BELI VISTA S 
MI.NOS D 
FU DADOR E DIRETOR 
, 
RESPONS.AVEL: --- IVALDO PEREIA 
Heclação O!'iciua e Aclminii:tração 
Semanário N" 10 ,NO IV 	Bela Vista, 01 de Fevereiro de 1976 
Rua Duque de xias SN 
, 
o 
Prefeito Municipal Aumenta vencimentos do Funcionalismo (Pag. 10) 1 Novo Secador e Armazem 
Professoras municipais receberão 100 "/. de aumento (Pag. 10) para 100.000 sacas (pag. 10) 
Governo Estuda 13.o alárino para o­ 
Militares (Pag h 
'
 HERZOG: A morte agora comprovadamente ocorrida por 
l suicidio do jornalista WVladimir Herzog, além da ampla reper­ 
cussão publicitária que obteve, gerou o inicio de uma crise 
politica, que uiio só obteve fune tos clestlobrnmentos mercê a 
ação pronta e prudente de algumas das mais destacadas per­ 
sonalidades da vida pública brasileírn" ... 
Herzog Epilogo [pas. 3] 
Dr. João C. Palmieri 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
3UA: 2A)1 0MIO Ml24l24 €0zL0, 348 
1.
0 23)D40, 20N: 3Z&)DN)A. 3»3835 
Campo Grande 	Mato Grosso 
111 Artigo do 
Major Gay 
Cardoso Gal- 
vão pag. 9) 
"Uns dizem que cada um de nós traça na terra o 
seu próprio destino. Outros afirmam que DEUS, escre­ 
vendo certo por linhas tortas, determina a trajetória de 
cada. ulrrn, chegada a este vale de lagrimas. Eu particu­ 
lurmente. não discuto os desígnios de DEUS. :'ão firm•> 
nem nego. muito pelo contrário··. O ULTIMO SOBREI­ 
VENTE. Cronica de ALTEVIR ALENCAR (PAG 6) 
EDMUNDO TIQUES ESTEVE EM 
PORTO MURUNHO (fl á!G. 7] 
GASTÃO MULLER CRITICA Presidente Nacional da ARENA (pag. 4) 
JOTA JOTA Defende a ARENA e Critica os PESSIMISTAS (Pag 7) 
Uma casa a Rua Pedro Alvares Cabral n2 
431. Aceita-se carro no negocio. Tratar no local 
com o proprietário. 
João Alves 
Bela Vista - Mt. 
AS CRIATURAS DO UNIVERSO Um Artigo que desperta o divino • 
Renova a Fé no Homem (Pag. 11) 
Dia 7 de Fevereiro: Pulestra de dois Técnicos do ministé­ 
rio da Agricultura a respeite de têma de grande interesse 
aos pecuaristas da Região. Promoção do Rotar Club 
de Bela Vista (pag. 11 "Rotary é Noticht) 
VENDE - SE 
Na próxima êdição É, POIS É ... voltará com 
força total. O titular da coluna viajou a Culabà 
e voltou com grandes novidades . .!'.guardem. E a 
·Princesa do Apa" se engalanando para reuber 
o Governador Garcia Neto. Quanto as politicos, a 
ARENA nacional vai multo bem ... E a 
ARENA municipal? Bem .... E pois é, Até a próxima.

t osso Tempo 
l'., . 1 1. _ 
---------------------------- 
1 • Prazer Contra 
Produtividade 
a sacllu comprtlçüo como 
l'u tor primordial do pro 
resso. Esse ideal não 
foge às lutas e sabe 
que a paz aulênllca de 
ve eI conquistada ao 
preço de muitas fadigas. 
4-O Presente 
A filosofia da vida 
aberta p/ us drogas en­ 
deusa o prazer, com ex­ 
clusão de tudo o que se 
•>põe. O prazer ó a úni­ 
ca flnaliducle da vida 
e a única mctu do ho­ 
mem. 
A filosol'ia da vl;!a 
fechada às drogas. sem 
desconhecer a verdadei­ 
ta posição de le:gítimos 
prazeres na hierarquia 
dus valores, proclama 
também o valor da pro­ 
dutividade. do trabalho 
e do dever como algo 
superior. 
2 • Vivência Existen­ 
cial Contra Plena 
Realização da 
Personalidade 
De um Indo, vemos 
o ideal daqueles que 
lmscam somente n. ex­ 
periências vivenciais, p 
os quais a regra é viver 
il•tensamente. Daí lodos 
os urrojos e todas UI'< 
aventuras. 
Do outro lado. o ide­ 
al daqueles que procu­ 
ram satisfação oriundn 
cio rlominio próprio e ela 
plena realizução da per­ 
sonali•lade atravÉs da 
disciplina e da completa 
utilização das próprias 
capacidades. 
3 - Passividade Con­ 
tra Competição 
O ideal aberto às 
ckogas julga se, muitas 
vezes. detentor de alto 
padrão moral porque 
prefere ll passiYidade à 
opressão e ú l'orça. 
• Os adeptos des e !deal 
falam muito em paz o 
em amor. Fogem de toda 
luta. Cumpre notar que a 
passividade não e a paz 
e que o verdadeiro amor 
exige muitas lutas. No 
fundo eles querem um co 
r,1odismo mascarado de 
pacifismo. 
O ideal íecha:do :ls 
drogas considera a me­ 
ra passividade como 
eovardia e incompetêucia 
e julga a verdadeira e 
Contra o Passado 
e o Futuro 
IIú um ideal que 
considera unicamente os 
valores d<' presente. O 
passado e o futuro não 
contam p ele. (J temor 
das consequencias futu­ 
ras lo tem nenhum va­ 
lor p/ esse tipo de Ideal. 
Para os seguidores des­ 
se ideal é preciso tão 
somente viYer o presr.n­ 
te, sem qualquer tipo de 
vinculação com o passa­ 
do que jú se foi A com 
o futuro que ainda não 
chegou. Mas há também 
o outro ideal que defen­ 
de os valores autênticos 
cio passado A pensa no 
futuro que deve er pla­ 
nejado e esperado. O 
presente é uni eco do 
passado e prepara o fa­ 
turo. Liga-se, a im, a 
ambos. 
5-O Risco contra 
a prudência 
A filosofia aberla il.s 
drogas proclama que 
tudo deve ser lentado. 
Sobretudo o que é exci­ 
tunte. Sobretudo o que 
envolve perigo. Nãu se 
trata. porém, do perigo, 
corajosamente afrontado 
e conscientemente aceito 
por uma causa maior. 
'!'rata-se do perigo pelo 
perigo. Do perigo ineons­ 
ciente e "quixotescamen 
te" aceito. Não há. pois, 
nessa opção, nem subli­ 
midade e nem beleza. Dai 
os desmandos da sede de 
velocidade, dai a locura 
da ro1eta russa, rlai o 
caminho aberto p/ a uso 
das drogas. 
Os adeptos ela filo­ 
sona da vida fechada 
às drogas agem cou, 
prudfincia e com cuida­ 
do. Eles têm sempre al­ 
go a pr.rder. Sabem 
quando devem afrontar 
os perigos e porque de­ 
vem art-ontur. Eles tt3-m 
Continuação 
uma coragem consciente 
e sempre empregada na 
rnedícla ela neceRsi<í:.ule. 
6 • Materialismo 
contra 
Espiritualismo 
Há u m a l'ilosofia 
que restringe tudo aos 
limites da matéria. Não 
conhece jnnelas que a­ 
hrum p/ o que està fora 
cio tempo. ::--eu1, adeptos 
s4e os militantes de ateismo. 
E se :ião há Deus tudo 
é permitido, como dizia 
o personagem de Dostoi­ 
ewsky. Nessa concepção 
ateísta, muito não se 
liberam da lt·u tração cio 
materialismo, mas, ao 
contrário, procuram a 
ruga da realidade opres­ 
sorn por meio de droga 
e entorpecentes. 
E há uma filo ofia 
que aJmile valorPs que 
transcenclem os horizon­ 
te desta vida e deste 
mundo e que arena 
p/ coisas mais alas, às 
qul!is as outras coisas 
se subordinam. Esses va 
!ores. muitas vezes es­ 
tão ofuscados pelo clima 
materiali. ta que nos cer­ 
ca. Hú os que se deixt1m 
seduzir pela obsessão do 
prazer, pelas facilidades 
e pelo comodismo. Os 
verdadeiros v a I o r e s 
transcendentais estão 
porém, subjacentes em 
no sa civilização. Perce­ 
be-se que há uma busca 
do e piritual. uma procu 
ra do transcendente, às 
vezes por caminho obs 
euros e incertos, nunca 
porém atravéz de uma 
l'uga para o mundo en­ 
ganador das drogas des- 
personalizantes e do 
entorpecentes. 
, 
o. A 
0/ 
P VIME T 
Brasília- " A crise 
muudial de, peh'óleo 11.io 
afetará a decisão do Go 
verno federal de comi­ 
truir ns rodovias neces­ 
sárias ao Jesenvolvimec 
to brasileiro ", disse o 
Ministro Dirceu Noguei­ 
ra ao inaugurar em Gna 
pó (G••iás) a Bfl • OGO, 
de 255 km, entre Goia­ 
uia e Rio Verde e que 
completa a liga;ão as­ 
fullada entre llrÚsília e 
Cuíabá. 
Destacou o Ministro 
Jos Transportes que os 
serviços de conservação 
são mais importantes do 
que abertura de novas 
rodovias e que, em mé­ 
dia, são gastos no país 
cerca de CrS 1 milhão 
pot· quilômetro r1P- estra 
cla em trabalhos de ma­ 
nutençiio. A BR-OGO tem 
<:aractnislicas multina­ 
cionais por atingir a 
fronteira com o Paraguai 
em Bela Vista. 
Economia de 
Combustível 
Salientou o '.lini Iro 
Dirceu Nogueira que "se 
a nova conjuntura ener­ 
gética, marcada pelo e­ 
levado r,reço do petróleo 
nos lmpôs :i.celerur obrn& 
noYas e da moderniza­ 
ção dos setores ferroviá 
rios, maritimo e fluvial. 
visando a maior partici­ 
paçao dessas modalida­ 
des no atendimento à demanda 
geral de transportes do 
paus, nem por isso quer 
o Governo federal que 
se deixem de realizar 
no setor rodoviário to­ 
das !!s obras julgadas 
€AS UE 
de Leontina dn Prado Ferreira 
Produtos alimenticios em geral bebidas, 
lo.ta.rias em geral 
Rua 13 de junho 
Jardim 
e molhados 
3s0 
)lato Grosso 
·060: 
OVA 
prlorltidafi'' 
Disse que o asfalta­ 
mento de maior número 
de e&!raclas contribui p
1 
a economia de combusll­ 
vel: "Com efeito, privar­ 
so de asfulturnenlo um 
trecho rodoviário que 
apresente trtfego slgal­ 
ficatlvo é tolerar o unor 
mal consumo de com­ 
bu--tível exigido pela6 
estradas de terra, sobre­ 
tudo p,' os veículos que 
transportam produção". 
Der:larou qu& ú mes­ 
mo acontece com u du­ 
plicacão de rodovfa1:1 já 
saturadas de tráfego, 
gerando congestionamen­ 
tos e com a conserva­ 
ção e restauração de 
estradas, impedindo ve· 
locidades menores e me­ 
nos comeréiais. "Todas 
essas obras se refletem 
na economia de combus­ 
tivel" frisou. 
Características 
A entrega ao tráfe­ 
go da rodovia Goiania 
Rio Verde é a primeira 
de 1976 e se reveste de 
importancia por comple­ 
tar, através da BR-3G4 
ª ligação d e Brasilia 
com Cuiabá. 
O trecho da BR-060 
(_que se inicia em Brasí­ 
lia, passando por Anapó 
lis, Goiania, Rio Verde 
Jatai, Campo Grande. 
termrnanão em Bela Vista, 
na Fronteira com o Para­ 
guai) é uma rodovia 
de primeira classe, com 
pista de sete metros de 
largura e acostamentos 
de dois metros e meio. 
Dispoe de duas obras de 
arte especiais, construi­ 
das_ na fase de paVi.men­ 
"cão as pontes _sobre 
Ribeirão da Posse 
com_32 metros e sobre 
9, Ribeirão dos Bois, com 
1_metros. Serve' uma 
reg1ao onde predomina 
ª cultura de cereais, 
como arroz e milho a­ 
lém de soja e algodão. 
A pecuária também é 
1mportante.

Diversas 
, 
A morte, agorn com 
provada mente oeo1Tida 
por Rufei cllo, do j ornu lis- 
111 Wladirnit· lfol'zog, u­ 
Jém de ampla repereus­ 
Rilo publlcitá1·ia que o­ 
bteve, gerou o inicio de 
umn crise polltica, que 
nt1o só ol>leve funestos 
desdol>mmentos merc(I 
da ução pronta e pm­ 
deute do ulgumus das 
mais destacauas perso­ 
nalidudes da vida púl>1- 
ca brasileira. A l'rase 
impensada de um sena­ 
dor, ditudu pela paixão 
e ponuudada polo ca­ 
lor dos debates, quase 
leva n repetição do e­ 
pisódio Mircio ;Joreira 
Alves. Nilo foru a inter­ 
venção da lideranças e 
do Presidente do Cc n­ 
gress» e o processo po­ 
litlco leria sofrido nova e 
prnosu involução. 
Faça-se jusliçu. to­ 
duvitJ., à compreensão 
das Forças Armadas. 
notadamente do Exérci­ 
to, p/ us circunstancias 
em que l'oi externado o 
imp!'Udcute couceilo He - 
conheceram os militares 
atenuante do c 1 i m u 
emocional do momento. 
Por i so revelaram a 
falta e pai-saram uma 
esponja sobre o episódio. 
Compeenrleram, por 
igual, o trauma de que 
foi possuida u classe 
iornnlisiica. sobretudo a 
que milita em ão Pau­ 
lo, onde alguns de seus 
membros estavam sendo 
delillos por suspeita e 
compro,·açií.o de atuu­ 
rem em movimentai, su 
b·ersivos. /1.s detenções 
seguiu-se o suicidio de 
Herzog, no mesmo dia 
eu que fora convocado 
para prestar depoimen­ 
to. O trauma era humano. 
Norm:il, por consequên­ 
cia, seu extravusamen- 
lo, alrn vl'ls do 11otas dos 
Sindicatos redigidas em 
termos fortes. E assim 
o entendeu o Exército 
que não impediu a am­ 
pla dlvulgaçüo e cober­ 
tura do episótlio. 
.gorn surge a ver­ 
dade. '!'orla as provas 
todos os testemunhos, 
todas as pericias, todo 
o processo, acompanha­ 
do por um Promotor da 
,Justiça illililar, levam a 
concluf'fiO de que Wladi­ 
rnit· HErzog pôs termo à 
vid!l por suas prtiprias 
mãos. e ulguém ainda 
linha dúvidas, ugorn. 
ninguém pode mais tê­ 
lus; com razão o jorna­ 
lista militava num parti­ 
do ilegal e, por motivos 
que levou p/ o tum11lo 
praticou o suicídio, tor­ 
nando-se o ccpi vot» rle 
uma crise que o Presi­ 
dente Geisel, num gesto 
de eslarlista e de uma 
sal>edoria política Anlcr­ 
rou, ao deslocar-se p/ 
SP no dia do entert·o 
do suicídu. 
Bncerr:J.do o ca o, 
vnlem, no entanto, algu­ 
mas considerações. As 
Força Armadas, como 
bu poucos dias assina­ 
lou o Chefe cto Estado 
Maior do Exército, Gene 
rl Fritz de Azevedo 
;J anso, eonstiluem-se 
de povo; vi,•em a servi­ 
ço do ,povo; trabalham 
pelo povo na guarda 
dos mures, dos ares e 
das fronteiras, assim co­ 
mo na construção de 
ferrovias e rodovias; re­ 
presentam fatot· de ia­ 
tegração do povo; lu­ 
tam, e atê muitos de 
seus elementos têm mor 
rido pelo povo, no en­ 
frentarem os agentes da 
desagregação, da sub­ 
versão, da desordem. 
E são estes últimos 
que, ntravés de insidio- 
sos meios de propaguun­ 
cln.s prelenclt•m incompa­ 
tlhlliznr as Forças :rma 
·las com o povo. Eles, 
os que se dedicam a 
desagregar, u subverter, 
u assaltar, a implantar 
o terror eles sim, inte­ 
tizum verducleiramente 
o antipovo. A todo o ins­ 
tante, p
1 
aciio violenta, 
vlc,lumos direitos huma­ 
uos, cm q,' ,lc·pois prrtmdcm 
escudar-se quando ven­ 
cidos no coofronto com 
a lei. Matam sem pieda­ 
de e depois reclamam 
píeclade quando o :rovo, 
através de seus elemen­ 
tos autorizados e repre­ 
sentativos, entre os quais 
as Forças Armadas, a­ 
ge repr&issivarnente, no 
intuito de restaurar a or­ 
dem e de fuzer justiça. 
O caso de Herzog é 
um exemplu. Uos de 
boa-fé outros de má-ré. 
pretenderam insi!luut· a 
simulação do suicidio 
por elementos do Exér­ 
cito. E ficava implícita 
a iusi□uaçil<> de que 
todo o Exército era com 
posto de torturadores. 
Agora, surge a ver­ 
dade e m toda a sua 
limpidez: Ifot zog suici­ 
dou-se e até, ao contrá­ 
rio do que se dirnlga­ 
ra, foi enterrado come> 
suicida. Mas para que 
não pairasse qualquer 
dúvida, os altos chet'es 
militares ordenaram um 
amplo e> minuci.::so inqué 
rito. Se culpados pot·ven 
tura houvesse, a puaiçii.o 
surgiria inexorável. 
Mas se, no episóõiv, 
culpados hl'I, eles não 
se encontram nas filei 
ras militares, mas fora 
e bem longe delas. E pa 
ra esses. infelizmente, 
não bú punição. 
(Correio Brusiltmse, de 
21 Dez. 75). 
Cuia!Jú - Tt•t·ú inicio 
110 pr6ximo dia l!l na 
Chácara IIo:nat =>. t'ni 
Cuia!Já, prolorq:ran<ío-,;e 
até o dia 2», o 2 Eu­ 
co11trn Estucluul de Cur­ 
rículo e Supen·büo pto­ 
movilo pelo Governo 
do Estalo através du 
Divisão de En. ino de 1" 
Grnu, ,ia 
Eclucnçilo 
Secretaria ae 
e Culturn. O 
Atu ele uma ,:essão 
extaordinària realizada 
no dia cinco de novem­ 
l>ro de mil novecentos 
e st'lent 1 e cinc11. 
curso objetiva dar eon­ 
tinuidade uo ueom:unha 
mento, controle uvali 
ução do planejamento e 
da execução ds ativi­ 
dades curriculares do 
ensino de primeiro grau 
t' l''fHtll--,iu JO .... rico le uper­ 
vi-ão a nl evolar. a- -+­ 
de- do- univipio--polo pura 
implanlaç:io da l:eJorrn;•. 
do Ensino. 
b) Escola Paroquial 
N. Sr' do Perp. ocorro, 
e) Escola i';u·oqui;tl 
So Geraldo. 
d) Escola Paroquial 
ão Patric1o 
Aos cinco tlias cio e) Eseola Paroquial 
mes de novembro de São Clemente. 
mil novecentos e setcn- .s tres últimas E,.;- 
ta e cinco, reuniu-se u colt,s &ltuarlaH ua z1>rw 
Diretoria da Escola Pa- rural ficaram sob a o­ 
roquial St" Afonso., sob rientação da Prefeitura 
a presidência do IlYmo. ~lunic:ipal. trocando o 
Pe. Grendan Greany - nome; «Paroquia],, p' 
Diretor SuperintPudente ~luni1.:ipal. Este assunto 
da Escola, Pe. Adriano jú foi tratado na reunião 
Franzoi- Professor, lr- anterior. Ficou letermi­ 
mão Francisco cho!l- nado que as outras Es­ 
Professor. Irmã :!'' Gal- colas: aj Paroquial St" 
vão de Castro - Diretora Afonso b) Paroquial 
presentes ainda o Rvmo. Nossa Sr' do Perpétuo 
Pe. Edmundo Twomey - Socorro são !'ealmente 
Ecônomo <I a Entidade extintas. bem como o 
:lautenedoru, Pe. Eugê- Ginásio Comercial Stº 
nio SullivUIJ - ::-,uµerior ,tanso, cujo prédio se­ 
Regional <los Pes. H.e- rá ocupudo com movi­ 
dentoristas e M Salomé mentos religiosos e au­ 
:iiello Silva - Secretár a. bs partic•1lares. ~ada 
Na ordem do dia, o as- mais h:..vendo a tratar 
sunto. digo, a t'iaalidade O Sr. Presidente encer­ 
principal foi discutir a rou a sessão. E p COIs 
ca1·ta de Rvmo. Pe. ,José tar. eu ~,íaria Sal<,mé 
May - D.D. Vice provin- Mello Silva - Secretária 
cial, determinando a dis- lavrei ,
1 oresenle a ta 
soluçúo do Ginii.sio Co- que vai assiaada por 
mereial St? Afonso e mim e pelos componen- 
Escolas anexas. tes da reunião. 
a) Escola Paroquial Bela Vi ta. 5 de no- 
St? Afonso vembro de 1975 
MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL 
SAIO E ZINCAI IELL LTD 
AVENIDA DUQUE DE CAXIAS 448 JIRDIM-MT

+» 	,rpa f)[ 
, ,;,-,,P2n,, 	P o l i ti e a -------· 	_ 
------- 
lVIário A. 
No quadro internacio 
nal, os dois últimos anos 
l'ornm marcados prlnci­ 
paimente por um esforço 
dos EUA ele manter urna 
politlcu de nproxlmaçiío 
,, conciliação com o 
mundo comunista. 
Na Indochina. três 
nações independentes - 
Cr.mllodge, Vietnã do Sul 
ti Laos-caíram trng'icn 
mente sob o tucfio ver 
melho. Na confêrencia 
ele Helsiuquc, os soviêli 
cos tiveram 1 econhcci 
das suas conquistas ter 
l'itoriais. rrnlimdas ao 
fmml da II Guerra Mun 
clial. 
O alurcleaclo e iuten 
sumente difundido encon 
tro especial entre astro 
autus soviéticos e nor 
tb·nrurrkunos niio foi su 
ficiente para fazer crer 
cú em baixo que o aper 
to de mio elos c,>munis 
tas era sincero. 
Um das provas mais 
recentes de que os mar 
xistns. enquanto sorriem 
para Kü::;;inger, apunha 
Iam o Ocidente pelas 
costas. é a clara e maciça 
intervenção cubana - soviética 
em Angola, q' põe em gra 
ve risco o equilíbrio de 
forças cio , tlâotico Sul 
represeut,,udo. portanto 
um perigo para nosso 
território. 
O preço de toda es 
sa desastrosa política 
de ''détente" era a pro 
nessa de liberalização 
do regime vermelho. O 
"Pravda", há pouco. re 
jeitou cat~góricarueute 
a ioterpretaçii.:i ''burgue 
sa•· dos direitos huma 
nos como também o plu 
ralismo polilico. Não se 
admira, pois. o comuuis 
mo se liquidaria em pou 
eo tempo, se o regime 
atrás da r.ortina de ferro 
viesse a sei· liberalizadü 
:!as. este é um resultado 
que revelari:.. muita inge 
uidade por parte dos 
dil igentcs do Kremlia se 
Co:rrêa: 
eles, do falo, o permitis 
llt>lll .. Logo, 11 "d.}tente", 
é impossivel! 
Essa conclusão que 
se nos aprl'senta tiío ela 
ra, lógica e i11sofü;m(1vel 
parece uilo ser evidente 
pura Iissinger, que per 
manecc obstinndo em 
Mas, o8 russos, eI s política de distensão 
quunto 1-oniam aos acc Engano, mú interpreta 
nos de Nixon, Ford e çào dos fatos, traição'? 
uspecialmente de Ki.,;sin , Hi:,tória um <Jiu julga 
er, promoviam maquia- a a estranha tu4ção 
vélicnmente a suhvrrsfio cio Secnitárlo dr Estado 
om todo o mundo dos EUA. 
livre. à qual nté o Bra. 
sil não ficou alheio. 
O DirP.lóri<, Regional 
da Arena de São Paulo 
enviou o seguinte telegrn 
ma ao Presidente Ernes 
to Geisel: 
- No inicio de um Ano 
Novo, apús o pronur,cia 
mentv de Vo sa Excelên 
eia. em sua !ala de 30 
de dezembro último, e 
em f!lí.ão dos momentos 
já vividos, neste ano, a 
Executiva Regional da 
LRASILIA .Ao pro 
por a extinçüo dos atuais 
partidos politic:os e a 
criuçlio de quatro, dois 
rle governo e dois de o­ 
posicão, como forma i­ 
det:I para que o Ristema 
uleunce um consenso po 
pular, o deputado Oui-tiio 
Muller da Arena de Ma 
to GroRso, criticou o pre 
sident ~ de seu partidv 
deputado Francelino Pe 
reira, u quem atribuiu 
uma politica ineficaz e 
pouco objetiva. 
Para o citado clt>puta 
dei, nilo há }Jl>l'spectivns 
de nenhuma pnlitica ame 
na, quando o pais atra 
ES7/7Z40 
O sr. Gastüo luller 
garantiu que a fórmula 
partilára ideal seriam 
quatro agremiações polí 
ticns. apro·eltando-Re os 
egressos do iraruidcrise 
,pg, 
t 5E {8i 1- ,. .. - y ye r 
f.
.•, ,~ ~'iü 1 1 ·1j ;,. '. 
: « •E' 	s ! ? 
ur ·3 t! ir, 
Arena de ão Paulo. em 
sua primeira r<>uniii.o de 
197li. manifesta a Vos ·a 
Excelência, Presid<>nte 
de Honra cio nosso Par 
lide,, irrestrita solidnrie 
dade e ap0io pela sua 
nçilo político-administra­ 
tiva que visa. sempre, a 
deresa dos interesses su 
priores do Bru:;il. 
A Arena paulista, 
tão bruva e solirlário, 
Ser jornalista ... 
Nilo é desmoralizar o credo alheio, a fim de 
impor o seu. E provar que a sua causa ê tüo 
nobre que não precisa atacar a outra, para se 
le,•antar. 
Nüo é semear a discórdia, a incompreensão 
a desordem. É plantar a paz, o entendimento, d 
orden,. 
Nüo é iludir o leitor com fantasias e menti­ 
ras. É ruostrur-lhe a beleza da Verdade. 
Não é apontar o escravo do vício ao des- 
prezo geral. E judá-lo a recuperar-se para a 
sociedade. 
Nii.:, é supor a verdade. É certmcar-se dela. 
Não é exibir inteligencia e qualidade. É sei· mo 
desta I•utieiro a distribuir o pão da virtude. 
Não é achincalhar eu:,arniça,Jamente. Ca 
lar-se. em certas circunstàncias. é ter dupla 
coragem. 
Não é criticar atacando. É criticar 
raudo. 
Não é aptc>nas es.crever. É meditar. 
Não é destruir. E cou,;truir. 
coope- 
vessa novamente uma Ia­ 
se de lirh dura. ''Toclo-; 
oi- P cs. revol11cionlirios 
assumiram o Governo 
com melhor das inten 
ções, mas o deixaram 
sem conseguir nenhuma 
abertura politica. O pre 
Hictcnte Geisel, que é um 
homem culto e muutém 
o comaudo das Iorçus 
da Revoluçfto, não con 
seguiu isso, ninguém con 
seguir", alirmou. 
:1üo eaclarece o que vem 
u ser "os momentos já 
vividos neste uno•·. 
Se é uma referência 
velada às cassações de 
dois deputados do MB 
como pare::e, o telegra 
ma torna-se peça unto 
lôgica. 
Isso porque o Parti 
do gc,vernista demonstra 
ser capoz de qualquer 
solidariedade, desde que 
nuo se10 m usadas expres 
sões verdadeiraR. 
De solidariedade ve 
!ada. não há dúvida, o 
Governo não precisa. 
(Jornal do Brasil, 10-11-76) 
Os Moderados l' os au 
tcntil'Ofi do ~!DB forma 
rinm os l'Mtido!'I ela Oou 
. lçüo, c11quanto Ori Hrnu 
vadores e os Ortodoxos 
da : .. renu criariam os cloJ-; 
Partidos governistas" 
Segundo o deputado 
urcnit:ta, a Hevolução 
estatizou u politiea, mas 
ja estú na hor.1 tde e 
modificar u situação. 
Não há integração enfrP 
os Ministros de Est. e 0 
Politicos porque os pri­ 
meiros foram Indicados 
ou sugeridos 'pelas for 
çus vivas du [evolução" 
sem qua!squer consult:is 
ao Partido. "Assim, os 
Ministros ou membros 
do ::,.Ito escalão nfio de 
vem nada aos politicos. 
Nem explicações". 
- A escolha do depula 
!ado Francelino Pereira 
para presidir a , rena é, 
por exemplo, um caso ti 
pico de estatização da 
política. Todos ficaram 
urpre<;os com a escolha 
e ruais ainda cr,m a fal 
ta de habilidade política. 
O s:. F::ancelino Pereira 
vem e cliz que é preciso 
ma11clar folhetos para o 
prefeito tal, com os jar 
gões de "prezado com 
paaheiro. etc". Ora, sabe 
mos que o prefeito bom 
é aquele que calça a 
nossa rua, faz estradas 
ligando as fazendas. 
Assim também o Par 
tido do Governo é bom 
se o prefeito for bom e 
o prefeito será forte se 
o Partido tambem for e 
SP o Governo for bom. 
Não adianta mandar fo 
lhetos - disse o deputa 
cio. 
13 
tT 
$MLM#IS / MILITARES 
Com, os civis, os milita­ 
res terão de requerer a licen­ 
a-premio de imediato ou. 
então, pedir para que ela 
eja contada como tempo de 
serviço, 
1 
j

Ili Vi.-ta /02/76 
Adeus José Wilson 
P .. i ... in.1 o:; 
"Infelizmente, come 
çnmos o dia dando noti 
eia da morto de um com 
panllelro nosso. É a vi 
da... " Esta foi a l'ruse 
que encerrou o nosso 
contato viu telex na ma 
nhü de segunda feirn, 
com o jornal "Correio 
do Estado", de Campo 
Gmude. Em mais um jor 
nallsta que morria. "E 
A VIDA ... ", dizíamos. 
Que vida, meu Deus? 
Jornalismo e umu profis 
suo como qualq•.!er ou 
Ira, npeua com um ns 
pectn complementar: e 
uma prolls::üo-sacerdócio 
E sabem por que'? 
não concordemos el o/,,,,, 
ou com os seus persona­ 
gen8 acontece que o jornalis 
ta é fruto da própria pro 
rlssão, que ele tem de 
viver com tocla a lntensl 
dade possivel. E vive, ge 
ralme-n1e, para mor,·cr 
hoje, se rõr vitima e,. 
Yiolêncla humana, ou 
morrer mais cêdo, quan 
do o seu organismo não 
reage mais, pela luta diá 
rla. Está provado cientili 
cameute que o jornulis 
tu esgota-se com 25 anos 
ele profissão. Outros, co 
mo o nosso ex-compan 
beiro José Wilson de 
Campos, morrem antes, 
vitimas da violência. 
Mas, todo dia se reno 
va vontade de informar, ls10 está provado cienti 
ficamente, pela Organiza 
çào ilundial da Saúde: 
é 11 profissão que mais 
mata no mundo. Quando 
um jornaliHta não tumba 
sob a violência humana, 
morre por problemas or 
gànicos. Vivemos os pro 
blemas de tudos e os nos 
sos, também. Se o pri 
meiro-ministro Chou-En­ 
Lni morre lú em Pequim, 
"sentimos" a noticia da 
sun morte. 'e o presi 
dente Gerald Ford sofre 
um alentado em qunlquer 
lugar ·•sentimos" o seu 
drama. Se no Líbano cri~ , evolução cultural 
til.os e mulçumanos se dos povos fez inserir no 
matam, "sentimos" a tra elencos de suas lei pe­ 
gédiu, como u outra se uais os castigos que aos 
malhante da lrlanrla, en assa sinos são irnpo tos 
lt·e prntestantes e católi pela máquina judiciária 
os. Se Angoln vive nu em nome da coletividade 
ma guerra civil, "senti e d o Estado. 
mos" o problema de um 
povo dividido entre tres 
facções. e a f a v e I a 
do Maju, Rio de Janeiro 
é consumida pelo fogo 
e ficam tres mil pessoas 
desabrigadas. "sentimos·, 
a situação de desaju te 
destes irmãos nossos. Se 
matam um jorualístu·, co 
mo acaba de acontecer bárbara e covm·demen- Freire de Campos Fon­ 
em Câceres, com o nos 
so companheiro José W. te nssassinaJo por nrma tes, cas:1d11 com 1) mé- 
de Campos, do "Correio 
Cacerense", é como se 
nós mesmo tivéssemos 
perdido uma parle de 
nossa alma, Jornalismo 
é uma profissão que 
"consome". o seu execu 
lar. Quando as noticias 
são alegres. as festas 
süo mais pára os outros, 
mas quando elas são tris 
tristes, ealum dentro de Rua Conde de Porto Alegre s/n 
• nós fazem sofrer muito 	Mato Grosso 
ou pouco, mesmo quando """ . 
ão Matarás! Orde­ 
na o decúlago que a 
Moisé: foi confiado no 
Sinai. A lei dos homens 
seguiu a Lei de Deus! 
e cada vez mais e me 
11101·. Se vlolêncln resol 
vest10 problemnF, o mun 
<lo era um paraíso. 
Estamos de luto. Tô 
da a imprensa matogros 
sense está de luto. Um 
jornalista n menos. ;las 
isto não constitui esmore 
cimento. cada joralis 
ta que tomba na sua 
profü;são novas chamas 
de ideal se acendem e 
são empunhados por ou­ 
tros. "E A VIDA ... " Eco 
mo ela - a viria - nos 
truz momentos tüo tristes 
como êste... É uma pro 
fissão que consome o 
profi •sionul. 
[ O Estado de M. Grosso) 
Espirito Santo, voce 
que me esclarece tudo, 
que ilumiua lodot: os ta 
minos para que eu atin 
a o meu ideal, voce 
que me dá o dom divi 
no de perdoar e esque 
cer o mo l que me fazem 
e que todos os instantes 
de minha ,·ida está co 
migo, eu quero neste cu 
to diálogo. agradecer-lhe 
por tudo e confirma1· 
mais uma vez, que eu 
nunca quero me seput·ar 
de voce por maior que 
- - -<->---«: ;+co:<o-·««·>E3;; 
X - • - 	X 
~ C a sa P e e u a ri s ta Ltda x 
X 
f Produtos Veterinário- e Agrícolas, Ferragens. f 
Y Artigos de Montaria e Materiai- de Cos-truco í 
K 
Y( cm Geral. 	} 
X Av. Duque de Caxias, 606 X 
Y 	.. , % 
C. P. 2- Fone: 157 )adi •-; 
3..soo> o>o h>o--->o-.O:t 
de fogo, quando se eocon dico Dr. Antonio Carlos 
trava inttrior no escriro- Souto Fontes. 
rio cio aclvº. BLEY RO- - 
BERT SAl3ER, o bárbaro 
a sas. ino. J o é Wilson nae 
portava nrmas, levava 
consigo apena a lealdo­ 
de do companheirismo 
e a hombridade culca­ 
das em bases morais 
dos mais elerados prin­ 
cípios. 
J O S É VILSO, 
filho do Tabelião Auré- 
Mas sabado, nesta Jio Olegário de Campos 
cidade, foram trausgre- e de D. Maria Freire de 
elidas as Leis Divina Campos, recentemente 
e humana! 	casado, deixa viúva a 
• 	Sr Fussaé Hayasbida 
JOSE V I L O . DE Campos órfão um filbo 
CAMPOS, nosso Diretor .. . 
Proprietário, tombo~ dia nasc1tm o e enlutada a 
17 p/p. às 16,30 boras irmã advogada ilarília 
iJédico- Veterinário 
formado pela Universi­ 
dnde Federal e 'l'abeliüo 
Substituto do Cartório 
do 1º Ofício de Cáceres 
em o extinto um idealis­ 
ta, estando à frente de 
vários empreendimentos 
econômicos e culturais 
nesta cidade, que amava 
acima e! e tudo. 
Pelo infausto acon­ 
tecimento, a sociedade 
cacerense está de Iuto, 
ferida, traumatizada! ilas, 
acima de tudo, ce:nfiunte 
na ação egura, firme e 
serena das autoridndes 
policiais e judiciárias da 
Comarca que certamen­ 
te saberão apurar as 
causas e circunstâncias 
seja a Ilusão material 
não será o minimo da 
vontade que sinto de 
um dia estar com oeé 
o todos os meus irmãos 
nu glória perpetua. 
Obrigado mais uma vez 
( A pessoa deverá lazer 
esta oração } dius e será 
alcançada a graça, por 
mais dificil que seja). Pu 
blicar assim que receber 
a graça. 
(Publicado por ter rece 
bido uma g-raça). 
R.MI. 
do crime, apoutar e pu­ 
nir o criminoso. 
,deus ,JGsé Yilsou 
O «Correio Cacerense, o 
i-eu jornal, está boje 
mudo, trânsirlo de dor. 
E assim, por seus funci­ 
ooários e ,1uxi!iares. pro­ 
fundo mente consterDa­ 
dos e já envolvidos pe­ 
la saudade, só podem 
elevar o seu pensamen­ 
to a Deus. pedindo que 
o receba em sua mise­ 
ricórdia. consolando i;e­ 
us entes queridos, seus 
amigos e a própria so­ 
ciedade cacerense enlu­ 
tada. 
Adeus José Wilson 
(Transcrito do Correio 
Cacerense) 
1 
de Theobaldo Amato) 
lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
Borracharia - Balanceamento de Rodas 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: I .anchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquinn Fl<>ria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 	Mt.

Bela Vista 1/02/76 	Diversas 
INPS 
IBUIRÁ 75 M 
RÊMIOS 
M 
Altevir de Alencar 
Uns dizem que cada 
um de nós traça na ter 
ra o seu próprio desti 
no. Outros afirnm que 
Deus, escrevendo certo 
por linhas tortas, deter 
mlnu u trnjelória de cu 
ela alma chegada a este 
Vule de Lágrimas. Eu 
particulnrmeute, nrw dis 
cuto os designuios de 
Deus. Nfio u!irmo, nem 
nego, multo pelo con 
trário. 
A imprensa comeu 
tou n épou que o se 
dor Fillinto Muller iria 
passar seu aniversário 
em Paris, lendo, nu via 
gem, perecido no pavo 
roso desastre ocorrido 
com um íloeing ela Varig, 
nas preximadades do Aero­ 
porto de Orly. Disse tum 
bém a imprensa que se 
tivesse ido passar seu a­ 
niversúrio em Cuiubó., 
sua terra natal, niio teria 
morrido daquela vez. 
Tudo é relativo. Es 
te [alo que hoje rememo 
ro, faz-me recordar o de 
sastre aeroviário que a­ 
balou Rcci!e em janeiro 
de 57. Eu estava em Te 
giptó, entre o Sancho e 
Cavaleiro. Mais ou me 
nos cinco horas da ma­ 
hi. Escutamos um baque 
abafado, seguielo de uma 
explot:üo que clareou to 
do o céu, de horizonte. 
a horizonte. É que o 
"Constellation" de Pa 
nair, procedente rio Rio 
ele Janeiro, ao se apro 
ximar da Capital lluuri 
ceu, depois de sete ho 
ras de vôo, começara a 
perder altura, mesmo 
com us quatro turbinas 
em funcionamento. 
Carregou nos "Tlap:"" 
e, segundo ficou apura 
do. as chamas-de-retor 
no atingiram um depósi 
to de combustivel de e- 
mergêncla, O avião, em 
chamas, vinha baixando 
em grande velocidade, 
até bater violentamente 
com a "banígo" no pico 
de um mono de Dois Ir 
m!oA, deixando ali uma 
d!B usas e cruzando a 
cidade em foi ma de giro 
(assim como uma ucha 
de lenha acesa, que ali 
rnste para o ar). Foi es 
patifur-se do outro lado 
da cidade, distante mais 
ele dez quilometros do 
ponto de impacto, já 
dentro do terreno do Ae 
roporlo dos Guararapes. 
A aeronave conduzia, en 
tre os tripulantes e pas 
sageiros. cinquenta e du 
as pessoas. Só escapou 
uma: um cara que toma 
ra o avião em sua esca 
la de Belo Horizonte. Es 
se homem, que se ainda 
for vivo poderá reafir 
mar uns decluruçõe1:1 fei 
tas à Rádio J orna! do 
Comércio. Declarações 
que estarreceram o povo 
Era um senhor de meia 
idade [lembro-me bem). 
Tioho uma serenidade 
impressionante. Bem traja 
do, esboçando aqui e ali 
um ligeiro sorriso, como 
n zombar. da própria 
morte. Disse ao microfo 
ne: •·Eu vinha cheio de 
álcool até a tampa. To 
mel um porre em Belo 
Horizonte por minha con 
ta e outro a bordo por 
conta da companhia (pa 
nair). A certa hora notei 
me mo que o avião es 
lava baixando. A maioria 
dos passageiros dormia 
As aeromoças passavam 
correndo pelo corredor 
central, vara lã e pura 
cá. Já avistando as luzes 
do Rec!le, me dirigi à 
toelele, para lavar o ros 
lo e passar um pente 
nos cabelos. Uma freira 
que viajava ao meu lado 
debulhava as contas de 
ui rosário. E um senhor 
já velho, quando eu pas 
sei para o sanitário, pôs 
em mim unas olhos com 
prldos ... e se benzeu. Den 
tro do box-sanltário, an 
tes de lavar o rosto e 
molhar os cabelos, resol 
vi fazer outra coisa. Ar 
riei as calças e me sen 
lei uo vaso. O comparti 
menlo era pequeno, bai 
xn o escuro. Teria um 
metro quadrado, talvez. 
Foi ai que senti que o 
nvião se <;bocara com 
qualquer coisa... subiu 
de novo e começou a 
girar em torno de si 
mesmo. Bati com a cube 
ça na pia e perdi os sen 
tidos. o me lembro 
mais de nada. Quando acordei 
estava no Hospital das 
Clínicas arrodeado de re 
pórteres e de médicos. 
só então vim a saber o 
que aconteceu. Escapei 
por milagre ... mus se eu 
não estivesse "melado" 
[meio bêbado] tinha ido 
para o inferno desta vez 
Era o que eu tinha a 
dizer" 
90CUME#TO 
PERDIO 
• Edson Lima da ilva 
extraviou os documentos 
da Vespa cor vermelha 
ano 62, motor de n.o 
V81M- 6300-BR. A referi 
da Vespa emplacada pe 
la última vez em 66, com 
a placu no 01 Bela Vista 
Publicação que se faz 
para obtenção da 2.a via 
Campo - Grande, Ob Ciencias Humana. o coo 
jetivando intensificar a curso prevê lns<'ríções 
participação dos Univer até o dia 28 cio reverei 
tários no estudo dos ro mediante u remessa 
problemas da Previden dos trabalhos, em 1osso 
ela Soei:.!, relacionados Estado, ti. Caixa Postal 
com o desenvolvimento 61, em Cuiabé. As mono 
economico-social do País, grafias, relacionando 
o Instituto Nacional de sempre a Providencia So 
Previdencia Social estú ela! e/ a área do candi­ 
promovendo um concur dato, deveriio constituir-5r 
so de Monografias desti originais ineditos, com 
nado a estudantes uni minimo de vinte e o má 
versitários. Com prêmios ximo quarenta laudas, 
que totalizam setenta o apresentandos em três 
cinc:o mil cruzeiros, aos vias, em papel tamanho 
quais poderão se candi oficio Serão conferidos 
lar alunos das áreas Bio premlos para todas as 
médica, Politico-economi áreas proficionais concor 
ca, Tecnólogica e de rentes ao certame. 
G0/RI/O PROCURA 
COLOCA4ÃO DO PRO. , 
Cuiabá, - O Governo 
de Mato Grosso, através 
das ecretarias de Pla­ 
nejamento, Agricultura 
e Industria e Comércio 
antes a previsão de 
uma supersafra de ar­ 
roz este ano, vem man- 
. tenfo entendimentos 
junto ao órgãos de ar­ 
mazenamento para as­ 
segurar aos produtores 
uma boa comercializa­ 
ção. Inclusive a venda 
do arroz fora do Pais 
está sendo congitada e 
nesse sentido esto sen­ 
do realizados c-ontatos 
com entidades exporta­ 
doras para colocação do 
produto no comércio in- 
ternacional. 
O secretário Maçao 
Tadano. Industria e Co­ 
mércio, um dos articu­ 
ladores do plano de co­ 
mercialização, admitia 
que "se fatores climáti­ 
cos, pragas doenças não 
prejudicarem a atnal sa­ 
fra, provavelmente será 
alcançada a previsão de 
2 milhões de toneladas 
de arroz. o que coloca­ 
rá Mato Grosso como 
um dos maiores produ­ 
tores do Pais". 
Preço deste 
Exemplar 1,50 
M NERBÇÕO 
"Produtor do aláreo Bodoquena" Rodovia Jardim 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato 
km 
BODOQUENI 
54 
LTDII 
Porto Murtinho 
Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 
8

Hosso Tempo 
---------------~-----_.:..--------~-----·----- 
1!,·l.1 Vi,ta Jlt/7(1 
SECRETÁRIO TAQUES PROMETE APOIO 
E ASSES7ÉN4A4 A AGRKCIUL.,TORES JID 
' (Í 
L 
- o o 
Sr. Edmundo Taques 
O Titular ela Pasta 
de Agricultura do Estu.­ 
do, Dr. Edmundo Taques, 
dando prosseguim11nlo 
ao seu programa de vi­ 
sitas no Sul do Estado, 
esteve no municiuio de 
Porto ~!urtiuho, ·acom­ 
panhado de altos auxi­ 
liares de sua Secretada, 
bem como o deputado 
Ruben Figueiró, líder do 
governo e da Arena na 
Assembléia Legislativa. 
Logo após o seu desem­ 
barque, seguiram o se­ 
cretá rio do sr. Milton 
Abrão onde existe 700 
hectares de arroz e 200 
'lnil pés de ca[é, 50 por 
cento dos quais dizima­ 
dos pela última geada. 
Naquele local, o se­ 
cretário TaquE-s reuniu­ 
se ..:om os prefoitos de 
Porto Murtinho. iliranda, 
,Jardim, e ioaque, res­ 
pectivamente srs. Idel­ 
fonso Soares da Silva, 
Herlbnlo Gimenez, Eral­ 
do da Silva e Zeno Mar­ 
tins Gazottl. estudando o 
equaciouameuto dos pro­ 
b!emus da vasta região 
da Bodoquena e da Co­ 
lonia Cachoeira. esta 
última situada no· muní­ 
cipio de Porto Murtlnho. 
Escoamento da 
Produção 
Todos os pre[eitos 
presentes se fizeram ou­ 
vir, fazendo ampla ex­ 
posição dos problPmas 
de sua região, de um 
modo geral, os dirigen­ 
tes munícipnis da região 
da Bodoquena se mos­ 
tram preúcupados com 
a super produçãq agrí­ 
cola da região, salientan 
do o prefeito Zeno que 
a iniciativa particular 
não está preparada p/ 
enfrentar esse fluxo de­ 
sen rnlvimentista. O ma­ 
ior problema - encontra­ 
se na deficiência de es­ 
tradas para escoamento 
da produção, com as 
enchentes prejudicando 
sériamente as existentes 
temendo º" agricultores 
perderem as suas safras 
por falta de meios de 
transporte. 
O prefeito Heriberto 
Gimenez, após ressaltar 
igualmente a super-pro­ 
dução agrícola do seu 
município, onde a agri­ 
cultura vem alcançando 
um c1·escimento espeta­ 
cular, focalizou um dos 
maiores problemus da 
regiüo mirandense que 
é a e'asão de rend:1s 
do município, notadamP11 
te na ludustl'la n,adel 
reira, com a perda de 
cerca de 50 pot· cento da 
i;uu producüo, com séri­ 
os prbjuizos pura a mu 
nicipalídr:d~ e o Estudo. 
Cafeicultura 
A careicultura nu 
região também foi úbje­ 
to de estudoR, expondo 
os prefeitos, ao títular 
da agricultura, a situa­ 
ção em que se enco11- 
tram 08 cafeicultores da 
região ,[a Bodoqueaa, 
sendo necessário um 
processo mais rápido 
na uplicaç[io da Lei Fe • 
dera! que regulamenta 
o replantio. O levanta­ 
mento já foi feito, en­ 
contrando-se no 13unco 
do Brasil, e os recursos 
l'inauceiros sómente se­ 
rão liberados de acordo 
com a situação de cuda 
cafeicultor, caso n à o 
haja irrngularidades, se 
gundo normas do Banco. 
Foram ainua aborda 
dos outros problemas 
relacionurlo com o IBC, 
que conta com 10 milhões 
de cruzeiros destinados 
a estudos de pesquisa 
no Estado ainda não 
liberados e a dilatação 
do prazo em mais qua­ 
tro ou seis meses- para 
o replantio, quando en­ 
tão o café alcançará o 
preço de 11 a 12 cmzei 
rOs O pé. bem como a 
necessid&de de técnicos, 
sendo ainda analizada 
a criação de duas esta­ 
ções expirementais para 
café, uma na região Sul 
e outra na região 
zônica do Estaria. 
ama- 
Cuiabá, - A Ala Jo­ 
vem Arenista Aju, do 
Diretório Municipal de 
Cuiabá., reuniu-se no 
dia 1li do corrente na 
sede do Diretório, quan­ 
do foram debatidos en­ 
tre seus membros-funda­ 
dores di,·ersos assuntos 
de intnesses du juven­ 
tude cuiab:rna, assim 
como a sua organização 
regimento interno. com 
ko quero derrotista-, 
pr..Ciro o, oti111i-ta-. 
Prr•id,·ute G .. i-,·l 
Aos politicos não ão e 
aquecidos, medro-os ou derro 
tistas. fazemo lembrar o re 
sultado das eleições de l de 
:'o,cmbro <!t' 1
1
)71, l;'"rn torna 
remn uma atitude mais con-t .. rt 
tanca com a realidade. visto 
que, dado o resultado cor 
maioria esmagadora para a A­ 
rena, ela, que teve e-a epe 
ta,·ulur vitória nu pleito I'ª'"ª 
do, naturalmente não irá resen 
tir-se dos +eus eleitores cons 
cienciosos que a estas horas 
já t'~tarão U(!llHrdando outro 
l5 de Novembro para repetir 
a do.,·. 
'e, naquela ocasião, hou 
ve ária- dificuldades ao par 
ticlo (Arena) que por ser úni 
co uo inunicípio não dh ul~ou 
na devida forma, ~c~u prog:ra 
ma, levando ao eleitorado as 
informacões sobre os enormes 
trabalhos desenvolvidos pelo 
goveruo em beneficio do poso 
e :la llc'olução. c·c1p meta e 
>11:1 irre'er,ibiliclud.-, collit•n 
do assim mesmo uma texpres 
iva vitoria; não resta dúvida 
que na próxima eleição só po 
< erá ser melhor o resultado, 
do, porque nenhum eleitor <la 
Arena é trou,n de ubandonar 
,, t:eu partido vitorioso aqui, 
para engajar em outro, cuja 
demagogia é demais conheci 
cln, ali:ís H'fll nenhuma ntu:H:ão 
na ordem das coisas, dentro 
deste m u n i e i p i o na. prc 
ente conjuntura. 
Damos ulinixo o ro,sultado <la 
clciç,io: 
PARA 
Arenn· 
:'11.D.B 
municipios 
SEi'ADOH 
1675 voto­ 
l.o38 
Pam Depulado Federal 
Arena 2179 0tos 
M.D.B 303 
Votos de lcrrenda 
:reun r.J.2 
DB 2 
YOlOS 
Soma (Arena) 2.221 votos 
01D8) 3o5 ,•oros 
593 voto; em bmnco 
Para Jeputado Estadual 
, r..-nn 2.315 ,·o tos 
)1D8 291 voto, 
vistas a um trabalho de 
grande alcsnce, que ve­ 
nba de encontro aos an 
seios da juventude are­ 
nista e dos jovens que 
desejam participar e in­ 
gressar na politica atra­ 
vés do Partido e vi:.an­ 
do a realização ão I 
Simpósio da Juventude 
Arenista de Cuiabá e 
circunv'izi- 
D 
5oma (Arena) 2.%11 MD 
e-e claramente que a 
n·n:1 lnou ,, urn.1, :! .. lll 
eleitores em ua legenda. en 
quanto o MI conseguiu ape 
nas 305 sufragio- para deputa 
do-, o podia me-mo er 
1<1JÍOr o ,·lrilora<lo cio )l)l) 
E um partido noo e peque 
llO lilt' -mo, porem, que te- f.1 
trabalhando, fazendo eleitores 
t' t'OIHJui-.r,1udu ,,utro .. , ,11:i .. ; .. 
-o nem de leve arranha a Are 
ua que tt·111 aumt·utJ.do 111uit11 
o número rio "l"tJ" ,·l«·itfirt•:-'. 
-,·u trnlullw ,lc ali,1a111<·11ro 
bem organizado, e-tá com a 
Sede bem atuante c a mocilu 
de bel@vi-tene em corre>pon 
,!endn o rlia1rLJ1tH·ntu rio P.ir 
tido da [evolução a Arena • 
Agora, amuro- clarecr 
porque o r bezerra eto, ena 
didato ao sendo pelo Mb 
con--c:·;!uiu utp1i t"tJt Brla  j .. ,a 
O• l.o:l8 , oloa. 
Foi asim: Teve do eu 
Partido 305 votos, Votos dado­ 
pelos l'cdrocas <.IJ Arena 66(, 
Naturalmente da diferença 
do- votos brancos da legenda 
Federal e E,tadu.,l ó7 ,oto, 
Suma IO:lll , 1110; 
Ora, passando o- olho­ 
na rt'bçfio urim.i, nola•"'<" cl"" 
o Sr Canale, enador da re 
na apena-. lo?TOU 1675 , oro-... 
quando de, eria:n ser 2311 da 
legenda, o que confirma 666 
, oto; ao Sr Bt'Zzerra por P" 
dritas que o apoiavam, por is 
ro, a sua derrol:l (dele Bezzer 
ra), pois devem estar bem ler 
brado; que tod,H ,,. . candid.1 
roa a <lcput.ido, que tinham 
nas suas propagandas fotos a­ 
braçados a Pedrossian, toma 
ram uma fulminante derrota. 
Na pr6xirn:i ,·cz darc 
rno5 ao,;; no!-50.' Jeitore:- e po 
liticus cxatame.nce oo. Yoto.s <l..1 
<los a cada can<li<lato. para 
uma aferição <lo que <li:,:o. 
Jota' Joia 
Cl 
nhos, ainda no primeiro 
ou inicio do segundo 
h·imestre do corrente 
ano. 
A AJA atualmente é <li­ 
rigida por uma_Comi-são Ir 
, 1:iórrn. l'os-tenorn.a·nte s-cr:í 
escolhida uma direção defini­ 
tiva, com mandato de 22 ano-. 
Ainda e-ta semana hae­ 
rá uma Rcuniüo, qu::indo (H 
jovens da AJI debaterão di­ 
ver-os assuntos de iteres-e 
da Organização. 
t 
1

t 
Jl,,J., Vi-1,1 J/V7fl 	Edital 
1'., 11.1 li 
ROflSSIO ü 
D .i . " 
Médico - Veterinário 
lllíllR[tO: Cm n.o 10 - Vila tlilitar 
B[LA VISIA 
OREI. 
1,lfi!O GROSSO 
l.l[DICO 
856 
- RI 
Endereço: Resid. 
Porto Murtinho 
O Doutor Valter Io­ 
sé Hodrlgu<?s Coulrcro, 
,Juiz de Direito da Co­ 
marca de Bela Vista, 
Estado de Mt, na forma 
da lei, etc; 
Faz sahcr, a todos 
quantos u o presente 
Edital virem ou que 
dele conhecimento tive- 
rem, que foram allstudos 
para servirem u:..s ses­ 
sões do ,Júri para o uno 
de 1976 [hum mil nove­ 
centos e seteula e 1;el8] 
os nomes rias seguJoles 
pessoas: 
:lario Bulliluui Iudustrl­ 
al, Geraldo Arce dn Sil- 
R e l P nce v•,1 Escriturário, Deocle- • e. O - 	1 
ciuno de Vusconce os 
Comerciante, IIortêncio 
Rôu Escobnr Func. pú­ 
blico, Tales Monteiro 
:lascarenhas pec:uurlsta, 
oliman Teblcberane 
fnrmaceulico, Brlgido I­ 
banhes bancário, Jmau­ 
ry iouteiro :Iuscare­ 
nhas pecuarista. Marcia 
no Martins fun. pubhco, 
Antonio Lopes professor, 
Pedro Geraldo de :lello 
comerciário, Fernando 
Alvs Gomes Filho func-. 
público, Erasmo iIedei­ 
ro contador, José Lou­ 
reiM pecuarista, Zeno­ 
bia Luvilha Ocampos 
Gomes func. pública, 
Oswaldo Jliranda d e 
;lello pecuarista, Secun­ 
dino Cabreiru estudante, 
Noelso Leite Laranjeira 
iunc. público, iIarcos 
Palácio professor. Olím­ 
pio Paes Barreto Neto 
farmaceutico, Celso iler 
cedes Garcete Bulta cou 
tador, Djalma ilvestre 
Fernandes buncáriCI, Fro 
lluu Cardoso func. públi­ 
co EJvaldo Salomão 
pecuarista, Diomedes 
Rodrigues comerciário, 
i11ro Pires Ph1gettl tape 
ceirn. Roque Joaquim 
20 1 Paes contador. Ueocle- 14, as 1oras 
1 ciuno de Vasconce cs 
Filho ~omerciárlo, Ro­ 
dolfo Loureiro comerei! 
l,H 
Mt 
HAR0LDO MEDEIROS 
ADVOGADO 
O, li - T n183 
Clff 008-295.870 
Rua 15 de Novebro 177- Bela Vista - T 
Dra. Maria Aparecida 
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Dr. Helio Loureiro de Almeida 
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±l2 14 M1 0N± 1+5+2 
Horário: 8 às 11 horas 
il Et de Mato Grosso 
RcpGblica Fodorativa do Bras à ele vta 
Podor Judiciúrio - . Co,ncrc:a 
Cort6rio do 1.o Oficio 
Edital de Alistamento de Jurados 
n. 
Arrependimento 
de Empregado 
Uma v e z duelo o 
aviso prévio, o emprega­ 
do não pode mais arre­ 
pender-se.· a. tn!lnos que 
a Hrma em que trabalhe 
concorde com isso. Por 
outro lado, o empregado 
) 
dflmist iou:rio te~ direito 
ao décimo terceiro salá­ 
rio que lhe deverá ser 
pago proporcirrnnlmente 
ao tempo de serviço 
prestado. 
Direito da Mulher 
Medeiros 
Casada 
A!!tes de 19G2, a 
mulher não podia exer­ 
cer qualquer profissão 
sem autorizaçü.o do ma­ 
rido. Com o advento da 
Lei nQ 4.121. de 27 de 
8-G2, que estabeleceu 
igualdade de condições 
entre o u,arido e mu­ 
lher, essa proibição caiu 
por terra. A mulher ca­ 
sada po!e livremente 
exercer sua profissão 
sem autorização d o 
marido e, inclusive, 
dispor d o produto de 
seu t r a b a l h o. 
Fiança_ 
Fiança só do marido 
em contrato de locação 
é nula, mesmo que o 
o regime seja de sepa­ 
ração de bens. 
Se um locador pre­ 
teuder propor ação, o 
que s e pode fazer é 
contestar alegando a 
nulidade da fiança, po!s 
o contrato sem a assina 
tt.:ra da mulher do fia­ 
dor pnrde a sua força 
t o t u l m e n t e. 
Antonia Marias loureirs H 
uhe»to profs-ora, hsil 0 
una une público, 
t armem Dorila tin«lia prof. 
Tailson Lope s estudante, 
Ceila Ratona Aree fune. 
pública, David Bonfim 
4e oliveira professor, 
tolos residente nesta 
cidade; 
rio, Monclar Rosa or- 
agricultor Hide 
rea ' ' O 
Akamatsu bancário. ' 
limpio do Amaral Cardi­ 
na! pecuarista, Aleides 
dos Santos Silva fune. 
público, Daniel Floren­ 
tino func. publico, Co1 ~­ 
rnila Loureiro de AImei­ 
da comerciante, Helio 
Loureiro d e Almeida 
dentista, Otavio. Lourei 
ro de Almeida Filho co 
merclnute. Genil As-is 
bancário, Odete Paes de 
Jarros professora, 
Saul Silveira de Barros 
pecuarista, Edmundo Re 
uiles pecuariRta, Jlan 
Xavier Brum motorlsla, 
Cristov.1o Ifrari Costa pe 
curlsta Osvaldo Augus 
to Gomes motorista. Jo 
i;é Arclley Lugeano uçou e assino. 
gueiro, Bastião Augusto 
Ferre irn Leite contador. Dr . Vallet· ,José lfodri­ 
Ellus Lino pecuarista, II 
defonso Barros Loureiro gues 
pecuarista, Marina Lou 
reiro at. 'llita .i!vureiro Tuho 
Lvureiro pecuarista, An 
tonlo da Costa Marques 
peeuarista, Alvaro ~lon 
teiro ;Jascarenhas pecuA. 
rista, Olga llendonça Fa 
ria professora, Wilson 
Filemon Nabhau alfaiate. 
Enio Pereira Oviedo cria 
dor, Zulmira Ossuaa pro 
fessora, Victor Penzo 
c.:riador. João Loureiro 
Pinheiro pecuariRta, An 
tonio Ramires func. Pú Aos nove dias do ns jan. de 
blico, José Garibaldi da uno de um mil novecen 
Rosa Neto bancário, Dil tos e setenta e seis, ás 
son Pedro Sipoli escritu 10.00 hs, no prédio de 
rúrio, Geraldo Tebichera ·A Casinha Feliz" Rito a 
ne comerciante, Dauth rua XV de Novembro nº 
Pinto de Almeicla, moto 15G, teve lugar a reunião 
rista, Alvair de Assis especialmente convocada 
bancário, Dioni&io Chi para, tendo em vista as 
menes fun. público, Er exigências oficiais de en 
uundo de Oliveira Gascv sino tratar da mudança 
comer<'iunte. Oziel Do do nome da ·escola. Pela 
minguei; Rocha carpintei - Professora :laria Lourei 
ro, Jairo de Vascon ro Pinheiro foi dito que 
celas contador, Cid Au recebera ,ren. Gire. nº 
gustu Escobar comerciá 179íDREC/75 no sentido 
rio, Ne tor Alcides Alma de que as <:-scolas deve 
ela comerciante, Natali -riam ter denominação 
cio Vieira de Lima co padronizada e que pro 
merc1unt~, José Penzo punha a seguinte denomi 
fun. puuhco, Oscar alo nação: Escola de 1ª Grau 
mão pecuarista, Marcelo "A Casinha Feliz". Após 
Sanches bane. 'Ratmnndo Ba- apreciação pelos presen 
nhes bane. Qila 0Mascarenhas tés foi aprovada a nova 
<>afamem fu11c. publica, Grl- denominação. A segwr 
berto Alves _Correa func. foi deliberado que a se 
publico, Elias Barbosa cretária deveria remeter 
comerciante, Arseuio Lou cópia desta ata para pu 
reiro func_ Pubhco. Neri blicação no jornal ••Tri 
Gonçalves lunc. p_úblico huna da Fronteira" pos 
Ary Ricardo B~andao Del teriormente remeter um 
valles comerciante, il_a exemplar do jornal à De 
ria das . Graças Assis legacia Regional d Edu 
fune. publica, Enoly Lou cação de Bela Vista. Na 
reiro Assis professora, da mais havendo a tra 
Ulises P. de Aliida comer. tar foi encerrada a reu 
Olga Laranjeira _silva G, j ,, , 
professora, 7laria Helene mao a qua, avr_e1 a 
Pglio-a fane _pública, i, PT?Sente ata que lida e 
tild Medeiros professor, achada conforme vai por 
:hiri:i Aparecicla }los Santo, mun assmada e pelos 
O--una_professora, Isabel N presentes. 
zueira Barbosa professora. Di 
ci laria Sipoli fnnc pública Kfsio Loureiro Pinheü-o 
lruni Outra A,ita profe••or-J 
.n1onic1u T.-bicbeirnne pror.-: 
De ucordo com u 
Lei e p co11hccimenlo, 
foi expedido o presente 
Edital que será afixado 
e publicado na forma 
legal. Dado e passado 
ne" ta cidaclo e Comarca 
de Eela Vista, Est. de 
Mt. aos vinte e nove di­ 
us do mes de dezembro 
do 11110 de mil uoveceu­ 
tos e setenta e clnco 
Eu, Pedrc, Virgillo da 
Silva, Escrevente ,Jura­ 
mentado, o datilografei 
Contrera 
,Juiz de Dirello 
7 
Secretário nd-loc 
1 
' 
'

Ir·la »ta 12/0 
Política Demografica 
t' .. t l • l l 
D 
, 
Com u entrega, al­ 
guns dias atrás, do ol'i­ 
ginal deste escrilo à 
Companhia Editora de 
Pernambuco, encerramos 
uma série de quarenta 
e cinco artigos publica­ 
dos uqui nu página no­ 
bre do querido DIARIO 
110 longo dos últimos dois 
anos e que pretendemos 
colocar (pum provável 
consumo de nossos pos­ 
slvels leitores) nus ban­ 
cus e livrarias recifen­ 
ses nos dias finais de 
fevereil'o entrante. 
Em cumprimento a 
particular cronogru ma 
de enventos elaborado 
com essa 1:.specificn fi­ 
uulidnde, 110 oportuna 
ocasião em que o leitor 
estiver se dedicando à 
leitura deste artigo es­ 
taremos mantendo con­ 
tactos pessoais com três 
de nossos amigos e r:on 
frades aqui do DIARIO 
uo sentido de obter dos 
mesmos a adesão à PA­ 
GINAS FLORIDAS (esse 
o nostálgico titulo da 
coleHlnea) do precioso 
valor adicional de :;ua 
iute lectualidaJes. 
Serão eles os con­ 
frad<:!s Arnoldo Jambo. 
a se desincumbir magis­ 
tralmente do prc'lfácio 
Marco Aurélio de Alcán 
tara, na homérica tare­ 
fa de iustificar a obra e 
o jovem e talentoso ba­ 
charel Manoel Neto Tei­ 
xeira a quem caberá 
"badalar" o autor uns 
denominads orelhas. 
Após três parágra­ 
fos sutilmente roubados 
à receita do amigo Joe­ 
zil e dedicados aos ''nos 
sos comerciais'' p:tsse­ 
mos a mais uma tenta­ 
tiva (a certeza prévia 
do atingimento das pró­ 
P_rias metas é prerroga­ 
tiva dos mestres) do ar­ 
ticulista em desenvolver 
eu derradeiro e preten- 
8toso titulo. 
Que a valorização 
social da mulher (cam­ 
panha muito secular mas 
que há apenas alguns 
anos ganhou carta de 
maioridade) trará conse­ 
qnnciag de toda crdem é tedos as 
bido desc•)Uhecendo-se 
apenas, a extensão des­ 
ss consequências e a 
Prevalência. entre si, 
1 
- 
lID 
dos novos valores que 
advirão nessa lnevlt.1- 
vel oscnlada unlssex. 
Nos parágrafo a se 
guir, ó de nossa inten­ 
ção tentar demoustrnr à 
habitual argúcia de nos­ 
sos leitoret., que a gra­ 
dativa conquista de um 
maior '·Status" Social 
por parle de metade da 
populaçilo tenestre será 
de inestimável valia para 
a conente dos que de­ 
l'endem o controle <le 
natalidade como sendo 
o caminho mais curto a 
trilhar por todos nós pa 
ra vermos a humanida­ 
de afastada dos entre­ 
choques, inevitáveis em 
l'uturo uão muito distan­ 
te. e em disputa do pro­ 
duto energético de maior 
valor estrat'3gico, ainda 
antes do finai do século: 
os alimentos e seu prin­ 
~ipal fator ele produção, 
as terra agriculturá veis. 
Paralelamente à mas 
siiicaçilo cio óbvio euten 
ctimento (conscientização 
é termo muito ligado às 
falecidas esquerdas fes­ 
tivas ... ) de que mulller 
nilo é máquina xerox, 
caberia aos nossos le­ 
gisladores e executivos 
de alto uivei. dotados 
de melhor equipamento 
e visão culturais, "de­ 
sestimular" os nossos 
prolilicos funcionários pú 
blicos de menor catego­ 
ria, de que auxilio-nata­ 
lidade e salário-familia 
devem ser urgentemente se­ 
pultados em homeuagem 
ao mais rudimentar bom 
senso , evidentemente 
respeitando-se os direi­ 
tos adquiridos n:ediaute 
a incorporação ao salá­ 
rio fixo, da co;:;quista 
paternalmente o biida 
por via de maternidades 
nem sempre consenti­ 
das ... 
Com efoito, qualquer 
campanha que se esque­ 
matize nos laboratório 
políticos-administrativos 
de Brasília com vistas 
ao planejamento familiar 
(eufemismo melhor cei­ 
to do que controle ele 
natalidade), serà rema­ 
t_ada tolice enquanto per 
durarem tais incentivos 
fiscais a uma produção 
tão negativamente pro­ 
dutiva. 
ll 
Esperamos, a estas 
alturas do nono paragrá 
J'o, que noesos inteligen­ 
tes leitores não estejam 
alistados nus Hleiras 
partidárias dos que co­ 
mungam das teses de 
que o preenchimento o­ 
pulucionul de nossos va­ 
zios demográficos, a 
qualquer custo, eja um 
imperativo ele segurança 
internu pois não esta­ 
mos mais em época de 
cultivar nenhum gênero 
de insensatez nacionalei­ 
ra nos moldes de "a 
prole ó nossu". 
Eutende11i'>S que o 
preenchimento populacio 
no I àe nossos vazios 
demográficos com um 
contingente humano ca­ 
rente ele educação mini­ 
ma e desprovido das 
mais rudimeutais defesas 
orgânicas constituem, 
nada mais na da menos, 
que um sorvedouro or­ 
çumeutáric; iucompativel 
com nossas necessidades 
ontras de nação jovem 
e com tantas frentes de 
trablio a enfrentar uo 
ponto de tornar como 
tarefa das mais difíceis 
a simples tarefa da fixa­ 
ção de nos as priorida 
des. 
J valorização da mu 
lller, como acima enten­ 
demos, e o possível de­ 
sestimulo fiscal que pre­ 
conizamos como válido, 
seria, rnutatiR rnutaudis. 
a racional adoração, eu 
tre nós, ele medida ad­ 
ministrativa adotado pe­ 
la nação mais rica do 
mundo, que circunda 
com cerca de arame far 
pado e placas de entra­ 
da proibida, centenas de 
milhares de quilômetros 
quadrados de seu terri­ 
tório e desaconselha a 
fixação, naquelas pla­ 
gas, de contigeutes po­ 
pulacionais cuja renda 
percapita seria, no mí­ 
nimo, oito vezes supe­ 
rior aos nossos menos 
afortunados comoatrio­ 
tas que gozam de uma 
excessiva liberdade de 
ir e, vir, e inclusive, de 
fazer bob gem em to­ 
das as situações ... 
Acertadamente im- 
Roberto Silveira 
pr.di<los de legislar em 
matéria financeira até 
que aprendam a coibir 
excessos legisferantes, 
e, por outro lado, presi­ 
denciulruente e tlmula­ 
dos a desenvolver a ima 
ginaçúo criadora, bem 
que poderiam nossos re­ 
presentante-. em lirasili:.t 
tentar descobrir a fór­ 
mula politlco - química 
que melhor permitisse 
conciliar u fácil publici­ 
dade institucional que 
Roberto Silveira, é 
pseudônimo do Major 
Gay Cardoso Galvão um 
grande amigo da TRI­ 
BUNA e de Bela Vista. 
O articulista foi um dos 
primeiros colaboradores 
do TF e muito devemos 
a fle pelos ensinaineutos 
e sugestões no inicio de 
nossa escaluda. .-tual­ 
mente, escrevendo para 
viabilizasse o singular 
caamento de dois noi­ 
vos com personli !ades 
aparentemente, tão con­ 
fitantes mulher e con­ 
lfmção demográfica. 
Não se esquecendo, 
jamais, de substituir nos 
seus projetos, a expres­ 
são controle de natnlicln­ 
de pelo equivalente pl«­ 
nejamento familiar para 
não causar mais esse 
iucornodo à nossa santa 
madre igreja ... 
o Diário de Pernambuco 
Gay Cardoso Galvão, é 
um homem que coloca 
o entusiasmo em tudo 
que faz. Nossas congra­ 
tulações e o noso muito 
obrigado pela colabora­ 
ção. Graças no grande 
amigo, TF <leu um "fu­ 
ro" nacional. Leiu no E, 
paio É .. , 
IR.IWI ROIIII 
Editor - Chefe - Joa/Jv /lmirn 
Gerente - ilsen ilva antes 
0I€IA 
Chefe - dnicto dtdair 
Pagino;ão - Jdilie ut. Scua Q'lsen ô. 'Dura 
lmpressão - ui Carles Ddé 
Composição - lege Dura, das Cales llasquz 
e 'aib &azie 
Departamento de Circulação 
Pompilio .liranda - João 'iccntc Ocampn, 
Departamento de Cobranças 
Chefe - Eder Ril>eiro 
Colaboradores 
José Joaquim Ferreira outo. Adalberto H. d.- ant'Aona 
Dr. Aroldo Medeiros, To-ita lo-a Gores, José Glauc Flo­ 
res, Euripedes Ferreira, J. Refrey 
Diretor Responsável - ?saldo [reira 
THIBUNA DA FROi.'iTEIRA é uma publicação da Empresa 
Gráfica Tribuna da fronteira. 
Oi retora • lia ria E-tela Velasquez Pereira 
Redação, Administração e Publicidade - Rua Duque de 
Caxias -n Bela ista Mato Grosso 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen 
tam o ponto_de vista do jornal, podendo até ser contrária­ 
a este. A opinião do Jornal. acha-se cxpreosa nos Editoriais 
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E
. m 14 -11 . 1.975, o Pre e iro 1vxumc1,.?o: - 
1 
,
1
-( 
Bela Vista baixou a Portaria n.o U 4o. no 
a Lei n.o de Bela Vista, sancionou 
649/75, 
tei N.o 649/75 
cuja integre. é a seguinte: 
de 14 de Nov. de 'l.975 
Dispõe sobre a e 
l'l11TI)Jaçilo do Hospital 
Silo Vieunto do l'anlu. 
A CCu11arn luniC'ip:tl 
provou e eu, Dr., Iuben 
de Castro Pinto, Prelei 
to )lunlcipnl ,JI, llelu Vis 
ta, sanciono u seguinte 
Lei. 
/ri. 1 ° • Fiea o l'o 
,ter Ex•~cuti, o autoriza 
do a encampur, por inte 
resse público, o Hospital 
::-. Vicenli> de Pvula. lilia 
do t llcncricienria llos 
pilalar de Bela Vista. 
,rt. ~•• Hospital S. 
Vicente de Paula ril'nr:'t 
~ubonlin:Hlo ao Deparla 
nrnnto ~iunlcipal de ;-;nú 
de, com o nome de los 
pital lunicipul S. Vicen 
te dt• Paula, servindo eo 
mo unlrlacle de Haúde da 
Prefeitura Municipal de 
l!Pla 'ista. 
Art. :l" A present,, 
Lei entrará em vigor na 
da ta ele ,ma public,11,:úo. 
rrvog·adus as disposi<;ões 
em contrário 
Preleira Municipal de 
Bela Vista, 1! de Novem 
ln·o ele 1m;,. 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Jprovnd1t pela Cumara 
:'llunicipal Conr. m. N" 
129-75, em 04 de Novem 
bro de 1975 
-e- feTIo>. 
II#I {u/7° 
Em 9.2 de Janeiro de 
r◄:m 22-01-1.976 ('Til Oficio N.o 1/76 Sec. 
Adm. o Prefeito fez apresentação dos refe­ 
rido:; funcionários ao Prc:-i<lentc da Benc­ 
ficiencia Hopitalar d· Bela Vista. 
O Prefeito Dr. Ruben de Castro Pinto 
aumenta os vencimentos do funcionalismo 
l1uncipal. 
lumen. de 50o/o para o- Inativo e pension. 
Aumen. de I00 « para as Professoras Munie. 
É esta C! Mensagem enviada à Câ­ 
mara Municipal para sua apreciação 
e votação 
Projeto de lei Ot 76 de 29 de Janeiro de 1976 
··Concede aumento nos Yencimentos dos 
~en·idores :lluuicipais, no:; Proventos dos Inativos." 
Fnço saber que a Càmara aprovou e en 
Prefeito :llunicipal de Bela Vista, Est. de :lato 
Grosso, Dr. lluben de Castro Pinto, sanciono a 
seguinte Lei: 
Art. l'° • Ficum uumentudc,s. à p•utir de 1·
0 
de 
,Janeiro do conente ano os ,·e:icimeotos clns seJ•"i­ 
dores :'llunicipais. Prc,ventos dos InatiYos e Pensio­ 
nista~. <:onforrr.e Tabela abaixo: 
1» - Servidores 
De • CrS 4llíl,OO 
De - CrS CiOl .00 
De - CrS 1.501.00 
Municipais: 
a Crs 600.00 - 50% 
a Crs 1.500,00 - 30% 
a CrS 2.000,00- 20% 
I>i-. Ituheu <IE> C'asll'<J 
Pinto, Prefeito luulclpnl 
de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, usando das 
Atribuições Legais: 
HESOLVE: 
lomear os Sr:-., Cap 
,J oiio füitevão de Custro, 
,lllouln ~ilva Santos t' 
Sra. Zenúbia Luvilia O 
campos Gomes, funeioná 
rios desta Prefeitura. pa 
n1. l'm coniissfio, razer o 
levantamento do patri 
2» Inativos e Pensiouisl..l:,: 
Ue • CrS 87,01) a CrS 417,60 50% 
3» - Gratificações 50% 
-1» - .umen10 Esperlal p Professoms :'llunicip:iis 
:'orrnaliõtas de CrS :t!Q,00 a CrS Ci00.00 
Leigas de CrS 280,00 a CrS -1:W.Otl. 
Art. 2 - A presente Lei entrará em vigor à partir 
de 1·
0 de ,Janeiro ele 1976, revogarias as éisposi­ 
ções cm coutrúrio. 
Prefeitura 11unicipal de Bela Vista. 29 de ju­ 
neirn de 1976. 
Ur. Ruben de Castro Pinte 
Prefeito :lunicipal 
1.976 
mnonio do Hospital São 
'íl'OIJIP de Paula e reee 
he-lo, de acordo com as 
normas legais. para dai' 
l"ll111Jll'Í!llt'nto ;·1 Lei 1'.o 
619, de 8 de Novembro 
ele I.D7:í que er1cumpou 
por interesse público, o 
Hospital São Vicente de 
Paula. 
Bela Vista-22 de janeiro 
de l!.l7ü. 
)r Ruben de Castro Pinto 
Prefeito Municipal 
Em 23-01-1.976, o Presidente da Beneficiencia Hcs­ 
pltalar de Bela Vhta, Ora. Marilza Carneiro Pinheiro 
responde ao Sr. Prefeito, com o Oficio N.o 02/76, 
com o seguinte teor: 
Bela Vista, 23 
de ,J u n e i r o de 1.97li 
OF. Nq 02, 7(i 
Exmº Sr. 
Dr. Ruben Abott de Cas­ 
tro Pinto 
:'li D. Prefeito :'llunícipal 
NESTA 
Sr. PrE-feilo 
Acusamos o recebi­ 
mento do Oiicio n' 14 ili. 
de V. Excia., datado de 
2 de ,faneir<• do corren 
te ano. no qual nos a­ 
presenta os funcionários 
dessa Prel'eiturtt, dei;ig­ 
nado" uara dar cumpri­ 
mento à Portaria o~ 
10 '7G. 
Tendo e m vista a 
importância cio assunto. 
uchou por bem esta Di- 
"Grupo 
retoria, em Sessão Ex­ 
traot·dinária celebrada 
em data de ontem. con­ 
vocar a Assembleia Ge­ 
ral Extraordinária. d~­ 
signada para o dia 1 
(hum) Je Pnereiro do 
conente a n o, às 9,0ll 
horas. na sede da 13ene­ 
f!cienciu Hospitalar, a 
fim de tornar urna de­ 
cisão. 
Aproveitamos a o­ 
por1unida.!e para reite 
ra! a V. Exciu os oro 
testos de ele arla estfma 
e distinguida. cousidera­ 
çiio 
Atenicosarnente 
Dru. :'llarllzu Carneiro 
Pinheiro 
Presidente da B. Hos­ 
piialar Bela Vista 
de Ucitacões Tomada de Preços 
EIz A" 04/76" 
A PrP-feiluru ;luoi­ 
cipal de Bela Vista. Es­ 
tado de Mato Grosso. 
JJOi' intermédio do Gru­ 
po de Liciiações. torna 
público que fará reali­ 
zar ús lli:OlJ (dezesseis) 
horns do dia 0-1- de ieve 
reiro do corrente a.no. 
lla Se::1·etaria de [azen­ 
ou da Prefoilura )luuici­ 
pnl. nesta cidaJe. TO­ 
iIrDA DE PREÇO~ pn­ 
ra aquisição ele 1 (llum) 
Trator Agrale Disel .1.90 
T com 1 (uma) roçadeira 
Os interessados po- 
1Ierão obter maiores m­ 
fot maç:õtos e outros ele­ 
mentos necessários, pa­ 
ra o perfeito conheci­ 
mento Jo objeto desta 
TO:'llrDA DE PREÇO. 
no mesmo endereço aci­ 
ma. n purtir 28 de de Ja­ 
neiro do c0rrente ano 
Bela 'ista Mt.. 27 de Já' 
neirc de Ul76. 
..-1.ntonio Si!Ya ct,,s Santos 
Chefe do Grupo de Lici­ 
tações. 
Grupo de Licit - 
cõcs Concorrôn­ 
cia!i Públicas 
ITiL º· 02/76 
A Prefeitura uniei­ 
pal de Dela Vista, torna 
público para conheci­ 
meto dos interess:«lo, 
que fará realizar o dia 
11 de fevereiro do cor­ 
rente ano em sua séde 
u Rua Coronel Dias. 922. 
na Secretaria de Fazen­ 
da, ás 16:00 (dezesseis} 
horni-, Co11corrência l'ú­ 
!Jliea p • eornpra a prnz(> 
de um grupo geradol' de 
::!30 kvu, motor ticanln. 
tipo DS 11-, 1.. de~lina 
rios a Usina 'I·:-moelé­ 
trica da Prcfeitur,l .!uni 
cipal de Bela Vista-Mt 
,s propostas clevE·· 
rão ser enlreguett até 
ás 1:í:()(J (qui11ze) horas 
do dia 11 de ft-V<:!reiro 
de í.97fi. diretameule u 
Secretaria de Fuzenda 
ela Prel'tilurn .Iunicipal. 
O edital completo 
aclm-se 11a Secrrtaria 
de Fazenda, a disposi­ 
ção de todos os interes­ 
sados. 
Bela Visla-;lt .. '27 de ,Ja 
neiro de 1.976. 
Antonio Silva dos San­ 
tos. 
Chllfe do G1·upo de Lici· 
tações. 
Novo Secador de Cereais 
e mais um Armazem 
para 100.000 Sacas, em 
Bela Vista. 
O Prefeito Dr. Ruben 
de Castro Pinto conce 
deu. em 27 de Outubro 
de 1975, a titulo de aro 
ramento. um lote de ter 
reno, para esse fim. 
Atendendo a um re 
querimento do Dr. Sidney 
Monteiro Mascarenhas. 
engenheiro a!!Tônomo. 
domiciliado nesta cidade 
o Prefeito de Bela Vista 
deferiu o seu pedid<>. coo 
ce,lendo-lhe uma áre de 
31.250 m, na futura Ave 
nida Gote Lipe :'fones. 
para que, dentro do pra 
zo maxuno de um ano. 
realize seu grande em 
predimento que consta 
ra de um armazem para 
100.000 sacas de um se 
cador de cereai . 
E a iniciativa parti 
culn:r. com a ajuda do 
Poder Público. :!compa 
nhando o florescente de 
senv?Jvimento agrícola 
que ja se observa no 
uosso mun.icipio.

I«la i»ta Ir/7o 
Rotary Clube 
as CRIATURIS 
DO U IV 
Mário Porfirio Rodrigues 
"p)enuhiar 
er tt:mano' 
I1188.MHY I. 
,'111,LO 
Prova 
Quádrupla 
' f. ' •. 
4 ri De«h psrs t e os 
htrre a.t,, 
, ', 
Em sua lua de mel, 
há unuos, nossos filhos 
Vera e Roberlo vlsilan­ 
do San Juan, A1·genlinu. 
receberam de pt·esente 
de amigos nossos, um 
disco declamado em e­ 
panhol. O texto, de au­ 
tor desconhecido, foi en­ 
contrado em 1692, por­ 
tanto há 283 anos, du 
velha Igreja de São Pau­ 
lo, em 13 u l t i m ore e 
traduzido pura o espa­ 
nhol conservando o tílu­ 
lo d e «Desiderata». 
Agora tentamos p/ 
o nos o ERVIR umu lra­ 
uur,:ilo do espanhol p/ 
o português, desejosos 
de que os companheiros 
tomem Cünbec:imento 
deste trabalho que, a 
nosso ver, tem muito 
de rotário: 
«Caminhe sereno en­ 
trl o ruido e a brisa e 
pense nn. paz que se 
pode e11contrur no silên­ 
cio. Enquanto seja pos­ 
sível e, sem abater-se, 
mrl!!te11hu hoas relações 
com toda as pessoas. 
J!ani[estP ua verdade 
de forma clara e tran­ 
qüila; ouça os outros, 
Inclusive o torpe e o 
ignorante; eles tambem 
têm suas próprias histó­ 
rias. Evite us pes oas 
espalhafatosas; barulhen 
(as e agressivas, que 
suo prejudiciais p a r a 
o espírito Se se compa­ 
rá com os demais, você 
se tornará vazio e amar 
urado, pois, sempre 
existirão pessoas maio­ 
res e menores que voce. 
Des[rute dos seus êxitos 
e dos eus planos. ilnn­ 
tenba interesse em sua 
própria carreira, por 
mais humilde que seja. 
ela é um verdadeiro te­ 
souro nas brus·cas alte­ 
:ações dus tempos. Se­ 
ia cauteloso • em seus 
negócios, pois, o mundo 
está cheio de desenga­ 
hos. Mas não permita 
que isto se torne cego 
Para as virtudes que 
existem. São muitas us 
Pessoas que e esforçam 
Por alcançar ideais no­ 
bres. A vida está cheia 
de heroismos. Sejas ince­ 
~_o _consigo mesmo. Não 
'Ija afeto e não seja 
eInieo no amor, pois, 
em meio a todas as 
Insensibilidades e desen­ 
anos, ele é perene co­ 
no a erva. Aceite do­ 
cilmente o chegar dos 
anos, ahundonando com 
elegfinciu us coi8116 da 
juventude. Cultive a fir­ 
meza do N,pírllo pura 
que o proteja nas u­ 
dversidades repentinas. 
Muitos temores ascem 
do cansaço e du solidão; 
com uma disciplina sü, 
seja complacente consi­ 
go mesmo. 
Voce é u111a criatu­ 
ra do Universo, tal co­ 
mo as plantas e ns es­ 
trelas; tom o direito ele 
existir e, embora possa 
lhe parecer claro ou 
11l10, sem dúvida alguma, 
o Universo prossegue 
como deve prosseguir. 
Porisso, esteja em paz 
com Deus, qualquer 
que seja sua idéia rl'Ele 
e, sejam quais forem su::iH 
utividudes e aspirações 
conserve u paz com 
sua alma nesta turbulen­ 
ta confusão da vida, 
mesmo cl toda sua farsa, 
seus sofrimentos e seus 
sonhos falidos, o mundo 
mesmo assim. ainda é 
belo. 
eja 
ce-se 
cauteloso. Esfor­ 
por ser feliz.» 
(8ERVIR - Boletim do 
Rotary Club d e S :1 o 
Paulo) 
Oleiro Ribire N'te 
Verde-amarelo de um lado 
azul e branco de outro, 
li ta azul, branca e vermelhu 
do ludo do Paraguai 
( as cores que eu sei de ccr ). 
No meio alta o Iguaçu 
como um babado de renda 
entre as saias coloridas 
da terra-india em redor. 
.' as correntes cio Iguaçu 
nascidns nos pinheirai , 
nas águas a o Paraná 
ornadas ao Piqueri. 
vêm mil aranhas indígena 
tecendo milhões de fios 
para fazer as espumas 
das rendas de nhanduti. 
As rendas saltam no salto, 
viram mexem, se atropelam, 
sobem, descem, se esfarelam 
ao movimento da saia. 
E como baila esta china. 
pulando à moda gaúcha, • 
numa chula.' de fronteira, 
numa polca paraguaia! 
As saias enlouqueceram 
no giro da vir!lvolta, 
e tombam sobre o lagedo 
cor de limo e de ouro-velho, 
enquanto as .chinelas batem 
no compasso saltitante 
sobre a barranca listada 
de braµco, azul e vermelho. 
Tocai. sanfonas e gaita! 
Canta alto cachoeira, 
quem tem mais direito és tu! 
Verde-amarelo, remexe. 
Azul e branco, revira. 
Azul e branco e vermelho. 
Viva o salto ào Iguaçu. 
vivo-ô-ô! 
Reunião do dia 23 
p.p coutou c.:om a pre,;en 
ça dos seguintes ,;ócios: 
Pedro, :'oedi, ,Jo:1cyr. E­ 
duardo, Gilberto. Benhur 
Alberto, Clovis, Nestor, 
1valdo. Convidado espe 
cial do clube, o Dr. Si 
dney 'unes Leite, M.M 
,Juiz da Comarca. de Ma 
racaju. 
o«G 
Solicitando a todos 
a saudarem os pavilhões 
hasteados, e Presidente 
Pedro Palmieri deu ini 
cio a reunião, fuucionan 
do como protocolo o 
companheiro Benlrnr e 
como secretário Noedi 
Leite Laranjeira. 
:>'<,'>(-X-><, 
O protocolo saudou 
o convidado do clube 
(Dr. Sidney) e informou 
11 posse do General Diler 
mando ~!outeiro como 
Comandante do II': Exér 
cito, de tac·tado as qua 
lidade:s do ilustre mato 
grossense. O General Di 
lermando é natural de 
Cuiabá. O dinamico pro 
tocolo (sempre bem infor 
mudo e informando bem) 
enfocou o trabalho de 
senvuldido pelo compu 
nheiro Alberto Salamene 
no campo da. agricultura 
(plantação de arroz) dan 
do ênfase especial ao tu 
manho da lavoura do 
sempre alegre Alberto 
ComunicCu tambem ns 
providências toma.das pe 
los interessados junto ao 
IPEilA T para posterior 
atendimento em nossa ci 
dade. A instalação do 
IPEMAT é iniciativa do 
Rotary Cluh 
o--s--<: 
O companheiro . Al 
berto agradeceu as pala 
vras do protocolo afir 
mando: "O •governo fede 
ral, este nos o governo 
de arroja e de conquis 
tas, favorece o homem do 
campo dando-lhe recursos 
para intensificar sua pro 
dução dentro da uma fi­ 
losofia de trabalho e de 
co.nfiança. Outra não. po 
deria ser a resoosta dos 
agricultores. a de prodn 
z.ir em grande escah:1. na 
ra· colaborar no • cresci 
mento deste Brasil gigan 
te". 
o><-<--<->-< 
O Dr. Sidney agradeceu 
o convite do Rotury Club 
de Bela Vista, comoven 
do os companheiros o 
lembrar os velhos tem 
pose a satisfação de es 
tar junto aos amigos be­ 
lavistenses, e sentir o ea 
lor humano dos presen 
tes. "Viajur pelos cami 
nhos de Rotarv, é sentIr 
a magia de trilhar a sen 
da do altruismo e do 
companheirismo", ·disse 
o compauheiro Sidney. 
·GG.- 
O presidente Palmie 
1·i, (entu lusmado corno 
sempre) lembrou u pro 
runda sensibilidade do 
protocolo Henhur. a fid:11 
guia e a retidão cl•> ami 
go e colega Sidney; o 
entusiasmo <los rotaria 
nos presentes. Informou 
tambérr.. QUt! dia 7 de fe 
vereiro a convite do Ho 
l:lry Club de Eel:. Vista 
(por iniciativa do comp. 
,loacyr), dois técnicos do 
Ministério da Agricultura 
darão uma palestra so 
IJre tema de grande in 
teresse aos pecuaristas 
da região. 
Objetivo de Rotary 
O objetivo do. Ro­ 
tary é e timufar e fo­ 
mentar o ideal de ser­ 
vir como base de todo 
empreendimento digno, 
promovendo e apoiando: 
19-O desenvolvimento 
do companheirismo 
como elemento ca­ 
paz de proporcionar o­ 
portunidades de servir; 
2º - O reconhecimento 
. . do mérito de toda 
ocupação útil e li di­ 
fusão das normas da é­ 
tica profissional; 
3º - A melhoria da co­ 
munidadde pela con­ 
duta. exemplar de ca­ 
da um na sua vida pú- 
blica e privada. 
4° - A aproximaçã.o <los 
proHssionais de to­ 
do Mundo, visando 
a consolidação das boas 
relações, da coperação 
e da paz entre as na­ 
ções.

ENFOQUE 
(FOTOS E SOCIEDADE) 
cnsnMENTOS 
Dia 1 pp. Miguel e H +ith uniram-se perante 
Deus e Ol'l Ilomeutl. /1.. morenice ele lfoith l'ol l'Oal­ 
.,:ndu p!!ln graca e bom oste de se vestido em 
organdl trnbulhado. t11rnbern pelas rosu,-; brancas 
naturais que leruvu JHtR mlioR. Após u cerimonia 
houve luto i1lmoço nu Fuz. !:;iio Jo11o. Como tostá 
em vugu, foi dlstrihulda !'ruins: 111ultus uvas e la­ 
rnnjnR. Chamou nteução o bem servil· aliarlo a 
simpatia do casal unulitriüo: Onorato o Emiliana. 
De Óutrns plag1rn l11úrne1·os pan•ntes do jovem ca­ 
sal, flzemrn-se presente, assim como grande núme­ 
ro de convidados. A voees folicldades ... 
JRIBUNII OI FRONJEIRII 
"orgão Independente a 
CINE 
- 
SAO 
, -- 
CRISTOVftO 
Programação do Mês de Fevereiro de 1.976 
DJ.:; 	FJUIES ELEi'iCO 
Dom. I Si.si e ·eu destino Homy heneider 
bom. e 2a le2 A-a·ino a preço fio Charles Hron-on 
Ma e la e I por un amor ou por vingança Ali«io Arano 
5.a e6.a 3e6 o Enigna «de Andromreda Daid Wayne 
sab. e dom, Geh) Encurralado Denis We+rr 
Do.e .a e9 oh, qure delicia de P.trio Carla Mo-.-e 
Mar La l)e II I irgem e o cigano Franco Nero 
5a. e 6.a I2eI o Jeca e o bode Chico Fumaça 
5ah. re Dom. e.p. (llel5) Gigante- eu Luta John Wasne 
Uorn. l' :l.1. 1., .. J6  lorlr do Clw(Ju ,111hu11) Q11it111 
Ma. e a l7eI8 Hagan o vão da Monte Ts Hardim 
Ga. e 6a. 9e20 Um homem e dus- mulheres Alain bel0n 
>ab. Dom. esp (2le2!) Tei«eirinha a 7 pro,a- Tei,erinl,a 
Dom e a. 22e23 Frenezi 	Jolhn Finch 
}a. freira 2I Frenezi 
»·­ 
x-x-><:><-,x, 
Casurnm-se tumbem no dia 2,1 pp. em linda 
cei-imonlu Brusil e Márcia. Ela vestia simpático 
vei-tic!o branco, com urraujo de flores rolotês 
servindo de grinalda. Ambas as cerimonins religiú 
a e civil, foram realizada nu Igreja, o que é 
muito prático e usado 1llu,!lo1ente. Da Igreja se­ 
guil·am para o centro da CidadA numa canoça, pré 
viamente arru ada por seus amigos de farda. ,'.. E 
recepção uo: convidados; brasileiros e paraguaios 
teve lugar na Faz. Sta. Leopoldina. O almoço re­ 
guclo com muitu bebida agradou a todos. Fclicidu­ 
des ... 
ln. feira 25 Auto top De-tino incerto Lino Capolicho 
.3u ,. 6a 26e27 Aliu,los t"<>11tra o ,·rim,· Hurt He) nof,I,. 
5ab e dom Ve-p 2Se9 Capitão hid o Cor-ario Handolph Scott 
Dom e a 29e)l Sob o fogo da· pi-tolas Antonio >bato 
Jovens Brasileiros 
De 1 1 a '.,'.,; nno. 
Igresse na Escola de 
especialistas de Aeronátu 
lirn. Elll fljlf'llllH :! l Ili<' 
t-1'',  Ol'  Jl(H(l l'H 1-('l' llfil 
ar;ento Técnico de vôo 
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JI0 - Belo Horizonte - ,IG 
Dando seu nom '. cldulie 
e endereço. 
P E Si1: 
Dilermando 
um bom 
quer 
Relaciona- 
mento 
Hóspede da Flia. Carneil·o, nu Estancia Jlvo­ 
rUlla, Yindu de Süo Paulo a ,Jornalista e Li der Di­ 
voreistu Zizi Leio. 
s><-i>"::-X-:>,::<,:,;c, 
Tambem passou fim da semana na City a ge­ 
itor do amigo Fernandinho, Sra. Irene e ucom­ 
panhnda dos filhos Roberto e Ajx, este ultimo 
l'uncioPtirio rio C:'PQ. Conselho Nacional de Desen 
volvimento Cientifico e 'l'écnologico. 
-- CE3 
O Belavistense 
.lmir dos Sa11tos Ocamp<'s, filbo do casal ,u­ 
reliano Ocampo foi aprovado uo vestibular . de 
Engenharia Civil, pelo Universidade Federal de 
Curitiba. 'ossos aplausos ... 
-& 
Mais uma belavistense 
Vt>:-tibular, desta feita é a jovem 
(Ritoca) eru Psicologia i,araben .... 
é aproYada no 
Ritu Battilane 
VOCÊ SABIA ... 
COl DINHEIRO. - eu compro, cama, colchão 
cobertas, lençói<i, travesseiros, 
mas não compro o sono; 
CO:I DI REIRO, -- compro casas, móveis, e to­ 
dos apetrechos, mas nflo eompro 
felicidade; 
CO:I DINHEIRO, - cu í!0rnpro, remédios, 
não comprn a saúde; 
mas 
IHULE 
O GPR dando continuidade às suas promo 
ções, deu no sábado pp. o primeiro grilo carnava­ 
lesco em seu salão. Foi um SU. grande .oúmero 
dos associados sambaram até altas da madrugada. 
23.E-E 
Aniversários 
Dia 16: Lidia B. de Velasquez 
« 2o: l;i anos· do 'Lau, a Barcelos •. 
" ::!l: 18 anos de Jane. 8. ii:;scarenba;; 
« 22: João Vicente O. Abdo 
« 24: Zeniruar O. Abdo 
« « ' ,João Carlos Velasquez 
« 25: Rigoberto Velasquez 
C0'.11 DINHEmO, - eu mexo com a vida. mas 
não consigo comprar a paz e 
trar,quilidade de espirito; 
C0'.11 DINHEIRO, - posso adquirir a Hiblia mas 
não a Salvação; ' 
COM CRI S TO. - eu tenho o ono, a l'elicida 
de, a saúde, a tranqui!idade a 
paz, e a alvnção, aceitand~-c 
como ~leu Único e uficiente 
alvador. 
DISSE 
ilL····· 
,JE u 
- Todo aquele que vier a mim 
de maneira nenhuma o lançarei 
fora. 
SÃO P,ULO. ,E - 
O General Dilerma 
do Gomes Monteiro fi­ 
cou SUI·preso quaiidO FOU 
be que bá muito tempo 
não se concede uma eu­ 
ffi !revista coletiva tl im- 
pren a no Comando do 
li Exército e perguntou 
uo chefe do Estado Ma­ 
ior d a área. Genernl 
Antonio Ferreira 1[ar­ 
ques, se era verdade. 
Foi Informado que no 
QG há uma sala p/ re­ 
pórteres credenciados 
mas Dilermando afirmou 
que e,ses são os repór- 
• eres que estão em coD­ 
tato diário com o coman 
do e eu estarei aqui à 
úisposição de todos sem 
pre que for possivel. 
O n.::vo comandante 
do II Exército afirmou 
que a ectrevista coletiva 
l'oi muito n::ais uma sa­ 
tisfação aos repórteres 
ql não puderam recebê-lo 
entrevista em Congonbas 
quando da ~ua chegar..la 
a P na noite de quinta 
feisa. Prometeu a todos 
«dar aos jornalistas a 
atenção que eles devem 
merecer." 
B. VISJI! 
,, 
• O r. P~efeito 1Iuni- feiras, dentro do horã- 
• e1pal. cons1aerando o rio ~e expediente ·exter­ 
excesso de serviço cou- • no, isto é, 7:00 ás· 11:oo 
• tabil que existe, atual- horas. 	· 
mente nesta Prefeitura, . !3ela Vis.ta ;Jt, 30 de 
avisa aos Srs. credores Janeiro de 1976. 
da mesma que só serão Dr. Ruhen e. Pinto 
atendidos, ás quintas Prefeito Mu1Jicipal 
Antes do inicio da 
coletiva. o general pe, 
dm desculpas pelo que 
ocorreu no aeroporto e 
espera a compreensão 
dos repórteres. "Não coii 
tumo dar entrevistas 
mas conversar com os 
JO~nalistas danr:lo e res­ 
peito que eles merecem" 
Dilermando ileixon os 
repórteres à vontafo, 
nao recusou nenhuma 
rgunta, embera ja tenha de­ 
clar1.1do antecipadamente 
que tem "certas limita­ 
çoes. Sou um, general e 
tenhc, um comando. As­ 
suntos fora de min.ha ai 
Çadá não J.>Odtlrei res-­ 
ponder. Reconheço a cu­ 
rIosidade de todos. mas 
responderei aquilo que 
posso. Nao tomem isso 
como uma indelicadeza". 
O E-ado" 
l