ENCIMPIÇâO DO HOSPITAL: 
- 
REUNIIO CONTURBftDI ... 
, 
(PIG. 08] 
FUNOA'iJOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IV ALDO PEREIRA 
ANO lV 
Redação Oficina e Administraçào 
Bela Vista, O de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 196 
Rua Duque de Caxias / 
JAII 
Câmara Solicita Auxílio para Estudantes 
do Campus Avançado (Página 07) 
Vereador Pede Fornecimento de Agua ao­ 
Domingos... (Pág. 07) 
Patrolar a Ruas ela Vilas Angelica. Camisão e 
e Brasil Foi a Solici.taçãu do erP,ador 
Ernando Barbosa (Página 07) 
Vereador pede Serviço de Coleta de Lixo (pàg. 4) 
Biblfoteca Pública... Ernando Barbosa pede . 
Providências... (pág. 4) 
Jota Jota Entrevista Dra. Enil Pereira de 
Souza... (pág. 05) 
ESPORTES: SESSENTA É 
NOTIIA... (PAG 2) 
CRONICA DE 
ALENCAR ... 
ALTEVIR DE 
(PACi. 9) 
Gastão Muller: Arena a Favor da Divisão de Mt... (Pag 9) 
·- -=== 
Governo do Estado Solicita 250 Milhões ao projeto de 
Mecanização Agricola (Pag 04) 
"Uma sociedade sem líderes é uma sociedade entregue à 
sua própria sorte, É uma nau em leme. E tal sociedade é 
um campo propicio para o desenvolvimento de todos os vicios 
Os homens desorientado em tal ocierJade são pre,as fáceis 
to uso dus drogas que se apresentam como sedutoras pro­ 
messas rte paz interior 
(Leia na Página 06 A- Drogas e a sociedade) 
Baile no B E	L	A	'	T E S E 	. .	. reportagem 
na próxima edição. O revigoramento do clubr, 
a nova diretoria, ainda e mau- uma vez. os 
«encrenqueiros» (Leiam na próxima E<lição) 
Médico Nega Socorro a Menino Acidentado, Motivo: Dinheiro na 
na Frente, Tratamento Depois... (Pag 11) 
Agradecimento do Dr. Roberval Borges 
Venho por intermédio da "Tribuna da 
Fronteira", trazer meu agradecimento público e 
de coração, a todos aqueles que na reunião da 
Beneficência demonstraram de maneira tão ca­ 
lorosa e expontaaea. numa atitude inequl·oca, 
o seu irrestrito apoio a minha pessoa, quando 
tomei da palavra em defesa de minha honra e 
probidade. 
A atitude de todos aqueles que lá compa­ 
receram me sensibilizou pela demonstração de 
estima, consideração e amizade; e acima de tudo 
numa prova irconteste de confiança. 
Agradeço tambem a todos aqueles que, 
quer nos encontros ou em minha casa, a toda 
hora, tem me procurado para oferecer seu apo­ 
io e solidariedade. 
Muitas vezes nos defrontamos com atitu­ 
des adversas a nossa conduta, e nos conforta, 
sabemos credores da confiança angariada nestes 
23 anos de luta diária nestu cidade no exereicio 
du medicina, como pecuarista, chefe de familia 
e homem honesto. 
. _ Ap6s mais esta luta u contrn gôsto, - onde 
já pedi a abertura de inquerito artminis,ratirn 
para ap:!rução da verdade, e com o reconheci­ 
mento de voces tenho mais estimulo a posse­ 
guir fortificado, em prol de melhores serviços à 
nossa comunidade. MUITO OBRIGADO. 
"Com_ o equilibrio e a visão que lhe são habituais, o cardeal 
D. Vicente Sherer, arcebispo_de Porto Alegre, denunciou 
veementemente, a infiltração comunista no Movimento 
Internacional da Juventud> 'Operária Católica... (Pag. 06)

bela Vista 00/02/76 	Esportes 
CS BIUL 
de Leontina do Prado Ferreira 
Produtos alimenticios m geral bebidas, secos e molhados 
latarias em geral 
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Campo Grande 	.Mato Grosso 
1 
-. -o 
it 
- 
..:=.. - - -~;; , ,, ~ ~, 
-- _ Ui g 
É pois é, o Sessenta 
Esporte Clube vai bem 
obrigaria, com sua Dire­ 
toria trabalhando mais 
do que nunca em pró! 
dos eus associados e 
simpatizantes frequenta­ 
dores de sua nova séde 
social; estamos oferecen 
do uma quadra de ureia 
E2E:E;±!E OAÃO A NOSSA la para jogos de xadres, 
damas; dominós e mais 	» 
um bar e SENHORA DO PERPETUO refrigerantes e mais sal- 	. 
gadinhos para serem sa- 
boreados nas horas dela- SOCORRO 
zer de cada um. Breve- 
mente estaremos ofere- 
cendo também uma qua­ 
dra de bocha e um cam 
po de futebol de S(oito), 
para que seus associa­ 
dos e simpatizantes pos­ 
sam ter melhores horas 
agradáveis em sua vida 
cotidiana. e em troca de 
tudo isto que estamos e 
vamos oferecer, pedimos 
apenas o comparecimen 
to de um modo geral de 
todos em nossa séde so­ 
cial para se desfrutar 
o melhor possível do que 
estamos oferecendo. E si> 
ainda não bastasse, a Di­ 
retoria vai oferecer um 
magnifico churrasco no 
dia 22 (vinte e dois) do 
C'.Jrrente, na chacara do 
Sr. Goeth Escobar co- 
brando a insignificancia 
de CrS 15.00 (Quinze Cru 
zeiros] por pessoa e em 
pró! da uossa séde soci­ 
al para que possamos 
dar maiores divertimen­ 
tos aos associados e sim 
patizantes. Fazemos um 
apelo para que colaborem 
Para as iecessidades Temporais 
O lliie do Perpetuo 
Socorro, devotos sem nú 
mero acercam-se conti 
nuamente de vossa vene 
rável imagem, imploran 
do-vos compaixão. To 
dos Vos bendizem como 
seguro amparo dos mi 
saráveis. Todos experi 
mentam o beneficio de 
vossa proteção maternal 
Com confiança, pois apre 
sento-me Yó,:.. Vêde ter 
na mãe. os muitos pel-i 
gos a que estamos, quão 
numerosos as 1,ossas ne 
cessidades; • Angústias e 
sofrimentos nos afligem 
muitas vezes; os revezes 
da fortuna siio dolorosos 
com a nossa rampanba po 
is estamos certos de que 
melhores dias virão pa 
ra a familia sessentina. 
e a prova está ai para 
ninrruém botar defeito a 
nova sede em pleno fun 
cionamento. 
A.S. Santos 
e trazem miséria para 
os lares; encontramos a 
cruz em toda a parte! 
Tende compaixão de nós 
e de nossas familias ó 
Mãe compassiva; espe 
cialmente nesta necess1 
dade [aqui menciona o 
pedido). Socorrei-me_ó 
Mãe, em minha aflição, 
livrai-me de todos os 
males; si for da vontade 
de Deus que eu sofra 
mais tempo, alcançai-me 
que eu sofra tudo com 
amor e paciencia. Isto 
eu espero de Vós com 
confiança porque sois 
nosso Perpetuo Soccrro. 
a) A.S.A. 
,J  
. ,,, 
MOVEIS DELBII 
IIVENIDD 
MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL 
SDNtO E ZANCINELUI LTDII. 
DUQUE DE CAXIAS 446 
JIRDIM-MJ 
l

Bel Vi.ta 08/02/76 	Rotary é Notícia 
Hsgina .S 
[ 
" --- is 
l .érs 
O 0EJETTVO DEROTARYEA {Ç} 
. . 1$ã 
INFORMA(ÃO ROTARIA • . 
Sr GC'unane" 
Eduardo Florsheim 	nmASSAIIY 
MEL1O 
.. 1 
O artigo dedicado no ria o papl'1l de pôr em 
objetivo da Rotary, blll prAtlca esta interpretu­ 
nossos estatutos, é de U· çúo. Por «Informação Ro­ 
ma clareza cristalina e tária» entendemos «o pro 
túo conciso que é multo cesso pelo qual os sóei­ 
fácll reter o seu manda- os. ficam ínrormado!'I a­ 
mento de « Estimular e cerca do objetivo, prin­ 
fomentar ideal de Ser- cíplos e desenvolvímen­ 
vil'». Ensinando os qua- to de Rotary e de suas 
tro caminhos recomenda- quatro avenida de ser­ 
dos para que este objeti- viço». (Glossário ). Não 
vo possa ser transforma nos referimos aqui à de­ 
do em ação, é um dos terminada comissão, mas 
artigos mais curtos da ao processo de ensioame­ 
magna carta rio Rotary nto em geral que pode 
Cub. Sendo muito cone!- ser ministrndo por t/ nós 
so, é ipso facto,. muito seja em palestras diante 
generalizado e logo su- de um grupo de interes­ 
jelto à iuterpretações. sados, seja em simp[es 
O estatuto padrão conversa com nossos vi­ 
serve para todos os Ro- zi'nhos dH 
tary CIubs do mundo e mesa. 
portanto deve ser possi- Muito se discute so 
vel aplicfl.-lo s~ja nu ln- bre quem deve recebet· 
donésia seja no Alaska, Informação Rotária. 
no Nepal como na Suí- e não são poucos os 
cu, em cidades grandes Rotarianos antigos que 
e em aldeias, em centros pensam poder dispensar 
-ie indústria como em á- estes ensinamentos. Mas 
reas agricolas. Mas as o- todos nó assinamos um 
portunidarles de servir compromisso, quase diria 
são diferentes nas várias pre turnos um juramento 
regiões; basta pensar em ao ingressar em Rotary, 
locais tão próximos um e nossa responsabilidade 
do outro, mas com pro- nos é lembrada· pelo ar 
blemas tão completamen tigo XJ, esse grande des 
te diversos, como é o conhecido, dos nossos es 
centro de ão Paulo com tatutos, -que diz: "O sócio 
parado com Embú. O de- aceita os princípios ele 
uominador comum para Rotary, conforme expres 
todos é o est!l.tuto pa- so em seu objetivo, con 
àrão, mas para adaptá-lo cordando e obrigando-se 
às circunstllncias especí- a submeter-se a cumprir 
ficas de cada localidade, os estatutos e regimento 
devemos ter a liberdade interno do clube, e sõ 
de ai:ilicar nossas inter- mente nestas condições 
pretações, nossas defini- tem direito aos privilé 
ções. A isto somos enco gios de sócio." Podemos 
rajados pelo próprio R.I. deduzir que mesmo o só 
qne nos diz: «As restri- cio com 100 o/ó d!:! rre 
ções estatutárias e nor- quência, mes que não 
mativas são mantidas a presta serviços, que não 
um minimo necessário trabalha ativamente pe 
para preservarem as ca- lo objetivo de Rotary, 
racterisllcas fundamen- não faz jús aos privllé 
tais e únicas de Rotary. gtos de sócio. 
Nesses dispositivus há Existe portanto a ne 
um máximo de flexibili- cessidade da informação 
dade na interpretação e rotãria, porque: 
execução das normas de 1º) nosso objetivo e 
R.L especialmente no ni- às formas de alcança-lo 
vel local.» (Manual 1973 süo explicados nos esta 
pág. 36). 	tutos em termos muito 
Existe a necessidade generalizados a fim de 
da interpretação, e R. i. poderem ser aplicados 
nos incentiva para tanto. em todos os clubes do 
Cabe à Informação Rotá mundo inteiro; 
casn VENDE-SE 
Vende-se a casa da Rua Sebastião Crispin do Rego. 
L5, com 21000 m 2 de área coberta, construida em ler 
reno de 30 x 60. Por apenas CrS I00.O0O,O0, preço até o fim 
deste mes. Tratar na Casa Imperial- Bela Vista. Mt 
2º) O próprio R.I. O8 pe 
de que Interpretemos 
com flexibilidade; 
3%) a fim de servir te 
mos que traduzir para 
casos Ei&pecíílcos os en 
Rinamentos genéricos; e 
4°) os tempos mudam e 
nós mudamos com eles, 
os problemas de hoje 
não sãn os mesmos de 
dez anos atrás. 
No sos estatutos de 
vem portanto ser inter 
pretados e re-iulerpreta 
dos constantemente, de 
vem ser criticados e su­ 
bmetidos a exames rigoro 
sos. Se eles não resistem 
à,; nossas interpretações. 
devemos tentar muda-Ia 
pelas vias que R.I nos in 
dica para este fim. 
'e é vel'llade que as 
interpretações rnullifor 
mes dn objetivo geram 
forças C<:,ntrífugas, q:;e 
até certo ponto, são mes 
mo encorajadas por R.I 
por nutro lado, atuam 
também esforços em en 
tido contrúrio, centríµe 
ta. Isto porque as ma 
neiras de servir rotaria 
mente não existem em 
números ilimitados. A é­ 
tica profi sional é a roes 
ma uqui e no Japão: po 
de haver 1livergênci11s 
em detalhes, mas os prín 
cipios são idênticos, por 
serem baseados nos man 
da:22entos da nossa civi 
lização. A assistencia às 
vitimas de terremoto no 
Perú se processa da mes 
ma maueira como o i:o 
corio aos flagelados pe 
las enchentes no Brasil 
A experiência ganha por 
um clube, servirá aos 
demais, pois todos tem 
como denominador co 
mum a vonlhde de Ser 
vir. Ao comunicarem 
seus êxitos a R.I. este 
se torna assim um cen 
tro de trocas de expe 
riencias, tenham elas si 
do corou.das de êxito ou 
não, _acumulando um ca 
pital à disposição dos 
clubes, uma informação 
rotária em escala inter 
nacional, centralizada. 
A informação rotária é 
a ext.c:.ns-àt' e o complemento 
do objetivo de Rotary, ela dii 
vida às letras e aos parigra­ 
fos. O objetivo de lotar é 
a força centralizadora que 
mantém a unidade de R. I.; 
nossas adaptações e interpre- 
tações são a diversidade den­ 
tro desta Unidade, um prin­ 
cipio sadio que, fortalecendo 
os clubes, aumenta a pujança 
de R. I. 
Prefeitura Municipal de Bel a Vista - Mt. 
Decreto 8.o 02/76 de 05 de Fcv. de 1.976 
Cria a Escola Mui­ 
pal - Jardim de Jnfuncia 
e Pré-Primário Castell­ 
nho Encantado". 
Dr. Huhen A. Abbott 
de Castro Pinto, Prefeito 
Municipal de Bela Vista 
ilt. no uso de suas a­ 
trlbuições legais e basea 
do no ArL 79, pare.grafo 
1° da Lei Federal n 
4.320 de 17 ele ilarço 
de 1.964 e no art. 4<! pa 
ragrafo 2" da Lei Esta­ 
al no 635 de 04 d De­ 
zembro de 19U4. 
DECRE'l'A 
Art. 1- Fica criada a 
Escola Municipal Jarrlim 
de !l,fancli-1 e Pré-Primá 
rio Castelinho Encata­ 
do. 
Art. 2º - A Escola fun­ 
cionará sob o regime 
adaptado n a s Escolas 
Municipais. 
Art. 3 - A Escola funeio 
nará em prédio próprio 
municipal, ,;ito à Aveni­ 
da Teodol'O Sativa, es­ 
quina com a Ruu Cui:1- 
bá. 
Art. 4° - A Escola é im­ 
plantada, de acordo com 
os tuais objetivos do 
Ministério de Educação 
e Cultura. 
Art. 5•1 - Este Decreto 
entrará em vigor, à par 
tlr de Janeiro de 1976, 
revogando-se as disposi­ 
ções cm contrário. 
Prefeitura Municipal de 
Bela Vista-Mt, 05 de Fe­ 
vereiro de 1976 
Dr. Ruben A. Abbott de 
CuslTú Pinto 
Prefeito ilunicipal 
Decreto .o 01/76 de 05 de Fev. de 1.976 
"Cri a Escola Muni­ 
cipal de 1 ·o Grau e de 
Iniciação Prorissional de 
Artes e Oficios - Enge­ 
nheiro Garcia Neto". 
Dr. Ruben A. Abbott 
de Castro Pinto, Prefei­ 
to Municipal de Bela Vis 
ta '.ll, no uso de suas 
legais atribuições e ba­ 
seado no .rt. 7·o pará­ 
grafo 1 ·o da Lei Fede­ 
ral no 4320 de 17 de 
Março de 1964 e ao arl. 
4o parágrafo 2o da Lei 
Estadual n'o 635 de 04 
de Dezembro de 1964. 
DECRETA 
Art· 1 ·o - Fira criada a 
Escola Municipal de 1o 
Grau e de Iniciação 
Profissional de- Artes e 
Ofieios - Engenheiro Gar 
eia Neto 
Art. 20 - Nesta Escola 
funcionarão os Cursos 
Decreto 
Dispõe Eobre a no­ 
va denominação da Es 
cola Municipal Jarbas 
Passarinbp. município de 
Bela Vista. 
O Dr. Ruben Alber­ 
to Abbott de Castro Pi.o 
to, Prefeito Municipal de 
Bela Vista, usando das 
atribuições que lhe são 
conferidas em Lei, etc. 
Considerando as no­ 
vas dennminaçõei> ( e 
II Graus) introduzidos 
pela Resolução n 23 do 
CE E; 
Considerando a Exi­ 
gencia da Secretaria de 
Educação e Cultura, pa­ 
ra autorização das Es­ 
colas Municipais. 
DECRETA 
Art. 1·
0 
- A Escola lIuni 
Primários. Supletivo diur 
no e iniciação profissio­ 
nal de Arles e Ofício&. 
Art. 3o - A Escola fun­ 
ciumará n o prédio da 
antiga Escolas Normal 
Rur:1I, à Rua Barão do 
Lactário. esquina com 
Visconde de T,rnanay. 
Art. 4o A estruturação 
da Escola é fe!ta Je a­ 
cordo com a Lei de Di­ 
retrizes e Bases - lei no 
5.692. de 11-08-71. 
Art. 5o - Este decreto 
entrará em Vigor. a par 
tir de Janeiro de 1976, 
revogando-se us disposi­ 
ções em contrário. 
Prefeito .'.lunicipal de 
Bela Vista-mt, 05 de Fe­ 
vereiro de 1976. 
Dr. Ruben A. Abbott 
de Casro Pinto 
Prefeito Municipal 
.0 03/76 de 05 de Fev. 1.976 
cipal denominada d e 
Escola Jarbus Passari­ 
nbo • criada pela Lei o·
0 
624fi4, passará a deno­ 
minar-se: Escola Munici­ 
pal de 1·
0 
Grau Jarbas 
Passarinho. 
Art. 2° - Este Decreto 
entrará em vigor na da­ 
ta de sua pnblkaçilo re 
vogadas as disposições 
em contrário. • 
Prefeitura Municipal de 
Bela Vista-MT. 05 de 
Fevereiro de 1976 
Dr. Ruben A. Abbott 
de Castro Pinto 
Prefeito Municipal 
Bela Vista. 
de 
preço deste 
Exemplar 2,00

ela Vista 08/02/76 	Política 
Ia@ina 0l 
iiOVERNO DE MI SOLICITA 250 
Secretário Bento 
Cuiaba O Gover- 
no de llato Cro o 
esti solicitando à úre .. 
federal financiamento ele 
250 milhões de cruzei­ 
ros p/ o Projeto de Me­ 
canização Agricola do 
Estudo. dentro do Polo­ 
centro. O Governador 
Garcia Neto tomou a de 
ci ão dia 27 pp. uo des­ 
pachar com o ecretár1o 
de Planejamento e Co­ 
ordenação Geral, Bento 
Porto, presente também 
ao encontre o ecretá­ 
rio da Agr!cullura Ect­ 
mundo 'T'aques, quaudo 
assinou oficio endereça­ 
do uo Presidente do San 
co Central, sr. Paulo 
Lira, pleiteundo os re­ 
cursos. Idêntico ofício 
foi também encaminha­ 
do uo Coordenador do 
Grupo do Programa de 
Desenvolvimento d o s 
Cerrados, sr. Geralao 
Alencar. 
A olicitação de fi­ 
nanciamento é acompa­ 
nhada de cópia do Pro­ 
jeto de :lecaulzação A­ 
gricola. 
No oficio em que so 
licita fiuanciamento ao 
Banco Central, o gover­ 
ador Garcia Neto es­ 
clareceu que referido 
projeto prevê uma apli­ 
cação, em 1976, da or­ 
dem de 250 milhões de 
cruzeiros. d o s quais 
154 milbões ôé constitu­ 
em no eu.préstimo plei­ 
teado e o restante co­ 
mo reinvestimento das 
receitas operacionais. 
Ressalta ainda que o Go­ 
verno Estadual, visando 
a execussào e organiza­ 
ção· técnico-administrati­ 
va do Projeto, criou re­ 
centemente a Cia. de 
Desenvolvimento Agrico 
la do Est. de Mato Gros 
so - odeagri. 
Porte 
Ministério do Agricultura 
dobro apoio o Mí 
De outro lado, o Go­ 
verno de ilato Grosso te­ 
rá este ano apoio dobra 
do do Ministério da Agri­ 
cullura, com rn!ução ao 
ano passado, para PIa­ 
nejr sua agricultura. E 
o que informou o secre­ 
táro Bento Porto, após 
reuuir-se com missão da 
Exmo. 
lndícoç:io N.o 
os termos do arti­ 
go 102 do Regimento 
Interno da C'àrnura ilu­ 
nicipal, após a apresen­ 
ação Regimental em 
Plenário, seja encami- 
nhada uo r. Prefeito 
ilunicipal expediente 
com a seguinte indica­ 
çilo: "IndicCl ao Sr. Pre­ 
feito Municipal, a neces­ 
sidade dn se estender o 
serviço de coleta de li­ 
xo até as ruas e aveni­ 
das principais da Vila 
Angelicu, principalmeute 
no setor comercial. 
J U S T l F I CAT I V A 
MILHÕES AO PROIEI DE MECANIZAÇÃO AGR!COLA 
Representando a Co­ 
missão Estadual de PIa­ 
nejamento Agrícola par­ 
ticiparam dos trabalhos 
o seu coordenador-geral 
e coordenador-substituto, 
respectivnweutc Eucário 
Antunes de Queiroz e AI 
varo Lucas do Amurai. 
Secretário Edmundo Taques 
Subsecretaria de Pla­ 
nejamento do :IA e com 
a coordeuadol"ia da Co­ 
missão Estadual de Pla­ 
nejamento Agricula, pa­ 
ra reformulacão de con­ 
vênio. Pelo novo acordo. 
o Ministério da Agricol­ 
tura deverá destinar 01 
milhão e 900 mil cruzei­ 
ros à CEPA, a fim de 
que possa expandir suas 
atividades no Estado. 
A missão, integrada 
pelo técnicos C ar 1 os 
Luiz de iliranda e Ricar­ 
do ebastiüo Lourenço, 
cue vem prestando as is­ 
tência ao planejamento 
agrícola junto a todos os 
Estados brasileiros. con­ 
cluiu hoje os detalhes 
para reformulação do 
convênio. 
CE#IDEC 
De outra parte, ain­ 
da, chegou a Cuiabá, a­ 
vistando-se com o Secre 
tário de Planejamento. 
sr. Bento Porto, um re­ 
presentante do CENDEC 
IPEA, com a final.dade 
de entrevistar candidatos 
do setor público estadu­ 
al aos cursos de Elabo­ 
ração P Análise de Pro­ 
jetos e de Estatística pa­ 
ra o Planejamento, :::!J­ 
nistrados por aqueles ór­ 
gãos, ambos vinculados 
à ecretaria de Planeja­ 
mento da Presidência da 
República .. 
O emissário, sr. Pau­ 
lo Couto Teixeira, que é 
Professor C,,ordenador 
de Curso do Centro de 
Treinamento para o De­ 
senvolvimento Econômi­ 
co e Social. iuformou que 
cinco técnicos de Mato 
Grosso são candidatos 
aos dois cursos supra­ 
mencionados. 
Sr. Presidente daECâmcrra Municipal de Jardim -Mt. 
Req. N.O 02 75 EM3 
01/75- EM2 
por parte do Poder Pú­ 
blico, no que tange a 
higiene e fiscalização 
de salubridade. Nãú po­ 
de a administração per­ 
mitir que a população 
da Vila Angélica fique 
a mercê de contamina­ 
ções pela poluição do 
meio ambiental, ocasio­ 
nado pela putdferação 
de lixos e detritos nas 
vias públicas; uma vêz 
que, os quintais das re­ 
sidências nii.o mais su­ 
portam armazenar os 
lixos e detritos. 
Senhor Prefeito, a 
presente proposição in­ 
dicatórta visa contribuir 
com a Vossa Administra 
ção e salvaguardar o 
interesse da salubridade 
da saúde pública; baseio.­ 
se nas solicitações e re­ 
clamações dos morado­ 
res da Vila Angélica re­ 
ferente a coleta de lixo 
analisa:::do tais pedidos 
reclamações, confirma­ 
mos serem procedentes 
dado o quatum do au­ 
mento populacional e de 
edHicacões Jaquela Vila 
sendo inclusive o segun- Ernando Martins Barbo­ 
do centro coperciul de sa 
Jardim. urge portanto, 
um melhor utendimento 
Certo de que o Sr. 
Prefeito Municipal não 
olvidará em atender a 
esta legitima aspiração 
e direito do povo da 
Vila Angélica; pondo 
assim mais uma vez a 
prova o sua vontade em 
servir u população de 
Jardim. 
Sala de Sessões da 
Càmara llunicipal, 28 de 
janeiro de 1976. 
·Vereador da Arena 
Req. N.o 04, 76- EM 
Indicação No 0376- EM 
os termos regimen 
tais requeiro a Mesa, a­ 
pós ouvir o Plenário, se 
ja encamin!Jado expedi 
ente ao Chefe do Execu 
tivo, indicando a neces­ 
sidade urgente de colo 
co.r em funcionamento a 
a biblioteca pública i'l·Iu 
nicipal, para melhor aten 
der aos alunos do Cam 
pus Avançado, ministra 
do pelo CPA. nos perio 
dos de férias em nossa 
Cidade. 
Justificativa 
Senhor Prefeito. em 
hora sabemos ser inume 
ros os incentivos e apoio 
de V. Excia .. para o se 
tor educacional de Jar 
dim, se faz mister e em 
caráter de urgência mais 
uma contribuição, que é 
o funcionamento da Bi 
blioteca Pública :lunici 
pal, por que o eurso em 
referência exige acura 
. das pesquisas, e nilo te 
mos em nossa cidade 
uma capaz de auxiliar 
estes alunos que serão 
amanhã os professores de 
nossos filhos: por que en 
tão, se temos condições 
de oferecer-lhes maiores 
condições de preparo, 
não oruporciona-los? Te 
mos um acervo enorme 
de livros sem utilização 
temos um posto cultural 
do Mobral com um par 
co acervo de livros fun­ 
cionando diáriamente 
com uma· funcionária pa 
ga pela Prefeitura, prati 
cumente sem maiores a­ 
proveitamentos. Porque 
então, nao se transfere 
esta servidora para a 
biblioteca Pública Muni 
cipal e faça funcionar 
junto a esta uma estante 
do Mobral? 
O problema esta fá 
cil de ser solucionado, 
tenho a certeza que o 
Senhor Prefeito compre­ 
enderá a µrorunúidade e 
necessidade de minha in 
dicação e saberá com Iu 
minosidade solucionar 
e servir ainda mis os 
alunos jardinenses e de 
alhures :..nuniclpios, que 
sem medir esforços. se 
empenham em preparai 
melhor para melhor ser 
vir a nossa Comunidade. 
Sala das Sessões, 28 
de janeiro de 1976. 
Ernando Martins Barbosa 
Vereador da Arena j

ela Vi»ta 08/02/76 
Entrevista 
I'igins o 
a 
í 
't: 
Nosso propósito é levar 
ao conhecimento dos 
leitores da TRIBU A os 
fatos que ocorrem em 
nossa cidade e muniei­ 
plo no que tange seu 
desenvolvimento no se­ 
tor economlco, social e 
polltlco, pois só assim 
multas pessoas poderão 
ficur inrormudas do que 
promove o homens 
Importantes d e nossa 
terra, na industria, co­ 
mercio, agricultura e ou­ 
tras atividades. 
• Como atualmente a 
méta da problemática na­ 
cional é o HOMEM-sua 
valorizaçãc num concei 
to positivo, justo é que 
comecemos a fazer nos­ 
so trabalho pelo q u e 
diz respeito a cultura e 
e educação do povo, e 
lo que tornou-se obriga­ 
tório entrevistarmos a 
ilustre Delegada Regio­ 
nal de Educação e Cul­ 
tura de Bela Vi ta, Dru. 
Enil Pereira de iouza, 
que, com a sua prover­ 
bial gentileza uos aten­ 
deu, concedendo-nos las 
seguintos informações 
sobre o ano letivo de 
1976, respondendo nossas 
perguntas com muita 
firmeza: 
6 
Oro. Enll, qual o pro­ 
gramo cultural p/ o ano 
letivo de 19762 
R- O Programa Cultural 
ou técnicamente dizen 
do "Calendário Escolar 
1976", elaborado pela 
Delegacia Regional de 
Educação e Cultura e 
enviado para todos as 
as Escolas. Estaduais 
pe,rtencentes a ,Jurisdi­ 
ção, assim como à Pre­ 
feitura Municipal a titulo 
de colahoraçilo, é bas­ 
tante extenso para ser 
detalhado e entrevis­ 
ta, porém posso adian­ 
tar que o mesmo reiere­ 
se aos níveis de I e II 
Graus onde inclue-se: 
1)- Normas Gerais 
Administrativas que com- 
preende o período de ma 
tricu Ia; classtrlca 
çlo de Alunos, distribui­ 
ção de turmas, turnos; 
horário Escolar; Lotação 
do Pessoal; Regime de 
funcionamento; dias leti­ 
vos; Carga Horária anu­ 
al; emanai e diária. 
2)- Orientações Se 
mestrais e observações 
Gerais «4 bimestres»- p/ 
cada bimestre, a deter­ 
minação de Inicio, térmi­ 
no. avaliação, entrega 
de notal:l à ecretaria e 
aos alunos, Reuniões de 
Associação d e Pais e 
Mestres, Assoiaçüo de 
Professores, datas a se­ 
rem comemoradas, além 
orientações especificas 
e nece Párias p/ cada 
bimestre, como. Período 
de ondagem de alunos, 
parada das aulas para 
elaboração do Planeja­ 
mento Pedagógico semes 
ti-ai, pelos professores, 
Recuperação emestral 
e Longa, Férias dos alu­ 
nos, Férias do: professo 
re , etc ... 
Lembramos ainda 
que na I Reunião de 
Pais e lle tres, marcada 
p/ o dia 8,03/76, 'deve­ 
rão o: professores, da­ 
rem conhecimento aos 
pais dos sem; . alunos do 
referido calendário. 
E o início dos aulas? 
R- Conforme já dis­ 
se, consta no próorlo 
Calendário e o pessoal 
administrativo de cada 
Estabelecimento de Eusi 
no deve divulgar àqueles 
que s e matriculam. O 
inicio deste· período se­ 
rá dia 8 de Março do· 
corrente. 
- A Delegacia Dispõe 
de Corpo Docente com­ 
pletos para todos os ts­ 
tabelecimentos de Ensi­ 
no da sua coordenado­ 
ria? 
R- O quadro docente 
deste ano será o mesmo 
do ano anterior, com as 
variações normais de n 
de aulas, distribuição de 
séries, aumento de alu­ 
nos e possíveis substitui' 
ções para pessoal que 
se transfere, entra cm 
licença etc .. 
E o material Fscolar e 
Didático? 
R- Recebe·mo-lo gra­ 
dativamente da Secreta­ 
ria de Educação e Cultu­ 
ra, através do seu de­ 
partamento de Adminis­ 
tração Patrimonial, para 
este ano, por exemplo 
já temos destinada p/ 
esta DREC, 320 (Trezen­ 
tos e Vinte) Carteiras 
(solicitamos o envio de 
mais 200; para suprir as 
necessidades da. Esco­ 
las) 2.000 (Dois Mil) ca­ 
dernos, livros didáticos 
para todos os alunos de 
nivel a IV do I Grau, 
material de consumo 
e de límpeza suficiente 
para os meses de março 
e abril. 
- A ecretaria de E­ 
ducação dá pleno apoio 
em tudo que concerne a 
educação da juventude 
como em particular a 
V. Excia,. no cargo que 
exerce? 
balhamos para atingi-los 
e sendo assim só há 
motivo para sermos a­ 
poiados. 
Quanto 
escolares: 
em boas 
truturals'? 
aos Prédios 
Todos estão 
condições es- 
R- Não, temos pré­ 
dios em estado bom, re­ 
gular e precário porém 
a situação física do 
mesmos é ele conheci­ 
mento dos nossos upe­ 
riores' basta dizer que 
foram incluídos no pla­ 
no de obra primelramen 
te: P.P0/72, P.P.0/7374 
e posteriormente no pia 
no de obras 73/75. Isto 
significa que as provi­ 
dências que atribui:.t a 
esta DREC, for&m torna 
das. 
Fala-se na cidade 
sobre sua transferência 
p/ relevante cargo na 
'ecretaria de Educação 
e Cultura, esse comentá 
rio é assunto real? 
R - De fato já recebi 
convite assim como !.am­ 
bem manifestei vontade 
de tranferir-me pois te­ 
nho por norma a reno­ 
vaçãc. Só não vou pre­ 
ctmr a data da transfe­ 
rênciu. 
Capital, n o qual está 
registrado a atuação 
criteriosa e inteligente 
de Dra. Enil, pelo que 
mereceu referencia elo­ 
giosa do Chefe. 
Encerramos com es­ 
tas noticias a entrevista 
concedida pela ilustre 
Delegada, concluindo 
que o seu merecimento 
realmente faz jús a um 
cargo de maior relevo. 
Felicita mos Dra. E­ 
nil pelo que pudemos 
observar em seu desem­ 
penho na direção desse 
complicado Órgão d o 
Estado, como tambem 
pelo que vimos na orga 
nização da sua Reparti­ 
ção: funcionários disci­ 
plinados, trabalho in­ 
tenso e produtivo. 
Agora, as constan­ 
tes fofocas sobre sua 
pessoa, ficam para as 
que gostam d? fofocas. 
Vamos fazer o Brasil 
crescer! 
Jota Jota 
Cortados todos os 
R- A ecreturia de 
Educação e ·Cultura, a­ 
través do Exm·º Sr. 'e- Muito bem. Damos 
rretário d e Educação por satisfeitos com a 
Dr. Lou.remberg :Ribeiro declarações da Dra. E­ 
Nunes Rocba, dá e sem- nil, achando eue tudo 
pre deu pleno e total a- corre normalmente no­ 
poio à Educação, apezar Currlculo-que será exe- Por falta de pre ta 
da dificuldades que se cutado. ainda mais to- . ção de contas e relatório 
encontra. Trata-se de mando· conhecimento a- de atividades de consu 
pessoa altamente gabari- travéz, de ofícios e outros mo de medicamentos à 
tada, escolhida pelo Dr. documéntos do esforço Coordenção de Cuiabá, 
José Garcia Neto, Gover empregado por essa jo- a CEME decidiu cortar 
nadar do Estado, muito vem Educadora em tudo a quota de medicamen 
acertadamente pois traz que diz respeito o supri tos que fornecia ao Hos 
consigo todas as quali- mento de tão impertan- pital São Vicente de Pau • 
dades necessárias que te setor que é o Ensino Ia. Estão prejudícados as 
a pasta requer. • com tanto interesse. sim todos os enfer- 
Quanto a mim, rece- inclusive quanto as re- mos pobres de Bela Vis 
bo assim como todos os parações de predios es- ta que não terüo mais 
demais Delegados Regio- colares que é seu cuida os medicamentos, por 
nais o mesmo apoio que do desde muito tempo. desidia da Diretoria da 
dedica à. Educação. Co- Tivemos oportunidade Beneficencia Hospitalar 
mo Delegados represen- de ler o «Diário de Cu- de Bela Vista: Esta é a 
tamos S. Exa., nas re- iabá», que traz noticia informação. prestada pe 
giões. Os objetivos edu- sobre- uma reunião de to- lo Sr. Hamilton Dutra de 
cacionais da DREC, são dos os Delegados Regio- Andrade, Supervisor du 
os mesmos propostos pais de Educação com FUSMAT ao Prof eito 
pela SEC, e juntos tra- o Sr. Dr. Secretário, na Municipal. 
- . . ..... ... . 
Medicamentos que, 
a entral de Medi­ 
camentos fornecia ao 
Hospital ao Vieen- 
te de Paula 
1 
MINERDÇÃO 
"Produtor • do aláreo Bodoquena" km 54 Rodovia jardim Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e· no Novo Mato Grosso" 
BODOQUENA 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8

ela Vi-ta 0/02/76 Nosso Tempo e Política 
Cont. do nº Anterior 
III - Estruturas Convulsionadas 
Se volturmos o nos- E sentlmoi>. pol' to- 
so olhar p/ a nossa so- da parte, u falta das 
ciedade contemporânea, verdadeiras liderança8, 
veremos com espanto Nos das lideranças 
que, em todas as latitu- carismáticas de caráter 
dee, em todas as nações, puramente passionul. 
us grandes estuturas es- ão das llderunçns m1s­ 
tão convulsionudas Pa- ticas que podem por al­ 
rece que vivemos sol> gum tempo polarizar o 
o signo da incompreen- entusiasmo daqueles que 
são. Mulllµlicum-r1e os l>uscam alguma coisa 
congressos internaciona- mas que não sabem o 
is, reúnem-se ª" assem- que querem. Essa lide­ 
l>lóia p/ õiscussão dos ranças nüo levam a na­ 
grandes assuntos dos da, porque as suas o­ 
destinos da humanidade. bras e esboroam qunan­ 
E, apesar de tudo, os do diminul o passional 
homens não se entendem. e se arrefece o entu ias 
Nesse torvelinho ar- mo momentil.nec dos in­ 
rasdor e nessa tumultu decisos. Essas lideran­ 
ante· fermentação de çus surgem aqui e ali, 
lcltins a impre silo que agravando ainda mais 
se tem é de que a hu- o problema. 
manidade perdeu o se- O de que precisamo 
us objetivos. ão sabe- parém, é das li.deraaça 
mos p onde vamos. esclarecidas e inspirado- 
Em cada ser huma- ras alicerçadas na inte­ 
no encontramos a per- ligência e nas vontades 
plexidade diante de um de feno. Esses líderes 
mundo q no desafia em nüo encontramos. E es­ 
todo: os setores da vida. se lideres são aecessá- 
Com o equilibrio e a Y1suo que lhe ão habi 
tuais, o cardeal D. Vicente herer, arcebi po de 
Porto Alegre, denunciou, veementemente, a infiltra 
cão comunista no Movimento Internacional da Ju 
ventude Operária Catóhcn, arirmaudo que o seu 
novo programa. aprovado no Congresso de repre 
sentantes unidos, em Lintz, a Austria, evidencia, 
sem sombra de qualquer dúvida, a marca frisante 
da ideologia comuni tu. 
Ainda mais, frisou esse ilu tre purpurado da 
Igreja Católica, o Brasil, que as conclu õe do 
óinto Conselho Mundial da Juventude Operária 
Católica afastam-se totalmente, da linha e das di 
retrizes do seu fundador, o que é, na verdade, 
uma pena, em face da atuação tendenciosa desses 
falsos católicos. 
Substituiram o ideal do homem que se orienta 
segundo e. luz dos Evangelhos enfatizou D. ihe 
rer. por conhecid;;s pontos de pregação marxistu­ 
leninistu, aceitando-se e encampando-se, de manei 
ra c1am, u critica da sociedade e da economia 
própria do marxismo soviético ortodoxo, calando, 
capeiosumente, acerca da vocação-transcendente 
do homem e atribuindo a Cristo "os titulas allisso 
nantes que lhe conferem os negadores de sua grau 
deza divina". • 
• Por outro lado, desapareceram as referências 
aos assistentes eclesiásticos que se consideravam 
a alma do movimento, ccmo formadores da perso 
nalidade eristü dos jovens trabalhadores. 
Par a e s s e s forja d ore s rle grilhões 
pu.ra a c 1 u s s e o p e r a r i a, a dig 
nidade e o valor da pessoa humana não se tornam 
realidade sem a abolição da propriedade particu 
lar, embora sem se darem conta, esses reformado 
res, de que a liberdade não passa de mera formu 
la vazia de sentido, quando não inclui a possibili 
dade de reinvindicar os direitos individuais. 
. . Segundo D. Sherer, a declaração de Liiz pre 
coniza a luta de c!asses, definindo-a como a. cou 
sequencia das contradições eutre a classe dominan 
te e os cperarioi:, propondo como ideal a socieda 
de sem cla.sses. 
Mas até onde o comunismo extinguiu as elas 
ses? Até onde o comunismo valorizou a criatura 
humana? Até onde reconhece os seus direitos? Se­ 
rãa porventura. iguais em posição, em dinheiro, 
em conforto, em usufruto de bens na terra o cama 
marada Bre1.enev. todo poderoso e o pobre "cama 
as 
rios p/ definir com jus­ 
tnza os nossos proble­ 
mas e p/ nxur com co­ 
ragem os nossos objeti­ 
vos. Esses lideres silo 
imprescindíveis para a­ 
presentar à sociedade 
as soluções das dificul­ 
dades que nos acabru­ 
nhom e p/ conduzir, re­ 
almente, oa homens a 
essas soluções salvado- 
, 
ra. 
Uma sociedade sem 
liriere é uma sociedade 
entregue à sua própria 
sorte. É uma nau sem 
leme. E tal sociedade é 
cumvo pl'Opicio p/ o de- 
envolvimento de todo 
os vícios. Os homens 
desorientados em tal so­ 
ciedade são presas fá­ 
ceis do uso dut- drogas 
que se apresentam com 
eclutorns promessas de 
paz interior. 
. A necessidade d e 
verdadeiros lideres para 
curar os males da so­ 
ciedade ressalta bem o 
papel das instituições 
escolares nu construção 
de um mundo melhor. 
pois é missão de,;sas 
instituições formar esses 
líderes. Da.s nossa es­ 
colas, das nossas univer 
sidades é que devem 
IV - Posição de Contestação 
Outra característica 
de nossa sociedade é a 
contestação. E l a se 
toma bem clara no fe­ 
nômeno de todos os tem 
pos que é o conflito de 
gerações, mas que em 
nosso dias assume pe­ 
culiaridades bem defini-­ 
das. 
A novas gerações 
contestam simplesmente 
os valores das gerações 
passadas e procuram 
novos caminhos. Destro­ 
em o antigo e não en­ 
contram nada p/ substi­ 
tuir os ídolos destrona­ 
dos. Sabem o que que­ 
rem. mas não abem 
ainda o que querem. 
O primeiro dever 
das geruçõe antiga 
- 
INFILTRA€AO 
J 
CIEADE 
sair e+ses guias que, 
dentro da noite, hão de 
estar vigilantes anuuei­ 
ando os perigos e indi­ 
cando os caminhos. 
em relação às gerações 
jovens é o do exemplo. 
Compreende se a revol­ 
ta do jovens diante de 
um figurão que pregu 
moralidade, que fala de 
seu carâter impoluto, 
mas que os jovens su­ 
bem que vive de frau­ 
des e de golpes. que 8o­ 
nega o imposto de ren­ 
da e que viola o direito 
rios mais fracos. Com­ 
preende-se a revolta 
dos jovens diante do 
sacerdote que prega a 
justiça svclal e que com 
bate as opressões, mas 
que paga ao seu sacris­ 
tio um salário de fome. 
Os jovens raramen 
te se servem dos erros 
das gerações antigas pa 
ra melhorar os dias pre- 
entes e p/ evitar os 
mesmos erros no futuro. 
Contudo, muitas vezes 
procuram justificar suas 
próprias falhas com a 
ralhas dos mais velhos. 
ruela" que trabalha ao campo ou na indústria? Pos 
sivelmente, numa coisa são iguais: na vigilàacia 
que é exercida em torno de todos eles. do maio 
rui ao mais humilde: na idas e vindas dos cornu 
nistas ortodoxos ou heréticos; nos gestos, nas pala O segundo dever das 
vras, no olhar - tudo vigiado, espionado, anotado gerações mais antiga 
para as decisões do futuro. 	em relação às mais no- 
e a JOC, acrescentou o Cardeal herer, (a vas é saber compreen- 
JOC Internacional), resolver e conseguir . levar es der. O que vemos, en­ 
se programa de ação demolidora à exeéução, en tanto, é, muitas vezes. 
tüo estará selado o destino da di.nãmi.::a organiza o exagero em ambas as 
ção de gloriosa conquistas e opulentas realizaçõe5 partes. O que as gera­ 
em favor dos jcvens trabalhadores e do operaria ções anteriores levam a 
do mundial, encontrando-se, assim, numa eneruzi um extremo, gera na 
lbada •lecisiva. - 	sociedade o vicio opos- 
0 que se aplica a.,s opP-rários de todo mundo, to levado também às 
aplica-se igualmente à sociedade esluàanti.l, que é suas ultimas consequén­ 
uma das boas presas nas garras desses mistificado cias. 
res. Mui orientada; sem o es.::larecimento político, 
que lhe deveria ser ministrado; boa e generosa; A vida social nos 
julgando que é a verdade que sai d'ls lãbios des apresenta uma série de 
sas sereias vermelhas, vez por outra faz o jogo dualismo que para se­ 
das seus futuros opressores, i:ervrndo, simplesmen rem superados exigem 
te de isca pura esses pescadores de águas turvas. equilíbrio e ponderação. 
Foram muito oportunas as palavrl!.s do cardeal nuances muitas vezes 
arcebispo de Porto Alegre; e tanto mais oportunas sutis, mas que ract.icali­ 
quanto todos sabemos que o momento tem que ser za:!! em extremismos al­ 
de sérias advertências por parle de todos os po tamente perigosos. Po­ 
vos, que vivem permanantemente ameaçados na demos citar como exem­ 
sua liberdade e no seu inalienável direito de auto pio desses :lualiFmo!': o 
determinação. 	dt.reito e o dever, a au- 
Não se têm cansado as Forças Armadas de toridade e a obediência, 
chamar a atenção de toda a gente para esse a o capital e o trab,llho, 
meaçador ativismo, q u e n o pretendido o individualismo e o co­ 
rcspaldo dos jovens nperi'!rios, d o s es letivismo, a líberdade e: 
tudantes, dos católicos desatualizados, dos como a opressão, o respeito e 
distas e até da própria Igreja, iludidos, todos, pe o medo. 
lus doutrinas demolidoras de anti-marxista Marx, 
buscam o Poder por todos os meios. 
Vitoriosos, as promessas desapareceriam; e a 
Igreja iria por sua vez para o triste destino da i­ 
greja do silêncio, que, hoje, agoniza no mundo 
oriental. Mas, a essa esclarceida e lucida Voz do 
Pastor, outras vozes se juntar-ao. E o brado maior 
já. vem de Santa Fé, que deu. pela palavra do S!tn 
to Padre a definição que o cuso merece. ·,. 
Talvez estejamos, agora, no ini:cio da reviravolta. 
[Jornal <lo Comércio-Recife, 5 de Dez de 75] 
Os jovens que con- • 
testam e que não en­ 
contram nenhum eco de 
seus gritos, nenhuma 
compreensão por parte 
das gerações antigases- 
tüo dispostos a seguir 
todos os caminhos, in­ 
clusive o caminho som- 
brio das • d r o ~ ~ s.

lldn V i,la 0H/02/76 
âmara é Noticia 
E){mo. Sr. Presidente da 
' 
l 
' > 
Edmilson Brum Escobar 
Edmilson Brum Es­ 
cobar. bra ileiro, casado, 
Vereador, residente nes­ 
ta cidnde; vem mui res 
peitosumente a presença 
lle V. Excia. . que apos 
provado por este pie­ 
nírio seja encuminbada 
ao Ex111º. Sr. Pr e rei to 
:lunicipal u ludicuç:lo se­ 
guinte: 
1 
[ 
lndicac;ào 
INDICO uo Exm. Sr. 
Prcl'eito ilunicipul a pos­ 
sibilidnde do b'xecutivo 
úonceder um auxíli" de 
CrS í.00íl.0ll ( Sete i1il 
CruzeirPs ) uos Estudan­ 
tes do Campus Avança­ 
do que estão l"azendo o 
referido Curso em nossa 
cidade que aqui não re­ 
sidem, vindo de cidade,; 
vizinhas de ncsso Esta­ 
do buscar luzes de Ensi­ 
no em nossa cidade, que 
são em número de 35 
( trinta e cinco ) alunos 
que estudam nos horári­ 
os de 12,O0 hs. e 30 mi­ 
nutos ás 1 G,30 horas e 
dus 18,00 horas às 22,15 
horas e no periodo da 
manhã fazem as respec­ 
tivas tareras e trabalhos 
em conjunto. 
Jusfificativa 
É de corheciaento 
tle todos os senho:·.-s 'e 
readores e de lôda a po­ 
palação ·'ardinense que 
uqui se faz um Cm·­ 
so ele Campu;: ,vançado, 
(curso equivalente a su­ 
perior) no periodo de fé­ 
rias Escolares, o que co 
loca nossa cidade em al­ 
to nivel de Educação do 
Estado de Auto Grosso, 
beneficiando em grande 
parte o alunos de nos­ 
sa cidade endo que di­ 
tos aluuos de todas as 
cidade do Sudoeste a­ 
togrosseusc aqui estào 
fazendo o mencionurlo 
Campus, nada mais jus­ 
to de o Executivo dar o 
apoio a ditos almnos que 
tanto necessitam pois de 
acõrdo com o horário u­ 
cima mencionado os Se­ 
nhores Vereadores já po­ 
dem imaginar o sttcrifi­ 
cio de ditos alunos do 
que tange a alimentação. 
o que vem sendo com 
auxilio de comerciantes 
ele nossa cidade uns con 
trillllindo com sacas de 
arroz. outros com diver­ 
sos mantimentos 01 assim 
por dinnte. tudos tem co 
laborado e nada mais 
Câmara Mur.ic. desta Cidade 
justo q o Representan!l' 
leg-al de ue,ssu cfdncle 
também c!ê a 1,ua parce­ 
la de colahoraçiío. poi8 
até a C.E.H.!I, colaborou 
com beliches, cumas etc. 
e como dilo Curso Ao­ 
mente terminará ll'J fim 
de Fevereiro nada mais 
justo que n Prefeitura 
dar o auxilio acima ei-pe­ 
ciíicado pois assim J'uzen 
do estarfl mais umu vez 
l'O!aborando com o Pro­ 
hierua de Edueuçtio em 
nossa cidad~. f' cumpriu­ 
cio umas das melas do 
nosso Presidente Geisel, 
que é u Educ:11,:ão em pri­ 
meires planos de Gover­ 
no. 
'@estes Termos Pede 
e Espera 
Daferimento 
,Jardim, :!O de .Jan. !!17(i 
Edmilsoa Brum Escr,bar 
'ereador da Arena 
e_. 
Exrnn. L r. 
t o 
Presidente Câmara da Munic. de Jardim-Mt. 
Indicação N.o 
Nos !emos reg-imen­ 
tais e e::n defesa dos 
Interesse<; do povo, re­ 
queiro a Mesa. feita 
presentação regimen­ 
tal <'nt Plenário. seja 
encaminhado ao Sr. Pre 
!"cito .lunic•pal expedi­ 
ente com u eguinte in­ 
dieaçilo: Indico uo Exm'' 
::-r. PrPYe'.lo .luriicipal. 
u necessldude urgente 
dl' mandt.r putrolar e 
recuperar as ruas 
d:ts Vilas:- Angélica. 
Ccl. Cami,;;io e Hr..:sil. 
por esrnr<:m em estado 
de intrafegabilitade 
REQ. N.o 01/76 - EMB. 
Requeiro nos termos JUSTIFICATIVA 
regimentais à Mesa Dire O Presente requeri- 
tora da Câmara Muniei- mcnto Psteia-se em re­ 
pal, após feito ouvir o clamações da população 
Plenário, seja encamiaba de Jardim, pelo brusco 
do expediente ao Chefe iuterrompimento no for­ 
da SANE.iAT em Jardim. necimento d'agua aos u­ 
solicitanfio informações suários nos dias de do­ 
das razões do nJo ab!lste mingo, sem nma justifi­ 
cimento crugua. aos usuâ cativa ou aviso prévio à 
rios nos domingns. con- população para que os 
forme vem ocorrendo ui- usuários pudessem se pre 
timamen,e. 	caver no abastecimento 
Nestes Termos d'agua nos seus lares aos 
P. E. Deferimento sábados; normalmente a- 
Jardim. 28 JAN 1976 gora em pltmo verão 
02/76 Emb. 
,J USTI F I C A TI A 
Senhor Prefeito, a- 
!Jernos do inlerP:<!-it' 
d e V. E x e i ·'. 
t'lll manter as Yius pú­ 
bicas em perfeito esta­ 
do de conscrvaçio, 1-1::­ 
bemos das dificuldades 
com qü(• lutii, w>r rult.a 
de recursos. materiais 
humanos e fina11c·eiros, 
porém (• fll't:es,:áría nws 
mo com esforços sobre 
!Jumu:ios. retardando u­ 
tros serviços que nio 
sejam de tão pree­ 
n:eute 11t·cessiduc!". parn 
:itenr!nmos e durmos 
um minimo, de condições 
desejável de trúfeco p4- 
ra as nossas ias rba­ 
•• Cuins ias citarias 
fora;1 recentemente i­ 
sitadas e inspecionadas 
por f:'Ste Edil. Oll'.JP 
podemos olJ,t rva:· In Lo 
co, as desa;rud@veis e 
intransitáveis condições 
le suus ruas. e ainda. 
u ma:1Hestu insatisfo­ 
ç:1o dos moraclores eles 
as Vi!as; em mrnha vi­ 
l'ih hfpoteqneí-lL!t>.s o 
meu erupenho em tn,­ 
zer no couhecímento de 
V. Exci". atravéz de;;ta 
Camara de Vereadores. 
e a certez:l de qr.;e 'os­ 
sa Administração te ria 
satisfação em atendê-los 
pronta.mente, m e sm o 
com a paralizuçfio de 
outros serviços na , ona 
rural. que sabíamos es­ 
tar a patrolu no morPeu­ 
lo executando. 
Snla das Se,;sões. 
28 de janeiro de l!J7ü. 
Erando Martins 
13aruosa 
Vereador d a 
- -~---·•-·- 
quando o consumo- nas 
residências é naturalmen 
te aumentado. 
Entende este Verea­ 
dor que os usuários me­ 
recem um a satisfação 
por parte da direção dµ_ 
SANEMAT, portanto, é a­ 
licerçado na intransigen­ 
te defesa do interesse 
maiur do povo que re­ 
queiro informação. 
Ernando Martins Barbosa 
Vereador da Arena

Bela Vi-ta 0/02/76 	Hospital 
Concernente o palpi 
tante assunto "encampa­ 
çúo" do 1-Iospltul Silo 
Vicente de Paula pelo 
Sr. Prefeito Municipal, 
muito cornentúrlo foi fei­ 
to a respeito essa medida 
salutar tão bem explica­ 
da em sua justificativa 
ao apresentur à Cilmara 
de Vereadores o projeto 
de lei que recebeu apro­ 
vação unO.nime dos Srs. 
Edis, os legitimos repre­ 
sentantes do povo. 
Houve nos dias se­ 
guintes, uma euforia ge­ 
ral e até elogios fazia-se 
à medida to:nada pelo 
sr. Prefeito. Mas, alguns 
cldadíl.os feridos em seus 
interesses pesrnais, hou­ 
veram de discutir o as­ 
sumo por diversos pris­ 
mas, com razão ou dis­ 
torso da finalidade a 
que se pretende levar a 
eleito a encumpação, ge 
rundo disso tu:lo uma 
tomada de posição da 
Diretoria da Beneficen­ 
ciu H. de Bela Vista 
que resolveu convocar 
à Assembleia Gerul efe­ 
tuada a 1 de Fevereiro 
co'lente para rleliberar 
sobre tão magno proble­ 
ma. 
O repórter fora coo 
vidado para comparecer 
como sócio, se estivesse 
com a situação legaliza 
da, mnas ali compareceu 
unicamente pura anotar 
mentalmente, de pé, na 
porta de entrada. sem 
prnnunciar uma só pala 
vra sobre o que conte­ 
cia, escutando ludo com 
muita atenção para po­ 
der transmitir aos nos­ 
sos leitores, com fideli­ 
dade, o que oconteceu. 
E isso • que vai l!nbas 
abaixo: 
Sabe-se que antes 
houve um aliciamento 
perfeito de associados 
para a condução dos 
trabalhos da Assembleia 
com votos contra, canse 
guindo os efeitos con­ 
tristadores que a todos 
. d e r a ru oportunida­ 
de_de assistirem com a 
devida tristeza que nos 
cabe registrar. 
Comparecerum pou­ 
cos associados registra­ 
dos na Benelicencia. 
Os trabalhos foram 
conduzidos pela advoga­ 
da Dra. Martlza Carneiro 
Pinheiro, presidente. que 
portou-se com muita ele 
guncia no cargo, condu­ 
zindo os trabalhos com 
sobriedade e firmeza, 
sem afetação ou exibi­ 
cionismo, acolitada por 
dois escudeiros de con­ 
fiança, Dr. Kesio Pinhei­ 
ro, conselheiro e Dr. 
Carlos Edy Sá Medeiros, 
secretário, mais o r. 
Avelino, tesoureiro. 
Depois da exposição 
fita por ela sobre a fi­ 
nulidade da Assembleia; 
foi dada a palavra ao 
r. Prefeito Municipal 
Dr. Iluben de Cu tro 
Pinto. autor do projeto 
de lei que encampou o 
H. S. Vicente de Paula. 
ua Excia. <.liscorrendo 
com os propósitos positi 
vos como é muito conhe 
cido através de seus pro­ 
nunciamentos em publico 
e pela imprenso. ares­ 
peito da melhoria que • 
encampação traria para 
o hosp. c/p' a população mais 
necessitada de auxilio 
dos poderes públicos. 
citando mesmo a dificul 
dade por que atravessa 
aquela entidade, por dei 
xar de receber as ver­ 
bas oficiais, porque há 
muitos anos as Direto­ 
rias passadas deixaram 
de prestar contas dos 
dinheiros recebidos co­ 
mo é de lei. Acrescen­ 
tou que essa dificuldade 
foi-se acentuando mais 
com as mvdificações in­ 
troduzidas no Estatuto 
que se tornou o Hospi­ 
tal uma entidade dificil, 
inacessivel aos pobres, 
além do deficti em seu 
balanço, aca::-retando 
prejuizos à administra 
ção, donde a medida de 
solicitar ao sr. Governa­ 
dor de então, José Fra­ 
gel!i. o auxilio de CrS 
20.000,00 para equilibrar 
os gastos acontecidos há 
dois anos passados. De- 
clarou mais as vanta­ 
gens que a encarnpaçã.o 
traria c o m o retorno 
das verbas oficluls, In­ 
clusive até, a organlza­ 
çào, pelo Estado, de um 
Hospital Regional, trans 
formando- o em órgão 
oficial, dando mais va­ 
lor a sua obra encetada 
sem nenhum onus a nin 
guém com a encampação. 
Disse que é uma institui 
çil.o fundada e mantida 
por gente pobre para a 
prática da caridade aos 
necessitados e com essa 
finalidade deve voltar 
ús mãos do povo que, o 
construiu. 
Seguiu com a pala 
vru o Dr. Kesio Lourei 
ro Pinheiro que depois 
de alguns conceitos cabi 
veis, abriu-se inteiramen 
te contra a medida toma 
da pelo Sr. Prefeito e a­ 
provada pela Camara de 
Vereadores. Chamou-a 
de lei monstrengo, lei to 
talitária, que só a União 
Soviética ou em Cuba, 
pode-se fazer coisa i­ 
gual, própria de países 
comunistas, que eles da 
Beneficencia não silo es 
cravos. lacaios pura re 
ceberem essa lei. d!sse. 
[houve aparte e protes 
to veemente do Sr. Dr. 
Castro Pinto, que real 
mente nada tem com co 
munisrno] Continuou seu 
discurso com ênfase, re 
verberando os autores 
da lei de encampação e 
no final concitou os as 
saciados a votarem con 
tra a lei por ser ubsur 
da, inconstitucional, con 
trária aos interesses da 
Entidade, um monstrengo 
na sua_ opinião. 
Em seguida tomou a 
palavra o Sr. Dr. Carlos 
Medeiros que teceu co 
mentários sobre a encam 
pação; que acredita.ia 
numa administração cor 
reta enquanto estivesse 
o Sr. Dr. Castro Pinto à 
testa da Prefeitura mas 
e depois? perguntava.'. 
pondo dúvidas no futuro 
da entidade. 
Pediu a palavra o 
Dr. Ely de Araújo Bar­ 
bosa que em fulminante 
alocução, apresentou fo 
to-cópiaR de documentos 
de contas da Benefi­ 
cencia comprometedoras 
ao Dr. Roberval Borges, 
que teria delapidado dl­ 
rheiro d a Beneficencia 
em proveito próprio, gas 
to em passeio pelo Rio de 
Janeiro, onde tem domici 
lio, se bem que reside a­ 
qui. Citou outros descalá­ 
brios cometidos na en­ 
tidade hospitalar, quando 
mencionou o consumo 
de CrS 15.000,00 que dari­ 
am para cobertas de ca 
mas, outros utensilios e 
leite para as criancinbas 
hospitalizadas. Deu a 
entender o critério ado­ 
tado pela Diretoria na 
condução d a entidu<.le 
fundada pelo porn, ter­ 
minando sua oração re­ 
verberádo contra aquilo 
que acontece no Hos 
pital. . 
Tomou a palavra o 
r. Dr. Robervel Borges 
que em espetacular de­ 
fesa da sua íntegridade 
moral e da administra­ 
ção, explicou porque 
os gastos mencionados 
por Dr. Ely, dando con­ 
ta da sua ação na Bene 
licencia, da justeza dos 
gastos e acabou corajo­ 
samente por denunciar 
públicamente seu adver­ 
sário Dr. Ely sobre um 
cheque de CrS 1.500,00 
que não havia sido pa­ 
go pelo emitente, rece­ 
bendo por duas vezes 
salvas de palmas, (hou­ 
ve aparte rleste, dizendo 
que pagou). 
O Sr. Dr. Fiori Murano 
pediu a palavra e c/rápi 
da exposição explicou 
porque o défict da Be 
neficencia na sua gestão 
necessitando recorrer 
ao Sr. Dr. ex-governador 
José Fragelli pi cobrir 
os gastos, com vinte 
mil cruzeiros citados pe 
lo Sr. Prefeito, Dr. Cas­ 
tro Pinto. 
Seguiu-se com a pa­ 
lavra o Sr. Dr. II e l i o 
Loureiro para dizer que 
pertenceu a untiga Dire­ 
toria e sempre notou 
que n a administração 
da Beneficencla as col­ 
sas iam beUl, mas quan- 
do alguma coisa aconte­ 
cia de anormal era pro­ 
vocado pelos médicos. 
que apernr de pertence 
rem ao corpo clínico, 
técnicos portanto, sempre 
traziam as dificuldades 
que aconteciam E, num 
gesto de exaltação tal­ 
vez devido ao que esta­ 
va presenciando naquela. 
sala, extravasou «infeliz­ 
menle» dizendo, com re­ 
ferencia a o s médicos: 
"só se pusessem em um 
saco e jogasse-os no Apa. 
A esta altura, houve o 
aparte resoluto do Sr. 
Dr. Castro Pinto dizendo 
que há muito tempo es­ 
tava afastado do Hospi­ 
tal devid<• ouas !unções 
de prefeito Municir,al, 
mas que sabia do que 
acontecia na Beneficen­ 
cio. e sua ação entre co­ 
legas sempre fora p/ 
harmoniza-los em seus 
desentendimentos ocasio 
nais, não merecendo tal 
destino. 
A essa altura dos a­ 
contecimentos. a atmos­ 
fera já estava bem ten­ 
s. os circunstantes ner­ 
vosos, alguns lamentan­ 
do o fato deplorável qu 
estava a.:ontecenJo. e 
outros com muchochos, 
davam a entender que 
desejavam ver o "caldo 
engrossar" atitude pró­ 
pria da população quan­ 
do esquenta o ilnimo e 
começa a fugir a razão, 
a perda do respeito à ao­ 
lene Assembléia, a perda 
da ética e compostura 
de todo o individuo bem 
educado. As vozes altas 
tornaram o ambiente car­ 
regado e ato continuo ir­ 
rompe uma ameaça de 
agressão de médico coo- 
(Continua na 
Página 10) 
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REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1 de Maio - 563 
Jardim -- Mato Grasso 
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1 
Dela Vista 0/02/76 	Nosso Tempo 
E'igina 09 
TIRADO POR 
U EBOL 
Alte vir de Alencar 
ULLER, 
OR DA 
E MT 
l 
Comer bola também 
é uma espécie de tara. 
Partindo dessa premissa, 
podemos dizer que JU­ 
VE ..L ficou tarado. O 
homem era do Maraca­ 
nú para General ieveria­ 
no. No Escritório onde 
trabalhava, consumia o 
expediente todo com um 
radiozinho a pilhas cola­ 
do ao ouvido. Achando 
pouco a transa, comprou 
um elefante branco a pi­ 
lha e corrente ... e car­ 
regava o trê: quilos de 
rádio para aonde ia. Ga­ 
nhava pouco como Es­ 
criturário. llal dava pa­ 
ra a manutenção de ca­ 
sa. Ainda bem que, com 
quatro anos de ca ar!o 
ainda não havia apare­ 
cido filhos, de modo que 
a despesa era relativa­ 
mente pequena. O pouco 
que sobrava Juvenal em­ 
pregava na aquisição de 
jornais locai e de ão 
Paulo: Gazeta Esportiva, 
Revista Placar. Critica 
Esportiva. pagava nos es 
tédios ingresso: de ami­ 
gos mais íntimos. e com­ 
prou uma cadeira cativa. 
Toda semana jogava de­ 
zoito cruzeiros na Lote­ 
ria Esportiva - provando 
que, além de doido era 
também burro. - Adqui­ 
riu uma tal de "Enciclo­ 
pédia do Futebol Brasi­ 
leiro", apelação de pica 
retagem esportiva. Sabia 
de cór e salteada a vi­ 
da de Pelé, Rivelino Tos­ 
tão, Paulo César, Mari­ 
nho, Edu e de mais uma 
infinidade de "astros'. do 
chamado " esporte bre­ 
tão". Almoçava e janta­ 
va bola. Acordava com 
Jairzinho na cabeça, já 
tendo ido dormir com 
Gerson na cuca. Por ül­ 
timo, vinha escrevendo 
uma biografia de Garriu 
cha, a que deu pomposo 
título de "O Grande In­ 
justiçado". Esgotava a 
paciência dos chefes e 
dos colegas ele trabalho. 
Segurava a gente pelo 
braço, na rua, para vo­ 
mitar futebol em cima. 
Andava com o olhar es­ 
gazeado (com o olho rú­ 
tilo, como diz Nelson Ro­ 
drigues). chegava ao es­ 
tádio três horas antes do 
inicio da partida. Dia de 
jogo não almoçava ( ou 
não jantava, se a peleja 
fosse a noite ), mas co­ 
mia sanduíches lá mes­ 
mo nas arquibancadas ou 
esturrado em sua cadei­ 
ra cativa. Deu para fal­ 
tar ao trabalho, a firo de 
assistir treinos coletivos. 
Não tomava mais banho 
nem cortava mais cabe­ 
lo. Deixou a barba cres­ 
cer, pora ficar parecido 
com Brito e ficou pare­ 
cendo com ... o diabo. ó 
falava em futebol. Com­ 
prou também um unifor­ 
me •do Flamengo para 
vestir nos fins de sema 
na e sair esnobando pe­ 
lo bairr,,, palbuçando 
de bodega em bodega. 
Em seu quarto de dor­ 
mir, era bandeira, chu­ 
teira, camisa, calção, 
meiüo, joellieirn (não jo 
gava, mas e fantasiava 
de jogador. ora por ou­ 
tra). A sala-de-visitas 
de sua casa era uma ga­ 
leria em fim, um mu eu: 
de de LeôJtitlas a Pelé. 
de "raspão". Como todo 
mundo, fazia, todas as 
semanas, 11 pontos, trar 
quilamente ( os 13 que é 
bom, bulhufas! ). Pergun­ 
tado sobre o que faria 
se acertasse o " bolão " 
respondeu sem hesi t a r 
"Mandarei o Escritório 
para o ralo que o parta. 
Construirei o Juvenalzão, 
com capacidade para 200 
mil espectadores. Orga­ 
niznrei minha patota e 
arruinarei os cartolas 
que estão arruinando o 
Flamengo. É. . . cartola 
comigo come ria banda 
podre. Eles vão ver o 
que é bom pra tosse 
quando eu estiver por 
cima da carne seca! ". 
No dia do amistoso 
Brasil e uécia, inconror 
mado com a derrota da 
" aleção Canarinha", Ju 
venal baixou no " Que­ 
bra Costela", buate da 
péssima fama, e tomou 
ali o maior porre do mun 
co, misturando cachaça, 
cerveja, conhaque. uis­ 
que, cinzeno, campari, 
A turma de gozação em martine, vinho de mesa, 
purrou corda nele. Juve- moscatel, um tal de "Sam 
nal pôs de lado a biogra ba em Berlin" e aquele 
[ia de Garrincha e come- vinho afado que vem 
ou a ler, decerande para em barril, do Rio Gran­ 
responder, aqui na Gua- de do ul. aiu de lá pe­ 
nabra mesmo, sobre Fu las quatro da matina, 
tebol Brasileiro de Todos morto de bêbado, resol­ 
os Tempos, no Progra- vido a dar o maior cou­ 
ma de J. Silvestre, o ro na oêmia. já que es 
qual j: nos ameaça com tava inflexivelmente con 
sua volta, agora na TV vencido de que ela ba­ 
Globo. Juvenal a n d o u via feito macumba para 
uns dias falando só. A- o selecionado brasileiro 
cardava de madrugada perder. 
para estudar futebol, e Saltou do ta xi às 
conseguiu um colega de- quedas. la num pau só. 
:,ocupado; meio lelé da Chegou à porta de casa. 
cuca, para confidente. Do Estava com ódio, decidi 
na NOEMIA. como era do a "quebrar as cadeias 
natural, ficou super-ner- do destino". 
vosa, preocupada com o _ 
descanso que lhe vota­ 
va o esposo permanente­ 
mente voltado para o fu 
tebol. Pode-se dizer, seu: 
medo de errar, que Ju­ 
venal jogou âona Noê- 
mia para escanteio ... e 
ela, mulher ainda jovem 
e cheia de viço, digo, de Cadê a Noêmi:t, a- 
vida, não se conformava quela vaca? 
com isto. 
Na " Esportiva " co­ 
mo todo mundo que jo­ 
ga ali onde o Governo 
é no banqueiro - só vivia 
l 
A empregada, apavo 
rada, veio abrir a porta 
e foi logo dizendo: 
Quero as minhas coo 
tas agora mesmo, " seu" 
Juvenal. Não· fico aqui 
nem mais um minuto! 
Dona Noémia fugiu 
coma aquele paraibano da 
mercearin ali da esqui­ 
na ... e eu não fico a­ 
qui nesta casa nem pra ir 
pro céu! 
O deputado Gastão 
Muller (Arena-Mt) é, ao 
lado de Antônio Carlos 
[MDB-Mt) e outros parla 
mentares de ambus os 
partidos firmemente favo 
rível a uma reaivi.ão 
territorial do Estado de 
Mato Grosso. 
O primeiro argumen 
to para os que são favo 
ráveis à divisão do Esta 
do são as disparidades 
regionais existentes. O 
orte de Mato Grosso, a 
partir de Cuiabá, repre 
senta uma imensa área 
práticamente despovoa 
da, com um potencial de 
riquezas naturais que se 
·upõe ser enorme embo 
ra virtualmente desco 
nhecido. 
A parte Sul do Esta 
do é razoavelmente po 
voada e dotada de infra 
e trutura. Ai se encontra 
u região do Pantanal, 
de notável fertilidade do 
solo f tide. como maior 
pa. to natural do mundo. 
De acordo com a pro 
posta de Gastão lluller, 
o atual líato Grosso se 
ria dividido em dois es 
tudos: "O novo E tado 
de !lato Grosso cio ui, 
ou de Maracaju, denomi 
nação que há muito tem 
po está no consenso ge 
ral, cuja liderança cabe: 
rá, por certo à prosç.era 
cidade de Campo Grande 
deveria ter como capital 
a cidade de llaracaju, 
pois sua localização é a 
mais central possivel, 
dentro da área do novo 
Estado". 
Maracaju está coloca 
do no eixo da Estrada 
de Ferro Noroeste do 
Brasil, servida pela BR- 
267 e possui terras das 
melhores, com altitude 
de 500 metros, ubundân 
eia de rios perenes, ener 
gia elétrica de Urubnpun 
gá etc. 
Assim, nas palavras 
do deputado Gastão lIul 
ler. Maracaju tem todas 
as condições para ser ca 
pital do Estado do mes 
mo nome, ou de Mato 
Grosso do Sul. 
A parte norte do Es 
tudo permaneceria com 
o nome que tem atual 
mente e conservaria Cuiu 
bá como sua capital. Na 
opinião de Gastão Mul 
ln, u mudança de nome 
deste Estado não passa 
ria de uma pilhéria de 
mau gosto; "O povo do 
norte de Mato Grosso ja 
mais se conformaria que 
sua terra, rica de tradi 
ções, de constante e pe 
noso trabalho. dP heroís 
mo, de sofrimentos, te 
nha uma designação ur 
gida na mente leviana 
de algum utopista irres 
pousável". 
Contra a Divisão 
O deputado Vicente 
Vuolo [Arena-Mt) mani 
festa-se contra a divisão 
te seu Estado. Como ou 
tros representantes do 
norte mato-grossense, VJ 
cente Vnuolo considera 
que sua região seria ir 
remedia velmente prejudi 
cada caso fossse trans 
formada em Estado uni 
tário. 
O parlamentar argu 
menta que não se pode 
admitir, "em hipótese ne 
nhuma. qualquer iniciati 
va desta natureza en 
quanto não for dotado o 
Norte de obras de infra­ 
estrutura, que chegaram 
antes ao sul, dada sua 
proximidaile maior com 
o litoral e com os esta 
dos de São Paulo e Mi 
nas Gerais. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Foi extraviada a No 
ta Fiscal n.0 051, Série 
B 1 de 28/2/74, em no 
me de José Joaquim Fer 
reira Souto, referente a 
venda de 1 moto marca 
IAMAHA, chassis 05399 
Ano 1974 - cor laranja 
14,5 hp - 1 cilindro - Ti 
po Super Esporte. 
Publicação que se faz 
para obtenção do Certüi 
cado de Propriedade.

Mel Vista 08/02/76 
Hospital 
- 
(CONTINUaçao Dll 
p vo 
• PllGINll 08) 
TRI O ... 
tra médico, porém, que 
a valente e inigualável 
"turma do deixa disso " 
uclono11 com n máxima 
presteza os seus disposi­ 
tivos de segurança e nin­ 
guem sofreu danos fisi­ 
cos, apesar das provoca­ 
ções próprias do momen 
to "quente" do ambien­ 
to, conseguindo serenar 
os llulmos. Digno de no­ 
ta foi a atitude corajosa 
e de grande elevação 
moral tomada por uma 
ilustre senhoru. em defe­ 
sa de sou esposo, entre 
outras coisas reverbe­ 
rando certo cidadã<>, cu­ 
jo comportamento, consi 
derou ofensivo à classe 
médica do hospital. 
Depois desse "pega" 
em que a franqueza ru­ 
de dos contendores na 
dialética serenaram, a 
". Dr. Presidente anun 
ciou a votação e depois a 
contagem dos votos por 
dois escrutinidores indica 
<los. conseguindo o resul 
tudo de 39 votos contra 
a encampução e 10a fa- 
vor, com 1 voto nulo. 
Dado conhecimento do 
resultado aos presentes, 
o Sr. Prefeito Dr. Castro 
Pinto dirigiu-se à Mesa 
requerendo certidões das 
datas das inclusões co­ 
mo sócios da Beneficen­ 
cia da atual Diretoria, 
bem como da Assemblé­ 
ia que a homologou. Pa­ 
rece que vai prevalecer 
a lei da Cll.marn de Ve­ 
readores, aliás como es­ 
tá prevalecendo, porque 
pelo visto. o caso irá pa 
ra o judiciário. 
Com o último ato, 
desceu o pano da apre­ 
sentação de tão "quente" 
peça. 
Nosso Comentario 
Apesar dos pezares 
acontece em Bela Vista 
coisas incriveis que dão 
para exaurir a re[lexão 
do individuo, e é nessa 
ocasião que se perde a 
tramontaua e pratica-se 
atos n a d a condizentes 
com a personalidade do 
cidadão que fica insensi­ 
vel ao que ocorro ao seu 
redor, como se o espiri­ 
to do mal dominasse n:o­ 
mentaneamente nquele a­ 
glomerado de homens e 
os compelisse a deseja­ 
rem aquilo que não de­ 
veria accntecer, o desa­ 
cato e desprestigio da 
As embléla e autorida­ 
des presentes. 
O que assisti na As­ 
sembléia convocada pe­ 
la Diretoria da B. H. de 
Bela Vista, foi uma des­ 
sas experiencias deplorá 
veis que não se d e v e 
permitir a repetição, sob 
pena de seus protagonis­ 
tas perderem a soma do 
respeito que se lhes dis­ 
pensam e por circunstan­ 
cias do momento, ir a­ 
guas abaixo todo o con­ 
ceito mais nobre que e 
possa creditar a cada ci­ 
dadão, até m e s m o no 
querer inadvertidamen­ 
te criticar seus amigos 
mais chegados. Esse in­ 
cidente n/ deve se repetir 
em nossa sociedade; tem 
que haver a ética, o res 
peito. 
É de se presumir que 
o ilustre advogado Dr. 
Kesio, asando de um es­ 
tratagema todo, especial 
para emocionar os pre­ 
sentes, em sua oratória, 
fez 11.lusão ao caso União 
Soviética e CUba, mas 
como um truque p a r a 
surtir efeito psicológico, 
o que de fato surtiu nes­ 
se caso da Assembléia 
da Beneficencia, porque 
o povo brasileiro tem me 
do do comunismo como 
o diabo da cruz, levan­ 
do em consideração ain­ 
da que os votantes já es 
tavam bem trabalhados 
com o aliciamento que 
citei acima, como pela 
peroração imperativa do 
jovem advogado. 
E possivel que o re­ 
pórter tenha deixado de 
anotar alguma " passa­ 
gem" interessante dessa 
memoravel Assembléia, 
o que é natural, mormen 
te em um ambiente ten­ 
so como aconteceu, pro- 
curando evitar a~ravos. 
Vamos aguardar o 
resultado, os juristas es­ 
tão ai, os interesse se 
chocam, mas a Benefi­ 
ceucfa de fato pertence 
ao povo que construiu 
seu patrimoafo. A Cilmu­ 
ra de Vereadores votou 
certo, o Sr. Prefeito Mu­ 
nicipal tambem agiu no 
interesse da coletividade, 
por Isso. o título desta 
reportagem: Povo Con­ 
tra o Povo. 
Jota Jota 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Benedito Ortega, de 
clara que extraviou seus 
documentos do Funrural 
Carteira de I<lentHicação 
e o Caroê do mes de no 
vembro de 1975 
Publicação que se faz pa 
ra obtenção da 2 via. 
preço deste 
Exemplar 2,00 
FR 
"IMPRESSOS DE JlLTD QUDLIDJIDE" 
EIR 
Talonários, cartões de visita, impressos a ores e carbonados, c +ite d 
onv1 es e casamento etc ... 
"PERFEIÇÃO E RBPIDEZ SERIO 
DO CLIENTE EXIGENTE" 
Rua Duque de Caxias 
Bela Vista 
Mato Grosso 
3

llelu Vi,111 00/02/76 
Hoje 
[ 
r 
- 
ORACAO DO DIVINO , . 
ESPIRITO StlNTO 
QUE LE E OI HE RO 
QUE DIZER S • CO 
DOE E 
T 
Esplrllo anlo, voce 
que me esclarece ludo, 
que Ilumina lodos os ca 
mluhos para que eu alln 
ga o meu ideal, voce 
que me dá o dcm cllvl 
no de perdoar e esque 
cer o mnl que me fazem 
e que todos os instantes 
de minha vida está co 
migo, eu quero neste cur 
to diálogo, agradecer-lhe 
por tudo e confirmar 
mais uma vez, que eu 
nunca quero me separar 
de voce por maior que 
(., 
1. 
Reja u ilusão maler'ial 
níl.o será o miuímo da 
vontade que sinto de 
um dia estar com você 
e todos os meus Irmãos 
na glória perpetua. 
Obrigado mais uma vez 
(A pessoa deverá fazer 
esta oração 3 dias e será 
alcançada a graça, por 
mais dlricil que eja). Pu 
bllcar assim que receber 
a graça. 
(Publicado por ter rece 
bido uma graça). 
S.E.A.c.. 
) o ox@o&o& o& ;-< x 1; 
* -- 	. . .i;,l 
i C a sa P e e u a r i s t a Ltda l 
x 	} 
i Produtos .:. 4.: 	( 1 F ' 
} 	d s eternaros e Agrícolas, Ferragens, f 
i .-rti::os de Mo111aria e ~lnleriais de Cor.,1ruçilo ~ 
i em Geral. 
~ Av. Duque de Caxias, 606 ! 
i c. P. 2 - Fone: 157 .Jardim ..71(.'[_ f 
ifsos so ossos.ooo<o>-<o-soa s,}if 
TRIOUHA DA fRONfflRA 
Editor - Chefe • ..Jooldo Pueira 
Gerente - Çjilso11 c5ilvo c5a11t,•s 
01€1N)25 
Chefe - dl11iwo dtdoir 
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Composição - Nagib G'azime e QUilsen 9. !Dutra 
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re, J. Hefrey 	• 
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TRIDUNA DA FHO 'TEIRA é uma puhlicnçào dn Empresa 
Gráfica Tribuna da Fronteira. 
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Diretora - Maria E-tela V clasque:r: Pereira 
lledaçiio, Administr~çào e Oficina, • Run Duque de 
Caxias S-n- Bela Vista - Mato Grosso 
"As opiniões cmitidns no!il nrti~os O!>Sinndos nào rcpresen 
1am o ponto de vista do jorn:1.1., podendo nté •cr contrnrin, 
a este. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinados" 
Simplesmente lncrl­ 
vel o que aconteceu 110 
dia 28 último, às D horas 
da manhã, quando um 
humilde entregador ele 
jornais, com J;í anos de 
idade e já trab!llhando 
para ajudar em casa, foi 
vitima de um pequeno 
acidente quando estava 
em serviço. Ao preten 
der arrebentar com a 
mão o embrulho dos jor 
nais q u e devia entre 
gar, o barbante entrou 
na carne e houve um 
corte profundo. Isso a­ 
conteceu em Dourados, 
numa manhã bonita e 
ensolarada, depois de to 
dcs satisfeitos com os 
últimas chuvas e a cida 
de sentindo-se feliz. O 
menor que entregava jor 
nais é o José Gilmar Fer 
reira, um meniuo alegre 
e trabalhador que ficou 
atordoado ao ver o suo 
gue. saindo em quantirla 
de. Levado à pressas 
para o Hospital Evangé 
lico onde foi atendido 
prontamente e l'ellos os-­ 
primeiros curativos, fo 
ram tiradas radiografias 
para verificarem se hou 
ve fratura. Mas, enqnan 
to esperavam o resulta 
•lo, foi chamado o médl 
co especialista em orlo 
pedia e traumatologia, 
para atendei· o garoto. 
Então Começa o 
Drama do Menino 
O méd co chamado 
foi o dr. Tadasbi Kami 
nice. que tem seu conul 
tório na Rua Hilda Ber 
go Duarte 441 e costu 
ma atender o8 casos de 
sua especialidade tam 
bém no Hospital Evangé 
lico. Iniciou o seu traba 
lho e enquanto cuidava 
do paciente perguntou­ 
lho o que fazia, onde tra 
balhava, como aconte 
ceu o fato. Nesta altura 
o dr Ta:lashi perguntou 
à enfermeira se já tin 
barn feito o pagamento 
sendo iuformado pela dl 
reção do Hospital que is 
o não seria . problema 
porque os eus sen·iços 
Reriam pagos logo fosse 
inf.Jrmudo o patrão do 
menino, que trabalha oes 
te joroal. O médico sus 
pendeu imediatamente o 
trabalho que fazia e dis 
se que só recebendo a- 
dla11tudamente é que cui 
daria do acidentado. Pri 
meiro o dinheiro. rlepois 
o tratamento, disse o dr. 
Tadashi. E deixou o ga 
roto gemendo de dor in 
teiramente sem as. isten 
da médica. 
As Providencia­ 
Chegam a Tempo 
É .-ntilo que o dire 
tor de "Folha de Doura 
dos" toma conhecimento 
do que estava acontecen 
ct,, e dirige-se Imediata 
mente ao Hospital, mas 
não pode encontrar o dr. 
Tadashi que tratou de 
desaparecer e ninguém 
soube informar onde es 
lava. Levado ao conhe 
cimento do dr. CJssano 
Arakaki o que ocorria. 
t" -te médico, que diretor do 
Hospital, imediatamente deu 
atendimento ao caso, para o 
qual não ra necessário um 
ortopedista, ficando o pacirn 
te ob seus ,cuidados 
l 
POSTO SINTB CftTIRINll LTDII 
, berto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: I .anchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Bnnco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna Mt. 
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de Theobaldo Amaral 
Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
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Bela Vista 	Mato Grosso 
O Juramento 
de Tada-hi 
Quando recebeu o eu 
diploma de licenciado para o 
exercício da medicina. o dr 
Tadashi Karinice deve ter fei 
to um juramento solene, do 
qual se esqueceu muito deprs 
a. aturalmente ele pensa 
que jurou receber na frenre 
memo +endo um caso urgen 
te. Está claro que um prófis 
ional leve receber o pagamen 
lo de eu trabalho, ma, um mé 
dieo, cuja receita não é de 
Jário mínimo, que vive confor 
tavelrente e é distinguido 
com o respeito de todos, no 
pode ficar tão cravo do di 
nheiro e chegar no ponto de= 
negar tratamento quando al 
guém precisa de ser atendido 
con urgência, principalmente 
dep_ois de j:í t.er começado, o 
pacente, uma criança, entre 
~uc ao desespero por s.rntir 
e abandonado. Isso é mons 
truoso, desumano, porque o 
menino nada tem com alrum . .. 
ressentimento que posa exis 
tir por parte do mt:dico que 
o atendia, um covarde que 
não teve coragem de apresen 
tar-se quando procurado para 
explicar-se. 
(Folha de Dourados) 
COMERCIO DE CEREAIS UNIÃO IGRICOLI LTJI. 
11 
Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova' BELA VISTA " 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR 
e 
O 
povo Belavistense 
Perto da Ponte lnternadorral 
1-------------------- 
Avenida Teodoro Sativa

11 CÂMIRII E I ENCAMPIÇÃO DO 
HOSPITAL 
Para que terceiros 
menos avisados, n!io des 
creiam do gru de zelo 
da Cllmara Municiou!, no 
trato com as coisas ntl 
nentes e do lnterêsse do 
povo de 1ela Vista, e 
para que dúvidas nüo 
palrem sôbre o critério 
democrático dos senho 
re vereadores, tlemons 
trado na discussiio da 
r.oatrovertlrh Lei nº G49/ 
75 cuidamos ser acon 
selhável esclarecer a po 
pulação sobre o momen 
toso assunto, pela fórma 
seguinte: 
Encampação ou 
Desapropriação? 
Quando nos chegou 
às müos o projeto n.o 
8/75 do Executivo Muni 
eipal, causou-no e: tra 
nhezu a terminologia 
·•encampaçüo" contida 
no referido instrumento, 
Isto porque mais apro 
priado nos sugeria, fos 
se r,moregado o têrmo 
"desaproprl:H,:ilo". Contu 
cio, ll dúvida quanto a 
limpidez jurídica do vo 
cibulo utilizado pelo E­ 
xecutivo ilunicipal, foi­ 
nos atenuada, ao recor 
rermos no "Novissimo Di 
cionário Juridico Bra l 
leiro" de autoria do fes 
te-judo jurista, Pedro Or 
!ando, que de forma sa 
tisflltória e convincente, 
concedeu-nos ba ses téc 
nico-jurídicas, para o u o de 
da arepção de "encan;' 
pur por rlesupropriar". 
O dicionário meneio 
nado, diz o seguinte: 
"Encampar: E o mes o 
que... Modernamente 
tem adquirido o sentido 
dt> "clrnmur a si a res 
onsabilidade de um ne 
gócio áté Pntão dirlgido 
por outrem". 
(,Julio Pires. in R.L.P. v. 
55), como nota eluciduli 
vu, acrescenta: O Gover 
no encampou a Compa 
nhia de Beberibe, o que 
deve significai que o 
Governo cburnou a si to 
do ativo e passivo da 
Companhia, passando a 
dirigi-la" 
Pelo que se viu aei­ 
ma, muito embora. o têr 
mo ·'encampar" não se 
ja empregado com a a­ 
cepção clássica para o 
que se propunha o Exe 
cutivo Municipal de Bela 
Vista realizar com o 
Hospital, por outra par 
te não é iujuriilico, pôsto 
que modernamente. co 
mo nos ensina Pedro Or 
lando, com exemplo ilus 
trativo da Companhia 
Beberibe que fora en 
campada pelo Govêrno 
os vocábulos se asseme 
lham. O que estaria er 
rado seria se o Prefeito 
reccrresse ao judiciário 
sem a distinçúo clara 
das duas terminologias. 
pela unanimidade dos 
O Projeto de Lel N.o 08/75 seus membros, com pa- 
do Executivo Municipal recer q u e recomenda 
de Bela Vista e sua que, na encumpação rio 
Votação: Hospital S. Vicente de 
O 1 t de Lei e 
Paula S"jam também en- 
pro e o - , - d t d ti 
manado do Exmo. Sr. campa as e as as en - 
dacles mantidas pela Be­ 
Pref eito Municipal, com neflcencla Hospitalar de 
a finalidade de "encam jela Vista: - Hospital, 
par" o Hospital São Vi- Ambulatório. Escola 
cente de Paula, recebeu de Enfermagem e Mater­ 
acurado estudo e caloro nld'l.de, ouvindo-se prévl 
sa dl cuss!lo no plená amente a Assembléia 
rio da Câmara, te
nd
o çerl daquela Institui- 
sido põsto a debates em d b 
duas sessõe1_1 ordh,árlus. ção mautene ora so re as 
medidas tomadas atra- 
A exposição de mouvo do Proj. de Lei. 
do Sr. Prefeito, calou- Com a providencia 
nos, profundamente. P sugerida, estará o Exe­ 
lo qual demonstrava a cutivo Municipal, respei­ 
intenção do Executivo {4ndo o disposto nos 
de dinamizar os serviços Esta tu tos da Beneficen­ 
daquele estabelecimento ela para em seguida. 
de saúde em beneficio d gulimentar a lei e ini 
povo, empregando iuú- ciar o progresso de en­ 
merns verbn11 orçamEln- campação pretendida 
tárias muail'ipuis e ou- pelo municipio de Bela 
tros auxílios de fontes Vista. 
diversas, razões que nos Que esta arrojada 
fizeram aprovar o rele medida, seja um marco 
rido Projeto de Lei. histórico da V adminis- 
Contudo, ao apro- tração e que alcance 
varmo o Projeto de Lei, ela os seus obJ'elivos 
recomendamo: ao Sr. 
Prefoito lluaicipal. por em benefício de toda a 
oficio, que aqui, para a nos a comunicude. 
id Cordiais Saudações. 
que não mais se duvi e Dr. Pedro José Palmieri 
do grau de zêlo da Câ- Presidente 
marn ~lunicipal, pelas Osvaldo Turini 1° Secre 
causas dos muaicipes tário. 
de B..-Ja Vi ta, 
0 
repro- f:ste eram os esclnreci­ 
duzimo na integra: 
•·e >f. 129/75 mentos que a Câmara 
Bela Vista, Mt, 4 Municipal de Hela Vista. 
nov. de 1975. deveria ter feito perante 
Do Presi,ieute da à A sembléia do dia 1.o 
Cilmara ~Junicipal de fevereiro de 1976, más 
Ao: Exmo. r. Pre- que se reservou, para fa 
feito Municipal zê-los de forma oficial 
Nesta e por escrito, em defesa 
Assunto. comunica das boas intenções dos 
aprovação de proj. de nobres vereadores, a que 
Lei e sugere medidas. temos a honra de presi 
r. Prefeito dir, nu questão da en 
Tem O presente a campação do Hospital 
fiaalidude de encani São Vicente de Paula. 
nbar à V. E.-..-:ia. o Pro­ 
jeto de Lei no 8/75 de 
20-lo-75, que foi aprova- Presidente da Câmara 
do em sPgunda discussão de Bela Vista. 
Pedro José Palmieri 
TRIBUNA OI FRONTEIRA 
"Orgão Independente a Serviço da Região" 
Ano 1V - }tela Vista MT.-- 08,02/76-- N" 196 
ENFOQUE 
(FITOS E SOCIEDADE) 
BAILE 
Tribuna da Frontei­ 
ra deu um furo nacio­ 
al ao publicar na edi­ 
cão de 13/7/75 n" 163, 
uma noticia a respeito 
da intenção d o ator 
matogrossense D a v i d 
Cardoso de filmar em 
Bela Vista "A Fetirada 
tia Laguna" de Viscon­ 
de de Taunay. Confir­ 
mado a noticia, a revis­ 
ta VEJA de 7 de janei­ 
ro do corrente ano publi­ 
ccu uma entrevista com o 
ramoso ator; tendo o 
mesmo s e referido a 
filmagem na região de 
Bela Vista. Foi um furo 
nacional graças ao ami­ 
go Gay Cardoso Gal­ 
vão ... 
As promoções feitas 
pelo popular Catureba, 
são de alto nível. Saba 
do pp. mais uma de suas 
promoções, no tr adiei o 
nl Clube Eesporlivo Be 
lavistense. Conjunto musi 
cal agradou a todos. Foi 
animação total. 
um ambiente sadio 
e de muita alegria, jo 
vens casais sambaram; 
entre os presentes {lesta 
quei: Marilene-Adonai, 
Antonio Pedro-Hilda lla 
rin, Carlos-Teima, Corel­ 
Beatriz, Torraca-Ju sara 
Gão-Tati. Felix-lk lide 
fouso-Oeto, Guto-Bilu, J o 
sé Ronaldo-Laura, Preto- 
andra, l auro-Carmeli, 
assim como os casais 
iloacir Barreto e ra. 
Getulio Lino e ra. 
-- cG 
Animados prá valer: 
Leila, Roberto, Eliza lla 
ria, Dinbo, Ritoca, Chico 
Mariangela, Couvara, A­ 
na Maria, Julinho, Flavio 
Nelis, Helinho ti Rosalva 
VIAGENS 
Deu uma esticada 
até o Rio Granfo do Sul 
o jovem Flávio Pinheiro. 
Tambem Janes Velas 
quez que voltou encanta 
da com a Cidade Mara 
vUhosa (R.1) 
-...-« 
CASAMENTO 
Dia 31 pp. casou-se 
em Campo Grande nossa 
Mis Célia .Mello. 
o# 
O RADIALISTA 
Arcellno, com seu 
animado programa no 
horário das JO às II hs 
na Rádio ZP 23, com 
grande n!! de ouvintes 
e sendo bastante elogia 
do, pois o rapaz merece 
mesmo!!! 
D-... 
ANIVERSÁRIOS 
Dia 29 - Marcos Silva 
e Rosane Rossi. 
30- Hermelinda D. Mira 
da, 1 - érglo Flores e 
José Luis Loureiro 
2- Perciliana P. Masca 
renhas e Rita C. Pinhel 
ro, dia- 4 Hortencio R. Es 
cobar e Marilza Fernan 
des. 
DESMftlüDORJl 
Bela Vista 
MS 
Serio de esmatas, Istoa, lutes e Ieaphy. 
firma alanne cai/ta e itiea 
Trai ar com o Sr. Ialter [sratar lutes pso Rio 
Mato Grosso 
# 
E, POIS 
O deputado Sérgio presente a reunião no 
Cruz será mesmo candi- Hospital, c o m o diz o 
dato à Prefeito de am- bom baiano ... "O pau 
do Grande, com amplas comeu solto". Nosso en- 
possibilidades de ser o . . . 
mais votado. Em prévia iado especial registrou 
raalizada rer.entemente - todos os ratos e traçou 
na cidade llorena, o de um per!il objetivo da 
putado recebeu 50% da «reuniüc» (sic) Leia 
votaçlio e segundo os "P p .. 
com,mtàrios ele poderá ovo contra ovo . 
ser eleito, pois o 'M.DB. 	9oG.. 
cresce dia a dia e um Falando em Hospl- 
dos politicos que mais tal, o Dr: Roberval Bor­ 
se destacam é o deputa ges, foi nomeado Dire­ 
do Sérgio Cruz ... E, pois tor-CJínico p1.>Ja nova Ji- 
é • •• 	retoria. Ele merece, pro 
>>- fissional competente, 
Infelizmente, ou fe- homem íntegro, passado 
lizmente, o redator des- honrado, é de rato e de 
ta coluna não esteve direito um dos mais des 
tacados médicos belavis 
tenses. O dr. Roberval 
recebeu em sua residên­ 
cia dia 4 p.p. o Conse­ 
lho Diretor do Rotary 
Club de Bela Vista que 
foi levar seu voto de 
apoio e solidariedade 
pelo lamentável acidente 
ocorrido na reunião do 
Hospital Nós da TRlBU 
NA acompanbare:nos o 
"caso hospital" impar­ 
cialente( como de costu 
me ), pois o que n!io de 
ve ser feito é esquecer 
o principal: O POVO. 
Preço deste 
Exemplar 2,00