] 
FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PERmRA 
/NO IV 
Redação, Oficina e Administração 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, !) de Novembro de 1975 131-Semanário N" 184 
à 
DIREITOS 
Em todo dio 10 de dezem 
hro transcorre mais um qno 
da "Declaração Universal dos 
Direitos Humanos", sobre o 
qual tanto se tem falado en· 
trc nós, poro, de modo indire 
to, ntoCJ1re111-se 01 governos do 
llcvoluçAo de Março de 196 i, 
cornn se ÍO••cmos o exemplo 
ele desrespeito de•sas rcgrns 
universais ideais. o plano in 
ternacional, os Partidos Comu 
nistas, recebendo ordens de 
Moscou, visam muito mnis 
no Chile, por motivos óbvios, 
cio que n nós próprios brasi­ 
leiros. "O desrespeito aos di­ 
reitos do homem , no pais vi­ 
zinho, chegou a ser objeto de 
condcnaçilo pelo senador Ken 
nedy, nos Estados nidos. 
Muitos brasileiros, con­ 
•idcra,los ilust rcs, pretendem 
conlrastur os princípios <ln De 
cloração com atos do Revolu­ 
ção de Março. Observe-se que 
esses peritos cm confromnr 
princípios i-üo cxatnmcnte oi" 
que não seguem principio ol­ 
gum, em razão da sua parecia­ 
fiaade evidente Uma coníron 
ação éria não poderia ser fei 
ta com o Brasil, nem mesmo 
com o Chile, nrns 1•xntn111cntc 
com aqueles governos que as­ 
sinando a Declaração dos Di­ 
eitos lunanos fizeram por 
mera formalidade, parn nilo 
dizer por tática política, por­ 
que na verdade nunca se res· 
peitaram em seus países. 
Os propósitos de desres­ 
peito uos direito do homem 
no seio das ações Unidas, é 
de tal modo flagrante, que os 
países comunistas negam-se, 
com seus aliados, a condenar 
o terrorismo, rejeitando o pro 
Po-ta dos países lideres do 
Oeidente, sob a alegação de 
que as práticns terroristas fa­ 
zem parte de "justos" movi­ 
mentos revolucionários. lo 
importa que o artigo III da 
Declaração preceitue que "to­ 
do homem tem direito à vida 
à liber<lnilc e à segurança pes 
·oal". Desde que'a violação 
desses direitos seja por esses 
países julgada conveniente para 
o n1ovin1ento rcvolucionúrio 
universal, matam, prendem, in 
terna em clínicas psiquiátri­ 
cas e praticam atos de vanda­ 
lismo. 
Em pronunciramcnto rcccn 
te ao mundo Ocidental, man­ 
dado publicar pcln Biblioteca 
do Exército, Soljcnitsin, fez 
revelações extraordinárias. 
"O Comunismo foi o sis­ 
tema político que pela primei 
ra vez a história do mundo, 
instituiu os Campos de Con­ 
ccntruçào; foi o primeiro n in 
troduzir o istema de refens, 
isto , não prender a pessoa 
que os dirigentes estão procu­ 
rando, mas. ao invés disso, cn 
careerar sua familia ou parcn 
te próximos e matá-los na pri 
HUMANOS 
Clovis Stenzel 
«ão; instituiu o genocidio dos 
rumpo1h!Ses, lendo executado 
quinze milhões Je cnmponc­ 
ses; ll pessoas eram executa­ 
das onuolmenlc no Regime do 
Tzor, ao passo que de 1937 a 
1938 o comuni•mo executou 
10.000 por mês na Rússia; a 
Inquisição Espanhola, por to­ 
dos lilo condenado, e com jus 
liça, eliminava - diz Soljcnil• 
sin •· 10 pessoas por rnes, no 
passo que o PC soviético cbe 
gou a eliminar 40.000 mensal­ 
mente". 
ilaus brasileiros, maus pa 
triotos ncg11rn-•e o fazer compa· 
rações. Assim como o senador 
Kennedy, verbaram contra ex­ 
cesso. que posam estar ocor­ 
rendo no Chile, justo se r ia 
que não se limitassem ao era 
me do caso chileno, uma o 
111 dnguo num oceano de des- 
1 
Recebemos de um 
ex-colaborador carta 
protestando contra a 
publicação da matéria 
intitulada "Herzog é e­ 
pultado", ·'transcrita 
do Jornal de Brasilia" 
na Tribuna de 2/11 pró­ 
ximo passado. Citando 
inúmeros J ornallstas mor 
tos no cumprimento do 
dever, o missivista sur­ 
preendeu-se com o es­ 
paço dedicad(l àquela 
matéria, O ex-colabora­ 
dor, que militou na 
T R I 13 U N A do nº 6 
ao 30, repudia ,. espaço 
dedicado ao Jornalista 
suicida, desconhecendo 
que em nossa ciôade a 
circulção dos Jornais 
dos principais centros é 
del'icitária e nós por 
um dever da Imprensa 
Honesta precisávamos 
esclarecer a opinião pú­ 
blica, pois do contrário 
elementos contrários a 
filosofia revolucionária 
poderia deturpar os fatos 
e conturbar a ordem. Não 
fizemos mais do que a 
nnssa obrigação, pois a 
noticia mostrou os ratos 
e a pub1icação da nota 
oficial cio 11º Exército di­ 
rimiu as possiveis dúvi­ 
das que poderiam gras­ 
sur no seio da coletivida 
de. principalmente por 
falta de informação. A 
respeitos à pessoa humana pra 
ticados pelos países comunis­ 
ta, . .Mmta, palavna do prole 
ridas contra Pinche, que é U• 
ma consequência. enhum11 
conlrn Fidel, que é cnusn. 
lluicos memoriais de cultores 
<lo Direito conlrn os n o v o • 
Governo,, que nos defendem. 
Nenhum memorial contra os 
regimes que exportam a agres 
são a destrutividade contra 
qunl lemo, de nos defender, 
pnra sobreviver. Esses mes­ 
mos que nos criticam são a­ 
queles que dizem ter sido a 
PIDE um grupo de bandido, 
e o COPCON, dirigido pelo 
PC Português. O 6 r g à o de 
"salvação nacional". A hipocri 
sia revolta, porque é através 
dela que se agride o Brosil, 
aqui e lá Cora. 
u 
IRTI 1 
carta do ex-colaborador 
em determinado trecho 
diz o seguinte: .... "Entre­ 
tanto, um sujeito que con 
tribui com cem cruzeiros 
mensais, para que no 
Brasil continue havendo 
os sequestros com mortes 
de crianças, a intranquili 
dade nos lares, os assai 
tos a bancos, a sabota­ 
gem, a conturoação da 
ordem, que quer destruir 
essa liberdade que permi 
te à voce, dt<dicar-lhe dois 
terços de uma primeira 
págin11 no rlia de Fina­ 
dos. Pêsames para voce. 
Pêsames para o J ornai. 
É simplesmente lamen­ 
tável. Outra coisa que 
não entenl.ii é que du­ 
rante o velório houve 
cânticos para a alma do 
falecido. Que alma ..... , 
Dai em diante o «ami­ 
go» faz explanações a 
respeito da metalísica. 
O nosso forte não é 
a filosofia de Elifbas Le­ 
vi e não podemos escla 
recer o prec1nro "amigo" 
a respeito da ATMA BU 
DI, pois, repetimos, o nos 
so forte é o Jornalismo. 
Quanto a· publicação, la­ 
mentamos o seu desco­ 
nhecimento quanto a cir 
culação de jornais em 
nossa cldude. TRIBUNA 
publica, povo informado. 
Tribuna se omite, povo 
Prefeitura Municipal de Bela Vísta 
E-tado de Mato Groo 
CONTAS DE LUZ 
As contas mensais 
de energia elétrica, a 
partir do mês de Outu­ 
bro do corrente ano, se­ 
rão cobradas através da 
agencia do Banco <lo fira 
sil S/A. 
Outrossim, os consn­ 
m idores receberão em 
suas residências suas re8 
pectivas contas, as quais 
deverão ser levadas ao 
Banco para pagamento. 
Recomendamos a ob 
servação dos prazos pa­ 
ra pagamento -- 05 a 15- 
de cada mês, para evi­ 
tar acréscimos. 
mal informado e detur­ 
pações dos Catos. Qual­ 
quer leigo em jornalismo 
sabe que a OPINIÃO de 
um ·jornal é emitida na 
página nais importante, 
a mais pensado: O Edi­ 
torial. Nós apenas tryns­ 
crevemos o artigo. É Ia 
to por demais reconhe­ 
cido a linha editorial da 
Tribuna. pois, nosso pró 
prio lema (Liberdade com 
Responsabilidade) foi ex­ 
traido dos pronunciamen 
tos da Escola Superior 
de Guerra(ESG). O rato 
de publicar a notícia não 
diz que a TRIUNA pac­ 
tuu com jornalistas fac­ 
ciosos e adeptos da sub­ 
versão, pelo contrário, 
estamos cumprindo um 
dever inalienável da Im­ 
prensa pós Revolução, o 
de informar sem inser­ 
ção de ânim.,, e dentro 
da filosofia revolucioná­ 
ria. 0'',1111i,w' deveria man 
clar sua cãrta também ao 
"Estado de São Paulo", 
o Globo. Folha de São 
Paulo, J ornul do Brasil, 
Jornal de Brasilia, en­ 
fim, à todos os jornais 
brasileiros que publica­ 
ram a noticia. Elementar, 
meu caro ·'amigo'', Tri­ 
buna busca ,fazer um jor 
nalismo adullo e segue 
"rigorosamente" os dita­ 
me,s revolucionários. No 
Observamos que UH 
contas anteriores ao mês 
de Outubro, deverão ser 
procuradas, para paga­ 
mento, no Aanco JT A ú 
ou na própria Prefeitura. 
Preço deste cxcm piar 
CR$ 1,50 
final de sua carta diz : ... 
A parte mais bonita é a 
que contem os versos de 
Castro Alves, mas está 
incompleta, omitiram um 
trecho, ela na sua totali 
dade é assim • Senhor, 
Senhcr Deus dos desgru 
çados dizei-me se é men 
tira tauto horror peranu­ 
te os céus da Sibéria e 
dos Hospitais de Psiquia 
tria vizinhos de 'Moscou' 
Simplesmente lamentá­ 
ve!. meu caro Ivaldo. la­ 
mentável". Concordamos 
com o distinto -ami{!c·• S<'m,•s 
os mais ardwtrs delws,•res <la 
democracia e adversá­ 
rios ferrenhos do totali­ 
tarismo, principalmente 
os da esquerda. Desco­ 
nhece o "amigo" nossos 
ideais cristãos que Nun­ 
ca permitiriam uma con­ 
vivência com qualquer 
espécie de Terror e de 
auiquilação do homem ? 
Lamentável meu caro ex 
colaborador, lamentával 
o seu desconhecimento 
completo do papel da lm 
prensa. e, de inl'ormar e 
lamentável o seu esque­ 
cimento de que o eminen 
te Presidente Geisel per 
mitiu Toda a iniormaçiio 
a respeito do caso e to­ 
dos os jornais se com­ 
portaram a altura. 
Leia na Página 04 
,,,. 
m 
9 
- 
8e 
1 
-

'Tribuna da Fronteira 
9 de Novembro de 1J7» 
MIITO GROSSO 
TERCEIRO LUGAR NO TURISMO 
Mato Grosso foi o 
terceiro colocado eulre 
o 23 Estados participan­ 
tes do 43 Congresso 
Internacional de 'Turis­ 
mo promovido pela AS­ 
T'A American Society 
of 'l'ra vel Agents. Este 
resultado foi anunciado 
np6s delegados da AS­ 
TA, encarregados de tal 
mister, fazorem a apura 
o. A primeira coloca­ 
ção ficou com Rio Grau 
de do Sul, o segundo 
lugar coube ú Bahlu. 
rresrnenle Geisel 
Artesanal o 
Duu& categorias de 
artesanato [oram apre­ 
sentadas: rústico e fino. 
Mato Grosso vendeu t!­ 
do, de ambos. O puvi­ 
lhiio de arlesanuto11 foi 
Inaugurado pelo mluls­ 
lro Arnaldo Prielo, do 
Trabalho, e o pavllhilo 
brasileiro pelo llluislro 
Reis Velloso, da Seplan 
da Presldencia da Repú­ 
blica. Estas solenidades 
efetuaram-se neste Iinal 
de semana. 
Após abertura sole- 
ne do congresso du AS· 
TA ás 10.30 horas, o 
presidente Ernesto Gei­ 
sel visitou lodos os "sta­ 
ndards" do pavilho bra­ 
sileiro, demorando em 
cuda qual cercu de 2 mi 
nulos. No de Mato Grosso 
porém, em consequenciu 
da grande atençfto que 
o pantanal mutogrosse­ 
se despertou no Chefe 
da NaçO.o e, comitiva 
composta rle ministros e 
assessore diretos, além 
da presideacia da Asta-­ 
demorou mais de 03 mi­ 
nutos. Presidente Geisel 
examinou peça por peça 
da barraca matogrussen­ 
se, inclusive detalhando 
peças da lruia de arrei­ 
os utilizada pelo panta­ 
neiro e pelo matogres­ 
ense de um modo ge­ 
ral. 
Pantanal 
vernador Garcia 'elo e 
a Primeira Dama do Es­ 
tado, sra. Maria Lgta 
de Borges Garcia, ainda 
o Secretário Maçao Ta­ 
dano da Indústria o Co­ 
mércio, diretora de Tu­ 
rismo, Murílla Bodsteln, 
da 'Turimat. Participaram 
também dos trabalhos 
de divulgação do poten­ 
cial turístico do Ma t o 
Grosso, Rodrigues Pal­ 
ma, prefeito da Capital 
e senhora, deputado Nel 
sou Ramos e senhora, 
presidente (futuro) da Tu 
rimat, Carlos Eduardo e 
senhora, Ruy Sant' Anua. 
subchefe da Casa Civil. 
superintendente do Er­ 
mat-Rio, João Villasboas 
Manfredo Correa, diretor 
da Turimat, recepcionis­ 
tas bilingues e todos os 
matogrosNenses residen­ 
tes aqul no Rio de Ja­ 
neiro. 
o' standard" de Ma 
to Grosso, uo pavilllO.o 
brasileiro, é composto de 
um pantaneiro (desenvol 
vendo suas allvidudes, 
como trançar laço), uma 
rendeira com seu tear e 
apetrechos e a grande 
atração, projeção de sli­ 
des sobre o pantanal, ao 
sistema mullivision. 
POS10 saNT 
CATIIRINft LIDI 
Turimat 
A responsabilidade 
da participação do Esta­ 
do de Mato Grosso no 
congresso internacional 
de Turismo coube à Tu­ 
rimat Empresa llatogros 
seuse de Turismo. Re­ 
cepciounrarn o presiden­ 
te Ernesto Geisel boje, 
quando da sua visita ao 
pavilhão brasileiro, o go 
Aberto dia e no 
Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de 'Taunay Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 
1 t. 
Com a afirmação 
acima, o vereador Pe­ 
dro Palmlerl, solici­ 
tou ao Executivo medi 
das no sentido de serem 
efetuadas limpezas nos 
terrenos baldios da clda 
de. Enfocando o proble 
ma, o Presidente da Ca 
rnara citou também a ne 
MINISTRO PAULIHELLI 
DEFENDE ATIVIDADES 
PRIVADAS 
Ministro Alysson Poullnelll 
TERRENOS ESTÃO VIRRIDO 
FLORESTIIS 
cessidade dos proprielá 
rios de imóveis no cen 
tro da cidade de cons 
truirem calçadas e mu 
ros, pois do jeito que 
estão, "ferem os ideais 
de higiene e tornam-se 
um perigoso obstáculo 
aos pedestres". 
O Ministro Aysson 
Paulinelli defende nova 
mente a transferenciu 
du8 atividades agro-pe 
cuúrí;i s pi a lniclalivn 
privada alegunJo que a 
tarefa do Governo é co­ 
ordenar e não p::oduzlr. 
Afirmou que já trar.ls 
feriu muitas tarefas go­ 
vernamentais, coisa do 
passado, e que o hleal 
é razer umu transferên­ 
cia total, desde que o 
Governo tenha condiçó­ 
es p/ acompanhar e co­ 
ordenar as atividade 
transferidas Isso foi di­ 
to num seminário reall­ 
zado na Escola de A­ 
dmlnlslraçá o fazendária,. 
nos arredores de Brasi­ 
lia, em palestra feita pe 
lo Ministro. 
Tribuna da Fronteira 
O Jornal 
9 
cnsn SUDOESTE 
d Cale 9. @leilate 
Ferros, Chapas, Tubos, 
E 
 
Temos 
Rua Cel. Juvencio 815 
'l'inlas, Azulejos, Vidros, Conjuntos Sanitários, ·'rames. ~ Ferragens 
uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. 
A72N80222910 03 ?2$$0Al &&±€)L)Do 
Cimento para pronta entrega em Grande Estoque 
Guia Lopes da Laguna -- Mato Grosso

Tribuna da Fronteira 
9 de Novembro de 107 
BANCO DO BRASIL S. A. 
EDITIL 
Seleção de Auxiliar de Escrita 
O Banco do Brasil 
S. A. l'az saber que, de 
24/11/7 a 28/11/75, es­ 
tarão abertas em sua a­ 
ênciu desta cidade, na 
Rua Guia Lopes n" 917 
de segunda a sexta-l'eira, 
dus 7:00 horai; às 12:00 
horas, as inscrições p/ 
a seleção acima, a rea­ 
lizar-se na cidade de 
Guia Lopes da Laguna­ 
ilT, em data, horário e 
local que serão oportu­ 
namente anunciados. 
2. A inscrlçã<, deve­ 
rá ser solicitada pessoal 
mente pelo candidato 
(veduda a participação 
de intermediário) e será 
deferida àquele que, mu­ 
nido de documento de 
identidade, satisfaça às 
seguiu les exigências: 
a) tenha, à data do 
término das inscrições, 
idade mínima dó 18 a­ 
nos completos e máxima 
de 25 anos incompletos; 
b) pague a taxa de 
inscrição de Cr.S50,00 
(cinquenta cruzeiro ) 
c) apresente: 
l) ( se do sexo mas­ 
culino) -c:ertificado de 
alistamento militar, ou 
de re ervista, ou de dis­ 
pensa de incorporação, 
ou de i enção do servi­ 
ço militar, ou, aluda 
carteira de identidade 
do Ministério do Exérei­ 
to, ou do ilinistêrio da 
Marinha ou do ilinis­ 
tério da Aerouáutica. 
Quando se trata:· de 
militar incorporado, ol'i­ 
cio do comandanta per­ 
mitindo a inscrição. 
. li) certificado ou his­ 
tó1ico e,;colar (com fir­ 
ma reconhecida) de con 
clusão do primeiro ciclo: 
curso gi!!asial ou equi­ 
valente, expedido por 
estahelecimento de ensi­ 
no oficial ou recouheci­ 
do, ou documento que 
comprove nivel de esco • 
laridade mais alto; 
lll) prova de natura­ 
lifação, se não for bra­ 
sileiro nato; 
d) firme termo de 
C?mpromisso em que a­ 
ceite designação para 
servir em qualquer par­ 
le do território nacional; 
e) entregue dois re­ 
tratos recentes, iguais, 
de tamanho 3x4, tirado!­ 
de frente. 
A seleçilo constará 
das seguintes provns: 
Psicológica, Portu- 
guês, i atemátlca, Dati­ 
logral'ia! 
4. As provas de Por­ 
tuguês e Matemática se­ 
rão do tipo objetivo. O­ 
brigatório o uso de tin­ 
ta de cor azul em cane­ 
ta-tinteiro ou es[erográ­ 
l'ica e lápis prêto n"· l. 
5. A prova de Dati­ 
lografia será l'elta em 
máquinas roruecidas pe­ 
lo Banco. 
G. Para cada prova 
haverá apenas uma cha­ 
mada. Sómente será 
permitido o ingresso no 
prédio onde se realiza­ 
rão as provas do candi­ 
dato que se apresentar 
com antecedência míni­ 
ma de Trinta ilinutos 
da llora mareada para 
início dos i>Xames. ob 
nenhum pretexto admi­ 
tir-se-á a participação 
do caudictato que, embo­ 
ra tendo ingressado no 
prédio dentro do horário 
estabelecido, deixe, por 
qualquer motivo, de es­ 
tar presente na sala 
respectiva antes do sinal 
p/ distribuição da prova. 
7. O participante que 
f'altar u qualquer das 
provas ficará impedido 
de prosseguir no concurso. 
Será selecionado a­ 
quele que: 
a) satisfizer· àb exi­ 
gências da prova Psico­ 
lógica; 
b) obtiver a nota 
mínima 60 (sessenta) nas 
provas de Português e 
Matemática e 4(quaren 
ta) na de Datilografia. 
9. Atendida essas con­ 
dições. e a nm de esta­ 
belecer as prioridades 
para possível aproveita­ 
mento, o Banco relacio­ 
nará os selecionados 
em ordem decrescente 
do lotai de ponto· obti­ 
dos. 
10. O julgamento 
das provas terá caráter 
il'recorrível. 
11. O Banco reser­ 
va-se o direito de apro­ 
vcllar, ou não, os sele­ 
cionados, obsen'ado o 
prazo de 12 meses. 
12. A posse dos se­ 
lecionados ficará na de­ 
pendência de aprovação 
em exame de saúde fei­ 
ta por médico do Dauco 
011 por ele credenciado. 
13. Cumpridas as 
formalidades de nomea­ 
ção e localização, serão 
empossados no cargo 
inicial da carreira de 
Auxiliar de Escrita - Le­ 
tra "A", com vencimen­ 
tos mensais de CrS 
2.244,00 (dois mil duzen- F. 
tos e quarenta e quatro 
cruzeiros). Antes de de­ 
corrido o prazo de um 
ano, contado a partir da 
data de posse, ficam 
impedidos de: 
a) p/,itcor transfawcia, 
resguardando-se o Ban­ 
co a seu critério o direi 
lo de removê-los; 
b) participar de se­ 
leção interna p/ a car­ 
reira de Escriturário 
14. A inscríçilo do 
candidato importará em 
anuência implícita a fu­ 
tura designação (se sele 
cionado e nomeado) pa- 
ra servir em qualquer • 
dependência do Banco, 
bem como a possibilida- 
de de ser transferido 
para outro local, em 
qualquer tempo, durante 
a Yigência do contrato 
de trabalho. 
15. Nenhum candida­ 
to poderá inscrever-se 
nem prestar provas em 
agência administrada 
por seu cônjugue ou pa­ 
rente até o segundo 
gru, ainda que o ad­ 
ministrador em causa 
não venha a participar 
dos trabalhos do certa­ 
me. Igunlmente não se­ 
rá localizado em agên- 
eia a cujo quadro per­ 
tPuça qualquer l'undonJ­ 
rio parente seu até o 
fiegundo gdu ou cônju- 
1ti, O presente cer­ 
tare visa a elecionar 
pessoal para suprimento 
de vagas porventura e­ 
xistentes nas agências, 
Entretanto o llanc<> se 
rescreva e direito de lealizar es 
selecienades em u m a de 
suas dependências em 
qualquer parte do terri­ 
tório racional. 
17. Inscrito, consíde­ 
rar-se-á o candidato cien 
te elas condições estipula­ 
das no presente edital. 
Baco do Brasil S.A. 
IMa Vista (MT) 
Augusto B. Guedes 
'eto 
Gerente Int. 
Amaro Gonçalves 
Subgereute Int. 
Cites de biselos 
r.is te llalal 
fli.Ms e 
aleis $na 1I 
Tribuna da Fronteira 
GEISEL SATIS­ 
FEITO COM A 
IMPRENSA 
Brasilia, (Ada - DS) 
Comentando os últimos 
acontecimentos com re­ 
lação à tensão vivida na 
semana passada, 0 ases 
sor de imprensa da pre­ 
-;idéncia ria Hepú!Jllcu, 
Humberto Barreto, desta 
eou ontem a atitude da 
Imprensa como pareela 
de contribuição à volta 
do pais uu clima de 
tranquilidade. 
Em conversa iulol'­ 
mal, o sr. Humberto Dar­ 
reto classificou como "e­ 
xemplar o comportamen 
to da imprensa, que, jun 
tamente com a maioria 
dos pnlílico e com u 
compreensão do povo - 
disse permnitiu ao ira­ 
sll superar rápídameute 
uma crise e encetar o 
retcrno à normalidade, 
corno é dcsc•jo de todos". 
O comentário do as­ 
sessor de imprern;a ..-x­ 
p;·esBa o pensameuto do 
presidente Geisel p a r a 
quem. a respcmwbllida­ 
de com que os jornalis­ 
tas trataram o episódio 
da semai·a passada. so­ 
bretudo durante sua vi­ 
sita a Sã o P u u lo na 
auintu e sexta-feira últi­ 
ma ' provou que o país 
tem maturidade para su­ 
perar quaisquer situa­ 
ções e evitar consequên­ 
cias que poderiam s e r 
nocivas par a toda a 
naçãc. 
'egundo assessores 
no Palacio do Planalto, 
Geisel ficou satisfeito 
com o apoio dos políti­ 
cos, o comportamento 
da imprensa e gratifica­ 
do com a compreensão 
do povo . 
>-<->G--<-- --><-<--<o«-<g 
g 	R 
* Em todo. os bairros da sua cidade de- i. 
} ve haver um ou mais postos do Mobral ~ 
f Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- f 
!il 	• d l • X 
nicipal do MOBRAL e aJu e a so acrnnar o X 
K 	, , 
X problema, Mostre-se lider na REGIAO. j 
~ 	' 
3 	À 
~ X-~ *·>i<-X~ i>< i>.<-X'->'<;X=><-X'>.<éX-X·->'<'·X-X·l 
CASA SAO 
., 
J05E 
Do José Destefani 
Vendas só no Atacado. 
Coca - cola, Fanta. "Katira" Skol em lata e garrafa. Trigo Tosca 10 X 1, Que1·ozene ,Jac-a.rP. 
Ov:tludo Argentino, Arame Mota, Secos e :'llolbados em Geral. 
Vendemos tambénr o Olee mais preferido da legião, O Famoso Óleo Mara-oji ·o Oleo da dona de casa que 
"A Casa da Tradição" 
Avenida l de Dezembro l161 Jardim MT. 
Aram1e 
-abe o que quer. 
j

Tribuna da Fronteira 
- 
iJ) • JO O 
CLINICA E CJHUm;IA DE OLHOS 
Rua: Antonio Maria Coelho. 123 - L.o 
andar. Fone Resideneia: 4-1385 
Campo Grade 
,I,· Jofio Bati,tu Flor.-, 
- P!!.rab1·I u colocado na hora 
Peças pnra lodo o tipo de Veículo 
1 
"Agradece a preferência" 
Ruu Pllad Rebuá - 789 
Bonito Mato Grosso 
Instituto Psicotécnico ·suDOESTE 
Exames Psicotécnicos para 
Motoristas Amarlorc.; e Profissionais 
Praça Cel Camisão no. 53 
G)A LO2Z A LAGUNA + 3Y. 
Representações (ereal Ouro Ltda 
Adubos ·TREVO" inseticidas, ementes 
Fertilizando com amor a nosso terra 
Tratores almet e Implementos Agricolas em Geral 
(Torto para Lavoura) 
Hun 15 Je N,nen,bro 512 Bela Vista M 
Agora com ovo Proprietário sendo Atendido peo mesmo 
Ambiente E,1ri1nmcnte Fnmiliur 
Quartos com Pias - Apartamentos 
Restaurante: "Comido Caseiro" 
"e Ceraae de Cante grande" 
R. Rio Branco - 220 - Fone 4-2105 - C. Grande Mt. 
Auto Mecanica lndependencia 
De José Hipólito de Melo 
Oficina Autorizado Ford Willis do Brasil 
"Mecanicos com cursos de Especialização" 
Hnn Cuinba •·n e Avenida 11 de dezembro 385 
Jardim - Mato Grossc 
POSTO são CRISTOViO 
de Theobaldo Amaral 
lavagem - Lubrificaçãol - Tróca de Óleo 
Borracharia - Balanceameuto de Rodas 
Rua Conde de, Porto Alegre s/n 
Bela 'ista 	, llato Grosso 
Noticias vi II e· tiludas 
em joruais deste Estado, 
di'io conla de grandes 
C<)Ulrabanclos rle JJIUCU- 
11 ha e outro!:' túxicoF. o­ 
riuudos da vlzin11a Hepú 
hlicn do Paragay. 
Na maioria dos ca­ 
ROS estão comprometido,.; 
os ditos jovens que acio 
nam esse maldito uegó­ 
cio. No tidas 11111/s recentes 
dúo-001:1 conhecimeutu ·I" 
que mais de Oi milhões 
de brasllelros são vicla­ 
dus, e que a maioria tles 
tes, na faixa etária dos 
14 a 18 anos. 
Vejam que lástima! 
Umo. juventude que ca­ 
minha para a morte an­ 
tes de ter pleno conheci 
mento da vida! Uns, fo­ 
ram seduzidos por mal­ 
vados que os incitaram 
ao vicio por mero lucro, 
sem que usem esse ma­ 
Jeficio; outros, embala­ 
dos, pela ànsia de, ucor 
dados sonharem com coi­ 
sas maravilhosas sob o 
efeito do tó:::;:ice;s que os 
transportam a um mun­ 
do diferente, de mil en­ 
cn nlamentos, na ignorân 
eia naturalmente, que nis 
so existe todo o mal que 
o arrasta à rufou e tal­ 
vez à morte. 
A propósito, lembro 
nosso leitores desta ci­ 
dade, da excelent confP­ 
rencia sobre es e mag­ 
no a sunlo. feita pelo i­ 
lustre Dr. Se□Hur, ofici 
ai médico do Exército 
Nacional. sob os auspí­ 
cios do comando do 10. 
R.C.e M.F. Cristão, de e 
la Vista. levada a efeito 
11 o e lu b Paro q u i a 1 11 o 
mês de agosto últim1o. 
A tão útil e meritó­ 
rla ação educativa <lesen 
volvida pelo a utor da 
confercucia com as ex­ 
plicações claras da mar 
cba uefusla dos efeitos 
dos entorpecentes, deve­ 
riam ler comparecido a 
ela. não apcuas "alguns 
casais e poucas pessoas' 
mas, lúda a p0pulação de 
Bela Vista. Todos os pa· 
is deveriam ter levado 
seus filhos para asslsli­ 
rem A assimilarem tão 
saudáveis ensinamentos 
de defesa contra o avau 
ço de tão grande mal que es 
tá avassalando parle da 
nossa juventude inexpe­ 
riente, Hem meios de E-e 
prevenirem contra a des 
graça qúe os aguarda, le 
vaudo-:i ao desgaste du 
mais prncioso potencial 
de energia, que é a saú­ 
Je, o gosto pela vi d a, 
que é tão boa, arrastan­ 
do-a à morte prematura. 
Os slides passado na 
tela, para completar e 
esclarecer a conferencia 
de elevado alcance snc-i 
ai. deram para bem en­ 
teuder àquele que os as 
sistirnm. o valor educa­ 
tivo que ela encerrou, 
dando ir.ostras vivas do 
sorI·iruento, angústia. des 
gaste e morte dos vicia­ 
dos. 
Essa conferencia de­ 
veria ser promovida ou­ 
tra vez, para que os be- 
VISITANDO PORTO 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
. (Bi.semanário fundado em 25/2/72) 
legistro no Curt6rio de Ti1ulo, ,. D,.,•umt,nto, n.u 1066 
Propriedade da Empresa Güicu Tribuna d' 
Fronteira 	a 
CGC 03201266/0001 - ln,criç.lu E,tadual 13059"232-.'i 
Oiretoru: .lariu Estela . Pereira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe • Ivaldo Pereira 
COLAUOHADORES: 
Adalber10 R. de ant'Anna 
José Joaquim F. Souto 
Dr. Haroldo Medeiros 
Euripides F .. r, .. ira 
Rosita Ro,a Gomes 
OFICINAS 
Gerente - @ilson ila Sanes 
IMPRESSÃO - 6tacas «aa CI4O 
_ 	i:.IC 
COMPOSIÇÃO - 7e0e Carlos 'la±que, Na4 . . 
QV;!s011 Çj. !Dutra, .Euis • Dd @a, ,, it faze 
/'{.l Ciro 
"As opiniões emitidas nos artigos assi ,a, ,, 
hs" na los não 
tam o ponto de vista do jornal. podendo até repreen- 
a este. , upm,ão do jornal. achn-se . er contr-.írias 
e nos comentários não assinada' pressa nos Editoriais 
Assinatura Anual: Bela V;ta_ !IO,OO 
Outros Municipios 100,00 
Redaçao, Administração e Ofi . . 
Rua Duque de Caxias s/n _ Bel v· emas. 
a ista M 
(Peno do Col' : (," Mato Grosso 
eg10 Castelo Branco) 
MORTINHO HOSPEDE-SE NO 
la visteuses, em massa, a 
assistam, recebendo as- 
im aquele,: oportunos 
conselhos do médico, co 
mo para conscientizarem 
dos efeitos UOCÍYOH da 
rnacouha e de outros tó­ 
xicos. 
Aqueles que dedi­ 
cam :<Uns ativJdutles tio 
negócio de tóxicos, es­ 
tão critando pura si e 
seus cumplices (bem co­ 
mo os viciados} um mun­ 
do dantesco de tonueu· 
tos infernais que levam 
á miséria, a materiu dos 
seus corpos !ràgels. as• 
sim como dilacera 
própria alma, depois de 
mortos. 
Causa-nos tristeza 
noticia mais recente de 
que a Policia de Campo 
U ,unde incinerou h{L 
poucos dias, iOO kílos 
ele ma'!onha e milhares 
e mílhares de ampolas 
de ouLros tóxicos, con· 
trabundeados em nossa 
fronteira, só neste ano. 
imaginamos agora a 
quantidade que vingam 
passar pelas barreiras, 
quanto mul lrarã.n. 
ou de opinião que 
o nosso bondc,so Padre 
Hruudão, pelo l!.F.C. 
propicie novas co,,feren· 
cias iguais àquela com 
o beuep!acito do beo· 
quisto Cel. Guimrães. 
comandante do 10°· FC, 
seus dedicados auxiliares e 
certamente a pronta a­ 
quiciência do notàvel 
Dr. Ben Hur naquela J 
sua maneira fidalga de 
1 0 
fazer o bem, educando· 
seus patrícios indefe- 
sos. o povo, esse forte 
guardião da nossa Pá- 
tria. Se essa minha lem- 
brança for aceita, sugi- 
ro que as conferencias 
deverão ser levaJas a 
efeito'nos dois cinemas 
da cidade em dias de 
grande assistencia, deno- 
1s intenso convite, logo 
apos a passagem dos Iil- 
me da sessão. quando 
toda pessoa responsável 
deve tomar interesse 
eu: comp:uecer com a 
familia.· 
«Jota Jota» 
Quem ,anuncia vende 
venda mais 
"BIDU HOTEL"' 
anunc1 
ando na Tribuna da 
Fronteira. 
Leia e Assine 
Tribuna da Fronteira 
1

'Tribuna da Fronteira 
Bela 'i:ta .H 
------------------------·--------------- 
11 
. íl 
- 
0 DE UMA EMP 
I1.03G 
Brasllia-0 Senador 
f
l Ore:ilos Querela ( ;IUB; 
SP) voltou a rnnnil'estu r­ 
se sobrl'l os co ntra tos 
risco, reafirmando que 
estes ferem o monopólio 
do petróleo, qualquer 
que seja a forma de pa­ 
gamento, em dinheiro ou 
em óleo. A seu ver, a 
análise elo assunto leva 
á conclusão ele que a 
decisão elo Governo teve 
como uma das cnusus 
as pressões pelos nossos 
credores internacionais. 
Para Ore tes Qurr­ 
cin, a l'lolução, p/ ·o pro­ 
blema do endividamento 
externo está, básicamen 
te, na criação de uma 
empresa «holding» a 
EQUIPOBRA para redu 
zh' ou eliminar os gos­ 
tos brasileiros com 11 
importação dr, máquinaH 
e equipamento. 
O Senador Jurbad 
Passat'Íllho (ARENA PA) 
rebateu dizendo que O­ 
restes Querela esta va-se 
precipitando, pois ainda. 
não 110 o pagamento se­ 
rá feito em óleo ou em 
dinheiro. 
Nesta última hipóte­ 
se disse n:1o há nenhum 
avuuço contra o mono­ 
pólio e total. 
Preço deste exemplar 
O que 6 um menino? 
O: meninos se apre­ 
sentam em tamanho, pe­ 
soB e cores sortidas. En­ 
contrn-se por locla parle. 
Em cima, em baixo, den 
Iro, forn, trepados, peodu 
n11los, caldoH, conendo, 
saltando. As mães os a­ 
loram. As meninas os 
detestam. As ll'mfis e 0B 
irmãos mais velhos oi; 
toleram. Os adultos os 
ignoram e e, céu os prote­ 
ge. Um menino é a ver-­ 
dade de curn, a sabedo­ 
ria de cabelos despeutea 
dos, esperança de cn.lças 
caindo. Isso é um meni­ 
no. O menino tem o ape 
llte <le cavolo, a diges­ 
tão do avestruz, a ener 
gia da bomba atômica, a 
curiosidade do mico, os 
pulmões de um ditador, 
u imaginação de J u 11 o 
Verne, a timidez da vio­ 
leta, o auducia da mola. 
o entusiasmo do busca­ 
pé. Um menino tem 05 
polegares em cada mão. 
quando pratica suas rei­ 
nações. Adora doce, cu­ 
nivétes, serras, Natal e 
Pascoa. Admira os Reis 
magos, o. livros colori­ 
dos e gosta do guri do 
vizinho, do ar livre, da 
água, dos animais gran­ 
des, do papai, dos auto­ 
móveis, dos aYiões, cios 
domín:ro d::s bomba!:', 
dos tanques e elos fogos 
ele artificio. 
Aborrece as visitas, 
o ca lecismo, 11 escola. os 
livros sem figuras, as li­ 
ções ele música. as gra­ 
Yatas. º"' CDSUCO!'l, os bar 
beii-os, us meninns, os a­ 
dultos e a hora de dor­ 
mir. 
Levante cedo e esta 
sempre atrazado à hora 
das refeições. Nos seus 
bolsos há sempre um ca­ 
nivete enftrrujarlo, uma 
fruta verde mordida, um 
barbante, dois botões e 
algumas bolinhas de bú- 
l,y ... 
rico, um estilingue, um 
pedaço de substancia des 
conhecida e um objeto 
raro que lhe é precioso, 
quando muito, por 2{ hs. 
É uma criatun, má­ 
icna. Voce pode fechar­ 
lhe a poria de seu qunar 
to de ferramentas, mu8 
não a do seu coração. 
Pode expulsá-lo de +eu 
esritório, mas nulo do 
seu peui:ament'l. Toda a 
sua importancia e sua 
autoridade desmoronem­ 
se cllante dele, que é o 
seu carcereiro, eu che­ 
fe, seu amo. 
Ele é um despúlico 
e ruidoso manciilozinhcr! .. 
Mas quando voce volta 
p' caPa à noite>, de espe 
ranças e ambições des­ 
pE:daçadul'. ele: pode com 
po-laA num iust1.111te com 
suai, palavrinhas mági­ 
cas . Hoi, Papai! . 
IA R9PISAI@L 
SEIO EEZETE. 
PESE 
ADVOGADO 
E C'RITÓRIO Rua General O ório, 825 
Bela Vista Mato Grosso 
Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria Coelho - 221 
Bela Vista 1lt. 
Dr. Pedro Palmieri 
Advocacia em Geral 
Hun 15 de Novembro li0 Fone 237 
Rua 15 de Novembro, 
Bela Vista MT 
R. FOR! MURANO 
Médico 
,' 
75 - Bela Vista - i1T 
====HAROLDO MEDEIROS= 
OAll - MIT. 1183 
CPF 008-295.870 
ADVOGADO 
Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista ilt. 
Dra. Maria Aparecida Zanda GrclJa 
Cirurgiã - Dentista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótese em geral - Ralo X 
"Consultas com hora marcada" 
Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim M. 
lABORAfÓRIO Of ANÃUSfS Cll!IICAS 
- Dr. Ciro Benhur Torres Gallo 
Raa Antonio Maria Coelho • 339 
Fone • 2-17 Bela Vi-ta - M 
Bacteriologia - Bi1•quimica - Hematologia _ 
Parusitologia - Sorologia - Urinálise 
Pré - Nupcial - Pré - Natal 
De Ores-te Flores 
Eletro - domésticos. Cal­ 
çados, Bijouterias, Arti­ 
gos para o JnYet·110, ma­ 
las, Tecidos, presentes e 
uma infinidade de artigos 
para Embelezar o 
seu lar. 
CA A FLOHE 
"A Casa de Sua 
Economia" 
Rua Pilad Rebuá 5(i(i 
Bonito - Mt 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,50 
= = COMERCIO DE CERE 1 
- 
UNI G 
Avenida Teodoro Sativa ( Perto da Ponte Internacional ) 
Olll = ---· 
" Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos ·de Mãos Dadas com o AGRICULTOR-

·Órgão Independente a Serviço da [{_ •gFio'' 
,Jl0 IV - Jtcl:t VJ1;ta 
De vez em quando se l 
"º"" Joruai"' 011 ,.,.. ouve prelo 
)l(,dio ou TV drdaruçii<-, ,k 
politicos que existem a retlc 
111ocruti1.ado tio 110.;..:o l'a( .... 
O que querem e-tes senhores! 
'ma redemocratização, 
óbviamente pressupõe a inexi­ 
teneiu de um si»tema demo 
erático no no»so País. P'ortan 
to na opinião deles o nos-o 
lafs nã, está sendo regido 
pelo sistema democrático, O 
que temos então! Uma ditadu 
rn militar, como cp11'ru1111 no!' 
classificar alguns jornalista­ 
estrangeiro! 
Mas os nos+os parlamen 
tos nlo foram eleitos pelo , o 
to ecreto do povo! . E o H'll 
rcsultn,ln 11:io foi rc•pcicudu 
integralmente, como prova 
um grande número de deputa 
dos eleito- pela oposição em 
todo o País'! 
E o• rkito< nào tem ai 
tieado duramente o Governo 
e ele erra! 
E o JHlO nàu tem tido 
nmpla lihcnlatle ,lc falar, cs 
rever e também criticar os 
roerantr-, sem ser moles 
do 
A(.:ora o 'l"e nào (• permitido 
é atacar, caluniar ómnente pa 
n J>rejudiC'nr, porque na , er 
da lira democracia a liberds 
de de uu, termina onde co 
111cça o clirc-ito tio outro. Por 
tanto ninguém pode agir im 
puna.mente c.ontrn o «lirt>il? <lc 
outros e muito menos ainda 
contra o interesse do todo, da 
Pátria, i~to é ()11<" é drmocra 
ein e o scntitlo da lihcrtlndc 
que sr u quem existe no 
11os'° Pnis, d,,.o não pode 
hn,·er ,lú, itla. 
·Nos últimos nos a ido 
logia mrxista ganhou força 
expansiva. E tornou-se moda 
empregar terminolo1:ia e a_<lo 
tar formas de pensar e attu 
des própria, <lu cnarxi,mo nào 
só por muitos que só, ignoram 
a origem do vocabul6rio como 
por outros que, confessando 
.. se nnti-1111.rxt!lU!I, c!ltào ou de 
, eriam estar conscientes do 
fato". 
O hon1en1 não é natural 
mente bon1: é misturu de bon 
dade e mnldadt. E,tu vertlade 
1:nslna • doutrina cristã que 
a explica pelo pecado original 
Tire ... sc no todo <• que na l"icla 
de rrlaçào com os outros ho 
mens contem, dh:cipliua, trans 
forma sublinha os seus maus 
instintos c veriam que mundo 
de feras se implantaria na 
Terra. 
·Os comunistas prcparum 
com frieza a ditadura do pro­ 
lctarindo, na qual, como escre 
,·e Lenin, b. luta de clnHe não 
é n bsolut.a, mns se torna e-..xtre 
mamente encarniçada para nni 
quilor n clas,e buq;uesa". 
"Ditatlurn cm que o E, 
totlo se t r:msformu em iletcn 
tor de todos os instrumentos 
de produção, originando-se um 
"capitalismo de Estado", que 
deixo todos os cidadaos à 
ruercê do eu patronato exclu 
ivo e tir:inico 
1
• 
. "Ditadura. e111 q·ue, itn 
placávelmente todas as potc11 
cialida,lo:s do potler polhico 
•ào utilizados não só para a 
expropriação ao "nacionaliza 
cão" da propriedade dos ias 
trumentos de produçilo. como 
poro e-,;tirpaçào de tudo qunn 
to rescenda a menta.lidadc ou 
forma de vida considerada 
burguesa e n •uspensào dn li 
herdade e até da vida daqa 
le· que as "representam" 
"Ditaclurn em que não 
são os trabalhadores que go 
, trnaru por muito que re fale 
io, mas a "nova cla 
+e",que o iugoslavo desiludi 
do Djilas nos retratou, a las 
e dos dirigentes do partido 
,. dos burocrata- que tudo plu 
ejam regulam, inclusive os 
gestos e as decisões do« indi 
víduos". 
·Ditadura que foi unun 
cinda como pa-ageira, mas 
que e tem mantida em todos 
os países onde e implantou 
t-t:" rcforc-un<lo con~olic uucJ,. l' 
ampliando o seu poder politi 
co e policial como nunca se 
tinha visto", 
"0 comuni1-11Hl nilo lrou 
Xt' J'37. ao munJo, nem egu 
ruru;a à pe roa:--, nem fchl'i 
dad às sociedades". 
O nn·,,o l'ni•, cm :n ,le 
mnrço ,te 1961. opiou pela li 
berdade escolhendo a demo 
eracis. Ma- os inimigos não 
descansam, continuum tenta 
do levar também o nosso país 
l
,arn u dtam~1ln tli1a1lura tlo pru 
cturinilo. E nc,tu lutn toila nr 
mn ~crY<", cu1ncç-n1Hlo l'Olll l' 
lúniu, e 111c11tira, c,pnllrn,ln 
em outros países té recla 
maçõt· .. con1 ru o regime que 
classificam de antidemocrática 
Iremo-. um rt',;:imc ele 
mor-rúticu e o poso em geral 
c ... tá satisfeito conu ele, Pelo 
menos muito mi- satisfeito 
do que com II tal ,Iemorracia 
que reinava antes da revol 
ção de [961 e que acobertava 
currupçüc-., huuclulhcirno1. e e,. 
hanjam,·1110 ,lc ,linhciros pú 
blicos. Que nào c ... tamn.: n:.1 e 
ando uum mar de rasas, a 
hemos, mas as reformas ne 
cessarias estão sendo realiza 
das gradativamente e os im 
posto que pagamos agora es 
tão sendo empregados no in 
tcrct-.:.c de todo,._, .. ohrarulo 
dinheiro paro realizar obras 
necessárias, o que antes da 
rc,·oluçiio tlc. 19<> 1 não nrun 
tecia. 
Cautela com essa demo 
cracin totnlitária! Cautcln coru 
u "democracia popular" e o 
seu cc::ntrali:-mo dt:1nocrático!"' 
No governo dos homens 
o que importa é saber se as 
formula.:. doutrinárin!- pcln.:. 
quais se procura rt•;:cr a exis- 
1encin em sociedade são ou 
não justas, conduzem ou não 
u humunidatl,· para soluçiies 
que neste mundo permitam 
mais segurança e maior felici 
tlude". ,. 
Ilojc já se pode contem 
piar o que é o prúticn do idcu 
rio !-ocialif-tn. 
Vemos nos países onde 
ee itnplnntou o cu1nunismo 
sociedades onde o espirito de 
iniciativa deixa de ser csti 
mulatlo, onde o esforço indi 
vidunl nilo encontro razão de 
ser, onde reina a tristeza da 
vitln desmoti,·ada. Estados nr 
mados poderosamente crn ter 
rn, no nr e no mnr, n:lo pn 
rn defesa pr6pria, os consli 
tuindo constante ameaça a pnz 
universal. Podcre; que inter 
vem na vida das pessoas su 
jeitas em todos os aspectos 
ao governo que lhes dá traba 
lho como ún1co pntr-lo, como 
un.1co industrial. comerciante 
e .senhorio e que assim tem 
os intCre:i.s.ndos continuumen 
te nas miios". 
Renner 
'ós que mililnmos 
Juntos durante os pri­ 
ntei:·od pussos tia Trilm­ 
nu. qu • cruzamoH 01-1 ho­ 
ras mais tlificeis para o 
,J ornaJ. senllmo-nos com 
o direito tle pedir a vo-· 
ce, algumas explicações. 
Por exemplo: ~úo enten­ 
demos o porque de 23 
da la páglnu do jornal 
de 2 Nov, dedicados a 
um lndlvltluo que contrí­ 
bula, mensalmente, com 
cem cruzeiros pura um 
partido Ilegal e clandes­ 
tino, em nosso pais. E 
veja só, não entendo co­ 
mo um israelita pode 
contribuir parn uma cau 
sa que escraviza o seu 
povo, Impedindo-o de se 
transferil' da Russla pi 
Israel. Sinceramente, de 
coraçüo para coraçii o, 
n[Lo entendo o seu es­ 
quecimento pela passa­ 
gem da morte du Jorna­ 
lista americano Larry 
Allen, que militou no 
Brasil na Associated 
Press, Premio Pulitzer, 
que cubriu a ll Guerra, 
sobreviveu a oito nau­ 
frágios, a um tumulto 
em Cingapura e que foi 
prisioneiro dos polone­ 
ses e italianos; do jorna 
lista e poeta Murilo Me 
des, brasileiro e de fé­ 
rias em Portugal: do 
jornalista brasileiro e 
hist0riador da imprensa 
Carlos Rizzlni (O 1i'1ro, 
O J oroal e a Tipografia 
no Hrasil); do jornalista 
frances Raymond Carti­ 
er, cri3dor do Paris Mar 
tch, L'Eroque, etc; do 
jornalista e político bra­ 
sileiro Francisco Carlos 
e Castro Teves, ex-mi­ 
nistro do trabalho no 
Gov. Janio Quadros e 
que dirigiu a Noite e a 
Ultima Hora de P; do 
jornalista !rances André 
Catrice, criador do Le 
Monde. Pois .é caro Ival­ 
do, esse mortos ilustres 
putricios e estrangeiros 
honraram a profissão 
que abraçaram e com 
seus trabalhos contribui­ 
ram elevadamente para 
a missão de informar, 
para a cultura universal, 
para a verdadeira im­ 
prensa e voce pecami­ 
nosamete os ee:queceu. 
Entretano, um sujeito 
que contribui com cem 
cruzeiros mensais, para 
que no Brasil continue 
havendo os sequestros 
com mortes de crianças 
a intranquilidade nos 
lares. os assaltos a ban 
cos, a sabotagem. a con 
turbação da ordem, que 
quer destrull' essa liber­ 
dade que permite a voce 
dedicar-lhe, dois terços 
de uma • pagina do 'dia 
de Finados, voce se lem 
bra. Psames para voce. 
Pesames para o jornal. 
É sunplesmente lamenta 
vel. 
Outra cousa que não 
entendi é que durante o 
V !orlo ]l0U'I' ('ttnll{'().' 
pela alma do falecido. 
Qu alma'? O comunista 
nüo admite o privativis 
mo da. alma, era cou a 
que ele não tinha, só se 
era alma colel1':I, CRli:t, 
francamente, 11iio cnlcn­ 
do. Se voco sabe, por fa 
vor, ensine-me C680 ne­ 
gocio de can tur sahn:1:, 
para umo cousa, quo_nuo 
existe para o s u jei t o, 
que morre e se existe, é 
coletivo. A parto mais 
bonita é a que contem 
O conhecido Abdul­ 
la Sain (Pupilo) figura 
que provoca controvér­ 
sias, pois inúmeras pes­ 
soas ah·stam sua curas 
e outras duvidam das 
mesmas, continua rece­ 
bendo carias de rloentes 
de touo país. Inúmeras 
vezes publ:camos as 
mais diversas correspon­ 
dencias rccebirlas pelo 
Papito. Não nos move o 
espirito do sensacionalis­ 
mo, e sim, uma confronta­ 
ção dos fatos para que 
a verdade SURJA: PA­ 
PITO CURA? A resposta 
só pode ser dada pelos 
desesperados que bus­ 
cam as raizes prepara­ 
das pelo moderno alqui­ 
mista, e do resultado 
pelo uso das mesmas. 
Recentemente, Papito re 
cabeu do presidente ,Ja 
Câmara de Vereadores 
de Cajuru (SP), uma car 
ta que transcrevemos 
Cajuru, 29 de Aaôs­ 
to de 1975 
Ilmo. ::lr. Abdala Sain 
Rua Conde de Porto 
Alegre nQ 10 
Bela Vista 
, Prezado Senhor: 
. Conhecendo através 
do Jornal " Noticias Po­ 
pulares ",déste Estado. 
0 
remédio descoberto por­ 
V. Senhoria. e que vem 
curando doentes porta­ 
dores de câncer venho 
pela preseate, solicitar 
d_o senhor, se possiveI, o­ 
nentar-me com respei­ 
to de envio do produto 
o preço, e qual a manei 
ra mais '>imple;; de se 
chegar em minha cidade 
que dista de R i b e irüo 
os versos de Castro Al 
ves, mas está ieomple­ 
lt> 0111ilira111 um lrc•c·ho. 
e!. 11tt r,;ua lot.1lldnd,1 
assim ' Senhor, Senhor 
l)cu dos Drf:grnçaclo,· 
clizeí-me i-e (• mentira tau 
to horror perante os cé­ 
us da Siberia e dos los 
pilais de l'siquiatr!.ª vi­ 
:.duhos do ,losrou . 
Pe:;aro amante. nos 
despedimo!- dizendo: írnl 
do! Curls !mo lrnldo! La 
menlúvcl. Simplecmcntc JI 
Jamanlável. ,, 
Um ox-colallorndol' / 
abaixo solicila11do a re­ 
messa das raizes. Papllo 
u!E,udeu. Acompaohare­ 
mos o desenrolar dos 
falos ligados no Pupilo 
e oportunamente fornece 
remos maiores dados ao 
leitor. Um fato torna-se 
evidente: Papito é .:--ioli· 
eia Em Tudo o Brasil. 
Papito Cura mesmo? , 
resposta virá com os 
resultados que dla a dia 
estão se confirmantlo, 
"alguma coisa existe, 
alguma cura está sendo 
feita, não jogaremo!:! pe­ 
dras, simplesmente va­ 
mos colocando de lado 
as pedras boas e no fi­ 
nal surgirá uma constru­ 
ção: Da verdade. O la­ 
do mau, as criticas con­ 
tra o bom Papito, tam­ 
bém vão se acumulando. 
para que surja na ba­ 
lança da justiça o veri­ 
dito: Papito Cura? 
Câmara Municipal de Cajurit 
E tado de 
ão Paulo 
Preto apenas 5G Km. 
Outrossim, devo es 
clarE>cer-lhe que em vir­ 
tude algumas pessoas. 
portadoras do terrivel 
mal, procurarem um le­ 
n!tivo para a doença é 
que apelo ao seu b u m 
senso no sentido de dar­ 
lhes o consõlo e o mila 
gre de uma cura. 
Certo de poder con­ 
tar com sua valiosa a­ 
tenção, aproveito, para 
em meu nome, assim co 
mo do legislativo desta 
cidade, reiterar-lhe me­ 
us protestos de alta es­ 
tima e consideração. 
Atenciosamente 
José Malite Neto Pre· 
sidentt: