FUNDADOR E DIRETOR RE PONS, VEL: - IV ALDO PETIEIRA 
ANO iV 
Redução, Oficina e Administração 
Rua Duquo de Caxias S/N 
Bela Vista, 7 de Dezembro de 1975 BI-Semanário 
#E. ME CAIS E! g»E 
%E#. 4 ME#A 
Uiu W próximo pnssn 
do, os belavlslenses vi­ 
veram momentos de an­ 
gústlu. e ter1 or, quando 
um vendaval atingiu n 
nossa cidade com uma 
fúria nunca vista. Eram 
aproximadamente, 17 ho 
ras, a maioria dos cida­ 
dãos se preparavam pa­ 
ra o tradicional «bate 
papo» da tarde, quando 
o vmd,wal cnmeçou a suu 
ceifa destruidora. 
ruas e muros destruidos, 
o Prefeito Municipal to­ 
mou as providências pu­ 
ra normalizar a situação 
e, dentro do passivei, 
colaborar com os mais 
necessitados, 
Parque da Expo­ 
sição 
O Parque da Expo­ 
siço foi o Jocal mais 
atingido pelo vndal Os 
pavilhões dos exposito­ 
res, em sua maioria, fo­ 
ram totalmente destrui­ 
dos. Cercus, currais, en­ 
fim, o nosso parque 
construido com tantos 
Fim do Mundo 
"Isto é o fim do 
mundo. Bem que as 'Tes 
temunhas de Jeová fa­ 
laram. É o fim do mun­ 
do", gritava uma senho­ 
ra que buscava meios 
de cobrir sua residência, 
puis as telhas da mes­ 
ma foram levadas pelo 
vento. Residências fica­ 
ram descollertus as pes­ 
soas ão subiam se cui­ 
davam de suas casas 
ou corriam em socorro 
de seus [ilhos amedron 
to.dos. Uma casa perto 
da Vila Nova foi total­ 
mente destruida; os mu­ 
ros do Estádio Munici­ 
pal cairam, e novamen­ 
te, u LlGA deverá inici­ 
ar a campanha: "Ajude 
a construir o Muro do 
Estádio;" carros tomba­ 
ram, arvores de mais 
de 20 metros de altura 
foram arrancadas, colé­ 
gios atingidos ( devido 
as {frias não baviam 
crianças nas escolas), o 
Quartel do 10° RC sofreu 
graves danos e u sire­ 
na do alarme soou para 
que os soldados pres­ 
tassem auxilios, e prote­ 
gessem os predios. Foi 
um dia da terror. 
sacrifícios. sofreu urn 
orejuizo, inicialmente a­ 
valiado em quase CrS 
60.000,00 (sessenta mil 
cruzeiros). É fato notó­ 
rio a irnportancla do 
mesmo para a economia 
belavisteuse, não só pe­ 
los inúmeros negócios 
que angaria em época 
de exposições, mas co­ 
mo um fator de turismo 
e capital da classe pe­ 
cuarista e agrícola de 
nossa cidade. O povo 
de Bela Vista, espera 
que o Governo do Esta­ 
do preste sua ajuda, no 
menor tempo possível, 
para que possamos le- 
Um Episódio Elucidativo 
A técnica mais recente dos comunistas é 
divulgar listas falsas de pessoas que estariam 
sofrendo q u u l q u !l r ti p o de coação por 
parte dos poderes públicos. Com isso eles pre­ 
tendem engrossar ainda mais u campanha que u 
máquina de publicidi.de do Partido. infiltrada 
em rádios, jornais, revistas e TV, vem desenvol­ 
vendo no, Brasil e no exterior, com a intenção 
de desncredilnr o Governo ante a orinião públi­ 
ca nacional e internacional. Para os comunistas, 
quanto pior estiver a situação interna melhor 
será para chegar aos s .. us própositos ... (Pag. 4) 
vantar novamente aque­ 
la que é a nossa maior 
atração. 
Vitimas 
Níio foram registra­ 
das vitimas fatait;. Os 
prejuizos materiais 1ão 
puderam ser estimados, 
pois todas as residên­ 
cias belavis tenses sofre­ 
ram danos. e inúmeros 
veiculos foram abalroa­ 
dos por árvores e pe­ 
dras. 
Jornal 
O prédio onde fun­ 
ciona a Empresa Gráfi- 
ca Tribuna da Fronteira, 
não escapou à furia des 
truldora. e pós levan­ 
tamento efetuado, os 
prejuizos da empresa, 
em papel e material grá 
l'lco, alc;ançou milhares 
de cruzeiros. 
Final 
Prefeitura 
A Prefeitura Muniei­ 
pal sofreu, e muito com 
o rendaeai pois a rede elé­ 
rica., em grande parte 
foi de·truida; galhos e 
detritos por todas as 
Prefeito não paga a· quem deve afir­ 
mou o ·Correio do Leste" de Rondonópolis 
Púgina 2. 
Contra as forças te­ 
lúricas da natureza, na­ 
da pode ser feito; resta­ 
nos orar ao Todo Pode­ 
roso e recomeçar tudo 
de novo. com fé e espe­ 
rança, pois amunhil é 
um novo dia e o SOL 
voltarâ a brilhar. 
(Página 7.a] 	(. 
Sérgio Cruz propõe a criação da ccrctaria 
de Turismo do Estado 
(Suplemento) 
USINA ELETRICA- PARA PORTO 
M U R TINH O 
(Suplemento] 
H rena tem que 
ganhar as Eleições 
Página .3 
J 
0CEDI} 
Povo de Jardim aguarda ansioso a 
Anistia dos Impostos 
Pagina 4 
Suplemento 
Emedebista criticou Bandeira Nacio­ 
nal, segu..."1.do Jornal de Rondonópolis 
Suplemento

DOS JORNAIS 
Cuiabà (Sedimat ) 
O l'('l!l'lilC' 1':11c·ont1·0 ele 
:-il'l'l'L'IÍli'Í'Hi !ln Plant•ju- 
menl<, cum a St•netarla 
,!.· Articulação com os Es­ 
ta«dos e Municípios AI- 
EM 
ICIPIOS 
JIUTO 
.. 
PEÇAS SJIO JO O 
Bento Porto 
EM, da Seplun da Presi­ 
clõud:i da República. rc­ 
aliznado em Belém do Pa 
ró. ,, Sr. Delilr Gur.rra 
laeeclo, t,;icrelário da 
S. H trn. L•loglou o rno.do 
('CltnO esliio f'ClldO COll­ 
du·,,idoH os trabalhos cio 
E l11clo ,.. 1l11r1 '[unlcipio.i 
de Mato Grosso, Na me- 
11mu oporlunldacle o lllu­ 
Ir da SAREM garantiu 
no 1rncretúrio Bento !'or­ 
lo, do olaneja111ento ele 
Mato Grosso, a liberação 
de recursos de órgão 
que dirige, ao fü;taclo. 
paru u composição 'o 
Fundir <IP .poio ao De­ 
til'l1Volvime:ito lunicipal. 
O secretário Bento Porte 
pru o encontro de e­ 
eretários das eplans 
das Unidades Fede adas 
<'Oíll u SARE.li, rez-t.;e 
acompanha,· cloi:: clireln­ 
rPs ·lo Depnrtamentn de 
i'la1n•jameuto, Orçamen­ 
to. Decram e Departn­ 
menlo de geografia 
Eslalislit'a. 
,I,· Jo)o a.111-r.1 l }llrt'- 
Para brisa colocado na hora 
Pegas para todo o tipo de Veiculo 
··Agradece a preferência 
Iluct Pilud Kehuú -- 7Ml 
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Fertilizando com amor a nossa terra 
(Tutlo para Lavoura) 
Hun 25 ,le :," .-11,l,rn ;,:!, 
> 
»E$±#eLZ3 rID 
O PODER PREFEITO NAO PAGA A 
QUEM DEVE 
li] filJ 1í ( i 
Agora com ovo l'roprietário endo Atendido pelo mesmo 
,111hient.- L-tritamence Famílíur 
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Restaurante: "Comida ,Caseira" 
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Há um ano e Jois 
meses p' terminar seu 
improdutivo mandut11 
considerado o mai;; pre­ 
judicial p/ o p o v o e 
p/ a ciclude, na história 
politico-administrativo do 
ilnnicipio - o prefeito 
Cnucli:1bo começa a se 
per•ler t•1lulmente - aban 
1ouundo a Prefeitura ilu 
nicipal por longos dias, 
pe'1·iôdicamente: amtsau­ 
do o pagamento das 
mPnsalidades do!' servi­ 
dores públicos; e, pír.r ain­ 
da. numa desmoraliza­ 
ção ao poder público 
deixar de pagar seus 
credor~s nesta praça, ao 
proprietúrio de um pos, 
to de gaselina leal, certar o 
abastecimento de gaselina• á 
[rota de veículos da :[u- sidadP [iscai e a vungló 
nieipalidade, por atruzo riu pessoal tem sido o 
,le pagamento da coulit. fír111,1111mt<' da adminislra­ 
bú mais de dois meses ção Caudinho, . acompa­ 
vencida. Lamentávelmen nhada de maus elemen­ 
te assiste-se u deterio- los, como determinados 
r:.vão de um gove .. no vereadores que em tra­ 
municipal, mau ?! o po- balllar vi vem criminosa- . 
vo, que, ar,tes de cair mente dos cofres públi­ 
na desmoralização, lo- cos, pi falar '·bem" do 
go depois de instalar-se prefeito, Rurus são os 
no cargo. constituiu-se valores ilorais que cêr­ 
numa bandeira de espe- cum o prefeito. po:s cu­ 
rança PI a maioria dos da origem tem seu meio 
Rondoaopoitanos. A iro- e fim. ln[elizmente. 
previclenciu, a incompe- (Correio do Leste - 
teaciu, o nepotismo a im- Rondonópolis) 
popularidade. a crimiuo- 
?lRllEÇO DES1E EXEMPLllR 
CRS 2,00 
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i' ' a o to alara-soja ") Oieo da dona de casa 
"A Casa da Tradição" 	" 
lvenicla il de Dezembro 164, Jardim 
Arame 
.MT.

DOS JORNAIS 
GEISEL: ''A ARENA TEM QUE GANHAR AS ELEICÕES'' 
li 
O Prefeito João da 
Porto ,legre - «A em audiência. pelo che- Càmam recebeu em seu 
Arena tem que gunh11r fe do Governo, no gabi- gabinete de trabalho, 
as elelçõ,es municipais nete do governador os senhores Roberto Rus 
110 próximo ano». Esta Guuzzeli. Depois de afir- sel da Cunha, gerente 
!oi a palavru de ordem ma que o governo en- regional da reglãn !J da 
do general Ernesto Gei- trega tudo nas mãos da Volkswugem do Brasil e 
ijel aos dirigentes regio- Areun. pois e: t mobi- Uanilo 'parapani. cll.e­ 
ais arenista • recebidos lizando com ela, o Pre- fe de vendas da região 
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Médico 
Rua 15 de No,•embro, 75 - Bela Vista - MT 
sidenle ela República e­ 
xigiu da Executiva Ie­ 
gional tio partido o má­ 
ximo empenho visando 
levar a verdade sobre 
as renllwções do Oover 
no a todas as classes 
Roclais. Com a bancada 
arenistn da JHsemhléla 
Legislativa, Geisel este­ 
ve reunido durante mais 
ele uma hora. Exortou­ 
os a se lançarem nurnn 
mobilização geral, não 
deixando sem resposta 
qualquer prnnunclameu­ 
lo da oposlçiio. Disse 
que o partido tem que 
prornovet· slmpósíoi;, se 
minários, levantar e 
discutir reivindicações 
em lodo o interior do 
Rio Gra nú, do ·u1. 
Os deputados arenis 
tas deixaram o Palácl<1 
Pira tini entusiasmados 
com a frequeza do Pre 
GERENTE REGIONAL D 
VISITA DOURADOS 
O, da mesma firma. que 
na oportunidade se fazi­ 
am acompanhar '10 sr. 
Carlos :loraes, l'unciouú 
rio da Revel- firma 
revendedora da Volkwa­ 
gem na cidade de Dou­ 
rados. 
Na oportunidade, o 
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«vidente da Iepblica. A­ 
lém cla<i auúlênC'iuH com 
os politicos governistas, 
o general Geisel rece­ 
beu empresários e repre 
sentantes de classes, en­ 
tre estes 0s dit'ígenlea 
da Federaço Nacional 
d1,s Hadlallsta . À noite, 
o Presidente participou 
de um jantar com o go­ 
vernador Guazzeli. uo 
P,1láclo Pirullnl. 
• KS 
visitantes falaram ao 
eb':'ít> do c>xecutlvo dou­ 
radense, sobre OH plu­ 
nos de expansão da Vo] 
kswagen, p o Sul de 
Mato Grosso. Anuncia 
ram também. a visita do 
presidente da Volkwa­ 
ien, s1. '. Sauer e do 
diretor de vendus sr. 
B. Elaud, o que deverá 
acontecer hP próximo 
mês de janeiro de 197(i. 
O Prefeito por sua 
vez. fez um relato do 
que é u Grande Doura­ 
dos, sua potencialidade 
econômica, como sede 
de uma região que é 
polo de desPnvolvimen­ 
to do extremo sul do 
Estado de Mato Grosso. 
À sai<1a do gabinete do 
cb.;fe do Executivo, um 
dos diretores da Volks­ 
wagen do Sra il afirmou 
que a visita a Dourados 
tinha por objetivo, co­ 
nhecer o desenvolvimen­ 
to da região. objetivan­ 
do o plano de expansão 
da Volkswagen, através 
de sua sede de revende­ 
dores. 
··o Prefeito nos dis­ 
se tudo, e com detalhes, 
estamos entusiai;mados a 
pós conhecer através 
dos dados, o que é Dou­ 
rados e sua potenciali­ 
dade econômica, conclu­ 
iu". 
(O Progresso-Dourados) 
Calendários para 1916 
0cu NA: 
Tribuna 'da Fronteira 
~
r==· ========""'~;)-(:••= ======~-·,_;,e:;========~ 
l Rotary 
Cluh de llela Vista, Estão Sendo Realizado na 
Os Jantares e o 	,. 
== CHURRRSCBRlll DO GAUCHO= 
1 
Ao Lado ua Estação Rodoviária. Sabem Porque? Pelo Ótimo Atendimento, 
P 
• • A biente Seleto, Enfim, " H Churrascaria do Gau' cho" 
Churrascos de rimt>,tra. m 1 
É O Restaurante ··Classe A " . . . Leve Sua Familia e Comprove • • • Gaúr.ho Atende Bem •• ; 
1./,:; 
"z- 
~ 
'><;X->-<"·=============- .. :x•===============d.1

zura I 
... .-.-- _ _____,.....,---- ------ ----- ~---------.------ 
,lexundre Von Baumgarten 
ODEl 
Oulula-feirn pas,m- gresso :lnclotllll Re lou­ 
da, o MD, através do vou em iontes que co­ 
HCU ídl'l' ua Cümarn Fo- sirlcra dli.rn:11; 1le créclllo 
llernl, tfonuuciou no lrn- e ttH quuis, com toda 
sil a prisão de nove pes certeza, respeita. Lse 
os, entre us quais a episódio serve beI p 
de José Salvador Faro, demonstrar as quantas 
Professor da Fucul<iade anilam aH coí:ms aqui 
de Comunicação Casper no Brasil. inda recea­ 
Libero de Silo Paulo. O- teme·1te ocorreu ail,!o 
cone, que este dia, e- purecl<lo com um 6rgiio 
xatument<', Faro dlstl'i- intl!l'llllCl'•llªl que 8e pro 
buin, nos principais jor- põe a defender 08 direi· 
nnis, rádios e 'IVs do tos humanos. 
Puis, uma car'.a abPrtu, , ,nisati lnternacio­ 
na qual não apenas di- nal, que desenvolve sn­ 
zia estai' solto, como ao; prlncipaís aliviclatles 
tamhiim, e principalmt>n- cm Lo11i1·os, enviou às 
te, através ele um iibel,, nutoriclacles urasileirns 
muito inteligente renun- uma relação de nomes 
cmva à subversão. por de pessoas que estariatn 
considemr que os cumi- i;upostnrneute presas em 
nhos cio comunh;mo uilo lugar incerto e nü.o E<a­ 
concluzem a coisa ne- bido, O Ministre da ·Jus­ 
nhuma. 	liça revirou o pais do 
O oconiclo com o avesso, p depois de 
Deputado Laerte Vieirn muito tempu chegar à 
vt•m se repetlnclo no conclusão quti ce~ca d:l 
Brasil com uma constCtu metade <essas pessoas 
eia que já vai [rendo não esavum e nunca 
monótona. Nilo li rnro. estiveram pre,lli? e que 
hoje em diu, se anunciar uma b lll parte dos ou­ 
no Brasil que esta ou a- tros nomes l'elucionados 
quela pessoa fornm pre- nem siquer existiam. 
sas e que se e1tco1llram Tratava-se, como ncou 
em lugar incerto e não bem demonstrado, de 
sabido, vílimus ele um pessoas Hcticias. Es e 
Estudo coator de sujei- não é o único e1s Há 
tas a toda sorte de lOl'- numerosos oulro;i, inclu­ 
turns físicas e morais, sive hi:;tória de uma 
sem condições de qual- moça que tend·• fugido 
quer defesa. E ·sas de- com um rapaz porque 
núncias, algumas feitas a í,uuiha nãu queria o 
até em !urma de unún- casamento passou por 
cio. têm provocado mui- pr,•sa durante muito 
ta intranqüilidalle, com tempo. 
o agravante. de que eles Aliús, elo episódio 
feito o equivoco, ou ate Faro, fü:am muitos eusi­ 
quem sabe coisa pior, uamentos. O primeiro é 
nunca são eletivamente de que se deve ter mui 
desmentidas. Ninguém to cuidado uo se [ormu­ 
quer admitir que ralou lar denúacia: ão con­ 
sem saber ou então que venieutemente compro- 
foi u ado por tercl!iros. vadus. Cada denúncia 
É evidente que não desse tipo, além de dei­ 
passa pela cabeça de xar mal o denunciante 
ninguém que um homem implica no comprometi: 
público elo porte de Là- meato dil credibilidade 
erte Vieira se prestaria dos homens públicos e 
ao papel de !ormuar de dos veiculos de divulga­ 
núncias improcedentes ção que se servem de 
e se expor a um papel informaçõas não apura­ 
ridicuo. É cloro que o das. Há ainda o risco 
lider do t1DB ao ra- de se ser transformado em 
zer a denúncia no Con- joguete de interesses de 
grupos politieos que pre- 
1en<iern .:ompromt>tl'r l" 
1e,anor,di1:u· ;IH autorí­ 
tindm, coustlluitluH e as 
forças de manutenção 
da ordem interna. 
, técnica mais re- 
c e u te d o s comunis 
Ul-1 é divulgar listas Yu l­ 
s:1s de pessoas que es­ 
tariam sofrendo qual­ 
quer tipo <ie coação por 
parte dos poderes pübli­ 
cos. Com isso eles pre­ 
tPnclem engrossar ainda 
mais a campanha que a 
mú,1uina de pul.Jhcida<le 
do Partido. inriltrada em 
ró dios, joruais. revista 
e T', vem c1ese11voh en­ 
lio no Brasil e no exte­ 
rior, com a intenção de 
desucrerlitnr o Governo 
unte> n. op1111ao pública 
nacional e iuternaciona1. 
Pura os comunistas, 
quanto pior estiver a si­ 
tuação interna melhor 
serà p' chegar aos seus 
prooósitos. 
Outro enaiuameuto 
que ficou bem claro 
nes e episódio é de que 
a te,;e da liberdade da 
imprensa, só válida num 
senfün. isto é, quando 
interessa a determinado 
grupos ou propósitos. 
,l osé ·ava>Jor Faro ao 
eh,borar sua ct•rta aber­ 
ta de repúdio à subver­ 
são, acabou por fazer 
um interessante e eluci­ 
dativo· trabalho ,;;obre 
o envolvimento do meio 
estudantil pelos comunis 
tas, que, nu pior das ili­ 
póteses, pelo menos, 
serve de alerta a profes 
sores, estudantes e pais 
pi o que ocorre nas es- 
colas e Universidades 
Ele encaminhou es 
tral>alh<> aos prinl'ipai-1 
jornaiH, rádios e 'l '1< 
do País. ,pe11nt- ciuco 
divulgaram alguma col­ 
sa. Isso, só por si. j ' 
multo eiudclalivo. do 
que está aron tecendo 
atualmente no Brasil. 
('Transcrito do «Diá­ 
rio de Brasiiian - 11 
Nov 75). 
de Juarez Rodriues 
Tt'tlh,tl!IttJUOt, l'llll! prr1l'i 
çiio p·1m l'lllltillUUllllUS 
"a ser o modelo no Ta­ 
ma de tapeçaria 
leforma qualquer tipo 
«de móveis, E.tofalo, tol 
chie- de molas, Capota- de 
Je«ep, e estofamento-s le icu 
lo- em geral. 
Atende-se a Direilio- 
1',17t'JIIU" Orr..1111t"nto •t'tl 
Compromi+-o. 
##1318 A9 IMPOSTO 
7ERRfã ORlAL E PREDIAL 
(,Jardim) Projeto de 
autoria d0 verea1tor E!l­ 
milson Hrum Escobar, 
visando a anistia dos 
impostos territorial e 
predial doa contribuintes 
em atraso, foi aprovado 
pela Câmara ~lunicipal. 
O prefeito Eraldo da Sii 
va estuda o projeto do 
vereador-presidante da 
Cümara. e tudo indica 
que o chefe do executi­ 
vo uprvvará na integra 
o mesmo. pois a medida 
favorecerá grande par­ 
te da população jardi­ 
nense. 
Avenida 11 do Dozemb,o 
126 - Jardim-Mt. 
, to n" 514 75 
Oi põe sobre Anistia 
dos juros, correção mo­ 
netária e eutras taxas que 
se rerere em multas do 
não . pagamento de Im­ 
postos prediais e territo­ 
riais até o Exer~icio de 
1974. 
Dr. Helio Loureiro de Almeida 
Cirurgião Dentista RX 
)3: 2N910910 M)21l4 €02L0, 221 
J2LA )124 M91 ?03) Y3+ 
Horário: 8 às 11 horas l4 às 20 horas 
A Câmarc Municipal de 
Jardim Dacreta: 
Art. 1 - Fica o E-­ 
xeculivo ,lunicipal au­ 
torizado em conce1er 
,:"l:5Tl , ao• ,·on<ribuintc• 
de impostos prediais e terri 
toriais que não pagaram seus 
impo•to• a!é o Ex.,;.·lcio de 71. 
Art. 2o- - A ,iISTIA 
<jllt' e refere o ,rt. lo· é re­ 
ferente a '1uha,, JuroE, cor• 
reção monetária e outras ta­ 
as que a Lei exige, quanto 
a0 pagamento tardio por par 
te do contribuinte. 
Ar<. :o· • Fica o Ext'cu<Í· 
, o lunicipal antoriz.ado em 
receber do contribuinte em 
atrazo os impostos predial 
e tt:rritoriai- !-t:'IU n~ rnuh,u 
que a Lei exige. 
Art. -Jo· • O ,·ontribuinte 
gozará da Anistia se efetuar 
o pagamento de seus impo 
tos em utr:u.o ,len!ro do pra· 
zo de 90 d ia•. 
Art. S0 - O cc,otribuintc 
crn ntrazo com seus impostos 
nté o exercício de 197-L oo 
Pº:?ameoto A 'ist:t dentro do 
pra:z.o e,tipulado no Art • 4o, 
gozará dos descontos estabele­ 
cidos em Lei. 
Art. 6-o - Ern, Lei entra 
rá em ,·igôr on data de sua 
publicação, revogadas as dis­ 
posições em contrário. 
::,ata das Sessõe;; da Câmara 
O? de Novembro de 1975. 
Edmil,om Brom Escob:i.r 
Presidente 
Ernesto Lãocia Cald•• 
c,cret:irio cm úerdcio 
COMERCIO DE CEREIUS UNliiO IIGRICOLII L TDB 
" Uma Firma Que Ajuda a C_onstruir a Nova BELA VISTA " 
AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa { Perto da Po t 1 t • n e n ernac1onal J 
Crescemos de Mãos Dadas com 0 
M1. 
l

Delegacia Regional de Educação e Cultura de Bela Vista 
) 
Matricula 
1 - Jti matriculas nas E colaR Est111luals 
de t" e 2' Graus dos municípios pertencentes 
DE' de Bala Vista, serio realizlts no período 
de O'{ dJ jaueit·o a O:l de fevereiro cio 107(i. 
2- ·, DPlegnclu Hcglo11al d':! Educaçilo e 
Cultura reeel>crú as Hclrns de m·llrieulru, juntamen­ 
te com os fichas resumo dos Estabelecimentos de 
ensino, até o dia W, U~, 7G. 
. a - Os alunos que deRejurem ser tl'Unsre­ 
rl<loi:;. jó deverão delxal' o seu requmfornnto de 
trunsterl!ncl,1 nsslnudo. 
-, - As Escolas receberão lodos os ul11nos 
de t"· Grnu que tl!'sejarem ser matrieula(IO':!. há 
,·ngas para todos. 
- No ensluo de 2°· Gmu, a rnalrlculu 
dependerá do númCJro ele vugtS, uma vez que 11ão 
constitui um nível de ensino obrigatório. 
li - A Ficha ele ilatrícula, tanto para o en­ 
sino Regular como para o Supletivu, sofreu algu­ 
mus 1lllerações, n•> sentido de facilitar n trabalho 
da matdcula. 
i . No Ato da matrícula nulo será permiti lo ncnhu 
lllll rnhran~a ,lt• 111x11, ,ob 11uat./u1·r prd,•x111. 
U . Os documentos de identificação do ulnno silo 
,lt• rc·.,I i111porti11ll'ia p11ra o cuntrol.. ,la E,cola. , n,1o uprc­ 
!-t'nlm,;i•> de un, ou rn:ai~ <locutncnto. t•xccto n Ct•rtidio de.· 
Nni-riml·nto •trun-.lndo• e o Titulo de Eleitor, nlo constitui­ 
ràu motivo de impelimento da matricula no cnt.unto, de,crào 
os alunos completarem as documentações exigidas, até o dia 
151., ,n,,. 
9 • A con1rihuic·üo ,1,· Coi,a E,colur ,. ,nuidacl,•, 
l'Onlinuar.i H•ntln t•fctivatl~ tlc uconlo l'o111 u Lei vigente Com 
1n·tc t•nlrt.'t1111to, uo Jo-t'IOr de Cuixa E!"t·olur ,.. Anlt1ll.Hlc. bt>111 
como a l-soeiaçlo de Pais e Mestres atualizarem as Fichas 
eh· mutrkuln. nll parte· rcfcrcntt" a t" .. ~us contrihni.,:üc~. 
Movimentação de pessoal docente e administrativo 
da 'Delegacia Regional de Educação e Cultura 
1(1 - f: íut11 subido que hít ncu1nulo <l.- tr.1bnlhu 1111 
lo, >remestre do ano letivo ocasionado pela movimentação de 
pessoal docente e administrativo, na OHEC e nus E,,·oln• 
u ela juri,cliciu11a<ln. 
Purn rndonaliznr n trun1it.nçào de processos, e itan~ 
do o encaminhamento tumultuado de processos é que fora 
upn',e11u1Jo pcln Sccrc1nri11 <lc E,lucnção e Cullnrn e npro,u­ 
do pelos Delegados legionais de E<lucaçào e Cultura cm re• 
união rcaliza.lu <lc 12 u li <le non:mbro o calendário pnra 
muvimcntuçàn <lc Pc•soal <locen1c e administrativo das DHE­ 
C,. 
O cnle11d:1riu pre, ê duu:< clllpa,:' n lu. t'IUpu fica 
tt':!l'rnuln para n 11prc,,•n1nção do quadro básico de pessoal 
docente e administrativo • OH EC - Oó paio cio de 16 a 20 de 
Íe'crciroli6• u 2.a clapn c.slá 1k,li11u1lu à i n <li e a ç à o <le 
eventuais acréscimos correções, • OHEC-06 <lc 26 a :iO de a• 
bril/71l•. 
os meses posteriores, para envio dos processos 
,eràu obcdcci<lo:< o período <le 25 u 30. 
11 - Numero de Clcísses e Vagas Existentes no Muni­ 
ciplo de Bela Visto. 
-Previsão 19i6- 
PERIODO MATUTINO 
IS:u t! L' !' IS 
Cu,1clo lkunco 
l (•lu ulu,rn,) 
l 
1- 
1 
2 ·80 
l •·lo 
l •·lo 
l lo 
Escola de lo Grau Esol de Is G. 
Ester 1lvu I Gi:nc-ro•m Ponl"'< 
1. •·lo uluno,;• l Oo ~luuo;) 
l ••lo , 2 [60 • l 
l .. 10 • 
1 
l (3o - ) 
l ••ln • l (30 ) 
-l •l6o : 
l 
1 
1 
(40 alunos). 7a. 2 80 alunos), Hn. :! (80 alunos) 
2o. Grau 
1o. Secretariado 1 [4o alunos] 
Escola de lo. Grau Estor Silva 
1.a 81..p!Plivo. 2a. t-iupletivu, :la. :,uplP!írn, la. !:iu­ 
plutivo. 
Escola de lo Grau Generoso Ponc2 
la. Supletivo, :!11. Supletivo, 3a. Suplelirn, -la. '-;u­ 
plc!tivo. 
l2- A- E-colas receberão todo. os aluno- 4u pro 
curarem pela matricula, independente do numero de vaga 
nelas existente. 
l'nrl-111 puro e, itar muiore-. trabJlho ... -oli<·itarn•H 
uo-c Seuh.>rt:~ pai ... r,ro,·urart"lll o .. t•,-tnhrlt"rÍmt·ntu, d,· en•Í110 
que desejarem que seja efetivada a matricula do- eu- filho-, 
Para efeito de classificação do aluno- e relação 
ao número de vagas em cada E-cola, seguiremo- o- critério­ 
nhaixo: 
lo. LUC:AH: Aluno• já pertencentes ao quadro da 
E-cola. que residem mas proximidades da mesma que este- 
j:1111 d.-ntro <la fai,u r1ári11 11<• 7 a I l uno,. 
2o. Lugar: Aluno-já pertencente- ao quadro da 
Escola, mesmo que não residam nas proximidades da me-ma, 
ma .. que estejam dentro da faixa vetaria de l a 11 ono-­ 
Jo. Lugar: Alunos novos, dentro da faixa etária de 
•IO. Lu;:ar: Aluno, do quadro da Escola que estejam fora da fai 
xn c1ári11 de 7 u ll ano-. 
7 n 11 uno,. 
So. Lu~ar: ,(uno• novo,, furn ila faixa etária de 
7 n 11 uno,. 
Par-.1 a tranquilidade dos 11111nicipt:• informuruo, 11ue, 
caso haja necessidade, para o atendimento de toda Clientela 
E-colar a Delegacia legional de Educação e Cultura propor 
11 Secrclnrin dt: Edm·nçào e Cultura as possieis formas 1 e a­ 
pro, t .. irumento dos espaços ociosos, de ,:on, êniu com outra'" 
r111i<lade~. conlruto d.- locação e ofrreciruenlo de outro, 1111.·iu­ 
necesarios, 
13 • concurso para o magistério 
Encontra-se abertas as inscrições para o concuro 
Jc Professores nivel I a IV <lo lo. Grau. ,, IIIP•nrn, c1,.,,.111 
ser feitas nas DRECs Polo: Cuiubá. Campo Grande, Hondono­ 
poLi,. Corumbá, Dourado•, Trcs Lagoa- e Aquidauana. 
O concurso será relizado no mues de março. 
14 - registro de diploma 
O aluno c1irFou tres ou quatro anos, o 2-o Grou 
cumpriu os horários fez o estágio obrigatorio, finalmente po­ 
de receber o tão esperado Diploma. Agora só mais uma pro­ 
' 1tlenc1a pnrn o 1nesmo exerça plena.mt'.'ntc !!UU ·profi:-~ào: 
após o registro 
Esclareci111cn10: 
DREC - Delegacia Iegional de Educação e Cultura 
EC • ,·,·relnnn de Educação e Cultura 
;IEC - ;lini,tério <le Educ,,çàu e Cultur.1 
Há um representnnle <lo ;! EC, nn écr.-iaria d.- E­ 
tlttcnçJo t: Cultura em Cuinbá sr- Luiz Cario, Manhües. 
maiores de ta lhes 
Após concluido o curso a Esculn fará o ('ncaruinlin­ 
mento do processo observando os seguintes detalhes: 
O processo cle'cra conter rnd1epen,a,·élmt'nl.-: 
a) Oficio de Enenminhamenlo 
b) Requerimento a OI TE (Üi'i,üo <l.- ln•peçãu ., 
'en·iço Técnicos de Ensino.) 
e) lli,16ricos Escolares (Ficha 111o<ldo 18 e 19J já , i­ 
!---a<las. 
d) Translado ou fotocópia n111en1icada da Certidão ,1.­ 
nascimento ou casamento, quando houver divergência dos no­ 
mes, isto é, em un1 dorumento cone-tnr o nome do solteira 
(o) em outra du Cllsa<ln (o). 
NOTA: O Aluno jamnis pod. er.í ser portudor <lu 
processo para o registro do seu Diploma. 
observações 
Se o Diplomado for Brnsileiru naturalizado, deve­ 
rá apresentar a_prova de naturalização e de estar em dia com 
os obr1gaçoes ~hhtares, FC tlver nuus de J8. 
Se 1rn1nr <lo Diplomado E,1rangeiro, apré,enlar 
prova de permanencia regular no pai (pa,saporte e,;peciul ou 
namrnhznçilo). 
esclarecimento· 
Os diploma+ não ser.lo regiHra<los quando: 
n) Forem expedidos por E.colas n:lo autorizada,. 
b) O, Dirctore;, t: secretario• da rc,pecthca, nilu 1in·­ 
re111 registradas no .IEC ou autorização da SEC. 
e) os diplomas, em cujo verso, não constarem carga 
horária das disciplinas e respectivas avaliações. 
Atualmente, as E,colns juri,<licioo:idu., a eslá Drec/ 
o6 que não possuem autorização, j:í estão com o:- ~cn..s proct:t­ 
sos na Diste/e. E todo: os Diretores e Secretários, já slo 
autorizados pela Divisão e lnspeçõo e Ser..-iço• Té,·nit•o, d.­ 
Ensino. 
Foi rcalioda no d.ia 02-12-75. uma rcuniào com tu· 
do corpo ndmini,1ratho e docenlc dr Bela Vista. onde a u.,.. 
1.-:,:acla He::;ii:,nal de Educaçào e Cuhura Enil Pereira d.- Sou­ 
z,explorou detalhadamente sobre o funcionamente do ano 
letivo vindouro. 
Perlodo Vespertina 
Escola do 1º e 2° Graus Castelo Branco 
1° série; 2 série; 3% série; 4.a série: 5.a serie 
1 (40 alunos); 6.a série 2 (80 alunos); 7.a série 2 
l O alunos); 8.a série 1 (40 alunos) , 
2.o Grau 
1° Magistério 1 (40 alunos) 2º llagifltério 1 (40 
alunos); 3° llugistério 1 (,lO alunos) 
Escola do lo Grau Ester SHva 
1.a série 3 (120 alunos); 2.u série 2 (80 alunos); 
3.a série 2 (80 alunot-): 4.a série 1 (40 alunos); 
Escola do l.o Grau Generoso Ponce 
1.a série 2 [60 alunos]; 2.a serie 1 [30 alunos]: 
3.a serie 1 (30 alunos); 4.a serie 1 t3o alunos]. 
periodo noturno 
Escola de lo. e 2o. Graus Castelo Branco 
Series: la., 2a., 3a., 4a., 5a. 2 t-!0 alunos), 6a. 2 
Bela VLta 
sorá também 
capital 
Por informações re­ 
rebída-; ti<' ('uin!>,;.. o 
Uovêruo do b-,lallu sern 
iustalado por alg-uu;; 
dias em Bela Vl-ra. tnl 
como acont!'cc•u cm 
Dourados e ern Bnrra 
do Garças. Isso aconte­ 
cérá em juuC'lro, úuudo 
continuidade ao prngru­ 
rna de intefil'llçflo do a,, 
vernarlor Garcia Neto 
que manterá contatos 
com Prefeilo:i, lideres 
politicos e empresários. 
Bela Vist.1, c!dadt' 
na froutell'a do Brnsil 
com Paraguai. t·ec!ama 
solução de seus proble­ 
mas para tornar-e uma 
regi:10 de maior desen­ 
volvimento e, coutribulr 
para o progresso do 
Pais. A instalação do 
Govl'rno lú, emliora por 
alguns dias. permitit'á 
ao nosso Governador to 
mar conheeimento exato 
de suas reivlndirnçõrs 
para que possa agir 
com justiça no que se 
torne de maior urg-êncla. 
Está localizada nu­ 
ma região cujas rique­ 
zas em potenclal preci­ 
sam ser dinamizadas e 
isso só pode acontecer 
se houver amparo do 
governos do Estado 
Federal. 
(Folha de Dourados) 
e 
CONTROLE 
SOBRE 
Remedios para o 
Emagrecimento 
Brasília [SDffiPJ As 
drogas e medicame11tos 
destinados ao emagré<'i­ 
mento, e que contenham 
substâncias anorexí.nas. 
somente poderão ser 
vendidas mediante recei 
ta medica, segundo es­ 
tabelece projeto de lei 
ago1 a apresentado pelo 
Sanador Orestes Querela 
(1DB SP). 
Segu_ndo o projeto, 
u. receita medica passa­ 
ria a ser arquivada nas 
rarmAciasrtal como acon 
tece com os psicvtrópi­ 
cos. impondo-se no esta 
beleclmento infl'ator a 
multa de 15 mil cruzei­ 
Essa mesma reunião estará endo realizada no ou- TOS. 
tros municípios da jurisdição nesta e na próxima semana.

-------- --- - 
---------- 
S' P .EME TO 
----------- .... --~ ... 
,Jornal de Mato Gros ROL - E pc•11a Bnrem. 
so, o "Correlo do Esta- Senador, produziria mui 
cio". pulJlicou que os mu to mais do que votos 
nicíplos de Corumbá e de c,1ng1·atuluçõcs pela 
Luliút·!Cl ei;tão cm ente)1- passagem de mais um 
dimentoR pura que este aniversário da vizinha 
último volte u Integrar- • Repúhlicn do Paraguni 
se t Cidade Branca, do e outroi, uss1111tos que 
,
111rlf 111111rc1 .!,•ot.J 1,•r sníc!u. revelum que ao nobre 
Qualquer hora Anastácio deputado falta uta dose 
fará o mesmo. de "lmoginaçüo crlaclo- 
Ern ten1po: O "Diú- ra "adequada e de acor- 
ria ela Serra", no dia .J. do com os desejo rlu 
do oorrenttl em tópico eminente Gen. Geise!. 
publ!r;ou: "Barem: MDB No custa repetir. 
de .luto Groi-so nüo tem "Ü que é bom para 
condições•: 	os politic .. s pt·o!'i8sio11ais 
''Bn•sílht (Anda-D)-- não é necessariamente 
Não sou candidato no Se- bom para o Povo e, se 
nado e mais disse que o for, é mera considencia 
é candidato únii:,• e exclu- (Retirada da L!lguirn) 
sivamente 1·eeleiçiio" 
1rgumentundo que o 
pantanal de ~luto GróHso 
untes ele ser fonte pasto 
rll é uma inesgotúYel 
e dus muio1·es reservas 
turísticm1 do Brasil, o De 
putr.do Sérgio Cruz a,,,/•,1 
de /JW/J<'f ., rri,1,,1,, ela SC;cre­ 
turia ele Turismo cio Es­ 
tudo. 
Segundo ele, o pan­ 
tanal supera vúriae ou­ 
tras regiões - - - classif­ 
cadas 4:' propagadas pe­ 
lr::. Embratur, justHicun­ 
do por si só exige a criação 
da Secr ... ·rnri:l de Turis­ 
mo, p/ explorar eficaz­ 
mente o pot,,ncial turís­ 
tico de :Jato Grosso. 
Mas nüo é sómente o 
pantanal que a criação 
da Secretaria, há outras 
a lternatiYH!', que 
daria ao nosso Esf.aclo. 
classmcaçilo entre os 
Estado de maiores p11s­ 
sibilidades. este sl"tor. 
em futuro bem próximo, 
cleclurou 0 Deputado. 
Rel'erindo-se a Turi­ 
mal, Sérgio C::ruz disse 
que é um órgüo qur iá 
nasceu sem condições 
de desenvolver qualquer 
ativilJacte goi;, :.ião tem 
estrutum técnica e de­ 
pendendo de um~ ~ecre­ 
taria acéfala a de indús­ 
tria e Comércio e púli­ 
dameute tem ubs0rv100 
milo de obra t-sseocial­ 
mente eleitoral e sem 
qualquer pretensão cieu 
lifica. 
(O Repórter - Cawpo 
Grande) 
A CEIAT fixou pu- siçüo de dois grnpos ge­ 
ra o próximo dia 25 à radores d1eselétricos de 
realização d1-1 concorreu- 500 KVA cada um um 
eia pública destinada a pniuel rle comando.-' um 
iustolaçilo de un..a usiuu conj11nto de baterias e 
dieselétrica em Porto carregadores e urr traus- 
1lurtinho, com· recursos formador elevador t,·iJa­ 
previstos no PRODEPAN sico de 1 MVA. 
A licitação vh;a :i aq1:1i- (Diârio du Serra-4-Xl-75) 
Visite ?orto Murtinho e exija o melhor 
"B!DU HôlEL º 
No dia JU pa ·.,ado. 
consagrado à Bandeira 
;".nc!orwl. em soleuidildt> 
de homenagem a ela, 
prestada pela t';lmal'a 
~lu11lf'ipal. em til'U pró­ 
prio, o emedebista Ma­ 
rio Miranda, represen­ 
t1111<10 multo mal o depu­ 
la do estadual Cario:; Go­ 
mes Eezzerra, tamh(•m 
do :IDB, convi,larlo pa­ 
ra a sessão, aproveitou­ 
se da palana lhe con­ 
cedid11 pelo presidente 
ria Casa <' teceu violen 
tas criticas ao Govêr­ 
no l'ederal e ao paYílhflo 
Nacional. Sobre este 
disse que Ordem e Pro­ 
gresso s:1o palavras que 
deveriam ser substttui­ 
dus por democracia, que 
não existe o Brasil 
Tamanls ineomse­ 
queneias ditas pelo e­ 
medebista, ocasionaraI 
grande mal-estar-uos pre 
sentes. O sr. .José Mora­ 
cfi F!lllo luxou as p:tla­ 
vras de Mario Mirada 
de criminosas e in ulto­ 
sas priaeipa!ente eon­ 
tra a Uanrleira ~ac·i0- 
nal. poi8 o rcspPito a P­ 
la deve estar ac·irna de> 
quaisquer desacertos po 
líticos ou idt•olngicos". 
No s» abe se tomará. 
através d::u; autorida<lei:s 
competentes, medidas 
punlti'as eoutra o des­ 
respeitador. Até agora. 
(Correio do Leste - Hou­ 
donópolii-) 
Hcla Vista rol brilhantemente representada f"JP 
lus garotus Yêda e Mria Claudia no Festivàl de 
"Danças e Ginásticas Rítmicas :lodernas·•. . co­ 
r~ografia ''cigana·· foi apreseutada pela aluna ;Ja­ 
ria de Fátima Pinheiro da Faculdade de Educaçilo 
Física da UE:IT • 
ANIVER 1RIO 
Dia 2 Elida Rodrigues 
» " Gracitu :!arta Fernandes 
» 11 Jorge P. Dntra 
CASAMENTO 
Com laudo almoço no GPR, na semana 
c_omemoraram IIJICIO de "Viria-a-dois" o casal· rr~ 
ria Carmem e Jorge Aparecido. Felicidqç 
. Dia G _PP-. ~uiziu~o. e_,Ros,, Amélia lambem dis­ 
seram o_tradicional 'sim' • Eles como todos noivos 
nu dia D' irradiavam muita alegria e r 1· · 
tlade... 	. ... e 1c1- 
1
OVID.ADE 
t , . A elegan~e. e. simpática Zélia '.Iai·_:olla Vl'm 
Fazendo os últimos luuçamentos da moda em mu­ 
téria de calçado e roupas da Cap ua Garôa. 
MENINAS 
·- _:locas que se re,·elum: em piuru~a 
Sánia, filha do Vereador Glaucy Fio+" cozinha: 
e <iducuçuo é para 'era Ifü· filh impatia 
resto s 'í»ria. Agora. n"}; "v casa' Dr 
lanço e a simpática Nâdi'1 filh d com muito ba- 
e Zélia. 	e' a 
O casal :larçolla • 
Promoção 
promovidos e homena(7eado-- liº ~ 
Suo-Ten: Penba. a i° s@6. $,,3? !" isquadrão: 
Sgto. ~lucbado ' • • • erey ilva e a 2 
Uni vcrsidao. _ 
) Jeprt+tento de Mor 
fotitiolir da tive.si­ 
,/ · l •.. , ! ,f f.1to U.-.i•. 
so eaba de receber II • 
terial didnatieo provede 
te da Republica popular 
da ll1111J!ri:, dPnlr·o (/<i 
Programa Leste Europeu 
através do quu! o Brasil 
está recebendo equipa­ 
mentos para UaS unta­ 
de de ensiuo em tr JC'a 
de produtos exportados, 
No ,·:dor dl' oito mil <ló­ 
lares o material consta 
de medidor de pressão 
:;angliinea .iutomítico 
ten(lo como U('l':..'-Úl'ior<, 
braç:1<IPiras, rnicrofo11<'r<, 
cabo de co11cxlio e j111!U 
de fusiveis e atender us 
aufai; prúlicas daH dlsci­ 
pliuas de Fi:-.iolol-{ia e flio 
Jii:ica rio, alunos da úrc>a 
biológica. O :-.ol'i~Lil'adu 
equipana•u to. r e e• e bI ti o 
!'Pia CEIT. i;en•irá pa­ 
m cxperimt11toH <IP he­ 
rnodinamlca a p I i !'a d 01, 
em animais objetivando 
medir a µresR,it, :l!'lPrial 
e será utiliza rio por alu­ 
nos rhR CU!'Sos de "ete­ 
ri:iária. :le:lidna. Otlo11tri 
logia, Farmácia e 3ioqui 
mica, além de Educaçüo 
F'i;.ica. 
( O E ·tudo de ~-lato 
Grosso) 
Desumanidade 
em Hong Kong 
O icrnal « :lorniug­ 
Posl» de "f·fong Kong uar­ 
ra a patética história de 
uma mulher de apenas 
26 anos que nadou l:! hs. 
seguidas para alcançar o 
po1 tu daquela posição 
britànit:a. fugindo cio ter 
1·itório da China ' Prl!Jl"­ 
lha. 
Contuuo a Corte rle 
.Justiça local. inexplicá­ 
,·e!mente. 11eaou asilo po 
lítico à pobr; mulher fu­ 
gitiva. Assim. upós pas- 
ar 12 dias na prisã,,. 
P.Ja foi <.levolvi<la 1,licial­ 
mente à política <:omu­ 
nista chinesa. 
Sua mil e dedar::Íu 
que ela era a úuica Jílba 
que havia permane..:ido 
na Chi nu de .!ao. ( : fll l 
Agência Boa Impren a ) 
Emissário de P0rtu­ 
gal esteve em Porto Ale­ 
gl'e monstrand'l iotel'es,-e 
na importação de vinte 
mil toneladas de carne 
boYina gaúrhn. A nego­ 
ciação deYerâ ,:er fp,eba­ 
cta ~exja-feira. Out1·os cio 
is paises que começnrii o 
a 1portar carae bovina 
s:io a França e Itália. 
é ,J 
. 
l

«ela ista, 7/12/75 	OPINIÃO 
UM TR BUN l PIIR TIM e 
Copenhngue, por A­ 
na Maria Stuvcn, Espe­ 
cial 'parn u Agôncla 
SBI-- Pntroci11ndo po­ 
lo conhecido clenlh,lu 
Audrei 8ukllarov, Prêmio 
Nobel da Pnz e líder 
dos dissidentes soviéti­ 
cos, reo llzou-so nos dias 
17 e 19 de Outubro pró­ 
ximo passado o r.hamu­ 
do "Internacional Sak­ 
hurov lfourlng", encon­ 
tro promovido por cen­ 
leuas de pess,.ms e orgu 
nlzações que, 110 Oci­ 
dente, se preocupam 
com u terrivel siluuçüo 
lmpl-'runlo ulrá1:1 da "cor­ 
tina de ferro" e com a 
vlolnçllo aos direitos 
humanos cometidos pe­ 
las uutoridudes soviétl­ 
cm1 dentro da UR S e 
seus pulses satélite . O 
vulor fundamental cio 
encouh o resi Jiu no fa- 
to de ter sláo a rimei- 
ru reunião na quul dis­ 
sidente que l"!Centemen 
te couseguimm sair das 
prisões e dos ho pilais 
pslquló.lricns soviético 
deram eu testemunho. 
sem quaisquer vincula­ 
ções marxislus que do­ 
minam hoje em diu us 
organizações crinci11s 
em deresa dos direitos 
humanos, corno é o cil­ 
so dos conhecidos tribu­ 
nais ele 11ertrand Ru sei 
e da "Amnesty Intera­ 
cional". 
1o pu:lúcio ('llrls 
lianborg, onde fu11ci0na 
o Purlam1mto diuamur­ 
quês, duzentas pessoas 
ouviram os depoimento 
de mui de 2! lideres 
das nações subjugadas 
pela URSS. Entre o e - 
pectactores sobres aium 
o representantes da 
imprensa mundial. A re­ 
união assume nesta cir­ 
cuust&nciu, curncterisli· 
cu de especial ignil':ca 
çlo devido a vários fa­ 
tores. Andrei akharov 
enfatizou em todas ·sua 
intervenções cbegudus 
ao Ocidente u importân­ 
cia das pressões exerci­ 
das pelo mundo livre 
P a libertação dos pre­ 
sos político e o térmi­ 
no das perseguiçõE:s re­ 
ligiosas e politicas em 
seu pais e satélites, 
como meio iuclispensá­ 
vel para suavizar, de 
alguma forma. as repres 
r;ões prallca,1a pela 
KGB A os demais orgu­ 
nlsmos policiais comunis­ 
tas. Depois de termos 
assis lido, angustlacloi;, 
à conferência de Helsin­ 
qui, onde os reprnsentun 
tes do mundo livre acel 
taram, prnllcumenle sem 
exigir compensações us 
fronttilras ltnpluntadas 
na Eurnpa Oriental, pe­ 
las tropus soviéticas, 
torna-se especialmente 
lmportnnle lnslQllr naque 
Jes JJOntos que, de algu­ 
ma forma, pocleú con­ 
tribuir para minorar o 
sofrimentos das nações 
subjugadas pelo imperi­ 
alismo comunlslu. A cha 
mada "Conastra lres" 
da Ala Final de Helsin­ 
qui rel'erente à ·'livre 
circulnçüo dti homens e 
idéias" não recebeu, ao 
contrário dos demais 
pontos rnvoráveis ao eo 
munismo, nenhuma difu­ 
são dentro da URSS. O 
que se disse aos ''infor­ 
mados" leitores soviéti­ 
cos foi apenas o seguin 
te: "O documento l'rnul 
de Helsinqui contém um 
capitulo sobre a coope­ 
ração no cumµo humu· 
nitário, i1:cl11i11do os con 
tatos entre os povos, 
intercllmbio de informa­ 
ções, cooperação e in­ 
tercàmbio no campo ela 
educação". Assim, viram 
os cem milbõe cidarl:ios 
oa União Soviético, u 
re-uniiio de ''cúpula" em 
Hc>lsinqui. 
• Vendo até que pon­ 
to cllegum as traições 
.los goveruuntes do cha­ 
mado mundo livre para 
com os povo uprimldos 
pelo comunismo. Andrei 
Sukltm·ov enviou seu 
testemunho ao enroatro 
que teve seu nome. A 
reunião de Copenbngue 
eleve construir um mar­ 
o p 
I 
o mundo e lerá 
de se transformar em 
trlbuuul permanente, 011- 
de os dissidentes soié­ 
tico. e demais vitimas 
do comunismo lnlerna­ 
cional possam prestar 
suas cteclumcõe:; e o1de 
todus as organizações 
111,undlals venham u co­ 
nhecer a realidade rus• 
a, afim de pressionar o 
Cremlln. A verdade pre 
, 
1 .. 
►
cisa ser conhecida aber­ 
tamente. Quem sabe o 
e passa nos hospttais 
psiquiátricos soviéticos 
ende es paients sae tratades 
cem pederess drogas p per 
turbar Rua p ique'! Quem 
conllece o que vai pelo 
campos de cenentra'es 
onde o trahalho forçado 
é obrigatório p' homens 
e mulbereR? O qut• é 
que foi já divulgado so 
O Dep. Barem sempre 
rf.. 
i '• 
Nosso coleguiuha o 
«Correio <lo Povo», de 
P0ntu Porii, publicou, 
em primeira página - 
"Ubaldo Ourem: Criaçãc 
de novos município ., 
dizendo: 
"A medida que, em 
futuro bem próximo, se­ 
rú lrausfornrnd•! em lei. 
representa a conquista 
de ,rntiga aspi1·ução do 
Deputado Utmldo Harem 
que, interpretando os 
justos anseios de inúme 
G r < E 
} asa Pe < u ar is t·a Ltda ~ 
} l'ro,lutos V,·1,•rinúrio, " Ai,:rkola.;, Fcrr.1;:~11,, f 
Artigos de Montaria e Materiais de Cor-trução Y 
1 	i 
em Geral. 	É 
& 	i 
} Av. Duque de Caxias, 606 i 
t C. P. 2 - Fone: 157 .:Jardim ~'M.'L :K 
ka.o-<---o..os-sss--sr 
do mesmo 
I 
} 
2.° 
$ 
jaito 
. .  
-j 
&i 
o..- 
ras comuai lades mato­ 
grossense' empenhou-se 
ern longa e incessante 
luta que, finalmente, 
cllega a 'l seu final vito­ 
riosa". 
ROL - Parece-nos 
que "a incessante luta 
do sr. Barem se rt:ferin, 
aµenns, em evitar - o 
plebiscito - pois, de r1:s 
to o assunto faz parte 
da Cnnstituição. 
Por que Rucbid, lln­ 
livio, Canale e Ourem 
não querem s:.iber de 
plebiscito. ou eja. que 
o pwo interessado diga 
se deseja, ou uúo, a cri 
ação ele novos municí­ 
pios, isto não foi expli­ 
cado nem no 8euado. 
nem na Câmara e: nem 
ao moos, através de 
«press realises». 
«Retirada da Laguna» 
hre s experiências ci­ 
enfies com seres Hu­ 
manos, colocados em 
tu!os de ensaio como 
se fossem ratos'? Acerca 
de tudo isto, nada. Pc•- 
o contrarie, que e munde e 
são OtJ uperlos ,1c milo 
ao Sr. l1ro1.lme·
1
, tanto 
do sr. Gerald Ford como 
do sr. Valery Giscard 
D' Estaing. 
Ci': d {1lo; 
Cartões de Mala! 
f ol)inhJs e 
le ftis 9n SI 
20C3± 3A: 
Tribuna 'da Fronteira 
Ministério do Exército 
li Exército 
9' Região Militar 
4 Divisão de Cavalaria 
Regimento Antonio João 
EDITAL· No. 03/7 5 
O 10° Regimento de 
Cavalaria, devldumeute 
autorizado, venderá. em 
bust.a pública. àll 0800 
hora!?. á0 dia 10 de De­ 
zembro de 1975, 15 (qmn 
u) ariimais cavalares, 
imprestáveis para o ser­ 
viço do Exército. 
O referidos animais 
serão leiloados nas de­ 
peuctêncius da Seção 
'eteriuá1'ia Regime,1Lal, 
onde os mesmos po•lerüo 
ser examinados, a artir 
do dia 1 °· tle Dezêmbro 
de 1975, no b'lrário :ias 
0700 às 1100 horas. 
Para ID:!iores escla­ 
recimnentos o iutere,:sa­ 
dos deverão procurar 
o chefe da 'eção Vete 
rinária Regimental do 
10º Regimento de Cava­ 
laria. 
Qunrtel de kELA 
VI TA, MT. 21 de No­ 
vembro de 1975. 
José Alves de Oli­ 
Ydm-.1.J C: ' 
Presidente da Comissüo 
::-::::::::::.::::-_ -_ -_ -_ -_ 
de fmili11 .:). ljrlcilat, 
Ferros, Chapas, Tubos, Tintas, Azulejos, ViIros, Conjuntos Sunitários, Arames. Ferragens 
1 
E 
Rua. Cel. 
Tem 
Juvencio 815 
uma Infinidade de Artigos pora o Cliente Exigente. 
NIZNYD!MANTO o ±0AL Z±!ALJZADO. 
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Guia Lopes ela L:!guna- -- Jlalo Grosso

Com o objetivo de, 
d ·ut,•c, (111 l'fü dias. pro­ 
viilL•Jlc'lar ll clcic,:ilo da 
ovu diretoria do Si1di­ 
<·nlo dcHl .10111:dwtai• 
l'1·olhrnlo11:1i-1 no l•:stuclo 
de Mi!o Grosso, tssumiu 
aK /u,ic;o ,.. lí- :1<lmw_1s· 
1rntlo1· d,, ,
111l icladl·, ,, f1i' 
1,11111,-(a ltu:,.· sant ,una 
dos ~illllOl,. , ,m:1 IH)SH' 
t-C dNI elll seR-<:to ::o(PIH'. 
pieslcli1la pl'!o clelcgallo 
1.,,1.!:ioual llo 'l'rabalho 
em MT', dr. ,Joilo lh-1.1 
Dia,; dl' :1tourn l·ilh~,. 
perante um grandP 11t1- 
111ern dt> jornnllsta-; lo­ 
l:nls ~, c.11' outra,; l'icl1ulP'i 
que uqui se encontrl­ 
'al1l. () lleicgnclo ,lo:~.º 
fürni Uias c!' ~lou:·a I• 1- 
l llo. que i;rmpre 'oi um 
dos mnis p11tusiat1IUI" c.1c­ 
renson's do Siudienro 
dos ,lor11ullsl!H, Prolis~io­ 
nals uo Estaclr> de l'l'. 
que dele sempr,' l<''e 
total apuio. ressaltou 
que a entidude preeis:1 
superur us suas própri­ 
s dificuldndes e cum­ 
pri!· ns etnpns t1egui11tes. 
no ntencllmeuto clus rPi­ 
vindicuçõcs da nobre 
clus!rn que represento. 
Ressaltou o trnbalho 
realizado pelos dil'igen­ 
tes anteriores e •!etiejou 
110 joraullsta Huy Sunt'- 
IJllfl (!li:, S;11J(C1<; os Jlll•­ 
IIIDL'l'IJ YOL<i.; 11e c':dtr!· 
'lllli<·itonuo. nu opol'luni­ 
dade, tolo o apoio e­ 
cr,-1:-,úl'iO p:irn :t (JIÍICII 
Jlli>i.':°LO '!U'J 11(',ÜJ;l"H •IP 
l'l'('elJer. ((' c•11tüo, a 
entiinde vs!va sob a 
n••p~!dl'll<·ia .lo Jornal1:-i>1 
Jlollerto ,L1l'(tlll'8 ll1u11l11_i. 
qu,·. por motivus de suu 
ele. IIÜO C:,lll~l'lo{Ulll CUIII· 
pri vs pzns lepais pa 
ra 11 . onYoca~·iio do pl<!l 
t,> qlll' t'll'g'l'fÍH ll UIJ':l 
tlil't>toria lhl :-,i11cltc·ato. 
União 
Na Of)IJrtunidadl', o 
jornalista Pedro llo~!ta 
,lueó. que 1u11dou ,, in­ 
dica to dos .Jomalii-tns 
ProriH,-ionais uo E,lurlo 
nE ~laln (jrnsi-u, e que 
nn ocru,i:1o fr<rmava_ a 
'llt'!HI <lir..-.tora dn sessu o, 
.::: •licitou 11 união de to­ 
dos es jornalisln8 em 
tornu tlu entitlade. Ll
1m­ 
brnu u sua lulu em be­ 
nelieio cln clusi:;se. recl'.­ 
nhecendo lJUe muito dei­ 
xou de fazer. mas que 
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Paginação - 
1
]lWsC',1 (!a.;/J,, !J)utra 
Impressão - J:111z c~rlvs 2>.:ac: 
Composição • ~?"'!!'' 0111m, ,):ã,, 
e Vagi G'a:mie 
Departamento de Circulação 
l'ompilio ~lirunda • Jo:lo 'ic.-nt" U,·,unpo, 
Depai'lnmento de Cobranças 
Chefe • .Edcr Hibciro 
Colaboradores 
Jo,é Joaquim Ferreira Souto. ,dalbnto H. d.- San('rnna 
Dr. Ároldo Medeiros, Iosita lo-a Gomes, José Glanuey Flo­ 
res. Eurip,c<lcs Fcrrciru, J. Hcírey 
Diretor Respc,usâvel - ..Jocldo /1.:.râru 
TH!IlUi'iA DA FHU);TEIHA é uma publicação da Emprt,sa 
Gráfica Tribuna ela fronlciru. 
Dirctora • )lari:L E,tcln Velas-quez Pereira 
TT."dn'<_ão. Admini,tr~~ào " PubliciJndc, • Rlaa Duque de 
Caxias :,..n - Bda•  ,,ta - Mato Grosso 
As opiniões emitidas nos artigos al'l?-iundos nào reprc-en 
1am o ponto ele vi,ta do jJrnal, podendo até St'r contrária, 
a este • .A opin~io du jorn!l). ndia·sc expre~~a no:; Editoriai:-· 
e nos comentários não assinado" 
ril' dit !"li" um ~í1,111t·.1t11 
til' ÍOiJJl.11•,!u,. }1!:1•1 qu,, 
abesçio, a reinei 
t' 0 p:-,1"01 'ü d1•'<'id ,v:· 
sempre companheiro d 
presidente do miei+na 
do -,iJHJir·:ito HCJ'< IJ:O'lll'l:· 
to de 1jp('Ír-.J_'>. {) ,Ol'l'l_­ 
lista Pedro ioeha Jucú 
uproveitou a 'ocasião 
para lembrar qu" o de­ 
!egado .Jc,;10 l,t·m 1)1 h 
de Moura Filho sempre 
[)rc,ti•riou o itlicato 
do!l jo"'ru.1 li--tu., l',·.,11 -;i,,­ 
uafi.; uo Estalo e MT e 
(JU(' (J ll!Oll!t'IIIO agora e 
de t'."ITl'hJHJ.i1,P11da. por 
ll'lrll' dos jornallf,t_u6 
!este Estado, a especial 
alenv,to (Jl!<' J,.Ji dedl('U­ 
cala pelo delegado re­ 
gt,mal do T1al!all_10 tl 
classe e ao sindicato. 
(O !'slwlo lle 11,lo Gro~ 
r,()) 
Eletro - domésticos, Cal· 
çados. Bíjouterias. Arti­ 
gos pura o Inverno, ma­ 
las. Tecidos. presentes e 
urna infinidade de artigos 
para Embelezar o 
seu lar 
ASA FLORE 
"A Casa de Sua 
Economia" 
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I3onilo - :m 
Calendáíios para 1916 
2oc± NA: 
Tribuna da Fronteira 
"""''>1')*~>8G~*~>!<!*~*=*~ ,>.<-'>'<:·>'<'~*-':)!;C-.:,,,:;,>.<-::,;c:;~**- =:..:;>!,(.>,<;,>.<:-- •::,;c-)3:;'>.J<:;~~ =>.,::;;x;;;,.c:->.<;.><,;;,.c:-~ ;,;.,.->.,::;;;,.c:*x::-a::-><=~ 
{ 	A R E TE - F .CI 1 
k * 	Láuches, Bebidas fim geral, Sorvetes Miudezas e Bijouterias... 	$ 
} 	a " $" ""vNC±Don ri 	} 
} sacaiiü, "iüvisi 'E sieais" e Rapido, i 
$ 	·Atende-se Dia 	{ 
% 	e vona" 	} 
! . . "Organização Bonifácio Jaquet e Filho" 	â 
~ Avenida Eugenia Penzo • 44 - Antonio J oào · - Mato Grosso · i 
L.~*~·:>t,:;•:>:<'::,,,c-:,;c;')-,;*~""**·~~ *>-<•>.,:;,:,;;::~~<-:>.;::;:,,;.:-:;,;;c~ .,:,;;c:;-:,;;r:c~=*-~ ><->.-0*·"""~ -x••:>!'C'-=::o.::-><-x~ x->.,<;~=-)S(->.,(,-:>.<-~"'<:=~ ~

] 
IJrla  i,ta, 71 !'li;; 	f ftlOS E f OVOS 
·-------------------------- -·--·------,.--- 
o St·. Jbdalla Suln Volkswagem o Km.; tro Pinto (Prefeito '.!uni- LE'.lrT. Abdolla ::-,ilÍII. el Vista] com as cha 
( P11 pi to) foi o grande esquerda, o sr. ,bdnlla clpal), reprrRentnnd0 o Prrft'llo Ca tro Pinto e Ve ri<• carro. Com a 
premiado LEIA'I' em sendo cumprlmeutado RPU lrm,1o Roberto de Hostand Escobar Feran- LSMAT vocc não perde 
Bela Vista. Ganhou um pelo Dt·. lluben de CaH • Castro Pinto, Diretor ela de8 [gente Lemat l'íll nunca. 
L 
loteria do Estado de Mato Grosso 
Aproxima-se o natal. Toda a cristandade como q!!e renova o espirita pura viver a época Nataliua. Tambem a sua loteri:J. 
1 
' 
não só lhe deseju, como µrnmove um Natul Feliz. Por isso. ai está um plano em que dos 1.70G prêm~o!'-, o maior será de CrS 
200.000,00 e ainda mais um automóvel Ford '.laverick super equipado: 
No Natal tudo se enche de. luzes. O luminoso àa LE'.lrT lt está a cintilar, majestoso, nos céus de Cuiabá., emoldurado 
com suas_ palmeiras seç:ulares. pJ!'-itivamente uma utrnção para aqueles que visitam a Verde Cap. 
Agora esmmos definitivamente instalados em nossa sede própria. Às sextas feiras às dezesseis horas, ve,,ba assi'-tir • ao 
sorteio. Você será sempre bem vindo à nossa casa e assistirá à ext1·.1ção em nossJ salão de extrações conforti,elménte instalado 
l 
RESERVEM suns MESllS PIUU O "SUPER REVElllON 75" DO G.PJt 
(Gremio Pedro Rufino) -. abrilhantado pelo consto "SMATHN" DE SÃO PULA 
GREMIG:- "P3CM0çO DE RLIO IVEN"

L 
ilto 
rasilin, ·- por Jorge 
llo:-m, da ,u: -- 'l'1HlNl os 
proprietários de terras lo 
ealizados nua faixa de 
rro11tPirn. até o llmilc má 
xlmo lll' l:l0 qullollll'trot-, 
com litul0t, concedidos 
pelos Estalos em lerraH 
dcvolulni-1 (la União ou 
de seu domínio sem o 
prévio consentimento do 
Conselho de Segurança 
acional, poderão a par 
tlr de ugorn regularizar 
sua Rltuuçio 1'1111cl!úrll, 
com b11Rc 110 cleCl'•~lo us­ 
i-inndo esln semllm µe­ 
h presitlenlo Gelsel. Os 
inlerci;sadt>s tleverí10 en­ 
caminhai' 1·(•qul'l'lme11to 
esse sentido ao INCRA. 
Na exposição de mo­ 
tivos C'ncamlnluula ao prn 
sidente Geisel, o minis­ 
trn d,1 Agricultura. Alys­ 
«on Paulinelli. al'lrma que 
.. com ns mNihlus. mélo· 
<los o condutos previsloH 
no ;lecreto, lerá o poder 
executivo melhores con­ 
dições de enfrentar a 
questuo de terras de rron 
ll•irus. subidumente 11m 
problema cconomico e 
de segurnnçn nacional 
quo vem hú mais de um 
século cletml'iando a so­ 
luções anteriormente pro 
postas ". Pela legislação, 
os eventuais contratos de 
l'lna11cianrn11to com ga­ 
rt1nlla real por acaso iu­ 
ci<lentes sobre os imóve- 
is. !icum validados dos- 
1e quP com;tituiclos em 
favor dos agentes fiuun­ 
CPiros do istema naeio­ 
nu I ele crêclito rural. 
O decrPto, em seu 
. -rtig.:, 1º, especifica que 
•• o processo administra­ 
tivo ele rntiticuçuo dns 
uienaçõeR e coucessões 
de terras devolutas, ef P­ 
tmulus pelos Estudos nu 
faixa de fronteira reger­ 
se-á pelo disposlc no pre 
sente' decreto, observa­ 
das us seguinlr.s situa­ 
ções; na faixa de GG qui­ 
lometros, e o m relação 
aos titulos concedidos 
em tenas de domioio da 
Unili.o no período da com 
preeudido entre a vigen­ 
cla, da Constituição de 
891 e a Lei u!! 4.947 de 
6 de abril rio 19GG; ' nu 
raLxa de 6tl u 150 qullo­ 
metros, com relação aos 
ri_tulos concedidos nu pe­ 
rlúdo compreendido en­ 
tre a vigencla da Lei 
1
ng 
2.597 de 12-09-55, e a Lei 
nº 4.9-17 d" 06-0-1-66". 
Para os títulos con­ 
cedidos pelos Estados em 
terras de seu domínio 
mas sem o prévio con­ 
sentimento do Conselho 
de Segurança Nacional, 
lam!Jé.m i;erá permitida a 
r:ill!icaçfio pelu lJniiio, 
11arJ scgulnlefl cl1·c1111stau 
elas; na faixa dtt üU a 100 
qullomt•lros, 110 1wríoclo 
compreendida entre a vi 
gpoci~~ du Constilulçiln 
de 1931 e da lei n" ~.!">!)7 
de 1~ de setembro de 
1033; e na faixa ele IOil 
a tr'l0 qullometroH, 110 
pe1fodo compreeuclldo 
entre u vigenda da Cous 
lituição de l!l37 até a 
da lei n 2.597. de 12 de 
setembro de Hl:i:i. 
O processo cJe mtili 
cação lerá Inicio, segun 
tio delermlnu o decrete, 
melliante requerimi>nto 
cio lnteres ado que deve 
rá apresentá-lo o 
JNCil,, 11 tra ,•és ele sua 
ageneia mais próxima 
no imóvP.I. 1JU em nlen 
climento a edilul ele con 
vocaçüo dirigido nos ele 
lentorer, de títulos sujei­ 
tos il ratifirai,:ão. 
Diz ainda o decreto 
no rJeu A1·lig-o -1° qu'! "ca 
so haju. ou teuirn l1uvido 
parcelau1euto <lo imó,·el 
originalmenlfl alienado cu 
coueedldo pcln Eslndo, 
o pedido ele rallíicaç:1o 
poderá pa:-Lil' de qual 
quer um doR Ululares clP 
fruçào desmembrada" 
'·Ocorrendo tal 
hipótesl', é facultado aos 
oulro!l titulares ude­ 
l'lrem ao processo rulifi 
catório, espontaneamen 
te ou em aleudimenlo à 
notificação <lo INCRA. 
com prazo de :m dlui; 
para resposta. Neste ca 
so, aqueles que aderirem 
p1·omove.-ão a instruçiln 
que lhes caiba nos ter 
mos deste decreto e t'U 
portarão os ônus rlecot· 
rentes do processo uu 
proporção de suas pur 
tes, não implicando o si 
lenciu dos demais em 
prejuízo daqueles que 
pleitearam a ratificação'' 
ul"irmu o clocumeulo. , 
Emhora a l111pn•n•u Um· 
ileira, a Ordem dos Advoga­ 
dos, o Congresso &acional, a 
Universidade, com alguns de 
~CU"I' c:-tu<lnnlt~. tentem mobi 
lizur u opinião pública nuciu 
nal. no t'entido de convt·ncê•lu 
le que o nosso mais impor­ 
ante problema é o da libt•r­ 
dade politica, que segundo di­ 
zcm, sera plena.mente nlrança 
dn com a revogação do ,l-5, 
do -1-17 e u 'O ltu no " habeas 
corpos " irrestrito, a verdade 
é que o principal problema po 
Huco brn:-t1lt•1ro niio f o da 
liberdade; ruas o da ordrm ju 
ruhca., ndn11111?-trutiu1 t•conõmi 
ca e política, sem o que qual­ 
qucr tentatna de umpliur li­ 
berlades erá um írncn:-:-o. 
porque conduzirá o Puís à a­ 
narquiu .. 
O que falta no homem 
brasileiro, uo político nacional, 
ao homem de negócios no pro 
fissional liberal ao povo en­ 
fun, nào é mais ampla liber­ 
dade pnra 1no:-tieg·uir no:i, se• 
us erros e defeitos de forma­ 
cão _pública. O que falta é dis 
ciplina, espírito palio que 
decorrem da sublimação dos 
!lllcrrct•c• dos iucli,·lduos, dos 
interresses de grupos e parti­ 
dos ao upremo interesse na­ 
cional. Os fundamentos te6ri­ 
c.;g do liberalismo. filo,6Cicn• 
1uentc baseado!, como tem de 
ser, no individualisn10, nào ê 
o bem que temos de alcançar. 
mas o mal que devemos evi­ 
tar. 
Uma n,u;ào sem ortlem e 
sem di•ciplina, dominncla por 
egoísmo individuais e de gru­ 
pus n3o ele, I! cogit3r de ;,.ti· 
O decreto e ·tabele 
uc no seu Artigo 7.o que 
d ferida a ra1ifiraçrw. o 
JN(;lt, t'XfJl'C!il'Ú a ravo1· 
do interessado o corre» 
µoudt'nle titulo ratifica 
tório. o qual servirá de 
iu lrumento hábil para 
lransc:-lçiio nos registros 
de imôvel compelente. 
Do título com,l.ará expre 
Rsamenle a anu~ncia do-­ 
Conselho de Segurança 
Nacional'' De posse do 
titulo expedido pelo 
INCRA, todaP tra nscl'i 
liberdade. Exi,1e111 nn~ões ,1t,. 
1nocrática'P. 1iour:, .. é ,·cr<ludt"', 
em que a liberdade política se 
exerce i,;.atis.fnt6riomente, por• 
que coatrolada pela ordem ju• 
rídica, ou eja pela ordem. 
Nessas nações há o equilibrio 
entre a orJeu• e n lihcnluch·. 
, clemocracin bru,ileira. domi 
nada por compromissos e as­ 
pint:Õe8- liberai~ c.aructeri1.ada 
por um hiper-individualismo, 
constatável nos cut-lUltlt':õ:., "ª"' 
tr:uli~õr• e na hi>16ria políti­ 
ca, tem sido corrompida pela 
annrquin a. qu-=. sempre fui Jt._ 
, ado. Abrir as comportas é 
pro'ocar u clernnlcm. E n dc­ 
rnrd~m é '! _cl_imu propicio pa 
m o~ totalttarso:;. :uuart'm. con 
tra toda e qualquer liberdade 
pohuca e também ci,·il. 
A lnglatcrru foi externa­ 
mente. uma nação domina­ 
dora, itnperialii-lll. )Íu!' ett:rna 
mente democrática, como a Ho 
ma antiga. O que caracteriza­ 
'U a democrucrn in"lesa não 
cm o ,entimento de 1iberda,1t" 
de seu povo porque com te 
»e sentimento nascem todos 
oi; homens, e, por isso existe 
cm lo dos os povo;. Aliá•. 
quando alguém se enaltece, di 
zendo-se um dcfen..or ,ln li­ 
bcrd'!c e, pnrecc não perttber 
(1ue 1:1so . não é vantagem al­ 
""a,Pois a ndncia a libcr 
ade é tão natural ao homem 
quanto o instinto da fome. 
Nasce com ele. Toda ,irtud 
toda a civilização toda a eí 
ru,. esta na ordem que conduz 
a liberdade do homrm a con• 
quista do hem comum· A ch-i­ 
lização está na ordem que re­ 
sulta da educação, d aprendi 
lftlBUNI 
"Órgão Tildepeodente a 
<,:ÕeH al!t,•r10r,1H rdet·,.,n 
texs à àreu serão anula 
das. 
'o caso de se veriti 
l'ada a impo:-:,;ibilidacle 
tle ra l ifieação requerida, 
o INCRA promoverá a 
ctecrPlaçilo d<> nulidacte 
do título e a consequen 
te íncorporaçiío do imó 
vel ao dominlo ela União 
índenízndus as !Jenft'ilo 
rias úteis e nece>'!láriaR 
de proprledade do pre 
tenso titular du área. 
Serviço ela Região" 
rnó I' - J:ela Vista - MT.-- 07 12,75 - N" 189 
Revolução 
·0y g 
j :. 1 
z1do, da disciplina e não ela li­ 
berdade que é da própria natu­ 
reza instintiva. segundo Freud 
a história da sua liberdade 
Jung diria mais tarde que e 
a ausência de repressão é o 
nr'iue _tir,? ela liberdade, en· 
tão a civilização é n luta con­ 
tra n liberdade . 
· Mas reto1y,ando O fio da 
meada, o que caracterizava a 
democracia Inglesa era O con• 
trole da liberdade, de que a 
figura do " gentleman ... é u,n 
exemplo. Ettse não era um 1.to• 
metn que fazia o que lhe u­ 
prouvesse, mas o que devia 
tendo em vista os altos in 
t ercsses de sua ação. O potlt i­ 
co lg. era a antitese <lo indivi• 
Juahsmo, do laconismo, do 
Clovis Stenzel 
grupalisno, do parti<larinuo. 
.-ndo o homem brasil .. i· 
ro indi•ciplina,lo, clesobedien· 
te à ordem legal ou a qual­ 
quer outra ordem, o nosso is­ 
tema político tem de er de 
freios e não de rédeas soltas. 
O •e:?redo dn ordem de· 
mocrática está na ordem juri­ 
dica, porém não em ténno• 
ten6co,,...:, ou meramente legai, 
mas em formas de costume, 
de tradições c1.ue não temos. 
Povo capaz politil'amente é a· 
quele em que o ;;.entimcoto 
J:lnona.l subordina o indivi• 
duo à Nação. 
. Diziam os romanos QuiJ 
legis sine moribnus? Que po 
dem a« leis em os costumes! 
EDITAL N.O 13-75 SEC 
QDM. EM O4 DE DEZEMBRO 75 • 
• . De ordem do Sr. Pre fim 
feito ;l·lunicipal, Dr. Ru- de 
ben de Castro Pi1ato tor 
ll? público o presente E­ 
dital para que o Sr. Aa­ 
noel ilariu. de Barros 
compareça nesta Prefei­ 
tura_ Municipal, dentro de 
30 dias a entar desta data a 
TRIBUNA OI FRONTEIRI 
"O JORNAL'' 
de tratar de assunto 
seu íntereRse. • 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista MT. 
01 _de dezembro de 1.9i5 
Joao Estevil.o de Castro 
Secretário A:lmi.nis• 
trativo 
{l 
. 
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