BELI VISTA S MI.NOS D FU DADOR E DIRETOR , RESPONS.AVEL: --- IVALDO PEREIA Heclação O!'iciua e Aclminii:tração Semanário N" 10 ,NO IV Bela Vista, 01 de Fevereiro de 1976 Rua Duque de xias SN , o Prefeito Municipal Aumenta vencimentos do Funcionalismo (Pag. 10) 1 Novo Secador e Armazem Professoras municipais receberão 100 "/. de aumento (Pag. 10) para 100.000 sacas (pag. 10) Governo Estuda 13.o alárino para o­ Militares (Pag h ' HERZOG: A morte agora comprovadamente ocorrida por l suicidio do jornalista WVladimir Herzog, além da ampla reper­ cussão publicitária que obteve, gerou o inicio de uma crise politica, que uiio só obteve fune tos clestlobrnmentos mercê a ação pronta e prudente de algumas das mais destacadas per­ sonalidades da vida pública brasileírn" ... Herzog Epilogo [pas. 3] Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 3UA: 2A)1 0MIO Ml24l24 €0zL0, 348 1. 0 23)D40, 20N: 3Z&)DN)A. 3»3835 Campo Grande Mato Grosso 111 Artigo do Major Gay Cardoso Gal- vão pag. 9) "Uns dizem que cada um de nós traça na terra o seu próprio destino. Outros afirmam que DEUS, escre­ vendo certo por linhas tortas, determina a trajetória de cada. ulrrn, chegada a este vale de lagrimas. Eu particu­ lurmente. não discuto os desígnios de DEUS. :'ão firm•> nem nego. muito pelo contrário··. O ULTIMO SOBREI­ VENTE. Cronica de ALTEVIR ALENCAR (PAG 6) EDMUNDO TIQUES ESTEVE EM PORTO MURUNHO (fl á!G. 7] GASTÃO MULLER CRITICA Presidente Nacional da ARENA (pag. 4) JOTA JOTA Defende a ARENA e Critica os PESSIMISTAS (Pag 7) Uma casa a Rua Pedro Alvares Cabral n2 431. Aceita-se carro no negocio. Tratar no local com o proprietário. João Alves Bela Vista - Mt. AS CRIATURAS DO UNIVERSO Um Artigo que desperta o divino • Renova a Fé no Homem (Pag. 11) Dia 7 de Fevereiro: Pulestra de dois Técnicos do ministé­ rio da Agricultura a respeite de têma de grande interesse aos pecuaristas da Região. Promoção do Rotar Club de Bela Vista (pag. 11 "Rotary é Noticht) VENDE - SE Na próxima êdição É, POIS É ... voltará com força total. O titular da coluna viajou a Culabà e voltou com grandes novidades . .!'.guardem. E a ·Princesa do Apa" se engalanando para reuber o Governador Garcia Neto. Quanto as politicos, a ARENA nacional vai multo bem ... E a ARENA municipal? Bem .... E pois é, Até a próxima. t osso Tempo l'., . 1 1. _ ---------------------------- 1 • Prazer Contra Produtividade a sacllu comprtlçüo como l'u tor primordial do pro resso. Esse ideal não foge às lutas e sabe que a paz aulênllca de ve eI conquistada ao preço de muitas fadigas. 4-O Presente A filosofia da vida aberta p/ us drogas en­ deusa o prazer, com ex­ clusão de tudo o que se •>põe. O prazer ó a úni­ ca flnaliducle da vida e a única mctu do ho­ mem. A filosol'ia da vl;!a fechada às drogas. sem desconhecer a verdadei­ ta posição de le:gítimos prazeres na hierarquia dus valores, proclama também o valor da pro­ dutividade. do trabalho e do dever como algo superior. 2 • Vivência Existen­ cial Contra Plena Realização da Personalidade De um Indo, vemos o ideal daqueles que lmscam somente n. ex­ periências vivenciais, p os quais a regra é viver il•tensamente. Daí lodos os urrojos e todas UI'< aventuras. Do outro lado. o ide­ al daqueles que procu­ ram satisfação oriundn cio rlominio próprio e ela plena realizução da per­ sonali•lade atravÉs da disciplina e da completa utilização das próprias capacidades. 3 - Passividade Con­ tra Competição O ideal aberto às ckogas julga se, muitas vezes. detentor de alto padrão moral porque prefere ll passiYidade à opressão e ú l'orça. • Os adeptos des e !deal falam muito em paz o em amor. Fogem de toda luta. Cumpre notar que a passividade não e a paz e que o verdadeiro amor exige muitas lutas. No fundo eles querem um co r,1odismo mascarado de pacifismo. O ideal íecha:do :ls drogas considera a me­ ra passividade como eovardia e incompetêucia e julga a verdadeira e Contra o Passado e o Futuro IIú um ideal que considera unicamente os valores d<' presente. O passado e o futuro não contam p ele. (J temor das consequencias futu­ ras lo tem nenhum va­ lor p/ esse tipo de Ideal. Para os seguidores des­ se ideal é preciso tão somente viYer o presr.n­ te, sem qualquer tipo de vinculação com o passa­ do que jú se foi A com o futuro que ainda não chegou. Mas há também o outro ideal que defen­ de os valores autênticos cio passado A pensa no futuro que deve er pla­ nejado e esperado. O presente é uni eco do passado e prepara o fa­ turo. Liga-se, a im, a ambos. 5-O Risco contra a prudência A filosofia aberla il.s drogas proclama que tudo deve ser lentado. Sobretudo o que é exci­ tunte. Sobretudo o que envolve perigo. Nãu se trata. porém, do perigo, corajosamente afrontado e conscientemente aceito por uma causa maior. '!'rata-se do perigo pelo perigo. Do perigo ineons­ ciente e "quixotescamen te" aceito. Não há. pois, nessa opção, nem subli­ midade e nem beleza. Dai os desmandos da sede de velocidade, dai a locura da ro1eta russa, rlai o caminho aberto p/ a uso das drogas. Os adeptos ela filo­ sona da vida fechada às drogas agem cou, prudfincia e com cuida­ do. Eles têm sempre al­ go a pr.rder. Sabem quando devem afrontar os perigos e porque de­ vem art-ontur. Eles tt3-m Continuação uma coragem consciente e sempre empregada na rnedícla ela neceRsi<í:.ule. 6 • Materialismo contra Espiritualismo Há u m a l'ilosofia que restringe tudo aos limites da matéria. Não conhece jnnelas que a­ hrum p/ o que està fora cio tempo. ::--eu1, adeptos s4e os militantes de ateismo. E se :ião há Deus tudo é permitido, como dizia o personagem de Dostoi­ ewsky. Nessa concepção ateísta, muito não se liberam da lt·u tração cio materialismo, mas, ao contrário, procuram a ruga da realidade opres­ sorn por meio de droga e entorpecentes. E há uma filo ofia que aJmile valorPs que transcenclem os horizon­ te desta vida e deste mundo e que arena p/ coisas mais alas, às qul!is as outras coisas se subordinam. Esses va !ores. muitas vezes es­ tão ofuscados pelo clima materiali. ta que nos cer­ ca. Hú os que se deixt1m seduzir pela obsessão do prazer, pelas facilidades e pelo comodismo. Os verdadeiros v a I o r e s transcendentais estão porém, subjacentes em no sa civilização. Perce­ be-se que há uma busca do e piritual. uma procu ra do transcendente, às vezes por caminho obs euros e incertos, nunca porém atravéz de uma l'uga para o mundo en­ ganador das drogas des- personalizantes e do entorpecentes. , o. A 0/ P VIME T Brasília- " A crise muudial de, peh'óleo 11.io afetará a decisão do Go verno federal de comi­ truir ns rodovias neces­ sárias ao Jesenvolvimec to brasileiro ", disse o Ministro Dirceu Noguei­ ra ao inaugurar em Gna pó (G••iás) a Bfl • OGO, de 255 km, entre Goia­ uia e Rio Verde e que completa a liga;ão as­ fullada entre llrÚsília e Cuíabá. Destacou o Ministro Jos Transportes que os serviços de conservação são mais importantes do que abertura de novas rodovias e que, em mé­ dia, são gastos no país cerca de CrS 1 milhão pot· quilômetro r1P- estra cla em trabalhos de ma­ nutençiio. A BR-OGO tem <:aractnislicas multina­ cionais por atingir a fronteira com o Paraguai em Bela Vista. Economia de Combustível Salientou o '.lini Iro Dirceu Nogueira que "se a nova conjuntura ener­ gética, marcada pelo e­ levado r,reço do petróleo nos lmpôs :i.celerur obrn& noYas e da moderniza­ ção dos setores ferroviá rios, maritimo e fluvial. visando a maior partici­ paçao dessas modalida­ des no atendimento à demanda geral de transportes do paus, nem por isso quer o Governo federal que se deixem de realizar no setor rodoviário to­ das !!s obras julgadas €AS UE de Leontina dn Prado Ferreira Produtos alimenticios em geral bebidas, lo.ta.rias em geral Rua 13 de junho Jardim e molhados 3s0 )lato Grosso ·060: OVA prlorltidafi'' Disse que o asfalta­ mento de maior número de e&!raclas contribui p 1 a economia de combusll­ vel: "Com efeito, privar­ so de asfulturnenlo um trecho rodoviário que apresente trtfego slgal­ ficatlvo é tolerar o unor mal consumo de com­ bu--tível exigido pela6 estradas de terra, sobre­ tudo p,' os veículos que transportam produção". Der:larou qu& ú mes­ mo acontece com u du­ plicacão de rodovfa1:1 já saturadas de tráfego, gerando congestionamen­ tos e com a conserva­ ção e restauração de estradas, impedindo ve· locidades menores e me­ nos comeréiais. "Todas essas obras se refletem na economia de combus­ tivel" frisou. Características A entrega ao tráfe­ go da rodovia Goiania Rio Verde é a primeira de 1976 e se reveste de importancia por comple­ tar, através da BR-3G4 ª ligação d e Brasilia com Cuiabá. O trecho da BR-060 (_que se inicia em Brasí­ lia, passando por Anapó lis, Goiania, Rio Verde Jatai, Campo Grande. termrnanão em Bela Vista, na Fronteira com o Para­ guai) é uma rodovia de primeira classe, com pista de sete metros de largura e acostamentos de dois metros e meio. Dispoe de duas obras de arte especiais, construi­ das_ na fase de paVi.men­ "cão as pontes _sobre Ribeirão da Posse com_32 metros e sobre 9, Ribeirão dos Bois, com 1_metros. Serve' uma reg1ao onde predomina ª cultura de cereais, como arroz e milho a­ lém de soja e algodão. A pecuária também é 1mportante. Diversas , A morte, agorn com provada mente oeo1Tida por Rufei cllo, do j ornu lis- 111 Wladirnit· lfol'zog, u­ Jém de ampla repereus­ Rilo publlcitá1·ia que o­ bteve, gerou o inicio de umn crise polltica, que nt1o só ol>leve funestos desdol>mmentos merc(I da ução pronta e pm­ deute do ulgumus das mais destacauas perso­ nalidudes da vida púl>1- ca brasileira. A l'rase impensada de um sena­ dor, ditudu pela paixão e ponuudada polo ca­ lor dos debates, quase leva n repetição do e­ pisódio Mircio ;Joreira Alves. Nilo foru a inter­ venção da lideranças e do Presidente do Cc n­ gress» e o processo po­ litlco leria sofrido nova e prnosu involução. Faça-se jusliçu. to­ duvitJ., à compreensão das Forças Armadas. notadamente do Exérci­ to, p/ us circunstancias em que l'oi externado o imp!'Udcute couceilo He - conheceram os militares atenuante do c 1 i m u emocional do momento. Por i so revelaram a falta e pai-saram uma esponja sobre o episódio. Compeenrleram, por igual, o trauma de que foi possuida u classe iornnlisiica. sobretudo a que milita em ão Pau­ lo, onde alguns de seus membros estavam sendo delillos por suspeita e compro,·açií.o de atuu­ rem em movimentai, su b·ersivos. /1.s detenções seguiu-se o suicidio de Herzog, no mesmo dia eu que fora convocado para prestar depoimen­ to. O trauma era humano. Norm:il, por consequên­ cia, seu extravusamen- lo, alrn vl'ls do 11otas dos Sindicatos redigidas em termos fortes. E assim o entendeu o Exército que não impediu a am­ pla dlvulgaçüo e cober­ tura do episótlio. .gorn surge a ver­ dade. '!'orla as provas todos os testemunhos, todas as pericias, todo o processo, acompanha­ do por um Promotor da ,Justiça illililar, levam a concluf'fiO de que Wladi­ rnit· HErzog pôs termo à vid!l por suas prtiprias mãos. e ulguém ainda linha dúvidas, ugorn. ninguém pode mais tê­ lus; com razão o jorna­ lista militava num parti­ do ilegal e, por motivos que levou p/ o tum11lo praticou o suicídio, tor­ nando-se o ccpi vot» rle uma crise que o Presi­ dente Geisel, num gesto de eslarlista e de uma sal>edoria política Anlcr­ rou, ao deslocar-se p/ SP no dia do entert·o do suicídu. Bncerr:J.do o ca o, vnlem, no entanto, algu­ mas considerações. As Força Armadas, como bu poucos dias assina­ lou o Chefe cto Estado Maior do Exército, Gene rl Fritz de Azevedo ;J anso, eonstiluem-se de povo; vi,•em a servi­ ço do ,povo; trabalham pelo povo na guarda dos mures, dos ares e das fronteiras, assim co­ mo na construção de ferrovias e rodovias; re­ presentam fatot· de ia­ tegração do povo; lu­ tam, e atê muitos de seus elementos têm mor rido pelo povo, no en­ frentarem os agentes da desagregação, da sub­ versão, da desordem. E são estes últimos que, ntravés de insidio- sos meios de propaguun­ cln.s prelenclt•m incompa­ tlhlliznr as Forças :rma ·las com o povo. Eles, os que se dedicam a desagregar, u subverter, u assaltar, a implantar o terror eles sim, inte­ tizum verducleiramente o antipovo. A todo o ins­ tante, p 1 aciio violenta, vlc,lumos direitos huma­ uos, cm q,' ,lc·pois prrtmdcm escudar-se quando ven­ cidos no coofronto com a lei. Matam sem pieda­ de e depois reclamam píeclade quando o :rovo, através de seus elemen­ tos autorizados e repre­ sentativos, entre os quais as Forças Armadas, a­ ge repr&issivarnente, no intuito de restaurar a or­ dem e de fuzer justiça. O caso de Herzog é um exemplu. Uos de boa-fé outros de má-ré. pretenderam insi!luut· a simulação do suicidio por elementos do Exér­ cito. E ficava implícita a iusi□uaçil<> de que todo o Exército era com posto de torturadores. Agora, surge a ver­ dade e m toda a sua limpidez: Ifot zog suici­ dou-se e até, ao contrá­ rio do que se dirnlga­ ra, foi enterrado come> suicida. Mas para que não pairasse qualquer dúvida, os altos chet'es militares ordenaram um amplo e> minuci.::so inqué rito. Se culpados pot·ven tura houvesse, a puaiçii.o surgiria inexorável. Mas se, no episóõiv, culpados hl'I, eles não se encontram nas filei ras militares, mas fora e bem longe delas. E pa ra esses. infelizmente, não bú punição. (Correio Brusiltmse, de 21 Dez. 75). Cuia!Jú - Tt•t·ú inicio 110 pr6ximo dia l!l na Chácara IIo:nat =>. t'ni Cuia!Já, prolorq:ran<ío-,;e até o dia 2», o 2 Eu­ co11trn Estucluul de Cur­ rículo e Supen·büo pto­ movilo pelo Governo do Estalo através du Divisão de En. ino de 1" Grnu, ,ia Eclucnçilo Secretaria ae e Culturn. O Atu ele uma ,:essão extaordinària realizada no dia cinco de novem­ l>ro de mil novecentos e st'lent 1 e cinc11. curso objetiva dar eon­ tinuidade uo ueom:unha mento, controle uvali ução do planejamento e da execução ds ativi­ dades curriculares do ensino de primeiro grau t' l''fHtll--,iu JO .... rico le uper­ vi-ão a nl evolar. a- -+­ de- do- univipio--polo pura implanlaç:io da l:eJorrn;•. do Ensino. b) Escola Paroquial N. Sr' do Perp. ocorro, e) Escola i';u·oqui;tl So Geraldo. d) Escola Paroquial ão Patric1o Aos cinco tlias cio e) Eseola Paroquial mes de novembro de São Clemente. mil novecentos e setcn- .s tres últimas E,.;- ta e cinco, reuniu-se u colt,s <uarlaH ua z1>rw Diretoria da Escola Pa- rural ficaram sob a o­ roquial St" Afonso., sob rientação da Prefeitura a presidência do IlYmo. ~lunic:ipal. trocando o Pe. Grendan Greany - nome; «Paroquia],, p' Diretor SuperintPudente ~luni1.:ipal. Este assunto da Escola, Pe. Adriano jú foi tratado na reunião Franzoi- Professor, lr- anterior. Ficou letermi­ mão Francisco cho!l- nado que as outras Es­ Professor. Irmã :!'' Gal- colas: aj Paroquial St" vão de Castro - Diretora Afonso b) Paroquial presentes ainda o Rvmo. Nossa Sr' do Perpétuo Pe. Edmundo Twomey - Socorro são !'ealmente Ecônomo munis tas era sincero. Um das provas mais recentes de que os mar xistns. enquanto sorriem para Kü::;;inger, apunha Iam o Ocidente pelas costas. é a clara e maciça intervenção cubana - soviética em Angola, q' põe em gra ve risco o equilíbrio de forças cio , tlâotico Sul represeut,,udo. portanto um perigo para nosso território. O preço de toda es sa desastrosa política de ''détente" era a pro nessa de liberalização do regime vermelho. O "Pravda", há pouco. re jeitou cat~góricarueute a ioterpretaçii.:i ''burgue sa•· dos direitos huma nos como também o plu ralismo polilico. Não se admira, pois. o comuuis mo se liquidaria em pou eo tempo, se o regime atrás da r.ortina de ferro viesse a sei· liberalizadü :!as. este é um resultado que revelari:.. muita inge uidade por parte dos dil igentcs do Kremlia se Co:rrêa: eles, do falo, o permitis llt>lll .. Logo, 11 "d.}tente", é impossivel! Essa conclusão que se nos aprl'senta tiío ela ra, lógica e i11sofü;m(1vel parece uilo ser evidente pura Iissinger, que per manecc obstinndo em Mas, o8 russos, eI s política de distensão quunto 1-oniam aos acc Engano, mú interpreta nos de Nixon, Ford e çào dos fatos, traição'? uspecialmente de Ki.,;sin , Hi:,tória um puta dei, nilo há }Jl>l'spectivns de nenhuma pnlitica ame na, quando o pais atra ES7/7Z40 O sr. Gastüo luller garantiu que a fórmula partilára ideal seriam quatro agremiações polí ticns. apro·eltando-Re os egressos do iraruidcrise ,pg, t 5E {8i 1- ,. .. - y ye r f. .•, ,~ ~'iü 1 1 ·1j ;,. '. : « •E' s ! ? ur ·3 t! ir, Arena de ão Paulo. em sua primeira r<>uniii.o de 197li. manifesta a Vos ·a Excelência, Presid<>nte de Honra cio nosso Par lide,, irrestrita solidnrie dade e ap0io pela sua nçilo político-administra­ tiva que visa. sempre, a deresa dos interesses su priores do Bru:;il. A Arena paulista, tão bruva e solirlário, Ser jornalista ... Nilo é desmoralizar o credo alheio, a fim de impor o seu. E provar que a sua causa ê tüo nobre que não precisa atacar a outra, para se le,•antar. Nüo é semear a discórdia, a incompreensão a desordem. É plantar a paz, o entendimento, d orden,. Nüo é iludir o leitor com fantasias e menti­ ras. É ruostrur-lhe a beleza da Verdade. Não é apontar o escravo do vício ao des- prezo geral. E judá-lo a recuperar-se para a sociedade. Nii.:, é supor a verdade. É certmcar-se dela. Não é exibir inteligencia e qualidade. É sei· mo desta I•utieiro a distribuir o pão da virtude. Não é achincalhar eu:,arniça,Jamente. Ca lar-se. em certas circunstàncias. é ter dupla coragem. Não é criticar atacando. É criticar raudo. Não é aptc>nas es.crever. É meditar. Não é destruir. E cou,;truir. coope- vessa novamente uma Ia­ se de lirh dura. ''Toclo-; oi- P cs. revol11cionlirios assumiram o Governo com melhor das inten ções, mas o deixaram sem conseguir nenhuma abertura politica. O pre Hictcnte Geisel, que é um homem culto e muutém o comaudo das Iorçus da Revoluçfto, não con seguiu isso, ninguém con seguir", alirmou. :1üo eaclarece o que vem u ser "os momentos já vividos neste uno•·. Se é uma referência velada às cassações de dois deputados do MB como pare::e, o telegra ma torna-se peça unto lôgica. Isso porque o Parti do gc,vernista demonstra ser capoz de qualquer solidariedade, desde que nuo se10 m usadas expres sões verdadeiraR. De solidariedade ve !ada. não há dúvida, o Governo não precisa. (Jornal do Brasil, 10-11-76) Os Moderados l' os au tcntil'Ofi do ~!DB forma rinm os l'Mtido!'I ela Oou . lçüo, c11quanto Ori Hrnu vadores e os Ortodoxos da : .. renu criariam os cloJ-; Partidos governistas" Segundo o deputado urcnit:ta, a Hevolução estatizou u politiea, mas ja estú na hor.1 tde e modificar u situação. Não há integração enfrP os Ministros de Est. e 0 Politicos porque os pri­ meiros foram Indicados ou sugeridos 'pelas for çus vivas du [evolução" sem qua!squer consult:is ao Partido. "Assim, os Ministros ou membros do ::,.Ito escalão nfio de vem nada aos politicos. Nem explicações". - A escolha do depula !ado Francelino Pereira para presidir a , rena é, por exemplo, um caso ti pico de estatização da política. Todos ficaram urpre<;os com a escolha e ruais ainda cr,m a fal ta de habilidade política. O s:. F::ancelino Pereira vem e cliz que é preciso ma11clar folhetos para o prefeito tal, com os jar gões de "prezado com paaheiro. etc". Ora, sabe mos que o prefeito bom é aquele que calça a nossa rua, faz estradas ligando as fazendas. Assim também o Par tido do Governo é bom se o prefeito for bom e o prefeito será forte se o Partido tambem for e SP o Governo for bom. Não adianta mandar fo lhetos - disse o deputa cio. 13 tT $MLM#IS / MILITARES Com, os civis, os milita­ res terão de requerer a licen­ a-premio de imediato ou. então, pedir para que ela eja contada como tempo de serviço, 1 j Ili Vi.-ta /02/76 Adeus José Wilson P .. i ... in.1 o:; "Infelizmente, come çnmos o dia dando noti eia da morto de um com panllelro nosso. É a vi da... " Esta foi a l'ruse que encerrou o nosso contato viu telex na ma nhü de segunda feirn, com o jornal "Correio do Estado", de Campo Gmude. Em mais um jor nallsta que morria. "E A VIDA ... ", dizíamos. Que vida, meu Deus? Jornalismo e umu profis suo como qualq•.!er ou Ira, npeua com um ns pectn complementar: e uma prolls::üo-sacerdócio E sabem por que'? não concordemos el o/,,,,, ou com os seus persona­ gen8 acontece que o jornalis ta é fruto da própria pro rlssão, que ele tem de viver com tocla a lntensl dade possivel. E vive, ge ralme-n1e, para mor,·cr hoje, se rõr vitima e,. Yiolêncla humana, ou morrer mais cêdo, quan do o seu organismo não reage mais, pela luta diá rla. Está provado cientili cameute que o jornulis tu esgota-se com 25 anos ele profissão. Outros, co mo o nosso ex-compan beiro José Wilson de Campos, morrem antes, vitimas da violência. Mas, todo dia se reno va vontade de informar, ls10 está provado cienti ficamente, pela Organiza çào ilundial da Saúde: é 11 profissão que mais mata no mundo. Quando um jornaliHta não tumba sob a violência humana, morre por problemas or gànicos. Vivemos os pro blemas de tudos e os nos sos, também. Se o pri meiro-ministro Chou-En­ Lni morre lú em Pequim, "sentimos" a noticia da sun morte. 'e o presi dente Gerald Ford sofre um alentado em qunlquer lugar ·•sentimos" o seu drama. Se no Líbano cri~ , evolução cultural til.os e mulçumanos se dos povos fez inserir no matam, "sentimos" a tra elencos de suas lei pe­ gédiu, como u outra se uais os castigos que aos malhante da lrlanrla, en assa sinos são irnpo tos lt·e prntestantes e católi pela máquina judiciária os. Se Angoln vive nu em nome da coletividade ma guerra civil, "senti e d o Estado. mos" o problema de um povo dividido entre tres facções. e a f a v e I a do Maju, Rio de Janeiro é consumida pelo fogo e ficam tres mil pessoas desabrigadas. "sentimos·, a situação de desaju te destes irmãos nossos. Se matam um jorualístu·, co mo acaba de acontecer bárbara e covm·demen- Freire de Campos Fon­ em Câceres, com o nos so companheiro José W. te nssassinaJo por nrma tes, cas:1d11 com 1) mé- de Campos, do "Correio Cacerense", é como se nós mesmo tivéssemos perdido uma parle de nossa alma, Jornalismo é uma profissão que "consome". o seu execu lar. Quando as noticias são alegres. as festas süo mais pára os outros, mas quando elas são tris tristes, ealum dentro de Rua Conde de Porto Alegre s/n • nós fazem sofrer muito Mato Grosso ou pouco, mesmo quando """ . ão Matarás! Orde­ na o decúlago que a Moisé: foi confiado no Sinai. A lei dos homens seguiu a Lei de Deus! e cada vez mais e me 11101·. Se vlolêncln resol vest10 problemnF, o mun ---«: ;+co:E3;; X - • - X ~ C a sa P e e u a ri s ta Ltda x X f Produtos Veterinário- e Agrícolas, Ferragens. f Y Artigos de Montaria e Materiai- de Cos-truco í K Y( cm Geral. } X Av. Duque de Caxias, 606 X Y .. , % C. P. 2- Fone: 157 )adi •-; 3..soo> o>o h>o--->o-.O:t de fogo, quando se eocon dico Dr. Antonio Carlos trava inttrior no escriro- Souto Fontes. rio cio aclvº. BLEY RO- - BERT SAl3ER, o bárbaro a sas. ino. J o é Wilson nae portava nrmas, levava consigo apena a lealdo­ de do companheirismo e a hombridade culca­ das em bases morais dos mais elerados prin­ cípios. J O S É VILSO, filho do Tabelião Auré- Mas sabado, nesta Jio Olegário de Campos cidade, foram trausgre- e de D. Maria Freire de elidas as Leis Divina Campos, recentemente e humana! casado, deixa viúva a • Sr Fussaé Hayasbida JOSE V I L O . DE Campos órfão um filbo CAMPOS, nosso Diretor .. . Proprietário, tombo~ dia nasc1tm o e enlutada a 17 p/p. às 16,30 boras irmã advogada ilarília iJédico- Veterinário formado pela Universi­ dnde Federal e 'l'abeliüo Substituto do Cartório do 1º Ofício de Cáceres em o extinto um idealis­ ta, estando à frente de vários empreendimentos econômicos e culturais nesta cidade, que amava acima e! e tudo. Pelo infausto acon­ tecimento, a sociedade cacerense está de Iuto, ferida, traumatizada! ilas, acima de tudo, ce:nfiunte na ação egura, firme e serena das autoridndes policiais e judiciárias da Comarca que certamen­ te saberão apurar as causas e circunstâncias seja a Ilusão material não será o minimo da vontade que sinto de um dia estar com oeé o todos os meus irmãos nu glória perpetua. Obrigado mais uma vez ( A pessoa deverá lazer esta oração } dius e será alcançada a graça, por mais dificil que seja). Pu blicar assim que receber a graça. (Publicado por ter rece bido uma g-raça). R.MI. do crime, apoutar e pu­ nir o criminoso. ,deus ,JGsé Yilsou O «Correio Cacerense, o i-eu jornal, está boje mudo, trânsirlo de dor. E assim, por seus funci­ ooários e ,1uxi!iares. pro­ fundo mente consterDa­ dos e já envolvidos pe­ la saudade, só podem elevar o seu pensamen­ to a Deus. pedindo que o receba em sua mise­ ricórdia. consolando i;e­ us entes queridos, seus amigos e a própria so­ ciedade cacerense enlu­ tada. Adeus José Wilson (Transcrito do Correio Cacerense) 1 de Theobaldo Amato) lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Aberto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: I .anchonete Avenida Visconde de Taunay/Esquinn Fl<>ria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna Mt. Bela Vista 1/02/76 Diversas INPS IBUIRÁ 75 M RÊMIOS M Altevir de Alencar Uns dizem que cada um de nós traça na ter ra o seu próprio desti no. Outros afirnm que Deus, escrevendo certo por linhas tortas, deter mlnu u trnjelória de cu ela alma chegada a este Vule de Lágrimas. Eu particulnrmeute, nrw dis cuto os designuios de Deus. Nfio u!irmo, nem nego, multo pelo con trário. A imprensa comeu tou n épou que o se dor Fillinto Muller iria passar seu aniversário em Paris, lendo, nu via gem, perecido no pavo roso desastre ocorrido com um íloeing ela Varig, nas preximadades do Aero­ porto de Orly. Disse tum bém a imprensa que se tivesse ido passar seu a­ niversúrio em Cuiubó., sua terra natal, niio teria morrido daquela vez. Tudo é relativo. Es te [alo que hoje rememo ro, faz-me recordar o de sastre aeroviário que a­ balou Rcci!e em janeiro de 57. Eu estava em Te giptó, entre o Sancho e Cavaleiro. Mais ou me nos cinco horas da ma­ hi. Escutamos um baque abafado, seguielo de uma explot:üo que clareou to do o céu, de horizonte. a horizonte. É que o "Constellation" de Pa nair, procedente rio Rio ele Janeiro, ao se apro ximar da Capital lluuri ceu, depois de sete ho ras de vôo, começara a perder altura, mesmo com us quatro turbinas em funcionamento. Carregou nos "Tlap:"" e, segundo ficou apura do. as chamas-de-retor no atingiram um depósi to de combustivel de e- mergêncla, O avião, em chamas, vinha baixando em grande velocidade, até bater violentamente com a "banígo" no pico de um mono de Dois Ir m!oA, deixando ali uma d!B usas e cruzando a cidade em foi ma de giro (assim como uma ucha de lenha acesa, que ali rnste para o ar). Foi es patifur-se do outro lado da cidade, distante mais ele dez quilometros do ponto de impacto, já dentro do terreno do Ae roporlo dos Guararapes. A aeronave conduzia, en tre os tripulantes e pas sageiros. cinquenta e du as pessoas. Só escapou uma: um cara que toma ra o avião em sua esca la de Belo Horizonte. Es se homem, que se ainda for vivo poderá reafir mar uns decluruçõe1:1 fei tas à Rádio J orna! do Comércio. Declarações que estarreceram o povo Era um senhor de meia idade [lembro-me bem). Tioho uma serenidade impressionante. Bem traja do, esboçando aqui e ali um ligeiro sorriso, como n zombar. da própria morte. Disse ao microfo ne: •·Eu vinha cheio de álcool até a tampa. To mel um porre em Belo Horizonte por minha con ta e outro a bordo por conta da companhia (pa nair). A certa hora notei me mo que o avião es lava baixando. A maioria dos passageiros dormia As aeromoças passavam correndo pelo corredor central, vara lã e pura cá. Já avistando as luzes do Rec!le, me dirigi à toelele, para lavar o ros lo e passar um pente nos cabelos. Uma freira que viajava ao meu lado debulhava as contas de ui rosário. E um senhor já velho, quando eu pas sei para o sanitário, pôs em mim unas olhos com prldos ... e se benzeu. Den tro do box-sanltário, an tes de lavar o rosto e molhar os cabelos, resol vi fazer outra coisa. Ar riei as calças e me sen lei uo vaso. O comparti menlo era pequeno, bai xn o escuro. Teria um metro quadrado, talvez. Foi ai que senti que o nvião se <;bocara com qualquer coisa... subiu de novo e começou a girar em torno de si mesmo. Bati com a cube ça na pia e perdi os sen tidos. o me lembro mais de nada. Quando acordei estava no Hospital das Clínicas arrodeado de re pórteres e de médicos. só então vim a saber o que aconteceu. Escapei por milagre ... mus se eu não estivesse "melado" [meio bêbado] tinha ido para o inferno desta vez Era o que eu tinha a dizer" 90CUME#TO PERDIO • Edson Lima da ilva extraviou os documentos da Vespa cor vermelha ano 62, motor de n.o V81M- 6300-BR. A referi da Vespa emplacada pe la última vez em 66, com a placu no 01 Bela Vista Publicação que se faz para obtenção da 2.a via Campo - Grande, Ob Ciencias Humana. o coo jetivando intensificar a curso prevê lns<'ríções participação dos Univer até o dia 28 cio reverei tários no estudo dos ro mediante u remessa problemas da Previden dos trabalhos, em 1osso ela Soei:.!, relacionados Estado, ti. Caixa Postal com o desenvolvimento 61, em Cuiabé. As mono economico-social do País, grafias, relacionando o Instituto Nacional de sempre a Providencia So Previdencia Social estú ela! e/ a área do candi­ promovendo um concur dato, deveriio constituir-5r so de Monografias desti originais ineditos, com nado a estudantes uni minimo de vinte e o má versitários. Com prêmios ximo quarenta laudas, que totalizam setenta o apresentandos em três cinc:o mil cruzeiros, aos vias, em papel tamanho quais poderão se candi oficio Serão conferidos lar alunos das áreas Bio premlos para todas as médica, Politico-economi áreas proficionais concor ca, Tecnólogica e de rentes ao certame. G0/RI/O PROCURA COLOCA4ÃO DO PRO. , Cuiabá, - O Governo de Mato Grosso, através das ecretarias de Pla­ nejamento, Agricultura e Industria e Comércio antes a previsão de uma supersafra de ar­ roz este ano, vem man- . tenfo entendimentos junto ao órgãos de ar­ mazenamento para as­ segurar aos produtores uma boa comercializa­ ção. Inclusive a venda do arroz fora do Pais está sendo congitada e nesse sentido esto sen­ do realizados c-ontatos com entidades exporta­ doras para colocação do produto no comércio in- ternacional. O secretário Maçao Tadano. Industria e Co­ mércio, um dos articu­ ladores do plano de co­ mercialização, admitia que "se fatores climáti­ cos, pragas doenças não prejudicarem a atnal sa­ fra, provavelmente será alcançada a previsão de 2 milhões de toneladas de arroz. o que coloca­ rá Mato Grosso como um dos maiores produ­ tores do Pais". Preço deste Exemplar 1,50 M NERBÇÕO "Produtor do aláreo Bodoquena" Rodovia Jardim "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato km BODOQUENI 54 LTDII Porto Murtinho Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 Hosso Tempo ---------------~-----_.:..--------~-----·----- 1!,·l.1 Vi,ta Jlt/7(1 SECRETÁRIO TAQUES PROMETE APOIO E ASSES7ÉN4A4 A AGRKCIUL.,TORES JID ' (Í L - o o Sr. Edmundo Taques O Titular ela Pasta de Agricultura do Estu.­ do, Dr. Edmundo Taques, dando prosseguim11nlo ao seu programa de vi­ sitas no Sul do Estado, esteve no municiuio de Porto ~!urtiuho, ·acom­ panhado de altos auxi­ liares de sua Secretada, bem como o deputado Ruben Figueiró, líder do governo e da Arena na Assembléia Legislativa. Logo após o seu desem­ barque, seguiram o se­ cretá rio do sr. Milton Abrão onde existe 700 hectares de arroz e 200 'lnil pés de ca[é, 50 por cento dos quais dizima­ dos pela última geada. Naquele local, o se­ cretário TaquE-s reuniu­ se ..:om os prefoitos de Porto Murtinho. iliranda, ,Jardim, e ioaque, res­ pectivamente srs. Idel­ fonso Soares da Silva, Herlbnlo Gimenez, Eral­ do da Silva e Zeno Mar­ tins Gazottl. estudando o equaciouameuto dos pro­ b!emus da vasta região da Bodoquena e da Co­ lonia Cachoeira. esta última situada no· muní­ cipio de Porto Murtlnho. Escoamento da Produção Todos os pre[eitos presentes se fizeram ou­ vir, fazendo ampla ex­ posição dos problPmas de sua região, de um modo geral, os dirigen­ tes munícipnis da região da Bodoquena se mos­ tram preúcupados com a super produçãq agrí­ cola da região, salientan do o prefeito Zeno que a iniciativa particular não está preparada p/ enfrentar esse fluxo de­ sen rnlvimentista. O ma­ ior problema - encontra­ se na deficiência de es­ tradas para escoamento da produção, com as enchentes prejudicando sériamente as existentes temendo º" agricultores perderem as suas safras por falta de meios de transporte. O prefeito Heriberto Gimenez, após ressaltar igualmente a super-pro­ dução agrícola do seu município, onde a agri­ cultura vem alcançando um c1·escimento espeta­ cular, focalizou um dos maiores problemus da regiüo mirandense que é a e'asão de rend:1s do município, notadamP11 te na ludustl'la n,adel reira, com a perda de cerca de 50 pot· cento da i;uu producüo, com séri­ os prbjuizos pura a mu nicipalídr:d~ e o Estudo. Cafeicultura A careicultura nu região também foi úbje­ to de estudoR, expondo os prefeitos, ao títular da agricultura, a situa­ ção em que se enco11- tram 08 cafeicultores da região ,[a Bodoqueaa, sendo necessário um processo mais rápido na uplicaç[io da Lei Fe • dera! que regulamenta o replantio. O levanta­ mento já foi feito, en­ contrando-se no 13unco do Brasil, e os recursos l'inauceiros sómente se­ rão liberados de acordo com a situação de cuda cafeicultor, caso n à o haja irrngularidades, se gundo normas do Banco. Foram ainua aborda dos outros problemas relacionurlo com o IBC, que conta com 10 milhões de cruzeiros destinados a estudos de pesquisa no Estado ainda não liberados e a dilatação do prazo em mais qua­ tro ou seis meses- para o replantio, quando en­ tão o café alcançará o preço de 11 a 12 cmzei rOs O pé. bem como a necessid&de de técnicos, sendo ainda analizada a criação de duas esta­ ções expirementais para café, uma na região Sul e outra na região zônica do Estaria. ama- Cuiabá, - A Ala Jo­ vem Arenista Aju, do Diretório Municipal de Cuiabá., reuniu-se no dia 1li do corrente na sede do Diretório, quan­ do foram debatidos en­ tre seus membros-funda­ dores di,·ersos assuntos de intnesses du juven­ tude cuiab:rna, assim como a sua organização regimento interno. com ko quero derrotista-, pr..Ciro o, oti111i-ta-. Prr•id,·ute G .. i-,·l Aos politicos não ão e aquecidos, medro-os ou derro tistas. fazemo lembrar o re sultado das eleições de l de :'o,cmbro 11:1 irre'er,ibiliclud.-, collit•n do assim mesmo uma texpres iva vitoria; não resta dúvida que na próxima eleição só po < erá ser melhor o resultado, do, porque nenhum eleitor pon ,!endn o rlia1rLJ1tH·ntu rio P.ir tido da [evolução a Arena • Agora, amuro- clarecr porque o r bezerra eto, ena didato ao sendo pelo Mb con--c:·;!uiu utp1i t"tJt Brla j .. ,a O• l.o:l8 , oloa. Foi asim: Teve do eu Partido 305 votos, Votos dado­ pelos l'cdrocas <.IJ Arena 66(, Naturalmente da diferença do- votos brancos da legenda Federal e E,tadu.,l ó7 ,oto, Suma IO:lll , 1110; Ora, passando o- olho­ na rt'bçfio urim.i, nola•"'<" cl"" o Sr Canale, enador da re na apena-. lo?TOU 1675 , oro-... quando de, eria:n ser 2311 da legenda, o que confirma 666 , oto; ao Sr Bt'Zzerra por P" dritas que o apoiavam, por is ro, a sua derrol:l (dele Bezzer ra), pois devem estar bem ler brado; que tod,H ,,. . candid.1 roa a afamem fu11c. publica, Grl- denominação. A segwr berto Alves _Correa func. foi deliberado que a se publico, Elias Barbosa cretária deveria remeter comerciante, Arseuio Lou cópia desta ata para pu reiro func_ Pubhco. Neri blicação no jornal ••Tri Gonçalves lunc. p_úblico huna da Fronteira" pos Ary Ricardo B~andao Del teriormente remeter um valles comerciante, il_a exemplar do jornal à De ria das . Graças Assis legacia Regional d Edu fune. publica, Enoly Lou cação de Bela Vista. Na reiro Assis professora, da mais havendo a tra Ulises P. de Aliida comer. tar foi encerrada a reu Olga Laranjeira _silva G, j ,, , professora, 7laria Helene mao a qua, avr_e1 a Pglio-a fane _pública, i, PT?Sente ata que lida e tild Medeiros professor, achada conforme vai por :hiri:i Aparecicla }los Santo, mun assmada e pelos O--una_professora, Isabel N presentes. zueira Barbosa professora. Di ci laria Sipoli fnnc pública Kfsio Loureiro Pinheü-o lruni Outra A,ita profe••or-J .n1onic1u T.-bicbeirnne pror.-: De ucordo com u Lei e p co11hccimenlo, foi expedido o presente Edital que será afixado e publicado na forma legal. Dado e passado ne" ta cidaclo e Comarca de Eela Vista, Est. de Mt. aos vinte e nove di­ us do mes de dezembro do 11110 de mil uoveceu­ tos e setenta e clnco Eu, Pedrc, Virgillo da Silva, Escrevente ,Jura­ mentado, o datilografei Contrera ,Juiz de Dirello 7 Secretário nd-loc 1 ' ' Ir·la »ta 12/0 Política Demografica t' .. t l • l l D , Com u entrega, al­ guns dias atrás, do ol'i­ ginal deste escrilo à Companhia Editora de Pernambuco, encerramos uma série de quarenta e cinco artigos publica­ dos uqui nu página no­ bre do querido DIARIO 110 longo dos últimos dois anos e que pretendemos colocar (pum provável consumo de nossos pos­ slvels leitores) nus ban­ cus e livrarias recifen­ ses nos dias finais de fevereil'o entrante. Em cumprimento a particular cronogru ma de enventos elaborado com essa 1:.specificn fi­ uulidnde, 110 oportuna ocasião em que o leitor estiver se dedicando à leitura deste artigo es­ taremos mantendo con­ tactos pessoais com três de nossos amigos e r:on frades aqui do DIARIO uo sentido de obter dos mesmos a adesão à PA­ GINAS FLORIDAS (esse o nostálgico titulo da coleHlnea) do precioso valor adicional de :;ua iute lectualidaJes. Serão eles os con­ frad<:!s Arnoldo Jambo. a se desincumbir magis­ tralmente do prc'lfácio Marco Aurélio de Alcán tara, na homérica tare­ fa de iustificar a obra e o jovem e talentoso ba­ charel Manoel Neto Tei­ xeira a quem caberá "badalar" o autor uns denominads orelhas. Após três parágra­ fos sutilmente roubados à receita do amigo Joe­ zil e dedicados aos ''nos sos comerciais'' p:tsse­ mos a mais uma tenta­ tiva (a certeza prévia do atingimento das pró­ P_rias metas é prerroga­ tiva dos mestres) do ar­ ticulista em desenvolver eu derradeiro e preten- 8toso titulo. Que a valorização social da mulher (cam­ panha muito secular mas que há apenas alguns anos ganhou carta de maioridade) trará conse­ qnnciag de toda crdem é tedos as bido desc•)Uhecendo-se apenas, a extensão des­ ss consequências e a Prevalência. entre si, 1 - lID dos novos valores que advirão nessa lnevlt.1- vel oscnlada unlssex. Nos parágrafo a se guir, ó de nossa inten­ ção tentar demoustrnr à habitual argúcia de nos­ sos leitoret., que a gra­ dativa conquista de um maior '·Status" Social por parle de metade da populaçilo tenestre será de inestimável valia para a conente dos que de­ l'endem o controle S que o preenchimento populacio no I àe nossos vazios demográficos com um contingente humano ca­ rente ele educação mini­ ma e desprovido das mais rudimeutais defesas orgânicas constituem, nada mais na da menos, que um sorvedouro or­ çumeutáric; iucompativel com nossas necessidades ontras de nação jovem e com tantas frentes de trablio a enfrentar uo ponto de tornar como tarefa das mais difíceis a simples tarefa da fixa­ ção de nos as priorida des. J valorização da mu lller, como acima enten­ demos, e o possível de­ sestimulo fiscal que pre­ conizamos como válido, seria, rnutatiR rnutaudis. a racional adoração, eu tre nós, ele medida ad­ ministrativa adotado pe­ la nação mais rica do mundo, que circunda com cerca de arame far pado e placas de entra­ da proibida, centenas de milhares de quilômetros quadrados de seu terri­ tório e desaconselha a fixação, naquelas pla­ gas, de contigeutes po­ pulacionais cuja renda percapita seria, no mí­ nimo, oito vezes supe­ rior aos nossos menos afortunados comoatrio­ tas que gozam de uma excessiva liberdade de ir e, vir, e inclusive, de fazer bob gem em to­ das as situações ... Acertadamente im- Roberto Silveira pr.dieiro Colaboradores José Joaquim Ferreira outo. Adalberto H. d.- ant'Aona Dr. Aroldo Medeiros, To-ita lo-a Gores, José Glauc Flo­ res, Euripedes Ferreira, J. Refrey Diretor Responsável - ?saldo [reira THIBUNA DA FROi.'iTEIRA é uma publicação da Empresa Gráfica Tribuna da fronteira. Oi retora • lia ria E-tela Velasquez Pereira Redação, Administração e Publicidade - Rua Duque de Caxias -n Bela ista Mato Grosso "As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen tam o ponto_de vista do jornal, podendo até ser contrária­ a este. A opinião do Jornal. acha-se cxpreosa nos Editoriais e nos comentários não assinados" Venda mais Seus Produtos Anunciando no Jornal Tribuna da Fronteira ll, 1, Vi 1, j11J.;1,,, ! 1 f 7trr • • l Elll 2~-0J-~.9íó. o Pn f1•110 !u11í 1 ·ip:d ele E . m 14 -11 . 1.975, o Pre e iro 1vxumc1,.?o: - 1 , 1 -( Bela Vista baixou a Portaria n.o U 4o. no a Lei n.o de Bela Vista, sancionou 649/75, tei N.o 649/75 cuja integre. é a seguinte: de 14 de Nov. de 'l.975 Dispõe sobre a e l'l11TI)Jaçilo do Hospital Silo Vieunto do l'anlu. A CCu11arn luniC'ip:tl provou e eu, Dr., Iuben de Castro Pinto, Prelei to )lunlcipnl ,JI, llelu Vis ta, sanciono u seguinte Lei. /ri. 1 ° • Fiea o l'o ,ter Ex•~cuti, o autoriza do a encampur, por inte resse público, o Hospital ::-. Vicenli> de Pvula. lilia do t llcncricienria llos pilalar de Bela Vista. ,rt. ~•• Hospital S. Vicente de Paula ril'nr:'t ~ubonlin:Hlo ao Deparla nrnnto ~iunlcipal de ;-;nú de, com o nome de los pital lunicipul S. Vicen te dt• Paula, servindo eo mo unlrlacle de Haúde da Prefeitura Municipal de l!Pla 'ista. Art. :l" A present,, Lei entrará em vigor na da ta ele ,ma public,11,:úo. rrvog·adus as disposi<;ões em contrário Preleira Municipal de Bela Vista, 1! de Novem ln·o ele 1m;,. Dr. Ruben de Castro Pinto Jprovnd1t pela Cumara :'llunicipal Conr. m. N" 129-75, em 04 de Novem bro de 1975 -e- feTIo>. II#I {u/7° Em 9.2 de Janeiro de r◄:m 22-01-1.976 ('Til Oficio N.o 1/76 Sec. Adm. o Prefeito fez apresentação dos refe­ rido:; funcionários ao Prc:-ii-. Ituheu C'asll' de um grupo geradol' de ::!30 kvu, motor ticanln. tipo DS 11-,1.. de~lina rios a Usina 'I·:-moelé­ trica da Prcfeitur,l .!uni cipal de Bela Vista-Mt ,s propostas clevE·· rão ser enlreguett até ás 1:í:()(J (qui11ze) horas do dia 11 de ft-V<:!reiro de í.97fi. diretameule u Secretaria de Fuzenda ela Prel'tilurn .Iunicipal. O edital completo aclm-se 11a Secrrtaria de Fazenda, a disposi­ ção de todos os interes­ sados. Bela Visla-;lt .. '27 de ,Ja neiro de 1.976. Antonio Silva dos San­ tos. Chllfe do G1·upo de Lici· tações. Novo Secador de Cereais e mais um Armazem para 100.000 Sacas, em Bela Vista. O Prefeito Dr. Ruben de Castro Pinto conce deu. em 27 de Outubro de 1975, a titulo de aro ramento. um lote de ter reno, para esse fim. Atendendo a um re querimento do Dr. Sidney Monteiro Mascarenhas. engenheiro a!!Tônomo. domiciliado nesta cidade o Prefeito de Bela Vista deferiu o seu pedid<>. coo ce,lendo-lhe uma áre de 31.250 m, na futura Ave nida Gote Lipe :'fones. para que, dentro do pra zo maxuno de um ano. realize seu grande em predimento que consta ra de um armazem para 100.000 sacas de um se cador de cereai . E a iniciativa parti culn:r. com a ajuda do Poder Público. :!compa nhando o florescente de senv?Jvimento agrícola que ja se observa no uosso mun.icipio. I«la i»ta Ir/7o Rotary Clube as CRIATURIS DO U IV Mário Porfirio Rodrigues "p)enuhiar er tt:mano' I1188.MHY I. ,'111,LO Prova Quádrupla ' f. ' •. 4 ri De«h psrs t e os htrre a.t,, , ', Em sua lua de mel, há unuos, nossos filhos Vera e Roberlo vlsilan­ do San Juan, A1·genlinu. receberam de pt·esente de amigos nossos, um disco declamado em e­ panhol. O texto, de au­ tor desconhecido, foi en­ contrado em 1692, por­ tanto há 283 anos, du velha Igreja de São Pau­ lo, em 13 u l t i m ore e traduzido pura o espa­ nhol conservando o tílu­ lo d e «Desiderata». Agora tentamos p/ o nos o ERVIR umu lra­ uur,:ilo do espanhol p/ o português, desejosos de que os companheiros tomem Cünbec:imento deste trabalho que, a nosso ver, tem muito de rotário: «Caminhe sereno en­ trl o ruido e a brisa e pense nn. paz que se pode e11contrur no silên­ cio. Enquanto seja pos­ sível e, sem abater-se, mrl!!te11hu hoas relações com toda as pessoas. J!ani[estP ua verdade de forma clara e tran­ qüila; ouça os outros, Inclusive o torpe e o ignorante; eles tambem têm suas próprias histó­ rias. Evite us pes oas espalhafatosas; barulhen (as e agressivas, que suo prejudiciais p a r a o espírito Se se compa­ rá com os demais, você se tornará vazio e amar urado, pois, sempre existirão pessoas maio­ res e menores que voce. Des[rute dos seus êxitos e dos eus planos. ilnn­ tenba interesse em sua própria carreira, por mais humilde que seja. ela é um verdadeiro te­ souro nas brus·cas alte­ :ações dus tempos. Se­ ia cauteloso • em seus negócios, pois, o mundo está cheio de desenga­ hos. Mas não permita que isto se torne cego Para as virtudes que existem. São muitas us Pessoas que e esforçam Por alcançar ideais no­ bres. A vida está cheia de heroismos. Sejas ince­ ~_o _consigo mesmo. Não 'Ija afeto e não seja eInieo no amor, pois, em meio a todas as Insensibilidades e desen­ anos, ele é perene co­ no a erva. Aceite do­ cilmente o chegar dos anos, ahundonando com elegfinciu us coi8116 da juventude. Cultive a fir­ meza do N,pírllo pura que o proteja nas u­ dversidades repentinas. Muitos temores ascem do cansaço e du solidão; com uma disciplina sü, seja complacente consi­ go mesmo. Voce é u111a criatu­ ra do Universo, tal co­ mo as plantas e ns es­ trelas; tom o direito ele existir e, embora possa lhe parecer claro ou 11l10, sem dúvida alguma, o Universo prossegue como deve prosseguir. Porisso, esteja em paz com Deus, qualquer que seja sua idéia rl'Ele e, sejam quais forem su::iH utividudes e aspirações conserve u paz com sua alma nesta turbulen­ ta confusão da vida, mesmo cl toda sua farsa, seus sofrimentos e seus sonhos falidos, o mundo mesmo assim. ainda é belo. eja ce-se cauteloso. Esfor­ por ser feliz.» (8ERVIR - Boletim do Rotary Club d e S :1 o Paulo) Oleiro Ribire N'te Verde-amarelo de um lado azul e branco de outro, li ta azul, branca e vermelhu do ludo do Paraguai ( as cores que eu sei de ccr ). No meio alta o Iguaçu como um babado de renda entre as saias coloridas da terra-india em redor. .' as correntes cio Iguaçu nascidns nos pinheirai , nas águas a o Paraná ornadas ao Piqueri. vêm mil aranhas indígena tecendo milhões de fios para fazer as espumas das rendas de nhanduti. As rendas saltam no salto, viram mexem, se atropelam, sobem, descem, se esfarelam ao movimento da saia. E como baila esta china. pulando à moda gaúcha, • numa chula.' de fronteira, numa polca paraguaia! As saias enlouqueceram no giro da vir!lvolta, e tombam sobre o lagedo cor de limo e de ouro-velho, enquanto as .chinelas batem no compasso saltitante sobre a barranca listada de braµco, azul e vermelho. Tocai. sanfonas e gaita! Canta alto cachoeira, quem tem mais direito és tu! Verde-amarelo, remexe. Azul e branco, revira. Azul e branco e vermelho. Viva o salto ào Iguaçu. vivo-ô-ô! Reunião do dia 23 p.p coutou c.:om a pre,;en ça dos seguintes ,;ócios: Pedro, :' oedi, ,Jo:1cyr. E­ duardo, Gilberto. Benhur Alberto, Clovis, Nestor, 1valdo. Convidado espe cial do clube, o Dr. Si dney 'unes Leite, M.M ,Juiz da Comarca. de Ma racaju. o«G Solicitando a todos a saudarem os pavilhões hasteados, e Presidente Pedro Palmieri deu ini cio a reunião, fuucionan do como protocolo o companheiro Benlrnr e como secretário Noedi Leite Laranjeira. :>'<,'>(-X-><, O protocolo saudou o convidado do clube (Dr. Sidney) e informou 11 posse do General Diler mando ~!outeiro como Comandante do II': Exér cito, de tac·tado as qua lidade:s do ilustre mato grossense. O General Di lermando é natural de Cuiabá. O dinamico pro tocolo (sempre bem infor mudo e informando bem) enfocou o trabalho de senvuldido pelo compu nheiro Alberto Salamene no campo da. agricultura (plantação de arroz) dan do ênfase especial ao tu manho da lavoura do sempre alegre Alberto ComunicCu tambem ns providências toma.das pe los interessados junto ao IPEilA T para posterior atendimento em nossa ci dade. A instalação do IPEMAT é iniciativa do Rotary Cluh o--s--<: O companheiro . Al berto agradeceu as pala vras do protocolo afir mando: "O •governo fede ral, este nos o governo de arroja e de conquis tas, favorece o homem do campo dando-lhe recursos para intensificar sua pro dução dentro da uma fi­ losofia de trabalho e de co.nfiança. Outra não. po deria ser a resoosta dos agricultores. a de prodn z.ir em grande escah:1. na ra· colaborar no • cresci mento deste Brasil gigan te". o><-<--<->-< O Dr. Sidney agradeceu o convite do Rotury Club de Bela Vista, comoven do os companheiros o lembrar os velhos tem pose a satisfação de es tar junto aos amigos be­ lavistenses, e sentir o ea lor humano dos presen tes. "Viajur pelos cami nhos de Rotarv, é sentIr a magia de trilhar a sen da do altruismo e do companheirismo", ·disse o compauheiro Sidney. ·GG.- O presidente Palmie 1·i, (entu lusmado corno sempre) lembrou u pro runda sensibilidade do protocolo Henhur. a fid:11 guia e a retidão cl•> ami go e colega Sidney; o entusiasmo ab. Dom. esp (2le2!) Tei«eirinha a 7 pro,a- Tei,erinl,a Dom e a. 22e23 Frenezi Jolhn Finch }a. freira 2I Frenezi »·­ x-x-><:><-,x, Casurnm-se tumbem no dia 2,1 pp. em linda cei-imonlu Brusil e Márcia. Ela vestia simpático vei-tic!o branco, com urraujo de flores rolotês servindo de grinalda. Ambas as cerimonins religiú a e civil, foram realizada nu Igreja, o que é muito prático e usado 1llu,!lo1ente. Da Igreja se­ guil·am para o centro da CidadA numa canoça, pré viamente arru ada por seus amigos de farda. ,'.. E recepção uo: convidados; brasileiros e paraguaios teve lugar na Faz. Sta. Leopoldina. O almoço re­ guclo com muitu bebida agradou a todos. Fclicidu­ des ... ln. feira 25 Auto top De-tino incerto Lino Capolicho .3u ,. 6a 26e27 Aliu,los t"<>11tra o ,·rim,· Hurt He) nof,I,. 5ab e dom Ve-p 2Se9 Capitão hid o Cor-ario Handolph Scott Dom e a 29e)l Sob o fogo da· pi-tolas Antonio >bato Jovens Brasileiros De 1 1 a '.,'.,; nno. Igresse na Escola de especialistas de Aeronátu lirn. Elll fljlf'llllH :! l Ili<' t-1'', Ol' Jl(H(l l'H 1-('l' llfil ar;ento Técnico de vôo ou tPrrn. 1101 futuro Olt (']ui ria F .. .I1 l'nra 111.iio res detalhes solicite in formações Gratuitas por curta escrevendo para o H('J'lllutc cndPreço: J-:,,cola Pr(•-T '('llÍ(;a d,• Are o náutica Cx. Postal, JI0 - Belo Horizonte - ,IG Dando seu nom '. cldulie e endereço. P E Si1: Dilermando um bom quer Relaciona- mento Hóspede da Flia. Carneil·o, nu Estancia Jlvo­ rUlla, Yindu de Süo Paulo a ,Jornalista e Li der Di­ voreistu Zizi Leio. s><-i>"::-X-:>,::<,:,;c, Tambem passou fim da semana na City a ge­ itor do amigo Fernandinho, Sra. Irene e ucom­ panhnda dos filhos Roberto e Ajx, este ultimo l'uncioPtirio rio C:'PQ. Conselho Nacional de Desen volvimento Cientifico e 'l'écnologico. -- CE3 O Belavistense .lmir dos Sa11tos Ocamp<'s, filbo do casal ,u­ reliano Ocampo foi aprovado uo vestibular . de Engenharia Civil, pelo Universidade Federal de Curitiba. 'ossos aplausos ... -& Mais uma belavistense Vt>:-tibular, desta feita é a jovem (Ritoca) eru Psicologia i,araben .... é aproYada no Ritu Battilane VOCÊ SABIA ... COl DINHEIRO. - eu compro, cama, colchão cobertas, lençóiOdtlrei res-­ ponder. Reconheço a cu­ rIosidade de todos. mas responderei aquilo que posso. Nao tomem isso como uma indelicadeza". O E-ado" l