dessa agre­ 
miação, foi enviado a 
diretoria daquela entida­ 
de, •malteceodn a boni­ 
ta campanha do referido 
M ! 
SERGI #OEAET 
FEROM 
ADVOGADO 
E C'RITÓRIO Rua General O.:-ório. 825 
Mato Grosso 
Dr. Késio Loureiro Pinheiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria C()elho 221 
Bela Vista Mt. 
Dr. Pedro Palmieri 
Advocacia em Geral 
Rum 15 de: Novembro 170 Fone 2.r7 
Uda Vi,1u .IT 
DR. FIORI MURllNO 
Médico 
Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - MT 
clube, sendo de autoria 
cio Vereador Nunes Lei­ 
te a iniciativa de tal 
g 'Bto. 
• 
Muda d Vereador Nu­ 
nes Leite, foi apresenta­ 
do verbalmente um re­ 
querimento. solicita11 lo 
do Secretário da Agri­ 
cultura do E tado de 
Mato Grn i;:o, a coustru­ 
ç/ío de Silos para aten­ 
der a armazenagem de 
produtos agrícolas du prv 
xima safra do .Iunil'íplo. 
Dr. Pedro José Pal­ 
mierl 
Presidente 
Osvaldo Turini 
1 0. Secretário 
=HAROLDO MEDEIROS= 
ADVOGADO 
0AB - MT 1183 
Cl'F OOH-29S.870 
Rua 15 de 1 ovembro 177 - Oela Vista Mt 
Dra. Maria Aparecida Zanda Grella 
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Bacteriologia - Bi<•quimica - Hematologia 
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No começo de qual­ 
quer coisu. sja no 11- 
mor, nos romauces du­ 
vídosos, nos negócios, 
nos e t11rtos, enfim, t•m 
qualquer coisa que a 
pessoa e proponha a 
faz •r. ludo • rnuito Iú­ 
cil e bonito. Su b e m 
por que? Simplesmette 
porque "as mentirinhas' 
ainda estio "quentinhas" 
COCJS('l'VUlldO um pouqui­ 
nho do calor da verda­ 
de, que não é a verda­ 
de reul mas, us ;;uus ví­ 
timas. envolvidas em 
suas Ilusões, u·reditam 
que sejum verdadeiras. 
E só o tempo, com 1<ua 
calma e com seus acon­ 
tecimentos fatais, é que 
• lhe revela a verdade. 
Digo isto porque exis 
tem pessoas que, para 
conseguir realizar seus 
objetivos, iniciam seus 
planos mentiroFos a si 
próprias e, depois, o tem­ 
po é que lbe mostra, 
grutlutivumente, a verda­ 
rle real. Tudo aquilo que 
era bonito e fácil. ••vui 
caindo por terra''. nssim 
como os valores pesso­ 
ais, os sonhos dourados, 
as ilusões e grand<.>ws. 
us lindos coutos de fuáa, 
os intermináveis roman­ 
ce, são destruidos co­ 
ruo os ca !elos edifica­ 
dos na areia. 
Terminam c,,mo co­ 
meçaram: o Nada, 
Essa é a vida dos 
mentirosos. "Só vivem! 
de pouco momentos. 
Eles existem enquanto 
perduram suas mentiras. 
Quando perdem o papel 
no palco da vida, torça­ 
dos pelas circunstancias 
imprevistas, tornam-se 
rebelde!>, lIas deveriam 
saber que eles próprios 
é que são culpados pelo 
que lhe acontece." 
Digo-lhe que: A vi­ 
da real assemelha a 
um carteiro, que nada 
tem a ver com a boa 
ou má noticia que se 
oculta dentro dos enve­ 
lopes." 
Assim é a vida real. Hu­ 
ra e sublime. ão pode ser 
maculada pela perversidade 
que e oculta no íntimo de 
cada er hunano. No aceita... 
Mentiras. 
CASA 
- 
SAO 
,, 
JOSE 
De José Destefanl 
Vendas só na Atacado. 
Coca - cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa. Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Jacaré, 
Ov·ilado Argentino, Arame Mota, Secos e !!olhados em Geral. 
OI 
' f ri'do da Hc!rião O FanJ<,,o Úlco :lara,coja -O 01,·o d:, don:i .i.,, cu,:, <JU" 
Vendemos tanbém o lo mais prete ' ' 
"A Casa da Tradição" 
Avenida li de Dezembro 164 Jardim MT.

Os tres problemas vitais ao desenvolvimento 
de Bela Vista -agua- comunicações - energia elé­ 
tricu - estão sendo resolvidos pela ntual udmi­ 
nistr ação, dentro das limitações inerentes às exi­ 
gencias burocráticas, e a sistemáti<'a udmlnlf>tra­ 
livu do Governo do Estudo. O p:·el"<:,ito muni<'ipul, 
Ruben de Castro Pinto, nsRumiu o cargo em 30 
de nhril de 1975, portunto, há seis meses utrás. 
Muito foi feito neste periodo, não surpren­ 
denrlo, pois reconhecíamos a capacidade do di­ 
uumico h o m e ru p ú b I i c o antes do mesmo 
aceitar multi eslu missão. Homem austero, Integro 
e consciente dus nect-ssldades belavistenses, Cas­ 
tro Pinto, "arregaçou us mangas" e começou a 
trnbulhur. Primeiramente, "anumou a ..:asa", com; 
r:ientízou os funcionários, traçou diretrizes e o­ 
dotou o lema "Trabalho Acima de Tudo. Está 
trnlmlhando o homem e podemos enumerar em tão 
curto espuço de tempo as seguintes obras: Pon­ 
tes, Bueiros, aberturas de ciqüenta e pouras ruas 
(integrnndo as populacõet1 dos bai:-ros al'astado 
da cidade), assistência às escolas (dinamizando o 
corpo funclonul), documentação gratuita p/ cen­ 
tenas de pessoas, inclusive, fazendo mais (iOO no­ 
vos eleitores e o principal. Pela SESP. consrguiu 
um motor novo Mercedez Henz p o Serviço de 
Agua; Ao Governo do Estado: dois novos grupos 
geradores, SCAIA, com capacidade de 500KVA, 
junto a Telemat: pagou as contas atrasadas do 
Fundo <le Telecomunicações no Banco do Brasil 
e na próxima semana este Cll"güo estará em con­ 
dições de tomar conta efetiva dos telefones lo­ 
cais. Os novos motores para a Usina de Energia 
Elétrica, já estão sendo instalados e tüo logo as 
condições técnicas o permitem, entrarão em fun­ 
cionamento. Quando o General Castro Pinto as. 
sumiu a Prefeitura, a descrença imperava no 
seio da coletividade belavistense, o futuro jó não 
estava tüo radioso, mas antevíamos umu mudan­ 
ça nu contexto ·local, mas não em tã,., curto 
prazo. r,epetimos: não nos urprcnde a atual a- 
i 
drninistrnçüo, já esperávamos o atual ritmo de 
trabalho, no uprende a rnpidez das açõe e o 
Homem de lleu Tempo Tenho Pressa, adapta-se 
1 
bem ao nosso prefeito. 
Nós estamos ao seu lado r Prefeito, nas 
horas boas (que serão muitas), e nas horas ruios 
(queria Deus que nüo aconteçam), por que a for­ 
ça que o move é mesma que move o nos o ideal: 
"Amor a Terra e Amor ao Brasil. .-. Patria é a 
União de Todos. 
lvaldo Pereira 
2?-<coco«cscsck<o<o<o-<<o<<osoo s, 
i Em todos o bairro da sua cidade de- ~ 
j ve haver um ou mas postos do obral j 
$ 	. 	j 
~ Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- ~ 
~ nlclpal do MOBRAL e ajude a solucionar • 
$ roema, llostre-se lider na REGIÃO. ~ 
~- 	l!f 
$ 	# 
o---6 -00 -c - 309±--35-s: > s.K 
:--la e<liçúo anterlo:·, 
publicamos um artigo a 
respeito da Clrctran lo­ 
cal, onde defendiamos o 
chE>fe daquela repdrlí­ 
çüo, Fernando ,lvcs Go­ 
mes. Dit;semos: "uão 
admitiremos polilicalha 
e muito meuos mauo­ 
bras de politiqueiros. A 
Ar<.'na muuiclpal, deve­ 
ria cuidar de assuntos 
mais importantes ao de­ 
senvolvimento do muni­ 
cipio, ao invés de ficar 
fazendo reuniões para 
exonerar ou nomear fun 
cionários. Por sinal sem 
peso para isso" Não ti­ 
ramos uma vü-gula e 
nem acrescentamos na­ 
da, simplesmente, deve­ 
mos uma satisfoção às 
pessoas que, sem mere­ 
cerem. foram atingidas. 
O cementaria causcu relemtcas 
(esperadas), pois "os jus 
tos pagaram pelos peca­ 
dores". Alguus arenistas 
deturparam nossas pala­ 
vras e não separaram o. 
"joio do trigo". A luta 
da Tribuna, é u luta do 
povo, acelerar o desen­ 
volvimento de Bela Vis­ 
ta (em todos os setores). 
Nós, apena nós sabe­ 
mos o quanto custa man 
ter um jornal numa cida 
de onde o pessimismo e 
o derrotismo andam de 
mãos dadas ( queira 
Deus que seja uma "cri­ 
se" pa ageira), pois a­ 
qui nesta terra histórica, 
são raros os otimistas 
de llnimo resistente, con 
truriando a fibra e o 
arrojo de seus primeiros 
moradores. 
Não somos contra o 
atual Diretório da Arena 
(segundo comentários), 
pelo contrário, reconhece 
mos o esforço de seu 
presidente para colocar 
as "coisas nos eixos". 
somos contra, e russo 
nüo fazemos segredo, ai 
guns elementos que na­ 
da fazem pelo progresso 
do município, nada en­ 
tendem da nova política 
que surgiu "pós Revolu­ 
ção de 1964", e vivem 
se pavoneando em bus­ 
ca de elogios e mereci- 
mnentos, Esses elementos 
lo ervas daninhas que 
devem ser PXllrpadui­ 
em beneficio do partido. 
Não merecem crédito, 
porque u força que os 
move é a da calúnia e 
da ingrutidilo. Simples e 
nefastas ervas •iuninhui-. 
Pedimos perdão aos lei­ 
tores (com senslhilidade 
mais apurada) se algu­ 
mas vezes usamos uma 
linguagem agressiva. É 
a vontade de acelerar o 
progresso, é a vontade 
de ver as pessous cer­ 
ta nos lugares certos, é 
a vontade de ver triun­ 
far a justiça e o bom 
senso. Nosso País. ado­ 
tou uma estratégia de 
deseuv()lvimento. e to­ 
dos são responsáveis pe 
lo sucesso da mesma. O 
mundo atravessa uma 
fase difícil e· nós brasi­ 
]eiros, sem demagogia, 
somos a esperauç,t do 
mundo. Um fantasma 
ronda as nações. a fo­ 
me; um demónio está a 
solta semeando guerras 
e Jiseórdius, e nós, aqui 
nesta terra de anta 
Cruz, somos uma ilha 
de tranquilidade. Esta 
tranquilidade é que de­ 
fendemos. Essas estrutu­ 
ras (de paz, amor, traba 
lho) que ulmejamos pa­ 
ra nos os filhos, netos, 
o futuro ... e por isso, ca 
ro leitor, às vezes so­ 
mos agressivos. De ver­ 
mos tantos brasileiros 
e preocupando com quire 
las, quando as circuns­ 
tàacias exigem grandiosi 
dade, é que . nos revol­ 
tamos com os homens 
que fazem "politicalha". 
O . eminente presidente 
Geisel ,pediu maior "ima 
ginação criadora dos po 
hhcos ' e os politiquei­ 
ros criaram "fantasmas e 
pesadelos·•, Não critica­ 
mos os partidos, existem 
os bons Políticos, tanto 
no MDB, quanto na Are­ 
na, criticamos sim, os 
rneptos, os fantoches os 
aproveitadores, as mari­ 
oetes regidas por idéias 
ultrapassadas. "O jornal 
está avançado demais 
. 
está criticando demais", 
Pedantes. Parasitas. 'Tri­ 
buna cresce, com san­ 
g-ue... THAB,Ll!O... ,­ 
MOR.. LUTA. Voee, e­ 
pirito de destruição, ve­ 
nha conhecer nossas of1- 
cinas, veja a luta que 
travamos para manter 
nosso jornal (em tempo: 
nossas máquins 1oram 
fiuanrladus pelo Jlauco 
do Brasil) venha ver 
como nossos gráficos co 
locam o coraçiio aciorn. 
ela ambição, venha ver 
como se trabalha pelo 
FUTURO, pela PÁTRIA 
Aqui n.1 o impera o pes­ 
simismtho, passamos cliJi­ 
culdades sim. e INÚ:IE­ 
RAS, mas não esmorece 
mos, porque não visa­ 
mos caros ou elogios, 
visamos o FUTU.RO tl o 
DESENVOLVD!ENTO. Fi 
zemos a revolução, não 
usamos a revolução pa­ 
crescer, crescemos com 
a revolução, e mesmo 
que o amanhã seja um 
passo no escuro saltaremos 
tranquiles porque TEMO! 
FÉ e CONFIAMOS neste 
gigante, e porque co1.1tu­ 
mos apesar de tuoo. 
com o apoio de GENTE. 
gente, simplesmente ge 
te. que vibra, que chora, 
que acredita no RRA- IL 
POTE 'CIA, _gente, sim­ 
ples, mas B R A SI LEI· 
ROS ... 
"A Pátria é a união 
de lodos". 
Quem não anuncia 
vende, quem anuncia 
vende muito mais 
a n u n e ian d o na 
Tribuna da Frontiera 
voce venderá mais 
PREÇO DESTE 
EXEMPLA 
C$ 1,00 
s 
de Cile 0. @lilate 
Ferros, Chapas, Tubos, 
E 
Rua Cel. 
Tg mos 
Juveneio l5 
Tintas, Azulejos, Vidros, Conjuntos s -
1 
• 
aniários, Arames F 
uma Infinidade de Artigos pora 
O 
CI' t E . 	• •erragens 
1ente ;xigente, 
2r±NDI±N1o 0 sol zcl12a 
Cimento para pronta entrega em G , trl,.!.J..r). 
dos ta."; Ego«ve 
• Laguna 
Mato Grosso

Tribuna da Fronteira 
Processo Crime n.0 91/74 
Autora: A J Ul'il ica Pública 
Réu: Rafael IIainiux 
Vítimas: Tálio Loureiro e 
outros 
Prosseguem festejos 
dos 140 anos da PM 
Vistos. ele; 
O representante do 
llin!Htérlo Públlc<> ingrns­ 
sou ne lu Comarca. com 
Ação Penal Pública lu­ 
coudicionuda contra Ra­ 
fael Haminiux alegando 
que o referido cidadão o­ 
eupava cargo na Acar­ 
mat desta cidade e usan­ 
do de evidente má-fé 
emitiu várias cheques 
sem a suficiente provi­ 
silo de fundos, sendo 
que p/ u vitima 'Tulio 
Loureiro emitiu os che­ 
ques DV 2;i3U03 contra 
o Banco ltaú S.A. no 
valor de 5.000,00 e DV 
253940 contra o Banco 
S.A. no valor de 2.195,00, 
para a vitima Américo 
Feliu emitiu os cbepue 
nº UK 85G883 contra o 
Bunco Itau .A. no va­ 
lor de Cr$ 10.000,00 e 
e UO-lol.793 contra o 
Banco Itaú S.A. no va­ 
lor de Cr$ 1500,00; 
para a vitima Ary Ricar­ 
do Brandão Delvalles 
emitiu o cheque n. 
316614 contra o Hanco 
Financial de Mato Gros- 
o '.A., agência de Pon­ 
ta Porã no valor de 
de Crs 200,00; para a 
vítima Alceu Bulista Go­ 
mes emitiu os cheques 
DV-25392 contra o Ban­ 
co Itaú S.A. no valor de 
CrS 2.000,00; o cheque 
UO-101.797 contra o rues­ 
mo banco no valor de 
CrSl.5 0,00 e o cbeque. 
V-251932 contra o me - 
mo Banco Itaú .A. no 
valor de CrS 23.0IJ0,00, 
alegando também o Mi­ 
nistério Público que, to­ 
dos o cl,eques acima 
mencionados foram apre­ 
sentados pura cobrança 
devolvidos pelos estabe­ 
lecimentos bancários por 
insuficiêncilt de fundos. 
Capitalou o delito no 
ar ti g" 171, parágrafo 
2o., item VI do Código 
Penal Brasi!t,iro. 
•. A denúncia foi rece­ 
bida (fIs. 2) sendo desi­ 
guado o interrogatõrio 
do acusado. O acusado 
foi citado através de 
Edital (fls. 17). Uma vez 
citado por Edital o acu­ 
sado não cc,mpareceu 
que foi decretada a sua 
revelia. Foi nomeado 
defensor dativo p/ patro­ 
cinar a sua defesa (fls. 
20). 
Foi lançada delesa 
Prévia (fls. 22). 
Foram ouvidas as vitimas 
que foram arroladas tes­ 
temunhas na peça vesti­ 
bular da ação penal, a 
cul>er, Túlio Loureiro 
( depoimento IIs. 33), A­ 
mérico Feliu (depoimen­ 
to de fIs. 3I): João Ba­ 
tista Del Vechi, médico 
veterinário funcion{>.rio 
du Acarmut (depoimen­ 
to fIs. 35) e Alceu Batis­ 
ta Gomes, (depoimento 
de IIs. 36) sendo o Minis­ 
téi-ío Público desistiu da 
ouvida da testemunha 
Ary Illcardo Brandão 
Delvalles (fls. 37-verso ). 
Passando o procedi­ 
mento p, a fase do arti­ 
go 499 do Córligo de Pro­ 
cesso Penal, nada [oi re­ 
querido pelas partos. 
. Em nlegaçilo finais 
o titular da Ação Penal 
pleiteia a condeuaçúo do 
acusa rio mencionando 
que u autoria e a mate­ 
rialidade restaram devi­ 
damente comprovadas 
atravé do cheques a­ 
pensados e ria prova tes­ 
temunhal colilida. A de­ 
fl'sa pleiteia a absolvi­ 
çilo sustentando a tese 
que os cheques foram 
dados em garantia de 
dívida e dessa maneira 
nos termos du juripru­ 
dência desfigura o este­ 
lionato, acre centando 
também que o acusado 
é pes oa de boa índole 
sendo primário em pra­ 
ticas delituosas. 
É o relatório. 
Passo a decidir. 
Demon tra o proces o 
que o acusado veio p 
esta cidade trabulbnr no 
E ·erilório da Acarmat e 
que valendo-se do pres­ 
tigio de ser funcionário 
público Iederal couse­ 
ruiu em pouco tempo de 
permanência nesta cida­ 
de lesar o patnmomo 
de honestos cidadãos 
desta comunidade. 
A autoria do delilo 
está comprovada atra­ 
vés da prova testemu­ 
nbal colhida. A materia­ 
lidude através tos che­ 
ques juntados as fls. -6- 
7-8-9-10-11-12 e 13, sen­ 
do que todos esses che­ 
ques foram devolvidos 
por insuficiência de fun­ 
tos p/ respectivos esta­ 
beleimeatos bancários. 
Não obstante os che­ 
ques de emissão do acu­ 
sado que por si só se­ 
riam condição necessu­ 
ria e suficiente para de­ 
ereto condenatório, 
testemunha Tulio Lourei­ 
ro (fls. 33) diz em deter­ 
minado trecho do seu 
depoimento: 
"que o acusado deu 
um prejuizo ao depoente 
de CrS 80.000,00 (oitenta 
rnll cruzeiros) aproxima­ 
damente, que o acusado 
deu uo depoente vários 
cheques sem a sul'iclente 
provisão tle fundos, que 
o depoente reqcbeu os 
cheques e apresentou-os 
dentro do prazo regula­ 
mentar". 
A testemunha Amé­ 
rico Feliu diz em deter­ 
minado trecho do seu 
depoimento: de fls. ::J.t: 
"que o ucusndo deu 
um prejuízo ao depoente 
no valor de CrS 11.500,00 
(onze mil o quinhentos 
cruzeiros) de compras 
efetuadas 110 :;eu estabe­ 
lecimento comercial me­ 
diante cheques que fo­ 
ram devolvidos por insu­ 
ficiência de fundos". 
A testemunha João 
Batista Dei Vechi diz no 
seu depoimento de fls. 
35: 
"que o depoente tem co 
nhecimento que o acusa­ 
de deu prejuízo na Co­ 
marca referente a avais 
de carro e de títulos e opera­ 
ções comerciais, que o 
depoente tem conheci­ 
mento que o acusado 
emitiu cheques sem a su 
ficiente provisão de un­ 
dos; que o depoente ava 
lizou um titulo para o 
acusado sendo que uão 
sofreu totalmente o pre­ 
]Uizo ísto porque a im­ 
lh,rtància foi paga com 
a parte de seu salário. 
Dessa maneira está 
cristalinamente provada 
a açit 1 do acusado. Não 
resta dúvida nenhuma 
no convencimento deste 
Juizo que referido cida­ 
dão denunciado deu um 
golpe economico em vá­ 
rias pessoas desta corou 
nidade e foragiu-se no 
Estado do Paraná tal­ 
vez para a cidade de 
Manuel Ribas, segundo 
o depoinu,nto da teste­ 
munha de fls. 35. 
Afasto· a tese da de­ 
fesa que os cheques fo­ 
ram dados em garantia 
de divida, isto porque 
tal assertiva não encon­ 
tra amparo no conjunto 
probatório colhido. 
Isto pôsto, dou pela 
procedência da denúncia 
e condeno o acusado 
Rafnel Gmiiur as penas 
privativas de liderrlade 
do artigo 171 combinado 
com o artigo 51 parágra­ 
fo 2Q e levando-se em 
consideraçilo ao artigo 
42 do Código Penal fixo 
a pena base em quatro 
anos de reclusão e wul- 
cuiab [SEDIAT] 
O comandante-geral da 
Policia Militar de Mato 
Grosso promoveu home 
nem aos integrantes. 
em prosseguimento aos 
festejos dos 1lo no 
dn corporação. No quar 
tel do Comando Geral es 
oficiais rras e funciona­ 
lismo civil prestaram ho­ 
menagem uos recém-pro­ 
movidos 1"s sargentos. 
De outro Jado, no 
gabinete do comandam 
te-geral da PM, coronel 
Geraldo de Oliveira e 
Silva, promoveu o eles 
cerramento do estand:ar 
te que cobria a roto do 
coronel reformado Luiz 
Carvalho, na "Galeria de 
Tetratos dos ex-Coman 
dantes-gerai da Polícia 
Militar" Em seguida. os 
oficiais se deslocaram 
até o Quartel do 1 Ba 
talhão da Policia Militar 
onde participaram de al 
moço de confraterniza 
ção. Na oportunidade, o 
coronel Geraldo, coman 
dante-geral da Milicia, 
efetuou entrega de "Hon 
ra ao Mérito" ao cel 
Luiz de Carvalho pelos 
serviços prestados à. Cor 
poração e à comunidade 
rnatogrossense. 
ta de Cr" 100,00 (cem 
cruzeiros). Levando-se 
em consideração do ar­ 
tigo 51 par;grafo 2 do 
Código Pena! por tratar­ 
fie de crime continuado 
aumento a pena base em 
8 meses de reclusão, fi­ 
xando a pena definitiva 
em quatro anos e oito 
meses de reclusão e mul­ 
ta de Cr de 100,00 (cem 
cruzeiros), scnde que u pena 
ambulatória dever ser 
cumprida em Estabeleci­ 
mento Penal do Estado. 
Nos termos do rt. 67. 
inciso I do Código Penal 
condeno ainda o réu na 
pena ace ·sória da perda 
da função pública. 
Lance o nome do 
réu no rol dos culoa­ 
dos. Expeça-se contrâ o 
mesmo mandado de pri­ 
silo. Ccmunique-se o Juí­ 
zo de Direito da Comar­ 
ca de Manoel Ribas no 
Estado do Paraná, local 
onde possivelmente se 
encontra atualmente o 
réu. 
Publique-se a pre­ 
sente sentença ua Iin­ 
prensa local nos termos Leia 
do art. 67, inciso Ill c..Io 
Código Penal. Tribuna 
P. R. I. _ 
Bela Vista, 25 de teira 
Junbo de 1!J75. 
Dr. Valter José Ro- seu, o 
drigues Cou trora 
.Juiz de Direito 
nal 
e Assine 
da Fron 
O meu, 
nosso Jor- 
H. :'IIedeiros 
• Lei das Contravenções Penais 
(Decr-Lei 3.688, de 3. 10.41) 
Art. 21 - Praticar vias de fato contra alguém: 
Pena: Prisão de 15 dias a 3 mese 
Art. 35 • E'l1pragitr-se, na prática da aviaçilo 
a acrobacias, ou a voos baixos, fora da zona em 
que a lei permite, ou fazer descer a aeronave- fora 
dos lugares destinados a esse fim: 
Pena - Prisão de 15 • dias a 3 meses. 
Art. 59- entregar-se alguém habitualmente à 
ociosidade, sendo válido para o trabalho. sem ter 
renda que lh"' assegura meios bastantes de subsis 
tencia, ou prover à própria subsistencia mediante 
ocupação ilicita: - Pena prisão 15 dias a 3 meses. 
Art. 60 - llendigar, por ociosidade ou cupidez: 
Pena Prisão de 15 dias a 3 meses. 
Parágrat'o único: Aumenta-se a pena de um 
sexto a um terço, se a contravenção é praticada: 
a)-de modo vexatório, ameaçador ou fraudulento 
b]-mediante simulação de moléstia ou rleformidade 
c)-em companhia de alienado ou de menor de 18 anos 
Art 63:- Serir bebidas alcoólicas. 
I- R. menor de 18 anos 
II- a quem se acha em estado de embriaguez 
lil- ü pessoa que o agente sabe sofrer das facul 
dades mentais 
[V- á pessoa que o agente sabe estar judicialmen 
te proibida de frequentar lugures onde se consome 
bebidas de tal natureza: 
Penn:-prlsão de ~ meses a l ano.

8. Isso raz ePrto que "tr:ínsllo" llÚO 
a11cla liem. ,H cotreris, não obstante o 
sPrviço d<- i;i11aliza1,;.io levatlo u efeito 
pPi:t prl'l"cilum. conliuuam; menores e pes 
. Olltl hl'lll Jmhilila~·ão ('OJllillUam a dirigir 
veiculo aeinutosnamente ns vins públicus. 
Tutlo it-trn Píll al'ronlo:-o d~srespc1to ilh 
1,,ji, dt> trirnsito e c,,m ri-;cv para n co- 
1t,t1vicladl'. 
1inda ngom, no SL'l último número. a 
Trihuna da Fro11teira publil'a um patéti­ 
l"(> apl•lo pal'a qul' o:- motoristuH 11ao 
at1·oprlcm as eria11ças. '.alurnl111cnlc por­ 
que pernislc o prnhlL•ma do excesso de 
velocidadP. 
E preciso que aluem ponha fim a 
esses desmandos (' .i ordcru L' a legali­ 
daciP 1,1• impouhnm 1:0111 a supn•macin 
da LL'i. O Uirt>lório da .RE'.'IA agiu 
dentt·o tio mais sadio espirilo demuerá­ 
lico, do mni~ eJ~vaclo proee1hme11to ele 
~@rdiiio dos interesses da colctiviclncil'. 
O Dirotórlo c!lclnrece, pot· fim, que 
jamaíH pediu a exoneração de qualquer 
c;idadüo que ocupe cur{!o pul>llt:o nc_:,la 
cidade, e que tüo i-;omPntc por 1rnlic1t_a­ 
çiio de Exa o Governador. elaborou !ti'· 
tus tríplices para indlen<;iio ele nomes u 
Delegacia de Policia que se encontrava 
Yaga. 
IR!-O n,io "Í~nilirn. po1·(•m. que o 
UirPtório abra mão de !'IUU prerrngati'a, 
na ún•a do ~luuíciplo. dr indicar ,10mes 
ele JH'ti8oaH ídô11eus 011 até mesmo pedir 
a allcrução dt> cargoH, ticmpre _que -~ _ho'.i 
ordem e a moralidade do Serviço I uhl!­ 
co o exigir. poli; tem Hua atenção. e o 
seu trabalho po!ítiC'o ,ollüdos aoH mte­ 
reses da população belavistense. 
li. O r,•d:otor ,la Tribuna ,JJ Fronteira, r. 
J,aldo Pc:n~ir .. t. não teve nenhuma razio para ,, ... 
aear contra o Diretório Municipal ria HI•::' . 
ESPCIEERIO 
por ser o partido do governo, dereria agir como 
t11l. cl;1ntlo e"·111plui <lt· ,·01110 d,·, e- ,-er Ít"ll:t ,1 , cr 
da«leira politica revolucionária. E -eu dever zelar 
pelas coia- púhlu-;u-
1 nrn ..... c, ... t'Olll't'clt•tn -.11h"1tlio-. 
para dizer- o ,·011,rúriu. O pa-.-,.ulo par;,i ltÚ:- l· t· 
pt·riVnci;i. Fri -amos bem, que nada temo- contr;, 
o atu:.il pn-• .. i,l,·nh--. rnuito pc:lo t'ttntrftrjo). tlr, r11u, ... 
á ele obrigações que nunca poderão -r puga 4 
-na totalidade. O passado para nós é experiência 
t· não ('t-quccr1uo"' o~ <pu-· fo:r.r-rn o Lr1u... tn., ... 
E,i::1tc1n o:-- Polili<1ueiro::». tb 11ur fa7,t"III l'olitiea 
lha e estes elementos ó trarão dissabores ao par 
tido. O trah.dlw do pre,id,·nl<" ,c-r:Í árduo, lc-r.Í 
que conduzir um grupo de bons cidadão, ma­ 
rntrc t·lt•1.. .... lau~ Polillcn ... f" no,; aqui eP.tu1nos 
tratando ti,· l'olitica. 
5 .. E--te itt'rn, partlculurmt>ntt"", foi dr un1 
maquiavc-li-1110 it toda pro,a: Até parece que o 
au1or intclectuul du re•po,ta, ;. um adépto da t:• 
cola do autor do Príncipe. :'llaquin,·.-1 fiarin au 
pre~o co111 a aplicnc;ão dessr" nluno, ele conseguiu 
captnr n própria es,encin da doutrina. He, oltou 
nu,. l'or ,uu insinuação maldosn ,prm n <la l'oliti 
ca de loça que tanto combatemos pelo seu total 
desconhecimento dn história ,111. Tribuna. Quem 
não conhece a nossa luta, os nossos problemas. 
há pouco tc-mpo rrali.tMnn, umn campanbn [As,i 
nnturns Ouro) ,·i,nn<lo ampliar n 1'ribunn, e A,·i 
,o aos Navegantes: Graças no• qut: ncredilaru em 
nosso trabalho, uos qu.: ~lesmo ::iabrn<lo que ,., 
tnos de fora, "'que qucn.:111 n1udar tudo,.., oqui t=!o 
u1n10'- coninruindo un futuro, nqui con~tiluiruo-­ 
fnrnilin, aqui nasceram os nossos filhos, e uqui, 
.:stamos mostrando a força do Trabalh,•. A Cam 
panha surtiu deito tivcmoo suce,~o nb,oluto. com 
pramos não uma. mas duas máquinas lmnprrsso 
r~• e um Tt:;reno para a futura sede grópnn. ,. 
:--1m é que nos coteod!:!1110:- "'1ntegraç-jo , gente de 
fora, s,mi:uc novo. ,·ibrantc-, comtruindo, nju<lnn 
<lo, rolaborun~o. sem nlrnejnr c:ir::og p6blico,. 
C!-iecrar 1ncrcc1mentos, a não :,er, O de sua pró 
pna consciencia. Tribuna é do Pº"º e cresce co111 
o po,·o. Tribuna pertence a nin!::uem, pertence a 
Bela Yi,t.n, e não admitiremos fn,inuaç,;e, mnlrlo 
,as quanto aos nossos propô·itos... Nunca. Os in 
tereses que moYcm :i no:-:ita linb11 Editori:il :4ào 
confc-i.?-àvci~' n5o uirnmos d<" um t-~otcri tno faju 
to para esconder nossas intcncoes; Progresso, 
Ilnrrnonu,, Ju,uç.a, Respe>10, a verdade Bom scnrn 
6- Ju,to t: corrente. b1ca111inhnr no _orgão 
con1pctc1_1t~ quchus contra o scrvi·o. n1:u lDL~e­ 
rentc e injusto, pretender exonerar funcionário-­ 
(sem motivo), E I,,o Foi Feito ... pois não é, u 
pruuetra_ vez que ~l~un~ hpotiticu:--" (sic) tentnrn 
fazer o Jogo da poh11calha. Como di,se1110, nu 
h)ln,!.'lo a y.:rcludc, •·é prt:cirn •epun,r o joio do 
trigo . Os JU,tos pagam pelo, pecador,:,:. 
. 7- A Prefeitura :l~;11icipal (trabalhando) sina­ 
lizou a; ruas de Bela  i,ta A Pedido do Diretor 
<la CIRETHAN, pois cse órgão nem instalações 
posuia (recentemente conseguiu um prédio) fun 
cionava em caráter precário na Delegacia de Pol 
ia, e cremos nos, o sernço publtco de, e :5er e.xcr 
ciclo cn1 :,strit:i colaborn~:ão. :ó.:4 noLiclumos a 
verdade, 11'10 deturpamos os fatos Realmt:nt 
quando os FITflPALDI fazem de no-as r. 
. pistas de corridas, denunciamos, errado scrin 
O cou 
r4rio. Pedim9 Proidci; ma reconhecemo­ 
que u setor ~ fi_i::,:cu_ 1z:iça? e, e ser exercido por 
~uardas de Trans110 _(1ncu trnte, .:rn no»u cidadt") 
1odo, ,;nbem que o ,11';',~re_ Ccl. cmt do I0o. HC coln 
boru corn Todat. as 1mcatas que visar o hc:ai 
e•lar cb_ popub~::.10, o upn_marameuto moral, 
0 
dt: 
senvolvimento c a estabilidade: deturparíanos o­ 
fatos, se disséos o contrário. Mas... todo« de. 
vem reconhecer que o ClREl'RA.:' po,,ue pouco, 
recur,-ofl e Necessita de eob.b~rnt:.:io. {Juando clu 
roubo de um carro, quem sai a procura de--e 
··Juriuli ... mo ,lt-, t· .. t•r al~uma t·ni,;a 11ui .. do 
tjllP c·a11t11r tH> ha11l1t·iru nu prnf1·rir -,olil6qui11--, 
t·mhora 11rn~nifirir111t·. 110 dr ... t·rto. l'oi.:.. t'lt<IIUIIIO 
º" filb:-o[n... pn1lt·111 Hf:,!ll1t1t·nt,1r que :t pintura 
,.,i .. tt- oi1ula t}lW Ul'llhu111 olho hu111a110 pu ...... .l con 
templá-la, ão pode haver discussão de que o 
jornnti,ta-. r .. l'ft'C'tlt pan serem lidos que à 
,·tnno ii,•tz,·lw ,1ur c:rlamou •·,111("' unha ou, ulo.:. • 
Prin1rir;IIH'1ttl". o elin·ito < a i1npn·n -a de :-:t· 
hrr f' o tlir,·ito da autorid.ule rr-p1111-..'nt·I eh• in .. 
fornu:r 1ll·,t•,n t'Ot"'..i ... tir. ll{,. um 1.·unf1ito ,t>hr,.. o 
qth" aconteceu porque acontecene porque aon­ 
tcr1•u. CJlH"l1' [01 o respon- a, el prlo Jt'OJllrc-1mrnlo. 
Poilt· e .. tnr eerto, amigo eleitor, qut• a funt;ão tio 
jorn11li:-1u tnrn.t·hf' t·ada , t"7. 111oiq c'tigt·nte :) me_<li­ 
dot tUt' o patlrU.o da culturn a,nnça; t" u nt!L'r-.~Hla 
tlr e e deixar ao lritor u opinião finul do'- fato:­ 
torml·!"t! a tônica do bom jornal. A 11olhicu eh· 
un1 jornnl l· n ohjc-ti, idade, o nr:;!6eiu e~ utu bon1 
joruitl é u honestidade, sua linha de opiniões, o 
ho1n scn-.u; e 11111 bo1n jornal -.ó ~t·;::ut• un1a ideo­ 
logia: a Ha,nn. O Editorial e o Fnlundo a V crda· 
,lt• jl rstu, :un imprr»os •1uumlo r<'c,·hemos a Cur 
ta tio Dirct6rio da An·nu, rc-,pondcn,lo ao Editu• 
ril publicado 1111 Trihuna de ;'; do corrente, inti­ 
tnl11do Cirrtran. !'ião haviu nccc,~i,lade dt." o O1- 
n·tório fri•ur a Lei ,h· Imprensa pnru que publi­ 
eá«mos eta r «p o !'I t a . .N o :o, to n e!--"olu de Jºr 
uali,1110 nào é de tempo, ntrnz, q1111ndo os politi• 
eose os encarregados dos jornai s se degladia nn1 
~111 ~r-Jça pública. Nos,a e,.,.,la é a ,lo jornali,mo 
-éri&, evolutivo, responsavcl e consciente. Acompa­ 
hamo a e'oluçào do ten1po, e não e::itnn10~ Ía• 
undo do tempo uma sequência ,1.- recordnçõe,. 
Para nós o que i111porta é o umanhà, e D!' cxpc­ 
riCuciai- do passado são simplesmente c:cperiênci .. 
a,. l'urn u jorúal, n medida lJUe ele coloca Ycr· 
tlaJc cu1 primetru luµnr, ele crer-ce na direção .. 
t'U não dirl·i pnra o interior. ma~ na direção - do 
drculo daquele, 111u· •cntem e flut'm a, mdhorcs 
re coisas da ,iela. V,nno-c ao$ futost 11oi1 !lào eles o 
alimento do cotidiano de um Grande Jornnl. 
(Respondendo por Itens) 
1- U,n,alo de uma 11ialéti,·a que no passado tan• 
to« malefieios causou à nação, nua pro,u cabal 
'juc nincln proliít~ru1n no Din-.torio as idt!ologini 
de partidos extintos, os "arenisttas belavistenses' 
do Dircturio, (hcnl entendido, do Diretório) dizcn 
11uc nào hou'C 111otivo aparente, como s nosso 
jnrnnl 'i',•-.,· de dcdu,ücs e não d.- fatos, A ver­ 
ebch· é o 110!"~0 contt'.'údo fundnml'nlal e as nossa" 
íontcF ,1,. informçõc--; Questão ,1,. Honra. !'ião 1,~ 
mos, e nunca tivcmo~ a intenção de indispor o 
públi,·o ,·nnLra n ARENA ou o .!.D.li. T,-1110,, " 
--t'mprc th,•mu-., a intt•nç-ão de- intli..,por o público 
comru n Corrup,ii<l, O Pe••imi,mo, . Pi,!iticall,a .. , 
E:-t:ii:nnc5o. t> todas a ervas daninhas que impedem 
o cn•i-icimcnto global da Princesa do Apa .. 
• 2- O, fofo• nào J>odet11 ;cr distorcidos quan 
do observados e analisados elo prisma da res 
ponsabilidade. lepetimos: a fun,·ã,, do Dirctorio 
í· Cnz.:r politica, nobre e alta politica, e mais umu 
vez está provado, o Dirt'tório reUht. .... !"O nnr-..t tra 
tar de a--untos contrários a sua missão ... fu ... a rc, 
posta à Trihuna Í! .. rná poliiica'" 
3- O Diretório jú pretenclcu exonernr foncio 
»!,rios, (é infantilidade ne;:fi•lo, pui,; todo, cn, Be 
la ,;,1~1 pocle,:Jo citur exemplo,), coutinu!.lrá pre 
u·ntlt"ndo muitas vezes o conseguirá (quando u 
bem público tiver acima da politica incli, i­ 
dual) e. 1ufrhuncntc, cunt1nunrJ. crrand11. O rno 
mento é de trabalho, é de ·Arregaçar as Mangas" 
seg_uir o t:xcmplo do ChtJfc E'<ecuti,o que traba 
lhn, que mo,tr-.t Obrn,, que produz, que usa a 
ima,.,.in:.:u·ão criadora.. 
e .1 .. b DirNorio corno órgão de <lirc<;:lo e at:io 
n,1 Corm:i ,Li ki Or;::inicu du, l'nrtiJo.,; Politi,·o,: 
<:OYll.l ('O l) 11. l'f:! 
cu
11,,,..iteH 1nJ1JrÍn.-n .... ,·on> p d,tf 1 dq iciati a-, 
ni'r•n•:, .. e• ,1ir:1!J(l11 , ... ( 11ntr.J ,, ( tit'J JOfh 
1
li ti, r 
to [hiretório r eo»tti de pulitico na erdl 
ra acpão da palavra, fazem política alia, eleva­ 
da, visando unuca r t•'t Ju ... 1,,H11t•ntr 11, 1n111t .. 
da coletividade propuguando pelo ptonr o, pe 
la ordem t· prlo !wr11 rr-t.1r d.1 JH1puLl,':
1
<>, t 1,, 
alem qur a .... irl pron·.lc·Ju!n, t' , tn •''111.:t'...c"lo 
para o agradrevinvento do 'artido. do Muniipi, 
.fo l•.•t ttl,, ,. ,1., '.11 . .i<>. 
h,111•· t'l'rlo • o Jotrul 'ltih11111 ,!., 1-r•1111,1r~ 
que -a a verdade dos fatos. ão ficareuos ja- 
11
1.ii, iudií,•fl'lltt'• ,h 1111(1<·1., • ,l,--.111u11l.1, ri,· 11111.J.,. 
mento, voni o eunhu de intrigar e de-muralizar, 
..-,u :.d,ri1no .. rn.1o ti<· uo-- ... 1 Ltr~(. •· ••!'-f.U1H; .. r11 t!• 
,,.... 1L.1- 114, 1 .. n·•pn11 -ah»ilidade e limita@o+, J ,. 
ri-111. t(·1110 JH'"'u·· .. ufu·it'tltt·. i .. 111 t' .. uturhade 
111nr.d - para nos t·o1iclu1.in110 - dentro da ltlu I fj, 
do Governo e dos ideais demoeratico-. 
Jlrl.,  Írlu, B d,· 01111,hro d,· l9í' >. 
l ,ori ,111r,111u 
l'rl.1 Co111i•-,1u 1 ,,.,-,11i,,1 ,1., 1:("  • l);r, •• 
1/irio .'11111i•·ip.d d.- B,·la  i-111 • IT. 
E.EIA 
,ci,·td(I!' J, 111 ◄'flfllj1,1Ílll1a d,· ()llt'111 ..•• ."! q11:1ndn .. Ur,!1· 
um problema mais ·crio, um poblema "rin-ito 
criminal quem toma as proid·neia-. a .. l'7l .. 
n1111 ri ... o da própria ida. Que? illllO• ~,·r füc' 
n·nlt·~ (' J,J)ll1-.'! 
{ A- correria« continuam poaqur quando o 
,.1,,.(.- da .IHETH A pretende multar '" iufratu 
r,- ... e-ai rlil ,111tipalhl do .. upulitin,.."' t• ~,(". ('CIIIlO 
Órgão lndPpendeute a Serviço da Região 
.no 1 - Uel.1 . i,ta • lt. - l:YJU!j.j J.o Ii9 
uma ilha cercado de ódio; pro,·urn mantrr a m~n 
ter a orderu, e mesmo contrariando estes politico .. 
t~,f'rl't' '-trn-.; funçüo dentro d:H lirnilacüt"~ iueren· 
1.-, na circunlaneas. (.)uanto à puhlicuçilo 113 Triu11 
na. foi uma homenagen .l Semana <lo T6n•iw. 
umn C:11npanha <le ,:,clarccimento. 1',ó, fJ:r.enw· 
a,•im, •·Colnbornu,os Com Todos º" Ór~Jo: nó· 
fazemos assim. indicamos medidas. criticat:o 
quando Yt'Ino◄o erro. 111ão no-, f-ubmrt<"Jll03 :t 
inten,,r, que não ,c-jam o bem informar u público 
. ? (::iic ..•. ) É preciso qu.- o, político• u: c?n-• ( ' 
c1ent1~cm de qut" tlue os lt'111po"- u,uda.r.Jm. a epº 
t·n hoJe e s.: traba( m ... e a da pc,litica do p10:;rr• 
so do desenvolvimento, do homem é que r.e11l01t11 
lt'-, a Ordem re a Le:zalid:irle <,: imponlurn colll 
0 
Supremnc,a da L.-i 
. 10 A cun,cii'ncia é o l!ldhor Juiz, não yumo· 
~gar pedra~ no pni;:-ndo, pào Yttrnos citar nome 
nmo,; dar ten:p? :io temp?· Continue ? Diretotl•' 
a fnzer ~ua Poht1c-·..1 e co11t1nu.o.rcw•J~ nos_,, ~,mprt 
<JUC for nece~~ário .. ,left"nclcndo oi-: interr~_,,es do 
1'0'O. 
li ·•A YOZ que dnma no Dc-se-r:to~. , •. ,illl :.' 
veu-; entedemos no,sn rui,são jornalí,tiCll, De-ru 
nhecern o~ ~autore," da respo•l!l :i Tribuna o ,,ct' 
e_ ~tica Jornnlí,ric-::i. Em ddc,; dos En<'rado; vriu 
c,pios <l~ !ornnli,mo sério é pue no: mnnif<,P 
mos: feririmos- a Bica profissional, ;;e fic:í••<lllº" 
indiferentes as injustiças, mas saibam srs. arenist+ 
e algum dia o Diretor da Cirt-tran deturp1r·, 
nobr.: f'..un~·ão que ext:rc~ seremoi o• pdme.iro'" 
,·omb?t_<:-los e Ele Sabe Disso. Quanto ao fa1-cr 
a 1:
0huca "adia acr.:<lito na PÕliticu de Obr-,.. 
Existem os bons mas os --uiuu~ marinheiro• l 11 
lerão levar_o navio ao naufrágio" A- pular f 
lllJuno,us. (intr~as .: d.:smora(i,:'.;çõe,) jo""mº' '"' j 
"o de lixo_p' srg queimada- e e.qucid+ ? 
rº qu, tncrnera. Nao úlamo, em p,:,;o wor­ 
falamos em peso politico e isso esperamos '' 
11
:1: próni:nns e_le.i,;õe, à v.:reançn. ). uderu o..· r y 
ot,ta,. a S1stcmu11ca de sua política uclot,llld,• U r 
Yerddeira poliica que tanto fole s lidere " 
• -~~"º ou rcspondcr-Jo por sua, omissões;. E.·1
1
<· 
que. ca,~a um me<li-i.: a respeito dessas pular-+ .' 
na pr6x1mn rcuniJ.o" lt·mbrrru-ze de t"'o!oc..::r- 
ri' pjUlU a< lll"CC ;;i<l:td<:- bá,ica, do :l!nnicip••· : 
rmula de colaborar com o Sr. Prefeito que?" 
e_nquanto ~ 11111 na.viu ~olitário forlt• JU:!-.: :-v!J· 
ro num mar de incompreen-ãre- 
Srn1daçc3c:~ Arcni.:-ia, 
[ val<l,, Percin, 
l{edJtor-Chde