FUNDADOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IVALDO PEREIRA 
ANO IV 
llcdução Oflcluu e .dmlnlslração 
Hela Vista, 22 de Fevereiro de 
Ruu Duque !le r.axlas S/N 
l!J7li Semanário N" 1JS 
A diretoria da Beni 
llcenclu Hospllalar de Be 
ln Vista tendo em vista 
1Ls crlllcus folias pelo 1- 
lustre Alcaide Municipal 
sentiu-se compelida a di 
zer a verdnde a respelto 
do assunto encampuçilo. 
íto pretendíamos u li 
mentnr polêmicas porém 
ante as assertivas infunda 
das e grosseiras sentimos 
nos na obrigaçll.o de aos 
dirigir aos associados e 
povo de nossa comunida 
de pura nos defender. A 
verdade sobre tão tor 
g mentoso assunto resume­ 
se no seguinte: 
1 - Ilegalidade e Arbi­ 
trariedade 
Na "Tribuna da Fron 
leira" de 15/02,íG. 1" pá 
gina, taxa o Gal. Dr. Pre 
Mto llunicipal. esla dire 
toria dP ilegal e urbilrá­ 
rla. 
a - Em data de 02-02-7G 
recebemos do Gal. Dr. 
Ruben Albertn ,hbot 
de Castro Pinto 'sócio 
fundador da Benificeucia 
Hospitalar de Bela Vi 
. ta" im oficio no quul re 
quer lhe sejam forneci 
das cópia autenticas 
dos atos da Assembléia 
geral, com a respectivas 
datas, onde conste a ho 
mologação da uu adml.s 
slo, como sócio contri­ 
buinte, de todos os mem 
bros da atual oiretoria" 
(textualmente) 
b)- a data de 03- 
02-76 respondemos ao 
Requerente dizendo que 
"deixamos de remeter 
as cópias das atas solici 
tudas, por quanto de con 
formidade com os Esta 
tutos dessa Benificencia 
lfosµtalar n!lo compete 
(o grifo é nosso) à mes­ 
ma homologar a admis 
( 
 
l 
D VERD 
so de sócios contrlbuln 
tes"; 
e) Em 4-2-76 recebe­ 
mos novo oficio no qual 
o Gal Dr. Requerente in 
urgindo-se contru nossa 
rei:posta anterior, diz que 
o art, 5o dos Estatutos presere 
v que os socios antribuite dr 
e ter seu nome homologulo 
pela Assembléia Geral. Primi 
ramente, o dispositivo mencio­ 
nado n à o o artigo 3.o 
e sim o art. 7, 0 
É de mediano enten 
dimento através de uma 
simples leitura atenciosa 
que o referido dispositi 
vo legal diz que a joh, 
e a mensalidade devem 
ser homolugadn em A 
sembléia geral e não o 
nome dos sócios contri 
bulntes, ora como Iria 
mos remeter cópias das 
referidas atas se us mes 
mus não existem? 
'e e. sa exigência fôs 
se estatuária nenhum só 
cio contribuinte estaria 
com sua situação legali­ 
zada pois núv existe ne 
nhumu /ssembléia. Geral 
que homologou qualquer 
admissão de sócio 
contribuinte . .Atentc•i,.e p/ o 
art. I0o, letra b que regula 
a admissão d e sócios 
dizendo que uma 
das condições para ad 
missão de sócios é "ser 
a proposta aceita em 
reunião de diretoria". 
d- É d e ressaltar a 
inda que pelo art. 131 dos 
Estatutos qualquer impug 
nação dos eleitos só po­ 
dera ser feit<J. até a pro 
clamação cios mesmos 
Portanto a ilegalidade e 
arbitrariedade da atual di 
retoria só existe na imagi 
Banco 
Bela 
do Brasil S. A. 
Vista «MT» 
VISO ROS llGRICULTORES 
O Bnnco do Brasil S. A., avisa aos Srs. 
agricultores para que procurem com a máxima 
urg8nch1 a ACARl'IIA'l' local. no sentido de se­ 
rem orientado sobre o combate às pragas que 
estilo atacando as lavouras da região, em espe 
clal a cultura. do arroz. 
A Adriristração 
unção fãntasiosa do Gal 
Dr. Prefeito ;lunlcipal. 
li - Da Encampaçõo 
a- A atual Dírerorla 
tem uma grande respon­ 
sabilidade junto ao! só­ 
cios da Ueneficenciu e povo de 
BV. Hecebemos a incuabencia 
de administrar a Heneticencia 
e não entrega-la ao exe­ 
cutivo através de uma 
lei que fere os princi­ 
pio que norteiam o as­ 
sunto; . 
b-E de ressaltar 
ainda que u Assembléia 
Geral convocada com 
êse fim epeafico e 
realizada en 1v-02-76, 
diga-se com a presença 
do sócio Gal. Dr. Ru­ 
ben Abbot de Cu tro 
Piuto, que dela _partici­ 
pou ativamente, decidiu 
contra a encampação, 
e- Bem ressaltou 'ua 
Excla. o Gal. Dr. Castro 
Pinto exi te na Dirdo1fa 
3 advogado e justam,m 
til por conhecerem a lei 
sabem-na ilegal e nisto 
não existe qualquer des 
respeito a Lei ou ao 
Prefeito, pois sabemo 
que não vivemos em re­ 
gime anárquico P. sim 
de ordem e de respeito 
às normas jurídica e 
às autoridades; 
d- A malsinada Lei 
IHD, de J 4tll/75 como 
ressalta em seu art. 1º 
a penas autoriza a en­ 
campar. Isto quer dizer 
que o poder Executivo 
pode encampar, já que 
tem a uutorização da 
Câmara de Vereadores, 
todavia. a eocampação 
deve ser feita através 
dos cânones legais. La­ 
borou em tremendo equi 
voco o Gal. Dr. Pre[eito 
DE 
Municipal quando diz 
que o Hospital São Vi­ 
cente de Paula pertence 
à Prefeitura de Bela Vis 
ta. Allóli res alte-se aqui 
u bem da verc!ude. que 
a Câmara Municipal 
quando encaminhou a lei 619 
aprovada pelo Ga]. Dr. 
prefeito M nu n i e i pa l 
oficiou-o aconselbando o 
ordenameuto juridlco a 
ser respejtadu que não 
sabewos qual a rawo, 
foi a colaboração de­ 
prez:,da. 
e - Quanto a preten 
dida sanção penal aos 
membros da Diretoria 
pelo descumprimento da 
Lei estamo a cavaleiro 
e nenhum temor nos 
traz pois nenbum juiz 
ou tribunal dêste l'ais, 
que sabemos democrata, 
poderá nos condenar 
µor êsse procedimento. 
f- Muito pelo contra 
rio, man!resto é o cons­ 
trangimento do Gal. Dr. 
Prefeito ilunicipal em 
querer nos compelir a 
entregar o Hospital atra 
vés da notificação judi­ 
cial ingre sad11 em juizo 
e da qual tomamos co • 
nhecimento pelo jornal. 
É tão apressada infun­ 
dada que chega a pro­ 
por medida contra o Sr. 
Hortencio Roa Escobar 
que nl'm siquer faz par­ 
te ou fl>z d'.l atual Dlre­ 
toria. Cabe aqui um 
advertência ao advoga­ 
do siguinatário da "noti 
ficação judicial" pois pe 
lo arL 15 do OPC. é de­ 
feso o uso ide expres­ 
sões injuriosas nos es­ 
critos apresentados no 
processo. 
Comunicação 
O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comunica 
a todas as pessoas que se encontram em atra 
zos com seus pagamentos para com as • Casas 
Pernambucanas que procurem o escritório do ri': 
ferido Advogado para colocar em dia os seus 
délJitos em atrazos, pois do contrário serã feita 
a Cobrança Judicial. o que acarretará em mais 
despesas. 
Bela Vista, 17 de Fevereiro de 1976 
Ass. Carlos Edy Sá de lledeiros 
Ili - Colaboraçõo 
Para demonstrar que 
pretendemos 'somar ide 
ias e não dividir' ofere­ 
cemo ao Gal, Dr. Hu­ 
ben ,lbertu Abbot de 
Castro Pinto a nossa co 
laboradlo: 
u- Vossa Exeia. já 
que pura tanto está au­ 
torizado pP.la Cú mura. 
podera desapropriar (ês­ 
te é o térrrio jurldlco). n 
HoHpitul São Vlcenle de 
Paula buixundu para 
tanto o decreto desapro 
prlutúrio. 
b- Baixando o de­ 
eretc e feita uu publi­ 
cidade deverá ingressar 
com ação de desapro­ 
prlaçli o com dois cami­ 
nhos a escolher. 
1 o - Deposita o valor 
venal e pedirá emissão 
de pose e o MM Juiz 
mandará fazer a a valia 
ção através de peritos 
e, posteriormente ser in­ 
tegralizado o valor reul 
ou 
2o - Pede a emissão 
de posse e aguarda a a­ 
valiação para depositar 
o valor real e cons1.Jiaar 
a desapropriação. 
IV- Conclusão 
a - A Diretoria abe 
que não poderá se obje­ 
tar à dei:apropriaçãu des 
de que pago o justo re 
ço e obedecida a sistP. 
mática da Lei. 
b - 'ada temos cc.u 
tra a pessoa do Gal. Dr. 
Ruben Abbot de Castr,, 
Pinto que conhecemos 
de longa data e sabemos 
tratar-se de cidadão in 
tegro e de reputação ili 
bada. Apenas d!scorda 
mos da Lei. 649 que fere 
frontalmente a ordem ju 
ridica e não da força ex 
prop::iadora ao Executi 
vo Municipal 
c - Os atos da Dire 
toria não sãv 1,tos isola 
cios de seus me.nbros e, 
também, é conven?ente 
ressaltar. nossa intenção 
é defender o patrtmonio 
da Benificencia Hospita 
lar de Bela Vli,ta. Não 
queremos que o procedi 
meato isolado de qul 
quer diretor seja interpre 
lado coruo represália ou 
tenha qualquer relação 
com a •·eocampação". 
Késio Loureiro Pinheiro 
Pela Diretoria 
25 de Fevereiro de 1976- IV ANIVERSARIO DA TRIBUNA

J'.1: •. 11.1 I'.'. 
ln!oriã06%é 
·-----·--------------- 
1 
!J 
De ordem do Se­ 
nhor Prefeito J!unlclpal 
de Carncol, !'aço :-aber 
que e ucha aberta nu 
IJlvislio <il• Jdmh1Mrn­ 
ç.1o deHtii Prefeiturn, Hi­ 
to ú Hua Libindo Ferrei 
ra n 251, pelo pruzo 
de 30 (triuta) dias, Con­ 
con(}ncla, que ~l' reali­ 
z»tá no termos do pre­ 
sente Edital, nn l'orma 
Seguinte; 
I - Oll.JETO 
01 - A presente Con 
corrê11C'ln <.feslina·iHl a 
receber propostas paru 
11 alienuçüo de uma .lo­ 
toniveladora. 
02 - Características 
da :lotonivPlaoJora: Jlo• 
delo MALVES - UD 80, 
Hérie de fabric:iç:in ano 
1967, dotada de motor 
Mereedez Dez 0M - 321 
dt• 80 HP. 
11 PitOPOSTr8 
03 - As propostas 
de'!mio ser entregues 
11a lJivis!1o d., ,dmluiH­ 
traç:1() cleRta I'r<>l'P1turn 
Municipal, Hua Lfblndo 
Ferreiru Leite, n 21, 
até às 14.0 horas do 
dia O! de Marco de 
HJ7li, e serão abert;is no 
dia 0 de março do UJ7(i 
às 7:00 horas, no 
Gabinete do prefeito :lu 
nicipul, na presenç!! dos 
inter essdos que curnpa­ 
reccrnm. 
O 1 - A s propostas 
deverão ser apresenta­ 
das em 2 (duas) vias, 
sem emendas ou rasu­ 
ras, ruurieadas em tudu 
as folhas, encerradas e1 
srecurtas indevassa­ 
veis. coutend,J o 11ome 
ou razão social do pro­ 
ponente, o número do 
presente Edital e ()S di­ 
zeres ''Prefl•itura :!uni- 
' 
( ~ : .. 
it'{ 
: ~· 
GoYernador Garcia Neto 
Cuiaba Depois de 
al'innur que te7ü t-etú 
um ano dHicil, no qual 
"ou sofreremos sérios 
di::::-:abores ou seremos 
novunente vitoriosos", 
o go'eruador Gurda 
Neto. ao presidi1· urnu 
1 euuiüo com seu secre 
ta ria dv e membros do 
primeiro escalào, exor­ 
tou >-eus auxiliares a 
"aliciar e co,1vetter pa­ 
rentes, amigos e subor­ 
dinados u votarem no 
partido do governo e o­ 
ferecer ao presidente 
Ernesto Geisel u vitória 
de que ele tanto pre­ 
eisa". 
Garcia Neto ucres- 
C.-!nlou que o presidente 
du República vem so­ 
frendo ataques ·•por pai· 
te de comumstas e fa­ 
c:stas" e que os radicais 
de umbos os lados "tor­ 
nu_m mais longos e difí­ 
ceis os caminhos busca­ 
dos por ele pura a con­ 
solidação do regime de­ 
mocrá tico•·. 
Além do governador 
participaram do encon­ 
tro de ontem o presidente 
do Diretório Regional 
da Arena, Enio d~ Souza 
Vieira, o prefeito da Capi 
tal. :Ianoel Rodrigues 
Palma. alguns deputa­ 
dos e todos os secretá­ 
rios de Estado. Em seu 
pro11unciamento, Garcia namentais, Garcia Neto 
Neto lembrou que, dos al'irmou que !<•dos os 
!102 mil eleitores de :!a- participantes de seu go­ 
to Grosso sómente 50! verno devem chamar 
mil votarnm nus elei- a atenção de amigos e 
ÇÕts ele l!l74. send, que parente. para seus tra­ 
ii7,2 por ceuto dos votos bulbos. Defendeu, ainda, 
l'orau1 dados à A rena. a necessidude dE: SP or 
18.2 por ct-nto ao :10B ganizar reuniõts nos 
e 24.6 por cento foram bairros e palestras em 
nulo on brancos. Segun pontos estratégicos da 
do o go'erdor este da- zcna urbana. Para Gar­ 
do "demonstraram a ciu 
1eto, só com a vitó 
necPssidade de aumen- riu da ,'..rena ·•o general 
tar o t>leitorado, ensi- Geisel podera empreen 
nundo o povo u votar'. der as transformações 
D-pois de pedir aos inst!tuciona1s que tanto 
joveus que. em vez de almejam para a cunso 
assumir atirudes de pro- lidação do regime de 
testos, prestem mais a- mocrático. 
tenção às obras gover- 
Dr. Enio ·de Souza Vieira 
dr:d de C:tnl<'ol". :,,,j. 
nada. com ftl'Jll:t re,·r,. 
11llecirfa na ;>rirneir,( J4 
declarando o preço d4 
prnpo~ta <' ur; ton,:1- /
1 
ções de pagamento, se 
do o lance inicial o [ 
míuimo <le CrS J;j_()LJIJ::
1
1 1· 
( quinze mil Cl'UZf'iro<) 
O.í - , l'refeicuru não 
se ohrig,1 a acellur a 
proposta de meuor 1a­ 
lor, mas a que por suas 
condiçõe,i gt•rai ofereç:1 
maior conveaientiu ao 
interesse 1 •úblico a jufao 
da mun·cipalidade. 
0 - Heserva-se ain­ 
da à Municipalidade, o 
direito <le ri>jeitur todus 
as propostas apresenta­ 
das, bem como o de tor 
nur nula a present(• 
concorrenciu sem que 
disso decorra para. (,S 
concorrentes qualquer 
direito de indeulzução 
ou de reclumaçflo. Í 
III JULGA.IE.'TO 1J, 
1 
1 
1 
' 
07 - Esta concorreu­ 
eia será julgada por u­ 
ma comissão de tres 
rnew br·o.,. 
08 - O julgamento 
processar-se-a da segwa 
te forma: aJ abertas as 
p1·upvstas no dia 5 de 
março as 7:0U horas de­ 
sigrado no item 3 deste 
Eoital, serão excluidos 
aquelas que estiverem 
em desacordo com as 
exigências do Presente 
EdaaJ ccasideraudo-se 
habilitados os demais rvj 
ponentes; b] em segutdu 
o Presidente da Comis­ 
são designará dia e ho­ 
ra pará o julgame" 
cJus propostas oabibW· 
das e adjudicação da 
r:oncorrencia, . se ~o 
coo iderar que a Comrs­ 
sã,, em condições . de 
faze-lo desde Jogo. á 
U9 - De tudo ser 
lavrada ata circuostan· 
ciada, que se juntará 
ao processo. 
10 - Adjudicada a 
concorrencia, subirá 0 
processo à autoridade 
compelente Sr. Prefel­ 
to .1unicipal, par.i ser 
bomologacJa. 
E para que ninguém 
alegue ignorância, é 0 
presente Edital afixl:ldo 
na Portaria da Prefeitu­ 
ra .lunicipal e publica 
do em resuino nu rro­ 
prensa Oficial do JOR­ 
NAL TRIBUNA D A 
FRONTErRA. 
Prefeitura Municipal 
<le Caracol JIT. OJ de 
Fevereiro de- 1976. . 
Ivan Nelson r,odrigues 
dus Santos 
Secretário de Adminis 
tração 
l 
r 
{. 
l

1 
Política 
--------------------- 
UL. 
l 
Bru'iilin O fll'l",í- 
tlPllh' 11aC'io11al d" ll)!l, 
drpularlo llli~ ;es Gui1wl 
n1e. a11"Jeiou qu1' em 
lllill'ÇO l'l'inil'l u·,'t !,PU'< 
contatos; nrJ., E,l:l'Jo,;, 
,·lsilando )! 1l0 Gro,-,.,, 
li rn,; P P.1r,111:'t. p :11::-i 
ll'.tl' l[U! n:1o r,,tú (',llll••- 
I· 
us 
}O~() ClllllO 
t!Ull; l)'! ~P:l..; t•f'i', ,, .... 
• F,ilo qu wil•> :H·l1•, q
1w 
o 
) -'' , BRASILIA - O no- 
" "J '' 'O 	·t • 
,.. pos~aporte l>r s1 e1- 
ro, conl':!l'Ciona !,1 com 
papel :i:icionul ,. :mµr<lS 
n'.l no Brasil. ,oi l.',1tre­ 
gue dia rn ll'.J. :lO pr~,;i • 
dente Gtis,•l J:'-':o e wn­ 
celer AzereJo u1 • :--1l vt>i 
ra, dur:.iute seu t!t?Spt1- 
cho no p,: llcb ti J l'lu • 
alto. 
éJll 
-é o 
+do 
ttu· 
uci1 
ltll" 
nit· 
v t 
jplll 
J-l dS 
Presidente Ernesto Geisel 
Ao fazer u entrega 
do passaporte ver1elo 
ue n.º 1 :-1l> erc,:;tt!ünll'. 
AzereJo u·1 :-:t:,·eil'a ··X- 
Plicou que o ra t:> ti1:h t 
uma grande importc1ncia 
por que o Bra;;il impor­ 
tava p.issuportes da ln­ 
gi,ucna e. IJá mais rle 
::!l anos, sonhu·u produ­ 
zir t'PUS próprios docu­ 
mc,nlos u.r. viagem. 
O uo'o modelo de 
passapot'le é rnenot· que 
o uoti", -- do tamanllo 
cte u:11~ c::rteira profissi 
01r1l e confeccionado 
c·o II mn teri:ll muis fle­ 
xiv~l. Coa:inuurá endo 
impt·t'ss:> nu, cores·tra­ 
da:hn'ais, seg-uudo con- 
' • 
• • ·,~ ~ 1' 
: ...... ..::' 
__ _::,.,._ .. •· 
l'L'!IÇI<, i11tel'il,H:io:1.,I: 
'en!e, passapo:-'.•• ('O- 
mnm; azul p,p;,·1 p111·te 
de serviço, e 'P1·111e!l10, 
p diplo ·i.a tas. 
,.,<i ,Jornalbtas. ,zt­ 
rr, lo da ::ii!VPi,·a rxpli­ 
eou qur, com os 110'o~ 
pas~a,101·11;•s. l'>lla a !Ill'­ 
c lniea par t a -;ua (•xtra 
,::io H'l'U J'acil1to1d:1. pois 
,iú <>stú eill l·nlen:limen - 
to com o '.;111i~tél'l11 d 1 
,}U'lliç 1 ,''ll';, •illl' sej::,n 
sup:·ii111.l(1S cli'(•l'SOS c;!­ 
tr,1ve3 tiuroc1·:1 :i•:os 11•> 
rorneei:iH1:1:o tios dol'u­ 
mentl)s. ,lt!ill n,~,-•>. o 
11a•1mrnt;,· lll''.'l<'IHié !,1· 
Zt'I' U!ll,l 8dt','ÜO l,l:olS 
r1gor,1s I ao r, ri et'i::ip·:· 
to de passaportes ee­ 
ciais. O (lt•Cltlnt'lllll 11:l 
c:,r azul. que anll'S st 
denomina±a 'a:±por­ 
te es;eci:l» psI 1 
chamar-se "passaporte 
de serviço" e só ser:u 
foraevi lo u servidores 
púl.Jlkns ou basiieies 
e:n n:iss:õ.o no Ex1eri,1:·. 
O Vermelho, além 
d~ ser l'ornt'Cido a <ll­ 
ulomat:1,;; poller:1 sr. c•,n 
~cclitlo a outros bra.-ih+ 
ro;; qt:e ,•;io ao PXt'.!l'ior 
com missao ele n ... goda· 
çõPs oficiuls com ou!ros 
pai, es. 0:- n '1Yos passa­ 
portes estilo sendo im­ 
pressos 1;,: l.1sa d;i :loc 
da e, par qu· pudesse 
ser conieeeionudos 1o 
l,r:tsil ,;,,gu::u 1 e;,plteou 
11 d1an(·el:.-: f111 l!"' <'~­ 
:-.ú;·10 o t•!llí)<'llll:l d/ prc'J 
trio presier:te Geisei, 
(tUP !}ill:OU Íl!S:l llf,:(jfl~ 
L'OIHÍÍ•ê,•,; !,;tl':1 (,U<' O 
lhrasil pule>.e la:i:: 
o seu pr+pio papei. Co­ 
mo 11,n·i w,!,·. ,, 111·,n do 
eumn;ei u» preseutt u1:± 
p· iii a,·o ,rre a pi 
!i 'e •II' .1to­ 
!rui e ·siu tua do 
par!ir.· +g° imedi:a 
~u-1 1al:"Li''d(_: ... ,,. 
P!,l 
re,du-ão ,_ 
sub,;tituiç,io 
mcntos ser·ú. fri'.:c ap['i 
vencida a i:::1i::nu p.:-D:To 
gaçãu. 
Compra de Madeira 
Brnta, Venda de 
1:1::.rlL"ira Serrada 
Antonio João - illt. 
De 
cl1 ,. , 1.i!.1 r 
ilt 1.1 po ,~, 1i11
1
f j:<,e u 
!J,1:: .<:: ·1. 1,-., q.1 wd 1 
:wlr '!' ljh jll'IIIPl'h'Í.&J'('11 
os devam er feto.", 
di ,.,, t h·. 
,cir,• (•pj :r)U ':lH' ,
1 
.1 t':I: !' lllll ,,.,. Í :o l,'ll' 
J l'jli'l'' <'lllil tl .. ::I f,1(·1,.1•1 
d,1 u1•inn,, p(.!,lit :1. <'I'· 
(lll"l',l'J o (,<n,•:·110 le1,1 
c,h.J!.._,1ÇÜt·..._ t 1,t 1 ,i : :111..; 
i-:t no S!! de·r p:·<>
1"U-­ 
rar n neerl•, li 1 1:d111i1,:.,-­ 
tração em bens!c1o d 
: o, a e r ente de 
1'.'lJ 
1
>,11'1:r!o. . • .:e1,do " 
t,rei! ate do D3, +eI 
j;.1rtitlO " 'ai Hl'(,iilf ;1- 
nil:11· ;,110: 11,.,•: I,' :1.; :,­ 
til'it!·t•il"'- ,l"l,., !11illl:ill'( 'i 
1 ! t· I·..; t, l ! ,, t • <~,i e 1 'J t r:• ; 
;iul'li! i·tdí•...: t:oYt•!': ;1- 
'1 
trti;aio 0 CAI,'; 
•'i1i·9-!jyrj0 tia0 
1 ~' j • • ~ J '. • • .. .. 
'i; O.,, ;: ... ,., •1•(,.,.; (ll'it'I· 
1.1:... <·apaz
1
·~ d..- c·...,lu .... :i" 
.±p5 ? a@mi, is';çin'. 
r ., ...... --;: r-;" ,. r;" :· '''t. ,,. ~, 
1 1 ' 1,4 J • 
L -J ~-'-J.., ... ,;. ~_; ~ ...._;/ 
G 
l f 1 ex t :-; : -.- :- 'a o 
t:1 Fiq·ul 11.-1 l>il. :-:,•;fr 
} ' l c 22 7 
1
• P '1) 
llll' 'll' ,Jc, ··• ,]< ;,':U 
rela ou!o, ree:e:.e iu 
. "C,Ju,1 ,1 .. l rnoin II -.-c::1 
I..l,fl., c·:wi::~is r,.-,:=.,:,!J 
.no !D7!-r•,,,• l·•·:1?_
1
a 
14,5 l- i 
po uer Esj 1+. 
Pui;lil'ação qu•1 ,.p !'Jz 
para uh('c'll<;i'o Ü'.1 CP: :il'­ 
cu,!o rfo L·oprit-r'.:1dc. 
- 'li 
T ' 
.. j.l 
Antonio Remo Pe:iz:i 
enedi.o Crga. de 
ela Gue ex!raiou seus 
ílocun:en'.'l. do Funn.:: .. !l 
Cart,-;,·a de J.jp;i!i!'ic:1ç-iin 
e <> (',1:-r:ê: do mes de r:o 
;;emtJ:·n r:e 1375 
Pablic:1ç-üo fjt:l! SP foz . a 
ra obtcü<.'~º ja :.''- via. 
I 
---------------------- ------------------,11---

J dl 
(a
~mara e Noticia 	P,,!Íl:J 
111 
»tiro""""" "SUE "" " '''' 
TELE:Ã@.. 
Emno. Sr. Presidente da Câmara Municipal de 
D - 
jardim - MT. 
Exmo. Sr. Presidente da Câmara 
Municipal de Jardim - MT. 
 
Nos lermos ele nos­ 
so llequerlmonto lnlerIw 
e sempre voltado pura 
os interesses maior do 
povo, Requeiro u Mesv, 
pós ouvido o Plenário, 
seja encaminhado eXP"­ 
diente a lireção da 'l' 
Morena solicitando um 
e:sturlo de vlubilidade, 
J)lll'll que a cdacle ele 
Jardim passa cupllar a 
a imagem d 'TV MORE 
NA, por intermédio du 
l'i!la,le cl e Honitlu ou 
outros m1elos de sana! 
este pl'Oblemu. 
Nestes 'Termos 
l'. E. DcYerimento 
Jardim, 0! de Feve- 
reiro de 1!)7li 
Ernatudo Martins Barbos 
Vere111lor da .rena. 
o 02 / 76 
nistrnçio; recentemente 
procurei informar-me 
lntPreseei pelo problema 
e foi com supresu que 
constatei que o úuico 
prol>lema existente atu­ 
ulmente é um divida da 
Prt>fciurn ri o ,•izinho 
Municipio d e Nioaque, 
na quantia lle CrS5.50U.ll0 
para com u elireç[10 da 
TV Morena, cujo débito 
objetivou o desligamen­ 
to das untenus de r>­ 
transmissi'10 dn cidade 
de Aquidauan para Ni­ 
ouqe e consequentemen 
te o isolamento de Jar­ 
dim. 
lre Prefeilo de Niouque, 
ds dificuldades em se 
conseguir elementCls p 
1 
trabulhur neste serviço 
por quA a tone fica 
multo rlistnute da cida­ 
de, no local não existe 
conctlçêes de moradia, 
por estar a mesma ins­ 
talada em cima de um 
mono e úS vencimentos 
que u Prefeitura tem 
condições de pagar não 
süo comoensadore . 
o 04-76 
Senhores Vereado­ 
res, ai estão uma série 
de condições negativas 
e inRanúvd nela Pre­ 
feitura de Nióaque, cir­ 
cunstâncius estas que 
nos deixarn marginaliza­ 
dos da recepçiio dP, ima 
gem da 'TV Morena. 
Ni10 Fica son ente 
ai Sr" Vereadores, na 
ciclade de, Niouque a 
Torre de recepção e 
relrnnsmissii.o é ainda 
em sistema valvular, 
sendo alimentada por 
um deficitário motor di­ 
esel que fornece Pncrgia 
elétnca para 11 seu fun­ 
cionamento, o qual fre­ 
quentemente dá proble­ 
mas. isto quando não 
funde; u T" ~lorenu não 
dú a assisteucia devida 
e u Prefeitura de Nioa­ 
que núo tem condiçõt-1s 
tle dur melhor assistên­ 
ein. tais são os ancargo 
para e se rim, e mesmo 
porque, iú vem areando 
comn várias despe a , 
quer seja: Funcionário; 
combustível, transporte 
e assistPncio. técnica 
elo motor, pata um fun­ 
cionamento regular. Ex­ 
plicou-me ainda, o ilus• 
' 
l 
! 
Justificativa 
Indagar, estudar sa­ 
ber: purtes essenciais 
da vida. Hoje mais do 
que ontem. 1mtrnlu' mais 
do que lwie. O conheci 
nento humano progride 
a um ritimo veriginoso 
em todos s setores. E 
um llos ,•eículos •le co­ 
munil-açilo de maior di­ 
ru:11içüo e contribuição 
p:ra elevaçi10 cultural e 
eonht:t•irnentos de um. po 
vo é a TV. E assim jus­ 
tmeando a minllu prupo 
siçiio 11obres Vereadore.; 
quero salientar os mali­ 
vos que eSllll S cous­ 
taiitemente sem reeepçüo 
de imagens e som da 
TV; quando todo o po­ 
"º r:ulpa a nossa ,dmi- 
Por '! tal> rnzões a­ 
cima citadas e pensando 
em melhor servir a no - 
sa Comunidade, faço o 
presente requerimento 
p,1 o estudo de viabiliclt1 
de p/ recebermG ima­ 
gens por intermt-dio da 
cidude de 6onilo, por­ 
que e, si. tema da turre 
de Bonito é semelhante 
aú nosso, ou seja, siste­ 
ma transistorizado, ali­ 
mentando por energia 
elétrica ou baterias. 
ala das sessões, 
0-1 de fev. de 197G 
Ernando 'ilarlins Barbosa 
Vereador do. Arena. 
- 
1 Dl(A(AO , 
1os termos regimen 
tais, após ouvido o Pie 
nário t' com u devida 
vênia cio Vereador Zau 
ri Bartolii:O da Cruz. pa 
ra reforcar sua proposi 
ção feita em Legislatura 
passada. Indico ao Exmo 
Sr. Prefeito, a uecessida 
de preemeute e urgente 
em fazer o pontilhão vu 
boeiros na llua Ten. Arv 
Rodrigues, dando acesso 
ú 'ila Angélica. Tendo 
t"ffi vista de que aquela 
via de acesso, vem pre­ 
judicando a longo tempo 
o desenvolvimento da 
V:la Angélica no seu Se 
tor 
1orte. Nt•rdPste, além 
de ocasionar sérias difil 
culdades para os traba 
lhadore!' t alunos chega 
rem até os seus redutos 
de trabalho e estudos, 
quando em fpocu de chu 
vus que se torna intrau 
sitivel. 
JUSTli'ICATIVA 
enhor Presidente. 
enhores Vereadore!!, 
tenho conheclmeuto que 
a presente in<licação, já 
foi objeto de proposição 
em Legislatura pa sadu. 
apresentada pelu Verea 
dor Zauri 8artclioo da 
Cruz, motivo este que 
lhe pede vênia para re 
forçà-la. 
E taroCls em nosso 
último ano de mandato 
e hindu oão proporei~ 
uamos a população da 
quele Setor da Vila An 
gélica a lã.o decantada 
ligação com o centro da 
cidade, Chegou a hora 
Senhores Vereadores, 
Senhor Prefeito de rea 
Ezá-lu. embor.i se faça 
um enorme sacrifício. 
mas temos que dar uma 
satisfação p aqueles que 
hú muitos anos esperam 
conliantes e esperaram 
confiantes nas admini 
trações que ~e sucedem. 
pela realização da rnes 
ma. 
, ch:.imos n6s que o 
Exmo. Sr. Prefeito, deve 
1·á, digo dever-se~á em 
peahar junto a Chefiai) 
da CER-:1. para conse 
guir maquiuários nece 
súrios para a colocação 
dos boeiros, cooatruçJo 
do aterro e encascaJba 
meto da mencionada 
via de acesso. 
Será para todos nós 
muito depreciativo que 
transcorrido 4 anos 
de Administração, não 
presentearmos aquela P 
pulação com esta obra l' 
Certos ele que o Exmo. 
·r. Pre!eilo saberá com 
preender a nossa inten 
ção de melhor ajudá•IO ,Ji 
não medirá esforços pa 
ra conseguir junto a h,u 
mana chefia Ga CER-3. 
o apvio necessério para 
a concretização desta 
obra. 
Ernando Martins Barbos 
Vereador 
Preco deste 
piar Cr$ 
exem· 
2,00 
/Mão AGRIAL. LIA. 
" Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Maos Dadas com o A.GRI UL TOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa Perto· da Pente Internacional 
e 11 l 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: lQ do Maio - 563 	Jardim - Mato Grosso 
1 
1 
1 
l 
,J. 
-

É POIS É 
IND CflDOR PROFISS ON!ll 
Médico • Veterinário 
[IIO[R[~O: Casa n.o IO - Vila Mililar 
ma VISrA MAIO GROSSO 
Endereço: Resid. 
856 
R. Cel. Ponce - 
Porto Murtinho Mt 
HAROLDO MEDEIROS 
ADVOGADO 
s 	OAB - IT 1183 
Cl'F 00U-29.i!l70 
Rua 15 de oveiabro 177 - Bela Vista - T 
Dra. Maria Aparecida Zanda Grella 
Cirurgiã - Dentista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótese em geral - Raio X 
"Consulta com hora marcada" 
Rua Cel. Juyêncio 237 - Jardim Mt 
Dr. João C. Palmieri 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
02: 2001 02)10 092012 €02ll0, 32 
10 2)A33, Z0N RAIENG)A. 3+3305 
Campo Grande 	!lato Grosso 
ADVOGADO 
Rua 3 de Outubro 
da Ciretran) 
ESCRITÓRIO 
(Ao. lado 
Bela Vista 
Mato Grosso 
Dr. Francisco Ferreira da Rocha - {RII /155 
Dra. Vania Maria P. Moreira da Rocha 
Clinica Médica • Cenecologia - Obslelricia - rediatria 
l:lururio. ~lunbil 07;00 • 1100- Ta
r
de 1300- 17:00 
Maria Coelho, 339. 
,ma GROSSO 
Rua Antonio 
BUA VISTa 
J!f ,, 
Após umas "férias" forçadas pelas cireuns 
tílnciaH Inerentes u lliluução economícu ela TF (o 
nosso comércio anda mal e somos obrigado a vi­ 
sitar outras plagas) voltamos, mesmo contrariando 
o velho amigo, com o nosso E, POIS E... a já tr,t 
dlclonul • Coluna do Povo". 
_____ !!{ra.._ _ 
Falando e,n povo: os rnoradore8 da rua San 
lo Afonso, perguntam ao senhor prefeito munlci 
pai, o porque rio não atendimento às reinvJndíea 
<·ões Holicitudas através das páginas da TF, o pa 
trolamento da rua, que de fato estó. em tiiluucllo 
calnmitusa". Na certeza de ver solucionado este 
cruciante problema; 'l'F agradece ao nobre prefei 
to as providências e, outrossim, esclarece, que o 
importante é ouvir a voz do povo e o povo. nú fi 
na!, sempre TE1 RAZÃO ... vut1Jos "arrumar'' a rua ... 
é, pois é ... 
____ ma 
E o dinamico prefeito Castro Pinto, esta co 
locando a casa em urdem. entimos de perto as 
necessidndes do povo belavistense e colaboramos 
com a udministrução no sentido de indicar as poi; 
síveis falbas, pois, o jornal é acima de tudo um 
impulsionador do progresso e albdo das bous cau 
sus. Falando em boas causas, o problema (já se 
tornou prnblema) hospital continua. VamoP aguar 
dar os resultados e, novamente frisamos bem, e 
importante é "ouvir a voz do povo ... que no final 
sempre tem razão ... O bom senso deve falar ·tito 
e a rnzão imperar. pois estamos numa época de 
diólogo e de entendimento. E, pois é ... 
_____ mm _ 
Recebemos uma car 
ta du Prof. Norma de Me 
lo Pinto. expressunrlo 
seu contentumento em 
ver ,, progre o da Tri 
buna e a nova fase du 
Princesa do Apa, com a 
pujante administração 
Castro Pinto, "Olha Ivul 
do, o jornal, nos mostra 
como Bela está melho 
rundo em termos de luz 
fRIBUIIA DA fROIIITIRA 
Editor - Chefe • .Joaldo /)mira. 
Gerente - <Jilsor1 c5iloa c5,mtcs 
1C1NA 
Chefe - c.fl11ic,to c.fldalr 
Paginação • .JJilio dé. .Scuw 
Impressão - .fui± Carles Ddé 
Composição - 'agi 'aime Q'lsen 9. Dura 
e d Ride 
Departamento de Circulação 
Departamento de Cobranças 
Chefe • Pompilio Miranda 
Colaboradores 
José Joaquim Ferreira Souto, 
Dr. Arolclo ilcdeiro<, Rosita Rosa Gomes, José Glauey Flo­ 
rs, J. Refrey 
Diretor Respons:ivel - ..Joaldc /JmirJ 
TJ:lllUNA DA FRONTEIRA uma publicação da Empre-a 
Gr-.ífica l'ribunn da Fronteira. 
SE. I. ELES:0AI II II DE:3 
Diretora - Maria E-tela Vela-quz Pereira 
Hedação, Administração e Oficina-- Rua Duque de 
Caias >-n- Bela Vi-ta Mato Gro--o 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados nlo repre-en 
tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária­ 
a este. A opiniào <lo jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinado" 
(cl'rio l'f'I' fundamental 
problema) em termos de 
esvolas, sinceramente, 
simplificando, em termos 
dr puf;:o:, como o <lo 
senhor preleio, Dr. Cas 
tro Pinto, que trabalha 
C' nilo dorm.- eoru dúz[a 
e meia de palavras in 
condizentes com a verda 
de, a lhe atruvessturemn 
o pescoço, e coloca us 
cartas na mesa, provan 
do os serviços feitos ... ", 
foram pala vras da pro 
fessora Norma. esposa 
do sargento Geraldo Pin 
to ~ohrlnho, uma das 
mai.;; calivaute" persona 
!idades que conhecemos 
na estrada da vida. um 
colaborackr vibr:rnte da 
TF. Geraldo e Xorma. 
atua!mente residem na 
cidade de Juiz de For 
(MG) mas não esquecem 
Bela Vista e eu povo. 
Também o capil,1r, 
Ricardo '.[aner a envio 
i:audacões ao povíl de 
8ela Vista, especialmen 
te aos rotarianoi:, alme 
jando-lhes uma {ase de 
progresso e tríunf: s Ele 
estimula a T a prosse 
guir na ua lut. em pró) 
das causas belavisleuses 
Ricardo Manera toi im 
pulsionador do Rotary 
em nossa cidade e oli 
cita aos companheiros a 
continuidade e harmo 
nia nas idéias e nos atos 
O Banco do Brasil 
está recebendo as de­ 
clarações de renda de 
pessoas físicas, até os 
prazos regulamentares, 
ou seja, 23 de março a 
28 de abril. E o 8.'..l­ 
C' ÃO funcionando a to­ 
do vapor ... 
Não se esqueçam: O 
Clube Espor!ivo Bela vis­ 
tense agora dirigido pe­ 
lo popular Carureba es­ 
tá revivendo e marca 
presença uos aconteci­ 
mentos pois suas promo 
cões silo de Alto Nível. 
Super Cnr.:ia ,•ai 76 abri­ 
lhantado pelo "Exelclor 
Band, uma banda da pe 
sada da vinda direta­ 
mente ·•capital da gu 
roa" para revolucionar 
o -:0nceito de carna vai. 
Reservem suas mesas ... 
é, pois é ...

l:,·lu  i, tu l!.IO!Jí(, Jardim: 
------- 
Câmara é Noticia 
• 
! 
1 
! 
1 
1 
Saudzõs às 
Autoridades 
. Secretário de Saú 
cte tio Estallo. 
2. Preleito Muieipal 
:1. Tt>n. l'Pl. Chefe ,la 
CE.R.-3 
4. Prefeitos dos Muni­ 
dpios vizinhng 
~>- Uem:lis autoi-itl,Hlcs 
presentes. 
Menus senhores, mi­ 
has senhoras. 
Hoje o povo da nos 
sa histórica Jurdim. sen 
tt'-Se honrado em tel' 
,·nmo húspe,lt•s ti10 ilus­ 
t,· s figul'as da viria pü­ 
b'ica e atlmi11istrativa 
do Governo Matogros­ 
seuse, que aqui estão, 
p.1r:1 as i,;olenidudes de 
in;:U:?Ul'IIÇ:in ,la Unida­ 
,le Sanitú:-ia Dr. Geue­ 
roso Alves Correu Fi­ 
lhn. 
O aconl<>cim<>oto que 
aqui nos reú•ie. tem sem 
d:vida. um elevada 
E:-ncndo Martins Barbosa 
çlo, é a presençu mar­ 
cante da simpática pes­ 
i-:ou e.lo Dr. ,nl<•nir> ,·­ 
'l'fl Uuart<1. Secn•táric, 
de Suúde do Etado. 
11Pnla solenicladL'. trazen 
cio-nos o ineentivo <· o 
:1 poio do Governo Esta­ 
du:1i; reequipa11Jo mP­ 
deramente nossa 
ll:•iclnde ~a11itúria con 
tratando um farmaceuti­ 
co-bi.:H,uimic•> parn es 
ta llniclnlle, rirn111nclo 
iavés ta Secretaria 
um cuu,·e1110 com u 
(Instituto lal'io!Jal de 
,lime?1taçi'to e ;'1:utrição) 
para o fllrnel'imento ele: 
leite. fuh:1, açucn r. fei· 
jiio. flocos de cereais e 
ainda. complexo vitami 
nico e ferruginoso, com 
alenclin•cnto inicial de 
2) gestantes, 2) nutrizes 
e tlU c1'i.t1:ças ele O a 4 
anos. com distrilrnição 
nos primeiro<; 4 meses 
do convcnio dt> :2.G tone 
ladas destes p:·odutos, e 
posteriormente dobrada, 
e assim sucessiva e pro 
gressivamente. 
E nüo . éimente, a 
clus;;e bem menos ruvo 
recida que está receben 
do os beneficios assis 
tenciai cto GoYerno. os 
fun~iouúrios estaduais. 
também estão r<>cebeu 
do através do IPE:O.!AT. 
assistência médica, hos 
pilalur e odontológica. 
cuja representação te 
mos aqui E:ID Jardim. 
C(lnseguicla graçus aos 
esYorçes do Sr. Eraldo 
da Si!Ya, inclu;;iYe com 
estágio de [uncionirio 
no IPE:-.IAT. por inter 
médio ela Pref Pitura ;iu 
11icipal; os ruralistas 
;;fio ,1ssislidos 'pelo FUN 
FURAL; aqueles contra 
tn elos pela Consolidação 
das Leis do Tra bulho 
são assistld9s pelo IN 
PS. tstes dois ultimas 
órgãos assistenciais do 
Governo Federhl, ,lar 
dim também tem o pri 
viléglo em ser sede re 
giooa, portanto. ai es 
tão os amparos cios Go 
vernos: Federal e Esta 
dual. 
significação para a Yi· 
da social de nosso :lu­ 
niciuio. é do, mais ex­ 
prossivos ta luta em 
qul' estamos empenha­ 
ctns. para proporcionar­ 
mos melhor asi>istencia 
u.quela camaci:1 :-01:iul 
mPnos favorecida pela 
sorte. de um ateodime11- 
to assistencial mais hu­ 
mo e mais digno. Den 
tre os multiplos pr<•ble­ 
mas que desafiam a vi­ 
sà1• e a energb cios ho­ 
mens públicos brasi!ei­ 
ros tlvez, nenhum ofe­ 
reça a gravidade de pro 
blema representado pe­ 
los desnin,is sociais de 
nossas comnnidadt"s: em 
no:-sos dias felizmeute, 
us govero,1s tem procu­ 
ruclo soluções, tem con­ 
tribuido com os gover- 
. nantes municipais, para 
dotarem suas comunida­ 
des de maior e melho­ 
res condições P meios 
,te assit::tír as popuaçõei; 
mais pobres, a prova ca­ 
bal destu nossa afirma- 
pa11has polí'.icaf', i;otTÍ 
hoje satisfeito, porque 
ucal>a ..!~ pagar uma cll 
vicJ..1 que havia contraí­ 
elo com o povo princi­ 
p,tlmente com aqueles 
pobrezinhos carentes de 
rceur,-ol', que hoje com 
u graça de Deus, tem 
cone.lições de VC'r seus 
filhos t-:nb um cuidado 
médieo, oferecido gratui 
tamPnte pelo GoYerno; 
ver seus t'i!l;os sendo 
imunizaclos c-ontra us 
moléstias infecto-cor{a­ 
giosus, como seja. sa­ 
rampo. tulH.-rculose, va­ 
riol:, meningite, etc.. re­ 
centemcuP. mais de f, 
mil pessoni:: rornm vuci­ 
naelas por esta U uidade 
Sanitária. 
Senhor St!Cretárin. 
Dr. Antcnio Alves 
Duarte. o povo ele .J ar­ 
dim a ,dministração 
Muuicipal. as autorida­ 
des. constituídas, fican.i 
proruudarnenta agradeci­ 
elas u V. Excia .. ao Go­ 
vernadc,r Garcia Neto. 
elos beneficios recebi- 
dos. e colocamos tias 
mãos ele V. Excia., a 
Unidade Snoi!ária de 
Jardim. Queremos apro­ 
veitar esta oportunidade 
Sr. Se'!retário para rl'i­ 
vinr.icarmos a contrata­ 
,ão de mais um médico 
para a nossa Unidade 
~anilúria. porque ómi>n 
te um médico nii.o está 
tendo condições em 
atender o grande núme­ 
ro dr:: familias desprovi­ 
das de recursos, que 
procuram diáriament., a 
Unidade Sanitária; rei­ 
vindicamos igualmente, 
ao Vosso generoso cora 
çãc,, o Vosso sensivd 
espírito Hum a nitãrio. a 
concessüo de um aumen 
to já para este convê­ 
nio com o !NA'., de 120 
para 24 pessoas a se­ 
rem benefic-ia'1as inicial­ 
mente com esse atendi­ 
mento; e, finalmente rei 
vindicamos a V. :Excia., 
a neces,:idade que a 
nossa Unidade tem. que 
Jardim tem. de uma 
O Exmo. Sr. Prefei­ 
to Municipal, realiza as­ 
s!m um rios seus objeti­ 
vos publicádos em cam- 
ambulância ;;ara 
melhor atendimento 
sistencial de nossa 
munida<le. 
Er. Seerelúrio. Dr. 
, ntonio Alves Duarte, 
nos faliam palavras; pa­ 
ra que possam1os agrade 
cer-vos tudo u(Juilo que 
tem feito no i;etor de 
:;a úcle para nosso Muni­ 
cipin: qucrernoi-; tamb('Ol, 
que N. ±xcia., seja _o 
porta-n•:r. lesta gratidão 
do ,,,,vo .Jardiacm,e a.i 
Go,'.1·rnac!or (.iarcia i'ieto 
e esperamos com asie­ 
dadl' P cie braços aber­ 
tos. 011tr1,s visitas de '. 
Exda. 
um 
a­ 
Co- 
PREÇO DESTE 
EXEMPLIR 2,00 
1) 
Nesta c,portunidade 
não oieriamos deixar 
de fizer um agradeci­ 
mento muito especial ao 
Sr. I-Jam·Iton Dutra, su­ 
pen i,;o, da Secreta_riu 
de ::iaúcle, homem sim· 
pies. morlesto e grande 
urni<Y0 dr. Jardim, Iot 
queií nos proporciono 
e articulou a vínda do 
Exmo. Sr. SecretárÍ<> ao , 
nos1<0 '.1unicípio, e 
O 1 
auxilias ora recebidos 
pela Comunidade Jardi­ 
nense através daquela 
Secretaria. muito obriga rj 
do Sr. Hamilton Dutra. 
Finalivrndo as nos 
sas palavras. esta,; do 
Sr. Prefeito '.llunicipal e 
da Câmara de Vereado 
res, queremos agradeceI 
• 	s .r 
a presença do Exmo. 
Secreté.rio de aúde do 
Estado, dos ilustres de 
putados estaduais. do 
exmo. Ten-Cel. Chefe 
da C. E. R. -3, aos senbo 
res mu.ndatários dos mu 
nicipios vizinhos. ao Jr~ 
verendissimo Padre ? 
sé Ferrero, e as demal.S 
autoridades aqui prese 
tes e a população de 
J:1rdim odo abrilbaota­ 
rnento • ciesta soienidtL­ 
de. 
Nosso muito obrigado­ 
Emando ;uartins Barb(lSa 
Vereador da ARENA 
.. 
[ 
1 
T 
1

Eh ita 22/02/7 
nosso Tempo 
GITO E 
CDCHO 
Altevir 
Solteirão, morava nu 
ma sala Isolada, no ter­ 
ceiro u ndar de um edifi 
cio modesto, mas bem 
no centro da ciclacle. Es 
te edlficio ficava locali 
zado entre outros de 
maior porte, 'alguns deles 
lJem luxuosos. 
'J 
lhou ligeirnmente para 
o "bichano" e tossiu por 
duas vezeR. iluls pare 
ceudo um ralo, o "bicha 
no" desceu pelo cano es 
conegaudo. passou pehl 
cuixa-d'água, alcunço11 o 
muro, pulou no chão do 
beco e partiu correndo 
para a porta cio ecl!fí<.'io 
baena, tendo antes, fei 
to uma curva na esquina 
dessas curvas que a gen 
te costuma chmar ele 
"em dois pneus". Tomou 
o devudor c subiu ... 
Tudo solleirão sofre 
de Insônia e dos nervos 
Quando é otimista, coita 
do, sofrendo de uma in­ 
sônia crônica, diz aos a 
mlgos que é madrugador. 
Por isso mesmo, muma eles 
sas noites de vígilia for 
çada, estava 1lesbruçado 
nu janela de seu qunr 
linho de terceiro pa vi 
monto e, enquanto curtia 
uma fossu pesada, com 
as luzes de sua morada 
apagadas, observava um 
beco deserto, silencioso 
e cheio de escuridão, que 
lhe ficava eru fret,te. Era 
meia noite. Nist'.'. ll'>tou 
o vulto de um sujeito 
que entrou no bevo, ce 
lere e tnmbém silencio 
so como a rolha que cai 
de uma árvore. Vinha a 
pressado, pé ante µé. for 
luito olhando nervosa 
mente para todos os la 
dos, assim como umn la 
drão. No meio da uu 
dra, parou. Pescru 
tou em derredor. Como 
não houvesse mis nin 
guém ali no beco além 
dele, subiu num muro. 
Do muro • passou pura 
uma caixa-d'agun. Agar 
rOu-se a um cano rente 
à parede de um edifi 
cio bacana e foi subin 
do pelo dito cujo cano, 
semelhante a um rato. 
Na altura do segundo 
andar, ou, para ser mais 
Precii-:o uiuda, entre o se 
gur.rlo andar, e o Ler 
ceiro andar, imobilizou­ 
se (A esta altura o sol­ 
teirão já ests.va com as 
antenas ligadas). Aí o 
sujeito fez ··miau ... miau .. 
miau". Era um miado 
triste. destes de cortar 
Na noite seguinte o 
sniteirão assistiu. exala 
mente à mesma hora. a 
mesmu cena. Quando te 
ve tempo, invoeado e 
curioso, inveslígou com 
o porteiro do prédio, 
quando ficou sabendo 
que a dona do aparta 
meato (n que tossia duas 
vezes). era uma loira fo 
ra de série. casada com 
um velhote completamen 
te iufeliz, isto é: baixi 
nho barrigudo, careca 
e com um mau hálito 
que Deus me livre. Para 
completar o panorama. 
o velhote só ,-hia via 
jundo, já que eru inspe 
tor de unia importante 
organização comercial. 
Não tinham filhos. 
1 
o coração. Aparece na 
janela do terceiro andar 
uma mulher. Esta meteu 
a cabeça na janela. o- 
Fez seu punejamen 
to sózinho. Pensou em 
todos os detalhes do gol 
pe e partiu para u ução 
Estava resolvido a tirar 
também sua "casquinha 
Numa noite muito escu 
ra, faltando quinze para 
as dcze, desceu de seu 
quartinho e penetrou no 
beco solitário e escuro. 
Subiu no muro, do muro 
para a caixa d'água, des 
ta para o cano e foi su­ 
bindo. à duras penas. Já 
estava bastante can:;ado 
quando alcançou a altu 
ra prevista. A m1ou. 
··Miau... miau ... miau" (um 
miado triste de cortar 
coração] A dona chegou 
à janela, entreabriu a 
corlina ... e tossm duas ve 
zes. ilais qu"' depressa 
desceu fazendo o mesmo 
percurso, saltou no cbao 
contornou :i. qua,ka, to 
mou O elevador e, n
9 
30-L. 
saltou e foi direto ao bo 
tilozinho da cigarra. A 
Alencar 
porta do upurlameuto IH' 
entrebru e ele projetou­ 
se dP chapa .Jentro do 
aposento. A lolrnnu boa 
zuda deu o maior pulo 
lia paróquia: 
Meu senhor, que é 
Isto? Como o senhor, se 
atreve a entrar numa re 
sidencla a esta hora da 
noite? Quem é o senhor? 
Eu vou telefonar para a 
polícia ... 
Deixa de onda, pira 
nha! Eu estou sabendo 
de ludo. Já venho por 
dentro desta lrnnsn há 
tempo. Já deletivei. Se 
vorê niío se abrir pnra 
mim gora mesmo eu 
vou coutar ludo no seu 
marido quando ele che 
ga,· aqui. "sua" arlúllern! 
Eu quero é o meu!. .. 
Está lá deitadão na 
cama macia, rolgado 
que ó sapato de viúva, 
com a mulherona de la­ 
do (naquela base). quan 
do ouviu, bem junto ã 
janela do quarto... ·•mi­ 
au ... miau ... " (era um 
miado mais triste ainda. 
Chegava a retalhar o 
corP.ção da gente). • 
O solteirão levan- 
tou-se d» um salto. Foi 
bem de fininho ate a ja 
nelu. De chofre, abriu a 
cortina, meteu a cabeça 
e llSCOU: 
RRRUUUUMMMM... AU, 
ÁU, ÁUII! 
O "gatinho" tomou 
o susto mais lascado 
deste mundo. fez: ''pfsss" 
e desceu curo a rapidez 
de um relâmrngo. rrro 
passo nem pelo muro. 
Du caixa-d'ãgna • mesn,o 
jogou-se no chão. desa­ 
parecendo em desabala­ 
da carreira. por entre 
as sombras da noite cal 
ma ... 
Minis-fério do Exérci.lo 
II Exército 
9.o Região Militar 
4.a Divisão de Cavalaria 
J O.o Regimento do Cavalaria 
"Regimento Antonio João .. 
EDITAL " O1/76 ISC 
TOMADA DE P!ECOS 
» 
A Comissão de licitação do 1w° Regimento 
de Cavalaria, de acordo com o derreto lei 2O0 de 2» de 
Fevereiro de 197, resolve através deste edital, 
aceitar propóstas para aquisição de Carne de 1 
qualidade, compreendo em quarto traseiros e dia 
teiros em partes iguais ou maior de truzeiros e 
no máximo uma costela, não contendo mais que 
20%, de osso no peso bruto, para forneci.ento du 
tropa. no período de 1 de Abril a 3o de Junho 
de 1976. 
Média mensal de fornecimento; 6.0O0 (eis mil kg) 
Lotai de entrega das propostas: Fiscalização Admi 
nistrativa 
Dta da entrega: 27 de Fevereiro 1976 
Hora: 10:00 horas 
Receberá as propostas: Fiscal Administrativo 
Critério d1: julgamento: O de menor preço 
Local de informações: Fisc Adm ou Sv Aprov. 
Condições de Apresentação: Estar cada..,;trado 
Assinatura de contrato: 27 de Fev 76. 
Quartel em Bela Vista, Mt- I2 de Fev. 1976 
,José Alves de Oliveira-Maj Cav 
Presidente 
Celso Grassi - Cap 'et 
.lembro 
Joacyr Marques Moreira - 1" Ten Vet 
.lembro 
CRMWN CM±SS 
# e4FIS MM Z8 
O 10º Regimento de 
Cavalaria, torna pú­ 
blico, p/ conhecimento 
dos interessados, que 
no !lia 16 de Fevereiro 
do corrente ano, emiti­ 
rá convites. p/ forneci­ 
mento de Pão (média 
mensal) 5.500 kgs e Ga- 
lT!IDi 
A herto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: J ,anchonete 
Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna t. 
linha de 19 de Abril á 
30 de junho do corrente 
ano. Os interessados po 
derüo obter informações 
na Fiscalização Admi­ 
nistrativa ou no Serviço 
de Aprovisionamento rlo 
10u Regimento de Cava­ 
laria. 
Quartel em Bela Vis 
ta, Mt-12 de Fevereiro 
de 1976 
José Alves de Oliveira 
MAJ CAV 
Presidente 
Celso Grassi - CAP 'ET 
iIemh:·o 
,loacyt· llarques }.foreira 
1 TEN VET 
..lembro

Leis e De<retos 
%CEIO A' S4/38 - EMEe. 
De 05 de janeiro de 1.976 
DlspÕt' sobri, a nr,va 
Donomln11çiio da Escolu 
Municipal Major Alberto 
Rodrigues da Cosia. 
O Sr. Eruldo ,ln Sil­ 
va, Prerêito ~lualcipul 
de ,Jardim, Estado de 
llato Grosso. usando dns 
11 lribulções que lhe s[10 
conrerltlas em Lei, etc .. 
Cousidernndn us' novas 
Denominações (1 e·n Grn 
us) lntroduzldus pela Lei 
cio Ensino uº. 5G!l:!. 
, Cousidernndo n exi­ 
gônclu di i:,ecreturhi. de 
Educuçílo e Cultura, dei; 
t11s novas dPnominuções 
purn registros dos E<:co 
las .Municipais, ele ... 
DECRETA 
At, 1- A Et;cola ilu 
11icipal denominada de: 
ilujor Alberto íl.oclrigues 
da Cosia, criud:i pela 
Lei 11'l 351-7-1 de l!l-0:J-7-1 
Passurú a Denominar de: 
Ec1cola ilunil:ipal de 1° 
Grau :lujor Alberto Ro 
drigues da Costa. 
Ar!. 2º - Esln D,•crelo 
entrará em vigor nu da 
la de sua publicação. re 
voguclus tu, disposições 
em contrário. 
Prefeitura ilunicipal de 
Jnrdim, 03 de janeiro de 
197G 
Eralilo da Silva 
Prefeito ilunlcipal 
Ernonc!o ;'llartins Barbosa 
, ec. de Arlm. Resp. pelo 
Sec. ele Educação e Cu! 
lura ilunicipal 
SECRETO ' S3/78 -EKEE. 
De 05 de janeiro de 1.976 
Digpõe sobre a no 
vu denominação da Es­ 
cola Mista ;lunlcipul ila 
jor Costa 
O Senhor Eraldo da 
ilva, prefeito mu11icipal 
de Jardim, Estdo de Ma 
to Grosso. usan-lo suas 
atribuições que lhe são 
conferidns em Lei, E ... 
C'onslJerando as novas 
clenominaçõe (I e 11 
Graus) introctuzidus pela 
Lei do ensino 1 5.692; 
Considerando a exigên 
eia da Secretaria ele Edu 
cação e Cultura, destas 
novas denominações pa 
ra reglst,os das Escolas 
~lunicipais. etc. 
DECRETA: 
Art l!! • Passa a deno 
minar de Escola de Jº 
Grau ilajor Costn, a E - 
cola criada pelo Ato nº 
3tG0 de 1º, 03/UlG0, com 
a denominação de Esco­ 
la ilisla Municipal ilajor 
Costa. 
Art. 2º - Este Decreto 
P-ntrará em vigor na da 
ta de sua publicação, re 
vogadas as disposições 
em contrário. 
Prefeitura Municipal de 
Jar,!im, 05 ele janeiro ds 
1976. 
Eraldo da Silva· 
Prefeito ;lunicipal 
Er!!ando ;larlins liarbosa 
Sec. de Adm. Resp. p/ 
Sec. de Educação e Cul 
lura Municipal. 
levoga parcialmente a 
Lei Municipal no 70, de 05 
,lc u~uml.rro <lc 197:1 ,.. ,la 
outras providências" 
z ... no .latlinR Gnznlc, 
l'n·fcito ~lunicip11l dc iu- 
aque, M[T, no uso das atri 
buições, faço saber que a 
Câmnrn ;lunicipnl Aprovou ,. 
eu sanciono, a seguinte Lei: 
Ar. lo - Fica revogado 
parcialmente, o Parágrafo úni 
ro do artigo lo dn lei 70317:1 
de 05 de ,lczcmbro ,le 197:1. 
~ Úniro • Fiea respeita­ 
,lu n Hcscn a ,le IOO ha. (cem 
hectares), existente na área 
rc,tuntc do local denominado 
"l'nlrirnônio ilu Prefeitura Mu 
nicipul de 'iouquc". de acôr­ 
do c o m a Lei no H4, de 
1106/65, 
Art. 2·o • Ficn o po,l,·r 
Executivo autorizado a efe­ 
tuar n me,litào. demnrcação 
e loteamento da área de IOO 
ha. (cem hcctnres) dcrn,crn· 
brada da reserva prevista na 
L,·, ,0ll, de 05/12/73, desde 
que obedecidos os seguintes 
critérios: 
1- Que n área de 100 hu. 
(cem hectnresi. s,ejn di,;dida 
"Autoriza o Executi­ 
vo i!unicipal·, a assinar 
Convênio, e dá outros 
providências" 
Zen o il arlins Gezot.=i 
Prefeito ilunicipal de 
Nioaque. ilt, no uso de 
sua atribuições, faço sa 
ber que a Càmara iluni 
cipal APROVOU e eu 
Sanciono, a seguinte Lei 
• 
em )} (tres) lotes, repecti  a• 
mentr, medindo ) ha. (trin­ 
ta hectare) um deles e Só 
ha. (trinta e cinco ht-clurt',) 
l'll<la um do~ dois re.ianlt's 
II. 0» lotes serão conce­ 
dilos por aforamento ao po+­ 
eiros da área que comprova­ 
rem benfeitorias já praticada, 
m uas poses, mediante o 
fornecimento definitivo dos 
Titulo• ,lc Domínio Útil des­ 
de que: 
a) Ohtenlrnm apro'açàu 
do fomecinlt'nlo dos Título>< 
Definitivos de Domínio Gtil 
pela Camara Municipal. 
b) Apresentem, anexo 
no procctl:-o tle re<Jucrinu:nto 
para o níoramcntv
1 ns rt!:--pec· 
tivas benfeitorias já cxo,cuta· 
das, bem como plano de uti­ 
lização da áro,a ainda nào bc­ 
ndiciutln. 
. III Caso os posseiros 
existentes não obtenham apro 
ação de seus processos por 
algum impedimento justificado 
pelo poder Legislativo, noto 
dnmcntc no que diz respeito 
às benfeitorias existentes, te 
rào prioridade ,lé requeri;,.," 
to aqueles que apresentarem: 
LEI Nº 740/76 DE 30 JAN. DE 1976, 
Art. 1'
0 
- Fica o Po 
der Executivo do Muoicí 
pio de Nioque, Estado Je 
Mato Gros o. 1:1utorizado 
a firmar convênio com 
0 INAN - Instituto acio 
nal de Alimentação e Nu 
trição. 
Art. 2l! - Fica o Poder Exe 
cutivo autoriz'l.do a eré 
tuar as despesas decorreu 
Ministério do Exército - 1 • 
EX - 9 RM 
4ª Divisão de Cavalaria 
10
2 
Regimento de Cavalaria 
"Regimento Antonio João" 
EDITAL N.o 01/76 _ S/
4 
O 10º Regimento de Cava] • . . 
te autoriza@o. vendera en k],}; gegi4ame­ 
parir das @soo oras ia ?i , P?Plica. a 
1!-!16, 14 (quatorze) animai<> e "d evere1ro de 
res4veis iara o serviço á ,".,,"dos I- 
Para maiores esclarPcimentos o . 
d?s. deveril.o procurar 
O Chefe da S s. _mteress~­ 
uéria Regimental do 'Oº R . eção Veteri­ 
lurla. 	egimento de Cava- 
Quartel em Bela Vista lIt, 
09 
d F 
• e ev. de 1.976. 
José Alves de Oliveira _ Ma· 
Presidente da Com'· _ J. 
1ssao 
1576 
ai Plano <le utili,açlú da 
área a er requerida; 
h) Prn,o, p/ fie,! cuu,pri 
nento do plano de utilizais 
da área a rer requerida 
~ Onirn • A Câmara )lu• 
11ici(ial podná fi-,·uli,mr 'in­ 
loca' as benfeitorias ri-ten 
li.'~ e uprl'•<'llltrda, pdu; ,, .. 
qnerentes posseiros, 
p/ p,,-..teriormcnte tmitir 
,. ~ u p a r e e e r. 
Ar. o- Fica o podtr 
Executivo a contratar seri» 
ré<·niro., e:--pt'cializ.udo• pi Iil" 
diç:i,, e loteamento da ára 
correndo a« despesas proe! 
ente la contratação, à conu 
de dotações próprias i) 4 
tes no orçamento em up. 
Art. to E-ta lei enmrri 
em vigor na data de sua [ 
blicacão revogadas a di,põ 
siçõe· em: contrário. 
San,·iono, Publica·•~ 
Gabinete d o Pr&ito 
Municipal de ioaque, Jl 
em 30 de Janeiro de 1976 
Zeno .lnrtios Ga.zolt 
Prefeito ;lunicip1l 
les da assinatura do eou 
vênio de que trata a pi" 
sente Lei, à conta de 
taçõeF. própriai,; ex.Isto 
tes no orçamento vigt 
te. 
Arl 3º - Esta Lei eJ 
trará em vigor na daUl 
de sua publicação, rer
0 
gactas as disposições e!ll 
contrârio. 
Gabinete do Prefeito )! 
nicipal de Nioaque, )!;,.· 
em 30 de Janeiro de 
111
• 
Sanciono - Publique-s° 
Zeno Martins Gazote 
Prefeito Municipal 
Documentos Perdidos 
Jacira Cbamorro da 
Rocha, extraviou os do l 
cumentos dii moto °},~ -.. 
ca Iamaha, ano 1974. ~ J3 r 
ca CJ 009, Cbassis F 
O 
0 
127tr77, Certificado de pr 
priedade nº 147962 expe 
dido em 7-7-75. Tititl~ 
de Eleitor n º 12.lí3 J,e 
1 
tencente à 17. zona J::'e 
toral _Carteira de ldentj! 
de nº 320.633. C.P.f.0-ID" 
42.201-15 Publicação ~! 
1
, 
se faz para obten.,,.. 
<las :!". vias.

!li 
'1 
,s 
lida -iw, 2'!.IUV1<> 
Informações 
.:,_ _ 
RCONTEC 
- 
CORRUPÇAO, 
• - 
LHEIRA, EXTORAO 
ROUBA- 
São os males que 
desmoralizam o lndtvl 
duo, funclor:ário ou não, 
parlamentar ou udminls 
trador público. 
Qualquer forma de 
corrupção deve ser com 
bulida lnteusnmente CL' 
mo requere,n os princi 
pios revolucionários de 
1064. 
Denuncl,uemos publi 
camente <'ncuminlmrt:1 
mos ús uut iridades com 
peteates, pum o devido 
processo criminal. o ca 
g os de COl'l'UJ)ÇÜO que 
chegarem ao nos o co 
nhecimento. Purn isr,o pe 
dimqs n colabornçüo dos 
homens briosos e I es 
ponsú veis que considera 
rem certa a nossa utitu 
de, tmzenúo ao nosso 
conhecimento os ratos 
de crime por coI
1
rupçi1Cl. 
Ainda agora ncaba 
ele chegar às IIOSSUS 
mão o "Correio elo Es 
tudo" cio Campo Urnnde, 
em cujo texto traz u no 
ticia d
0 oladora do furto 
praticado por um ervi 
dor da ec. de Educação 
e Cultura que já hn via 
desviado combustivel do 
Estado no va 
lor de 35.000 cruzeiros 
Isto deve estar ncon 
tecendo em outros selo 
res, !nclusi ,·e Prefeituras 
l!unicipais, nas quais 
tambem existem os ami 
ges do alheio, o que cau 
a muita tristeza. 
Foi nomeada uma co 
missão de sindicancia, 
de ordem cio r. Gover 
nador José Garcia eto 
• para apurar os ratos em 
todas as Reparliçõés do 
Estado, que certamente 
:ilcanca a roubalheira a 
muitos milhões, pois exis 
tem muitos modos rle se 
desvirem os di'lheiros pú 
blicos. Vamos colaborar 
com as aulol'idades go 
vernamentaif' para que 
haja um csluncamento 
imediato desse crime con 
tr o cofre do Estado e 
meter na cadela os ludiv 
duos desprezivels, os la 
drões, os escroques que 
l,,tam uR repurticõe-s ru 
blicus, que tencln car·go 
uclmini trativo, ou vincu 
lado a este, nãu cum 
prem a Iel, malburatun 
do os ben: público , co 
nwtendo crimes de toda 
espécie. 
A corrupção abrange 
um campo imeuso de ati 
viducle criminosas, de 
de o peculato, até a fui 
sidacle que o funcionário 
emprega no atuar contra 
o interesse público, no 
cargo qu<i exerce, em 
bellefic10 de terceiros, 
visando vantagem para 
i, como também a des 
lavada falta de vergo 
nha au desviar objetos 
pertencentes u Orgãos 
Públicos (furt<>s), ou en 
tiío a advogaciu adminis 
trutiva, quando o indlvi 
duo visando vantagem 
economica, prntica a es 
croqueria exigindo paga 
mento para encaminhar 
qualquer documento pri 
vado, que lhe seja afeto 
c1imes tilo claros estipu 
lados no Código Pena.!, 
em seus urts. 312, L55 e 
158. 
Estejumos vigilantes 
e tenhamos a. coragem 
necessórla para denun 
ciar os corruptos que pe 
rambulam pelas reparti 
ções públicas. ou fora 
delas. Jota Jota 
A 
- 
SE5SA0 D0 D A 
POPGSIçOES 
MESI 
"Oficie-sé ao Exmo. 
Sr. Guveraudflr do Esta­ 
do de Mato Grosso, O­ 
licitando as necessárias 
provlrlencias de ser ts­ 
tudada a possibilidade 
da lmpln.ntação no Mnni 
cíplo de Bela Vista, rfe 
uma ngêncl!!. do Remut''. 
o&-»G 
Ofício com o mesmo 
teor, ao Exmo. Sr. Dr. 
Enio Vieira. presidente 
do Banco acima citado. 
===:J!fut== 
REGEREMAENTO 
O vereador Dr. Fiori 
Murano, apresentou re­ 
querimento. solicitando 
ao r. Prefeito, informar 
se a vinda do Dr. Djuf­ 
mu Biunchi, engenheiro 
do Dermt., se destinou 
a dar solução no proble 
ma elas estradu3 vicinais 
levando-se em considera 
ção a saira que Se apr­ 
ximu. 
o 
Dilon 
09-02 
PREÇO DESTE 
EXEMPLftR 2,00 
•X•><; 
,.inda do mesmo ve 
reador, requerimento ao 
Sr. Prefeito. solicitando 
lnrormuções a respeito 
do caminhão para o 
o transporte de carne. 
pergutando quais as con 
di<-ões do referido veicu 
lo. 
:mr 
Caixa Econômica 
vereador Afonso 
'unes Leite, teceu 
comentários a re peito 
da instalação da Carxa 
Económica Federal, ·vm 
!leia Vísl,1, lalanrlo tam­ 
bém dos benefieios que 
esta casa de Crédito tra 
ria ao setor urano da 
cidade. 
Dr Pedro José Palmleri 
Presidente 
Osvaldo Turini 
1" Secretario 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
A Preft>itura :'lluuici­ 
cipal de Bela Vista, avi­ 
sa uos Srs. contribuintes 
que o prazo p pagamen 
to de alvará rJP localiza 
ção e imposto sobre ser 
viços, i-erá até o dia :.31 
de Março de 197ü. 
PrdtiL1ra :lunicipal 
de Bela Vista. 1G de Fe- 
vereil'O de l97li 
"A Luz para os Corações" 
e te sentires infeliz 
Eu sou a luz 
e tu não me vês 
Eu sou o Caminho 
e tu não me segues 
Eu sou a verdade 
e tu nilo crês em mim 
Eu sou a Vida 
e tu nilo me procuras 
Eu sou o Me:tre 
e tu não me segues 
Eu sou o ·enbor 
e tu não me obe:leces 
Eu sou o tu Deus 
e tu nilo recorres a mim 
Eu sou o teu granc!e Amigo 
e tu não me amns 
se te sentires infeliz 
a culpa não é minha ... 
(Uma das orações lidas por Moraes Sarmento, 
ao micro(une da, Rádio Tapi. à~ 18,00} 
Dr. Ruben de Castro 
Pinto 
Prereito :'llunicip:.il de 
Bela Vista 
Clube do Laço 
Bela Vista - Mt 
EMBLÉIA 
GERALORDIS ÁRIA 
CONVOCAÇÃO 
O patrão do Clube 
do Laço atendeudo o 
que determina o Artigo 
31" do Estatuto do Clube 
convoca os Srs. ssociu­ 
dos pura uma Assembéia 
Geral Orrtinária. a reuli­ 
z±r-se à 08:00 horas do 
dia 07 de março do cor­ 
rente ano. na ·ede da 
Invernda Campeira, a 
fim de eleger a nova 
Diutoria pura o perio,lo 
de marco de 76 a marco 
de 1977. 
Bela Vista Mt, I6 de 
Fevereiro 1076. 
Wolke Fernandes Mou­ 
teiro 
Patrão 
ERA;ã 
"Prociutor do Calcáreo Bodoquena" i<m 54 Rodovia Jardim 
LI 
Porto Murtinho 
"Uma Empresc que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso' 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8

lh·la 'i>111 2:!l(W71, 
Gerais 
LOCAÇÃO 
A lei l.8G1, ela 29 de lo à construção civil, au 
novembro do ltJCT.í, que torlza o locaelt)r, quando 
criou medidas de ostimu findo o contrato ele loca 
Arrecadação Caiu 
usa espécie a no­ 
ticia transmitida por jor 
uai de Campo Grande ao 
quu, o Sr. Diretor dos 
Tributos da S. clu Fnzen 
da Informou, elunelo da 
ccntu de prejulw ria 
monta de 100.000,00 ao 
Estado, só no Exercício 
clr 1975, devido sonega 
çdo produzida por "no 
tns frias" de conh ibu 
iates inescrupulosos. 
Se as condições eco 
nomicas mclhornru.m a 
olhos visto: desde 1974 
com us safru • crescentes 
de produto" agdcolus, o 
resultado foi contra pro 
dnr.ente. A m:i arrecada 
çiio que acontece nio é 
só por culpa dos sonega 
dores; tumb(•m aos re 
vonsúveis por ela cabe 
certa implicancia cümo 
a cobrança do LC.M. a­ 
baixo da paula adotada, 
riscnlizuçlio deficient .. , fa 
cllldade nas transferen 
elas que ncnrretnrn um 
Inócuo re ·ullado. sem u 
devida fi culizaçüo linal 
ela opernçào. 
Cnso típico. ucorreu 
em 3ela 'istu. municipio 
que eRtli ar.elerundo a 
produtividade ngro-pe­ 
euaria, e no entanto, de 
ele Hl73 caiu u produção 
do 1CM. qae não justili 
cu nn hora presente, em 
que os produtores da .u 
p1:r-su!ra estüo ai a d<i 
saliarem os pc,clere com, 
tiluidos solicitando uju 
dns urgentes pura acudi 
-los cem urmazcns, estra 
das e transportes. para 
não perde-las na colhei­ 
ta que se a viiinhu. 
Isso feito, a rendu. 
uumeurnrá. 
H. Medeiros 
s 
O bando de arras­ 
tadores visitou a nossa 
cidarle. Naturalmente 
são viciados que usam 
entorpecentes para "agi 
turem" o àni.mo e no fim 
entram direto, na cadeia 
para diminuir a "gana" 
de negócios fáceis. 
Jota Jota 
Iene«dito Cunha. diretor 
do jornal Folha de Mondonó- 
polis ao entrevistar·se com o 
ção ou na locução por (andinho, no cu gabinete. 
por prazo indeterminado, s quarta-fira ma·ad- P " 
solicitar o imóvel sim clamar o pagamento te un 
P
lesmente ()Ol' não lha erf,lito naquda ,luni<·ipuli,la• 
de, quase apanhou do prefeito 
lnteresimr muls o lu pe lhe disse relatou o jornn­ 
guel do mesmo. Entreta 1ta que "não quero vr-lo mais 
to, ao tomar essu decl aqui na minha Prefeitura". Ao 
slo dever& então notifi que lhe respondeu que a Ca 
car o locu tá rio dando a não era sua, mas do Pº'" 
e iria ali 1p1anrfo lhe convie•· 
um praz•> de 3 meses e. 
para a de ocupação do 
imóvel, e, cuso não seja 
atendido dentro deste 
prazo, poderá rrquerer 
o desejo. Convém salien 
tr, que esta lei só atin 
ge as locações dos imó­ 
veis ujo "bublte-se·, 
l 
novinhas em folha rou- 
bodus alhures. 
Dizem . . . d i z e m 
que 1, última aqui trazi­ 
rla. esteve na garagem 
ele importante personu- 
lidarle local . 
Consta que n gang 
que (oi presa há dins 
pussacl<,s. tem um '·COR 
HESPONIJENTE" aqui, to 
e uúo é u primeira vez 
que . tnmsita por Bela 
'!sta em suas 13rasilins 
rando o caso cem 
interesse. 
isso 
Vamos 
Candinho, num estado 
de visível exitação nervo+a, 
quase bateu no jornalista, che 
rando diveras vezes a lhe 
apontar uo rosto o dedo em ris 
tre, principalmente quando ele 
tenha sido concedido 
apó sua publicuçiio, rJú 
seju., posterior a :W-11-65 
Assim, se o imóvel alu 
gado a você tem "habi 
te-se" l'Ulerlor à meneio 
nada lei. o ocaclor só 
teró. exilo no de pejo ca 
so ocorra uma das e 
guintes situações: 
1l se o inquilino infrin 
gir obrig1tções legais ou 
cometer infruçiio grave 
de obrigaçilo contratual 
2) se o locador pedir o 
prédio pam residência 
de ascendente ou desceu 
dente que niio dispuser, 
nem o seu conjuge. de 
residenciul próprio; 3) e 
o locador pedir o prédio 
para u o próprio, r,rovan 
do sua necessidade; 4 se 
o loeu.dor pedir o prédio 
para demolição e edi!ica 
ção ou reforma que dê­ 
em ao me ·mo maior cu 
pacidacle de utilização, 
exigindo-se um miníno 
de 0 0/0 a mais na á­ 
reu construida; 5) se o 
locador pedir o prédio 
para reparações inadiá 
veis determinadas p1:-las 
autoridades públicas e 
que não possam ser exe 
cutadas com o inquilino 
no imóvel. 
A policia está apu­ 
mui- 
acabar com 
,Jota Jota 
O pre idenle do MDB 
Ulisses Guimarüei:;, virá a 
RooJouópolis em março, 
em data a ser fixada, 
como parte da visita 
que furá às principais 
cidades malogros enses 
a fim de estabelecer a 
forma pela qual o Par 
tido vai se conduzir na 
cnmpanba eleitoral pa­ 
ra o próximo pleito elei 
torai - anunciou fonte 
local do parrido oposi­ 
cionit:ta, acrescentando 
que o deputado Ulisses 
Guimarãe deverá vir 
acompanhado do sena­ 
dor Franco ;íootoro e 
dos c!P.putudos Lisâneas 
Maciel Tale Ramalbo. 
A idéia da vinda 
PREÇO DESTE 
EXEMPUlR 2,00 
lhe di-e que. "aqui uma 
rasa de corrupção e "voe 
traiu o povo, Candinho, por 
-o vetou contra a tua alta 
nitração. 
Cunha foi• 1a,udo prlu 
Prefeito de "jornaleiro" ao 
que lhe replicou que "as+im 
mesmo fui teu as+or de 
lmprrnsa. l'ar.-ce 'I"" ', Ex­ 
cia. entretanto, é bronco de 
cultura uo confundir jurualri 
ru com jornalista". 
Fíaalmenr.-. Cunha rece­ 
beu só ameaças, O pagamento 
,le ,t•u cr.-ili10 ficou parn rir 
receber e arrumar um con 
tribuinte qure queira pagar e 
us impostos. )ue desmorali­ 
ção! (Correio do Lete) 
MINISTRO · DA JUSTICA 
> 
NECiA NOVOS PARTIDOS 
Brasilia (ANDA) - O 
ministro da Justiça, Ar 
mando Falcão, negou on 
tem em Brasília qu& ti 
POSTO são CRISTOVâO 
de Theobaldo ,moral 
Lavagem - Lubrificação - 'Troca de Óleo 
Borracharia - Balanceamento de Rodas 
Rua Conde de Porto Alegre sn 
Bela lista 	Mato Grosso 
CASA BIUL 
de Leontina dn Prado Ferrei.ra 
Produtos alim enticios em gera l bebidas, ec os e m olhados 
latarias em geral 
Rua 13 de junho 
Jardim 
380 
Mato Grosso 
rio lideres emedebistas 
a Mato Grosso partiu 
da iniciativa de elemen­ 
to <10 ~IDB local e es­ 
tá agora sendo patroci· 
nada pelo Diretório Re­ 
gional do partido, que 
vê no fato um fator de 
robu tecimento da opo- 
ição em Mato Grosso. 
eguodo a mes:oa fonte, 
a caravana eroedebisú.L 
percorrerá as ciriades 
de Corumbá Dourados. 
Campo Grande e Cuiab4 J 
O roteiro será deterl 
nado a partir da conlir­ 
maçil.o da E,xecutiva Na 
clonai do MDB. pelo 
Diretório Regional. 
(O Est. de .lato· Grosso) 
vesse feito qualquer de 
claração quando de sua 
visita a Belo Horizonte. 
admitindo a criação de 
novos partidos polilit:
05 
Assegurou ele que o go 
verno não cogita de ne­ 
nhuma rerorrna porque 
considera que a exper 
encia do bipartidaris 
ainda está no começo. 
(Dié.rio da Serra) 
r 
1 
l 
r

Edmllson Brum Esco 
lmr, brasileiro, casado, 
Vereador, residente nes 
lu cidade; Vem 
mui respeltosnm«:nle a 
presença de V. Excia .. 
na forma regimental que 
após ouvido o plenário 
seja encaminhado é.'xpe 
dlenle no Exmº. Sr. Dr. 
Carlos Alberto Capiberi 
be 'ahfonha, Diretor Gll 
rui do DERilAT. a possi 
bllldade de ser estudada 
a viabilidade da criaçllt> 
do urna Residllacia do 
DERMAT em nossa cida 
de ou mesmo em caráter 
de emergência uma Sub 
'VJ 'l~ ReRidência, tendo em vis 
ta a jusli!lculivu abaixo 
descrita: 
o; 
il 
I«ela Vim 22/02/70 Jardim: Câmara e Noticia 
AA 
CftMftRI M 
EXMO. SR. PRESIDE TE 
, 
DA CAMARA MUNICIPAL 
JUSTIHCllllVll 
zendo também estará a 
Direção do DEEMA'T be 
noflciando os 11:!lliclplos 
rle Guia Lopes du Lagu 
na, Nioaque, lionito, Belu 
Vista, Porto ilurtlnho !l 
até mesmo u região de 
ilamcnjú, lendo em vista 
de Jardim estar sediado 
no meio las referidas cl 
dades, l'ncilllando em 
grande parte também uo 
DERMA'T no pronto aten 
dimento do ano agrícola 
de, udoeste ilatogros 
sense, porque todas as 
cidade mencionadas es­ 
tão en: franco de envol­ 
vimento Agrí00Ja; Nota­ 
se be1u que Jardim atual 
mente perlenct:1 a eoaser 
va de Estrada a resi 
dência do Dermut ele 
Ponta Porü, bem como 
Guia Lopes ela Laguna 
e Sela e já a cidade de 
Bela VI la e já I! cidade 
de Ronito a residência 
de iliranda. cliflcultando 
as im o atendimento em 
casos de urgência por par 
te cio DERi!AT; e Jurdim 
edlaudo uma éde do 
Dermat ou melhor uma 
residência, terá o referi­ 
do órgiio, conoições de 
atender em qualquer tem 
po qualquer cidade do 
Sudoeste que venha soli 
citar o empenho deseja 
do e certo que u medida 
ora u 1 i e i t a d a pa- 
ra V. Ex eia., seri 
um motivo de um estudo 
minucioso e certo --le 
contar com a sua 
colaboração e justiça pa 
ra com os Agricultore 
do no so Municipio e Mu 
nicipios vizinhos que im 
plantarem a Agricultura 
no udoeste Mutogros 
sense pede e espera defe 
rimento. 
Jar,tim, 10 dt, Feverei 
ro de 197G 
endo Jardim. uma 
cidade prevllegiaela pela 
situação Geográfica seu 
do por isso uma cidncle 
de entroncamento e estun 
do o nosso Município e 
demais regiõe em fran 
co desenvolvimento Agri 
cola com muitas mil hec 
tares de lavoura ele ar 
~ roz, soja e outros prodn 
tos agrícolas; e nós que 
aqui vivemo e lnbutu 
mos o dia a dia, já pode 
mo imaginar o traba 
lho árduo e sacrificado 
tios mencionado Agricul 
tores em dar ei:coamen 
to aos seus produtos das 
centenas de lavouras 
existentes em nosso Mu 
nicipio devido a má si 
luação elas Estradas Se 
eundrias devido as 
grande chuvas que cai­ 
ram na regiilP e o tráfi­ 
co Intensivo; E de forma 
alguma a nossa Prcfeilu 
ra tem cundlções de a­ 
tender uos referidos Agri 
culte>res porque nilo pos 
sui verbas e mesmo o 
' maquinário adequado, nu 
da mais justo de ser cria 
do o órgão acima especi 
ficado, porque assim fa 
Edmi!son Brum Escobar 
Vereador 
IP 
Dispõe sobre a do­ 
ação de uma rea de 
'Terreno c0:2 1000 m2, à 
sociedade São Vicente 
de Paula. 
Faço saber que o. Câ­ 
mara. municipal ck Jar­ 
dim decreta: 
Art. 1-
0 
- Fica o Che 
fe do Executivo Munici­ 
pal de Jardim, autori:m­ 
do u doar uma área de 
terreno urbano, do Patri 
mônio Público ilunlcipal, 
com a área de 1000 m:2 
(mil metro quadrados), 
pal'U a , ocledaele São 
Vicente de Paula. 
Art. 2 - A área doa­ 
da ao art. 1 desta Lei, 
destinar-se-a con.;truçõt>s 
de uma Casa Assisten­ 
cial, a ser mantida pe­ 
lh referi fa. ·ociedude. 
Art. 3° -- Entrará em 
vigor na dnla de sua 
publicação. revogadas as 
disposições em contrário. 
Sala ela ,essões da 
Caruara. 11 de fevereiro 
ele 1976. 
Ernando Martin. Barbosa 
Vereador da Arena 
Exposição Justifirnti­ 
va <lo Projeto de Lei 
.o 02/76 Emb 
enhores Presidente, 
eohor Vereadores, dig­ 
os e lidimos represen­ 
tantes cio povo nesta Co 
lenda Casa, no uso de 
minhas prerrogativas de 
representaçilo e atribui­ 
ções que me são confe­ 
ridas Regimentalmente; 
e, reconhecendo a fina­ 
lidade e as intenções 
da ociedade São Viren 
te de Paula, em assistir 
àqueles que por umc. 
L outingencia da formr,çüo 
ele nossa s.,ciedade, são 
desprovidos . de recurso 
PREÇO - DESTE 
EXEMPLAR 2,00 
/ 
í:!6vi 
- 
pgs g2 /7 
e • E 
materiais p substituitem E com a finalidade 
condignamente; tornundo ele ampliar ainda mais 
se as irn. dependeatei-: a ,;ua contrlhu1c·1o para 
e tutelados do amparo a nossa Comum.lade, a 
assistencial e da carida- Diretoria loca! se Propôs 
de humana. 	a construir uma Ca::,a 
Assistencial, para os ca­ 
sos de maior urgência e 
par,1 o tendimnento con, 
melhores meios. 'Todavia 
se fuz mister, qu· este 
terreno a ser iotdo pela 
Municipalidade, seja nas 
proximidades do Hospi 
tnl local. pura maior fo 
cilidade no caso de auten 
climento múrlicu-h'J!<p1la 
lar. Faço esta ressalva 
pi.Ira quundo 110 burila 
mento do Projeto. na C» 
missão competente, seja 
derinirlo o local nestas 
proxímlrtades. 
Senhores 'ereado­ 
res. a Sociedade t;,1o 
Vicente de Paula é uma 
Sociedade lntern•lcionul, 
fundada em 1833. com 
séde centrai na capital 
Francesa, e de lá esten­ 
dendo seus tentáculos 
para quase todas as par 
tes du terra; contanclu 
com mais de üOO mil 
confrades e consórcios. 
No Brasil, utualmente 
existem mais de 100 mil 
confrades e consórr:ios: 
sua séde principal é o 
Conselho :letropolitano 
de São Paulo, em cujo 
Erado, é reconheeida 
c!A Ut1lidadt> Públic.i. a­ 
través do Decreto Esta­ 
dual n" 36696 de 7 7,61. 
Em Mato Grosso, 0 Con 
selho Central. localiza-se 
nu cidade ele Campo 
Grande. à Rua ,brão 
,lulio Ruhe. JO.HJ. Em ,Jar 
tlim, funciona bú 3 anos. 
possui 32 componentes, 
tem uma Diretoria local 
composta dos seguintes 
membr0 • 
Presidente - João E:.lson 
Bearnri. 
Vic+-Presidente - Paulo 
Mota 
, ecretário - Damiano Fer 
nandes 
TesGureiro - Mauro Edu 
ardo Bearari. 
É uma ,.'ocieda<le 
Cristã e que tem por o­ 
bjetivo µrimordial. a pro. 
moço humana. a qual 
tem prestado para a nos 
sa Comunidade, ueste 
curto período de exi:itên 
eia, com um trabalho :i­ 
nônimo. rele,•antes servi 
ços assistenci'ls e ampa 
ro espiritual aos mais 
necessitados. 
!li 
1-1 
Assim sentindo, ven 
do e unulisan.to. Senhu 
res vereadores, entendo, 
ser mister estendermos 
as mãos essas socieda 
des e entidades lantro 
picas ca.-itativus. que 
com suas grandes e pe­ 
quenas células espalha­ 
das por todo mundo ter 
restre, procuram oo seus 
membro, dar um ponto 
de si para a minimização 
<la miséria cios seus se­ 
melhantes me 10s ra vore 
cidos e coasequent<>men 
te do sofrimento da bu 
muuidade; cujo sofrimen 
to, vemos diu a clia agi 
guatar-se na tela do 
mm,do. 
Por estas razões. a­ 
provando esta propu 1 
çlo Senhores Vereado 
res. tenham a certeza, es 
tarão Vossa,i Excelências 
deixando marcas indelé 
veis a propriedade nesta 
Ca a de bem represen 
tar e servir as aspirações 
populart1s e, !l!;êCes idades 
públicas. 
Sala das Sessõ2s. 11 de 
Fevereiro de 1976. 
Ernando 1Yartias Barbosa 
Vereador 
MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM CiERAL 
SITO E ZRCEAELL LI. 
VENERA DUQUE DE CRXIAS 446 SABEM.-%T

OL 
ioque; Teve pro--cgui 
vento, aba«do último dia 07, 
» Campeonato de Férias de 
Futebl de >alio. No 1.o en 
eontro da ».a rodada, o X de 
novembro F, C derrotou tran 
quilamente o fraco time do 
O T VI DE "NIOI • UE" 
quario« FC. pelo placar de 
6 x 0, o segundo jogo da 
noite, tiremos o rnsarcional 
recontro entre o líder da cha 
ve A. EC. Hon-uee>o e o 
ee Lider la me-ma chave Gi 
ripóca FAC, que terminou com 
o placar de I x l, resultado 
ju-to que premiou o e·forço 
da- duy ir·._EC. j 
E.C. Irei Madrid, fizeram 
a À.a partida da rodada qur 
terminou rcom o placar igual 
(00), com o leal Madrid n4o 
por: José Glaucy Flôres 
Meus amigos. 
Para Mlcldnde de 
todos llljltelcs que se 
intNessum por tudo a­ 
quilo quo cl<, bom o 
de util possa ser reali­ 
zado em beneficio do 
nosso desporto, col- 
ar- "hous" estüo acou­ 
tecendu. ( [elizmen te). 
A rivalidade "besti­ 
al" e dE,RUmana, outro­ 
ra ocorrida om fu11çio 
ela presença no seio do 
esporte bela vlsten e, rle 
elementos completamen­ 
te desprovidos de senso 
clesporllvo e da verdu­ 
deira razão da existen­ 
cia do desporto e das 
suus fiuulldudes, repell­ 
timos. follzmente estilo 
prostarlaR por terra e 
em pouco tempo serão 
totalmente exterminadas, 
tudo I to porque mnis 
uma vez o "felizmente", 
o elementos que procura 
raro germinai· a semen­ 
te do •'ódio be lia!" nu 
seio lo desporto, já nii.o 
convivem em no sa co­ 
munidade e já são "a­ 
guns pa sada ". uus 
semente plantadas com 
o intuito de Yuzer o mal, 
[oram vencidas, ou co­ 
meçam u ser vencida 
e exterminadas, pel pe 
sença de verdµ.deiros 
cte,-porli tas à frente dos 
clubes de nossa cidade. 
jó. completou seus 25 
anos d .. ntro dos meios 
espo,·livos locais, e que 
upesr de possuir em 
suas fileiras a sobra de 
um clube quu não se 
concretizou, cria agora 
1tma ·'novu mentulidude", 
que em muito cliverge 
ela orientação recebida 
no clube onde Jizeram 
"nome". Quando untes, 
atmvés da maléfica o­ 
rientuçõ.o recebida. ullc­ 
tar de umu agremiação, 
nem siquer cumprimen­ 
tavam n•Jm casual encon 
tro de r:..:u às suas con­ 
tendorus, hoje já se coo 
sideram mutuamente, 
sejam moças, sejam ra­ 
pazes. No: seus encon­ 
tros de HOJE. ja trans­ 
parece o rtispeitr mútuo 
e reciproco. Arinal, Hela 
Vista é uma cidade, e 
em que upe ar de "mui­ 
tas coisas" é uma fami­ 
lia. (e familia deve er 
unida). 
Já vimos passnr a 
nuvem negra e nefas­ 
ta dos tempos em que 
o clube que não vencia 
~10 palco do jogo, queria 
vencer o seu adversário 
com ofensas pessoais à 
dirigeutes ·e atletas, ten­ 
tundo de tal forma, Im­ 
por com seus instintos 
dia bóliros e dignos so­ 
mente dos habit:;.ntes do 
iuferno. a opinião e o 
pensamento dos meuos 
esclarecidos no assunto, 
transformando a pessoa 
do Si!U antagonii-ta em 
elemento não digno de 
respeito e de crédito às 
causas que idealizu. 
Quando lembramos 
acima. que a nova men­ 
talidade está à freute 
dos clubes locais, gosta­ 
ríamos de citar um clu­ 
be ·'tradicional'' e que 
portiv dependente ela 
orlent:1cf10 dos primeiros. 
Um novo horizonte 
surge para o desporto 
local. Até mesmo a no­ 
va e inexperiente direto 
ria du Liga Esportiva, 
poderá encontrnr o ao­ 
io necessário e indispen 
svelo desenvolvimento 
do seu trabalho, o mes­ 
mc apoio que por cam­ 
panhas nega tivas sem 
razão fomm negttdas ao fi 
nal da gestão da diretoria 
anterior. 
O trabalho deHlro 
do esporte deve ser coe 
o e u re pon abilídacle 
da ua existência deve 
ser diretamente ligada, 
além de, à entidade cri­ 
ada parn esse fim. lam­ 
bem aos clubes que a 
compõe. 
A orientação cio 
clubes ao seus atléta 
e até mesu,o se possi­ 
vel tios seus adépto e 
torcedores, deve ser de 
"amor no clube e respei 
to uo allvt!rsúrio", umpli­ 
ando-:e e se respeito 
à razão fundamental da 
nossa existência, que 
nos exorta ao respeito 
à pessoa humana. 
A mentalidade e o 
formação Que o desporto 
impõe, pelo· seus pró­ 
prios principio , não é 
aquele de se dizer - "Es 
tu c:1misa eu nüo visto .. , 
nem mesmo em defesa 
ctos in t .. reses da cida­ 
de'' - O atléta (ou a u­ 
tléta) que assim se pro­ 
nuncia, nãc:- é digno do 
respeito do SP.US adéptos 
e talvez, nem siquer dos 
seus companhei'os. pois 
é .sempre uma Honra 
incomum, ter um alléta 
o seu nome, convidado 
para re[orçar um clube 
irmilo, numa competição 
difícil. 'esse fato se 
constitui o grande orgu­ 
lho do desportista, que 
pertencendo u uma agre 
n,iaçilo concorrente, t~m 
a chanc.:e de defender 
uma outra, pelos seus 
meritos técnicos recouhe 
ciàos_ 
Esporte é coisa sé­ 
ria' é arte institulda e 
supervisionada pelo ili­ 
nistério cta Eclucação e 
Cultura e sua arganiza­ 
ção se preude à legisla­ 
cão Federal. Não pode 
portanto, ser deturpada 
por procedimentos mes 
quinhos de parte de diri 
gentes e utlétas, estes, 
quase sempre com a sua 
linha de conduta des • 
conseguindo qurbrar a inn 
cibilidade de EC. Ajax. (Com 
a vitória de 6 x 2, -obre o ti 
Te FC. o Internacional E.C. 
p--w pra a la. colocação d 
chave l juntamente com o 
E.C Ajn. 
Dia 09, +egunda feira, te 
v inicio o Campeonato Iufan 
to Juvenil Futebol de Salão. 
0 Campeão do torreio inicie 
(E.C. leal Madrid), ganhou 
tranquila@ente do Aity FC. 
pelo placar de 1 x 0. a par 
tida seguinte o Cruzeiro E .C. 
aplicou sonora goleada no Gua 
rani F.C 6xl I' nu último t'll 
conlro da noite o E.C. Botafogo 
ganhou do Flamengo F.C. pelo 
tlilutndu murrador ,J,. 5x:!. 
Principais Artilheiros, Após 
a 5.a Iodada. 
Jamais um pai po­ 
derá admitir. que uma 
rilba seja desacatada 
moralente por qual­ 
quer vagabundo de ar­ 
quibancada e isto pode­ 
ra provocar consequen­ 
cias drásticas, que muito 
embora pessoais. pode­ 
rão repercutir no àmbi­ 
to esportivo. Nisto deve 
mos pensar. Nisto devem 
pensar os dirigentes de 
clubes, em total obser­ 
vancia às normas éticas 
e desportivas. 
Que as.n;entalidades 
que ao nascer para a 
prática do esporte. foram 
mal orientada-, sobre as suas 
verdadeiras e sagradas fi­ 
nalidades, encoutrem o 
caminho da verdadeira 
luz. que lhes mostre os 
verdadeiros fins a que 
o desporto se destina. 
que acima do sentido 
~iret'> da competição, 
mtegra, Une e enobrece 
o ser humano. 
Meus respeitos aos 
bons. Até a proxima a­ 
migos. 
Antonio José internar ioal) 
Il gol-, Pautildes de M. 
vebroy I) gols, Apareid 
(Ti«e-Tae) e Crlo-. (Lo.u« 
9 gol- cada, D)anilo (Giripa 
T gol-, ey (Intururvonsh 
Jo4o Ajra. Francis«o «, 
Ma«drih e Dou±la- do [ a 
Novembro) gol- ada. Carrra 
leal Madrid) e Delamare (Gin 
poea) S tentos cada 
Colocação das Equipo, 
por pontos ganhos 
CHAVE·A" 
l.o lugar - Honsucso 6 
2.o lugar - Giripoca e X d 
iovrmbro l ponto anho«, 
3.o lugar Aquarios 0 ponto 
CIIA  E "Ir 
lo lugar Internacional e A­ 
jnx 08 pontu ~anho, cada 
2o lugar Hreal Madrid 6 
3o lugar • Tie-Tac o 
! FRONTEIRA 
"Orgão Independente a Serviço da Região" 
Ano IV - Hela Vista - MT. 22 02/76 - 
0 
19 
o 
Bela Vista em destaque no 
Rodeio Internacional 
[Por Rosita Rosa Gomes, 
Realizou-se nos dias 
21 a 25 de Janeiro o 
XI Rodeio C1 ioulo ln ter 
naciunal em Vacaria. Rio 
Grande do Sul. Rodeio 
de .lto uivei com parti 
<.:ipaçüo Nacional e Inter 
cacional. Fe ta que reu­ 
niu mui de 140.000 pes­ 
soas. Em virtude da atua 
ção do Patrão do C.T.G. 
Porteira do Rio Grande 
r. Renato Barcelos e to 
do os componente das 
rlivert-as comissõe o Ro 
deio foi um verdadeiro 
suce s:i em todos os sen 
tidos. 
Diversas pessoas de 
Belo Vi ta ti Ponta Pori:. 
lá e tiveram. Por Bela 
Vi-ta, representando iJa 
to Grosso, participaram 
dos Torneios de Laço os 
Srs. Irineu e Olimpio Car 
drnal, Afonso Loureiro 
Pinheiro, Luiz Feruando 
e Luiz Gonzaga de Ara 
újo. Ainda compondo a 
mesma Equipe, dois se­ 
nhores da Famila Cardi 
uai de Ponta Porã. No 
concurso Nacional Indii 
dual de Laço. coube ao 
Sr. Afonso Pinheiro o 
2q lugar, que juntaÍnen 
te com o chlssiiicado em 
primeiro lugar, represen 
tante de Santa Catarina 
disputaram com os Uni. 
guaios, sendo que os re 
presentantes brasileiros 
ganharam o troféu. Para 
bens Afonso e obrigado 
por projetares o me 
de Bela Vista. 
_ No concurso em E­ 
quipe de Laço Nacional, 
nela Vista classificou-se 
em 3 luga: O jovemn 
r 
nosso Enviada Especial) 
Edmauro de Araujo 
montou em b,.zerr'.>, sen 
do uplaudh.io por 70.000 
pessoas no Parque Fer­ 
radura. O r. Gonzaga 
jun.tamente com dois re­ 
presentantes d~ Bela 
Vista, montaram e gi.ne­ 
tearam os cavalos até o 
fim da pista do Parque 
Ferradura. 
Bela Vista foi alvo 
de atençõej,j, poiR were­ 
ceu, seus represeutantes tJl 
souberam honrar e roos '.I 
trar o valor do Povo 
ilntogrossense. ' 
Fazendo parte d 
Delegação de Bela Vis­ 
ta.. tambem comparece 
ram as ras. Iná Cardi­ 
nal, Edna B. Cardinal. 
iJaria Amélia Pinheiro, 
Lourdes J:.ernandes, garo 
ta Léa Cardinal, Sr. Jo­ 
sé Albery ilarcolla e 
Familia, jovens Flávio e 
Eudinho Pinheiro Sr. Os 
waldo Augusto Gomes e 
Familia e ,Srta. Elizabetb 
Araujo. 
Após o Rodeio. a 
r.omissão do mesmo, ofe 
receu à Delegação de 
Bela Vista, almoço no 
Galpão da Integraçao: 
A noite, o ,. Celso Pe
1 
xoto, no Restaurante do 
Rodeio lambem ofereceu 
um jantar à Delegayão 
de Bela Vista. 
As fctaaraD!l.!' aé­ 
reas do Rodeio. foram 
tiradas do avião do Sr­ 
Olimpio Cardinal gentil­ 
mente cedido para a 
ocasião. 
Obrigado Relavisten 
ses - obrigado Vacarl 
nos, pela., conl'raterniz~­ 
çüo que vos uniu, trans 
pondo Fronteiras. 
r 
l 
I