FUNDADOR E DIRETOR HE:--PO'.'JS. VEL: /Vi LDO l 'fJ< l·.11{,- 
Hecliu;iio. Oficina l' ,rim! n!i-lr,1ção 
ANO iV 
Hua Duque 
fü•la 'istn. •> dt> No'emhn, de 1!)7:-, 
D'i->emaná rio 
'.' 12 
<il' Caxlai- S/N - 
EEZ ffiJ illJ ~ ~ ~rPrill [L V 00 rnJ fID 
FIM $. F#LA 
Cerea de 600 pessoa, entre 
jnrnnli,tas, político-<' a111,,ri1l:1- 
,It--!l, ('OlllJJart·("("rnnl 110 ~t•1,ulta 
nll'nto cio jornali,ta 'la, imir 
lfcrzOj!, nu 1·c111i1l-rin i,nll'li1n 
cio Butnntun. 110 k111 1;; 1111 rn 
clO in Hapo•n T11art••, 
Herzog. que era diretor 
cio D,•purt111111·11to ,l,· Jornuli<• 
1110 ,la T' Cultur,,. d., {':tpi111l 
puuli:-tu, t-Uil·idou•!'C nunrn de 
(ll'llill'ncia <lo Ül'pllrlUJlll'lllll 
dt• Opcraç,k, l111t·rnu, do li 
Exfrcito, 1·onformc 1101:i ,li•tri 
lrn{dn por aquele comando mi 
litur. 
Ao , d6rio do profü,,io­ 
nul ,lc lmprl'll>a, 110 l10,pi111l 
,lb,·n Ei .. tt'i11, 1•;1i,crn111 pn,­ 
i.entc:1 o ,-t•n:ulor Fnuu·o lon 
lnro, li«der do MDB no Sena­ 
·lo, o ,lt-patuclo Ft'danl Air1011 
oares; os <lt.·putatlo:- e:--cadu·1• 
i, Alberto ;olclmam (Ilda cln 
.I.DB na ,sfclllbléiu) •• llo,co 
,lo Amarul; L' n•1,r1•-c111nnt,·s 
,lu scen•tnrin ,lc- Cuhum do 
F.,tado, il qual t1 jornalista r· 
rn vinculado, por força do .-ar 
go que exercia na emissora de 
Í'V. 
O cnrdcal-arcchispo <ll' 
'ão Pnnlo dom Paulo t,nri•· 
ta Arns, procurava consolar a 
viúva <lo llt-rzo:;. Clurif,a, 
que teve seguidas crises de 
choro, pois vira n corpo do 
mnri<lo no Instituto ,Iédico 
Legal e conseguira autorizacio 
para uma segunda autópsia, 
ptostcriormcnlc nq:udn. 
Com n chenadu tia mãl" 
de Wlndimir f.; inicindo n 
t·nnto dos salmos cm hcbrúico. 
Em seguida, com o consenti­ 
mento <ln familin, o padre 
Fr.mri-co Horha Guimaràt'S 
que veio do Rio para visitar 
a Cúria puuli•to pediu que to 
dos se de--em as nãos para 
rc:ur o HPui i'os~o", pe«litulo 
o descanso eterno pura n ,,lma 
,lc ';'Jadimir. De ac,mlo co_u~ 
u tndiçào jutlnir-J. u:,; t-u1<·1 
das são enterrados a um ean­ 
to do ccrnitério, o que não a· 
contcccu com o jurnuli:--111. O 
>cn,idor Orc:'tc,; Quérca (;LO· 
13) o mais Hll!!elo ,·ru São Puu 
lo e do pai, t:11nbe111 corn_pa· 
rc.ccu no ,·clúrio fi.:u1ulo,. JUU 
tun,·nte com :lbato Golilmnn 
nté o fim ria l·crintonin. 
O pre-idcntc <lo Sindi~a­ 
to dos Jornali;tus Profis;10· 
1aÍ< ele• E,1aclo de São Puulo, 
Audálo Dantas, fez o pronan 
•··ia111ento !i,cal "ºt'rn nome cl~ 
todos os que trabalham na 
imprensa, em uonu.· ,la _drrno· 
.. -meia - c1n ttut' arrc:-dllalllO.:­ 
em tome dos versos le Ca-­ 
tro Ales: ·senhor, -enlor 
Deus do- desgraçada-, dizei 
IIH· .. 1•nhor n,-u~. ;,-t' ,-. 'C,"rtl.t· 
de, -e é mentira, tanto horror 
J)crautt· Or- céuF··. . 
]orn:di-i.1-- dt· t11dtt p;u-. 
:Hr,:n é .. tl,· .:11.1-- c:111id.11lt-.., ,l,· 
d., .... ,.• ,solidarizaram--e com 
Sinclirntn dos Jornnlistas l'ro• 
fi,,innnis do E-tado de Sãu 
l'auln, qu1• já t•tnitinun noln 
dizendo "aguardar os esclare- 
1·in1t·nto1- nece;,,1-;rini-- e com• 
pleto-" e cll'nllnciamlo ,. rcclu 
mando das autoridades 'um 
fim a esta situação, m ()'JC 
º" jornalistas profissionais, 
no pleno, amplo e claro ext.·r· 
ddo dn profi:;;~ào' :-ão n1:1n­ 
tidos presos incomunicaveis. 
U 1•n•<itlcntc do Sin,licu­ 
to do, . umali~las ,!., Hio tlc 
J1111l'iro, José :lladiadu, além 
cio tdeg:rumn no eu colega 
pr,1111:-ta, ern iou 11111 nutro, ao 
,.,•11L·rnl Eclnanl D',\'illa :lh·l• 
lo, 1·011rn111bnte do li Ext·rci• 
to, 1111111if1:s1nndo preocupn(i1u 
pelos jornalistas presos nas 
,lt-pcnd,'nciu:; da,1ueln unidaclc 
1111li1ar. 
Um manifesto, que ji 
couta com ccntcn::u• de ruh.·• 
ô, está, segundo a Agência 
Estado, percorrendo as reda­ 
çôc!'l <los jornais cariocas. O 
documento tem o guunte 
t'or: ·'ncslu hora de dor para 
todos os jorirnlis1us hru,ilci­ 
ro:-, chocacloi,; c,101 h morte ,lo 
colc":t 'ludin1ir Ilcrzu::, ma• 
fetamos aos companheiros 
de Sào Paulo, através de seu 
t=inclicato, que tào br-111 trm 
~abido EC comportar lll":,.la ho• 
ra difil'il para u nossa profi,. 
ão, testemunho de um senti­ 
mcnto profunclo ,!-, ,olidarir• 
cladc: ,. ,le cspcr.inçu de que 
,·e»<' n brutulidudé que no; 
.. ofpcin tão impiedusumcnte 
ha pessoa do companheiro 
morto_e dos companheiros 
presos. . 
Tumhém o pn•s,dente dn 
FrdcrJrào Nacional cios Jor­ 
li~tn5 Í'rofosionuis, Joezil ,!_e 
Barros, ssociouse as man 
festaçôes de pesar pela ocor­ 
rt'nciu. 	• 
A Associação Brasileira 
rh· lmprcn~a igualn.<'.11le euca­ 
minhou ao ro111anda11tc: do II 
Fx{•rcitn unt oficio u~~iuadu 
l;;,r ,,·u pr,.,i,lcntc, Prntlt•nte 
de Moraes, Neto, em que ma 
11ifnta a nprc:~11,ào dn 1111· 
pn•nsn do país diante do eleva­ 
do nú111crn de pn~uc-s de J
0
f'-' 
alistas em .. fio Paulo e faz 
um apdo áqudu u~rtunúu,lc 
militar para que cja as;gu 
r.ul.> "º" prc,o, o direito de 
clde,u no:' tcrrnoõ da lc:1 •. 
() <>fício da A BI a--inala 
qH" e, .. nr:outl'CÍlllt"l)lO~ ("111 !,. 
]aulo tornaram-se mais preu 
eupante com a morte de Wl.adi 
r llerzog pede que iT" 
rito ;n,unriado_ p,·ICI _t.•0111ant a_n 
«e do II Exército -j +com' 
nhado pelo Mini-t·rio Público 
d.a Justiça Militar c_com a 
-o da impren-a à- diligén"­ 
• .  Bl u1.1nif,•-1.1 wrulwn• 
arenga de que divulga;+ 
4, andamento do inquér 
entibiri par.a reideniF 
q11t• o comando do II Frei. 
to nàcl :ulmitt· arhitrari,·rl:ult'.; 
nem negligências, c o mo "a­ 
que podem ter dado ensejo à 
111orll· do jornnli,ta ~ b,Jimir 
llt.•rzog''. 
Atnl (, .. do comunicado o 
firial. t.· :-t·gurulo o qual as pri 
:-c)t'"' eFtào "'l"ndo feita- cl1:·ntro 
elo,. prec,.-ito-. lt·i.:ai,, oh-.:n a 
u nfkio cln i131 <(lll' n<'nh1111111 
da- prisões foi comunicada à 
autoriclnrlc jucliciúriu rnilitur 
compt:tcntc e <ftll" todoc. º"' 
jornuli:-tai. dt>cido .. e-.1ào ... uh 
n1ctídos ao regime da incomu 
nicabilidad,·, ult'.·m dos prnzos 
<(IIC determina a 1..-i. 
Como Ocorreu 
Scrun<lo o comunicacln 
cio li Exércilo, npÓ>' romp:irc 
ccr 'olunluriu111c111c para de 
por, Wladimir foi dci~;Hlo 
"após o almoço e por , uha 
das l5 horas, em uma ala, de 
;:;arompanbuclo''. lnfonna (aru 
hérn o comunicado que o jor• 
nalista escreveu uma declara 
ção ctn que admitia ser mili 
1untc do l'Cll (Partido Comu 
nista do llra;il, pro>'crito). I'ª 
rn o qual t~ontríhuia mcru•al 
rncntc .. ~ co111 quantia~ ,lc 50 e 
100 cruzeiros. As 16 hora,, foi 
t'ncontra<lo n1orto. h .. ndn, eon 
forme o notn, utili7..atlo uma 
tira de p;rno para t·nforcur-,,·. 
Jornalistas Soltos 
Os jornali,ta,; Paulo St'.-r 
"iu :llnrkun, Jor;e Ducrue Es 
[ruda e Rodilfo u:arnldo Kon 
clcr foram libcr.11lolt (leio eu 
mando do II Exército. a !em 
po,lt·con1purecL'rnn1 ao :-rpuha 
mento. J:, lt•ndo pr<·stlldo depoi 
mentos con-iderados, suficien­ 
tr .. ,olturão a se apresentar de 
acordo com o combinado e/ o• 
ornã.o:- dt" H"~tlr.ln ... .l, quando 
;aofici1ados. Também o jurnali, 
ta Luiz Paulo Cu:'ta. foi solto 
;s 17 " :10, pelo mesmo 001 
,lcvendo voltar a prestar no 
,os csdarccimcntos no D01':i 
quunrlo for intimado. jí na 
fo,., do inquérito policial. Ou 
tros jorna i.:-rns que prrmane 
<.-em prc,os potlcrJo ser hb,r.1 
dos ainda no decorrer de-ta 
'"'t•m:um. 
Essas informações foram 
l!r<·stadu< /'d" Dln·_roria elo 
~inclieato r o~ Jom~1Ü:-t.:1..:- Pro 
fi--ionais do Estado de >üo 
Paulo. priru·ip:ilmen1c pdo prc 
--identc elo l>r;:-.io. :u,lálio 
Dant.a.::, que foi rece birlo • jun 
tamente com seus companlei 
ho- de direção, pelo- generau­ 
ric-1 P.ll"l".I • 1La Fun-l·C'.1. <·o 
.andante da 2a região 1ili 
t.ar e Antonio Ferreira Mar 
que-. chefe_do E-tdo-Maior 
1 
o 11 E,·r,·i1n. O ;1,:1u·r.tl D 
,,iJla ,1cI1,, 1·nt·c,ntr.1•••:. l'HI 
Hr:i,ili:<. (],,rn.d ,k llr.1-1ba1 
DECLARAÇÃO A PRAÇA 
Solíeilamof' a todos clientes da For I Fi11.111 
eia !ora poutualitlucle nos pag11rne11tos a nt•1·r111 
efetuarl<,i,: nos bancos autnrizaclo:-. 
Avisamos que o nulo pagamento, ac:uTc>larú 
juros ele mow. maii,; dl'l:'!)f'~UH extras dl• !!O'>SIJS 
<'obr11clorei;. 
Esperamos colaborção 
sem ma[H 
Ford H11a11..:iudora 
Cuiabá será a sede 
tio .,., Cong1 esso :-:acio­ 
na l de ,clministração do 
IC;1I Impost,1 ~obre 
Circuh1ção de ;1lercado­ 
ria - a ser realizad•> 
na segui.lda quinzena ele 
janeiro do prcximo ::no. 
, informação é do Se­ 
cretário Octávio de Oli­ 
veirfl, ria Fazenda de 
.falo Grnsso e foi libera 
ela 11pói- eatendlmento 
rom o .linistru .lário 
Henrique Simonsem, Ja. 
Fazenda, <;ue tom,,u a 
deliberação. O primeiro 
conclaYe de àml>ilo □a­ 
cional, pura debutes da 
sistemática do IC.I, foi 
re:!lizu do em iio Paulo 
c,,mo se re:·orda ..  es- 
c 1Jln de Cuia !Já para a 
realização dn i;eg:.i1ido, 
diz Octávio de Oliveira. 
Sf' deve uão apenas ··a 
um carinho todo esped­ 
al do Governo Federal 
para com .IT., euiio tam 
l>ém ao fato de ser este 
Estud(l um dos q11e a• 
presenta técnica bastante 
evoluida com rela­ 
ç!1o ao IC.I e ao proces 
!'O de arrecadador em ge­ 
rul". Além de todos os 
secretários de Fazeudas 
e Fina 11ças do Puíi-. reu­ 
nir-se-iJ.o na Capital ma­ 
togrosseuse, no 2" Con­ 
gresso Nucioual rio IC:11, 
técnicos de cada Estado 
e Te1itório rli!!ndos ao 
setor. .. 
Faça seu pedido de: 
Cartões de Natal. 
Folhinhas (' 
Cah·ndários para 1976 
GElSEl AUTO 
MEIOS CO 
lltasilia. ,gencia ~:icio­ 
nal - O presidente da 
República· assinou tlf'cre 
10 uutorizui1do as empre 
sas .' 1·thur Len· :-5oat 
. ·en·ic:p Incor.por:1 tion. 
norte-am<•ri<":111.1. e .r· 
thur T,p,·y do Brn,;il. :--er 
vi~•o,a .ln ri timo,;; Limita- 
da. para execut:1rem Ira 
bailios dP perfuração de 
priços no mn~ 1erritorüd 
llO llr:1:-i!. :1 :it'!'"iÇO d;: 
Prtr11h:-ú,:. :-ertl Uiiüz, d., 
u embarcação de per!u­ 
ru<,:üo ··Gulf .-:en llor,:,, ... 
d i nat'ionu!id;: dt> nt,rtl' 
n mcrir·:111:i.

Tribuna da Fronteira 	2 de Novembro de i97» 	ela Vista MIt 
E N 
IRÁ À INGlATER A E À FRANCA: . 	, 
CONFIRMADO 
o 
Londres, AFP O 
presidente brasileiro Er­ 
nesto viajará à Grã Bl'e­ 
tanhu e à Frauçu 110 
próximo uno, confirmou 
ontem nesta Capital o 
ministro clus Relações 
Exteriores do Brasil, ,n 
tonio Azeredo da Silvei­ 
ra. O chanceler brasilei­ 
ro terminou ontem a pri 
meira parte du sua via- 
gem pela Europa, que 
continuará hoje em Pa­ 
ris, onde se enlrevif,la rá 
com o presidente rrnn­ 
ces Valery Giscard D'Es 
taing. em Pari . 
ACORDO 
Paris, JFP - A cri­ 
ação de uma grnude Co 
miesüo lllistu fruuco-bru 
ileira e um acordo ma- 
Instituto Psicotécnico SUDOESTE 
Exames Psicotécnicos para 
Motoristas Amadore.; e 
Praça Cel Camisão 
GUIA LO2Z; 9A LAGUNA 
Profissionais 
no. 53 
+a Mt. 
Representações (ereal Ouro Ltda 
Adubos "TREVO" inseticidas, sementes 
Fertilizando com amor o nosso terra 
Tratores almet e Implementos Agricolas em Geral 
(Torto para Lavoura) 
lua 15 de Novembro 512 
Bela Vista M 
gora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo 
Ambiente Estritamente Familiar 
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"Ne Corado de Care 9rande" 
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De José Hip61ito de .Melo 
Oficina Autorizado Ford Wlllls do Brasil 
·Mecanicos com cursos de Especialização" 
lua Cuiaba s-n e Avenida ll de dezembro 385 
Jardim - ato Grossc 
ritimo entre os dois pai­ 
ses. eerão decididoR pela 
França e o B r a s i 1 
ammclou- e Esta 
Capital de fonte di- 
plomática francesa, A 
fonte acrescentou que 
por motivo de sua 
visita oficial a Paris, 
o Mi n i s t r o Aze 
redo da Silveirn firmará 
com seu cole_ga frances. 
Jean Sauvagnargues, elo 
is documentos. Funcio­ 
nários do Quai D'Orsay 
(ilinislério da Relações 
Exteriores), assinalaram 
lambem que o pre iden­ 
le dtt República fl'unce­ 
sa, Valery Giscard D'Es 
laiog, r e c e b e r á o 
mini tro b r a i 1 e i r o 
Préviamente, o 
clJanceler brasileiro se 
entrevistará com seu co­ 
lega 1rances Jean Sau­ 
vagnargues, dando inicio 
assim às conversações 
relativas à assinatura 
dos dois protocolos de 
acordo. 
O ministro france 
das Relaçõe Exteriores, 
oferecerá uma ceia no 
palácio do Quai D'Or,say, 
a seu colega do Brasil. 
Depois de se en 
trevistar sucessecivamen 
te com os ministro fran­ 
ceses da Indústria e do 
Comércio Exterior, Mi­ 
chel D'Ornano e orbert 
Segard, o chanceler 
brasileiro terá uma 
segunda entrevista com 
seu colega fraoces. Ao 
término dessa entrevista 
serão assinado os dois 
protocolos entre a Fran­ 
ça 0 o Brasil, um rios 
quais prevê a criação 
de-uma grande comissão 
mista de dois países e o 
outro versa sobre um 
acorrto marítimo. 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,50 
DELEGACIA RECilOHAL 
DE POLICIA DE JARDIM 
Em 23 de Outubro 
de 197 
Circular N" 17 DRPJ 7 
Do Delegado Regio 
nal de Policia de Jardim 
Ao Sr. Delegudo de 
Policia de Bela Vista. 
Ass:.;nto: Transcl'i­ 
ção de ofício (Faz) 
Para conhecimento 
dessa DELEGACIA e de 
vida exeeução, lrnnscre­ 
vo abaixo e seguinte 
ofício: 
"Estado de i!ato 
Grosso Secretaria de Se 
gurança Pública Depar­ 
tamento de ordem Poli­ 
tica e Social - Ao Ilus­ 
tríssimo Sr. Delegado 
Regional de Policia do 
Município de Jardirn-ilt. 
Assunto: Esclarecimento 
(Faz) - Circula"r nº 022 
75 DOPSMT., Sr. Dele­ 
gado Hegional: A l'im 
de melhor regularizar o 
processamento para a 
expedição de "Registro 
e Porte de Arma" se­ 
guem abaixo os seguin­ 
tes esclarec!ml:utos: 
o) Requerimento 
b - A arma a ser 
registrada, quando já a 
possuir, acompanhada 
do comprovante de sua 
aquisição, ou declara­ 
çüo sobre a posse da 
mesma; 
c - Atestado de con 
dutu e residência; 
d - Comprovante do 
pagumento da respecti­ 
va taxa; 
e - 2 fotos 3x4 de 
frente, sem chapéu, de 
paletó e gravata; ' 
f - Tratando-se de 
registro de arma de ca­ 
ça ou tiro ao alvo e so­ 
licitado pelo interressa­ 
do a licença de· trânsito 
da mesma, necessitará 
de mais duas fotogra­ 
fias idênticas das acima 
mencionadas, quando se 
rá cobrada a taxa devi­ 
da para sua expedição; 
O processamento pa 
ra obtenção de "Porte 
de Arma". de uso per­ 
mitido, t'Ontinuará obede­ 
cendo à mesma apre­ 
sentação dos documen- 
1os exigidos, inclusive 
Cerl1dao da Justiça Fe- 
deral", que será 1orne­ 
cida 11esta Capital, 
para o que, necessita 
ela apresentação da Cr 
teira de Identidade e o 
CIC cio interessado, ou 
fotocópias autenticadas 
dos mesmos e a taxa 
de C!'S 10,00 (dez cru­ 
zeiros), para o referido 
Orgo. 
Sómente o processo 
para obtenção de "Por­ 
te de Arma", continuurí 
a ser encaminhado a rs 
te De:partamento, para 
ser vJstorludo, enquanto 
que, pura revalidaçilu 
do mesmo e para o 'Re 
gistro''. nüo serão ne­ 
cessários o encaminha­ 
mento. 
Outrossim, deveis 
dar ciências desta Cir­ 
cula1·, u todos Delega­ 
dos de Polícia jurisdicío 
nados a essa Regional. 
'em outro objetivo, sir­ 
vo-me da oportunidade. 
para renovar a Vossa 
Senhoria os meus pro­ 
testos de elevada consi­ 
deração(a) Bel. Joaquim 
Ramalho dos Santos, 
Diretor. 
EM CONSEQUENCIA: 
a - Requerimento 
com firma reconhtcida 
na cidade onde reside o 
requereu te; 
b- Atestados de con 
duta e de rei-idéncia, 
fornecida pela Del. Pol. 
onde reside o requeren­ 
te; 
c • Pagamento da 
taxa feito na Exatoria 
<la ueàe da Regional, 
tudo se a "Registro" 
Com referencia ao 
"Porte", os documentns 
exigidos devem ser for­ 
necidos na cidade onde 
reside o requerente, com 
exceção do recolhimento 
que será feito na Exa­ 
toria da ede da Regio­ 
na! respectiva. 
Sendo só para o 
momento subscrevo-me 
atenciosnmente. 
Francisco Vieira de. 
Campos Curado 
Delegado Regional de 
Policia de Jardim 
1 
CASA 
- 
SAO 
_. 
JOSE 
De José Destefanl 
Vendas só no Atacado. 
Coca - cola, Fanta, "Katira", Skol em lata e garrafa, Trigo Tosca 10 X 1, Querozene Ja . 
Ovalado Argentino, Arame Mota, Secos e Molhados em Gerar €aré, 
Vendemos também o Ólee mais preferido da legião, O Famo Óleo Mar4soja ·O O1 q, y 
"A Casa da Tradição" "" 4 4os d« os que 
Avenida 11 de Dezembro 164 Jardim 
;..... _ 
Arame 
sabe o que quer. 
MT.

Tribuna da Fronteira 
J 
Cl!la há/;lT 
Em, 22 de outubro de 
1975. 
or. Cit·o. 1" 02/75 
limo. Sr. 
Diretor do .J oruul 
«Tribuna da Fronleirn» 
!leia Vista 1:i.lT. 
Senhor Dil'etor: 
Em atenção especi­ 
al temos n honra de en­ 
caminhar u V. Sa.. paru 
efeito de publicação nes 
se conceituado Jor­ 
nal cópia da Indicação 
de minha autoria apro­ 
vada por este Poder 
Legislativo em 20. 10. 75. 
Sem outro particular, 
aproveitamos o ensejo 
pum reiterar a V. Sa .. os 
nossos protestos de esti­ 
ma r dtstt111n conBideração. 
Atenciosamente, 
Deputado Henrique 
Freitas 
Líder da Bancada do 
DB. 
De autoria do Depu­ 
tado Henrique Freitas a 
Assembléia Legislativa 
aprovou a seguinte pro­ 
posição: 
Requerimento à i1e­ 
sa, ouvido o Plenário, 
CO"ll n p oi ame n to no 
urtigo 30G do Regimento 
Interno da Casa, seja 
encaminhado expediente 
indicatório ao Exmº· Sr. 
Presidentr.:, ·do Conselhc 
Regional de Medicina 
em Cuiabá, Estado de 
lllato Grosso, solicitunclo 
providências enérgicas 
com relação a atitude 
do medico monstro 
Fernando Bertojn. 
Sala das Sessões, 
20 de outubro de 1975. 
Justificação 
Que mais ou menos 
a um ano apareceu em 
Nova Denise, o médico 
de nome «Fernando Ber 
loja», e ali instniou o 
seu consultório e come­ 
çou a atender a popula­ 
ção, tão logo obteve a 
canfiança do puvo, come­ 
çou a mostrar os seus 
instintos bestiais, agre­ 
dindo a Sra. Maria do 
Carmo Silva, praticando 
atos obcenos a indecoro 
sos mais tarde agrediu 
e caluniou a Sra. Arodi 
Ribeiro e depois foi no­ 
vamente processado por 
Cl'imo de agressi'io e 
hmeuçu de JílOl'((; Ia pes 
soa do cldudfio lvo de 
Souza Lima. 
Niio sa ti ti fel to com 
os três inquéritos já ins 
taurados contra suu pcH­ 
soa vern agora amea­ 
çando de fechamenlo 
das duas furmácin:; ::ii.;­ 
tentes na localldude, e 
prometendo de expulsar 
o único dentista existen 
te no lugar; com o ex­ 
posto acima esperamos 
providt:nclas das mais 
enérgicas por parte das 
nossas autoridades por 
tau ta bundnlbeil'a e bar­ 
baridades praticadas por 
um cidadão que se diz 
médico, que no entender 
da população do Denise 
muito lhe falta p/ um bem cten. 
dimento a um aminal irracional. 
Deputado Henrique 
de Freitas 
Líder da Uancada do 
MDB 
Cine S. Cristovão 
[rogam;o da Suma 
D0111. ,. 2.n feira • O Pistolei­ 
ro que Mudou o Oeste 
3.a c ,l.n frira • Ilriocando 
de Amor 
5.a ,. 6.a feira- O Ilornc111 
que Descobriu o Invesivel 
Sabado - O Homem Cobra 
Dom. vesp. dia 9 • Tara 
r.ontra os Trapaceiros 
ge 
ESFEAI S#TO 
Espiríto Santo você .que 
me esclarece tudo. que ilumi­ 
na todos os caminhos "F; 
que eu atinja o meu ideal, 
você que me dà o dom dii­ 
no de perdoar e esquecer o 
mal que me faze.n, e que e-Ia 
rá comigo todos os istantes de 
minha ida. eu quero neste 
curto diálogo agradecer-lhe 
por tudo e eonftmar maus 
uma vez que eu nunca quero 
me separar de você por maior 
que seja a ilusão material, 
nà.l :- e r á ·o m 1 n 1 !no, 
du ' o li t utlc que eu smto 
de um dia estar com voe 
e os meus irmãos na gloria 
perpetua. Obrigado mais uma 
vez. 
mandado publicar, por ter 
I::.P .• 
O Presidente Ernes 
to Geisel convocou u 
Arena para Integrar-se 
no governo, defender a 
Revoluçfio e ganhar ui; 
eleições de 7G e 78. 
Num pronunciamento po 
lítico perante os convcn 
cionuis do pnrtido na 
sede do Congresso, o 
che"e da naçiio afirmou 
cutegóricamente que ·•cJe 
vós espero tenat'i ·Jarle 
na reogamização r:1rtidú 
ria que se impôs fazer 
desde as bases munici 
pais, tanto na estrutura 
com o nos meios ele ação, 
dentro do quadro ideoló 
gico progrnmado". Em 
vós confio-disse o presi­ 
dente dos arenistas-para 
as árduas campanhas de 
rnobilizoçün do eleitora 
do numeroso, disperso 
sobre o território imenso 
campanhas que já se a­ 
vizinham. Estou ce1 to 
que sabereis dar. nas 
urnas, cabal e irretor 
quível resposta às meias 
verdades negativistas 
que se propalam sobre 
a cMse que o partido a­ 
travessaria; à técnica 
cediçu da afirmação gra 
tuila de vitórias da opo 
sição, lidas como segu 
ras: à critica l'é.cil. par­ 
cinl e irresponsável; as 
provocações de toda or­ 
dem que deverão rece 
ber, na hora devida, ré 
plica merecida". 
Falando sobre a Re 
volução de 31 de Março 
disse o presidente que 
"anos passariam até que 
aos poucos, a Revolução 
fosse, como caudal irre 
sistivel, cavandc fundo 
o seu caminho e .:ons 
t:-uinJo, com seu futuro 
próprh•, o próprio futuro da na 
ção. Deve reconhecer-se 
que nesses 4 anos. mul 
tos e valiosos esforço 
se despenderam mas in 
vestiguções de toda or 
dem empreendidas con 
tra • u. currupção, para 
chegar--~e, afinal. a redu 
zido numero. de atos 
comprovadamente lesi 
vos, sendo evidente hoje 
que escaparam à repre 
ssão legal, por falta de 
provas efetivas de valor 
juridico, muites dilapidado 
res de bavei·es públicos 
premiados até com um 
atestado. embora falso, 
de probidade administra 
tiva. A verdade, a triste 
verdade. imanente à im 
perfeição de condição 
Irnmnna, é 'que a corru 
pçã.o é diátese comum 
dos organismos sociais fa 
e que se manifesta com O 
virulenei maior nos 
periodos de tensão ueres 
cida, como. por excm 
plo, os de inutlação des 
contrnladrt, ou ela !Jipe 
rinrlaç:ão. nem ci-pL•rança 
de remissão a curto pra 
zo. 
Em situações como 
essas. um tratamento eli 
caz da corrupção exige 
austeridade exemplar 
elos governautes. ut:,·a 
vigilancia em loclos os 
niveis da administração 
;,úlJlka, pron'ta puniçfw 
dos responsáveis em to 
dos os ,:a:;os cm que a 
currupção for evidencia 
da. E de esperar-se que 
nosso arcaico mecanis 
mo judiciário, reconheci 
damente lento e ia eficaz 
ás chicanas e procrasti 
nações. ~e venha a aper 
feiçoai· finalmente, com 
a cola boraçüo dos tres 
poder es da República. 
para que se implante o 
tipo de sanções adequa 
das a tais crimes. evitau 
do-se o recuRo-eu.bora 
com aplauso generaliza 
do das pessoas de bem 
deste pais a medidas de 
exceção, úuicas efic:;zei;;, 
na verdade, por mais 
em si m.=smas lamentá 
veis (Ato 5 para punir 
Cumprindo determi­ 
nação contida no olicio 
n° 18/DRPJ,75, datado 
de 29/10/75. o expedien­ 
te desta Delegacia ele 
Policia, será no horurio 
seguinte, a partir de 1!! 
Nov. 75 a 28 Fev 76: 
De 2ª a ffl feira das 7.00 
às 12,00 hs Sábados, Do 
miugos e feriados não· 
haverá expediente. 
Nota: Em casos espe 
ciais. a segurança públi­ 
ca desconhece horários. 
=~= 
Considerando que já 
os e;nrruptns)". 
No 'Tocante à sub­ 
versão o Presidente Gei 
sel afirmou que 'o ud­ 
versário, embora neutra 
lizado não oi destruído. 
E, continuamente reuli­ 
mentando, inclusive com 
meios vindos do exte­ 
rior e com a 11lilimç•Tr> 
de iusidlosn prnp:1;f1ntla 
e, assim continua em u­ 
tividade, exigindo que 
se lhe anteponha persis­ 
teutc ação preverdi·a e 
mesmo repressiva para 
muutPr-se o clima de 
orctPm e traballio indis­ 
pensú vcl ao nos..;o de­ 
senvolvirncnto". :.faii- a­ 
diante o Presidente a!ir­ 
mou que a Revoluç,lo. 
frita conlrn a 1,ubver­ 
são e a corrupção, evo­ 
luiu para uma doulriua, 
consulJstrwciadn no le­ 
ma "Desenvolvimento e 
Segurança", que tem 
norteadn a ação dos go 
vernos revolu<:fc,r,ários. 
Esse o progrnma a ser 
cumprido pelo governo 
e desenvolvido, no 
plano politico e deito- 
. ral, pelo Partido da Re­ 
vo!uçã0, a Arena. 
Falos & Fotos 
Jota ,Jota 
Delegacia de Policia de Bela Vi-.la - 1'-11'. 
se tornou um J1[ibíto, ci­ 
vis prejudicados em su­ 
a segurunçn, procurarem 
atendimecto no quartel 
do 10° RC., esta Dei Pol 
determina que seja ela 
a procurada de vez que. 
existem para tanto d-Ois 
telefones de ''Plantão 
Permanente", ou seja. o 
de n 116 e o de " 258.. 
Garnnliel Stumpf 
Delegado de Policia 
Dela Vista - :.lt. 
@sr0 são CRISTO/ão 
de Theobaldo Amaral 
- Lubrificação • Tróca d·c Óleo 
Balanceamento de Rodas 
lavagem 
Borracharia - 
Rua Conde ele Porto Alegre s,. n 
Mato Grosso 
Bela Vista 
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Folhinhas 
e Calendário;;

Tribuna da Fronteira 	2 de Novembro de 197 	Bela Vista Mt 
PROJETO DE MECANIZAÇiO AGRÍCOLA O 
CiOVERNO CiARCIA NETO DEVERA ENVOLVER 
UM MILHÃO DE HECTARES 
Governador Garcia Neto 
Cuiabá, - O projete, 
de Mecanização Agrico­ 
la do Governo Garcia 
Neto, já em fase final 
de redação, será irnplau 
tado em quatros área 
DR. JOÕO C. P41LMIERI 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
Rua: Antonio Maria Coelho, 423 - Lo 
andar. Fone Re idencia: 4-4385 
(Campo Grande 
anos um milhão de hec­ 
tares, que serão rlefiaill­ 
v um ente incorporados 
ao processo produtivo, 
assegurando a Ma t o 
Grosso aquela posição de 
relevo na economia na­ 
cional, esperada inclusi­ 
ve pelo Governo Fede­ 
ral. Mais especificamen­ 
te, o projeto atingirá os 
pólos Campo Gr a n d e 
Três Lagoas, Bodoque­ 
na, Xavantina e Pareeis. 
Segundo revelou o se 
cretário Hento Porto, do 
Planejamento e Coorde­ 
na çüo Geral, a Comissão 
Estadual de Planejamen­ 
to Agrícola, recentemen­ 
te criada através de con 
vênio entre o Ministério 
da Agricultura e a e­ 
plan-Mt, está com o Pru 
jeto de lecanização A· 
g r í c o la práticamente 
coacluido. 
Apoio Técnico 
Científico 
De outro lado tendo 
em vista os recurso alo 
cactos à ecretaria de A­ 
gricultura pelo linistéri- 
o da Fazenda, para exe 
prioritárias do Estado, cuçüo do Programa In- 
sob a rnfluêucm dl) Pr~- . tegrado de Apoio Técni­ 
grama de Desenvolvi- e Cientifico ao Desen 
mento dos Cerrados-Po- volvimento Agropecuá­ 
locentro - devendo envol- rio de Mato Grosso, o 
ver nos próximos cinco secretário Edmundo Ta­ 
ques (fosignou a enge­ 
nheira agrônoma Thie­ 
nes Mariu da Costa Nas­ 
chenveg, diretora do De­ 
partamento de Pesquisas 
Agropecuárias, como e­ 
xecutora do Programa. 
'Taques também desi 
gnou o médico veteriné.­ 
rio alvador Antunes 
Monteiro Maciel para e- 
xecutor . do Prcjeto de 
Mato Grosso Inseminação Artificial, o 
médico veterinárto Joa­ 
quim Augusto da Silva, 
como responsável p e I o 
prosseguimento dos tra 
bailios Je formação de 
núcleos de criação do 
Cavalo Pantaneiro e o 
engenheiro agrônomo, 
Manoel Gonçalves Tor­ 
res Filho como executor 
do convênio firmado en­ 
tre necretaria da Agrlcul 
tura a Associação dos 
Empresários da Amazó­ 
nia e a empresa l1utum, 
para a realização de 
pesquisas agropecuárias 
na Amazônia Matogros­ 
sease. 
Plano Diretor 
Através do Departa­ 
mento de Coordenação 
Regiona) e Articulação 
com o: Municipios - De­ 
cram a ecretaria de 
Planejamento firmou con 
vênio com novas Prefei 
turas visando à elabora 
ção de E:us Planos Dire 
e tores.·, egundo a direto­ 
ra do Decram, sra. Tere 
zioha Porto, essa assis­ 
tência do Governo do 
Estado se estenderá a 
todas as municipalidade 
matogrossenses, dentro 
de programa que objeti­ 
va racionalizar cada. vez 
mais a administração 
municipal e harmoniza-Ia 
com o processo de de­ 
senvolvimento do Estado. 
Preço deste Jornal 
Cr$ 1.50 
COLUNA 
JURIDICA 
Haroldo Medeiros 
PREFEREN 
CID DE ·LO 
CATARIO 
O Inquillno tem pre 
ferência para aquisição' 
do prédio locado, e . ~ 
proprietário deve notifi 
cá-lo de que pretende 
vender o imóvel. Entra 
tanto a alienação do 
imóvel, sem que o inqui 
lino tenha sido notifica 
do, não possibilita a es 
te anular a venda, pois 
o direito de preferência 
é meramente pessoal, o 
que lhe permite apenas 
ingressar com ação piei 
teando perdas e danos. 
Existe uma lei, que 
entrou em vigor 
este ano, que permite ao 
aposentado voltar a tra 
balhar sem perder direi 
to à aposentadoria an 
terior com uova inseri 
ção no INP . iIas, se es 
sa aposentadoria tiver 
sido concedida por ln va- 
i dez, será cassada com 
a volta ao trabalho. 
DOCUMENTO 
DPOSE JJHJO 
PERDIDO 
1,;:,i,c;.~ :,e,:;~ -;:t!C-::8:!,~ ::3:i*::;;(~ ~ ~~"8::-,)ijC-,)ijC-~ ::,;,a*::;;c•~ -~	)8(-~::€(-~ ~"~~ ~~~ ~i>i<-)SC~ ;.,5,(;,,ac~ ~ ~ 
~ BAR E HOTEL são FRANCISCO 1 
f 	Lanches, Bebidas •m geral, Sorvetes Miudezas e Bljonterias... 1 
8 	Hotel Suo Francisco ·O Hotel da Cidade. Ambiente Seleto 	"Atedido pelos Proprieár," $ 
$ 	é6s é éNÉpon 	{ 
% 	_Carne Fresca_a_Toda Hora_ _Higiene e Rapa, 	% 
} BORRACHRí, iiiéi nERiis 	; 
$ . 	4tende-se Dia e oi" 
I 	"Organização Bonifácio Jaquet e Filho" 	j 
zen.erg i 
&. 	os.ssassas.sassa.aasso 
Foi extraviado o fabricação 1973, cor ve­ 
certiflcado de proprie rde chapa C J 0009 cha­ 
dade n2 126036 em no ssis LA7DMT-07510. Pu 
me de Ulissses Pinto de blicação que se faz para 
Almeida, expedido em obtenção de 2a. via 
18/03/75 pela 18% Cire Bela Vista . 24 de Outu 
tran, do automovel mar bro de 1975. 
ca Ford F600 ano de 
1

FUNDADO EM 0I DE MAIO DE 1975 
"Eu, Sou o Caminho, A Verdade e a Vida" (0sas riste) 
__ I_le_l_a_,_'1_·s_1u l'--_N_o_v_e_m_b_ro I N" 07 j 
RUA; S ESTER 
E: DE ATE 
' 
Ano I 
J) 
Em nossa ílibliogra­ 
fia há uma frase que si­ 
tua bem a Escola de di­ 
rigentes no movimento, 
e que, chama muita à 
atenção: " O movimento 
será o que for a Escola 
de Dirigentes". 
Hó. outras expres­ 
sões sobre as Escolas de 
Dirigentes. muito repeti­ 
das nos Cursilhos de Di­ 
rigentes: "o motor··, "o 
cerebro orientador", "o 
testemunho vivo do sen­ 
tido comunitario." 
A ideia que oferece· 
mos hoje procura sinte­ 
tizar as linhas teologicas 
do movimento em geral, 
que pretende, cm algu­ 
mas 3 fases. a conver- 
É 
O objetivo impor­ 
tantissimo do movimen­ 
to onde se localiza a 
perseverança no ser 
cristão. 
os postulados essen 
ciais, diz bem alto 
0 
que deve ser alcança"; 
afirmando que 
O po; · 
Conversão Fermento-Uon 
vivencia-Comunidade. 
r. esse caminhar nos 
1eva considerar e} 
o seguinte: a p_essoa la 
esclarecida e dispos!4 
. 
1 
do cursilho, 
partir. par a sua 
continua no pos 
são: 
Conversão integral e 
progressiva a Deus e aos 
homens. • 
A busca dessa con­ 
versão se dá na viven­ 
cia e no testemunbo pes­ 
soal e comunitario (con­ 
vivencia). Isto quer di­ 
zer: cada um de nós 
concretize o que procla­ 
ma." 
A Escola de Dirigen 
tes tem, perante o mo­ 
vimento, essa responsa­ 
bilidade. 
Ela não se restringe, 
como a alguns pode pa­ 
recer. a formação de Ro 
listas. " Constitui-se, isso 
sim. o nucleo dinamiza­ 
dor das linhas teologicas 
básicas do movimento 
em sí. 
Não devem se limi­ 
tar à formação de diri­ 
gentes de cursilhos ..... 
Devem fornecer "oistas" 
p/ sua converção pro­ 
gressiva, na vida diaria, 
orientações vivenciais. 
A Escola de Dirigen­ 
tes que não tem em sua 
linha de trabalho esse 
objetivo - conversão in­ 
tegral e progressiva- p 
1 
todos seus componentes 
(Corpo <:l.oceote e Corpo 
discente) é estruturamen 
te Deficiente. 
conversüo que é uma "mãos dadas pelas mes­ 
trajetoria. sempre. pro- mas estradas" nos coo-. 
gressiva e que vai co- duz a compreender e vi­ 
nosco até o fim. Fruto ver comunidade, onde o 
dessa conversão é a a- nucleo cristão. que é o 
titude presença de Fer- grupo, ambiental ou não 
mento, contagiando e san que se .confunde tambem 
tificando a si mesmo e com o paroquial faz con 
aos outros; o que so o nosso cristianismo seja 
pode acontecer na con- vivo e operante; ou en­ 
vivencia - no viver com tão, poder-se-ia dizer, 
não só e principalmente que o nosso oivu sc;a uma 
na familia mas descobrin vivencia autentica real e 
do e "convivendo com objetiva clara e ativa 
os demais." do fundamental cr1stao. 
• Este caiIJlnhar de que é o AlJOR. 
Uma palavra, um 
;;orriso am(tvel L>:Jf'ta 
muitas vezes parn um 
coração triste e ferido, 
basta um sorriso paru 
comunicar um bom hu­ 
mor, dar Paz a alma, 
despertar bons pensa­ 
mentos, embelezar o sem 
blante. Sorria até abran­ 
dar o se:1. próprio cora­ 
ção, com esses raios de 
sol coloque uo serviço 
de Deus e do próximo. 
O sorriso será o teu a­ 
postolado e lhe dará um 
encantado especial ne 
cessario pi poder trans­ 
mitir aos outros o ines­ 
timável dom de graças 
de Deus. 
Sorria aos que so­ 
frem, aos tímidos, aos 
tristes, aos jovens, aos 
amigos, teu sorriso po­ 
de levar esperança e a­ 
brir os horizontes aos 
angustiados. aos oprimi­ 
dos e aos desesperados. 
Seu sorriso pode ser o 
primeiro passo p levar 
o pecador a Deus: E 
porque não? 
Sorria sim a Deus. 
Porque ELE é o Pai. 
bondoso e de misericor­ 
dia. 
Aquem devemos de­ 
positur toda nossa. con­ 
fiança a aceitar com a­ 
mor tudo que ELE nos 
enviar: para merecer no 
CÉU o deslumbrante sor­ 
riso de Jesus uma e ter 
nidade: Sorria sempre e 
voce será muito feliz. 
llaria Baldo Giansan 
to 
JARDIM--MT 
Estais abrindo comi 
nhcs novos; não vos . de 
salenteis. Se Cristo se 
lançou como um gigante 
no meio do mundo, pode 
remos nós, cristãos. ser 
infiés à nossa vocação?"· 
. , 
6 
do Cristianismo. Não, não está velho. Nilo silo nada sessenta gerações nu 
Não, não te queixe 	. . . 	. - 
• N·-
0 0 
Cristianismo não está em crise! Está vivo e novo. Em crise estão as vi 
. ue é eternu. iv» 
ma Igreja q tos - dos cristãos. O Cristianismo - o único poder que pude dar e dará a paz ao 
das de alguns - de muito 
Cristo e contmua a crescer pujante como erva boa, atê que chegue o momento da 
mundo - nasceu em '' 
ceifa.

O C MINHO 	0EBRO 1975 BELA VISTA T 
ÍRCULO 
4 
BÍBLICO 
Ili E SAUE 
"Sinal de um cora- grias da vidn: ia à festa 
ção feliz é um rosto a- de casamento, onde mu­ 
legre" (Eclo 13,32). dou água em vinho (cf. 
Jo. 2,1-12). 
Ele mesmo bebia o 
seu cálice, o que lhe me 
receu a crítica de "co­ 
milüo e beberrão" (MT 
Texto II9). 
"Não há maior rique 
za do que a saúde do 
corpo" (Eclo 30,16). 
Leitura do 
da Vida: 
Um Foto do Vida de hoje 
"Riqueza do pobre 
é a saúde do corpo". 
"Corpo doente e co­ 
ração triste é como mo­ 
tor em gasolina". São 
frases do para-choque 
de um caminhão. 
Não me posso quei­ 
xar. ou pobre, mas, gra 
ças a Deus, tenho saúde 
e alegria na vida", dizia 
o pobre que dormia de­ 
baixo da ponte. 
Dona Carmen rla ela 
e alta ensinava higiene 
uos oradores da [ave­ 
la e di e: "É o que eu 
mais gosto. Esse povo 
tem uma alegria na vi­ 
da que me faz inveja e 
que, francamente, eu ão 
consigo encontrar. 
Eu gostaria de saber 
qual o segredo da ale­ 
gria deles". 
Um Foto do vida do 
tempo do Bíblia: 
Já velho acabado, 
estando preso em Roma, 
S. Puulo escreveu p/ o 
seu amigo Timóteo: "De 
hoje em diante, Timóteo, 
voce não deve beber só 
água. Tome um pouco 
de -vinho por causa do 
seu estômago e das suas 
frequentes indisposi­ 
ções" (1 Tim 5,23). Pau­ 
lo estava preocupado 
• com a saúde do amigo. 
Sabia que sem saude a 
gente não faz nada di­ 
reito". 
Jesus estava preocu­ 
pado com a saúde do 
povo, pois curou muitos 
doentes. Aumentava as­ 
sim a alegria. Ele mes­ 
mo participava das ale- 
Aprofundar o fato da vi 
do, Poro ver se existe 
também em nosso vida: 
Dirigente: 
Tem gente que acha 
que o cristão só deve 
pensar em Deus, em su­ 
crificio e na vida eterna. 
ão se preocupam com 
a saúde nem com alegri 
a. Acham que o trabalho 
de médico e de enfermei 
ras é um trabalho mui 
to bom, mas que isso 
não tem nada a ver com 
Deus e com a religião. 
Acham que uma boa pi­ 
ada que causa alegria 
não tem nada a ver com 
Deus. Vamos ver isso 
de mais perto: 
1. Conte um fato da 
sua vida em que voce 
percebeu que não é o 
dinheiro que 
dá a verd a d e i r a a­ 
legria do coração. Diga 
por que. 
2. A dona Carmen 
ficou com inveja ela ale­ 
gria dos pobres. Queria 
saber onde está. o segre 
do dessa alegria. Que 
resposta voce daria à 
dona Carmem? 
3. Tem gente que, 
quando escuta uma pia­ 
da, coloca cara de sexta­ 
feira santa. Em vez de 
ficar. alegre, fica triste. 
O que voce acha disso? 
4. Os crentes monta­ 
ram um posto de saúde. 
Imediatamente, os paro­ 
quianos se reuniram p/ 
fazer um posto de saúde 
da paróquia. Nüo quise­ 
rum ficar pl trás. Bri­ 
garam até com os cren­ 
tes. Qual teria sido a 
melhor atitude? 
5. Voce acha que 
investigar as causas das 
doenças do povo, ensinar 
ao povo a higiene, ins­ 
truir os pobres sobre a 
alimentação. Voce acha 
que isso tudo nlo tem 
nada a ver com a sua 
fé em Deus? Por que 
sim? por que não? 
2. Leitura do Texto 
da bíblia 
Ouvir o que o Bíblia en 
sinava ao Povo daquele 
tempo sobre este proble 
mo: 
Canto ou oração, p/ 
pedir a ajuda do Espiri-. 
tr, auto. 
Dirigente 
Todo murdo sabe 
que a alegria do cora­ 
ção é um do melhore 
reméâios p/ curar certa 
doenças do corpo. Não 
tooas! Essa filosofia, a 
vida a ensina e o povo 
da Bíblia, vivendo a vi­ 
da a descobriu. Deus 
fez questão que ela fos­ 
se escrita. Vamos ouvir 
o que Ele nos diz: 
Leitura do livro Eclesiós 
tice 30,14-17 e 30,22-27 
Eclesiástico 30, 14-17 
14. Mais vale um po­ 
bre sadio e vigoroso, 
que um rico enfraqueci­ 
do e atacado de doenças. 
. lo A saúde vale ma- 
1s que todo o ouro do 
mundo, 
. Um corpo vigoroso 
maus que uma fortuna 
Imensa. 
16. Não há maior ri­ 
queza que a saúde 
do corpo Não há pra­ 
zer que se iguale a 
alegria do coração. 
l7. Mais vale a mor­ 
te_que uma vida de 
alliçao. 
O repouso eterno é 
preferivel a uma ma 
léstia sem fim 
Eclesiástico 30,22-27 
22. No permita que a 
tristeza tome conta 
de voce, - 
3 
Não se deixe levar 
ao sabor de pensa­ 
mentos pessimistas! 
23. E na alegria do 
coração que está a 
vida do homem, 
O bom humor pro­ 
longa seus dias. 
24. Voce deve gostar 
um pouco mais de 
voce mesmo! 
Dê um consolo ao 
seu coração 
e mande embora a 
tristeza! 
25 Pois a tristeza já 
matou muita gente 
e ela não traz pro­ 
veito algum. 
26. inveja e raiva 
abreviam a vida, 
As preocupações tra 
zem a velhice antes 
do tempo. 
27. Um coração ge 
neroso sempre tem 
bom apetite, 
por que se aprovei­ 
ta daquilo que come! 
4. Ver se todos en­ 
tenderam a leitura 
do texto. 
5. Um momento de 
silêncto p/ deixar ca 
lar na alma as pa­ 
lavras da Bíblia. 
Descobrir a 
que a Bíblia 
nós hoje: 
1. Qual foi a frase 
de que voce pensou. 
"Isso mesmo! Sem­ 
pre pensei assim" 
Conte e diga por 
quê. 
2. Voce não IJasceu 
ontem. Já tem muita ex­ 
periência da viaa. Por 
acaso, nas frases da Bi- 
• biia que voce acaba de 
ouvir, há alguma coisa 
que não combina com a 
sua experiecia? O que? 
Diga por que e discuta 
o assunto com os outros 
• 3. Alguns acham es- 
tranho que Deus aqui se 
preocupa tanto en dar 
conselhos sobre a saúde 
e a alegria. Dizem: "De­ 
us não é nem enfermei­ 
[Continua na última pag.J 
Mensagem 
tem para

O CAMINllO 	iOIE;IJDHO 	BELA VISTA MT 
0 
Pa tor David Donfim de Oliveira 
Este nosso mundo 
está sempre fervilhando 
de gente num lufn-Iura 
constunte .... é gente que 
vai e que vem, que co­ 
me e que bebe, que ri 
e que chora que 
nasce e que morre. 
A maioria das pes­ 
soas Je nossu época es­ 
tãc sempre presas a pro 
gramas cada vez mais 
cheios.... compreenden­ 
do atividades cada vez 
mahres e mnis vuria­ 
das ..... e o ritmo parece 
uumentar cada dia mais. 
Há as que não aguentam 
e entram em colapso ner 
voso. Outros procuram 
refúgio nos calmantes p/ 
dormir, e outras ainda 
na bebidas alc()ólicns. 
o tempo é a mer:·a­ 
doria mais cara no mer· 
cao.lo desta civilização 
de rodamoinhos. Quem 
é que tem bnstnpte tem­ 
po? mviuria ao.Jmite de 
pronto a falta de tempo 
p/ se entregar à reahza­ 
çáo das coisas realmen­ 
te importantes da vida. 
o entanto, muitos 
de nós temos bastante 
tempo, mas parece que 
nunca conseguimos . co­ 
meçar a fazer as coisus 
que sabemos que devia- 
mos fazer. . 
• lluitos se decidem 
a ler n Biblia cuidadosa­ 
mente p/ aprender as 
verdades que contem, 
seus mandamento:! e su­ 
as promessas - _mas 
0 
volume sag1·ado so rara­ 
mente é estudado ou até 
mesmo tirado do lu­ 
gar ..... exceto na hora d! 
p:.ssar • o espanador n _ 
na sala. Não sobra tem 
po. • 	o 
Muitos expressam 
desejo- de se tornarem 
cristãos, mas contin:!am 
sempre longe de Cris9- 
Estilo ocupados demais. 
Não lhe sobra tempo- 
Muitos pais desejam 
ficar mais tempo perto 
dos filhos p/ conhecê-lo~ 
melhor e orientá-los me 
lhor... mas acabam s%"" 
pre vendo eles de gar 
tos c;e transformarem 
em homens, nã.o se repe­ 
tindo mais us melhores 
oportunidades p/ compt·e 
ensüo mútua e camnra­ 
dagem. Sempre ocupados 
dem•lis. Não sobrúu tem 
po. 
A B!blia foi escrita 
p/ o presente. Ninguén 
sabe o que o amanhã 
no· reserva. Há- uma 
coisa que a Bíblia niio 
p1·omete u niuguÉm, isto 
é mais um dia ou uma 
hora a mai ou até 
mesmo mais um minuto 
A missão mais im­ 
porlantM do homen na 
vida é aprender a vontn 
de de Deus, é submeter­ 
se completamente a seus 
ensinamentos, e deixar­ 
se governar pelos valo­ 
res espirituais eternos e 
niio pelas coi as passa­ 
geiras da vida material. 
Este é o desafio mais 
importanta que temos de 
enfrentar. 
Voce taro tempo p/ 
ficar conhecendo Deus? 
Voce tem tempo p,' obe­ 
decer a vontade de De­ 
us e assim, de render 
elóriá a seu Criador? 
todos terão tempo p/ 
morrer e p/ serem julga 
dos por Cristo. É neces 
sário tempo para nos 
prepararmos. 
Uma vida se'11 tem- 
po p/ Deus é ao mesmo 
tempo tola e trágica. A 
um fazendeiro avarento 
dis5:e nosso Senhor certa 
vez: "Louco. esta noite 
te pedirão tua alma; e o 
que tens preparado, pi 
quem será''? 
«Lucas ·12:20» 
··Feliz, pois, daqaele 
q
ue pode todas as 
noites adormecer, di 
zendo: Nada tenho 
contra o meu próxi 
,, 
mo 
I 
No artigo intitulado "De­ 
us em ete Cores", recente­ 
, mente publicado nt•<ta coluna 
dissemos que o dilúvio durou 
cinco meses. 
Um atencioso leitor, re 
sidente nesta cidade, que e 
a+sina G.M.. estranhou essa a­ 
firmação por achar que o ,li 
lúvio tf!rin um ano ou nrni.:. .. 
Que .. (ào C"lHttroven,a•uma 
cncre outru, a re,pt•ito elo <li 
luvio que tem consumido mui 
ta tinta e papel. 
Sentlo <JUe o dilú,•io bi 
blico tem o entido de ,ub 
111er:-ãn total.. poi._ cobriu a 
terra. e não v ::entido parcial 
e vulgar de uma enchente pro 
vocada por chuvas, o dilúvio 
pr6priu111ente ,lito lt''t' a dur.1 
ção tle 150 dias, tenpo em 
que pérmaneccu 15 r ô , a d os 
acima dos mais altos montes: 
"quinze côvados acima preva 
leceram as águas; e os montes 
foram cobertos". 150 dias ou 
5 meses do nosso calendário 
sem qualquer cogitação (Gene 
is 7:20) aqui sobre se o nno 
hebreu era lunar ou miar. 
Em re,;umo: o dilú'io 
foi precedido por um movi 
mento de fluxo: enchente. 
Terminado estt', ele ntiu 
giu o seu ponto mais alto, 
unde consern,u uma linha de 
<"<lllhilidatlc, <]Ué se prolon<'ou 
por 150 d ias. "' 
E prevaleceram as águas 
brc: a terra cento e cinquenta 
dias" (Genesis 8:24) 
Findo este período, ini 
ciou-se o movimento de reflu 
xo: ,·azante. 
No momento em que e­ 
mergiram os primeiros picos 
de muntnnha. já não h::iYÍa di 
lú'io. Dilú,·io no sentido Bi- 
hlico. De •ubmn"-üo !Ofril. 
Tudo não pas-ava de uma en­ 
clente em declinio. Ema en­ 
chente de grandes proporçõe-. 
Algue: dirá que. no fun 
do, turlo era dil(n io· a111<•·, 
nu Jllt"Íu, e depois. 
Por t'Xten-ão de ,t'11tido. 
Ou porque o acessório deve 
acompanhar o principal. 
t: o que fazer e-•u rli-cin 
ão sutil de cronologia parece 
uma bizatinice, como aquela 
dos monge> que queriam a­ 
hcr qu:rnto,; u11jo- poclem cu• 
hc:r na ponta de uma agulha. 
Poderia ser se a proprie­ 
dadc n:io fos;l' uma virtucl,­ 
para quem fala ou e,cre,·r. 
l'ropri.-dad,·: vestal do 
e,tilo. U,o do termo pr6prio 
parJ. uu1 dt:ter:uina<lo conceíro. 
Do termo ex a lo Q u e n ã e, 
diga mais nem diga menos. 
Pura nüo cairmos naquilo 
que Descartes cla-ificava co­ 
mo abu-o de linguagen, que 
pode culmiuar nurn êrro, cc:,111 
prometendo o cricirio da er­ 
dade, pda n:io conformidade 
da inteligência como o que é. 
Assim. dilúvio é urna coi 
sa. e enchente é outra-: E-ta 
é parcial; aquele total. 
lJilú,io lliblico, Que du­ 
rou 5 ntc:-c:-. 
ão voltaremos ao Assun 
to porque seria arriscado: 
diluvio é rnuita á;:ua. 
Pode afogar e c,,ta eoluna 
é para desafogar. P/ respirar. 
Inspirativa. 
E tambem procuraremos 
evitar os números. !'úmero5 
d:í. problema: este é o segundo. 
)lesmo por'.Jue o nutor con 
fesse que não e furte em rál 
culos. Só e,n c:ílculoe? 
O CAMINHO 
·Noticiário Religioso de Bela Vi-a" 
EDITOR: haldo Pereira 
OFICINAS 
COPOSIÇÃO: aib 1ai«e 
PAGINAÇÃO: Wile Geraldo Dutra 
1PRESSÃO: Aniceto Adais Aux. Luiz Carlos Dele 
Redaç:io e Administração: Rua Duque, de Caxias ;Jn 
Bela Vista - Mato Grosso 
(Compo,10 e Impres,o na Gráfica Tribuna da Frontdr:i)

O ClMINHO 
Bela bhista - Novembro- N.o o7 • dtne 
--------------- 
Novo Horário das Missas 
Matriz de Snnto Afonso 
Diúriamcnte às 18.oo horas, exceto aos Sábados 
Quarta feira: 
Novena à. 16.oo horas 
Missa com Novena às 19,oo horas 
Domingo - às 730 horas e às 19,00. 
Capela do Espirito janto 
Quarta - feira 
Missa com novena ls 6.30 horas 
ovena . 1s 16.30 hora, 
(,ba<lo às 18.00 horas 
Domingo às 18.00 horas 
ilinistros Extruor<linúrios <ln Eucaristia: 
ào pessoas que, por causa dn carencia de acer­ 
dotes e tamanho territorial da Paróquia, receberam do 
Bispo Diocesano, autoriznçilo pnrn distribuir a Ss111u. Eu­ 
caristia na Paróquia de anto Afonso <le llela "iSln. 
Silo os srpiintcs os ministros <la Eucaristia: 
lr111ilo Frnnc1sco 'choll C. . . H. 
Irmã Ludn<lu Galvão <lc Cestro 
lrmà Angelina 
lrmu Clotilde Sue ias+aki 
lrm Eva de Jesus Batista 
Wilson Nabhan e Raimundo dos jantos 
NoiH>,) Cir. Bíblico•. 
• I3 Escola de Dirigente. 
I4 Via Sacra. 
15 Dia de Rt:flexüo Joven•. 
• I6 Missa em Agua Doce. Primeira Comunhão 
19 Terço Meditado Cancha Circulo Bíblicos Setores 
20 Escola Dirigentes. Ultréia. 
• 21 Via Suem 
3 Retiro Dirigente-. Missa na Cancha. 
26 Terço Meditado Cancha. Cire. Bíblicos Setores. 
28 Curso de Batirnw. ia ·acrn. 	• 
• 30 Curso de Batismo. Curso de Noivos. Desfile In- 
fantil. 
0b-=. Novembro é o mes das Almas. Hezemos por to- 
doí' eis falecido,!. f: o mes em que toda, a, capelas é celebra­ 
do o Dia de Ação de Graça. 
ro nem nutricionista!" 
O que voce acha disso? 
Por que será que Deus 
se interessa tanto pela 
saúde e pela alegria de 
voce e da sua familia? 
4. O que a Bíblia di­ 
ria ao pessoal que bri­ 
gou por causa do posto 
de saúde? 
5. Agora que voce 
ouviu as palavras da 
Biblia, qual a resposta 
que voce daria a dona 
Carmen? Qual é o segre­ 
do da alegria do povo? 
Combina com a resposta 
que voce deu antes~ 
6. Olhando a nossa 
sociedade, o que é que 
mais mata a alegria no 
coraoão? 
7. Olhando a socieda 
de em que voce vive, 
o que é que mais causa pre 
juízo à saúre do oovo? 
Será que os padres 
e os cristãos devem pre­ 
ocupar-se únicamente 
com a Alma? Tem gente 
que diz que a religião 
é p/ ficar na sacristia. 
O que voce àcha disso? 
Isso está de acordo com 
o pensamento da Bíolia? 
9. Conte algum fato 
da vida de Jesus. em 
que Ele se preocupou 
de dar alegria ao povo 
e em tratar da saúde 
dos outros? 
10. O que vamos fa­ 
zer agora de concreto, 
p/ colocar em prática 
a palavra que ouvimos 
e meditamos? • 
Um canto ou oração para 
encerrar e agradecer 
PRINEIMME#TO PIROQUL 
(Mes de Novembro) 
Diu 1 Encerramento do Mes do Ro•ário 
• 2 Misa no Cemitério. Missa em N. T. V. 
• 3 Reunião do M. F. C.g.l 
• I Reunião do M. F. C. g. 2 
5 Reunião do li. F. C. g. 3 Terço Meditado - Cancha 
Ass. Geral Coord. Anil. 
6 Eleição do Cursilhv. 
• 7 Via Sacra. Comunhão Doentes. Hora Sta; Vocações. 
9 Dia de Ação de Graças. Missa em Caracol. Primei­ 
ra Comunhão 
Dia 11 H-,união cio Clero em Bonito. 
• 12 Terço Meditado Cancha. M.F.C. (Prep. p/ Curso 
Escala das missas para o mes de novembro 
€ASAI 90 3.%.€. 
Matriz Santo Afonso 
Dia 02 Domingo «noite»- João e Nazir 
Dia (09 « »- Jerci e Salomé 
Dia 16 « » Athanásio e Jacy 
Dia 23 « » - Antônio e Nair 
Dia 30 « » Wilson e Ramona 
Obs: 1) As missas no Domingo pela manhã 
ficarão a cargo de Irmã Lucinda. 
2) Os folclores das Missa na Matriz e 
Capela, são dirigidos por «Dedé», iIaria José e o 
Grupo de Jovens. 
Capela do Espirito Santo 
Dia 01 ábado - «noite» - Alberto ~ Odi!d. 
Dia 02 Domingo » - Bastião e Gercy 
Dia 08 Sábado » Tranquilo e Teófilo 
Dia 09 Domingo » - Hideck e Leida 
Dia 15 ábado » Miguel e Faustina 
Dia 16 Domingo » Raimundo e Josefa 
Dia 22 Sabado » Ramão e Isabel 
Dia 23 Domingo » Helio e Carmem 
Dia 29 Sábado » Genil e Enoly 
Dia 30 Domingo » - Raimundo e Josefa 
«Missa é a celebração da Familia» 
Se queres curar as tuas feridas 
ELE é médico: e tens febre ardente 
ELE é forte: Se és oprimido pela iniquidade 
ELE é Justiça: e tens necessidades de ajuda. 
ELE é ·vigor. 
Se temes a morte: ELE é vida 
Se desejas o céu: ELE é o .caminho 
Se queres evitar as trevas: ELE é a luz 
Se procuras sustento: ELE é alimento 
OH! PAI Senhor do céu e da terra quero lou 
_vá-lo porque o Senhor escondeu estas verdades 
daqueles que se julgam muito sábios. Eu o louvo. 
Porque o Senhor as revelou as pessoas simples e 
humildes. Para nos ensinar a se::- humildes e com 
essa sua bondade atraiste os corações p/ bem 
perto de nos. 
Faça-nos Senhor também dignos dessa graça 
(M1T 11.25) 
• lLi.RIA BALDO GIANS.-N'tE 
Jardim-MIT. 
"Creio 
não no 
 
no Deus que fêz os homens. e 
Deus que os homens fizeram"

Trihuna da Fronteira 
2 de Novembro de 1973 
GEISEL ACEITOU CONVITE PIIRI 
YISITIR O PllRIIGUII 
Presidente Ernesto Geisel 
Brasília, Agencia Na 
cional - O presidente 
Ernesto Geisel aceitou 
o coavite para visitar o 
Paraguai nos primeiros 
rias do mes de dezem 
bro, atendendo a convite 
formulado por carta pe 
lo general cio Exército 
Alfredo troessner, Pre 
sidente da nação amiga 
Em sua carta, ao presi 
dente Geisel, o chefe ele 
Estado paraguuio ressal 
ta que "a grandeza dos 
empreendimentos conjun 
tos que nossos Governos 
iniciaram,· no amparo de 
acordos internacionais 
conscientemente acerta 
dos e desejados, assegu 
ram aos 1ossos povos 
relações a um uivei de 
grande amizade e recíp­ 
ocra cooperação, que es 
treilaram cada dia mais 
os vínculos entre Para 
guai e o Brasil". Lembra 
ainàa o presirlente Stro 
essner "as evidentes 
coíncidencias que, inter 
na e externamente, apre 
sentam as políticas de 
nossos Governos assina 
laudo caminhos que coa 
correm para foriar um 
destino melhor para am 
bos os_ países, em mo 
mento que sérios proble 
mas afligem outras Na 
çõos". A<> convidar o pre 
sidente Ernesto Geisel e 
sua familia para visitar 
sua Pátria, em data que 
estime oportuna, diz o 
governante paraguaio 
que "vossa esclarecida 
presença viri a confil' 
mar a decisão de nossos 
Governos de prosseguir 
no empenho para lograr 
a prosperidade e a feli 
cidade dos dois povos 
uo mesmo tempo que 
servirá também para que 
o Paraguai renda home 
nagem, em vossa ilustre 
pessoa, a nobre Nação 
que, respeitosa de nossa 
história, alerta agora co 
nosco os caminhos de 
um venturoso porvir' 
RESPOSTA 
Em carta datada do 
último dia 10, o presiden 
te Ernesto Geisel agra 
decen o amabilidade do 
convite para que visite 
o Paraguai, destacando 
que "essa visita será u­ 
ma nova oportunidade 
para estrei_tar ainda 
mais as relaçoes entre 
nossos povos de cuja fra 
temidade os grandes e 
diversos ernpreendimen­ 
tos era em andamento constuem 
u111 eloquwte testemunho" 
Adianta o chefe do Go 
verno que "somente Go 
vernos plenamente im 
buídos de seus deveres 
e responsabilidades po 
deriam lirnçar-se a uma 
tarefa conjunta de ex 
traordinárias dimensões" 
BELI VISTA VII BEM 
SIM SENHOR 
A coisa mais Impor­ 
tante num ser humano, 
é ele ser útil ao seu se­ 
melhante, procurar aju­ 
dar sem pretensões noci 
vas ir de encontro àquilo 
qua realmente precisa de 
um trabalho conjunto, e 
mostrar o seu valor. 
Se a gente vive em 
um certo lugar, esse lu 
gur deve ser respeita­ 
do, porque está nss man 
tendo, nós deveme~ aju­ 
dar a construir dias me­ 
lhores. Mas como? Pu­ 
cha! ius é tão fácil. 
Questão de tempo? Não 
acredito, o tempo u gen­ 
te consegue, é só querer. 
Minha gente, é como 
diz certo slogan, " O mo 
mento é de trabalho ", 
vamos uair nossas forças, 
como se unem as vuzes 
de um coral, e trabalhar? 
Um exemplo; Bela Vis­ 
ta com maior ctivulgação 
teria autro aspcte, mas divulga» 
ão construtiva, não essa divul­ 
gacãe que muita gente laz, dizen 
dizendo que a cidade es­ 
tá nas últimas e outras 
coisas mais. Não senhor! 
Bela Vista está muito 
bem, obrigado. Constan­ 
temente está chegando 
Brasilia, Agencia Na 
cional ...:... O ministro Ar 
ando Falcão, da Justi 
ça, dirigiu a todus os go 
vernadores de Estados e 
Territórios o seguinte te 
legrama. Senhor Gover 
nador - A fim de pre 
servar devidamente, aci 
ma de quaisquer circuns 
tâncias, o clima de or 
dem e tranquilidade rei 
nante em todo o territó 
rio nacional, fundamen 
tal para a continuidade 
do esforço de desenvol 
vimento que o Brasil re 
volucionário empreende, 
tenho a honra de solici 
pessoas do sul do pais 
para investir aqui. A no! 
a lavoura aumentou Das 
tarte esse ano, já temos 
secador ie cereais e mui 
tas outras coisas refere 
tes a lavoura, que a bem 
pouco tempo não tinha­ 
mos. 
Bela Vista Vai 13em 
Sim Senhor. pois 0 Po. 
vo Esta Unido, veja co­ 
mo soa parece aquelu ca 
sinha vermelha com ja­ 
nelas brancas, no melo de 
um verdor progressista 
Sr. Prefeito. nós os 
estudantes do 2 grau da 
Escola Té:cnica de Con­ 
tabilidade e Esccla Nor- 
Muito obrigado por 
tudo que o colega tem 
leito pelo nosso modesto 
trabalho na Assemtiléia. 
Tenho recebido regu 
gularmente a "Tribuna» 
e tenho notado o interes­ 
se d-, prezado companhel 
ro em fazer um jornalis 
mo sério, difundindo essa 
Fronteira. esquecida dos 
tar a Vossa Excelência 
o especial obséquio de 
baixar ordens às autori­ 
dades estaduais compe 
tentes no sentido de não 
permitirem, sob preteste algum, 
passeatas, comicies concentrações 
ou autras manifestações publicas 
capazes de provocar agitação, 
perturbando o trabalhe ea ida 
das pessoas e da coleti­ 
vidade. Será conveniente 
que tais medidas preven 
tivns adequadas tenham 
sempre preferencia sobre 
as ações repressivas, en 
quadrando-se, outrossim 
mal, a turma que e tá 
cursando as 3 séries, es 
lá lutando mui(0 par n 
conseguir realizar o seu 
grande sonho, que é fa­ 
zer uma Excursão pas­ 
sando por 3 Estados da 
Federação, e vamos cem 
seguir haveremos de por 
em práttca todos 0s 1os 
8OS planos, e O IUCl'
1
) SC· 
rá garantido. Aí sim, te­ 
remos condições de che­ 
gar em V. Exa., e 0fere 
cer-nos para divulgar Le 
la Vista lá fora, pois es­ 
tamos empenha d o A 
no Bela Vista Vai Bem 
Sim Senhor. 
Adão Carl,- Bati-ta 
poderes públicos. 
Eetou anexando có 
pia de um trabalho nos 
so, proposição que, se 
atendida, muito benefici 
ará, não só a Bela Vista, 
mas todo o Sudoeste. 
Cuiabá, 18-10-75 
- Sergio Cruz 
-úeputado- 
desde logo, nas disposi 
ções legais permilentea 
quem porventura traís 
gredir as normas estabe 
lecidas em favor da paz 
de que desfruta o pcvo 
brasileiro. 'andações a 
tenciosas, Armando Fal 
cão. Ministro de Estado 
de Justiça. 
Preço deste E 
xempJar 1,50 
casa SUDOESTE 
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E 
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Juvencio 815 
Arames, Ferragens 
-- Mato Grosso 
-

'Tribuna da Fronteira 
Expulsão de Praças do 
W" RC 
Toram entregue pelo 
I0,o I por cpul4· da- filei 
ra o seguintes; ietorian 
Golo, P'atricio Domingo- Gol 
mn «e Francisco ales I t•r 
raz, por incapacidade Moral. 
bel Pol, foram devidamven 
te registrados no livro com 
Jll'lt•ttlt", 
Furlo de Veículo 
Foram recebidas vomuni 
caçoes de furtos de veienulo­ 
através de rádios como rgure. 
73 placa DC065l. cor azul da 
nuhio jmnintlar. <·lia'-•I~ 11.u 
I L.H19I2). Carateristica- meia 
t+la, roda tipo e+trela de pro­ 
priedade do r. Aldemir oa­ 
te« Brandão, re-ilente e-ta 
c·icla,le d,• Caar,,pó. !'c•rli11111, u• 
preensão do mesmo onde for 
encontrado, 
51/71:í/SRF de lli-0-Ti 
l'n·nth•r vrknlo clw, rn· 
h·I C-10 ano T, eor amarelo 
trigo, placa AE J536 chassis 
u.o IM/EBI-218) P proprie­ 
dade de Celo Hoberlo. l· urlu 
do neta idade 1111 noite ,lc 
15/09/75. Capo Grande Mt. 
8275 de 1 '-9-7fl 
Apreender Pi-Up C-I0 
cor amarelo granfri Chasi 
n.u H 1-CUl67-17, .lotnr 11,n 
199 li P de propriedade de 
Guintcr lluppcr, nc,tn 11111,lru 
gala furtada de a residen­ 
~iu t·m Hio Brilhantr. 
5li·7ii/DP;SPF rle 3- to-75 
'olici(umca- F<· for pu--1- 
, ,·1 ,·omuni,·ar I o,lu~ t•i,lntl,•s 
furto de veiculo marea VW li 
!'º llrnsilia uno 75, cor lara•_a· 
ja outono, plae 107, cha-si 
1A-I76231. propriedade sr. O­ 
wahdo Ferreira Barros, furtado 
m·,tu .-iduilt' 1,• Cumpu Gru11- 
de na noite de 02 do corrente. 
55/75/DP, SRF de 25-9-75 
Apreender veículo Mar­ 
·ca VW sc,lam nno 70 l'lata 
, D.8820 chassi,- B-69111, cor 
bege de propriedade do sr. 
Litolfo Mario, fartado na 
noit<• ilc 21 parn 25 ,.,,. Campo 
Grande. 
, 
1 
de 26-9-75 
Foi furtada esta 
guilu, Urusiliu uno 71 
madru­ 
Mutlclo 
1)() 10º RC 11 esta Delpol 
Informo foi roubn,lo no 
,lin 19 de .larço uR 18.00 ho­ 
ras em ,quidnuuna um cor 
ccl belina cor vermelho, ano 
75 plucn UJ-U026, de propricrln 
de sr. Mauricio Anderon. 
Trrl F,•rnun,lc:< Cmt 9.o UE 
C.IU. ' 
58/75/DP SRF de t5-10-7fl 
VW tipo l.lru,ilia :mo 75 
,·or mnrron rarnn·la laln placa 
A F :l 102. chus~is n.o BA 1681- 
2.'> nwtor n.o 13, 171119, pro· 
priedade de Felicidades Esou 
ruti Sabti U. Beri:u e VW 11 
po Brusilia cor azul caiçara, 
placa_ AF 2922, motor BA 16- 
23 95 ano 75, chassi- BA 15- 
7898, propricdnd•· de Tcrczi 
nha de Jesus dos Santos. Am 
l,os furtados nesta cidade de 
Campo Grande '"' noite de 1-1 
,lo corrente. 
Gamaliel tunpf. 
Delegado de Policia 
1 
$ERG#3 AME.TB 
FERES#S 
ADVOGADO 
E 'C'lUTÓRIO Rua General O ório, 825 
Bela- Vista Mato Grosso 
Dr. l(ésio Loureiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria Coelho 
Bela Vista 
Pinheiro 
llt. 
Dr. Pedro Palmieri 
Aavocaria em Geral 
H11a 15 de Nmcmbro 170 Fone 2.'17 
o s<>u modo de vi­ 
ver já educa. Também 
sabemos que e mmla 
!'alta do nmor quu11do se 
deixam cre cer O.i! filhos 
sem corrigi-los e disci­ 
plinó.-los. 
Ninguém consegue 
ser ulguem, sózin!lo .. Nlu 
guém aprende a viver, 
fazendo sómente o (}Uf 
quer. AH videiras se de­ 
envolvem melhor depois 
de podadas. A8 uvas 
não se transrormam em 
vinho até que sejam es­ 
premidas. Uma criança, 
um jovem, nilo se torna 
adulto fnquanto não 
poda1· or:J maus llábitos, 
o c>golsmo a ri!ENTIRA. 
O Poder latente pu­ 
ra poder produzir víve­ 
re encontra-se na terra, 
mas se o agricultor ne­ 
gligenciar no trabalho 
de arar, crtpinar, ele se 
torna um delinquente ju 
vc>nil no campo da agri­ 
cultura. 
Assim existe deli11- 
que11cia pedagogicu 
quaudo os pais, nem os 
filhos, h•rnver alguma 
formas de disciplina e 
de dor. 
Quanto rnuii,, cedo 
houver o mal extirpado, 
menos sofrimento se faz 
necessário. A. palavra 
''Educar", vem, salvo en 
221 
l:lelu Viota MT 
DR. fHHU MiJRftNO 
Médico 
Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - MT 
gano . .ta pat.wra lo.ti11a 
"cd ucere" e si••u itica: ex 
trair algo que prejudiga 
ou extrail' do coraçao 
aquilo que náo é bom. 
t;ómenle u iuYormu­ 
çfto nilo educa nem na 
e. cola nem 110s lares, 
mas sim, u formação de 
caráter e força de vonla 
tle. • 
O espaço é pequeno 
pnru abordar cultos u~ 
pectos e queremos termi 
nar com alguns ditados: 
Quem aplica um castigo 
quando et!lá agitado não 
educa, nem CGrrige, vin­ 
gt-se. A ofensa é o ar- 
Cuiabá, 20 de Outu­ 
bro de 197:i 
Ofício-Circular 
01, 75 
• ,o Exmo. Sr. Dire­ 
tor do Jornal •TRIBUNA 
da FRONTEIRA» 
Prezado Senhor: 
Apraz-me, com o pre 
sente, levar ao conheci­ 
cimento de V. Exa. que 
acabo de assumir nova­ 
mente o cargo de 1 Se 
cretárlo da Ordem dos 
Advogados do Brasil Sec 
l 
=HAROLDO MEDEIROS= 
AD'OGADO 
O, 13 - MT. 1183 
t:l'F 008-295.870 
Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista :IL 
nº. 
Dra. Maria Aparecida 
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Parasitologia - Sorologia - Urinálise "' 
Pré - Nupcial Pré - Natal 
D 
L) ... 
gumento daquele qu 
{iao tem razão. Pena qu 
srntimos falia d" juiz 
quund,J já é bem tard 
quando já nlarno8 dcf1 
tos. Pen é que multo 
esquentam a cabeça em 
ver. rio usar u cabeça. 
Nilo poderá ajudar aos 
homens de mnncin.1 per­ 
manente, se fizeres P'>l' 
eles aquilo que eles po­ 
dem e devem fazer por 
si proprlns. Feliz é o Ii­ 
Iho que tem no corçao 
a lembrnnça de pais llon 
dosos, lleJicudos e com­ 
preensivos. 
ção de lIatO Grosso. 
Colocando-me à dis­ 
posição daqueles que ne 
ct--ssltarem dos serviços 
desta Secretaria e, por 
outro ludo, convicto de 
que no exercicio desta 
relevante função cstard 
contribuindo pela valorí­ 
zação da nobilitante pro 
fissão de Advogado, a­ 
lém de poder também 
co1aborar com os Pode­ 
res Públicos, principal­ 
mente o Judiciário na 
solução dos problemas 
afetos ao aprímoramen­ 
lo, ainda mais, do direi­ 
to e da Justiça, é que 
torno a liberdade de so­ 
licitar de V. Exa. o apo­ 
io indispent!ável ao de­ 
sempenho satisfatório do 
honroso cargo que aca­ 
bo de assumir pela se- 
gunda vez. . 
Aproveito do enseJO 
para apresentar-lhe os 
protestos de alta estima 
e elevada consideração. 
Atenciosamente 
Amaral Auiusto da 
Silva 
1 °· Secretário 
Tribuna da Fronteira 
encontra-se a venda 
na Distribuidora de 
Revista •·Princesa do 
Sul" 
Preço dest~ exemplar . 
CR$ 1,50

Tribuna da Fronteira 
------ 
Bela Vista . lt 
Dosenvolvlmcnlo 
Brasil - Paraguai 
Ocupando a ll'lbuna 
da Camara dos Deputa 
dos, o parlamentar ma 
torossense, lançou, tam 
bém, apelo ao presiden 
te ela República no sen 
llrlo de que determine 
estudos vlsanclo a elabo 
ração de um programa 
clp desenvoJ vimento da 
região rronteiriça entre 
Mato Grosso e a vizinha 
República do Paraguai 
.J ustil'icando sua solicl 
taçüo, alegou o deputado 
Ubnldo Barém, que aque 
la vasta área, de signil'! 
cativa importancia para 
o país, ri€ hú lllUito vem 
se l'essenti111.io de maio 
res alençõe e de um 
melhnr tratamento por 
pane do governo fedr 
ral no sentido ele uti 
var o seu progresso e 
de ajusta-la ao desenvol 
vimento nacional. 
( Correi<' do Povo) 
Deputado Ruben 
nosso Partido, como 
contrato de risco, di 
nos, deputados estudais 
m!torosene, sob 0 
comando do eminen' 
governador Garcia Net 
condições de prossegu 
na luta cm J'11 vor· cl 
completa emancipação 
do homem brasileiro 
do desenvolvimento ee 
nômico-sot'fal cfo .lat 
Grosso. Respeitosas u 
claçõPs. DPf,ulado HubP11 
Figueiró, llrlcr do Gove 
no e du Areu::; dcr-uta 
dos Airton Hei e EIson 
Pires, vice-lideres", 
Figueiró 
r 
de ,Juarez Hodtii,;ues 
Trabalhamos com1 perfeí 
çüo para contiuuarrnos 
a ser o modelo no ra­ 
mo de tapeçaria" 
 
UBIILDO BIIREM: CONTRITOS DE RISCO: 
CRIAÇÃO DE NOVOS DEPUTADOS IIRENISTII~ 
MUNICIPIOS • SOLIDÁRIOS COM CEISEL 
O Congresso Naclo o calendário pata rea 
uni acaba de receber, pa lização de plebiscito. 
l'U fins de apreciação, 
projeto de lei comple 
mentar enviado pelo 
senhor presidente da Re 
pública permitindo u cria 
ção de novos municípios 
dealrn de um período 
compreendido entre de 
zolto a Slsls meses nute 
rlores à data dus ele! 
ções munlcip,is em todo 
o país. 
A medida que em l'u 
turo hem próximo será 
lrnnsl'ormadu em lei, re 
presenta a conquista de 
antiga a piração do de 
pulado Ubuldo Barem 
que interpretando o jus 
tos anseios rle inúmerns 
comunidade: Matogros 
sen es, empenhou e em 
longa e ince sunte lula 
que, l'inulmenle, chega 
ao eu fin!ll vitoriosa. 
Acre cenlou ainda o 
deputado Ubaldo Barém 
du represenluçiio da A­ 
rena de Mato Grosso, 
que, como re ultado ele 
seu trnbalhc, os distri 
to de Deodápolis. Mundo 
ovo, (!ldorado, Uedrn /]rda, Documento Per<li<lo 
huscimeira, angará da Serra 
Rio Branco, Mira.ssol do 
Oeste, Juty, Angelica e 
Vila Vicentina, entre ou 
lro , terão cu u d i ç õ P • 
de adquirirem n sua e­ 
mancipação política: com 
a sua elevação a catego 
ria de municípiot:., desde 
que satisfeitas as exigen 
elas para esse fim conli 
das na lei co111plw1c11tar nº 
t e no ato complemen 
tar n 1 e no ato com 
plemelllar nº 46, e tão 
logo aprovado pelo Tri 
bunal Ii.egional Elei1C1ral bro de 1975. 
Foi extraviado o 
certificado de proprie­ 
dade nº 12H0:-l6 em 110- 
me de Uli. ses Pinto de 
Almeida, expedido em 
1,03/75 pela 1,3%, Cire­ 
trao do automóvel mar­ 
ca Ford F60 ano de 
fabricação 1973, cor Ye­ 
rde chapa C J 0009 cba­ 
ssis LA7DMT-07510. Pu 
blicação que e l'uz pura 
obteuçúo de 2a. via 
Bela Vi ta - 24 de Oulu 
Cuiabá [ edimu t)­ 
Motivada pelo recente 
pl'Onunciamento do presi 
dente Erne to Geisel so 
bre os "contra tos de ris 
co", a· Bancada da Are 
ra Estadual endereçou 
ao Chefe da Nação men 
sagem nesses termo : 
"A fiancada Esta 
dual da Arena de lJato 
Grosso manifesta total 
solidariedade à decisão 
de Vossa Excelência de 
manter monopólio estalai 
do petróleo. pela Petro 
brás, mas permitir, atra 
vés de contratos de ris 
co, a prospecção por 
empresas e pecializadus 
que desejem colaborar 
com o extraordinário 
esforço brasileiro no sen 
tido da obtençüo da a u 
to-suficiência do petró 
leo. Sómente aquele que 
desejam a perturbação da 
opinião pública para ob 
ter, mediante processos 
impatrióticos, vantagens 
eleito,·ais futuras, maquia 
vélicamente não desejam 
entender a corajosa c,uão 
altiva decisão do GoYer 
no de Vossa Excelencia 
Atitudes firmes e Resolu 
tas de Vossa Exceleocia 
Chefe da Nação e do 
Heforma qualquer tipo 
de móveis, E-tofado-, Cal. 
chies de molas, Capotas de 
Jeep, e estofamenutos de eícu 
lo-s mn geral. 
Atende-se a Domicilio­ 
Fazemo )reatento sem 
Compromi-+o. 
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126 - Jardim-Mt. 
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} 	j 
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j nicipal do MOBRAL e ajude a solucionar o. f 
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# 
}o-<- 90-c0<6<< os&o .zk 
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seu lar. 
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Bonito - MtL

1 • 
I 
, , 
.... / 
Neste momento em 
que as hostes politicas 
conll'al'las à Hcvoluçao 
reúnem esforços p der­ 
rubá-la, é útil tecer co­ 
jcclurns sobre aquilo 
que sustenta_o poder e 
qual a missão daqueles 
que o detêm. 
Os governos nuscem 
de circunstâncias politi­ 
cus, econômicas e sociu­ 
is, para o cumprimento 
de umu função social. 
posllivu ou negnllva. 
Enquunto não se exaure 
sua runçãc,; permanecem 
de pé contra , lodus as 
ivestidas das !orças que 
lhe silo conlrúrius. • 
o que garante o po­ 
de, é a função social, 
Ora, a Revolução ainda 
não terminou a sn mis­ 
são precípuu, que é lns 
• utuir um novo n.odelo 
de democracia. AI/ que 
tudo ludicu, essa no·,a 
forma de governo deve­ 
rá constituir-se da fu­ 
são do princípio da cen­ 
tralização e <ln descen 
tralizução do poder. 
A democracia expan 
diu-se pelo mundo oci­ 
dental cm consequência 
de seu elevados ideais 
ou de seu liberalismo 
que não é só econômico. 
Entretanto, hoje. em vá­ 
rios pontos da terra, E la 
está em crise e nós que 
nrofrssamos o credo de 
:Uocrata ii:1o sabemos 
como conciliar suas Yir­ 
tudes com necessidade 
de cerceamento das li­ 
berdades abusivas e dos 
arbítrios, ainda que le­ 
gais, do Estado. 
Mas, parece que os 
fatos ei-tiio a nos dizer 
que o novo modelo de 
democracia, que está pa 
ra surgir no Ocidente, re 
sullarà ria fusão dos prin 
cípios da centralização 
e da desceutrnlizaçüo, 
• se consideramos que es­ 
ta é umn conquista ir­ 
reversivel e aquela uma 
tendência universal hoje 
observada. 
DizPmos fusão pela 
impossibilidade de coe­ 
xistência de dois pode­ 
res, sendo um centrali­ 
zado e outro descentra­ 
lizado. Esses prinriptas 
se alternaram, através 
rla História, nunca um 
con eguiu suplantar o 
outro • definitivameute. 
Ambos sempre existiram, 
quaurlo um era máximo 
o oulrn era mínimo. 
;'ão bá noticia, na 
história da humanidade, 
ele um povo que tenha 
sabido combinar os dois 
JH'ÍIJCÍJ)los, Os estados, 
organizados sob a égide 
de um só desses princi­ 
pios, sempre apresenta­ 
ram um desenvolvimen­ 
to hipertrófico do poder. 
, ultorn/.ncia contmuu 
tem acarretado desequl­ 
librio constantes no or­ 
ganismo social. 
Somente a conJuga­ 
ção dessa binômio <le 
forças será capaz de 
criai· um organismo, do­ 
tudo de um mecanismo 
que estabeleça uma per­ 
feita colaboração tio 
princíplp da a1Jtoridade, 
encarnado pelas oligar­ 
quias, e aquele da Hbe­ 
rude, represent:.do pela 
democracia. 
Assim é que os 
princípios que regem os 
estados autocratas, oh­ 
go.rquicos e dernocratás 
não são, propriamente, 
opostos e irreconciliá­ 
veis, mas inversos e 
complémentares. Se al­ 
gum dia ocorrer comple 
tameute essa fusão, por 
que parciamente ela já 
esta ocorrendo em a1gu­ 
HS países, _ então, terá 
vindo ú luz a Nova De­ 
mocracia. Quando esse 
fenômeno ocorrer, oli­ 
garquias e democracias 
uüo mais se combaterão 
TO 
Roberto Piquet Martin 
mas Fe Hf'rvin1o mutua­ 
mente. 
Combater a demo- 
eracia é um absurdo. O 
principio democrático 
nada mal:; é que um 
princípio naturnl, que re 
ge as relações entre o 
homens que vivem em 
sociedade evoluídaH 
Combater, por· outro la­ 
do, as oligarquias. como 
ultrapassadas, é outro 
contra-senso, vez que 
têm, ainda, sua funçilo 
sor.lal. 
o Governo Revolu­ 
cionário, por ser um po 
cler, no mesmo tempo, 
centraliwdo e descentra 
lizado, pode ser conside 
rado como o prototipo 
da ova Democracia, 
embora esteja ainda li­ 
gado á sua gênese. Den 
tro dessa ordem de 
idéias, se llguem dese­ 
jur saber por quantc 
tempo a Revolução per­ 
manecerá no poder, po­ 
derá assim responder ú 
sua iudagaçll.o: 
Até o dia em que. 
cumprida a sua função 
social lance no mundo 
os principies básicos de 
uma nova ordem demo­ 
crática. 
(JORNAL DE BRA ÍL!A) 
Jardim, atualmente 
oportunamente denomi­ 
nada como a cidadP pro 
messa. Oferece-me o pri 
vilégio de escrever o 
que- a minha inspiração 
confessa. Sentindo per­ 
feitamente o valor deste 
nobre Tenente Coronel... 
Excelso militar que está 
empreendendo realiza­ 
ções à granel!!! 
Vencendo os obsta­ 
eu l o -s e ull1·apassando 
as inúmeras barreiras ... 
.Irradiando progresso 
com sua idéia mais que 
verdadeiras... 
Conscientizando seu 
povo à. se adaptar por 
um Sudoeste maior e 
melhor.... 
Encurtando distância 
p trazer mais amigos 
ao seu redor ... 
1
otabilizando se e­ 
, lo seu semblante amigo 
e contente ... 
Toru!}ndo possivel 
antever melhores dias 
para a nossa gente ..... • 
Este é o retrato fiel 
do Tenente Coronel ·'Jo­ 
sé Vicente .. !!! 
• Duque de Caxias 
tem nesta cidade o ;-e,u 
dileto e real seguidor 
Evidenciado cora 
destemot· esta '·Obr;! .. 
maior de intrinsseco va­ 
lorl 
Somados os esforços 
em conjunto com os 
Eeus ::liciplinados coman- 
Nascimento 
De parabens o casal Marques e Elizabete 
na semana pp. que pesou vinda do garotio. « 	• 
650 gr. 
--- 
O lar do casal ,ncelmo (Peninha) 
va está em festa com o nascimento da 
Teln.a dia 31/10/7 
: - 
Aniversários 
Dia 30 Zeóbia O. Gomes 
Dia 30 Loureiro (Pretinho) 
« « Emerson Akamatzu 
« ,, Ildefonso Loure!ro 
- 
pela 
-lk 
t• t-;ra. Sol 
"herdeira' 
BAILE 
Será dia o sensacional Baile pr_omovido pe- 
lo Gremio Pedro Rufino, com anlmaçao do conhe­ 
cl<lo conjunto Os IntocAveis 
=- 
CHÁ 
Foi dia 31 pp. o último chà em beneficio . do 
Natal dos Pobres realizado no G.P.R. Na próxima 
semana maiores cietulbes 
===·Xé::·=== 
Quermesse 
O Vigário da Paróquia de Santo Afonso, Pa­ 
dre Brandão agradece a todos que colaboraram 
para o sucesso da mesma. A renda liquida foi de 
18.000,00 e alguns "quebrado.s". A todos os mais 
sinceros agradecimentos. 
: - 
10.o Regimento de Cavalaria 
COMIICDO 
0 10 RC comunica vistas no referido Códi­ 
que a partir da presen- go, inclusive apreensão 
te data os proprietários da Carteira de motorista. 
de veiculo que inflingi- _ Quartel de Bela Vista 
rem os números I. 11 e llt, • 31 Out 75 
llI do urtigo 89 e Capi- Regis Ildo Rossi Maj 
tulo x do Código Nacio- 	.» 
na 1 1e Trânsito, sofre- 
rão as penalidades pre- Che(e R. Pública 
- ± 
Paróquia de Santo Antonio - Jardim 
Funcionários Público:; 
Nossos cumprimentos a todos os Funcionários, 
Públicos de Mato Grosso, em especial os de Be-  
la Vista. pelo seu dia que transcorreu em 28 pp. 
Nesse dia o Governador Garcia Neto entrou com 
proposição na Assembléia Legislativa. para um 
aumento de até 40%, sore os vencimentos dos 
Funcionárfos Público Estaduais de :!ato Grosso: 
civis e militares. Bola branca. 
: - 
Casal da Semana: JeHerson e Ana 
dados; 
Alicerça o MT gi­ 
gante c•;m feitos rodovi­ 
úl'i'1s bem estruturados. 
.'.orteando seus fir­ 
mes propósilos rumo à 
aspiração do povo que 
o aumira 
Colocando em cada cora 
ção um sentimento de 
~ratidão que ninguém re 
lll-U. 
'l'ingindo com a ban­ 
deira da perseverança o 
ideal de quem ainda mui 
to espera 
Introduzir em <.:ada, 
consciencia a vontade 
que em sua alLUa impera 
. Soerguendo com te­ 
uac1dade esta região 
que nenhuma outr:1 a 
A PEDIDO 
1 
(rcróstico} 
supera!!! 
Predicados infindos. 
existem p/ este poeta 
expressar em forma de 
poesia; 
lnfindas quBlidades 
deste brioso militar que 
sempre teve em su_a com 
panhia: 
"Reais manifest-a· 
ções para lutar em pró! 
do bem-estar do seu se· 
melhante" 
Entendendo que a feli­ 
cidade do próximo é ' 
sua meta constante 
Suavizando os sofrimen­ 
tos., multiplic:ando as ale 
grIas e assim por dia 
te .... 
Manoel Arcelino