FUNDADOR E DIRETOR RE PONSA V.C:L: IVALDO PEREfRA 
ANO IV 
Redução Oflclun e Admlalstração 
Rua Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 18 rle JaneiI·o de 1976 Bi-Semaoário Nº 19:J 
ESClllREC IMENTO 
O Dí6rio du Sc-rrn, rlc 
:-ll/lV75, publica ~ob o titulo 
"Bela Vista: jornal imprc•rn a 
miio", umn notlc-in do (corres 
pondunte) <JUC nilo condiz com 
n rculidndc- rio" fotos. Nilo sei 
11uem é o corrcspondcnw do 
Diário da erra, nesta cidade 
5ó sei que e trata de umn ele 
mento que .nio é nmigo ela 
verdade. A notícia é totulmen 
tc- inver(dicn. 
Se nilo n•jnmos. O Dcpur 
tnmento Municipal 
de Energia Elétrica de Bela 
Vista forneceu, durante o ex 
pcdiente iln tarde de 2k Ener 
ia para u Gráfica da Tribuna 
ria Fronteiru. Ali~•. •'niio há 
fnlta de Enl'rgiu Elétrica em 
todn a cidade". Tem havido, 
+im, um determinado raciona 
mento de Energia, em vírtu• 
de de e-torem pnra<lo,, em 
pane, dois motores usado- da 
Usina, que estão sendo repara 
dos. 
,, 
' 
MovimetJtuções no sentido de exonerar o 
chefe da IRETRAI recomeçaram e agora com maier 
ímpeto. Enviamos ao í)ir. do DETRAN, Ten. Edn 
Xavier, por intermédio desta coluna o seguinte 
recado: ·•o moço é íntegl'O, honesto, compelente 
e merece todo o nosso respeito e colaboração. A 
bora é de somar: somn.r esforços, somar idéias 
e não DE::;TRUIR. AE, acusações contrn o cbefe 
da C!RETRA de Bela / lsta são infundadas e 
os "politicos' devem e PRECISAI fazer política, 
Alta Politicu. púis o ano de 7G é estritamente 
POLITICO, e repetimos. "Vamos somar esforços" 
Se existe algo que deve ser reito para melhomr 
o serviço <1e transito em nossa í!idnde, é cola­ 
boração de Cada Um em Bem•l'icio de Todos. 
É, pois é, parece que tu<1o vai rec•>m ·­ 
çur nov,,mente . . . Estamos ai ... 
As noticius publicadas pela TF mereren­ 
do o apoio dos demais jornais m11togrnstienses. 
A união l'az a força. Quunto a edição de Natal, 
foi imprt's!'a a ,IÃO mesmu (quem duvidar 
que pergunte aos DEZ funcionários do «Tribuno») 
E. pois é ... 
Ruas estão sendo patrolaclas, energia e­ 
!Mricn melhorando "dia a rlia", prefeito atuante 
e nüo ndmiti1Jdo ínterFerêní!ias negativas na sua 
aclmioistraçiln. parece que desta vez Rela Vista 
1 
vai progredir. Somar Pessoal, omar ... 
E, pois e ... 
, Recebemos e já está funcionando, uma 
nova irnp·essorn; a Empresa Gráfica Tribuna da 
Fronteh·a., vai cumpriúdo todos os o!)jeti•os tra­ 
çad.os. Cada vez que subimos mais um degrau 
na escada da emancipação, !emhram,o-nos das 
palavras • do eminente Presidente Geisel: "V'o 
gosto de derrotistas, gosto sim de otimistas". 
O " caldeirão politico" da Princesa do 
Apa está começando a {erver. Os artigos publica 
dos !!esta edição ela Tribuna oferecerão bastante 
subsídios para uma análise realista da situação 
politicu do município. Leiam as •·eotreliuhci " e 
siatum a "magia" tia politica belavistene. 
A Gruta do Lugo ticu'' gruta, expressão 
Azul localizada oo muni- usada µelo pessoal de, 
cípio de Bonito. mereceu Projeto Rolur. Nu próxí­ 
do capa especial na re- ma edição da TF trans­ 
vistu Embratur. Ampla ereveremos a reportagem 
reportagem foi publica- citada. 
<ia u respeito da "funtas 
Falando em Bonito, 
o prefeitc daquele pro­ 
gressistn município, Liel 
L1rum Jacques, assinuu 
um contrato com a 1'ri­ 
hunu p.ua publieuç:1" dP 
rnatérit1 ele i:1leresse do 
município. A aclministrn­ 
çiio Liel Jacques vem 
se destue:ando como 
urna das mais aluantes 
do Estado. '.lluilo bem 
assessorado por uma 
equipe c,1esa e dinâmica 
O prefeito realiza obras 
de vulfo e clPixará a "cu 
a arrumada'' para o eu 
s•.!ressnr. É. pois (. .. 
Antcnío João, "a ter 
ra de heróis" utra vês 
de seu diuürr,ico prefeito 
Adão Hei ode· Xavier. 
tllmbém assinou com a 
TF um eontruto de pu­ 
blicações. O povo de 
Antonio .João agradece 
ao Governador Garcia 
Neto o :tcerto da uomea 
ção do jovem prefeito, 
pois em curto espaço de 
tempo o mesmo norma­ 
lizou a situação da Pre­ 
feitura e pleiteou /unto ao 
Banco Nacional de Ha­ 
bitação financiamento 
na ordem de CrS 
3.000.000,00 para am­ 
pliação. da rede de ener 
già eléh-ica, • construção 
de uma biblioteca. coloca 
çi1o de guias e sa ;·getas 
e posto de saúde. O pro 
cesso para o financia­ 
mento já se encontra na 
epla nu da Presidência 
da Republica e tudo in­ 
dica que brevemente a 
população de Antonio 
João verá mtlborar o 
aspecto da cidade. Além 
do financiamento citado 
Adão Herodes conseguiu 
também um auxilio na 
ordem de 70.000,00 do 
Governo do Estado pa­ 
ra pagamento de um 
grupo gerador e recebeu 
138.000,00 da Comissão 
de Faixa de Fronteira 
para o Serviço . de Água 
do· cnunicipio. E. pois é, 
adcniuish-açilo se faz as­ 
sim: COM OBRAS. 
O, mo1orr• novo, nuo 
e»tão em fa-e de montagem, 
como erroneamente diz o cor 
respondente. Estão funciona 
non,Io. Tauto u-sim 11111· na 
noite de Natal foi acesa. toda 
a iluminação pública da ci,la 
de faro que ~ó aronll'Ct'U no 
dia de sua inauguração, há 
mais de quatro ano+. 
Os doi"I g-r11pu:o1 J:(·raclon•tt 
"º'"º"' n:lo íorum "rrcencenu~n 
te transferido-s _pel CEAT 
para 11.-la Vi,t,,, ron,n mol<lo 
amente faz cre r o tal corr .. • 
pondente. _Ele. foram_adquiri 
cios pela Prefeitura de Bela 
Vista. com auxilio financeiro 
posterior à ua aquisição, do 
Exmo. Sr. Governudnr ,ln f:.;c 
do e do Exmo r. uerinten 
dente da iuleco, través do 
ür. Can11dito Torro. flirdor 
da Cemal. 
l'rdeito rle llrln  ísta. 
há seis mee-, nomeado pelo 
Exmo. Sr. Ernesto G .. i, .. I. por 
indicação do Governador do 
Estado, por rr a área de e 
gurança, tomei a iniciattva de 
solicitar á Cemat ne-a oca+ião 
que asumi-se a reponsabili 
dade do Setor de Energia Elé 
tricn em ela i-ta. A--im -e 
expre-ou o Dr. Carmelito 
Torn:s: •Sr Prefeito, a temat 
não encampa serviço defieitá 
rio (t"11conlr•.·i o H·njç,, ,Jt .. 
lu:,; com 11111 dHi.-il m,·11,al dt' 
1 o.oc,o,oo). 
A Cerat s6 irá p/ «ela 
-ta, quando a energia de U 
rubupunga lá chegar e a pre 
visão é que isto aconteça no 
final do ano <le 1977. Aé 
lá, o ir terá que carregar es 
te andor que, por sinal é pe 
ado.. 
Então fica esclarecido que 
o sistema de Energia de Bela 
. 'í,t.a é de re•pon,aLili<IJdt' 
eclu-ia da Prefeitura de, lle 
la Mista, que não -ó rerode 
lou tocla a estrutura intera 
da Usina, como adquiriu dois 
grupos geradores cania, novo­ 
de 25o KWa. cada e como e­ 
tá arcando com todo o ouus 
de um sistema arcaico e defi 
Prenso que o Diário 
da Scrrn dt"veria , FnhHitnir, 
quanto antes, eu correspon­ 
dente O<tUÍ em Bela. Vista. por 
. que enviou tal noticia, além 
de mentiroso, é pt:eonhcnto .. 
Conlialmente 
Ruben de Ca,tro Pinto 
MI E ç 
"Produtor- do alcáreo Bodoquena" km 54 . Rodovia Jardim 
LTDil 
Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente)

Dela i-ta, I/Ir7o ----­ sise 
::,ub Total TOTAL 
1.U,,o,n 
 
DISCHIMINAÇ,o 
l) - Heceita 
) Htecebido de venda de 
Lotes 
1) . Venda de lotes pi 11,•stuu 
rantes; 
11) • V cn,ln dt• 6 lotes u CrS 
B00,00 
h) . V ,•mlu de 1 lote ll CrS 
1.000,00 •l.ono,uo 
2) • Venda de lute• pura Co• 
,nércio 
u) • V enda de 20 lotes a Cr 
500,00 lu.ono,uo 
3)- Venda de lotes para yo 
ião de máquinas agrícolas 
ul • Vemln Je ÍI lote~ u CrS 
1.UOOJXI 6.000,00 
.1) • Ven,lu ,lc lote• p/ Uauir< • 
li) • V cmln de 1 lote II CrS 
100.00 l<><>,011 
h) • ' e mia d,· 7 lotes CrS 
150,00 l .0511,00 
5) • ' cn<ln ,lc lote< parn Cníé 
' 	e Lanche• 
o) • ' cndn d.: 19 lotes a CrS 
. 	l<Xl.00 1.900,00 
11) • It ... -ct·hi,los ,!e I cncl c-<lore~ 
umbuluntrs 1.-1.50,00 
CI - Arrecadação de 5 woites_ 
d.- lloiki,, 	25.290,011 
D • , rreraduçiio ,le H·nda dc- 
volM paro Huinhu t.U!ll,oo 
F) - Arre,·adn~i'to de 5 dia, 
de estacionamento 59550,00 
Fl - Emrrb-timo Ht-cebi,lo 
)) • Do Sr. Wolkc l··rnund.-,. 
ilontriro 71.260,00 
1;J . Ht•ct•hidn do Banco do 
llrnsil :,., - Ai:ênria Ilela l'i,tn 
l) • Auxilio pura compra tle 
troféu.-. e 1,!í:J.Yuc;õr.,; nhs 
11H!SIHOS 2.300,00 
H)- Iecebida de Venda de 
rgolas 
}) • ' ,·u,lu ,!e ll ~ ar~olns 11 
CrS 50,00 550,00 
2( , enla de H2 ar;:olas 11 
CrS 75,00 lo,660,0o 
l lk,·. d.- V. dt: ilnnguciri. 
1) - Venda de 50 111:inguciri 
nbn., a CrS 300.0U 15.009,<>0 
2) - Excesso de 3 animais a 
CrS 2.,,00 125,oo 
J) • Hrccbido tle ,·cmln de es 
paço- para propaganda 
l- Venda de 2 e-paços a CrS 
• 	-100,00 800,00 
2) • Venda ,le 7espaço- a Cr$ __ 
250,00 J.,::,o,oO 
L) Hc,-cbido de imcrição de 
gado 
1) • ln,criçào de 2-15 reze• 11 
CrS 10,00 2.t15o,oo 
il) - Recebido de Comissão 
5 o/o de ,·cndn de gado 
1) • De ven. de gado efe. à vis. 56.00,0o 
2 - De venda efetuada com 
financiamento 
a) - Do finnnci,unento c<,nce­ 
ditlo pela A,:ênciu do Bnnco 
do Brasil SI A de Gui11 Lopes 
da Lagunn 	23.489,6o 
(,l • De financinmento eoncc 
dido pela A,:êncin do B.i.nco 
do Brasil SI A. de Cnmpo Grnn 
,Ir 
e) . Ot" financiarucnto co11l'C 
dido pela Agencia do 
11.meo ,1,, Jlraail SI A de 
l)du Viola . Hí.lU11,ou 
- lecebido de Saldo de Ex 
posições Anteriores 
1) . !:lnlrlo da li Expo,içün 
197.1 
2) • !:Jaldo da lll Exposi~,w 1.ô<i<J,:il :109.<>7,:l:lu 
1971 
li) • Despesa 
Pago ao abaixo, . ronfor 
me nota e recibos 
)) • Cn>ll lntcrnucionul. "º':::! 
fi,cui• no. u19 o2o o- 
11-1 7lil 7199 7197 7351 
7158 7166 7170 7494 33l5,1o 
2) • Cnsn Primavera: notas 
forais no. 1579 3)760 
32120 32122 32112 32357 
3293o 32<J51 e n:>tas de 
24/66/75 S/n 
)- E,p6lio Ulmerindo X_n,i':r 
Pinheiro: notas fiscais 
no. 11:11 111-1 11-IS 1116 
llS-1 2oo 12o9 121:1 12.12 
1262 1353 1358 	1696,7
0 
1) - Livra. Bossa Nova: not fie 
csis no· Jol!l 3629 303l 
3o61 :lo87 :n22 3125 
51 • Empre,n Brasileira de Cor 
reios e Telégrafos: Heci 
bos no. 0019-lo 001911 
o2.'87 o o26o:13 026237 
626265 026266 626281 
026656 o'!67-lt e recibo, 
de selagem de correp'! 
dênciu " de: 11 / 06 75 
1-11 06 / 75 16 / 06 / 75 
18/66/75 
6) • Jornal Tribuna dn Fron 
teira: reci hos no. o UI loo 
lol 120 1:12 199 •1.2.>-1,uo 
7» Posto liranga_Lda; g" 
. fücois 6 6635 6637 _)Tio 
22317 223373 22381 
ll) Dinnhcx - Motores e Bom 
bns Lt<lo: notas fiscais 
76M 766.'i í666 7667 9.l'in,,u, 
9) Casa das Tintas; notas no 
186 187 200 
lo) Hc,Lauronte Aparecida. no 
ta_d Depç no. 888 
loH lo7:l 308 1-15,1 
1 Tipografia e Li..-rnrin AI 
vonulu Ltda· nota, fi,c. 
l•l5oi 1-1611 1-1686 
12)- Relojoaria Omega: lotas 
Fiscais: 1í82 13125 1316 1380l 8.000,00 
B). Grande Hotd Gaspar. Not 
Fi, n.o 2288 2.191 1.119,ou 
I- Industrial e comercial de 
;lntleiros Battilani Luln: nota 
Fiscal n.o lo5 e Not!IS de müo 
rle obro n.o 079-lol 570.uo 
15) Posto Narional de Serviços 
Notas Fiscais n.o 117 118 120 9.lo7,7o 
16) lndúst.rin e Comen:io_ d': 
Mndeinu Rocha e Battilani 
Ltdn: Noto.• Fiscais n.o o72-o73 5~%8..9-1 
17) Gráfico Pruprobel: Hcciho• 
de pedidos n.o -17,, -172 -173 585,oo 
18) Cnsa Imperial Notas Fis : 
.-nis n.o 0139-lo 1-1168 Re<:ibo 
de o-l.09.75 
19) en.., d,u Máquinas Not 
Fiscnl 59'2 	1.275,on 
20) Oficina Roy11l - Nota 
de milo de obra n.o 111 350,00 
19.fiín,oo 
:llo.12 
269,ou 
157,So 
t:l<,,62 
323.50 
l9o,ou 
619.:lo 
-183,oo 
o66.2o 
Livraria e 'apelaria P'rogr·:! 
Nota- Fi-cai- 6 666 671 6Tl 
6&í <'87 69" <,9-> 2IH! 
22) a-a do Arroz: Nota de 
:t1J.o7.7:; '/N . 
23) Comércio e Industria 
Santa Luzia: N.F n.0 4181 
21) Panorama Hotel 1139 
25] Mercado _ iüsika%' 
Not Fis n.o 080, 981 125 
2.li) J. K0rndorfer: Nota 
Fiscal n.o 849-1 
27] Posto São Cristovào 
Nota Fiscal n.0 5322 
28) - Relojoaria 'uiça: 
Nota Fiscal n.o 883 
29] Depósito Terruta: 
Notas Fiscais n.o 
97[29-97155.1· 
30) - Casa Pecuarista 
Llda Nota Fiscal n.t> 49i7 
31) - Depósito N. '. Apa 
recidu: ota Fiscal n.o 
369 
32) Cooperativa Agro-Pe 
cu ária Matogrossense 
e 11ta Fiscal n.o 393ü 
33) Pinho e Cia Llda: 
ota Fiscal 15119 
34.) Agriporü Ltda: Nota 
Fi,;cal n.o 04 
35) A Escolar: Nota Fis 
cal n.o 1031 
36) Casa Libnneza: Nota 
Fiscal n.0 522 120s8 
37) ;fercearia Suzana: 
Nota Fiscal 12o 
38) Folha de :lato Grosso 
Recibo. de 28/08/75 
Soma a Transportar 
17L,''" 
2o,OII 
8,0o 
550.00 
96,00 
67U,ou 
<x,.1111 
210,00 
70.0o 
9u,oo 
ll,80 
2..ooo,uo 
52. 43,üü 
(Continua na página :.1) 
:1o9.67o.23 
TRABALHADOR DE 
SALARIO MINIMO 
TEM 5 MIL 184 NO 
SEU FGTS 
Quem recebe um salário minimo des 
de 1967 tem depositado hoje, em sua con 
ta vmculada do Fundo de Garantia do 
Tempo de Serviço, se não· realizou ne 
nhum saque, CrS 5 mil 184 e 10 centavos 
em 1º de abril após a correção monetá 
ria relativa a 1975, terá CrS 5 mil 464. 
Nmguém é obrigado a movimentar a 
conta do FGTS e quem jâ tenha recebi 
do a documentação necessária para fazê 
-lo deve aguardar até l.o de abril, pois 
em caso contrário, perderá a correção 
monetária e os juros de 1975. 
., 
COMERCIO DE CEREAIS UNIDO IGRICOLA LIDA 
•• 1 	• • •• 
"Uma Firma Que Aiu4a a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional

Bel,  i .,.,. 11111/71, 
:.:.----------------------------------------------------------- 
Balancete 
Continuação da página 2 
SINDICA O 
, ' 
Suh To111I Totul 
3) - Ulúrlo da Se,-rn: re- 
cibo o7-7G-11tl I.oou,uu 
lo • Dr, Cásslo Noronha: 
Recibo nº 3
11-75 6.5o5,So 
41 - Cartório do 1° OIi- 
cJo: recjbo de 18-08-75 25,00 
42 - Loju Jacques; re- 
clbo 11"· a7-75 G5,oo 
43 - Fernando Dias de 
Andrarle: recibo de 
• t8-oU-7fi 	1. k,,,,oo 
44 - Fabrica de Gelo 
Polar: nota de despeza 
de 31-07.75 	260,00 
45 - Narcll>0 Orliz: rec. 
11!! 3!)-75 51-75 55-75 2.So,oo 
46- Victor Penzo; rec 
87-75 ' 2.Suo,oo 
, 47 -'Térclo •·· Celestino 
• Gonçalves: rec. nº. 
85-75 	2.Soo,oo 
48 - Bcnilácia Rodrigues 
Antunes: rec. de 
30-07-75 " •l:!o,oo 
49 - Dácio Càbral da 
• Silva: recibo número 
60·75 	700,00 
o - Joacyr ilurques ilo 
l'ekn: rec. nC, 67-75 
· ClS-75 • ' ' 	8.1 l,uo 
51 • A1,dré Grance: rec. 
no. 71.i-75 	l.000,110 
52 - Severo Ferreira: 
rec. no. 61-75 lloo,oo 
53 • Djnlma Silvestre 
Fernandes: recibo uo. 
57-75 	1.1 º"·"º 
4 - Joio Figueredo. 
• reo. no. 64-75 	-~5o,,rn 
55 - Nicolau Ferreira: re- 
cibo n 6575 15o,0o 
56 - Hnrolclo de Vascon­ 
celos Pinheiro: it:c. 
n° 18-75 li9-75 91-75 
93-75 94-75 98-75 15.oou,oo 
7- .rmando Hazime 
rec. no. 70-75 -150.no 
58 - Valdir Fernnudee: 
rec. n0. 717 72/76 6o.0o 
59 - Rubens Pael Lopes: 
rec. no. 74175 ll.600,ou 
lio - Victor • Penzo: P / 
compra de cana, ca­ 
pim e pagameoto dos 
trabalhadores da ror­ 
rngeira: rec. no. 26-75 
,/ 
E 
27-75 46-75 73-75 78-75 1.952.0 
li1 - Reinaldo Campos 
Azevedo; recibo de 
05-08-75 	500.0o 
62 - Antenor Paes de 
Barros. ree. no. :18-75 loo,rw 
63 - Adalr Canteiro: ree. 
no. 4o-75 5o-75. 56-75 250,00 
64 - André Fleltas: rec. 
no. 33- 7õ • loo,oo 
65 - Elvid Romeiro: rec 
nô. 37-75 7i-75 84-75 -125,o,, 
66 - Adão Vieira de Sou 
za: rec. nó· 36-75 75,oo 
67 - Germano Vurgas: 
rec. no. 82-75 180,00 
68) Guilherme ria Ho,o: Heci- 
bos n.o 42/75 45/75 19/75 51.75 250,00 
69) Homero Ilnlto. Hc,·ibr, • 
n.o -ll-7S 52--75 53.75 250,00 
70) José l:'r-nzo: Hecibo, n.o 
-18-75 Sll-75 	l'.3 lo,uo 
71) Wolke F. Mon1dro. Reci- 
bos n.0 29.75 31-75 59.75 81-75 
1)6--75 88-75 90-75 92-75 71.260,00 
72) Banco do Brasil S/A: Do- 
éumenlos de despesa n.o OI 
02 03 Hccihn,: dr 07.08.iS 
Jl.08.75 11.09.75 Hccibo, 11.0 
l6q <· lo? , . . . . -1 l,60 
73» Pedro Valente: Iecilo 
n.o ~-7:> 	800,r:o 
7-1) Sahino Torres: Hecibo,. 
"·º 02-75 11-75 1-75 13-75 
20-i5 25-75 35-75 IO.'l-i5 ' 9i2,uo 
75) Léa de Vasconcelos Pi. 
nltciro: Hrciho n.o O l-75 05-75 
09-75 	-175,oo 
76) Emilio une: Heciho n.o 
15-75 	-1.oo3,2o 
77) Husnlino Aquino: H,·,·il>o,. 
n.u 16-75 19-75 66-i5 6.5i7.So 
78) Auto Peças Brasil - Notas 
Fi-cais n.0 f253 4212 9200 
79) fü11lio Uifmorn de ,qui- 
clnunna Ltdu Hecibo n,o 18-11 3.Soo,uo 
80 Aclilo Ferreira cln Sil'u 
Rccihus n.o 17-i5 2.:!-75 :W-75 
30.75 11.75 63-i5 80.75 3.600,00 
8) Jornal da Manha: lecibo 
07.01.75 	5o0.0o 
82! liam J. Von F'ull,•rslch,·im 
11cc. ó2/i5 H. .. '('. de 1L.08.75 1513.00 
!l:l) Siné;io Lopr;: R,·1·. 21-75 I.Soo,ou 
D,·pó-ito l'nrlrc Cic.-ro. Hcciho 
32/75 6.o 19.oo 
85) Eraldo Dicli clu Si I ni: Hcc 
13.75 262,00 
86) Armando Braga:; Iec. n.o 
:!I .fl i9 95175 	:!.:!uo ,oo 
87_José Nunes: He. no: 0-75 
 [:,.~ 3 lu,ou 
!l!l) Posto lrubiru,sú: No1n Fie 
BE 
al 199 102.50 
9 Fermiano do- 5unto: ler 
01/75 	20.,00 
9o) Eugenio Gomes: Hcihos 
n.o 0} o6 68/75 	90,0o 
9I) Madalena Hodrigue Mar 
que-. Iecibo n.o 67/75 1A5,oo 
<.12) erviço de Alto alante 
[eterenes ' 
tede 2167.75 	150.0o 
93).- Jo- Clue Fores: He. 
no 83/75 • 	361,20 
9I) Carlos M+reio Monteiro 
fü·cihc>" -n.n: 9(:,/7.'", - ::!}IV, • ' 9-61Loo 
95 - FramcÍECl ·ifarlellt' Xime 
nc;c r.-c. 'l"· 99ru J'.oou,oo 
96- Elirabeth dos I. Hoeha: 
no loo-75 '.Soo.oll 
97 1ar Sta. Afonso: not. fi-c. 
159 1te0 
98 1ar e Armazem Suo Jorge 
tlOl ÍÍ!< fl<l 6(,:1 	.2oJ,oo 
99 Po-to Hio Apa: not. fi-. 
no. .'!65., 	Joo.oc, 
l0o 5eha-tiüo Guedes Corra: 
rec. no. lo4/75 6oo 
lol) Orozírnb~ M:irooi: r..-c. 
no. lo2/7.'i Jo3,oo 
lo2) Areu icaor da Can 
ha rec. no. la3/75 o4o 
lo3) João C:irlos da !:i ila 
Assis: rec. no, l66/75 2J,0o 
lo-J) Ferrr.111de, AIH•.<! ,.,.,._ no 
lol 107175 a,,.,,o 
lo.5) Luiz Goov.ai:a de .r.rnjo 
rcc. "''- 7.'">175 9.8I(uw 
lo6) Cluhe do Laço cl.- Dela 
Vista: Percentagem devida, 
ronforme /Conveio stabele­ 
cido com o Si,ulic.1lo Hurnl 
de Bel vista, datado em 26 
' de M+io/75 rec. no. 6/75 
67/75 68/75 69/75 16/75 11/75 29. lo.'i.:!9 
• • J o7 - Importância a ser 
1 
emJregilda. pelo Clube 
do Laço no Pa,que- ,ie 
de Exposição, conforme 
o Convento acima cita- 
do... 	29.16.'i.-'>9 Jo:i.279.71 
Saldo que passa p, a 
próxima Exposição 	-J.:19o. l9 
Obs: - Todos os docurnentoi; rere 
rentes ao presente Bah1.11cete. encon­ 
tram-se à dispo3ição dos interessados 
na. sede do Sindicato Rural rle Bela Vis­ 
ta - ilt, à rua Coronel Camil'âo n'' ,:iO 
nesta cidade. 
Bela Vista Mt. 30 de Novembro HJ7:i. 
V olke Fernaudes .Monteiro 
Presidente da. Comi"Riio Executi,a. ria 
IVa. Expo!'ição Agropecuária--7;i 
CARA V ANA ARENIST A 
Dia 5, às 10:30 h/, 
chegou ao aeroporto lo­ 
cal a caravana. arE>nista 
composta dos Exmos. 
Srs. Senador ltalívio Coe 
lho, Deputado Et;tadual 
Rubem Figueiró, Pres. 
do Diretório de Campo 
Grande Valdir dos San­ 
tos Pereira, Secretário 
do • Diretório Regional 
Jo:;é Pereira de Souza 
~Iartins e Assessor de 
Imprensa do Dr. Gover­ 
nador. Francisco Pedro 
Godoy. 
Essa comitiva de 
ilustres homens públicos 
,·eio a nossa cidade p/ 
prestigiar a inaugura­ 
ção da sedie' deste Dire­ 
tório Municipal da Are­ 
na, e lambem p/ ouvir 
a voz do povo belavis­ 
tecse, p/ sentir-lhes os 
anseios. para conhece-r 
as sas reivindicações. 
Compareceram à re­ 
cepção no aeroporto au­ 
toridades, membros des­ 
te Diretório e diversos 
representantes das diver 
sas classes da coletivi­ 
dade bela vistense. 
, A seguir dirigiran-se 
todos para a sede do 
partido. onde o presiden 
te deste Diretório, Dr. 
iori Murano, saudou os 
visitantes e deu por i­ 
naugurada a sede, di­ 
zendo de sua finalidade 
de casa de trabalho pos­ 
ta à rtisposiçilo do povo 
belavistense para nela 
serem os municipes a­ 
tendidos e orientados em 
tudo quant.> seja possí­ 
vel. 
Falou tambem o Se­ 
cretário deste Diretório, 
Sr. Nivaldo de Barros. 
lembrando dos esforços 
que este Diretório vem 
fazendo· para cumprir a 
sua finalidade, traba­ 
lhando pelo desenvolvi- 
mento do município, a­ 
lem de procürar congre­ 
gar os arenistas e de 
mdo envidar para o ~n­ 
grandecimento do parti­ 
do e do Governo. 
A seguir usou da 
palavra <• Dr. Ruben de 
Castro Pinto, DO. Prefei­ 
to Municipal, que disse 
do quanto já realizou. a­ 
pesar das imensas difi­ 
culdades, e do quante precisa 
fazer p/ ao dar povo bela­ 
vistense o atendimento 
que necessita e merece. 
Falou tambem o Dr. 
Késio Loureiro Pinheiro. 
que em brilhante e inci.: 
sivo pronunciamento, re 
feriu os problemas de 
ma.ior prêmencia do nos 
so município. 
Falou o Sr. Valdir 
dos Santos Pereira que 
disse da missão da ca­ 
ravana e da satisfação 
em rever sem, diletos a­ 
migos bi.lavistenses. 
O Deputado Dr. Ru­ 
bem Figueiró, alem do 
cavalheiresco atendimen 
to que dispensou às di­ 
versas pessoas que u pro 
currtram particularmen­ 
te. pronunciou eloquen­ 
te oração dizendc; dae 
realizações do governo, 
da atuação partidÍl.ria. 
do trabalho legislativo. 
Disse tambem que o 
.Exmo. Sr. GoYernador 
deseja vir instalar em 
Rela iísta o seu gover­ 
no, durante 4 dias, ainda 
Continua na Última Pág.

t» o 1o5o 	Opinião 
. 
l.eva 
Depois de passado 
lum tempo, eis ACON­ 
TECEU do volta is pá­ 
inas da TrllJunu. 
Oconei-um muitos 
fatos importantes nesse 
espaço do tempo. mus 
unolnmos up,mns os ma­ 
is recentes e que mere­ 
cem regl,;tro especial. 
Celeuma da Luz 
Esto prnblemu é ve­ 
lho como o da sua pró­ 
pria inslnlnção aqui. hú 
mais de vinte nuoH. Ela 
nunca foi perfeita e uem 
completa em nenhuma 
nflministraçiio anlei-ior 
n que ai eslú. Nilo se 
conReguirh. melhGria e 
muito menos a perr.-içiio 
desse serviço, enquanto 
s9 insistir no uso fios 
motores diesrls. de p0u­ 
eu vida, difícil e curís­ 
siurn manuntençü.o, além 
de custosa e onerosissi­ 
ma reposição de peças 
us mts das vezes vin­ 
das do estrangeiro, ajun 
tadns à iacompelencin 
dos operadores impro­ 
visados 
Já é tempo do be­ 
lvistense compreender 
que dos males de nda 
ter, mais Yllo suportar 
o que vem conteeendo 
presentemente, sem ou- 
t l'O recurso imediato, 
até que Urubupungá nos 
lance o Alô! Alô! da 
sua promissora vinda 
bem prôxima, que trará 
t'on.;igo o retemperumen 
to recont'ortunte dos 
nervr,;. quunclo entiio 
esqueceremos de todos 
os inconvenientes do 
passado, dos quuis, o 
maior, é o desgaste do 
nos:ao incans!n·el Prefei• 
to. como se procura le­ 
vur a efeito agorn. nu­ 
ma obra de demolição 
dos planos e!aborudo 
e em execução pelos 
nos os governos, para 
que dias melhores nos 
sejam propiciucJos, no 
setor, 
Vamos aguardar. Fa 
lrnórius crilicus. intrigas, 
nada coastrem. 
Silêncio ! ! ! 
Presos, Justiça, a­ 
ridad e leligião 
Há algum tempo a­ 
lruz. anotamos a ruga 
da cadeia de alguns 
mnconhelros que apro­ 
veitaram a deixa da 
portinha do banheiro 
- que o pessoal bom 
da terra mandou instalar 
ali. Isto, Sem querer me 
no8prezar quem quer 
que seja ou mesmo di­ 
minuir o "valor" ela 
iulençilo dos seus pro­ 
molores. Fazer carida­ 
de é a coisa mais justa 
e humana, prlncipalmeu­ 
le "quando se tem em 
mira a regeneraçllo dos 
criminosos tarados, tmn­ 
guinários insensiveis, a­ 
vessos aos bons costu­ 
mes, difíceis de serem 
domados". Aí, n inten­ 
ção merece elogio. Dar 
ape11as excessivo ccrn­ 
f0rto, que muitos dos 
benf P.ilores não nos 
tem, é coutra-seusu. Po­ 
rém, vale a tentativa, 
quase sempre frustrada 
por culpu dos próprios. 
Para eles q11e jú 
chegaram n essas con­ 
dições, diílcilmenle va­ 
lerá o remorso. o arre­ 
pendimento que às ve­ 
zes, conduzem-nos ao 
perdão do Altissimo. A 
justiça dos homens é se­ 
vera, instável e falha. e, 
se a ela não somarmos 
os designios dos Institu­ 
tos Sociais mnis avan­ 
çados na educaçi1o e 
rer.claptação do homem 
culparia. nunca terem1os 
feito nada que possa eli 
minar da sociedade, ,,s 
bandidos que vivem en­ 
tre uós, irrecuperávE,is, 
renitentes. além de es­ 
tar sempre ameaçando 
vidas inocentes. .linha 
intenção uão !'oi dimi­ 
ui-los, deprimi-lo;; ou 
oclia-los. pois niio i-eri­ 
am couc1ições· adequadas 
aos Ossos anseios criS­ 
tãos. Vi. u causa mais 
pelo lado da ,Justiça. Lu 
tando contta buudidos 
durante longos anos e 
tumbem mantendo-os pre 
sos, collli suficiente co­ 
nliec.:iu,ento sobre o com 
portumento dos homens 
que Lorubroso estu<lou e 
aludiu sobre seus crimes 
em sua monu,nental o­ 
bra, com tanta proprie­ 
dade. Afastar um mau 
elemento de junto de 
nó, do meio em que vi­ 
vemos, é dever que se 
impõe a todo o cidadão 
que tenha respoasabili­ 
flade em defesa nossa, 
do nosso próximo, evi­ 
tando assim, males im­ 
previslveis. Esse compor 
lamento, talvez seja o 
mais importante ato de 
carid:ide que se possa 
praticar, afastando-os 
judicialmente do ambien 
te onde elrs alcançam 
campo suficiente para 
colocarem em prática os 
hábitos costumasses de 
6Uas turas. 'ê-se que 
falo do criminoso em 
geral, sem citur nomes 
ou apelidos. Demais de­ 
vemos valorizar o Po­ 
der Judiciário, um dos 
três poderes ela Hepu­ 
blica, previsto na Cons­ 
lllulç!lu Federal, donde 
emana a Justiça, orgão 
que, por Intermédio dos 
julzes, rege e fiscaliza 
a açilo e conduta cio 
Individuo, no civil, no 
crime, nos liliglos, apli­ 
cando•lhes sauções le­ 
gais, quando cabíveis. 
sem o que aã(l teríamos 
garantias dadas pelo Es­ 
tadu. E conveniente que 
se leve ao 1;onhecirnen­ 
lo do público, o pronun­ 
ciamento do Brigadeiro 
Carlos ,lbe1-to Huet de 
Oliveira Sampaio, Minis­ 
tro Pref.idenli- do Supe­ 
rior TrllJunnl ililllar a­ 
cerca dessa aconchegan­ 
te e demasiada vontade 
de praticar a caridade e 
o bem aos encarcerados, 
sem r.u:.:cn. repito, sem 
nunca tomarmos conhe­ 
cimento ou lido em jor­ 
nais que estes caridosos, 
os tais que praticam o 
bem ruais que outr<• . 
religiosos ou nf'lo, te­ 
nhum se apiedado das 
vitimas que ficaram or­ 
fãs. viuvas desampara­ 
Lias em virtude do cri­ 
me. Por isso. acho bom 
que leiam lüo significa­ 
tivo prnnu11ciamento. de 
alta autorid::icle militar 
e presi•lente de uma da 
mais altas Cortes de 
Justiça de nossa pátria. 
Transcrito do D!ARIO 
DA SERRA de 12/12/75: 
'·kH.SlLIA (A'.DA-DS) 
ao tomar conhecimento 
pelos Jornais oe que 
auturiclaJes Eclesiásticas 
mantern como programa 
tradicional. visitar pe­ 
nitenciárias por ocasião 
das festas de Natal o 
Brig-adeiro Carlos Alber­ 
to Huet do Oliveira Sam 
paio, Presidente do Su­ 
perior Tribul!al ?llilitar, 
rez aos jornalistas acre­ 
ditudos no tribunal, um 
prenunciamento de carater pessc 
al em que rneva apelo às [grejas 
de todos os •cultos para 
que, em presença, façam 
esforço ecumênico para 
socorrer as vitimas, bem 
como seus filhos e viu­ 
vas. que soirerem e ain­ 
da sofrem a ação de 
atos ..:riminosos. O Bri­ 
gadeiro Oliveira Sam­ 
paio sugere que dirigen­ 
tes de: paróquias levan­ 
tem o número dessas 
vitimas e, <ler,ois de lo- 
calizá-las levem suas 
caridosas presença , su­ 
prirniudo-ibe.- suas neces 
. Idades muterinls e mo­ 
rais. 
E a seguinte a inte­ 
gra do pronunciamento 
do presidente do STM 
tenho manifestado com 
certa impertinência 
e de modo um tanto 
frequente, noticiado na 
imprensa, como ocorreu 
no dia oito do corrente 
por ocasião das comemo 
raçõe11 do "Dia de Nos­ 
sa Senhora da Concei 
ção" a assistencía reli­ 
giosa levada aos presi­ 
dias em carinho lnvul· 
gur. Quanta tristeza me 
causa essas noticias. Não 
que tenho como conde- 
11ável tal procedimento 
Absolutamente, n ú o 
Mas, porque, antes des 
sa preocupaçüo. niio há 
um movimento nus direr 
sas Paróquias. levantan­ 
do o n de vitimas des­ 
ses presidiPrios para, 
uma vez localizadas, le­ 
var-lhes a caridosa pre­ 
sença a seus sofrimento 
materiais e morais? 
Ai, nesse terreno. é 
que a caridade crista 
deve mostrar-se mais 
complasceute. Não esque 
cer presos merece aplau 
sos. Mas eximir-se de 
socorrer os sucrificiados 
por facinoras da pior 
espec1e, recolhidos a 
presi<.lios pela prática 
de crimes odiosos. alem 
de constituir-se triste e­ 
xemplo, ainda demonstra 
sentimento de falta de 
piedade. no seu sentido 
lato. 
"Receio que como 
"ªº mdo as coisas, não 
será de admirar sejam 
os hospitais obrigados 
a0 atendimento prioritg­ 
no de presidiários até 
com prejuizos de suas 
vitimas. Quantas dessas 
não estarão sem nenhum 
socorro, neru médico 
ou religioso, passando 
necessidades, em total 
esquecimento? Não bas­ 
ta homenagear um agen 
te policial ou qual<p1er 
pessoa sacrificada pe­ 
los mais irresponsáveis 
tipos _de malfeitores, na 
ocasião dos sepultamen 
tos e, logo após, relegar 
as mulheres e filhos ao 
"Deus dará'' 
Esses são, com justa 
razao, os maiores revol­ 
tados, quando vem os 
a_ssassmos dQs seus ma­ 
ridos e pais recebendo 
benesses-até presentes- 
l'llC}UUlltO ue:nhu111:1 ;!ll lJ· 
ção se dá u seus pude­ 
eirnc>nlOH. 
Se volto a insistir 
nesse tema é porque o 
considero de gorando im 
port.D.ncla, dado o refie 
xo que se faz sentir na 
classe mais prejudlca;!:.i 
e porque acredilú. ainda. 
ser a Jgreja 11 maior for 
ça capuz de artlcuiur 
movimento de ln! enver­ 
gadura. 
Façamos preces ao 
Criador no sentido de 
que esse apelo tenha re 
percus:;ilo :ms Igrejas ele 
todo, os eullos, num ver 
da!eito esforço ecumê 
nico, aproveitando o eu­ 
sejo que e apresenta 
ao aproximar-se o dia 
de nascimento de Jesus 
Cristo". 'Terminou o pro 
nunciamt-nlo do Brigadei­ 
ro. 
im, o Natal, o dia 
de nascimento daquele 
que morreu na cruz p/ 
remir a humanidade que 
apesar de quase dois 
mil anos, ainda continua 
má perversa. sem a pie­ 
dade em seu coração, 
não compreendendo o 
holocausto de Cristo em 
beneficio da sua regene­ 
raçao, sem a coragem 
de praticar a Justiça, 
que foi o seu apanágio 
em nome de Deus. 
Esse problema é 
vasto e palpitante de 
controversais e estudos 
r.,rofuudos. uo qual senti 
mos as maiore1:< emo­ 
ções r. o trrmos de fazer 
comparações entre o 
clagma da igreja e a 
compustura de sem" se­ 
guidores e principais 
mautores: bispos, padres 
e até os fiéis. na atual 
conjuntura por que passa 
0 Brasil e o 1DU11ilo. 
Oportunamente vol­ 
taremos ao assunto. pois 
esse clocurueuto é um 
alerta ainda mais valioso 
se levarmos em conta a 
subversão da ordem 
que traz em ativa vigi­ 
lancia o nosso governo. 
combatendo os meios 
buscados p/a sua execu 
çao. pelos inimicros da 
Pétria, com gravés pre­ 
Ju1zos para a tranquili­ 
dade do povo. 
Estejamos vigilantes.... 
Substituicão de 
Prefeito 
O Extra.ordinário 
Prefeito de Amambay 
Sr. Viol, foi substituido. 
(Cont. na Página 05)

Opinião 	Ps • 
-·-----------------------.::!:.:::.:.::.::.._ 	_ 
I«eh Vi»ta 18/0l/76 
IICONTECEU ... 
(Continuação da Página 04) 
No c o m e n t amos lho, um dos mais atuan­ 
Hllíll discutimos 11 causa tes representantes do 
que deu origem a seu Mt no Congresso Naclo­ 
fastamento brusco da nal. 
administração do seu A inauguração foi 
munfiplo. 	ótiina, com bons discur- 
Cassandru ou advi- sos e grande euforia, 
nhos acreditam ser em demonstrando a vitali­ 
vlrtude do ex-acumular dade da Arena de Bela 
de simpatias o Sr. Po- Vista. 
drossluu, que está re- Seguiu-se uma visi­ 
mando contra a maré ta à Usina eletricu, cons 
dentro da au que se tuçõet em unrlamento 
chama Arena, cujo to- e o tros setores da Pre­ 
moneiro chefe, em Cuia- feitura, a convite do Sr. 
bê, nilo permitirá que e- Dr.Cu tro Pinto, Prefeito 
la embarque. O ato de da cidade sempre a co­ 
transmlssüo do curgo mitiva acompanhada por 
mereceu a presença do inúmero companlrniros. 
Sr. Governador Garcia As 13 horas, o lauto 
Neto, que deu um toque almoço servido no Club 
de alto prestigio ao no- do Laço, ofereeido aos 
vo cacique como tambem a sua visitantes pelo Dirt., no 
presença não da p con- qual reinou muito entu­ 
fundlr com vagas preten sia,smo. 
ç,'i a respeito d,· qualquer ,notamos o interes­ 
cumpanha no extremo se desper ado por mui­ 
sul em luvo1· de licler tos nas reivindicnções 
aspirando divergir da que &iio legitimas aspi­ 
unidade arenista. rações dos belavistense 
sem contudo deixar de 
anotar a pressílo exerci 
da nessas reivindicações, 
fazendo com que os nos 
ses visitantes cem elegante e elo­ 
quentes pr::nunciamento 
fizernm o elogio do pe­ 
dintes. Foi um aconteci­ 
mento politico de alto 
alcance. no qunl houve 
divergencias, coocordan 
cia e ace tos viaveis, 
porque afinal. é Arena 
unida e agigantada. 
O certo é que por 
nossas bandas existe 
alguem com us barbas 
crescida e ns orelhas 
esquentando. 
Vamo: aguardar. 
Séde do Diretório 
da ARENA 
No dia deste, ina- 
gurou-+e a éde du Are­ 
na com grande compa­ 
reclmeuto de correligio­ 
nários e amigos. tendo 
PI maior magnificiencia 
do ato, sido convidadas 
pelo r. Presidente p 
comparecerem. uma re­ 
presentação do Regional 
do Partido e represen­ 
tantee da bancada no 
Legislativo e tadual e 
federal. 
Vierum por avião e 
chegaram pelas 10:30, 
os senhores José Ferrei 
ra de ouza Martins, se­ 
cretário do Dirt. Reg. 
Sr. Waldlr autos Perei­ 
ra Presidente do Dirt. 
Municipal de Campo 
Grande, os Srs. Deputa­ 
do Rubeu Figueiró, líder 
do gov. na Assembléia 
e senador Italivio Coe- 
Mas, no final, ja pe­ 
las 15 horas, quaudo 
deveriam regressar, o 
r. senadot· ltalivio Coe­ 
lho levantando o agape 
Jisse: "Ouvimos tudo 
que o senhores disse­ 
ram, quanto su:i recla­ 
mações e reiviodicaçõe , 
porém, nnda ouvimos 
dos benefícios aqui tra­ 
zidos pelos governos do 
Esta<lo e União. que 
são muitos". Muito bem 
Gostei. 
Tudo 
calorosos 
aeroyorto, 
partida. 
Até outra vez. 
RESPOSTA IRES PATIFES, CU­ 
JUS NOMES SÓ O NIVILDO DE BAR 
OS OS CONHECE. 
acabou em 
abraços no 
na hora da 
Jota - Jota 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
1 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 	1lt. 
Ontem. quando está­ 
vamos, no Aeroporto lo­ 
cal, apó11 a partida da 
comitiva arenlsta que 
nos honrou, com sua 
presença, na instalação 
da série do Diretório 
Municipal da Arena, nes 
ta cidade, formou-se um 
grupo, aon<le estavam 
o Dr, Fiori Murano. o 
Sr. Nivaldo de Barros, 
o Dr. João Carlos Bran­ 
des Garcia e 1ma espo­ 
sa Sra. Maria Rita Mura 
no Garcia, o vereauor 
Glaucy Flores, o Dr. Ké 
sio Lourei:·o. o Sr. João 
lzidoro ' illalba, o Sr. 
,José .Joaquim Ferreira 
outo e nós. 
A certa ullurn, o 
Sr. Nivaldo de barros, 
dirigiudo-se a ruim, elo­ 
giando o menu pronuncia 
mento nral naquela so­ 
lenidade, sugeriu-me a 
que mantivesse o povo 
sempre bem informado 
sobre os atos de nossa 
administração à testa 
da Prereitura e que só 
assim ele estaria em 
condições de derend!!r­ 
me de acusações calunio 
a a meu respeito, co­ 
mo por ex. esta: que 
tres individuos lhe havi­ 
am dito que eu liveru 
pago 11111 titulo bancário,de 
mlha exclusiva responsabili­ 
dade, com dinheiro pú­ 
blico, que teria vindo 
de Cuiabá, de tinudo ao 
pagamento de um do 
motores ~cania. compra­ 
dos pela Prefeitura de 
Bela Vi ta p, a Usina 
local. 
Quanta maldade, meu 
Deus .... Quanta injúria ... 
Quanta aleivosia ... lJal­ 
clita igoorancia dos ho­ 
mens e dos fatos ... Pare­ 
ce até que cheguei on­ 
tem a Bela Vista, que 
sou um estranho, nesta 
cidade. 
Devo dar, aqui, uma 
explicação aos homens 
de bem desta cidade 
que, penso, consliluir a 
maioria do povo bela­ 
vistense. 
Aos tres canalhas 
que constituem uma ex­ 
ceção deste povo, só 
lhes digo que tenham a 
coragt:m física e moral 
de se identificar perante 
mim, p/ que eu lhes pos 
sa dar a única resposta 
que merecem. 
Aqui vai um ligeiro 
retrospecto sobre a his­ 
tória elos 2 conjuntns no­ 
vos Scania, de 220 Kwa. 
cada um, adquhidos pe­ 
la Prefeitura de Bela 
Vi ta. 
A inicia tiva da aqui­ 
sição de ambos rol t-X· 
clusivamente minha. Sa­ 
bendo, em Cuiabá, atra­ 
ves da palavra abaliza­ 
da do Dr. Carmelito Tor 
res que a Cemat só en­ 
eam paria o sistema lé­ 
trico de Bela Vista no 
ano de 1977, pelo único 
fato desse sistema ser 
del'icitil'io « (e r u de 
60.000,00 mensais quan­ 
d assumi a Prefeitura)» 
resolvi adquirir dois 
eonjuntos Povos, porque 
a Usina local só possuiu 
dois motores velhos. 
cujo funcionamento de 
há muito se tomara pre­ 
cário. Ainda. em L'uiabú. 
dei conhecimento ao Dr. 
Garcia Neto. D.D. Gover 
nador do Estado, da a­ 
flitiva situação energéti­ 
ca de Bela Vista e o 
que nó: pretendíamos 
fazer, esperando o seu 
apoio pe soai e a ajuda 
financeira do seu gover­ 
no. 
Adqull'ido dois Sca­ 
niu, após a necessária 
conr,orrencia pública, ur­ 
gia que fôssemos proeu­ 
rar os recursos p/ pagá­ 
los. 
do Banco do Brasil local 
automáticamente fará o 
depósito desa importam 
eia numa das conta 
bancárias desta Prefeltu· 
ra. Após essa transação­ 
só então oderá ser fei­ 
to, em cheque nominal. 
o pagamento à firmu 
que vendeu os dois 
motores parn a Prel'fitU· 
ra. Esta • a história, do 
cheque de 300.000,00, 
que corresponde à ajuda 
finanC'eira prometida pe­ 
lo Exm" Sr, Governador 
do Estado a 
Prefeitura ficou respon­ 
sá ,·el. pt>lo pagamP nto 
do restante de um dos 
motores. que esperamos 
faze-lo. quando a Prefei­ 
tura receper o imposto 
único de Energia E­ 
létTica. que está em a­ 
trazo, por falta de pres­ 
tação de contas das a­ 
d ministrações passadas. 
Vamos, agora, ao 
outro auxilio que rece­ 
bemos. destiuaoo ao pa­ 
gamento do outro motor 
Quando estivemos. Pm 
Cuiabá, tomanclu parle 
no 2º SF.minário obre o 
o plano Nacional de Via 
cão da Região Centro 
Oeste. consegui com o 
Dr. Jairo Ramos, D.D. 
Superintendente da Su­ 
deco. um &.uxílio de 
400.000,00, p/ pagamen­ 
to do outro moto··. Esta 
ajuda veio em cheque 
do Bemat, em nome da 
Prefeitura de Bela Vista. Quando estive, em 
Agosto de 1975, emn Dou 
ractos, na ocasião em 
que o governo do Estu­ 
de, se instalou naquela 
cidade, obtive a ratifica­ 
çüo da promessa gover­ 
namental de dar à Bela 
Vista uma ajuda finan:,ei 
ra de 300.000,00, no 
que ordenou ao seu Se­ 
cretário de Fazenda que 
fizesse o atendimento 
imediato. F.ntretanêo. só 
agora, no dia 29 de De­ 
zembro de 1975, chegou ra 
o cheque do Bemat. em de 
nome da Prefeitura de 
Bela Vista, pagável em 
Dourados, 110 valor de 
CrS300.000,00. Este che­ 
que foi entregue pela 
tesouraria da Prefeitura 
na Agencia fo Banco d 1 
Brasil local para cobran 
ça, não tendo, até hoje, 
06-01-76, voltado com 
crédito. Quando ele for 
pago, a própria Agencia 
através da Cemat, pa­ 
gável em Cuiabá, che­ 
gando aqui o cheque no 
dia 03 de Novembro de 
1975. Foi entregue o re­ 
ferido c h e q u e ti e 
100.000.00 à Agencia 
do Banco do Brasil lo­ 
cal p/ cobrança, tendo 
sido creditado em con­ 
ta bancária du Prefeitu- 
somente no dia 11 
'ovembro de 1975. 
No dia 12 de Novembro 
de 1975. um dia após 
esse depósito, foi pago 
integralmente, em che­ 
que nominal. à Firma 
Yendedor:i, o valor ãe 
um dos motores, na im- 
(Cont. na Página 6)

Mela Vi-ta I/0/70 	Opinião 
(Continuação da Página 
T E 
LO 
pentaneta de Cr$ 400.000,00 
Entào, eHlú bem claru 
que o 1" cheque do 1e 
mal (auxilio da Sudecn) 
no valor de 400.000,00 
chegou em Belu Vista 
em 03 de Novembro de 
1075 e o 2.o cheque cio 
Hemat (auxilio do Gover 
nuclor do Estado). no vu 
lor de 300.000,00 chegou 
em bela Vista, no dia 
) de Dezembro de 75 
O titulo dn Bunco 
Ia de Cr$ 91.000.00, de 
minha exclusiva respun 
s bilidade. foi pago por 
mim, ao Advogado do 
ll:.:neo ltaú. na presença 
do MM Dr. Juiz de Di 
reito destu comarca, Dr. 
Vuller L,onlrel'll, tm SP.U 
gabinete, no rliu 1G de 
Outubro cle 75, ce,nforme 
recibo que possuo, em 
meu podei' nssinado por 
·loels)n Martinez Peixoto 
OAB MT- 136. p.p do 
Banco llnú .A. 
A comprovação das 
dutas refertdus uciu 
pode ser feita, por quem 
estiver interessado, no 
Cartório do 1.o Ofício 
e uo Uanco do Hrnsil. e­ 
xumiando as extratos 
bu nc(1 rios da Prefeitura. 
1 
 
05) 
PIITIFES, 
IR 
e, nestas condições, tive 
que li·. urgentemente, u 
Campo Grande providen 
ciar u referida importan 
ela. Nu oporlunicJade, va 
li· me do meu crédito pes 
soal, sempre presente, 
recorrendo a um velho 
amigo meu quo, gentil 
mente, colocou à minha 
disposição u necessária 
importância, como aliás 
o tem feito comigo todas 
as vezes que a ele 
recuno. 
Esta é a pura verda 
de dos fatos. 
Agora, mais alguns 
esclarecimentos. sobre o 
critério que adotamos, 
na Secretaria da Fazen 
da da Prefeitura, desde 
que assumimos o cargo 
ele Prrfeito, em W-4-7fi. 
Prestem bem aten 
ção, aos que me lerew. 
Qunndo chegou à Bela 
Vista o 1.o cheque do 
Bemat. em 3 de Novem 
bro de 1975, que só foi 
depositado nu conta da 
Prefeiturn em 11 ele No 
vembro de 1975, u mi'nlla 
divida pesso&l com o 
Bauco Itaú já estava to 
talmente saldada, há 
mais de 25 dias pois fui 
paga. como disse acima 
em 15 de Outubro. 
N u n c a é demais 
r e R s a l ta r que o 2.o 
cheque do Bemat ainda 
não foi creditado pelo 
Banco do Brasil. Agencia 
local, em conta da Pre 
feitura. 
Apesar de ser assun 
to inerente à minha coo 
ctiçilo de pect..arista, alo 
da vou esclarecer este 
ponto. 
Fui tomado de sur 
presa com a cobrança 
deste título do Banco 
ltau, pois aguardava des 
se Banco uma resposta 
à proposta honesta que 
lhe fiz para o seu paga 
mento purceln.do. Por 
razões que desconheço, 
o Banco adotou o crité 
riu de cobra .. ça imediata 
Todo o dinheiro que 
entra para a Prefeitura, 
em espécie o em cheque 
é depositado pela te ou 
reira em c•rnta bancária 
com rubrica µ1·6pria, ua 
fgonciu do Banco do 
brasil desta cidade, dia 
riamente. A ordem ex 
pressa deste Prbfeito é 
que não fique oinheiro 
algum no cofre da Prefei 
lura. 
Todos os pagamen 
tos são !eitm; em che 
ques nominais, assinados 
pelo Prefeito e pela Te 
soureira. Proibimos ter 
minantemente cheques 
no portador e até hoje 
não adotamos o costu­ 
me rotineiro de certos 
Prefeitos de rurregarem 
no bolso os talões de 
cheque da Prefeitura 
com a assinatur::i, em 
confiança da tesourai ia. 
Na nossa administração, 
todos os talões ele che­ 
que da Prefeitura são 
guardados no cofre da 
Prefeitura. cuja chave 
fie, sob u guarda <la 
tesourara. 
Os únicos cheques 
que até hoje, sairam em 
meu llllUlEI peSSOI' 1, são 
os correspondentes aos 
meus vencimentos men- 
sais de P::eftito e, even­ 
tualmente, de diárias. 
quando viajo a serviço 
da Prefeitura. Quaisquer 
pugamentos da Prefeitu 
ra. repilo, são feitos em 
cheques nominais, com 
assinatura do Prefeito e 
da Tesoureira. em pro­ 
cessos regulares, que ti­ 
veram a sua ordem de 
empenho assinada pelo 
o 
UJ S NOM S 
ONHECE. 
contador e a sua ordem 
de pagamento, com as­ 
sinatura do Prefeito. 
vindo em seguida 0 Te­ 
cibo de qullaçüo da par- 
le credora. 
Todos estes compro­ 
vantes de entrada e sui­ 
da de dinheiro fazem 
purte dos balancetes 
mensais da Prefeitura 
que so apreciados pelo 
Tribunal ele Contas cio 
Eiltado. Diga-se. de pas­ 
sagem, que os balance­ 
tes estilo rigorosamente 
em dia e não atrwzados 
de seis meses, como en­ 
contrei, ao assumir o 
cargo de Prefeito. Esta 
é uma pequena liçãu de 
seriedade administrativa 
que endereço aos igno­ 
rantes ferinos. 
Quem duvidar, terá 
condições, através dos 
1:aminbos legais, de exa 
mina-los nu Prefeitura 
ou na Câmara de Verea 
cJores. 
Cumpri, expontllnea­ 
mente. em 29-04-75, um 
clispositivo legal, entre­ 
gando à Câmara de Ve­ 
readores, a minha decla 
ração de bens materiais, 
uo dia du minha posse, 
como Prefeito. a q,.ml 
deverá e lar arquivada 
nessa Câmara. 
Por ela, se infere 
que sou um cidadão que 
não necessita usar de 
dinheiro público ou 
alheio para atender 
compromissos pessoais. 
Estes sempre os atendi 
desde os 22 anos de i<la 
de, quando me formei 
Prn medicina, e continua 
rei atendendo, vida a 
fóra, com o produto das 
rendas que, honestamen 
te, possuo. Mensalmente 
posso contar com os 
proventuA de General 
de Brigada RI do Exér­ 
cito Nacional, com os 
honorários de médico, 
com os aluguéis de pro- 
priedades em Campo 
Grau da ( oriundos de he­ 
rança que me deixou o 
meu honrado Pai Gene­ 
ral Dr. Júlio ilário de 
Castro Pinto). com os 
vencimentos de Prefeito 
com a Venda de lotes 
de meus dois loteamen­ 
tos em Jardim e de 
eventuais Vendas de ga 
do do rebanho de llli.nha 
fazenda. E quando tal 
renda mensul niio fôr 
suficiente, podert!i recor 
rer à venda de mais de 
t.000 vacas que constitui 
parte do rebanho da 
minha fazenda, de mais 
de 250 lotes que possuo 
em cidades matogrossen­ 
ses e, em última insta­ 
cia, da venda de 6.500 
(seis mil e quinhentos) 
llecta res ele te nas ria 
minha fa;r,enda. cuja úl­ 
tima oferta ele compra 
por parte de nm grupo 
paulista. foi de 30 (trin­ 
ta) milhões novo. Pocle 
rei contar, ainda, com a ajuda 
eventual de todo- os meu- ir­ 
mão- e todos o- meu- filho­ 
que, graça a D)eu- e-tão em boa 
situação financeira. 
Perdoem-me os ho­ 
mens de bem. Estou fe­ 
rindo a minha habitual 
modéstia, por culpe. ex­ 
clusiva dos canalhas 
anônimos, cujus linguas 
pest!lentsa não aguen­ 
tam ficar 110 seu devido 
lugar. 
Não Fei como os cana­ 
lhas tiveram conheci­ 
mento de assunl96 
puramente pessoais e 
que são comun aos ho­ 
mens de negócios, que 
costuruam usar o seu 
crédito pes oal :ios es­ 
tabelecimentos bancá­ 
rios. erá que os seus 
informantes não costu­ 
mam usar o chamado 
sigilo profissional? 
Infelizmente ou fe­ 
lizmente, só Deus o sa- 
be, o Nivaldo de Barros 
não me quiz revelar nem 
os nomes dos tres pati­ 
fes, nem o local aonde 
ouviu as suas infamius. 
Não quero pressupor, 
mas tenho quase certe­ 
za que tais individuos 
devem-me favores pes­ 
soais, talvez a própl'ia 
vida, sua ou de famllla­ 
res eUS. 
os Homens de Bem 
desta cfriade. nos colo­ 
camos à sua Inteira dis­ 
posição, para dissipar 
quaisquer dúvidas sobre 
a rrnssa admrnistraçao, 
como Prefeito. 
O que não permiti­ 
remos, jamais, que in­ 
dividuo inesrrupulosos 
tentem macular a vida 
de um homem. de pas­ 
sdo e de presente lirn· 
pos e que faz questão 
de sempre honrar o seu 
nome e o seu sobreno­ 
me de antepa;;sados ilus 
tres, quer de origem pa 
terna, quer de origem 
materna. para lega-los, 
sem nódoas, uos seu 
rilhos. 
Era o que tinha a di­ 
zer. Aos Homens de Bem 
peço que me julguem, 
com respeito e dignidade. 
Aos canalhas cles­ 
conhecidos,, o meu de - 
prezo, enquanto não os 
consigo identifica-los. 
Bela Vista. 06 de 
janeiro de 1976 
Ruben de Castro Pinto 
Prefeito Municipal 
Comissão PrQ-reconstrução da 
Divino Espirita Santo 
Balancete Demonstrativo da Comis­ 
são até 23/12/1975 
RECEITA 
CAIXA: 
Saldo no Bco. Brasil S.A 
Cbás Bene[icientes realizados: 
Nice ilirandu 
Jurema L. da Rosa 
PROilOÇÕES: 
Cofrinho posto no Hotel Panorama 
Nice Miranda [Salgadinhos e doce;] 
H.endas Diversas 	es 
Total 
Capela 
ers 31.429,25 
» 965,00 
« 1.474,00 
Saldo de CrS 40.832.,00 (O 
centos e trinta e d . • -, . uarenta mil, oito 
Banco do BrasU S.A.01s cruzeiros) depositado no 
Bela Vista Mt 23 de Dezembro de 1975 
A Comissão 
a: 205,00 
» 245.00 
« 6.503.75 
« 40.832,00

Jl Vi-ta, 18/1/75 	Edital 	_l', Ili 7 
EDITAL DE PR l 
Catório do to Oficio 
Eu, José Avelino e 
Silva, Oflolul do Regls 
tro de ProleRtos Comarca 
de Bela Vista, do Esta 
do de Mato Grosso, Nu 
Formn (la Lel etc ... 
Faço 'uber aos que 
o presente edital virem 
ou dele tiverem conheci 
mento que se encon 
tram em rat·lório, à rua 
Coronel Dias, 9.t78, nes 
ta cidade. pura protestos 
por falta de -pagamento 
e /ou aceite os Regulnles 
títulos: 
1%) Titulos Apresentados 
pelo Banco do Brasil SA 
a) Duplicata nº 16:3/75-F 
vencida em 21.11.75, va 
lor CrS 15.792,93, emitida 
por Mecanica lndu.:trlnl 
Lldu. oontrn Dj,ilma Chn 
vcs Conea. 
B) Duplicata 11.l IG3/75-E 
vencida em 21. .75. valor 
CrS 15. 7!12,23 emitida por 
lnctuslt-!ul LL<lo.. contra 
Djalmu Cha ,·es Correu. 
2°-] Tllulos Apresentados 
pelo Banco llaú .. A. 
A) Duplicata. n.o 871li9, 
vencirla em 30.09.75, va 
lor CrS 1. 5G, 16. emitida 
por Bateria. Mal1ory do 
do Brasil, contra Saíki 
Haradn. 
B) Duplicata nº 3li58 , 
vencli.lu em 28.09.75, va 
lor S 372,0(), emitida por 
Batterias :lallory do Sra 
sil Ltdn. <:ontr I aiki 
Rara.da 
3.
0
) Cbs. Apresentudcs 
p/ iirmu. Sbel Rrnsil '.i. 
A) cheque n.o OliSo 3, e 
mitido em 2(3 rle selem 
bro de 1973, valor CrS 
3.090,00, emitido por Pos 
tos de erviços Bela Vis 
ta Ltda. 
B) - Cheque nº 0680 4, 
emitidú em 26 de selem 
bro de 1975. valor CrS 
,i.090,00 emiti d a por 
Po,to de 'cn iço, U.  1,tu 
LTDA 
-1) Tit. npn·,en. p/ firma Zenit. 
,uto Importadora Ltda 
cont-ra Luiz Carlos de 
Souza. 
B) Duplicata n.o . 18o3o 
A. vencida em 1(3.08.74, 
valor Crs 908,35, emitida 
Por Zenit Auto Importa 
dom Lttlu .. contra Luiz 
Carlos r!e Souzn. 
E por ter sdo impos 
slvel encontrar os deve 
doreR ou seus parndel 
ros, uelo JH'OFenle edital 
que será afixado no Lo 
cal, ele costume e publl 
cacto pela !mpren a local 
intimo-oi; para p:1gnrem 
a importuncia devida ou 
darem as razões de sua 
recusa e no mesmo tem 
pv, na falta de pagamen 
to ou compnrecimcnlo, 
notifico-os do competen 
te proles to no pruzo lt-> 
gal. Prazo ele :.l dias n 
contar da pulJlicaçúo. 
Bela Vista, 18 de janeiro 
de 1976 
O Ol'iclal do Registro de 
Pn,teslos 
lRIBUHA DA fffOIH[IRA 
Editor - Chefe • .J.ialdo /Jmir,1 
Gerente - Çii/s,
111 cSilva cS,1111,,s 
0?)CI)A 
Chefa - dtniC<lc• dtdair 
Paginação - 
1
]Uilso11 Çjuald,, !Dutra 
Impressão • ..fuiz C.1rl,•.< !L),·di' 
Composição - Jerge Dutra, 0ao Carlos 'lasque 
t' .:Nagib ,'1i.'azi11u 
Departamento de Circulação 
Pompilio Miranda - João Vicente Ocampos 
Departamento de Cobranças 
Chefe - Eder Hibeiro 
Colaboradore 
José Joaquim Ferreira >outo, Adalbertu, R. dre ant'Ana 
Dr. Aroldu Medeiros, lo-sita Rosna Gomes, los Glaue Fln- 
rt••• Euripede, Frrreira, J. Hl'frt·y 	• 
Diretor Respuns:ivel - Jv,,/d,, /Jacir,1 
TRIBUNA DA FRONTEIRA ums publicação da Empresa 
Gr!ifica Tribuna da l-'ront.-ira. 
Dirctoru - .lnrin E,1cln V,·ln<,p1cz Pereira 
Hedação, Administrção e Publicidade- nua Duque de 
Caxias S-n - Uda Vi,1n - Mato Grosso 
"As opiniões emitidas nos artigos a--inales não represem 
tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária 
a este. A opinião do jornal, acha-e cxpresa nos Editoriais 
e nos comentários nào assinados 
A Ddegacia de Pol. de Bela Vista solici­ 
ta aos orgnnizadores de brincadeiras dançantes 
com Tocu-Discos, Bailes com Instrumentos Preci­ 
sões e festa baile ou uúo. Velório, outros movi­ 
mentos irnmelhautbs que velham à Dei. Pol., retirar 
uma autorização GRATUITA com antecedência de 
1 diu, ou na Ga.-feira se o pr>dido for para sába- 
do ou Domingo. 	• . 
. 
A merecida visa evitar a intromissão de 
elementos Armados, desordeiros ou embriagados. 
• , A Delegacia de Policia 
o 
- 
Espirito Santo, voce 
que me esclarece tulo, 
que llumi11a (odoN 01:i t·a 
minhos p11ra que eu ali11 
ga o meu ideal, voce 
quu me clú o dem dj·j 
no de perdoar e esque 
cer o mal que lílP. fazem 
e quo todos os instantes 
de rniuhu viria esla co 
migo, eu quero neste cur 
to diálogo, agradecer-lhe 
por tudo e confirmar 
mais uma vez. que eu 
nunca quc>ro me separar 
de voce por maior que 
o 
weja ilusão material 
ão será o limo da 
Vontade que sinto de 
um dia est. r com você 
e lodos º" HJPrrt; lrmi:iiJ"' 
llil rrlúria fll'l'J)l'IU;I. 
Obrigado mais uma vez 
(, pessoa tle,·er(1 lnzPr 
esta oração 3 dias e ser:1 
nlcanÇ'Hln a ruça, por 
mais difieil que seja). Pu 
blicar assim que receber 
u gruça. 
(Publicado por lei' r!-'ee 
IJido uma gra<;a). 
.! Z G 
de iheobald:> .O.moral 
Lav..1
11em - Lubrificat·âo - Troca de Óleo 
r 	» 
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AVENIDll DUQUE DE CilllllS 446

Cristiana Carneiro por tres meses em Sussex­ 
i·onin, 0 Jornal da Universidade de Wiscon­ 
in noticiou: "Conheça Cristiana Carneiro, que veio 
do Brasil para fazer um euro nesta Faculdade. 
Está em casa de amigos, aproveitando férias de 
verão, porém ela não veio pelo sistema de inter­ 
cambio. Seus pais desejam que ela aprenda ingles 
e conheça o Estados Unidos' A notlciu saiu a­ 
compauhadu de urna foto de Cristina, Fmbora Já 
tenha visitado várias localidades como. Chicago, 
Now York, Wasblogto11, Oetrnil, iltaml, por telefo­ 
,rn cllsi,e à sua Mãe: "nilo vejo a hora de voltar à 
minha terrinhu Natl, igual a ela nenhuma outra". 
Em fevereiro seus pais americanos virão truzê-la 
e uqui passarão o Carnaval... 
eoons 
de Ouro: dia 4 pp. um dos cusais mais uuti­ 
gos da City: José J. Fct-reirn 'oto e sua esposa 
Tecla Cumelro Sotu, brlnd1Lrnm os 50 anos de 
Vicia-a-dois. Após n missa em Ação de Graças. 
inúmeros amigos e parentes do c sul, foram até 
sua rusidencla dar-lhes os parubens. Ao atuante 
polltlco e nosso colaborador, follcílaçõ1::s du Tribu­ 
u, extensivos ô. sua esposa. 
de Pmta; dia lO pp. Athauazío e Fermina, pa­ 
ra a MlsRa em Ação de Graças. foram conduzidos 
uo Altar, pelos rilbos, nora. netos. e purentes mais 
intiml>S, que lambPm foi asslsllfa por grande nú­ 
mero de convidados que lotou a lgreja Matriz de 
~unto Afonso, por sinal bEtavu muit<' bem de­ 
corada. O ulmoc,;o na rPsiclencia rio casal foi su­ 
per prestigiado. Ü!' vúríos arrnnjos causaram ad­ 
rniraçilo pelo bom go to; o responsável por cria­ 
gões to lindas foi o popular irmão Chico. Parentes 
e amigos de outras Cidades compareceram pa~a 
ulegrnr o ambiente. A l'estu eRlendeu-se até altas 
da noite, A voes parabens... 
CASllMENTOS 
J 
 
1 
1 
 
Dia 1 pp. casaram-se Djalma e Fermina. Ele 
conhecido runl!ionnrio do BH. eln l'uncionúriu do 
Banco lloú e ex-,lis, querida por tudos devido a 
S'Jll l.Jeleza, sim-pa th1 e simplicidade. Em eu vesti 
do de noiva sua beleza e eleguncin nfuscou a 
muitos que lá compareceram. Para esse aconteci 
mento vlrrnm inúmeros ca~ais de outra.; pluga 
Após a C'erimonla foi oferecido um laudo churras 
co. Ao jovem casal. felicidades ... 
Ontem ldilio e Paula disseram o Tradicional 
SIM na lgreja ~latrií Nossa Sa. da Cooceiçào em 
quidauana. Ao casal os pacabens da equipe da 
Tribuna. 
DNIVERSDRIOS 
Dia lo: Osvaldinho, que completou seu l.o aninho 
junto com us bodas de prata dos a vós (A thanzio 
e Fermina). Apagou velinhas rodeado de muitos 
amiguinhos. Felicidades... 
Dia ll: Atanaziaho elo, pecuarista e filho de tra 
dicional Familia Belavist<'nse. 
Dia 13: José Carneiro Jr., qur é um dos tradicio 
nais pecuaristas da terra e o!lo poderíamos deixar 
de enviar-lhe os nossos parabeos ... 
Dia 13: Carlos Alberto de Assis 
« : Valdenice Gonçalves 
Dia H: Com um boi•> surpresa ganho dos avós co 
rujas Oscar e lladalena, nossa afilhada Ana Karl 
na Salomão Marques, apagou velinhas comemoran 
do seus 3 aninhas, rodeada por parentes e amigos 
mais íntimos da familia. A você Toda a Felicidade 
VISITDNTES 
Os irmfios liélinho e José E. Batillani, trouxe 
ram para conhecer a Princesa do Apa, as jovens 
estudantes da Cup da Garoa: Eloisa, iIâ1·cia, e lo 
lnudu. 
REGRESSO 
Sub. 1'en. Doroty N. T. Machado, já de regres 
so, pois passou suas férias na Fazenda Jacarandá 
ele sua p r o p r i e d a d e em São 
ENFOQUE: FATOS E SOCIEDADE 
{f 	Gabriel .G.s. Junto com eles para uma breve es 
A BELVISTENSL 	vii.s, .« is«» «ris sii ,$iivg, 
'T'ambem já reressou o conhecido 'Ten Couva 
ra, que passou as festas de fim de ano com a llla 
110 H.G. •. Ew sua tourneé entre os várlod lugJres 
que visitou: Camboriú, Curitiba, São Paulo e Bra 
ilia (esta última não poderia deixar de vi ·ltur, 
NU.o é mesmo?) 
POSSE 
No dia 15 p.p com Missa na Igreja Matriz !e 
Santo Afonso, tomou posse o novo vigario da P'a 
róqula Pe. Ifaroldo IIarrlsson, Essa Importante ce 
rlmonla contou com a presença das mais destaca 
d1s autoridades da CicJudc e um grande n.o de pa 
roqulauos. Ao uosso. vigário desejamos o me11mo 
êxito alcançado pe!o inesquecível ex-vigário Pe. 
Rranclil•>, que oru atua em Ponta Porã, a ele tum 
bem ns nossos 11grudeclmeutos. 
TRIBUNil on FRONTEIRft 
"Órgào Independente a Serviço da Região" 
Ano IV Iela Vista MT. 1801/76 N 193 
Prefeitura lIunicipal de llcla Vii-la 
Aviso aos Propriétários de Chácaras 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Dr. Ru­ 
ben de Castro Pinto, encarece aos proprietários de 
chácaras dP, Bela Vtsta, a necessidade de serem 
respeitados os e8paços reservados à ruas previstas 
" localizad11s na planta da cidade de Bela Vista e 
,rnas circunscrições, a quais nilo podem tser lech:i. 
dos, em beneficiados. 
Agora mesmo. deu entt·ada nesta Prefeitura 
um requerimento do r. érgio Rego :'liir~nda. ca­ 
pitão do Exército, proprietário do lote suburbano 
110. 2o3, que requer a abertura de ruas ntre es lotes 
190 e 2o4, 190 e 1!-11 e 2o3 e 213 na Cancha. 
Casos iguais a este, existem vários, criados 
por proprietários de chácaras que fecham as ruas 
da Prefeitura. trataudo-aF como se fosse proprie• 
dade particular. 
Por tal razão, solicitamos o respeito à Lei 
por parte aos Senhores proprietários, pois que a 
Prefenurn, na medida do possivel, há de proceder 
a abertura de todas as ruas assinaladas na planta 
du cidade. 
Eela Vista, H de Janeiro de 1976. 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Prefeito Municipal. 
Eis na Integra o requerimento do 
Capitão Sérgio Rego Miranda solici­ 
tando a abertura de Ruas na Cancha 
Senhor Prefeito 
1.0 Sérgio Rego iliranda, Oficial elo Exército 
proprietário do lote suburbano o.o 2o3 requer a 
V. Ex!! se digne mandar abrir as ruas entre os lo 
tes 19o e 2o4, 190 e 191, bem como • dar às rcas 
entre os lotes 2o3 e 2o4 a sua largura padrão de 
2o metros 
2. Solicito à V. Exa, também., fosse esclarecida a 
stuaçilo da rua entre as chácaras 2o3 e 213 que 
consta do mapa da Prefeitura, mas que na realida 
de não existe. 
3. Esclar_eço á V. Exa. que quando da everbação 
na Prefeitura, o ace;;so ao meu lote era feito pelai' 
ruas que ora se encontram fechadas. 
4. É u segunda vez que requer. 
Da primeira vez, feita em janeiro 1975 não 
hteve soluçuo. 	• u- 
Bela Vista, Mt, o8 de Janeiro dê 1976 
Sérgio Rego iliranda 
(Conlinuo;úo da J e, pog: 
CtlRIIYllNA 
'1RENISTO 
no decorrer do primerio 
trimestre. quando (•r,ttlo 
pt·ocurnr:í solurior,at os 
principais problemas des 
ta comunidade. 
Depois de debatido, 
diversos assuntos do 
mais alto interesse do 
município, falou o llu.s­ 
tre Senador Italivio 
Coelho, de hu muito con­ 
siderado um dos mals 
atuantes senadores, o 
qual discorreu sobre a 
situação de dificuldades 
que atravessa o mundo, 
e qu< apesar dela o Brasil 
continua em frarH'O de­ 
senvolvimento. Fez men­ 
çilu especial uo proble­ 
ma euergétko de Bela 
Vista, que deverá ser 
solucionado a curto pra­ 
zo. Lembrou tombem da 
sua proposição de uma 
estrada ligando o rio 
Paraguai ao rio Parané, 
ao longo da fronteira. 
que, juntameute eom as 
linl.Jas tronco a elas 
perpendiculares, certa­ 
mente virá equacionar 
o problema de transpor­ 
te desta vaf.tll e progres 
sista região. 
A seguir o Sr. Pre­ 
feito [oi cem a comitiva e 
demais convidados fazer 
uma rápida visita à Usi 
na, à Garagem, ao Co- 
1<!. io da Água Doce, eru 
construção, à antiga Es­ 
cola Normal Rural, à 
ex-Escola Ester Silva e 
ao Colégio Castelo Bran 
co. 
Logo depois os vi­ 
sitantes foram homena­ 
geados com um almoço 
no restaurante do Clube 
do Laço, o qual !oi ofe­ 
l'ecido pelo Sr. Prefeito 
e por este Diretório. 
Após o almoço o Sr. 
Adalberto Sant'Anna em 
nome do Diretório ~sou 
da palavra fazendo uma 
pormenorizad<1; comple­ 
t~ e reiterada exposi­ 
ção dos problemas que 
afhgetn a população des 
ta região. 
Falaram tambem o 
Secretario, S:r. Nivaldo 
de Barros, o Presidente 
Dr. Fiori Muranc; e o 
Prefeito Dr. Castro Pin­ 
to, sendo todos caloro­ 
samente aplaudidos. 
Todos os componen­ 
tes da caravana usaram 
da pnlavra, agradecen­ 
do a recepção e elogi­ 
ando a intensa atuação 
deste diretono mun.ici­ 
pal arenista, e prome­ 
tendo envidarem os má­ 
X1mos esforços no sen­ 
tido de que as suas rei­ 
vmd1cações sejam ouvi­ 
das e atendidas pelos 
poderes competentes. 
Diretório M. da ARENA 
Ur. Fiori Murano 
Presidente 
1 
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