FUNDADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL: 1VALDO PEltEtTL 
- 
Redução, Oficina e Jdmlnlstr&çúo 
. ., 
l!JO ANO iV 
Rua Duque de Caxias S/I 
Bola Vista, 14 do Dezembro de 1!)7.3 Bi-Semunárlo . 
- 
 
1 
 
 
- 
SONECiACAO , 
,Inda llá, na cidade, infellzmeulo, usuários 
de Energia Eléll'loa que não se conformam em 
pagar o que consomem. 
Eles não querem acreditar que o _!)epartn 
monto de Euergla Elélrlcn iluuicipal nao tem 
verba própria para viver. Só poderá subsistir, se 
houver, no mínlno, um equilibrio eutre receita e 
despesa. 
A receita provém unicamente du arrecadnçilo 
que se faz mensalmente daqueles que consomem 
energia, e pagam no Banco do Bra il, u sua con 
ta de luz. 
Doí é que provem o dinheiro para pagamen 
to de óleo disse!, do óleo lubrificante, dos orde 
nados dos l'uncionários e de outras despesas da 
repurliçilo. 
A Prel'eitura para provar o que empre, ln 
mentou, escolheu um do· eus usuúrios mais rein 
cldentes. para razet· um teste de como o erario 
é lesado. O usuúrio escolhido foi o r. Masahi 
ro Fukain. comerciante local, proprietário do 
me1·cudo Fulrnia. Este cidadão, apesar de varia 
das advertencin~, sempre l'ez com que a sua con 
ta nüo passasse mensalmento de CrS 20,GO, cuja 
rldicula irnport,lllcia nem ernpre pagava em dia 
O seu co11sumo nunca p:1 ou de kw., ape 
snr ele possuir iluminaçüo farta e motores de 
refrigeração. O te te consistiu em substituir o 
seu relógio de luz por um outro e o consumo, 
em menos de 18 dias, e elevou à 241 kw, tendo 
de pogar CrS 49G.4G pur 1 dias. Dai se infere 
claramente que este comerciaute deixava de re 
colher à Prefbitura mPnsalmenl& mais de CrS 
800,00. De ilaio para ca, lesou a Prefeitura em 
mal de 5.000,0u 
O exemplo é típico. Este é um dos •·amigo " 
de Bela Vista. 
uu alma, sua palma, 
Bela Vista ilt H de Deztimbro de 1975 
(Assessoria de Relações Publicas da Prefettura 
llunicipal) 
l'uru aqueles 11uc n!lo ob­ 
serrnm o intenso trabalho ,le· 
•envolvido no interior do Es­ 
critorio de uma llcpartição l'ú 
blicn que realmente leva a sé. 
rio n finnlidndc de ua missao, 
como neste caso da Acnrmat, 
( ela tem outra Si;:la) de que 
vamos falar agora, terão moti 
vos bastante puro ficarem sur­ 
presos com o dcscort ino, i:ran 
de intaessc e dedicaç;lo do 
seu Diretor. Luciuno Moreno 
Tavares que vem orientando 
com eficiencia esse Orgão do 
Estado que no ser imtnlodo 
nqui pelo governo .Fragelli em 
Junho de 1973, virnva inccnli• 
rnr, dor atendimento técnico 
e apoio financeiro nos ogro-pe­ 
cuaristns <ln região, para que 
eles pudessem melhorar seus 
rebanhos, resuhnn,lo 111 n i o r 
produtividade, bem como nti­ 
var as lavouras incipientes, for 
necendo os meios favoráveis 
para que os ngricultorc avan• 
çasem no tempo a qualidade 
do trabalho, ou seja, u intrn• 
dução cln mccaniz:u;ãu, único 
procc,so empregado em toda 
parte com'resultndos compcn· 
sadorcs, que rcnl,nente J>05~a 
truzer inusitndn parcela c de­ 
scm·olvimento qualquer Iu­ 
f!_ar <lo Estudo, < e qualquer 
Empresn que se dedicar a s­ 
sa lucrativa in<luEtrin. 
Con10 vemos, são passa­ 
dos npcnas dois nnos e já apa­ 
recem neste município de Be­ 
la Visto, os efeitos da sua n­ 
tuação benéfica, com resulta­ 
do poitiyos para o. renho­ 
rcs ozen,leiros que foram bus 
car os métodos modernos de 
produção e n técnicn da Arar• 
mnt. fazendo valorizar seu trn· 
ualho no campo com resulta 
dos expressivos. 
Como no.s dis~e o ·r. Diretor, 
nos anos 7317.J, sua atividade. 
ESCLARECIMENTO PÚBLICO 
1 
A Cil.mara iIuoicipal 
desta cidade, na pessoa 
de seu presidente, apre 
sentou projeto Lei, no 
sentido de Anistiar todos 
os Contribuintes em atra 
zo com os tributos, con 
cedendo-lhes um praz,:, 
de 90 dias p/ pagamento, 
isentando-os das multas 
e correção monetária. A 
finalidade do referido 
Projeto, era de um ladc> 
possibilitar ao Municipio 
unia correção ràp!da em 
sua receita, propiciando 
Inelos de que se encon 
tra carente, para atender 
as inadiaveis finalidades 
sociais inerentes ao pro 
pr/o /Jodu , dt outra forma 
criar condições para que 
os llunicipes em atrazo 
pudessem solvn os seus 
Tributos sem a carga de 
masiada das multas e 
correções monetárias 
correspondentes, pois, 
sendo Jardim uma cicta 
de onde o poder aquisi 
tivo é dificil tJ tendo em 
vista o elevado custo de 
vidà corrente, motivado, 
por circunstâncias exter 
nas do Pais, copiando 
outros llunicipios como 
a Capital do Estudo e 
Roudonopolis, ondt: a 
medida fora implantada 
com total sucesso imbui 
da da melhor objetivo, 
a Câmara em sessão 
de 7 de n o v e m 
bro · de 1975, aprovou a 
propositura, a uoânimida 
de de seus membros. 
No entanto, o chefe 
do executivo ·Municipal 
em extensas razões, que 
ACARMA T 
resolveu chamur de Juri 
dicas, acabou por vetar 
o projeto arrematando 
que o ato serviria· de de 
sistimulo aqueles contri 
buintes que pagam os 
seus impostos· em dia e 
aittda :seria classificado 
como um intento palativo 
da administração para 
ganhar simpatia Eleito 
:.-ai, com vistas ao pleito 
de 1976.· 
Assim, emanda do 
mais fiel objetivo de es 
clarecer a opin.iilo públí 
ca, esta caso leva ao 
conhecimento de tojos 
o fato, para que do roes 
mo o publico tire suas 
conclusões. 
Edmilson Brum Escobar 
Presidente da Câmara 
Jota Jota 
foi mais do ramo da pecuária 
danrlo c r t' ~ e e n t e apo­ 
io aos criadores quanto a zoo­ 
tecnica e zooterapeutica; não 
deixando também de dar iní­ 
t·io á la,ouro mc,·anízada, rhe• 
gando a 5,0O0 hectares de t.-r• 
ras trabalhadas, com real apro­ 
veitamento nos dois ramo-, 
endo que apenas o trigo +o­ 
freu prejuizos com a geada. 
Neste ano, diz-nos o aba 
lizado Diretor da Acarmat: u 
lavonra foi mais ativada,· os 
projctop n•rirolu, f o r Q 111 
ram mais elevados. chegando 
n 11.000 brctnre• 111/111 planta 
dos de arroz oja e trigo, pre 
dominnnilo o plantio de nrroz 
somente os feitos pela Aear 
mat em contar com outras pe 
quenas lavouras que somada-, 
darão cerca ,lc J-1.000 hrcta,,-s 
ocupados pelas plantnçües de 
Urla 'i,tn. 
Perguntando a Dr. Lucia­ 
no quanto importou o finon 
ciumento do~ projetos, ret"pon 
deu-nos que pelo Ó11?iiO finan 
ciudor foi emprq;ado bilhões 
Cr 17.868.5:17,1)00, Wlllt'llttc llt'< 
te ano agricola de Junho a 
Outubro dc 1975. 
E os agricultores mais en 
tusiasticos: perguntamos. Ies 
pondeu-110, qutc foram o, Ir 
mãos Mascarenhas com 1.200 
hectare, de 11·rrn• pn·parndas 
e Atnna,io Gome, Je :leio 
com 800. i,to é, do, pr.>jt'tO< 
cncnminlrndos pela Acnrmar. 
Perguntamos qual a sua 
opinião sobre n b,·ouru meca 
nzada cm u .. 1a 'i;ia futura 
mente ? Achas o Dr. Lm·iano 
boas as perspectivas ? 
Heopondeu-no<: Arho ,ini 
Tnnt,, é ,·enlade 'l"" jli prcvc 
jo para o nno vindouro tripli 
cado os ll.000 hccrares de la 
voura por nós projetados. A­ 
cresce oin<la que do ano fin,lo 
pnra cá houve um numenco 
das maquinas agricolas, con 
tando ji neste município cer 
ca de .JO tratores de :di·er.os 
tipos e implementos, inclusive 
5 a 6 colhedeiras de diverFas Comunicado 
cnpacid .. des. 
0 
que traduz um De acordo com a circular 
potencial de trnb:ilho coiu ou expedida pelo Diretor do De 
tros que- ~cr:i,, adquiridos cer paramento Etadual de Triin 
tamente. 	sito, "não" mais deverá er 
Dr. Luciano. a Acarmat exigido Exame Isicotécnico 
dispõe de outra especialidade aos cnndi<latos à Cnrtei.r.i Na 
que interessa 
O 
pccunri>lll, por ciunnl de Ilabilirnçào, nn cate 
€""[,',a.no. • Dir,. soris áfiiói ice coo 
Tem. Trabalhamos tambem nos já habilitados neta cate 
gorin. Ainda de acordo com 
com ª PRONAP, que visa Circular 17-75 do cl.iretor 
modalidades de amparo aos do DETRAN, 
0 
exomc ps-ico 
Extravio de ti'cnico para os motoristas can 
didatos a categoria Profis 
sional Fomente 
Documentos será exigido na primei...- .. 
• vez que se habilitar a essa 
Edson Lima da Silva categoria não sendo nec-e,-sá 
extraviou os documentos rio portanto, nn Rea,·aliuçilo". 
da Vespa cor vermelha Os candidatos <ln catr::oria 
AMADOI", que pretê.nd.- 
ano 62, motor de nº rem à -Profi,,ional" deH·r:lo 
VBIM-6377-BR.. A referi _ser rnbm-,tidos no Exame 
da Vespa emplacada pe P,:icotécnico. 
la ultima vez :em G6, com A djvulga~.iln ,le,r.a circubr 
a placa n 01 Bela Vieta ""m deixar u.-m dama u., 
Publicaçüo que se f, condições que deerá sr i 
gidas o lxae l-icotécnico. 
para obterc d z:. ia Fer:sande Ale- Gumes Fiih, 
pecuarista-·, como por exrem 
pio financiamento p o prepa 
ro de pastagens e outro-, E 
cau-a recentemente aqui, Já 
• fi1emo, 11111 proj.-ro ao r, A 
tanasio Gomes de Melo que 
atingiu bilhes Cr 
lo.ooooon,oo. 
Agradecemos sinceramn 
li" ao Dr. Luciano a ua oli 
citude em fornecer p/ nosso 
jornal os dados acima, coru 
os quais podemos informar 
os leitores da Tribuna. 
O• dado• arima, pi um 
municipio que nada, por as 
im dizer, tinha há dois anos 
atraz, de lavoura em deem 
, oh·imenlc•, j!, é urna pro111t:1t 
a e devremos nos bastar no 
esforço empregado pelos la 
vouristas do municipio p/ fa 
Zt"'rtno.i. una prognl>"-tÍco cJo 
Feu incrrrnt"uto !-ati:1fotorio 
daqui pra frente, fazendo rlc 
Dela 'i-rn nm crntro de pru 
dução agricola que a projete 
no Üt.:ulo romo ruuita?> ou 
traa cidades, cuja riqueza pro 
mana mais da agricultura. 
E-rá traçado o· futuro 
de nossa cidade neste etor 
Por iso, vemos os grandes 
depo,ito• comtruidos e projc 
fados, com secadores, clasifi 
cadores e ,epar::idon,s pi um 
apurada produlO e tambem 
causa-nos satisfação assistir 
nros as chegadas e saidas 
de grandes jamantas trazendo 
adubos, fertilizantes, maquina 
ria e levando os milhares de 
ncas d1: cereai~ produzido• 
em nossa terra. 
Produzir alirn,-nto,, é n 
meta dos nossos esforçados 
Presidente Geisel e Governa 
dor Garcia Neto. que tem 
dis pendido encomios so­ 
bre a produção crescente p 
que o UrJ•il e :lT, principal 
mente ao qual tão voltada« 
as vidas, p que salve o mun 
do da fomc que preita. 
Paruheos not- no:is-os di 
o.nmicos p:uric·ios que empre 
gam as suas atividades nes-e 
ramo.

Politia, Empresas e - Fatos 
!_c_!'d;'	- 
O lidei• arPnlstn do I P_OLlTlCO de. 1?71i;. A~i.- 
.j de Jardim, ma de tudo: a vitória 
muI1e1p1o e ++ ' 	] 
Osvaldo Grubert, man- do partido. E a pa '.wra 
t lo 
contatos e trocun- <IP ordem dos urenistas 
eu 	· ·di 
do idéias com u classe Jar menses ••• • 
politica, visuucto o A O 
_, 
·/' •. 
e 
,, 
' 
t 
. ~- - '). 
,- - 
,.. . 
.P'- ' 
e • 
__ ... -i 
.4 
...... - 
A pós mereciins fé 
rias, entre nós o Dr. Fio 
ri llurano, Presidente da 
RE A belavi ten e e 
Chefe do Posto de aúde 
local. Por ri, lar em Pos 
• -to de •uúde, tL ausenciu 
do Dr. Murano foi senti 
da, .. e luilo; o equilibra 
do chefe arenista prepa 
ranco o relatorio dai, 
obras do partido que fo 
ram muita ... para moti 
var os eleitores na pró 
xima eleiç!o. Como dis 
se o eminente Presiden 
te Geisel: "As obras .do 
Governo devem ser di 
vulgadus pelo purlicl•• do 
GoYerno: A ARENA.". Os 
arenisas graças a pollli 
c11 desenvolvida pelo 
ptesi1leute da Rt:pública 
A Casa das Máqui- posável gerente. este 
nas, filial de Bela Vista, natal, visite a CASA 
gerenciada pelo_popular dus MAQUINA: e sinta 
1 «Euripedes Ferreira» o pulsar de uma rirma 
aicançou uma posição que crescr dentro das 
de destaque no comér- norm!ll:l humanistas de 
cio local, graças, princi- um comércio responsá. 
paimente, ao trabalho vel. 
desenvolvido pelo res- 1 
podem e devem faturar 
fácil o próximo pleito 
em Rela Vista. 
O M.D.B de Bela Vis 
ta vai bem sim senhor. 
O Carlos Edy á Medei 
ros, advogado, presiden 
te do Diretório 1lumc1 
PRlCO OESll UEMPUR 
_ll ly 
Os senhores Augusto B. Guedes e Ama­ 
ro Gonçalves, gerente e sub-gerente do Banco 
do Brasil de !-sela Vista, conduzindo magistral­ 
mente o h·udicional estabelecimento bancário. A 
fidalguia, o espirito empreendedor do "nortista 
belavistense" (Augusto), complementam-se na 
cortesia e no equilibrio do nosso conhectdo A­ 
maro. Ambos, possuindo uma inata vocação de 
"public-relations", fazem do Banco "nossa segun 
da casa". 
O "NÃO" quando dito com respeito e 
•·muita psicologia" é uma promessa· de um TI[ 
pi breve. No~sus congratulações extensivas à 
todos os funcionários. 
,C RlÕES E 
TIL PI,OURE 
Na Tribuna da 
Fronteira 
e s s 
De Ore.te Flore 
Eietro - domésticos, Cal­ 
çados, Il!jouterias. Jrll­ 
gos para o Inverno, ma­ 
las, Tecidos, presentes e 
uma infinidade de artigos 
para Embelezar o 
seu lar. 
pai. delineanrlo os obje 
Uvos do partido em Be 
la Vista, para fazer, pe 
lo menos, três vereado 
res no próximo ano. 
ASA FLORE 
"A Casa de Sua 
Economia" 
Rua Pilad Rebuá 56G 
Bonito- It 
r fonsu Dilon Nunes 
Leite, vereador e tesou­ 
reiro do Diretório Muni­ 
cipn l da ,rena, é uma 
personalidadt! cativante 
que despertou para a 
política e, ntualmente, 
um apaixonado pela no­ 
bre arte; é uma das mai­ 
ores esperanças politi­ 
cas da Princesa do Apa. 
Afonso Dilon, {,, um mo­ 
ço idealista que vê na 
política a oportunidade 
de servir Bela Vista e 
seu laborioso povo. 
1 
====~=~=-COMERCIO DE CEREAIS UNIÃO IIGRICOLII LTDII 
"Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa l Perto da Ponte Internacional ( 	t

Hrla Vísra, 11112/7.í 	Noticias da TFT 
TFP do Chile lan 
ça manifesto 
SANTIAGO - Por o­ 
caslil.o do segundo unl­ 
versário du intervenção 
mllllar que, em setem­ 
bro de 1973 depôs o re­ 
gime marxista no Chile, 
a 'TFP andina deu a pá­ 
blluo um manifesto no 
qunl lembra 11 necessldu­ 
de de "um rortalcclmento 
cada vez maior, na opi­ 
nio pública, elas con­ 
vieções e princípios cri8- 
tllos, e, em consequên­ 
cia, firmemente antico­ 
munista". 
Continuam a­ 
plausos a D. Ma­ 
yer 
CAMPOS - Prelado 
de todo o Brasil contlnu 
nram enviando cartas 
de nplaueos a D. Anto­ 
nio de Castro Mayer, 
Bispo de Campos, pela 
sua mais recente Curta 
Pastoral - "Pelo Ca a­ 
monto lndic;solúvel" - rll­ 
fundlda em todo o pais 
pela TFP. Além d1 s?- 
te JrceblHflOB e onze 
Bispos que já haviam se 
congratulado com o Pre 
lado campista pela sua 
benemérita ação em pról 
da fumiila brnsilelru, 
enviaram-lhe cartas de 
louvor outros 14 mem­ 
bros do Episcopado ia­ 
cional. 
Apoio à TFP nos 
anais do Senado 
RRJSILIA - O senador 
Benedito Ferreira, (A­ 
RENA - Goiás), trauscre­ 
veu nos unais do ena­ 
do Federal a curta do 
Major -Brigadeiro do Ar 
Paulo de Vnsconcellos 
ouza e ilvn, Diretor 
de Do,:umentaçúo cio 
Ministél'io da 1et·onúu­ 
licn, endereçaria no Prof. 
Plino Corrêa de Olivetru, 
Presidente do Conselho 
acional da TFP, na 
qual o ilustre militar 
manifesta sun "mais ir­ 
restrita solenidade, nes­ 
te pungente lance, em 
que a TFP acaba de 
ser graciosa, impiedosa 
e injustamente agredida". 
NA TFP: HONESTIDADE DE POPÓSI 
TOS, JUSTEZA DE KE P, 
IHT Ci !DAD 
. «Venho trazer V. 
Su. u exp1·essão de mi­ 
nha mais Jrrestrlta soli­ 
dariedade, neste pungen 
to lance, em que a TFP 
acabn de ser graciosa, 
impiedosa e injustamen­ 
to agredida", a firmou o 
Brigadeiro Souzu e Sil­ 
va em extensa carta di­ 
rigida ao Presidente do 
Conselho Nacional da 
TFP. 
ip6s se afirmar ca­ 
tólico, apostólico, roma­ 
no, aquela destacada au 
toridado militar acres­ 
centa: "Há mais de um 
lustro venho observando 
o comportamento da 
TFP em todas as cam­ 
panhas e empreendimen­ 
tos em que se engaja; 
venho lendo com gosto 
e com permanente inte­ 
resse os eloqüentes, 
criteriosos, judiciosos é 
percucloules tra!:ulho • 
editados pela TFP, e (l 
com grande suti raça1o 
que posso proclamar 
que jamais vi ou tive 
conhecimento de quais­ 
quer gestos menos no­ 
bres, quaisquer atitudes 
menos recornen Já veis, 
quaisquer providências 
meu ,s prudentes. quais 
quer medidas menos cau 
telosas, quaisquer atos 
menos criteriosos. Ao 
contrário: em tudo, bo­ 
ne tidade de proprósi­ 
tos, justeza de procedi­ 
mento, in tegrictade". 
LUTA DESIGUAL 
Depois de descrever 
as distorções da verda- 
de que o cRlrnncl<, pu­ 
lJlicilário contra a TFP 
tem veieulndo, c·oncluiu 
o missivista: "A luta é 
insidio a e desigual, por 
que a 'TEP investe só­ 
zinha e com parcos re 
cursos contra mÁquI­ 
na internal do . fovlmen­ 
to Comunista Interuaclo 
uai. que não poupa es­ 
forços p/ silenciar quem 
quer que se oponha à 
sua falaclosu. pregação 
de falsos conceitos de­ 
mocráticos, ou se propo­ 
nha u desmascarar-lha 
os embustes e mentiras 
com que procura dl tra- 
ir ou atormentar a cons­ 
ciência ocidental. p/ a­ 
panha desprevinidos o ' 
povos livres, PnrPdá-los 
e, rlnalmeut.e, esr:ravi­ 
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''	! !'' 
NOTA: .s uotícli1ll 
nlJ,tlxu l'owrn extraldaR 
do noticiário publicado 
na imprensa brasileira 
entre os dias 21 de 
setembro e 2I de outu­ 
hrn pp. 
RÚSSIA 
e o próprio Brezhev 
cnuslclcra111 a ·'coexlt,­ 
têucla pacíflea .. um melo 
através do qual a revo­ 
lução possa ser avele­ 
rada, cm escala global". 
'Tais p:lavras constam 
da edição do IY7ií/í"6 do 
"'l'hl• llllilai·y Halauce", 
publicação do Instituto 
luternacional de Estudos 
Estraléglcmi", de Lou­ 
dres. 
Brezhnev possível­ 
mcule Doente EnfrN1ta­ 
ria Crise Os rumo­ 
ruH Llo crlso pc,litlcu, 
quando so vl1lculuu u 
11otíciu de que Brezhnev 
Ruín• de oancer, talvez 
íncurôvel, ,~ ll 11rtrmnçüo 
de que a colheita ovi­ 
ética de trigo é dus 
mniR hulxus rogl!,lradus 
nos últimos 20 uno, 
provúvelmente te r à 1
1 
profundas repercussões 
i11ternaB na Rús><IU e em 
todo o lllUnclo - é o 
que comenturn anulslnR 
ocidental!-, citando fon· 
tet:l iugosln vns. 
Moçambique 
Arcebispo de Lou­ 
renço ilarques, Receia 
Ser Preso D. Alexan­ 
dre, Arceplsqo de Lou­ 
renço ;larquN1, declarou 
que o atual governo de 
;loçamblque o está for­ 
çando 1t uma crise de 
com;ciêul'ia, pois el<' 
terira que Escolher entre 
Deus e t> ;larxismo. O 
Pri>lado bmhém Só re­ 
feriu : proibiçilo do ba­ 
tismo <lus crinnças le­ 
terniuuda pelo gov,n· 
no, urirurnndo aind:~ 
que se e lií i!UpPdindo 
estas de frequen­ 
tarem a Igreja. 
Rússia 
IH.Ll'Ulll l'CCf'ltlcntente <,lH' 
u crescente aproxitu 
ço entre o vaticano e 
os regimes comunistas 
está minando a posição 
do clero nesses paise8. 
Alguns desses religioso 
e leigos deploram a ên­ 
fase" dada pela polillca 
do Vatlc,1110 no i;cntido 
,:e uma ''détente" global. 
enquanto lnguorn as 
confrontações locais e­ 
tre a Jgroj1L l:l os maxis­ 
tas. 
Cattumbas da Re­ 
tlistên•:la Russa: /R ;ll­ 
crofratel'llldades Sc­ 
gu11do um reluto do an­ 
tigo prisioneiro rur,so. 
Dlmltrl Puuine, publicado 
pel11 revista purtuguetm 
"Ileslstench,", 80 u llO 
por cento da populuçüo 
du RúsRia 'ive atualmen 
te "organizada" em ml­ 
crufrnternldades: verda­ 
deiros anticorpos do 
totalitarismo, conslllu­ 
idos Inicialmente de fa­ 
miliares, e que agora se 
ampliam n grupos de 
vizinhos, amigos ou co­ 
legas de trabalho. 
Estados Unidos 
liú lnriltrnçüo, Diz 
Goldwuter -- O senador 
norte-umerlcano Barrl 
Goldwuter denunciou 
que o Cremlin infiltrou 
ugentes em todas as 
grandes empresas n0r­ 
te-nnv•rlcanas, nas co­ 
missões do Congress0 
e até mesmo em vários 
úepnrtamenlos do Sena­ 
do. 
Dinamarca 
Argentina 
Pais Está em guer­ 
ra, Diz General O 
General .losé ;lontes. 
do Estalo '.laior do E­ 
xército Argen'.ino, reeo- 
11heceu que o puis está 
em gucrrn e exortou os 
cívis u cooperarem Cfltn 
us forças de segurançn 
até o extermiio total 
da ubversão e do te,·­ 
rorismo. 
Checoslováquia 
Por Batizarem, Pa­ 
dres São Agredidos­ 
"Kathpress", agência cu­ 
tólica aust:-iaca de no­ 
tícia, emitiu um de po. • 
cho no qual afirma que 
três paures católicos 
romuuoR foro.m agredi­ 
dos na Cht>Co!'luváqutu, 
dois deles pela ucu a­ 
ção de terem batizado 
secretamente filhos de 
pai~ comunistas. 
Inglaterra 
'ovlétlcos Te tn em 
.Julgamento - A Rús ia 
qualiricou de "contrário 
uo espiríto de coexis­ 
tencia" o chamado "tri­ 
bunal Saklmrov•·. que 
runcionou em Copenha­ 
CJUl', durnnte tres dias 
no mes de outubro u 
fim de recebei· denún­ 
cias de violações dos 
llireit:1i-, humanos em 
território ><oviélico. 
Espanha 
Governo E· p a uh o l 
Manteró Lei Antiterro­ 
ri !a - O governo es­ 
panhol continuaré. curo 
prlndo cum lodo o rigor­ 
upesnr dns pressões em 
sentido opost - a lei 
anterrori tn, que prevê 
a pena de morte paru 
assassinos convicto de 
policiais, membros das 
Forças Armntlas ou fuu­ 
ciouaric,s civis, informou 
o primeiro ministro Ari­ 
as Navarro. 
Portugal 
Esquerda Controla 
Justiç Portuguesa 
Paralela à. justiça oricinl, 
funciona agora em Por­ 
tugal uma outra, canada 
das Comis ões ele ilora­ 
dore , criacln por inspi­ 
rações comunistas. Essas 
comissões servem p/ tu­ 
do: p/ engrossarem ma­ 
ni[ei<tações conte;;tatúrias 
pi levantamento de 
barricadas e fiscalização 
de veículos; p/ interferi­ 
rem nos julgamer:tos. 
judiciais etc. 
"Détente", Nova Ar­ 
ma ie Conquista -· "Os 
Soviéticos advogam a 
·'détente", uma forma 
ele desarmamento psico­ 
lógico entre Estados. en­ 
quanto seus ideólogos 
Polônia 
Igreja rio Silêncio é 
minada pelo Vaticano 
Setores de acerdotes e 
leigos da Polônia exter- 
IAM! ! IS«Ii! 
Editor - Chefe • 0salde ]}reir 
1 
Gerente- Glen dila 0antes 
0161)A5 
Chefe - dicas ddait 
Paginação • 1]l'i/,cn (i,,,.,t.lc !.Lbtr.r 
Impressão • i.'uíz Carlc•s !J.).-.f,, 
Composição • lerge puta, 'ase 
Nagib 'azime 
Departamento de Circulnçllo 
l'ompilio )1ir,,n,la • Julo Virt'11(t' Ocumpo 
Departamento de Cobrnnça.l:l 
Chef,.. • Erler Hib.-irn 
Colaboradores 
Jo- Joaquim Ferreira Souto, Adalberto H. de >ant'Ana 
Dr. Aroldo Medeiros, Hosta lo-a Gomes, los Glauey Elo­ 
res, Euripedes Ferreira, J. Iefey 
Diretor Resp0nsável - .Joald,, /Jmir,1 
TíllDUi'i, 1), FHONTEIHA é uma publicação da Emprea 
Gráfica Tribuna da l"rnur.-ira. 
Diretora . Maria E-tela ela-quez Pereira 
Hedação, Administração e Publicidade- Hua Duque de 
Caxias -n Bela Vi-ta - Mato Gro--o 
"As opiniões emitida-s nos artigos a--inados não repre-n 
tam o ponto de vista do jornal, podendo até r contrara 
a este. A opinião do jornal, acha--e xpres-a no- Editoriais 
e no- comentários não assinados 
: PMEST $7 
- 
C007E4.€A0 40 P4l5 , 
«Acompanho de há 
muito, cem simpatia e interesse 
" parlicipuçii.o du Tradi­ 
ção. Família e Proprie­ 
clutle no esforço que as 
pessoas de bem desta 
Nação realizam pi neu­ 
tralizar a ação do mo­ 
vimento comunista in 
ternacionul contra o Bra 
sil soberano, democrata, 
livre e cristão'·. Tats 
palavras con tam '1u 
missiva que o Geu. Tas 
so Villar de Aquino di­ 
rigiu ao Prof. Plinio 
Corrêa de Oliveira. Pre­ 
sidente do Con elho Na­ 
cional da TFP. 
Depois dP al-:1dir à 
açã1, cornuuista em nos­ 
so pais "c'lm as ~aracte- 

?OS~~rlo~l:'~~~e Cl11191; B 
Borracharia. - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete • 
1 
i Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
1 
no Peixoto 	. 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 
llDll 
Mt. 
risticas de torpeza, dis­ 
simulaçüo ';! constância 
que ocorre em todas as 
pai-tes :lo munJo'' e de 
ueentuar que "a forças 
de reaçüo defensiva te­ 
r,io o apeio da opnião 
púbica se houver infor­ 
mação e esclarecimento 
opruno". afirmou o 
militar: .. : ação corajo­ 
ja e c,:;clarecedora de 
organizações, entidades, 
associações públicas e 
privadas, e das pessoas 
de bem tem importante 
papel a desenvolver em 
coperação com os po­ 
derei> públicos. A TFP 
vem prestando essa va­ 
liosa cooperação, com 
convicção. e grandeza. 
Por isso mesmo, tem 
sido alvo da infame 
campanha movida por 
elementos que, consci­ 
entemente ou não, engro 
ssam as fileiras do mo­ 
vimento cowanista inter­ 
nacional". 
Preço de te exemplar 
Dr$ 1,50 
1 1 
Os Jantares do Rotary Club de .Bela Vista Estão Sendo Realizados 
== CHURRftSCllRIB DO GAUCHO= 
Ao Lado ua Estação Rodoviária. Sabem Porque? Pelo Ótimo Atendimento, 
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É O Restaunmte "Classe A " •· • Leve Sua Familia e Comprove . . . Gaúcho Atende Bem ... 
na

Pro moção 
09 
e noticias 
Os Dez Mais é numa promoção da Trihuna 
e visa apontar us Personalidades e Organizações 
mais populares em Beln Vista e regiiio. 
As opurnções dos votos e publicação dos 
eleitos. Rnil'á nu edlçno de natal. Os escolhidos re­ 
ceber/lo um belíssimo diploma. 
Profissionais Liberais 
l). Advogado....---.. .....-----..... 
2) • Jlléelicn 	. 
3) - Engenheiro 
4) • Dentistn ...... 
5) • Economistn 
6) • Professora) 
7) • Jornnfürn 
8) - Contador 
9) • Agrünosno ........ 
lo• Veterinário 
Dr. 1 G io 
Cirurgião Dentista 
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"Agradece a preferência" 
Rua Pilatl Rebuá- 789 
Bonito Mato Grosso 
3o Iaulo- Caravana 
itinerantes los TEPs «do 
frui!, Agentina Chile 
e Venezuela m dilun­ 
dindo um opúsculo con­ 
tendo as revelações que 
Nossa enluta de F@ti­ 
ma transmitiu aos ho­ 
!Uf:[Jt, em Hll7. , meu .. 
8agem da mãe de Deus, 
que previu a derrota do 
comuni:-mo e, H con Vl'l'­ 
s,1o du Hw;sla, depois 
do um penodo de ra­ 
ves convulsões sociais 
em todo o mundo, vem 
trazer alenlo e confian .. 
ça a amplos setores da 
opiniilo pública, deso­ 
rlentaclos o abalados 
com o estado de cres­ 
cente agitação e caoA 
que envolve hoje quase 
todas as nações do oci­ 
deute. 
Politlcos-Adminlstratlvos 
Prefeito da Região Suloe-te 
Verenclor 
Dirigente de Empresn 
Diretor de Colégio 
Dirigente de F111rhnl 
Gerente de Estabelecimento Bancário 
Secretório M1111icip11I (Prefeituras) - _ . 
Helnçõ,·s l'úhlicns 	_ _ - . 
Dirigente Pnrtid(irin ..... 
Dirigente ele Enti,b,1,• do, Clns,e_ __ .:._ . 
Clube de Serviço 	.. __ .. .. . 
_,. 
Comércio 
Eletrodomésticos 
Matcrinl pnrn Construções -·- .. ·--- .. -- .. -·-· .. ·-- ... - -·-·-- 
Fnrmiírin - .. -· _ .. ., _ _ .. _............ .. . .. .. 
Cnsn E,p~einliznclu em Tinlns ---·-- .. -- -._ - . 
Ponto ele Tnxi - - - _._ _ _ • _ • 
Lôjn ele Tecidos . .. ---- .. -·---·-· .. 
Loja de Discos . .. __ .. - - .. 
Loja de Materiais Esportivos. .. ·--· .. ·-- .. -- ... 
Hotcl_ _._ _ - -- - .. ·-···--· .. ·· .. ·---- 
Auto Pcçns - - ·--·--··-·- .. ·- .. -- - _ __ ._ 
Gráfica 
Outras 'Atividades 
Rnclialistn 
Agricultor 
Clube de Futebol .......... .. _ 
----- .. -----· .. ·----- 
Pecuarista 
Sulão de Cubeli:reirn ---··---- 
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Bela Vista 	Mato Grosso 
EUA: TFP visita 
refugiados do Vie 
tnã 
NOVA YORK • Uma 
delegação de membros 
da TFP norte-americana 
visitou em Camp Pendle­ 
ton. nu CalHJn;ia, os 
refugiadoH sulvietnaml­ 
tas que lá se encontrnm 
homens. mulheres e 
crianças que, em dramá­ 
ticas condições, abaucJo .. 
naram seu pais - distri­ 
bulntlo .. lhe Rosários e 
dirigínd,, .. Jbes µalavrus 
de solidariedade, confor­ 
to e estimulo. 
No Vietnã: Tribu­ 
nais Populares e 
«Reeducação» 
marxista 
SAIGON - Após a 
conquista do Vietnã do 
Sul pelos comunistas. 
tribunais populares do 
tino chinês est.:10 sendo 
empregados. Tais julga .. 
mentos públicos fazem 
parte da chamada "re­ 
educação" a que está 
sendo submetido o p:.>vo 
sulvletnamita. Esta tem 
início às seis e meia da 
manhã, quando alto- fa­ 
lantes instalados em t,,. 
dos os quarteirões de 
Saigon acordam a po­ 
pulação ao som da mar­ 
chas revolucionárias, p/ 
o estudo obrigatório da 
doutrina marxista. 
Os estudantes fazem 
os cursos de '"reeduca­ 
ção" em ;;uas escolas. 
os funcionários nas re .. 
partições e as donas de 
casa recebem o apren­ 
dizado à noite. 
Grupos de funcioná­ 
rios do novo governo 
visitam metódicamente 
todas os caaas p/ regis­ 
trar os babl antes e !a­ 
zer um inventario de 
seus bens.

Deli +ta, 1/12/75 
Entrevista 
PRESIDENTE OI L5.B. 
Aproximando-se para que fosse cone dl- 
uce+são da diretoria do um prazo pura reu­ 
d11. Liga Et1po1·1lvn Bola- larlzuçilo, fato que feliz 
vlstontw, nossa renortu- mente conseguimo8, - 
[em manteve contatos pós duas viagens à ca­ 
com o sr. ,loH(1 Gluucy pilai do Estado, na épo­ 
F'Ires, tual presidente cu 
da entidade e cujo mun­ 
dato e encerra no pró­ 
ximo a 1 de j1111tilro de 
1!l7G. Exnllado por u, 
crlllcudo por outros, pe­ 
hs AUllR idéins e reali­ 
zações urrojadus, Tri­ 
una da Fronteira, atru­ 
vé destu en!revista 
vai busear conhecer a 
real situação da cntirla­ 
de dirigente do nosso 
desporto amadur. 
PP- Presidente, c­ 
m,, e ·tú a Liga Esporti­ 
va'? 
- Primeiramente que­ 
ro agradecei' a Iniciati­ 
va da TR!13UN , cl,l 
fH.ONTElllA, bm;canrlo 
este contato em forma 
ele entrevista, pois ó a 
oportunidade que temos 
de dar maior divulgação 
a respeito do desenvol­ 
vimento do nosso traba- 
1110 ú frente desse im­ 
portante Órgão rlespor­ 
tivo de nossa cidade. 
Hesponden<lo u sua per­ 
gunta devo informar 
que n Liga Esportiva 
Bel vistense está muito 
bem. pois se constitui 
lloj,:i em uma Anlillude 
devidumo1l111 regur,11iza­ 
da em todos os seus se­ 
tores, me mo sabendo, 
que recebemos u res­ 
ponsabilidade dA dirigi 
la em uma ;;ituaçio 
simplesmente calamilo­ 
tosa. 
TF- ituaçüo Calll­ 
mitosa, como'? 
- Claro, é de, conhe­ 
cimento de todo a pre­ 
cária situação em que 
se encontrava; Suspeu­ 
ça da F'.lD, com amea­ 
ça de eliminação. Fun­ 
cionamento irregular jun 
to ao CND, pois jamais 
havia obtido u compe­ 
tente Alvará e nem li­ 
ha condições p/ isso. 
Quanto u parte interna, 
não dispunha de presta­ 
ção de contas, não exis­ 
tia nenhum documento 
de tesourar:a, enfim, ti­ 
vemos que comecar tu­ 
do :te noYo. iuiclaudo 
pelo pedido aos órgãos 
suparires em Cuiabá, 
gar, p/ atlugil' os obje­ 
tivos que lndealizamus 
TF - E o ginásio de 
Esportes? 
- . A viagem que rea­ 
lizamos a Cuiabá, tol 
multo útil uo empreendl­ 
TF- E os clubes fl- monto. Acrndlto agora, 
liuJos'? 	"muiH do que nunra" 
- OIicialnente não e- na sua construção. So­ 
xlsllam. Corl'leguimos a bre esse assunto, agora 
regurullz.açiío ctefinitivn é ll"SSa méta falnr me­ 
de lr}dus ele!', inclusiYe ta e TílABJLILIl de 
daqueles couslderndos forma objetivu. É o que 
trndidouuiH. eslumos fazendo. 
TF - Quais os moti- Tfi' ·_ Alguma provi 
vos utrlhuidui; àquela cle11ch, para o fechamon 
situação? 	to d,1 Estádio )lualrlpal. 
- Falta de interesse destruidos novamente 
e total desconhecimento com o vendavnl? 
da Legh,lnçüo Desporti • - O fechamento ou 
Vil vigente no Pais, por seja. u reconstrução dos 
parte de seus ex-dirigen- muros do Estúdio 8ilo 
tes. 	da competeucla da Pre 
TF - E a Eleições'? !'eilura ~Iunicipnl. Isto 
As eleições serão não quer dizer etretan 
realizadas nu segunda to, que u Liga não tenha 
quinzena de janeli o e u que tomar alguma pro 
entrega no dia 31 do videncia. Juntamente 
mesmo ml!s. Eotregure- com os clubes filludos 
mos à nova cllreção um procuraremo solucionar 
órgão perfeitamente or- esse problema que é real 
ganizado com torto o mente "nngul'linnte". 
material necessário ao TF- Além da re 
seu flt-critório. máquina", construção dos muros, o 
móveis, etl'. e também que mais é necessário? 
com os clulll.:S l'ilitulOf:l • - É claro que e for 
em perfeita condiçõe. mos peni::ar em ler un,a­ 
de ruuci,)namento. E ver praça esportiva digrw da 
dude e muito necessário tradição do nosso despor 
to, precisamoi:; muita <eis,, 
ua atual situacãe e que mais 
recisames so os reparo 
11as arquibanca fa s e, na 
turnlmenle a recon tru 
çüo dos muros, lógico. 
Creio, que o Sr. Prefeito 
Municipal, vai olhar me 
lhor para o problema no 
inicie> do ano, pura que, 
numa coajugaçüo de es 
forços possamos recolo 
cur o Estádio Octávio 
Fontoura em coanições 
de ser utilizarlo pelos es 
portistas da terra. 
TF- É difícil ser pre 
sidente da Liga 
ao, basta ter um peuco de 
boa vuntade e respon a 
bllidad.i junto aos ór 
gãr,s desportivos tmperio 
res. pois ua situação a­ 
tual, somos obrigados a 
cumprir rigor_osamente 
as suas requisições e so 
licitações. E verdade que 
o cargo requer bastante 
traôulbo, mas. não é di 
fiei!. 
TF • Uma mensagem 
final... 
esclarecer que a nova 
dlretori,t deverá con, e,·­ 
và-lu aa utuuis condi- 
~·ões, para uüo ocorrer 
o que vem acontecendo 
com outras similares do 
Estudo. para a quais 
o CRD, vem tomando 
rneJidns de represidia. 
llu . com força de vou­ 
taLle o trabalho é muito 
fácil. 
TF - E as criticas, 
como as recebe? 
- Bem, àqueles q1e 
visam ajurlar. atende­ 
mos e procuramos 1istu­ 
dar, pura pôr em práti­ 
ca ns métodos sugeri­ 
dos. - as que visam des 
truir e que demonstram 
segundas intençõe e 
que süo reve ti,dus de 
maldade, ignoramos, dei­ 
xando que o: fatos as 
liquidem. 
ilesmo aqueles que 
ferem demais, a gente 
procura suportar com 
dignidade, considerando­ 
as apenas como "tribu­ 
to" que temos que pa- 
Jo:-é Glaucy Flore,- 
lllilizai·lll Pste espa retoria da entidade sem 
ço final, para informar dividas e com todo o 
aos desportistas belavis material necessário ao 
tenses, que o Escritóio desenvolvimento do seu 
Ceut~ulizador (Sede) da trabulbo, e muílo ao con 
LEH. P11contru-se instala trário da forma que a 
do à Rua ,utoulo Joiio recebemos, devendo ape 
nº l.008, onde runcloua nas um pleirn de gratl 
o seu expediente. Diria dão à todos que a ajuda 
Ulos tari,brm que em ja ram a chegar onde 
neiro, entregaremos a di chegou 
Bela vistão 
Motorhta 
Motorista com 4 anos de prática, bons anter.e­ 
t1ente , morador em Bela Vista, procura empre­ 
go. 'Tratar com Izeuro Marques de Araujo, Rua 
to Afonso 13. 
R. Iãn C. PELMKERI 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
Rua: Antonio Maria Coelho 423 - 1.0 
andar. Fone Residencia: 4-4385 
Campo Grande 
Mato Gros o 
1 
1 
DO G.P.R. 
(Gremio Pedro Rufino)- abrilhantado pelo Conjuntó "SIMllNTHft" DE sio PftULO 
GREMIO: - "PROMOÇÃO DE ALTO NIYEL" 
l 
t

ikla Vi sr 11, 1 f/lV75 	Política, Empresas e Fatos 
r politica jardinense 
é urna das mais "quen 
tes" do Estado Os can 
didatos a prefeito, já es 
tão se prepar·ando par,1 
a 1litieil 1;ump.111h:1 cio 
próximo ano. Segundo 
lnrormrii,:õeq colhida-; 11'l 
meio polllico ela Cirh Jc 
Caçula. qu:itr,> 110.nes i.e 
det1t,1cam 1ir1 aluai con 
juntura: Aleides Flores 
lex-pn~felto mu11klp:tl), 
,fot1o lnóc;io ela Silva, 
(Px prel"eito mu
11icip 11), 
Ca1'!01,1 .loilelros (ll·,uliclo 
na! politieo matogross31 
se ,ex-deputado estadual) 
e (Ernando Babosa um 
das grahs revolaçõe,1 
polilic,1 de .f:irJim). Pa 
rece-nos que ainda. é ce 
do para u•u:i oplni.lo 
objetiva, mas... por ser 
o povo de ,Jardim all·1 
mente politiza 1,, já -ie 
comenl:.i que o carididu 
1os do [ovimento Demo 
crálico BmsiPiro (.!O 3) 
possuem "amplos sub í 
dios•· para u111 vW>rh 
esmagadora .al 
! 
__ Lj 
Um do verPndores 
de grande prestigio popu 
lar, é o Zaury Bartolino 
dn Cruz. A imolir.idude 
e fmnqueza do Zaury, 
merecem um re peito to 
uo especial do p o v o 
jardinense. Tudo indica 
que o ntu:11 Secretário 
da Cilmnra purliré. pllra 
a 1·eeeição. 
Zauri llartolino da 
Cruz 
·7 
e 
Ranulfo Peroirn 
! 
. 
- ·l 
1 
• l 
Guia Lopes cl:I L:1- 
0 sr. r.orumilo Lou- guna vai mal, muito mal. 
reiro de Almeida, um O prefeito RanuHo Pe­ 
dos diretqres rtu Casa reira da Silva jõ. solici­ 
L o u r e i r e r"' e s - tou njudn no govei."na­ 
trutura11do o sistema de dor Garcia 
1
<>to, poi~ 
atendimento da irndir.i- as l'iri:iuças municipnis 
oual firma !lt·11 "istep:,,ti estão a bancarrota. A 
Para m~)hpr s e1· y ir causo? Fechamento do 
aos clieutes uesle final Frigurifico. 
de ano. 
Ernando Earbor.a 
Alcides Flores 
{ 
t. dali t.... 
3e<o<<o<>><:<??35 
X 	).'. 
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de Juurez floJrigues 
Trabalhamos com perl'ei 
ção para continuarmos 
"a ser o modélo no ra 
mo de tapeçai-ia" 
Heforma qualquer tipo 
de móveis, E-twfalos. Col 
chões de molas, Capotas de 
Jeep, e estofamento- de veícu 
lo- em geral. 
Atende-se a Domicilio - 
fazemos Orçamento m 
Compromuis+o. 
Avenida 11 de Dezembro 
126 - Jardim-Mt. 
Declaração 
r. Dalrnar Godoy 
da Silva declarn que 
perdeu o certificado de 
propriedadt' do Veiculo 
Marca Ford V8 ano 
1960 Cor Azul e Branco 
Chassis :lotor F35A.AOS- 
628 C e r ti f i c a d o n
9 
254/63 expedido em A-­ 
quirtauana :Jato Grosso 
A rresent~ publicação É 
pi fins de requerer a2." 
Via do Certificado. 
Bela Vista 14 de De 
zernbro de 1975 . 
- 
CASA SAO 
., 
JOSE 
De José De.stefoni 
Venda só no tacado. 
Cocn - col:i. Fanta. "!(atira", Skol em lata e garrafa. Trigo Tosc:::i 10 X 1, Querozeui, Jacaré. Arame 
Ov·lad!l Argen~inp, Ai-ame Moiú, Secos e :[olhados em Geral. 
",·rul,·11111, lnmhém o Ôlu· mais preferido da Hc::i:io. O Famoso Óleo ibr:i,oja •·O Oleo ila dona de casa que sabe o que 
"A Casà da Tradição" 
Avenida :a de Dezembro • --- 164 - Jardim MT. 
-----------------=

iisf1 
I ETERN 
1 TERIOR 
VI! 
'T'res Los, "Jor­ 
nl do Povo" - Já esere 
VOlllOA COl'la V(n t!UO fo­ 
Ztll' jornal uo l11teriol' é 
uma daA mnlH clifícclli a­ 
tlvldacles. l:ie o jomnll1,1- 
l11 tom opl111ilo lll'Ôplfa 
o a m11nlíesla, está Hem 
pre sujeito a represalias, 
HO a oscontle, é lido 
como acomodado. Se o 
jornal é pollllco, Lorna- 
e criticado porque u e- 
le se 11ll'ibul ludo quan- 
to acontece; so núo é 
volíllco, é também crlll­ 
cado porque é Incapaz de 
tomar conheclmenlo. Se 
puplicu nnunclos é rele­ 
gado porque nele uilo 
há o que ler; e uiio pu­ 
blica "é porque certa­ 
mcnle é subveuclonndo 
pelos cherer,". Se critica 
o prefeito "t:üo sabe re­ 
conhecer o Lrabulllo em 
favor da roletlvidude", 
se niio crllica deveria 
fazê-lo por que "e,sa é 
a obrigação do jomulls­ 
ta". E tem mnls: cm to­ 
do jornal de Interior há 
sempre ·•um pato" que 
pnga por nquilu que e 
publicado, mesmo que 
não sejn de suu lu vru. 
iuguém quer saber o 
o que leu rol Lrnnscrito 
de &.lgum jornal qual­ 
quer ou assinado por 
oulro. CJ.'ucto é de "1·es­ 
ponsublldnde da reda­ 
ção", até mesmo as cha 
mudas matérias pagas. 
Dni o deduzir- e 
que o jornalista do inte­ 
rior vive permanente­ 
mente "entre a cruz e u 
caldeirinha", muitas ve­ 
zes até cvm !:.Ua inte­ 
gridade física ameaçada 
pelos que se sentem vi­ 
sados, pelos que vestem 
a carapuça que não 
lhes roí endereçudn e 
não raramente por ague 
les "que não leram coi­ 
sa alguma ma" que ou­ 
viram dizer" e o urti­ 
go ''dá nome aos bois" 
o jornalista é atrevido; 
se não dá e deixa nas 
entrelinhas para que o 
leilor julgue como qui­ 
ser ou ponha ·•o chapéu 
em quem achar conve­ 
niente", é covarde. e 
uma publicação produz 
rcsultaclor, sallsl'atbrios 
o cal no agrado do po­ 
vo daH autol'Jclndes ,mui­ 
tos slo os que, à sorrel­ 
ra, ctela r.iO valem pura 
1,e dizerem aulo1'0s "as­ 
sim com um ur multo 
tímido de quem não 
quer UfHll'CCdl'". Se o 
escrllo estourn como u­ 
ma bomba de demollçúo 
"o autor foi com certP.­ 
zu o eterno pato". E 
nln:111: nus cidades do 
luterlor rurnmente mais 
de 30% dns pessoas lê­ 
em o jornal local, eulre­ 
tanto, 70%, delas o co­ 
mentum e com os co­ 
mentários muis vurin­ 
dos e as opiniões as 
n:ais ctive1·genles. Quase 
lodos procumm no jor­ 
nal entrever aquilo que 
desejam e. se lôm inimi­ 
gos ou IPesmo simples 
adveri;àrios políticos, ti­ 
mm ilações à vontade. 
Nosso próprio joma!, há 
alguns meses, pub!lcc,u 
umu crônica, saidu ex­ 
clusivamente da imagi­ 
nação de seu autor, 
que, uo entanto, provo­ 
cou as mais diversa 
reações. 
Uns viram nos per­ 
sonngens citados e crl­ 
!ldos pelo cronista ei;:te 
ou aquele fulano; outrotl 
chegaram a telefonar p/ 
o jornal cumprimentnndu' 
o autor por haver retra­ 
tado tüo bl'm sicrano 
ou beltrnno. Nenhum 
porém admitiu, mesmo 
de Iorwe, aquela cronica 
simples criatividade 
de quem a escreveu. 
Houve até, podemos a­ 
firma, relações de ami­ 
zude rompidas porque 
arulgoR se seutirarn nli 
monelonados. C o i su 
que urontecem, l11fellz­ 
menlo e às qualti deve 
o pobl'0 jornalista do 
iuterir1r se habituar. Pre­ 
so por ter cõo, preso 
por não ler cão! Pode­ 
riamos ir mais longe. 
No enlunlo vamos ficar 
per aqui para que ndo pensem, 
os que 1105 estão lmd<>, que estu • 
111<15 "chorando mágoas" 
uda cüsso. Estamo,; de­ 
dicados a esse ramo de 
tru balho e temos, por 
isso mesmo, de "engolir 
os ossos do ofício". En­ 
l1'0tauto, seria bom que 
aqudes que 110s lêem, antes 
de quulquer crítica, pen 
sussem um ))'mquinho 
naquilo que escrevemoR 
acima. Seriu um favor 
e, ao mesmo tempo, um 
reconhecimento ao po­ 
bre jornalista do Inte­ 
rior, que vive empre 
na "corda bamba", que 
é •·responsn vel por tudo'' 
e que no fino! das con­ 
tos •·ganho muito pouco" 
por ua atividu<le, de de 
que o jornal do interior 
nunca dá lucros, o que 
faz com que o jornalis­ 
ta seja empre um utó­ 
pico que vive de iâeal. 
T IBU. D 
·Órgão Independente a 
FONTEI 
t-;ervlço da 
Ano IV - llela 'btí1 - )IT. - 14127--- N 190 
Perfil 
unia Corina du il­ 
va Flores. nasceu no 
dia 4 de abril. Atua)men 
te está lendo o livro 
Psicologia do gxito. 
Love Story é o filme 
que mais gostou. O que 
admira em uma pessoa 
é a simpatia e persona­ 
lidade, detesta o fingi­ 
mento. Se dt>pendesse 
cleln gostaria que no 
mundo houvesse 'melhor 
relaçlo entre pais-filhos. 
Gostaria que os pais 
tivessem diálogos positi­ 
vos e humano cnm os 
filhos e tambem estes 
para seus pais. "Talvez 
essa falta ,de diálogo 
ocasione vários pro ble­ 
mas nos jovens, que não 
possuindo orientações se 
gu:-as, coUJetem erros•·. 
Se,· arquiteta é um 
Ideal,, um sonho que 
hó muito traz consigo, 
mas se esse sonho não 
se concrl'tizar, quer an­ 
tes de tudo se integra 
pura não decepcionar 
os que nela depositam 
confiança. 
Corll. 110 proximo .J>l.o 
Estado de Mato Grosso 
Prefeitura Municipal do Município de Jardim 
E-te Executivo ao aali 
ar para_banco o Ato .o 
5115. de 07-11-75. aprralo 
pela Câmara Municipal de  <' 
readore; de conformidade 
com que preceitua o artigo 
58 da Lei ',o 3.151 J,. 06-01- 
7:l (L.(UIJ ... 
Art. 5H • Aprovado pela 
Câmara, o Projeto de Lei eri 
enviado uo l'r..f,·ito, )>Jnt 'an 
çlo. 
~ Lo • ·., ,.,,11:mlcr '!º" o 
l'rojetn é iucon-tirnciuna , ile 
gul ou contrárioo ao interesse 
púl;lico o Prt'frilo Hln-lo-á 
no rndo 011 1·111 parte, de111ro 
de 10 (dez) dias úteis, conta 
dos da data em que o n·ceher 
comunicando tl Wmuru as ra 
zõe,; tio Hlu. 
Julgando-o leonstitucio 
nul e eivado de ilegalidade, ,cto 
-o ·INTOTUM", conforme a­ 
unliz.aren,o'-. 
I-enção de Impo-to« de qual­ 
quer natureza, alvo para em­ 
preendimentos de relevante in 
lt'rt''-t' púl;licu. no~ lt'nno, ,la 
Constituição Federal. 
IV. Conceder Isenções de 
Taxas, +alvo as Isenções que 
a Lei Municipal determine em 
favor de estabelecinentos de 
renino culto religioso, hospi­ 
tais e instituições beneficen­ 
te, observados a Lei Federal. 
' - 1'.-r111i1ir rt·mi••:1o de df­ 
vida Ativa, alo mediante Lei, 
nos casos de calamidade públi 
,·a ou mi,eraf,ilidarlc compro• 
vada do contribuinte. 
Part'Ct"•no, hem cxplicila 
a L .. i ac-ima esta poderá o le­ 
gislativo arguir, que não +e 
trata de reunir a Diid Ati­ 
a, porém as taxa-. igualmen­ 
te proibidas no item I Jo 
artigo Tó, ma- também e en­ 
quadra o item V, porque ta­ 
a«: de juros de correção mo­ 
netária, e x i s t e 111 nté 
a in•criçào da dívida, após fei 
ta reta, passa a ser globaliza­ 
da ano a ano e iui-crita conto 
um todo. em Dhidu Ari,·a. 
:'o Códil!o Tributário )lu 
ni,·ipal Lei 315/73 de 29-12-i.l. 
Art. 15. Aconcrssão de isen­ 
çe apoira e-ásempre em for 
ln raz,;,,, ti.- orrl,•m pública 
ou rle inteT<·s•e do )lunicípio; 
nio pod··r:i 1.-r caráter pe,•oal 
e dependerá de Lei Aprovada 
por 23 dos membros da Cá­ 
nwra de 't:n:·a.dores. 
Dc.-réto L.-i Federal n.o 
201 de 27/02/1.967. 
, ,rt. l.o - 1. II. 111, IV, V, 
 J,  II.  III - Omitir-se 011 
negligenciar na defesa de bem, 
rendas direitos ou interesses 
,lo ~!unidpio sujeitos à Admi 
ni,traçàu da l'refritura. 
l'orranlO, li1eraimente so­ 
brjam e viceja subsídios lega­ 
is ,para o  ,·to Iutotum do 
Ato n.o 511175 de 07/ll/i5, a· 
Provado pelo Legislativo Mu­ 
mc1pal, ul(>m do alicerce dn 
lncon,1itucionalidade e ileeali 
dade da matéria já demon~tra 
da, o referido A to servirá de 
Jc e,;timulo àquele& contribuin 
tt:s que pngnm seus impostos 
em dia, e ainda será classifi .. 
cado com um intento paiiati• 
,·o da Administração para a­ 
nhar simpatia eleitoral, c6na 
vtas ao plt:ito de I.9i6. 
Prefeitura ;'Iunicipal de 
Jardim, 02 de Dezembro de 
l.9í5. Esius silo as razões do 
nosso veto 
Eraldo da ilva 
Da Inconslitucionalldade 
do Ato 
t I n.·on,ti t u e i o n a l 
purl)Ue n·m t'otnh.-lt't"t'r pri, i 
légios, a certo número de con 
tribuinte, quando mais de 
60 o/o recolheram seus impos 
to em dia 40 o/o tornaram•>c 
remanescentes devedores por 
llt'~ligêucin ou capricho políri 
co. E patente em nossa Carta 
,laior I Emenda Con,1irncional 
n.o OI d" 17-10-59). Art. 153 
que todos ão iguais perante 
a Lei, porlanto. o fisco muni 
cipal não poderá estabelecer, 
privilégios os inflatores da 
Lei; está plenamente caracte 
rizadu n lnconstitucionnlidade 
do Aio N.o Sll-i5 do Legisla 
tivo. 
DA lLEGALID.DE DO ATO 
f: eivado de ile::alidadc 
porque, fere frontalmente n,; 
pri_ncipios. es1nbelccido,;: na 
Lei Organica dos Municipios 
Lei 3.bl de 06-01-i2; no C6 
digo Tributário _Municipal Lei 
.H;,li3 de 29-12-1;, e Decreto 
Lei n.o 201 de 2702. 
67: como nbnixo Yere1noli: 
Na Lei Organica dos Mu 
nicipio~; Lei 3.ÍS.l de 06-0l-i2 
ArL 55 
• 4. • Sómcnle pelo voto de 
no mínino, dois terços de se 
us membros, poderá a Câma­ 
ra decidir sõbre: Item ) I l . 
l'erd:io J., Dívida At.i,a em 
"';''º ~" Cnlamidude Públi;,.. ou 
otoria Pobreza do Coniri­ 
buinte. 
_ Art. i6 _- Além das proibi­ 
çoes previstas na Constituiçiio 
Federal e das reSLciciles im­ 
pos1ns por Lei, no Município 
e defesa: I II III • Conceder 
-& «3 -GG ><3 -<G 5KG-G <G.9± xcGs -±KG +-±$ 9<& G ±; ; GG»e xc.G 9c4<G 3«±-»ycGc» 3xsGxGa _ 
} 	• 	"° @sc@os999.o99<< 9-s. os8& j 
I E6AR EHKSEL S e f' .ti O 	• • - - 1 
$ 	Lanches, Bebidas em geral, Sorvetes 'r.iiudezas B 	f 
~ 
11 
e ijouterias ... 
$ 	Hotel Sao Francisco ·0 Hotel da Cidnde• - Ambiente Seleto _ ~Atendido !'~lo- f 
$ 	Açougue VENCEDOR 	r" Prior $ 
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{ BORRACHARIA, LVãéi É IERij$"" "mo j 
íeã«e ó, e i 
~ 	_"Organização Bonifácio Jaquet e filho
11 
~ 
--.rrzz.-i:-±a. ! 
exs093<	088±<998809g- l 
Prcfeiro Municipal. 
j) 
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