FUNDADOR E DlflETOR RESPONSÁVEL:. - IVALDO PEREIRA 
Redução, Oficina e rdmlnistl'rtÇHo 
/NO iV 
Hua Duque de Caxias /N 
Bela Vista. 13 de Novembro de 1973 Bi-Semanário N" 15 
Comemorativas da Proclamação da República e do 
dia da Bandeira 
Solenidades cívicus 
comemorativas da Pro­ 
clamação da República 
e do dia du Bundelra. 
O Exmº Sr. Governador 
do Estudo, Dr. José Gar 
ela Neto dirigiu ao Pre­ 
feito Municipal de Bel 
Vista, o seguinte radio­ 
grnma: 
«Cuial.>á-;1lT Dr. Ru­ 
ben <ie Castro Pinto DD. 
Prefeito 11lunicipal de ne­ 
la Vista-llT. 
Conforme solicitação 
Excelentíssimo General 
CMT II Exército me foi 
transmitida Comuncluute 
da 9- Região Militar vg 
tenho prazer dirigir I­ 
lustre Prel'eito pura pe 
dir seju organizado âm­ 
bito esse município sole 
nidades cívicns comemo­ 
rativas da Proclamação 
da República e dia do 
Bandeira no próximo 
dia 15 e 19 respectiva­ 
mente particularmente 
usteamenlo Bandeira às 
12,00 horas diu 19 pt en­ 
careço ainda seja dacla 
mais ampla divulgação 
l'e!.'tividades vg inclusive 
r.ouclainação laborioso 
povo esse municipio pu­ 
ra participar mesma. 
Acôrdo ainda solicitação 
me foi dirigida na data 
e hora acima menciona­ 
da, pavilhão I acional 
deverá ser asteado si­ 
multaueumente edificios 
Públicos, resideoc!as par 
ticulares vg rua vg pra­ 
ças etc. em Jogrudouros 
em que seja assegurado 
devido respeito pt Aten­ 
ciosamente Jo:;é Garcia 
Neto / Governo Estado 
Em consequencia, 
o Prereito Dr. Ruben de 
Castro Pinto em lill'mo­ 
ruodum, à ecretárla de 
Eoucaçilo e Culturn, 
determinou: 
Deveis l'azer ciente às 
Dltetoras da'!' Escolas 
Municipais que os próxi­ 
mos feriados, dia 15 e 
1!J de Novembro deverá 
ser comemor!ldos, condi­ 
gnamtJnttl, com lodo o 
ardor cívico. 
Para tanto, a parir de 
hoje, deverão ser dadas 
aulas diárias sobre a 
proclamação da Repúbli­ 
ca, sobre u Boudt>ira 
acional. ensaiados e 
cantados todos os uius o 
Hino Nacional e o Hino 
à Bandeira; respectiva­ 
mente até o dias 15 e 
19 do corrente. 
Nos dias aprazados, 
as escolas deverão es­ 
tar devidamente prepa­ 
rudas para as cornt!rno­ 
rações da data. 
A solrnirlade em ea 
du escola constará: 
Do hasteamento da 
Bandeira, às :00 horus 
no diul5 e às 12:00 ho- 
ras no dia 19. 	"O primeiro dever do homem em sociedade 
Cantos dos Hin0s é ser útil aos membros dela; e cada um deve. 
Nacional, da Baodeirn e segundo us suas rorças físicas ou morais, admi- 
da Proclamação da Re- nistrar, em benificio da mesma, os conhecimen 
pública. 	tos ou taleutos que a natureza, a arte ou a edu 
Uma Palestra feita cação lhe prestaram. O individuo, que abrange o 
por um ot'icial do lllº bem ueral da sociedadE:, vem a ser o membro 
RC, que será designado mais 
0
distinto dela: as luzes que ele espalha tiram 
pelo Sr. Comandante do das trevas ou da ilusão aqueles que a ignorâo- 
RC., Ten-Cel. Ricardo eia precipitou no lnbiri11to da apatia. da inépcia 
Luiz Bueno Guimarães. e do engano. 'inguém mais útil pois, do que a- 
Pura estas solenirla- quele que se destina a mostrar, com evidência, os 
des será obrigatória a acontecimentos do presente e desenvolver as som 
a presença de todos os bras do futuro" (Hipólito da· Costa) 
alunos, professores e !. 	~ 
funcionários, e deveriio 
ser convidados, os pais e 
famJliures destes alunos 
os vizinhos e moradores 
elas cerca nius dus esco­ 
las. 
A Delegacia Regional ele 
Ed. e Cultura de Hcla 
Vista, foi enviada uma 
cópia do radiogramn. do 
Exm" Sr. Governador, 
para a devidas provi­ 
dencias, no setor estadu 
ai de ensino. 
Bela Vista-11IT.. 12 
de Novembro de 1975. 
Dr. Ruben de Castro 
Pio lo 
Prefeito .lunieipal 
OE$EMgL%te& 
E F!SOVEI. 
Brnsilin - O deputa 
do Ubaldo Barém, ocu 
pan1o a tl"ibunu da Cil. 
mara elos Deputados. 
lançou apelo ao presi 
·• , dignidade e a hberdade da impren a com­ 
prometem-se do momento em que elu aceita uma 
posição nncllar. Para cumprir º" seub dPYl't'P.". 
com inteira independência e, consequentemente. 
com o máximo de vantagem para o público. não 
deve entrar em aliança com estadistas no dia. [ 
nem entregar os seus permunentes interrese à 
conveniencia do poder efêmero de qualquer go­ 
verno. O primeiro dever da impreusa é obter a 
mais breve e correta compreensão dos aconteci­ 
mentos do dia e publicando-os in.,ediatament~ 
1 
torna-lo~ uma propriedade comum da unção I 
(Robert Lowe. do " The Times " ) 
Um auxilio na or­ 
dem de crs :mu mil 
cruzeiros ú Pref Pilun 
daquela cidade foi soli­ 
citado µelo deputado 
Rooald A!banne. O re­ 
presectante corumbaense 
inrormu que üquela irn- 
dente Ernesto Geisel no 
sentido que delermiue 
estudos visando a elabo 
ração de um programa 
de desenvolvimento da 
portancia tem objetivo 
dar condições à adminis 
tração. determinar repu­ 
ro de estrada municipais 
c-om a cont1truçiio ele 
pontes a Iim de que não 
haja prejuízos na vida 
f'Conômica do .lun;cipio. 
regrno fronteiriça entre 
Mato Grosso e a vizinha 
República do Paraguai. 
Justificando sua solicita 
cão, alegou o deputado 
Ubaldo Barém. que ague 
la vasta ár_ea, de sig-nil'i 
cativa importancia para 
o pais, de há muito. vem1 
se ressentindo de maio 
res atenções e de um 
melhor tratamento [)OI' 
parte do go,·erno l'erleral 
no sentido de ativar o 
seu progresso e de a jus 
tá-la ao desenvolvimen 
to nacional. 
o, Jantares d:::;~u=- ft=~=li=bS=~=;=ft=;fl=el=al]=;=i=s~=ª 
0
=
0
=Es=~a~;~
0
:s=e_n~d=o:=R=ea=li=za=d=o=s =r=1a=====;r 
~ Ao Lado da Estação Rodoviária. Sabt>m Porque'? P•·-lo Ótimo Atendimento. 
Churrascos de Primeira. Ambiente Seleto. Enfim. • Ã Churrascaria do Gaúcho " 
1 
É Restaurante • Classe A " . . . Leve Sua Familia e Comprove . . . Gaúcho Atende Aem ...

'Tribuna da Fronteira 
ela Vista Mt 
1.3 de Novembro de 197 
BANCO DO BRASIL S. A. 
O llanco Llo BrnHil 
• A. faz saber que, de 
21/11/7» u 28/11/7, e8- 
tarilo abertas um suu a­ 
ênciu desta cidade, nu 
lua Guia Lopes n" 917 
de segundu u sexta-feira, 
uns 7:00 horas à 12:00 
boms, us luscrlçõeH P/ 
u seleção acima, a rea­ 
lizar-se a cidade de 
Guia LopeH du Lcgunu­ 
MT, em data, horáric> e 
local que serão oportu­ 
uamente anunciados. 
Seleção de Auxiliar de Esrita 
servir em qualquer par­ 
le do terrllól'io 1111clonal; 
e) entregue dois re­ 
tmtos l"CCl'Jltes, iguaill, 
de tamanho 3x4, llradoi­ 
de !'rente. 
A seleçllo constará 
das seguintes provns: 
Psicológica, Porlu- 
guêH, ilatemútica, Duli­ 
lografia! 
4. As provas de Por­ 
tugués e Matemática se- 
1·úo do tipo objetivo. O­ 
brigatório o uso de tin­ 
ta ele cor azul em cane­ 
tu-liuteiro ou es[erográ­ 
fica e lápis prlto nº· 2. 
2. A lnscrlç!1> deve­ 
rá ser solicitudu pessoal 
mente pelo candidato 
(vedtlla a particlpaçüo 
de i11 termediúrlo) e será 
deferida àquele que, mu­ 
nido de documento de 
idemidade, .sallsYaça às 
seguintes exigência : 
a) tenhu, à data do 
término clns inscrições, 
idade minima de 18 a­ 
nos completos e máxima 
de anos incompletos; 
b) pugne a taxa de 
inscrição de Cr.550,C0 
( cinquenta cruzeiros) 
e) apresente: 
1) ( se do exo mas­ 
culino) -<:ertHicudo de 
alistamento militar, ou 
de reservistu, ou de dis­ 
pensa dP incorporação, 
ou de isenção do servi­ 
ço militar. ou, ainda 
carteira de idenlidude 
do Mini tório do Exérei­ 
to, ou do ;liuislério da 
Marinha ou do ilínis­ 
tério da Aeronáutica. 
Quando se tratar de 
militar incorporado, ofi­ 
cio do comandanta per­ 
milincto a Inscrição. 
ll) certificado ou his­ 
tót ico escolar ( com fir­ 
mu. reconhecida) de coo 
elusão do primeiro ciclo: 
curso ginasial ou equi­ 
valente, expedido por 
estabelecimento de ensi­ 
no oficial ou reco1aheci­ 
do, ou documento que 
comprove nivel de esco­ 
laridade mflis alto: 
lll) prova de nutura­ 
lização, se não for bra­ 
sileiro nato; 
d) firme termo de 
C"lmpromlsso em que a­ 
ceite designaçã-à para 
em ordem decrescente 
do lolul de pontos obti­ 
dos. 
eia a cujo quadro per­ 
teça qualquer funcioná­ 
rio parente seu até o 
segundo gráu ou cônju­ 
,iulg-arneuto 
+, gue. 
das provah terá cara er 
irrecorrivel. 	!li. O presente cer- 
11. O Banco resl'l'- tatue visa u 8elecionur 
va-se o direito de apro- pessoal para ·uprlmento 
veilur, ou não, os sele- de vagas porventura e- Atende-e a Domicilio 
eionados, observado o xistentes nas agências. Femos Orçamento cm 
prazo de 12 meses. Entretanto o Bane<> se Comprorn,-,o. 
reserva o direito de lealizar os 
selecionados em u ma de 
suas dependências em 
qualquer parte do terri­ 
tório cacic-nal. 
10. O 
I PEÇARI 
MODElllR 
12. A posse dos se­ 
ll'ciouados ficará na de­ 
pendôncia de aprovação 
em exame de saúde rei­ 
ta por médico do Bouco 
011 por ele credenciado. 
13. Cumpridas as 
formalidades de nomeu­ 
ção e localização, serão 
empossados no cargo 
inicial da carreiro de 
Auxiliar de Escrita - Le­ 
tra "A", com vencimen­ 
to1> mensais de CrS 
2.244,00 (dois mil duzec- F. 
tos e quarenta e quatro 
rruzeiros). Antes de de­ 
corrido o prazo de um 
ano, contado a partir da 
data de posse, ficam 
impedidos de: 
a) pl,•itcor trimsfcrwcia, 
re guardando-se o Ran­ 
co a seu critério o direi 
to de removê-lo ·: 
b) participar de se­ 
leção internu p/ a car­ 
reira de Escriturário 
14. A inscrição do 
candidato importará em 
anuência implícita a fu­ 
tura designação (se sele 
cionado e nomeado) pa- 
ra servir em qualquer 
dependência do Banco, 
bem como a possibilida- 
de de ser transferido 
para outro local, em 
qualquer tempo, durante 
a vigência do contrato 
do trabalho. 
5. A prova de Dali­ 
logrnl'ia será feita em 
máquinas romecldas pe­ 
lo Bunco. 
G. Para cada prova 
haverá apenus uma cha­ 
mada. Sómente será 
permitido o ingress•• no 
précho onde se realiza­ 
rão as provas do candi­ 
dato que se apresentar 
com antecedência mini­ 
ma ele Trinta Minutos 
da hora marrada para 
início do exames. ob 
nenhum pretexto admi­ 
tir-se-á a parllcipaçào 
cio candictato que, embo­ 
ra tendo ingressado no 
prédio dentro do horário 
.estabelecido, deixe. por 
qualquer motivo, de es- 
tar presente na sala 
respectiva antes do sinal 
p/ distribuição da prova. 
i. O participante que 
l'altnr a qualquer das 
provas ficará impedido 
de prosseguir 110 concurso. 
'erá selecioriado a­ 
quele que: 
a) satisfizer às exi­ 
gênciai; da prova Psico­ 
lógica; 
b) obtiver a nota 
minima Gll (sessenta) nas 
provas de Português e 
1IatemáUca e 4(quaren 
ta) na de Datilografia. 
9. Atendida mas con­ 
dições. e a fim de esta­ 
belecer as prioridades 
para possíve1 aproveita­ 
mento, o Banco relacio­ 
nará os selecionados 
15. Jenhum candida­ 
to poderá inscrever-se 
nem prestar provas em 
agência .administrada 
por seu cônjugue ou pa­ 
rente até o segundo 
gr,m, ainda que o ad­ 
ministrador em causa 
nüo venha a participar 
dos trabalhos do certa­ 
me. Igualmente não se­ 
rá localizado em agên- 
17. Inscrito, conside­ 
rar-se-á o candidato cien 
te das condições estipula­ 
das no presente edital. 
fürnco do Br:u,il S.A. 
Bela Vista (MT) 
Augusto B. Guedes 
1
eto 
Gerente Int. 
Amuro Gooçal ves 
Subgerente Int. 
Cites te (aanels 
rties te latal 
folhinhas e 
Calendários na 1SI 
Tribuna da Fronteira 
de Juarez Rodrigues 
Trabalhamos com pertey 
çJo pura conUnuurrno 
a ser o modelo no ra­ 
IUCJ de tupeçarlu" 
Reforma qualquer tipo 
de móveis, Estofados, Co! 
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Jerep, e estofamentos de veíu 
lo- em geral, 
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Ue On:>le Flore:, 
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para Embelezar o 
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Bonito 
i'>.:(;;:,.c-::;,::-,>.<:~ ~ ~ -*;:ec-~ ->.,<:;;:,;;c~ !>.i(-::,f,(-, 
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! ve haver um ou mais postos do Mobral ~ 
~ Caso não exi t • d 	~ 
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K 	j 
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JOSE 
De José Destefanl 
Vendas só no Atacado. 
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Ovalado Argentino, Arame Mota, Secos e Molhados ~m G oz~ne acaré, Arame 
Vendemos tambénu o Olee tais preferido da legião, O Famoso Óleo Mara-soja "o o1, 4'- 
" Casa da 'Tradição" 	toma de as que «be s que quer. 
A. venida E de Dezembro 164 Jardim 
MT.

'Tribuna da Frontelrn 
NOVA EMPRESII 
SUBSTITUI li ICIRMIT 
u 
Cuiabá, - A Jssoci 
ação de Crédito e Assis 
tênclu Rural de Mato 
Grosso - ACARMAT - 
,mrá substltulda por uma 
nova orgauizuçüo empe­ 
sarial, a Empresa de As- 
sis(énc.:ia Técnica e Ex­ 
tenrião Rurnl cio Estudo 
de Mato Grosso - Ema 
terilAT. A dechiào está 
contícla em lei upro.ada 
pela Assembléia Legisla­ 
tlvu, que acaba elo ~er 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Bi-Semanário fundado em 25/2/72) 
legistro no Cartório de Titulos e Documentos n,o 16 
Propriedade ela Empresa Grál'ica Tribuna da 
Fronteirn 
CGC 0320126/0001- In-crio Estadual 13059232-3 
Diretor: Maria Estela V. l'cr,·ira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe• lvaldo Pereira 
COLABOHADOHE::i: 
Adalberto I. de anr'A 01111 
José Joaquim E. souto 
Dr. Haroldo Medeiros 
Euripides Ferreira 
OrlCINAS 
Gerente - ilsen Silva antes 
l:'llPRESSÃO • Aniceto Atlair <chefe) - Luiz tarlos ( ,m.) 
COMPOSIÇÃO - 7ao Cales 'lazauez, agi Gazice 
QUilsn ô. Data. Qerge ]. 'pura e @dr Ribeie 
As opiniões emitida- nos urtigo-s assinados no represen­ 
tam o ponto de vista do jornal. podendo nt(· Fcr l'Onl rúri111- 
a êste, A opinião do jornal, cha-se expressa nos Editoriais 
te nos comentários não as-ina.los 
Assinnturu A11uul: B,·la  i-la - IJ0.00 
Outro, :.',lunicipios - 100,00 
Redação, Administmçü.o e Oficinas: 
lua Duque de Caxias s/n Bela Vi- Mato Gros+o 
(l'crlo do Colé!!io Cn,tclo llrnnco) 
sat1clonada pelo governa 
dor Garclu Neto, autorl­ 
zaudo a crluç:lo da uova 
empresa púbU<·a. ~er{•. i­ 
gualmente vl11c11lada , 
·ecretaria de Agl'icultu­ 
rn. com pc>rso:ialldade ju­ 
rirllr.a e direito privado, 
patrimônio próprio, auto­ 
nomia udministrnliva e 
l'inauceir.i. 
, Ematoi· terJ sede 
e foro na Capital do Es 
tudo e jurisdição em to­ 
do o território matogros­ 
,:;euse, podendo • por deli- 
beração da Uiretol'ia 
Exeeutíva estabelece,· 
órgãos I eglonais e muni 
cipais. 
Objetivos 
Entre outros, a Em­ 
presa. de . ssístencia Té­ 
c11icu P Extensão Rural 
de 'lato Grosso terá es­ 
tes 11bjetivos: colabornr 
com os órgãos competen 
tes da 'ecrntaria de A­ 
gricultura e do Ministéri 
o da Agricultura na for­ 
mulação e execução das 
.politicas de assistência 
técnica e extf müo rnml; 
planejar, coorrlenar e e­ 
xecutar programas de as­ 
sistência técniea e exten 
são rural. visando a ,fi­ 
fusão ele conllecimentos 
de natureza (écrdca, eco 
nõrnicu e social, para au­ 
rnenco da produção e pro 
dutividarle 1,w·ícolu ê a 
melboria dar: coudieücs 
de vida uo meio rural 
matorossense, de acor­ 
do com a' polilicali dr, 
ação dos governos esta­ 
dual e federal. 
Capital 
O capll1l inicial da 
Ematn ,;erú represent:1- 
do peJ,, valo1· tia incor­ 
poração dos bens móve­ 
l· e lmóvei'1 de prnprie­ 
<lade do Governo Esta­ 
dual sob a arl'lli11lstra­ 
ç:io d1, !:iecretárIa de .­ 
gricultura. no montante 
e na forma a Ilerem es­ 
tabelecidos por alo rio 
Poder Executivo. 
. lei qur autoriza a 
instituição da Emater. 
.-specifica tamllém uma 
série de foutes que a 
prnveriio dos recun;os 
necessários ao cumpri­ 
mento de sua f:nalidade. 
In:-.lalação 
A Fmater será re­ 
gida pela lt'i :Uiü:!, de 
3 de uovembro ne In75 . 
que lhe clã exi-;tê11cia. 
pdos est,_; lutos a se!'ern 
&provados por de-ereto 
do Poder Executivo e, 
sub idiuriamente. p~lus 
norma de direito apli­ 
cáveis. 
Quanto um eatatu­ 
tos, o Poder Executivo 
os expelirá nos próxi­ 
mo }) dias e o decreto 
que os uprovar, fixar 
também u data de insta­ 
lação da Empresa de 
Assistéueina Técnica e 
Exleni.i1o Hur:d uc ,l'I'. 
fnstalada. a Emater 
absorver1 o acervo fisi­ 
co, técnico e administra­ 
tivo, bem como os sal­ 
dos renwnescenks <h 
Acarmat, assumido em 
contrapartida 1H:U cnc·aI· 
gos trnb:1lhi!,tas. 
#IACnaç:.2 
7EPJT3J 
a!qE 
ADVOGADO 
GSC'RlTÓRIO Rua General Osório, 825 
Bela Vista 
i 
iluto Grosso 
Dr. l{ésio Loureiro Pinheiro 
Advogado 
Rua Antonio Maria Coelho 
Bela Vista .iIt. 
221 
Dr. Pedro Palmieri 
Advocacia em Geral 
Rua 15 ele No, .. mhro 170 Font, :?:H B,·ln 'isra ,1T 
DR. flORI MUR!I O 
Médico 
Rua 15 de Novembro, 75 - Bela Vista - ilT 
-HAPOLDO MEDEIROS==== 
AüOGADO 
OAB • .'1T. ll83 
CPF 011/1-29.:i.Bí0 
Rua 15 de No,·embro 177 - I3ela Vista )ll. 
Dra.- Maria Aparecida 
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O dou to pediu tria Prótese em geral - Rafo X 
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Cirella 
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Rua Antonio !:,ria Co..-lho - 339 
Fone - 2-17 Bela Mi-ta M 
Bacteriologia - Bi<•química - Hemat(llogia 
Parasitologia - Sorologia - Urioálise 
Pré - Nupcial - Pr~ - Natal 
Apoiado no artigo 
306 do Regimento inter 
no do Poder LegiH!ath" 
requeil'o à ~!esa, OUYi 
d, o Plenário, seja en 
caminlndo expedic11te 
indicatório ao Exmo. r. 
Governador do Estado. 
com cúrias para os 
Exm""s. Sr"s. Diretor Ge 
ral da Dermat. cnm sede 
·m Cuiabá, be;na e0Iro 
ao Diretor do Dermat 
em Campo Granr!~. l11di 
cando a converdPncia de 
e!ut;ar estudos vi:an.lo 
reparo nus pontes dos 
Rios Palmeiras e Pirapu 
tanga nas localidades rio 
mesmos nome . 
Sala das Sessões. 31 
de <>utubro de 1s75 
Justificação 
, estrada que de 
manda Aquidauana com 
passagem por Palmeira 
e Praputanga além óo 
seu mau estado de con 
servação. ainda e tá com 
3!.' suas ponies eaiod0 
sem que uem uma aulo 
ridade nem Municipal e 
nem Estadual assumi,;,-p 
a responsdbiliàade pala 
sua conservação ficando 
aquele!.' l.Jabiwnteti l"t' 
] gionais sem as assisten 
cius dos porlere::: collsti 
tuidos. e huje. Piraputa11 
ga, Comlssio e Palmeira 
um!!. região exceocial 
mente agricola depende 
do de estrada pelo me 
nos patrolada. • 
Diante do e'-:postn 
solicito ao Governador 
que dete!'mine no Der 
mat a us!<umir a respon 
sabilidade da conser,·a 
ção da estrada rel'ericl::i. 
as) Deputado Henrique 
Freitas. 
Líder da Banca<fa.

'l'rih1111a d11 F1·ontPlra 
Jutonio Machado a 11 t' A ll 11 a 
li 
I' 
l; 
;, 
i 
1 
4 
rp(,.., lc·r 111urrlnz 1·rônÍt·U 
de um "civilizado" colega da 
Guanabara sobre os pequenos 
jornais lo interior, afirmando 
que eles pararam no tempo t' 
no t"t-flll'-(O, 11lo 1u·ommnh_uu1lo 
o urale "ru.l" da cidade 
que_correu drenai- cm lua 
, u futuro entendemos de Ih,· 
dar o de, hlu trot·o. Ni1u COII• 
(•ortlnmo.i t·om u'u Hnlrn H'• 
quer do alegado, pois sempre 
temos os jornais dentro cio 
momento exato que a cidade 
, i, e. Mu i I a e n te fala, 
mas desconhece por completo, 
o <)Ili' é 1111111 rc1lu~1)0 nu II nfi 
eina, impressão e remes-a, 
11n p111 lr tl•t•nl<'n ,lu Ícilua. 
'ào .11b,· "º"'" é difkil con· 
eguir o equilíbrio, ante o 
vultoso capital empregado e a 
puucn rt'nluhilid111 , •. 
ll011't' época que certos 
~iburitu:-, criti,.:u,1rn1-- Uc nu·rn 
tijela, alegavam que "vida boa 
(, n do jornnli,rn', 111al <ulitn• 
do ,,uc.• n mniorin. por longo 
tempo, YÍ't .. U up,·n~h ,lo i,lca· 
lismo, mal paga, tendo outros 
.. hicoo1." poi~ o jornal nüo po· 
diu, muitas vezes, quer pa­ 
gar o alugel da casa onde 
estava redação. Eram os 
tempos radiosos da boemia. 
tio .. ,ult•' tln métliu com pà·, 
t' mnntdgn; tln cnrtu no nlfniace 
011 no dono da casa de calt;n 
do:-, para o fornecimento dt• 
roupa e 1mpato, n troco de 
uuúucio. O nosso colega He­ 
lio Carvalho de Castro, em 
aborosa crônica coutou que, 
llO ~cu lctnuo. Ul5 30 UllO-l 
utr.í., tinhn Ô muior ortlcnado 
la época.... só que nào rcct!· 
bi·,! 
de que a voragem _,lo, ,lc,a· 
certo, muito+ jornais dreapa· 
revera, alguns me»mo tradiei­ 
unais, como_o "orreio Baulis 
tano". em São Paulo -- "Cor­ 
n·iu da Manh" e ·O Jornal· 
no Hiu. 
llojl', u111a linulipo ru, 
tn 1111111 fortuna. E111 191;1 
quanclo 1liri~ía111u, • A Taril, .. , 
cm Hiheirào Preto, pagamo 
58 contos (58 ,·ru1.t'iros ol1rni-l 
c.·m prc.•,-.t1u;t•t•o1 dt• l l'Onto ,lt· 
rei, mensais, com entrada «de 
10 o/o, lloj,· 11111a .5. d1• npc 
na.: Ulll 111:t 
1a1.it1t• 1t'l11 O prt.• 
-.;o tlt• uma t;, ... u. Uma impr~ ... 
som 'l"" rnli,1 d,· '25 u :iO 
ron10.t., ,ale.· l'l"lltt."1111~ de 111i 
lhares de cruzeiros; a clicle 
ria, u 1unntn~t•m de rc<la,;iio, 
maquinário, tclt.·íonr, nparclho-. 
rcccptnrc-., , ekulo~ p/ rt!por 
1n~t•m, p,uu. entn•:,::n ctr. e 
quem e atrever a montar, 
mesmo modestamente, um dii 
rio, tt·ní eh· 1·on .. t·~nir c,1pitul 
nn onlt•m 1n(nimn de um 
milhào de cru,~iro, e, oll1c 
li,, 1nixuruc11. 
E mutcrial humano'! cu· 
tuo manter redutorc.; hun:-. rte 
nãc- h:, --ulário compc-n .. nclor. 
O t,•to mlnimu, hoje (• de ma 
is de L.000 C"ruzciro s, assim 
m~ .. mo para. l horn,. A"' ofid 
nas devoram orçamentos, há o 
INPS 1111r ll''n parte de kào 
há o aluguel, luz, :Í:?,UO, tclcío 
nc (lo,·ul ,, i11tl.'rurlm110), rnln. 
sch,, br1rb!lntt·. zinco pi clichê, 
ácllln~ t• mntcrinl de gravura 
e principalmente papel. egun 
.lo um c.Uculo, pt)r baixo, um 
diário de 03 páginas, na hnci• 
a das almas, com tiragem bai- 
xn. poi• nnnr-n nrin~c n tini-. 
111il cxcmplarc:; n não ser na­ 
:,:rondes c,Ua<lc:l, e n::-!-im me~• 
mo, cabeças de rc:,:iào, onde 
,·ào n cinco mil nu pouco ma 
i..:.. a despesa mínima, npertun 
cln nqui e ali, conseguindo u­ 
nu mãozinha tle um ou de ou 
tro cololiorodor, não fica por 
menos de 300.000 cruzeiro•. E 
lluj,·, o jurnr.l é cmprc• 
,-.n. Tem cn,prcs!,rio•rc.i.pon::.á• 
vel que curte sérias apreensões 
e 11inguén1 111'ÍJ., nn redução 
ou nns oficinas (monu,!ntc nu. 
eu f, i tu 1) Sl' compros como 
"vale", mas está registrado, 
tem cadancln ele 1ralialho. 
faz parte do sindicato. Vereia- 
como obtê-los, é tarefa que ó 
Ucu• -ahr. , . 
E111tlu {· f.,c-il. l11i10 f:'1- 
dl 11u•p11110, hohorini<·ar JH'la.: 
e+quinas, criticar, acoimar de 
ruttn, achar que a iprena 
do interior não está cupr 
,lo a 1ni.,,,:1n, qut• ,l e , t' 
sentar a pua o prefeito, 
110 trân"itu, no ,·u-to de vida, 
l'll', 
Mas experimente o fala­ 
,lor ~entur•:-t.• t•m torno do e 
t-n t• t•.,cn·, rr! Exp1•ri111entt• to .. 
11111r conta de um jornal. <.'OU· 
,q•~uir publidda,lt•. m:ullê • ln 
, vivo, utrar-ntc <' utuantr! 
Fuzcr pa.i.tcl, pào, arroz 
t" feijão é ato mecânico, ba­ 
ta misturar ingredinetes, lo 
há .,-~rctlo. :"iào dt111undu l'nl 
rura, 11r111 i~tt·l!,f!l·r1t·_iu. ,pt•· 
nas ob-ervaçao. E rotina. Mas­ 
fazer jornal, meu amigo, de­ 
murub ct1tudo, nnornçào, inte• 
rl'.,!iõe, !?º"'º• 111t•m6rin - prin 
cipalente amor pela coisa do 
contrario poilt•ra .. er uma Hl· 
nticlndc prêmio i'ioliel d,: Fl,ica 
Química e até Literatura, mas 
na hora de fazer uma louduzi 
nha a toa é aquela água. Bota 
papel nu n1.íquina. e~c.·re,e. ri,.. 
l'ª nrnhn tirando e Jo:,.:undo fora. 
Vimos muito disso em mais 
de 50 ano, de batente. Tal e 
'j"ªI aque!t· fahulo;o nd, ll~II­ 
< o, em grande cidade (lo inte 
riur. llllc .. é, da,a parccerc!-, 
poi• nunt·a falnra ('f11 júri ou 
em comícin. Era um crjnio. 
tnns não era orador 
Devemos, assim, encarar 
o jornal do intt'ri,1r como t:s· 
forço tremendo. uma vontade 
in-.upitáH:l ele con1unicar. 11111 
sncriHcio diário t!c quem o 
fu,_ 
Apenas is-o. E depois, em 
cxnme de con~ciência, fur:l a 
:-un nuto•crhica: ni.sinu o jur• 
11al ou apenas filu n leituru 
cm bar. clulie ou p,·clc cm­ 
prcsu•do d~ vizinho. 
( Folha de, Dourados ) 
Hua: ,nl1111io :faria Coelho •• J23 • Lo 
audar, Fon<' Ik-.i<l1•1wia: ·1--J:--;g;, 
Mato Gro--0 
Gra11<lc 
A Estado de Mato 
Grosso é o de maior 
crcscimt-nto demográfico 
do País {G¾ na àécada 
de 19GO/í0) com exce­ 
ção de Brasilla . E divi­ 
dida em <1 micro-regiões 
amazônica, cerrados e 
chapadões, pantanal e 
campos limpos. De 658 
mil hectares cultivnrlos 
em 1970, paPsou a :,4í4 
milhão este ano, o que 
é muito poucl) (1% da 
área total, quando a mé 
dia nacional é de 4%). 
Um entrave ério 
ao desenvolvimento tia 
agricultura é a escassez 
de ·t!meutes, mas u Se­ 
cretaria da Agrku!turn 
do Estado pretende al­ 
cançar u autosufüiência 
nesse insumo até 19í8. 
Os fi-rtilizantes ó são 
utilizado no sul do Es­ 
tado, enquanto em ou­ 
tras regiõe o que se 
observa é a simple in­ 
corporação de novas á­ 
rea de cultura. A arma­ 
zenagem é. igualmente. 
problema: há, por exem­ 
plo, a.ices idade de esto­ 
car 1,062 milhão ele tone 
!adas para arroz mas a 
capacidade é de' avenas 
120 
mil .- Secretll.ria 
quer ampliar essa capa­ 
cidade para pelo menos 
900 mil toneladaR, até 
l!)í8. 
O Estado vê com a 
maior <>xpec11lliva a im­ 
plantação dos programas 
especiais, como o Pola­ 
mazünia, Polocentro, Pro 
lepan e o de Grande 
D1urados. 
Hi um progrnrna de 
revigoramento dos cafe­ 
zais, prevendo-se 57 mí­ 
lhõ~s. de covas. A Secre 
turia da Agricultura a­ 
nunciou a formação do 
cinturão-verde em Cuia­ 
bá e a implantação de 
centrais de ababtecirnen­ 
to na Capital e em Cam 
pt• Grande. 
O setor do crédito 
enfrenta grave problema: 
funcionários eiapecializa­ 
dos do Banco do Brasil 
principal agente financei 
ro - costumam trans[erir­ 
de para P logo que 
cumprem seu tempo em 
cidades de MT. Muitas 
vezes, segundo se apu­ 
rou , há agências sem 
ronuiçõe de trabalhO 
por falta de pessoal ex­ 
pPt·iente. o que dificulta 
a concessão de financia­ 
mentos. 
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j 	" 
h em Geral. 
j Av. Duque de Caxias, 606 X PARA RECEBER 
..''.:" "ire 
ASSUNÇÃO, AFP 
Os funcionários oficiais 
cameçaram a coordenar 
aqui os atos que se efe­ 
tuarão em homenagem 
ao presidente Ernesto 
Geisel do Bruil, quem 
visitará o Paraguai nos 
primeiros dias de dezem 
bro próximo. Adianta-se 
que Geisel e o presiden­ 
te parnguaio anfitrião. 
general Alfedro Stroes­ 
sner firmarão urna de­ 
claraçào conjunta p/ re­ 
sumir os resultudos de 
sunTS conversações. A 
vi;;ita oficial t!e Geisel. 
a primeira de num man­ 
datirio brasileiro a As­ 
sunção em mais de qua­ 
renta anos. se produzfrá 
entre o!' aias dois e 
quatro de deumbro. O 
presi•leute GPisel será 
declarado hóspede ofici- 
al do governo e recebe­ 
rá a mais alta distinção 
do Paraguai, o Colar 
··.::•rechal Francisco So­ 
lano Lopes" da Ordem 
:--acional do :íé,:-itQ. O,; 
preparativos aão reitos 
em coordenação com a 
embaixada do Brasil em 
Assunção. Não obstante. 
após as conver,aaçõe8 
com Geisel, espera-se 
que o presidente Stroes­ 
sner visite oficialmente 
a Montevideu accedendo 
a um convite especial 
de seu colega uruguaio 
Juan Maria Bordaberry. 
Os especialistas conside­ 
ram que esta visita só­ 
mente serú po$sivel no 
primeil'os me ·es tJe 197G. 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Ga olina 
Ane 'O: J ,auchonek 
l Avenida ViE;conde de Taunay Esquina Floria 
no Ptlixoto 
Perto do Clunco do llra•il 
Guia Lopes da Laguna 	i[ t. 
Para seu beuifici0 e 
pai a o progress J de nos­ 
a comunidade, conside­ 
re que: 
1- A fila é constitui­ 
ção universal e demo­ 
crática. Furar a fila é si 
nal de desrespeito ao 
próximo. provoca briga 
e mal estar. rm11nhã, o 
preju•licado poderá ser. 
você ... 
2- Quem obedece a de 
limitação dP idade, indi­ 
cada pela Censura Ofici­ 
al (impróprio até i0, 14 
e· 18 ano ) ob. erva uma 
lei muito sensata, além 
de não aborrecer o por­ 
teiro e no t'inul de con­ 
tas u si mesmo. 
3- Reservar cadeiras, 
nilo numeradas, é a t o 
destitwdo de qualquer 
fundamento ju:-idico. A 
cadeira é sua, depois de 
ocupada. 
4- Quem uão q u izer 
importunar os outros e 
tiver a intenção de com­ 
preender o filme, con­ 
vem adquirir o hábitG de 
assistir o filme desde o 
inicio. Chegar atrazado 
É doença crônica de mui 
ta gente. 
5- Quem não qttizer 
1mportunar os outros, de 
ve tambem sómente se 
levantar quando a pala­ 
vra "FIM aparecer na 
tela, respeite o direito 
dos outros assistirem o 
fll:ne até n fim. 
G - Os µombinhos de 
rot-1 os , próximos, l'icam 
bem em praças f1
1>ridas, 
em tarde primaveril, mas 
no cinema, for:nam uma 
barrt:ira ineomôda ... e coi 
tado tio visinho de trás. 
7 - Não adianta culpar 
o dono ela sala nem se 
vingar do mesmo c o m 
e trago mt1teriais, se o 
filme fôr fraco ou desa­ 
gradar, procurn informar 
se préviamente, jun_to a 
fontes credencindas sô­ 
bre o valor dos filmes. 
- É perfeitamente in 
dispensável fazer-se fun­ 
do sonóro extra, com 
tosse forçada ao pigar­ 
ro im:ig•nário, ou dando 
risadas, porque o filme 
já tem fundo musical a­ 
propria do. 
9 - Quem fica falando 
em altas vozes na sala 
de espera do cinen:a. du 
raute a projeção, inco­ 
moda e revela primaris­ 
mo civilidade. 
10- Discutir o 'filme e 
analisa-lo é hábito salu­ 
tar, que revela cultura e 
inteligência, mas faze-lo 
durante a projeção é. 
por mttitos e óhvios. ino­ 
portuno. 
(gentileza Rubem José Pereira 
Tio Mateba 
Declaração 
Higino Alves Machado 
pecuarista do mt:aicipio 
de Porto :Iurtinbo, ins­ 
crito sob n 550095 de­ 
clara ter perdido um ta­ 
J.iio de nota fiscal do 
produtor modelo 4 n 
68!025 '030 Publicação p' 
requerer novo talão. 
"Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR 
Avenida Teodoro SaHva ( Perto da Ponte Internacional )

Estava muito feliz e confia:ute, por conside 
rur-e representante du  S) em nossa cidade, 
Isso por ter sido confirmado pelo sr, Gabi. que 
possuiu amplos poderes para a nomeação. Viajei 
pura Suo Paulo, onde fui estagiar, e na volta, 
fui proeurado pelo sr. Uabi que deixou patente 
a impossibilidade de minha nomeação por não 
possuir prédio próprio "em Bela Vista ( isso cio 
acNdo CO::!t informações rccclJiJus da Chefia Ge 
rnal). Senti como quulquer um sentiria, o desmo­ 
ronamento de nossos desejos, mas sou um ho­ 
mem de lula, vim para Bela Vista eomo gerente 
clus CasaR Pernuml.Jucunus, onde trabalhei por 
muitas dezenas de anos, e deixei tudo para Ii­ 
xar residência aqui nu Princeza do ,pa. Povo 
amigo e acolhodor, nu hora em que c1 sorte dei­ 
xou de sorrir-me, apoiou-me, o duR cinzns, Iévun 
ti para edificar uma construção sólida, visando 
servir este povo bom e caridoso. Quanto ao " e­ 
pisódio VASP", desejo ao novo agente UCESSO. 
Mas era necessário uma expllcuçilo, pois "ulgu­ 
mn coiHa, em nlgum lugar, não acontect!U como 
deveria ter acontecido" ... 111,is •.• Pura Cima e Para 
o Alto. lleus sincerot! ngracieclmentos aos amigos 
que continuam a dar um voto ele apolo ao Gas­ 
co. Em tempo: O Bar L'inelundiu (vizinho ao Ci­ 
ne Silo CrlRtóvüo está agora sob minha direção. 
Lá o cnlor humano é nossa principal merc.idori:i. 
. Ernando Francisco Gasco 
Arlindo Azeredo 
O llomcm é um mis­ 
tério; é a grandeza e é 
a miséria. Seu corpo e 
uma dus grandes rn11ra­ 
vilhas da criação com 
toda a perft!ição de se­ 
us mec.;anlsmc,s. 
Com sua inteligêu­ 
cla e voularlo o llomem 
domina o mundo e pede 
amar, criando lai,:r,s ele 
lom e serviço mútuo 
em torno de si. 
l'or outro lado, o 
nossu corpo é frágil. 
Quantas coisus pode pro 
voem: uma pequena fe­ 
bre que nos deixa pros­ 
trados. 
Com a nossa inteli­ 
gênciu e vontade cria­ 
mos problemas, vivemos 
momentos de incerteza. 
de nngúslia. de apreen- 
E E 
«TRIBUNA» vai bem 
tlim senhor; construirá 
em breve sua sede pró­ 
pria, recebera novas 
máquinas; cumpre seu 
papel de «Imprensa Ho­ 
nesta e progressista; 
contribui de ruaneira sa­ 
lutar p o desenvolvi­ 
mento dt> He!u Vista; 
possui um quadro de 
funcionários composto 
uu maioria de jovens 
belavistenses «9 Funcio­ 
núri::s». Traballrn em 
pró! das boas causas, 
enfim, como diz o lbrn­ 
hin ..... "Os cães ladram, 
a caravana passa" 
: ­ 
Comissão do Mobral 
em soleuidade realizada 
no Clube Paroquial, en­ 
cerrou suas atividades 
no corrente ano com 
entrega de e;ertificados 
aos que concluh'am u 
curso. O Mobral de nos­ 
sa cidade é dirigido pe­ 
la dinilmica Maria Rita 
iIurano Garcia, uma se­ 
nhora que merece os 
repeitos e a admiração 
por suas qualidades Je 
liderança_ Falando em 
~lobml, nossos parabens 
à Presidente, Superviso­ 
ra e demais membros. 
Está funcionando.... e 
bem. 
o	,e.e 
Positiva a apresen­ 
taçü» dos jovens jardi­ 
.aenses no Gremio Pedro 
Rufino no baile de sá­ 
bado 1Jltimo. O conjunto 
.. OS lNTOCA VEIS" com 
roupagem nova, ::.gora 
empresarido pelo pro­ 
fessor Potix1,to, apresen­ 
tando cantores mirins e 
r.evelanclo novos artistas. 
E um exemplo para a 
juventude belavistense 
Congratulações à todos ... 
.. Órgão Independente a Serviço da Região" 
Falando em OS !N­ 
TOCA VEIS, parabenízu. 
mos o Amaury pela per 
severunça: pois ui está, 
«velho amigo», o resul­ 
tdo: Sucesso ... Continu­ 
em ... 
o-- 
A vida é uma expe­ 
nenc•o. maravilhosa, ve­ 
mo cada dia que passa 
o bicho homerr cligladi­ 
ar-se e outros (poucos) 
evoluírem na sua con­ 
dição de "0 mais inteli­ 
gente da criação". O 
importante é olhar para 
o alto e esquecer as 
maldades e invejas, pois, 
«cada um dá o que tem». 
Ainda prollferam na 
sociedade as "serpentes" 
(sem menosprezar os 
simpáticos oHdios) e de 
vez em quando expelem 
seus venenos. Todo ho­ 
mem deve ser imunizado, 
e a melhor vacina é a 
Vontade Poderosa. 
Meditem: «Entre o 
revide e o desprezo à 
cúlunia, é melhor o des­ 
prezo , que não exige 
contato CO!Jl o calunia­ 
dor. 
A hipocrisa é a 
mlranara da fraqueza 
ou da maldade inata nos 
seres inferiores. 
E 
ILH 
são, de amargura e de 
ansiedade. Somos até 
mesmo capazes de nos 
destruir-mos interiormen 
te e de por fim à felici­ 
dade dos outros, com as 
míHleriosas forços do 
egoíHmo. da hipocrisia, 
da inveja que habitam 
em nós. Pecamos, e mui 
tu • vezes não enxerga­ 
mos claro o caminho da 
peregrinação. Porém, u­ 
ma deslumbrante e ofus­ 
cante luz, invade a vida 
dos homens. Deu. 
Este Deus que nos 
dú o exemplo ele amor 
e doaç!lo. «Qüem não 
vive pura servir, não 
serve para viver». Mas 
para realizarmos o ideul 
de servir devemos a­ 
mar e esquecer. Amar 
fffii 
:no IV ela Vista - MT.- 1311/75 N 185 
Baile 
om e alegria uo 
baile sábado pp. no GPR 
animado pelo conjunto 
os Intocáveis. Entre os 
inúmeros presentes des­ 
taquei os jovens casais:. 
lYu-Janice; Fernandinho­ 
Zeuóbia; Brasil-~lúrciu• 
Benjamim~lacira. ' 
A Diretoria do GPR. 
merece nossos aplausos 
pelo sucesso que vem 
alcançando em suas 
promoções 
Juventude 
A juventude ,lardi­ 
nense que aqui se apresen­ 
tou, serviu de modelo 
aos nossos jovens nois 
são muito animados e 
desinibidos. Em Bela 
Vista, quando surge um 
Adao Carlos e uma e­ 
quipe de colaboradores 
para fazer teatros etc ... 
o comentário é: «Hum 
isso não vai dar certo. 
To querendo aparecer: 
Ficam só de bobeira» 
E outros que • são ª"tos 
a 
para o assunto dizem: 
~ . .-h .... nuo aceito porque 
bcaru falando ... » Incri­ 
vel... aqui, semnpre a pre 
ocupaçao é: 0 que os 
outros vão falar ou pen­ 
sar. Tantos jovens na 
@4de e pouquissima a­ 
ividade. .... 
Estudante 
Ora estudando na 
rgeutina, passou o fim 
da semana na City 
0 
Jovem Argeu Godoy. 
Aniversários 
Dia 8 
Recebeu amigos (as) em 
Sua residencia para 
0 
tradic1onal «Parabens á 
voce a jovem Rita 
Baullani. Felicidades 
Diu 5 Felicia Ajala 
Dia 8 Vera Lucia 
Pinheiro e Heitor Pinh • 
ro 	te1 
Casal da Semana: 
Edvaldo e Vera Re- 
gina 	• 
paro generosamente dar­ 
mo-n0 ao próximo e 
esquecer. puru l"ervír 
sern recornpen8a. 
A caridade é servi­ 
çal , é longilnírne. Não 
é iuvejosa, não He van­ 
gloria nem e pavoneia. 
:1o se alegra com u 
injustiça, mas com o 
triunfo da verdade. 
A sim sendo, caris­ 
sim os companheiros, fu­ 
çamos de nossas vidas 
de «servir», verdadeiros 
espelllos onde transpare­ 
ça a imagem fiel da autên­ 
tica caridade, paru e­ 
emplo dos nossos filhos 
e de todos quantos e, 
aproximam de nós. 
(Bol. do RC de Pi­ 
racicaba-Cidrtde Allu, SP 
- Dist. 4ti2). 
M.Grosso Sofre os 
Rigores das inun 
dações 
BRASÍLIA O Se- 
nador Otair Vecker ARE­ 
I A-SC- fez uma anáH­ 
se dos prejuisos causa­ 
dos pelas inundações de 
Santa Catarina e d.as 
providências já adota­ 
das pelo Governo fede­ 
ral em sucorro aos a­ 
gricultores atingidos. 
Destacou o parla­ 
Jentar _a distiaçao de 
-00 Dlllhoes de cruzeiros, 
pelo Ministério do Inte­ 
rior p/ obras a serem 
concluirias até t978 p' 
defender o Vale do lá­ 
Jai de novas inundações. 
Em parte ltalívio Coelho. 
depois üe sublimar a ex 
posição feita pelo seu 
colega. enfccou a situa­ 
ão em MT, que vem 
sotren1lo os rigores de 
inundações semelhantes. 
desde 1973. uma sempre 
seguida de outra, sem 
dar tempo ao gado de 
recuperar suai; forças. 
Falou do plano de finan­ 
ciamento do Governo 
fed_eral p/ Mte Santa Ca 
tarma, mas bordou que 
"necessitamos do Iinau­ 
e1emento de retenção de 
crias por exemplo, para 
que O produtor rural 
possa fazer as suas des- 
pesas e sobreviver, ain­ 
da estes meses, até que 
a natureza permita a 
recuperação do rebanho 
e ª sua normal comer­ 
cialização." 
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