ENCIMPIÇâO DO HOSPITAL:
-
REUNIIO CONTURBftDI ...
,
(PIG. 08]
FUNOA'iJOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IV ALDO PEREIRA
ANO lV
Redação Oficina e Administraçào
Bela Vista, O de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 196
Rua Duque de Caxias /
JAII
Câmara Solicita Auxílio para Estudantes
do Campus Avançado (Página 07)
Vereador Pede Fornecimento de Agua ao
Domingos... (Pág. 07)
Patrolar a Ruas ela Vilas Angelica. Camisão e
e Brasil Foi a Solici.taçãu do erP,ador
Ernando Barbosa (Página 07)
Vereador pede Serviço de Coleta de Lixo (pàg. 4)
Biblfoteca Pública... Ernando Barbosa pede .
Providências... (pág. 4)
Jota Jota Entrevista Dra. Enil Pereira de
Souza... (pág. 05)
ESPORTES: SESSENTA É
NOTIIA... (PAG 2)
CRONICA DE
ALENCAR ...
ALTEVIR DE
(PACi. 9)
Gastão Muller: Arena a Favor da Divisão de Mt... (Pag 9)
·- -===
Governo do Estado Solicita 250 Milhões ao projeto de
Mecanização Agricola (Pag 04)
"Uma sociedade sem líderes é uma sociedade entregue à
sua própria sorte, É uma nau em leme. E tal sociedade é
um campo propicio para o desenvolvimento de todos os vicios
Os homens desorientado em tal ocierJade são pre,as fáceis
to uso dus drogas que se apresentam como sedutoras pro
messas rte paz interior
(Leia na Página 06 A- Drogas e a sociedade)
Baile no B E L A ' T E S E . . . reportagem
na próxima edição. O revigoramento do clubr,
a nova diretoria, ainda e mau- uma vez. os
«encrenqueiros» (Leiam na próxima E
'Operária Católica... (Pag. 06)
bela Vista 00/02/76 Esportes
CS BIUL
de Leontina do Prado Ferreira
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1
-. -o
it
-
..:=.. - - -~;; , ,, ~ ~,
-- _ Ui g
É pois é, o Sessenta
Esporte Clube vai bem
obrigaria, com sua Dire
toria trabalhando mais
do que nunca em pró!
dos eus associados e
simpatizantes frequenta
dores de sua nova séde
social; estamos oferecen
do uma quadra de ureia
E2E:E;±!E OAÃO A NOSSA la para jogos de xadres,
damas; dominós e mais »
um bar e SENHORA DO PERPETUO refrigerantes e mais sal- .
gadinhos para serem sa-
boreados nas horas dela- SOCORRO
zer de cada um. Breve-
mente estaremos ofere-
cendo também uma qua
dra de bocha e um cam
po de futebol de S(oito),
para que seus associa
dos e simpatizantes pos
sam ter melhores horas
agradáveis em sua vida
cotidiana. e em troca de
tudo isto que estamos e
vamos oferecer, pedimos
apenas o comparecimen
to de um modo geral de
todos em nossa séde so
cial para se desfrutar
o melhor possível do que
estamos oferecendo. E si>
ainda não bastasse, a Di
retoria vai oferecer um
magnifico churrasco no
dia 22 (vinte e dois) do
C'.Jrrente, na chacara do
Sr. Goeth Escobar co-
brando a insignificancia
de CrS 15.00 (Quinze Cru
zeiros] por pessoa e em
pró! da uossa séde soci
al para que possamos
dar maiores divertimen
tos aos associados e sim
patizantes. Fazemos um
apelo para que colaborem
Para as iecessidades Temporais
O lliie do Perpetuo
Socorro, devotos sem nú
mero acercam-se conti
nuamente de vossa vene
rável imagem, imploran
do-vos compaixão. To
dos Vos bendizem como
seguro amparo dos mi
saráveis. Todos experi
mentam o beneficio de
vossa proteção maternal
Com confiança, pois apre
sento-me Yó,:.. Vêde ter
na mãe. os muitos pel-i
gos a que estamos, quão
numerosos as 1,ossas ne
cessidades; • Angústias e
sofrimentos nos afligem
muitas vezes; os revezes
da fortuna siio dolorosos
com a nossa rampanba po
is estamos certos de que
melhores dias virão pa
ra a familia sessentina.
e a prova está ai para
ninrruém botar defeito a
nova sede em pleno fun
cionamento.
A.S. Santos
e trazem miséria para
os lares; encontramos a
cruz em toda a parte!
Tende compaixão de nós
e de nossas familias ó
Mãe compassiva; espe
cialmente nesta necess1
dade [aqui menciona o
pedido). Socorrei-me_ó
Mãe, em minha aflição,
livrai-me de todos os
males; si for da vontade
de Deus que eu sofra
mais tempo, alcançai-me
que eu sofra tudo com
amor e paciencia. Isto
eu espero de Vós com
confiança porque sois
nosso Perpetuo Soccrro.
a) A.S.A.
,J
. ,,,
MOVEIS DELBII
IIVENIDD
MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM GERAL
SDNtO E ZANCINELUI LTDII.
DUQUE DE CAXIAS 446
JIRDIM-MJ
l
Bel Vi.ta 08/02/76 Rotary é Notícia
Hsgina .S
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" --- is
l .érs
O 0EJETTVO DEROTARYEA {Ç}
. . 1$ã
INFORMA(ÃO ROTARIA • .
Sr GC'unane"
Eduardo Florsheim nmASSAIIY
MEL1O
.. 1
O artigo dedicado no ria o papl'1l de pôr em
objetivo da Rotary, blll prAtlca esta interpretu
nossos estatutos, é de U· çúo. Por «Informação Ro
ma clareza cristalina e tária» entendemos «o pro
túo conciso que é multo cesso pelo qual os sóei
fácll reter o seu manda- os. ficam ínrormado!'I a
mento de « Estimular e cerca do objetivo, prin
fomentar ideal de Ser- cíplos e desenvolvímen
vil'». Ensinando os qua- to de Rotary e de suas
tro caminhos recomenda- quatro avenida de ser
dos para que este objeti- viço». (Glossário ). Não
vo possa ser transforma nos referimos aqui à de
do em ação, é um dos terminada comissão, mas
artigos mais curtos da ao processo de ensioame
magna carta rio Rotary nto em geral que pode
Cub. Sendo muito cone!- ser ministrndo por t/ nós
so, é ipso facto,. muito seja em palestras diante
generalizado e logo su- de um grupo de interes
jelto à iuterpretações. sados, seja em simp[es
O estatuto padrão conversa com nossos vi
serve para todos os Ro- zi'nhos dH
tary CIubs do mundo e mesa.
portanto deve ser possi- Muito se discute so
vel aplicfl.-lo s~ja nu ln- bre quem deve recebet·
donésia seja no Alaska, Informação Rotária.
no Nepal como na Suí- e não são poucos os
cu, em cidades grandes Rotarianos antigos que
e em aldeias, em centros pensam poder dispensar
-ie indústria como em á- estes ensinamentos. Mas
reas agricolas. Mas as o- todos nó assinamos um
portunidarles de servir compromisso, quase diria
são diferentes nas várias pre turnos um juramento
regiões; basta pensar em ao ingressar em Rotary,
locais tão próximos um e nossa responsabilidade
do outro, mas com pro- nos é lembrada· pelo ar
blemas tão completamen tigo XJ, esse grande des
te diversos, como é o conhecido, dos nossos es
centro de ão Paulo com tatutos, -que diz: "O sócio
parado com Embú. O de- aceita os princípios ele
uominador comum para Rotary, conforme expres
todos é o est!l.tuto pa- so em seu objetivo, con
àrão, mas para adaptá-lo cordando e obrigando-se
às circunstllncias especí- a submeter-se a cumprir
ficas de cada localidade, os estatutos e regimento
devemos ter a liberdade interno do clube, e sõ
de ai:ilicar nossas inter- mente nestas condições
pretações, nossas defini- tem direito aos privilé
ções. A isto somos enco gios de sócio." Podemos
rajados pelo próprio R.I. deduzir que mesmo o só
qne nos diz: «As restri- cio com 100 o/ó d!:! rre
ções estatutárias e nor- quência, mes que não
mativas são mantidas a presta serviços, que não
um minimo necessário trabalha ativamente pe
para preservarem as ca- lo objetivo de Rotary,
racterisllcas fundamen- não faz jús aos privllé
tais e únicas de Rotary. gtos de sócio.
Nesses dispositivus há Existe portanto a ne
um máximo de flexibili- cessidade da informação
dade na interpretação e rotãria, porque:
execução das normas de 1º) nosso objetivo e
R.L especialmente no ni- às formas de alcança-lo
vel local.» (Manual 1973 süo explicados nos esta
pág. 36). tutos em termos muito
Existe a necessidade generalizados a fim de
da interpretação, e R. i. poderem ser aplicados
nos incentiva para tanto. em todos os clubes do
Cabe à Informação Rotá mundo inteiro;
casn VENDE-SE
Vende-se a casa da Rua Sebastião Crispin do Rego.
L5, com 21000 m 2 de área coberta, construida em ler
reno de 30 x 60. Por apenas CrS I00.O0O,O0, preço até o fim
deste mes. Tratar na Casa Imperial- Bela Vista. Mt
2º) O próprio R.I. O8 pe
de que Interpretemos
com flexibilidade;
3%) a fim de servir te
mos que traduzir para
casos Ei&pecíílcos os en
Rinamentos genéricos; e
4°) os tempos mudam e
nós mudamos com eles,
os problemas de hoje
não sãn os mesmos de
dez anos atrás.
No sos estatutos de
vem portanto ser inter
pretados e re-iulerpreta
dos constantemente, de
vem ser criticados e su
bmetidos a exames rigoro
sos. Se eles não resistem
à,; nossas interpretações.
devemos tentar muda-Ia
pelas vias que R.I nos in
dica para este fim.
'e é vel'llade que as
interpretações rnullifor
mes dn objetivo geram
forças C<:,ntrífugas, q:;e
até certo ponto, são mes
mo encorajadas por R.I
por nutro lado, atuam
também esforços em en
tido contrúrio, centríµe
ta. Isto porque as ma
neiras de servir rotaria
mente não existem em
números ilimitados. A é
tica profi sional é a roes
ma uqui e no Japão: po
de haver 1livergênci11s
em detalhes, mas os prín
cipios são idênticos, por
serem baseados nos man
da:22entos da nossa civi
lização. A assistencia às
vitimas de terremoto no
Perú se processa da mes
ma maueira como o i:o
corio aos flagelados pe
las enchentes no Brasil
A experiência ganha por
um clube, servirá aos
demais, pois todos tem
como denominador co
mum a vonlhde de Ser
vir. Ao comunicarem
seus êxitos a R.I. este
se torna assim um cen
tro de trocas de expe
riencias, tenham elas si
do corou.das de êxito ou
não, _acumulando um ca
pital à disposição dos
clubes, uma informação
rotária em escala inter
nacional, centralizada.
A informação rotária é
a ext.c:.ns-àt' e o complemento
do objetivo de Rotary, ela dii
vida às letras e aos parigra
fos. O objetivo de lotar é
a força centralizadora que
mantém a unidade de R. I.;
nossas adaptações e interpre-
tações são a diversidade den
tro desta Unidade, um prin
cipio sadio que, fortalecendo
os clubes, aumenta a pujança
de R. I.
Prefeitura Municipal de Bel a Vista - Mt.
Decreto 8.o 02/76 de 05 de Fcv. de 1.976
Cria a Escola Mui
pal - Jardim de Jnfuncia
e Pré-Primário Castell
nho Encantado".
Dr. Huhen A. Abbott
de Castro Pinto, Prefeito
Municipal de Bela Vista
ilt. no uso de suas a
trlbuições legais e basea
do no ArL 79, pare.grafo
1° da Lei Federal n
4.320 de 17 ele ilarço
de 1.964 e no art. 4 ( e
II Graus) introduzidos
pela Resolução n 23 do
CE E;
Considerando a Exi
gencia da Secretaria de
Educação e Cultura, pa
ra autorização das Es
colas Municipais.
DECRETA
Art. 1·
0
- A Escola lIuni
Primários. Supletivo diur
no e iniciação profissio
nal de Arles e Ofício&.
Art. 3o - A Escola fun
ciumará n o prédio da
antiga Escolas Normal
Rur:1I, à Rua Barão do
Lactário. esquina com
Visconde de T,rnanay.
Art. 4o A estruturação
da Escola é fe!ta Je a
cordo com a Lei de Di
retrizes e Bases - lei no
5.692. de 11-08-71.
Art. 5o - Este decreto
entrará em Vigor. a par
tir de Janeiro de 1976,
revogando-se us disposi
ções em contrário.
Prefeito .'.lunicipal de
Bela Vista-mt, 05 de Fe
vereiro de 1976.
Dr. Ruben A. Abbott
de Casro Pinto
Prefeito Municipal
.0 03/76 de 05 de Fev. 1.976
cipal denominada d e
Escola Jarbus Passari
nbo • criada pela Lei o·
0
624fi4, passará a deno
minar-se: Escola Munici
pal de 1·
0
Grau Jarbas
Passarinho.
Art. 2° - Este Decreto
entrará em vigor na da
ta de sua pnblkaçilo re
vogadas as disposições
em contrário. •
Prefeitura Municipal de
Bela Vista-MT. 05 de
Fevereiro de 1976
Dr. Ruben A. Abbott
de Castro Pinto
Prefeito Municipal
Bela Vista.
de
preço deste
Exemplar 2,00
ela Vista 08/02/76 Política
Ia@ina 0l
iiOVERNO DE MI SOLICITA 250
Secretário Bento
Cuiaba O Gover-
no de llato Cro o
esti solicitando à úre ..
federal financiamento ele
250 milhões de cruzei
ros p/ o Projeto de Me
canização Agricola do
Estudo. dentro do Polo
centro. O Governador
Garcia Neto tomou a de
ci ão dia 27 pp. uo des
pachar com o ecretár1o
de Planejamento e Co
ordenação Geral, Bento
Porto, presente também
ao encontre o ecretá
rio da Agr!cullura Ect
mundo 'T'aques, quaudo
assinou oficio endereça
do uo Presidente do San
co Central, sr. Paulo
Lira, pleiteundo os re
cursos. Idêntico ofício
foi também encaminha
do uo Coordenador do
Grupo do Programa de
Desenvolvimento d o s
Cerrados, sr. Geralao
Alencar.
A olicitação de fi
nanciamento é acompa
nhada de cópia do Pro
jeto de :lecaulzação A
gricola.
No oficio em que so
licita fiuanciamento ao
Banco Central, o gover
ador Garcia Neto es
clareceu que referido
projeto prevê uma apli
cação, em 1976, da or
dem de 250 milhões de
cruzeiros. d o s quais
154 milbões ôé constitu
em no eu.préstimo plei
teado e o restante co
mo reinvestimento das
receitas operacionais.
Ressalta ainda que o Go
verno Estadual, visando
a execussào e organiza
ção· técnico-administrati
va do Projeto, criou re
centemente a Cia. de
Desenvolvimento Agrico
la do Est. de Mato Gros
so - odeagri.
Porte
Ministério do Agricultura
dobro apoio o Mí
De outro lado, o Go
verno de ilato Grosso te
rá este ano apoio dobra
do do Ministério da Agri
cullura, com rn!ução ao
ano passado, para PIa
nejr sua agricultura. E
o que informou o secre
táro Bento Porto, após
reuuir-se com missão da
Exmo.
lndícoç:io N.o
os termos do arti
go 102 do Regimento
Interno da C'àrnura ilu
nicipal, após a apresen
ação Regimental em
Plenário, seja encami-
nhada uo r. Prefeito
ilunicipal expediente
com a seguinte indica
çilo: "IndicCl ao Sr. Pre
feito Municipal, a neces
sidade dn se estender o
serviço de coleta de li
xo até as ruas e aveni
das principais da Vila
Angelicu, principalmeute
no setor comercial.
J U S T l F I CAT I V A
MILHÕES AO PROIEI DE MECANIZAÇÃO AGR!COLA
Representando a Co
missão Estadual de PIa
nejamento Agrícola par
ticiparam dos trabalhos
o seu coordenador-geral
e coordenador-substituto,
respectivnweutc Eucário
Antunes de Queiroz e AI
varo Lucas do Amurai.
Secretário Edmundo Taques
Subsecretaria de Pla
nejamento do :IA e com
a coordeuadol"ia da Co
missão Estadual de Pla
nejamento Agricula, pa
ra reformulacão de con
vênio. Pelo novo acordo.
o Ministério da Agricol
tura deverá destinar 01
milhão e 900 mil cruzei
ros à CEPA, a fim de
que possa expandir suas
atividades no Estado.
A missão, integrada
pelo técnicos C ar 1 os
Luiz de iliranda e Ricar
do ebastiüo Lourenço,
cue vem prestando as is
tência ao planejamento
agrícola junto a todos os
Estados brasileiros. con
cluiu hoje os detalhes
para reformulação do
convênio.
CE#IDEC
De outra parte, ain
da, chegou a Cuiabá, a
vistando-se com o Secre
tário de Planejamento.
sr. Bento Porto, um re
presentante do CENDEC
IPEA, com a final.dade
de entrevistar candidatos
do setor público estadu
al aos cursos de Elabo
ração P Análise de Pro
jetos e de Estatística pa
ra o Planejamento, :::!J
nistrados por aqueles ór
gãos, ambos vinculados
à ecretaria de Planeja
mento da Presidência da
República ..
O emissário, sr. Pau
lo Couto Teixeira, que é
Professor C,,ordenador
de Curso do Centro de
Treinamento para o De
senvolvimento Econômi
co e Social. iuformou que
cinco técnicos de Mato
Grosso são candidatos
aos dois cursos supra
mencionados.
Sr. Presidente daECâmcrra Municipal de Jardim -Mt.
Req. N.O 02 75 EM3
01/75- EM2
por parte do Poder Pú
blico, no que tange a
higiene e fiscalização
de salubridade. Nãú po
de a administração per
mitir que a população
da Vila Angélica fique
a mercê de contamina
ções pela poluição do
meio ambiental, ocasio
nado pela putdferação
de lixos e detritos nas
vias públicas; uma vêz
que, os quintais das re
sidências nii.o mais su
portam armazenar os
lixos e detritos.
Senhor Prefeito, a
presente proposição in
dicatórta visa contribuir
com a Vossa Administra
ção e salvaguardar o
interesse da salubridade
da saúde pública; baseio.
se nas solicitações e re
clamações dos morado
res da Vila Angélica re
ferente a coleta de lixo
analisa:::do tais pedidos
reclamações, confirma
mos serem procedentes
dado o quatum do au
mento populacional e de
edHicacões Jaquela Vila
sendo inclusive o segun- Ernando Martins Barbo
do centro coperciul de sa
Jardim. urge portanto,
um melhor utendimento
Certo de que o Sr.
Prefeito Municipal não
olvidará em atender a
esta legitima aspiração
e direito do povo da
Vila Angélica; pondo
assim mais uma vez a
prova o sua vontade em
servir u população de
Jardim.
Sala de Sessões da
Càmara llunicipal, 28 de
janeiro de 1976.
·Vereador da Arena
Req. N.o 04, 76- EM
Indicação No 0376- EM
os termos regimen
tais requeiro a Mesa, a
pós ouvir o Plenário, se
ja encamin!Jado expedi
ente ao Chefe do Execu
tivo, indicando a neces
sidade urgente de colo
co.r em funcionamento a
a biblioteca pública i'l·Iu
nicipal, para melhor aten
der aos alunos do Cam
pus Avançado, ministra
do pelo CPA. nos perio
dos de férias em nossa
Cidade.
Justificativa
Senhor Prefeito. em
hora sabemos ser inume
ros os incentivos e apoio
de V. Excia .. para o se
tor educacional de Jar
dim, se faz mister e em
caráter de urgência mais
uma contribuição, que é
o funcionamento da Bi
blioteca Pública :lunici
pal, por que o eurso em
referência exige acura
. das pesquisas, e nilo te
mos em nossa cidade
uma capaz de auxiliar
estes alunos que serão
amanhã os professores de
nossos filhos: por que en
tão, se temos condições
de oferecer-lhes maiores
condições de preparo,
não oruporciona-los? Te
mos um acervo enorme
de livros sem utilização
temos um posto cultural
do Mobral com um par
co acervo de livros fun
cionando diáriamente
com uma· funcionária pa
ga pela Prefeitura, prati
cumente sem maiores a
proveitamentos. Porque
então, nao se transfere
esta servidora para a
biblioteca Pública Muni
cipal e faça funcionar
junto a esta uma estante
do Mobral?
O problema esta fá
cil de ser solucionado,
tenho a certeza que o
Senhor Prefeito compre
enderá a µrorunúidade e
necessidade de minha in
dicação e saberá com Iu
minosidade solucionar
e servir ainda mis os
alunos jardinenses e de
alhures :..nuniclpios, que
sem medir esforços. se
empenham em preparai
melhor para melhor ser
vir a nossa Comunidade.
Sala das Sessões, 28
de janeiro de 1976.
Ernando Martins Barbosa
Vereador da Arena j
ela Vi»ta 08/02/76
Entrevista
I'igins o
a
í
't:
Nosso propósito é levar
ao conhecimento dos
leitores da TRIBU A os
fatos que ocorrem em
nossa cidade e muniei
plo no que tange seu
desenvolvimento no se
tor economlco, social e
polltlco, pois só assim
multas pessoas poderão
ficur inrormudas do que
promove o homens
Importantes d e nossa
terra, na industria, co
mercio, agricultura e ou
tras atividades.
• Como atualmente a
méta da problemática na
cional é o HOMEM-sua
valorizaçãc num concei
to positivo, justo é que
comecemos a fazer nos
so trabalho pelo q u e
diz respeito a cultura e
e educação do povo, e
lo que tornou-se obriga
tório entrevistarmos a
ilustre Delegada Regio
nal de Educação e Cul
tura de Bela Vi ta, Dru.
Enil Pereira de iouza,
que, com a sua prover
bial gentileza uos aten
deu, concedendo-nos las
seguintos informações
sobre o ano letivo de
1976, respondendo nossas
perguntas com muita
firmeza:
6
Oro. Enll, qual o pro
gramo cultural p/ o ano
letivo de 19762
R- O Programa Cultural
ou técnicamente dizen
do "Calendário Escolar
1976", elaborado pela
Delegacia Regional de
Educação e Cultura e
enviado para todos as
as Escolas. Estaduais
pe,rtencentes a ,Jurisdi
ção, assim como à Pre
feitura Municipal a titulo
de colahoraçilo, é bas
tante extenso para ser
detalhado e entrevis
ta, porém posso adian
tar que o mesmo reiere
se aos níveis de I e II
Graus onde inclue-se:
1)- Normas Gerais
Administrativas que com-
preende o período de ma
tricu Ia; classtrlca
çlo de Alunos, distribui
ção de turmas, turnos;
horário Escolar; Lotação
do Pessoal; Regime de
funcionamento; dias leti
vos; Carga Horária anu
al; emanai e diária.
2)- Orientações Se
mestrais e observações
Gerais «4 bimestres»- p/
cada bimestre, a deter
minação de Inicio, térmi
no. avaliação, entrega
de notal:l à ecretaria e
aos alunos, Reuniões de
Associação d e Pais e
Mestres, Assoiaçüo de
Professores, datas a se
rem comemoradas, além
orientações especificas
e nece Párias p/ cada
bimestre, como. Período
de ondagem de alunos,
parada das aulas para
elaboração do Planeja
mento Pedagógico semes
ti-ai, pelos professores,
Recuperação emestral
e Longa, Férias dos alu
nos, Férias do: professo
re , etc ...
Lembramos ainda
que na I Reunião de
Pais e lle tres, marcada
p/ o dia 8,03/76, 'deve
rão o: professores, da
rem conhecimento aos
pais dos sem; . alunos do
referido calendário.
E o início dos aulas?
R- Conforme já dis
se, consta no próorlo
Calendário e o pessoal
administrativo de cada
Estabelecimento de Eusi
no deve divulgar àqueles
que s e matriculam. O
inicio deste· período se
rá dia 8 de Março do·
corrente.
- A Delegacia Dispõe
de Corpo Docente com
pletos para todos os ts
tabelecimentos de Ensi
no da sua coordenado
ria?
R- O quadro docente
deste ano será o mesmo
do ano anterior, com as
variações normais de n
de aulas, distribuição de
séries, aumento de alu
nos e possíveis substitui'
ções para pessoal que
se transfere, entra cm
licença etc ..
E o material Fscolar e
Didático?
R- Recebe·mo-lo gra
dativamente da Secreta
ria de Educação e Cultu
ra, através do seu de
partamento de Adminis
tração Patrimonial, para
este ano, por exemplo
já temos destinada p/
esta DREC, 320 (Trezen
tos e Vinte) Carteiras
(solicitamos o envio de
mais 200; para suprir as
necessidades da. Esco
las) 2.000 (Dois Mil) ca
dernos, livros didáticos
para todos os alunos de
nivel a IV do I Grau,
material de consumo
e de límpeza suficiente
para os meses de março
e abril.
- A ecretaria de E
ducação dá pleno apoio
em tudo que concerne a
educação da juventude
como em particular a
V. Excia,. no cargo que
exerce?
balhamos para atingi-los
e sendo assim só há
motivo para sermos a
poiados.
Quanto
escolares:
em boas
truturals'?
aos Prédios
Todos estão
condições es-
R- Não, temos pré
dios em estado bom, re
gular e precário porém
a situação física do
mesmos é ele conheci
mento dos nossos upe
riores' basta dizer que
foram incluídos no pla
no de obra primelramen
te: P.P0/72, P.P.0/7374
e posteriormente no pia
no de obras 73/75. Isto
significa que as provi
dências que atribui:.t a
esta DREC, for&m torna
das.
Fala-se na cidade
sobre sua transferência
p/ relevante cargo na
'ecretaria de Educação
e Cultura, esse comentá
rio é assunto real?
R - De fato já recebi
convite assim como !.am
bem manifestei vontade
de tranferir-me pois te
nho por norma a reno
vaçãc. Só não vou pre
ctmr a data da transfe
rênciu.
Capital, n o qual está
registrado a atuação
criteriosa e inteligente
de Dra. Enil, pelo que
mereceu referencia elo
giosa do Chefe.
Encerramos com es
tas noticias a entrevista
concedida pela ilustre
Delegada, concluindo
que o seu merecimento
realmente faz jús a um
cargo de maior relevo.
Felicita mos Dra. E
nil pelo que pudemos
observar em seu desem
penho na direção desse
complicado Órgão d o
Estado, como tambem
pelo que vimos na orga
nização da sua Reparti
ção: funcionários disci
plinados, trabalho in
tenso e produtivo.
Agora, as constan
tes fofocas sobre sua
pessoa, ficam para as
que gostam d? fofocas.
Vamos fazer o Brasil
crescer!
Jota Jota
Cortados todos os
R- A ecreturia de
Educação e ·Cultura, a
través do Exm·º Sr. 'e- Muito bem. Damos
rretário d e Educação por satisfeitos com a
Dr. Lou.remberg :Ribeiro declarações da Dra. E
Nunes Rocba, dá e sem- nil, achando eue tudo
pre deu pleno e total a- corre normalmente no
poio à Educação, apezar Currlculo-que será exe- Por falta de pre ta
da dificuldades que se cutado. ainda mais to- . ção de contas e relatório
encontra. Trata-se de mando· conhecimento a- de atividades de consu
pessoa altamente gabari- travéz, de ofícios e outros mo de medicamentos à
tada, escolhida pelo Dr. documéntos do esforço Coordenção de Cuiabá,
José Garcia Neto, Gover empregado por essa jo- a CEME decidiu cortar
nadar do Estado, muito vem Educadora em tudo a quota de medicamen
acertadamente pois traz que diz respeito o supri tos que fornecia ao Hos
consigo todas as quali- mento de tão impertan- pital São Vicente de Pau •
dades necessárias que te setor que é o Ensino Ia. Estão prejudícados as
a pasta requer. • com tanto interesse. sim todos os enfer-
Quanto a mim, rece- inclusive quanto as re- mos pobres de Bela Vis
bo assim como todos os parações de predios es- ta que não terüo mais
demais Delegados Regio- colares que é seu cuida os medicamentos, por
nais o mesmo apoio que do desde muito tempo. desidia da Diretoria da
dedica à. Educação. Co- Tivemos oportunidade Beneficencia Hospitalar
mo Delegados represen- de ler o «Diário de Cu- de Bela Vista: Esta é a
tamos S. Exa., nas re- iabá», que traz noticia informação. prestada pe
giões. Os objetivos edu- sobre- uma reunião de to- lo Sr. Hamilton Dutra de
cacionais da DREC, são dos os Delegados Regio- Andrade, Supervisor du
os mesmos propostos pais de Educação com FUSMAT ao Prof eito
pela SEC, e juntos tra- o Sr. Dr. Secretário, na Municipal.
- . . ..... ... .
Medicamentos que,
a entral de Medi
camentos fornecia ao
Hospital ao Vieen-
te de Paula
1
MINERDÇÃO
"Produtor • do aláreo Bodoquena" km 54 Rodovia jardim Porto Murtinho
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e· no Novo Mato Grosso"
BODOQUENA
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8
ela Vi-ta 0/02/76 Nosso Tempo e Política
Cont. do nº Anterior
III - Estruturas Convulsionadas
Se volturmos o nos- E sentlmoi>. pol' to-
so olhar p/ a nossa so- da parte, u falta das
ciedade contemporânea, verdadeiras liderança8,
veremos com espanto Nos das lideranças
que, em todas as latitu- carismáticas de caráter
dee, em todas as nações, puramente passionul.
us grandes estuturas es- ão das llderunçns m1s
tão convulsionudas Pa- ticas que podem por al
rece que vivemos sol> gum tempo polarizar o
o signo da incompreen- entusiasmo daqueles que
são. Mulllµlicum-r1e os l>uscam alguma coisa
congressos internaciona- mas que não sabem o
is, reúnem-se ª" assem- que querem. Essa lide
l>lóia p/ õiscussão dos ranças nüo levam a na
grandes assuntos dos da, porque as suas o
destinos da humanidade. bras e esboroam qunan
E, apesar de tudo, os do diminul o passional
homens não se entendem. e se arrefece o entu ias
Nesse torvelinho ar- mo momentil.nec dos in
rasdor e nessa tumultu decisos. Essas lideran
ante· fermentação de çus surgem aqui e ali,
lcltins a impre silo que agravando ainda mais
se tem é de que a hu- o problema.
manidade perdeu o se- O de que precisamo
us objetivos. ão sabe- parém, é das li.deraaça
mos p onde vamos. esclarecidas e inspirado-
Em cada ser huma- ras alicerçadas na inte
no encontramos a per- ligência e nas vontades
plexidade diante de um de feno. Esses líderes
mundo q no desafia em nüo encontramos. E es
todo: os setores da vida. se lideres são aecessá-
Com o equilibrio e a Y1suo que lhe ão habi
tuais, o cardeal D. Vicente herer, arcebi po de
Porto Alegre, denunciou, veementemente, a infiltra
cão comunista no Movimento Internacional da Ju
ventude Operária Catóhcn, arirmaudo que o seu
novo programa. aprovado no Congresso de repre
sentantes unidos, em Lintz, a Austria, evidencia,
sem sombra de qualquer dúvida, a marca frisante
da ideologia comuni tu.
Ainda mais, frisou esse ilu tre purpurado da
Igreja Católica, o Brasil, que as conclu õe do
óinto Conselho Mundial da Juventude Operária
Católica afastam-se totalmente, da linha e das di
retrizes do seu fundador, o que é, na verdade,
uma pena, em face da atuação tendenciosa desses
falsos católicos.
Substituiram o ideal do homem que se orienta
segundo e. luz dos Evangelhos enfatizou D. ihe
rer. por conhecid;;s pontos de pregação marxistu
leninistu, aceitando-se e encampando-se, de manei
ra c1am, u critica da sociedade e da economia
própria do marxismo soviético ortodoxo, calando,
capeiosumente, acerca da vocação-transcendente
do homem e atribuindo a Cristo "os titulas allisso
nantes que lhe conferem os negadores de sua grau
deza divina". •
• Por outro lado, desapareceram as referências
aos assistentes eclesiásticos que se consideravam
a alma do movimento, ccmo formadores da perso
nalidade eristü dos jovens trabalhadores.
Par a e s s e s forja d ore s rle grilhões
pu.ra a c 1 u s s e o p e r a r i a, a dig
nidade e o valor da pessoa humana não se tornam
realidade sem a abolição da propriedade particu
lar, embora sem se darem conta, esses reformado
res, de que a liberdade não passa de mera formu
la vazia de sentido, quando não inclui a possibili
dade de reinvindicar os direitos individuais.
. . Segundo D. Sherer, a declaração de Liiz pre
coniza a luta de c!asses, definindo-a como a. cou
sequencia das contradições eutre a classe dominan
te e os cperarioi:, propondo como ideal a socieda
de sem cla.sses.
Mas até onde o comunismo extinguiu as elas
ses? Até onde o comunismo valorizou a criatura
humana? Até onde reconhece os seus direitos? Se
rãa porventura. iguais em posição, em dinheiro,
em conforto, em usufruto de bens na terra o cama
marada Bre1.enev. todo poderoso e o pobre "cama
as
rios p/ definir com jus
tnza os nossos proble
mas e p/ nxur com co
ragem os nossos objeti
vos. Esses lideres silo
imprescindíveis para a
presentar à sociedade
as soluções das dificul
dades que nos acabru
nhom e p/ conduzir, re
almente, oa homens a
essas soluções salvado-
,
ra.
Uma sociedade sem
liriere é uma sociedade
entregue à sua própria
sorte. É uma nau sem
leme. E tal sociedade é
cumvo pl'Opicio p/ o de-
envolvimento de todo
os vícios. Os homens
desorientados em tal so
ciedade são presas fá
ceis do uso dut- drogas
que se apresentam com
eclutorns promessas de
paz interior.
. A necessidade d e
verdadeiros lideres para
curar os males da so
ciedade ressalta bem o
papel das instituições
escolares nu construção
de um mundo melhor.
pois é missão de,;sas
instituições formar esses
líderes. Da.s nossa es
colas, das nossas univer
sidades é que devem
IV - Posição de Contestação
Outra característica
de nossa sociedade é a
contestação. E l a se
toma bem clara no fe
nômeno de todos os tem
pos que é o conflito de
gerações, mas que em
nosso dias assume pe
culiaridades bem defini-
das.
A novas gerações
contestam simplesmente
os valores das gerações
passadas e procuram
novos caminhos. Destro
em o antigo e não en
contram nada p/ substi
tuir os ídolos destrona
dos. Sabem o que que
rem. mas não abem
ainda o que querem.
O primeiro dever
das geruçõe antiga
-
INFILTRA€AO
J
CIEADE
sair e+ses guias que,
dentro da noite, hão de
estar vigilantes anuuei
ando os perigos e indi
cando os caminhos.
em relação às gerações
jovens é o do exemplo.
Compreende se a revol
ta do jovens diante de
um figurão que pregu
moralidade, que fala de
seu carâter impoluto,
mas que os jovens su
bem que vive de frau
des e de golpes. que 8o
nega o imposto de ren
da e que viola o direito
rios mais fracos. Com
preende-se a revolta
dos jovens diante do
sacerdote que prega a
justiça svclal e que com
bate as opressões, mas
que paga ao seu sacris
tio um salário de fome.
Os jovens raramen
te se servem dos erros
das gerações antigas pa
ra melhorar os dias pre-
entes e p/ evitar os
mesmos erros no futuro.
Contudo, muitas vezes
procuram justificar suas
próprias falhas com a
ralhas dos mais velhos.
ruela" que trabalha ao campo ou na indústria? Pos
sivelmente, numa coisa são iguais: na vigilàacia
que é exercida em torno de todos eles. do maio
rui ao mais humilde: na idas e vindas dos cornu
nistas ortodoxos ou heréticos; nos gestos, nas pala O segundo dever das
vras, no olhar - tudo vigiado, espionado, anotado gerações mais antiga
para as decisões do futuro. em relação às mais no-
e a JOC, acrescentou o Cardeal herer, (a vas é saber compreen-
JOC Internacional), resolver e conseguir . levar es der. O que vemos, en
se programa de ação demolidora à exeéução, en tanto, é, muitas vezes.
tüo estará selado o destino da di.nãmi.::a organiza o exagero em ambas as
ção de gloriosa conquistas e opulentas realizaçõe5 partes. O que as gera
em favor dos jcvens trabalhadores e do operaria ções anteriores levam a
do mundial, encontrando-se, assim, numa eneruzi um extremo, gera na
lbada •lecisiva. - sociedade o vicio opos-
0 que se aplica a.,s opP-rários de todo mundo, to levado também às
aplica-se igualmente à sociedade esluàanti.l, que é suas ultimas consequén
uma das boas presas nas garras desses mistificado cias.
res. Mui orientada; sem o es.::larecimento político,
que lhe deveria ser ministrado; boa e generosa; A vida social nos
julgando que é a verdade que sai d'ls lãbios des apresenta uma série de
sas sereias vermelhas, vez por outra faz o jogo dualismo que para se
das seus futuros opressores, i:ervrndo, simplesmen rem superados exigem
te de isca pura esses pescadores de águas turvas. equilíbrio e ponderação.
Foram muito oportunas as palavrl!.s do cardeal nuances muitas vezes
arcebispo de Porto Alegre; e tanto mais oportunas sutis, mas que ract.icali
quanto todos sabemos que o momento tem que ser za:!! em extremismos al
de sérias advertências por parle de todos os po tamente perigosos. Po
vos, que vivem permanantemente ameaçados na demos citar como exem
sua liberdade e no seu inalienável direito de auto pio desses :lualiFmo!': o
determinação. dt.reito e o dever, a au-
Não se têm cansado as Forças Armadas de toridade e a obediência,
chamar a atenção de toda a gente para esse a o capital e o trab,llho,
meaçador ativismo, q u e n o pretendido o individualismo e o co
rcspaldo dos jovens nperi'!rios, d o s es letivismo, a líberdade e:
tudantes, dos católicos desatualizados, dos como a opressão, o respeito e
distas e até da própria Igreja, iludidos, todos, pe o medo.
lus doutrinas demolidoras de anti-marxista Marx,
buscam o Poder por todos os meios.
Vitoriosos, as promessas desapareceriam; e a
Igreja iria por sua vez para o triste destino da i
greja do silêncio, que, hoje, agoniza no mundo
oriental. Mas, a essa esclarceida e lucida Voz do
Pastor, outras vozes se juntar-ao. E o brado maior
já. vem de Santa Fé, que deu. pela palavra do S!tn
to Padre a definição que o cuso merece. ·,.
Talvez estejamos, agora, no ini:cio da reviravolta.
[Jornal
Edmilson Brum Escobar
Edmilson Brum Es
cobar. bra ileiro, casado,
Vereador, residente nes
ta cidnde; vem mui res
peitosumente a presença
lle V. Excia. . que apos
provado por este pie
nírio seja encuminbada
ao Ex111º. Sr. Pr e rei to
:lunicipal u ludicuç:lo se
guinte:
1
[
lndicac;ào
INDICO uo Exm. Sr.
Prcl'eito ilunicipul a pos
sibilidnde do b'xecutivo
úonceder um auxíli" de
CrS í.00íl.0ll ( Sete i1il
CruzeirPs ) uos Estudan
tes do Campus Avança
do que estão l"azendo o
referido Curso em nossa
cidade que aqui não re
sidem, vindo de cidade,;
vizinhas de ncsso Esta
do buscar luzes de Ensi
no em nossa cidade, que
são em número de 35
( trinta e cinco ) alunos
que estudam nos horári
os de 12,O0 hs. e 30 mi
nutos ás 1 G,30 horas e
dus 18,00 horas às 22,15
horas e no periodo da
manhã fazem as respec
tivas tareras e trabalhos
em conjunto.
Jusfificativa
É de corheciaento
tle todos os senho:·.-s 'e
readores e de lôda a po
palação ·'ardinense que
uqui se faz um Cm·
so ele Campu;: ,vançado,
(curso equivalente a su
perior) no periodo de fé
rias Escolares, o que co
loca nossa cidade em al
to nivel de Educação do
Estado de Auto Grosso,
beneficiando em grande
parte o alunos de nos
sa cidade endo que di
tos aluuos de todas as
cidade do Sudoeste a
togrosseusc aqui estào
fazendo o mencionurlo
Campus, nada mais jus
to de o Executivo dar o
apoio a ditos almnos que
tanto necessitam pois de
acõrdo com o horário u
cima mencionado os Se
nhores Vereadores já po
dem imaginar o sttcrifi
cio de ditos alunos do
que tange a alimentação.
o que vem sendo com
auxilio de comerciantes
ele nossa cidade uns con
trillllindo com sacas de
arroz. outros com diver
sos mantimentos 01 assim
por dinnte. tudos tem co
laborado e nada mais
Câmara Mur.ic. desta Cidade
justo q o Representan!l'
leg-al de ue,ssu cfdncle
também c!ê a 1,ua parce
la de colahoraçiío. poi8
até a C.E.H.!I, colaborou
com beliches, cumas etc.
e como dilo Curso Ao
mente terminará ll'J fim
de Fevereiro nada mais
justo que n Prefeitura
dar o auxilio acima ei-pe
ciíicado pois assim J'uzen
do estarfl mais umu vez
l'O!aborando com o Pro
hierua de Edueuçtio em
nossa cidad~. f' cumpriu
cio umas das melas do
nosso Presidente Geisel,
que é u Educ:11,:ão em pri
meires planos de Gover
no.
'@estes Termos Pede
e Espera
Daferimento
,Jardim, :!O de .Jan. !!17(i
Edmilsoa Brum Escr,bar
'ereador da Arena
e_.
Exrnn. L r.
t o
Presidente Câmara da Munic. de Jardim-Mt.
Indicação N.o
Nos !emos reg-imen
tais e e::n defesa dos
Interesse<; do povo, re
queiro a Mesa. feita
presentação regimen
tal <'nt Plenário. seja
encaminhado ao Sr. Pre
!"cito .lunic•pal expedi
ente com u eguinte in
dieaçilo: Indico uo Exm''
::-r. PrPYe'.lo .luriicipal.
u necessldude urgente
dl' mandt.r putrolar e
recuperar as ruas
d:ts Vilas:- Angélica.
Ccl. Cami,;;io e Hr..:sil.
por esrnr<:m em estado
de intrafegabilitade
REQ. N.o 01/76 - EMB.
Requeiro nos termos JUSTIFICATIVA
regimentais à Mesa Dire O Presente requeri-
tora da Câmara Muniei- mcnto Psteia-se em re
pal, após feito ouvir o clamações da população
Plenário, seja encamiaba de Jardim, pelo brusco
do expediente ao Chefe iuterrompimento no for
da SANE.iAT em Jardim. necimento d'agua aos u
solicitanfio informações suários nos dias de do
das razões do nJo ab!lste mingo, sem nma justifi
cimento crugua. aos usuâ cativa ou aviso prévio à
rios nos domingns. con- população para que os
forme vem ocorrendo ui- usuários pudessem se pre
timamen,e. caver no abastecimento
Nestes Termos d'agua nos seus lares aos
P. E. Deferimento sábados; normalmente a-
Jardim. 28 JAN 1976 gora em pltmo verão
02/76 Emb.
,J USTI F I C A TI A
Senhor Prefeito, a-
!Jernos do inlerP:r rult.a
de recursos. materiais
humanos e fina11c·eiros,
porém (• fll't:es,:áría nws
mo com esforços sobre
!Jumu:ios. retardando u
tros serviços que nio
sejam de tão pree
n:eute 11t·cessiduc!". parn
:itenr!nmos e durmos
um minimo, de condições
desejável de trúfeco p4-
ra as nossas ias rba
•• Cuins ias citarias
fora;1 recentemente i
sitadas e inspecionadas
por f:'Ste Edil. Oll'.JP
podemos olJ,t rva:· In Lo
co, as desa;rud@veis e
intransitáveis condições
le suus ruas. e ainda.
u ma:1Hestu insatisfo
ç:1o dos moraclores eles
as Vi!as; em mrnha vi
l'ih hfpoteqneí-lL!t>.s o
meu erupenho em tn,
zer no couhecímento de
V. Exci". atravéz de;;ta
Camara de Vereadores.
e a certez:l de qr.;e 'os
sa Administração te ria
satisfação em atendê-los
pronta.mente, m e sm o
com a paralizuçfio de
outros serviços na , ona
rural. que sabíamos es
tar a patrolu no morPeu
lo executando.
Snla das Se,;sões.
28 de janeiro de l!J7ü.
Erando Martins
13aruosa
Vereador d a
- -~---·•-·-
quando o consumo- nas
residências é naturalmen
te aumentado.
Entende este Verea
dor que os usuários me
recem um a satisfação
por parte da direção dµ_
SANEMAT, portanto, é a
licerçado na intransigen
te defesa do interesse
maiur do povo que re
queiro informação.
Ernando Martins Barbosa
Vereador da Arena
Bela Vi-ta 0/02/76 Hospital
Concernente o palpi
tante assunto "encampa
çúo" do 1-Iospltul Silo
Vicente de Paula pelo
Sr. Prefeito Municipal,
muito cornentúrlo foi fei
to a respeito essa medida
salutar tão bem explica
da em sua justificativa
ao apresentur à Cilmara
de Vereadores o projeto
de lei que recebeu apro
vação unO.nime dos Srs.
Edis, os legitimos repre
sentantes do povo.
Houve nos dias se
guintes, uma euforia ge
ral e até elogios fazia-se
à medida to:nada pelo
sr. Prefeito. Mas, alguns
cldadíl.os feridos em seus
interesses pesrnais, hou
veram de discutir o as
sumo por diversos pris
mas, com razão ou dis
torso da finalidade a
que se pretende levar a
eleito a encumpação, ge
rundo disso tu:lo uma
tomada de posição da
Diretoria da Beneficen
ciu H. de Bela Vista
que resolveu convocar
à Assembleia Gerul efe
tuada a 1 de Fevereiro
co'lente para rleliberar
sobre tão magno proble
ma.
O repórter fora coo
vidado para comparecer
como sócio, se estivesse
com a situação legaliza
da, mnas ali compareceu
unicamente pura anotar
mentalmente, de pé, na
porta de entrada. sem
prnnunciar uma só pala
vra sobre o que conte
cia, escutando ludo com
muita atenção para po
der transmitir aos nos
sos leitores, com fideli
dade, o que oconteceu.
E isso • que vai l!nbas
abaixo:
Sabe-se que antes
houve um aliciamento
perfeito de associados
para a condução dos
trabalhos da Assembleia
com votos contra, canse
guindo os efeitos con
tristadores que a todos
. d e r a ru oportunida
de_de assistirem com a
devida tristeza que nos
cabe registrar.
Comparecerum pou
cos associados registra
dos na Benelicencia.
Os trabalhos foram
conduzidos pela advoga
da Dra. Martlza Carneiro
Pinheiro, presidente. que
portou-se com muita ele
guncia no cargo, condu
zindo os trabalhos com
sobriedade e firmeza,
sem afetação ou exibi
cionismo, acolitada por
dois escudeiros de con
fiança, Dr. Kesio Pinhei
ro, conselheiro e Dr.
Carlos Edy Sá Medeiros,
secretário, mais o r.
Avelino, tesoureiro.
Depois da exposição
fita por ela sobre a fi
nulidade da Assembleia;
foi dada a palavra ao
r. Prefeito Municipal
Dr. Iluben de Cu tro
Pinto. autor do projeto
de lei que encampou o
H. S. Vicente de Paula.
ua Excia. <.liscorrendo
com os propósitos positi
vos como é muito conhe
cido através de seus pro
nunciamentos em publico
e pela imprenso. ares
peito da melhoria que •
encampação traria para
o hosp. c/p' a população mais
necessitada de auxilio
dos poderes públicos.
citando mesmo a dificul
dade por que atravessa
aquela entidade, por dei
xar de receber as ver
bas oficiais, porque há
muitos anos as Direto
rias passadas deixaram
de prestar contas dos
dinheiros recebidos co
mo é de lei. Acrescen
tou que essa dificuldade
foi-se acentuando mais
com as mvdificações in
troduzidas no Estatuto
que se tornou o Hospi
tal uma entidade dificil,
inacessivel aos pobres,
além do deficti em seu
balanço, aca::-retando
prejuizos à administra
ção, donde a medida de
solicitar ao sr. Governa
dor de então, José Fra
gel!i. o auxilio de CrS
20.000,00 para equilibrar
os gastos acontecidos há
dois anos passados. De-
clarou mais as vanta
gens que a encarnpaçã.o
traria c o m o retorno
das verbas oficluls, In
clusive até, a organlza
çào, pelo Estado, de um
Hospital Regional, trans
formando- o em órgão
oficial, dando mais va
lor a sua obra encetada
sem nenhum onus a nin
guém com a encampação.
Disse que é uma institui
çil.o fundada e mantida
por gente pobre para a
prática da caridade aos
necessitados e com essa
finalidade deve voltar
ús mãos do povo que, o
construiu.
Seguiu com a pala
vru o Dr. Kesio Lourei
ro Pinheiro que depois
de alguns conceitos cabi
veis, abriu-se inteiramen
te contra a medida toma
da pelo Sr. Prefeito e a
provada pela Camara de
Vereadores. Chamou-a
de lei monstrengo, lei to
talitária, que só a União
Soviética ou em Cuba,
pode-se fazer coisa i
gual, própria de países
comunistas, que eles da
Beneficencia não silo es
cravos. lacaios pura re
ceberem essa lei. d!sse.
[houve aparte e protes
to veemente do Sr. Dr.
Castro Pinto, que real
mente nada tem com co
munisrno] Continuou seu
discurso com ênfase, re
verberando os autores
da lei de encampação e
no final concitou os as
saciados a votarem con
tra a lei por ser ubsur
da, inconstitucional, con
trária aos interesses da
Entidade, um monstrengo
na sua_ opinião.
Em seguida tomou a
palavra o Sr. Dr. Carlos
Medeiros que teceu co
mentários sobre a encam
pação; que acredita.ia
numa administração cor
reta enquanto estivesse
o Sr. Dr. Castro Pinto à
testa da Prefeitura mas
e depois? perguntava.'.
pondo dúvidas no futuro
da entidade.
Pediu a palavra o
Dr. Ely de Araújo Bar
bosa que em fulminante
alocução, apresentou fo
to-cópiaR de documentos
de contas da Benefi
cencia comprometedoras
ao Dr. Roberval Borges,
que teria delapidado dl
rheiro d a Beneficencia
em proveito próprio, gas
to em passeio pelo Rio de
Janeiro, onde tem domici
lio, se bem que reside a
qui. Citou outros descalá
brios cometidos na en
tidade hospitalar, quando
mencionou o consumo
de CrS 15.000,00 que dari
am para cobertas de ca
mas, outros utensilios e
leite para as criancinbas
hospitalizadas. Deu a
entender o critério ado
tado pela Diretoria na
condução d a entidu<.le
fundada pelo porn, ter
minando sua oração re
verberádo contra aquilo
que acontece no Hos
pital. .
Tomou a palavra o
r. Dr. Robervel Borges
que em espetacular de
fesa da sua íntegridade
moral e da administra
ção, explicou porque
os gastos mencionados
por Dr. Ely, dando con
ta da sua ação na Bene
licencia, da justeza dos
gastos e acabou corajo
samente por denunciar
públicamente seu adver
sário Dr. Ely sobre um
cheque de CrS 1.500,00
que não havia sido pa
go pelo emitente, rece
bendo por duas vezes
salvas de palmas, (hou
ve aparte rleste, dizendo
que pagou).
O Sr. Dr. Fiori Murano
pediu a palavra e c/rápi
da exposição explicou
porque o défict da Be
neficencia na sua gestão
necessitando recorrer
ao Sr. Dr. ex-governador
José Fragelli pi cobrir
os gastos, com vinte
mil cruzeiros citados pe
lo Sr. Prefeito, Dr. Cas
tro Pinto.
Seguiu-se com a pa
lavra o Sr. Dr. II e l i o
Loureiro para dizer que
pertenceu a untiga Dire
toria e sempre notou
que n a administração
da Beneficencla as col
sas iam beUl, mas quan-
do alguma coisa aconte
cia de anormal era pro
vocado pelos médicos.
que apernr de pertence
rem ao corpo clínico,
técnicos portanto, sempre
traziam as dificuldades
que aconteciam E, num
gesto de exaltação tal
vez devido ao que esta
va presenciando naquela.
sala, extravasou «infeliz
menle» dizendo, com re
ferencia a o s médicos:
"só se pusessem em um
saco e jogasse-os no Apa.
A esta altura, houve o
aparte resoluto do Sr.
Dr. Castro Pinto dizendo
que há muito tempo es
tava afastado do Hospi
tal devid<• ouas !unções
de prefeito Municir,al,
mas que sabia do que
acontecia na Beneficen
cio. e sua ação entre co
legas sempre fora p/
harmoniza-los em seus
desentendimentos ocasio
nais, não merecendo tal
destino.
A essa altura dos a
contecimentos. a atmos
fera já estava bem ten
s. os circunstantes ner
vosos, alguns lamentan
do o fato deplorável qu
estava a.:ontecenJo. e
outros com muchochos,
davam a entender que
desejavam ver o "caldo
engrossar" atitude pró
pria da população quan
do esquenta o ilnimo e
começa a fugir a razão,
a perda do respeito à ao
lene Assembléia, a perda
da ética e compostura
de todo o individuo bem
educado. As vozes altas
tornaram o ambiente car
regado e ato continuo ir
rompe uma ameaça de
agressão de médico coo-
(Continua na
Página 10)
/
0
€II
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM
Rua: 1 de Maio - 563
Jardim -- Mato Grasso
1
r
l
1
Dela Vista 0/02/76 Nosso Tempo
E'igina 09
TIRADO POR
U EBOL
Alte vir de Alencar
ULLER,
OR DA
E MT
l
Comer bola também
é uma espécie de tara.
Partindo dessa premissa,
podemos dizer que JU
VE ..L ficou tarado. O
homem era do Maraca
nú para General ieveria
no. No Escritório onde
trabalhava, consumia o
expediente todo com um
radiozinho a pilhas cola
do ao ouvido. Achando
pouco a transa, comprou
um elefante branco a pi
lha e corrente ... e car
regava o trê: quilos de
rádio para aonde ia. Ga
nhava pouco como Es
criturário. llal dava pa
ra a manutenção de ca
sa. Ainda bem que, com
quatro anos de ca ar!o
ainda não havia apare
cido filhos, de modo que
a despesa era relativa
mente pequena. O pouco
que sobrava Juvenal em
pregava na aquisição de
jornais locai e de ão
Paulo: Gazeta Esportiva,
Revista Placar. Critica
Esportiva. pagava nos es
tédios ingresso: de ami
gos mais íntimos. e com
prou uma cadeira cativa.
Toda semana jogava de
zoito cruzeiros na Lote
ria Esportiva - provando
que, além de doido era
também burro. - Adqui
riu uma tal de "Enciclo
pédia do Futebol Brasi
leiro", apelação de pica
retagem esportiva. Sabia
de cór e salteada a vi
da de Pelé, Rivelino Tos
tão, Paulo César, Mari
nho, Edu e de mais uma
infinidade de "astros'. do
chamado " esporte bre
tão". Almoçava e janta
va bola. Acordava com
Jairzinho na cabeça, já
tendo ido dormir com
Gerson na cuca. Por ül
timo, vinha escrevendo
uma biografia de Garriu
cha, a que deu pomposo
título de "O Grande In
justiçado". Esgotava a
paciência dos chefes e
dos colegas ele trabalho.
Segurava a gente pelo
braço, na rua, para vo
mitar futebol em cima.
Andava com o olhar es
gazeado (com o olho rú
tilo, como diz Nelson Ro
drigues). chegava ao es
tádio três horas antes do
inicio da partida. Dia de
jogo não almoçava ( ou
não jantava, se a peleja
fosse a noite ), mas co
mia sanduíches lá mes
mo nas arquibancadas ou
esturrado em sua cadei
ra cativa. Deu para fal
tar ao trabalho, a firo de
assistir treinos coletivos.
Não tomava mais banho
nem cortava mais cabe
lo. Deixou a barba cres
cer, pora ficar parecido
com Brito e ficou pare
cendo com ... o diabo. ó
falava em futebol. Com
prou também um unifor
me •do Flamengo para
vestir nos fins de sema
na e sair esnobando pe
lo bairr,,, palbuçando
de bodega em bodega.
Em seu quarto de dor
mir, era bandeira, chu
teira, camisa, calção,
meiüo, joellieirn (não jo
gava, mas e fantasiava
de jogador. ora por ou
tra). A sala-de-visitas
de sua casa era uma ga
leria em fim, um mu eu:
de de LeôJtitlas a Pelé.
de "raspão". Como todo
mundo, fazia, todas as
semanas, 11 pontos, trar
quilamente ( os 13 que é
bom, bulhufas! ). Pergun
tado sobre o que faria
se acertasse o " bolão "
respondeu sem hesi t a r
"Mandarei o Escritório
para o ralo que o parta.
Construirei o Juvenalzão,
com capacidade para 200
mil espectadores. Orga
niznrei minha patota e
arruinarei os cartolas
que estão arruinando o
Flamengo. É. . . cartola
comigo come ria banda
podre. Eles vão ver o
que é bom pra tosse
quando eu estiver por
cima da carne seca! ".
No dia do amistoso
Brasil e uécia, inconror
mado com a derrota da
" aleção Canarinha", Ju
venal baixou no " Que
bra Costela", buate da
péssima fama, e tomou
ali o maior porre do mun
co, misturando cachaça,
cerveja, conhaque. uis
que, cinzeno, campari,
A turma de gozação em martine, vinho de mesa,
purrou corda nele. Juve- moscatel, um tal de "Sam
nal pôs de lado a biogra ba em Berlin" e aquele
[ia de Garrincha e come- vinho afado que vem
ou a ler, decerande para em barril, do Rio Gran
responder, aqui na Gua- de do ul. aiu de lá pe
nabra mesmo, sobre Fu las quatro da matina,
tebol Brasileiro de Todos morto de bêbado, resol
os Tempos, no Progra- vido a dar o maior cou
ma de J. Silvestre, o ro na oêmia. já que es
qual j: nos ameaça com tava inflexivelmente con
sua volta, agora na TV vencido de que ela ba
Globo. Juvenal a n d o u via feito macumba para
uns dias falando só. A- o selecionado brasileiro
cardava de madrugada perder.
para estudar futebol, e Saltou do ta xi às
conseguiu um colega de- quedas. la num pau só.
:,ocupado; meio lelé da Chegou à porta de casa.
cuca, para confidente. Do Estava com ódio, decidi
na NOEMIA. como era do a "quebrar as cadeias
natural, ficou super-ner- do destino".
vosa, preocupada com o _
descanso que lhe vota
va o esposo permanente
mente voltado para o fu
tebol. Pode-se dizer, seu:
medo de errar, que Ju
venal jogou âona Noê-
mia para escanteio ... e
ela, mulher ainda jovem
e cheia de viço, digo, de Cadê a Noêmi:t, a-
vida, não se conformava quela vaca?
com isto.
Na " Esportiva " co
mo todo mundo que jo
ga ali onde o Governo
é no banqueiro - só vivia
l
A empregada, apavo
rada, veio abrir a porta
e foi logo dizendo:
Quero as minhas coo
tas agora mesmo, " seu"
Juvenal. Não· fico aqui
nem mais um minuto!
Dona Noémia fugiu
coma aquele paraibano da
mercearin ali da esqui
na ... e eu não fico a
qui nesta casa nem pra ir
pro céu!
O deputado Gastão
Muller (Arena-Mt) é, ao
lado de Antônio Carlos
[MDB-Mt) e outros parla
mentares de ambus os
partidos firmemente favo
rível a uma reaivi.ão
territorial do Estado de
Mato Grosso.
O primeiro argumen
to para os que são favo
ráveis à divisão do Esta
do são as disparidades
regionais existentes. O
orte de Mato Grosso, a
partir de Cuiabá, repre
senta uma imensa área
práticamente despovoa
da, com um potencial de
riquezas naturais que se
·upõe ser enorme embo
ra virtualmente desco
nhecido.
A parte Sul do Esta
do é razoavelmente po
voada e dotada de infra
e trutura. Ai se encontra
u região do Pantanal,
de notável fertilidade do
solo f tide. como maior
pa. to natural do mundo.
De acordo com a pro
posta de Gastão lluller,
o atual líato Grosso se
ria dividido em dois es
tudos: "O novo E tado
de !lato Grosso cio ui,
ou de Maracaju, denomi
nação que há muito tem
po está no consenso ge
ral, cuja liderança cabe:
rá, por certo à prosç.era
cidade de Campo Grande
deveria ter como capital
a cidade de llaracaju,
pois sua localização é a
mais central possivel,
dentro da área do novo
Estado".
Maracaju está coloca
do no eixo da Estrada
de Ferro Noroeste do
Brasil, servida pela BR-
267 e possui terras das
melhores, com altitude
de 500 metros, ubundân
eia de rios perenes, ener
gia elétrica de Urubnpun
gá etc.
Assim, nas palavras
do deputado Gastão lIul
ler. Maracaju tem todas
as condições para ser ca
pital do Estado do mes
mo nome, ou de Mato
Grosso do Sul.
A parte norte do Es
tudo permaneceria com
o nome que tem atual
mente e conservaria Cuiu
bá como sua capital. Na
opinião de Gastão Mul
ln, u mudança de nome
deste Estado não passa
ria de uma pilhéria de
mau gosto; "O povo do
norte de Mato Grosso ja
mais se conformaria que
sua terra, rica de tradi
ções, de constante e pe
noso trabalho. dP heroís
mo, de sofrimentos, te
nha uma designação ur
gida na mente leviana
de algum utopista irres
pousável".
Contra a Divisão
O deputado Vicente
Vuolo [Arena-Mt) mani
festa-se contra a divisão
te seu Estado. Como ou
tros representantes do
norte mato-grossense, VJ
cente Vnuolo considera
que sua região seria ir
remedia velmente prejudi
cada caso fossse trans
formada em Estado uni
tário.
O parlamentar argu
menta que não se pode
admitir, "em hipótese ne
nhuma. qualquer iniciati
va desta natureza en
quanto não for dotado o
Norte de obras de infra
estrutura, que chegaram
antes ao sul, dada sua
proximidaile maior com
o litoral e com os esta
dos de São Paulo e Mi
nas Gerais.
DOCUMENTO
PERDIDO
Foi extraviada a No
ta Fiscal n.0 051, Série
B 1 de 28/2/74, em no
me de José Joaquim Fer
reira Souto, referente a
venda de 1 moto marca
IAMAHA, chassis 05399
Ano 1974 - cor laranja
14,5 hp - 1 cilindro - Ti
po Super Esporte.
Publicação que se faz
para obtenção do Certüi
cado de Propriedade.
Mel Vista 08/02/76
Hospital
-
(CONTINUaçao Dll
p vo
• PllGINll 08)
TRI O ...
tra médico, porém, que
a valente e inigualável
"turma do deixa disso "
uclono11 com n máxima
presteza os seus disposi
tivos de segurança e nin
guem sofreu danos fisi
cos, apesar das provoca
ções próprias do momen
to "quente" do ambien
to, conseguindo serenar
os llulmos. Digno de no
ta foi a atitude corajosa
e de grande elevação
moral tomada por uma
ilustre senhoru. em defe
sa de sou esposo, entre
outras coisas reverbe
rando certo cidadã<>, cu
jo comportamento, consi
derou ofensivo à classe
médica do hospital.
Depois desse "pega"
em que a franqueza ru
de dos contendores na
dialética serenaram, a
". Dr. Presidente anun
ciou a votação e depois a
contagem dos votos por
dois escrutinidores indica
-Sinndos nào rcpresen
1am o ponto de vista do jorn:1.1., podendo nté •cr contrnrin,
a este. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais
e nos comentários não assinados"
Simplesmente lncrl
vel o que aconteceu 110
dia 28 último, às D horas
da manhã, quando um
humilde entregador ele
jornais, com J;í anos de
idade e já trab!llhando
para ajudar em casa, foi
vitima de um pequeno
acidente quando estava
em serviço. Ao preten
der arrebentar com a
mão o embrulho dos jor
nais q u e devia entre
gar, o barbante entrou
na carne e houve um
corte profundo. Isso a
conteceu em Dourados,
numa manhã bonita e
ensolarada, depois de to
dcs satisfeitos com os
últimas chuvas e a cida
de sentindo-se feliz. O
menor que entregava jor
nais é o José Gilmar Fer
reira, um meniuo alegre
e trabalhador que ficou
atordoado ao ver o suo
gue. saindo em quantirla
de. Levado à pressas
para o Hospital Evangé
lico onde foi atendido
prontamente e l'ellos os-
primeiros curativos, fo
ram tiradas radiografias
para verificarem se hou
ve fratura. Mas, enqnan
to esperavam o resulta
•lo, foi chamado o médl
co especialista em orlo
pedia e traumatologia,
para atendei· o garoto.
Então Começa o
Drama do Menino
O méd co chamado
foi o dr. Tadasbi Kami
nice. que tem seu conul
tório na Rua Hilda Ber
go Duarte 441 e costu
ma atender o8 casos de
sua especialidade tam
bém no Hospital Evangé
lico. Iniciou o seu traba
lho e enquanto cuidava
do paciente perguntou
lho o que fazia, onde tra
balhava, como aconte
ceu o fato. Nesta altura
o dr Ta:lashi perguntou
à enfermeira se já tin
barn feito o pagamento
sendo iuformado pela dl
reção do Hospital que is
o não seria . problema
porque os eus sen·iços
Reriam pagos logo fosse
inf.Jrmudo o patrão do
menino, que trabalha oes
te joroal. O médico sus
pendeu imediatamente o
trabalho que fazia e dis
se que só recebendo a-
dla11tudamente é que cui
daria do acidentado. Pri
meiro o dinheiro. rlepois
o tratamento, disse o dr.
Tadashi. E deixou o ga
roto gemendo de dor in
teiramente sem as. isten
da médica.
As Providencia
Chegam a Tempo
É .-ntilo que o dire
tor de "Folha de Doura
dos" toma conhecimento
do que estava acontecen
ct,, e dirige-se Imediata
mente ao Hospital, mas
não pode encontrar o dr.
Tadashi que tratou de
desaparecer e ninguém
soube informar onde es
lava. Levado ao conhe
cimento do dr. CJssano
Arakaki o que ocorria.
t" -te médico, que diretor do
Hospital, imediatamente deu
atendimento ao caso, para o
qual não ra necessário um
ortopedista, ficando o pacirn
te ob seus ,cuidados
l
POSTO SINTB CftTIRINll LTDII
, berto dia e noite
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Anexo: I .anchonete
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Bela Vista Mato Grosso
O Juramento
de Tada-hi
Quando recebeu o eu
diploma de licenciado para o
exercício da medicina. o dr
Tadashi Karinice deve ter fei
to um juramento solene, do
qual se esqueceu muito deprs
a. aturalmente ele pensa
que jurou receber na frenre
memo +endo um caso urgen
te. Está claro que um prófis
ional leve receber o pagamen
lo de eu trabalho, ma, um mé
dieo, cuja receita não é de
Jário mínimo, que vive confor
tavelrente e é distinguido
com o respeito de todos, no
pode ficar tão cravo do di
nheiro e chegar no ponto de=
negar tratamento quando al
guém precisa de ser atendido
con urgência, principalmente
dep_ois de j:í t.er começado, o
pacente, uma criança, entre
~uc ao desespero por s.rntir
e abandonado. Isso é mons
truoso, desumano, porque o
menino nada tem com alrum . ..
ressentimento que posa exis
tir por parte do mt:dico que
o atendia, um covarde que
não teve coragem de apresen
tar-se quando procurado para
explicar-se.
(Folha de Dourados)
COMERCIO DE CEREAIS UNIÃO IGRICOLI LTJI.
11
Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova' BELA VISTA "
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR
e
O
povo Belavistense
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1--------------------
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11 CÂMIRII E I ENCAMPIÇÃO DO
HOSPITAL
Para que terceiros
menos avisados, n!io des
creiam do gru de zelo
da Cllmara Municiou!, no
trato com as coisas ntl
nentes e do lnterêsse do
povo de 1ela Vista, e
para que dúvidas nüo
palrem sôbre o critério
democrático dos senho
re vereadores, tlemons
trado na discussiio da
r.oatrovertlrh Lei nº G49/
75 cuidamos ser acon
selhável esclarecer a po
pulação sobre o momen
toso assunto, pela fórma
seguinte:
Encampação ou
Desapropriação?
Quando nos chegou
às müos o projeto n.o
8/75 do Executivo Muni
eipal, causou-no e: tra
nhezu a terminologia
·•encampaçüo" contida
no referido instrumento,
Isto porque mais apro
priado nos sugeria, fos
se r,moregado o têrmo
"desaproprl:H,:ilo". Contu
cio, ll dúvida quanto a
limpidez jurídica do vo
cibulo utilizado pelo E
xecutivo ilunicipal, foi
nos atenuada, ao recor
rermos no "Novissimo Di
cionário Juridico Bra l
leiro" de autoria do fes
te-judo jurista, Pedro Or
!ando, que de forma sa
tisflltória e convincente,
concedeu-nos ba ses téc
nico-jurídicas, para o u o de
da arepção de "encan;'
pur por rlesupropriar".
O dicionário meneio
nado, diz o seguinte:
"Encampar: E o mes o
que... Modernamente
tem adquirido o sentido
dt> "clrnmur a si a res
onsabilidade de um ne
gócio áté Pntão dirlgido
por outrem".
(,Julio Pires. in R.L.P. v.
55), como nota eluciduli
vu, acrescenta: O Gover
no encampou a Compa
nhia de Beberibe, o que
deve significai que o
Governo cburnou a si to
do ativo e passivo da
Companhia, passando a
dirigi-la"
Pelo que se viu aei
ma, muito embora. o têr
mo ·'encampar" não se
ja empregado com a a
cepção clássica para o
que se propunha o Exe
cutivo Municipal de Bela
Vista realizar com o
Hospital, por outra par
te não é iujuriilico, pôsto
que modernamente. co
mo nos ensina Pedro Or
lando, com exemplo ilus
trativo da Companhia
Beberibe que fora en
campada pelo Govêrno
os vocábulos se asseme
lham. O que estaria er
rado seria se o Prefeito
reccrresse ao judiciário
sem a distinçúo clara
das duas terminologias.
pela unanimidade dos
O Projeto de Lel N.o 08/75 seus membros, com pa-
do Executivo Municipal recer q u e recomenda
de Bela Vista e sua que, na encumpação rio
Votação: Hospital S. Vicente de
O 1 t de Lei e
Paula S"jam também en-
pro e o - , - d t d ti
manado do Exmo. Sr. campa as e as as en -
dacles mantidas pela Be
Pref eito Municipal, com neflcencla Hospitalar de
a finalidade de "encam jela Vista: - Hospital,
par" o Hospital São Vi- Ambulatório. Escola
cente de Paula, recebeu de Enfermagem e Mater
acurado estudo e caloro nld'l.de, ouvindo-se prévl
sa dl cuss!lo no plená amente a Assembléia
rio da Câmara, te
nd
o çerl daquela Institui-
sido põsto a debates em d b
duas sessõe1_1 ordh,árlus. ção mautene ora so re as
medidas tomadas atra-
A exposição de mouvo do Proj. de Lei.
do Sr. Prefeito, calou- Com a providencia
nos, profundamente. P sugerida, estará o Exe
lo qual demonstrava a cutivo Municipal, respei
intenção do Executivo {4ndo o disposto nos
de dinamizar os serviços Esta tu tos da Beneficen
daquele estabelecimento ela para em seguida.
de saúde em beneficio d gulimentar a lei e ini
povo, empregando iuú- ciar o progresso de en
merns verbn11 orçamEln- campação pretendida
tárias muail'ipuis e ou- pelo municipio de Bela
tros auxílios de fontes Vista.
diversas, razões que nos Que esta arrojada
fizeram aprovar o rele medida, seja um marco
rido Projeto de Lei. histórico da V adminis-
Contudo, ao apro- tração e que alcance
varmo o Projeto de Lei, ela os seus obJ'elivos
recomendamo: ao Sr.
Prefoito lluaicipal. por em benefício de toda a
oficio, que aqui, para a nos a comunicude.
id Cordiais Saudações.
que não mais se duvi e Dr. Pedro José Palmieri
do grau de zêlo da Câ- Presidente
marn ~lunicipal, pelas Osvaldo Turini 1° Secre
causas dos muaicipes tário.
de B..-Ja Vi ta,
0
repro- f:ste eram os esclnreci
duzimo na integra:
•·e >f. 129/75 mentos que a Câmara
Bela Vista, Mt, 4 Municipal de Hela Vista.
nov. de 1975. deveria ter feito perante
Do Presi,ieute da à A sembléia do dia 1.o
Cilmara ~Junicipal de fevereiro de 1976, más
Ao: Exmo. r. Pre- que se reservou, para fa
feito Municipal zê-los de forma oficial
Nesta e por escrito, em defesa
Assunto. comunica das boas intenções dos
aprovação de proj. de nobres vereadores, a que
Lei e sugere medidas. temos a honra de presi
r. Prefeito dir, nu questão da en
Tem O presente a campação do Hospital
fiaalidude de encani São Vicente de Paula.
nbar à V. E.-..-:ia. o Pro
jeto de Lei no 8/75 de
20-lo-75, que foi aprova- Presidente da Câmara
do em sPgunda discussão de Bela Vista.
Pedro José Palmieri
TRIBUNA OI FRONTEIRA
"Orgão Independente a Serviço da Região"
Ano 1V - }tela Vista MT.-- 08,02/76-- N" 196
ENFOQUE
(FITOS E SOCIEDADE)
BAILE
Tribuna da Frontei
ra deu um furo nacio
al ao publicar na edi
cão de 13/7/75 n" 163,
uma noticia a respeito
da intenção d o ator
matogrossense D a v i d
Cardoso de filmar em
Bela Vista "A Fetirada
tia Laguna" de Viscon
de de Taunay. Confir
mado a noticia, a revis
ta VEJA de 7 de janei
ro do corrente ano publi
ccu uma entrevista com o
ramoso ator; tendo o
mesmo s e referido a
filmagem na região de
Bela Vista. Foi um furo
nacional graças ao ami
go Gay Cardoso Gal
vão ...
As promoções feitas
pelo popular Catureba,
são de alto nível. Saba
do pp. mais uma de suas
promoções, no tr adiei o
nl Clube Eesporlivo Be
lavistense. Conjunto musi
cal agradou a todos. Foi
animação total.
um ambiente sadio
e de muita alegria, jo
vens casais sambaram;
entre os presentes {lesta
quei: Marilene-Adonai,
Antonio Pedro-Hilda lla
rin, Carlos-Teima, Corel
Beatriz, Torraca-Ju sara
Gão-Tati. Felix-lk lide
fouso-Oeto, Guto-Bilu, J o
sé Ronaldo-Laura, Preto-
andra, l auro-Carmeli,
assim como os casais
iloacir Barreto e ra.
Getulio Lino e ra.
-- cG
Animados prá valer:
Leila, Roberto, Eliza lla
ria, Dinbo, Ritoca, Chico
Mariangela, Couvara, A
na Maria, Julinho, Flavio
Nelis, Helinho ti Rosalva
VIAGENS
Deu uma esticada
até o Rio Granfo do Sul
o jovem Flávio Pinheiro.
Tambem Janes Velas
quez que voltou encanta
da com a Cidade Mara
vUhosa (R.1)
-...-«
CASAMENTO
Dia 31 pp. casou-se
em Campo Grande nossa
Mis Célia .Mello.
o#
O RADIALISTA
Arcellno, com seu
animado programa no
horário das JO às II hs
na Rádio ZP 23, com
grande n!! de ouvintes
e sendo bastante elogia
do, pois o rapaz merece
mesmo!!!
D-...
ANIVERSÁRIOS
Dia 29 - Marcos Silva
e Rosane Rossi.
30- Hermelinda D. Mira
da, 1 - érglo Flores e
José Luis Loureiro
2- Perciliana P. Masca
renhas e Rita C. Pinhel
ro, dia- 4 Hortencio R. Es
cobar e Marilza Fernan
des.
DESMftlüDORJl
Bela Vista
MS
Serio de esmatas, Istoa, lutes e Ieaphy.
firma alanne cai/ta e itiea
Trai ar com o Sr. Ialter [sratar lutes pso Rio
Mato Grosso
#
E, POIS
O deputado Sérgio presente a reunião no
Cruz será mesmo candi- Hospital, c o m o diz o
dato à Prefeito de am- bom baiano ... "O pau
do Grande, com amplas comeu solto". Nosso en-
possibilidades de ser o . . .
mais votado. Em prévia iado especial registrou
raalizada rer.entemente - todos os ratos e traçou
na cidade llorena, o de um per!il objetivo da
putado recebeu 50% da «reuniüc» (sic) Leia
votaçlio e segundo os "P p ..
com,mtàrios ele poderá ovo contra ovo .
ser eleito, pois o 'M.DB. 9oG..
cresce dia a dia e um Falando em Hospl-
dos politicos que mais tal, o Dr: Roberval Bor
se destacam é o deputa ges, foi nomeado Dire
do Sérgio Cruz ... E, pois tor-CJínico p1.>Ja nova Ji-
é • •• retoria. Ele merece, pro
>>- fissional competente,
Infelizmente, ou fe- homem íntegro, passado
lizmente, o redator des- honrado, é de rato e de
ta coluna não esteve direito um dos mais des
tacados médicos belavis
tenses. O dr. Roberval
recebeu em sua residên
cia dia 4 p.p. o Conse
lho Diretor do Rotary
Club de Bela Vista que
foi levar seu voto de
apoio e solidariedade
pelo lamentável acidente
ocorrido na reunião do
Hospital Nós da TRlBU
NA acompanbare:nos o
"caso hospital" impar
cialente( como de costu
me ), pois o que n!io de
ve ser feito é esquecer
o principal: O POVO.
Preço deste
Exemplar 2,00