FUNDADOR E DIRETOR HE:--PO'.'JS. VEL: /Vi LDO l 'fJ< l·.11{,- Hecliu;iio. Oficina l' ,rim! n!i-lr,1ção ANO iV Hua Duque fü•la 'istn. •> dt> No'emhn, de 1!)7:-, D'i->emaná rio '.' 12 a, 110 l10,pi111l ,lb,·n Ei .. tt'i11, 1•;1i,crn111 pn,­ i.entc:1 o ,-t•n:ulor Fnuu·o lon lnro, li«der do MDB no Sena­ ·lo, o ,lt-patuclo Ft'danl Air1011 oares; os cn,idor Orc:'tc,; Quérca (;LO· 13) o mais Hll!!elo ,·ru São Puu lo e do pai, t:11nbe111 corn_pa· rc.ccu no ,·clúrio fi.:u1ulo,. JUU tun,·nte com :lbato Golilmnn nté o fim ria l·crintonin. O pre-idcntc "º" prc,o, o direito de clde,u no:' tcrrnoõ da lc:1 •. () <>fício da A BI a--inala qH" e, .. nr:outl'CÍlllt"l)lO~ ("111 !,. ]aulo tornaram-se mais preu eupante com a morte de Wl.adi r llerzog pede que iT" rito ;n,unriado_ p,·ICI _t.•0111ant a_n «e do II Exército -j +com' nhado pelo Mini-t·rio Público d.a Justiça Militar c_com a -o da impren-a à- diligén"­ • . Bl u1.1nif,•-1.1 wrulwn• arenga de que divulga;+ 4, andamento do inquér entibiri par.a reideniF q11t• o comando do II Frei. to nàcl :ulmitt· arhitrari,·rl:ult'.; nem negligências, c o mo "a­ que podem ter dado ensejo à 111orll· do jornnli,ta ~ b,Jimir llt.•rzog''. Atnl (, .. do comunicado o firial. t.· :-t·gurulo o qual as pri :-c)t'"' eFtào "'l"ndo feita- cl1:·ntro elo,. prec,.-ito-. lt·i.:ai,, oh-.:n a u nfkio cln i131 <(lll' n<'nh1111111 da- prisões foi comunicada à autoriclnrlc jucliciúriu rnilitur compt:tcntc e cido .. e-.1ào ... uh n1ctídos ao regime da incomu nicabilidad,·, ult'.·m dos prnzos <(IIC determina a 1..-i. Como Ocorreu Scrun' romp:irc ccr 'olunluriu111c111c para de por, Wladimir foi dci~;Hlo "após o almoço e por , uha das l5 horas, em uma ala, de ;:;arompanbuclo''. lnfonna (aru hérn o comunicado que o jor• nalista escreveu uma declara ção ctn que admitia ser mili 1untc do l'Cll (Partido Comu nista do llra;il, pro>'crito). I'ª rn o qual t~ontríhuia mcru•al rncntc .. ~ co111 quantia~ ,lc 50 e 100 cruzeiros. As 16 hora,, foi t'ncontraüo Paulo. priru·ip:ilmen1c pdo prc --identc elo l>r;:-.io. :u,lálio Dant.a.::, que foi rece birlo • jun tamente com seus companlei ho- de direção, pelo- generau­ ric-1 P.ll"l".I • 1La Fun-l·C'.1. <·o .andante da 2a região 1ili t.ar e Antonio Ferreira Mar que-. chefe_do E-tdo-Maior 1 o 11 E,·r,·i1n. O ;1,:1u·r.tl D ,,iJla ,1cI1,, 1·nt·c,ntr.1•••:. l'HI Hr:i,ili:<. (],,rn.d ,k llr.1-1ba1 DECLARAÇÃO A PRAÇA Solíeilamof' a todos clientes da For I Fi11.111 eia !ora poutualitlucle nos pag11rne11tos a nt•1·r111 efetuarl<,i,: nos bancos autnrizaclo:-. Avisamos que o nulo pagamento, ac:uTc>larú juros ele mow. maii,; dl'l:'!)f'~UH extras dl• !!O'>SIJS <'obr11clorei;. Esperamos colaborção sem ma[H Ford H11a11..:iudora Cuiabá será a sede tio .,., Cong1 esso :-:acio­ na l de ,clministração do IC;1I Impost,1 ~obre Circuh1ção de ;1lercado­ ria - a ser realizad•> na segui.lda quinzena ele janeiro do prcximo ::no. , informação é do Se­ cretário Octávio de Oli­ veirfl, ria Fazenda de .falo Grnsso e foi libera ela 11pói- eatendlmento rom o .linistru .lário Henrique Simonsem, Ja. Fazenda, <;ue tom,,u a deliberação. O primeiro conclaYe de àml>ilo □a­ cional, pura debutes da sistemática do IC.I, foi re:!lizu do em iio Paulo c,,mo se re:·orda .. es- c 1Jln de Cuia !Já para a realização dn i;eg:.i1ido, diz Octávio de Oliveira. Sf' deve uão apenas ··a um carinho todo esped­ al do Governo Federal para com .IT., euiio tam l>ém ao fato de ser este Estud(l um dos q11e a• presenta técnica bastante evoluida com rela­ ç!1o ao IC.I e ao proces !'O de arrecadador em ge­ rul". Além de todos os secretários de Fazeudas e Fina 11ças do Puíi-. reu­ nir-se-iJ.o na Capital ma­ togrosseuse, no 2" Con­ gresso Nucioual rio IC:11, técnicos de cada Estado e Te1itório rli!!ndos ao setor. .. Faça seu pedido de: Cartões de Natal. Folhinhas (' Cah·ndários para 1976 GElSEl AUTO MEIOS CO lltasilia. ,gencia ~:icio­ nal - O presidente da República· assinou tlf'cre 10 uutorizui1do as empre sas .' 1·thur Len· :-5oat . ·en·ic:p Incor.por:1 tion. norte-am<•ri<":111.1. e .r· thur T,p,·y do Brn,;il. :--er vi~•o,a .ln ri timo,;; Limita- da. para execut:1rem Ira bailios dP perfuração de priços no mn~ 1erritorüd llO llr:1:-i!. :1 :it'!'"iÇO d;: Prtr11h:-ú,:. :-ertl Uiiüz, d., u embarcação de per!u­ ru<,:üo ··Gulf .-:en llor,:,, ... d i nat'ionu!id;: dt> nt,rtl' n mcrir·:111:i. Tribuna da Fronteira 2 de Novembro de i97» ela Vista MIt E N IRÁ À INGlATER A E À FRANCA: . , CONFIRMADO o Londres, AFP O presidente brasileiro Er­ nesto viajará à Grã Bl'e­ tanhu e à Frauçu 110 próximo uno, confirmou ontem nesta Capital o ministro clus Relações Exteriores do Brasil, ,n tonio Azeredo da Silvei­ ra. O chanceler brasilei­ ro terminou ontem a pri meira parte du sua via- gem pela Europa, que continuará hoje em Pa­ ris, onde se enlrevif,la rá com o presidente rrnn­ ces Valery Giscard D'Es taing. em Pari . ACORDO Paris, JFP - A cri­ ação de uma grnude Co miesüo lllistu fruuco-bru ileira e um acordo ma- Instituto Psicotécnico SUDOESTE Exames Psicotécnicos para Motoristas Amadore.; e Praça Cel Camisão GUIA LO2Z; 9A LAGUNA Profissionais no. 53 +a Mt. Representações (ereal Ouro Ltda Adubos "TREVO" inseticidas, sementes Fertilizando com amor o nosso terra Tratores almet e Implementos Agricolas em Geral (Torto para Lavoura) lua 15 de Novembro 512 Bela Vista M gora com ovo Proprietário sendo Atendido pelo mesmo Ambiente Estritamente Familiar Qunrtos com Pias • Apartnmcntos Restaurante: "Comido Caseiro" "Ne Corado de Care 9rande" R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2105 - C. Grande Mt. Auto Mecania Independenia De José Hip61ito de .Melo Oficina Autorizado Ford Wlllls do Brasil ·Mecanicos com cursos de Especialização" lua Cuiaba s-n e Avenida ll de dezembro 385 Jardim - ato Grossc ritimo entre os dois pai­ ses. eerão decididoR pela França e o B r a s i 1 ammclou- e Esta Capital de fonte di- plomática francesa, A fonte acrescentou que por motivo de sua visita oficial a Paris, o Mi n i s t r o Aze redo da Silveirn firmará com seu cole_ga frances. Jean Sauvagnargues, elo is documentos. Funcio­ nários do Quai D'Orsay (ilinislério da Relações Exteriores), assinalaram lambem que o pre iden­ le dtt República fl'unce­ sa, Valery Giscard D'Es laiog, r e c e b e r á o mini tro b r a i 1 e i r o Préviamente, o clJanceler brasileiro se entrevistará com seu co­ lega 1rances Jean Sau­ vagnargues, dando inicio assim às conversações relativas à assinatura dos dois protocolos de acordo. O ministro france das Relaçõe Exteriores, oferecerá uma ceia no palácio do Quai D'Or,say, a seu colega do Brasil. Depois de se en trevistar sucessecivamen te com os ministro fran­ ceses da Indústria e do Comércio Exterior, Mi­ chel D'Ornano e orbert Segard, o chanceler brasileiro terá uma segunda entrevista com seu colega fraoces. Ao término dessa entrevista serão assinado os dois protocolos entre a Fran­ ça 0 o Brasil, um rios quais prevê a criação de-uma grande comissão mista de dois países e o outro versa sobre um acorrto marítimo. Preço deste exemplar CR$ 1,50 DELEGACIA RECilOHAL DE POLICIA DE JARDIM Em 23 de Outubro de 197 Circular N" 17 DRPJ 7 Do Delegado Regio nal de Policia de Jardim Ao Sr. Delegudo de Policia de Bela Vista. Ass:.;nto: Transcl'i­ ção de ofício (Faz) Para conhecimento dessa DELEGACIA e de vida exeeução, lrnnscre­ vo abaixo e seguinte ofício: "Estado de i!ato Grosso Secretaria de Se gurança Pública Depar­ tamento de ordem Poli­ tica e Social - Ao Ilus­ tríssimo Sr. Delegado Regional de Policia do Município de Jardirn-ilt. Assunto: Esclarecimento (Faz) - Circula"r nº 022 75 DOPSMT., Sr. Dele­ gado Hegional: A l'im de melhor regularizar o processamento para a expedição de "Registro e Porte de Arma" se­ guem abaixo os seguin­ tes esclarec!ml:utos: o) Requerimento b - A arma a ser registrada, quando já a possuir, acompanhada do comprovante de sua aquisição, ou declara­ çüo sobre a posse da mesma; c - Atestado de con dutu e residência; d - Comprovante do pagumento da respecti­ va taxa; e - 2 fotos 3x4 de frente, sem chapéu, de paletó e gravata; ' f - Tratando-se de registro de arma de ca­ ça ou tiro ao alvo e so­ licitado pelo interressa­ do a licença de· trânsito da mesma, necessitará de mais duas fotogra­ fias idênticas das acima mencionadas, quando se rá cobrada a taxa devi­ da para sua expedição; O processamento pa ra obtenção de "Porte de Arma". de uso per­ mitido, t'Ontinuará obede­ cendo à mesma apre­ sentação dos documen- 1os exigidos, inclusive Cerl1dao da Justiça Fe- deral", que será 1orne­ cida 11esta Capital, para o que, necessita ela apresentação da Cr teira de Identidade e o CIC cio interessado, ou fotocópias autenticadas dos mesmos e a taxa de C!'S 10,00 (dez cru­ zeiros), para o referido Orgo. Sómente o processo para obtenção de "Por­ te de Arma", continuurí a ser encaminhado a rs te De:partamento, para ser vJstorludo, enquanto que, pura revalidaçilu do mesmo e para o 'Re gistro''. nüo serão ne­ cessários o encaminha­ mento. Outrossim, deveis dar ciências desta Cir­ cula1·, u todos Delega­ dos de Polícia jurisdicío nados a essa Regional. 'em outro objetivo, sir­ vo-me da oportunidade. para renovar a Vossa Senhoria os meus pro­ testos de elevada consi­ deração(a) Bel. Joaquim Ramalho dos Santos, Diretor. EM CONSEQUENCIA: a - Requerimento com firma reconhtcida na cidade onde reside o requereu te; b- Atestados de con duta e de rei-idéncia, fornecida pela Del. Pol. onde reside o requeren­ te; c • Pagamento da taxa feito na Exatoria de iusidlosn prnp:1;f1ntla e, assim continua em u­ tividade, exigindo que se lhe anteponha persis­ teutc ação preverdi·a e mesmo repressiva para muutPr-se o clima de orctPm e traballio indis­ pensú vcl ao nos..;o de­ senvolvirncnto". :.faii- a­ diante o Presidente a!ir­ mou que a Revoluç,lo. frita conlrn a 1,ubver­ são e a corrupção, evo­ luiu para uma doulriua, consulJstrwciadn no le­ ma "Desenvolvimento e Segurança", que tem norteadn a ação dos go vernos revolu<:fc,r,ários. Esse o progrnma a ser cumprido pelo governo e desenvolvido, no plano politico e deito- . ral, pelo Partido da Re­ vo!uçã0, a Arena. Falos & Fotos Jota ,Jota Delegacia de Policia de Bela Vi-.la - 1'-11'. se tornou um J1[ibíto, ci­ vis prejudicados em su­ a segurunçn, procurarem atendimecto no quartel do 10° RC., esta Dei Pol determina que seja ela a procurada de vez que. existem para tanto d-Ois telefones de ''Plantão Permanente", ou seja. o de n 116 e o de " 258.. Garnnliel Stumpf Delegado de Policia Dela Vista - :.lt. @sr0 são CRISTO/ão de Theobaldo Amaral - Lubrificação • Tróca d·c Óleo Balanceamento de Rodas lavagem Borracharia - Rua Conde ele Porto Alegre s,. n Mato Grosso Bela Vista Faça seu pedido de: Cartões de Natal. Folhinhas e Calendário;; Tribuna da Fronteira 2 de Novembro de 197 Bela Vista Mt PROJETO DE MECANIZAÇiO AGRÍCOLA O CiOVERNO CiARCIA NETO DEVERA ENVOLVER UM MILHÃO DE HECTARES Governador Garcia Neto Cuiabá, - O projete, de Mecanização Agrico­ la do Governo Garcia Neto, já em fase final de redação, será irnplau tado em quatros área DR. JOÕO C. P41LMIERI CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS Rua: Antonio Maria Coelho, 423 - Lo andar. Fone Re idencia: 4-4385 (Campo Grande anos um milhão de hec­ tares, que serão rlefiaill­ v um ente incorporados ao processo produtivo, assegurando a Ma t o Grosso aquela posição de relevo na economia na­ cional, esperada inclusi­ ve pelo Governo Fede­ ral. Mais especificamen­ te, o projeto atingirá os pólos Campo Gr a n d e Três Lagoas, Bodoque­ na, Xavantina e Pareeis. Segundo revelou o se cretário Hento Porto, do Planejamento e Coorde­ na çüo Geral, a Comissão Estadual de Planejamen­ to Agrícola, recentemen­ te criada através de con vênio entre o Ministério da Agricultura e a e­ plan-Mt, está com o Pru jeto de lecanização A· g r í c o la práticamente coacluido. Apoio Técnico Científico De outro lado tendo em vista os recurso alo cactos à ecretaria de A­ gricultura pelo linistéri- o da Fazenda, para exe prioritárias do Estado, cuçüo do Programa In- sob a rnfluêucm dl) Pr~- . tegrado de Apoio Técni­ grama de Desenvolvi- e Cientifico ao Desen mento dos Cerrados-Po- volvimento Agropecuá­ locentro - devendo envol- rio de Mato Grosso, o ver nos próximos cinco secretário Edmundo Ta­ ques (fosignou a enge­ nheira agrônoma Thie­ nes Mariu da Costa Nas­ chenveg, diretora do De­ partamento de Pesquisas Agropecuárias, como e­ xecutora do Programa. 'Taques também desi gnou o médico veteriné.­ rio alvador Antunes Monteiro Maciel para e- xecutor . do Prcjeto de Mato Grosso Inseminação Artificial, o médico veterinárto Joa­ quim Augusto da Silva, como responsável p e I o prosseguimento dos tra bailios Je formação de núcleos de criação do Cavalo Pantaneiro e o engenheiro agrônomo, Manoel Gonçalves Tor­ res Filho como executor do convênio firmado en­ tre necretaria da Agrlcul tura a Associação dos Empresários da Amazó­ nia e a empresa l1utum, para a realização de pesquisas agropecuárias na Amazônia Matogros­ sease. Plano Diretor Através do Departa­ mento de Coordenação Regiona) e Articulação com o: Municipios - De­ cram a ecretaria de Planejamento firmou con vênio com novas Prefei turas visando à elabora ção de E:us Planos Dire e tores.·, egundo a direto­ ra do Decram, sra. Tere zioha Porto, essa assis­ tência do Governo do Estado se estenderá a todas as municipalidade matogrossenses, dentro de programa que objeti­ va racionalizar cada. vez mais a administração municipal e harmoniza-Ia com o processo de de­ senvolvimento do Estado. Preço deste Jornal Cr$ 1.50 COLUNA JURIDICA Haroldo Medeiros PREFEREN CID DE ·LO CATARIO O Inquillno tem pre ferência para aquisição' do prédio locado, e . ~ proprietário deve notifi cá-lo de que pretende vender o imóvel. Entra tanto a alienação do imóvel, sem que o inqui lino tenha sido notifica do, não possibilita a es te anular a venda, pois o direito de preferência é meramente pessoal, o que lhe permite apenas ingressar com ação piei teando perdas e danos. Existe uma lei, que entrou em vigor este ano, que permite ao aposentado voltar a tra balhar sem perder direi to à aposentadoria an terior com uova inseri ção no INP . iIas, se es sa aposentadoria tiver sido concedida por ln va- i dez, será cassada com a volta ao trabalho. DOCUMENTO DPOSE JJHJO PERDIDO 1,;:,i,c;.~ :,e,:;~ -;:t!C-::8:!,~ ::3:i*::;;(~ ~ ~~"8::-,)ijC-,)ijC-~ ::,;,a*::;;c•~ -~ )8(-~::€(-~ ~"~~ ~~~ ~i>i<-)SC~ ;.,5,(;,,ac~ ~ ~ ~ BAR E HOTEL são FRANCISCO 1 f Lanches, Bebidas •m geral, Sorvetes Miudezas e Bljonterias... 1 8 Hotel Suo Francisco ·O Hotel da Cidade. Ambiente Seleto "Atedido pelos Proprieár," $ $ é6s é éNÉpon { % _Carne Fresca_a_Toda Hora_ _Higiene e Rapa, % } BORRACHRí, iiiéi nERiis ; $ . 4tende-se Dia e oi" I "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" j zen.erg i &. os.ssassas.sassa.aasso Foi extraviado o fabricação 1973, cor ve­ certiflcado de proprie rde chapa C J 0009 cha­ dade n2 126036 em no ssis LA7DMT-07510. Pu me de Ulissses Pinto de blicação que se faz para Almeida, expedido em obtenção de 2a. via 18/03/75 pela 18% Cire Bela Vista . 24 de Outu tran, do automovel mar bro de 1975. ca Ford F600 ano de 1 FUNDADO EM 0I DE MAIO DE 1975 "Eu, Sou o Caminho, A Verdade e a Vida" (0sas riste) __ I_le_l_a_,_'1_·s_1u l'--_N_o_v_e_m_b_ro I N" 07 j RUA; S ESTER E: DE ATE ' Ano I J) Em nossa ílibliogra­ fia há uma frase que si­ tua bem a Escola de di­ rigentes no movimento, e que, chama muita à atenção: " O movimento será o que for a Escola de Dirigentes". Hó. outras expres­ sões sobre as Escolas de Dirigentes. muito repeti­ das nos Cursilhos de Di­ rigentes: "o motor··, "o cerebro orientador", "o testemunho vivo do sen­ tido comunitario." A ideia que oferece· mos hoje procura sinte­ tizar as linhas teologicas do movimento em geral, que pretende, cm algu­ mas 3 fases. a conver- É O objetivo impor­ tantissimo do movimen­ to onde se localiza a perseverança no ser cristão. os postulados essen ciais, diz bem alto 0 que deve ser alcança"; afirmando que O po; · Conversão Fermento-Uon vivencia-Comunidade. r. esse caminhar nos 1eva considerar e} o seguinte: a p_essoa la esclarecida e dispos!4 . 1 do cursilho, partir. par a sua continua no pos são: Conversão integral e progressiva a Deus e aos homens. • A busca dessa con­ versão se dá na viven­ cia e no testemunbo pes­ soal e comunitario (con­ vivencia). Isto quer di­ zer: cada um de nós concretize o que procla­ ma." A Escola de Dirigen tes tem, perante o mo­ vimento, essa responsa­ bilidade. Ela não se restringe, como a alguns pode pa­ recer. a formação de Ro listas. " Constitui-se, isso sim. o nucleo dinamiza­ dor das linhas teologicas básicas do movimento em sí. Não devem se limi­ tar à formação de diri­ gentes de cursilhos ..... Devem fornecer "oistas" p/ sua converção pro­ gressiva, na vida diaria, orientações vivenciais. A Escola de Dirigen­ tes que não tem em sua linha de trabalho esse objetivo - conversão in­ tegral e progressiva- p 1 todos seus componentes (Corpo <:l.oceote e Corpo discente) é estruturamen te Deficiente. conversüo que é uma "mãos dadas pelas mes­ trajetoria. sempre. pro- mas estradas" nos coo-. gressiva e que vai co- duz a compreender e vi­ nosco até o fim. Fruto ver comunidade, onde o dessa conversão é a a- nucleo cristão. que é o titude presença de Fer- grupo, ambiental ou não mento, contagiando e san que se .confunde tambem tificando a si mesmo e com o paroquial faz con aos outros; o que so o nosso cristianismo seja pode acontecer na con- vivo e operante; ou en­ vivencia - no viver com tão, poder-se-ia dizer, não só e principalmente que o nosso oivu sc;a uma na familia mas descobrin vivencia autentica real e do e "convivendo com objetiva clara e ativa os demais." do fundamental cr1stao. • Este caiIJlnhar de que é o AlJOR. Uma palavra, um ;;orriso am(tvel L>:Jf'ta muitas vezes parn um coração triste e ferido, basta um sorriso paru comunicar um bom hu­ mor, dar Paz a alma, despertar bons pensa­ mentos, embelezar o sem blante. Sorria até abran­ dar o se:1. próprio cora­ ção, com esses raios de sol coloque uo serviço de Deus e do próximo. O sorriso será o teu a­ postolado e lhe dará um encantado especial ne cessario pi poder trans­ mitir aos outros o ines­ timável dom de graças de Deus. Sorria aos que so­ frem, aos tímidos, aos tristes, aos jovens, aos amigos, teu sorriso po­ de levar esperança e a­ brir os horizontes aos angustiados. aos oprimi­ dos e aos desesperados. Seu sorriso pode ser o primeiro passo p levar o pecador a Deus: E porque não? Sorria sim a Deus. Porque ELE é o Pai. bondoso e de misericor­ dia. Aquem devemos de­ positur toda nossa. con­ fiança a aceitar com a­ mor tudo que ELE nos enviar: para merecer no CÉU o deslumbrante sor­ riso de Jesus uma e ter nidade: Sorria sempre e voce será muito feliz. llaria Baldo Giansan to JARDIM--MT Estais abrindo comi nhcs novos; não vos . de salenteis. Se Cristo se lançou como um gigante no meio do mundo, pode remos nós, cristãos. ser infiés à nossa vocação?"· . , 6 do Cristianismo. Não, não está velho. Nilo silo nada sessenta gerações nu Não, não te queixe . . . . - • N·- 0 0 Cristianismo não está em crise! Está vivo e novo. Em crise estão as vi . ue é eternu. iv» ma Igreja q tos - dos cristãos. O Cristianismo - o único poder que pude dar e dará a paz ao das de alguns - de muito Cristo e contmua a crescer pujante como erva boa, atê que chegue o momento da mundo - nasceu em '' ceifa. O C MINHO 0EBRO 1975 BELA VISTA T ÍRCULO 4 BÍBLICO Ili E SAUE "Sinal de um cora- grias da vidn: ia à festa ção feliz é um rosto a- de casamento, onde mu­ legre" (Eclo 13,32). dou água em vinho (cf. Jo. 2,1-12). Ele mesmo bebia o seu cálice, o que lhe me receu a crítica de "co­ milüo e beberrão" (MT Texto II9). "Não há maior rique za do que a saúde do corpo" (Eclo 30,16). Leitura do da Vida: Um Foto do Vida de hoje "Riqueza do pobre é a saúde do corpo". "Corpo doente e co­ ração triste é como mo­ tor em gasolina". São frases do para-choque de um caminhão. Não me posso quei­ xar. ou pobre, mas, gra ças a Deus, tenho saúde e alegria na vida", dizia o pobre que dormia de­ baixo da ponte. Dona Carmen rla ela e alta ensinava higiene uos oradores da [ave­ la e di e: "É o que eu mais gosto. Esse povo tem uma alegria na vi­ da que me faz inveja e que, francamente, eu ão consigo encontrar. Eu gostaria de saber qual o segredo da ale­ gria deles". Um Foto do vida do tempo do Bíblia: Já velho acabado, estando preso em Roma, S. Puulo escreveu p/ o seu amigo Timóteo: "De hoje em diante, Timóteo, voce não deve beber só água. Tome um pouco de -vinho por causa do seu estômago e das suas frequentes indisposi­ ções" (1 Tim 5,23). Pau­ lo estava preocupado • com a saúde do amigo. Sabia que sem saude a gente não faz nada di­ reito". Jesus estava preocu­ pado com a saúde do povo, pois curou muitos doentes. Aumentava as­ sim a alegria. Ele mes­ mo participava das ale- Aprofundar o fato da vi do, Poro ver se existe também em nosso vida: Dirigente: Tem gente que acha que o cristão só deve pensar em Deus, em su­ crificio e na vida eterna. ão se preocupam com a saúde nem com alegri a. Acham que o trabalho de médico e de enfermei ras é um trabalho mui to bom, mas que isso não tem nada a ver com Deus e com a religião. Acham que uma boa pi­ ada que causa alegria não tem nada a ver com Deus. Vamos ver isso de mais perto: 1. Conte um fato da sua vida em que voce percebeu que não é o dinheiro que dá a verd a d e i r a a­ legria do coração. Diga por que. 2. A dona Carmen ficou com inveja ela ale­ gria dos pobres. Queria saber onde está. o segre do dessa alegria. Que resposta voce daria à dona Carmem? 3. Tem gente que, quando escuta uma pia­ da, coloca cara de sexta­ feira santa. Em vez de ficar. alegre, fica triste. O que voce acha disso? 4. Os crentes monta­ ram um posto de saúde. Imediatamente, os paro­ quianos se reuniram p/ fazer um posto de saúde da paróquia. Nüo quise­ rum ficar pl trás. Bri­ garam até com os cren­ tes. Qual teria sido a melhor atitude? 5. Voce acha que investigar as causas das doenças do povo, ensinar ao povo a higiene, ins­ truir os pobres sobre a alimentação. Voce acha que isso tudo nlo tem nada a ver com a sua fé em Deus? Por que sim? por que não? 2. Leitura do Texto da bíblia Ouvir o que o Bíblia en sinava ao Povo daquele tempo sobre este proble mo: Canto ou oração, p/ pedir a ajuda do Espiri-. tr, auto. Dirigente Todo murdo sabe que a alegria do cora­ ção é um do melhore reméâios p/ curar certa doenças do corpo. Não tooas! Essa filosofia, a vida a ensina e o povo da Bíblia, vivendo a vi­ da a descobriu. Deus fez questão que ela fos­ se escrita. Vamos ouvir o que Ele nos diz: Leitura do livro Eclesiós tice 30,14-17 e 30,22-27 Eclesiástico 30, 14-17 14. Mais vale um po­ bre sadio e vigoroso, que um rico enfraqueci­ do e atacado de doenças. . lo A saúde vale ma- 1s que todo o ouro do mundo, . Um corpo vigoroso maus que uma fortuna Imensa. 16. Não há maior ri­ queza que a saúde do corpo Não há pra­ zer que se iguale a alegria do coração. l7. Mais vale a mor­ te_que uma vida de alliçao. O repouso eterno é preferivel a uma ma léstia sem fim Eclesiástico 30,22-27 22. No permita que a tristeza tome conta de voce, - 3 Não se deixe levar ao sabor de pensa­ mentos pessimistas! 23. E na alegria do coração que está a vida do homem, O bom humor pro­ longa seus dias. 24. Voce deve gostar um pouco mais de voce mesmo! Dê um consolo ao seu coração e mande embora a tristeza! 25 Pois a tristeza já matou muita gente e ela não traz pro­ veito algum. 26. inveja e raiva abreviam a vida, As preocupações tra zem a velhice antes do tempo. 27. Um coração ge neroso sempre tem bom apetite, por que se aprovei­ ta daquilo que come! 4. Ver se todos en­ tenderam a leitura do texto. 5. Um momento de silêncto p/ deixar ca lar na alma as pa­ lavras da Bíblia. Descobrir a que a Bíblia nós hoje: 1. Qual foi a frase de que voce pensou. "Isso mesmo! Sem­ pre pensei assim" Conte e diga por quê. 2. Voce não IJasceu ontem. Já tem muita ex­ periência da viaa. Por acaso, nas frases da Bi- • biia que voce acaba de ouvir, há alguma coisa que não combina com a sua experiecia? O que? Diga por que e discuta o assunto com os outros • 3. Alguns acham es- tranho que Deus aqui se preocupa tanto en dar conselhos sobre a saúde e a alegria. Dizem: "De­ us não é nem enfermei­ [Continua na última pag.J Mensagem tem para O CAMINllO iOIE;IJDHO BELA VISTA MT 0 Pa tor David Donfim de Oliveira Este nosso mundo está sempre fervilhando de gente num lufn-Iura constunte .... é gente que vai e que vem, que co­ me e que bebe, que ri e que chora que nasce e que morre. A maioria das pes­ soas Je nossu época es­ tãc sempre presas a pro gramas cada vez mais cheios.... compreenden­ do atividades cada vez mahres e mnis vuria­ das ..... e o ritmo parece uumentar cada dia mais. Há as que não aguentam e entram em colapso ner voso. Outros procuram refúgio nos calmantes p/ dormir, e outras ainda na bebidas alc()ólicns. o tempo é a mer:·a­ doria mais cara no mer· cao.lo desta civilização de rodamoinhos. Quem é que tem bnstnpte tem­ po? mviuria ao.Jmite de pronto a falta de tempo p/ se entregar à reahza­ çáo das coisas realmen­ te importantes da vida. o entanto, muitos de nós temos bastante tempo, mas parece que nunca conseguimos . co­ meçar a fazer as coisus que sabemos que devia- mos fazer. . • lluitos se decidem a ler n Biblia cuidadosa­ mente p/ aprender as verdades que contem, seus mandamento:! e su­ as promessas - _mas 0 volume sag1·ado so rara­ mente é estudado ou até mesmo tirado do lu­ gar ..... exceto na hora d! p:.ssar • o espanador n _ na sala. Não sobra tem po. • o Muitos expressam desejo- de se tornarem cristãos, mas contin:!am sempre longe de Cris9- Estilo ocupados demais. Não lhe sobra tempo- Muitos pais desejam ficar mais tempo perto dos filhos p/ conhecê-lo~ melhor e orientá-los me lhor... mas acabam s%"" pre vendo eles de gar tos c;e transformarem em homens, nã.o se repe­ tindo mais us melhores oportunidades p/ compt·e ensüo mútua e camnra­ dagem. Sempre ocupados dem•lis. Não sobrúu tem po. A B!blia foi escrita p/ o presente. Ninguén sabe o que o amanhã no· reserva. Há- uma coisa que a Bíblia niio p1·omete u niuguÉm, isto é mais um dia ou uma hora a mai ou até mesmo mais um minuto A missão mais im­ porlantM do homen na vida é aprender a vontn de de Deus, é submeter­ se completamente a seus ensinamentos, e deixar­ se governar pelos valo­ res espirituais eternos e niio pelas coi as passa­ geiras da vida material. Este é o desafio mais importanta que temos de enfrentar. Voce taro tempo p/ ficar conhecendo Deus? Voce tem tempo p,' obe­ decer a vontade de De­ us e assim, de render elóriá a seu Criador? todos terão tempo p/ morrer e p/ serem julga dos por Cristo. É neces sário tempo para nos prepararmos. Uma vida se'11 tem- po p/ Deus é ao mesmo tempo tola e trágica. A um fazendeiro avarento dis5:e nosso Senhor certa vez: "Louco. esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, pi quem será''? «Lucas ·12:20» ··Feliz, pois, daqaele q ue pode todas as noites adormecer, di zendo: Nada tenho contra o meu próxi ,, mo I No artigo intitulado "De­ us em ete Cores", recente­ , mente publicado nt• que queriam a­ hcr qu:rnto,; u11jo- poclem cu• hc:r na ponta de uma agulha. Poderia ser se a proprie­ dadc n:io fos;l' uma virtucl,­ para quem fala ou e,cre,·r. l'ropri.-dad,·: vestal do e,tilo. U,o do termo pr6prio parJ. uu1 dt:ter:uina,) Cir. Bíblico•. • I3 Escola de Dirigente. I4 Via Sacra. 15 Dia de Rt:flexüo Joven•. • I6 Missa em Agua Doce. Primeira Comunhão 19 Terço Meditado Cancha Circulo Bíblicos Setores 20 Escola Dirigentes. Ultréia. • 21 Via Suem 3 Retiro Dirigente-. Missa na Cancha. 26 Terço Meditado Cancha. Cire. Bíblicos Setores. 28 Curso de Batirnw. ia ·acrn. • • 30 Curso de Batismo. Curso de Noivos. Desfile In- fantil. 0b-=. Novembro é o mes das Almas. Hezemos por to- doí' eis falecido,!. f: o mes em que toda, a, capelas é celebra­ do o Dia de Ação de Graça. ro nem nutricionista!" O que voce acha disso? Por que será que Deus se interessa tanto pela saúde e pela alegria de voce e da sua familia? 4. O que a Bíblia di­ ria ao pessoal que bri­ gou por causa do posto de saúde? 5. Agora que voce ouviu as palavras da Biblia, qual a resposta que voce daria a dona Carmen? Qual é o segre­ do da alegria do povo? Combina com a resposta que voce deu antes~ 6. Olhando a nossa sociedade, o que é que mais mata a alegria no coraoão? 7. Olhando a socieda de em que voce vive, o que é que mais causa pre juízo à saúre do oovo? Será que os padres e os cristãos devem pre­ ocupar-se únicamente com a Alma? Tem gente que diz que a religião é p/ ficar na sacristia. O que voce àcha disso? Isso está de acordo com o pensamento da Bíolia? 9. Conte algum fato da vida de Jesus. em que Ele se preocupou de dar alegria ao povo e em tratar da saúde dos outros? 10. O que vamos fa­ zer agora de concreto, p/ colocar em prática a palavra que ouvimos e meditamos? • Um canto ou oração para encerrar e agradecer PRINEIMME#TO PIROQUL (Mes de Novembro) Diu 1 Encerramento do Mes do Ro•ário • 2 Misa no Cemitério. Missa em N. T. V. • 3 Reunião do M. F. C.g.l • I Reunião do M. F. C. g. 2 5 Reunião do li. F. C. g. 3 Terço Meditado - Cancha Ass. Geral Coord. Anil. 6 Eleição do Cursilhv. • 7 Via Sacra. Comunhão Doentes. Hora Sta; Vocações. 9 Dia de Ação de Graças. Missa em Caracol. Primei­ ra Comunhão Dia 11 H-,união cio Clero em Bonito. • 12 Terço Meditado Cancha. M.F.C. (Prep. p/ Curso Escala das missas para o mes de novembro €ASAI 90 3.%.€. Matriz Santo Afonso Dia 02 Domingo «noite»- João e Nazir Dia (09 « »- Jerci e Salomé Dia 16 « » Athanásio e Jacy Dia 23 « » - Antônio e Nair Dia 30 « » Wilson e Ramona Obs: 1) As missas no Domingo pela manhã ficarão a cargo de Irmã Lucinda. 2) Os folclores das Missa na Matriz e Capela, são dirigidos por «Dedé», iIaria José e o Grupo de Jovens. Capela do Espirito Santo Dia 01 ábado - «noite» - Alberto ~ Odi!d. Dia 02 Domingo » - Bastião e Gercy Dia 08 Sábado » Tranquilo e Teófilo Dia 09 Domingo » - Hideck e Leida Dia 15 ábado » Miguel e Faustina Dia 16 Domingo » Raimundo e Josefa Dia 22 Sabado » Ramão e Isabel Dia 23 Domingo » Helio e Carmem Dia 29 Sábado » Genil e Enoly Dia 30 Domingo » - Raimundo e Josefa «Missa é a celebração da Familia» Se queres curar as tuas feridas ELE é médico: e tens febre ardente ELE é forte: Se és oprimido pela iniquidade ELE é Justiça: e tens necessidades de ajuda. ELE é ·vigor. Se temes a morte: ELE é vida Se desejas o céu: ELE é o .caminho Se queres evitar as trevas: ELE é a luz Se procuras sustento: ELE é alimento OH! PAI Senhor do céu e da terra quero lou _vá-lo porque o Senhor escondeu estas verdades daqueles que se julgam muito sábios. Eu o louvo. Porque o Senhor as revelou as pessoas simples e humildes. Para nos ensinar a se::- humildes e com essa sua bondade atraiste os corações p/ bem perto de nos. Faça-nos Senhor também dignos dessa graça (M1T 11.25) • lLi.RIA BALDO GIANS.-N'tE Jardim-MIT. "Creio não no no Deus que fêz os homens. e Deus que os homens fizeram" Trihuna da Fronteira 2 de Novembro de 1973 GEISEL ACEITOU CONVITE PIIRI YISITIR O PllRIIGUII Presidente Ernesto Geisel Brasília, Agencia Na cional - O presidente Ernesto Geisel aceitou o coavite para visitar o Paraguai nos primeiros rias do mes de dezem bro, atendendo a convite formulado por carta pe lo general cio Exército Alfredo troessner, Pre sidente da nação amiga Em sua carta, ao presi dente Geisel, o chefe ele Estado paraguuio ressal ta que "a grandeza dos empreendimentos conjun tos que nossos Governos iniciaram,· no amparo de acordos internacionais conscientemente acerta dos e desejados, assegu ram aos 1ossos povos relações a um uivei de grande amizade e recíp­ ocra cooperação, que es treilaram cada dia mais os vínculos entre Para guai e o Brasil". Lembra ainàa o presirlente Stro essner "as evidentes coíncidencias que, inter na e externamente, apre sentam as políticas de nossos Governos assina laudo caminhos que coa correm para foriar um destino melhor para am bos os_ países, em mo mento que sérios proble mas afligem outras Na çõos". A<> convidar o pre sidente Ernesto Geisel e sua familia para visitar sua Pátria, em data que estime oportuna, diz o governante paraguaio que "vossa esclarecida presença viri a confil' mar a decisão de nossos Governos de prosseguir no empenho para lograr a prosperidade e a feli cidade dos dois povos uo mesmo tempo que servirá também para que o Paraguai renda home nagem, em vossa ilustre pessoa, a nobre Nação que, respeitosa de nossa história, alerta agora co nosco os caminhos de um venturoso porvir' RESPOSTA Em carta datada do último dia 10, o presiden te Ernesto Geisel agra decen o amabilidade do convite para que visite o Paraguai, destacando que "essa visita será u­ ma nova oportunidade para estrei_tar ainda mais as relaçoes entre nossos povos de cuja fra temidade os grandes e diversos ernpreendimen­ tos era em andamento constuem u111 eloquwte testemunho" Adianta o chefe do Go verno que "somente Go vernos plenamente im buídos de seus deveres e responsabilidades po deriam lirnçar-se a uma tarefa conjunta de ex traordinárias dimensões" BELI VISTA VII BEM SIM SENHOR A coisa mais Impor­ tante num ser humano, é ele ser útil ao seu se­ melhante, procurar aju­ dar sem pretensões noci vas ir de encontro àquilo qua realmente precisa de um trabalho conjunto, e mostrar o seu valor. Se a gente vive em um certo lugar, esse lu gur deve ser respeita­ do, porque está nss man tendo, nós deveme~ aju­ dar a construir dias me­ lhores. Mas como? Pu­ cha! i us é tão fácil. Questão de tempo? Não acredito, o tempo u gen­ te consegue, é só querer. Minha gente, é como diz certo slogan, " O mo mento é de trabalho ", vamos uair nossas forças, como se unem as vuzes de um coral, e trabalhar? Um exemplo; Bela Vis­ ta com maior ctivulgação teria autro aspcte, mas divulga» ão construtiva, não essa divul­ gacãe que muita gente laz, dizen dizendo que a cidade es­ tá nas últimas e outras coisas mais. Não senhor! Bela Vista está muito bem, obrigado. Constan­ temente está chegando Brasilia, Agencia Na cional ...:... O ministro Ar ando Falcão, da Justi ça, dirigiu a todus os go vernadores de Estados e Territórios o seguinte te legrama. Senhor Gover nador - A fim de pre servar devidamente, aci ma de quaisquer circuns tâncias, o clima de or dem e tranquilidade rei nante em todo o territó rio nacional, fundamen tal para a continuidade do esforço de desenvol vimento que o Brasil re volucionário empreende, tenho a honra de solici pessoas do sul do pais para investir aqui. A no! a lavoura aumentou Das tarte esse ano, já temos secador ie cereais e mui tas outras coisas refere tes a lavoura, que a bem pouco tempo não tinha­ mos. Bela Vista Vai 13em Sim Senhor. pois 0 Po. vo Esta Unido, veja co­ mo soa parece aquelu ca sinha vermelha com ja­ nelas brancas, no melo de um verdor progressista Sr. Prefeito. nós os estudantes do 2 grau da Escola Té:cnica de Con­ tabilidade e Esccla Nor- Muito obrigado por tudo que o colega tem leito pelo nosso modesto trabalho na Assemtiléia. Tenho recebido regu gularmente a "Tribuna» e tenho notado o interes­ se d-, prezado companhel ro em fazer um jornalis mo sério, difundindo essa Fronteira. esquecida dos tar a Vossa Excelência o especial obséquio de baixar ordens às autori­ dades estaduais compe tentes no sentido de não permitirem, sob preteste algum, passeatas, comicies concentrações ou autras manifestações publicas capazes de provocar agitação, perturbando o trabalhe ea ida das pessoas e da coleti­ vidade. Será conveniente que tais medidas preven tivns adequadas tenham sempre preferencia sobre as ações repressivas, en quadrando-se, outrossim mal, a turma que e tá cursando as 3 séries, es lá lutando mui(0 par n conseguir realizar o seu grande sonho, que é fa­ zer uma Excursão pas­ sando por 3 Estados da Federação, e vamos cem seguir haveremos de por em práttca todos 0s 1os 8OS planos, e O IUCl' 1 ) SC· rá garantido. Aí sim, te­ remos condições de che­ gar em V. Exa., e 0fere cer-nos para divulgar Le la Vista lá fora, pois es­ tamos empenha d o A no Bela Vista Vai Bem Sim Senhor. Adão Carl,- Bati-ta poderes públicos. Eetou anexando có pia de um trabalho nos so, proposição que, se atendida, muito benefici ará, não só a Bela Vista, mas todo o Sudoeste. Cuiabá, 18-10-75 - Sergio Cruz -úeputado- desde logo, nas disposi ções legais permilentea quem porventura traís gredir as normas estabe lecidas em favor da paz de que desfruta o pcvo brasileiro. 'andações a tenciosas, Armando Fal cão. Ministro de Estado de Justiça. Preço deste E xempJar 1,50 casa SUDOESTE 1 de ele 0. @leilat Ferros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulejos, Vidros. • Conjuntos uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. 2A 7±0)M239910 202 22ss0l ±&?±cllr?2o. Cimento para pronta entrega em Grande Estoque Guia Lopes da Laguna Sanitários, E Rua Cel. Temos Juvencio 815 Arames, Ferragens -- Mato Grosso - 'Tribuna da Fronteira Expulsão de Praças do W" RC Toram entregue pelo I0,o I por cpul4· da- filei ra o seguintes; ietorian Golo, P'atricio Domingo- Gol mn «e Francisco ales I t•r raz, por incapacidade Moral. bel Pol, foram devidamven te registrados no livro com Jll'lt•ttlt", Furlo de Veículo Foram recebidas vomuni caçoes de furtos de veienulo­ através de rádios como rgure. 73 placa DC065l. cor azul da nuhio jmnintlar. <·lia'-•I~ 11.u I L.H19I2). Carateristica- meia t+la, roda tipo e+trela de pro­ priedade do r. Aldemir oa­ te« Brandão, re-ilente e-ta c·icla,le d,• Caar,,pó. !'c•rli11111, u• preensão do mesmo onde for encontrado, 51/71:í/SRF de lli-0-Ti l'n·nth•r vrknlo clw, rn· h·I C-10 ano T, eor amarelo trigo, placa AE J536 chassis u.o IM/EBI-218) P proprie­ dade de Celo Hoberlo. l· urlu do neta idade 1111 noite ,lc 15/09/75. Capo Grande Mt. 8275 de 1 '-9-7fl Apreender Pi-Up C-I0 cor amarelo granfri Chasi n.u H 1-CUl67-17, .lotnr 11,n 199 li P de propriedade de Guintcr lluppcr, nc,tn 11111,lru gala furtada de a residen­ ~iu t·m Hio Brilhantr. 5li·7ii/DP;SPF rle 3- to-75 'olici(umca- F<· for pu--1- , ,·1 ,·omuni,·ar I o,lu~ t•i,lntl,•s furto de veiculo marea VW li !'º llrnsilia uno 75, cor lara•_a· ja outono, plae 107, cha-si 1A-I76231. propriedade sr. O­ wahdo Ferreira Barros, furtado m·,tu .-iduilt' 1,• Cumpu Gru11- de na noite de 02 do corrente. 55/75/DP, SRF de 25-9-75 Apreender veículo Mar­ ·ca VW sc,lam nno 70 l'lata , D.8820 chassi,- B-69111, cor bege de propriedade do sr. Litolfo Mario, fartado na noit<• ilc 21 parn 25 ,.,,. Campo Grande. , 1 de 26-9-75 Foi furtada esta guilu, Urusiliu uno 71 madru­ Mutlclo 1)() 10º RC 11 esta Delpol Informo foi roubn,lo no ,lin 19 de .larço uR 18.00 ho­ ras em ,quidnuuna um cor ccl belina cor vermelho, ano 75 plucn UJ-U026, de propricrln de sr. Mauricio Anderon. Trrl F,•rnun,lc:< Cmt 9.o UE C.IU. ' 58/75/DP SRF de t5-10-7fl VW tipo l.lru,ilia :mo 75 ,·or mnrron rarnn·la laln placa A F :l 102. chus~is n.o BA 1681- 2.'> nwtor n.o 13, 171119, pro· priedade de Felicidades Esou ruti Sabti U. Beri:u e VW 11 po Brusilia cor azul caiçara, placa_ AF 2922, motor BA 16- 23 95 ano 75, chassi- BA 15- 7898, propricdnd•· de Tcrczi nha de Jesus dos Santos. Am l,os furtados nesta cidade de Campo Grande '"' noite de 1-1 ,lo corrente. Gamaliel tunpf. Delegado de Policia 1 $ERG#3 AME.TB FERES#S ADVOGADO E 'C'lUTÓRIO Rua General O ório, 825 Bela- Vista Mato Grosso Dr. l(ésio Loureiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho Bela Vista Pinheiro llt. Dr. Pedro Palmieri Aavocaria em Geral H11a 15 de Nmcmbro 170 Fone 2.'17 o s<>u modo de vi­ ver já educa. Também sabemos que e mmla !'alta do nmor quu11do se deixam cre cer O.i! filhos sem corrigi-los e disci­ plinó.-los. Ninguém consegue ser ulguem, sózin!lo .. Nlu guém aprende a viver, fazendo sómente o (}Uf quer. AH videiras se de­ envolvem melhor depois de podadas. A8 uvas não se transrormam em vinho até que sejam es­ premidas. Uma criança, um jovem, nilo se torna adulto fnquanto não poda1· or:J maus llábitos, o c>golsmo a ri!ENTIRA. O Poder latente pu­ ra poder produzir víve­ re encontra-se na terra, mas se o agricultor ne­ gligenciar no trabalho de arar, crtpinar, ele se torna um delinquente ju vc>nil no campo da agri­ cultura. Assim existe deli11- que11cia pedagogicu quaudo os pais, nem os filhos, h•rnver alguma formas de disciplina e de dor. Quanto rnuii,, cedo houver o mal extirpado, menos sofrimento se faz necessário. A. palavra ''Educar", vem, salvo en 221 l:lelu Viota MT DR. fHHU MiJRftNO Médico Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - MT gano . .ta pat.wra lo.ti11a "cd ucere" e si••u itica: ex trair algo que prejudiga ou extrail' do coraçao aquilo que náo é bom. t;ómenle u iuYormu­ çfto nilo educa nem na e. cola nem 110s lares, mas sim, u formação de caráter e força de vonla tle. • O espaço é pequeno pnru abordar cultos u~ pectos e queremos termi nar com alguns ditados: Quem aplica um castigo quando et!lá agitado não educa, nem CGrrige, vin­ gt-se. A ofensa é o ar- Cuiabá, 20 de Outu­ bro de 197:i Ofício-Circular 01, 75 • ,o Exmo. Sr. Dire­ tor do Jornal •TRIBUNA da FRONTEIRA» Prezado Senhor: Apraz-me, com o pre sente, levar ao conheci­ cimento de V. Exa. que acabo de assumir nova­ mente o cargo de 1 Se cretárlo da Ordem dos Advogados do Brasil Sec l =HAROLDO MEDEIROS= AD'OGADO O, 13 - MT. 1183 t:l'F 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista :IL nº. Dra. Maria Aparecida Cirurgiã - Dentista Zanda Cirella (CR0-387) Odontopedü1.tria Prótese em geral - Raio X "Consultas com hora marcada" Rna Cel. Juvêncio . 237 - Jardim M. LABORAióRIO OE ANÁLISES CLIIHCAS Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Rua Antonio Maria Coelho - 339 Bacteriologia - Bi<•quimica - Hematolo!?ia Parasitologia - Sorologia - Urinálise "' Pré - Nupcial Pré - Natal D L) ... gumento daquele qu {iao tem razão. Pena qu srntimos falia d" juiz quund,J já é bem tard quando já nlarno8 dcf1 tos. Pen é que multo esquentam a cabeça em ver. rio usar u cabeça. Nilo poderá ajudar aos homens de mnncin.1 per­ manente, se fizeres P'>l' eles aquilo que eles po­ dem e devem fazer por si proprlns. Feliz é o Ii­ Iho que tem no corçao a lembrnnça de pais llon dosos, lleJicudos e com­ preensivos. ção de lIatO Grosso. Colocando-me à dis­ posição daqueles que ne ct--ssltarem dos serviços desta Secretaria e, por outro ludo, convicto de que no exercicio desta relevante função cstard contribuindo pela valorí­ zação da nobilitante pro fissão de Advogado, a­ lém de poder também co1aborar com os Pode­ res Públicos, principal­ mente o Judiciário na solução dos problemas afetos ao aprímoramen­ lo, ainda mais, do direi­ to e da Justiça, é que torno a liberdade de so­ licitar de V. Exa. o apo­ io indispent!ável ao de­ sempenho satisfatório do honroso cargo que aca­ bo de assumir pela se- gunda vez. . Aproveito do enseJO para apresentar-lhe os protestos de alta estima e elevada consideração. Atenciosamente Amaral Auiusto da Silva 1 °· Secretário Tribuna da Fronteira encontra-se a venda na Distribuidora de Revista •·Princesa do Sul" Preço dest~ exemplar . CR$ 1,50 Tribuna da Fronteira ------ Bela Vista . lt Dosenvolvlmcnlo Brasil - Paraguai Ocupando a ll'lbuna da Camara dos Deputa dos, o parlamentar ma torossense, lançou, tam bém, apelo ao presiden te ela República no sen llrlo de que determine estudos vlsanclo a elabo ração de um programa clp desenvoJ vimento da região rronteiriça entre Mato Grosso e a vizinha República do Paraguai .J ustil'icando sua solicl taçüo, alegou o deputado Ubnldo Barém, que aque la vasta área, de signil'! cativa importancia para o país, ri€ hú lllUito vem se l'essenti111.io de maio res alençõe e de um melhnr tratamento por pane do governo fedr ral no sentido ele uti var o seu progresso e de ajusta-la ao desenvol vimento nacional. ( Correi<' do Povo) Deputado Ruben nosso Partido, como contrato de risco, di nos, deputados estudais m!torosene, sob 0 comando do eminen' governador Garcia Net condições de prossegu na luta cm J'11 vor· cl completa emancipação do homem brasileiro do desenvolvimento ee nômico-sot'fal cfo .lat Grosso. Respeitosas u claçõPs. DPf,ulado HubP11 Figueiró, llrlcr do Gove no e du Areu::; dcr-uta dos Airton Hei e EIson Pires, vice-lideres", Figueiró r de ,Juarez Hodtii,;ues Trabalhamos com1 perfeí çüo para contiuuarrnos a ser o modelo no ra­ mo de tapeçaria" UBIILDO BIIREM: CONTRITOS DE RISCO: CRIAÇÃO DE NOVOS DEPUTADOS IIRENISTII~ MUNICIPIOS • SOLIDÁRIOS COM CEISEL O Congresso Naclo o calendário pata rea uni acaba de receber, pa lização de plebiscito. l'U fins de apreciação, projeto de lei comple mentar enviado pelo senhor presidente da Re pública permitindo u cria ção de novos municípios dealrn de um período compreendido entre de zolto a Slsls meses nute rlores à data dus ele! ções munlcip,is em todo o país. A medida que em l'u turo hem próximo será lrnnsl'ormadu em lei, re presenta a conquista de antiga a piração do de pulado Ubuldo Barem que interpretando o jus tos anseios rle inúmerns comunidade: Matogros sen es, empenhou e em longa e ince sunte lula que, l'inulmenle, chega ao eu fin!ll vitoriosa. Acre cenlou ainda o deputado Ubaldo Barém du represenluçiio da A­ rena de Mato Grosso, que, como re ultado ele seu trnbalhc, os distri to de Deodápolis. Mundo ovo, (!ldorado, Uedrn /]rda, Documento Per Rua Pilad Rebuá 789 Bonito Mato Grosso CIS FLORES , 9>c0-x9+--o9c0&±-c- - . * Em todos os bairros da sua cidade ae­ K I ~ ve haver um ou mais postos do Mobral j } j i Caso ncio e,clsta ainda, procure a Comisscio Mu- j j nicipal do MOBRAL e ajude a solucionar o. f f problema, Mostre-se líder na REGIÃO. i # }o-<- 90-c0<6<< os&o .zk Eletro - domésticos, Cal-• çados. Bijouterias. Arli­ gos para o Inverno, ma las, Tecidos. presentes e uma infinidade de arligos para Embelezar o seu lar. CASA FLORES "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 566 Bonito - MtL 1 • I , , .... / Neste momento em que as hostes politicas conll'al'las à Hcvoluçao reúnem esforços p der­ rubá-la, é útil tecer co­ jcclurns sobre aquilo que sustenta_o poder e qual a missão daqueles que o detêm. Os governos nuscem de circunstâncias politi­ cus, econômicas e sociu­ is, para o cumprimento de umu função social. posllivu ou negnllva. Enquunto não se exaure sua runçãc,; permanecem de pé contra , lodus as ivestidas das !orças que lhe silo conlrúrius. • o que garante o po­ de, é a função social, Ora, a Revolução ainda não terminou a sn mis­ são precípuu, que é lns • utuir um novo n.odelo de democracia. AI/ que tudo ludicu, essa no·,a forma de governo deve­ rá constituir-se da fu­ são do princípio da cen­ tralização e