FUN0ADOR E D111ETOR RESPOSAVEL: - IVALDO PEREIRA 
lednação Oficlua e Adminlslrnção 
Ikla Vis la. 15 de Fevereiro de 1976 Semanário N" 197 
AMO IV 
Rua Duque de Caxias S/N 
LEGAL E AR.ÁRIA A DIRETORIA 
HOSPITALAR DE BELA 
llegul por. encontrar que, como sócio funda­ 
se em situação Ilícito, dor da Beneficência 
usurpando uma po içào Hospitalar de Bela Vis­ 
que nüo lhe foi delego.- ta dirigi, • t1m 04/02/76 
da, pois os sócios coo- aquela entidade. 
tribuintes que compõem 
a utual Diretoria nilo Helu Vistu - ilato Gro 
tiveram os seus nomes so 
homologados pela As- 
sembléia Geral, confor- Of: s/n 
me determina o Artigo 
!iº dos Estatutos da Be- Do: Dr. Ruben de Cas­ 
neficência Hospitalar de tro Pinto. 
Bela Vista 
Tanto assim que 
até hoje a Doutora 
Presidente não teve coo 
dições para fornecer as 
cópias autênticas da As­ 
sembléia Geral que bo- 
mologou a escolha fei­ 
ta pela Diretoria ante­ 
rior. 
Transcrevo o oficio 
A: Exm" Dr"d Presiden­ 
te da Beneficência lf os­ 
pitalar de Bela Vista. 
Respondo ao vosso 
ofício, de 03 de corrente 
hoje recebido. 
Hó. um equivoco 
neste vosso oficio: 
1)- ião vos solicitei 
quaisquer "informações" 
a respeito das cópias 
aut/lnticas ... 
2)- O que vos requeri, 
como sócio fundador da 
Beneficencla Hospitalar 
de Bela Vista foi fortueci 
mento das cópias auten­ 
ticas das atas das AR­ 
sembléias Gerais, com 
as respectivas datas, a­ 
onde conste a sua admis 
são, como sócio contri­ 
buinte, de todos o 
membro: da atual Dire­ 
toria da Beneticêcia 
Hospitalar de Bela Vis­ 
ta. 
3) - Insi to no r!eferi­ 
mento do seu pedido, 
a que tenho direito, por 
ser perfeitamente legal 
por ser e tatuário, tan­ 
to assim que o A.rt. 5Q 
dos estatutos da Benefi­ 
ceucia Hospitalar de Be 
la Vista reza. de modo 
claro o seguinte. 
Sócios contrlhuintE-fi 
são aqueles que venham 
a contribuir com a jóia 
e a mensalidade, esta­ 
belecidas no Regimento 
Interno e homologa­ 
ção em Assembléia Ge­ 
ral. 
4)- Aguardo vossa 
resposta. 
Dr. Ruben de Castro 
Pito. 
Arbitrária, pois ape­ 
zar de a ninguém ser 
dado ignorar a LEI. Ati­ 
tude esta que é passive! 
da unção penal, com 
a agravante de existir 
na sua Diretoria tres 
advogados. até boje e-la 
persiste em 'não dar 
cumprimento jà lei n" 
19 que encatnpou, por 
interesse púbico, o Hos 
pital São Vicente de 
Paula nem se digna 
contestar por que razão 
in iste em desobedecer 
a Lei. 
Esclareço ao Povo 
que o Hospital São Vi­ 
cente de Paula pertence 
por Direito, desde o a­ 
dvento da Lei no 649, 
à Prefeitura d e Bela 
Vista. Se-lo á, de fato. 
tão logo a justiça se 
pronuncie a respeito. 
A melhor maravilha do 
mundo é saber esperar ... 
Bela Vista Mt, 12 de Fe­ 
vereiro de 1976. 
Dr. Ruben de Castro 
Pinto 
Prefeito Municipal 
Militares Julgados (pag. 02) 
Oraão da sabedoria (pag. 4) 
enhum pais nenhum, regime, neahum!.l razão de 
Estado ou de ordem pública pode fazer da violação dos 
direitos humanos um expediente de ação política ou se­ 
quer autodefesa. Não há hipótese, a tlistinguir entre essa 
ou aquela ideologia, mas entre a liberdade e a opressão 
entre a civilização e a barbarie ... DIREITOS HUMANOS 
(Pag 5) 
Ernesto Geisel em Paris (pag. 02) 
ESPORTES (P ACi 8) 
otificação Judicial à Beneficencia Ho pi talar 
de Bela Vista (Última página) 
ão pode Governar um País quem pretende revogar 
as Leis de Defesa da sua soberania e de sua 
integridade... A I- 5 (Pagina 5) 
T. F. P. Reúne Jovens Sulamericanos (pag. 2) 
As Drogas e a Sociedade (pag. 04) 
I.o Encontro de Administração (pag 02) 
Rotary é Noticia (pag. 09) Editorial (pag 10) 
Castelos de Areia (Pag 3) Taxa Rodoviária (pag 4) 
José Maria Palmierl... HOME'NAGEM PÓSTUMA (Pag 6) 
CRONICA DE ALTEVIR ALENCAR (PAG 7) 
Banco do Brasil S. A. 
Bela Vista «MT» 
AVISO nos AGRICULTORES 
O Banco do Brasil S. A.. avisa aos Srs. agri­ 
cultores para que, procurem com a máxima urgência 
a ACARMAT local, no sentido de serem orientados 
sobre o combate às pragas que estão atacando as 
lavouras da região, em especial a cultura do arroz. 
A Administração

Pains 
Ili Vi-+ 1/02/56 	ú[0l 
------------------ 
Pum fazer Ulll CUl'RO 
de refutação do comunis 
mo e estudar o prores 
so da Sociedade Hrasilei 
ra de Defesa da Tradição 
Familia e Propriedade 
l'l'FPJ, reuuirum-se em 
$lo Paulo, de 1ó a 
24 de Janeiro, 50 jovens 
fillu do1-1 a outras TFPs, 
0111 cinco pníses sul ame 
rlcanos: Argentina, Boi! 
via, Chile, Colômbia e 
Uruguai. 
Nu sessão de encer 
ramento, reulizada no 
Autlltórlo S1o Miguel, na 
sede administrativa :la 
TFP. R. Martinico Pra 
do, 4ti, presentes cente 
nas rle cooperadores da 
ecção de São Paulo, 
o Prof. Pllnio Corrêu de 
Oliveira, Presidente do 
Conselho Nacional da en 
tidade unritriã, <:ouclu 
E 
Secretário José Ferreira de Freitas 
Cuiabá. - A fim de a serem desenvolvidos 
participar do I Encontro no I Encontro de Secre­ 
Nt•cional de Secretários tárlos de Administração 
de Administração viajou ussuntos pertinentes à 
p/ o Recife, Pernambuco, Previdencia Social. Se­ 
o secretário José Ferrei gundo telex endereçado 
ra de Freitas. da Admi- hoje ao titular da Admi 
tração d o Estado. Em nistração matogrossense 
sua bagagem, Ferreira pelo secretário Gilberto 
de Freitas leva tese que Pessoa Souza, do Per­ 
tem por objetivo inovar nambuco, o_ ministro Nas 
determinados setores da admi cimento e Silva, da Pre- 
nístraçiio, j á inovados rldência Social, deverá 
em MT. Constam a.Inda Participar da abertura 
da pauta dos trabalbos do Encontro. 
mou os jovens a ;;ervi 
rem em seus respectivos 
ambientes. us sagrados 
prlncipios da Tracilçúo, 
Familia o Propriedade, 
fatore: básicos da Civli 
zução CrlRtii. 
As conferências e 
círculos de e-tudos foram 
realizados numa atrnos 
f e r a d e seriedade e 
fé, destacando-se entre 
os conferencistas os Srs. 
Eduardo de Barros Bro 
tero, diretor da TFP bra 
sileira, e Carlos Ibargu 
ren, diretor da TFP Ar­ 
gentina. 
O certame constituiu 
a XXVI Semana Especia 
lizada para a Formação 
Antkomunista ( 'EFAC) 
##!AIRES 
.SAIS 
Rio - O Con elho Es 
pecial de Justiça da ln 
Auditoria da Aeronauti­ 
ca marcou pura março o 
julgamento de ·1 peil­ 
sos., 67 militares acu­ 
sado cte ·ruzer contra­ 
bando na Zona Franca 
de Manaus. 
No inquérito policial 
militar l'oi apurado o 
transporte ilegal de mer 
cadorias estrangeiras 
em aviões da Força Aé­ 
rea Brasileira de Ma­ 
naus para outros pontos 
de> Pais. 
Para burlar a vigi­ 
lância rtos comandantf'!s 
dos aviões da FA B, as 
mercadorias eram esto­ 
cadas em lugares irnpró 
prios, colocando em ris­ 
co a vida cios tripu. 
lantes. 
Os militares impli­ 
cados serão acusados 
de corrupção. ativa e 
passiva, e crime de pre­ 
varicação, pois viaja­ 
vam a serviço e não po 
deriam transportar es­ 
ss cargas. 
Presidente Ernesto Geisel 
Já está praticamen­ 
te decidirio que ll pre !­ 
dente Geisel passará um 
l'im de emana em Paris 
após o encerrarrento de 
ua visita oficial à Fran 
ça, nos dias 2,, 29 e 30 
de abril. Já que o dia 
30 cai numa sexta feira, 
Gei e! deverá ficar em 
Paris no sábado e domin 
go seguido na segunda 
feira pura TóGUio. em 
visita oficial também de 
tres dia , ao Japão, Lon 
drE' não !<erá inclnida 
nesta viagem ficando a 
visita à Inglalerra para 
outra oportunidade. 
CENVITE 
Londres - Fontes go 
vernamentais informa 
ram que a rainha Eliza 
Venda mais seu 
no jornal Tribuna 
betb convidou o presi 
ciente Geisel a visitar a 
Gr:1 Bretanha no mes de 
maio. O palúcio de 13uc 
kiogbam e o ilíuistérlo 
da Relações Exteriores 
recusaram-se a confir 
mar mas também não 
desmentiram a informa 
ção. As fontes indicaram 
q 0convite só seré divul 
gado oficialmente quan- , 
do chegar a resposta do ) 
pre ideute brasileiro e 
que, em principio, a vi 
ita será realizada entre 
os dias 4 e 7 de maio. 
'egundo os inforrnan 
tes. as úiscussõe prelí 
minares sobre a visita 
foram feitas durante a 
viagem do chanceler A­ 
zeredo da ilveira a Lon 
dres, em outubro pass 
do. 
produto anunciando 
da Frouteira 
o jornal de maior circulação 
POSTO SINTa 
CATJIRINA 
bero dia e na; 
Borracharia - L b .. 
An 
u r1f1cantes Diesel G li 
. exo: Lanchonete iaso na 
Avenida Visconq 
no Peixoto 
O 
e de Taunay /Esquina Floria 
Perto do Banco d B . 
Gana toes a'1,,," 
guna 
LJDll 
lft. 
r

p,li Mista 15/02/70 	Nosso Tempo 
casa BIUL 
le Leontinu do Prado Ferreira 
nua 
latarias em geral 
13 de junho 
Jardim 
380 
Mato Grosso 
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[la Vis 	Mato Grosso 
A ,Jovem mamãe ru 
lhava com o pequeno: 
Vem p'ra dentro 
Juquinhal Isso é coisa 
que se faça... Todo su­ 
jo de terra. ,. ou te por 
de castigo! Vem cá! 
O menino entrou em 
casa. Ficou de castigo e 
abriu a boca enorme. 
Gritou, Chorou ... 
Eu ouvi a zanga ela 
senhora e ouvi a voz 
da criança... llas. que 
fizera o menino? Talvez 
em sua pureza, Edifica­ 
ra um Castelo na Areia. 
Com sua mãozinha mo­ 
delara o sonho e, por 
certo, ua alma já ima­ 
ginava um rei, uma rai­ 
nha, o principe e a prin 
cesa. seguidos de seus 
vassalos... Enfim, o ga­ 
roto imaginava tola 
uma corte com banda 
de música e turlo... Ora, 
que mal fez esse meni­ 
no? Nós todos, meninos 
crescidos, de trinta, qua 
renta e ciquenta anos, o 
que temos feito, na vi­ 
da? Castelos! Sim, só 
Castelos... Edificamos, 
na praia sem fim, imaterial da 
imaginação. ossos Custe­ 
los de Areia... Só que 
quem ralha conosco é a 
Mamãe Realidade. To­ 
.das as horas ela nos 
chama atenção e lá. 
deixamos nossa corte 
de Fantasias rolar como 
poeira invisivel, tocada 
pelo vento da desilusão! 
O Velho llachado 
de Assis tem razão: Em 
todo Homem há um me­ 
nino oculto em sua alma. 
E quanta Travessura fa­ 
zem os adultos ... 
A ponto. mesmo, de cer 
tas crianças ficarem de 
boquinha aberta, admi­ 
rando a traquinada dos 
cabelos Brancos. Por is­ 
so, certa vez, . um garo­ 
tinho de sete anos me 
• perguntou: "Aquele mo­ 
ço está de verdade, ou 
está brincando de ver­ 
dade?" Até hoje não pu 
de traduzir muito bem 
a alta metafísica do me 
nino... Sei apenas que 
todos nós fazemos, de 
certas verdades, muitas 
ilusões e, c.Je muita.s ilu­ 
sões. criamos novos 
mundos de imaginária 
verdade. Não terá o me 
nino filósofo bastante 
razão? Ora, ;;enão, ob­ 
servemos: Ali vai pas­ 
sando um pobrezinho. 
Seu nome? Não sabem? 
Sim, isso mesmo. Cha- 
Luis Goulart 
ma-se UM POBRE. Ami­ 
gos: Eu o conheço. Tem 
nome, sobrenome, !u­ 
do direitinho. como toda 
ente... Acoute·e que há 
um ano, precisamente, 
ele estava muito bem 
de vicia. Vclltia-se ele­ 
gntemente... Quando su 
biu na cadeira do en­ 
gruxate, este dizia: .. Horn 
úla, ''Ooutor"... :luilo 
obrlgado '·Doutor''... O 
barbeiro, a mesma coi­ 
sa:; "Salve, Doutor'... No 
táxi, o mesmo tratamen­ 
to: "Doutor... Sempre 
·Doutor". Até que ... Bem 
Agora é um pobre ... 
Vale a pena a gen- 
te perguntar: "Aquele 
Pelo ;;reseute E,iital, 
faço saber que no dia 
10 de maio de 197G, no 
período de 15 a 21 ho­ 
ras, na Sede Provisórias 
desta enti<ln<le. sit11 a R11a 
Barão do iIelgaço, pró­ 
prio da Academia Mato­ 
grossense de Letras, em 
C'uiabá, e em Campo 
Grande, a Rua 14 de Ju 
lho 441, Galeria Itamara 
ti, terceiro andar, sala 
3 1, será realizada e­ 
leição para composição 
da Diretoria, Conselho 
Fiscal e DelPgado-: - Re­ 
presentantes ao Conse­ 
lho da Federação Nacio 
nal de J or:iafütas Profis 
sionais, a que está. fili­ 
ada esta entidade, bem 
como dos Suplentes, fi­ 
cando aberto o prc1zo 
de 20 (vinte) dias para 
o Registro de Chapa, 
que concorrerá a contar 
da data da publicaçáo 
do A v1so Resumido des­ 
te Edital. nos termos do 
artigo I7 da Portaria 
NR. 3.437, de 20 de de­ 
zembro de 1974.. O reque 
rimento, acompanhado 
de todos os documen­ 
tos exigirias para o Re­ 
gistro, será dirigido ao 
dirigente d a entidade, 
podendo ser assinado 
por qualquer dos candi­ 
datos componentes da 
Chapa. A Secretaria "ad 
boc" da entidade funcio 
nará, no período desti­ 
nado ao Registro • de 
moço está de Verdade 
ou brincando de verd.1- 
de?" certamente o "Dou 
tor'' de ontem brincara 
de verdade na areia da 
existência... 
Mas, cabe então in­ 
dagar: o ·•Doutor" de> 
ontem não é o mesmo 
pobre de hoje? Ah! Sim! 
Agora sim! 'Tudo upa­ 
rência: 'Tudo represen­ 
tação ou travessuras... 
Depois ainda ha gente 
que vem criticar os que 
olham o Espírito Eterno 
do Homem, Aem a fan­ 
tasia da existência que 
modela trajes de "Dou­ 
tor" e de Mendigo pa­ 
ra uma só criatura ... 
Chapa.;, no horário de 
de 9 as 11 horas, onde 
se encontrará a disposi­ 
ção d os interessados 
pessoa habilitada para. 
atendimento. prestação 
de inkrmações concer­ 
nentes ao Processo Elei 
toral, recebimento de do 
cumentação e forneci­ 
mento do correspondente 
recibo. A impuguação 
de candidrrturas deverá 
ser feita no prazo de 5 
(ciuco) dias a contar da 
publicação da relução 
das chapas registradas. 
Caso não seja obtido 
quorum" em primeira 
convocação, a eleição 
em segunda votação, se 
rá realizada no dia 10 
de julho de 1976, e não 
consegui n do "quo­ 
rum" na segunda convo 
cação. a eleição, em ter 
ceira votação, será rea­ 
lizada. n_o dia 25 de ju­ 
nho de 76. Em caso 
de empate entre chapas 
mais votadas. realizar­ 
se-a nova eleição 15 
(quinze) dias após. 
As eleições serão 
realizadas elas 15 as 21 
horas. 
Cuiabá, 25 de janei­ 
ro de 197G. 
Rui Sant'Anna dos San­ 
tos 
Administrador a' o 
Sindicato dos ·Joruali;;tas 
Profissionais no Esta do 
de Mato Grosso.

Nosso Tempo l 
âS ·DROGAS 
E I SOCIEDIDE 
O PROGRESSO 
TECNOLÓGICO 
, ,, É outra curacterlr,tl 
ca do mundo de hoje. 
•Contudo. esse progreSR0 
no deixa também de 
. ser uma ameaça para o 
.. homem se não for conti 
do em seus justos limites 
. . J se disse que a fa 
diga é, o paradoxo de 
um mundo. civilizado on 
de o esforço fisico desa 
pareceu pela automu 
çilo. uo se lruta da ta­ 
diga, física que leva ao 
sono replmdor,. mas •le 
um esgotamento nervo o 
que cumlnhn para a de 
ordens psiquicas e paru 
u1:1 dep,·es õ~s mais pro 
fundas. 
O homem que deve 
riu ser o senhor da léc 
~1lcà pa su a ser o e·cra 
vo .dr sa mesma técnica 
UNE 'CO. ern recente 
pesquisu, estudava até 
que ponto a técnicu vio 
la direito do howern à 
sua iutimiclade. Pequeni 
n<>s e extraordioarios. ins 
trurnenlos construido pe 
la técnica mui refinada 
microfone , gravadores, 
máquinas fotográficas - 
devu11sum a. intimidade 
do .homem, violando seus 
sagmdos direitos. 
Tudo esta, pois, a 
exigir, não a uboliçilq 
da técnica, o que seria 
um absurdo, mas a hu 
maniçilo da técnica. A 
colocação da técnica 
serviço do homem. O e, 
qullibriu do homem, nes 
sa socidade de consumo 
que cria sempre novas 
necessidades e que per 
mite a seus,membros to­ 
aos OS eXCPSSOS, 
• Esse equilibrio deve 
restituir ao homem a 
verdàdeira paz; a verda 
(eira felicidade. Esse ,e­ 
quilibrio deve lazer com 
que o homem compreen 
da_e ame o seu trabalho 
utll e criador. 
Fora, desse. eqüili 
brio, é lógico que o ho 
mem, massacrado pela 
técnica, procure_ no mun, 
do .ratacios.o das drogas 
remédios para os seus 
grandes rales. 
D 
. 1 
FUGI 
Já tem sido objeto d 
muitos estudoR 11., sollllo 
das almas nas grandes. 
cidades O processo de ur 
banlção leva necessária 
monte a uma gernl mas 
sificação dentro da qual 
as personalidades se di­ 
luem, o 
I tédio, domina e 
as so~br.a cju .solidão bal 
xam por sobre todos . 
., 1 ,1 li t' • 
Esta é outra caracte 
ri tica da Vida contem 
porànea. O êxodo para 
as IIegalópolls so faz, 
não apenas das zonas 
rurais. mas também das 
cidades. pi,,quPna.s. as 
grandes_ cidades to:-los 
vivem sob o, signo das 
tensões. A familia deixa 
de t>er pequenina comu 
nidade rormadoru inicial 
dos caractere:, e se re 
duz liio somente a vii, 
culos biológicos. E todos 
se i oi m. 
Os jovens para Cl 
quais u soc1er!nde de 
consumo tem uma cono 
tação pejorativa, depois 
de uma oposição ativa 
e o tensivn começam a 
reagir pelo desinteresse 
e se refugiam num mun 
do que e próprio deles 
e alheio à socieJade em 
que vivem. Eles também 
e isoluLU 
É um apeio lotai à 
fuga. 
Cumpre notar. po 
rém, tjue essa ruga. no 
fundo é. um desejo ar 
dente de encontrar algu 
ma coisa. É a ànsia )'.C­ 
ernente de encher um 
vazio interior. Todos 
sentem a falta de algu 
mo. coisa. Todos se de 
batem na insatisfação e 
nà insegurança. 
Os radicalismos le 
am às guerras ideoló 
gicas e as diplomacias 
conseguem unicamente 
um equÍUbríp fios , torro 
res. P,or . toda ,. parte a 
instabilidade: 
• 
Dentro dessa .conjun 
tura, a droga , se apre 
senta _como um sornden 
te, mas falso paraíso e 
como umu forma de rea 
çlo e de oposição à sa 
ciedade tentacular que 
nos sufoca. 
A 	,, 
Um. dos caminhos de 
salvação de nossa 8ocle 
dado há de ser o da va 
lorlzaçllo do homem que 
não ,pode ser aniquilada 
nesse vasto processo de 
màssiffcação. Há no ho 
mem valores que, estão 
acima da sociedade e 
que devem ser ._ respeHa 
dos em todas us circun& 
tânclas. A vida humana 
tem um sen.lido pessoal 
e transcendente que pre 
cisa ser cqlocado acltna 
de qualquer estrutura 
concreta das sociedades. 
Os jovens necessi 
tam de um ideal mais 
elevantado, pelo qual va 
lba a pena lutar a fim 
de que não vaguem inu 
tilmente pelos caminhos 
vazios do nada. 
ORIÇÍIO OI 
SIBEDORII 1 
Conforme publica,;E~ 
no Diário da erra de 
12 12/1975 o Detrao 
ão podem cobrar mul­ 
ta pelo atraso no paga­ 
mento da Taxa Rodo­ 
viaria nica - TRU, des 
de que não haja com­ 
provação de autuação 
do veir.ulo entre a data 
do vencimento da TRU 
e o pagamento da noya 
taxa .. 
, A jurisprudência foi 
firmada pelo . Tribunal 
Federal. de Recursos ao 
examinar mandato de 
segurança impetrado 
por 1oüo Pires. de Me­ 
nezes, de Pernambuco. 
.. •,.Conforme, a decisão 
cabem apenas. juros mo 
111tórios. sobre a taxa 
não paga na data do 
seu vencimepto, . artº 4 
do decreto lei 999, que 
regula a matéria. 
Esclarecimento torneei­ 
do. pelo. Diretório Muni­ 
cipal da ARENA; 
Rela Vista (MI), 06,/02/76 
Dr. Fiori Murano 
• .Présiáente . 
SENHOR!... Dal-me a esperança... levai de 
mim a tristeza e não ,a entregueis a mais 
ninguém. Senhor! .. : Plantai em meu coração a 
sementeira do amor e arrancai de minha alma 
us rugas, de. 6dlo. Ajudai-me a transformar meus 
rivais• em companheiros, meus companheiros em 
amigos, meus amigos em entes queridos. DEUS!... 
Concedel-mt! a força para, dominar meus desejos 
e dai-me a razão para vencer minhas ilusões. 
Fortificai meu olhar para que veja os defeitos 
de minha alma e .vendai meus olhos para que 
eu n!i.11 comente os defeitos alheios. Dai-me o 
sabor de saber perdoar... e afastai de mim o 
desejo de vingao,ça. Ajudai-me a fazer. ,fl<llz o 
maior número da humanidade. para amplificar 
seus dias. rlsonb.os e resumir suas noites tristo­ 
nhas. Não me deixeis ser um cordeiro perante 
os fortes, e nem um leão diante dos fracos. Im­ 
primi em meu coração a tolerância e o perdão 
e afastai de minha alma o orgulho e a pre- 
8unção. 
DEUS!... Enchei meu coração com a divina Fé 
para 8empre louvar o Vosso nome. SENHOR! ... 
Fazei-me um homtlm realmente Justo! 
(Rabindranat Tagore) Tradúçãcí de Ciuil~er­ 
me de Almeida. 
Lido diariamente às 18.00 horas, por Moraes 
Sarmento na Rádio 'T'upi de S. Paulo. 
Como 
IH3C 
Surgiu e Carnaval 
, Diz-se que nasceu 
da saturais romanas, de 
carater religioso, que ce 
lebravam a volta_ da pri 
mavera e o rena cer da 
atureza. 
No Brasil, o .carnavàI 
tem cowo origem 
O en­ 
trudo portugue festa 
onde valia tado. a ponto 
de ter siao proibido pelas 
autoridades do própríq 
Rio de Janeiro, dado os 
seus excesscs. 
O entrudo sigifie 
va tempo de comer car 
ne em oposição à qua 
resma, periodo de jejum 
Nessa época· 0 povo pula 
va e cantava nas ruas. 
~rr_emesando àgua suja, 
latlllha e as porcarias 
que pudesse, uns contra 
os outros. ·• 
Com o tempo essas 
'·armas foram substitnvi 
das pt>lo _lança perfume 
confetes, e serpentinas; 
e o carnaval tornou-se 
ma.is civiJizad(j>'. 
o Primeiro baile 
carnavalesco, carioca. 
data de 1840 e em pou 
cos :anos os ba.iÍes Car 
V lescos da Cidade .Mara 
ilhosa ganharem fama 
en todo mundo.

4Li Vista 15/02/76 
Nosso Tempo 
t'a_ins 
R 
Por 47 votos contra 
22 e 39 abstenções, 
ONU arquivou um I roje 
to do Chile p/ uma am­ 
pla lnvcstlgaçifo sob1·e 
o respeito aos direitos 
humanos em todo e mun 
do. Diante desse rel- 
1acto, a Chancelaria chi­ 
lena estú informando 
qu~ lusislirú no ussunto 
quando da próxima As­ 
«blia Geral, e assinala 
que a proposta "desper­ 
tou iraria reação do blo­ 
co comunistil". 
O argumento d o 
bioro comunista é o de 
que a investigação viola­ 
ria a soberania da na­ 
ções. E, por inerivel que 
pareça, essu alegação 
encontrou o apoio de 47 
paises e a colaboração 
dus outf!ls 4fJ. Do mes­ 
mo [ora internacional 
que condenou o ionls­ 
mo como forma de ra­ 
cismo, nu linha de uma 
conspiração de lntere · 
ses contra a soberania e 
a Ptópr·ia existência do 
Estado de Israel, urge 
agora uma decisão des:i 
nada a acorbertar a pi­ 
or forma crimicc•sa con­ 
ta os mais altos valo­ 
res do ser humano. 
Não vem ao caso, 
i,,qui, particularizar o pro 
blema do regime chile- 
t 
no, embora mereça re- 
gistro a atitude resoluta 
de um país que, em ple­ 
no periudo de coru;olida 
ção rtivolu••ionáriu con­ 
tra inimigos implacáveis 
abre as suas p0rtus às 
sindicânclu ela ONU. 
O que nos cabe con 
siderar a posição hipó­ 
crita do bloco comunista 
e a situação de p:ur:iali 
duele a que foi tangida 
a ONU, pegando os seus 
compromissos de origem 
e coloc·mdo baneirus 
110 caminho do entendi­ 
mento entre o povos, 
em vez dA aproximá-los 
orogre ivumenln no iu­ 
terresse da paz muudiuL 
Tudo isso ocorre de 
poi • que a própria orga­ 
nização, movida por lac 
ciosos inspiradores inter 
uacioais, politizou ao 
extremo o tema do di­ 
reitos humanos, conver­ 
tendo .., paradoxalmen­ 
te em massa de ma­ 
nobra de regime totali­ 
tários e libertícidas. 
Ora e turnos diante 
de uma matéria unive:­ 
sal e permanente que, 
constituindo o grande 
esteio moral dos siste­ 
mas democrúticcs e re­ 
quisito imprecinclivel à 
sua autentlcidade ideoló 
gica e prática, pertence 
eotre1anto ao patrimomo 
de toda a humanidade 
civilizada. Os direitos 
humanos que alargam 
DESMlllllDORn 
Smico d~ Desmaias, Desloca, Acodes e lerraplanagem. 
füma allamen!e capaci!ada e idônea 
Trn!ar com o Sr. Waller Escobar Nunes no poslo Rio Apa 
Beln Vistn 
MS 
Maco Grosso 
o seu leque na medida 
em que progredimos so­ 
cial e morulmt::ute, ins­ 
crevem-se desde o sécu­ 
lo XVIII em declarações 
Jaternacionals ou uucio 
nais, coustiluiçõf!S, con­ 
ve11ções e códigos. 
1
enbum país, ne- 
nhum regime, ne111.Juma 
razão de Estado ou de 
ordem pública pode fa­ 
zer d,t violação dos di • 
reItos, humanos um ex­ 
pediente de ação polili­ 
ca ou sequer de anutode­ 
fps1t. Não há hipótese, a 
dt tinguir entre esta ou 
aquela ideologia. mas 
entre a liberdade e a o­ 
pressão entre a civiliza­ 
ção e a barbarie. 
poderá ingressar com 
um pedido de extwçao 
do mandato do Sr .José 
Domingues Scapilii jun 
to ao Tribuual Hegional 
ElettornL :la! sabe o 
MDB que sem o AI-ó, 
talvez nem ele próprio 
existisse. Nem o congres 
so ou Assembléias. O 
que teria acontecíclo 
em 68, se o AI-ó, tio 
praguejado, não tivesse 
detido a onda que a to­ 
dos ameaçava, parlicu­ 
lurmente o :'.IIDB? Sem a 
garantia do AI-ô contra 
a ação dos baderneiros 
e terroristas, talvez as 
eleições do ano paado não se 
tivessem realizado, para 
o MDB aumentar subs­ 
Perante a consciên- tacialmente sua banca- 
eia moral dos povos, as da no Legislativo. E 
1
ações Unidas se obri- roais; na hipótese de coo 
gam u aprovar o _projeto quistur 
O Governo, ne­ 
por _acaso partido do nhum Presidente do MDB 
Cbile. A~ denuncia· dos e ustentarií s e ro o 
dissidente soviético so- . Al-6. Talvez nem tome 
bre os campos de con pos se. Não tenham dúvi 
e-ntrução, as repressões 4as de que, no Governo 
psiquiátricas e os exillos 4 MDB, seus radicais - 
nos gelos siberianos ai- comunistas, pelegos e 
cançam, veste justo ins afins - iriam querer fa­ 
lante, repercussoes qu~ zer 
O 
que os peronistas 
comovem e escandali- ainda estão fazendo na 
zam o mundo. Argentina. O que houve 
em Portu(!al, agora, te­ 
ve carAter de um AI-5 
contra os baderneiros e 
os anarquistas. Não vi­ 
ram o que ocorreu com 
a simples publicidade 
exagerada de uma al 
"distensão? 1 França Já 
está perdendo militares, 
aqueles com a vontade 
r1e imitar seus cvlegas 
de Portugal (a minoria 
evidentemente). Um AI-5 
tambem começou a fun­ 
cionar na terra de a­ 
poleão. E terá de funcio 
nar em qualquer país 
que não queiru cair em 
( O GLOBO-RIO, 4 de 
Não há come ficar­ 
mos impassíveis diante 
de processos de degrada­ 
ção do homem, onde 
que::- que se manifestem. 
Não é a paz de escra­ 
vos e de mártires leva­ 
dos à loucura que a hu­ 
manidade deseja sob o 
manto da détrnte ou de 
qualquer forma de apa­ 
ziguameato. É a paz dos 
homens preservados na 
sua liberdade e na sua 
dignidaàe. 
Dezembro 1975 ) 
lilll IJerrntauo fedo 
ral rio ;1IDB, no Punu:ú, 
está ameaçado de -er rpnul 
so do Partido porque de­ 
fendeu o Ato Iostilucionul 
nº .í. Há também os que 
admitem que a Comb iio 
Executiva do MDI 
poder dos comunistas. 
0MDB já tem idade 
sufide11Ie r•ara deixar 
de í11fa11lilic!arle. O rl-:i 
sustenta o Governo, ga­ 
rate a ARENA, o MD 
e o povo contra a nação 
dos anarquistas. Sem o 
Decreto 477 - niver1 
cladei- jú teriam virado 
bagunça: Por se relevar 
tão imaturo, em assuntos 
tle tanta ln,portâncla. é 
que muits acham que 
o MDB não pode ser o 
verno. Vamos acahar 
com esse Ut!góclo d 'ª 
plenitude democrática" 
ou coisa que o valha, 
que Dão passa de con­ 
,·ersa fiada. Temos 
que se( realistas diante 
do exemplo e do sorri­ 
mento de várias naçõPs 
inclusive uma que nos é 
tão caru: Portugal. Foi 
a •lístensão, foi a abertu 
ra, foi a "plenitude de­ 
uocrática. com a ambi­ 
ção e o incompetência pe 
lo meio. que destruiu o 
destino de um povo tão 
digno de melhor sorte. 
Não pode governar 
um pai quem pretende 
revogar as Leis de defe- 
a da sua soberania e 
de sua integridade. 
( Correio do Ceará, For­ 
taleza, de 0-1 de dez. 75) 
0CUME#TO 
PERDIDO 
Benedito Ortega, de 
clara que extraviou seus 
documentos do Funrural 
Carteira de ltientHicação 
e o Carnê elo roes de no 
vembro de 1975 
Publicação que se faz pa 
ra obtenção da 2!.! via. 
M.ÓYEIS DELBII 
IYENIDD 
MÓVEIS ESTOFADOS E ELETR0-D0MÊSTICOS EM GERAL 
SINTO E ZDNCINELLD LTDI. 
DUQUE DE CBXIIS 446 JlRDIM-MT.

Homenagem 
O au<lo,-o ]o;.(, Palmit'ri, e D. Joaninha quando Recebia o 
Titulo de Cidadão Belavi:stensc, outorgad0 pela Câmara 
lluni,·ipal de Bela Vista. 
Recordar-se-ão o toando parte na memo 
seu nome por toda a rável batalha de Verdun 
geracãu e geracoõel' (Li- sob o comando do grau 
vro de Salmos, Salmo Marechal Petin, sofren- 
XLlV). 	do dois ferimentos du­ 
rante a campanha em 
defesa de sua Pátria. 
Foi um ciclaciio hu­ 
milde, temente a Deus 
e cariclosu. Diu 13, co­ 
memo:-a ·se o primeiro 
aniversário do falec!men 
to du nosso inesquecível 
José ilaria Pulmleri, o­ 
corrido em Campo Gran 
de. sendo seus restos 
mortais transportados 
para esta cidade, onde 
descança ém seu tiimu­ 
lo. carlubrsameute mau- 
• dado construir por seus 
familiares. 
• Nascido na ilha de 
Córsega, território fran­ 
cês em 101/1895. 
Participou da Gran­ 
de Guerra de 1914/18, 
Chegou ao Brasil 
em 1920, trazido por 
seu tio J o!lo Fra1tcisco 
Caporossi, adiantado co 
merciante muito conhe­ 
cido nesta região sul 
matogrosseas,-,_ 
Foi sócio fundador 
e benemérito do Hospi­ 
tal S Vicente de Paula, 
hoje da Beneficência do 
mesmo nome. 
Sócio fundador do 
Clube Esportivo Relavis 
tense, do qual era um 
dos expoentes. 
Possuiu a 1 gela- 
deira cio :lunicipio que 
mais tarde fornecia gê­ 
lo uo Ho pital que mere 
eia o seu rnttior carinho. 
Também teve o pri­ 
m1:-iro rádio rerpetur da 
cirlude, o s eu Piloto 
de pilha de 1 volt por 
90, pelo qual recebia 
com nmigos em sua ca 
sa, as arrepiantes noti­ 
cias diárias du Il Gran­ 
de Guerra de 1939/45. 
Foi o maior doador 
de sangue "O" naquelà é­ 
poca, transfusão muito 
perigosa naquele tempo. 
Foi agraciado com 
o titulo de cidadão bela 
vistense por outorga da 
Câmara de Vereadores 
de Bela Vista. 
Para o Palmieri. co­ 
mo tratavam-no os ami- 
gos, não havia diticul<la 
des intransponível quan­ 
do tratava-se de salvar 
a vida de um paciente 
que seria operado. La 
esteve ele no hospital 
com sua8 lâmpadas Pe­ 
ltomux a iluminar a sa­ 
la de cirurgia, substituin­ 
do o luz eletriC'u que 
não havi11 Era ele um 
servidor constante do 
hospital, ao qual dedica 
va o maior interesse. 
fornecendo multas vezes 
da sua casa comercial, 
alimento- e material que 
aquele estabelecimento 
filantrópico necessitava 
sem nunca exigir o pa­ 
gnmento Imediato. Era 
um benfeitor. 
Casou-se em 07 de Fe 
vereiro de 1924 com a 
veneranda Sra. D. Jua­ 
nita Bazza3o, de radi­ 
cionol e benquistu fami­ 
lia de Bella Vista-Para­ 
guai. união que foi duran 
te mais de meio século 
um vinculo de amor, cti­ 
goo de er imitado. 
Do enlace. que deu­ 
lhe os filhos, João médi 
co e Ten. Coronel do 
Exército, ,Joly, :larlale­ 
a, exemplares esposas 
e mães de familia. Fa­ 
biuno (falecido), Pedro 
tdvogado e :larleue, 
a caçula, esposa do Sr. 
Frnn<:isco Elio Balilani, 
também ztlosa mãe de 
furuíliu. 
Teve a felicidade 
em vida, de comemorar 
u.;; bcrla. de ouro em 
Fevereiro de 1 974, fato 
que gerou muito conten 
tument ao povo de no­ 
s a terra. 
Deix,,u grande des­ 
cendeneia da familia i­ 
lustre que constituiu a­ 
qui nesta terra da Amé­ 
rica - sua segunda Pá- 
tria que tanto amou. 
/ sua estirpe de cl­ 
dadão integro, féz-se 
credor do elevado cou­ 
ceito que mereceu da 
sociedade Bela vistense, 
a qual disbensava seu 
maior desvelo. era ele 
respeitado, estimado, e 
a sua pessoa era um 
marco de exemplos •le 
vlrludrs na conduta deu 
tro da comunidade em 
que viveu. 
Enlendí.1 a f1lanlropla 
como um dom feito pe­ 
la Graça de Deus, Pro­ 
fessava a Religião Cu­ 
lólíca que melhor en­ 
chia seu coraç:lo no mo 
meato de fazer o bem 
aos necessitact os. Nunca 
falhou na hora rle uma 
caridade. 
Sua bondaJe era 
muita grande e chegava 
até áqueles que maí 
precitlavam de um am­ 
paro. 
Em sua memória, a 
miósões Redentoristas 
fizeram levantar uma 
Grande Cruz de madeira 
no terreno do Colégio 
Sto. Afonso em homena­ 
gem postuma ao fervoso 
devoto, cuja plaqueta 
de metal, transcrito seu 
nome, oferta dos filhos, 
genros e noras. 
Partiu para o além 
este amigo, esposo e 
pai e a saudade imorre­ 
doura dos ente queri­ 
dos, são como as flores 
perfumadas que cobrem 
a lembrança da sua fe­ 
liz passagem por e te 
vale de lágrimas. como 
mo ditada por Deus. 
A familia amiga. 
nosso sentimentos e u 
solidariedade da TRIBU­ 
NA e do velho José Joa 
quim Fe-rrelu 'nuto 
Ministério do Exército . 
1 1 
EX 
4ª Divisão de Cavalaria 
O Regimento de Cavalar 
Regimento Antonio João" 
EDITAL N.o 01/76 - S/
4 
O 10º Regimento de e 
1 
. 
te autorizado. vende,k "]"Tia. _devidamen­ 
partir das 0s.00 horas ~,n , asta Pública. a 
1876, 14 (quatorej !!a 2A de fevereiro de 
restu4veis iara s,"";}; 9gfferaios tia- 
1ço 1o ército. 
Para maiores es 1 . 
dos_deverão pro,["jmentos os interessa- 
era Regina ",$"g,da seca@ vier- 
laria. 	l egimento de Cava- 
Quartel em Bela Vista, 
José Alves de 
Presidente 
Mt, 09 de Fev. de 
Oliveira - lIaj. 
da Comissão 
9" RM 
1.976.

Sindicato Rural 
------------------------------------------------------- 
SINDICITO RU­ 
RAL DE B. VISTII 
Atendendo ao disposto no Item III do Art, I'O 
!t da portaria MTB n'0 3.437, de 20 de Dezembro 
«4e 1974, faço publicação da cédula única, contenu­ 
do a chapa registrada para concorrer à eleição 
l[hll se realizará no dia 10 de abril de 1976, nes­ 
e Sindicato Rural. 
Entidade: Sindicato Rural de 
Diretoria 
EFETIVO, 
Victor Penzo, Gentil V. da RosJJ., Deocleciano 
de Vasconcelos 
SUPLENTES 
n•,berval Borges, Edvaldo 
Escobar. 
Cons. Fiscal 
EFETIVOS 
alter Escobar Nunes, Pery de Almeida Mello 
Zoé L. Pinheiro 
SUPLENTE' 
Corumila Loureiro de Almeida, E u d o Loureiro 
liuheiro, Mario Loureiro de Almeida. 
Del. 
EFETIVOS 
loio ldelfonso Pinheiro Murano, Hélio L. de AI­ 
llleida. 
Repres- 
alomãu, 
B. Vista 
Epaminondas 
I SUPLENTES 
.\barto Salamene, Luiz Gonzaga de Araújo. 
O Art. n·o 61 da Po'rtaria 'acima cilada diz o 
beg:.unte: "A impugnnção de candidahJras poderá 
se, feita no prazo de cinco (ó) dias, a contar da 
Publicação da relação de chupas registradas: I - 
lia:; eleições em Sindicato: por associados. Pará­ 
grato único. A impugnação. expostos os funda­ 
rneatos que a Justificam será dirigida ao Presiden 
' la entidade e entregue contra recibo, na 3ecre 
ria da entidade." 
Bela Vista MT, 01 de Fevereiro de· 1976. 
Jacinto Rodrigufls de lliranda 
Presidente do Sindicato Rural de Bela Vista. 
FILOSOF 
PIRICHO 
Edmundo de Castro, daí os ai-roubos de ga­ 
repórter "associado", co latria, de ostentação, 
leciona frases que lê nos de otimismo: 
parachoques de cami .. fiai da janela. curiosa"! 
nhões. E sempre me fala "Carona só se for de 
a 1·er,peito da originallda saia." 
de existente no S1:'nlido ··Não chore: eu vou mas 
desses letreiros. Ali, co volto." 
mo nos livros de um mo Se alguém me ver agar 
do geral (e de poesia rado com mulher feia, 
em particular), há muita pode eparar que é bri 
imbecilidade escrita, (e ga.", "Chegou o gostosão 
lizmenle, alguma coisa das estrada;,·•. Viúva é 
se salva. Existe, realmen como lenha verde: chora 
te, em muitas dessas Ira mas pega fogo". E 011 
ses, além de bastante fi tras frases que tais... 
losofia popular, reflexos Depois de umas três 
do cotrlportawento huma ou quatro capotadas, 
no. E chega a ser algo qnando a carro está to 
de folclórico. do esfolado, as presta 
ções atrasadas no banco 
Afirmam psicólogos que o financiou, sem 
que esses dizeres siml:io mais condições d'! ion 
lizam, em ioua maioria, gas viagens. gastando os 
o caráter, e até mesmo tubos com oficinas mecâ 
um pouco da personali nicas, passam automáti 
dade de quem os escreve camente, a escrever seu 
temor: 
Ora. sendo o homem "Guiado por mim e Diri 
um abismo de covardia gido por Deus (mon truo 
e de grandeza, transfere so pleonasmo, por que 
para o seu veículo, de dirigir é o mesmo que 
maneira imperceptivel. guiar]. 
alguns de oeus esladc;s Deus na Frente, Paz na Guia 
de :1Jma, de SUS'IS supers (sempre apelando para Deus). 
tições, tendências e aspi Mensageiro de S. Francisco 
rações. Ou memo seu (outra imbecilidade, porque 
S. Francisco, ou das Chapas 
temperamento, românti ou o de Assis, nunca teve 
co, pessimista O-:! folga mensageiro teve men 
zào. Observa-se. por e- sagem, isto sim). "Nossa 
xemplo, que quando um 
c i d a d ü o c o m pra Senhora me proteja". 
pra um caminhão, novi E por aí vai, recor 
nho, ainda cheirando a rendo a tudo quanto é 
tinta, está depositando santo de quem, quando 
nele uma boa carga. o carro era novo. nunca 
Duas cargas, aliás: a de se lembrara. 
material transportável- Há os orgulhosos: 
e uma outra, mais pesa • "Dez Pneus cheios e 
da ainda: a carga· de um coração vazio". 
suas esperanças mais "A saudade machuca 
caras e imediatas. Saem n:;:ts não mata" 
Alencar 
SERRARIA CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
• madeira Serrada 
Antonio João - Mt. 
De Antonio Remo Penzo 
O mar geme e solu 
ça porque não banha 
Goias". 
Numa fria madruga 
da de inverno, em cima 
do lamaçal da erra da 
Borborema, na Paraíhu, 
descia um camluhão {' 
descia outro. Ora, com 
neblina e escuritlão mo 
torista não deve brincar. 
Nesses casos, u impru 
dência e o ulcoolismo 
são o caminho mais cur 
to para o abismo. Não 
deu outro bicho: o cami 
nhão que descia engre 
nou uma tal de bangue 
la e vinha com mais de 
mil, s e rra abaixo. Vi 
nha sollo na buraqueira, 
como se rliz. Conclusão: 
a colisão foi inevitável e 
fatal, como fatais foram 
suas consequências. Am 
bos osveiculos despen 
carampelo abismo, es­ 
bagaçando-se. 
No dia seguinte a po 
licia rodoviária accmpa 
nhada de repórteres da 
imprensa de Campina 
Grande conseguiu ver, 
por entre os destroços e 
afastando as ferragens 
retorcidas pela violência 
do impacto e da queda, 
que no paracboques do 
que descia estava escri 
to: "Vou com Deus". 
E no que subia a ser 
ra. "Já vai tarde". 
CUME#TO 
PERDIDO 
---------------- 
Foi extraviada a No 
ta Fiscal n.0 051. Série 
B 1 de 28/2/74, em no 
me de José Joaquim Fer 
reira Souto, referente a 
venda de 1 moto marca 
IAMAHA, chassis 05398Y 
Ano 1974 - cor laranja 
14,5 hp- 1 cilindro - Ti 
po Super Esporte. 
Publicação que se faz 
para obtenção do Certif­ 
cado de Propriedade. 
Preço deste exemplar 
Cr$ 2,00

ela Vit 15/02/76 
Esporte5 	''' 
ESPORTES 
... 
is 
, 
;·1 , 
) 
- 
Rio, AE - l<url Lamm, 
secretúrlo-geral da Liga 
de Futebol Norte-umeri 
cnnn. comunicou ti CBD 
que foi obrigado a alto 
rar datas dos jogo 
que a seleção cumprirá 
no torneio inlernacionnl 
nos EslaJos Unidos, du 
rnule o mes de maio, ten 
do como adversários u 
ltúin, lnglalerru e uma 
seleção local. 
O dirigente norte-a­ 
mericano esclareceu que 
envira. no próximo 
dias, nova tabela oficial 
dus partida , inclusive 
os jogos entre a. sele 
ões italiana e inglesa, 
mas rna11teve o período 
de sua realização de 2l 
a 31 ele maio. Kurt 
Lumm disse também, que 
tomou couhecimemo do 
jogo que a seleção brnsi 
leira realizará no iléxi 
co fií) dia 1º de junho, 
mas que os dirigentes 
mexirauos jú. concorda 
ram em passar esse jogo 
para outro dia, a fim de 
núo prejudicar o torneio 
internacional. 
Quanto ao locais, 
porque u comi são técni 
ca somente conccrdou 
realizar uma partida em 
gramado ~iutético. nunca 
contra a ltliu e lglater 
ra. Kurt Lamm aceitou 
que RÚ será realizarlo 
um jogo em grarnado 
urtlficiul, contra a sele 
çào do Estudo Unidos. 
A diretoria da CBD 
telegrafou à federação 
....,oviética de Futebol. pro 
pondo um jogo amistoso o 
Rio, no data de J!! de se 
temhro, tendo em vista 
a di posição dos soviéti 
co em jogar no Brasil. 
Est., jogo é em paga 
menta de uma partida 
que a seleção brasileira 
realizou em lloscou, em 
1973, quando da excur 
são prepamtórla para o 
Mundial de 1974. 
Osvaldo Brandão e 
Hélio • ilafia estiveram 
reunidos, ocasião em que 
organizu.ram a programa 
ção da 5elcção brasilei 
ra, que se aprE' E'ntará 
no dia 1 , em Porto Ale 
gre, para o primeiro jo 
go da Copa Atlântico, em 
Montevidéu, no dia 25 
próximo. 
O preparador fisico 
Hélio Mafia defende a 
ideia da seleção brasilei 
ra realizar doi coletivos 
em Porto Alegre, entre 
o» dias l}e 23 sugestão que foi 
aceita por Brandão. 
Osvaldo Brandão de 
pois da reunião 
com Hélio Mafia, viajou 
para Porto Alegre, onde 
e encontrará com o su 
pervisor AImir Almeida. 
, 
ALEMANHA PODERA 
VIR ATUAR EM GRAMA­ 
DOS BRASILEIROS 
Frnncfort, AFP - O 
selecionado tle futebol 
da 1lemuuba Ocidental. 
campeã mundial. viaja­ 
rá à América do Sul en 
tre 2 e 14 de Junho de 
HJ77. O treinador do e­ 
lecionado nacional da­ 
quel seleção, Helmut 
8cboen, consltlera essa 
viagem, que lerá lugar 
um pouco antes do cam 
peonato do mundo da 
Argentina. será uma 
"prova de acrimação" 
Inicialmente prc,jetou-st• 
que durante a viugem 
os alemães disputariam 
duas partidas contra se- 
leções nacionais, ma 
que certamente serão 
três. Além dos cortejos 
previstos em BuPnos Ai­ 
res e em Córdoba, pos­ 
sivelmente será disputa­ 
do outro, para o qual u 
Federação de Futebol 
da Alemanha ocidental 
estuda proposta para a 
seleção Alemã re,dlzar 
duas partidus ainda, sen 
do estas no Brasil e ou­ 
tra uo Paraguai. Atual­ 
mente, apeuas dois se­ 
lecionados estilo com a 
vaga garantida para a 
participação no grande 
Campeonato Mundial de 
Futebol de 1978. As du­ 
as seleções são a Ale­ 
manha Ocldentnl, atual 
campeão rnuudlul e a 
Argentina, sendo esta 
última o organizador do 
mundial 78. Estima-se 
que há grande probabi­ 
lidade de Argentina, até 
1978, reorgaulzar ns 
suas condiçõPs e, como 
Pais promotor, empenha­ 
se sobremaneira pela 
conqul&ta do título má­ 
ximo do futebol mun­ 
dial. 
Preço deste exemplar 
Cr$ 2,00 
TLEIS BRASILEIOS ESTAGIAM 
N ALEM2K 
t) 
DORTMUND. AE­ 
O quatorze aliei.as bra- 
ileiros que estão em 
Dortmund ficarão !rei­ 
nando durante sete se­ 
manas o Centro de A­ 
tietismo du Alemanha 
Federal. Esse estágio 
faz parte de um progra­ 
ma de preparação para 
o ·Jogos Olimpicos de 
ilontreal, este ano. O 
programa assinado en­ 
tre o Brasil e a Alema­ 
nha Federal, lambem in 
cluiu instrutores alemães 
e profes ores para trei­ 
nar os atletas brasilei­ 
ro·_. Não é o primeiro 
tremamento de te tipo 
para bra ileiros. o pró­ 
prio .João Carlos bateu 
o recorde mundial logo 
depois de sua primeira 
sesso de treinamento 
em Mainz Moguncia) no 
ano passado. Saltou a 
distancia fantástica de 
17, 9 metros. o Colégio 
de esportes em Colônia .. 
encarrega-se da "opera­ 
çao Dortmund". Uli Jo­ 
natb, ex-campeão do pen 
tatlo e agora instrutor 
em Colônia, ·•cuidou" 
dos atleta em diversa8 
ocasiões anteriores no 
Brasil. É parcialmente 
responsável pelos "brasi 
Jeiros de Dortmund". co­ 
mo são chamados aqui. 
Os brasileiros moram ao 
lado de treinamento. O 
Westphalia Wall nº 4. 
o principal anexo ao 
maior estádiu europeu, 
tem uma pista reta de 
100 metros, uma pista 
circular de 200 metros e 
todos os itens necessá- 
1os para treinamento e 
preparação dos grandes 
atlata • O técnico chefe 
dos atletas brasileiros. 
Pedro 'I o ledo, taubém 
!ecebeu treinamento dos 
Instrutores alemães, in­ 
cluindo Jonath. e partici 
pa sempre de e tipo de 
Programa de intercám­ 
bio. Toledo e sesus co­ 
legas mantem estreito 
con_tato com todos os 
maiores treinadores de 
atletismo alemão. 
MINÉR ÇiO BODOQUENI 
Rodovia jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo M t G 
. 	a o irosso'' 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lad d H 
o o otel Oriente) Cx. Postal 
"Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 
LTDA 
8

l i»ta 15/02/76 
Rotary é Noticia 
l'.i.:,lu 1 09 
0 QUE OS OUTROS 
DIZEM E FIZEM 
Ernst Erich Schmitz 
"pgnilar e 
'r runane 
1 lllASS, II Y 
fü·.LLO 
POR QUE? 
-- Se não gostas de li, 
que irá gostar? 
-- Se não te orgulhas 
do que fazes, quem 
se orgulhará? 
- Se nfio tens respeito. 
por tuas ações, quem 
haverá de ter? 
- Se não sentes dmi­ 
ração por teus em­ 
preendimentos, quem 
irá s e n t .i r? 
- Se não d á s crédito 
às tuas decisões, 
quem poderá nelas 
acreditar? 
- Se não te alegras 
com a vida que tens 
quem vai alegrar-se 
com ela? 
- Se és cpaz de enga 
Dar a ti mesmo, a 
@em ão enganaras ssim [ambem é 
- Se a i n d a nlo 
aprendeste o verbo 
"compreender", como 
pretendes conjulgar 
o verbo amar? 
- Se colocas fel nas 
puras emoções, por 
que te revoltas de 
levar uma existência 
amarga? 
['- Se destrois todas as 
estradas que te tra­ 
em afeto, por que 
lamentas a solidüo 
em que vives? 
-. Se não cuidas da 
tua lavoura de si:n­ 
Ptias, por que estra 
has não colhêr vi­ 
Posas amizades? 
Se teimes em plantar 
0 
mal e tristezas, 
Por que te supreen­ 
de s quando germi­ 
nam decepções? 
}e consentes que a 
veja, o rancor e 
ª meledicência domi- 
nem teu coração 
Por que não 
f ªverias de sofrer o 
nferno da desconfi­ 
ang42 
"t 	Arranquei a 
1 ·;:.::.P•rsl,tes • em vi- pia do cooo ,egumte. 
--==== COMERCIO DE CEREAIS -UNIÃO BGRICOLB ua. 
ver !le temer o on­ 
tem, por que dás de 
temer o amanha? 
Se oscilas entre o 
passado e o futuro, 
como podes desfru­ 
tar bem o presente? 
Se não te dispões a 
oerdoar as falias a­ 
lheias, com que di­ 
reito esperas o per­ 
dão das tuas? 
Se nunca te clecldes 
a partir, porque an­ 
seias tanto em che­ 
gar? 
Se não tens fé, nem 
sonhas, nem te em­ 
polgas, por que acu­ 
sas o mundo de ser 
árido, fri
0 sem bon­ 
dades? 
Por que? ... 
Demais ... 
Numa das "sabati­ 
nas" tio Zepelin, hoje 
Miramar, um dos mais 
assíduos frequentadores . 
contou a seguinte histó­ 
ria: 
"Eu tinha em casa 
12 garrafas de whisk e 
minha mulher me pediu 
para jogá-las fora, se­ 
não ... Assim seja, disse 
eu, e comecei a desa­ 
grável tarefa. Tirei ro­ 
lha da primeira garrafa 
e despejei seu conteúdo 
na pia. menos um copo 
que bebi. Abri a segun­ 
da garrafa, fiz a mesma 
coisa, menos um e opo 
que b e b i. Ti rei a 
rolha da terceira pia e 
despejei a garrafa no co­ 
po que bebi. 
Arranquei a garrafa da 
rolha seguinte, bebi a 
pia e coloquei o r e s t o 
no copo. 
despejei a rolha dentro 
da garrafa e bebi o co­ 
po. Tirei a rolha seguin­ 
te da garrafa e despejei a 
pia fontro ela garrafa, 
arrolhei a pia com o 
copo e bebi o que não 
tinha derramado. Quan­ 
do esvaziei todas as gur 
rafas, segurei a casa 
para não cair e coutei 
as garrafas, rolhas, co­ 
pos e· casas. Eram 28 
ao todo. Ccntei outra 
vez, para confirmar e 
deu 77. Como a casa 
passou ao meu lado con 
lei outra vez e, final­ 
mente, todas as garrafas 
rolhas, copos e pias, 
dou 196. Ficou i-obran­ 
do uma garrafa que a­ 
cabei hebendo, para co­ 
memorar o fim do meu 
whisky". 
o OBJETIVO 
O objetivo de Rota­ 
ry é estimular e fomen­ 
tar o ideal de servir, 
como base de lodo em­ 
preendimento digno, pro 
movendo e apoiando: 
Primeiro - O de­ 
senvolvlmenlo do com­ 
panherismo como ele­ 
mento copaz de propor­ 
cionar oportunidades de 
servir; 
Segundo - O reco­ 
nhecimento do mérito 
de toda oc:upaçã" útil 
e a difusão das normas 
da ética pro íissional; 
Terceiro- a meiho 
ria· da comunidade pela 
conduta • exemplar de 
de cada um na vida pú 
blica e privada, 
Vicente de Paulo Souza e Silvo 
(Rotary Club de Sao Dernado do Campo) 
Permiti 
Senhor 
que nesta prece humilde, 
eu seja o espírito de Vossa imagem. 
E nesta longa viagem, 
que é a estrada da vida, 
eu a torne florida. 
Pondo alegria na dor, 
num mundo de paz e amor, 
onrle os homens, juntando as mãos 
se tornem mais irmãoF, 
formando a grnnde corrente, 
onde só o amor seja presente. 
DE ROT 
Quatro-- A aproxi­ 
mação dos profissionais 
de tooo mundo, visando 
a consolidação das boas 
relações, da cooperação 
e da paz entre us na­ 
ções. 
Rotary é Noticia 
Com a presidência 
do companheiro Pedro 
Palmieri, secretario. No­ 
edí Laranjeira e protoco 
lo Henhur, iniciou-se 
mais uma reuniiiu do 
Rotary Club, dia 6 pp. 
- 
Contou com a presença 
dos seguintes: sócios: 
Pedro, Roberval, Padl­ 
lba, ;larcelino, Bazzano, 
Benhur. Eduardo, Joacyr 
N oedi, Ivaldo e Clovis. 
=~*= 
Convidados: Mariano 
A. Camargo, Duvilio A. 
Santos, ambos pertencen 
tes a Inspetoria do Ban­ 
co Itáu; Dr. Jadjalbar LI 
ma conferencista do Ministério 
da Agricultura. Osório 
Almeida Monteiro, aca­ 
demico de Veterinária; 
Dr. Celso Grassi, Cap. 
veterinário do 100 RC. 
:«. 
O protocolo Benhur 
saudou os convidados; 
o companheiro· Hortencío 
que aniversariou na se­ 
mana e lembrou a trilo­ 
gia do servir: Ideal - 
Cortesia - Ação: Servir. 
<< 
Nossos cumprimen­ 
tos aos novo rotari­ 
anos; Padilha, Garibaldi 
Bazzano, e Benitez. 
c - 
=====================. O companheiro pre- 
sidente saudou os pre­ 
sentes e deu por encer­ 
roda mais uma reunião 
rotária. ·' '· " 
Permiti 
Senhor, • 
eu Vos peço. 
que eu possa dar, 
sem recompensa esperar, 
i;eja aos pobres ajudando, 
aos desamparados confortando 
Pois assim procedendo, 
a Vossa vontade cumprindo, 
estarei contribuindo 
para um mundo melhor, 
de mais igualdade, 
de paz e fraternidade. 
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........___ 	~

Ir«la Vi«t 15/02/76 	Opinião 
--------- 
"O pior deleito do edito misso que assumimos 
riul comenta Moacyr Pa com o povo belavistense 
dilhu é o ataque pessoal. e que hoje continua de 
Conhece-i;e logo o mau pé. Trilhamos U'l a esll'a 
editorialista quando pro- da cheia de ob1Jláculos 
cura Oase curnlubo íá- e situações que exigem 
cil ... " J . atitude de • bom senso e muita pro­ 
um edltorlalistn diante bielude. Temos muitos 
da máquina de escrever defeitos, e reconhecemos. 
com o papel em branco Jlaa easeo clefeiot1 pre­ 
lilurgfo que se repete judlcnm quasfl exclusi­ 
todos os dis, ou todos vamente a nós e não a 
ns semamas, uo caso cl~ comunldudo. E com or­ 
ser o jornal s,Huanárlo, gulbo confessamos que 
deve sei; lia maior serie os glguutes malévolos 
dado. "Embora saiba da alma, - u vlolencia, 
que a Influência do que o ódio, a vingança, são 
vier u sustentar porvco- estranhos ao nosso quo­ 
turu será pequcnn, dElve tidiano. Prncuramos fa­ 
entregnr-se nu trabalho zer um jornal iodepeo­ 
como se a decisão sobre dente, um gruude jornal 
a controvérsia que a- pura um grande puvo. 
briu depende exclusiva- U)timamente, determlaa­ 
mente de sua opiolü.-:", uni: sltuuções. oferece­ 
diz Luiz Amurai em eu rum subsídios pura vis­ 
livro Técnica de Jornal. lumbrarmos uma nova 
Algumas modificações tomada rio posição dn 
e<litoriais e gráHcus que Plite dirigente da. cida.de. 
THllJUNA ela FRONTE!- Permanecemos a mar­ 
·HA comnçou a apresen- gem <los eomentários 
lar com a ediçãn uúme- pessoais, principalmente 
ro 195, foram colhidas no Caso "ENCAMPA,ÃO 
com gruode simpatia e do HOSPITAL", por ,a­ 
interesse por nossos lei- charmos que a solução 
tores. "Parece um novo deve parti( do POVO, 
jornal, com assuntos poi~, o hospital é uma 
palpitantes, mais pó.gi- instituição a serviço <.lo 
nas ••• ", comentou um POVO. As arestas e de­ 
leitur. E um elogio certo 
mus o aceitamos como encontros são próprios 
um reconhecimento de u- de per,rnnuliclude dite.­ 
ma verdade que ncom- rentes' e com ambições 
punha a TF desde sua e desejos diferentes. "As 
fundnçãr:-: procurar sem- abelhas que vivem em 
ore o aperfeiçoamento sociedade comenta 
do jornal. É o compro- Tbomu • Hobbes - não 
lRIBUIIA on rnmm1Rn 
Editor- Chefe - Caldo ]?ereira 
Gerente - ôilsen 8ila antes 
0?IC))A 
Chefe - dfoic,·t,, dl:.Jair 
Paginação • .:_Jdilio dl. c5,•11rn 
Impressão - fui Carlos Ddé 
Composição - Nagib Gazime Q'ilsen ô. Data 
e dr 'Reiro 
Departamento ele Circulação 
• Joào Vicente Ocampus 
Departamento de Cobraucas 
Chefe • Pompilio Miranda 
Colaboradores 
Jo.{: Joaquim Ferreira Souto, 
Dr. Aroldo Medeiros, Rosita fo-a Gomes, José Glauey Flo­ 
res, J Refrey 
Diretor _Responsável • c.Jvaldo /Jmira 
TlUllU 'A DA FHONTElRA é uma publicação da Empresa 
Gráfica Tribum, Ju fronteira. 
S • LUZ5 10!-3: IS [SI IM-3 
Diretora - Maria E-tela Vela-quez Pereira 
Redação, Administração e Oficina. - lua Duque 4 
Caias >-n Bela Vista Mato Grosso 
As opiniões emitidas nos a r t ig o s assinados não represen 
ta m 	o ponto d e vi s ta do jornal, podendo a té s e r contrárias 
a te. I opimilo do jornal, acha-se expresa nos Editoriais 
e nos comentários não assinados" 	' 
competem uma com aR 
outras. não tem Inveja 
nem desejo de honrarias 
aAsírn c<11110 não usam 
a razio t1n proveito pro 
pio e detrimento alheio, 
por lHso. sua sociedade 
é natmal e as atitudes 
de umas para com as 
outras i;rw reguladas pe 
lo lusliulo. Seguudo J,,J. 
Rousseau", os códigos 
morais nascem e se fun 
dameotum numa espécie 
de con°tru to social tácito 
existente entre os mem­ 
bros da comunidade. 
Mas parece que o "ani­ 
mal inteligente'' não 
aprendeu u lição. Procu­ 
ramos manter a atiluàe 
própria dos homens pon 
derudos, não nos euvoJ. 
vermos em determinada 
situações. onde podniam 
grassar o partidarismo e 
a parcialidade. Não é 
fácil, mas como jornalis 
tus que buscam aparar 
us arestas do caráter, 
de aprimorar 0s conheci 
n.entos e por em práti­ 
ca uma ética profissio- 
nal. lutamos ás vezes 
com determinadas cir- 
cunstâncias; mas ... a 
consciência. guardiã u­ 
blime de nossa tranqui­ 
lidade. jamais nos acu­ 
sfrá de haver uegligen­ 
ciaJo com a • verdade. 
Infelizmente, ás ve­ 
zes, in'lividuos poueo 
esclarecidos. mesclam 
problemas pe soais com 
a linha editGriul do jor­ 
nal. Ou seja: buscam fe­ 
rir os integrantes da 
TRl8U A pensando que 
com isso estão (erindo 
o jc,rnal. 
• Em muitas oportuni­ 
dades ramos • inlimadus. 
mas a "voz da razão" 
sempre "forte e sobera­ 
na", deu-nos a "mágica 
maneira" de calar, sem 
que com isso nossa cons 
ciencia nos acusasse de· 
de omissos. A esse res­ 
peito, e interessante ler 
o artigo Silenciar não É 
FUGIR transcrito da Fo­ 
lha de Dourados . .E: um 
artigo oportuno e que 
espelha ·bem a sistetná­ 
tica de um pequeno jor­ 
nal do interior. O inter­ 
cambio que fazem os 
jornalisms matogrossen­ 
ses tem o grande mérito 
na análise, quase sempre 
idêntica, dos prÓblemas 
que assolam as comuni­ 
dades. Em toda a parte 
e a todo momento, injus 
tiça estão sendo cometi­ 
das e os •·pequenos jor- 
nais" podem e devem 
er o meio competente 
para apontar estas injus 
tiças, e se possivel. a­ 
ua·htt! através dt.> uma 
crítica HONESTA e 
CONSTHUTlV A. Este E­ 
ditorial representa uma 
norn fase da TRIBU A 
17 
Jluitus vezes, para e­ 
vitar que sejam iojut1 
lamente prejudicadas 
pe soas que possam ser 
euvolvidas numa ques 
tão, deixamos de divul 
gar ocorrêucias merece 
doras de comentários e 
fatos que sensibilizariam 
a opinião pública. 
Os leitores de "Fo 
lha de Dourafos" sabem 
que não somos sensacio 
nalista , q nos servimos 
du mai rigorosa exati­ 
dão e nunca publica 
mos inverdades, que não 
nos curvamos a 
poderosos e nem 
defendtmcs lntere5ses 
contrários aos do povo. 
Nunca houve de nossa 
pai te o propósito de fe 
rir, sempre procurando 
corrigir_ os que estão er 
r_ados para que não con 
tinuem na prética de a­ 
çoes condenáveis usan 
do uma linguagem clara 
para que não seja a tingi­ 
da a sociedade em que vi 
vemos. Até as ocorrência 
policiais são registradas 
com a maior simplicidade 
apenas informando e sem 
entrar em e pormenores. 
Se publicássemos tu 
do o que é de nosso 
conhecimento até os au 
tores de certos fatos fi­ 
car1ai:n estarrecidos. J!ui 
ta coisa cuja publicação 
traria consequências de- 
sastrosas. . 
e junto com ele 'Notas 
e Informações'', que re­ 
presentar a pdia no­ 
bre onde u manifestação 
soberana da verdade e 
do culto à justiça terá 
um lugar de honra. 
No so Rilênclo não é 
l'uga e sabemos qufl ex/s ~ 
te compreensão por par 
te dos homens de bem, 
dos que não colocam 
seus mesquinhos loleres 
es acima dos da coleti· 
vidade em que vivem. 
Entretanto, nüo preten 
dam descobrir em nossa 
atitude temor de luta ou 
de algum castigo imere 
cido. Saberemos respon 
der vigorosamente e en 
tão, <lua a quem doer. 
haverá muita roupa suja 
para lavar. 
Para bom ecteode 
dor meia palavra basta 
e pedimos que meditem 
um pouco sobre o que 
estamos afirmando de 
que: Silenciar não é fugir, 
(Transcrito da Folha de 
Dourados). 
DOCUM.ENTO 
PERDI2O 
Benedito Ortega, de 
clara que extraviou seus 
documentos do Funrural 
Carteira de ltienillicação 
e ° Carnê do mes de no 
vembro de 1975 
Publicação que se faz pa 
ra obtenção da 2 via. 
Gostamos de mostrar 
que possuimos de bo 
g mossa cidade. reveJan 
o as :!ÇÕt.s construti p 
y.grasno o» «. 'REÇO DESTE 
sao dignos de eloo· 
os . .,,1os e • 
que merecem aplau 
sos por suas atividades fXEMPLftft 2,00

Diversos 
t'a±ins II 
RODOVII 
CUIIIB 
ISFLI 
EMA 
URSO D 
Cuiabá - Dia 5. pp. 
o governador Garcia Ne 
-DE- 
to presidiu solenidade 
de •ncerramenlo do cur 
d 
# 
CIICERE 
0 
7 
• 
• 
i 
1 
~ 
Secretário Frederico Campos 
Cuiabá, - O Departa 
lllento Nacional de Estra 
das de Rodagem preteo 
de implantar e asfaltar 
ªlllda ·este ano a rodo 
'ia Cuiabá - Cáceres, co 
lllo também o trecho 
{ampo Grande - Sidro 
lindia. A pretensão do­ 
DNER foi manifestada 
~ secretário Frederico 
lllpos, da Viação e 0- 
btas Públicas, que junta 
ente com o diretor-ge 
tal do Dermat Carlos 
Capiberib;, Saldanhu, 
:anteve encontro no Rio 
Janeiro com o enge 
"PJtir Adhemar Ribeiro 
c1 Silva, diretor-geral, e 
lemais dirigentes daque 
le Departamento. 
O Secretário mato 
grossense de Viação e o 
titular rio Dermat foram 
convocados para partici­ 
parem, no Rio de Janei 
ro, de exame e Jeíinlção 
da programação do 
DNER tendo sido consul 
tados 'no que se relacio 
na a previstas para Ma 
to Grosso. DeLxamos jun 
to à direção - geral do 
DNER disse Frederico 
Campos - insistentes ape 
los para a duplicação da 
pista Cuiabá - Coxipó e, 
especialmente, para a 
restauração cte rodovias 
federais nas áreas de 
produção agricf'la. Os 
representantes do Gover 
no de Mato Grosso indi­ 
caram como prioritários 
os trechos Dourado - 
Ponta Porã e Vila Bela­ 
Pontes e Lacerda. 
IDJ[E 
t!CCJI 
Que o trigo dos triguais dourados produza 
o pão meu de cadn dia, mas que, na hora de 
comê-lo, eu me lembro do gesto divino da Mul­ 
tiplicação e possa ter a grandeza humana da Di 
visão. Que o trigo dos trigais dourados produza 
o pão meu de c·tda dia, mas que eu não teuha 
11 penas o pão do trigo dos trigais dourado&. 
Que eu lenha o pão do Amor. 
Nào do amur que me faz pesar em mim mesmo, 
mas do amor que brota no coração 
dos hem-aventurados e se expande pelo Universo. 
envolvendo tudo e todos num abraço de 
Eternidade. 
Que eu tenha o pão d~ Caridade. 
Não da caridade do que apenas dão esmolas, 
ma da Caridade dos que iamhém se diio. 
Que eu tenha o pão da Coragem. 
Não da coragem dos que a têm ômeate para 
viver, ma da Coragem dos que a têm lambem 
para morrer. 
Que eu tenha o pão da Fé. 
Não da Fé proclamada para as multidões, 
ma do Fé ilenciosa, consciente, 
mo trada atnvés ele atos, de comportamento. 
Que eu teuba o pão da Humildade. 
Não da humildade dos que se proclamam humildes 
iIas da Humildade dos que ão proclam!1dos 
humilde . 
Que eu tenha o pão da Ju liça. 
Não da justiça dos que olham p~ra o lados. 
mas da Justiça dos que olham pura a frente. 
Que eu tenho o Perdão. 
1
ão do perdão dos que o dão a quem o pede, 
mas do perdão dos que perdoam 
as ofensas que ainda não foram feitas. 
Que eu tenha o pão da abedoria. 
não da sabedoria dos que se preocupam em 
aprender o que é complicado e que é fácil 
demais para ser a!,rendido. 
mas da Sabedoria dos que se propõem a aprender 
o que é simples e que é coruplicaào demais 
para ser aprendido. 
Que eu tenha o pão da Verdade. 
ão da minha própria verdade, mas da Verdade 
de todos 
que o trigo dos trigais dourados produza o pão 
meu de cada dia, 
que me alimenta o corpo para prosseguir vivendo 
mas que eu coma também o pão místico do 
banquete divino, 
Que me alimenta o espirito para ser digno 
viver. 
(uma das orações lidas por Moraes Sarmento, às 
18.00hs. na Rãdio Tupi]. 
de 
,;o llt• prcparut·,1o de 
mão-de-obra, sobre fa­ 
rico de móveis de uru­ 
bamba na Penitenciaria­ 
Escola Industrial de Cui 
abá. O curso foi minis­ 
trado através de con­ 
venio PRO5OL SUDECO. 
Em Cuiabá, a Pro­ 
sol ministra diversos 
euro de artesanato so 
bre fabrico de utensílios 
em urubamha, couro. l"i­ 
bras, madeira e outras 
matéria-:-prim:ii.. S:111 mi 
nh,trat.loi.. em hairros Cri· 
peca]mente operários. 
Em conveuio com a EH­ 
cnla Industrial Federal 
de Cuiabú, que cedera 
suns ofici111.1H, a Funda­ 
cão de Promoção Social 
promoverá curso sobre 
fabrico dr móveis. i'.JC'k 
Sl'e portas e janelas de 
estilo col<•r.ial. 
Sob a presidência da 
Prim<>iru ÜHna ,lo Esta­ 
do. sr' Maria Lygia de 
Borges Garcia. a Funda 
eo de Promoção Social 
levará cursos similares 
a todas ai; cidades em 
que houver representa­ 
ção ela entidwle, ou se­ 
ja, Casa tio Artesão. 
ACUME#TO 
PERMIG 
Foi extraviada a No 
ta Fiscal n.o 051, iérie 
B 1 de 2.8/2/74, em no 
me de José Joaquim Fer 
reira outo, referente a 
venda de 1 moto marca 
JAlIAHA, cbassis 05399 
Ano 1974 - cor laranja 
t4,5 hp - 1 cilindro - Ti 
po uper Esporte. 
Publicação que se faz 
para obtenção do Certif­ 
cado de Propriedade. 
Preço deste exemplar 
Cr$ 2,00 
CIJIIL 
REVENDEDOR AUTORIZADO .VOLKSWAGEM 
Rua: 1º de Maio • 563 	Jardim - Mato Grosso 
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NOTIFICIÇíiO JUDICIAL 
1 Ê 
Esmo. Sr, Dr. Juiz de Dir. 
da Comarca de B. V. Et, de M 
A Prefeitura Muntc­ 
pnl do llolu VIRtu. neste 
ato representada por 
Reu Prerclto ~lunlclpnl, 
Dr. Huben Albel'lo Ab­ 
bott de Cuslro Pinto, 
vem, por lntermét.llo de 
·eu procurador e advo­ 
gado abaixo assinado, e 
com fundamento nos ar­ 
tigos 867 e seguintes elo 
Código de Processo Ci­ 
vil, promover a presente 
Nc,ltrlcaçiio Judicial à Bi> 
neficõuclu Hospitalar de 
Beln Vlslu, nas pessoas 
que compõom a sua utuna) 
Dir lorlu: llurilza Apare 
cldu Carneiro Pinheiro, 2- Considerando ainda 
Nice da Cota Miranda. UH Inúmeras dificuldades 
llortenclo fton Escobar, de caráter adminlstrflti 
CnrloH Et.ly 'á de ?lledei vo por que vem psun 
ro8, José Avelino e Sil do a dita instituição, o 
va, Hélio Loureiro de AI que lhe tem lmposstblll 
meida, Kóslo Loureiro lado a cou,rncução plena 
Pluheh-o, Ulisses Pinto de seus fins; 
d6 ,lmeldn e Francisco 
Silva. pelos seguintes 
motivos: 
1- Considerando tratar 
se o Hospital Silo Vicen 
de Paula de uma institui 
ção filantrópica cujos 
fins, desde a sua origem. 
foram o atendimento mé 
dico e hospitalar à popu 
lação menos favorecida 
de nossn municipio; 
"Orgúo Independente u erviço da Região" 
Ano IV Hela Vista MT.-- 1502 76 N° 197 
#FSI:. 
FRIAS SOE#E.E} 
BAILE 
Super lotado e com muita animação, 1con 
teceu 6 feira pp. o baile no Clube Esportivo Be 
lintslense; que mesmo com o "zum-zum" apronta­ 
do por alguns beberrões uilo empanou o brilho e 
alegria da mesma; Paraben Calureba... pela 
prnmoção. 
Destaquei os casais: Major Alves e ra. acampa. 
nhado pelas filhas: Magda e Mareia, 3gt. Mauricio e Mariazinha 
350: 
Aniversários 
DIa - Com um churrasco na Fazenda Pon­ 
tal, foi comemorado o Nat da garota Patricia L O­ 
cariz. filha do casal Eduardo-Ana Maria. • 
. Tambem a menina moça Lila. que feste­ 
Jou ms uma primavera com churrasco a Fazen­ 
da l•ortaleza. Ela é füha do Casal Lauriodo Rodri 
ues e Sra. 
, . Completou anos os popular Peninha 
Dia 17- Renato de . Lopes. filho do Casal An­ 
tnio Lopes-Nair. Aos aniversariantes nossos votos 
de felu·td:-.::les. 
--.....J-~ --- 
BODAS DE OURO 
Dia 7- Com missa solene em Ação de Graças, e 
e ?ID a presença de ILlhos, noras, genros netos t:: 
bisnetos. comemoraram 0 anos de vida-a-dois os 
casais. Sr. e Sra. Abilio de Andrade e Atanacildo 
Escobar e Sra. Parabens. 
3. Considerando ainda 
os inúmeros benefícios e 
vantugeus, que a encaro 
pação desse órgão certa 
mente originaria para a 
população menos favore 
cida de Bela Vista a qual 
não pode, pelos seus par 
cos recursos, materiais, 
recorrer 11 centros hospi 
talares maiores, em ou 
tras cidades, para o res 
labelecirrento de saúde: 
4- Considerando que, 
em 8 de novembro de 
1975, resolveu o prefeito 
Municipal de Bela Vista 
encaminhar men agem à 
Câmara ~lunicipal que, 
por unanimidade, apro 
vou a Lei 649-75, de 
08/11/75, q u e foi s o n 
e i o n u <l n em 1-1111175, 
por interresse público, o 
Hospital São Vicente de 
Paula ( does. nº . 1 e 2); 
5- Considerando que com 
bu. e então na Lei já em 
vigor, designou o Sr. Pre 
feito Municipal, em Por 
luria nº 10-7ü. os Srs. 
João Este vão de Ca tro 
Antonio ilva antos e 
Sra. Zenóbia Luvilia O­ 
campo Gomes. funci­ 
onários da Prefeitura ilu­ 
nicipal. upreseotando a 
referida Comisüo, em 
oficio n° 14/76. de 
22/01/76, à Presidente 
da Beneficeneia Hospita 
lur de Bela Vista, Srta. 
Marilza Aparecida Car­ 
neiro Pinheiro, olici­ 
tnndo-lhe fôssa, de falo, 
materializando o cum­ 
primento ao dispositivo 
legal, com a entrega do 
referido Hospital ão 
Vicente de Paula à Pre­ 
feitura Muoic:pnl de Re­ 
la Vista_ (does. n" 3 e 
4); 
6- Considerando que, 
em resposta recebeu o 
Prefeito de Bela Vista 
<la Presidente da Beoe­ 
ficenciii Hospitalar Srla 
Marilza Aparecida Car­ 
neiro Pinheiro, em oficio 
n 02/76, de 23/01/76 a 
~egulnte in[ormaciiu: 
... que, tendo em visi 
ta a imporlAncia do as­ 
sunto achou por bem 
. esta Diretoria convocar 
a Assembléia Geral, a 
fim de tomar uma deci­ 
são .. , (doe. u·º5)'. 
7- Considerando que 
essa Diretoria, cuja elei 
ção por i só vuleriu 
ter sua validade discuti­ 
da, uma vez que imper­ 
fella, 11:10 respeitando 
sequer os Estatutos da 
Hene ficenciu Aro vigor, 
não logrou o Prefeito 
~luulclr,al, até agora, o­ 
bter de seus membros o 
devido acatamento a le­ 
gislação vigorante, nem 
ser cientificado até ho­ 
je da decisão adotada 
pela Assembléia Geral, 
(do·. "° 6); 
8- Consl<lerando que, 
no momento. encontra­ 
se o referido Hospital 
ão Vicente de Paula, 
sob o ponto de vista de 
de direito, em situação 
ab.:olutumente ilíeita, lm 
pos,;ibilllaàa a Prefeitura 
outrossim, de assumir 
suas funções determina­ 
das pela Lei n 649 75, 
face a atitude arbitrária 
da Diretoria da Beneri­ 
cencia Hospitalar de Be 
la Vista em não acatar 
a Iegi lação em vigor e. 
em manter uma tiilua­ 
çúo absolutamente nula 
de pleuo Direito: 
9- Considerando que 
nuo é dado a ninguem 
desconhecer a Lei e o 
Direito. como também 
não_é dado à admiois­ 
tração Municipal assistir 
rnerte tal situação de 
fato, sem pugnar pelos 
illtHO . legais para o 
cumpnmento rle seu de­ 
ver; 
Requer-se a v. Exa. 
quo RP digrw mandar 
notificar ú Diretoria da 
Beneficência Hospitalar 
de Bela Vista, na pes­ 
soa ela 81Ja PresideuU·, 
illartlza Aparecida Cm­ 
neiro Pinheiro, a fim de 
que, no prazo de 30 
dlus, a cc,utur da pre­ 
sente da ta, faça fiual­ 
mente a enh'ega à Pra­ 
feitura Municipal de Be­ 
la Vista do Hospital São 
Vicente de Paula, bem 
como coloquem livros, 
arquivos. documentos 
contábeis, patrimônio 
imobiliário e técnico, 
etc.. à disposição da 
Prdeilura, a fim de pos 
sibilltar de fato a refe­ 
rida encampaçfio, já rea 
llzada de direito, com a 
Lei n.o G49, 75, mencio­ 
nada, sob pena de não 
a fazendo, propiciar à 
Prefeitura Municipal de 
Bela vista, o imt::dfato 
ingresso de merllclas ju­ 
diciais cabíveis na espé­ 
cie, inclusive responsa­ 
bilidade pessoal de cu­ 
da membro ela atual Di­ 
retoria da Beneficência 
Hospitalar de Bela Vis­ 
ta, face aos reais pre­ 
juízos que só a atitude 
inconsciente e Ignara de 
seus membros vem cau­ 
sando aos doentes ne­ 
ce sltados de nosso Iu­ 
nicípio e ao bem da 
causa pública. 
estes termos 
Pede Deferimento. 
Bela Vista (ill), 13 de 
fevereiro de 197(i 
Haroldo Medeiros 
Advogado 
Oração pelos Meios de 
Comunicação Social 
ó Jesus Mestre. nós 
que entre as maravilh •. . vos louvamos, por- 
concedeste 4 iteii,,32" ]y"encoes da técnica 
caminho para a fácil u_maa~ abrir novos 
mens, com a imprena, "Omunicaçáo entre os ho­ 
televisão. , o cinema, o rádio e a 
Dirigi os responsáv • 
para que conscientes de a "Is destas técnicas 
através dos Meios ae C ua missão, ofereceram 
valioso auxilio à socied omumcaçao ocial um 
a p,recrear e inriqu~.","" humana, contribuindo 
ccusclidar comunhão entr O espirito., propagar e 
zer viver a mensagem ," homens. difundir e fa- 
n . . . erdade e da salvação 
uminai todos 1s 	' 
pectadores para que os leitores, ouvintes e e - 
peitem a verdaà, Procurem comunicar-s " 
Ó 
e e a dignidade b·· e, res 
·Jesus M 	1umana. 
± sd"; 2.."± sr». 
a Vid 
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• como 
O e 1os como 0 
a da humanidad anunho, a Verdade e 
e.