FUN0ADOR E D111ETOR RESPOSAVEL: - IVALDO PEREIRA lednação Oficlua e Adminlslrnção Ikla Vis la. 15 de Fevereiro de 1976 Semanário N" 197 AMO IV Rua Duque de Caxias S/N LEGAL E AR.ÁRIA A DIRETORIA HOSPITALAR DE BELA llegul por. encontrar que, como sócio funda­ se em situação Ilícito, dor da Beneficência usurpando uma po içào Hospitalar de Bela Vis­ que nüo lhe foi delego.- ta dirigi, • t1m 04/02/76 da, pois os sócios coo- aquela entidade. tribuintes que compõem a utual Diretoria nilo Helu Vistu - ilato Gro tiveram os seus nomes so homologados pela As- sembléia Geral, confor- Of: s/n me determina o Artigo !iº dos Estatutos da Be- Do: Dr. Ruben de Cas­ neficência Hospitalar de tro Pinto. Bela Vista Tanto assim que até hoje a Doutora Presidente não teve coo dições para fornecer as cópias autênticas da As­ sembléia Geral que bo- mologou a escolha fei­ ta pela Diretoria ante­ rior. Transcrevo o oficio A: Exm" Dr"d Presiden­ te da Beneficência lf os­ pitalar de Bela Vista. Respondo ao vosso ofício, de 03 de corrente hoje recebido. Hó. um equivoco neste vosso oficio: 1)- ião vos solicitei quaisquer "informações" a respeito das cópias aut/lnticas ... 2)- O que vos requeri, como sócio fundador da Beneficencla Hospitalar de Bela Vista foi fortueci mento das cópias auten­ ticas das atas das AR­ sembléias Gerais, com as respectivas datas, a­ onde conste a sua admis são, como sócio contri­ buinte, de todos o membro: da atual Dire­ toria da Beneticêcia Hospitalar de Bela Vis­ ta. 3) - Insi to no r!eferi­ mento do seu pedido, a que tenho direito, por ser perfeitamente legal por ser e tatuário, tan­ to assim que o A.rt. 5Q dos estatutos da Benefi­ ceucia Hospitalar de Be la Vista reza. de modo claro o seguinte. Sócios contrlhuintE-fi são aqueles que venham a contribuir com a jóia e a mensalidade, esta­ belecidas no Regimento Interno e homologa­ ção em Assembléia Ge­ ral. 4)- Aguardo vossa resposta. Dr. Ruben de Castro Pito. Arbitrária, pois ape­ zar de a ninguém ser dado ignorar a LEI. Ati­ tude esta que é passive! da unção penal, com a agravante de existir na sua Diretoria tres advogados. até boje e-la persiste em 'não dar cumprimento jà lei n" 19 que encatnpou, por interesse púbico, o Hos pital São Vicente de Paula nem se digna contestar por que razão in iste em desobedecer a Lei. Esclareço ao Povo que o Hospital São Vi­ cente de Paula pertence por Direito, desde o a­ dvento da Lei no 649, à Prefeitura d e Bela Vista. Se-lo á, de fato. tão logo a justiça se pronuncie a respeito. A melhor maravilha do mundo é saber esperar ... Bela Vista Mt, 12 de Fe­ vereiro de 1976. Dr. Ruben de Castro Pinto Prefeito Municipal Militares Julgados (pag. 02) Oraão da sabedoria (pag. 4) enhum pais nenhum, regime, neahum!.l razão de Estado ou de ordem pública pode fazer da violação dos direitos humanos um expediente de ação política ou se­ quer autodefesa. Não há hipótese, a tlistinguir entre essa ou aquela ideologia, mas entre a liberdade e a opressão entre a civilização e a barbarie ... DIREITOS HUMANOS (Pag 5) Ernesto Geisel em Paris (pag. 02) ESPORTES (P ACi 8) otificação Judicial à Beneficencia Ho pi talar de Bela Vista (Última página) ão pode Governar um País quem pretende revogar as Leis de Defesa da sua soberania e de sua integridade... A I- 5 (Pagina 5) T. F. P. Reúne Jovens Sulamericanos (pag. 2) As Drogas e a Sociedade (pag. 04) I.o Encontro de Administração (pag 02) Rotary é Noticia (pag. 09) Editorial (pag 10) Castelos de Areia (Pag 3) Taxa Rodoviária (pag 4) José Maria Palmierl... HOME'NAGEM PÓSTUMA (Pag 6) CRONICA DE ALTEVIR ALENCAR (PAG 7) Banco do Brasil S. A. Bela Vista «MT» AVISO nos AGRICULTORES O Banco do Brasil S. A.. avisa aos Srs. agri­ cultores para que, procurem com a máxima urgência a ACARMAT local, no sentido de serem orientados sobre o combate às pragas que estão atacando as lavouras da região, em especial a cultura do arroz. A Administração Pains Ili Vi-+ 1/02/56 ú[0l ------------------ Pum fazer Ulll CUl'RO de refutação do comunis mo e estudar o prores so da Sociedade Hrasilei ra de Defesa da Tradição Familia e Propriedade l'l'FPJ, reuuirum-se em $lo Paulo, de 1ó a 24 de Janeiro, 50 jovens fillu do1-1 a outras TFPs, 0111 cinco pníses sul ame rlcanos: Argentina, Boi! via, Chile, Colômbia e Uruguai. Nu sessão de encer ramento, reulizada no Autlltórlo S1o Miguel, na sede administrativa :la TFP. R. Martinico Pra do, 4ti, presentes cente nas rle cooperadores da ecção de São Paulo, o Prof. Pllnio Corrêu de Oliveira, Presidente do Conselho Nacional da en tidade unritriã, <:ouclu E Secretário José Ferreira de Freitas Cuiabá. - A fim de a serem desenvolvidos participar do I Encontro no I Encontro de Secre­ Nt•cional de Secretários tárlos de Administração de Administração viajou ussuntos pertinentes à p/ o Recife, Pernambuco, Previdencia Social. Se­ o secretário José Ferrei gundo telex endereçado ra de Freitas. da Admi- hoje ao titular da Admi tração d o Estado. Em nistração matogrossense sua bagagem, Ferreira pelo secretário Gilberto de Freitas leva tese que Pessoa Souza, do Per­ tem por objetivo inovar nambuco, o_ ministro Nas determinados setores da admi cimento e Silva, da Pre- nístraçiio, j á inovados rldência Social, deverá em MT. Constam a.Inda Participar da abertura da pauta dos trabalbos do Encontro. mou os jovens a ;;ervi rem em seus respectivos ambientes. us sagrados prlncipios da Tracilçúo, Familia o Propriedade, fatore: básicos da Civli zução CrlRtii. As conferências e círculos de e-tudos foram realizados numa atrnos f e r a d e seriedade e fé, destacando-se entre os conferencistas os Srs. Eduardo de Barros Bro tero, diretor da TFP bra sileira, e Carlos Ibargu ren, diretor da TFP Ar­ gentina. O certame constituiu a XXVI Semana Especia lizada para a Formação Antkomunista ( 'EFAC) ##!AIRES .SAIS Rio - O Con elho Es pecial de Justiça da ln Auditoria da Aeronauti­ ca marcou pura março o julgamento de ·1 peil­ sos., 67 militares acu­ sado cte ·ruzer contra­ bando na Zona Franca de Manaus. No inquérito policial militar l'oi apurado o transporte ilegal de mer cadorias estrangeiras em aviões da Força Aé­ rea Brasileira de Ma­ naus para outros pontos de> Pais. Para burlar a vigi­ lância rtos comandantf'!s dos aviões da FA B, as mercadorias eram esto­ cadas em lugares irnpró prios, colocando em ris­ co a vida cios tripu. lantes. Os militares impli­ cados serão acusados de corrupção. ativa e passiva, e crime de pre­ varicação, pois viaja­ vam a serviço e não po deriam transportar es­ ss cargas. Presidente Ernesto Geisel Já está praticamen­ te decidirio que ll pre !­ dente Geisel passará um l'im de emana em Paris após o encerrarrento de ua visita oficial à Fran ça, nos dias 2,, 29 e 30 de abril. Já que o dia 30 cai numa sexta feira, Gei e! deverá ficar em Paris no sábado e domin go seguido na segunda feira pura TóGUio. em visita oficial também de tres dia , ao Japão, Lon drE' não ! ontem não é o mesmo pobre de hoje? Ah! Sim! Agora sim! 'Tudo upa­ rência: 'Tudo represen­ tação ou travessuras... Depois ainda ha gente que vem criticar os que olham o Espírito Eterno do Homem, Aem a fan­ tasia da existência que modela trajes de "Dou­ tor" e de Mendigo pa­ ra uma só criatura ... Chapa.;, no horário de de 9 as 11 horas, onde se encontrará a disposi­ ção d os interessados pessoa habilitada para. atendimento. prestação de inkrmações concer­ nentes ao Processo Elei toral, recebimento de do cumentação e forneci­ mento do correspondente recibo. A impuguação de candidrrturas deverá ser feita no prazo de 5 (ciuco) dias a contar da publicação da relução das chapas registradas. Caso não seja obtido quorum" em primeira convocação, a eleição em segunda votação, se rá realizada no dia 10 de julho de 1976, e não consegui n do "quo­ rum" na segunda convo cação. a eleição, em ter ceira votação, será rea­ lizada. n_o dia 25 de ju­ nho de 76. Em caso de empate entre chapas mais votadas. realizar­ se-a nova eleição 15 (quinze) dias após. As eleições serão realizadas elas 15 as 21 horas. Cuiabá, 25 de janei­ ro de 197G. Rui Sant'Anna dos San­ tos Administrador a' o Sindicato dos ·Joruali;;tas Profissionais no Esta do de Mato Grosso. Nosso Tempo l âS ·DROGAS E I SOCIEDIDE O PROGRESSO TECNOLÓGICO , ,, É outra curacterlr,tl ca do mundo de hoje. •Contudo. esse progreSR0 no deixa também de . ser uma ameaça para o .. homem se não for conti do em seus justos limites . . J se disse que a fa diga é, o paradoxo de um mundo. civilizado on de o esforço fisico desa pareceu pela automu çilo. uo se lruta da ta­ diga, física que leva ao sono replmdor,. mas •le um esgotamento nervo o que cumlnhn para a de ordens psiquicas e paru u1:1 dep,·es õ~s mais pro fundas. O homem que deve riu ser o senhor da léc ~1lcà pa su a ser o e·cra vo .dr sa mesma técnica UNE 'CO. ern recente pesquisu, estudava até que ponto a técnicu vio la direito do howern à sua iutimiclade. Pequeni n<>s e extraordioarios. ins trurnenlos construido pe la técnica mui refinada microfone , gravadores, máquinas fotográficas - devu11sum a. intimidade do .homem, violando seus sagmdos direitos. Tudo esta, pois, a exigir, não a uboliçilq da técnica, o que seria um absurdo, mas a hu maniçilo da técnica. A colocação da técnica serviço do homem. O e, qullibriu do homem, nes sa socidade de consumo que cria sempre novas necessidades e que per mite a seus,membros to­ aos OS eXCPSSOS, • Esse equilibrio deve restituir ao homem a verdàdeira paz; a verda (eira felicidade. Esse ,e­ quilibrio deve lazer com que o homem compreen da_e ame o seu trabalho utll e criador. Fora, desse. eqüili brio, é lógico que o ho mem, massacrado pela técnica, procure_ no mun, do .ratacios.o das drogas remédios para os seus grandes rales. D . 1 FUGI Já tem sido objeto d muitos estudoR 11., sollllo das almas nas grandes. cidades O processo de ur banlção leva necessária monte a uma gernl mas sificação dentro da qual as personalidades se di­ luem, o I tédio, domina e as so~br.a cju .solidão bal xam por sobre todos . ., 1 ,1 li t' • Esta é outra caracte ri tica da Vida contem porànea. O êxodo para as IIegalópolls so faz, não apenas das zonas rurais. mas também das cidades. pi,,quPna.s. as grandes_ cidades to:-los vivem sob o, signo das tensões. A familia deixa de t>er pequenina comu nidade rormadoru inicial dos caractere:, e se re duz liio somente a vii, culos biológicos. E todos se i oi m. Os jovens para Cl quais u soc1er!nde de consumo tem uma cono tação pejorativa, depois de uma oposição ativa e o tensivn começam a reagir pelo desinteresse e se refugiam num mun do que e próprio deles e alheio à socieJade em que vivem. Eles também e isoluLU É um apeio lotai à fuga. Cumpre notar. po rém, tjue essa ruga. no fundo é. um desejo ar dente de encontrar algu ma coisa. É a ànsia )'.C­ ernente de encher um vazio interior. Todos sentem a falta de algu mo. coisa. Todos se de batem na insatisfação e nà insegurança. Os radicalismos le am às guerras ideoló gicas e as diplomacias conseguem unicamente um equÍUbríp fios , torro res. P,or . toda ,. parte a instabilidade: • Dentro dessa .conjun tura, a droga , se apre senta _como um sornden te, mas falso paraíso e como umu forma de rea çlo e de oposição à sa ciedade tentacular que nos sufoca. A ,, Um. dos caminhos de salvação de nossa 8ocle dado há de ser o da va lorlzaçllo do homem que não ,pode ser aniquilada nesse vasto processo de màssiffcação. Há no ho mem valores que, estão acima da sociedade e que devem ser ._ respeHa dos em todas us circun& tânclas. A vida humana tem um sen.lido pessoal e transcendente que pre cisa ser cqlocado acltna de qualquer estrutura concreta das sociedades. Os jovens necessi tam de um ideal mais elevantado, pelo qual va lba a pena lutar a fim de que não vaguem inu tilmente pelos caminhos vazios do nada. ORIÇÍIO OI SIBEDORII 1 Conforme publica,;E~ no Diário da erra de 12 12/1975 o Detrao ão podem cobrar mul­ ta pelo atraso no paga­ mento da Taxa Rodo­ viaria nica - TRU, des de que não haja com­ provação de autuação do veir.ulo entre a data do vencimento da TRU e o pagamento da noya taxa .. , A jurisprudência foi firmada pelo . Tribunal Federal. de Recursos ao examinar mandato de segurança impetrado por 1oüo Pires. de Me­ nezes, de Pernambuco. .. •,.Conforme, a decisão cabem apenas. juros mo 111tórios. sobre a taxa não paga na data do seu vencimepto, . artº 4 do decreto lei 999, que regula a matéria. Esclarecimento torneei­ do. pelo. Diretório Muni­ cipal da ARENA; Rela Vista (MI), 06,/02/76 Dr. Fiori Murano • .Présiáente . SENHOR!... Dal-me a esperança... levai de mim a tristeza e não ,a entregueis a mais ninguém. Senhor! .. : Plantai em meu coração a sementeira do amor e arrancai de minha alma us rugas, de. 6dlo. Ajudai-me a transformar meus rivais• em companheiros, meus companheiros em amigos, meus amigos em entes queridos. DEUS!... Concedel-mt! a força para, dominar meus desejos e dai-me a razão para vencer minhas ilusões. Fortificai meu olhar para que veja os defeitos de minha alma e .vendai meus olhos para que eu n!i.11 comente os defeitos alheios. Dai-me o sabor de saber perdoar... e afastai de mim o desejo de vingao,ça. Ajudai-me a fazer. ,fllo _lança perfume confetes, e serpentinas; e o carnaval tornou-se ma.is civiJizad(j>'. o Primeiro baile carnavalesco, carioca. data de 1840 e em pou cos :anos os ba.iÍes Car V lescos da Cidade .Mara ilhosa ganharem fama en todo mundo. 4Li Vista 15/02/76 Nosso Tempo t'a_ins R Por 47 votos contra 22 e 39 abstenções, ONU arquivou um I roje to do Chile p/ uma am­ pla lnvcstlgaçifo sob1·e o respeito aos direitos humanos em todo e mun do. Diante desse rel- 1acto, a Chancelaria chi­ lena estú informando qu~ lusislirú no ussunto quando da próxima As­ «blia Geral, e assinala que a proposta "desper­ tou iraria reação do blo­ co comunistil". O argumento d o bioro comunista é o de que a investigação viola­ ria a soberania da na­ ções. E, por inerivel que pareça, essu alegação encontrou o apoio de 47 paises e a colaboração dus outf!ls 4fJ. Do mes­ mo [ora internacional que condenou o ionls­ mo como forma de ra­ cismo, nu linha de uma conspiração de lntere · ses contra a soberania e a Ptópr·ia existência do Estado de Israel, urge agora uma decisão des:i nada a acorbertar a pi­ or forma crimicc•sa con­ ta os mais altos valo­ res do ser humano. Não vem ao caso, i,,qui, particularizar o pro blema do regime chile- t no, embora mereça re- gistro a atitude resoluta de um país que, em ple­ no periudo de coru;olida ção rtivolu••ionáriu con­ tra inimigos implacáveis abre as suas p0rtus às sindicânclu ela ONU. O que nos cabe con siderar a posição hipó­ crita do bloco comunista e a situação de p:ur:iali duele a que foi tangida a ONU, pegando os seus compromissos de origem e coloc·mdo baneirus 110 caminho do entendi­ mento entre o povos, em vez dA aproximá-los orogre ivumenln no iu­ terresse da paz muudiuL Tudo isso ocorre de poi • que a própria orga­ nização, movida por lac ciosos inspiradores inter uacioais, politizou ao extremo o tema do di­ reitos humanos, conver­ tendo .., paradoxalmen­ te em massa de ma­ nobra de regime totali­ tários e libertícidas. Ora e turnos diante de uma matéria unive:­ sal e permanente que, constituindo o grande esteio moral dos siste­ mas democrúticcs e re­ quisito imprecinclivel à sua autentlcidade ideoló gica e prática, pertence eotre1anto ao patrimomo de toda a humanidade civilizada. Os direitos humanos que alargam DESMlllllDORn Smico d~ Desmaias, Desloca, Acodes e lerraplanagem. füma allamen!e capaci!ada e idônea Trn!ar com o Sr. Waller Escobar Nunes no poslo Rio Apa Beln Vistn MS Maco Grosso o seu leque na medida em que progredimos so­ cial e morulmt::ute, ins­ crevem-se desde o sécu­ lo XVIII em declarações Jaternacionals ou uucio nais, coustiluiçõf!S, con­ ve11ções e códigos. 1 enbum país, ne- nhum regime, ne111.Juma razão de Estado ou de ordem pública pode fa­ zer d,t violação dos di • reItos, humanos um ex­ pediente de ação polili­ ca ou sequer de anutode­ fps1t. Não há hipótese, a dt tinguir entre esta ou aquela ideologia. mas entre a liberdade e a o­ pressão entre a civiliza­ ção e a barbarie. poderá ingressar com um pedido de extwçao do mandato do Sr .José Domingues Scapilii jun to ao Tribuual Hegional ElettornL :la! sabe o MDB que sem o AI-ó, talvez nem ele próprio existisse. Nem o congres so ou Assembléias. O que teria acontecíclo em 68, se o AI-ó, tio praguejado, não tivesse detido a onda que a to­ dos ameaçava, parlicu­ lurmente o :'.IIDB? Sem a garantia do AI-ô contra a ação dos baderneiros e terroristas, talvez as eleições do ano paado não se tivessem realizado, para o MDB aumentar subs­ Perante a consciên- tacialmente sua banca- eia moral dos povos, as da no Legislativo. E 1 ações Unidas se obri- roais; na hipótese de coo gam u aprovar o _projeto quistur O Governo, ne­ por _acaso partido do nhum Presidente do MDB Cbile. A~ denuncia· dos e ustentarií s e ro o dissidente soviético so- . Al-6. Talvez nem tome bre os campos de con pos se. Não tenham dúvi e-ntrução, as repressões 4as de que, no Governo psiquiátricas e os exillos 4 MDB, seus radicais - nos gelos siberianos ai- comunistas, pelegos e cançam, veste justo ins afins - iriam querer fa­ lante, repercussoes qu~ zer O que os peronistas comovem e escandali- ainda estão fazendo na zam o mundo. Argentina. O que houve em Portu(!al, agora, te­ ve carAter de um AI-5 contra os baderneiros e os anarquistas. Não vi­ ram o que ocorreu com a simples publicidade exagerada de uma al "distensão? 1 França Já está perdendo militares, aqueles com a vontade r1e imitar seus cvlegas de Portugal (a minoria evidentemente). Um AI-5 tambem começou a fun­ cionar na terra de a­ poleão. E terá de funcio nar em qualquer país que não queiru cair em ( O GLOBO-RIO, 4 de Não há come ficar­ mos impassíveis diante de processos de degrada­ ção do homem, onde que::- que se manifestem. Não é a paz de escra­ vos e de mártires leva­ dos à loucura que a hu­ manidade deseja sob o manto da détrnte ou de qualquer forma de apa­ ziguameato. É a paz dos homens preservados na sua liberdade e na sua dignidaàe. Dezembro 1975 ) lilll IJerrntauo fedo ral rio ;1IDB, no Punu:ú, está ameaçado de -er rpnul so do Partido porque de­ fendeu o Ato Iostilucionul nº .í. Há também os que admitem que a Comb iio Executiva do MDI poder dos comunistas. 0MDB já tem idade sufide11Ie r•ara deixar de í11fa11lilic!arle. O rl-:i sustenta o Governo, ga­ rate a ARENA, o MD e o povo contra a nação dos anarquistas. Sem o Decreto 477 - niver1 cladei- jú teriam virado bagunça: Por se relevar tão imaturo, em assuntos tle tanta ln,portâncla. é que muits acham que o MDB não pode ser o verno. Vamos acahar com esse Ut!góclo d 'ª plenitude democrática" ou coisa que o valha, que Dão passa de con­ ,·ersa fiada. Temos que se( realistas diante do exemplo e do sorri­ mento de várias naçõPs inclusive uma que nos é tão caru: Portugal. Foi a •lístensão, foi a abertu ra, foi a "plenitude de­ uocrática. com a ambi­ ção e o incompetência pe lo meio. que destruiu o destino de um povo tão digno de melhor sorte. Não pode governar um pai quem pretende revogar as Leis de defe- a da sua soberania e de sua integridade. ( Correio do Ceará, For­ taleza, de 0-1 de dez. 75) 0CUME#TO PERDIDO Benedito Ortega, de clara que extraviou seus documentos do Funrural Carteira de ltientHicação e o Carnê elo roes de no vembro de 1975 Publicação que se faz pa ra obtenção da 2!.! via. M.ÓYEIS DELBII IYENIDD MÓVEIS ESTOFADOS E ELETR0-D0MÊSTICOS EM GERAL SINTO E ZDNCINELLD LTDI. DUQUE DE CBXIIS 446 JlRDIM-MT. Homenagem O au-n Bela Vista Mato Grosso As opiniões emitidas nos a r t ig o s assinados não represen ta m o ponto d e vi s ta do jornal, podendo a té s e r contrárias a te. I opimilo do jornal, acha-se expresa nos Editoriais e nos comentários não assinados" ' competem uma com aR outras. não tem Inveja nem desejo de honrarias aAsírn c<11110 não usam a razio t1n proveito pro pio e detrimento alheio, por lHso. sua sociedade é natmal e as atitudes de umas para com as outras i;rw reguladas pe lo lusliulo. Seguudo J,,J. Rousseau", os códigos morais nascem e se fun dameotum numa espécie de con°tru to social tácito existente entre os mem­ bros da comunidade. Mas parece que o "ani­ mal inteligente'' não aprendeu u lição. Procu­ ramos manter a atiluàe própria dos homens pon derudos, não nos euvoJ. vermos em determinada situações. onde podniam grassar o partidarismo e a parcialidade. Não é fácil, mas como jornalis tus que buscam aparar us arestas do caráter, de aprimorar 0s conheci n.entos e por em práti­ ca uma ética profissio- nal. lutamos ás vezes com determinadas cir- cunstâncias; mas ... a consciência. guardiã u­ blime de nossa tranqui­ lidade. jamais nos acu­ sfrá de haver uegligen­ ciaJo com a • verdade. Infelizmente, ás ve­ zes, in'lividuos poueo esclarecidos. mesclam problemas pe soais com a linha editGriul do jor­ nal. Ou seja: buscam fe­ rir os integrantes da TRl8U A pensando que com isso estão (erindo o jc,rnal. • Em muitas oportuni­ dades ramos • inlimadus. mas a "voz da razão" sempre "forte e sobera­ na", deu-nos a "mágica maneira" de calar, sem que com isso nossa cons ciencia nos acusasse de· de omissos. A esse res­ peito, e interessante ler o artigo Silenciar não É FUGIR transcrito da Fo­ lha de Dourados . .E: um artigo oportuno e que espelha ·bem a sistetná­ tica de um pequeno jor­ nal do interior. O inter­ cambio que fazem os jornalisms matogrossen­ ses tem o grande mérito na análise, quase sempre idêntica, dos prÓblemas que assolam as comuni­ dades. Em toda a parte e a todo momento, injus tiça estão sendo cometi­ das e os •·pequenos jor- nais" podem e devem er o meio competente para apontar estas injus tiças, e se possivel. a­ ua·htt! através dt.> uma crítica HONESTA e CONSTHUTlV A. Este E­ ditorial representa uma norn fase da TRIBU A 17 Jluitus vezes, para e­ vitar que sejam iojut1 lamente prejudicadas pe soas que possam ser euvolvidas numa ques tão, deixamos de divul gar ocorrêucias merece doras de comentários e fatos que sensibilizariam a opinião pública. Os leitores de "Fo lha de Dourafos" sabem que não somos sensacio nalista , q nos servimos du mai rigorosa exati­ dão e nunca publica mos inverdades, que não nos curvamos a poderosos e nem defendtmcs lntere5ses contrários aos do povo. Nunca houve de nossa pai te o propósito de fe rir, sempre procurando corrigir_ os que estão er r_ados para que não con tinuem na prética de a­ çoes condenáveis usan do uma linguagem clara para que não seja a tingi­ da a sociedade em que vi vemos. Até as ocorrência policiais são registradas com a maior simplicidade apenas informando e sem entrar em e pormenores. Se publicássemos tu do o que é de nosso conhecimento até os au tores de certos fatos fi­ car1ai:n estarrecidos. J!ui ta coisa cuja publicação traria consequências de- sastrosas. . e junto com ele 'Notas e Informações'', que re­ presentar a pdia no­ bre onde u manifestação soberana da verdade e do culto à justiça terá um lugar de honra. No so Rilênclo não é l'uga e sabemos qufl ex/s ~ te compreensão por par te dos homens de bem, dos que não colocam seus mesquinhos loleres es acima dos da coleti· vidade em que vivem. Entretanto, nüo preten dam descobrir em nossa atitude temor de luta ou de algum castigo imere cido. Saberemos respon der vigorosamente e en tão, iru ÜHna ,lo Esta­ do. sr' Maria Lygia de Borges Garcia. a Funda eo de Promoção Social levará cursos similares a todas ai; cidades em que houver representa­ ção ela entidwle, ou se­ ja, Casa tio Artesão. ACUME#TO PERMIG Foi extraviada a No ta Fiscal n.o 051, iérie B 1 de 2.8/2/74, em no me de José Joaquim Fer reira outo, referente a venda de 1 moto marca JAlIAHA, cbassis 05399 Ano 1974 - cor laranja t4,5 hp - 1 cilindro - Ti po uper Esporte. Publicação que se faz para obtenção do Certif­ cado de Propriedade. Preço deste exemplar Cr$ 2,00 CIJIIL REVENDEDOR AUTORIZADO .VOLKSWAGEM Rua: 1º de Maio • 563 Jardim - Mato Grosso -------,---------------------------------~~===--::--===----· --- NOTIFICIÇíiO JUDICIAL 1 Ê Esmo. Sr, Dr. Juiz de Dir. da Comarca de B. V. Et, de M A Prefeitura Muntc­ pnl do llolu VIRtu. neste ato representada por Reu Prerclto ~lunlclpnl, Dr. Huben Albel'lo Ab­ bott de Cuslro Pinto, vem, por lntermét.llo de ·eu procurador e advo­ gado abaixo assinado, e com fundamento nos ar­ tigos 867 e seguintes elo Código de Processo Ci­ vil, promover a presente Nc,ltrlcaçiio Judicial à Bi> neficõuclu Hospitalar de Beln Vlslu, nas pessoas que compõom a sua utuna) Dir lorlu: llurilza Apare cldu Carneiro Pinheiro, 2- Considerando ainda Nice da Cota Miranda. UH Inúmeras dificuldades llortenclo fton Escobar, de caráter adminlstrflti CnrloH Et.ly 'á de ?lledei vo por que vem psun ro8, José Avelino e Sil do a dita instituição, o va, Hélio Loureiro de AI que lhe tem lmposstblll meida, Kóslo Loureiro lado a cou,rncução plena Pluheh-o, Ulisses Pinto de seus fins; d6 ,lmeldn e Francisco Silva. pelos seguintes motivos: 1- Considerando tratar se o Hospital Silo Vicen de Paula de uma institui ção filantrópica cujos fins, desde a sua origem. foram o atendimento mé dico e hospitalar à popu lação menos favorecida de nossn municipio; "Orgúo Independente u erviço da Região" Ano IV Hela Vista MT.-- 1502 76 N° 197 #FSI:. FRIAS SOE#E.E} BAILE Super lotado e com muita animação, 1con teceu 6 feira pp. o baile no Clube Esportivo Be lintslense; que mesmo com o "zum-zum" apronta­ do por alguns beberrões uilo empanou o brilho e alegria da mesma; Paraben Calureba... pela prnmoção. Destaquei os casais: Major Alves e ra. acampa. nhado pelas filhas: Magda e Mareia, 3gt. Mauricio e Mariazinha 350: Aniversários DIa - Com um churrasco na Fazenda Pon­ tal, foi comemorado o Nat da garota Patricia L O­ cariz. filha do casal Eduardo-Ana Maria. • . Tambem a menina moça Lila. que feste­ Jou ms uma primavera com churrasco a Fazen­ da l•ortaleza. Ela é füha do Casal Lauriodo Rodri ues e Sra. , . Completou anos os popular Peninha Dia 17- Renato de . Lopes. filho do Casal An­ tnio Lopes-Nair. Aos aniversariantes nossos votos de felu·td:-.::les. --.....J-~ --- BODAS DE OURO Dia 7- Com missa solene em Ação de Graças, e e ?ID a presença de ILlhos, noras, genros netos t:: bisnetos. comemoraram 0 anos de vida-a-dois os casais. Sr. e Sra. Abilio de Andrade e Atanacildo Escobar e Sra. Parabens. 3. Considerando ainda os inúmeros benefícios e vantugeus, que a encaro pação desse órgão certa mente originaria para a população menos favore cida de Bela Vista a qual não pode, pelos seus par cos recursos, materiais, recorrer 11 centros hospi talares maiores, em ou tras cidades, para o res labelecirrento de saúde: 4- Considerando que, em 8 de novembro de 1975, resolveu o prefeito Municipal de Bela Vista encaminhar men agem à Câmara ~lunicipal que, por unanimidade, apro vou a Lei 649-75, de 08/11/75, q u e foi s o n e i o n u