MUITO OBRIGIIDO SE HO PREFEITO 
•• 
Doutor Castro Pinto, 
quaudo o senhor foi no­ 
meado • Prefeito ,te Be­ 
la Vista, » pelo Exm" Sr. 
Prer;ldunto da República, 
com o apolo irrestrito 
do povo belu vlRlense: 
eu 11ftrmel: " Graças o 
Deus, agoru Bela Vista 
vai pt·ogredlr". O passa­ 
do do senhor; o nome 
Ilustre, as obras reullza­ 
das quando nu cheflu 
de Hospitais, na Assem­ 
bléia, no Exército, per­ 
mllium-mo unll•ver uma 
uovu fase de progresso 
p/ a nossa querida "Prln 
cesa do Apa", Mando­ 
lhe esta curta aberta 
agradecendú-lhe o multo 
que fez em tão pouco 
tempo de gestão. Obrl­ 
garlo senhor Prefeito, 
pelas novas ruaH, princi­ 
palmente ela perUerla, 
SPt·vlndo uma populaçllo 
que estava marglnallzu­ 
clu; obrigudo pela1:1 pon­ 
tes e bueiros, obrigado 
pelas novus escolus que 
está criando, obrigado 
pela us: istência à Usina 
de Energia Elétrica; o- 
brigado pela ujutla que 
presta ao S/AE; obriga­ 
do pela palestra-; que 
vem proferindo nos esta­ 
belecímenlos <IP ensino, 
con cientizando es jovens 
e concitando-os ao tra­ 
balllo clvlco num chama 
meuto à partícJpuçilo de 
nossos pl'Ohlomas; obri­ 
gado pela fidalguia de 
Rua relações com a I­ 
PRENSA, o nosso queri­ 
do jornal «Tribuna da 
Fronteira», que lauto. 
bencficl«>s vem propor­ 
cionando à Bela Vista 
(os que moram fora da­ 
qui que o digam) obri­ 
gado pulo atendimento 
dinumico o hum11110 que 
presta a,·s men0!< luYore­ 
clucR qua11do procuro m 
a Prefeitura: obrigado 
lambóm senhor Pref1°lto, 
pelo clima de progresso 
que rlespertou; obriga<!<>, 
pri11cip:ilmente, pela a tl­ 
tude hum e própria 
de gran • ; st:distas uo 
enviar a c:imura proje­ 
to visando a encumpaçi1o 
do Ilospitnl Sü o '1ct-11- 
te de l'auh. num gesto 
que espelha bem o seu 
cárater e profundo hu­ 
aafsmo, obrigado se­ 
nhor Prefeito, pela con­ 
quil:da politlrn junto ao 
senhor Governador pt 
que Dela Vista seja "Cu 
pital do Estudo" por al­ 
guns dias, suficientes p 
a t·lucidação de i11Crrr1C•· 
ros prnblemuf>. Ohrig-,1do 
por tudo isso, enhr 
Prefeito., e obrigado pe­ 
la amiza<lt> que 110!' Ullé 
há long-o tr•mpo . Que 
Deus o guarde e Ilumine. 
Coraiamente 
A lfüí L.11 S. 1~ 
(P'apito) 
FU DADOR E DIRETOR 
Redação, Oficina e Administrução 
A O iV 
Rua Duque de Caxia S/N 
l3ela Vista. 23 de Novembru de 1975 Bi- ·emanário Nº 187 
-- 
- 
• IR3 C. PREMIER3 
CLINICA E CIR RGIA DE OLHO .. 
Rua: 
andar. 
ntt,nio Maria Coelho, 423 - Lo 
Fone Residencia: 4-4385 
Campo Grande Mato Grosso 
A vida das redações de 
jornais, o registros do quoti­ 
tliano na l111prcnsu co11Ucn'-nm 
uma serie d,· cpi,ódios ,·crc.la· 
deiramente pitorescos. Tanto 
entre aqueles que formam o 
quailro n•,1"1or1nl ou ndmini,­ 
trativo, como com relação nos 
colaboradores, os que vivem 
o dia-a-dia dos jornalistas, res 
sa luta constante, em fim, 
numa teimosia insana de pro 
pordonnr lcicum ao público. 
amos, assim, n um e­ 
piso<lio de t'crta rnoneirn inu­ 
sitndo, cujo nnrrnclor foi o t'~­ 
critor e jornnlista Antonio 
Cario~ ~lachuclo, que, nu inti• 
midade o chamamos de •To­ 
nic<> Uuchado-... Ele morou 
muitos anos no Hio, onJe a­ 
tuou dcfiltncadumente nn lm• 
pren:-u curic,cu.. na qualidade 
ele diretor e retlutor ele ncata­ 
dos órgãos, como foi o notà­ 
vel vespertino ·A Noite, fun 
dado pelo eminente jornalista 
lrineu Marinho. Conta então 
o •Tunico• detenninado e 
importante orlo da tx:-eapi­ 
tal' federal neéiva de um 
redutor-cspcdnli:r.ado.. De um 
hom rouu•ntariJ.tu ou edüoria 
lista. O redator chefe mandou 
"t_,l"'car un1 anuncio no jornal 
à procura de. um profissional 
c:-upaz, clinaanico, uutênt.iru. A· 
pareceram muitos interessados 
no c-arg:o , que se submeteram 
aos testes imprescindíveis. 
Mas, quando foi Já pelas lun­ 
tas surgiu um moço de boa 
·fachada·, que demonstrava 
ser pessoa atuante, dinâmica 
e disposta a .lnborar no jorna 
lismo, Foi encaminhado no 
gabinete do redato chefe, 
que o ·mirou- de alto a bai­ 
o perguntando... cnt:1o o l'-e-­ 
nhor quer ingressar na impren 
a? obtendo resposta afir 
mativa do interessado. Porem, 
antes de :--uhmctc-lo à provn 
d e fogo, o redator chefe 
lascou! ·o enhor vai escrever 
um comentário , um editorial. 
E e.lo ,mplicnnte interrogou • 
sobre qual assunto devo cK­ 
crevcr?•. 
O chefe da redação, pen 
:-ou um pouco e determinou. 
•Escreva a respeito de jesus 
Cristo! ... 
lncontinente1nente o •te:o-t.u­ 
do• im1uiriu: •Contr.i ou a 
F'a,,or?• .... 
O redator chefe não te­ 
ve dúvidas: ·O Senhor Já Es­ 
tá Empreguclo•L. 
(Sim, porque ninguém ou 
a escrever +em antes conle­ 
cer a orientação do jornal ou 
-em saber a- tendencias ideo­ 
logicas ou politicas do che­ 
fe)... 
,. , 
... 
# 
.~ •. ,: r. . ' 
RE PO SÁVEL: - IVALDO PEREIRA 
Parn fazer um estu­ 
do a respeito do reco­ 
Ihimento do Imposto de 
Circulação dr merC'ado­ 
rias aos cofrts munici­ 
pais. foram couvidados a 
comparecer nu ,essão 
do dia 17, na Câmara 
Municipal. os senhores 
Evilasio iIirunda, Exatnr 
Estadual, Clovis Marce­ 
lino de Oliveira. Chefe 
dos Guardas Fiscais. 
Hercules Talini. proprie­ 
tário do depósito de ce­ 
reais e secador, situado 
na Av. Teodoro ativa, 
além do comparecimen­ 
tu d•> Exmº· Sr. Ruben 
de castro Pinto, Prefei­ 
to illunicipal. 
A Sessão foi r,residi­ 
da pelo vereador Afon­ 
so Dílon 
1
unes Leite, 
vict!-Ptesideate, que lide 
rou os trabalhos em vir­ 
tude da ausencia do ve­ 
reador Dr. Pedro José 
Palmieri, o qual inicial­ 
mente pa:;sou a palavra 
ao Sr. Prefeito, que 11u­ 
ma verfeita demonstra­ 
ção de interesse pelas 
coisas rle Bela Vista. 
disse estar empenhando­ 
se para que a arrecada­ 
ção do LC.M. venha a 
aumentar. pois somente 
assim a Prefeitura pode 
rá dar maior assistencia 
i.C.M 
as estradas do munici­ 
pio, e, consP.quentemen­ 
te , ao agricultores, 
que necessitam de boas 
vbs de escoamento, en­ 
trada e saída úe produ­ 
tos em sues propriedades. 
·vindo d aí o ~umento 
áa produção munici­ 
pal. 
O r. Clovis :-.r. de 
Oliveira, lembrou da di­ 
ficuldade encontrada pa­ 
ra que sejn feita uma 
maior fiscalização, de 
vido ao reduzido numrro 
de guardas fiscais dispo 
mveis, lembraudo que 
para uma fiscalização 
mais a rigor, necessá­ 
rio se faz a presença 
de seis Guardas, e que 
no momento existe ape­ 
nas um em dispombilida 
de. 
Falou ü senhor Evi.­ 
lasio :liranda.. lembrau­ 
do u situação atual da 
Exutoria Estadual de 
Bela Vista, dizendo que 
a mesma já foi de se­ 
gunda categoria, sendo 
atualmente de terceira, 
devido a redução na 
arrecadação do J.C.iJ., 
informando também que 
a arrecadação muni~i­ 
cipal no que se refere 
ao imposto acima citarlo 
até o mês de Outubro 
do corrente ano é de 
CrS 2. !H:l.045,07. 
Voltando a falar. o 
r. Prefeito lembrou que 
o m111.icípío nada ganha 
se o produtor pagar im­ 
postos em outras praças, 
'1-iuJo dai vários proble­ 
mas que o muuícipio 
tem que enfrentar. 
Foi sugerido que 
se faça uma reunião 
com os produtores. para 
que eja resolvido o pro 
blema de arrecadação. 
uma vez que estes,. se­ 
gundo o r. Evilasio :li 
randa, p')dem rPcolber 
o LC.M. em qualquer ci­ 
dade do Estado, como 
manda o novo código 
tribntárío. 
Conviles de Cmmenlos 
mies te hl 
f olhinb3S e 
:eM#;as n II5 
0CU± 3AN 
Tribuna da .Fronteira

1
---··L_Vi-- f' ~t. --~--~ ·~~ 
de Joio Lati-ta Flore­ 
Parabrtsa colocado na hora 
PC'Çllrl pura todo o tip0 de Veiculo 
·Agradece a preferência" 
nua l'ilnd RelJu:í. - 7HY 
Bonito 
lVíato Grosso 
lepública Federativa o Drat!' 
I«ta«do de MAuto Gr0»so 
Poder Judiciário 
Comarca de Iela Vista 
Cartorlo do 1? OIicio 
Instituto P sicotécnico SUDOESTE 
Exames Psicotécnicos para 
Motoristas Amadores c 
Profissionaii- 
Praça Cel Camisão 
G0) L0Z& DA LAGUNA " 
53 
GWJ. 
Representa@es 
Zcn6hia LuviU!i.1 
Ocampos Gome!:! !une. 
pública 
Oswald« Miranda de 
:lello. pecuuri!ila, , ·ecun­ 
dino Cabreira, estudante, 
Noelso Leite Laranjeira, 
runc. público, ~!arcos Pa 
lácio. professor, Olimpio 
Pae Baneto Neto, rur• 
macêulico, Celso Merce­ 
des Garcele !falta, con­ 
tador. Djalma Silvestre 
FP.rnandeR, bancário, 
Froilan Cardoso, Iunc. 
público, Edvaldo Salo­ 
mão. pecuarista, Dlome­ 
des Rodrigue<1, comer­ 
ciário, Auro Pires Pln· 
gettl, tapeceiro. Roque 
J oaquin Paes. contador, 
Deocleciano de Vuscon· 
celos Filho. comP.rclário, 
Rodolfo Loul'eiro, comer 
ciário, Monclar Rosa 
Correa, agricultor, Hidek 
Akamatsu, bancário, 
Olímpio do Amaral Car· 
d!aal, pecuarista, Alei· 
des dos Santos Silva. 
func. público, OE'niel Fio 
rentino, func. público, 
Corumila Loureiro 
de Almeida, comercian­ 
te,- residente nt>sta cida­ 
de; 
Hélio Loureiro de 
Almeida, dentii.ta, resi­ 
dente net-ta cidade· 
Otávio Loureir~ de 
Almeida Filho. comerei· 
ante. rEsidente u/ cidade; 
. Genil ,s1-ia, bancá­ 
rio, residente n/ cidai:Ie; 
Odete Pat-s de Bar­ 
ros, professora, residen­ 
te nt cidade· 
Saul Silveira de 
Rarros, pecuarista resi­ 
dente u/ cidade; ' 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não 	Edmundo Benites. pe- 
tam o ponto de vista do jornal. po<lcrnlo até ,er repr.:~cn· cuarista., residente n/ ci· 
u este. A opmtão ,lo jornal, acha-se 	contrárias dade, 
" nos comentários não a;,inado,~ e:<pressa nos Editoriais Arlam Xavier Bru!J, 
Assinamra ,nua!: Beb Yista _ 
80
_
00 
!Jlotorista residente n/ 
O 
, 	cidade; 
utros »lunicipios _ 100 00 
R 	, 	Cristovão llram Cos- 
edação, Administração e OHcina · ta, pecuarista, residente 
Hun Duque de C • 1 	• 
a,oa,; s n - Bela Vista l n/ cidade,· • 
(Perto do Colégio Castelo B, ato Grosso O 
i' ranco) . 	swaldo Augusto 
X·, 	, *"' 	( Conclui na vagina 4) 
1
·1· Os Jantares do Ro_tary Cl b d l3 l V -:-:>.<-~· ============;?.!9 
u e e a ist_ a Estão Sendo • Realizados na 
== CHURRKiSCilRlfi DO GAUCH01---"'=-- 
" Churrascos de Primr.ira, Ambiente Seleto, Enfim, •• A 	.. ,~ 
É Restaurante -- Classe A " L S F . . Churrascaria do Gaúcho " 
"."' 	. . . eve ua amilia e Comprove . . . G , h • A 
"Õ·================:i>· ,:;-~-,;;:-;========~::::::::.~--.;:;e::.""' auc o tende Bem ••• 
no. 
Ouro Ltda 
Adubos "TREVO" inseticida», een 
Fertilizando com amor a nossa terra 
t'furo para Lavoura) 
Hua )5 ,tc No, cmhro 
512 
Ilcln 'istn Mt 
O Doulor Valter ,J o­ 
sé Rodrigues Contrer4, 
Juiz de Direito da Co­ 
marca de Bela Vista, 
Estado de Mato Grosso, 
ua fol'lnll du lei, etc; 
A::oru l'Ollt No, o Proprietário sendo Atendido pelo memo 
Ambiente Estritamente Familiar 
Quartos com Pias - Apartamento 
Restaurante: "Comida Caseira" 
"e Cera;as d Campo @rende' 
R. Rio Bruuco - 220- ;.'ou e 4-'2105 - C. Granel e ~ll. 
Auto Mecanica Independencia 
Ih· Jos(• Hipólito de Melo 
Oficina Autorizada Ford Willis do Brasil 
"i'lc>canico$ c0m curso <le E ·peciu ização" 
Hu Cuiabá s-n e Avenida ll de dezembro » 
Jardim - Mato Grosso 
de Theobaldo Amaral 
Lavagem - Lubrificação • Troca ele Óleo 
Borracharia - Balanceamento de Rodas 
nun Conde de Porto Alegre s/n 
Bela Visln 
Mato Grosso 
te 
Jfortê11cio Hôa Eseo- 
bur [une. Público 
Tales Monteiro Masca- 
reuhas pecuarisln 
Solimun Tebicherane 
farmacêutico 
Brigido Ibanhes banca 
rio 	• 
Amaury Monteiro Mas- 
careulrns 
)larciano 7lartini:: func. 
público 
António Lopes pro- 
fessor 
Pedro Geraldo de 
Mello comerciário 
Fernando Alves Go­ 
mes Filho func. público 
Erasmo Medeiros con 
tador 
José Loureiro pecua- 
rieta 
Faz Saber, a todos 
quantos ao presente Edi 
tal virem ou que dele 
conhecimento tiverem. 
quti foram alistados pa­ 
ra l'rvirem nas sessões 
do Juri pura o uno 197G 
(mil novecentos e selen­ 
e seis) os nomes das 
seguintes pessoas: 
i!arlo Bn ttllo ne 
Industrial 
Geraldo Arce da Sil- 
va Escriturário 
Deocleciano de Vu - 
conconcelos Comercian- 
Jornal "Tribuna da Fronteira" 
(Ui-Semanário 'fundado em 25/2/72) 
legistro no Cartório de Titulos e Documentos n.o 10o 
Propriedade ela Empresa Grática Tribuna ela 
Fronteira 
CGC 03201266/0001 Inscrição E-tadual 13059232-3 
Uireturn: Maria Estela '. Pereira 
Expediente 
Diretor e Editor-Chefe • lvaldo Pereira 
Gerente Comercial - Gilson Silva Santos 
COLA ORADORES: 
A<lolbcrto H. <lc Sant'Anna 
José Joaquim F. Souto 
Dr. Haroldo Medeiros 
Euripides Ferreira 
OFICINAS 
Gerente - Aniceto Adair 
IMPRE!>ÃO - ±oi: Celes pede 
PAGINAÇÃ9 - !Jl';/,,,11 Ç)craldo !Dutrn 
CO:IPOSIÇAO - Üeao Carles ''lazauz, Na 4 #° • ) p ),, 	z, -as! <Jl llZI//IC 
Uerge -. :.uutrJ e €ela 'Ribcir,• 
'

Trihuua da Frnnrelra 
----------·-------------------- 
o 
Eugenio- Gudin 
Foi sem dúvida oportu­ 
na a li-ertaçào do emitente 
Senador Jurbas la--arinho so­ 
Jor,· o papel que cabe às For- 
1.J"' Arrnu1lu.c n11 t•i.1ruturu do 
i'uh-. 
Sua 1l11pla 1111loridarlt, ,!e 
oficial graduado das Força 
Ar111:ul11, ,. ,Ir potlli,·o cu111 
larga participação em Gover- 
11u; ,la Hcvuluçio, alem de 
seu reconhecilos predicados 
morais, da especial valor utH 
co H't'ÍIO~ CUJll 'lllt" prl'O(.'Upnu 
dr1,·r111i1111r u f1111çio ou u 111i~ 
•iw das Forças Armadas, nu 
atual conjuntura política. 
Ar(ll'Clu Prt·li111inur tlu 
'j'"'slilo evidentemente, a ,le 
, ormir, o papel ,lus h,rçus 
Ar1111ulu~ no seio doe. Govt·r• 
1111; ,!i-anunút ico~ rt•pre•1•11tati­ 
os. o- paises que já atingi­ 
rum elevado grau de ,·duraçiin 
lh•litit>u :-ocinl t' de desenvolvi 
lllt'IIIO Cl'OIUHllil'o t' etn lJUl" n 
eperieneia sedimentada já fir- 
11111 º"' contornos t' nl'i atribui• 
çõe· dos vários corpo» sociais, 
u lun~ilo prt·clpull , ns Forçns 
Armutlntt e u <la lJefci:u Nucio 
nl. O linistério que n iliri;:.­ 
t' urit·n1u é o Ministério da 
Defesa, a qual não cabe qual 
l(Ucr parcela de autoridade ou 
missão política. Em países co- 
1110 o@ E,rntlus Uuiilu;.. o 111- 
~lutt'rrn, o:- puí-.ci:- t'..!'>C'Undi11a• 
Oti~ n llnlnnda, u "uic;a. a 
Fruu~a. u ltáli:1, nào sr concr 
hc li atribuição às Forças Ar• 
ma«das da missão de orientar 
ou dirigir a p,.,Jilica. Nem 
mesmo u Política Exterior. Ü; 
E .. tadv:- nitlus uu1H.':.i.l consu), 
taram suas Forças Armadas 
rnbrc u intcrn•nçào no 'ict­ 
num, nem n ln~lnh:-rru e o lln­ 
ln111ln •uhrc II ronce»ào <h I n 
dcpcndenciu ,,~ coloniu~. 
l'uli1izu~'1<1 tlus Força, 
, rntmlul" é coi:-u ~lc puÍ~t:t- U· 
intln em curso de dc .... e-n'olvi­ 
 Ímcuto co1no tuis dne-sifica­ 
dos por seus índices, mais ou 
menos in-atisftório de educa 
ão política, de progresso ·o­ 
l'iul e de desenvolvimento t .. _ 
conô111ico ..  ori,·ntnçào p1,llti­ 
ca do p31, não potlc ser cn• 
trcguc às tcnclê11cuh1 ou opini­ 
ões ,lc cur,,t.-r filo•ófico, idéol6 
:;:ico ou mc!'1uo reli:,:io:-11 (po:-i 
tivismo, por exemplo) dos pro 
fc,rnrcJ da E,cola ~lilitur. 
O eutn(H> nproprbdo~ UO?- de· 
bates des- .i naturc7.u Filo o 
Cun:,:rC':!tO. á l 111 pn·n!-a e a 
Tribunn l'opulur. 
l'olitizuçilo ,tu• Forças 
Armadas chega uo ,·xtrctno no 
c-o de países subdesenvolvi­ 
cio~ própriumcntê clito~~ c:u 
CJUC u fnrmu usual de Gover­ 
no é a ,li1utorinl, exercida poP. 
militares, como ainda acontc-­ 
ce em alguns países sulame­ 
ricunos, onde os ditadores se 
ctcrniz.arn ou o:, eleito:-- nun· 
l'a consc•!uem lcv,,r o:t mau• 
dutos a seu termo. I 
1
osso Pub ninda não n­ 
tingiu, força é dizer, o e+tá­ 
gio de pais polltica, Social e 
t"c·unomit'nn1t·n1c dcrt·u,·ul ldo. 
·,iu entretanto fundadas no­ 
as eperanças por realizar 
t· .. .-.t•~ ohjt·lÍ·01 dc111ro de JHJ11 
as d+calas, 
, li ist6riu das Forças 
Ar nadas na poHtica ah,olutu· 
111e111t' rnio :,, ,!e-doura. Ao 
tempo em que por dever de 
ufk10, t'II era abrigado a 
,•iajnr no t•,-1n1t1gt>-iro frrcp.u:n• 
temente u cerena de 1950 (por 
motivo participação na dire­ 
çíln til' l'llljlrt';a COIII , .. J.. 110 
e,ft""riur) nào t•r-J.111 ruru.'4 u .. 
pa.:u11111s rcc,·hida• •••hrc 11 
e,tnbilid,ulc ,le nosrns GO cr­ 
no--. Eu Ct-C11tlu, a 111iulw1, n•,­ 
JIº"''ª"' l.'Jtl lrt~... itt-o.; priul'i­ 
pni,: J o falo de 1(111! nu 
Urn,il li intcrv,·nçào da, F11r· 
ças Armudus no Governo sem 
prt• IÍ't>ru caráter tentporário 
e epi•ódico. 
Eles intcn inlrn111 para 
rc,tnbcleccr u Ord,·111 111as ,e 
rt'l'llO'Ulll a aumir o Poder. 
Ü:< ea,os il,· 19:10 e 19-1$ e 
tn1Pht·111 1961 furu111, nc..se 
sen1idu, caructcrletico. Excl'p· 
tuavase o aso da Proclama­ 
çào du Hepúhlica rm l(llC u 
Chamada "questão militar" 
H·,·c pupcl prt·pondcra11tc. ~lus 
dentro tlc 11trnCrn uno!-, rebla· 
beleeia-se o Poder Civil; 2 o 
foto de nunca tt·r111o!'l 1iclo no 
l:lrosil um cmulilho nn pre,i- 
1lênciu da fü·púhlica: :1 u foto 
d e n :1 o rc:,:i•trur no:-:rn 
hist6riu pnllticu um ,6 cn,;o 
de enriquecimento de 111ilitnr 
no ~xerdciu do Go't!rno. 
Essas características dis­ 
tin~uiom o t'nFn tio Urusil 
,lo:, que prevaleceram nas ut.1• 
trns república,; no Sul do Hio 
Grande onde o recur,o dos nr· 
tnns. pnrn derruhur o:- Gn'er­ 
nus 11:  «.-rum infrequcntt•.,- 
Foi neste Espirito, isto 
e, 110 zelo putri6tico pela hon 
ro?-n lrucliçüo do cotnportuutt!n 
to das l-'orçn, ,rmu,la,; que o 
onrndr Pre:-idct1lt' Castcllo 
i'irnnco rrcu.;ou occirnr u pror 
rnc;uçoi1 til" !"t'U mnrHJnto 
A Hc,olu~ào de 1961 
11ào foi o prn,luto de 1111111 
c.:unpanha ou de.• umn idt•olo 
gia politia <letcrrninadu. F'oi n 
rc:içào do l'o'u Brasileiro e 
de uas Forças Armadas con 
trn n tc11tati,11 perpetrutlu por 
um conjunlo cotnuno-nnarqui9 
ta visando levar o País as 
m:lo~ e ntrclá-lo ao ;::rupo ,te 
pahes conrnndodu~ pelo mar 
xismo. 
• Ningut!m poderia contes 
tur que em 1967 essa missão 
do restnbdccinu:nto da urdcn
1 
e do império Lia lei t'stn,·n 
chmpridn, com o inflnçào coo 
troln<ln e o l'aí~ coni,lÍtucio 
nuliz..,Jo c111 termos mnis rea 
li,tns e· mnis udequudos do 
<Jlle os das Cartas de l.891 e 
19-16, cMsatlo• por 10 anos 9 º" 
direitos político~ dos que hu 
viam 1urtidpndo do bndernn. 
unlquer tt!ntath
1n teme 
rári:i o volto à desordem se 
ria faeilmcnte esmagada pelas 
medidas de Emergecia ou do 
, Ítiu. 
Tur11lif111 " Pri11l'lpi11 rl.1 
convocação de técnicos (em 
vez dos politicos) para o- Mi 
ni.-tfrio• <"-[1l'l'ifi1·r,- u, l,a,a--e 
fi,111.ulo. llc111 a-,im ,erla,h 
a manipulação pelos politicos 
as verbas orçamentárias e o« 
rt!cur .. o" ao t"n;_!,Ht'f,1 
mento indefinido ,lo, pruje 
tos do Governo, Não havia 
necessidade beterizar a Heo 
l11ç1io para eo1nirlar o r. Del 
fi111 Nt'lto ou o Júrio Simon· 
,,,·n n ,ub,tituir o• Bulhtw• r 
Campo•, todo- urtilil't'• rio 
t·hanuuh,- •'mila:,!r«' hrn--ilt·in, .... 
Turefu rnai-. pcuo .. a 
lrn,·in sido realizada por Pru 
dente Cnmpo, SaJI.,, na pri 
111eira fase ri, il du H,•púbht1 
Cn,tt"llo Branco agiu co 
mo um grande hru~ilt'"íro, rnili 
far cotu vi--ãn do ct-1otli-.1 .. 1, co 
mo dizia Madame de Stacl de 
lapol1·iio. 
ºA Dt"mo<·nu·ia 11a Améri 
t·n lutina é uma planta frá1!ir, 
c1 t• cre, cu Linl·oln Gc,nlon 
Duí u con, crlt:n,·iu de intro 
«duzir em nosa es trutura poli 
tica de 1821 o clemt•ntu i(,. e, 
tabilidatle chamndu "Poder 
:'lodt!radortt invc~tido nu in1 
perador Ponvoir Royal") su 
:;:erido por llej,,uin Con:-tant. 
o p.-n•at.lor Fru111·.,,) l'rorhma 
du u Hcpúhlil'a e,,,. •·Poder" 
11ilo pod,a de,apurecn, nn lei 
ou nos costumes, porquanto 
o novo rime não tinha o 
c:-ftiru t11ftd1 r, ,ft· tnitt .. for111.1r 
o- costumes nem o grau de 
educação politiea do H'ais. H'a­ 
►fn1 t·ntüu na rt"ali,1.ul,-, ('·"'t' 
l'orlt•r à, tn,i0' Ja- h,r,·,J.• ,r 
1111ul.t>f •fllt'" 110 c,,q,u ,..;••jal r 
politico da Naio, constituiat 
111na ('b--t· or,rJnÍ1;ula que- po 
dia e dt·'ÍJ. !'-t'T u1.u,ti,L, fora 
da l'olitica. 
O H••cur-o u .,,,,. Poda 
pelas Força- Armada- tem i 
do t"Xrn·idu durJIJCt' cp1u .. t" 
um o.l•t·uln com de- pn·ncluu,·11 
to ,l I urubi._io. ,-al,,~d,,riu t' 
tn-o de upur1u,1icfad.-. E-t.í 
Jrni .. t"Jll Lu:i1o mi'.tn,. O "º(t'"rru 
ri1'mo- {· LIJII PpÍÍt'JliHJU"JIO, 
u111 foto à partr, de rt't't'ntt' 
t•,•lu-tão tplt' não ,lt",,.. ,.,...r <'um 
pul-ado t'III 1aano- ti.- 110-.a 
organização politica. Trata--e 
d,... um Ít·11un1t'no uni,c-r,-al. 
produ10 elo trau111J oriu1,,Jo 
da Grade Guerra, conjugado 
ccnu o advento do Ü>111uni-J 
rnu ori;.d<ln em grande poten 
eia de vi-adas nnier-ai. 
o--o Pais não tem feliz 
mente sido dos mais grava 
dos por ea perversa ubver 
t-ào. E êt' o  1r-r n Eer t·omo 
em nossa vizinha Argentina, 
u, Força, Armadas não dt'ixa 
rão, e tJuauro uc:ce-1 .. ário .. 
!e dar H"U apoiu à, poli ... ia• 
Cl"luduai.-. . .ião ~e: trata p•1rém 
,le umn força no,u u consirle 
rar na estrutura politica do 
pai•. 
>,*'>.'C-::t<-X >.;<;'>.(;;><;-><-::.,::; ~-><,:X- ·><-><-><-X><->.<:-X·:X"><.':;;_g 
~ Em toôo- o~ bairro d:1 _ ua cidade de- * 
i 
: ve baver um ou ma1 postos do Mobral 
f 	Y 
❖, Caso não exista ainda, procure a Comissão Mu- ':i/ 
❖• 	~ 
f nicipal do MOBRAL e ajude a solucionar oi 
i µroblema,. ~lo tre-se líder na REGIÃO. f 
K 	% 
& 	4 
;x,-::,,c->.,<;,>-,<->.,<,X·X-><·,><->.,<;><; X i><-»c~X->l<-><-:>..:; >.,<,i>.<-i><-x,,><,x 
OBRill 
EMPREGADORES 
E EMPREGIIDOS 
E>,tno em fuuolo1111- 
ll!C11lo llll. mu11ldnioK 
vur10s llaleões de Em­ 
))l'ego do ,lol,rnl <'rn plt• 
no. atividade. TE'm o 
Bnkilo d Emprego por 
íinalirludc utenaPr u to­ 
du a ,:omunldude enca­ 
mialrn11do e ol'leutundo 
~e8!lOa8 rte 'CIUJJf-l'/!Udas 
a firmnR emprc•gudorns 
e vlc••-veri-a. 1 baixo re­ 
lllcionamos nu públleo 
matogrosse111;e a relu­ 
ção desses postos de 
emprego o apolo a nn­ 
prPgadores totalmente 
gratuitos, para que pos­ 
t:iUlll fazet· desst1 Jocnl o 
ponto rle referêneiu tan­ 
to para clesemprcgados 
como pura e1J1prrgado- 
t- Aqulclauana - Co­ 
légio Imuculada Concei­ 
ção - Praça 
2- Campo Grande 
Biblioteca tio SESI 
3- Corumbá Rua De­ 
lamnre Camara Munici­ 
pal 
4- Cumapuã Prefei­ 
tura municipal 
5- Çj!<1ria de Dourados 
PoEsto Cultural do )!obrai 
li- Dourados Posto 
Cultural do Mobral 
7- ltaporã Prefeitura 
)lunlclpal 
8- 'I'res Lagoas Rua 
Joaquim Murtloho 83ü - 
)!obrai 
9- Caarapó Escrito­ 
rio Jo ;!obrai 
Senbore emprega- 
dores e pessoas desem­ 
pregadas: procurem o 
Balcão de emprego do 
obral em sua cidade. 
DOCUMEN ViSITilNDO PORTO MURTI HO 
TO PERDIDO HOSPEDE-SE o "BIDU HOTEL" 
NE>stor Alcirles Alma­ 
da declaru que extravi­ 
ou seus documentos, Car 
teira Nacional de Habili­ 
tação e Carteira de lden 
tidade, expedídu!.' em .-­ 
quidauaàa, Pu b I icação 
que se raz para obtenção 
da 2ª via 
Bela Vista 23/11/75 
$oo-o--<>± ;<-««·c-o« >t 
g P 	3 
)í a s a e e u a r i s t a Ltda ,.; 
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* :rti:;os tle .lontarin e .lataiai,; de Cor.,trução i 
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O P RIO 
(continuação) 
uls; os estudantes, aos mandatos ou "mandatos tas vezes o partido ad- Vocação Política Pelas mãos do nos- 
trabalhadores, às mulhe. ' tampões" de manifesta- versário com saa omis- 	so emitente presidente 
re8. Agora mesmo esta- ções isoludus". H/lo, dlflfle Franceltno Falando sobre a uc- Gel8<'I, o~ político, vol- 
mos no Ano Internucio- ·Quanto ao decreto Pereira que "o lider cessidade e a importün- tem ,1 comnndar e,te 
uai da Mulhcl' e dei;em- -177, que di:;clpllnu a pai· que perteuce a um pai·- eia da vocação politic·a Plli!-1. E rwturnl, é lógico 
penhamos um grunde tlclpoçiio de estudante lido tem que viver alia- na ju,·entudc brasileira. que 116s necei;,.;lfarnos 
tmbulho, com auxilio ela na p<,lílle:1, arlrmu Fran do permanentente com o afirmou Fruneelino Pe- dos técnleos. Deu. me 
deputada Ligya LeHsa cellno PerPll'n que a He- seu partido". refrn que é natural que livre se uão n(•cesr;!tás- 
1 ias tos, pura concretar voluçilo tem l'l11 vis la Ao Yirrn 1, manlfeRtou no exercício da vicl.i rú sem os dos técnicos. ,las 
a purllcipuçilo da mulher aprimorar a legislação sua confiança no traba- bliena a universidade o- a verdade ó que os léc­ 
brasileira nos quadros brasileira, inclusive o Iho que u ARENA de- fereça a cada jovem x nicos não podem viver 
parllclúi-loi;", decrrto 4i7 . urna vez envol've em todo País, cel,:mtcs predicamentos sozinhes, ccmo es pelitics ne 
:-iegunclo Fruncellno que a leglslnçilo estu- 110 enlido de rortuleeer- para o exercício do pedem viwer a sós. d verdade é 
Pereira, " ju temns ele- danlil é necessária". se utravés tio recruta- mandato. «Mas n ver- que os t&nices têm o saber, 
monstrnções permnne11- 	mento de novos elemen- dade u vida pública 11!10 maH os pulítkos tem u 
tes, l!o11slautes, da mu- Gover.o.o Garcia tos, trabalho e~se uliuclo apeuns aquilo que de- sabedorln. A verdade é 
lher em purclcípur da Neto tem reper- às realizações das ad- flui da incllnaç:1ú ou Ili} que os economistas têm 
atividade polillcu. Dese- cussào muito boa miuistrações urenlstas íntimo de cada um. A u;, técnicus para o nos- 
jumnos que já nus t>iel- 	das esferas fecleral, esta- vida pública é tambrm so deseuvolvirnento, ma 
c;õe11 do próximo uno te- No decorrer da en- duais e municipais, de declícaçüo e esforço. So- somente os políllcos têm 
nhumos cnudillatus em trevista coletivu de 40 modo a alcançar 1·etum- mente atavé!l da voca- a visão do t>sladista p,' 
vúrioH munil'iplmi, pum minutos, que conce,[eu bantPs vitórias nos pró- ção e muita declicac;/io e identificai' v oportuulda 
cargos cxecuLi·1oil e le- no Hotel Campo Grande, ximos pleitos eleitorais. suor é que neste País t' de desta ou daquela re- 
islativos". 	o deputado Francelino 	em qualquer pais do alizaçiio a ser atingida 
Referindo se ainda Pereli-u declarou que Homenagem da mundo se pode exercer através do governante'', 
00 i-ecrutame11to de jo- "na esreia naciouul é rena d Garcia a vida pública, de tal RECEPÇAO 
vens, afirmou: " Partido multo boa a repercussilo 	sorte que nus convoca- Fr:rncelino Pereira 
que se reuovu. termina do '·Governo Político" 	ções para as funções pú I e G 
S"llllo preJ'ud1'cu<lo. tei·- G • N 1 1· -po' º a entrev1·s1n b 	e iegou a ampo ran- 
" 	que ureia 1 e o rea 1zu • '" 	licas somente os polítl- d l d d 
rivelmenle. Dai porque, em MT. Estamos em coletiva, Francelino Pe- 	e acompan JU o os se 
• 	cos não se negam pelo us colegas N R 1 
p1·iucípulme11tA ctepois permanente contato sn- reira pl'Onunciou à uoí- simples fato de que não • uneH oc lll, 
das eleições de 74, os b ct t - te , na sede da As:.ucia- 	Vicente Vuolo e Ubuldu 
v 	.. º en o e n suu atuaçuo 	necessitam ou não pe- 1-' • d b d 
Partido::1 JlUssaram e se -uqui no Estado, procu cio Comercial de Campo 
1 
-,arem, u anca a ma- 
G 
, ern remu::iernç:io em t e~ 
ln·eocupur em atrair 1,' !'Undo re o1ver, dentt·o raude, perante numero 
1
. h . 	ogrossen e na amura 
< 10 e1ro. porque a me- L' d 1 A " 
as suas fileiras elemen- dos recur O de que 
O a assistência, discurso Ih 	re era • sua recepçao 
or remuneração para com 
tos joveus, de todas as Estudo dispõe e cvm que marcou sua preseo 	pareceu o goverua- 
categorlus, quer sei·nm auxilio do Governo te ça, no encerrumen!o do quem exerce ª vida pú- dor Garcia Neto acam- 
e d 1 1 
bliea é o desempenho a t d d • 
11co11õmlcas ou sociais. dtrul, os poblemas inu- urso e n ciação Poli 	pannao o <JCe-gover- 
E 	1• E • • • contento da própria ruo- ad Cá • L ·t d 
• esse recrutamento 1·ú meros dt- :IT, e empre 1ca. ,, 101c1ou suas pala 	n, or .sio ei e e 
li 
•• ., cão, para a qual foi de- J-> d cJ 
apr,•sentu excelente re- que se resoh·e um oo- vras dr1gu1o-se a0 ignado". 	1ar1os, os chefes as 
sultados, notadnmeate blPma surgem outi=os. Cbel'e do Executivo ma- 	Casas Civil e .Militar, Da- 
to Governo Gel el, ha- Podemos afil'mar que logro sense: Políticos e técni- vid Halaniuc e cel. Fran 
vendo despertado um in- Garcia eto vem l'eali- «O governador Gar- 	cisco Antunes, ubchde 
teresse geral µela politi- zandc uma arlmíaístra- cía eto é meu compa- cos 	da Casa Civil, Ruy Sant' 
ea•·. l'ilou como exem- ç11o muito bou. Deseja- nheiro de longa cluta, "Os políticos neste Anua. presidente regio- 
pio o l'alo ele hoje a mos que ele coutiuue deputado exemplar vice Pttís têm iclo injustiça- onal da Ar,ENA, Enío 
e:i!ls de classe empre feliz no eu de- líder do GoYel'llo'. bo- c~o . terrivelmeute injus- Vieira, encontrando-si' 
ju e ·tarem procurando sempenho guveraameu- mem prudente, correto tiçados, inclusive pélg também no aeroporto o 
os parliclo::- polilicos, o tal", conclui o dirigente e equilibrado, e por i - té_cnicos ou aquele que o prefeito Levy Dias, se 
que até bú bem pouco nacional da AREN., res 
8
o mcsmo escolhido p/ nuo querem perder os nadort!S .IPnúes Canale, 
tempo uão ocorrin. F. i - pondendo a indação de governar eu E Lado. E seus lugares, que foram ltalívio Coelho e SaJ<la- 
so demonstra que a re- um jornalista presente. por isso mesmo eu es- conquistados ó custa 4, Dha Derzi. Deputados 
vulorizuç[10 da at1·v,·r1u- - 	tou aqw· p/ dedt'ca Jh 	F I · G 
ljd 
- 	r- e nos o afastamento". Nin- ec era1s astào ~luller 
,te política é um fato er nao se omite u homenagem da Pre- guém neste mundo - COI}- e Waldomiro Gonçalves. 
indiscutível. 	sirtênc1· t N • 1 
t aciona da trnua Francelino Perei·ra deputados estaduais Ro- 
p 
Vnltanrto ús divrr- ARENA,, 	r 	' 
Ili[]!pi0 d m]Jl; gêneias partidárias, o D; 	afasta do cenário politieo n _igueure, rtenie Cerca 
p1·esidente nacional da zsse a eguir que aqueles que tem vocu- du Cc·~ta, Rouald .-!baneze 
e o dem!o 411 ARE'T  f 	sua Pl e~eoça na Vida çuo publica, a nós que e Oscar Ribeiro, Waldir 
O 
"' a irmou que em pública tem o sentido de 	d s 
dirigente naeio- sua agremiação as tiver h 	somos representantes do los Santo: Pereira, pre- 
1 	v .o a omenagera ao estuda□- p 	d 
ll!h ela AREXA decl.ir(l:! gências são poucas. sem t b .
1 
povo. ut· mais que inva- stv/ente local da ARENA, 
.,.,n Cnm_ po Grande que ê • e. rasi eirc, e àqueles da_· m as no sas asp·
1
·ºr,·t- Lu_<lio Coell10 e José Pe 
- 	consequvneis graves. que, filho de la vrado- 
uao ex1:ale qn:tlquer pos- Quanto ao rato de 	COPS, p,r, mais que se· r~1ra. do Diretório Re- 
sibilidade tle alteração <l t • d E res e vaqueiros, po ·am coloquem_ a nossa fren. gional prefeitos de· vá- 
d I d
. 	em e ermma úS 'Stados um dia exercer um mau t d ' 	• 
0 
cu en ario eleitoral, untigos lideres haverem- d t 	e, 
0 ms vão pa an ras municípios da regi- 
" ll 	a o na vida pública e d 
to passando u propa- se omitido n campanha prestdir um partidú bra- 
0 
e o tempo vai-se en- • ar, vereadores e outras 
lada prorrogação de eleitoral, ajudando mui- sileiro - Carregando de modifca+ Per9alidade- repre-enativa° 
r
---------------~;;~;;;-~-;::-;::~----=:-::-:::-::-·--..:._='l:S~C:O~l:S:a:s~. --- ,la ,,<lu !lO)ll1ca é ,oc,ul C!llll' pograndens-e. 
de €multe ). @dilate 
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" eio;;, idros. Conjuntos Sanitários r 
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Gma Lopes da Laguna 
Ferragens 
Mato Grosso 
I

'fribuua da Fronteira 
2 3 	d e Novembro d e 	1 9 7 3 
EDITAL 
Gomes, :-!!otorlata, resi­ 
den10 n/ cidade; 
-15- José J reli ey Lage.n.­ 
no, nçouguelrc, residen­ 
te n/ cldulle; 
,w. !Jastlúo Juguato For­ 
relrn Leites, contador, 
residente nesta cldadu; 
47- Elias Lino, pel'UUl'is­ 
ta, residente nesta cida­ 
de; 
48- Ildefonso Barros Lou 
reiro, pecuuri!itu, resl­ 
deut,1 nesta cidade; 
49- Marina Loureiro, es­ 
tudante, residente nesta 
cidade; 
50- Rito Loureiro, pecua 
rista, residente nesta ei­ 
dade; 
51- Tulio Loureiro. pe­ 
cuarista, residente nes­ 
ta cidade; 
52- Antonio da Costa 
Marques, pecuarista, re­ 
sidente nesta cidade; 
53- ,Jvut·o Monteiro Mas- 
l carenhas, pecuarista, re­ 
sidente nesta cidade; 
54- Olga Mendonça Fa­ 
ria, professora, residen- 
le nesta. cidade; 
55- Wilson Filemon Na­ 
bham, alfaiate, residente 
nesta cidade; 
56- Enio Pereira Oviedo, 
criador, residente nesta 
cidade; 
57- Zulmira Ossuna, pro­ 
fessora, residente nesta 
Cidade; 
58- Vítor Penzo, c:riarlor 
residente nesta cidade; 
59- J oüo Loureiro l'inhei 
. ro, pecuarista, residente 
l nesta cidade; 
Antonio Ramires, func. 
público, José Garibuldi 
da Rosa elo, bancário, 
Dilson Pedro 'ipoli, es­ 
criturário, Geraldo Tibi­ 
cberane, comerciante, 
Duutb Pinto de Almeida, 
motorista, Alvair d As­ 
sis, bancário, Dionisio 
C.:himenes, ruuc. público, 
Ernando de Oliveirn Gas­ 
co, comerciante, Oziel 
Domingues Rocha, car- 
pinteiro, Jairo de Vascon 
celas, contador, C'id A u­ 
gusto Escobar, comerei­ 
ário, Nestor Alcidt>s Al­ 
mada, comerciante, 
1
a- 
DE DLISTDMENTO DE JURllDOS 
(Continuação) 
lalicio Vieira de Lima , 
comerciante, José Penzo, 
func. público, Oscar a­ 
lomll.o, pecurlstn, ;larce­ 
lino Saucl1c-s, l>uaP.àrlo, 
Ralmt.:ndo Banhos, bau­ 
cúrlo, Odlla Muscarenha 
Salamene, fuuc. pública, 
Gilberto Alves Correu, 
func. público. Elias Bar­ 
bosa. comerciante, Arse­ 
nio Loureiro, func. públi 
co, Nery Gonçalvos, func 
público, Ary Ricard<> 
Brandão Delvalles, co­ 
merciante, Ulisses Pinto 
ele Almeida. comerciante, 
Maria dus Graças Assis, 
ruac. pública, Eaoly Lou 
reil'o Asf:1is, professora, 
Olga Larangeira õilvu, 
professorn, ilarla Hele­ 
na Pagliosn, runc:. públi­ 
ca, Maria Hilda Medeiros 
professora, Maria Apare­ 
cida cios 'antos Ossun,, 
professora, lzabel N a ­ 
gueira Barbosa, protes­ 
sora, Duici ilaria ipoli, 
func. pública, Jroui Du­ 
tra Ávila, professora, 
Antonieta Tebichreune, 
professora. Augela Lo­ 
pes, prol"es ora, Carmem 
Dorila Candia. professo­ 
ra, Antouia Maria Lou- 
reiro Pinheiro, professo­ 
ra, Ozaíl Ossuna, func. 
púl.Jllco, Jaisun Lopes, 
estudante, Cella Ramoua 
Arce, func. pública, Da­ 
vid Bonfim de Oliveira. 
professor. 'Todos residen 
tes nesta cidade. 
De acôrdo com a 
Lei e p, conhecimento, 
foi expedido o presente 
Eu!tal que ser! afixado 
e publica do na forma le­ 
gal. Nos lêrrnos do arti­ 
go 439, paragrafo único, 
rio Código Penal, qual­ 
quer pessoa do povo po­ 
cleró. impuguar os numes 
dos jurados constantes 
desta lista, até o dia 
14-12-75 Dado e passa­ 
do nesta e iJade e Co­ 
marca de Bela Vi. ta, 
Estado de :lato Grosso, 
aos quatro dias do rnes 
de novembro do ano de 
mil novecentos e seten­ 
ta e cinco. 
Eu, Pedro Vergilio 
da ilva, -::;screvente Ju­ 
ramentado, o datilogra­ 
fei e assino. 
Dr. Valter José Ro­ 
drigues Coutrera 
Juiz dl' üireito 
PREFEITURA MUNICIPAL 
E8#L .9 42/75 &c. Z3. 
Em I9 de Novembro de 1975. 
De ordem do r. Prefeito ilunicipal, Dr. 
Ruben de Cu tro Pinto, torno público o presente 
edital p/ que o Sr. Lucio Guedes, compareça nes­ 
Prefeitura· ll:rn!cipal, dentro de 30 (trinta) dias a 
constar desta data, afim de tratar assuntos de 
seus interesse. 
Prefeitura jJunicipal de Bela Vista-MT., 
l!J-11-1975. 	- 
Jõao Estevão de Castro 
Secretário Admiaistratrivo. 
Rigoberto Adriano Velasquez declara que 
perdeu os seguintes documentos : Carteira de Ide□
tidade. Titulo de Eleitor, Certifica,to de Reservis­ 
ta, e o Cic publicação para requer 2" via. 
DIVERGENHAS MOS 
TRAMA VITALIDADE DO 
PARTIDO, DIZ R K&a.l 
NO PEREIRA 
Catnpo Grande, (SE 
DIMAT)-- " O desejo 
de um presidente de par 
tido, como é o meI c­ 
so, é conciliar todos os 
companheil'os. As discor­ 
dâncias ão naturais, 
uma vez que elas até 
mostram u vita!idarle ,lo 
Partido, mas ouJe haja 
neee:lsidarle de um ente­ 
dimento geral, aí estará 
o presidente nacional 
para conseguir esse oh­ 
jetivo". As declarações 
são d-:, depuUtdo federal 
Frnnceliuo Pereira, pre­ 
sil(ente nacional ela A­ 
H.ENA, e foram feitas 
em Campo Grande, ao 
participar da solenidade 
dfl encerrarueoto do Cur­ 
so de Inlciação Polnica, 
promovido por acadêmi­ 
cos da Fuuuação Uuiv<:r 
sit@ria Católica de Mato 
Grosso sob a coordena­ 
ção do Diretório da A­ 
liança Reuovadora Naci­ 
onal. 
Contrato com li­ 
deranças 
A viagem que em­ 
preendo a CD mpo Gran­ 
de disse Franceliuo 
Pereira, em entrevista 
coletiva à imprensa - 
especüicarneu te para en­ 
cerrar o curso de lide­ 
rança política, acrescen­ 
tanclo que a direção do 
seu Partido "está empe­ 
nhada em recrutar o maior 
número possível de com 
panheiros novos • para 
fortalecer a ARENA" 
.Ias embora mencio­ 
nando o objetivo especi 
fico de sua vinda a Cm 
po Grande, declarou quA 
manteria contados com 
todas as lideranças do 
Estado e da região de 
Campo Grande, particu­ 
larmente "É meu desejo, 
nesta oµorluultla•ICI r111 
que venho parUdpar do 
encerramento desse cur­ 
s» patrocinado pelo 
Diretório do nosso Par­ 
lldo cm Carn;,u Grande•. 
eoIVerr cou todos 0 
companheiros que aqui 
e encontram. É um 
p r a z e r imneno, 
desejo e quen rne,;m:> 
conversar com tolos, in­ 
clusive eomn o governa­ 
dor Garci;1 Neto. com o 
presidente do Diretório 
Regional !.lo 1':1rtid••, dr. 
f:uio Vieira. com o eX 
governador Perlrossia11. 
enfim, com todos os dt•· 
putado, senadores e to­ 
dos os demals empa­ 
uheir·os de partido". 
jovens e mulhe­ 
res devem parti­ 
cipar 
Assegurando que a 
ARENA tem na sua a­ 
ção partidária um preo 
cupação muito g-rur,de 
pela área jovem, Franco 
lino disse que costa do 
plano d::i. agremiação 
" uma dedicação espe­ 
cial a esse setor ". Acre 
dita que ele seja apro­ 
vado ainda este ano pe­ 
lo Congresso, permitindo 
ao estudante e ao traba 
lhador urna participaçiio 
mais efetiva na ARENA. 
inclusive com 'iUlonomia 
de escolher e indicar O!! 
pruprios <!andiJa LO:.". •· A­ 
cho que esse é um ins­ 
trumento que se estará 
ofere cendo aos setores 
jovens da ARENA, nu 
sentido de uma partíci­ 
ção mais efetiva junto 
ao próprio Partido, pois 
como todos sabem. a A 
RENA é um partido in­ 
teiramente abertos a to­ 
das as categorias soci­ 
[Contl:iua na pag. 5)

T'riluna da Fronteira 
BANCO DO BRASIL S. A. 
EDITIIL 
TAPE CARIi 
MOOELDR 
o llanco do • Brasil 
S. A. faz aber que, de 
21/11/7 28/11,7, e8- 
tnrüo uhertaH em sua tl· 
gõncia tlestu cidade, na 
tu Guia Lopes 1" 91 7 
de se!-(unda a tmxtu-!eiru, 
lias 7:00 horat1 ús 12:00 
horas, as inscrições p/ 
a seleçlo acima, u reu­ 
Jlzai·-se na cidade ce 
Guiu LopeH da Lnguna­ 
MT, em datu, horário e 
local que tierüo oportu­ 
numeole unu11ciados. 
Selecão de Auxiliar de Escrita 
, em ordem dcc;·esccnle ciu a cujo quadro per- 
Hervir em qualquer par- 	bti- tença qualquer funclonl- 
·te do território nacional; do total de pontos o - rio parente eu uté o 
e) entregue dois re- dos. 	segundo gráu ou conJU· 
tratos recentes, iguuls, 10. o julgamento que. 
de tamanho 3x-1, til'adoi- daf! J>i·ovu1. terá caráter ir o presente cer- 
do frente. irrecorr1vel. 	'· 1 • 
11
. O Hanco rcsl.'r- tn111e visa u se ~c1011ar 
A seleção constará 	pessoal para supnmento 
lus seguintes provas. va-se o direito de apro- 	tura e 
u " ., 	ú sele de vagas porven r· ,- 
I
>..,icoJ611lcii, I'orlu- vellar, ou n o, os • 	" ia • 
n b 	d o xi&tentes nas agene) i. 
gu
"'R· ~lutemálica, Duti- . cionadods, t'"obser"a o 	ll e 
., ' 
1 
IH'UZO e meses Entretanto o :mel) 
8 
l0grafia! 	'- " reserva e direito de localizar es 
4, As provas de Por- 12. A posse dos e li0nades em u m a de 
tuguês e ~latemática r:rn- ll•cíouudos ficará nu de- sua8 dependênch1B e~J 
rilo dn tipo ob}elivo. ?- pendêoclu de uprovução qualquer parle do terrt­ 
brlgatório o uso de tin- em exame de saúde fei- tório r.acl0nal. 
l Calle 
ta 1rnr médico cio i,a oco 
ta de cor uzu em • 	• d 17. I crito, consíde- 
. t ·ográ- ou por ele credencia C. 
ta-tinteiro ou e er • - 	rar-sP-á o candidato clen 
fica e ló.pls prêto " 2. 13. Cumpridas as te das condições estipula- 
5. A provu de Dali- Iormnllclades de nomeu- das 110 presente edital. 
lograria será feita em ção e localização, s.-,rüo 
máquinas Iomectdus pe- empossados no carg') 
inicial da cnrreirn de 
lo Banco. 	Auxiiiar de Escrita - Le- Bola Vista (:1T) 
G. Para cada prova tra "A", com vencimen: 
haverá apenas uma cha- tos mensais de CrS 
muda. Sómente Eerá 2.244,00 tdois mil duzen- F. 
permitido o ingress" no tos e quurenlu e quatro 
prédio onde se realiw- C'ruzelros). Antes de de­ 
ruo as provas do cuudi- corrido o prazo de um 
dato que se apresenta! ano, contado a partir da 
com untPcedêncm mmi- data de posse, hcum 
mu ele Trinta :'llinu:os impedidos de: 
da hora mareada pura a) pliteor transferenia, 
inicio dos exames. Sob resguardando-se o llan- 
nenbum pretexto admi- co n seu critério o direi Convites ~e Cmmenlos 
tir-se-á 1.1. pai·hcipação to ele removê-lo ·: 
do candioato que, embo- b) participai· de se­ 
m tendo ingressado no leçii.o interna p, a cur­ 
prédio dentro do boráriu reira de Escriturário 
est.abt>leciclo. deixe, por 
qualquer motivo, de es­ 
tar presente nu saiu 
respectiva ante:- do sinal 
p/ distribuição ela prova. 
7. O participante que 
raltrn a qualquer elus 
provas ficará impedido 
de prosseguir ,wconcur-o. 
Será elecionado a­ 
quele que: 
1.1.) satlsiizer :h exi­ 
gências da prova Psico­ 
lógica; 
b) obtiver a nota 
mínirnu Gll (sessenta) nas 
provas de Português e 
Matemática e 40(quaren 
la) nu de Datilografia. 
2. ; inl:lCl'ÍÇÜll deve­ 
rá er 0licitada pessoal 
mente pelo Cllll(lidato 
(vecl11d11 u µnrllcipuçilo 
de ii1termediário) o tlerá 
deferidu àquele que, mu­ 
nilo de documento de 
idellldacle, sal!sfuça 1s 
seguintes exigências: 
u) tenha, à data do 
término elas iascriçõeR, 
itlnde minima de 18 a­ 
nos comp[etos e máxima 
de anos incompletos; 
b) pague a taxa de 
in,criçuo de CrS50,l O 
(cinquenta cruzeiros) 
c) apresente: 
1) ( se cio sexo mas­ 
culino) -c:ertiticado de 
nistnmento militar, ou 
de resenislu, QU de dis­ 
pensn ctP incorporação. 
ou de isenção do servi­ 
o militar, ou, ainda 
l'nl'll'irn de iclenticlade 
d Ministério do Exérei­ 
to, ou do Ministério du 
Marinha ou do Minis 
lério da Aero11úulica. 
Quando se truta: de 
militar incorporatlo, ofí­ 
cio elo cor,rnmlauld per­ 
mitindo- u inscriçiio. 
11) certUicuclo ou his­ 
t(n ico escolar (com fir- 
1nt• reconheci<la) de con 
clui::ão do primeiro ciclo: 
curso gi!!usiul ou equi­ 
valente, expedido por 
,~stuhelecimenlo de ensi­ 
no oriciul ou reconheci­ 
do, ou documento que 
comp,·ove nivel de e co • 
laricludc nH1is alto; 
lll) provu de natura­ 
lização, se não. for bra­ 
slleiro nato; 
d) füme termo de 
C')mpromisso em que a­ 
ceite designação para 
Banco do Brasil S.A. 
,ugusto B. Guedes 
Neto 
Gerente Int. 
Amuro Gonçalves 
Subgerente Int. 
9. Atendida essas con­ 
dições. e a fim de esta­ 
belecer as priüridarles 
pura possível uproveita­ 
mento, o Banco relacio­ 
nará os selecionados 
• 1-1. , inscriçüo do 
candidato importurú em 
uuuênciu implícita a fu­ 
tura designação (se sele 
ciouado A nomeudo) pa­ 
ra servir em qualquer 
dependência do Banco, 
bem como a possibilida­ 
de de ser trunsfericlo 
para outro local, em 
qualquer tempo, durante 
a ,·igência elo contrato 
do trabalbo. 
15. Nenhum candida­ 
to poderá inscrever-se 
uem prestar provas em 
agência udminislTada 
por seu cônjugm-1 ou pa­ 
rente até o segundo 
gr•rn, ainda que o. ad­ 
ministrador em causa 
não venha a participar 
dos trabalhos do certa­ 
me. Jgunlmente não se­ 
rá localiz.ado em agên- 
folhinhas e 
lentiria.s a 1SI 
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Illfu do dia 2110G/7j 
Ronda do 2º· Chú ('.!7t0ll/75) 
I(enda do ~tocoló (29 0G/7ii) 
Renda da Venda de ChaYeiros 
Reud1t d 1 a~ Chá (21 '07 /75) 
Renda do Bingo 
Renda do -1°· Chú (29-0S-75) 
R(füdu do :íº Chá (2G-OU-75) 
Renda do 6°· Chá (:-11-10-75) 
Gnslos Conforme Notas 
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40(),00 
l:JO,UO 
200,llO 
310.00 
<Hl:.!,00 
835,00 
11,()[il),()l) 
!)jr),00 
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1.0US.00 
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mil trezentos e um crnzeiros e vinte centavos.) 
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Dalvu Pimenlel Fe1Toirt.1 -- Pre . do Df do GSSPR 
Olga Denis Bullu 'Tesoureira do DF do GsSSPR 
Cícero Corlh.:uu Farreirn - Pres. Con. Fisc. do GSSP!l 
Campo Grande, (Se 
dimat] (Com u presença 
do dc'pu,ado Frnnc<'lin,, 
Pereir:i. preE-idl'nle do 
Dirct01Jo 'acio·1,.ll da 
Aeua., do governador 
Garcia Neto, do preside:a 
t_e regio:ul d,, r 
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Senado e CJ::::u·a l'crl.., 
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ta, presidente do Bi:e­ 
tiio de Campa de Ca 
,'" (ilillltit-, dl'U JJO:•' e a 
o,1is3üo Provisória o 
que se e!carregara u° 
J';,1·i!H!I' o l'irr•lúrin rl,t 
Are.a jovem neste tu 
l!Íl:1';ÍO. 
I posse se deu no 
(';l(·L'J'l',J lll"lll) (;() Primr•j 
ro r·ur .. 11 <!L' lo1itiaç,io 
P ,:1'ir:;J. n:.> l'alúcio eh 
l'.>mt'r·cio. fü:..indo a'i:.1:n 
con,;tiluiLla a e.imis,-flo: 
presidente, Geraldo Fl 
gueiras: vice-presidente 
.rolt!o .Uü'!Safí l-'ig-ul'i 
rÓ; primeiro secretário - 
rd,ll<'ia .loura: ,;r~un­ 
do secn.-'túrio - frl0 "ie 
g-;is d:1s Santos: relatOI", 
Ht>rmeto .luller. 
i .rena .Jovem emn 
Campo Grande foi fl!nda 
da por volta de W70, pe 
lo~ :::rs. David Balauiuc. 
Ruy an!'Anna e Ru'en 
Figueiró. este hoje !ice,· 
do governo" pa Assem 
bléia Legislativa e aque 
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do Estado, re pec:líYa­ 
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UY S 
il REHll Q 
R ·n ROTINAS PARA 
INOVAR 
' 
Falando no encerramento do Primeiro Curso 
do lnlclução polllicu, promovido por univers1ta 
rios da Fundação UnlverHilàrla Católica de Mato 
Grosso - FUCMAT, o advogado Ruy Sant'Ana 
dos Sautos sub chefe da Casa Civil do Gover 
no do Governo do Estado, representando a ala 
jovem da Arena, louvou a criução duquele cur 
so, que considerou uma experiencia vitoriosa do 
seu Partido. 
Afirmando que us palavrus jamuls supera 
riam essas espontaneas manifestações dos senti 
mentos, o orador assegurou que elas devem ser 
usadas lo para esconder, mas para revelar o 
pensamento, dai a sua emoção. diante da presen 
ça dos companheiros que acudiram à realização 
do Primeiro Curso de Iniciação Poli~lcu p_ura 
cumprir o dever oivico-cultural de aqui ouvir e 
debutei' os problemas politicos nacionais. 
O Governo da Revolução afirmou Ruy ant' 
anna tem trubulhado em beneficio da juventude 
no sentido de conceder-lhe opo.-tuniJades parfl 
que possa ter acesso e promoções na vida so 
clul. A Areua quer inovar quebrar rotinas, cor 
riglr vicios antigos e unsejar à fuventude ~m lu 
gnr de vanguarda, para que cedo possa o Jovem 
participar do trabalho renovador. Esse é o tra 
bulho da Arena: ao invés de uçulur, instigar os 
ativistas, os estudante profissionais que defen 
dem e reivindicam falsas liberdades e temem o 
decreto 477 ele u.dotu a verdadeira causa dos 
jovens. 
Partido sem doutrina e sem diretrizes acen­ 
tuou o orador são conglomerados a serviço du 
demagogia da subserviencia ou de interesses que 
ni:lo se énquadram na austeridade de uma fiioso 
nu. Ao que se encerra seguir-se-ão outros cur 
sos dirigidos a cuda parcela du população. A A­ 
rena é e pretende continuar u. ser o partido de 
todo o povo brasileiro.» 
Ao final, npós agrndecer aos companheiros 
do Purtido a fidalguia do convite para falar em 
nome da Arena Jovem, na qualidade de um de 
seus funrladores. e ressaltando as presenças do 
governador Garcia Neto e deputado 1'rancelino 
Pereiru, Ruy aot'anna encerrou o sua oração 
«nada do que já [oi construido, ergueu-se sem 
que alguém tenha s•rnbado com isso, alguém te 
nba querido que isso acontecesse. Penso que lo 
dos sonhamos, acreditamos, queremos o Brasil 
cada vez maior, humano, cristão, feliz, democrá 
tico». 
ClJ!tiTJB, - «Do 
correspondente» - O 
prnauucíumento feito, da 
tribuna, pelo deputado 
emedebita .José Domin­ 
os Scarpelini, elogian­ 
do a Revolução de 64 e 
aplaudindo o Alo Instilu 
clonui 11°· G, foi critica­ 
do ontem pelo líder da 
bancada do MDB na As­ 
sembléia, .José ~lugial! 
Filho, que informou es­ 
tar de posse de certidão 
do di!lcur1:10. p/ encami­ 
nhá-la ao Diretório Re­ 
gional do partido ·•o, 
fins de direito e da le- 
gislação vigente". 
ilugiull disse que a 
posição adotada pelo 
deputado José Do1igos 
"foi uma traição, u­ 
ccutuundo ,·er-se uu 
"contigrêneia dura, ma8 
indeclinavel, de se alir- 
mar que o deputado 
nio falou em nome 
nem de sua bancada 
nem do seu partido, o 
MDB, os quais, ao con­ 
tririo, negou e expresu­ 
mente, desrespeitou em 
seu3 mais altos propósl­ 
tos de eulidade polllica" 
O deputado ,José 
Domingos Scarpelini dis­ 
se em seu discurso, 
crer "na legitimidade do 
Ato Institucional 1 6, 
COLUNA JURIDICA 
Haroldo Medeiros 
"Órgão Independente u erviço da Região" 
Ano IV Hela Vista MT. 23/11/75 N" 187 
TOLERftNCUl E 
Filho adotivo cumprir algumas exigên- 
Se por ocasião da cias legais. Assim, a pro 
adoção o pai adotivo , potna do comprador de­ 
já falecido, linha filhos, verá ser aprovada pelo 
o [Uho adotivo não terá juiz, sendo o irmão do~ 
dlreit., à herança. Mas, ente representado no 
se os filhos nascerem negócio por seu curador. 
depois da adoção, cabe- A parte que couber a 
ró ao filho adotivo a ele será depositada no 
metade do herdado pe- Banco do Brasil S/A ou 
los filhos legítimos. Caixa Ec..,nômica FElde­ 
Herdelro doente Mental ral, com correção mone- 
Se vccê é herdeiro tária, ou aplicada de ou­ 
juntamente com outro tra maneira, desde que 
irmão doente meotnl, e'seja autorizada pelo 
quer vender o único imó ju1z. 
vel herdado, terá que 
- 
COMPRENSllO 
(Idéia extraidu. da Revista Rotária de Janeiro 
75.) 
Todo o funcionamento do "ROTARY", está 
montado numa cousa muito frigi!, qual seja; ·•o 
• comportnmento humano". 
"O comportamtntv humano·• é muito frágil, 
cada homem tem suas fraquezas, i-uas debilidades 
e seus defeitos. Grandes vultos da História, verda 
deiros expoentes no cenário internac1onal, tiveram 
seu:-. momentos de frnquezas ou de fragilidade de 
comportamento; a ponto de colocarem em risco 
condutas intocáveis, prestigios, cargos, e até mes­ 
mo irnperios. 
_ Se os homens são frágeis e Rolary está for­ 
mado por homens, um dos objetivos práticos a 
cumprir, é envidar es[orços para que não se for­ 
me entre os companheiros condições que venham 
afetar a integridade pessoal e moral do individuo 
e por conseguinte, a estabilidade do Clube. 
Como vemos, Rotary é por demais humano 
talvez demasiadamente humano para ser perfeito. 
E possivel que muitos de nós rotarianos. já te 
nhamnos sentido um certo descrédito nas doutrinas 
rotarias; talvez pensando, ou mesmo empunhand 
caneta pura pedir Jemissao do Clube. É por • og 
P 
, édit 	ISSO. 
or que esse uescr. .o ou esse descooteotamea 
to? Talvez por. sentirmos às vezes ofendidos: ou 
porque se realizaram algo com qJ não concordamo 
ou porque segundo nosso ponto de vista, não s! 
enquadravam dentro das teorias rOtárias 
Para mslhor responder a estas ind - 
melhor seria fazer mos a seguinte pen,,";a€@es, 
estirá sendo esquecido aquêje sioii];"!9 
e Compreenção, sublimes valores do ser anota 
P_ois-se esses valores forem cclocados. Em mu1~:mano 
toes puramente humanas. decorrentes d f,,}}° 
de humana, seriam neutralizadas: e isto ra . ida 
Rotary. Tole1ância, compreensão e ente é Jrahcar 
entre seus membros e com os demais d 
O 
mentos 
dade, são postulados fundamentais a . cu~1!-Ili 
mente justificam a organização Rofu~ implicita 
(palestra proferida pelei Ten. J~acir diaª· 
14111175
. 
p extirpar do pattidos 
os uentes da subver­ 
são" e qualifieou a le 
volução de 6l "como o 
procsso em que us 
Forcas Armada iter­ 
vieram p restabelecer 
u ordem, pura repor 
o Brasil nos rumos do 
querer nacional que al­ 
mejuva por um over­ 
no de formu dcmucrúti­ 
ca". 
Lembrando o inicio 
de sua carreira polititica, 
aceutuou Scarpclini: "Eu 
era um menino em mar­ 
ço de 1961 e eui ape­ 
uas o destino que me 
foi imposto pela úulca 
opção política partida· 
ria que me sobrava, 
no conte,xto da política 
muuir.ipal. Em verdade 
se me fora possível op­ 
tar entraria p/ nm par­ 
tido que se dispusesse 
u defender os valores 
revolucionários, os i,u- 
autêutico contidos na • ! 
bibl!a democrática que, 
sem dúvida alguma, são 
o preâmbulo do Ato Ins­ 
titucional de 9 de abril, 
o Ato Instiluciouul nº 1". 
Soar pelinl, que re· 
centemente ficou detido 
por quatro horas no 
quartel do Exércilo em 
Apucarana, fez seu pro­ 
nunciamento logo após 
retornar de Brasília, on­ 
de esteve há poucos 
dias. 
Ministério do Exército 
li Exército 
9 Região Militar 
4°· Divisão de Cavalaria 
Regimento Antonio João 
EDITAL No: 03/75 
O 10º Rt:gimr,nto de 
Cavalaria, devidamente 
autorizado, venderá ero 
hasta pública, às 0800 
horas. cio dia 10 de De­ 
zembro de 1975, 15 (quln 
ze) animais cavalares, 
imprestáveis para o ser­ 
viço do Exército. 
O referidos animais 
serão leiloados nas de 
penctências da Seção 
Veterinária Regimental 
onde os mesmos podera_o 
ser examinados, a partf 
do dia 1° de Dezembro 
de l975, no horário das 
0700 às 1100 horas. 
Para maiores escla­ 
recimentos os interessa­ 
dos deverão procurar 
o chefe da Seção Vete 
rioária Regimental do 
10° Regimento de Cava­ 
laria. 
Quartel de BELA 
VISTA, MT,21 de No­ 
vembro de 1975. 
José Alves de Oll­ 
veira-MAJ CA V 
Presidente da Comissão 
, 
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