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FU'AD AOR E DIRETOR 
ANO IV 
Itedação Oficina e Administração 
u« Duque de Caxias S/N 
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Jorge Borges de Souxa (,Jo[io l'c>-,Roa - l'arnll>a) 
''inte e cinco de de- virtudes, desde a humil- , morte e o sacl'ití- 
zembro. a cristandade dade mais uprema à cio de Jesus e ainda 
e• o espiritismo comemo- car!dade mais sublime. para os mortais viveu­ 
rum o nascimento de De suas palavras e- tes umn mistério ineom­ 
Jesus, o Espirito da Ver manava a maior per preensivel. 
dade, o Espírito perl'eito suaçi"lo; suas p,.ll'áhc,lus Só depoh, da deseu­ 
ei..re os per!e i t os, tão belas, continham carnação do e;;pirito. 
o Espirto magunimo sempre lições de profun quando a inteligenciu li­ 
qe sómente levado pe- do amor ao próximo. clé 'l'P do invóluero carnal 
J,, ca1ldacle. que (• o a- prol'uuda justiça, do ma- ficat mais purificada e 
l1lCJr dos homens, deixu is completo desprendi- leve, far-se-a a luz espi­ 
a mansão celeste, dei- meno dos bens (erre ritual e compre e ide:·üo 
xou os púramos ,/11 suprt- nos e davan, u Deus a toda a grandeza d'este 
ma felicidade p exem- mais sublime recordu- sacrifíciv. . 
pl!Hcar os homens, para ção ele amor. :leu irmão medita. 
comover-lhes pot· sua E os homens? Niío embora ainda uih1 com 
loee palavra os cora- só deixaram passar por preendas, sobre a mor­ 
ções empedernidos do sobre !'eu~ corações ns te ele Jesus, medita so­ 
mai. 	suas palavras como, ir- bre seus padecimentos 
, 'lrturle. a obediêa- rilados com o poder sobre l•umtrnos ~ pede 
eia is sábias leis de De que ele ia exercendo so lhe que te perdoe as 
us há muito haviam a- bre a mulliclão que cl'Ele muitas faltas que come­ 
bundonado a terra. O a- se acercava. o condena- teste também. 
mor ao luxo, aos prnze- rum à mais Ignominiosa ,Jesus, o mes1re doR 
res h muito havia subs morte aos mais crueis Mestres, escuta sempre 
lituldo no coração dus sofrimentos. as humilde s e fen•o­ 
homem; o •U:"?!or de Deus. E Jesus, o meigo rosas preces dos seus a 
Jesus, o nlho de Nazareno. o Rabi da migos. ampara-os e des­ 
Oeus, sofrendo por ver Ualiléiu, que, sob a ca tribui-11.tes as forças de 
o castigo que iriam so- pa da humildade, escon- que ue:·essitam. 
[rrr aqueles pobres iu- dia () supremo poder di­ 
fo:izes, ·baixou à terra viuo, que com um gesto 
Para exortá ·los à peni- poderia derrotar m,s prr, 
têncla ou encnminhn- seguidores. tu d o sofreu 
1os para o bem. pará o progresso elos 
Sua vida terrena foi espíritos infelizes que 
o exemplo de _todas us viera salvar. 
Continua em ple110 •lesenvolvimeuto a 
nossa campanha de Assinaturas Ouro. A meta 
de 100 assinaturas em todo o Sudoeste, vai se 
tornando realidade a medic.la que os leit,,res se 
conscientizem da necessidade do crescimento do 
Jornal. A imprensa ê uma organizaçilo comer-­ 
cial como qualquer outra, e que, para ser livre 
e independente, precisa apoiar-se em bases eco­ 
nomicas próprias. Nossos agradecimentos às se­ 
gumtes pessoas (Assinantes Ouro Triuuna): Ara­ 
cy Moreira Mendes Gonçalves, José Loureiro, 
yd~ardo Ocariz. Amaury :lonteiro :'ltascarenhas, 
0ão Loureiro Pinheiro, illanuel Rodr/gues de Mi 
randa. Pedro Jo&é Palmieri, Volk Fernandes llun 
teiro, Perl de Almeida :leio, Zoé Loureiro Pi­ 
pheiro, Tibiriça Loureiro de Almt!ida. 
Jacmto Rodrigues de Miranda, Pego Lc.ureiro de 
Almeida, José Carneiro Junior. Atanasio de Al­ 
;eida Melo, Luiz Fernando Nunes Ronr!ão, Elias 
arbosa, Gilberto Alves Correa, Késio Loureiro 
~inhelro, Osvaldo Coimbra Grubert, Valter Esco 
ar Nunes, João Vitor Vaz Guimarães, Corumila 
Lou_reiro de Almeida, André Tadeu Ocampos, 
llelio Loureiro de Almeida. Casa Pecuarista f Jar· 
~lm), Carlos Medeiros, Abrão Zacarias e Salva- 
or Rodrigues de Assis. 
Nossa reportagem 
tomou. conhecimento '•in 
loco'', de que ll ,rena 
da histórica ~ioaque lan 
çará, cnmo seu candida­ 
to a Prefeito no próxi­ 
mo pleito. o jovem pro­ 
fessor e jornulistu Alie­ 
vir Alencar. 
Nós. que conhe­ 
cemos o curriculum-vi­ 
tae deste dinâmico· inte­ 
lectual nfirm•imos. sem 
temor de errar, que 
qualquer ilunicípio se 
honrará em ter um A­ 
dministraror de tão pe­ 
regrina qualidade e de 
tão elevudo gabarito: poe 
ta tlmérito, conhecido e 
admirado em tocto o 
país, jornalista fecundo 
e orador de longos re­ 
cursos, estudante de 
nível superior, professor 
e militar do nosso glo­ 
rioso Exército. 
Podemos sentir de 
perto o quanto o r,ovo 
daquela cidade gosta e 
estima esse "filho adoti­ 
vo··. Nioaque confia nes­ 
te rapaz. E a ser ver­ 
dade esta noticia que 
«TF» lança em primei 
O já internacional­ 
lll<'nte 1·onlwt·ido ,licl:1l­ 
la Sain (Papito). recebe 
diáriamente cartas com­ 
provando suas curas de 
cúncer. ~o dia l(l próxi­ 
mo pa:-:,rndo, Papilo re­ 
cebeu de um l'unciouârio 
do .Jr,rnul ":--.oticias Po­ 
pulares" a i;c>gnintl' ear­ 
ta: '· Prezado Pa pito:. Es­ 
ta é a roto !fotogral'ía 
unex) de nossa filha 
Marisley que estava com 
leucemia e que graças 
ao senhor j esta coir­ 
pletamente curada. Pa­ 
pito que Deus lhe dê 
forças e saúr!E para 
contiuuat· cura11do as 
pessoas que o procu­ 
ram eom s~•.as rnizes e 
dom só qul Deus poderia 
lha rlar. Esta eura de 
uossa filha é nl'lis uma 
testemunha rl e qu<:1 o ~e­ 
nho1 com suas raízes po- 
ru mão. isto é. Sé real­ 
mente ,ltevir Alencar 
aceitar a indicação ele 
seu nome. não temo!' dú 
vidas que sua vitória se­ 
rá esmagadora. por for­ 
ça de seu ta I e n t o, 
de sua humildade e de 
sua juventude. Neste ca- 
dera uiu lar u humanida­ 
de dos males que a - 
ige. 
Deus lr pague P'a­ 
pito. m dia levarei a 
.lnrislcy par:l vi!;il,l-lo 
é +ó que posso lhe dizer'. 
A carta recebida pelo 
apito, esta a dispos 
ção de todos na Galeria 
Pros. Médici; numa pro­ 
va cabal de que 'alo 
está e passado, al­ 
guém está recebendo 
beneficios e deixamos 
aos leitores o julgamen­ 
to dos fatos, mas que e­ 
xiste algo, existe. 
Preca deste exemplai 
' 
só, não só Nioaque ga­ 
uhará um excelentF Pre­ 
feito. mas toda esta re­ 
gi:i.o ,;e heneficiará ('Plll 
a atuação deste brilltau 
te literato, no qual o 
povo nioaquense deposi­ 
ta suas mais caras eta­ 
peranças. 
• ossos sinceros agradecimentos à equi­ 
pe das Oficinas pela dedicação, sacrifieio, "esfor­ 
ço risico" e alto senso de responsabilidade. por 
terem impresso esta edição de Na tal Manual­ 
mente ..... por exclusiva Falta de energia Elétrica. 
Reconhecemos o ésforço dos funcionários 
rla Usina de Energia Elétrica, mas .... Iilagr 
nem Santo está Fazendo. 
Deseja a todos os seu associado,-. 
amigos simpatizantes 
Um Feliz Natal e Prospero ano 
Novo Que · o Ano de 1976 seja o 
ano da integração de Jovens e 
velhos, marchando Juntos para o 
crescimento do n/clube 
(:' -

Mensagem 
' 
[·, J 
Senhor! ensina-nos a trabalhar mais, produzindo mais, e a produzir mais, a fim de conquistarmos reeursos 
rualun•s. purn dislrilmlr o au_xilio sempre muls amplo de tua ;11íserlcónllu. E ensiuu-1108 Senhor, a descu11sa1· meuos, 
pedindo menos. A fim de pesarmos menos em nossos semelhantes, paru exigir menos, de modo a no-, t<enlirmoi-: mt110:: 
{ ITaeos para servir em tua bon<lude. 
El 
i.:3 sermos mais úteis e que sejamos seupre menos nós, 
Senhor! Tunto quanto nos seja possível receber, concede-nos mais trabalho para 
El 
clianle ele li. 
sempre. ..sslm seja 
lrmanados num ideal cristão. juntos fizemos- no ano que ora se finda. a oração no trabalho. 
No uno que agora se inicia, pedimnos a proteção da Causa das Causas para que possamoR continuar :io carinho 
resplandecente da realização. 'ossa oraçilo é o trabalho. e voce Leitor. nosso obj1•tivo principal. 
Que os sinos dobrem. uumu homenagem sincera pelo apoio e . compreensüo rec1,bielas, s,1o 
··Tribuna da Fronteira 
Feliz Natal e Próspero Ano Novo 
Ivaldo Pereira - Maria Estela Velasquex Pereira 
Gllson Silva Santos • Adalr Aniceto 
Jorge Pinto Outra - Wilson Geraldo Outro 
Naglb Ha:z:lme - João Carlos Velasque:z: 
Luiz Carlos Dedé - Eder Ribeiro 
a fim ele que 
Pompllio Miranda • João Vicente Ocampos 
estejas mais em nú,;, 
7é' 
O 
m 
hoje e 
os votos da equipe 
.· 
[:) 
[:)

Exposição 
l' 
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~  , 1 1 .' 1- 1 L, 7 í 
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çao 
u DE VI 
1 
 
·E}alavete referente ao oimvnto fianveiro da 
Ia. Lpoiio Agropecuária_e lira de Amo-tas_de Mela 
 j,
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. r• .,li,a,l 1 1111 JH·ríodn dt• 1:í n .~O ,1,· J,dl,
0 19,., . 
lrealização Ulule do Lavo de lkl:, Vi,1:1 
l'rnnlll'ilo ::,i111l,i1·a10 H11~,,I d,· _ll,·h i-ta 
laboração Governo Federal, Etauduai- e municipal 
omi·do Executiva Wolke Fernandes Monteiro (preiden 
lrl. Dr, 5ide» Monteiro Ma-carenha-. 'Tale M. 1(1,(',,r,•rd, ,. 
indieato Iural de Bela i-ta 
!la. Exposi1:;io /197S 
B.d1111,·1·te 1lu H1•(•ti1n e 1/t•-:w•n•, rda,•111,· ,,,, lo, j. 
tento Financeiro da Ia. Exposição lyropecuária e Feira de 
mo-tra- de Bela lista 
- Mato Grosso 
uh Total 
l l -Oli- í.i 
I ',- oíi-í:i 
F ontei­ 
ln! !'.!o 
Olil!-< 
'.!.:.!:!.7o 
1.9no,oo 
1..150,110 
i.5,290,hlt 
IUCUlO .. .. . 	. 
F) E1111,n·st imo lfrcibi,lo 
l) Do Sr. Wo ke Fcrnun,lc, .lon!l•iro 
G) Hcl'ibibo ,lo Ban<·•• ,lo Brasil S1A, - 
A,:êncin de Bcln 'ist11 •·• IT 
1) Auxílio pi compra ,lt· troféu, e gra- 
,a~ào nos tnei-mus .. .. . ... 
li) U,·ecbi<lo de· V<·n<l11• d,· Aq:ol:t, 
1) V,•11<l11 de ll Ar;:ola, a CrS So,uo 
2) Venda de 1-12 ar;:olas a CrS 75,oo 
1) H,•,·cbi,lo, de Venda,· ,lc lurq::ucirinhn, 
1) Vendn d,· 50 111an;:11eirinhn; n 
CrS 300,on 
2) 'Excl'~~o dr.. 5 ani,nai/' a CrS 2S,oo 
J) Hcc,·bido de ' cn,lu de E,pa~o., pi 
propaganda 
l) Vcndn ele 2 c,pnço, a C~ •loo,oo 
2) V cnd: de 7 .:,pa~o, a CrS 2.'io,oo 
U Hecibo de lnscriç:io de Gudo 
1) lnscriçiio de 215 rezes a CrS lo,oo 
~!) Heccbido de Comissão Solo de ' cn• 
,I:.s ele Gail;i 
1) De , cntln de :;ndo efetuada à , i stn 
2t De ,·cndn de t:nclo. efetuada com 
financiamento: 
Transporte 
D I :-- 1; li I 1 I N A Ç A o 
h leceita 
.) H,,,.,.l,ido dr enda- de Lotes 
1)  ,·nrln ,1.- lote, parn H,•,11111ru111,•,: 
al V,•ndn ,lt· (> lnt,·• a CrS llon,on l.Uoo,,11, 
b) Venda de I lotr a Cr$ l.000,00 l.ouo,on 
2) Vc11dn dt! lott•i-, para t·o1nl--rdo: 
) Venda flt• 2) lotes a Cr Soo,oo lo.o0o,oo 
3) Vendas de lote p/ exposição de má­ 
quina"l n:.:rírola ... : 
n) ' t'ntlu dr 6 loll•.; n Cr$ 1.oou,ou 6.ouo.oo 
1) Vrruln d,· lot,·, pi Ba,.ure,. 
a) V,•niln d,· 11111 lott· 11 CrS 1011,nu loo.n" 
b) Vc1ul11 ,).. 7 lnll•s a CrS 1:;0,00 1.o.ín.,,n 
.i) V,•11da, ,k lot,·, pi Caf., ,. Lanl'ht's: 
:1) 'e11cln de 19 lol<'• a Cr$ lno,oo 
U) Hcc<'hi,ln ,lc ',·111l,·1lore, ,11d,11l11nlt'> 
C) ,rrc1·,11lnçt10 ele 5 :Noi1,•, ,1,, Hod,•io 
U) Arr,•,·n,laçilu ,l,· ,·,·1Hla ,lt· 'Otn, p/ 
ruinhu 	2.B81.oo 
E) Arrecadação de 5 dias de Estaciona- 
5.9.)5.uo 
71.:!6u.oo 
2.Son.oo 
7>So,on 
le.650.00 
1.=i.ooo.oo 
125.no 
Hoo,oo 
1.750.00 
2.150,00 
S.600.00 
a) De finnncinmcnto concedido ~••la 
A:;êncin tio Banco do Ilrnsil ::,/,, 
de Guin Lopes da Laguna. . . :!:t-189,60 
h) De fi11a11ciame11to conc<:di<lo pela 
Ai:ência do Ilnnco cio Ilrusil SI, de 
)
C,,mpo • Grnntlc .... --··-·-·- ·--·-····-- 19.8.50.011 
e De financiamento concedido pela 
A~êncin do Banco do Bnisil ::,I .. 
•lc Ilda Vi~ta 	87.IBo,on 
N) Hc,·,•bido ,i;; .. ···;·~IJ°ti··· ele cxpo,iç<ics 
anteriores 
saldo d I Eposiçao/1973 
-1 Saldo da li[ Expo,,çãoll97-I 
li) Despé8a 	•• 
lago aos abaixo. conf. nornR e recibos 
1) Casa lntcmaciunal: l'iot.a;; Fiscais 
~.''~ 019 o2o o•J·J 1-11 7171 7199 7197 
L51 7-158 7-166 7-170 7-19-L 
2) Casa Primavera -- Notas Fiscais 3.315t0 
.
1 
,. ~·o: 1579 :n 7h8 3:.!l :!u 3:!122 :l:.!1-12 
• ~'l.',7 :l29;lo :2951 e Nora de 2-1-06-75 s/11 269,ov 
.1 E,púliu Ulmcrin,Jo X:n icr Pinh,·iro. 
-1'.. Fiscni,; n·o n:1.1 ll-11 11-1.S 11-16 
1151 1200 1209 1213 1232 L22 1353 t35il 1.o98,7o 
4) Livraria Bossa Nnva - No- 
as Fiscais nº· 3o18 3o2B 3o3l 
JoHt 3o87 3122 3125 
5) Empresa Brasileit:;:;:·· de Cor-- 157,50 
reios e Telégrafos: Recibos n~ 
o~ 19-10 oo 1941 026237 o2!ili5!i 
º;~!_l~0 0260:tl 02b2,l7 0266.'i 026266 
0
-,b-12 e recibos de ~elagem de 
:l-lo,12 
-J.699.Sl 
, 
' 
TUTI. 
c:on·e;;:JOadc11t:i<1 de·: 
11-nli-7:i rn-01,-,~, tí-íJli-7:í 
ti) .Jorn11! Tribuna ,:a 
ra: H!:!<'ibo:; n'' 0 Jf:i 1 oo 
1J2 100 
7) Poslo lpinrnga Lttla: 
Fif.!c:ii'i n·'' (í!i:!~> (ilj'.l7 
22317 223373 22391 
8) lJiuallex - l,1lorei- <· 1<0111- 
IJu Lt<la: olaH Fi ·,·ai..; n'' 7Iilil 
71lli:i 7(i(j(i 7li!i7 
D) Ca:-a dai; Tinl,18: ~otai; Fj..;. 
cai:- n·" Hí(i tF,7 :!oo 
lo) Hes!aurantl! .pa;ec-ida: 
tas de Uespet--a 11" Hf;S 
tom 1308 1151 
li) Tipograt'ia e Uvral'ia ,J·o;·a­ 
da Lida: Notas l•h;cais 11" 11.->07 
1-lllll J. Hio!i 
SUli TOT,L 
Traui;porte 
1.233.00 
Continuo no página seguinte 
tt 4 d4 o 
n,n,, 1 ! r t, 
'11 S! { r, ( ,)( j , 1· 
Mas m no 
111 Í 'it ,, • j r ( í li (11 Ili 
,., l. •t,·: rn" 1111!> 1 
(lLJ. 1' e li f' H f 1! 
Jl .II· ?ll.111 l 
:,•' l't •·" 
IJ, U· 1 k 
p' z@ri 
,, 1,,,1,. (J 
Coluna Espirita 
Sua ,lc:riJ'oàO num momen 
10 n·•pnu,ft·rá pelo, ,ru- di,, 
futuro!'. 
Nüo ,,. prrt·ipitc•. 
, m,·rlita~àu Ih,· ajudar:, 
a diFct•rnir t.·0111 clareza t· '-<"• 
µurança. 
_. indeci,-fí.o prolong:ula 
ante uma posiçao a assumir, 
µera a cornplicução do problt'• 
nrn <tlle deverá :-er rnfrc-rHa• 
cio. por n1ais adia.lo ()t'tma­ 
ncçn. 
, Nao cultive rt.·ccio..:. 
Ore t' consul1t• o Evnn­ 
~rlho. np6~ o qne nào tarde 
cm Jcmn!-ia n dt•finiç;'o. 
• Aja com elegância me-- 
mo quando uJianre de cir• 
1..~unHância:.; pcrtubadora;.. 
:'o­ 
i o-11 
!$3.00 
19.
1
)9,1.0..! 
ão reaja movido pela­ 
»aixõe- inferiores. 
T«dos somo- chamado-, 
inc,·iaa,t•Jnu·nte. a ft" .. trrnu• 
nhos que aferem os alun~ .. 
in,li, iduai .... na {Ktura da .... , o• 
lw;;io dt~ l'ada uru. 
Quando não tenha co­ 
nht•(·in1t·nto dt• um:i o·«•rrf·n· 
cia desagradável, ouvindo a 
narra âO l'OIII ue,·t·----ária cnl­ 
ma , uct' não e:--tá t'Jll eundl­ 
<;Õ~·a de a,rnrnir re-pun,ahili­ 
datle. 
O ,1.--,·•Juilihrio do, .111- 
troo; ("011tam1na tambt."111 º" 
que- pnrtit:ip:un t·moeionalmrn 
te do plohlcma, ohn11bilanrl11- 
lhe• a lueidrz. 
Harrnonizt·---r: ante-. t· 
t11•·11ÍJ1t1 t' ((• .llflU l I • , { li 0!1t 
hlhetinho para o I'spin oi 
tào ta lmy r-rio, pois 
tem ó aninho. pe«finde 
llíll hrinqaehunuhs. J chegou 
11 ..1Ld. e 1•Jt , ,it, .,tt n !, ti. 
11..:1, ITOl!'V·: líilll.f' pir_tt,,d,, 
1111·no, p.1t .. , l'I, ... "i', p ,l 'rn'I. 
eu ·ou pobre. unu potinl«o, 
r1 111 f.1t11 111 .. li•11.1: .
1
11· :
1
11rqu. 
ove nã» e atente! Eu acho 
4IUt' O(t' 11.,0 ;.Lº Li ct•· 1,n111. 
nw- t·U •~o-to llllllt.i .-h , 11r , •. 
pi 4e! o a,o que r 
ou peulir pela ultima ez. 
toe pio uve tu,ler. eu nu,n 
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J,íli,ludr ~ iu-t'u .. ah·z. 
O tJUt"' ,oc.'t' euhiu .. re 
Lt-I<li::1 ou --t'rt'nirlade-. «-Xlt'rio­ 
riza--e, quando voce for te-ta 
do. no mo111enao de -ua po1.i 
c+ perante a sida. 
-(e .. ;:u.udc·-:--~ cln ira. fuj:1 
do, rno11w1110- da ubdclia, 
liberte-e do mui c;ue trím:i 
residir no .. t•u himu. 
~üo a, in:1:.:rc :--u:.1 .. hc,ra--~ 
mediante a utentacào do 
dim.1 pe, .. rirnif-t.a. t·u1 1it••corr(·n 
ia de amigo-, -itu.ações e ati 
tude-. 
Faça sal irHt•riormt·n,t'. 
.- l(Uando <e d.-cidir p.-Jo hr11l 
n.:io rt'cue. não H' urn·r1t·ndn. 
iãu exija -antifiação 
do- outros. 
~lelhur.:--c: pri111.-irn t' a 
prenda a dt'cidir t' u"ir 4.'flfll 
JeFU::-, t'n1 qu:1lL1ur-r con}untur:-1. 
Marcos Pri-co 
(Página p-icografa pelo médi­ 
um Dialc!o P. Fr.1nco t'lll 
02.07.(,S. nn Ct·n1rn E-piri1:, 
.. Carninh,, riu H~dação". c:11, 
Sahador. lhhia.• 
Leia e assine 
D 
O TEIRll 
O JORN l

Mensagem 
RN D 
Fausto Pinheiro 
, !Plll I] li 11.l l'l'll'llO 
dos Evanelhos, hó va 
rias revelações partieu 
lares que nos presentam 
detalhes sempre piedo 
sos sobre o tuscimento 
rio Salvado!', 
Dentre essas visões 
se C'o11la a que levo Só 
ror Maria de Agrreda. 
couheeida mística espan 
hola do t1éculo XVII, De 
seu livro "A Mistien CI 
dacle ele Deus" êXlrní 
mos os seguintes tópicos 
relativos an Natal: 
"O pnlncio que 
Deus ha Yla prepnraclo 
para hospedar no mundo 
u eu eterno Filho hu 
manuuo, era u mais po 
bre e humilde gruta de 
elém. Era constituida 
de uns penhascos sim 
pies, sem nenhum ntruli 
"º• e como tal, era uti 
liznda UiJl'llUS parn abri 
go de animais. 
Nossa Senhora o São 
José puserum-se u lim 
par o lrwal. clt'ixa11do-o 
em orem u com suave 
lragraciu. A entradnu da 
guit, o custo esposo 
acendeu uma fogueira. 
pois nuqueht uoile l'azL 
muito lrio 
i:trltl recolheu-se a 
um cant'l <la gruta. on 
de havia pulha seena, Sen 
tlu•lo aproxlmul'-Rtl a ho 
l'ôl cio parto relith-riiíllO 
l'ntI·ou cm êxluHe que foi 
o mais alio e admirável 
d,· toda sua vida. São 
,JoHô urastou-se para fi 
ear em proluntdu oração 
C'ercu de uma hora 
depois, Maria sentiu e 
viu que-: o corpo d<• DeuH 
-Menino se moviu em 
eu virginal seio, onde 
havia permanecido du 
rnnte nove meses. Este 
movimento da criuuçu 
111io i,ó c a u s o u 
u Virgem Mãe nen 
hum sofrimento ou dor 
como, ucuntece com lo 
elas as mulheres, mus ao 
•!onlrário, deixou-a em 
grande júbilo e ulegr·iu 
Incomparável. 
Com os olhos eleva 
dos para o céu, as mitos 
juntos ao peito. cleu ú 
luz o Salvador do mun 
do, Deus e homem ver 
ducleiro. à mern-uoite de 
um domingo. Os urcan 
jos São Miguel e São 
Gnbril'I que a tuclo assis 
iam em rorma corpórea 
tomatamn o menino em 
suas müos com incompa 
rúve reverencia e :,pre 
Henlarum-nn aos olhr>s 
da lüe San tis. ima, Ma 
ria eu•.iio envol·pu-o em 
l'nixas. 
DR. I0n C. PI.MIEIII 
CLINICA E Ultl'H<;L UE OLIIO.' t 
• u..« c·mo. t23. 1» 
lua: Antonio Maria .oeI • - 
Em«dr, Fone 
Súbitamente, dez mil 
anjos em forma humana tampo Grande 
encherulJI <ln e pleucio1· L--------------------­ 
a g-rub, uriorn11clo i-eu 
criatlor rclto homem t:: 
rorum depois avisr os 
pasl(ln•s com aquele 110 
,·o cflnllco: ''Ulóriu a 
De~•s nus alturas, paz 1111 
terra aos homens de boa 
vontade!" 
!:-ilo José, que des 
perlara de um êxtase Se voce está triste 
-:hamudo por Maria, ado porque perdeu seu amor, 
rou proruntlumente proi, lembre-se daq1·ele que 
trarlo o Deus-Jn!'unte, e não tem um amor para 
depois, estreitou-o em perder. 
seus braços. 	Se voce se decepcio 
Em ·eguldn, enl!·c•u na com a:gum11 coisa. 
na grnta um boi ao qual lerubre-be daquele cujo 
se juntou o jumentinho nascimento já foi uma 
que nosrn Senhoru havia decepção, 
montado nu viagem pa Se voce não conse- 
ra Belém. Ambo: os ni 
mais se colocamm ao 
ludo de Jesus. 
Assim esteve Deus 
feito homem envolto em 
panos. recli11uclo na mun 
jl•dourn entre dvis uni 
maiR e, desta forma. 
cumpriu-:-e à risca a pro 
l'ecia de ]saias ( t.:l): "O 
boi conhoce o seu dono 
e o jumento o e><tábulo 
de seu Senhor. mns Is 
ruel não conhece oadu 
e meu pOYO niio tem 
entendimento". ABIM 
 
ue passar nos exames. 
lembre-se daqueles que 
nilo tem condiçõei:, de 
estudar. 
Se voce está cansa­ 
do de trabalhar. lerub,e­ 
se daquele ungustiado 
que perdeu o emprego. 
~e o seu trubalho 
exige renuncia. lembre­ 
se daquele que não tem 
a que renunciur. 
SEI voce reclama de 
alguma falta de comida. 
lembre-se daquele quE:, 
fami11t0. morrP sem ter 
' . 
Helu 'isla ato Grosso 
Dr. I{ésio loureiro Pinheiro 
Advogado 
Hua Antonio Maria Coelho 22l 
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Bacteriologia - Bic,quimíca - Hematolo!!ia 
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Pré - lup<:ial Pré - Natal 
Jane Mary 
um pedaço de pão_ 
Se um sonho seu fvl 
desfeito, lembre-se du­ 
quele que vive com um 
pesadelo constante. 
Se voce auda abor­ 
recido, lembre-se daque­ 
le que espera um sor­ 
riso seu. 
Se espera por algu­ 
iua coisa, lembre-se da­ 
quele que não tem por• 
que esperar. 
Se voce vai mal nos 
negóeios, lembre-se da­ 
quele que não tem o 
que negociar. 
>e voce está des­ 
contente em sua casa, 
lembre-se daquele que 
r.ão tE·m porque ficar 
descontente, pois uem 
casa possui. 
Se voce tem um 
amor para perder, um 
trabalho para cansar. 
uma i-enunr:ia a fazer. 
Um sonho desfeito, um 
aborrecimento urna espe­ 
rançu, uma comida para 
reclamar. lembre-~e ele 
agradecer a Deus. por­ 
que muitos existem que 
dariam tudo para esta­ 
rem em seu lugar. 
··() ~lomenlo .. 
,,, 
Eletro - domésticos. Cal­ 
çados. Bijouterias, Arti­ 
gos para o 1nverno. ma­ 
las. Tecidos, presentes e 
uma infinidade de artigos 
para Embelezar o 
seu lar. 
CASA FLORES 
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Economia" 
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Bonito - Mt

fl,I~ i 1 ,, 2.l-12-i,j 	Mensagem 
Ao povo trabalhador e progre-i-ta de Antonio João. 
envio o meu fraternal abraço. almejando à todo- um 
Feliz Natal e Próspero Ano Novo 
ÜP'-cnvolvimcnlo é trahalho de cada um em beneficio 
{] 
de todo,-: juntos construiremo- o futuro. com trabalho. );{ 
amor, união. fazendo de no--o dia a dia uma maneira 
objetiva de participar'' 
ADÃO HERODES XAVIER 
Prefeito Municipal de ,ntonio .J oüu 
.. ,.. - 
Continuação 
T[lAN PORTE 	19.996.02 :lo9.6io.2:I 
12) Relojoaria Omega: Notas 
I~scais 1-Hiü 12-125 13-llo 13 ot 8.000.uo· 
13) Gra11de Hotel Gaspar: No 
ta~ Fi,-cais nº 2288 2394 2ü92 1.119,oo 
141 Industrial e Comercial de 
iiadeiras Batlilaui Ltda· Nota • 
fiscal 11<! o5 e Notas de mãe, 
<:e obra nQ 079 lo 	i>I o oo 
l) Posto Nacinal de servi-' 
0s: .Notas Fiscais n° 1I7 118 119 
J·'o 	- - 
naus« e coreto a • ""87.7o 
deiras Rocha e Battilani Ltda: 
Notas Fis~ais n·
0 
072 073 5. 368 94 
17) Grát'ica Puorobel; Recibos ' 
de pedidos n·o 4o7 472 473 :585 oo 
. 18 Casa lmperio l: No tas Fiscais ' 
11 o 0139-lo ol41G8 Recibo de 
04-09-75 	666,2o 
1 
.. 191 cãsã·-·-êiãs'"KTt::ciüfõàs:-Notã ·- 
'Iseal no 592 	127 
0) orieta Royal: nota a 'ooo 
1
nao de obra n·o lll 350 oo 
21) Livraria e Papelúrfa ... Pr°o: ' 
gresso: notas fiscais: 66o 666 
g, 686 687 690 695 2182 171,oo 
·> --1 Casa Jo Arroz: nota de 
"8-07-07 Sn. 	20,00 
t· 
2
3) Çomércio e industria San­ 
,Luzia: nota Fiscal n·o -1184 8,oo 
?) Panorama Hotel: nota fis- . 
ca, 1193 	,..,. 
25j itere@ao Ntsikaa: No4 "0·0o 
fiscais u·o 9 o 981 1255 5u5,oo 
26) J. Kondorfer: Nota fiscal 
n.0 8494 	. 6 5,oo 
27] Posto São Cristovã·o .. Ncii'a 
fiscal n·o 5322 	o,oo 
2) Relojoaria Suiça: Nota fis- 
cal n.o 883 	96 oo 
29) Depósito Terrl!ta: Notas ' 
fiscais n·o 9o 129 97135 678,oo 
::lo) Casa Pecuarista Ltda No- 
ta fiscal n·o 4977 450,00 
31] Depósitos N-:-·-g: "Xoarecida 
nota fiscal n·o 369 • 60,00 
32) Cooperativa Agro-pecuária 
Mato grossense Ltda: nota fis- 
cal n·o 3936 	240 oo 
33] Pito e ia Lida: nota ns- " 
cal 15119 	55 uo 
34) Agriporã Ltda: • nota - fiscal ' 
n·o 048 	. 7o oo 
35) A Escolar: nota .. fü!cai" n·o ' 
lo31 	• 36 oo 
36) Casa Libaneza ncta ... fiscal ' 
n·o 522 	9o oo 
37] Mercearia Suzana: ota ris- ' 
cal 1208 	11,8'> 
38 Folha de Mato - Grosso:... Re- 
cibo de 08-28-75 -- ........ -·--··-- 2.ooo, oo 
Transporte 	52 .813, 66 
Transporte 	52.8-1:i,66 
39) • Diário da Serra - Re.-. n.o 07-75-116 1.000.00 
,IQ) • Dr. Cissio Noronha - Ree. 34-75 6.565,5 
'H) - Cartório do l.o Oficio. Rec. 18.Ri5 2.'i.00 
Continua na pagina seguinte 
:lo9.6i u-2:l 
309.67.23 
IOI ESTAÇÃO 
REIO hA 
FOITEi 
.  • ;;duha cidi,.de de 
Pd, :> Zc~•n Caballno. 
Parr.giln 
I rlesde o dia 15 
do e;:n·-nte possui uma 
nova emissora de rádio, 
que já iniciou os Eeus 
serviços àquela Iocali- 
. dade fror,teiriça. 
A emissora tem o 
prPfixo ZP 31 - Radio 
.lburucuya e junto com 
a outra emissora: ZP 15 
Radio Amambay, for­ 
mam o conjunto radio­ 
fônico de Pedro Juan 
Caballero. Enquanto isso 
Ponta Por-a, continua so 
!rendo o velho proble­ 
ma de não possuir si­ 
quer uma emissora. 
(Correio do Porn) 
Leia e ,assine 
TRIBUNJI D11 
FRONTEIRII 
O JORNAL

-- 
ll, ! ,  , , ,, ,' 1 1 •:, , 
--·----- 
Mensagem 
3,r. : -- 0R.- .. ::::::-: ',~ 
ai- uma vez elegamos ao oá-is do atal 
e à fronteira do Hno Novo mais uma vez. 
olhamo para trás e olhamo> para a fre11t,·. A 
conjuntura é propícia. pelo pensamento e pelo 
sentimento. o futuro a DEUS pertence, e a nó. 
• Tudo de bom vai nascer agora. om o- no0> 
melhores voto- de Feliz Natal e pró:,pcro 
Ano Novo. 
-i 
1 
.. 
GRÊ 16 OS S .. PED O 
1975 
Uf. O 
D3. 0z MANO 
Presidente do Diretório Municipal da( ARENA ) 
Ao Ensejo das Feliclditdes de Fim de Ano, a Direto- 
'
~ ria tio G. S. S. P. R. Truusmitc uo Seu Lídimo Quadro .'o- ?'-' 
. 
• • eia!. os Mais Efusivos Votos de Um Fclíz Natal e Cm Prús- _, 
pero no Novo. Que a ResHonúncia dos Sinos Natalinos, 
Fuça Renascer em Cada Coração as Esperanças Balda­ 
das, Trazendo Pura Cada Lar :.!ais Amor, :!ai,; Paz e 
Felicidades Ccju '.'.laior Fonte é o Próprio DEUS " 
Encarnado no Infante de Belém. 	; 
No momento em que o pensamento se eleva, como 
um pássaro que desfere o vôo à procura de 
paragens mais altas, queremos expressar 
• a todos aqueles que se irmanaram co- 
nosco no pensamento e na ação 
o nosso reconhecimento e os 
nossos votos de boas festas 
jJ! 
FELIZ l L 
fEUZ o ovo 
Presidente da Assembléia Legislativa

--	- 
Li +-+4. 2127 
0i 
., 
('-) 
t;J 
K 
9 Pensar, agir, ter êxito são 
t1 
referem precisamente ao 
CXJ)l't'f.SÕe 
mesmos par@metros e 
pertencem u universos distintos. Como Goethe 
, nos dlsi;o: "Pensar é fácil; agir, difícil. Agir de acordo 
1 1 
1 ; com as próprias Idéias é o que há de mais diffcll 
no Mundo" 
' Etitus palavl'On sintetizam uma Jilosoria e encerram 
i 
I 
uma v,,rdade, que 
1  
✓j 
para um novo munclo e uma nova !'use. 
Neste NAT,L, que o CRISTO 
homem desperte em seu coração, e 
sinta fluir no ínlimo de seu ser, a 
verdade que liberta. 
1 
_j 
,., 
''ouvida", despertará o homem ; 
1 
feito 
Vice-Presidente do Direlorio ela 
,ilE;,-1, ele Bela .'isla - :i1t. 
•• Em Deus que turio pode, espero hgmild mate cota 1. 
rcini<:iur no uno que , ra se iciu. minha luta em pró+i !o povo 
bel:avistense, Na amara, buscarei ão d·Irau!ar a horrrsa 
confiança em mim depositada, nem frustrar eneroos n-ei­ 
os e justas esperanças, olhos postos no bem estar crencenute 
do povo belavistense e maior grmdeza de Mato Grosso e 
rio BraRil" 
Vereador Afonso Dilon Nunes Lelta APENA ) 
±« 	= *t 	i~ 
Marcada pela cele­ 
braçüo da Santa :lissa, 
em seu descobrimento, 
e sob a égide do Cruzei­ 
to do Sul, nossa Pátria. 
Possui uma tradição 
crista qne deve ser ca­ 
da vez mais aprofunrla­ 
da e enriquecida. 
Um cios sinais mais 
evtdentes de nossas pro­ 
fundas ligações à Civili­ 
zação(.,Cristã reside nas 
denominações religiosas 
de • grande número de 
cidades brasileiras. Den­ 
tre e1,ses nomes. desta­ 
camos a l.:>mbrança à 
crnnde data da Cristan­ 
dade. 
Primeiramente, te- 
mos o nome da cupitul 
do Estado do füo Gran­ 
de do Norte, por ter si­ 
do na noite de Natal de 
1599 que se celebrou a 
prirndta misso, nu pe- 
queca capela, marco 
inicial dos primeiros 
portugueses, que assim 
iniciavam o povoamen­ 
to na região. 
Com o nome de Na­ 
tal possuimos mais dois 
pequenos povoados, um 
no Acre e outro no 
Pia ui. 
Há Belém, capital 
do extense Pará. onde 
se celebra • com brilho 
Mário A. Correa 
sempre crescente a fes­ 
ta de Nossa Senhora do 
Círio de Nazaré. No Rio 
Gru.nctr do Sul, no ex­ 
lrnmo oposto, existe a 
eidade de Belém Novo. 
Com o nome de Na­ 
zaré. hi,. várias cidades: 
no Rio Grande do Nor- • 
te, Bahia, Acre, Piauí, 
além de Nozaré da Ma­ 
ta, em Pernarr.buco, e a 
Nazaré Paulista. 
Por fim, em Goiás. 
existe a cidade de Nati­ 
vidade e no Estado do 
Rio, Natividade cte Ca­ 
rangola. 
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Mensagem 
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Oferecerá Dentro de Alguns Dias, Moderna Técnica de Balanceamento de Rodas 
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BILR CEftMENTO DE RODAS ELETRÔNICO CIJJll 
2+DOIS) II?OS DA DZSZQUIJ3IO ZISTAM " QUZ DZJAM " SR ZLJJADOS ZL05 )ALANICZAIZ31O 
ALA QUZ 20'$A4 031± UM 2±07)10 6)M A5 30A 
Diferença Entre Balanceamento Estático e Dinâmico 
1º) - O Desequllibrio Estático Leva as Rodas a Saltar, Isto é, Menos Peso " Em uma Parte da Banda de Rodagem" 
2)- O Desequilibrio Dinâmico Faz as Rodas Cambalearem, Isto é, Maior Peso " Em uo1 dos Lados da Hoda " 
1 
i 
'. ! 
CONSEQUENCIAS: 1°) - Perigo de Frear 
3%) - Desgaste Irregular dos Pneus 
DOIS EXEPLOS : 
1) - Um desequilibrio Estatico de 30 Gramas à 100 Quilômetros por Horn, Corresponde a uma Fortíssima :'Jartelada 
~ll) - Vibração na Direção e Dificuldade de se Manter c Veiculo na Trajetória Exata Indicam Desequilíbrio Dínúmlco i 
2'') - Trajetória Errada 
4%) - Defeitos Da Suspensão 
e 
5<?) - Vibração do Carro 
# 
G 
Normalmente se Deve Balancear à Cada 100 Quilômetros 
QA)D0 ALA)C±A3: 	OU 
Sempre Que Trocar o Pneu ou Notar Alguma Irregularidade 
CJ AL LEMBRA 
Os Freios Param as Rodas.mas ião os Pneus Que Param o Carro !!! 
« 
%TE. MM FREI. 
, Yéspern de Na­ 
tal nu França, durante 
o periodo medieval, era 
dia de grande jejum e 
mortificação, que termi­ 
nava com a grande ce­ 
ia. A mesa era enfeita­ 
da com ramos de louro. 
Mas antes de sentar-se, 
a familia procedia à 
bênção· elo fogo, sim bo­ 
lo de Cristo, a Luz ver­ 
dadeira que ilumina o 
mundo. 
O fil11c, caçula reci­ 
tava uma singela ora­ 
ção, repetindo as pala­ 
vras pronunciadas pelo 
pai. Ele pedia que o fo­ 
go aquecesse os pés en­ 
regelados clús órfãos e 
dos anciãos enfermos; 
que iluminasse e uque­ 
cesse todas as casas do 
Reino francês e que ja­ 
mais os incêndios des­ 
truissem as hab:tações 
nem osnavios, que nave­ 
gavam em mares longín­ 
quos. Após a ceia, to­ 
dos cantavam velhas 
canções de Natal. e à 
meia-noite, quandos os 
sinos começavam a to­ 
car festivamente, todos 
saiam pi asssistir à 
Missa. 
A noite de 24 p 25 
constituia uma verda- 
Hamilton D'Avilo 
deira festa que se pro­ 
longa va até alta ma­ 
drugada. Os mendigos 
podiam esmolar com 
mais insistência, e eles 
também entoavam os 
tradicionais cânticos nu­ 
talincs. As crianças das 
janelas atiravam moe­ 
das de esmola dentro 
de popéis ou pequenos 
lenços coloridos Pi que 
fossem logo localizadas 
nu alvura du neve. 
No dia 26, se consu­ 
mia o "pão de St Este­ 
vào", uma espécie de 
panetone, sobre o qunl 
se colocava uma coroa 
de louros p/ lembrar o 
martírio. 
Em geral, os presé­ 
pios contavam com fi­ 
guras vivas, transfor­ 
mando-se em verdadei­ 
ros teull·os. Na região 
da Provença, se entoa­ 
vam os mais célebres 
cânticos de Natal, nos 
quais os atores que re­ 
presentavam os anjos 
cant.uvum sempre em 
. francês e os pastores 
em linguu provençal. 
«.ABIM> 
Na granJe maioria 
das nações ocidentais. 
o Sto. Natal é comemo­ 
rado com a maior ale­ 
gria . e liberdade. ilas, 
há povos ocidentais que 
não celebrarão a gran­ 
de data. senão nas cata­ 
cumbas. Referimo-nos à 
infeliz ilha de Cuba e u 
todas as nações cristãs 
que gemem sob () tacão 
soviético, atrás da "cor­ 
tina de ferro". 
Dentre as nações 
subjugadas pelo comu­ 
nismo, uma das mais 
sofridas é certamente a 
católica Litu!inia. Do 
livro «Maria, salvai-nos», 
traduzido e publicado 
na Itália, reproduzimos 
a seguinte pungente O­ 
ração de Natal, compos­ 
ta por quatro crianças 
lituanas, deportadas pi 
a Sibéria. Essa oração, 
em forma de poesia, 
traduzida p/ o portugues, 
evidentemente perdeu a 
rima: 
"Com os lábios enrege­ 
lados, 
com lágrimas nos olhos. 
atormentados pelo de­ 
sespero, 
prostramo-nos diante de 
Vosso presépio. 
O Divino Menino, acei­ 
tui as nossas súplicas. 
Aceitai o nosso tormen­ 
to nessa tristeza 
Recebei o sacrificio dos 
heróis, 
as lágrimas dos nossos 
queridos, êlS orações 
as preocupações pene­ 
tradas de dor! 
Conservai-nus todos p 
um futuro melhor. ' 
Concedei ;, felicidade do 
Paraíso 
aos caídos em terra es­ 
trangeira. 
pela fadiga e pela fome. 
Flavio Braga 
Pelos méritos de Vossa 
antissima Mãe 
e de todos os Santos. 
tende piedade de nosso 
povo. 
Com o coração partido 
Vos imploro: 
• abreviai os dias da du­ 
ra prova. 
E se é necessário 0 Sa 
crifício. 
pedi-o a mim. Sómente 
concedei-me a fortaleza 
e a coragem dos márti­ 
res. Amém'. 
«ABIMA» .- 
lia e lssi " Itihuna b mmteina " 
O JORNAL

du 
 
1 ';,.: 1: ,, • • '. 1 : ' ,, j 
tu. hzat do que Ia D0 CO- 
uao dos IHonen de Boa 
'ou+ade Em ome J)'l,J ', 
)ensejamos a Todos 
05 nas0 a±igo 
C'l!tllle .. é 
Jornece!ore 
Ulll 
ii 
Feliz Natal e um Ano i !ovo Pleno cl~ 
Realizações Matriais e Espirituais. 
,, 
1 
dl 
t' 
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/ 1 . 
l 
l 	' 
: 	( ese:o de 'nos D)edas AGii!I ETOR i 
l ! 
►l
1
--- -=:.:::_- __ --- -··- • -------- -~=====================•I<(
1=====================
1
::J 
.) l( 
l 
Cue o exame retrospectivo do Ano que passou comproYe 
o mais positivo dos Saldc>s. Que as primeiras r,rospecções 
no Ano que vai entrar induzam as previsões mais otimistas 
em todos os sentidos. São os nossos votos de feliz Natal 
e um Ano Novo pleno de realizações. 
.J 
Ranolfo Pereira 
l 
Prefeito Municipal de Gula lopes da Laguna 
- - 
r.,:y--. 
i.,:J...,_.,_, 
À Ter.1o d 1 9	7	5 , e n lniar d e 	1 9 7 	ó , 
a todos que nos deram apoio, cola­ 
bora:ção e prestigio, desejamos 
=======x======= 
vE!>UTADO Hora:i1> Cerzósimo

Mensagem 
# L01 IuESÉ 
MIIRIR ISIBEL JACQUES 
Hua Duque de Caxiai- n. 1323 
3214 )13124 
C.G.C. ( M. F. 1 
Toei dos 
0:1.20:!.o:wooo 1 
Roupas Folias - Chapéus •· Sombrinhas 
Vestidos • Calçados • etc. 
Desejam, à seus clientes e aruigns um 
a:íEl!.O~ IN6: íJ 6:1!. 
-- _rn,·- - 
e próspero 3)0 3)O/O 
-B'.s 
% 
1 
1 
ro:~:=======~=- =====<========~ 
Neste 
1
ATAL medite no sacrifício do Meigo 
Rabi, e no mistério de sua vinda para 
redimir os homens. Fraternidade e 
Igualdade, para todos e que a men­ 
sagem de Nazaré se transforme numa 
oração diária, são os votos àe 
,NDHP. TADEll OCUll'O:­ 
Prefelto Municipal de Caracol 
Encontra-se à venda ua Ranca de Revista do ·Gasco" 
Ao lado do Cine São Cri tovão 
APURAÇÃO PARCIAL 
as PERSONALIDADES 
DO ANO DE ELD ~s,a 
- 
E EG O 
Os Dez Mais é uma prdmrçúo da Tribuna 
e vlsa apontar as Persunalldndes e Organizações 
malN populares em Bela Vista e rel-{iüo. 
As apurações dos votos e publicação fürnl 
do,; escolhidos, sairá na primeira edição de janeiro. 
Os escolhidos receberão um bt>lis11imo 1ilploma. 
Proflsslanals Liberais 
Advogado- Ké,io Lourt'Íru Pinlwiro 
;Jé<lico - Dr. Hohaval Bor~e• 
Pecuarista Atanásio Gomes de Melo 
Dentista- Dr G.-rnlclo Ho,a 
Econo111i,1u Dulio Co,1a 
ProfeHor (a) -- Claude l,·<lt'iro• 
Jornali•lu - haldo l't'rtira 
Contador - Julio Ara,hiro 
V elerinúrio - 01!1 io Loureiro Filho 
(Bela Vista) 
!Bda Ví,ta) 
( U,·la  Íslu) 
(Ela i-ta) 
(Jurdim 
11,•l,1  i,ta) 
(B,•l,1  i,la) 
(Jardim) 
(ll.-Ja Vi,lu) 
Polltlcos-Adminlstrotivos 
l'rd,·ilo du H .. i:iào Su.Jo,.,1 .. •- Li,·l llrum J:11'1JIH'' Uonilo 
Vereador Pedro l'al111ini 	(l!t' a '.i-la 
Dirigente de Empre .. a - ::n 1uri de Oli,t"ir.1 Juu1,,r J.irJi,n 
Diretor(a) de Colégio Ilza tarnriro Homeiro ela Vista 
Dirigente de Futebol Jo-é Gluey Floe- Bela li-ta 
Gerente de Estabelecimento Bancário- Aug-to Guede- 
Uanro ,lo Ur:r, ri • llt·la  ,. i:, 
Secrclúrio luni<-ipal 1!'rdri1urn,) • Em 111,lo B.irho-a . ]Jrd.rrr 
Deputurlo E,tadnnl - llul11·11 Fi,.u,·rio 
Depu1udu F,•drr,tl - L 1,,ii,lo B.;rÍ'111 
DirÍ;.!t'lltc l'nrtitlúrin Fitiri lurano .rc·ua B.  j .. f.t 
Dirigente de Entidade de Cla-- .,. - Jat·in'o Iir.,ndu B.  1· ;,1 
Club,· dr S,·rvi~o - Hotnry Clnh d-, B.  i-1a 
Comércio 
Eletrodo111í·-1ic<>- - )16,·-,i• De!La 
~luteriul pi Consiruçõ,·- - Ca,a Sudot·•lt• 
Furmácia - Modera 
Casa Especializada e Tinta- Ca-a das 
Ponto de Tai o 3 
loja de Tecidos Ca-as Pernambucanas 
Loja de Di-os-- Moveis Delba 
Luj11 ,lc: ,lulrriai-. E,_portÍ'o~ - Ca ... ,a Aparecida 
Hotel - llntl'l dos  injau1,·, 
Auto Peca. Casa Primavera 
Gráfica - Trihuna da Fr ontt·in.1 
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Guia Lope- da 
Lsganva 
l:Sr1J  j .. t:i 
l itlla, • 13, la  i-la 
Bela Vi-a 
ll,-la i-ta 
J.,n!im 
li. 'i-ta 
li. 'i-ta 
B.-la  i,lll 
IJ,·la 'i,u 
D·la i-ta 
Outras Atividades 
Hudinli,10 - ':rlério Penha 7.p•2.1 
Grúfi-.,~o - Atluir Anicc,o 
Clubc E<porti, e - Fbnu·n••o de l.Jt:la 'i-la 
Clube Social Gremio P·à,, H afino 
alo de Cabelereira- Hamona • 
Empresário mais Destacado Amauri de 
B,lla i-ta 
1:.1.:la  i-ta 
B.  i ta 
B.  i-ta 
Oli'<·im Jardi111 
Poro Sorteio d~ 10 assinaturas anuais 
Nome Completo <lo L,·itor 
Endereço .... -··- . _ 
Continuação 
IVA !EXPOS!Çlltli llGIUD PECUÜRli 
13. F,·rnanclo Dias de Aud.rade: 
1 
Hc• 
cibo de 18.ll9.75 	• 1. J00.00 
11) • Fábrica ,le Gelo Polur: N. ,le clt·•· 
pesa de 31.07.75 	260,00 
t'.'",) • Nurci-.o Ortiz: Hrc·ihuo; n.o: 39/75 
51/75 • S5l75 
16) • 'icior Pruzo: Ht·cibo 11.0 87175 
I7). T&reio Celestino Gonçalves · 
ReciLo 11.0 85175 
18) • Honií1kiu Rodrigut•• An1u1w< 
lleciho d" 30.07.75. 
19) • Dácio Cuhral da Sihu: H,·~il,o 
n.o 60175 
50) - Joaeyr Marques Moreira • 
Hedbos n.o 67-75 68-75 
51) • André Grance - Hr,•il,u n.o 76/75 
:i2) • Srn-ro Ferreira • Rr,·ibu n.n 61/75 
5:1) • lljalm:1 Silw,trc, F,•rnurulr,: R,·,·i• 
bo n.o 57/i5 
5)- Jolo Figueiredo - H,·,·ihu 11.0 6117.> 
55) - Nicolau Ferreira: lecibo n.o 65/75 
56] - flnroldo d,· Va-,·on,-.-lo; Pinlu·iro: 
250,00 
2.500,0o 
2.500. 00 
7oô.oo 
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1.ooo .. oo 
Uoo.ou 
l.lon,uo 
150,00 
Lo,oo 
Hecibo, n.o 18175 • 6916.5 • 91/75 15.oou.oo 
93175 9 lli5 • 98/75 	6o0.0o 
57) • Armnncln Hazime - Recibo n.o 70o/75 156,0
0 
SB) • Waldir F,·rnundc.: Rcdbos n.o ' 
. 71/75 72175 	600.uo 
,>9) • Ruhrn, Pnd Lope,: Ueciho n.o 7-1/70 H.600 uo 
60) • 'i~tor Pt._•nzo: Pura compra de cana, 
capim pagamento dos trabalhado- 
res da forradeira:- Recibos no: 26/ 
75 '!.7175 16175, nns. 7817., ra.9sz.,.,, 
6l] - Reinaldo _Campos Azevedo: Recibo 
de o5.o}.G5 	Soo,0o 
62]- Antenor Pares de linrro, . R.-,·ibo 
n.0 38/75 	loo ou 
63) - Adnir Canteiro: Ht•c;-ihos no.; -ln/";:; .. 
50/75 - 5li 75 	250 00 
IH) - André Fleitas: Recibo n.o ' 
33,'75 	100.00 
Continua no próximo número 
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T8UNJA D 
FRONTEIRA 
9 JURNDL 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,50

Mensagem 
. 
+ 
-:,. ,. , 
--- 
,_. 
o futuro. De E-pírito aberto. 
Com hoa vonhde. Construamo-lo,; agora 
segundo o melhor projeto, debaixo dos 
mais altos iofluxm; com a njuda de Deus. 
Eles serão rundes e sólidos, ão os 
n050 V0t08, 
Câmara Municipal de Jardim 
Presidente - Edrilson Hrum Escobar 
Vice-Presidente - Fausto Peixoto F. Giralde 
Secretário - Zauri Bartolino da Cruz 
Vereaclores - Paulo Nogueira - Ernesto 
Lancia Caldas - Adelino Prates Lescano 
e Rômulo Ramon Yarzon 
o 
... 
Zouri !3ortolino do Cruz 
Edmllson Brum Escobar 
Na agilnçilo cln vi­ 
da moderna, o Natal 
nus faz lembrar quase 
sempre presentes envo!­ 
tos em papel colorido, 
troca de cartões de Mo­ 
as Festas, mesas abas­ 
tadas, com muitas bebi­ 
Jns, etc. 
Mas, Natal é isso? 
Aliás, isso é Natal? . 
Houve. é forçoso re­ 
conhecer, uma Inversão 
de valores, resultado da 
crescente dessacraliza­ 
ção da vida. Para al 
guns, Natal se resume 
numa festa de crianças 
co?1 ão Nicolau, gulo­ 
setmas, brinquedos, bo 
necas, bicicletas e ou­ 
tros presentes vistosos 
e sempre caros. Para 
outros em número 
cada vez maior - o Na 
la é um simples pretex­ 
to para se fazer uma 
grande 'resta, materiali­ 
zada e embrntecida pe­ 
la ing,:stiio de muitos 
alimento,; e bebidas. 
Quem não terá vis­ 
to, na !eslu de Natal, 
ente rindo, aparentan­ 
lacto u:na grande sa­ 
'isfaçüo? Mas tais pes­ 
oas pseudo-alegres não 
se enganam nem a .si 
mesmas: um tédio. uma 
mortal frustração lhes 
domrna a alma. ta ra­ 
zão direta com que em­ 
panturram o estõmago ... 
No dia 25 de dezem­ 
bro, após o lauto almo­ 
ço, a tarde apresenta, 
uitas vezes, um ar pa­ 
chorrento, tedioso. abor-­ 
recido, que se torcia 
maior pelo calor que 
costuma fazer, na época 
de fim de ano. 
Já observei pessoa 
que passam diante de 
piedosos e urtisHcõs pre 
sépio,:;, e rEoferindo-se à 
figura do Menino Jesus 
posto entre as palhas. 
exclamum: " Que engra­ 
çadinhu!. ·.." Parecem 
assim, resumir nessíl 
frase tüo banal ·toda a 
noção que possuem­ 
ou que lhes restou - 
da vinda do ilessias ao 
mundo PÍ a Redenção 
da Humanidade. 
Já se transformou 
até em cha,·ão consi<.ie­ 
rar que o "Natal é uma 
festa de familia". Nisso 
reside apenas uma par­ 
te da realidade. O Na­ 
tal é uma restu do es- 
. Silva Melro 
pirita em primeirissimo 
lugar. São Gregório, que 
viveu nos primeiros séc. 
da era crisuí, costuma­ 
va chamar o Natal de 
·'nossa alegre primave­ 
ra". 
.Comemora-se o nas­ 
cimento do Messias com 
refeições· especiais, tro­ 
ca de presentes, cartõe . 
cumprimentos. visitus a­ 
legres, ele. tudo isso é 
bom, desde que não se­ 
jam meros exterioriza­ 
ções de uma celebração 
pagã, que afoguem o 
verdadeiro espírito reli­ 
gioso ela grande data. 
Pois. como canta u­ 
ma prece litúrgica: "Ho­ 
je, p_l nós, se dignou 
nascer da Virgem o rei 
dos Céus. p/ restituir ao 
homenr o reino celesti­ 
al". Nüo percamos de 
vista a luz da estrela 
que nos conduza, como 
aos Reis 1lagos. até 
Cristo que se encontra 
no regaço de Sua Mãe, 
a Virgem Maria, conso­ 
ladora dos aflitos e re- 
fúgio dos pecadores . 
PRIMEIROS MATAIS 
O BRASIL 
A primeir,1 comemu 
ração cio Natal em ter 
ra brasileiras data de 
1549. A informação ofi 
cial procede do Parire 
Manuel da óbrega. sa 
cerdote jesuitn, um dos 
fµnda-lores de São Pau 
lo. Ele escreve de Porto 
Seguro, <lutando 1.1 carta 
de G de janeiro de 150. 
"Ne'ita festa ele . No tal, 
eonfessamos muita gen 
te. por graça de Deus". 
Outra rel'erência pio 
neira data de 1583, do 
Padre Fernão Cardim. 
igualmente jesuita: "Tive 
mos pelo N'atal um devo 
to presépio nu povoação 
(Rio de Janeiro), onde 
algumas vezes nos ajun 
távamos com boa vonta 
ele e devota música". 
Naqueles idos herói­ 
cos tempos de desbrava 
mento, o célebre Parire 
Anchieta escrevia um de 
seus poemas, dedicados 
ao Natal: 
·'Finalmente., ó )lüe 
Santíssima, 
desfeita a grande meada 
dos séculos, soou a hora 
César Gouveia 
feliz do teu parto, hora 
por ti suspirada com to 
dos os frêmitos de teu 
pdto: Noite rtagruda. 
a úniea mais clara do 
que o clia". 
Pode-se asseverar. 
com egurança, que a 
resta do Natal no Brasil 
nasceu e se propagou 
em torno do presépio. 
armado com minúcia e 
cuidado, fo SP. ele com 
posto de ><imples pecas 
de barro ou de arlisli 
cos entalhes de maJeira 
E assim, permanece 
até hoje o Brasil, trans 
corridos mais de 400 a­ 
nos. a tradição de uma 
série de festas. que vão 
rlesde meados de dezem 
bro até 6 de janeiro - 
dia de Reis - centradas 
no mistério da Encarna 
cão do Salvador da hu 
manidade. (ABI) 
Tribuna da Fronteira 
O JORNIIL

li, 1,  i-ru. 21-1:!,i.í 	Men$0SCl 
li OLITíÍRIO 
Alteylr Alencar 
Vinha a passos lentos, cabisbaixo. Parece 
que contava os passos na calçada da rua cheia 
de ente. Em frente a um bar, purou. Olhou pu­ 
ru os dois lados da rua . . . entrou. Sentou-se 
11 uu:a m1,Ha num canto tia !laia, afrouxou o laço 
da gravata, desabotoou o colarinho. 
- Garçon, por favor, me truz aqui uma Brah­ 
nrn ostúpldu mente gelada ! 
- PolH não, cuvalheh·o 1 
Euqunnto bebia u cerveja, com interessarile 
i,;er!'11ldude em melo à ugilnçüo clrruudnnle, ob­ 
Sl't'vavu o vnl-e vem humano, com o olhar per­ 
dido uo limitado horlzonle delimitado pelo outro 
Indo da rua. Tinha nos olhos u trlPtezu incerta 
de quem enxe1·guvu uma coisa e pensava em ou­ 
tra. 
- Faz favor, garçon, traz outra ! 
Fazia calor. Era natural que fizesse, se está­ 
ames numa segunda feira ensolarada quase sulocante. (rgueu a 
vista e cousldernu, por Instantes, um ventilador 
suspenso do teto. Acenou com u cabeça mostran 
do que pensava com seus botões: ludo girn nes­ 
te muuclo .. , Inclusivo o próprio mundo glrn. 
Alguns freguesPs, nn mesas próximas, pules 
travam gesliculauclo. Outros, entravam, pediam. 
bebiam em pé no balcfio, e partiam. Pessoas a­ 
pressadas chegnvum, compravam cigarro , pngu­ 
vum e se afustavam numn conduta automática. 
O rapaz de olhar perdido e triste pediu um 
pedaço de papel ao gurçon. 
- Só tem papel· de embrulho ! 
- Serve ! 
Tomou de uma canela e tomou mais um co­ 
po de cervein. Retirou ele sua carteira de eédu­ 
las umu fotogrnfia de mulher. Acendeu 111,i um 
cigarro- a fumaça subiu em aspirais e logo se 
desmnnchou por fo1·ça da corrente que suin do 
ventilador -. Olhou demoruunmente a loto e põ- 
1 
la de volta na curteim. Pensou um pouco e es­ 
creveu no papel de embrulho: 
Penso em ti. Margarida. E into da ulmu 
Fugir, chorando, a própria mocidade. 
Meu ,·ulcilo Interior demora em calma, 
Mos pulsa dentro de mim, com intensidade. 
Vejo teu vulto em meio à densidade 
Desta população nervosa e incalma. 
Sinto falta de ti. A dor me invade. 
Oh! Vem trnzer-me da alegria a pnlmu ! 
Mulher, surge entre as sombras do meu sonho, 
E expulsa o pesadelo tão medonho 
Que lauto me atormentava e me apvora.. . 
Liberta-me da dor e da desgraça : 
Teu amor, é o punhal que me atravessa, 
E teu desprezo é a dar que me devora ! 
Leu o soneto. Releu-o algumas vezes, fazen­ 
do ligeiras correções. talvez para ser bem cor­ 
rente com as suas idéias. Assinou, logo abaixo: 
Jose Mavignier - Poeta, Advogado e apaixonado. 
J havia cinco garrafas vazias sobre a me­ 
sa. Um ciuzeiro fedorento estava cheio de poutus 
de cgarros. 
- Me dá a despesa aqui, rapaz ! 
Abotoou o cohlrinho, refez o uó da gravata. 
Guardcu o papel de embrulho no bolso Interno 
do paletó. Levantou-se ao mesmo tempo em que 
•·ecebia o truco. 
Na rua o mesmo formigueiro humano, o mes­ 
mo corre-corre. 
Indiferente a tudo, olhou pa, a os dois lados 
da rua. Meteu as mãos no bolso e saiu lentamen­ 
te, cabisbaixo, contando os passos na calçada 
no mesmo sentido em que vinha qutLndo entrou 
no bar ... 
e 
Bela VJ&la. (l'I'.}, 
15 12 75 
A vezes a gente 
diz: Mas que Chato.... 
As vezes a gente diz is- 
D 
so, sem mesmo uté, sen­ 
t!r o peso dessa peque­ 
nina palavra. 
De a<:orrlo com o 
"Pequeno Oicio11ú rio ela 
Lingua Portuguesa", eh 
COMEI'MAL 
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"Agradece a preferência" 
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Bonito • Mato Grosso 
Iii 
10 
Ly ... 
to quer dizer: Liso, ·PIa­ 
no, em relevo, e outras 
coisas mais. 
Sabe mesmo o que 
que quer dizer chato? 
chato é a gente ter o 
namorado ou a namora- 
da da gente e ter rle 
passar longe dele neste 
Natal. E as vezes u gen 
te até que tem vontade 
de estar perto dele, dar 
aquele abraço gostoso 
como só dois apaixona­ 
dos abem dar, e dizer 
num sussm·o: Eu te Amo. 
Chato, é a gente 'ter 
a mãe da gente, ter o 
o pai da gente, ter von­ 
tade de abraça-los, dese 
jar-lhe um pouco, da 
imensidão que eles nos 
desejam diáriamente, e 
não poder ir, por algu­ 
ma circunstancia que a 
adversidade do cotidia­ 
no ncs impõe. 
Chato, mesmo, é 
quando a gente não tem 
o pai da gente, é .quan­ 
do a gente não tem a 
Mamãe da gente, ou a­ 
té mesmo nem chegou 
a conherê-la, sentir o 
quanto é gostoso ouvir 
a doce palavra -: Meu 
FIiho! às veze , a gente 
nem teve o divino pra­ 
zer de pronunciar as 
doces palavras -: ''A 
Suo Benção, Momãe!1ssu 
é que é chato, meu ca­ 
to, meu cara. E às ve­ 
ze um filho fala, grita: 
responde, insulta, a sua 
mãezinha. (só damos 
valor a alguma coisa 
depois que perdemos). 
Outros. clamam, lem­ 
bram choram. blasfe­ 
mam, detlcabelam-se e. 
entre soluços, dizem: 
Perdoe-me, Senhor, por 
ter, por instantes, revol­ 
tando-me com as Tuas 
sábias decisões! 
. Outra coisa Chato, 
e a gente ler, ou me­ 
lhor; pensar ter filhos' 
ma que a verdade já 
os perdemos há muito. 
• E a gente vendo aumen 
lar sempre a saudade 
e a esperança de que 
ao menos o telefone to­ 
que, nem que seja na 
hora derradeira, e nos 
dê a anistia de tudo o 
que passou nestes casos 
imenso, frio e tliste. É 
aquela dor_ atroz que a 
gente vai sentindo e 
nao conta a ninguém 
é aquela vontade ·d°e en~ 
contrar, abraçar, dizer: 
Fehz Notai, Papai! Feliz 
Notai, Minhas Filhas. 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,50 
, ' 
l

- 	--------- ---- --- -~ 
1_,__;_,_1_:_i,_1_1.,_-.-_.-, 	~ O_p_;_n_iô_~o 	~---- 
DLER 
za 
,., 
Sr: Lendo o edilorinl 
1J,, hoje, ;!:J de 0ulubro, 
,,olJ n lilulo '· Um Apelo 
,111 1!01:1 ::ien!lo de Gover 
11unl<•s o Governados ", 
re,olvi PHCrever-lhe parn 
r!izei· qu•• nüo HOU nem 
ingénua nem engajada, 
uµeuus umu mulher ma· 
,lura, com mais rle 4:í a­ 
nos, cusada, rnfü• de cin­ 
co l'ilhos, muito vivilla, 
atuulizada, nem eu I ta 
tll"lll lncullu, apenas uma 
niàe ulemorlzada com o 
curso dos acoutecimcn­ 
te5. 
Sou leitora assiduu 
d1i JT e admiradora in- 
c 1ndlcional du linha se­ 
guida pelo "O Estado de 
io Paulo". Porém, sou 
• una das muitus mães a­ 
llitns que viu seu filho 
ser doutrii,ado durante es 
tes últimos quatro n uos 
t faculdade sem nada 
J,oJer razer. 
O doutrinador é um 
homem conhecido, na ci­ 
dde onde meu Hllw es­ 
tucla, como comunista, 
trt>inudo em Cul.Ju e na 
l{ússia. Durante estes a­ 
vs teve livre acesso u 
raeuHudes e ts repúlJJi- 
1'as estudantis. Assisti ú 
mudança de meu r i 1 h o 
ciia a din, sofrendo sem 
nada poder fazer. 
Ele recomendava e 
<'r.·prestrivu leituras Mar­ 
xbtas aos jovens. lncila­ 
Ya-os a viajar para o 
l'h!le, Peru, pura ver pes 
, oas e coisos mitis de 
Perto. Sei que hoje meu 
!ilho e mais uma dezena 
ce rapazes tem seus no­ 
tes registrados c o m o 
subversivos, e eu 1 h e s 
PPrgunto: De quem é a 
<·ulpa ? Esse homem se 
roeitava de rapazes, 
1:1teligentes, curiosos e 
t"mtestadores, menlalidn. 
des em [urmuçüo. Rapa­ 
:r.::s contestadores pela 
idade e pela curiosidade 
te coisas novas. Todo 
t::1iversltário já o é por 
t u.tureza. ile preocupa 
uito o futuro do meu 
rilllo e dos outros jovens 
doull'inador; por esse ho 
me111. 
Soubemos que esse 
bomt>m foi preso agora. 
como dizem os Sl'uhores. 
na calada da noite. Ago 
rn, pergunto outra vez. 
é esse individuo clandes 
tino ou n:1o '! 0lj i:;c11ho­ 
rei- ritlum l:iíl susto e a­ 
flições. Em susto e afli­ 
ções vivemos nós. mãe~ 
desses jovens que esti­ 
vernm o estão sendo dou 
trinados duruntt todos e 
ses anos. por esse ho­ 
mem, que andava impu­ 
ne pela cidade. Quantos 
homens não andavam im 
. punes por ai, duranlt• es­ 
ses anos. fazendo u ntPS 
ma coisc1, a'prnveitnndo 
as mentalidades em for­ 
mação cios nossos jo­ 
vens ? 
Acho que us autori­ 
dades até eu:::tarnm mui­ 
to a prender essas pes­ 
soas. que E-Pmpre procu­ 
ram faeuldarles. onde há 
rapazes bem dotudos in­ 
telectualmente, para ne­ 
]Ps incutirem idéi:rn sub­ 
Vli':-sivus imporl/Hlas de 
outras nuções. E preciso 
que tanto o i1 D B como 
a ARENA fiquem de 
olho atJerlo, pois a in­ 
filtração continmi. On­ 
tem eles procumvam o 
l ilDB. que eru a oposi­ 
ção e por isso mais l'á­ 
cil para se infiltr:irem. 
J!ns, onde estari'lo esses 
homens amanhã. e nos­ 
sos filhos, o que ,;erá do 
rumro deles'? Terão cb:i n 
ces do seguirem na vida 
trilhando o caminho cer­ 
to nas suas profissões 
por um Brasil maior. u_m 
Brasil nosso, onde nuo 
haja mais polilicalha, 
mas políticos que pen­ 
sem em nosso pais. sem 
precisarem buscar exern 
pios lá de fora. mas a­ 
qui mesmo, como ,lúlio 
de ilesquita, um homem 
de oposição, um homem 
füme, nem por isso dou­ 
trinado por homens trei- 
T 
nados em outros paises'? 
Espero que essa caI 
ta ~eja plll>llcacla. poli; 
muitos pais alheios a on­ 
de SCll'-1 l'ílllll8 vilo e CIJU) 
l(Ul!lll audam, pos',au1 a~ 
sim ficar alorludos e <lC­ 
us filhos, +e possivel, se 
ainrla não eH!iverem dou 
trinnclos !lem fichados. 
possam fi(•r salvos. para 
couduzirem essa Nacflo 
a uma completa demo­ 
erntizaçflo. E preciso que 
u OSa geração não «e 
p,;queça que esses ui­ 
Ycrsitários seriio 110 fu­ 
turo os homens que iriio 
eoudUl,ir o nosso l'uís. 
Tudo que escrevi e 
verídico <· todos sabem 
como urr.a m,1e ou um 
pai é import:rnte junto às 
idéias de seus rilllos, que 
jú i:;c juigam aclultnis. po­ 
rem são ainda jovens i­ 
nrnturos em mflos indig­ 
as, Só não as:-.iuo meu 
nome por motivos óbvi­ 
os, porélll. como a liuha 
desse ,Jomal sempre pu­ 
blica o que o l('ior es­ 
cre,·e, espero ver nos 
próximos dias pelo me­ 
nos uma parte dessa mi­ 
nha carta transcrita no 
,J ornai, pc,is as im µode­ 
remos alertar os pais be­ 
nev0lentes e menos avi­ 
sados. 
De uma miie com n 
coração arlilo e aos pe­ 
daços. 
Artigo publicad:> no "Jor­ 
nal da Tarde" de São 
Paulo 
o [J!'Oll)PJJ:.t (
1
:t"> d!') 
as se agrava, cada vez 
mai ·, em tolo o IJlUndo 
trazendo sérias preoctu 
paçõs aos governos 
aos educadores e ás fa 
mília:,;. 
No Brasil. o proillc 
ma dos PntorpeP!.'Ul('S (, 
de µalpitar:te :itualid:!de 
e já assume lamentuveis 
c:arru:teristic•u,: soeiaf1-. 
Nossa juventude é vitima 
inPxperiente rlc> tralieuu 
tes inescrupulos e o5 r? 
flexr,s sociuh- (lo,: male 
fieios da toxicomania se 
fazem St'nlir em quulquc-r 
parle e n:1o só nus raI 
,tes <'idades. Eu lt .- JJói-. 
a incide::cía maior 1Jiz 
r<>speito ao uso da mna 
c<,nlia. 
Em relação ao pro 
plema das drogas, alguns 
pontc,8 devem. cJ.., iLil'io 
ser Psdarecidas. 
a - Em primeir'l lugar 
cumpr>' notar que n,'io 
se truta. corno muitas 
vezes se pretende isl 
nuar. de um prnl.Jlema 
exclusivo da juventudP 
O prnblema é muito 
mais vasto e abrange 
também os adultos. 
b - O problema é mui 
to complexo, envolvendo 
Yários a:=-peetos que me 
recem o estnrto e a re 
l'lexüo daqueles que prn 
curam t-olucioná-lo. Es 
ses aspectos s?o de na 
tu reza cie n lírica, social 
educueional, lel!al, politi 
ca, preventinL, repres~i 
va e. de recupei-açuo. 
9R. V0..E3 S. ±23E4.7% 
Médico - Veterinário 
rnamco: C%a n.o 10 - Vil~ Wlilar 
Wl! SI NAIO GROSSO 
1 
r· (l I f }l.!1 H'lil 11 :!,I 
matéria com objeivida 
(l(• 6 ll1l1!l(1 d!IJf'il l'lll ) 
tude das detele teias de 
t•,!;,i{í•,trcu:,, d· HJ'l'll('Í l 
de ur- notnenclatutu 
uniforme para todas as 
nações e de uma lei»la 
(,:fio Ílll(:H'ílll<'ÍOll,li, f/111 !'l 
palmente no (JlH' diz res 
J,eilo n, eolltralJando. 
Se a CDlo<'U(,!IÍ<J do 
problema apresenta dili­ 
euldades especiais, o eoti 
bate às drogas se recet 
te dessas mesmas dii­ 
culdades e exige cuida 
dos puta que possa 'T 
eficiente e p que alcan­ 
ee, realmente, szus obje 
tio. 
.lg-uu:- porrlt>s rle 
vem ser observados. 
a - , 1-,1 heclori:.l pnpu 
lar afirn1:t que (• inelllor 
prenmir úo que é re­ 
mediar. Isto vale, de to 
do especi,d para a lula 
CO!ltl'a ():-, tú:<it:O~. , 
ação preYt'lllÍ'J é St'lll 
pre muito mais proveito 
a do que a aeüo reprei-, 
,-:j'á. 
b - O problema das 
drngas é. an!e~ ·:e tudo 
um problern:.i su<:ial e 
como tal deve ser tra 
tado. 
,. - E importante ei­ 
tar todo sensacionalismo 
nus C'ampan!,a-; ct,rr:r.i 
as drogus. 
d - Os programas para 
rJHusilo nos Ieios de t:O 
municuçüo de massu de 
vem ser objetivos bem 
definidos e devem ser 
adequa<los ao µúblícri 
que deseja a tingir. Qual 
quer dramaticidade e qual 
quer exagero uas iufor 
mações divulgadas po 
dem suscitar curiosida 
des perigosas ou descré 
dito pura a própria ea m 
panhu. 
(Continua no próximo 
TJ.úmero) 
/' 
't'~,X-)i<-~><-:x;x-x,-,,,::=-x•><>.l::-XC;,>::,~-""-)'c:;•::.;(-i>!,(-== >'<-->.<->-<->'<=>-<'s><,,><==~ -><->.<·Xc><-><-><->G><->.(;X-><, XK>< X-><:><-><-><, X->.<'><- ~ -X, X•X-X, * 
±SEl. SR F 
 
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1), 
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1. 
1 
·, 
Lanches, Bebidas em geral, Sorvetes '.liudezus 
Hotd ::i.io Francisco • O Tiot,'I ila Cidndc• - :rnhicnLe Seleto 
Açougue VENCEDOR 
Hora 
e Bijout.erias ... 
··A1cndido rdv- 
' -· Atende-se 
"Organização Bonifácio Jaqu.et e Filho" 
Avenida Eugenio Penzo 44 - Antonio Ioào Mato Grosso 
Dia e Noite" 
e Rapidez 
i 
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1. 
«»3A<-»·»G·«·«---€3.«K »·><><-<.o--c-<<-' -D<<--«<-.-<c'--N--»<»-é--o «-o«c.., 
1..

bela i-tu, 23-127 	Memagem 
, 
llSSEMBLEII LE LITIY 
O filho de Deus feito Homem percorre caminhos hoslls naqueles nebulosoH temp,,; uo cumprimento da sua mis­ 
são divina de redimir os peco doa da Humauldade e ensinar-nós o sentido crislão da fraternidade. 
As palavrus imorredouras do amudo Nazareno foram prol'eridas na escuridão espiritual da su épocu para dimen­ 
sionar e acompanhar o desenrolar dos tempos de nossa civilização em seu grallalivo processo de evolução moral e KÓ­ 
cio-e1:onõmlc,a. 
AR blbl<'as e imortais palavras legadas ao patrimônio dos povos representam, ainda e sempre, a soluçáo para 
todos os angustiantes problemas do mundo hodierno, pois elas se rosumem na expressão A:IOR. Amor em sua mais su­ 
m blime, nobre e verdadeira significação. 
$$ 
« 
Amor de se cultuar aos ensinamentos de Cristo como forma de tornarmos brando nossos corações, e lúcida a 
razflo motivadora das ações em nossa conduta diária. 
A impiedade qw• e alastra pelo mundo afora não se coaduna com a vontade expressa pelo Divino Mestre para ~ 
levarmos a munsidfL0, confôrto e consolo aos corações atribulados, de modo a comungarmos em fraternal união o anseio 
de sermos todos felizss em vida sendo úteis no nosso próximo pois, assim agindo ão só estaremos procedenr]o cristã- ffi 
mente, mus também conhecendo n sensação ou sistema da autêntica felicidade . 
• h, como esquecer que na humildade de uma mnnjedoura veio ao mundo o filho dileto da Virgem llaria para 
exe111plar a nossu conduta u apascentar nossas ambições, num simbolismo que vem sendo ignorado pelos senhores das 
guerrus e dos destinos dos povos - por tempos que se contam por silêncios - esquecidos ele de que mais absoluta cer­ 
teza da vida é a de que nascemos paru morrer. 
A data do nascimento de Jesus é uma festa para todos os povos. O alai encanta a' imaginação do'> no sos fi­ 
lhos e 110s impele u meditação. A cvmoçüo, provocada pelos hinos e chamamentos músico-comercial, sensibiliza nossos 
alos nu vai-e-vem da compras e dos preparativos pura a noite natalina. 
Entretanto, muitos dos 1ossos semelhantes estão a chorar, outros tuntos se ntri.tecem, a maiori a se locomove 
em contagmnte uegrrn, mas todos se auto motivam para comemorarmos o nascimento do C:,rc!eiro de Deus - ocorrido 
hti quasedois mil anos em Belém. 
E esta nossa mensagem é de fé e confiança no aprimoramento da nossa compreensão e no fortalecimento da 
certeza dP. er conqmstudu a perfeita Justiça oc1a,, pois deixamos que cresça livremente em nosso íntimo a 
de uma lrnrmoniu "' convivência fraterna de todos os h•>mens, bastando que se elimine a ambição desmedid e_speran~ t-;-:z 
e torturante, que se elimine o egoisml' opressor, para podermos vislumbrar a docp noção da felicidade· um a, msensa 
bemos ser esperança de encontra-la na plaiicte verdejante da vida. pois éla ocuiia no mais escondi@"<,,[,Z; [] 
c O Poder Legislativo, por intermédio d? seu Presidente, formula a população matogrossease os seus melhores vo- e1 
i tos de uma !diz passagem de Natal e conhecimento de melhores dias no ano de 1976. 	S 
L 	D_~p_u_t-ad_o_N~e~~:~ ,_,mrn P_R_E_ID_E_·N_T_E ~I 
gemam===e= x an= x ax= serre 
MENSRGEM DE Nlllftl' 
O Prefeito de Bela Vista, Dr. Ruben de Castro Pinto, ao desejar aos seus munl<:ípes 
ANO 
1
OVO de Paz, de Esperança e _de Prosperidade, faz sua a Mensagem de 
especiamente ao povo de Belu Vista. 
N atai de 197 5 
% 
' um FELIZ NATAL a um 
Le. Mar••, aedicada 
Ao povo de Ilc.l.,, Visb 
nouA ddadc quu-id.:.. 
Que Deu d' o espiritoe a id 
do verdadeiro Natal 
E que cm nóa •ubabl:& 
A esperança, a fé. o desejo real 
"r 	de Fnh:rnicLufc 
unindo nou.3. clCUdc 
cm torno de um ideal 
De progresso verdadeiro 
?,;,Go viundo a6 dinheiro 
SG lucro material 
M.u núd.:t.moa por intc:irn 
de conservar a beleza 
de toda «na natureza 
nona riqueza natural 
que l:&nt.a '2.lt.. j:i lei: 
no mundo indusbi:ü ' 
um Pax 
Que de Jesus a lembrança 
acorde cm nóa criAnça 
que t-udn , em com amo 
i 
Tr.u.cacfo• no.. con~nça 
nu futuro da cidade 
onde com tranquilidade 
}ié 	t 	Festejamo» o Ntul 
~ -------------- 	Z4·12•75 Lr. Mu. 
i,;Jc~~---- ·--- ····--·--······--··· ·- --·-· -·-··· ••••• --~G~--------·- --------··-··--~t::J l:::·-=-==··-==---=::::::::==:----- 1 
./ 
J 
j

t ir4. 2-12.7 	Memagem 
------------------- 
5083:E 
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à 	g 
fé1 is umn uno se finda, luta únlua nws frutífera. llonradoR ;] 
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" por termos <·onlaclo (!0111 c·lit>rHei, amig-o,. e bons fornece- ZÍ, 
# 	2#t 
,1 dores, aproveitamos o ensejo do NOVO AfO que se 11pro- 
1 
 xima parn tle~ejar-lht>s multa paz e prosperi<lad<• 
'l 
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I 
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 i 
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CASA ílNTERNACIO AL 
+- 
: 
decemo- o apoio a cotprven-ão e o e-títu­ 
lo às cau-as que idealizamos e formulatro- o 
no--o0- voto- para que o Ano ovo -vja reple­ 
to de novas e-peranças e de realizações vonereta-. 
Materiais para construção, tintas em geral, • ferragens, 
material elétrico, materi:::i para encanamento, fogões 
e artigos sanitários. 
Hua C,·I. 1'1111,·,·. 9 Fone 212 
mm 
Mato Grosso 
i 
1~. 
,~ 
»' 
íl'. 
i 
,:! 
·.l 
1 
1r 1.: 
José Glaucy Flôres - VEREADOR 
j 
1 
Jardim (MT), Dezembro de 1975 
Prezado Cliente e Amigo 
, 	Saudações 
C I .J ; L - Companhia Jardinense de 
automóveis L T D .-. Tem a condição primordial 
de prestar serviços rle e1omentda quulidarle até nun­ 
ca ex.it;iente em nossa região. "graças" as orien­ 
tações técnicas sisttmáticas e ininterruptas dadas 
pela Volk!'wngem do Brasil SI A. A preservação 
da boa imagem e qualidade de seus veículos. 
Para isto esdarecemos a boa manutenção: 
LA V A G E N S. - Temos pessoal treina­ 
do p/ executar êste serviço inigualável, pois a 
"C l J A L" usa p/ a limpeza um _detergente es­ 
pecial « À base de cêra 1iq1,;ida siliconizada " de 
ação duradoura, aument1rndo assim a durabilidade 
da pintura e elevando o brilho do seu veículo, neu­ 
tralizando a ação corrosiva provocada· pela ferru­ 
gem. 
L U B R l F l C A Ç Ã O. - O encarregado 
deste setor é altamente treinado, p,is a lubr'Jca­ 
çilo dos pinos, eixos e terminais. são feitos com 
Produtos especiais à base de grafite* dando as­ 
sim maior vida ns peças lubrificadas. Quanto ao 
óleo lubrificante temos o Produto indicado pela 
Volkwagen, cujo serviço é efetuado com especial 
atenção removendo determinadas peças onde a­ 
cumulam os resíduos e limalbaio, aumentando des­ 
ta forma o tempo de vida útil dv seu motor. Te­ 
rnos .a •>Ierecer na oportunidade um filtro magné­ 
tico que retém e impede a circulação das impure­ 
zas acima relatadas que provocam o desgaste 
Premamro. 
B A L r N C E , '.l E N T O - Temos tam 
bém dentro das Inúmeras vantagens que possa­ 
mos oferecer à noss:1 distinta clientela. o balan- 
l
ceamento de rodas pelo moderni;:símo sistema e­ 
etronico Hobfimann. O qual dará além de muitos 
0
ur.ros benericlos, maior durabilidade dos . pneus. 
naior conservação das peças que sc,frem a ação 
direta da suspensão, maior segurança nas estradas 
com perl'eit·.l aderência ao solo. 
Venl.Ja à •·cJ.JAL" e compr,ne o qcê a­ 
nunciamos. tomando conosco um cordial caíézi­ 
nho!!! 
ass. Equipe CIJAL 
IRIBUllA DA fROIIIEIRA 
Editor - Chefe - .J,ioldo /]mira 
Gerente - ilsen Siloa antes 
@l;!)«:ilRb'$ 
Chefe - dnicto dtdair 
Paginação • 'll'ilso,1 Çjernldo !Dum, 
Impressão - Luiz Carfos !Dcdé 
Composição - Terge puta, ?ae Cales ''lasqucz 
e óVagib (JCazime 
Departamento de Circulaçã0 
l'ompilio :l'liranda • João Vicente· Ocampu• 
Departamento de Cobranças 
Chefe - Eder Ribeiro 
Colaboradores 
José Joaquim Ferreira Souto, Adalberto H. ,!.- :-ant'Anna 
Dr. Aroldo Medeiros, Hosita Fo-a Gome- José Glae Fl6- 
rexs., Euripedes Ferreira, J. R,·frey 
Diretor Respc,ns:ivel - Jo .hlc• f_lm:ir,, 
THIBll'.'IA DA FRONTEIHA é uma publicação da Empre-a 
Gr-.ífir.a Tr·ibuna du fron1..-ir-.1. 
Diretora • Maria E,telu V.-1:i,qne,: Pert·ir:i 
H.-cfadu. Admini•tr-.1rüo e Puhlirid:ulr· • Hua D1upw ,Ic- 
e,.,.;,., 5-n - B.-la Vi. ta Mfato Gro-o 
"As opiniões emitidas nos artigo-s a--inados não represen 
tam o ponto de vista do jrnal. podendo até ser contrária­ 
a rJte. A opinião do jornal, a, .. h:i-•:-r <
0
xprr:-,1 no-. Edituriai:­ 
e nos comentários não assinado- - 
FE.Ia 
&IGREL. 
de Juarez Rodrigues 
Trabalbumos com perfei 
ção para continuarmos 
"a ser o modêlo 110 ra 
mo dE' tapeçaria" 
Heforma qualquer tipo 
de móveis, Estofa«deu-. o! 
chies de molas. tapeta- .l 
Jeep. estofamento- de reíecu 
lo:- rm geral. 
:trt1<!,...... ... ~ a Domí,·iliu 
Fazemos hreamnto -r 
Compromi--o. 
Av~nida 11 de Dezembro 
126 - Jardim-Mt. 
Declaração 
Sr. Dalnwr Godo_· 
da Silva declara que 
perdeu o cert1l'icado de 
proorierladf do VekuJo 
Marca Ford '8 Ul!O 
Hl!i0 Cor Azul e Srnnco 
Chassis :líotor F3;:-,AAO~- 
528 C e r t i r i e a ri o n" 
~:í-1 ü3 expedido em .-­ 
quirtauana :lato Gro:;;,;;o 
A present~ publicação É 
p rins rle requer-er a:!·'. 
Via do Certificado. 
Bela Vista 14 de De 
zembro de lD75. 
Preço deste exemplar 
CRS 1,50

A Loja que vende mais barato 
NZ$/Z MIL JJ)1Z AS CASAS PERNAMBUCANAS Z 
1 À vocc cllcntc amlgo um feliz Natal e um próspero Ano 
Novo, são os voto; das CASAS PERNAMBUCANAS 
A MAIOR ORGANIZAÇÃO EM TECIDOS DO BRASIL' 
x 
;i'. 
Y 
t·--<.-$ 
Que as bençãos do Menino Deus 
se derramem por todos os lares, 
e que a harmonia reine no 
coração dos homens de boa 
vontade, são os votos de 
Prefeito Municipal 
de 
Porto Murtinho 
E± 
Com a presençu da 
maioria dos sócios, o 
Rotary reuni·-se no res­ 
turante do Gaucho, ,p, 
mais um encontro sema­ 
nal. Na oportunidade, 
toram e1eitos o novo 
presidente e vice presi­ 
dente para o periodo de 
1976 e 1977. Os rotaria­ 
nos, como já era previs­ 
to. elegeram o Ten. 
,loacir llarques 1'lorelra 
para presidE,nte e o con­ 
sul do Paraguuy em 
Bela Vista, Eduardo O­ 
cariz. para Vice Presi­ 
dente. 
.:.:.:1.9:..... 
O atual presidente 
Pedro Palmierl, saudou 
a nova diretoria, enfo- 
cando o objetivos rotá­ 
rios e afirmando que. 
.. conl'io plPnamente que 
os novos comandantes 
levarão a nau à um 
bom porto" 
--...--.-..-: 
Joucir: "Sinto-me or 
gulhoso, e até mesmo, 
me envaideço, pois aqui, 
onde todos são iguais, 
fui chamado pora co­ 
mandar lideres; dUicil 
substituir o companheiro 
Pedro, mas com a sua 
colaboração, procurarei 
fazer de 'Retari, uma missão a 
ser cumprida e com a 
ajuda de Deus, elevar 
bem alto o ideal de Pa­ 
ul Harris: Servir. 
O protocolo "ad 
hoc" Clovls hlarcelino, 
saudou os rotarianos 
presentes e o convidado 
J não Alcará eto. inse 
tor d" Banco Itaú. • 
............. • .. .ll"(:-::><,:··--·-·· .. • 
O companheiro Pe­ 
dro parabenizou o com­ 
panheiro Genil pela sua 
posse frente ao movi­ 
mento Cursilbista de Be 
la Vista, enfocando suas 
qualidades de homem 
integro, leal, participan­ 
te e acima ele tudo. de 
bom cristão". Após as 
saudações aos pavilnões 
hasteados, todos foram 
convidados à proxima 
reunião. 
Extravio de 
Documentos 
Edson Lima da Silva 
extraviou os dor:umentos 
da Vespa cor vermelha 
ano 62, motor de nº 
VBIM-6377-BR. A referi 
da Vespa emplacada pe 
la ultima vez em 66, com 
a placa n! 01 Bela Vista 
Publicação que se faz 
para obtenção da 2a. via 
Leia e assine 
TRIUNI D 
FOTEI 
Preço deste exemplar 
CR$ 1,50 
DR. EDVALDO A.ROCHA 
w ' 
Endereço: Resid. R. Cel. Ponce 1 
856 -Porto Murünho i 
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Mensagem 
[:J}J, 	C:l 	[:]C:l 	[:] _ _ ,...;[:] 
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SÓ a LEMDT PODERÁ DAR A • OCÊ 
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g E]if 	_____:_•_ G 	GG, 	G_ ---"§!{G 
. , , 
. a LEMAT SO OI EM Mil 
RESERVEM sons MESRS PllRD O "SUPER REVEILLION 75" DO G~P .R. 
- 
{GreÍnio Pedro Rufino) - abrilhantado pelo Conjunto "SAM8NTHJ" DE sao PIIULO • 
GREMIO: - "PROMOÇÃO- DE ILTO NIYEL"

É, POIS É 
. 
1 
• terior é !llOleza 
P
ois L.ilam lJUC fazPr JOl'JJU 
11º líl d t·• 
9 É4ta em fase te Iou4 
E os motores novos: E ao te 	d 
, • ·Tribuna" vai vivento. 
get. Enquanto isso, ! j , ressores atinja 
até que o preparo flslco os 1mpr 
0
• 
a "estafa". 
Os moradores da rua Santo Afonso, pedem 
providências urgentes ao prefeito municipal, no 
sentldo de mandar putrolur aquela rua. Diga-se 
abandonada rua Santo Afonso', pois nus !me 
dinações da ruu da República, um "pequeno abls 
1110" provoca ucldontes e até hojo nlnguem to 
mou conhcclmc11lo... ó polfl ó ... 
[:] [:] Ui [:] [:] 
A Prcroiturn iluuiclpul exige dos Uduários 
dé onerla elétrica a instalação do jó. "comenta 
do" pudrilo Ccmut, até ni tudo bem e de acordo, 
mu1:1 o que u Prefeitura oferecerá aos que JÓ. lns 
talus·nrn o padrilo? Luz? llú "lon'g time" núo ve 
mos a "claridade" ua Princesa do Apa, 
[:] [:] m [:] [:] 
Falando em "claridade", últhnamente já po 
demos delinear os rumos politlcos da nossa que 
rida Bela V lsta. Alguns "acontecimentos" (noti 
ela ruim cone mesmo) fizeram com que o pes 
sol do M.D.B respirassem satisfeitos. O que es 
tú acontecendo? Com. a palavra os politicos. 
Alguma cot,m estt se passando. 
EIC:l}EGC:l 
Fulundo em polilicos, em dutu aiuda a ser 
murcadu eslnró. em nossa cidade o 0,m. Çtordc1 ,.N,,,,. 
Esperamos que os "donos do bola" íuçum us rei 
vindicações necessárias e não fiquem só na corte 
sia. Para o bom entendetlor, meia palavra ba ta 
C:l G U! C:l El 
Estu edição do jornol TRIBU A DA FRON 
TEIR,, foi rodada "munualmante", é isso mes 
mo ";!anualmente". 
1
ossos agrudecimentns à 
equipe das oficinas pelo heroismo, dedicação, es 
pil'ito d~ tenúncia e ludo o mais. E, pois é ... de 
E«E 
Neste NATAL, lembrem-se de mim, é a cun 
liga dos C'omerdantcs belavisleuses. Vai mal a 
nossa Bela Vista. :. dose aqui é para elefante. 
O Banco Itaõ vai mesmo fechar as portas, em 
nossa cidade, bem 011te11dlclo, e tudo indica que 
Inúmeras firmas come1·clais, "mais , uma vez te 
ro prvjuizos. O que pode ser feito'? Com a pala 
vra os encarregados de cl'lur a Associação Co 
merclal. Alguma coisa deve ser feita e URGENTE 
[:] [:] m [:] [:] 
Vanos aguardar o novo ano e com ele no 
vas realizações, novas esperuuças, nao marn 
novas promessas, e sim, reais objetivos, delinea 
(los e reallzutl•>s. Esta coluna vollarú 11a pnme1 
ru edição de ,Janeiro (se a LUZ PERMITIR) e 
cum ela, u voz do povo. com toda a sua [orça 
e com a proteção ela razão. Feliz .Natal e prós 
pero Ano Novo, são os votos da equipe ele reria 
çiio do E, POIS E ... 
NATAL DA 
Perfil 
Sunia Corina dit Silvo Floros: nasceu no dia 
4 de abril. Atualmente lê o Livro Psicologia do E 
xit1i. Love Sto1·y é o filme que mais gostou. Simpa 
tia e personalidade é o que admira Plll uma pes 
soa; devestu o fingimento. Se dela dependesse, gos 
taria que houvesse nó mundo, melhor relação en 
tre pais e filhos, Gostariu que o· pais tivessem 
rliúlogo franco e humano com os filllos e estes pu 
ra com seus pais. 'Talvez essa falta de diálogo 
ocasione vários problemas nos jovens, que não 
possuindo orientações seguras cometem erros". Ser 
:,rquiteta 1:- um souho que há muito truz consigo 
mas se esse sonho ão se concretizar, quer antes 
de tudo, ser integra pura não decepcionar o que 
nela deµositam confiança. S:1nia é !ilha do casul 
Glauey e Ely. Esportista, sendo elemento indispen 
sável no Flurueuguinho. Possui o sen o nrtistico 
para desenho 1e pintura (ntuulmt·nte pinta bolsas, 
vestidos, almofadas, etc). 
O perril de Silnla foi traçado naturalmente, pois na 
ocasião se encontrava treinando numa redas de amgas. 
Nüdia Murçollu: nasceu em Santa· Maria R.G.S 
em março: Go&ttl de ler Livro de ;lonteiro Loba 
to. O mundo atual pura elu é maravilhoso; muito 
bons, ela considera seus pais. 
Quanto a profissão ainda não sabe, somente 
que deve estudar muito. Educação e Inteligenciu 
é o que mais admira em uma pessoa. Vádia, guro 
ta vivaz e espontàuea é filha do José A. Marçolla 
e Zélia. 
Vera Rita L. Pinheiro: Nasceu no mes de no 
vembro. Boas maneiras é o que lhe chama atenção 
numa pessoa. Love tory e o filme que mais gos 
tou. Romeu e Julieta. livro que muito a agradou. 
Há dois anos estuda piano, tendo como professora 
sua Müe. A juventude a.tua!, ela considera bacana 
rle urna maneira geral, pois apenas uma pequena 
parte e que não procedem corretamente. Vera RI 
ta pratica Equitação e tambem pintura. E filha de 
lradic1onal familia llelavislmse: Kêslo e Maria. Gos 
ta de música moderna. Quanto à profissão, atual 
mente. pretende ser médica. porém já havia pensa 
do em ser advogada. 
IDl [!A 
''Órgão Independente a erviço da Região" 
Ano IV - Hela Vista MT.- 2312 75- Nº HJl 
ANIVERSÁRIOS 
Dia 9: flicardo :!elo e Curmen, comemoram o 
1° aninho de seu l"ilho Ricardinho, onde receberam 
em grnncle estilo inúmeros amigo e "amiguinhos·· 
para o tradicional ''PurabP.1is à você" Ao lindo ba 
by. l'elicidades ... 
Dia 15 - Janes Velasquez 
» - Hemogena O. Radaeski 
» - Magda. filha do casal Major Alves e 
Sra, que reuniu amigus em sua residenciu, para 
Juntos comemorarem a 11.Jade du beleza e prirnave 
ra: seus 15 anos. Parn bens. 
Dia 22: :larcelo N. :leio; sem; 3 uninhos foi 
come-morado com laudo almoço, onde o bem ser 
vir foi o comentário geral. 
Ao pequerrucho, felicidades ... 
Maria Perrupato ta_mbern completando niver, 
recebeu juventude pão com-coca,a, para co 
memorar. 
FORMATURAS 
. Agradecemos os convites recebidos e parabe 
nizamos, _os Formandos belavistenses: Nagibe H 
zrme, J oao Carlos 'V elasquez. Luiz Carlos Dedé 
Carmem I ely Velusquez ltodos da 8.+s 2° grau) 
Honório de Souza Rosa e Sua Esposa Naly (if4 
cina), Carlos A.F. de Miranda (Direito) • e 
1 
CASAMENTOS 
Vandir e Arcênia, no dia 20 disseram si" 
perante Deus e os homens. Os convidados foram 
rgp!g3%%93 a ,Fzeda do, sr. joão Pi&iro 
1mnp 1c1 a e e om gosto do trajar de Ar ; • 
agradou a todos. 	cen.a 
Odocio e Fatima, lambem no dia 20, iniei · 
vida a-dois, com suculento churrasco. »i,,]""? 
seus convidcdos. Chamou atenção a beleza sóbr 
de seu vestido e arranjo na cabeça. r1a 
NOTAS 
Sediado em Campo Grande: Ibrain Sal - 
Razuk, do Depósito Simone fazendo _'omao 
negocios por Bel vista e idades vi4,,""lentes 
Pela 01ty, prove.alentes de S. Pauto· e h · 
des do Sr. Pego Loureiro, os jovens· rr'qw· .dospe 
Silvio. 	'· Imutes e 
Na Rádio ZP23 o Pr. de Manuel Arcelin 
de audieneia tem agradado a todos. p,P gran 
• ra ens ... 
CRIANÇA 
POBRE 
Dia 1 próximo pus­ 
sado, o Gremio Pedro 
Rufino através de sua 
dlnamica dlrc toria distri 
bulu roupas e carame­ 
loa à quase mil crianças 
pobres de nossa cidade 
A iniciativa partiu das ' 
senhoras esposas dos 
diretores, que trabalha­ 
ram o ano todo nrreca­ 
dando fundos pura mais 
esta eampauba allruísti· 
ca. Havíamos dito, e re­ 
pelimos, a diretoria tlu 
G.S.S.P.R. empossnda no 
iníeio do ano, dinamizou 
a estrutura do tradicio­ 
nal clube de nossa ida­ 
de, niio esquecendo a 
função social do mesmo 
Esta festa, veio coroar 
de êxito os_ esforços da 
diretoria e complementar 
uma frase publicada por 
ocasião da posse da 
mesma: «Nosso Jdenl é 
o Traball10. 
. r 
A Tribuna da Fron­ 
teira agradece a todos 
os seus colaboradores. 
amigos, anunciantes e 
leitores em geral, os 
votos de Boas Festas, 
registrando em tempo os 
cartões enviados por: 
úeputado Joaquim Nu­ 
nes Rocha (Brasilía). 
Dr. João de Oliveira Ro 
drigues (S. Paulo), De­ 
putado Horacio Cerzõ­ 
simo {Cuiabó.), Fernandes 
Alves Gomes, Deputado 
Ubaldo Barem (Brasilia) 
Deputado Gastão Muller 
(Rrasilía), Capitão Aldo 
Ramos (Rio de Janeiro), 
Deocleciano de Vascon­ 
celos, Moveis Delba (Jar 
dim), iletropole Comér­ 
cio de Papeis (S. Paulo), 
anig ( Materiais Gra­ 
ficos) (S Paulo), Sen. R 
chiei Saladanha Derzi 
íBrasilla), José Avelino 
(Bela Vista). Silvio Sam­ 
paio (Barra Mansa), 
Ce). Periandro Mota (Rio 
de Jant-iro), Jornal Fo 
lha - Mato Grosso Campo 
Grande). José Joaquim 
Ferreira Souto • 
Afonso Dilon, Cl6vis M. 
de Oliveira. e Dr. Késio 
L. Pinheiro, 
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