FUNDADOR E DlllETOR 
------------ 
í 
RESPONS, VEL: rv A Lf)O PEHEJllA 
ANO IV 
~ed_açúo, _Oficina e Administração 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bola Vista, ao de Novembrü rJ 1075 Bi-Semunúrlo N" 1b8 
-E. 
FUTURO CiOVERNADOR? 
' 
J Arenistas de Mato 
, Grosso acham, que. o De- 
Putado Ubaldo Barém 
poderá -ser-· a -melhor 
soluciio do partido na 
sucessão estadual - de 
197 . Além de ter sido o 
• 
■
mais votado, é, jovem, 
bom orador. e .com ex, 
celeate penetração nas 
clJ.versus· área do Esta­ 
tio e sobretudo no sdor­ 
estudaatil. 
(Revista Manchete) 
.. ' .. l 
Sessão 
2111.7 
do 
 
· · ·,Moção. 
O' Vereador José 
$1mpllclo da Costa Mar­ 
ques, apreseaton Moção 
de Pl!sames m, Sr. Anto­ 
nio Lopes e familia, pe­ 
lo raleoimento de J o si­ 
na Alves de Sousa ,pro 
genitora da Si:;cretâria 
Al'qulvisla da. Ctimnra 
;funlc1pu l. 
Enc·erramcnto 
ano 
O Verewlor Dr. Pe• 
dru .José Palmleri. Pre­ 
Midente da Câmara MuJ 
n!cipal de Bela. Vista, a­ 
gradeceu a forma cívica 
' "' 
a 
. . . 	V- 
., 
e. o- r	i 
- Dr. Pedro Palmieri 
Prefeitura Municipal 
l.C M. em Bela 7-i ta 
,·. 	' 1 .1 ., ..  '. . . 
lnformio prezado amigo ct ilustre Prefeito encaminhei 
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fazenda :furah u,·ce',,úrio csnulos et orienmçào. fim possa for- • •, , , • 	Rigoberto • Adriano 
ver reposta osncia sisando solucionar robla- 	3l2] j]3f2 3M}À 9}3 ]±5»2 " Velasquez - declara que 
• 	ds 	pértleu os- seguinleS' do 
,,{","" Joel Alio de ova ' Chefe Gabinete do Go. Horário: 8 às ll horas l1 às 20 horas' êumentos: irteira ge 
- 	, ... . ., ·- - - · . . . - . ' • ldentidilde, Titule,. de E- 
• • • • • ., ~ • • • ·' • • •. - ,, ~ ~ ~- •. . •. ·-· e. :.. _ .. , --- • leitor, Certifieado de Re 
EM PORTO MURTNNHO HOSPEDE EM "BIDU HOTEL" ±jis.3# 
• ..  ,. 	a 	« 
. Dr. H_elio Loureir_o de Almeida._ 
Cirurgião Dentista ·RX 
e patriólll!a d,•monslrn­ 
da pelos senhores vereia 
díJre'l 110 rlecorr'lr rio 
ano legislatívo. 11 cnb­ 
boração prestada à Me­ 
sa pelos ilustres pare, 
e dizendo que a g-tran­ 
tia do cl<luclfio estli. nn 
forma correta de agir. 
Logo a i;eguír deixou a 
palavra livre, par:t Of;' 
senhores verea.lore!l, tJU 
funcionários. Rendo que 
o manifestante foi o ort 
cial Administrativo, A­ 
dilo Carlos • 13atlsla. quA­ 
usou da palavra. Jrn.ra 
agradecn em none dos 
formandos da (!$é. Técnica 
de Contabilidade e Esco 
la Normal, lodo o apoio' 
encontrado na pr,pulação 
da cidade, no· que tange 
às promoções ern· pró! 
da· campanha pura a 
realização de uma ex­ 
cursão por· São Paulo; 
Paraná e ! St"· Catarina; 
onde·• esses estudantes 
irão cl'ivulgar o munici­ 
j)Jo' de Bela Vista. 
Dr. Pedro José Pal­ 
mier"i 
• Presidente ' 
Osvaldo Turi11i 
]e- Secretario 
DOCUMEN 
TOPERDU)O 
RESERVEM suns MESDS .. PdR.ll . O '~SUPER "EVEILLOM-- 75'_,· DO ,.G.P.R ... 
..... .... . .... .... . -·- .- ... . . . . .- . . - . -- .. 	- 
(GremiQ Pedro Rufino). - abrilhantado pelo Conjunto "SMNTH'' DE siio P'1Ul0 
: i.: ._. • • ~-• • ~ - t -~':. _"' ~ ~ ..,-:1 : 	: l 
GREMIO:- "PROMOiO DE ALTO NIVEL" --

'Tribuno da Fronteira 
30 de Novembro de 187 
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o general Sylvio fatos épicos da conquís 
Couto Coelho da Frota, t.a e da colonização e a 
ministro do Exército, a vttória sobre os ivaso 
propósito do transcul'SO 1·es estrangeiros, no se 
do Dia da Bandeira ex forjar o sentimento nuti 
pediu a seguinte Ordem vista e se fortalecer a 
do Dia. 	solidariedade las lres 
"Os povos, na longa raças formadoras da nos 
caminhada da bumanlda sa etnia. representadas 
de, encontraram sempre pelas figuras heróicas 
nos símbolos, uma forma de Camarão. 
de expressar seus senti Henrique Dias e Vi- 
mentos e idéias. Da Jon dai de Negreiros 
ginqua Galiléia velo-nos Farralhando, ao so­ 
u Cruz - um simples ma pro de ventos bonanço­ 
deiro - encerrando em sos do presente, evoca­ 
si uma mensagem de a- aos a campanha pela nos­ 
mor e caridade. Outros sa independencla e pe­ 
simbolos, de grande sig la afirmação da nossa 
niflcução moral, foram soberania.• Os gritos de 
usdos pelos homens. guerra, tropeis de car­ 
galvanzaodo-os com sua gas, entrechoques de ar­ 
presença, nas lutas que mas e toques de vitória 
empreenderam. Os ven confunde-se, na lembran 
cedores 'levaram-nos em ça deste passado distan­ 
triunfo em suas campa te. Este ciciar fala-nos 
• nhas, os vencidos senti que, pelo, acendrado a­ 
ram conforto em morrer mor a Patria, alcança­ 
a eles abraçados . .1-S na ram-se a eternidade. A 
ções também tem os gloriosa passagem da 
seus siml>olos, e o mais ponte de Itororo, pelo 
sublime deles, que con Duque de Caxias, sinte­ 
cretiza a Pátria em sua se perfeita da cena pe­ 
grandeza e em sua bis lo exemplo, e a serena 
tória, é a Ba n d e i r a intrepidez do Te:::ent1, 
Nacional. Antonio ,loão em Dou- 
Nós, brasileiros te- rados oferecendo seu 
mos a nossa linda Ban sangue como protesto à 
deira - o auri-verde pen invasão do solo patrio. 
dão - em cujas cores e não foram esquecidas, 
legenda identificam aos Mei:s coman<lados! 
riqueza e exuberancia Todos os que têm a 
da terra e o propósito ventura de viver neste 
pacifico de seus filhos. País, velam pela intan- 
Hoje, na data. consa gibilidade de nosso pavi 
grada a0 se u c u l t o 1hão nacional e sentem­ 
ao unta-la sentimos fre se orgulhosos de faze-lo. 
mir nossos corações de Nós, militares, com a vi 
patriotas na evocação da dedicada à Pátria 
dos feitos do passado, temos o dever de ir aJ 
Da contemplação das rea sacrifício p/ que a nos­ 
hzaçoes do presente e sa bela Bandeira jamais 
na perspectiva de um seja maculada. Só alme­ 
Iuturo radioso a que ela jamos ser dos primeiros 
acena, desfraldada nos a defende-la e a honrá­ 
mastros em torno dos Ia. Nunca permitiremos 
quais nos perfilamos, e- que venham a enodo-la 
mocionados e reverentes os signos exóticos ele­ 
O murmúrio de seu vando-a, bem alto, aci- 
panejar lembra-nos os ma das paixões, para 
que seja sempre aear1- 
clada pela lll'lsn cálida 
da democracia. 
A brilhante tradição 
das nossas Forças Ar­ 
madas e uma vida dedi­ 
cada exclusivamente uo 
duro labutar da casenar 
asseguram-me que o 
soldado brasileiro justi­ 
ficará, era qualquer cir­ 
cunstüncia, a confiança 
que nele depositam o 
povo brasileiro e seus 
chefes. 
Glória, pois. a ti, 
Bandeira do Brasil, que 
tens a preservar-te e a ser 
vir-te os filhos em ar­ 
mas de uma Nação justa 
magnânima e viril. Bra­ 
íslia, 19 de novembro 
de 1.975." 
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[ 
1

O C IM o 
FUNDADO EMI I DE MAIO DE 1975 
Eu vi o obre velho es­ 
farrapado 
Cabeça branca enta. 
do pensativo 
Dum carvalho ao p; 
E-molava na pedra dur 
caminho, 
"Eu Sou o Caminho, A Verdado e a Vida" (.:]nus Cristo) 
-------------- 
Bela Vista 1 . dezembro I Nº 08 Ano 
Sem família, em p4o, 
em lar, em ninho, 
E rico só de fé! 
"UM O 
É o que deve ser a 
vida. Uma cançilo. Para 
o homem como é p/ a 
natureza. 
Diz o autor sagrado: 
"Pois eis que passou 
AVISO AOS 
NAVEGANTES 
Os dias trazem as 
experiênctaa. necessárias 
ao aprendizado da alma. 
Parece nosso ser interno 
misterioso barco invisi­ 
vel que toca praias ima 
teriais das emoções e dos 
sentimentos. A vida no 
apresenta terras inespe­ 
das ao singrar o barco 
as águas do destino. 
De vez em quando 
tempestade mais forte 
parece soprar de encon­ 
tro à vela da aepiração 
e sofremos ... A paciência 
do navegante, no entan­ 
to, fará com que saiba­ 
mos esperar que o céu 
reabra em pleno azul. 
Além de nosso coração 
humano, não esqueça­ 
mos, bá no infinito o co 
ração de Deus-Amor, de 
Deus-Paz sempre pronto 
a reconfortar-nos nos 
instantes em que nos jul 
gamos desesperados. 
O coração voltado 
para o· Senhor é como o 
bom timoneiro que co­ 
nhece os segredos do 
destino. Saibamos espe­ 
rar as oportunidades de 
tocar as doçuras de ter­ 
ra encantadoras ou de es­ 
tados d'alma felizes, co- 
. mo praias brancas de 
suavidades. 
D'avid flonfim de Oliveira (Pastor e Professor) 
Uma Canção 
o inverno, a chuva pas- ra já deu os seus figui- 
sou e se foi. Aparecem nhos e as vidas em flor 
as flores a terra, o tem exulam o seu aroma. 
po de cantar chegou e (Cantares de alomão 
u. voz da rola ouve-se 211-13) 
em nossa terra, a figuei- Um espetáculo p/ 
os olhos e os ouvidos. 
Parou a chuva. Chu 
va pesada de inverno. 
As flores enfeitam os 
carupos. A rPla desafia 
as cordas do seu canto 
no bosque, desde cêdo 
até o por do sol 
As vides e as liguei 
ras pendem carregadas 
de frutos. Um aroma 
gostoso de frutas madu­ 
ra espulhn-se pelo ar. 
Quer dizer: música. 
Música em tudo. Porque 
a cor das flores é músi­ 
ca para os olhos, como 
o canto da rola é musi­ 
ca para os ouvidos. E o 
perfume dos figos P dus 
uvas é também música­ 
porque é canto. no dizer 
de Luiz Guimarães Filho; 
·•o perfume da rosei 
Aconselho-te a bus­ 
cares no enhor a força 
de tuas mãos ao segu­ 
rar o leme da vida. 'o­ 
zinhos, pouco ou nada 
podemos. Tudo. no en­ 
tanto, conseguimos com 
a ajuda d'aquele que 
nos fortalece. Aqui está 
o segredo dos corações 
felizes. Sabem que, a­ 
brindo suas almas à luz 
dos céus, a vida se ilu­ 
mina de momentos com 
pensadores... E mesmo 
até quando a noite se 
fizer sem estrelas, a ela 
ridade de Deus, guard!l.­ 
da em sens olhos, ilumi 
nará os mares da exis­ 
tência. 
Os acontecimentos e 
os fatos que arcarem o 
Dia de nossa exis 
tencia pertencerão mais 
a Deus do que a nós 
mesmos. Felizes seremos 
porque Deus, que é amor 
e misericórdia, destilará 
do infinito, Luzes de es 
trelas para bordar de 
reflexos as águas de 
nossa vida. O Barco D' 
alma tocará assim o por 
to da felicidade que 
sempre nasce no coração • 
que sé integrou no Cora . 
ção de Deus ... 
ra 
É o canto 
das rosas" 
Se cantam as flores 
nos campos-policromia é 
protofonia; se cantam os 
frutos pendendo nos ga­ 
lhos: se camam os pás­ 
saros no arvoredo-por­ 
que não há de cantar' o 
homem? 
A vida deve ser 
uma. canção. Um poema, 
que é música feita em 
versos. 
Não uma canção 
obscena, voluptuosa, co­ 
mo se a vida fosse uma 
saturnal. 
Não uma canção a­ 
vinhada, pastosa, como 
se a vida fosse um baca­ 
nal. 
alegre 
"ão uma canção his­ 
trinica, de picadeiro. ou 
de palhaço. Carnavalada. 
Não uma canção a­ 
tírica. maldosa, de quem 
canta porque outro cho­ 
ra. 
Mas uma canção li­ 
rica, ldilica, bucólica, pas 
toril, suave. De quem es­ 
tá de hem com a vida. 
Canção ,feliz, que cele­ 
bra a vida pela vida. Es­ 
pontânea como faz a cri 
ança que canta por can­ 
tar, como cantam os pas 
sarinhos. 
E essa canção onde 
está? 
Em Deus. 
O livro do qual ex­ 
traimos o texto acima, 
conhecido como Canta­ 
rei; de salomão, ou Cân­ 
ico dos Cânticos, é poe 
sia. eesia lirica O tera 
domiuaute é o amor. 
Amor entre Deus e o seu 
povo .Entre Cristo e a sua 
lgreja. Entre o Criader e a 
Criatura. E um canto, por­ 
que Deus existe. Existe 
e nos ama. 
Se É assim, podemos 
cantar. Porque é Deus 
quem dá sentido à vida 
humana. 
Que lhe dá profundi 
dade. Que faz da vida 
um hino 
Sem Deus é desola­ 
ção, mesmo que flores 
çam os campos, e can­ 
tem as aves, e os frutos 
perfumem os pomares. 
, Sem Deus a vida não 
é um Paraiso. mas deser 
to como ficou o paraiso, 
depois que o homem pe­ 
cou. 
Mas com a vida é 
uma canção.

O Caminho 
Dezembro de 1975 
ela i-ta M 
SERÁ UMA IGREI TÃO B 
QUBNTO Ji OUTRll? 
- Uma igreja não é 
tío boa quanto a outra? 
Esta é uma pergunta 
freqüente de multas 
pessoas sinceras, as qua 
is estão buscando a ver­ 
dade. d'd muitas pessoas hwnes. 
tas que afirmam ser todas as i. 
grejas boas. Dizem, per exemple: 
- Não são todas as 
Igrejas mais ou menos 
iguais? Toda no8 con­ 
duzem P/ o mesmo Ca­ 
minho.... 
Esta atitude sobre 
a denominações é mui- 
to conciliatória, mos­ 
trnndo um desejo de 
resolver a complexidade 
de doutrinas e religiões 
aluais. 
Será. porém, que 
tal atitude e encontra 
na Bíblia? Será que Je­ 
sus e eus apóstolos 
apoiaram a idéia de mui· 
tas religiões? Vamos pes 
quisar o Assunto nas 
páginas do ovo Testa­ 
mento: 
"Pois, em um só 
(Continuação) 
tem para nós hoje: 
1. De todas essas frases, qual é a frase de 
que voce gostou mais? Por que'? 
2. Lendo bem este trecho da Bíblia, a gente 
percebe que a Biblia insiste as boas maneira à 
mesa não porque o contrário é um pecado contra 
Deus, mas porque o contrário faz mal à S!lúde e 
causu sentimentos desagrtaveis ao: outros. Este 
é o metio por que Deus quer que a gente rrctique boas maneiras: 
a saüde e o bem+estar de nós mesmos e dos outros. ( oéé Quan­ 
do ocê precura ensinar boas maneiras aos filhos, você usa o mesme 
motioo ou logo apela poro 0ws para o castigo dt Deus? Como 
é que voce faz? Quais seriam essas coisas? 
3. Voce sabia que essas coisas tão comuns 
da vida estavam a Biblia? 
4. Muita gente nem sabe que essas e mui­ 
tas outras coisas da vida estão na Bíblia. Acham 
que aquilo não tem nada a ver com a tê ew Deus. 
era que assim não há outras coisas na vida das 
'quais a maioria pensa: "Isso não tem nada a ver 
com a fé em Deus! Deus não se preocupa com 
essas coisas? 
5. Uma pessoa bem educada com bons tra­ 
tos e boa conversa é uma pessoa bem mais huma 
na. Se Deus se preocupa com a boa educação 
com os bons tratos e com as boas maneiras é is: 
so um sinal de que Deus quer que a gente seja 
em tudo muito humano. Será que neste ponto tem 
algo que ainda está faltando nos cristãos de hoje? 
O que é? 
6. Lembrando agora o caso do Antônio 
qual seria a melhor maneira de proceder com ele. 
para que crie juizo? 	• 
7. Voce lembra algum fato da vida de Jesus 
em que ele se mostrou amável e bem educad 
para com os outros? Conte. 
0 
8. O que nós vamos fazer agora de concreto 
para colocar em prática a Palavra que ouvim 
meditamos? 	os e 
2.3. Canto ou oração p/ encerrar e agradecer. 
Espírito. todos nós fo­ 
mos batizados em um 
corpo" . . . . (l Codntlos 
12:13) 
Note aqui que o­ 
mos batizados em um 
só corpo, sendo ele a 
Igreja (Efésios 1:23). O 
mesmo batismo que nos 
coloca em Cristo. nosso 
Salvador, também nos 
coloca no Seu corpo, 
ou Igreja (Gálatas 3:27). 
Não somos batiza­ 
dos em muitas igrejas. 
nem rc,conciliados em 
muitos corpos. O Novo 
Testamento ensina que 
somo batizados reconci­ 
liados e chamados em 
apenas um corpo. E o 
Apóstolo Paulo nos in­ 
forma quP- há sõmente 
"um corpo e um Espi­ 
rito.... uma esperança, 
um só Senhor, uma só 
fé, um batismo, um só 
Deus .... [Efésio 4:4-6]. 
Ao perguntar se u­ 
ma igreja é tão boa 
quanto a outra, devemo 
também perguntar: 
--É um Deus tão bom 
quanto qualquer outro? 
-É um salvador tão 
bom quanto qu!.llquer 
outro? 
-É uma fé tão boa 
quanto outras? 
A mesma passagem 
que ensina a. existência 
de um só Deus, Senhor 
Espirito, e té. tambémi 
declara que há apenas 
um corpo espiritual! E 
ensina mais, que todos 
precisam ser membros 
deste único corpo, a i­ 
greja que Jesus estabe­ 
leceu. 
Em Efésio 3:6 Paulo 
nos mostra que Deus 
quer que sejamos todos 
unidos neste mesmo cor­ 
po. O Senhor não esta­ 
beleceu diversas igrejas 
com doutrinas, crédos é 
práticas contraditórias. 
Nem ordenou qt:e os 
Seus seguidores se tor­ 
nassem membros de u- 
ma das muitas denomina 
ções. Estas apareceram 
séculos depois do Novo 
Testamento, como resal­ 
tado de desvios dos en­ 
sinamentos da Bíblia e 
de práticas derivadas da 
igreja original de ,1 esus. 
Através destas e de 
muitas outras passagens 
biblicas (1 Coríntios 1:10, 
por exemplo), concluí­ 
mos que o denominacio­ 
nalismo de boje não é 
bíblico. Ele é constituí­ 
do de diversos corpos, 
cada qual com sua pró­ 
pria doutrina, organiza­ 
ção e práticas, fracturan 
do, a religião, ao invés 
<te unir todos em Cristo, 
No sentido bíblico, 
uma igreja não é tão 
boa quanto a outra, pois 
hé apenas uma nas Es­ 
crituras, aquela institui­ 
da pelo próprio Cristo. 
há quase 2.000 anos. Es­ 
tude o ovo Testamen­ 
to sobre este tópico e 
depois, torne-se mem­ 
bro do único corpo de 
Jesus, a Sua majestosa 
igreja. 
PEN SI ME NTOS 
PIRI MEDITAR. 
A humildade é ter 
tudo e nada mostrar. 
e a cólera traduz 
o caráter, a humildade 
traduz o sentimento da 
alna. 
As ausencias dos 
entes queridos, são mar­ 
teladas a cada minuto 
de isolamento. 
A máquina que ge­ 
ra os bons sentimentos 
não pode parar, se isso 
acontecer o mundo vi­ 
riu abaixo. 
Todos os dias sob 
todos os aspectos, sin­ 
to-me cada vez melhor. 
O Caminho é Deus.

O Cnrnínlw 	Dezembro de 1975 	Dela i.ta M 
CIRCULO BIBLICO 
EIUEçã 0 IR 
4 
Evite todo excesso no comer, para não 
desgostar ninguém". (Eclo 31'20). 
1. LEITURA do TEXTO da VIDA. 
UM FATO DA VIDA DE HO,lE: 
"O Antônio não tem jeito mesmo. Ele não 
sabe comportar-se. Faz cada uma! Ele pensu. ban­ 
car o engraçado. Mas ofende us pessoas e as a­ 
fasta. ierá que a mãe dele não lhe ensinou boas 
maneiras? Ao menos desconfiasse um pouco! Isso 
já seria uma grande coisa! Quem nunca de confia, 
no fim se extravia! "As im falava os amigos do 
Antônio. Antônio, com o jeito dele, arranjava en­ 
crencas p/ os outros. Os amigos já estavam can­ 
sados dis o e procuravam umtL solução. 
2. Um fato da vida do tempo da Bíblia 
imfto, o fori. eu, convidou Jesus para um 
jantar, Jesus foi. Durante o jantar, uma prostituta 
entrou na· sala e começou a banhar os pés de Je­ 
su e u enxugá-los. Simão pensou. " e esse ho­ 
mem fosse um profeta, bem saberia que tipo de 
mulher é essa que o está tocando! " (Le 7,39) En­ 
tão, Jesus chamou o Simão: (éimão, tenho uma 
coisa para dizer-Ihe). - "Pode falar!". Aí. Jesus deu 
uma lição de boa maneiras. llostrou 'como Simão 
tinha falhado, apesar do convite. imão não tinha 
feito nem sequer o minimo que a boa educação 
exigia. A rirnlber, linha mais educação do que . 
ele. Ela fez o que imáo devi& ter feito e não fez. 
(or. Lc 7,44-46). 
3. Aprofundar o fato da ,vida, para ver se 
e:iste tambem em nossa vida: 
Dirigentes: ão dois casos de falta de edu­ 
cação que chegaram a ser uma ofensa. Tem gente 
que pen a que a gentileza, a boa educação, a hu­ 
manidade e as boas maneiras são apenas cbriga&cs 
que se devem à sociedade. ó! Não teriam nada 
a ver com a fé em Deus e com o anor ao próxi­ 
mo. Vamos ver, isso de mui perto: 
1. e v.ocê é pai ou mãe ae familio. e deve 
educar os filhos, quais são os pontos da boa edu­ 
cação que você acbrt mo.is importante? Por que? 
2. Há muitas uorroas e comportamentcs nn 
sociedade, dos quais a gente não sabe bem para 
que servem. Todo mundo diz: (Uma pessoa educa­ 
da deve vivei: de ac.ordo com essas normas) Vo­ 
c3 conhece algumas dessas normas das quais não 
vê o sentido? 
3. Hoje, a juventude reage. Toma atitudes 
diferentes veste diferente, usa cabelo diferente, 
e mais coisas assim. Alguns dizem. (Essa juventu­ 
de· hoje já não tem mais educação!) Outros • dizem 
(Estou gostando de ver! Os jovens estão quebran­ 
do os tabus!) E voce o que acha disso? Diga a sua 
opinião. ,. 
4. Conte um caso do seu conhecimento em 
que alguém foi tratado com grosseria por um ou­ 
tro que, fazendo Isso, pensava estar ugrudando 
a Deus. 
5. Hã pessoas que falam muito em Deus, 
comungam sempre, mas que são grosseiras no tra 
to com os outros. Acham que Deus nada pede de­ 
les nesse ponto particular. O que voce acba dislio? 
Leitura do texto da Bíblia 
2.1. Ouvir o que o Blblla disse ao povo da­ 
quele tempo sobre este problema: 
1. Canto ou oração, para pedir a ajuda do 
Espirito Santo. 
2. Dirigente: A experiência da vicia ensina 
que, p/ poder viver em paz com os outros, é ne­ 
cessário um mínimo de bom trato e de boas ma­ 
neiras. Isso, o povo da Bíblia já o descobriu. Deus 
l'ez questão que essa descoberta tão simples fosse 
e:crita na Bíblia. Não dá para ler tudo. Vamos ó 
ouvir o que a Bíblia diz sobre o comportamento 
a mesa: 
3. leitura do Livro do Eclesiástico 31. 12-13. 
16-24. 
Eclesiástico 31, 12-1316. 24. . 
12. Se voce estiver participando de um bom 
jantar, não deve logo abrir a boca. 
13. para dizer: "Que comida boa!" 
lG. Se o dono da casa estiver olhando para 
;;m prato. voce não deve querer cclmer daquilo, 
antes dele. Isso revela a sua gula , e voce ficará 
vermelho de vergonha. 
17. NãC" deve comer demai num banquete. 
1 . Pense sempre que os outros tem tanto 
desejo de comer quvnto voce. 
. 19. Como pessoa bem educada, sirva-se da- 
quilo que lhe oferecem, quando. estiver corneado, 
11ào faça bam/l,o com a boca isso é muit<Y odioso pera os outros. 
20. ílja o primeiro a terminar. Isso é sinal 
de boa educação. Evite todo o exce&so no comer 
pura não desgot.ar ninguém. 	. ' 
21. ie estiver comendo em corupanhia de 
muita gente. não seja voce o primeiro a esticar o 
braço para comer, nem o primeiro a pedir babida. 
22. ierá que um pouco de vinho não basta 
p/ um homem educado? Assim, não terá sono 
pesado depois, nem sentirá a dor da ressaca. 
• 23. lnsônia, indisposíção e cólicas são o tri- 
bulo que se paga por excesso de comida .. 
24. Alimentação sóbria favorece o sono, faz 
levantar cedo e bem disposto. 
4. Ver se todos entenderam a leitura do 
texto. 
5. Um momento de silêncio para deixar ca­ 
lar na alma as palavras da.Biblia. 
2.2. Descobrir a mensagem que a Biblia aqui 
(Continua - na página 3)

O CllMINHD 
Bela 'bisa- Dembre- No os dtne 1 
sg:te t qe Ias, dé aus te 
si tua a mp l tzp. é una renal t 
nmssilar:1 
aritzte. 
Novo Horário das Missas 
Matriz de Santo Afonso 
Diáriamente à I8.oo horas, reereto aos sábados 
Quarta feira:; 
Novena às 16.oo horas 
Missa com ovena às 19.0o horas 
Domingo- ls 7,30 horas e às 19,00. 
Capela do Espirito Santo 
Ounrtu • feira 
Missa com novena às 6.30 horas 
o, enu às 16.30 horns 
Sábado u~ 18.oo horas 
Domingo às 19.0o horas 
Ministros Extraordinários da Eucaristia: 
ão pessoas que, por causa da carencia de iacer­ 
dotes o tnmunho territorial dn Paróquia, receberam do 
Bispo Diocesano, autorização para distribuir a ima. Eu­ 
caristia na Paróquia de Santo Afonso de bela Mista. 
ão os guintes os ministros da Eucaristia: 
lrm:lo Frn11c1sco Scholl C. S. S. H. 
lrrnii Lucindn Culvilo de Ce,tro 
lrmà Angelina 
Irmã Clotilde ue 5assaki 
Irma Eva de Jesus Bati-ta 
Wilson abhan e Raimundo dos Santos 
PLANEJAMENTO 
PAROQUIAL 
(Mes de Dezembro) 
DIA 1 Reunião do!! Coroinhas. 
3 Retiro p/ Dirigentes. Aissemblélu Geral 
dos Cood. e Aux. com o vlgárJo 
5 Primeira Sexta Feira. Comunhão aos 
Doentes. Hora santa p/ Vocações. 
6 Legião de i arlu. 
7 Missa em N.T.V. 
Reunião dos Coroinhas. 
« to Circulos Bibllcos nos Setores. 
« 13 Missa em Caracol. Legião de Maria. 
14 Missa em Curacol. 
15 Reunião dos Coroinhas. 
17 Círculos Bíblicos nos Setores. 
18 Ultréia. 
« 20 Legião de itaria. 
« 21 Missa em Água Doce. 
« 22 Reunião dos Coroinhas. 
« 24 Circulos Bibllcoss no Setores. 
« 25 Curso de Batismo. 
« 27 Legião de iIarla. Reunião / Planeja­ 
mento para 1976. 
« 28 Curso rle Batismo. Missa na Cancha. 
« 29 Reunião· dos Coroinhas. Planejamen­ 
to p/ 1976. 
« 30 Circulo Bíblico nos Setores. 
Ob . Dezembro. é o mes do santo Natal. 
Preparemos os caminhos da vida de Jesus Menino 
participando ãa ovena do Natal. 
E o_ me rias Formaturas. A paróquia deseja a to­ 
rio os formandos o melhores votos e as bênçãos 
de Deus. 
(( 
« 
« 
« 
« 
« 
« 
« 
enhor no so Deus, 
Pai e amigo doa homens 
quizeste recouciliar toda 
a humanidade em 'o so 
filho Je/us Cristo. 
Que na ceudo como 
homem SP. fez nosso 
Irmão e com sua morte 
e ressurreição, nos deu 
a 'ulvação. 
Senhor foi preciso 
que derramasses todo o 
seu sangue até a última 
gota, esse foi o amor de 
oai e irmão. 
• Assim é que nós de­ 
vemos trabalhar unidos, 
levando a todos nossos 
imlãt'S a Palavra do San­ 
to Evangelho. e er fiel 
aos ensinamentos da (­ 
grej11 e atende o Pedido 
de Jesus Cristo que dis· 
se: Amai uns aos outros, 
assim como Eu vos amei. 
Sede a esperança e 
a luz de lodos aqueles 
que crêm na sua oalu­ 
vra, encorajai nossos 
irmãos que vivem desa­ 
parados para que nilo 
esmoreçam e sejam fir­ 
mes na fé e Vosso a­ 
mor de Pai e amigo, 
que a sua Igreja Mater- 
nl de Maria, possa ven­ 
cer todas 8S dificulda 
des e todos unidos tra­ 
balhar para a coustru­ 
ção de um mundo novo 
de amor. de alegria e 
de paz. 
lIari~ Balbo Giansante 
Jardim-MT 
o 
Noticiário Religioso de Bela Vista" 
EDITOH: 
CAM:INHO 
h-nldo Pereira 
OFICINAS 
COMPOSIÇÃO: Nsgib ILarime 
PAGINAÇÃO: Wlo Geraldo Datrs 
IMPRESSÃO: Aice«to Adir Aos. Luiz Carlos Dele 
Hedaçáo e Administrnçiio: Rua Duque de Caias s/n 
Bela Vista - Mato Grosso 
(Composto e Impresso na Gráfica Tribuna da Fronteira) 
•·Procure apanhar toda a paina que 
cai da paineira, quando os ventos 
as levam... se Conseguires. apaga 
rás a calunia". 
Oracões , 
A alma, como o incenso 
ao céu s'eleva da férvi 
da oração nas asas pu 
ras, e Deus recebe como 
um longo hosana, o can 
tico de amor das c:-iaêu 
ras. 
Do trono d'ouro que cir 
cundam anjos, Sorrindo 
ao mundo d Virgem-Mãe 
s'inclina, ouvindo as vo 
zes d'inocência bela, dos 
lábios 
menina. 
Casimiro de Abreu 
virginais duma 
e 
1

'f'ribunu da l<~rontelru. 
1 BORBOLETI DE OURO 
Adalberto R. de Santanna 
A Re1·iclcultura, a 
criação do bicbo-du-seda 
dizem os enlendl!ios, 6 
ullamente rentável, dá 
grande lucro. Dizem tum 
bem que é uma indu<:trla 
simples e que não de­ 
pende de vultuosos 
lnvei,tlmentos. InterflHsan 
te, multo intere~i,anle. 
Ainda mais: u nos­ 
so clima é propício no 
seu d e s e uvo I v imento, 
multo mclho1· do que 
o clima de outros países 
onde u sericicullurn é 
felll em larga escala. 
Eotüo, nós que precisa 
mos aumentar u nossa 
produção, que precisu­ 
mos melhorai· a nossa 
produtividade, que pre­ 
cisamos diversificar a 
nossa atividade: nós que, 
para pro8perar, precisames 
mais e maiB exportar, 
então temus que olhar 
com o maior interesFe 
~ssa ·aotlqu[ssima e até 
agora atualíssima indús­ 
tria da criação da hor­ 
bolela dei ouro. 
Em Rela Vista, pessoas 
progressistas, de larga 
visúo o Sr. ,José Cnrnei­ 
ro Junior, a Sra. RPja­ 
ne Carneit'o, Srn. Maria 
Rita Murano Garcia, já 
esu1o lrab:ilbando neesa 
J>l'Omi~soru indústria. Até 
agora está tudo corren­ 
do muito bem e é de se 
esperai· que os resulta­ 
do ejam altamente 
compensatório~. 
E não nos podemos 
esquecer de que qnan lo 
muíor for a produção de 
t 
1 
casulos no município 
taulo maior Herá u pos 
sill!Iídade de se obter 
por eles melhores pre• 
Çoil. 
O Correio Agro-Pecuá 
rio, de São Paulo em 
sou número de uovem­ 
llt·o corrente, publíca 
um artigo que noB dâ 
ampla e clara idé:a do 
assunto em geral. . Por 
ser de urna importância 
aqui o transcrevo. 
O mu111lo prorluz 100 
mil t de casulo Vt'rrlc/uno, ou 
So mil t de seda, e o l:lrn,-il 
t'lllru •Ó 1°0111 2 o/o. :ln~ "ªu 
ricio Li111:1 'crd,· Guimaràl's, 
r,rt,idn11c:, ,lo ~inrlj(•aru ltun1l 
de Bauru, l, diretor de reri 
ri<-uhura da FAF.:-tl', foi a 
TI-nem, Argélia. a II Can­ 
reo da Comi·ao ericícola 
lnlt'rnal'Í•,nnl t' rliz: r••d.-re· 
rno~ F-t:r u11, do, 1uai,,n•,.. ex .. 
pnr1adorte,. 
Está evidenciado diz 
Lima Vndr• - qur a f,1i~u ,e, 
ricícola transfere·se das rei­ 
óes temperadas p/ as tropicais. 
A Itália e a França de­ 
clínaram l'-Uh-.ranri dm~ntt': u 
Japão 1·ai11 fio/o 11a <i1ti111a ,a• 
fru; a { J(S:-, perilc 1etrt'no: 
dos principais produtore-, pa 
rt"l'e qut" ,.b a LJiina atHUt'ntuu 
a colhcila e-.tt" ano: o lnl, a Tur 
quia a Argélia e » lnãnia pro 
curam elesar a produções. 
:1ar 10clo~ ol>1t'n1 pouca~ cria• 
das de bicho-da seda/ano: de} a 
J. r11<p1:intu o Uru-il e a fn .. 
dia podrem fazer normalmente 
U. E:tpt'rit'ncja iutliana t'III 
Joo ha obre, t• 2o criada.: t'fll 
J9í I! A pe•<JUÍ•~ •erÍ.-Ícola 
t'tlÍ rnnil" a,:-r1<,.uda na fndia 
ADVOGADO 
Ci:SC'RITÓRIO Rua General O:-ório, 825 
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Bacteriologia - Bi<>química - Hematologia 
Parasitologia - Sorologia - Urinálise 
Pré • Nupeial Pré - Natal 
do que em qualquer outro 
paí-. Là já e plantam at ão 
il amoreira- por ha, e no 
brasil etamos na tradição de 
(J/í J1Jil. J; 'illllllfr> Juai• full1ri/ 
ha, mais a-ulo. L amos a 
ried.ales orientais e italianas 
de amoreira, e no Cr,n,tn·•"º 
hnreu••c 11.1 lt't la: melhorar 
variedades locais mediante 
t·t1Xt'r-lfo., t: runu- t'XJH'ri111,·t1· 
ros. Ou1ra t'oÍFa: 1111 J,,p:111 j. 
►<' dá mçlo arti íiti.d ao b 
cho-da-eda, uma {atinha de 
falha de amo:eira, oja. +u.a 
nutriente+ químico.. a ba­ 
►r ,L, pro,ht'"" i111li 111·1 d,· f,.. 
Ilia• ele 2o mil ~li,.,/""'• ,, 
Brasil elevaria o protativida­ 
de de casulo três vezes, Ou. 
tro JJOHIO a (Jt' .. l('JÍ--ar; r:H.,H 
loc-aH de: hid10-da-•c•da. :i,ri,1 
uté l"fJOeni,·11tc lf'HIUfflllj' ,, 
·bicho-da--e«da lvage" da 
A p' cima.,' p' produção de 
tau o céu aberto, 
() flO•l'fJ ('11 .. ffJ i~ ),~ÍO.., 
'S$ 3.5 por kg de ca.-ulo. 
I.irna V("rdr uc·ha qtw o uu·r· 
c·a,lo rnun1Jial ,I..1 r-t',:J f'5-t:i. 
melhorando e de crescer 
jo/u .1(1 UfHI. ou cJa. mai- 
2o 11til l anu:1i-. St"rfo boru 
1JUt! o Bra-..il. or.1 •·•(nclo11:1rio 
t'Jn 5 mil tznc, entras- te 
!-f" odírionuJ. n1r.: arlft•-. pn·f·i­ 
,-.aria tneJhorur u ,-u..i lecnnfn 
ia e tal "t'7. o- i-r.ul'I tt"enúJu, 
!!º'• , F.  11Jo pu,!t·ri:t uj11- 
,lar. ("OIU•) o ÍJZ eu1 uulra .. 
áreas-! 
DOCUMEN 
T70PE!O 
Riguberto Adriano 
Velasquez - der.!aru que 
perdeu os seguintes cio 
cumentos; Carteira de 
Identidade, Titule, de E-­ 
leitor, Certific:.ido de He 
se,vista. e o C[C. PulJli 
cação para requer 2 
via. 
Convites ~e Casameíllos 
li:s t lalul 
f olniahas e 
Calendüios vm !976 
0cu NA: 
Tribuno 'do Frontalro 
r::.;:;-*~*')!i(,,>.;(•= ::.;<;,::;;:::-)3('->.;::-)9(->.,,:~ ->.i<-~ ~ -= = --= )F<~ =~ -.,,..,.~ ..>.,<;-::,:;::=><,,~ -~ ~	-><,xc- -;,,,,c-><;-><,;:-><~ 
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'J'rilJu11 L d,1 Vro11t!•ira 
1 
1 
1 
Luiz Goularl 
, Lilll'rlaçl1o int<'riot· é o lll110 de Glória dos 
que nüo se deixam vencer pela Adversidade. Em 
perfeito contraste com os heróis andam nesse 
Mundo de Ueus, mllhareM e millrnres <lt> Jarnen 
tadores permanentes, que se lastimam de ludo e 
tle todos. Nada está certo para luís cl'Íaluras. 
V cnlac!Pil'Ul'I carpi ·!eiras de fiUas próprias Maze 
ltls. Oncie ei;tüo, bú semnre mo!lvo1-1 ,te Lamúria 
Nada, absolutam,rnte nada. pu.-n elas, está certo 
Um dia mais ebJUl'0 e chuvoso é motivo de re 
criminuções; um sol ardente e b e I o cl e ve 
rão vale como desubal'os e'-lrnnhos... Se l'reqi.:en 
tam cletet·minados ambientes, criticam toà1Js os 
companheiros, embora uilo se afusletn, nn .espe 
rança 11egulivu de encontrnr 1Potivos uo cell8U 
rns. Um prato de alimento mais tempemrto ou 
menos, levunta nuvens de tompe;;tad!!s... Tudo 
que· existe e acoutec:e nilo (: m a i s <J u e u rn a 
eoutradição u seu Temperamento fadado à 
oposição. 	• 
Triste alma ussim não merece, no entanto 
reprimenJas. ~abemos que tudo nela acontece, 
por uma simples cuus:1: o al'aAtamento da Natu 
reza. Es1:m, <1oençu ela insutisfuçüo é comum ·às 
grandes cidades Nus.:e da falta de contemplaçi:i o 
dos t'enomenos naturais. Tais seres. cultos .:;u 
nü.o, deixam que HUUS mentes obedeçam a Pro 
cessos urtHiciais ele entendimento do1; problemas 
humanos e dos fenômenos ua vida. A aproxima 
;-:üo d:.i' B~ndila Mie Nutureza tem o condão oi 
vino ele dPrrulmr o Preconceito e u falsa mora 
liclade. esta 11asciclll muis do tradição do que 
própriamente do Equilibrif) Funcio11ai ciu Exis 
tênciu. 
Quem se habitua n viver uaturulmente. uchu 
tudo 11atural. .. ~abe que nadt• acontece ou exis 
te sem uma r~zilo declarada ou ocult11. Antes 
tle julgc1r e sol'rer com i:ou próprio julgament,> 
prccipitn·.lo. medita e espera. E é da Lei ela vi 
da que a sem:rnte necessite do ter!'eno revolvido 
para crescer e transformar-se... Oh! Quantas "€. 
zes o l)Ub parece erro uão vem 11 ·er a Mani 
fesaglo da Glória da verdade que ilumina i, 
ulrunl 
z 
Cuiabú - Em tom de 
blague, sua carncterlsti 
cu principal quando :;e 
trata de fazer uma gran 
de piada, o <leruturlo 
Sérgio Cruz :;ubiu à trl 
buno da Assembléia Le 
gi.;lntivu para an1111clar 
a sua candirlüturu u g•• 
vernançu de Mato Gros 
so. em JD7S. o~ emede 
btstas, pegos totalrne11lP 
«de surpresas consideraram 
, 
E E 
que o gesto de ergio 
Cruz foi uma aute11Lic.1 
l>ricudeira de mau goéllo. 
O parlamentar esta 
va sentado em seu galJI 
nete tral>alhundo, quan 
Jo ouviu que um de 
seus companheios, Jesus 
Gueta, Jauçnva s:.:i• t:an 
diduturn a deputado. re 
deral nas próximas ele! 
ções. Sem nucfo dizer 
deixou () gabinete e foi 
para sala de sessões 
onde "aprontou a 0ta 
çün", como classilic.:aram 
alguns. Sem maiores ex 
plica<;Õl.'8 re[OJ'llO .l U !lCU 
gabi11ote COlllÍlJPOU Ira 
hulhando. e11qw1I:Lo <JUl' 
os rlcputudoH /,11i ... 11 s mais 
varlurlo-; eomeat ríos. 
C. {O C. PALIEI 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
Hua: Antnnio Maria Coelho. 4-23 - Lo 
anelar. Fone Residencia: 1-1385 
Campo Grande Mato Grosso 
RASI. 
ODJZIRA 
TURBIL AS 
PARA 
ITAIj 
, 
Abc:rtu clin e unice 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: I ,anchonete 
A Yeoirla Visconde do Ta una v 'Esquina Florid 
no l't!ixoto 	• • 
Pero do l:lanc-o do Bra-il 
Guiu Lopes da Laguna 	:'.lt. 
Brusilia-A 11dústriu 
brasih~íra poderá ser 
chamada a proc'uzlr as 
grandes turbiuas de que 
vai necessitar a Itaipu 
flinacional p / a geração 
dos 12.500 m·gawats 
previsto disse llarío 
Bhering. ex-pr:?sideute 
du Eletrobrás. observan­ 
do que «a decisão se 
vier a ser adota· la, 'dei­ 
xará muita gente no ex 
lerior desaponta la». 
;« - <·e x 
i C a s a P e e u a ris t a Ltda f 
X , ano. ,. • • • 	x· Y 'rodutos veterinários e Agrícolas, Ferragens, '{ 
$ Artigos de Montaria e Materiais de Cos-ruça, 
} em Geral. 	' K 
f 
Av. Duque de Caxias, 606 X. 
~ 	g 
! . - - C. P. 2 - Fone: 157 .Jardim <ÂC.'[. ;g 
itos.os-as<s<< <<-<o<.s<os-a5kj 
-><=-;:.,:·,.:. ===========-== ·><i 
Jantares do Rotary Club de Bela Vi~ta E:<a:-
0 
:><' 
"' endo , Realizados 
CHARASCRIA O GAUCKO 
·1*1 	Ao Lado da Estação Rodoviária. Sabem Porque? Pelo Ótimo Atendimento, 
Churra:;cos de PrimP-ira, Ambiente Seleto, Enfim. " A 	• 	~j: 
É 
• Churrascaria do Gaúcho " 
, O Restaurante ··Classe " . . . Leve Sua Familia e 
* 	Comprove • • • Gaúcho Atende Bem ... 
*================,,.C•)ê<-~,============== 
nem assesa« a.,2.= 
ESTE 
Preço deste exem­ 
plar 1,50 
Os 
dr €111ilio J. Çjehilate 
Ferrr:>s, Chapai:, Tubes, 
E 
Temos 
Run Cel. Juvencio 815 
'fintas, Azulejo~ v·ct 
. . "• i ros, Conjuntos Sanitários ,_rame 
uma 1nfinidad d . 	' 
8
• 
A '['<'i.'i ~ e e. Artigos para o Cliente Exigente 
&,z?}P2Jz»ro o ssoAi sszzarzó. 
o para pronta entrega_ em Grande Estoque 
Grua Lopes da Laguna 
( 
na 
Ferragens 
Mato Grosso

1 
Tribuna da Fronteira 	30 de Novembro de 1975 Bela Vista M!t 
CONVÊNIO DE 18 MILHOES PIRI 
ESGOTOS NO ENCERRAMENTO DO 
CUR E e li ão o TIC 
l 
Campo Grande, ra, afirmou o governa- 
Fazendo-se ouvir no dor Garcia eto: "eu e 
auditório da Aosociução V. Excia, temos doi 
Comercial, por ocasião pontos comuns que mui­ 
do encerramento do Cur to me honra : como V. 
o de Iniciação Politica, Excia, sai tumbé:-!! de 
o governador Garcia Ne um Estado do Norde te 
to teve oportunidade de para um outro grande 
assinar mui um convê- Estado. r:omo V. Exciu 
nio, atmvé do HNH, vim razer em Mato Gros 
com o Bemut da verba so vida pública. Como 
ele I milhões de Cl'Uzei- V. Excia. fui recebido 
ros, que será aplicaria por este povo d por is­ 
na execução de melho- so é que a minha obri­ 
rias do sistema de e - ~ gução e a de V. Excia. 
golos sanitários da cida- para com os Estado 
de, verba es a da quul que no receberam e 
o Estado participa dire- agigantam, maior do que 
tamente com mais de 9 aquele que nas­ 
m1lhoe . recebendo um ceram em ilina Gerais 
financiamento de outro e Mato Grosso. Me hon­ 
g milhões de cruzeiros, ra neste momento teste­ 
~orno consequencia da munhar esses dois pon- 
1nclusão de Campo Grau tos comuns que temos 
de no PLANASA, medi- em nossas vidas. 
ante o convênio AAE- Admirador de V. Excia. 
ANEMAT, assinado a na Camara dos deputa- 
26 de agosto ultimo que dos, onde convivemos 
ultrapassou a casa <los por oito anos acostu- 
100 milhões, acentuando mei a ouvir os belos 
0 governador ser o «di- discursos, mas não so­ 
nheiro do povo que vol- mente por suas belas. 
ta para o próprio povo». palavras, como aqui fo- 
Dirigindo-se ao de- rum pronunciadas, mas 
putarlo Francelino Perei- principalmente porque 
elas sempre traziam um 
conteúdo, um objetivo, 
uma finalidade. Como 
conteúdo, vimos as pa­ 
lavras que aqui pronun­ 
ciou as jovens, dando 
u esses campograndenses 
que durante mais de um 
mês, nos fins de semana 
vieram aqui, com o ob­ 
jetivo de haurir conhecl­ 
men tos. parn amdnllii. 
ajudar nosso Estado nas 
lutas democráticas". Fa­ 
lando sobre a decisiva 
influência do jovens na 
vida pública matogl'Os­ 
sente, assim se expres­ 
sou o governador: 
"Ontem mesmo co­ 
meçaram os estudantes 
do I curso de Iniciação 
Polilica de Campo Gran­ 
de a conhecer na práti­ 
ca, em que dois grupos 
desejavam eleger seus 
candidato p/ a primei­ 
ra comis ão que irá se 
organizar a "Areua J o­ 
vem" do no so Estado A 
de Campo Grande. a­ 
quela oca iüo eu disse: 
começa aqui o trabalho 
de vocês, centro dessas 
divergências, pois não 
há democracia sem di 
vergeocia. N:i.o concebo 
democracia com huma­ 
nidade. A luta interna 
ão estímulos p/ encon­ 
trarmos novos caminhos. 
Mas a divergencia de­ 
mocrática, que soma, 
multiplica, e não uma 
divergência que diminui, 
que divide. A divergên­ 
cia que aumenta, como 
essa que vimos aqui, sa­ 
lutar p/ o nosso partido. 
Depois todos se abraça­ 
ram e os 5 eleitos toma­ 
ram o compromisso de 
levar avante esta ban­ 
deira, bela e primeira 
experiencia dos uuiver­ 
sitArios de Campo Grun­ 
de. 
A ARENA prescisa 
sobretudo de jovens - 
salientou o governador­ 
esses jovens que há ai- 
gum tempo ficaram ulbei­ 
os à política. MaH alio 
vamos olhar p o pas­ 
ado, vamos olhar p/ o 
futuro, pi es e ruturo 
acenado pelo presidente 
Geisel, um polítlc•> rrau­ 
co, aberto, que diz as 
coisas certas me mo que 
no venha a receber a­ 
piausos, porque diz as 
coisui,, verdadeiras, e 
que há poucos dias, no 
seu ultimo pronuncia­ 
mento à nação. convo­ 
cou o povo a cerrar ti­ 
leiras para fortalecer a 
a nossa economia aba­ 
la da pela crise do pe­ 
tróleo. 
preciso que 
e:;clareçamo a todos, 
porque daqui a pouco 
poderão surgir os dema 
gogos, uquelei. que oiorm 
querem e se levantar na "vi 
da explorando a misé­ 
ria, a tristeza e a pobre 
za. 
ós vamos percor­ 
rer o bairro humildes 
das cidades - afirmou o 
governador ao encerrár 
a sua oração. Temo 
feito sempre isso, desde 
no sa candidatura a pre 
feito da Capital do Esta 
do. Como disse o pre i­ 
dente da ARENA, é pre­ 
ciso sentir, conhecer os 
problemas, e nós. oi- po­ 
liticos, é que temos me­ 
lhor sensibilidade pi co­ 
hece-los e dar-lhe so-. 
luções. Estamos procu­ 
rando inicialmente de e:i 
volver a promoção so­ 
cial, porque parafrasean 
do o presidente Geisel, 
"não poderá haver de­ 
senvolvimento político, 
se não estiver presente 
o desenvolvimento so­ 
cial". • Por isso temos 
que melhorar o paclrüo 
de vida do nosso povo, 
mostrundo que o gover­ 
no· está presente, que 
estamos, em ultima una 
lise, alicerçando a nossa 
democracia. 
PLACA' DE PRATA 
Ao final da solenida 
de, foram ofertadas ao 
deputado Francelino Pe 
reira, Goveruarlor Gar 
ciu Neto e conselheiro 
Waldir dos ·autos Prrcl 
ra, placas ele prata p6 
los cursistas. !:->ão aFI fi" 
guintes as inscrições: 
dos alunos do I curso 
de Iniciação Politica ao 
deputado Francelino Pe 
reira, a nossa homena 
gem. Campo Grande, 
811 75. Ao governador 
Garcia Neto, homena­ 
gem do D ir e t ó ri o 
e alunos do I curso de 
Iniciação Politica - ARE 
NA. Campo Grande. 
0811/75 " Ao ministro 
Waldir dos Santos Pe­ 
reira, com o reconheci­ 
mento e agr.adecimento 
dos alunos do I curso 
de lniciaçúo Política. 
T2CRIA 
MEL R 
de Juarez Rodrigues 
Trabalhamos com perfei 
ção para continuarmos 
"a ser o modêlo no ra­ 
mo de tapeçaria" 
Heforma qualquer tipo 
-de móveis, Estofados. Col 
chões de molas, Capotas de 
Jeep, e estofamento- de veicu 
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Atende-se a Domicilio 
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ESlBDO DE llTO G OS O 
Secretaria de Eduaão e Cultura 
. ' 
estão sujeitos a ter seu 
vencimentos suspenso 
sem prejuizo dás provi 
denclas subsequentes 
que lenham cabimento, 
bem t como ús sunçõeH 
previstas no artigo 246 
do Código Penal brasilei 
ro, se deixarem sem jus 
ta cuusn, de prov<>r a 
im,trução do filho cm 
Idade escclú; • 
IV - Aos Pais ou l't>B 
pomiúvels incumbe apre 
sentar no mes dê outu 
bro de 197U, aos Órgãos 
Pagadores a Ceríidilo de 
Matricula gratuitamente 
expedidas pelas Escolas 
do Sistema Estadual dê 
Educa'çúo,. 
V,, E dçver de to 
dos comunicar às autor! 
des locais. a existenciu 
de cria11ças que tenham 
iiude de, o7 a 1-1 .anos, 
quc não cstejom /renquentande 
o ensino de !º grau. • 
Cuiahá, -10 de uovem 
bro d-:i l.975 
Dr. Lnuremberg Ribeiro 
unes Rocha. 
Secretário de Educação 
e Cultura. 
Uma. d:lH mor!ifi<'ft­ 
ÇÕl!H que t;erão [mplan- 
Chamada de Crlrrn 
Çll8 til' 07 a 1'l Ul!Of! pa 
r:t ma lrlclu.i no Ensino 
elo tº Grnu. paro t.07H. 
O 8et·1·ciúl'lo de Eclu 
cação e Cultura, usando 
de suas .itrlbuições le 
gnls e, em cumprimentc 
ao Decrelo 11" 1.:W!i, de 
2'1 do uovembw de lfJT!, 
'Torna Público que: 
1 - Os pais ou Rcs _ 
pous(lvels por criunçus 
que teubum de o7 u 1'1 
1rnos. esllío obl'igudos a 
mall'kulú-las pura o le 
tlvo de J!)íG nos períodos 
iddlcudos puru et-se [im 
nas Escolus Estaduais, 
:'lluniclpuls Oll partlculu 
res, Jllll'U que, confonn~ 
o cnso, comecem u l're 
quentur o ensino de 1° 
gráu ou o compll'tein; • 
II - Os Pais ou Respon­ 
!lfveis Pi crianças de 7 á 
l anos podem precurar as (sco­ 
les mais próxima de suas rasas, 
p, matriwlá•fos <1 /1111 de /ad.' 
litar.lhe'e acesso às aulas. 
lll -·os Pais ou Re 
ponsáveis por crianças 
de o7 u 1-1 anos, que dei 
xurem de matriculá-Jus 
1 1 
... ---,, 
Louremberg 
tnda'i 110 e11:rno Jil, to­ 
grossense, ja a parii 
rnes Rocha 
IH! fflÓOOJEHUà 
"Órgão lndependeJte a Serviço da Região" 
Ano IV - llela Vista - i1T. - 30/11/75 - N° 188 
1. o próximo exem- gradativamente comple­ 
par da «TRIRUNA da tará os niveis do 1- 
FRONTEIRA» faremos Grau, 6+, 7" e series. 
publicar 1orientaçõt1s rcft, 4. Foram encaminbu- 
rentes à matrionlas,1976 das para tonas as €m•las ílela Vieta, 26 de 
nas Escolas Estaduais. Estaduais, lunlclpais, Novembro de 1975. Até 30 de ovem- 
diantamos " xistm a- Parllculares,-·Secreturius Of. 10- 196/
75 
bro rJeverão os pais e 
gas pi tod~s as alunos'be/a. de Educação Municipais, 	responsaveis de menores 
vistmscs" 	e alixados em lugares Do: Prefeito Munici- procurar as Escolas ma- 
de 1º e 2º Graus. chaves das cidades per. Pal 	iS' proximas' de su&.s ·re- Convoco as Dlreto- 
2. A Escola de 1 tencentes a DREC OG. A: 1.u· i,cretãria de sidencias para matricu. Tas, Secretárias e Pro- 
e 2º Graus Costeio l:3ran- o Edital V, da e'creta~ •EducacÜio Municipal lar-los,_ independentemen - Iessores das Escoras Mu , 
co, proporcionará n-o u- riu da Educação e Cul- Em cumprimento a te de atestado e carti- mc1pa1ti p/' fazer entrega, 
no vindouro. aós alunos tura, referente a obriga- Lei que determina...a- o- do~s. . _ . por escrito, à ecratarla 
belavistenses nivel de 2 toriedade Escolar chia brigatoriedade do ensino ., Os 'antigos alunor- de .Educação Municipal, 
Grau, mais uma habil.- mad para a crianÇab PI os menore1- de ·7 a 14 8:Presentarão seus bole~ até 30 de Novembro 
taçüo&eretariade selar- de o7 a 14 anos pár4 nos e necessitando es- tins. 	corrente, dos seus dados 
3. Funcionarà na às matricula do - ensino ta Prefeitura tomar as : , pessoaí_s, <:omo endereç?, 
Escola de 1° Grau tster do 1-·Grau que para pro,•iden•cias ·t necessa- - _Determino aiuda às tempo de serviço, esco- 
ilva, a 5 série, que maior _divulge.çiio e co rias, PI que o prédios )iretoras de todas as la aonde· 1ecionou. salá­ 
com o cleQ0rrer dos a- laboração ao setor Edu escolarel:l rirnnicipals se Escol8:~ . ~luniciqais que rio, novos títulos 'E" tudo 
nos como requer·, a· Lei óucional. Acim• PuLliC"Omo, encon~rem em condiçõ- facam um levánfa'.niento o mais que 'possa nus- 
e O N 
es ·sahsfatorias no iniéj, de todos os menores de trar e .. completar sua 
. VI TE , ,_ .,do ano letivo,.determiao· anos, residentes nos bcha de cadastro na 
. º . ás Diretoras das Ei<cola: bairros das -Escolas. s tari d 
O Sr'.' 'Prefeito' Muni- curriculum vitae e docu- Municipais que iniciem,' A 	ecre u e Educação 
cipal, convida a· todos l I p ..... • ten".!ios11mente Municipal. 
0 
os professores, qe '{k !"(os pessoais. na Pre com com urgeneia, Dr. Ruben de Cas- Deverão ainda de- 
t b l 
. d , f?1tura, M~mclpal, a _par- matricula prévia pa~a, ?. . tro ;1...to ~ o.e_ Iarar s .... dese1·am conti- 
e:1 am ec1ona o ou tir .de .. hoJe,_das. lQ~00,às ano de. l976 •. . . 'v H'in! 	,}, 
não, aos que tenham 11:00 horas. 	• • i • l>refe.ito .Municipal .. nuar l~cionando ou trã- 
cursos ou et>pe.ciAlirl.a_des ....Prefeitura- Municipal 	balhando ·no -ano vindou 
didáticas, _ que estejam de Bela Visia, 26 de No- r-:--;:;;:;-:~;:::-:~-::~==-=:.....;:.:..:=-:..::.::::::..:..;:::.....:, ro. 
em condJçoe!' de colabo-- v b - --- - - - f ltMES D -- Todas as professo- 
E# ± s . 	1 + " I SEM[N e ± 
90 Municipal, no próxi- Dr. Ruben de Cas- - • , 	• 	' • mas e 
1
ainda nilo foram 
mo auo de 197ti, a se tro Pinto 	regjstrados, - ápr·esents- 
apresentarem, comi sé' Preteito Municipal.] , Cine.São Cristovão Jorgeptemete a $ecre 
 ANIVERSARIOS DO MES 	DIA - - - • -4. - •·r tana 11µ.nicipal de- Ensi- 
1 	FILl1ES • • - -·- • - BO, • paralaerem provi- 
Dia 19 Rosita Rosa Gomes. 2/3 A Esqm.drilh - Ji ELENCO denciados os seus rt:gis- 
Dia 20 Octavlo toureiro. ·. [i5. i@tii 'Fois; Po.4ee voar Slvig Koscipa tros. 
Dia 21 Eliane Fernandes. 	6/7 Caçada Mortal de Sh -G n~ly Fernandes Prefeitura MunicípaÍ- 
h: h he..s... li i is_fE ·si%..#.%] %. 2' .2% " " 
Dia 25 Lidia Zoralde Cil.ndia. 	- - : • Dr. Ruben de Castro 
Pinto 
Prefeito Municipal. 
PREFEITURA MUNICIPAL 
Oficio n.o 196/7 5 
do próximo nno, :;('J:;uu, 
do revelação do secretá 
rio Louremberg Nunes 
locha, da Educação e 
C111turn. (• a cxlinç,io ela 
tu ti tlc• matricual. , la x 1 
,,;t-a diretamente vlncu- 
lada ' Caixa Escolar. 
Essa medida segundo 
Informa Lourembcrit :'iu­ 
nes Rocha é orientação 
d· Ministério A Educação 
vlsaudo permillr ao Es­ 
tudante seu iugreso 
sem dificuldades no es­ 
tauéledmento ele em,lno. 
Também a partir do µró 
ximo uno a taxa esco­ 
lar RE"rú admlnititradu 
pela Associação de Pais 
e Mestres das locullda­ 
rles onde já exisllrelJI, 
APMs. Essa medida con­ 
ronne foi dito pelo He­ 
crE"lúrlo Louremberg Nu­ 
nes Rocha visa lnrentl­ 
vur a comunidade a par 
ticipur mais dos prnble­ 
mas educacionais. 
Conviles de Casamenlos 
Carlões de llalal 
folhinhas e 
Calendários para 1916 
0cu± A: 
Tribuna 'da Fronteira 
.cu _vocução 
. ( 1