GDRCIA NETO GOVERNDRÁ Mil G 
Ped!'O Gorllli. do SEDI- Em com,anhia do pre­ 
MA'T, que vieram comu- feto, o Sub-hele da 
nicar ao prer. municipal Casa Civil fez visitas 
Huben de Castro Pinto, protocolares ao ('c•l Co­ 
a instalação do Gover- mnndante do J()" RC. ao 
no do bHado ern nr,s,.:a 
cidade uos diaR 18, 1D e ~UI .Juiz da Cornnrca, 
20 de março próximo. ao Presidente da Càma- 
ss 
Na tarde do dia 22 
1'· 1'· chegaram eta 
clda1lc, em avlào do Go­ 
erno, os senhores Iuy 
:-ant'Auna cl<w Sant,,s. 
Sub-Chefe da Casu Civil 
cio Uoverno do Estado 
1, o jornalista Francisco 
ra de Vereadores e ao 
i'res. Dir. !a !+EN A O 
prefeito de bela Vi- 1 l 
Ruben de Castro Pito, 
teve a honro- ieeum 
bencia de convidar oh­ 
cialmente os prefeito 
dos mtu nclios tsilos 
e fe, tamben a pro­ 
pagan d oticil de+s'e 
grau!e passo psra a ±n 
)H)I 1 ei pohitta «d1i­ 
nisttativa de no [e. 
ln 'htn. 
FUNDA::>OR E DIRErOB. 	IV ALDO PEREIRA 
ANO IV 
Redação Oficiuu e ,.dministraçào 
Rua Duque de r.axlas S/ 
Bela Vista, 25 de Janeiro de Hl76 Hi-Sema11ário N" 191 
Menus amigos. 
Escrever colunas 
comprometedoras,_ero JOI' 
nais envolvem uma sét·ie 
de responsabilidades, p/ 
aqueles que rnalmeute 
são tesponsavei , no ver 
dudeiro sentido da pala 
vra. (Por isso as i na mos 
0s nossos) 
Escrever fofól!a , 
mentiras e criações da 
6UO.. mente maléfica e o­ 
cultar o nome é µapél 
de gente dn mni baixa 
categoria. Infelizmente 
este fato vem ocorrendo 
em Bela Vista e talvez 
seja o 8cU autor um e­ 
lemento frustrado, inve­ 
joso ou qualquer outro 
qualificativo de sa natu­ 
reza. 
Vimo e tivernu a o­ 
portunidade de ler a pou­ 
cos dias, mais precisamen­ 
te nos fins do mes de De­ 
zembro, uma Coluna do 
"Correspondente de Be­ 
la Vista" PI o Diário da 
Serra de Campo Grande 
um urtigo que infotmavu 
(aos mnl informafos) 
q_ue os motores adquiri­ 
rijos pela prefeitura fo­ 
ram doados pela Cemat, 
numa 1-<ler:a e total de­ 
monstraçáo da ignorân­ 
cu que tem a respeito 
das coisas da "sua Ter­ 
ra". - Feria com isso a 
Administração Municipal 
e est encaminhou nota 
contestatória ao Diàrio 
da Serra. com todo o 
díreito e toda a justiça. 
Não ficou ai o espírito 
mesquinho do "Corres­ 
Pondente". Na edição do 
dia 20 do corrente, uma 
Coluna esportiva dava 
conta de que o atual 
presidente da Liga Es­ 
portiva Belavistense 
'desejava ser reeleito'' 
e que era candidato, 
concorrendo com o Dr. 
promove •Torneios e cam 
Ely de Araújo Barbosa, 
peonatos» amadores •Jm 
etc, etc. 	lielu Vis til. - E s s a 
Mais uma vez de- nüo ... !!! Com todo o res- 
peito que temos pelo 
monstrou o correspon- Oi·. Ely que é uosso a­ 
dente a sua total igno­ 
rância aos ucontecimen- migo p:nticular, somos 
obrigados a dizer ao 
tos veril'icados na sua informante que ele ja- 
areu de ação informati- m~i promoveu «Torne­ 
va. Desde o mes de A- 
ios e Campeonatos» e p/ 
gosto que 
O 
atual Presi- tanto damos o te temu- 
deute da entidade. ao nbo das centremu de des 
ser interpelado por re- 
presentante dos clubes portistas militan,es ela 
cidade. Isto se coa titui 
filiados e presionttllO p/ numa mentira, que p:·e- 
permanecer, declarou 
juclicu até mesmo o no­ 
que não aceitaria C(lllli· rue do elogiado. o Cor- 
uuar. O medi,>cre e 
mal informu do • corre,;- respondente deve saber, 
pondente" diz que 
O 
sr. que receuer uma home­ 
Glaucy F!õres prntendia nagem ie clubes varseu 
nos é uma coi a e pro­ 
ser reeleito e que con- 
correria com "um sério mover é outra, - Pr-o­ 
candidato" 
0 Dr. Ely, já mover. compete aos Ol'­ 
apontaclo como endo 
O 
gü• ofic:almente coni::ti 
futuro mandatário do tui1los e um dele é a 
desporto local. Até aqui. Liga Esportiva Belavis- 
até que tudo legnl, poi tense. (Lei 3.199 t' 5.-13~( 
até mesmo nós acredita- Enfim, o Dueo que 
mos na força rio cancli- tivemos u oportunidade 
dato e que alé se pra- de ler do correspouden- 
pos voluntariamente a te do Diá1·io Ja 'erra "."""':' ,2 ç +:p2,72asa R 
se csi@ir, isto que cm la vis. aos 4a lj]3j if fig, i;[? 
e u grande merio, conta de que o mes É?!y!5}pf i_3!f_{i}i 
principalmente se lembrar é um «profundo desco- >ri/é• ti ..i z si 
mos que pouca gente se nhecedor» de Politica a- F lt d' 
d • • t t • 	a a agua nia-h, refutando-os com1 propõe a dirigir entida- mm1s ru r1va e que em 
des de qualquer genero Esporte até o seu apoio Na emana passada provas convioce:ite .. 
nesta cidade. Afinal a é r.omprometedor e peri houve falta de agua à São apenas tres... Ü<' 
G 	1 - H tr quatro, ou mais? força do candillado é go ll. 	popu açao. ouve ope- 
T 	d.d • • t Bico culado não e11trn inegável. Provando a sua emos apren 1 o ço no ,01·1ec1men o por 
falta de cvuhecimento 
O muita coisn r.a vida, nu negligência do encarre- mosca __ 
• t d d l d d Jota Jota "correspondente" esque- «: roprm corren eza a ga " pe a guar a o 
ceu-se de dizer que a viria» e cabe nos para material, depositando e:--====-:_--==:'._ _ 
outra chapa Pra compos consôlar o «correspon- cal (corrosivo) em cima 
ta por oacir de Souza dente» dizer que «Se to- de uma peca 'importante. ?? [,732 2@$? 
e João Kalire, p/ presi- à0 mundo sorni,nte abris Resultado: corroirla. fu- tf!) ei- 
dente e vice, respectiva- se a boca para falar o rada a peça. paralisou ú r,;-, '""'fu1
0 ~@ 
b :. 	ye ±1;° ;: i 
mente. 	que sa e, lllnguem supor serviço. 	t.li" a.ss/==s 
Esse «corresponden- taria o Silencio.:► Responsabilidade ... onde 
te» é um verdadeiro :Ias. mesmo assim. estás? 	Publica.remos na prú 
«barato.» Ao final da aconselhamos o corres- Tres Patifes xima edição u rel.açiío 
coluna ele informa que poo
d
eute ª Moderar-se; Na ertiçüo de domin das personalidndes mais 
o candidato, que já an- Pois assim como eSlá, go último. etn contun- destacadas do ano. a­ 
tecipadumente considera fica chato... dentes palavras o Sr. guardamo& a rea.1es,;a ae 
o futuro mandatário, é até ª próxima arJi- Prefeito desmoralizou alguns votos da cid~c: 
um ciesportista atuante gos... 	tres patifes que preten- de Porto ~rurtiuho para 
a mais de 20 anos e que JOSÉ GLAUCY HÕFH:S. deram injuriar e calu- a relaçuo final. 
Grandioso Baile pré • Carnavalesco dia 15 de Fevereiro no Gremio Pedro Rufino - Orquestra com 15 figuras 
6G±MIO Z3O 3UNO - (Promoções de alto nivel) 	. 
1 
t 
. 1 
Um dos locais de uteresse turistico cadastra ! 
cJp pela equipe do Projeto flOTürt. alraiu JJ<trll 1 
cularmente as atPnçõer:: é a fantástica gruta do 
Lago Azul. em Bonito. município 1,lluurlo 110 ~::-. 
lado de Mt. Bonito. com 10.000 habitante !' eurnn 1 
cipad .1 há pouco tempo do mun. de rn •. rnda, Uf'ITI ' 
r,;equer esta,·a i□cluida no rolei!'() da C<JUipe Cen 
tro-Sul do Rotur. Os pesquisadores no entanto. 
alertados obre as histórias que os moradores 
de cidades próximas contavam sobre a gruta, 
reseloerem contates sua existência Para eles tratu-se de 
"Algo Far,tá ticn. e que merece um urgente upro I 
veitamento turístico. A gruta ele l:lonito é urna 
e tranha escavação na rocha, com profundidade 
de 120 metros, cheia de meandros e recessos 
nos quais ha vàrios lagos de àgua magnesiana. 
E possirnl até que haja muitas grntas como es 
sa na regiiio. Q,; pe quizadores do ROTUR Lca 
zaram uma gruta. a de N S. das Gruçus. nc, rr.es 
mo município. na fazenda de Alhumas. De forma j 
çüo idêntica à do ugo Azul. é menos sua pro 
l'uacli<lade, aproximadamente 80 rnetroi::. Os morn 1 
dores de Bonito falam de curas milagroi;us e cto 
e!Pito positivo que o bani.lo nas í•guas do Lago 
Azul l'uz a saucle. e se é um dado a acn:-se:entar 
uo in'eresse surgido em torno cles,:u descoe.-,a 
do PROJETO ROTUR. 
[Transcrita da Revista E:IIBRATUR) 
-

Nosso Tempo 
IS DROGAS E I ILEI 
Dá nova denominação à Escola Munlei- 
0 C I E IDE 
462/75 
l- onsidera@e 
Preliminares 
A prollfemçilo dus 
drogas é um fenômeno 
generalizado, pelo me­ 
nos em nosso mundo o­ 
cidental. Pouro sabemos 
sobre a estenslo do pe­ 
rigo duti substâ.ncins ca­ 
pazes de criar dependên 
ela fisica ou psiqulcn, 
no mundo socialista. No 
ocidente, em virtude, 
da liberdade dos meios 
de comunicação de mas 
sa e do intenso inter­ 
cümblo de idéias e de 
pessoas, o acesso às in­ 
formações é rra nqueudo 
a todos. Como conse­ 
quência, as mesmus cu­ 
racteristicas de conduta 
ocial e morai, o me:«­ 
mos vicios e as mesmas 
virtudes se encontram 
por toda parte. 
A rápida difusão dos 
tóxicos de lodos os ti­ 
pos é um dos traços ca­ 
rueteristieos do mundo 
ocidental, ctesde o final 
da Segunda Guerra 
Mundial. 
O problema dos tó­ 
xicos tem muitas cau­ 
sas. Várias indagações 
podem ser Ieitas: p,>r­ 
que os homens procu­ 
ram as drogas? - por­ 
que o desprezo pela vi­ 
da? - porque os ho­ 
mens procuram a felici­ 
dade em caminhos que 
levam à aniquilação? 
O exame de todos 
esses fatores nos leva à 
conclusão d ~àolad'ora de 
que algo não vai bem. 
Há algo que precisa ser 
refeito, nas próprias es­ 
truturas de nossa socie­ 
dade. 
É talvez impossível 
conhecer a gênese com­ 
pleta do todos os dese­ 
quitibrios e de todas as 
falhas sociais que con­ 
correm para criar o Ila­ 
gelo das drogas. 
O presente artigo 
pretende i;er uma relle­ 
xilo sobre o assunto e 
despertar interesse para 
análises ulteriores. 
11 - Importância dos Valores 
Num conceito um­ 
pio e prático, podemos 
dizer que os nossos vu­ 
lores são constituidos 
polos prlnclpios morais 
que regem a nossa con­ 
duta e por tudo o que 
julgamos bom, no doml­ 
nio das Idéias, das ar­ 
tes e das ciências. Os 
valores caracterizam o 
ambiente moral e in­ 
telectual d uma socie­ 
dade. E esse ambiente 
é fator primordial para 
a compreensõu do pro­ 
blema da drogas. 
Os valores aceitos 
por uma socie<iade p0- 
c!em facilitar ou dificul­ 
tar a roliferação das 
drogas em seu seio. Deo 
tro de uma mesma so­ 
ciedade podemos en­ 
contrar valores antagô­ 
nicos. que necessaria­ 
mente entram em luta 
constante. Tais valores 
opostos representam ide­ 
ais diferentes. Nesse 
sentido dizemos que na 
sociedade há um ideal 
que abre caminho para 
o uso das drogas e um 
Ideal que é essencial­ 
mente contrário as dro­ 
gas. Há, assim duas to­ 
matlas de posição, duas 
filosofias de vida. 
A luta contra as dro 
gas. dentro de uma so­ 
ciedade deve, assim co­ 
meçar pelo incentivo 
desse ideal contrário às 
drogas. Daí a lmportfin 
eia dos valores no com­ 
bate às drogas. 
Paul W. Pretzel psi 
cólogo de Los Angeles 
apresenta ulgumas carne 
teristlcas dessa filosofia 
de vida que leva ao uso 
das drogas e que se con 
trapõe a outra filosofia 
que se afasta as drogas 
Vejamos como ele apre 
senta esses pontos de 
oposição entre as duas 
filosofias: 
(Cont. na Próxima Edição) 
ARMA.ZENA DORA PARA 
ATENDER SUPERSAFRA 
ARROZ 
Cuiabá, - A safra de 
arroz do Estado de Mato 
deverá superar este ano 
a do Rio Grande do Sul, 
e; que o colocará como 
primeiro produtor do 
Pais, admitiu hoje o Se 
cretlrio de Planejamentc 
Para atender à supe.rsa 
fra, o Governo do Esta 
do a ampliação da rede 
armazenadora, mediante 
a inslalação de • arma 
zéns infláveis e secado 
dures, dentro de um pai 
mo de emergência, além 
da programação normal 
Por determinação conjun 
ta dos secretários Bento 
Porto do Planej,amento, 
e Edmundo Taques, da 
Agriculturo, esse planô 
de energência deverá 
ser elaborado ainda este 
mês. O assunto Ioi. deba 
tido em reunião de que 
participaram também o 
Presidente da CASEMAT 
e um assessor e pecial 
do Presidente d CBRA 
ZEi1. 
Comercic.lizaçào 
Na reunião,o sr. Ben 
to Porto sublinhou que 
depois de produzir, a 
função. mais importante 
é comercializar, manifes 
tando preocupação tum 
bém com as condições 
atuais do comércio mato 
grossense. Admitiu, po 
rém, que a erosão na e­ 
conomia do Estado, de 
corrente da exportação 
de arroz em casca, não 
tardará muito a ser coo 
tida com a implantação 
tios Distritos industriais 
cujo projeto se encontra 
em fase andiantada de 
elaboração. 
pai. 
A Camara Municipal de Porto Murtinho, 
Estado de Mt, decretra e eu sanciono a eguinte 
L e 1: 
Artigo 1º - A Escola Municipal 'I'ho­ 
maz Lurangelra, passa a denomluur-110: 
E cola de lo. Grau 'T'bomuz Lurun<>gira. 
Artigo 29- Esta Lel entrará em vigor 
na data de ua publicação, revogadas as dispos1 
çõe em contrário. 
Gabinete do Prefeito Muni
1:ipal de Porto 
Murtinho, Mt, em 23 de dezembro de 1975. 
Jdelfonso oares da Silva 
Prefeito Municipal 
O Serviço de Im- 
prensa da Sociedade 
Brasileira de Defesa da 
Tradição, Família e Pro 
priedade (TFP) distribu­ 
iu o seguinte comunica­ 
do: 
"Os comunistas pre­ 
cisam do difl!ogo com a 
Igreja, sómente para fa­ 
zer com que o Vaticano 
se cale a respeito da 
perseguiçi:o ªº" catúli cos 
na Lituânia, na esperança 
de melhorar a situação 
dos fiéis. O diálogo deve 
ser1r para enganar a 
optniao publica mundial 
e difundir a noção de 
que existe a liberdade 
religiosa na Lituânia" 
afirma a '·Crônica <ia 
Igreja Católica na Litua 
ma D' 9, boletim clan­ 
destmo transcrito pela 
revista britânica "Reli­ 
gon in Communist Ln­ 
ds". 
O referido boletim 
reconhece que o diálogo 
pode ser útiJ quando 
ambas as partes mani­ 
restam boa vontade. A 
"boa vontade" do gover 
no comunista é atestada 
pelo julgamento e pri­ 
sao de sacerdotes por 
ca tequízar crianças ou 
editar livros de oração 
e literatura religiosa. 
egundo a revista 
polonesa "Kultura" edi­ 
ta de, em Paris e ditada 
pelo informativo alemão 
"Religion und Atbelsmus 
in der Udssr", "os pa­ 
dres católicos na URSS 
estão preocupados com 
a perda de autoridade 
da Santa Sé em virtude 
ia "Ostpolitik" e que 
seus representantes não 
compreendem a psicolo­ 
g1a e realidade soviéti­ 
Ca. As vezes se declara. 
que Pelo menos não 
nos vendam:'' 
' 
j

Hosso Tempo 
EDITAL DE FALÊ CII Nº 02/7 
CONTRA MARIA IZABEL JACQUES 
Prefeitura· Munidpal 
de Bela Vista Mt 
F.III IA 1/I SE. II. 
f 2 te hii e. 1I. 
 r 
O Doutor Valter Jo• 
só Rodrigues Conlrem, 
MM. Juiz ele Dlrnlto da 
Comarca de Bela Vista. 
do Estado de MATO 
GROSSO na rormu dd 
Lei, ele ... 
FAZ SABER a os 
que o presente Edital 
virem ou dele tiverem 
conhecimento, expedido 
nos autos de Fa:ênciu 
" 02/78, que RUI RO­ 
CHA da SILVA reque­ 
reu conlru Maria lzabel 
Jacques, em trâmite por 
êsle Juizo e Crtório do 
1·
0 
Ofício, que foi decre­ 
tada II fnlênciu. de Ma· 
ria lzabel Jacques, de a· 
cordu com a sentença 
seguinte:- "Vistos, ele ... 
Rui Rocha da Silva. 
iirma individual, eslabe· 
lecida na cidade de Ri­ 
beirão Preto - S.P.. in­ 
gresou nesta Comarca 
com pedido de cecreta­ 
ção da Falêceia de «Ma­ 
ria lzabel ,Jacques.» l'ir 
ma individual e tabeleci 
da nesln cidade na Rua 
Duque de Caxias 11·º 
1.323, in ·crila uo C.G.C. 
sob o ° 03202033,/ 0001 
e r.om insr.riçíl.o estadual 
nº 1.300.5192-!/:, pelo 
fato que " requerente 
realizou transações co­ 
merciais com a requeri - 
da no valor total de 
CiS 14.227,35 (catorze 
mil, duzentos e vinte e 
sete cruzeiros e trlntu e 
cinco centavos), divida 
essa reprPsentada pelas 
duplicatas n% A-161, 
13-151, C-151. D-151 e 
E-151, emitidas em 
11/11/74, com venclmen- 
t o s p a r a 11/12/74, 
26 /12/ 74. 11 ,01 175 
26 O1/75 e 1 1-2-75 e/ valo 
res iguais de $ 2.84,47 
t·adtt, estando tôdns de• 
vidam<c"!lle prolestadus. 
Devidamente cita:la n 
requerida nií" elidiu o 
pedido d e hlência e 
nem tampouco upreseu­ 
lou dtfesu. É o relatório. 
Decido. üs tílulus cam­ 
biai: apresentados pela 
Firma requerente d e­ 
monstrum de forma in<lu 
vidosa que trata-se de 
obrigação líquida e cer 
ta du requerida Maria 
lzabel Jacques que nüc 
provendiciou o pagameu 
to dos títulos juntado 
com o requerimento no 
m o n l a n t e de CrS 
14.227,3» (catorze mil 
duzenlo:- e vinte e sele 
cruzeiros e trinta e cin­ 
co ceatavos), títulos já 
vencidos e devidamente 
protestados ua l'úrma 
da lei. Devidamente ci 
tada a requerida não e­ 
lidiu o pedido flllimentar 
e nem apresentou qual­ 
quer defesa, o que vem 
demonstrar o seu estado 
lRIBUNA DA fROIHEIRA 
Editor - Chefe • .Jnnldo J]mirn 
Gerente - Çjilson cSi/011 .S,llllos 
01€1)25 
Chefe - fnicto édair 
Paginação • ..._?dilio <.fé. cSoui,1 ~ (1Uilso11 Çj. !.Dutrn 
Impressão • .i!uiz Carlos !.Dedi 
Composição - erge Dutra, 0sao Cales 'lasquez 
t .J..!agib .JCazimt 
Departamento de Circulação 
Pompilio Mirnndn - João Vicente Ocampos 
Departamento de Cobranças 
Chefe • Eclcr Ribeiro 
Colaboradores 
k'é Joa,1uim Ferreira Souto. Adalberto R. de: Sant'Annn 
r. Aroldo _Medeiros, Rosita Rosa Gomes, José Glaucy Flo­ 
res, Euripedes E erre,ra., J. Refrcy 
Diretor Responsàvel - .Joaldo J]mira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA é uma publicação da Empresa 
' Gráfica Tribuna da fronteira. 
Oi retora - Maria E-tela Velasquez Pereira 
ledação, Administração e Publicidade - Rua Duque de 
"-'UJJlS >-n- Bela Vista Mato Grosso 
de insolvência nos ter- 
111011 do art. 1 do Decre 
to-Lei 1" 7.66t de 21 de 
,Junho de 1!l4G que dlz:­ 
Consldera •SA l'u lido o co 
merciuute que, sem rele 
vunle r!.lzào Je direito 
não paga no vencimento 
obrigaçii o líquida cnns­ 
tante de titulo que legi­ 
time a Ação Executiva'·. 
Assim sendo, o pedido 
de 1tecretação da falê11- 
cia mereee procedência 
nos têrmo do requeri­ 
mento i11icial. Isto pôsto, 
hei por bem decretur a 
falência de ilaria Izabel 
Jacques. firma indivicla· 
ai estabelecida nesta 
cidade uo rnmo de rou­ 
pas feitas e calçados; 
fixando o têrmo legal de 
faiência em i0 (sessenta) 
tlia a coutar anterior­ 
mente ao primeiro pro­ 
testo. Tendo em vista 
que a representaute le­ 
gal da devedora uâo 
foi local?zada nesta ci­ 
dade, como prova a Cer 
tidüo do Sr. Escrivão 
do 1° Oficio, para ser 
intimada a aprr entar 
a relaçiio dos credores, 
nomeio indico da Fa­ 
lência o Sr. Noedi Leite 
Laranjeira. contador es­ 
tabelecido nesta cidnd ... 
e, os termos do art. i0 
da Lei Falimentar. de­ 
termino o prazo de 10 
(dez) dias para os cre­ 
dores apre;;entarem as 
declarações e documen­ 
tos justiücativos ou seus 
créditos. Providencie o 
Sr. Escrivão o cumpri­ 
lllento integral do dispos 
to no art. 15 e lG da 
Lei Fallmenlar, intiman­ 
se o ~'indico nomeado 
na presente sentença, 
bem como a Falida na 
pessoa de Maria Izabel 
Jacques P.R.l. - Bela 
Vista, I de Janeiro de 
197G - Dr. Valter José 
Rodrigues Contrera 1DI. 
Juiz de Direito. - "E pa 
ra que chegue ao co­ 
nhecimentos dos interei,:­ 
sndos e ninguem alegue 
Ignorância, foi expedido 
o presente Edital o qual 
será publicado na forma 
da lei. Dado e pa saào 
nesta cidade e comarca 
de Rela Vi ·ta, do Esta­ 
do de .l.T., aoi, 19 ( deze 
nove) dias do mês de 
janeiro do ano de 1976. 
Eu, ,JoHé Avelino t-ilva, 
Ese. do Cart. do I" OIieio 
a datilograft-i e ai-si110. 
Dr. Valter José {o­ 
clrigues Con_trera 
.IM .. Juiz de Diretlo. 
EIS8 
loedi Leite Laran­ 
jeira, Sindico da .lassa 
Falida Maria lzabel ,Jac 
ques, cujo processo se 
encontra em trâmite por 
êt-le ,Jui·1.o e Cartório cio 
Oficio, nos termos do 
art. <m § Iº d:• Lei Fali­ 
me11tar. Cl'municu que 
l1iáríamenle, todos os li­ 
vros e papéis do falirlo 
encontra-se à disposição 
dos creclorei:, das 1::1.oo 
ils l7.oo horas no Escri· 
tório do referido Sindico 
ituado nesta cidu de à 
Rua l de Novembro 198 
Bela Vista Mt. to de 
,Janeiro de 197G. 
(as) N••Pdi Leite La 
rA njeira. 
Em 22 de Janeiro 
de 1.976 
Dr. Huhen de Cnstro 
J>i11to, Prefeito .lunkl· 
pai de lela Vista, Esta­ 
do de Mt, usando das 
atribuiçõe Legais: 
RESOL'E 
Nomer os Srs. Cup 
Joo Estvão de Castro, 
Antonio Silva Santos e 
Sra. Zenóbia Luvilia 0- 
camp s Gomes, funcioná 
rios desta Prefeitura, pu 
ra, em comissão, fazer 
o levantamento do patri 
mo:io do Hospital São 
Vicente de Paulo e reee 
he-lo. de acordo ''Om llt< 
nonnas IPgais, para dar 
cumprimento à Lei 1 
(i:19, de 08 de Novembro 
de 1!)7G quP encampou. 
por interesse público, o 
Hospital So Vicente de 
Paulo. 
Bela Vista Mt 22 de 
,Janeiro ele 19í6. 
Dr. Ruben de Castro 
Pinto 
Prefeito Municipal. 
PrefeiturG Municipal de Jardim Mt. 
ICEI M. 0/I$ (I. W W7 IE IIEIRO E IS 
"As opis 	:;a 
iniões emitidas nos artigos assinados não represen 
tam o pont.o de vislll do jarnJ', podendo até ser contrária 
te. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
nos comentários nlo assinados" 
Di põe sobre a fixa 
ção te prazo para rena 
vação de Alvarás de lo 
calizaçüo em geral para 
o Exercício de 1976. 
O Sr. Eraldo da Silva. 
prefeito unic de Jardim 
Estado de Mato G,·osso, 
usando das atribuições 
que llle são conferidas 
pela Lei n° 3.14 [Lei 
Orgânica dos Municipios) 
Lei Municipal uº 363-73 
(Código Tributário Muni 
cipal etc...) 
DECRETA 
Art. 1° - Fica lixado 
o prazo de !I té 28 de Je 
vereiro do corrente exer 
cício. para a Renovação 
de Alvará da Localiza 
ção em Geral. 
Art. 2.o - Para reno 
vação de alvará o reque 
CASA BIUL 
de Leontina do Prado Ferreira 
Produtos alimenticios cm geral bebidas, 
Rua 
Jardim 
cos 
lata.rias em geral 
13 de junho 3s0 
e molhados 
Mato Grosso 
rente deverá satisfazer 
as exigências do artigo 
76 do Código Tributário 
.lunicipal. 
Arl. 3º - Os possui 
dores de alvará de Loca 
liz:'LÇão que uüo provi 
clenciarem :i. renovação 
dentro do prazo fixado 
no artigo anterior, esta 
rão pas-siveis de mull.lls 
e outras sanções previs 
tas em Lei e canse 
quentemente inscrição 
em Dívida Ativa, após o 
vencimento do prazo fi 
xado no artigo pruneiro 
Art. 4º O Chefe do 
Setor de Fazenda. deve 
ró providenciar o lança 
mento e encaminhameo 
to dos avisos de débitos 
aos contribuintes. exigin 
do destes no ato de en 
trega o recibo comproba 
tório. 
Art. 5° Este Decreto 
entrará em vigor na da 
ta de sua publicação. re 
vogadas as dispoi:ições 
em contrario 
Prefeitura Mun!clp111 de 
Jardim, 07 de janeiro 
de 1976 
Eraldo da Silva 
Prefeito Municipal

Variedades 
l'.t i,,1 1 
"Fundado em 30 de Setembro de 195O' 
ela Vista MT-- Iua Coronel Camisão 
/n - Sede Própria" 
Prestação de Contas do churrasco rea­ 
lizado 11<> dia 07-1'.?.-?!í 
Recella 
lngre8HO Familiar 
126 vendldo8 
Ingresso Julllvlllual 
104 vundlclos 
Lelll1o: 
Um pernil 
Um lombo 
Bebidas Vendidas 
Total 
Altcvir Alencar 
Ao sair de casa ho­ 
je, ainda muito cedo, 
deparei-me com um des­ 
ses tipos humanos pe­ 
culiurmeote raros: ho­ 
mem de seus quarenta 
o poucos anos, envelhe­ 
cido untes do tempo por 
força de uma existência 
sem rnutlvação. Cabelos 
totalme::te brancos, sujo 
imundo mesmo, mas de 
paletó e gravata. apa­ 
tos rasgados e sem meia 
claudicante. Em sintese. 
um solitário em melo à 
multidão, um ser absolu­ 
tamente estranho ao 
mundo em que vive. ou 
melhor. vegeta. Caminha 
va lentamente, a esmo. 
Com certeza, sem um 
destmo certo. 
Esse Indivíduo me 
fez lembrar um persoua­ 
gem que lhe foi muito 
semelhante no fisico, e, 
talvez. na existência. 
Chamou- e Manoel. O 
Robrenome, 11i11guém con 
seguiu saber. Apareceu 
em Fortaleza, vindo, se­ 
gundo dizia, da Paraíba. 
Amalucado. sem origem 
e sem destino. perambu­ 
lou algum tempo pelas 
ruas <la bela Capital A­ 
lencarina, até que [oi 
dar com os costados 110 
Palácio Episcopal, Podo 
ai: rec•,lhido e 1:1colhido 
pela governant de Dom 
Manoel Fragoso. Talvez 
por ser !Jomonimo do 
prelado chegou a portei­ 
ro d1.> Palácio, por mui­ 
to anos, tornando-e 
um tipo popular da cida 
de. Decorou uns dois ou 
tres son tos de Augusto 
dos anjos, e não fazia 
mais nada além de reci­ 
ta-las aos seminaristas 
padres, freiras e, espe­ 
cialmente aos estudantes 
do Liceu, os quais pedi- 
am p/ ouvir "Versos ín­ 
timos". De fato. ouviam 
silenciosos e imóveis. 
contritos, em volta do 
pobre de MANEZIM. p/ ao 
final, irromperem em es­ 
trondosa gargalhada, a­ 
tirando areia, bagaço de 
laranja e outras coisas 
mais. no velhote. 
iJANEZIM pegava 
corda de intelectual. Re 
pórteres e redatores do 
«Unitário» se cotizaram 
' 
DESPE A' 
lundloca 
Canudos 
Temperos 
13 barras de gelo 
Uma lata de Oleo 
Tripas 
3 rolos de fita 
Refrigerantes 
Gasolina 
2 litros Wisk 
Cervejas caixas 
Carnes 
Cigarros 
Liquido 
Total 
Despes 
CrSl .2GO,OO 
Cr$1.560,00 
CrS80,00 
CrS120,00 
CrS2.414,00 
Crs5.43-1.00 
CrS90,00 
CrS22,00 
CrS20 ,00 
Cr$156,00 
CrStü,00 
C1S30,00 
CrS25.0U 
CrS-120,00 
CrS138,00 
CrSl80,00 
CrS9 '8,00 
Cr$325 00 
Cr 78,00 
CrS2.75 
CrS:-i.-13.t.00 
ílela Vista - Mt, 26 de Dezembro ele 1975 
iutonio . dos ~autos - Secretário 
Destinatário. 
Prefeito Ruben de Ca lro Pint9 • Hela Vis­ 
ta Mt. 
Meu nome e enador Italivio Coelho. r 
José Pereira !lurtins e Waldir untos Pereira a­ 
gradeço ao eminente companheirn a recepção 
que nos ofereceu quando da visita a sede esse 
muoicipio último dia ô pt contactos ai mantidos 
vossieneia t-t demul:- companheiros arena vg 
reintero consideramo-lcs altamente produti • 
vas para nosso partido vg permitindo visão real 
situações enfrentam arenistas esse municipio tan­ 
to prezamos pt minha renovada solidariedade 
vossiencia pela esclarecida administração vem 
realizando Bela Vista ilt. 
Saudações Arenista 
Deputado Ruben Figueirnh 
POSTO SIN CIRRI LIDO 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: I ,anchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Dmsil 
Guia Lopes da Laguna Mt. 
lZ 
pi maudur ao prelo um 
livrcto muito do fado. 
escrito por Manezim do 
Bispo. O ( autor» deu à 
ua obra o título de> ílc­ 
cordaçõe de miuha Mãe. 
A turma fo ,Jorual foi 
u ele e ponderou sobre 
o nome do livro, lem­ 
brando-lhe que sua mile 
já era morta . .Janezim 
mudou o título p/ Recor 
dações de )linha Ex-mãe. 
Metido a poeta, «com 
pôs» longa versalhada 
que o pl:ssoal do mes­ 
mo jornal, sempre gc> 
zado1, publicou, Termi­ 
nava () «poema• com 
esta tirada, iuspirado 
não sei por qual surto 
de bravura putriótica: 
'':linha r,átria. 
Minha querida pátria 
brasileira. 
Por ti eu daria ... 
Uma grande corre!ra!» 
Volta e meia MANE 
ZJ:[ tirava uma onda de 
peusador. eus "peusa­ 
meotos" foram reunidos 
num aderuinho, tambem 
impre so, com o titulo 
de desa forismos. 
Nesses doi perso­ 
nagens que mencionei 
tão distantes entre si, no 
tempo e no espaço (por­ 
que Manezim já faz h 
que partiu deste Vale 
de Lágrimas], enccntrei 
um humano traço de 
ligação. Não sei bem 
por qual razão. Mas p 
encerrar esta crônica, 
vou reproduzei aqui al 
umas 'maravilhas" do 
Desa[orismos de Maue 
zim, "selecionado"" por 
Calo Cíd: 
- Se a reSaca foss • 
untes do porre nin­ 
guém bebia porqu•• 
ningem é burro. 
- Eu só oncio a pad­ 
õncla quando l'l'itou 
com dor de dente, tu­ 
mor no sovaco ou coru 
llgelrinllu ( dlsea teria). 
- Familltat·es s ã o os 
parentes do soldado. 
- Quem anda com um 
pedaço d e p ã o na 
mão alrás Je mnnlel­ 
ga, de duas, urnn: ou 
não está com fcime 
ou é doido. 
- Humem que vem p 
a missa de Fanaboz 
(sapatos d e tenl) 
Vai para o inferno de 
tu mancos. 
- Amar sem ser amado 
é o mesmo que tomar 
injeção sem estar gripado 
a hora do almoço 
não se deve falar em 
polllíca. porquê é ho­ 
ra de se falar em De­ 
us e outros. 
Foi ainda Manezlrn 
do Bispo quem desco­ 
briu que todo padre 
tem mvu hálito.. 
de Theobaldo Amaral 
lavagem • Lubrificação - Troca 
Borracharia - Balanceamento 
Rua Conde 
Bela Vista 
de Óleo 
de Rodas 
de Porto Alegre s/n 
Mfato Grosso 
Dr. Helio Loureiro de Almeida 
Cirurgião Dentista RX 
)A: 2N10MI0 M123312 €0LJ0, 221 
±LA /15124 M1 0N 15. 
Horário: 8 às 11 hora 
14 às 20 horas 
MINERAÇÃO BODOQUENB LIDA 
"Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 Rodovia Jardi _ 
"U Em 	rm 
ma presa que acredita no Sudoeste e no Nov.o Mato 
Pórto Murtinho 
Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d 
o Hotel Oriente) Cx. Postal -8 
j 
l

Iela Vi»t 25/01/76 	Opinião 
VIRÇIO MOTTB LTDB 
Esta formidavel Em­ 
presa de transporte de 
passageiros, presta vali­ 
osos serviços ao Brasil, 
n , seu trabalho pionei­ 
ro Jigunclo pela primeira 
vez n a histórias do-1 
transportes brasileiros 
por rodovia grundd São 
Paulo ao Amazonas, pus 
ando por Mt e Rondo­ 
nia, num percurso de 
mais de 4.000 Km. 
Odisséia vencida gu­ 
lharctnmenle não só pe­ 
la vontade de seus di­ 
retores em estender 
suas linhas, como pela 
qualidade dos luxuosos 
onibus que possui, com 
todas as caracteristicas 
de resistencia e confor­ 
to, que refletem a técnui 
ca avançada dos fabri­ 
cuntPs brasileiros de 
, eiculos. 
Os governos ria Re­ 
pública e dos Estados 
que atravessa devem 
dispensar-he u ajuda 
bem merecida. porque 
prestar•do tüo ,elevante 
serviço ao povo, essa 
Empresa faz jús nos 
mtlis t!ntusiasticos enco­ 
mlos pelo arrojo que 
se aventurou levando vs 
seus onibus velozes do 
Centro-sul ao Norte cio 
País, com a regularidade 
que a concessão lhe im­ 
põe. 
Quando viajo pelo 
interior de Mt prefiro 
sempre o s onibus da 
otta pela qualidade e 
conforto do erviço que 
oferece aos usuários. 
Diversas Empresas 
tem concessões para 
transporte de passagei­ 
ros pelas nossas frontei 
Tas e nterior, inclusive 
ela que tem a concessão 
da linha São Paulo­ 
Bela Vista. passando 
por Presidente Prudente 
séde dn. Empresa, Porto 
15 de Novembro, Dou­ 
rados. Ponta Porã até 
esta cidade. Porém, p/ 
Mt, os onibus dessa em­ 
presa geralmente trafe­ 
gam vazios no trecho 
de Porto 15 até Bela 
Vista e vice-versa em 
Virtude de outras conces 
soes à Empresa que ex­ 
Pioram esse trecho, a 
guisa de evitar concor- 
rencla e prejulzos à elas 
acarretando graves ln· 
covenlentes a passagel­ 
ros que necessitam de 
urgencla nus suas via­ 
gens e veem passarem 
os pelos onlbus da Mot­ 
ta vazios, porque eslà() 
proibidos de transporta­ 
rem passaeelros ele ou­ 
tras empresus ( cvncessio 
11árl11s desse trecho), ou 
então. se desejarem uma 
passagem de qualquer 
ponto intermediário, te­ 
rão de compra Ju até 
Presidente Prudente, o 
que é um absurdo, mes­ 
mo que não seja esse o 
seu destino, pezar de 
nao caber à Empresa 
nenhuma responsubilida­ 
de, é o passageiro que 
precisa viajar, ganhando 
tempo. 
A nossv ver com o 
excessivo aumento de 
migrações de outros Es­ 
tados, principalmente '?/ 
MT. e Rondonía. além 
da explosiva soma á 
população deste Estudo. 
que aumenta dia a dia, 
eria de bom alvitre que 
o D.N.E.R. faça uma re­ 
visão imediata nessas 
concei::sõe p_/ facilitar 
os viajantes a se servi­ 
rem dos horários que 
mais lbef' convém. pois 
é triste a gente aguar­ 
dar transporte na Esta­ 
ção Rodoviária A ver 
sair tão confortá veis o­ 
nibus vazios, por uma 
questão da-concessão 
mooopólio-grandemente 
prejudicial à Empresa 
em ~ preço que desgoste. 
seu material inutilmente 
em centenas de kilome­ 
tros sem lucro, gastan­ 
do o precioso combus­ 
tivel, carissimo heie, cuja e­ 
conomica ê rec,:,menda­ 
da por S. Exa. o- Presi­ 
dente da República, co­ 
mo tambem tolhe a li­ 
berdade do cidadão de 
escolher o melhor meio 
de sua locomoção no ir 
e vir livre de qualquer 
constrangimento. 
Somos de opinião 
que, dada a exiguidade 
de lugares, pois os oni­ 
bus du s concessionarias 
que fazem a linha regu­ 
lar trafegam muitas ve­ 
zes superloladissimo e 
nunca vazios, seria óti­ 
mo pura os usuários a 
permlssllo, pelo D.N.E.H., 
a que todas as Empre­ 
a8 concessionárias rece 
bessem passageiros lndls 
crlmlnadamente, porque 
assim, nllo i;ó 1111 a ulori­ 
dades federais concorre­ 
rão pura a expansão 
das Empresas de trans­ 
porte de passageiroR. co 
mo tambem serão bemn 
aproveitados os milha­ 
res de toneladas e com 
b11stíveiR gastos pelo Pa­ 
is inteiro inutilmente. 
aproveitados para maior 
circulação de passagei­ 
ros. abreviando rendo­ 
sos negocios ligado ao 
desenvolvimerto das re­ 
giõeR ervirlas. gerando 
a riqueza da nação. As 
linhas coucedídus f1 Em­ 
pre-as que exploram o tran-­ 
porte de passageiros devem er 
como as concedidas para o tran 
de carga. 	To 
das elus carregam car­ 
ga de qualquer lugar 
pum qmdquer rle;,tino, 
Hem nenhum empecilho, 
e assim é que está cer­ 
to, gerando progresso. 
Não e pode e nem <1 eve 
ceder a alguem um rao­ 
nopólio ou previlégio, 
em que seja cedido a outrem 
mesma racilidalie. por­ 
que contraria o disposi­ 
tio da Constituição da 
República que diz serem 
todos iguais perante., lei. 
Ora, se cada Em- 
presa tem horáriv dife- 
rente, não é justo que 
alguma delus Rejam 
obrigadas a fazerem tra 
regarem vazios seus 
onibus pura vantagem 
de outras, e o que é 
mais grave, deixando 
passageiros que desejam 
ganhar tempo. com uma 
ou duas horas de unte­ 
cedencia dos horarios 
normais. 
E reclamação de 
vários viajantes !O re­ 
pórter, pedindo provi­ 
dencias que Tribuna da 
Fronteira fa-las chegar 
ao conhecimento das 
autoridades competentes 
do País, através de suas 
colunas. 
Jota Jota 
PREÇO DESTE EXEil- 
PLAR 1,50 
f UNRESf G: 40 VHIJURIIS 
PAR 39 DELEG CIDS DE 
PGLICID DE M!lld GROSSO 
Cuiabá, - 40 viaturas 
do modelo "EEP" e de 
fabricação especial fo 
rum entreg•..1.Ps à Secreta 
ria de Segurança Pública 
de Mato Grosso pela 
Ford do Brasil. A tran 
sação foi da ordem de 
l.7fl9.9:í8,4o cruzeiros. fio 
por cento das Delegacias 
de Policia de Mato Gros 
o serão beneficiadas. 
A sonelilade de en 
trega dos lo veiculos 
se deu no pátio da Coxi 
pó Veiculos. e estiveram 
presentes o secretário 
Aloysio Madeira Evora. 
da • Segurança Públic:a. 
deutato federal Nunes 
Rocha. Newton Chiapari 
ui. presidente da Fvrd 
do Brasil. cel Zuzi Alves 
<la Silva, Delegado Espe 
ciul de Cuiabá, assesso 
res da Segurança Publi 
cu. empresár-ios e gran 
de número de curiosos 
Falando à imprensa, 
Madeira Evora disse ser 
os .J.u ·•.Jeeps" o primeiro 
fruto da contribuiçiio cio 
povo através do FUN 
RESEG, dcsrle julho do 
uno passado". Salientou 
o Secretário de Seguran 
ça que o Fundo de Rea 
parrelhando e-tá permitindo 
também a aquisição de ar 
mamento moderno e ma 
teria! de escritório para 
ai' delegacias. Adiantou 
ainda o Chefe da vegu 
rança du Estado que 
brevemente será feito 
outro pedido à Ford de 
igual prvporção. Est:lare 
ceu o cel. Evora que o 
modelo dos "jeeps" é ex 
pereriê!!cia técnica 'ie 
sua iecretaria. 
De outro lado, o pre 
sidente da Ford do Br 
sil, sr. Newton Chiapari­ 
ni. declarou que "não 
estou aqui em uiabé. 
Mato Grasso, pelo ex­ 
pressivo número de veí­ 
culos vendidos, mas por 
reconhecer que o Gover 
no matogrossense está 
empenhado em só reali 
zar coisas sérias'. 
Distribuição 
As 40 viaturas adqui 
ridas ser-ão distJ ibuidas 
ls Delegacias de Policia 
que f eguem: Delt•gacias 
Regional e de Policlu de 
Dourados, 2; Delegacia 
oe Polícia de Fatima do 
Sul, avirai. Caarapó e 
Glórifl de DouradoR, uma 
para cada; Uelegacla íle 
glouul de ,Jardim. uma 
Delegacia de Policia de 
Rela Vi!.ta. 
Uma; Delegaciu de Poli 
cia de Paranaíba, CassI 
landia e Aparecida do 
Taba«do, um jeep para 
cada; Delegacias de Poli 
ciarle Amamhai e Igua 
temi, um jeep para cada 
Delegacia Regional de 
Rosário Oeste, um. Are 
nápolis, Diamantino e 
Barra do 5ugres, carla 
uma com um; Hondonó 
polis 
A Delegacia de Policia 
recebeu um jeep; Delega 
eia ele Três Lagoas e 
Brasilanrlia, uma viatura 
cada: a Regional de A­ 
quidauta e a ele Policia 
de Miranda. uma viatura 
cada: Barra ,lo Garças 
tanto a Regional como a. 
Delegacia Je P o lic i a 
receberam uma cada. Dei 
Regional de Cuiabá rece 
beu uma, já a de Policia 
recebeu duas viaturas. 
Poconé Chapada dos 
Guimarães e Livramento, 
uma cada. Delegacia de • 
Cáceres e a Distrital de 
,Jauru (também em Cá 
ceres) receberam uma 
cada; as Delegacias de 
Polícia ,Jurisdlclonada a 
Regional de Campo Gran 
de. qual sejam, Coxim, 
Rio verde. Rio Negro, 
Camapuã. Terenoil E' Si 
drolânúia receberam uma 
viatura cada. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Edson Lima da Silva 
extraviou os documentos 
da Vespa cor vermelha 
ano 62, motor de n.o 
VBIM- 6300-BR. A referi 
da Vespa emplacada pe 
la última vez em 66, com 
a placa no 01 Bela Vista 
Publicação que se faz 
para obtenção ela 2.a via. 
COMERCIO- DE CEREAIS UNIÃO IGRICOLII LTDA 
"Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional

bela Vi.ta 25/0/76 	Edital 
REFEITO ü llNICiPDL 
E D T. 
EECRETO I" O95/76 EXEC. DE 07 
DE HlREIRO DE 1976 
Doclura de ulilldacle 
Pública para fins do rle 
supropriação o imóvel 
quti nbulxo especifica e 
dá outras prc.vldenrlus. 
O Sr. Eraldo da Sil 
vu, prefeito municipal de 
Jardim, Estado de Mato 
Gros ••, no uso de suus 
atribuições legais e nos 
Termos do urtigo 6 do 
Decreto-Lei n" :L3G:i de 
1 de Julho de 1!1, e 
do Inciso III cio§ 2° do 11r 
ligo 590 do Código Civil 
Brasileiro, e 1-1indn. nmµa 
rado pela Lei municioul 
n" 249 de 17 de Maio de 
19liS, etc ... 
DECllETA 
Art. Lo - Fica declg 
rutlo de Utilidade Publi 
blieu, para fim de desu 
propriaçüo, por via ami 
ga vel ou juclicial, o imó 
vel que consta pertenCPl' 
uo Esporte Clube lfomni 
t ou seus sucessores, 
coustituido de 2 (dois] 
lotes de terrenos. deter 
miados pelos n I0 e li 
[dez e onze) ambos da 
quactrn n.o 7 (sete), me 
clindo cada um 25 m X 
40 m [vint· e cinco me 
tros de frete por quu 
renuta metro: aos runrlos} 
ou sejam, 1.000 m! (uil 
metros quadrados) cada 
perfazendo a-sim os dois 
lotes a área total de 200 
m2 (dois mtl metros qua 
tirados], limitando-se: ao 
8ul, com a Rua n.o I; ao 
Norte, com lote de 11.0 
7 e uo Oeste, com a Rua 
n.o 9: situados nesta nes 
ta Cidade de Jardim-Mt 
transcritos o Registro 
ele Imóveis sob o n.o 
8.692, às IIs, 270 do Li 
vro 3-D. Registrn Imobi 
Iiário de ela Vista- Mt 
tudo de conformidade 
com a Escritura Pública 
de Compra e Venda la 
vradu em 19-11-1958, pelo 
Cart,irio de Lo Oficio de 
Jarclim-.lt. 
Art. 2.o As despesas 
decorrentes deste Decre 
to correrão à conta da 
dotnçil.o própria cousig 
nutla no Orçamento v, 
gente. Lei n.o 3 ll-7,-i, ca 
tegoria ecouômica I.OOíl 
Despem de Capita1 4200 
- Inversões Financeiras 
Elemento - 4210- quis! 
çilo de Imóveis - Cóaigo 
5.10.558.3231.03- Desatro 
priuçõe . 
Art. 3o- Ete Decre 
to entrará em vigor na 
data de ua ;-,ublicaç:io, 
revogadas as disposições 
em contr{u-in. 
Prefeitura ;lunicipal ele 
Jardim 111t. 1!7 dt:: ja 
neiro de 1971i 
Eraldo da ilv 
Prefeitura .lunicipal 
PREFEITURA MUNICIPAL 
DE BELA VISTA 
OF Nº 14/76 SEC. DOM. 
Repúblíca Federativa do Brasil 
Estado de Mato Grosso 
Poder Judiciário 
Comarca de Bela Vista - Cartório de 1 o Oficio 
EDITAL PARA CONHECIMENTO 
DE TE CEIROS 
Bela Vista. 22 de nio Silva Santos, Sr" Ze 
Janeiro de 1976 nóbia Luvilia 0campos 
Gomes, que estilo desig­ 
Do:- Prefeito Municipal nados para dar cumpri­ 
de Bela Vista. 
mento à Portaria n° 
Ao:- Presidente da Bene- 10-76, cuja cópia vai a­ 
ficiencla Hospitalnr de 
Bela Vista. nexa. 
Ass- Apresentação (Faz) 
Apresento-vos os fun 
cionários desta Prefeitu­ 
ra, Sr. Cap. João Este­ 
vão de Ca1<tro, Sr. Anto 
Atenciosamente 
Dr. Ruben de Castro 
Pinto 
Prefeito Municipal. 
Eu, Doutor Valter 
José Rodrigues Contrera, 
,Juiz de Direito da Co­ 
marca de Belu Vista, 
Estado de Mato Grosso, 
na forma du LPI. etc. 
faço ,aher a todos 
quantos o presenta Edi­ 
tal virem ou dêle cunhe­ 
cimento tiverem, que 
p r êste .Juíz0 e Cartó­ 
rio do 1° Oficio move o 
têrmo de um processo 
Protesto ,Judicial Contra 
Alienaçào de Bens re­ 
querido por Wuldemar 
Lebedenco contra More­ 
no Pairo e sua mulher d" 
Oracilia Esplndola Paim 
<lv teôr seguinte: "Exmo. 
Sr. Dr Juiz rle Direito du 
Comarca de llela 'iíltu. 
Vuld e mar Leb11denco, 
brasileiro, casado, pecua 
rista, residente nesta ci­ 
dade, por seu advogado 
(mandato junto) com 
fulcro nos art . G7- 73 
do Código de Processo 
Civil e 255 do Código 
Civ_ii vem propor contra 
illoreuo Palm e sua mu­ 
lher Orucilrla Espindola 
Puim. brnsileiros. ca<:a­ 
dos, pecuaristas, reside 
tes em Jaciara, Comar­ 
ca de Dom Aquino ne:s­ 
te Estado, nm protesto 
,Jucticial t:ontra Aliena­ 
ção ele Bens pelo ratos 
e fundamentos juridicos 
abaixo: 1 •
0 
- Em 09-10-72 
propôs Oracilia Espindo­ 
la Paim contra e reque­ 
rente umu Açào Ordiná­ 
ria de ..11ulnçiio de Com 
promisso ele Compra e 
veada, Processo 90-72, 
que teve como desrecho 
uma sentença favorável 
do :li!. Juiz da Comar­ 
ca, confirmada pelo E­ 
grégio Tribunal de Jus­ 
tiça, que ordenou a en­ 
trega do imóvel, objeto 
da demanda, fazenda 
"Agua Azul", a uutora 
Oracili Espindola Paim: 
2.o Acontece que Wa!­ 
demar Lebedeaco, já ria 
posse do imóvel e pen­ 
sado tratar-se de negó 
cio certo. levantou hipo­ 
tecas que oneravam o 
imóvel como seeue: l - 
Hipoteca em favor de 
Arlino Correa Bueno e 
sua mulher, lavrada à 
Ils. Sv-lOv, rlo livro no. 
51, do lo. Tabelião de 
Bela Vista, inscrita sob 
o n,:,. 346. Livro no. 2, 
pag. 262 e devidamente 
quitada conforme consta 
da E,;crltura Pública de 
Quitaçfio junta; 2- Hipo­ 
teca em favor de E!i;;l>é 
rio de Souza Barbosa, 
la vracla no f>O. Tabelião 
fls. 117-11 , rio livro no. 
7ü, Comarca de Campo 
Grande inscrita sob o 
no. 3:-l!J tis. '2.=i7, do livro 
no 2, da Comarca de 
Bela Vista e devidamen 
te quilada conforme Es 
critura Pública de Qui­ 
laçãu em anexo; :.lo.­ 
"A anulação rios atos 
de um cônjuge por falta. 
outorga indir pensável do 
outro, importa ficar o 
primeiro obrigado pela 
impr>r·lància ue vanta­ 
gem que do ato a.nularto 
lhe haja advindo, a êle 
ao con orle uu o ca ai" 
(C.C. art. 255. Caput) o 
que faz o protestante 
credor da huportància 
paga aos credoreti hipo­ 
tecários; 4o.- Quando o 
conjuge responsãvel pe­ 
lo ato anulado não tive 
bens particulares, que 
h,tstem, o dauo ao ter­ 
ceiro de boa-fé se com­ 
poráa pelos bens comuns 
nu razão do proveito 
GUe lucrar o casal (.C. 
art. 255. paragrafo úni­ 
co) e como o casal aiio 
possui <,utros bem, fatal­ 
mente n indenização re­ 
cura no imóvel fazenda 
"gua Azul"; 50.- E pú­ 
blico e notório que O!i 
RequeridCls pretendem 
alienar o Imóvel O que 
tornará impossivel a re­ 
paração dos prejuizos 
advmdos com os paga­ 
mentos feitos pelo reque 
reate. Do que acima foi A Presidente da Be­ 
exposto requer: 1o.- Se- nelicencia Hospitalar de 
Ja por vossa Excia. a a- 
8 1 
V . 
verbação da presente à e ª ista. nos têrmos 
do Art. 44° dos Estatu­ 
margem das transcri- 
çoes n • 18365, ns. 
122 
tos. convoca os sócios em 
e 19366, nIs. 123 do livro geral para uma Assem­ 
-j do Cartório do j bleia Geral Extraordiná­ 
Oficio; Expedição de ria a ser realizada no 
carta Precatória ('ara dia oi "um'' de feverei­ 
Comarca de Don Aqui- ro do corrente ano "Do­ 
no p/ _intimação de More mingo", às 9.oo bs., na 
no Paim e Oracilia Paim sede Beneficencia "Hos 
afim de que se abste~ pital São Vicente de Pau 
nham de vender o im_ la", a fim de tratar so­ 
vel sem o pagamento d re a Lei no. 649 de 
indenização que tem á de Novembro de 1975. 
reito Waldemar Lebeden da Prefeitura Municipal 
co; Expedição de edita Sesta cidade, que Enca­ 
p/ conhecimento de ter- pou. por interesse públi- 
., co, o Hospital São Vi- 
ceiros a serem publica- cente de Paula. 
dos na Imprensa Oficial BeJa Vista Mt, 23 de ja­ 
e Jornal «Tribuna tia ne1ro de 1976 
Fronteira»; Oficio ao de Dr. Carlos Edy Sl 
Banco do Brasil S/A, Medeiros. 
para lo. Secretário 
agência esta cidade, afim 
de cltmtll'icá-Jo do Pn­ 
lesto ,Judicial contra .· 
Jienaçllo de Bens contrn 
Moreno Pim e Oracilia 
Espindola Paim para res 
salva de eu direitos. 
Dando a êste o valor 
CrS Goo,oo. Peclt deferi­ 
mento. Eela 'istu .It. 
19 de janeiro Hmi [aJ 
ur Késlo Loureirn Pinhe 
ro. Despacho. D.R.,. E­ 
fete-se o protesto na 
forma requerida. Bela 
Vista. l!l-ol-7(; (aJ Dr. 
Valter José Rodrigue 
Coutrera. E pi que nln­ 
guem alegue ignorância 
foi determiuaclo a expe­ 
çllo do presente E,mal, 
que será afixado e pu­ 
blicado nu forma da lei. 
Dado e pa sadn nesta 
cidade e Comarca de 
Bela Vista, Est. de Mt 
aos vinte alas do wes 
de janeiro do ano de 
mil IJovecentos seten­ 
ta e seis. Eu .. José A ,·e­ 
lino da Silva, Escrivão 
du lo. Oficio. o datilogra 
fei e assino. 
Dr. Valter José Rodri­ 
gues Coutrera 
,luiz de Direito 
Beneficiencia Hospi­ 
talar de Bela Vista 
EDIUIL DE 
CUNVOCDCiO 
' 
j

lida Vi1la 2.'ilOl/76 	Pronunciamento 
(]'j 
DRTIGO PUBLICADO NO ''JORNIL DO BRASIL'' 
O Pronunciamento do Comandante do 111 Exército 
Com muita satisfação a­ 
crilri o honroso cu11vi1e do 
meu prezado e camarod11 e 
,migo General Adolfo João 
l'uulit Coulo, J>Urn fozer n 11• 
b~r1ura deFtc Círio de Pnle,- 
11111 IJIIC a Açào Democr61ica 
Henovndorn, em gun prn1ri61i• 
1ir.a faina de l,c,m e@clnrecer n 
opinião pública e, em purticu 
lur, o juvcntU<le, hojr 111iciu. 
Se olenlnrmo• pi o que 
em ocorrendo no Mundo O· 
ride111ol, nesses iihimo~ anos: 
greve, sequestro, assasinatos, 
incêndio,, deprcda.,;,il'~, cont 
hn1cs de ruo, ele; 
' 
 
,/ 
Se refletirmos obre o, 
dioturbios e prole>IO@ reali1.a• 
dos quando da execução dos 
terroristas 'espanhóis; 
Se olharmo• pi o 11ue 
e+tá acontecendo na Argenti­ 
na e Portugal; 
Se meditnrmos rnhre o 
que vem Ol'orrcndo no Urnsil 
chegaremos a conclu,ào de que, 
11111110 Cl"rtO nndou, o nulor 
do livro O• Suhvt>r,ivn•, 
quando escreveu: 
Quandl' muiln ~cnlc di• 
feren1c, de países diferentes, 
111<»lrn •im11hu111·arnenll" um 
violento desafiou nutori,lnde, 
INDICDDDR PRDFISS!ON!ll 
DR. JOllCIR M. MOREIRll 
Médico 
B[lA VIS!n 
Veterinário 
rnmmo: Casa n.o 10 - Vila Mililar 
MAIO GROSSO 
DR. EVERALDO A. ROCHA 
MtOICO 
Endereço: Resid. 
856 
CRM 400 MI 
R. Cel. Ponce - 
Porto Murtinho Mt- 
HAR0LDO MEDEIROS 
ADVOGADO 
OAU - MT 1183 
CPF 008-295.870 
Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T 
Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella 
Cirurgiã - Dentista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótese em geral - Raio X 
"Consulta com hora marcada" 
Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt 
é porque chegou a hora do 
público levar o cn;o II fério, 
pois, o que está endo amena­ 
çada, é a própria e•trutura 
111tc.-;:ral da ~ociedad.-. 
J. Btrnurd Hu11011 foi 
rnen,brn do Uoit Central 
cio Partido Cornuni•ta da 
Tcheco-E•lovúquia. l'.rn seu li­ 
vro Os 8uhversivo• '11"" ~e 
constitui na prim.-ira re,•ela· 
çüo m•111dinl do plano comu­ 
nista de co1111ui,1a do JI undo 
Ocirlental, c·ncont.ra1110F, enlre 
muitas, as seguintes afirma­ 
ções: 
O mundo livre está ·en­ 
do destruitlo por um inimigo 
interno, pnr um exéuitu ele 
subversivos clandestinos que 
são organizado>, treinados e 
finnnciudo •• por Moscou e Pe• 
quim, 
As pesos que gozam 
de completa liberdade ão di­ 
ffceis de convencer de que 
hnju gente que esteja plane­ 
jan«do, a angue-frio, a destrui 
çào de modo ele vida democ-rá 
dcn que seriu .ul»thui<lo pe· 
lo to1olitaris1110 rut-!!O ou chi­ 
nêe. 
Tul'rz, porque o Brasil 
está tranquilo, limpo das bom 
bas, das arruaça, dos quebra .. 
quebras, des equestros e do 
assassinatos. mitos brasilei 
roõ julgam que, aqui no Hra­ 
sil, o comunismo é um fantns 
nm criado pelo Governo p 
esconder seus erros. 
Infelizmente. ees brasi­ 
leiros ef.tün engunados. 
A subversão está contida 
mns, os t1ubversivo~, nindn 
continuam agindo. 
Buscam os subversivos, 
por todos os meio~, cun,prir 
a risca, o que prescrevem os 
quutro conht!ci<los principio!-' 
de :lao T,é-Tung. 
N6s, os rnnis velhos, lfUt" 
nos nnos que antccederan1 u 
He,·olução democrática de 31 
de março d., 196-l, vimos e 
sofremos o prática diária de,· 
e quatro principios, em par• 
liculnr da de•mornlização e da 
tentativa de dissolução do or­ 
ganismo social, otrn'éz de 
greves, da insuflação das mas­ 
as em comícios e passeatas 
de protesto. de tumultcs, de 
prednçõcs e distúrbios. 
N6s, que estamos vendo, 
no'amente., Fer nrmndo o es· 
querna pi dor n impressão. 
110 po,·o, de <JUe o Brasil es­ 
tá em um beco sem saída; 
N6s que estamos vendo 
que se procura, aos poucos, 
incutir no povo a idéia de 
que sómente o comunismo po 
:lerá resolver n situação, te­ 
mos n obrigação de mostrar. 
particularmente aos jovens, o 
que é o con1un.ismo, e como 
ele age. Precisamos mostrar­ 
lhe o que em o Brasil antes 
dn Revolução de 31 de março 
e o que é agora. Temos a o- 
brigação de alertar a opinião 
pública contra a insidia comu 
nista mostrando-lhes as contra 
diç,ie& do rnurxi· 11H1 e dos re­ 
rimes comunistas, mostrando­ 
lhe como os comunistas ex­ 
pioram a juven1ude, mo•lrnn­ 
do·lhe a força e na dd,ilida· 
eles da democracia. falando-lhe 
do que acontece em Portugal, fi 
nalrnenle mo<lrnmlo-lb,- u• rea 
)izuç,ie, da Jlernluçiio de 1%-1. 
S6rne111e a,-iru. e,clare,·i• 
dos, poderão o, bra-ilriros, 
fazer uma c,,rnpuruç:111 entre 
os regimes democrático e co- 
111uni.tu I'. r111re o Hro•il de 
hoje e o Brasil de mun;o d.- 
196 I. 
E.-e~ .-,c-lare,·imenlus da­ 
rão uo povo argumentos p/ e 
ddcnder da ;ibilina .- rnb· 
replicia infiltraçiio d.- idéias 
c•uuunistns. 
É exatamente isso a que 
F-e propõe u patri6tic-a Ar:io 
Üt'111ucrátic.a He1H>adorn ru•,-. 
te: II Ciclo.te Pule-Ira. 
Antes de pas•ar o pala 
vra ao ilustre conferencista 
desta noite, permito•rue pro 
por à me,liwçüo dos preen­ 
tes, algumas indagações que, 
acredito, a• pul..-,1ras de•tl' 
li Ciclo. lhes ,laràu ,ub-ldio, 
pi rt"FJJO>tOO: 
1 - l'or ljUC, há alguns 
meses, aqui em Porto Alegre, 
um c:studante, em pl.-nas fé 
rias, subiu a uma árvore p 
tentar impedir que foese der 
rubudn pcln l'rd..-iturn? 
2 Por q u e. quando <l a 
condenação à morte e, depois 
quando da execução dns crnco 
assassinos e subversivos bas 
cos. na Espnnba.. houve pro 
te61o,, distúrbios, awqu.-s à 
propriedades assassinatos, em 
vários pniFrs ociclcntniE-? 
3 Por que não houve 
protestos contra os a~~a:-s:iua 
tos e dep.-drnções causados 
durante esoes distúrbios? 
4 Por que, quando da con­ 
denação à mone - poucos 
dias ap6s as e~ecuçõe• r.a Es 
panha - de um jovem de 17 
anos, na França por ter assas 
sinado uma anciã com 14 
panbnladas não houve protes 
tos? 
5 Por que não há protes 
tos contra as condenações a 
morte dos cidadões dos palses 
da chamada Cortina de Ferro? 
6 Por que se está dando 
tanto realce ao suicídio de 
militante comunista em São 
Paulo? 
7 Por que OE comunistas 
brasileiros qnc se encont:r:11n 
rm Portugal escreveram um 
lino pubÍi.-adn ~"' jull,o tio 
corrente ano e denominado 
1',•lu Uniõo dn, Cumuni<tas 
Ilru•ileirn,? 
8 Por qur, lunlos., ,,roc·11rn111 
negar a existência de ubver 
ivo no Brasil? Será aprnas 
por mera ignorância! 
9 Por que Hl procum 
omitir, minimizar ou até me« 
rno, alnrur uçcie~ po•itirnM do 
Governo e realçar, criticando, 
aquilo que ainda no foi fei 
to? 
JO ·e l- ,·erihul.- que "" 
t">,tudnnle1' e º" opt.·r:í.rirnt ►i1o 
a 111ell1or matéria-pri 1111, paru 
Fer uuhalha•ln pdo, l"Omuni• 
ta•. o 11ue d.,,e ,er foito prtra 
evitar que eles sejam envolvi 
dos na trara comunista! 
li Por «JUI' já .-si ão •endo 
.,,palltudo• folll!"lo• ,ulneni 
,o• dn IH 8 Olovi111.-111u H.­ 
volucionário 8 de Outubro) 
aqui em Porto Alegre? 
12 Porque lai, fol[,,.,os 
afirmam e recomendam: 
O Exército merece uma 
atenç:lo maior e de mais du 
ração. As gerações antiga- não 
tern i;.ahaç.io já tJUe, con1 rn 
rns ext"ÇÕt"S, eF-tão cornprorue 
tidos ,·nm a di1adur- ... O que 
+e faz necessário é urna infil 
tração profunda uas norn• 
gerações de oficiais nos tenen 
te e capitães de hoje que, 
por muitos motivos, inclusive 
o da idade, sejam sensiveis 
à uma prrl!açào re,olucioná 
ria'! 
13 Por <JUe laÍ• folhetos 
afinnnru e recomendam; 
Contudo o lerrr-no •rue 
no momento, mais promissor 
,;e oprefl'nta é o da lmpren• 
+a t da Tv. Torna-se. ~1. ne 
cessário ioten~ificnr uma ín 
filtração revolucionária que 
já começou e em crescendo 
nas .,,,ruturas de todos os 
jornais e Tvs, a começ.ar pe 
los de tradiçào reacionúria e 
conservadora? 
1leus Senhores. 
Com os meus agradeci 
mentos pela :,tenção com que 
me ouviram, declnro aberto 
O! trabalhos de-te II ciclo de 
Conferências promc.vido pela 
Alia.nça Democrática Renova 
dora. 
Preço deste 
Exemplar Cr$ 1,50 
MÓVEIS DELBII 
, MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMÊSTICOS EM CiERAL 
SINTOS E ZINCINELLI LTDI 
IVENIDJl DUQUE DE CIIXIJIS 446 JIRDIM-MT 
-

É POIS• ' • 	, 
lleuulüo extfüordl11áda Ja Cúmara Munlcipul 
dlu 21 p1·6x1mo paHsado, contou com u presença 
do prefeito llunlclpal couv,,cado pura "tsclarc- 
cor'' a situaçllo do setor energl:lico de Bela Vista. 
Além ele lnúmero11 convldaclos, ci,tlveram prei,;cnlt•R 
os vereadores Osvaldo 'Turini, Afonso Dilon, Glnu 
cl FJ()res, Flori Murano e Pedro Pnlmiei-1. 
[:) )lfilffi:{ [:) 
O alto mandatlrlo bela vistense prestou divor­ 
sos esclur.,.clmontoi; e mostrou serviço. O homem 
fez um relato objetivo ele sua- adminlstruçllo e dei 
xou n uta gente de ''queixo c:1ldo". E, pois é ... 
E00K«E 
TlUHUNA esteve presente a reunião e regis- 
trou ns ''frases de imp:.cto" e algumas P-olslnlrns 
mult1. Vamos lá: ... "comentavam qne a demora do 
fuucionnmento dos motores era causada pela von­ 
tade de l'azer política: quando a única vontade 
que tenho é a de rrnrvil· o povo bela vlslt:!11se. Não 
Pl'lou accstumaclo a fazer esse tipo de política. Os 
motores jú est:10 hmclonanclo e ll e_nergia elétrica 
melhorou e muito" (Castro Pinto). E, pois ... é 
zo;# 
"A instalaçüo do Governo do Estado é um fa­ 
to político de realce e mostra a conslderãçllo do 
governador Garcia Neto por Bela Vista e regillo" 
(Custro Pinto) 
ElillmffiEJ 
Convirtado para um seminár"io. o prefeito Ru­ 
ben de Castro Pinto aproveitou a ocasião e solici­ 
tou junto a~ uutortdades pI·esentes o pMlongamen­ 
to da liguçiío nsl"álllca de Ponta Porü até Hela Vis 
ta. Disse o prereito: ''Viajo e sempre que estou 
VIIJU1Hlo carrego Bela 'islu nos atos e no cora- 
ção". Falou ... 
o; E 
É. pois é ... não pode deixar de exPr( er o seu 
pnpel <le '-COLUNA DO POVO" e novume11Ie solici 
tn ao pn•feito providêndus nn seutillo ,n.111,lar de palro 
lar a rua Santo Afouso nas proximidades do Colégio 
Santo Afonso até o Estádio Municipal. O negócio 
ali esrn feio, muito feio e o povao grila ... 
EIEmffiEI 
inda a reunião extraordilllhia da Cúmar:.i ~lu 
nieipl: "A Usina de Euergia elétrica pareda uma 
usma de canão; a prefeitura muuicipal não com­ 
pr·u,·a mais II prazo porque não tinha crédit<J• 
minha administração está aberta pera todos; o de­ 
fíc_it da Usina de $50.000.00 caiu para 15.000,00 no 
mes de novembro último e isso, ainda. porque MUI 
TA GENTE boa não está pagando suas couta de 
luz; nüo aumentei us tarifas das casas comerciais. 
elas pagam através de tabela que já existia untes 
de miuhu pvsse; e:;tá a criti>riv do povo a eucum­ 
pução da Usina pela CE'.IIAT ... paganrlo suas ron- 
tas pontualmente o povo colaborará par.a equili- 
brur as lioançãs da Usina e ai então a CEMAT 
encampará o setor, pois não encampa serviço de­ 
ficitário; recebi a Prefeitura com contas e mais 
e o n t u e v a I e s. i n c I u s i v e. um do Al­ 
bertino Russo (Paxá) 0() valor de $9.000,00; eu 
quero, e espero. sugestões para as soluções dos 
problemas, ~ois a_dministrução é trabalho de equi­ 
pe e Bt,la Vista neve ser uma graude equipe traba­ 
lhando pelo seu progresso ... " é, pois é ... tudo isso 
o prefeito falou... 
O presidente ela Câmara, Pedro Palmieri. após 
as expl_icações do prefeito disse o seguinte: "Isso 
para nos é chove_r no ruolllàdo. pois- isso nós espe 
rávamos - e por isso cerramos fileiras na Câmara 
o no Diretório para a nomeção de v: Excia ... 
·•o seu passado, o nome ilustre que carrega, 
seus a_ntece'1entes como médico e politico atuante, 
ofereciam e oferecem subs1dios pura acreditar nu 
ma administração voltada para o desenvolvimento 
de Bela Vista e o bem estar de seu povo ... 
Somos livres para criticar; para que • amanhã 
, 
E ... 
possamos andar de cabeças erguidas, e creia V. 
Excia ,
1
ue o Intuito que nos move, Ião é outro e­ 
não o de colaborar com V. Excia na solução dos 
problemas beluvistcnses ... 
Esta casa terá sempre o prazer de receber V. 
Excla; e não omos canibais pura <11woiarmos uns 
aos autros, man como s,~ntinelas do progref;:;o esta 
remos sempre atuantes, pois, se futebol é bola na 
rede. polllicu é fato concreto ... A Cilmara elevo 
exercer seu papel fiscalizador e participante, pois 
para J:;so vive e em função disso trabalha: O BEI 
DO PU'O ... " 
1;a& 
Esteve "floberbu" u reu11ião, alguns polltlcos 
esliverum presentes e o gostoso foi o ··bate papo" 
após u reunião. Não podemos deixar de reglstmr 
unia crítica frita a o Diretor da TRiHUN .: .. Voce é 
um pessimista". E. pois é ... começamos imprimindo 
o jornal em Ponta Poril, te somos muito gratcs ao 
Correio do Povo), depois. passamos a ímprlmi-Jo 
no O PANTANEIRO do nosso amigo Aldo Rolg-. 
hoje com novo pr')prietário); em seguida no COR 
REIO DO SUDOESTE, dirigiJo pelo saudoso 
,João Nuues du Cunha, cada número do jornal 
que circulava em uma vitória e que vitória ... Com 
auxilio rio Banco do Brasil, consegulmnr- financia­ 
mento para a comprn das máquinas e materl,dll 
gráficoc-; e montamos a nossa gr-3.fica, dii"icil, multo 
dificil manter um jornal no interior, propnganrla 
escassa, colaboração de poucos, criticas de muitos. 
Este jornal não ,·eis. atinge a cifra de 
cllega no número dez". S500.000.00. para nós um 
Esta frase ficou "l"UVa- aumento • consideravel. 
ela no subconr::cie~te e haja vista as possibilicla 
tornou-se um repto: dei:; da 1
1
egião e os em- 
VENCIDO. l'omeçumos pecílhos inerentes au 
numa pequena sala na c·apital inicial escasso. 
residência do diretor, Hoje. empregamos dez 
nnsso capital era uma funcionários e formamos 
escrivaninha um armário cinco jovenc1 belavis­ 
e muita vontade de cres tenses na profissão ée 
cer, r:om ·•pessimismo•· gr·áficos; realizamos 
e tudo. Hoje. bem ... .llu- memorávtis c:ampanhas 
je nosso capital em má- e estamos nos preparan 
quina~. equipamei:tof', rio para con;:truir a se 
materiais gráficos irnó- de própria do jorna'. ne- 
··Orgào lndepeudeute u • Sen•iço da Região" 
Ano _IV.- lle!a Vista - :JT. 25 01/76 - N° 194 
eeberemos brevemente 
mais uma maquia para 
e«ditar um jornal maio; 
e• eo111 maior clrculuç,1o. 
E, um tanto incoerente 
chamar o diretor da 
TRIBUNA de IH:'i"1.<imiHta, 
poi, parafraseado o 
vereador Pedro Palmteri: 
futebol é boln na n·dl•, 
progresso é lato conere. 
to. Quanto ao "pessimis 
mo," sim, oIos pessi­ 
mlsL18 quanto u 11olltíc.1 
retrógrada e asl'ixiautp 
e os politlcos estagnado"! 
no tempo e no espaço, 
alguns, bem entendi'o, 
alguns... mas somos ... 
por uma questão de coe 
rencla. rté a I,róxin,a ... 
É, POIS E.. 
Para rnedir,ir: Per­ 
c·on-er1.-1rnoi- o,; caminhos 
da ~rít!ca, pois o jorna 
lista é essencialmt-nte 
um crítico, além de sei' 
um crítico, é um teste, 
muuho dos ratos. 
- 1 
Coluna Juridica 
.k'. vlledrirri 
Titulo Protestado 
Se você quitou um 
título prntestado terá 
que apresentá-lo ao car­ 
torío rle pi-otestos, a fim 
de cancelar o protesto. 
~e. por qualquer motivo, 
niio puder exibír o titu­ 
lo quitado, pot!erá ainda 
ai-sim requerer o cance­ 
Iameuto do protesto, des 
de que apre,;ente declara 
ção de unuêntia de to­ 
dos_ os que figurem no 
registro de protesto tais 
como o apresentante, 
credor endosFalú:-io, ete., 
com suas qualificações 
C'>mpletas, inclui;i·e o n'! 
do CIC e firmas reconhe 
cidas dos declarantes, 
bem como menção do 
CGC se tratar de pessoa 
Jurídica. 
Mudança de Horárl<> 
· 1 O puder de decisão 
•.%.0%% 1±$% 
DIAS 	FIL:1ES ELENCO direito não é absoluto, 
P,"-',, , ,iie ·eu de·tio omy néiã,] e_em det 
om. e 2a. aino a preço fixo Charles Bronon ," 1eterminadas situa- 
3a. e -ln. ~-" -1 I nr un amor ou por vingança Alisio Arano çoes a alteração no ho- 
5u. e 6a. 5e6 O Enigna de Andromeda Da;q • rário não é justa e váli- 
sa±. d 7e8) ",, 	)ai ayne da. Se vida profissio- 
..,a • C( om. (i l Encurrn.lndo ·o · , 1 
D 
., -
8 
. . 	en1.s "e:n·er na ,lo empre d •· 
om. e= e 9 Oh. que d.-lic,a de P:tt-rlo C 
1 
'.I 	ga o esL 
3 
.. 	-arlo Mos-ey toda orguni .d 
a. e ~a. 10 e li A irgem e o cigano F, 	_ • 4Zala e.m fun- 
5s.e6». tc1 oi+i ,,""g • ero çao de horário jâ esta- 
sal. D V, 	r- 	.. 	hico Fuma,, belecido, qual 
-.,n e om. ep. (llel») Gigantes em Luta J 
I 
W • ~ · " • quer mu- 
Dom. e 2a. 15 1o A Mor ao cena ,,,"" ,"!j laça desse horário ir 
,_ 	- -" º"> umn frazrr lhe • 
da.e la ITel8 Hagan o o da More Ty H,ai. - 	"l prejuizo. 
5a. 6, 19 .,,. U 1 . • ardim Portanto o q 
'- e oa. e! m homem e duas mulheres Alai D 
1 
-- -· • Ue reE· 
Sab. e Dom.Vesp. 2le2:» Teiirinla 7 pro,-,,, T . Pelony ta ao emprego para ga- 
Dom e a. 22e23 Frenezi 	" exerinha rantir o seu direito er 
3a. feira 21 Frenezi 	Jollin Finch permanecer no horári 
4.a. feira .25 Auto Stop Destino incerto Lr Ç,,_ de seu interesse. cas, 
- , 9.9; 1d 	.ano apolicho o empregado • J 
a e toa o A 'ª os contra o crime B, •.. 	pretent 
sa» 4se genes9 csras xia o corsa .,,3?"""}; mudança de seu horário 
Dom e 2a 29l Sob o fogo da- pistola. A,,,'' e_ingressar com re·lar : 
n on,o abato çao na Justiça do Tu:- 
---------------------.....:=:..:. balhn.