] FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PERmRA /NO IV Redação, Oficina e Administração Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista, !) de Novembro de 1975 131-Semanário N" 184 à DIREITOS Em todo dio 10 de dezem hro transcorre mais um qno da "Declaração Universal dos Direitos Humanos", sobre o qual tanto se tem falado en· trc nós, poro, de modo indire to, ntoCJ1re111-se 01 governos do llcvoluçAo de Março de 196 i, cornn se ÍO••cmos o exemplo ele desrespeito de•sas rcgrns universais ideais. o plano in ternacional, os Partidos Comu nistas, recebendo ordens de Moscou, visam muito mnis no Chile, por motivos óbvios, cio que n nós próprios brasi­ leiros. "O desrespeito aos di­ reitos do homem , no pais vi­ zinho, chegou a ser objeto de condcnaçilo pelo senador Ken nedy, nos Estados nidos. Muitos brasileiros, con­ •idcra,los ilust rcs, pretendem conlrastur os princípios Xames. ob nenhum pretexto admi­ tir-se-á a participação do caudictato que, embo­ ra tendo ingressado no prédio dentro do horário estabelecido, deixe, por qualquer motivo, de es­ tar presente na sala respectiva antes do sinal p/ distribuição da prova. 7. O participante que f'altar u qualquer das provas ficará impedido de prosseguir no concurso. Será selecionado a­ quele que: a) satisfizer· àb exi­ gências da prova Psico­ lógica; b) obtiver a nota mínima 60 (sessenta) nas provas de Português e Matemática e 4(quaren ta) na de Datilografia. 9. Atendida essas con­ dições. e a nm de esta­ belecer as prioridades para possível aproveita­ mento, o Banco relacio­ nará os selecionados em ordem decrescente do lotai de ponto· obti­ dos. 10. O julgamento das provas terá caráter il'recorrível. 11. O Banco reser­ va-se o direito de apro­ vcllar, ou não, os sele­ cionados, obsen'ado o prazo de 12 meses. 12. A posse dos se­ lecionados ficará na de­ pendência de aprovação em exame de saúde fei­ ta por médico do Dauco 011 por ele credenciado. 13. Cumpridas as formalidades de nomea­ ção e localização, serão empossados no cargo inicial da carreira de Auxiliar de Escrita - Le­ tra "A", com vencimen­ tos mensais de CrS 2.244,00 (dois mil duzen- F. tos e quarenta e quatro cruzeiros). Antes de de­ corrido o prazo de um ano, contado a partir da data de posse, ficam impedidos de: a) p/,itcor transfawcia, resguardando-se o Ban­ co a seu critério o direi lo de removê-los; b) participar de se­ leção interna p/ a car­ reira de Escriturário 14. A inscríçilo do candidato importará em anuência implícita a fu­ tura designação (se sele cionado e nomeado) pa- ra servir em qualquer • dependência do Banco, bem como a possibilida- de de ser transferido para outro local, em qualquer tempo, durante a Yigência do contrato de trabalho. 15. Nenhum candida­ to poderá inscrever-se nem prestar provas em agência administrada por seu cônjugue ou pa­ rente até o segundo gru, ainda que o ad­ ministrador em causa não venha a participar dos trabalhos do certa­ me. Igunlmente não se­ rá localizado em agên- eia a cujo quadro per­ tPuça qualquer l'undonJ­ rio parente seu até o fiegundo gdu ou cônju- 1ti, O presente cer­ tare visa a elecionar pessoal para suprimento de vagas porventura e­ xistentes nas agências, Entretanto o llanc<> se rescreva e direito de lealizar es selecienades em u m a de suas dependências em qualquer parte do terri­ tório racional. 17. Inscrito, consíde­ rar-se-á o candidato cien te elas condições estipula­ das no presente edital. Baco do Brasil S.A. IMa Vista (MT) Augusto B. Guedes 'eto Gerente Int. Amaro Gonçalves Subgereute Int. Cites de biselos r.is te llalal fli.Ms e aleis $na 1I Tribuna da Fronteira GEISEL SATIS­ FEITO COM A IMPRENSA Brasilia, (Ada - DS) Comentando os últimos acontecimentos com re­ lação à tensão vivida na semana passada, 0 ases sor de imprensa da pre­ -;idéncia ria Hepú!Jllcu, Humberto Barreto, desta eou ontem a atitude da Imprensa como pareela de contribuição à volta do pais uu clima de tranquilidade. Em conversa iulol'­ mal, o sr. Humberto Dar­ reto classificou como "e­ xemplar o comportamen to da imprensa, que, jun tamente com a maioria dos pnlílico e com u compreensão do povo - disse permnitiu ao ira­ sll superar rápídameute uma crise e encetar o retcrno à normalidade, corno é dcsc•jo de todos". O comentário do as­ sessor de imprern;a ..-x­ p;·esBa o pensameuto do presidente Geisel p a r a quem. a respcmwbllida­ de com que os jornalis­ tas trataram o episódio da semai·a passada. so­ bretudo durante sua vi­ sita a Sã o P u u lo na auintu e sexta-feira últi­ ma ' provou que o país tem maturidade para su­ perar quaisquer situa­ ções e evitar consequên­ cias que poderiam s e r nocivas par a toda a naçãc. 'egundo assessores no Palacio do Planalto, Geisel ficou satisfeito com o apoio dos políti­ cos, o comportamento da imprensa e gratifica­ do com a compreensão do povo . >-<->G--<-- --><-<--i<-X~ i>< i>.<-X'->'<;X=><-X'>.<éX-X·->'<'·X-X·l CASA SAO ., J05E Do José Destefani Vendas só no Atacado. Coca - cola, Fanta. "Katira" Skol em lata e garrafa. Trigo Tosca 10 X 1, Que1·ozene ,Jac-a.rP. Ov:tludo Argentino, Arame Mota, Secos e :'llolbados em Geral. 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Na maioria dos ca­ ROS estão comprometido,.; os ditos jovens que acio nam esse maldito uegó­ cio. No tidas 11111/s recentes dúo-001:1 conhecimeutu ·I" que mais de Oi milhões de brasllelros são vicla­ dus, e que a maioria tles tes, na faixa etária dos 14 a 18 anos. Vejam que lástima! Umo. juventude que ca­ minha para a morte an­ tes de ter pleno conheci mento da vida! Uns, fo­ ram seduzidos por mal­ vados que os incitaram ao vicio por mero lucro, sem que usem esse ma­ Jeficio; outros, embala­ dos, pela ànsia de, ucor dados sonharem com coi­ sas maravilhosas sob o efeito do tó:::;:ice;s que os transportam a um mun­ do diferente, de mil en­ cn nlamentos, na ignorân eia naturalmente, que nis so existe todo o mal que o arrasta à rufou e tal­ vez à morte. A propósito, lembro nosso leitores desta ci­ dade, da excelent confP­ rencia sobre es e mag­ no a sunlo. feita pelo i­ lustre Dr. Se□Hur, ofici ai médico do Exército Nacional. sob os auspí­ cios do comando do 10. R.C.e M.F. Cristão, de e la Vista. levada a efeito 11 o e lu b Paro q u i a 1 11 o mês de agosto últim1o. A tão útil e meritó­ rla ação educativa , de espe ranças e ambições des­ pE:daçadul'. ele: pode com po-laA num iust1.111te com suai, palavrinhas mági­ cas . Hoi, Papai! . IA R9PISAI@L SEIO EEZETE. PESE ADVOGADO E C'RITÓRIO Rua General O ório, 825 Bela Vista Mato Grosso Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro Advogado Rua Antonio Maria Coelho - 221 Bela Vista 1lt. Dr. Pedro Palmieri Advocacia em Geral Hun 15 de Novembro li0 Fone 237 Rua 15 de Novembro, Bela Vista MT R. FOR! MURANO Médico ,' 75 - Bela Vista - i1T ====HAROLDO MEDEIROS= OAll - MIT. 1183 CPF 008-295.870 ADVOGADO Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista ilt. Dra. Maria Aparecida Zanda GrclJa Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Ralo X "Consultas com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim M. lABORAfÓRIO Of ANÃUSfS Cll!IICAS - Dr. Ciro Benhur Torres Gallo Raa Antonio Maria Coelho • 339 Fone • 2-17 Bela Vi-ta - M Bacteriologia - Bi1•quimica - Hematologia _ Parusitologia - Sorologia - Urinálise Pré - Nupcial - Pré - Natal De Ores-te Flores Eletro - domésticos. Cal­ çados, Bijouterias, Arti­ gos para o JnYet·110, ma­ las, Tecidos, presentes e uma infinidade de artigos para Embelezar o seu lar. CA A FLOHE "A Casa de Sua Economia" Rua Pilad Rebuá 5(i(i Bonito - Mt Preço deste exemplar CR$ 1,50 = = COMERCIO DE CERE 1 - UNI G Avenida Teodoro Sativa ( Perto da Ponte Internacional ) Olll = ---· " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos ·de Mãos Dadas com o AGRICULTOR- ·Órgão Independente a Serviço da [{_ •gFio'' ,Jl0 IV - Jtcl:t VJ1;ta De vez em quando se l "º"" Joruai"' 011 ,.,.. ouve prelo )l(,dio ou TV drdaruçii<-, ,k politicos que existem a retlc 111ocruti1.ado tio 110.;..:o l'a( .... O que querem e-tes senhores! 'ma redemocratização, óbviamente pressupõe a inexi­ teneiu de um si»tema demo erático no no»so País. P'ortan to na opinião deles o nos-o lafs nã, está sendo regido pelo sistema democrático, O que temos então! Uma ditadu rn militar, como cp11'ru1111 no!' classificar alguns jornalista­ estrangeiro! Mas os nos+os parlamen tos nlo foram eleitos pelo , o to ecreto do povo! . E o H'll rcsultn,ln 11:io foi rc•pcicudu integralmente, como prova um grande número de deputa dos eleito- pela oposição em todo o País'! E o• rkito< nào tem ai tieado duramente o Governo e ele erra! E o JHlO nàu tem tido nmpla lihcnlatle ,lc falar, cs rever e também criticar os roerantr-, sem ser moles do A(.:ora o 'l"e nào (• permitido é atacar, caluniar ómnente pa n J>rejudiC'nr, porque na , er da lira democracia a liberds de de uu, termina onde co 111cça o clirc-ito tio outro. Por tanto ninguém pode agir im puna.mente c.ontrn o «lirt>il? 1 não nrun tecia. Cautela com essa demo cracin totnlitária! Cautcln coru u "democracia popular" e o seu cc::ntrali:-mo dt:1nocrático!"' No governo dos homens o que importa é saber se as formula.:. doutrinárin!- pcln.:. quais se procura rt•;:cr a exis- 1encin em sociedade são ou não justas, conduzem ou não u humunidatl,· para soluçiies que neste mundo permitam mais segurança e maior felici tlude". ,. Ilojc já se pode contem piar o que é o prúticn do idcu rio !-ocialif-tn. Vemos nos países onde ee itnplnntou o cu1nunismo sociedades onde o espirito de iniciativa deixa de ser csti mulatlo, onde o esforço indi vidunl nilo encontro razão de ser, onde reina a tristeza da vitln desmoti,·ada. Estados nr mados poderosamente crn ter rn, no nr e no mnr, n:lo pn rn defesa pr6pria, os consli tuindo constante ameaça a pnz universal. Podcre; que inter vem na vida das pessoas su jeitas em todos os aspectos ao governo que lhes dá traba lho como ún1co pntr-lo, como un.1co industrial. comerciante e .senhorio e que assim tem os intCre:i.s.ndos continuumen te nas miios". Renner 'ós que mililnmos Juntos durante os pri­ ntei:·od pussos tia Trilm­ nu. qu • cruzamoH 01-1 ho­ ras mais tlificeis para o ,J ornaJ. senllmo-nos com o direito tle pedir a vo-· ce, algumas explicações. Por exemplo: ~úo enten­ demos o porque de 23 da la páglnu do jornal de 2 Nov, dedicados a um lndlvltluo que contrí­ bula, mensalmente, com cem cruzeiros pura um partido Ilegal e clandes­ tino, em nosso pais. E veja só, não entendo co­ mo um israelita pode contribuir parn uma cau sa que escraviza o seu povo, Impedindo-o de se transferil' da Russla pi Israel. Sinceramente, de coraçüo para coraçii o, n[Lo entendo o seu es­ quecimento pela passa­ gem da morte du Jorna­ lista americano Larry Allen, que militou no Brasil na Associated Press, Premio Pulitzer, que cubriu a ll Guerra, sobreviveu a oito nau­ frágios, a um tumulto em Cingapura e que foi prisioneiro dos polone­ ses e italianos; do jorna lista e poeta Murilo Me des, brasileiro e de fé­ rias em Portugal: do jornalista brasileiro e hist0riador da imprensa Carlos Rizzlni (O 1i'1ro, O J oroal e a Tipografia no Hrasil); do jornalista frances Raymond Carti­ er, cri3dor do Paris Mar tch, L'Eroque, etc; do jornalista e político bra­ sileiro Francisco Carlos e Castro Teves, ex-mi­ nistro do trabalho no Gov. Janio Quadros e que dirigiu a Noite e a Ultima Hora de P; do jornalista !rances André Catrice, criador do Le Monde. Pois .é caro Ival­ do, esse mortos ilustres putricios e estrangeiros honraram a profissão que abraçaram e com seus trabalhos contribui­ ram elevadamente para a missão de informar, para a cultura universal, para a verdadeira im­ prensa e voce pecami­ nosamete os ee:queceu. Entretano, um sujeito que contribui com cem cruzeiros mensais, para que no Brasil continue havendo os sequestros com mortes de crianças a intranquilidade nos lares. os assaltos a ban cos, a sabotagem. a con turbação da ordem, que quer destrull' essa liber­ dade que permite a voce dedicar-lhe, dois terços de uma • pagina do 'dia de Finados, voce se lem bra. Psames para voce. Pesames para o jornal. É sunplesmente lamenta vel. Outra cousa que não entendi é que durante o V !orlo ]l0U'I' ('ttnll{'().' pela alma do falecido. Qu alma'? O comunista nüo admite o privativis mo da. alma, era cou a que ele não tinha, só se era alma colel1':I, CRli:t, francamente, 11iio cnlcn­ do. Se voco sabe, por fa vor, ensine-me C680 ne­ gocio de can tur sahn:1:, para umo cousa, quo_nuo existe para o s u jei t o, que morre e se existe, é coletivo. A parto mais bonita é a que contem O conhecido Abdul­ la Sain (Pupilo) figura que provoca controvér­ sias, pois inúmeras pes­ soas ah·stam sua curas e outras duvidam das mesmas, continua rece­ bendo carias de rloentes de touo país. Inúmeras vezes publ:camos as mais diversas correspon­ dencias rccebirlas pelo Papito. Não nos move o espirito do sensacionalis­ mo, e sim, uma confronta­ ção dos fatos para que a verdade SURJA: PA­ PITO CURA? A resposta só pode ser dada pelos desesperados que bus­ cam as raizes prepara­ das pelo moderno alqui­ mista, e do resultado pelo uso das mesmas. Recentemente, Papito re cabeu do presidente ,Ja Câmara de Vereadores de Cajuru (SP), uma car ta que transcrevemos Cajuru, 29 de Aaôs­ to de 1975 Ilmo. ::lr. Abdala Sain Rua Conde de Porto Alegre nQ 10 Bela Vista , Prezado Senhor: . Conhecendo através do Jornal " Noticias Po­ pulares ",déste Estado. 0 remédio descoberto por­ V. Senhoria. e que vem curando doentes porta­ dores de câncer venho pela preseate, solicitar d_o senhor, se possiveI, o­ nentar-me com respei­ to de envio do produto o preço, e qual a manei ra mais '>imple;; de se chegar em minha cidade que dista de R i b e irüo os versos de Castro Al ves, mas está ieomple­ lt> 0111ilira111 um lrc•c·ho. e!. 11tt r,;ua lot.1lldnd,1 assim ' Senhor, Senhor l)cu dos Drf:grnçaclo,· clizeí-me i-e (• mentira tau to horror perante os cé­ us da Siberia e dos los pilais de l'siquiatr!.ª vi­ :.duhos do ,losrou . Pe:;aro amante. nos despedimo!- dizendo: írnl do! Curls !mo lrnldo! La menlúvcl. Simplecmcntc JI Jamanlável. ,, Um ox-colallorndol' / abaixo solicila11do a re­ messa das raizes. Papllo u!E,udeu. Acompaohare­ mos o desenrolar dos falos ligados no Pupilo e oportunamente fornece remos maiores dados ao leitor. Um fato torna-se evidente: Papito é .:--ioli· eia Em Tudo o Brasil. Papito Cura mesmo? , resposta virá com os resultados que dla a dia estão se confirmantlo, "alguma coisa existe, alguma cura está sendo feita, não jogaremo!:! pe­ dras, simplesmente va­ mos colocando de lado as pedras boas e no fi­ nal surgirá uma constru­ ção: Da verdade. O la­ do mau, as criticas con­ tra o bom Papito, tam­ bém vão se acumulando. para que surja na ba­ lança da justiça o veri­ dito: Papito Cura? Câmara Municipal de Cajurit E tado de ão Paulo Preto apenas 5G Km. Outrossim, devo es clarE>cer-lhe que em vir­ tude algumas pessoas. portadoras do terrivel mal, procurarem um le­ n!tivo para a doença é que apelo ao seu b u m senso no sentido de dar­ lhes o consõlo e o mila gre de uma cura. Certo de poder con­ tar com sua valiosa a­ tenção, aproveito, para em meu nome, assim co mo do legislativo desta cidade, reiterar-lhe me­ us protestos de alta es­ tima e consideração. Atenciosamente José Malite Neto Pre· sidentt: