GDRCIA NETO GOVERNDRÁ Mil G Ped!'O Gorllli. do SEDI- Em com,anhia do pre­ MA'T, que vieram comu- feto, o Sub-hele da nicar ao prer. municipal Casa Civil fez visitas Huben de Castro Pinto, protocolares ao ('c•l Co­ a instalação do Gover- mnndante do J()" RC. ao no do bHado ern nr,s,.:a cidade uos diaR 18, 1D e ~UI .Juiz da Cornnrca, 20 de março próximo. ao Presidente da Càma- ss Na tarde do dia 22 1'· 1'· chegaram eta clda1lc, em avlào do Go­ erno, os senhores Iuy :-ant'Auna clOR E DIRErOB. IV ALDO PEREIRA ANO IV Redação Oficiuu e ,.dministraçào Rua Duque de r.axlas S/ Bela Vista, 25 de Janeiro de Hl76 Hi-Sema11ário N" 191 Menus amigos. Escrever colunas comprometedoras,_ero JOI' nais envolvem uma sét·ie de responsabilidades, p/ aqueles que rnalmeute são tesponsavei , no ver dudeiro sentido da pala vra. (Por isso as i na mos 0s nossos) Escrever fofól!a , mentiras e criações da 6UO.. mente maléfica e o­ cultar o nome é µapél de gente dn mni baixa categoria. Infelizmente este fato vem ocorrendo em Bela Vista e talvez seja o 8cU autor um e­ lemento frustrado, inve­ joso ou qualquer outro qualificativo de sa natu­ reza. Vimo e tivernu a o­ portunidade de ler a pou­ cos dias, mais precisamen­ te nos fins do mes de De­ zembro, uma Coluna do "Correspondente de Be­ la Vista" PI o Diário da Serra de Campo Grande um urtigo que infotmavu (aos mnl informafos) q_ue os motores adquiri­ rijos pela prefeitura fo­ ram doados pela Cemat, numa 1-cre e mal informu do • corre,;- respondente deve saber, pondente" diz que O sr. que receuer uma home­ Glaucy F!õres prntendia nagem ie clubes varseu nos é uma coi a e pro­ ser reeleito e que con- correria com "um sério mover é outra, - Pr-o­ candidato" 0 Dr. Ely, já mover. compete aos Ol'­ apontaclo como endo O gü• ofic:almente coni::ti futuro mandatário do tui1los e um dele é a desporto local. Até aqui. Liga Esportiva Belavis- até que tudo legnl, poi tense. (Lei 3.199 t' 5.-13~( até mesmo nós acredita- Enfim, o Dueo que mos na força rio cancli- tivemos u oportunidade dato e que alé se pra- de ler do correspouden- pos voluntariamente a te do Diá1·io Ja 'erra "."""':' ,2 ç +:p2,72asa R se csi@ir, isto que cm la vis. aos 4a lj]3j if fig, i;[? e u grande merio, conta de que o mes É?!y!5}pf i_3!f_{i}i principalmente se lembrar é um «profundo desco- >ri/é• ti ..i z si mos que pouca gente se nhecedor» de Politica a- F lt d' d • • t t • a a agua nia-h, refutando-os com1 propõe a dirigir entida- mm1s ru r1va e que em des de qualquer genero Esporte até o seu apoio Na emana passada provas convioce:ite .. nesta cidade. Afinal a é r.omprometedor e peri houve falta de agua à São apenas tres... Ü<' G 1 - H tr quatro, ou mais? força do candillado é go ll. popu açao. ouve ope- T d.d • • t Bico culado não e11trn inegável. Provando a sua emos apren 1 o ço no ,01·1ec1men o por falta de cvuhecimento O muita coisn r.a vida, nu negligência do encarre- mosca __ • t d d l d d Jota Jota "correspondente" esque- «: roprm corren eza a ga " pe a guar a o ceu-se de dizer que a viria» e cabe nos para material, depositando e:--====-:_--==:'._ _ outra chapa Pra compos consôlar o «correspon- cal (corrosivo) em cima ta por oacir de Souza dente» dizer que «Se to- de uma peca 'importante. ?? [,732 2@$? e João Kalire, p/ presi- à0 mundo sorni,nte abris Resultado: corroirla. fu- tf!) ei- dente e vice, respectiva- se a boca para falar o rada a peça. paralisou ú r,;-, '""'fu1 0 ~@ b :. ye ±1;° ;: i mente. que sa e, lllnguem supor serviço. t.li" a.ss/==s Esse «corresponden- taria o Silencio.:► Responsabilidade ... onde te» é um verdadeiro :Ias. mesmo assim. estás? Publica.remos na prú «barato.» Ao final da aconselhamos o corres- Tres Patifes xima edição u rel.açiío coluna ele informa que poo d eute ª Moderar-se; Na ertiçüo de domin das personalidndes mais o candidato, que já an- Pois assim como eSlá, go último. etn contun- destacadas do ano. a­ tecipadumente considera fica chato... dentes palavras o Sr. guardamo& a rea.1es,;a ae o futuro mandatário, é até ª próxima arJi- Prefeito desmoralizou alguns votos da cid~c: um ciesportista atuante gos... tres patifes que preten- de Porto ~rurtiuho para a mais de 20 anos e que JOSÉ GLAUCY HÕFH:S. deram injuriar e calu- a relaçuo final. Grandioso Baile pré • Carnavalesco dia 15 de Fevereiro no Gremio Pedro Rufino - Orquestra com 15 figuras 6G±MIO Z3O 3UNO - (Promoções de alto nivel) . 1 t . 1 Um dos locais de uteresse turistico cadastra ! cJp pela equipe do Projeto flOTürt. alraiu JJr­ que os homens procu­ ram as drogas? - por­ que o desprezo pela vi­ da? - porque os ho­ mens procuram a felici­ dade em caminhos que levam à aniquilação? O exame de todos esses fatores nos leva à conclusão d ~àolad'ora de que algo não vai bem. Há algo que precisa ser refeito, nas próprias es­ truturas de nossa socie­ dade. É talvez impossível conhecer a gênese com­ pleta do todos os dese­ quitibrios e de todas as falhas sociais que con­ correm para criar o Ila­ gelo das drogas. O presente artigo pretende i;er uma relle­ xilo sobre o assunto e despertar interesse para análises ulteriores. 11 - Importância dos Valores Num conceito um­ pio e prático, podemos dizer que os nossos vu­ lores são constituidos polos prlnclpios morais que regem a nossa con­ duta e por tudo o que julgamos bom, no doml­ nio das Idéias, das ar­ tes e das ciências. Os valores caracterizam o ambiente moral e in­ telectual d uma socie­ dade. E esse ambiente é fator primordial para a compreensõu do pro­ blema da drogas. Os valores aceitos por uma sociegira. Artigo 29- Esta Lel entrará em vigor na data de ua publicação, revogadas as dispos1 çõe em contrário. Gabinete do Prefeito Muni 1:ipal de Porto Murtinho, Mt, em 23 de dezembro de 1975. Jdelfonso oares da Silva Prefeito Municipal O Serviço de Im- prensa da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Pro priedade (TFP) distribu­ iu o seguinte comunica­ do: "Os comunistas pre­ cisam do difl!ogo com a Igreja, sómente para fa­ zer com que o Vaticano se cale a respeito da perseguiçi:o ªº" catúli cos na Lituânia, na esperança de melhorar a situação dos fiéis. O diálogo deve ser1r para enganar a optniao publica mundial e difundir a noção de que existe a liberdade religiosa na Lituânia" afirma a '·Crônica -n- Bela Vista Mato Grosso de insolvência nos ter- 111011 do art. 1 do Decre to-Lei 1" 7.66t de 21 de ,Junho de 1!l4G que dlz:­ Consldera •SA l'u lido o co merciuute que, sem rele vunle r!.lzào Je direito não paga no vencimento obrigaçii o líquida cnns­ tante de titulo que legi­ time a Ação Executiva'·. Assim sendo, o pedido de 1tecretação da falê11- cia mereee procedência nos têrmo do requeri­ mento i11icial. Isto pôsto, hei por bem decretur a falência de ilaria Izabel Jacques. firma indivicla· ai estabelecida nesta cidade uo rnmo de rou­ pas feitas e calçados; fixando o têrmo legal de faiência em i0 (sessenta) tlia a coutar anterior­ mente ao primeiro pro­ testo. Tendo em vista que a representaute le­ gal da devedora uâo foi local?zada nesta ci­ dade, como prova a Cer tidüo do Sr. Escrivão do 1° Oficio, para ser intimada a aprr entar a relaçiio dos credores, nomeio indico da Fa­ lência o Sr. Noedi Leite Laranjeira. contador es­ tabelecido nesta cidnd ... e, os termos do art. i0 da Lei Falimentar. de­ termino o prazo de 10 (dez) dias para os cre­ dores apre;;entarem as declarações e documen­ tos justiücativos ou seus créditos. Providencie o Sr. Escrivão o cumpri­ lllento integral do dispos to no art. 15 e lG da Lei Fallmenlar, intiman­ se o ~'indico nomeado na presente sentença, bem como a Falida na pessoa de Maria Izabel Jacques P.R.l. - Bela Vista, I de Janeiro de 197G - Dr. Valter José Rodrigues Contrera 1DI. Juiz de Direito. - "E pa ra que chegue ao co­ nhecimentos dos interei,:­ sndos e ninguem alegue Ignorância, foi expedido o presente Edital o qual será publicado na forma da lei. Dado e pa saào nesta cidade e comarca de Rela Vi ·ta, do Esta­ do de .l.T., aoi, 19 ( deze nove) dias do mês de janeiro do ano de 1976. Eu, ,JoHé Avelino t-ilva, Ese. do Cart. do I" OIieio a datilograft-i e ai-si110. Dr. Valter José {o­ clrigues Con_trera .IM .. Juiz de Diretlo. EIS8 loedi Leite Laran­ jeira, Sindico da .lassa Falida Maria lzabel ,Jac ques, cujo processo se encontra em trâmite por êt-le ,Jui·1.o e Cartório cio Oficio, nos termos do art. i11to, Prefeito .lunkl· pai de lela Vista, Esta­ do de Mt, usando das atribuiçõe Legais: RESOL'E Nomer os Srs. Cup Joo Estvão de Castro, Antonio Silva Santos e Sra. Zenóbia Luvilia 0- camp s Gomes, funcioná rios desta Prefeitura, pu ra, em comissão, fazer o levantamento do patri mo:io do Hospital São Vicente de Paulo e reee he-lo. de acordo ''Om llt< nonnas IPgais, para dar cumprimento à Lei 1 (i:19, de 08 de Novembro de 1!)7G quP encampou. por interesse público, o Hospital So Vicente de Paulo. Bela Vista Mt 22 de ,Janeiro ele 19í6. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal. PrefeiturG Municipal de Jardim Mt. ICEI M. 0/I$ (I. W W7 IE IIEIRO E IS "As opis :;a iniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o pont.o de vislll do jarnJ', podendo até ser contrária te. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais nos comentários nlo assinados" Di põe sobre a fixa ção te prazo para rena vação de Alvarás de lo calizaçüo em geral para o Exercício de 1976. O Sr. Eraldo da Silva. prefeito unic de Jardim Estado de Mato G,·osso, usando das atribuições que llle são conferidas pela Lei n° 3.14 [Lei Orgânica dos Municipios) Lei Municipal uº 363-73 (Código Tributário Muni cipal etc...) DECRETA Art. 1° - Fica lixado o prazo de !I té 28 de Je vereiro do corrente exer cício. para a Renovação de Alvará da Localiza ção em Geral. Art. 2.o - Para reno vação de alvará o reque CASA BIUL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios cm geral bebidas, Rua Jardim cos lata.rias em geral 13 de junho 3s0 e molhados Mato Grosso rente deverá satisfazer as exigências do artigo 76 do Código Tributário .lunicipal. Arl. 3º - Os possui dores de alvará de Loca liz:'LÇão que uüo provi clenciarem :i. renovação dentro do prazo fixado no artigo anterior, esta rão pas-siveis de mull.lls e outras sanções previs tas em Lei e canse quentemente inscrição em Dívida Ativa, após o vencimento do prazo fi xado no artigo pruneiro Art. 4º O Chefe do Setor de Fazenda. deve ró providenciar o lança mento e encaminhameo to dos avisos de débitos aos contribuintes. exigin do destes no ato de en trega o recibo comproba tório. Art. 5° Este Decreto entrará em vigor na da ta de sua publicação. re vogadas as dispoi:ições em contrario Prefeitura Mun!clp111 de Jardim, 07 de janeiro de 1976 Eraldo da Silva Prefeito Municipal Variedades l'.t i,,1 1 "Fundado em 30 de Setembro de 195O' ela Vista MT-- Iua Coronel Camisão /n - Sede Própria" Prestação de Contas do churrasco rea­ lizado 11<> dia 07-1'.?.-?!í Recella lngre8HO Familiar 126 vendldo8 Ingresso Julllvlllual 104 vundlclos Lelll1o: Um pernil Um lombo Bebidas Vendidas Total Altcvir Alencar Ao sair de casa ho­ je, ainda muito cedo, deparei-me com um des­ ses tipos humanos pe­ culiurmeote raros: ho­ mem de seus quarenta o poucos anos, envelhe­ cido untes do tempo por força de uma existência sem rnutlvação. Cabelos totalme::te brancos, sujo imundo mesmo, mas de paletó e gravata. apa­ tos rasgados e sem meia claudicante. Em sintese. um solitário em melo à multidão, um ser absolu­ tamente estranho ao mundo em que vive. ou melhor. vegeta. Caminha va lentamente, a esmo. Com certeza, sem um destmo certo. Esse Indivíduo me fez lembrar um persoua­ gem que lhe foi muito semelhante no fisico, e, talvez. na existência. Chamou- e Manoel. O Robrenome, 11i11guém con seguiu saber. Apareceu em Fortaleza, vindo, se­ gundo dizia, da Paraíba. Amalucado. sem origem e sem destino. perambu­ lou algum tempo pelas ruas Palácio, por mui­ to anos, tornando-e um tipo popular da cida de. Decorou uns dois ou tres son tos de Augusto dos anjos, e não fazia mais nada além de reci­ ta-las aos seminaristas padres, freiras e, espe­ cialmente aos estudantes do Liceu, os quais pedi- am p/ ouvir "Versos ín­ timos". De fato. ouviam silenciosos e imóveis. contritos, em volta do pobre de MANEZIM. p/ ao final, irromperem em es­ trondosa gargalhada, a­ tirando areia, bagaço de laranja e outras coisas mais. no velhote. iJANEZIM pegava corda de intelectual. Re pórteres e redatores do «Unitário» se cotizaram ' DESPE A' lundloca Canudos Temperos 13 barras de gelo Uma lata de Oleo Tripas 3 rolos de fita Refrigerantes Gasolina 2 litros Wisk Cervejas caixas Carnes Cigarros Liquido Total Despes CrSl .2GO,OO Cr$1.560,00 CrS80,00 CrS120,00 CrS2.414,00 Crs5.43-1.00 CrS90,00 CrS22,00 CrS20 ,00 Cr$156,00 CrStü,00 C1S30,00 CrS25.0U CrS-120,00 CrS138,00 CrSl80,00 CrS9 '8,00 Cr$325 00 Cr 78,00 CrS2.75 CrS:-i.-13.t.00 ílela Vista - Mt, 26 de Dezembro ele 1975 iutonio . dos ~autos - Secretário Destinatário. Prefeito Ruben de Ca lro Pint9 • Hela Vis­ ta Mt. Meu nome e enador Italivio Coelho. r José Pereira !lurtins e Waldir untos Pereira a­ gradeço ao eminente companheirn a recepção que nos ofereceu quando da visita a sede esse muoicipio último dia ô pt contactos ai mantidos vossieneia t-t demul:- companheiros arena vg reintero consideramo-lcs altamente produti • vas para nosso partido vg permitindo visão real situações enfrentam arenistas esse municipio tan­ to prezamos pt minha renovada solidariedade vossiencia pela esclarecida administração vem realizando Bela Vista ilt. Saudações Arenista Deputado Ruben Figueirnh POSTO SIN CIRRI LIDO Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I ,anchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Dmsil Guia Lopes da Laguna Mt. lZ pi maudur ao prelo um livrcto muito do fado. escrito por Manezim do Bispo. O ( autor» deu à ua obra o título de> ílc­ cordaçõe de miuha Mãe. A turma fo ,Jorual foi u ele e ponderou sobre o nome do livro, lem­ brando-lhe que sua mile já era morta . .Janezim mudou o título p/ Recor dações de )linha Ex-mãe. Metido a poeta, «com pôs» longa versalhada que o pl:ssoal do mes­ mo jornal, sempre gc> zado1, publicou, Termi­ nava () «poema• com esta tirada, iuspirado não sei por qual surto de bravura putriótica: '':linha r,átria. Minha querida pátria brasileira. Por ti eu daria ... Uma grande corre!ra!» Volta e meia MANE ZJ:[ tirava uma onda de peusador. eus "peusa­ meotos" foram reunidos num aderuinho, tambem impre so, com o titulo de desa forismos. Nesses doi perso­ nagens que mencionei tão distantes entre si, no tempo e no espaço (por­ que Manezim já faz h que partiu deste Vale de Lágrimas], enccntrei um humano traço de ligação. Não sei bem por qual razão. Mas p encerrar esta crônica, vou reproduzei aqui al umas 'maravilhas" do Desa[orismos de Maue zim, "selecionado"" por Calo Cíd: - Se a reSaca foss • untes do porre nin­ guém bebia porqu•• ningem é burro. - Eu só oncio a pad­ õncla quando l'l'itou com dor de dente, tu­ mor no sovaco ou coru llgelrinllu ( dlsea teria). - Familltat·es s ã o os parentes do soldado. - Quem anda com um pedaço d e p ã o na mão alrás Je mnnlel­ ga, de duas, urnn: ou não está com fcime ou é doido. - Humem que vem p a missa de Fanaboz (sapatos d e tenl) Vai para o inferno de tu mancos. - Amar sem ser amado é o mesmo que tomar injeção sem estar gripado a hora do almoço não se deve falar em polllíca. porquê é ho­ ra de se falar em De­ us e outros. Foi ainda Manezlrn do Bispo quem desco­ briu que todo padre tem mvu hálito.. de Theobaldo Amaral lavagem • Lubrificação - Troca Borracharia - Balanceamento Rua Conde Bela Vista de Óleo de Rodas de Porto Alegre s/n Mfato Grosso Dr. Helio Loureiro de Almeida Cirurgião Dentista RX )A: 2N10MI0 M123312 €0LJ0, 221 ±LA /15124 M1 0N 15. Horário: 8 às 11 hora 14 às 20 horas MINERAÇÃO BODOQUENB LIDA "Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 Rodovia Jardi _ "U Em rm ma presa que acredita no Sudoeste e no Nov.o Mato Pórto Murtinho Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d o Hotel Oriente) Cx. Postal -8 j l Iela Vi»t 25/01/76 Opinião VIRÇIO MOTTB LTDB Esta formidavel Em­ presa de transporte de passageiros, presta vali­ osos serviços ao Brasil, n , seu trabalho pionei­ ro Jigunclo pela primeira vez n a histórias do-1 transportes brasileiros por rodovia grundd São Paulo ao Amazonas, pus ando por Mt e Rondo­ nia, num percurso de mais de 4.000 Km. Odisséia vencida gu­ lharctnmenle não só pe­ la vontade de seus di­ retores em estender suas linhas, como pela qualidade dos luxuosos onibus que possui, com todas as caracteristicas de resistencia e confor­ to, que refletem a técnui ca avançada dos fabri­ cuntPs brasileiros de , eiculos. Os governos ria Re­ pública e dos Estados que atravessa devem dispensar-he u ajuda bem merecida. porque prestar•do tüo ,elevante serviço ao povo, essa Empresa faz jús nos mtlis t!ntusiasticos enco­ mlos pelo arrojo que se aventurou levando vs seus onibus velozes do Centro-sul ao Norte cio País, com a regularidade que a concessão lhe im­ põe. Quando viajo pelo interior de Mt prefiro sempre o s onibus da otta pela qualidade e conforto do erviço que oferece aos usuários. Diversas Empresas tem concessões para transporte de passagei­ ros pelas nossas frontei Tas e nterior, inclusive ela que tem a concessão da linha São Paulo­ Bela Vista. passando por Presidente Prudente séde dn. Empresa, Porto 15 de Novembro, Dou­ rados. Ponta Porã até esta cidade. Porém, p/ Mt, os onibus dessa em­ presa geralmente trafe­ gam vazios no trecho de Porto 15 até Bela Vista e vice-versa em Virtude de outras conces soes à Empresa que ex­ Pioram esse trecho, a guisa de evitar concor- rencla e prejulzos à elas acarretando graves ln· covenlentes a passagel­ ros que necessitam de urgencla nus suas via­ gens e veem passarem os pelos onlbus da Mot­ ta vazios, porque eslà() proibidos de transporta­ rem passaeelros ele ou­ tras empresus ( cvncessio 11árl11s desse trecho), ou então. se desejarem uma passagem de qualquer ponto intermediário, te­ rão de compra Ju até Presidente Prudente, o que é um absurdo, mes­ mo que não seja esse o seu destino, pezar de nao caber à Empresa nenhuma responsubilida­ de, é o passageiro que precisa viajar, ganhando tempo. A nossv ver com o excessivo aumento de migrações de outros Es­ tados, principalmente '?/ MT. e Rondonía. além da explosiva soma á população deste Estudo. que aumenta dia a dia, eria de bom alvitre que o D.N.E.R. faça uma re­ visão imediata nessas concei::sõe p_/ facilitar os viajantes a se servi­ rem dos horários que mais lbef' convém. pois é triste a gente aguar­ dar transporte na Esta­ ção Rodoviária A ver sair tão confortá veis o­ nibus vazios, por uma questão da-concessão mooopólio-grandemente prejudicial à Empresa em ~ preço que desgoste. seu material inutilmente em centenas de kilome­ tros sem lucro, gastan­ do o precioso combus­ tivel, carissimo heie, cuja e­ conomica ê rec,:,menda­ da por S. Exa. o- Presi­ dente da República, co­ mo tambem tolhe a li­ berdade do cidadão de escolher o melhor meio de sua locomoção no ir e vir livre de qualquer constrangimento. Somos de opinião que, dada a exiguidade de lugares, pois os oni­ bus du s concessionarias que fazem a linha regu­ lar trafegam muitas ve­ zes superloladissimo e nunca vazios, seria óti­ mo pura os usuários a permlssllo, pelo D.N.E.H., a que todas as Empre­ a8 concessionárias rece bessem passageiros lndls crlmlnadamente, porque assim, nllo i;ó 1111 a ulori­ dades federais concorre­ rão pura a expansão das Empresas de trans­ porte de passageiroR. co mo tambem serão bemn aproveitados os milha­ res de toneladas e com b11stíveiR gastos pelo Pa­ is inteiro inutilmente. aproveitados para maior circulação de passagei­ ros. abreviando rendo­ sos negocios ligado ao desenvolvimerto das re­ giõeR ervirlas. gerando a riqueza da nação. As linhas coucedídus f1 Em­ pre-as que exploram o tran-­ porte de passageiros devem er como as concedidas para o tran de carga. To das elus carregam car­ ga de qualquer lugar pum qmdquer rle;,tino, Hem nenhum empecilho, e assim é que está cer­ to, gerando progresso. Não e pode e nem <1 eve ceder a alguem um rao­ nopólio ou previlégio, em que seja cedido a outrem mesma racilidalie. por­ que contraria o disposi­ tio da Constituição da República que diz serem todos iguais perante., lei. Ora, se cada Em- presa tem horáriv dife- rente, não é justo que alguma delus Rejam obrigadas a fazerem tra regarem vazios seus onibus pura vantagem de outras, e o que é mais grave, deixando passageiros que desejam ganhar tempo. com uma ou duas horas de unte­ cedencia dos horarios normais. E reclamação de vários viajantes !O re­ pórter, pedindo provi­ dencias que Tribuna da Fronteira fa-las chegar ao conhecimento das autoridades competentes do País, através de suas colunas. Jota Jota PREÇO DESTE EXEil- PLAR 1,50 f UNRESf G: 40 VHIJURIIS PAR 39 DELEG CIDS DE PGLICID DE M!lld GROSSO Cuiabá, - 40 viaturas do modelo "EEP" e de fabricação especial fo rum entreg•..1.Ps à Secreta ria de Segurança Pública de Mato Grosso pela Ford do Brasil. A tran sação foi da ordem de l.7fl9.9:í8,4o cruzeiros. fio por cento das Delegacias de Policia de Mato Gros o serão beneficiadas. A sonelilade de en trega dos lo veiculos se deu no pátio da Coxi pó Veiculos. e estiveram presentes o secretário Aloysio Madeira Evora. da • Segurança Públic:a. deutato federal Nunes Rocha. Newton Chiapari ui. presidente da Fvrd do Brasil. cel Zuzi Alves é rio de Souza Barbosa, la vracla no f>O. Tabelião fls. 117-11 , rio livro no. 7ü, Comarca de Campo Grande inscrita sob o no. 3:-l!J tis. '2.=i7, do livro no 2, da Comarca de Bela Vista e devidamen te quilada conforme Es critura Pública de Qui­ laçãu em anexo; :.lo.­ "A anulação rios atos de um cônjuge por falta. outorga indir pensável do outro, importa ficar o primeiro obrigado pela impr>r·lància ue vanta­ gem que do ato a.nularto lhe haja advindo, a êle ao con orle uu o ca ai" (C.C. art. 255. Caput) o que faz o protestante credor da huportància paga aos credoreti hipo­ tecários; 4o.- Quando o conjuge responsãvel pe­ lo ato anulado não tive bens particulares, que h,tstem, o dauo ao ter­ ceiro de boa-fé se com­ poráa pelos bens comuns nu razão do proveito GUe lucrar o casal (.C. art. 255. paragrafo úni­ co) e como o casal aiio possui <,utros bem, fatal­ mente n indenização re­ cura no imóvel fazenda "gua Azul"; 50.- E pú­ blico e notório que O!i RequeridCls pretendem alienar o Imóvel O que tornará impossivel a re­ paração dos prejuizos advmdos com os paga­ mentos feitos pelo reque reate. Do que acima foi A Presidente da Be­ exposto requer: 1o.- Se- nelicencia Hospitalar de Ja por vossa Excia. a a- 8 1 V . verbação da presente à e ª ista. nos têrmos do Art. 44° dos Estatu­ margem das transcri- çoes n • 18365, ns. 122 tos. convoca os sócios em e 19366, nIs. 123 do livro geral para uma Assem­ -j do Cartório do j bleia Geral Extraordiná­ Oficio; Expedição de ria a ser realizada no carta Precatória ('ara dia oi "um'' de feverei­ Comarca de Don Aqui- ro do corrente ano "Do­ no p/ _intimação de More mingo", às 9.oo bs., na no Paim e Oracilia Paim sede Beneficencia "Hos afim de que se abste~ pital São Vicente de Pau nham de vender o im_ la", a fim de tratar so­ vel sem o pagamento d re a Lei no. 649 de indenização que tem á de Novembro de 1975. reito Waldemar Lebeden da Prefeitura Municipal co; Expedição de edita Sesta cidade, que Enca­ p/ conhecimento de ter- pou. por interesse públi- ., co, o Hospital São Vi- ceiros a serem publica- cente de Paula. dos na Imprensa Oficial BeJa Vista Mt, 23 de ja­ e Jornal «Tribuna tia ne1ro de 1976 Fronteira»; Oficio ao de Dr. Carlos Edy Sl Banco do Brasil S/A, Medeiros. para lo. Secretário agência esta cidade, afim de cltmtll'icá-Jo do Pn­ lesto ,Judicial contra .· Jienaçllo de Bens contrn Moreno Pim e Oracilia Espindola Paim para res salva de eu direitos. Dando a êste o valor CrS Goo,oo. Peclt deferi­ mento. Eela 'istu .It. 19 de janeiro Hmi [aJ ur Késlo Loureirn Pinhe ro. Despacho. D.R.,. E­ fete-se o protesto na forma requerida. Bela Vista. l!l-ol-7(; (aJ Dr. Valter José Rodrigue Coutrera. E pi que nln­ guem alegue ignorância foi determiuaclo a expe­ çllo do presente E,mal, que será afixado e pu­ blicado nu forma da lei. Dado e pa sadn nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Est. de Mt aos vinte alas do wes de janeiro do ano de mil IJovecentos seten­ ta e seis. Eu .. José A ,·e­ lino da Silva, Escrivão du lo. Oficio. o datilogra fei e assino. Dr. Valter José Rodri­ gues Coutrera ,luiz de Direito Beneficiencia Hospi­ talar de Bela Vista EDIUIL DE CUNVOCDCiO ' j lida Vi1la 2.'ilOl/76 Pronunciamento (]'j DRTIGO PUBLICADO NO ''JORNIL DO BRASIL'' O Pronunciamento do Comandante do 111 Exército Com muita satisfação a­ crilri o honroso cu11vi1e do meu prezado e camarod11 e ,migo General Adolfo João l'uulit Coulo, J>Urn fozer n 11• b~r1ura deFtc Círio de Pnle,- 11111 IJIIC a Açào Democr61ica Henovndorn, em gun prn1ri61i• 1ir.a faina de l,c,m e@clnrecer n opinião pública e, em purticu lur, o juvcntUIO@ reali1.a• dos quando da execução dos terroristas 'espanhóis; Se olharmo• pi o 11ue e+tá acontecendo na Argenti­ na e Portugal; Se meditnrmos rnhre o que vem Ol'orrcndo no Urnsil chegaremos a conclu,ào de que, 11111110 Cl"rtO nndou, o nulor do livro O• Suhvt>r,ivn•, quando escreveu: Quandl' muiln ~cnlc di• feren1c, de países diferentes, 111<»lrn •im11hu111·arnenll" um violento desafiou nutori,lnde, INDICDDDR PRDFISS!ON!ll DR. JOllCIR M. MOREIRll Médico B[lA VIS!n Veterinário rnmmo: Casa n.o 10 - Vila Mililar MAIO GROSSO DR. EVERALDO A. ROCHA MtOICO Endereço: Resid. 856 CRM 400 MI R. Cel. Ponce - Porto Murtinho Mt- HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAU - MT 1183 CPF 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 237 - Jardim Mt é porque chegou a hora do público levar o cn;o II fério, pois, o que está endo amena­ çada, é a própria e•trutura 111tc.-;:ral da ~ociedad.-. J. Btrnurd Hu11011 foi rnen,brn do Uoit Central cio Partido Cornuni•ta da Tcheco-E•lovúquia. l'.rn seu li­ vro Os 8uhversivo• '11"" ~e constitui na prim.-ira re,•ela· çüo m•111dinl do plano comu­ nista de co1111ui,1a do JI undo Ocirlental, c·ncont.ra1110F, enlre muitas, as seguintes afirma­ ções: O mundo livre está ·en­ do destruitlo por um inimigo interno, pnr um exéuitu ele subversivos clandestinos que são organizado>, treinados e finnnciudo •• por Moscou e Pe• quim, As pesos que gozam de completa liberdade ão di­ ffceis de convencer de que hnju gente que esteja plane­ jan«do, a angue-frio, a destrui çào de modo ele vida democ-rá dcn que seriu .ul»thuiadorn ru•,-. te: II Ciclo.te Pule-Ira. Antes de pas•ar o pala vra ao ilustre conferencista desta noite, permito•rue pro por à me,liwçüo dos preen­ tes, algumas indagações que, acredito, a• pul..-,1ras de•tl' li Ciclo. lhes ,laràu ,ub-ldio, pi rt"FJJO>tOO: 1 - l'or ljUC, há alguns meses, aqui em Porto Alegre, um c:studante, em pl.-nas fé rias, subiu a uma árvore p tentar impedir que foese der rubudn pcln l'rd..-iturn? 2 Por q u e. quando ,tudnnle1' e º" opt.·r:í.rirnt ►i1o a 111ell1or matéria-pri 1111, paru Fer uuhalha•ln pdo, l"Omuni• ta•. o 11ue d.,,e ,er foito prtra evitar que eles sejam envolvi dos na trara comunista! li Por «JUI' já .-si ão •endo .,,palltudo• folll!"lo• ,ulneni ,o• dn IH 8 Olovi111.-111u H.­ volucionário 8 de Outubro) aqui em Porto Alegre? 12 Porque lai, fol[,,.,os afirmam e recomendam: O Exército merece uma atenç:lo maior e de mais du ração. As gerações antiga- não tern i;.ahaç.io já tJUe, con1 rn rns ext"ÇÕt"S, eF-tão cornprorue tidos ,·nm a di1adur- ... O que +e faz necessário é urna infil tração profunda uas norn• gerações de oficiais nos tenen te e capitães de hoje que, por muitos motivos, inclusive o da idade, sejam sensiveis à uma prrl!açào re,olucioná ria'! 13 Por riv do povo a eucum­ pução da Usina pela CE'.IIAT ... paganrlo suas ron- tas pontualmente o povo colaborará par.a equili- brur as lioançãs da Usina e ai então a CEMAT encampará o setor, pois não encampa serviço de­ ficitário; recebi a Prefeitura com contas e mais e o n t u e v a I e s. i n c I u s i v e. um do Al­ bertino Russo (Paxá) 0() valor de $9.000,00; eu quero, e espero. sugestões para as soluções dos problemas, ~ois a_dministrução é trabalho de equi­ pe e Bt,la Vista neve ser uma graude equipe traba­ lhando pelo seu progresso ... " é, pois é ... tudo isso o prefeito falou... O presidente ela Câmara, Pedro Palmieri. após as expl_icações do prefeito disse o seguinte: "Isso para nos é chove_r no ruolllàdo. pois- isso nós espe rávamos - e por isso cerramos fileiras na Câmara o no Diretório para a nomeção de v: Excia ... ·•o seu passado, o nome ilustre que carrega, seus a_ntece'1entes como médico e politico atuante, ofereciam e oferecem subs1dios pura acreditar nu ma administração voltada para o desenvolvimento de Bela Vista e o bem estar de seu povo ... Somos livres para criticar; para que • amanhã , E ... possamos andar de cabeças erguidas, e creia V. Excia , 1 ue o Intuito que nos move, Ião é outro e­ não o de colaborar com V. Excia na solução dos problemas beluvistcnses ... Esta casa terá sempre o prazer de receber V. Excla; e não omos canibais pura <11woiarmos uns aos autros, man como s,~ntinelas do progref;:;o esta remos sempre atuantes, pois, se futebol é bola na rede. polllicu é fato concreto ... A Cilmara elevo exercer seu papel fiscalizador e participante, pois para J:;so vive e em função disso trabalha: O BEI DO PU'O ... " 1;a& Esteve "floberbu" u reu11ião, alguns polltlcos esliverum presentes e o gostoso foi o ··bate papo" após u reunião. Não podemos deixar de reglstmr unia crítica frita a o Diretor da TRiHUN .: .. Voce é um pessimista". E. pois é ... começamos imprimindo o jornal em Ponta Poril, te somos muito gratcs ao Correio do Povo), depois. passamos a ímprlmi-Jo no O PANTANEIRO do nosso amigo Aldo Rolg-. hoje com novo pr')prietário); em seguida no COR REIO DO SUDOESTE, dirigiJo pelo saudoso ,João Nuues du Cunha, cada número do jornal que circulava em uma vitória e que vitória ... Com auxilio rio Banco do Brasil, consegulmnr- financia­ mento para a comprn das máquinas e materl,dll gráficoc-; e montamos a nossa gr-3.fica, dii"icil, multo dificil manter um jornal no interior, propnganrla escassa, colaboração de poucos, criticas de muitos. Este jornal não ,·eis. atinge a cifra de cllega no número dez". S500.000.00. para nós um Esta frase ficou "l"UVa- aumento • consideravel. ela no subconr::cie~te e haja vista as possibilicla tornou-se um repto: dei:; da 1 1 egião e os em- VENCIDO. l'omeçumos pecílhos inerentes au numa pequena sala na c·apital inicial escasso. residência do diretor, Hoje. empregamos dez nnsso capital era uma funcionários e formamos escrivaninha um armário cinco jovenc1 belavis­ e muita vontade de cres tenses na profissão ée cer, r:om ·•pessimismo•· gr·áficos; realizamos e tudo. Hoje. bem ... .llu- memorávtis c:ampanhas je nosso capital em má- e estamos nos preparan quina~. equipamei:tof', rio para con;:truir a se materiais gráficos irnó- de própria do jorna'. ne- ··Orgào lndepeudeute u • Sen•iço da Região" Ano _IV.- lle!a Vista - :JT. 25 01/76 - N° 194 eeberemos brevemente mais uma maquia para e«ditar um jornal maio; e• eo111 maior clrculuç,1o. E, um tanto incoerente chamar o diretor da TRIBUNA de IH:'i"1.mpletas, inclui;i·e o n'! do CIC e firmas reconhe cidas dos declarantes, bem como menção do CGC se tratar de pessoa Jurídica. Mudança de Horárl<> · 1 O puder de decisão •.%.0%% 1±$% DIAS FIL:1ES ELENCO direito não é absoluto, P,"-',, , ,iie ·eu de·tio omy néiã,] e_em det om. e 2a. aino a preço fixo Charles Bronon ," 1eterminadas situa- 3a. e -ln. ~-" -1 I nr un amor ou por vingança Alisio Arano çoes a alteração no ho- 5u. e 6a. 5e6 O Enigna de Andromeda Da;q • rário não é justa e váli- sa±. d 7e8) ",, )ai ayne da. Se vida profissio- ..,a • C( om. (i l Encurrn.lndo ·o · , 1 D ., - 8 . . en1.s "e:n·er na ,lo empre d •· om. e= e 9 Oh. que d.-lic,a de P:tt-rlo C 1 '.I ga o esL 3 .. -arlo Mos-ey toda orguni .d a. e ~a. 10 e li A irgem e o cigano F, _ • 4Zala e.m fun- 5s.e6». tc1 oi+i ,,""g • ero çao de horário jâ esta- sal. D V, r- .. hico Fuma,, belecido, qual -.,n e om. ep. (llel») Gigantes em Luta J I W • ~ · " • quer mu- Dom. e 2a. 15 1o A Mor ao cena ,,,"" ,"!j laça desse horário ir ,_ - -" º"> umn frazrr lhe • da.e la ITel8 Hagan o o da More Ty H,ai. - "l prejuizo. 5a. 6, 19 .,,. U 1 . • ardim Portanto o q '- e oa. e! m homem e duas mulheres Alai D 1 -- -· • Ue reE· Sab. e Dom.Vesp. 2le2:» Teiirinla 7 pro,-,,, T . Pelony ta ao emprego para ga- Dom e a. 22e23 Frenezi " exerinha rantir o seu direito er 3a. feira 21 Frenezi Jollin Finch permanecer no horári 4.a. feira .25 Auto Stop Destino incerto Lr Ç,,_ de seu interesse. cas, - , 9.9; 1d .ano apolicho o empregado • J a e toa o A 'ª os contra o crime B, •.. pretent sa» 4se genes9 csras xia o corsa .,,3?"""}; mudança de seu horário Dom e 2a 29l Sob o fogo da- pistola. A,,,'' e_ingressar com re·lar : n on,o abato çao na Justiça do Tu:- ---------------------.....:=:..:. balhn.