FUNDADOR E DIRETOR RESPONSAVL: - IVALDO PEREIRA ANO IV llcdução Oflcluu e .dmlnlslração Hela Vista, 22 de Fevereiro de Ruu Duque !le r.axlas S/N l!J7li Semanário N" 1JS A diretoria da Beni llcenclu Hospllalar de Be ln Vista tendo em vista 1Ls crlllcus folias pelo 1- lustre Alcaide Municipal sentiu-se compelida a di zer a verdnde a respelto do assunto encampuçilo. íto pretendíamos u li mentnr polêmicas porém ante as assertivas infunda das e grosseiras sentimos nos na obrigaçll.o de aos dirigir aos associados e povo de nossa comunida de pura nos defender. A verdade sobre tão tor g mentoso assunto resume­ se no seguinte: 1 - Ilegalidade e Arbi­ trariedade Na "Tribuna da Fron leira" de 15/02,íG. 1" pá gina, taxa o Gal. Dr. Pre Mto llunicipal. esla dire toria dP ilegal e urbilrá­ rla. a - Em data de 02-02-7G recebemos do Gal. Dr. Ruben Albertn ,hbot de Castro Pinto 'sócio fundador da Benificeucia Hospitalar de Bela Vi . ta" im oficio no quul re quer lhe sejam forneci das cópia autenticas dos atos da Assembléia geral, com a respectivas datas, onde conste a ho mologação da uu adml.s slo, como sócio contri­ buinte, de todos os mem bros da atual oiretoria" (textualmente) b)- a data de 03- 02-76 respondemos ao Requerente dizendo que "deixamos de remeter as cópias das atas solici tudas, por quanto de con formidade com os Esta tutos dessa Benificencia lfosµtalar n!lo compete (o grifo é nosso) à mes­ ma homologar a admis ( l D VERD so de sócios contrlbuln tes"; e) Em 4-2-76 recebe­ mos novo oficio no qual o Gal Dr. Requerente in urgindo-se contru nossa rei:posta anterior, diz que o art, 5o dos Estatutos presere v que os socios antribuite dr e ter seu nome homologulo pela Assembléia Geral. Primi ramente, o dispositivo mencio­ nado n à o o artigo 3.o e sim o art. 7, 0 É de mediano enten dimento através de uma simples leitura atenciosa que o referido dispositi vo legal diz que a joh, e a mensalidade devem ser homolugadn em A sembléia geral e não o nome dos sócios contri bulntes, ora como Iria mos remeter cópias das referidas atas se us mes mus não existem? 'e e. sa exigência fôs se estatuária nenhum só cio contribuinte estaria com sua situação legali­ zada pois núv existe ne nhumu /ssembléia. Geral que homologou qualquer admissão de sócio contribuinte . .Atentc•i,.e p/ o art. I0o, letra b que regula a admissão d e sócios dizendo que uma das condições para ad missão de sócios é "ser a proposta aceita em reunião de diretoria". d- É d e ressaltar a inda que pelo art. 131 dos Estatutos qualquer impug nação dos eleitos só po­ dera ser feitz d'.l atual Dlre­ toria. Cabe aqui um advertência ao advoga­ do siguinatário da "noti ficação judicial" pois pe lo arL 15 do OPC. é de­ feso o uso ide expres­ sões injuriosas nos es­ critos apresentados no processo. Comunicação O Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros, comunica a todas as pessoas que se encontram em atra zos com seus pagamentos para com as • Casas Pernambucanas que procurem o escritório do ri': ferido Advogado para colocar em dia os seus délJitos em atrazos, pois do contrário serã feita a Cobrança Judicial. o que acarretará em mais despesas. Bela Vista, 17 de Fevereiro de 1976 Ass. Carlos Edy Sá de lledeiros Ili - Colaboraçõo Para demonstrar que pretendemos 'somar ide ias e não dividir' ofere­ cemo ao Gal, Dr. Hu­ ben ,lbertu Abbot de Castro Pinto a nossa co laboradlo: u- Vossa Exeia. já que pura tanto está au­ torizado pP.la Cú mura. podera desapropriar (ês­ te é o térrrio jurldlco). n HoHpitul São Vlcenle de Paula buixundu para tanto o decreto desapro prlutúrio. b- Baixando o de­ eretc e feita uu publi­ cidade deverá ingressar com ação de desapro­ prlaçli o com dois cami­ nhos a escolher. 1 o - Deposita o valor venal e pedirá emissão de pose e o MM Juiz mandará fazer a a valia ção através de peritos e, posteriormente ser in­ tegralizado o valor reul ou 2o - Pede a emissão de posse e aguarda a a­ valiação para depositar o valor real e cons1.Jiaar a desapropriação. IV- Conclusão a - A Diretoria abe que não poderá se obje­ tar à dei:apropriaçãu des de que pago o justo re ço e obedecida a sistP. mática da Lei. b - 'ada temos cc.u tra a pessoa do Gal. Dr. Ruben Abbot de Castr,, Pinto que conhecemos de longa data e sabemos tratar-se de cidadão in tegro e de reputação ili bada. Apenas d!scorda mos da Lei. 649 que fere frontalmente a ordem ju ridica e não da força ex prop::iadora ao Executi vo Municipal c - Os atos da Dire toria não sãv 1,tos isola cios de seus me.nbros e, também, é conven?ente ressaltar. nossa intenção é defender o patrtmonio da Benificencia Hospita lar de Bela Vli,ta. Não queremos que o procedi meato isolado de qul quer diretor seja interpre lado coruo represália ou tenha qualquer relação com a •·eocampação". Késio Loureiro Pinheiro Pela Diretoria 25 de Fevereiro de 1976- IV ANIVERSARIO DA TRIBUNA J'.1: •. 11.1 I'.'. ln!oriã06%é ·-----·--------------- 1 !J De ordem do Se­ nhor Prefeito J!unlclpal de Carncol, !'aço :-aber que e ucha aberta nu IJlvislio l'P1turn Municipal, Hua Lfblndo Ferreiru Leite, n 21, até às 14.0 horas do dia O! de Marco de HJ7li, e serão abert;is no dia 0 de março do UJ7(i às 7:00 horas, no Gabinete do prefeito :lu nicipul, na presenç!! dos inter essdos que curnpa­ reccrnm. O 1 - A s propostas deverão ser apresenta­ das em 2 (duas) vias, sem emendas ou rasu­ ras, ruurieadas em tudu as folhas, encerradas e1 srecurtas indevassa­ veis. coutend,J o 11ome ou razão social do pro­ ponente, o número do presente Edital e ()S di­ zeres ''Prefl•itura :!uni- ' ( ~ : .. it'{ : ~· GoYernador Garcia Neto Cuiaba Depois de al'innur que te7ü t-etú um ano dHicil, no qual "ou sofreremos sérios di::::-:abores ou seremos novunente vitoriosos", o go'eruador Gurda Neto. ao presidi1· urnu 1 euuiüo com seu secre ta ria dv e membros do primeiro escalào, exor­ tou >-eus auxiliares a "aliciar e co,1vetter pa­ rentes, amigos e subor­ dinados u votarem no partido do governo e o­ ferecer ao presidente Ernesto Geisel u vitória de que ele tanto pre­ eisa". Garcia Neto ucres- C.-!nlou que o presidente du República vem so­ frendo ataques ·•por pai· te de comumstas e fa­ c:stas" e que os radicais de umbos os lados "tor­ nu_m mais longos e difí­ ceis os caminhos busca­ dos por ele pura a con­ solidação do regime de­ mocrá tico•·. Além do governador participaram do encon­ tro de ontem o presidente do Diretório Regional da Arena, Enio d~ Souza Vieira, o prefeito da Capi tal. :Ianoel Rodrigues Palma. alguns deputa­ dos e todos os secretá­ rios de Estado. Em seu pro11unciamento, Garcia namentais, Garcia Neto Neto lembrou que, dos al'irmou que !<•dos os !102 mil eleitores de :!a- participantes de seu go­ to Grosso sómente 50! verno devem chamar mil votarnm nus elei- a atenção de amigos e ÇÕts ele l!l74. send, que parente. para seus tra­ ii7,2 por ceuto dos votos bulbos. Defendeu, ainda, l'orau1 dados à A rena. a necessidude dE: SP or 18.2 por ct-nto ao :10B ganizar reuniõts nos e 24.6 por cento foram bairros e palestras em nulo on brancos. Segun pontos estratégicos da do o go'erdor este da- zcna urbana. Para Gar­ do "demonstraram a ciu 1eto, só com a vitó necPssidade de aumen- riu da ,'..rena ·•o general tar o t>leitorado, ensi- Geisel podera empreen nundo o povo u votar'. der as transformações D-pois de pedir aos inst!tuciona1s que tanto joveus que. em vez de almejam para a cunso assumir atirudes de pro- lidação do regime de testos, prestem mais a- mocrático. tenção às obras gover- Dr. Enio ·de Souza Vieira dr:d de C:tnl<'ol". :,,,j. nada. com ftl'Jll:t re,·r,. 11llecirfa na ;>rirneir,( J4 declarando o preço d4 prnpo~ta <' ur; ton,:1- / 1 ções de pagamento, se do o lance inicial o [ míuimo jeitur todus as propostas apresenta­ das, bem como o de tor nur nula a present(• concorrenciu sem que disso decorra para. (,S concorrentes qualquer direito de indeulzução ou de reclumaçflo. Í III JULGA.IE.'TO 1J, 1 1 1 ' 07 - Esta concorreu­ eia será julgada por u­ ma comissão de tres rnew br·o.,. 08 - O julgamento processar-se-a da segwa te forma: aJ abertas as p1·upvstas no dia 5 de março as 7:0U horas de­ sigrado no item 3 deste Eoital, serão excluidos aquelas que estiverem em desacordo com as exigências do Presente EdaaJ ccasideraudo-se habilitados os demais rvj ponentes; b] em segutdu o Presidente da Comis­ são designará dia e ho­ ra pará o julgame" cJus propostas oabibW· das e adjudicação da r:oncorrencia, . se ~o coo iderar que a Comrs­ sã,, em condições . de faze-lo desde Jogo. á U9 - De tudo ser lavrada ata circuostan· ciada, que se juntará ao processo. 10 - Adjudicada a concorrencia, subirá 0 processo à autoridade compelente Sr. Prefel­ to .1unicipal, par.i ser bomologacJa. E para que ninguém alegue ignorância, é 0 presente Edital afixl:ldo na Portaria da Prefeitu­ ra .lunicipal e publica do em resuino nu rro­ prensa Oficial do JOR­ NAL TRIBUNA D A FRONTErRA. Prefeitura Municipal :H·l1•, q 1w o ) -'' , BRASILIA - O no- " "J '' 'O ·t • ,.. pos~aporte l>r s1 e1- ro, conl':!l'Ciona !,1 com papel :i:icionul ,. :mµri ra, dur:.iute seu t!t?Spt1- cho no p,: llcb ti J l'lu • alto. éJll -é o +do ttu· uci1 ltll" nit· v t jplll J-l dS Presidente Ernesto Geisel Ao fazer u entrega do passaporte ver1elo ue n.º 1 :-1l> erc,:;tt!ünll'. AzereJo u·1 :-:t:,·eil'a ··X- Plicou que o ra t:> ti1:h t uma grande importc1ncia por que o Bra;;il impor­ tava p.issuportes da ln­ gi,ucna e. IJá mais rle ::!l anos, sonhu·u produ­ zir t'PUS próprios docu­ mc,nlos u.r. viagem. O uo'o modelo de passapot'le é rnenot· que o uoti", -- do tamanllo cte u:11~ c::rteira profissi 01r1l e confeccionado c·o II mn teri:ll muis fle­ xiv~l. Coa:inuurá endo impt·t'ss:> nu, cores·tra­ da:hn'ais, seg-uudo con- ' • • • ·,~ ~ 1' : ...... ..::' __ _::,.,._ .. •· l'L'!IÇI<, i11tel'il,H:io:1.,I: 'en!e, passapo:-'.•• ('O- mnm; azul p,p;,·1 p111·te de serviço, e 'P1·111e!l10, p diplo ·i.a tas. ,.,lla a !Ill'­ c lniea par t a -;ua (•xtra ,::io H'l'U J'acil1to1d:1. pois ,iú <>stú eill l·nlen:limen - to com o '.;111i~tél'l11 d 1 ,}U'lliç 1 ,''ll';, •illl' sej::,n sup:·ii111.l(1S cli'(•l'SOS c;!­ tr,1ve3 tiuroc1·:1 :i•:os 11•> rorneei:iH1:1:o tios dol'u­ mentl)s. ,lt!ill n,~,-•>. o 11a•1mrnt;,· lll''.'l<'IHié !,1· Zt'I' U!ll,l 8dt','ÜO l,l:olS r1gor,1s I ao r, ri et'i::ip·:· to de passaportes ee­ ciais. O (lt•Cltlnt'lllll 11:l c:,r azul. que anll'S st denomina±a 'a:±por­ te es;eci:l» psI 1 chamar-se "passaporte de serviço" e só ser:u foraevi lo u servidores púl.Jlkns ou basiieies e:n n:iss:õ.o no Ex1eri,1:·. O Vermelho, além d~ ser l'ornt'Cido a .e la:i:: o seu pr+pio papei. Co­ mo 11,n·i w,!,·. ,, 111·,n do eumn;ei u» preseutt u1:± p· iii a,·o ,rre a pi !i 'e •II' .1to­ !rui e ·siu tua do par!ir.· +g° imedi:a ~u-1 1al:"Li''d(_: ... ,,. P!,l re,du-ão ,_ sub,;tituiç,io mcntos ser·ú. fri'.:c ap['i vencida a i:::1i::nu p.:-D:To gaçãu. Compra de Madeira Brnta, Venda de 1:1::.rlL"ira Serrada Antonio João - illt. De cl1 ,. , 1.i!.1 r ilt 1.1 po ,~, 1i11 1 f j:<,e u !J,1:: .<:: ·1. 1,-., q.1 wd 1 :wlr '!' ljh jll'IIIPl'h'Í.&J'('11 os devam er feto.", di ,.,, t h·. ,cir,• (•pj :r)U ':lH' , 1 .1 t':I: !' lllll ,,.,. Í :o l,'ll' J l'jli'l'' <'lllil tl .. ::I f,1(·1,.1•1 d,1 u1•inn,, p(.!,lit :1. <'I'· (lll"l',l'J o (, 1"U-­ rar n neerl•, li 1 1:d111i1,:.,-­ tração em bens!c1o d : o, a e r ente de 1'.'lJ 1 >,11'1:r!o. . • .:e1,do " t,rei! ate do D3, +eI j;.1rtitlO " 'ai Hl'(,iilf ;1- nil:11· ;,110: 11,.,•: I,' :1.; :,­ til'it!·t•il"'- ,l"l,., !11illl:ill'( 'i 1 ! t· I·..; t, l ! ,, t • <~,i e 1 'J t r:• ; ;iul'li! i·tdí•...: t:oYt•!': ;1- '1 trti;aio 0 CAI,'; •'i1i·9-!jyrj0 tia0 1 ~' j • • ~ J '. • • .. .. 'i; O.,, ;: ... ,., •1•(,.,.; (ll'it'I· 1.1:... <·apaz 1 ·~ d..- c·...,lu .... :i" .±p5 ? a@mi, is';çin'. r ., ...... --;: r-;" ,. r;" :· '''t. ,,. ~, 1 1 ' 1,4 J • L -J ~-'-J.., ... ,;. ~_; ~ ...._;/ G l f 1 ex t :-; : -.- :- 'a o t:1 Fiq·ul 11.-1 l>il. :-:,•;fr } ' l c 22 7 1 • P '1) llll' 'll' ,Jc, ··• ,]< ;,':U rela ou!o, ree:e:.e iu . "C,Ju,1 ,1 .. l rnoin II -.-c::1 I..l,fl., c·:wi::~is r,.-,:=.,:,!J .no !D7!-r•,,,• l·•·:1?_ 1 a 14,5 l- i po uer Esj 1+. Pui;lil'ação qu•1 ,.p !'Jz para uh('c'll<;i'o Ü'.1 CP: :il'­ cu,!o rfo L·oprit-r'.:1dc. - 'li T ' .. j.l Antonio Remo Pe:iz:i enedi.o Crga. de ela Gue ex!raiou seus ílocun:en'.'l. do Funn.:: .. !l Cart,-;,·a de J.jp;i!i!'ic:1ç-iin e <> (',1:-r:ê: do mes de r:o ;;emtJ:·n r:e 1375 Pablic:1ç-üo fjt:l! SP foz . a ra obtcü<.'~º ja :.''- via. I ---------------------- ------------------,11--- J dl (a ~mara e Noticia P,,!Íl:J 111 »tiro""""" "SUE "" " '''' TELE:Ã@.. Emno. Sr. Presidente da Câmara Municipal de D - jardim - MT. Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Jardim - MT. Nos lermos ele nos­ so llequerlmonto lnlerIw e sempre voltado pura os interesses maior do povo, Requeiro u Mesv, pós ouvido o Plenário, seja encaminhado eXP"­ diente a lireção da 'l' Morena solicitando um e:sturlo de vlubilidade, J)lll'll que a cdacle ele Jardim passa cupllar a a imagem d 'TV MORE NA, por intermédio du l'i!la,le cl e Honitlu ou outros m1elos de sana! este pl'Oblemu. Nestes 'Termos l'. E. DcYerimento Jardim, 0! de Feve- reiro de 1!)7li Ernatudo Martins Barbos Vere111lor da .rena. o 02 / 76 nistrnçio; recentemente procurei informar-me lntPreseei pelo problema e foi com supresu que constatei que o úuico prol>lema existente atu­ ulmente é um divida da Prt>fciurn ri o ,•izinho Municipio d e Nioaque, na quantia lle CrS5.50U.ll0 para com u elireç[10 da TV Morena, cujo débito objetivou o desligamen­ to das untenus de r>­ transmissi'10 dn cidade de Aquidauan para Ni­ ouqe e consequentemen te o isolamento de Jar­ dim. lre Prefeilo de Niouque, ds dificuldades em se conseguir elementCls p 1 trabulhur neste serviço por quA a tone fica multo rlistnute da cida­ de, no local não existe conctlçêes de moradia, por estar a mesma ins­ talada em cima de um mono e úS vencimentos que u Prefeitura tem condições de pagar não süo comoensadore . o 04-76 Senhores Vereado­ res, ai estão uma série de condições negativas e inRanúvd nela Pre­ feitura de Nióaque, cir­ cunstâncius estas que nos deixarn marginaliza­ dos da recepçiio dP, ima gem da 'TV Morena. Ni10 Fica son ente ai Sr" Vereadores, na ciclade de, Niouque a Torre de recepção e relrnnsmissii.o é ainda em sistema valvular, sendo alimentada por um deficitário motor di­ esel que fornece Pncrgia elétnca para 11 seu fun­ cionamento, o qual fre­ quentemente dá proble­ mas. isto quando não funde; u T" ~lorenu não dú a assisteucia devida e u Prefeitura de Nioa­ que núo tem condiçõt-1s tle dur melhor assistên­ ein. tais são os ancargo para e se rim, e mesmo porque, iú vem areando comn várias despe a , quer seja: Funcionário; combustível, transporte e assistPncio. técnica elo motor, pata um fun­ cionamento regular. Ex­ plicou-me ainda, o ilus• ' l ! Justificativa Indagar, estudar sa­ ber: purtes essenciais da vida. Hoje mais do que ontem. 1mtrnlu' mais do que lwie. O conheci nento humano progride a um ritimo veriginoso em todos s setores. E um llos ,•eículos •le co­ munil-açilo de maior di­ ru:11içüo e contribuição p:ra elevaçi10 cultural e eonht:t•irnentos de um. po vo é a TV. E assim jus­ tmeando a minllu prupo siçiio 11obres Vereadore.; quero salientar os mali­ vos que eSllllS cous­ taiitemente sem reeepçüo de imagens e som da TV; quando todo o po­ "º r:ulpa a nossa ,dmi- Por '! tal> rnzões a­ cima citadas e pensando em melhor servir a no - sa Comunidade, faço o presente requerimento p,1 o estudo de viabiliclt1 de p/ recebermG ima­ gens por intermt-dio da cidude de 6onilo, por­ que e, si. tema da turre de Bonito é semelhante aú nosso, ou seja, siste­ ma transistorizado, ali­ mentando por energia elétrica ou baterias. ala das sessões, 0-1 de fev. de 197G Ernando 'ilarlins Barbosa Vereador do. Arena. - 1 Dl(A(AO , 1os termos regimen tais, após ouvido o Pie nário t' com u devida vênia cio Vereador Zau ri Bartolii:O da Cruz. pa ra reforcar sua proposi ção feita em Legislatura passada. Indico ao Exmo Sr. Prefeito, a uecessida de preemeute e urgente em fazer o pontilhão vu boeiros na llua Ten. Arv Rodrigues, dando acesso ú 'ila Angélica. Tendo t"ffi vista de que aquela via de acesso, vem pre­ judicando a longo tempo o desenvolvimento da V:la Angélica no seu Se tor 1orte. Nt•rdPste, além de ocasionar sérias difil culdades para os traba lhadore!' t alunos chega rem até os seus redutos de trabalho e estudos, quando em fpocu de chu vus que se torna intrau sitivel. JUSTli'ICATIVA enhor Presidente. enhores Vereadore!!, tenho conheclmeuto que a presente in-n- Bela Vi-ta Mato Gro--o "As opiniões emitidas nos artigos assinados nlo repre-en tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária­ a este. A opiniào n. l'Pl. Chefe ,la CE.R.-3 4. Prefeitos dos Muni­ dpios vizinhng ~>- Uem:lis autoi-itl,Hlcs presentes. Menus senhores, mi­ has senhoras. Hoje o povo da nos sa histórica Jurdim. sen tt'-Se honrado em tel' ,·nmo húspe,lt•s ti10 ilus­ t,· s figul'as da viria pü­ b'ica e atlmi11istrativa do Governo Matogros­ seuse, que aqui estão, p.1r:1 as i,;olenidudes de in;:U:?Ul'IIÇ:in ,la Unida­ ,le Sanitú:-ia Dr. Geue­ roso Alves Correu Fi­ lhn. O aconl<>cim<>oto que aqui nos reú•ie. tem sem d:vida. um elevada E:-ncndo Martins Barbosa çlo, é a presençu mar­ cante da simpática pes­ i-:ou e.lo Dr. ,nl<•nir> ,·­ 'l'fl Uuart<1. Secn•táric, de Suúde do Etado. 11Pnla solenicladL'. trazen cio-nos o ineentivo <· o :1 poio do Governo Esta­ du:1i; reequipa11Jo mP­ deramente nossa ll:•iclnde ~a11itúria con tratando um farmaceuti­ co-bi.:H,uimic•> parn es ta llniclnlle, rirn111nclo iavés ta Secretaria um cuu,·e1110 com u (Instituto lal'io!Jal de ,lime?1taçi'to e ;'1:utrição) para o fllrnel'imento ele: leite. fuh:1, açucn r. fei· jiio. flocos de cereais e ainda. complexo vitami nico e ferruginoso, com alenclin•cnto inicial de 2) gestantes, 2) nutrizes e tlU c1'i.t1:ças ele O a 4 anos. com distrilrnição nos primeiro<; 4 meses do convcnio dt> :2.G tone ladas destes p:·odutos, e posteriormente dobrada, e assim sucessiva e pro gressivamente. E nüo . éimente, a clus;;e bem menos ruvo recida que está receben do os beneficios assis tenciai cto GoYerno. os fun~iouúrios estaduais. também estão r<>cebeu do através do IPE:O.!AT. assistência médica, hos pilalur e odontológica. cuja representação te mos aqui E:ID Jardim. C(lnseguicla graçus aos esYorçes do Sr. Eraldo da Si!Ya, inclu;;iYe com estágio de [uncionirio no IPE:-.IAT. por inter médio ela Pref Pitura ;iu 11icipal; os ruralistas ;;fio ,1ssislidos 'pelo FUN FURAL; aqueles contra tn elos pela Consolidação das Leis do Tra bulho são assistld9s pelo IN PS. tstes dois ultimas órgãos assistenciais do Governo Federhl, ,lar dim também tem o pri viléglo em ser sede re giooa, portanto. ai es tão os amparos cios Go vernos: Federal e Esta dual. significação para a Yi· da social de nosso :lu­ niciuio. é do, mais ex­ prossivos ta luta em qul' estamos empenha­ ctns. para proporcionar­ mos melhor asi>istencia u.quela camaci:1 :-01:iul mPnos favorecida pela sorte. de um ateodime11- to assistencial mais hu­ mo e mais digno. Den tre os multiplos pr<•ble­ mas que desafiam a vi­ sà1• e a energb cios ho­ mens públicos brasi!ei­ ros tlvez, nenhum ofe­ reça a gravidade de pro blema representado pe­ los desnin,is sociais de nossas comnnidadt"s: em no:-sos dias felizmeute, us govero,1s tem procu­ ruclo soluções, tem con­ tribuido com os gover- . nantes municipais, para dotarem suas comunida­ des de maior e melho­ res condições P meios ,te assit::tír as popuaçõei; mais pobres, a prova ca­ bal destu nossa afirma- pa11has polí'.icaf', i;otTÍ hoje satisfeito, porque ucal>a ..!~ pagar uma cll vicJ..1 que havia contraí­ elo com o povo princi­ p,tlmente com aqueles pobrezinhos carentes de rceur,-ol', que hoje com u graça de Deus, tem cone.lições de VC'r seus filhos t-:nb um cuidado médieo, oferecido gratui tamPnte pelo GoYerno; ver seus t'i!l;os sendo imunizaclos c-ontra us moléstias infecto-cor{a­ giosus, como seja. sa­ rampo. tulH.-rculose, va­ riol:, meningite, etc.. re­ centemcuP. mais de f, mil pessoni:: rornm vuci­ naelas por esta U uidade Sanitária. Senhor St!Cretárin. Dr. Antcnio Alves Duarte. o povo ele .J ar­ dim a ,dministração Muuicipal. as autorida­ des. constituídas, fican.i proruudarnenta agradeci­ elas u V. Excia .. ao Go­ vernadc,r Garcia Neto. elos beneficios recebi- dos. e colocamos tias mãos ele V. Excia., a Unidade Snoi!ária de Jardim. Queremos apro­ veitar esta oportunidade Sr. Se'!retário para rl'i­ vinr.icarmos a contrata­ ,ão de mais um médico para a nossa Unidade ~anilúria. porque ómi>n te um médico nii.o está tendo condições em atender o grande núme­ ro dr:: familias desprovi­ das de recursos, que procuram diáriament., a Unidade Sanitária; rei­ vindicamos igualmente, ao Vosso generoso cora çãc,, o Vosso sensivd espírito Hum a nitãrio. a concessüo de um aumen to já para este convê­ nio com o !NA'., de 120 para 24 pessoas a se­ rem benefic-ia'1as inicial­ mente com esse atendi­ mento; e, finalmente rei vindicamos a V. :Excia., a neces,:idade que a nossa Unidade tem. que Jardim tem. de uma O Exmo. Sr. Prefei­ to Municipal, realiza as­ s!m um rios seus objeti­ vos publicádos em cam- ambulância ;;ara melhor atendimento sistencial de nossa munida ao , nos1<0 '.1unicípio, e O 1 auxilias ora recebidos pela Comunidade Jardi­ nense através daquela Secretaria. muito obriga rj do Sr. Hamilton Dutra. Finalivrndo as nos sas palavras. esta,; do Sr. Prefeito '.llunicipal e da Câmara de Vereado res, queremos agradeceI • s .r a presença do Exmo. Secreté.rio de aúde do Estado, dos ilustres de putados estaduais. do exmo. Ten-Cel. Chefe da C. E. R. -3, aos senbo res mu.ndatários dos mu nicipios vizinhos. ao Jr~ verendissimo Padre ? sé Ferrero, e as demal.S autoridades aqui prese tes e a população de J:1rdim odo abrilbaota­ rnento • ciesta soienidtL­ de. Nosso muito obrigado­ Emando ;uartins Barb(lSa Vereador da ARENA .. [ 1 T 1 Eh ita 22/02/7 nosso Tempo GITO E CDCHO Altevir Solteirão, morava nu ma sala Isolada, no ter­ ceiro u ndar de um edifi cio modesto, mas bem no centro da ciclacle. Es te edlficio ficava locali zado entre outros de maior porte, 'alguns deles lJem luxuosos. 'J lhou ligeirnmente para o "bichano" e tossiu por duas vezeR. iluls pare ceudo um ralo, o "bicha no" desceu pelo cano es conegaudo. passou pehl cuixa-d'água, alcunço11 o muro, pulou no chão do beco e partiu correndo para a porta cio ecl!fí<.'io baena, tendo antes, fei to uma curva na esquina dessas curvas que a gen te costuma chmar ele "em dois pneus". Tomou o devudor c subiu ... Tudo solleirão sofre de Insônia e dos nervos Quando é otimista, coita do, sofrendo de uma in­ sônia crônica, diz aos a mlgos que é madrugador. Por isso mesmo, muma eles sas noites de vígilia for çada, estava 1lesbruçado nu janela de seu qunr linho de terceiro pa vi monto e, enquanto curtia uma fossu pesada, com as luzes de sua morada apagadas, observava um beco deserto, silencioso e cheio de escuridão, que lhe ficava eru fret,te. Era meia noite. Nist'.'. ll'>tou o vulto de um sujeito que entrou no bevo, ce lere e tnmbém silencio so como a rolha que cai de uma árvore. Vinha a pressado, pé ante µé. for luito olhando nervosa mente para todos os la dos, assim como umn la drão. No meio da uu dra, parou. Pescru tou em derredor. Como não houvesse mis nin guém ali no beco além dele, subiu num muro. Do muro • passou pura uma caixa-d'agun. Agar rOu-se a um cano rente à parede de um edifi cio bacana e foi subin do pelo dito cujo cano, semelhante a um rato. Na altura do segundo andar, ou, para ser mais Precii-:o uiuda, entre o se gur.rlo andar, e o Ler ceiro andar, imobilizou­ se (A esta altura o sol­ teirão já ests.va com as antenas ligadas). Aí o sujeito fez ··miau ... miau .. miau". Era um miado triste. destes de cortar Na noite seguinte o sniteirão assistiu. exala mente à mesma hora. a mesmu cena. Quando te ve tempo, invoeado e curioso, inveslígou com o porteiro do prédio, quando ficou sabendo que a dona do aparta meato (n que tossia duas vezes). era uma loira fo ra de série. casada com um velhote completamen te iufeliz, isto é: baixi nho barrigudo, careca e com um mau hálito que Deus me livre. Para completar o panorama. o velhote só ,-hia via jundo, já que eru inspe tor de unia importante organização comercial. Não tinham filhos. 1 o coração. Aparece na janela do terceiro andar uma mulher. Esta meteu a cabeça na janela. o- Fez seu punejamen to sózinho. Pensou em todos os detalhes do gol pe e partiu para u ução Estava resolvido a tirar também sua "casquinha Numa noite muito escu ra, faltando quinze para as dcze, desceu de seu quartinho e penetrou no beco solitário e escuro. Subiu no muro, do muro para a caixa d'água, des ta para o cano e foi su­ bindo. à duras penas. Já estava bastante can:;ado quando alcançou a altu ra prevista. A m1ou. ··Miau... miau ... miau" (um miado triste de cortar coração] A dona chegou à janela, entreabriu a corlina ... e tossm duas ve zes. ilais qu"' depressa desceu fazendo o mesmo percurso, saltou no cbao contornou :i. qua,ka, to mou O elevador e, n 9 30-L. saltou e foi direto ao bo tilozinho da cigarra. A Alencar porta do upurlameuto IH' entrebru e ele projetou­ se dP chapa .Jentro do aposento. A lolrnnu boa zuda deu o maior pulo lia paróquia: Meu senhor, que é Isto? Como o senhor, se atreve a entrar numa re sidencla a esta hora da noite? Quem é o senhor? Eu vou telefonar para a polícia ... Deixa de onda, pira nha! Eu estou sabendo de ludo. Já venho por dentro desta lrnnsn há tempo. Já deletivei. Se vorê niío se abrir pnra mim gora mesmo eu vou coutar ludo no seu marido quando ele che ga,· aqui. "sua" arlúllern! Eu quero é o meu!. .. Está lá deitadão na cama macia, rolgado que ó sapato de viúva, com a mulherona de la­ do (naquela base). quan do ouviu, bem junto ã janela do quarto... ·•mi­ au ... miau ... " (era um miado mais triste ainda. Chegava a retalhar o corP.ção da gente). • O solteirão levan- tou-se d» um salto. Foi bem de fininho ate a ja nelu. De chofre, abriu a cortina, meteu a cabeça e llSCOU: RRRUUUUMMMM... AU, ÁU, ÁUII! O "gatinho" tomou o susto mais lascado deste mundo. fez: ''pfsss" e desceu curo a rapidez de um relâmrngo. rrro passo nem pelo muro. Du caixa-d'ãgna • mesn,o jogou-se no chão. desa­ parecendo em desabala­ da carreira. por entre as sombras da noite cal ma ... Minis-fério do Exérci.lo II Exército 9.o Região Militar 4.a Divisão de Cavalaria J O.o Regimento do Cavalaria "Regimento Antonio João .. EDITAL " O1/76 ISC TOMADA DE P!ECOS » A Comissão de licitação do 1w° Regimento de Cavalaria, de acordo com o derreto lei 2O0 de 2» de Fevereiro de 197, resolve através deste edital, aceitar propóstas para aquisição de Carne de 1 qualidade, compreendo em quarto traseiros e dia teiros em partes iguais ou maior de truzeiros e no máximo uma costela, não contendo mais que 20%, de osso no peso bruto, para forneci.ento du tropa. no período de 1 de Abril a 3o de Junho de 1976. Média mensal de fornecimento; 6.0O0 (eis mil kg) Lotai de entrega das propostas: Fiscalização Admi nistrativa Dta da entrega: 27 de Fevereiro 1976 Hora: 10:00 horas Receberá as propostas: Fiscal Administrativo Critério d1: julgamento: O de menor preço Local de informações: Fisc Adm ou Sv Aprov. Condições de Apresentação: Estar cada..,;trado Assinatura de contrato: 27 de Fev 76. Quartel em Bela Vista, Mt- I2 de Fev. 1976 ,José Alves de Oliveira-Maj Cav Presidente Celso Grassi - Cap 'et .lembro Joacyr Marques Moreira - 1" Ten Vet .lembro CRMWN CM±SS # e4FIS MM Z8 O 10º Regimento de Cavalaria, torna pú­ blico, p/ conhecimento dos interessados, que no !lia 16 de Fevereiro do corrente ano, emiti­ rá convites. p/ forneci­ mento de Pão (média mensal) 5.500 kgs e Ga- lT!IDi A herto dia e noite Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: J ,anchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Guia Lopes da Laguna t. linha de 19 de Abril á 30 de junho do corrente ano. Os interessados po derüo obter informações na Fiscalização Admi­ nistrativa ou no Serviço de Aprovisionamento rlo 10u Regimento de Cava­ laria. Quartel em Bela Vis ta, Mt-12 de Fevereiro de 1976 José Alves de Oliveira MAJ CAV Presidente Celso Grassi - CAP 'ET iIemh:·o ,loacyt· llarques }.foreira 1 TEN VET ..lembro Leis e De< Definitivos de Domínio Gtil pela Camara Municipal. b) Apresentem, anexo no procctl:-o tle re e "d evere1ro de res4veis iara o serviço á ,".,,"dos I- Para maiores esclarPcimentos o . d?s. deveril.o procurar O Chefe da S s. _mteress~­ uéria Regimental do 'Oº R . eção Veteri­ lurla. egimento de Cava- Quartel em Bela Vista lIt, 09 d F • e ev. de 1.976. José Alves de Oliveira _ Ma· Presidente da Com'· _ J. 1ssao 1576 ai Plano Informações .:,_ _ RCONTEC - CORRUPÇAO, • - LHEIRA, EXTORAO ROUBA- São os males que desmoralizam o lndtvl duo, funclor:ário ou não, parlamentar ou udminls trador público. Qualquer forma de corrupção deve ser com bulida lnteusnmente CL' mo requere,n os princi pios revolucionários de 1064. Denuncl,uemos publi camente <'ncuminlmrt:1 mos ús uut iridades com peteates, pum o devido processo criminal. o ca g os de COl'l'UJ)ÇÜO que chegarem ao nos o co nhecimento. Purn isr,o pe dimqs n colabornçüo dos homens briosos e I es ponsú veis que considera rem certa a nossa utitu de, tmzenúo ao nosso conhecimento os ratos de crime por coI 1 rupçi1Cl. Ainda agora ncaba ele chegar às IIOSSUS mão o "Correio elo Es tudo" cio Campo Urnnde, em cujo texto traz u no ticia d 0 oladora do furto praticado por um ervi dor da ec. de Educação e Cultura que já hn via desviado combustivel do Estado no va lor de 35.000 cruzeiros Isto deve estar ncon tecendo em outros selo res, !nclusi ,·e Prefeituras l!unicipais, nas quais tambem existem os ami ges do alheio, o que cau a muita tristeza. Foi nomeada uma co missão de sindicancia, de ordem cio r. Gover nador José Garcia eto • para apurar os ratos em todas as Reparliçõés do Estado, que certamente :ilcanca a roubalheira a muitos milhões, pois exis tem muitos modos rle se desvirem os di'lheiros pú blicos. Vamos colaborar com as aulol'idades go vernamentaif' para que haja um csluncamento imediato desse crime con tr o cofre do Estado e meter na cadela os ludiv duos desprezivels, os la drões, os escroques que l,,tam uR repurticõe-s ru blicus, que tencln car·go uclmini trativo, ou vincu lado a este, nãu cum prem a Iel, malburatun do os ben: público , co nwtendo crimes de toda espécie. A corrupção abrange um campo imeuso de ati viducle criminosas, de de o peculato, até a fui sidacle que o funcionário emprega no atuar contra o interesse público, no cargo qus), ou en tiío a advogaciu adminis trutiva, quando o indlvi duo visando vantagem economica, prntica a es croqueria exigindo paga mento para encaminhar qualquer documento pri vado, que lhe seja afeto c1imes tilo claros estipu lados no Código Pena.!, em seus urts. 312, L55 e 158. Estejumos vigilantes e tenhamos a. coragem necessórla para denun ciar os corruptos que pe rambulam pelas reparti ções públicas. ou fora delas. Jota Jota A - SE5SA0 D0 D A POPGSIçOES MESI "Oficie-sé ao Exmo. Sr. Guveraudflr do Esta­ do de Mato Grosso, O­ licitando as necessárias provlrlencias de ser ts­ tudada a possibilidade da lmpln.ntação no Mnni cíplo de Bela Vista, rfe uma ngêncl!!. do Remut''. o&-»G Ofício com o mesmo teor, ao Exmo. Sr. Dr. Enio Vieira. presidente do Banco acima citado. ===:J!fut== REGEREMAENTO O vereador Dr. Fiori Murano, apresentou re­ querimento. solicitando ao r. Prefeito, informar se a vinda do Dr. Djuf­ mu Biunchi, engenheiro do Dermt., se destinou a dar solução no proble ma elas estradu3 vicinais levando-se em considera ção a saira que Se apr­ ximu. o Dilon 09-02 PREÇO DESTE EXEMPLftR 2,00 •X•><; ,.inda do mesmo ve reador, requerimento ao Sr. Prefeito. solicitando lnrormuções a respeito do caminhão para o o transporte de carne. pergutando quais as con di<-ões do referido veicu lo. :mr Caixa Econômica vereador Afonso 'unes Leite, teceu comentários a re peito da instalação da Carxa Económica Federal, ·vm !leia Vísl,1, lalanrlo tam­ bém dos benefieios que esta casa de Crédito tra ria ao setor urano da cidade. Dr Pedro José Palmleri Presidente Osvaldo Turini 1" Secretario Prefeitura Municipal de Bela Vista A Preft>itura :'lluuici­ cipal de Bela Vista, avi­ sa uos Srs. contribuintes que o prazo p pagamen to de alvará rJP localiza ção e imposto sobre ser viços, i-erá até o dia :.31 de Março de 197ü. PrdtiL1ra :lunicipal de Bela Vista. 1G de Fe- vereil'O de l97li "A Luz para os Corações" e te sentires infeliz Eu sou a luz e tu não me vês Eu sou o Caminho e tu não me segues Eu sou a verdade e tu nilo crês em mim Eu sou a Vida e tu nilo me procuras Eu sou o Me:tre e tu não me segues Eu sou o ·enbor e tu não me obe:leces Eu sou o tu Deus e tu nilo recorres a mim Eu sou o teu granc!e Amigo e tu não me amns se te sentires infeliz a culpa não é minha ... (Uma das orações lidas por Moraes Sarmento, ao micro(une da, Rádio Tapi. à~ 18,00} Dr. Ruben de Castro Pinto Prereito :'llunicip:.il de Bela Vista Clube do Laço Bela Vista - Mt EMBLÉIA GERALORDIS ÁRIA CONVOCAÇÃO O patrão do Clube do Laço atendeudo o que determina o Artigo 31" do Estatuto do Clube convoca os Srs. ssociu­ dos pura uma Assembéia Geral Orrtinária. a reuli­ z±r-se à 08:00 horas do dia 07 de março do cor­ rente ano. na ·ede da Invernda Campeira, a fim de eleger a nova Diutoria pura o perio,lo de marco de 76 a marco de 1977. Bela Vista Mt, I6 de Fevereiro 1076. Wolke Fernandes Mou­ teiro Patrão ERA;ã "Prociutor do Calcáreo Bodoquena" i111 2:!l(W71, Gerais LOCAÇÃO A lei l.8G1, ela 29 de lo à construção civil, au novembro do ltJCT.í, que torlza o locaelt)r, quando criou medidas de ostimu findo o contrato ele loca Arrecadação Caiu usa espécie a no­ ticia transmitida por jor uai de Campo Grande ao quu, o Sr. Diretor dos Tributos da S. clu Fnzen da Informou, elunelo da ccntu de prejulw ria monta de 100.000,00 ao Estado, só no Exercício clr 1975, devido sonega çdo produzida por "no tns frias" de conh ibu iates inescrupulosos. Se as condições eco nomicas mclhornru.m a olhos visto: desde 1974 com us safru • crescentes de produto" agdcolus, o resultado foi contra pro dnr.ente. A m:i arrecada çiio que acontece nio é só por culpa dos sonega dores; tumb(•m aos re vonsúveis por ela cabe certa implicancia cümo a cobrança do LC.M. a­ baixo da paula adotada, riscnlizuçlio deficient .. , fa cllldade nas transferen elas que ncnrretnrn um Inócuo re ·ullado. sem u devida fi culizaçüo linal ela opernçào. Cnso típico. ucorreu em 3ela 'istu. municipio que eRtli ar.elerundo a produtividade ngro-pe­ euaria, e no entanto, de ele Hl73 caiu u produção do 1CM. qae não justili cu nn hora presente, em que os produtores da .u p1:r-su!ra estüo ai a d de 3 meses e. para a de ocupação do imóvel, e, cuso não seja atendido dentro deste prazo, poderá rrquerer o desejo. Convém salien tr, que esta lei só atin ge as locações dos imó­ veis ujo "bublte-se·, l novinhas em folha rou- bodus alhures. Dizem . . . d i z e m que 1, última aqui trazi­ rla. esteve na garagem ele importante personu- lidarle local . Consta que n gang que (oi presa há dins pussacl<,s. tem um '·COR HESPONIJENTE" aqui, to e uúo é u primeira vez que . tnmsita por Bela '!sta em suas 13rasilins rando o caso cem interesse. isso Vamos Candinho, num estado de visível exitação nervo+a, quase bateu no jornalista, che rando diveras vezes a lhe apontar uo rosto o dedo em ris tre, principalmente quando ele tenha sido concedido apó sua publicuçiio, rJú seju., posterior a :W-11-65 Assim, se o imóvel alu gado a você tem "habi te-se" l'Ulerlor à meneio nada lei. o ocaclor só teró. exilo no de pejo ca so ocorra uma das e guintes situações: 1l se o inquilino infrin gir obrig1tções legais ou cometer infruçiio grave de obrigaçilo contratual 2) se o locador pedir o prédio pam residência de ascendente ou desceu dente que niio dispuser, nem o seu conjuge. de residenciul próprio; 3) e o locador pedir o prédio para u o próprio, r,rovan do sua necessidade; 4 se o loeu.dor pedir o prédio para demolição e edi!ica ção ou reforma que dê­ em ao me ·mo maior cu pacidacle de utilização, exigindo-se um miníno de 0 0/0 a mais na á­ reu construida; 5) se o locador pedir o prédio para reparações inadiá veis determinadas p1:-las autoridades públicas e que não possam ser exe cutadas com o inquilino no imóvel. A policia está apu­ mui- acabar com ,Jota Jota O pre idenle do MDB Ulisses Guimarüei:;, virá a RooJouópolis em março, em data a ser fixada, como parte da visita que furá às principais cidades malogros enses a fim de estabelecer a forma pela qual o Par tido vai se conduzir na cnmpanba eleitoral pa­ ra o próximo pleito elei torai - anunciou fonte local do parrido oposi­ cionit:ta, acrescentando que o deputado Ulisses Guimarãe deverá vir acompanhado do sena­ dor Franco ;íootoro e dos c!P.putudos Lisâneas Maciel Tale Ramalbo. A idéia da vinda PREÇO DESTE EXEMPUlR 2,00 lhe di-e que. "aqui uma rasa de corrupção e "voe traiu o povo, Candinho, por -o vetou contra a tua alta nitração. Cunha foi• 1a,udo prlu Prefeito de "jornaleiro" ao que lhe replicou que "as+im mesmo fui teu as+or de lmprrnsa. l'ar.-ce 'I"" ', Ex­ cia. entretanto, é bronco de cultura uo confundir jurualri ru com jornalista". Fíaalmenr.-. Cunha rece­ beu só ameaças, O pagamento ,le ,t•u cr.-ili10 ficou parn rir receber e arrumar um con tribuinte qure queira pagar e us impostos. )ue desmorali­ ção! (Correio do Lete) MINISTRO · DA JUSTICA > NECiA NOVOS PARTIDOS Brasilia (ANDA) - O ministro da Justiça, Ar mando Falcão, negou on tem em Brasília qu& ti POSTO são CRISTOVâO de Theobaldo ,moral Lavagem - Lubrificação - 'Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre sn Bela lista Mato Grosso CASA BIUL de Leontina dn Prado Ferrei.ra Produtos alim enticios em gera l bebidas, ec os e m olhados latarias em geral Rua 13 de junho Jardim 380 Mato Grosso rio lideres emedebistas a Mato Grosso partiu da iniciativa de elemen­ to <10 ~IDB local e es­ tá agora sendo patroci· nada pelo Diretório Re­ gional do partido, que vê no fato um fator de robu tecimento da opo- ição em Mato Grosso. eguodo a mes:oa fonte, a caravana eroedebisú.L percorrerá as ciriades de Corumbá Dourados. Campo Grande e Cuiab4 J O roteiro será deterl nado a partir da conlir­ maçil.o da E,xecutiva Na clonai do MDB. pelo Diretório Regional. (O Est. de .lato· Grosso) vesse feito qualquer de claração quando de sua visita a Belo Horizonte. admitindo a criação de novos partidos polilit: 05 Assegurou ele que o go verno não cogita de ne­ nhuma rerorrna porque considera que a exper encia do bipartidaris ainda está no começo. (Dié.rio da Serra) r 1 l r Edmllson Brum Esco lmr, brasileiro, casado, Vereador, residente nes lu cidade; Vem mui respeltosnm«:nle a presença de V. Excia .. na forma regimental que após ouvido o plenário seja encaminhado é.'xpe dlenle no Exmº. Sr. Dr. Carlos Alberto Capiberi be 'ahfonha, Diretor Gll rui do DERilAT. a possi bllldade de ser estudada a viabilidade da criaçllt> do urna Residllacia do DERMAT em nossa cida de ou mesmo em caráter de emergência uma Sub 'VJ 'l~ ReRidência, tendo em vis ta a jusli!lculivu abaixo descrita: o; il I«ela Vim 22/02/70 Jardim: Câmara e Noticia AA CftMftRI M EXMO. SR. PRESIDE TE , DA CAMARA MUNICIPAL JUSTIHCllllVll zendo também estará a Direção do DEEMA'T be noflciando os 11:!lliclplos rle Guia Lopes du Lagu na, Nioaque, lionito, Belu Vista, Porto ilurtlnho !l até mesmo u região de ilamcnjú, lendo em vista de Jardim estar sediado no meio las referidas cl dades, l'ncilllando em grande parte também uo DERMA'T no pronto aten dimento do ano agrícola de, udoeste ilatogros sense, porque todas as cidade mencionadas es­ tão en: franco de envol­ vimento Agrí00Ja; Nota­ se be1u que Jardim atual mente perlenct:1 a eoaser va de Estrada a resi dência do Dermut ele Ponta Porü, bem como Guia Lopes ela Laguna e Sela e já a cidade de Bela VI la e já I! cidade de Ronito a residência de iliranda. cliflcultando as im o atendimento em casos de urgência por par te cio DERi!AT; e Jurdim edlaudo uma éde do Dermat ou melhor uma residência, terá o referi­ do órgiio, conoições de atender em qualquer tem po qualquer cidade do Sudoeste que venha soli citar o empenho deseja do e certo que u medida ora u 1 i e i t a d a pa- ra V. Ex eia., seri um motivo de um estudo minucioso e certo --le contar com a sua colaboração e justiça pa ra com os Agricultore do no so Municipio e Mu nicipios vizinhos que im plantarem a Agricultura no udoeste Mutogros sense pede e espera defe rimento. Jar,tim, 10 dt, Feverei ro de 197G endo Jardim. uma cidade prevllegiaela pela situação Geográfica seu do por isso uma cidncle de entroncamento e estun do o nosso Município e demais regiõe em fran co desenvolvimento Agri cola com muitas mil hec tares de lavoura ele ar ~ roz, soja e outros prodn tos agrícolas; e nós que aqui vivemo e lnbutu mos o dia a dia, já pode mo imaginar o traba lho árduo e sacrificado tios mencionado Agricul tores em dar ei:coamen to aos seus produtos das centenas de lavouras existentes em nosso Mu nicipio devido a má si luação elas Estradas Se eundrias devido as grande chuvas que cai­ ram na regiilP e o tráfi­ co Intensivo; E de forma alguma a nossa Prcfeilu ra tem cundlções de a­ tender uos referidos Agri culte>res porque nilo pos sui verbas e mesmo o ' maquinário adequado, nu da mais justo de ser cria do o órgão acima especi ficado, porque assim fa Edmi!son Brum Escobar Vereador IP Dispõe sobre a do­ ação de uma rea de 'Terreno c0:2 1000 m2, à sociedade São Vicente de Paula. Faço saber que o. Câ­ mara. municipal ck Jar­ dim decreta: Art. 1- 0 - Fica o Che fe do Executivo Munici­ pal de Jardim, autori:m­ do u doar uma área de terreno urbano, do Patri mônio Público ilunlcipal, com a área de 1000 m:2 (mil metro quadrados), pal'U a , ocledaele São Vicente de Paula. Art. 2 - A área doa­ da ao art. 1 desta Lei, destinar-se-a con.;truçõt>s de uma Casa Assisten­ cial, a ser mantida pe­ lh referi fa. ·ociedude. Art. 3° -- Entrará em vigor na dnla de sua publicação. revogadas as disposições em contrário. Sala ela ,essões da Caruara. 11 de fevereiro ele 1976. Ernando Martin. Barbosa Vereador da Arena Exposição Justifirnti­ va Públic.i. a­ través do Decreto Esta­ dual n" 36696 de 7 7,61. Em Mato Grosso, 0 Con selho Central. localiza-se nu cidade ele Campo Grande. à Rua ,brão ,lulio Ruhe. JO.HJ. Em ,Jar tlim, funciona bú 3 anos. possui 32 componentes, tem uma Diretoria local composta dos seguintes membr0 • Presidente - João E:.lson Bearnri. Vic+-Presidente - Paulo Mota , ecretário - Damiano Fer nandes TesGureiro - Mauro Edu ardo Bearari. É uma ,.'ociedamen te do sofrimento da bu muuidade; cujo sofrimen to, vemos diu a clia agi guatar-se na tela do mm,do. Por estas razões. a­ provando esta propu 1 çlo Senhores Vereado res. tenham a certeza, es tarão Vossa,i Excelências deixando marcas indelé veis a propriedade nesta Ca a de bem represen tar e servir as aspirações populart1s e, !l!;êCes idades públicas. Sala das Sessõ2s. 11 de Fevereiro de 1976. Ernando 1Yartias Barbosa Vereador MÓVEIS ESTOFADOS E ELETRO-DOMESTICOS EM CiERAL SITO E ZRCEAELL LI. VENERA DUQUE DE CRXIAS 446 SABEM.-%T OL ioque; Teve pro--cgui vento, aba«do último dia 07, » Campeonato de Férias de Futebl de >alio. No 1.o en eontro da ».a rodada, o X de novembro F, C derrotou tran quilamente o fraco time do O T VI DE "NIOI • UE" quario« FC. pelo placar de 6 x 0, o segundo jogo da noite, tiremos o rnsarcional recontro entre o líder da cha ve A. EC. Hon-uee>o e o ee Lider la me-ma chave Gi ripóca FAC, que terminou com o placar de I x l, resultado ju-to que premiou o e·forço da- duy ir·._EC. j E.C. Irei Madrid, fizeram a À.a partida da rodada qur terminou rcom o placar igual (00), com o leal Madrid n4o por: José Glaucy Flôres Meus amigos. Para Mlcldnde de todos llljltelcs que se intNessum por tudo a­ quilo quo cl<, bom o de util possa ser reali­ zado em beneficio do nosso desporto, col- ar- "hous" estüo acou­ tecendu. ( [elizmen te). A rivalidade "besti­ al" e dE,RUmana, outro­ ra ocorrida om fu11çio ela presença no seio do esporte bela vlsten e, rle elementos completamen­ te desprovidos de senso clesporllvo e da verdu­ deira razão da existen­ cia do desporto e das suus fiuulldudes, repell­ timos. follzmente estilo prostarlaR por terra e em pouco tempo serão totalmente exterminadas, tudo I to porque mnis uma vez o "felizmente", o elementos que procura raro germinai· a semen­ te do •'ódio be lia!" nu seio lo desporto, já nii.o convivem em no sa co­ munidade e já são "a­ guns pa sada ". uus semente plantadas com o intuito de Yuzer o mal, [oram vencidas, ou co­ meçam u ser vencida e exterminadas, pel pe sença de verdµ.deiros cte,-porli tas à frente dos clubes de nossa cidade. jó. completou seus 25 anos d .. ntro dos meios espo,·livos locais, e que upesr de possuir em suas fileiras a sobra de um clube quu não se concretizou, cria agora 1tma ·'novu mentulidude", que em muito cliverge ela orientação recebida no clube onde Jizeram "nome". Quando untes, atmvés da maléfica o­ rientuçõ.o recebida. ullc­ tar de umu agremiação, nem siquer cumprimen­ tavam n•Jm casual encon tro de r:..:u às suas con­ tendorus, hoje já se coo sideram mutuamente, sejam moças, sejam ra­ pazes. No: seus encon­ tros de HOJE. ja trans­ parece o rtispeitr mútuo e reciproco. Arinal, Hela Vista é uma cidade, e em que upe ar de "mui­ tas coisas" é uma fami­ lia. (e familia deve er unida). Já vimos passnr a nuvem negra e nefas­ ta dos tempos em que o clube que não vencia ~10 palco do jogo, queria vencer o seu adversário com ofensas pessoais à dirigeutes ·e atletas, ten­ tundo de tal forma, Im­ por com seus instintos dia bóliros e dignos so­ mente dos habit:;.ntes do iuferno. a opinião e o pensamento dos meuos esclarecidos no assunto, transformando a pessoa do Si!U antagonii-ta em elemento não digno de respeito e de crédito às causas que idealizu. Quando lembramos acima. que a nova men­ talidade está à freute dos clubes locais, gosta­ ríamos de citar um clu­ be ·'tradicional'' e que portiv dependente ela orlent:1cf10 dos primeiros. Um novo horizonte surge para o desporto local. Até mesmo a no­ va e inexperiente direto ria du Liga Esportiva, poderá encontrnr o ao­ io necessário e indispen svelo desenvolvimento do seu trabalho, o mes­ mc apoio que por cam­ panhas nega tivas sem razão fomm negttdas ao fi nal da gestão da diretoria anterior. O trabalho deHlro do esporte deve ser coe o e u re pon abilídacle da ua existência deve ser diretamente ligada, além de, à entidade cri­ ada parn esse fim. lam­ bem aos clubes que a compõe. A orientação cio clubes ao seus atléta e até mesu,o se possi­ vel tios seus adépto e torcedores, deve ser de "amor no clube e respei to uo allvt!rsúrio", umpli­ ando-:e e se respeito à razão fundamental da nossa existência, que nos exorta ao respeito à pessoa humana. A mentalidade e o formação Que o desporto impõe, pelo· seus pró­ prios principio , não é aquele de se dizer - "Es tu c:1misa eu nüo visto .. , nem mesmo em defesa ctos in t .. reses da cida­ de'' - O atléta (ou a u­ tléta) que assim se pro­ nuncia, nãc:- é digno do respeito do SP.US adéptos e talvez, nem siquer dos seus companhei'os. pois é .sempre uma Honra incomum, ter um alléta o seu nome, convidado para re[orçar um clube irmilo, numa competição difícil. 'esse fato se constitui o grande orgu­ lho do desportista, que pertencendo u uma agre n,iaçilo concorrente, t~m a chanc.:e de defender uma outra, pelos seus meritos técnicos recouhe ciàos_ Esporte é coisa sé­ ria' é arte institulda e supervisionada pelo ili­ nistério cta Eclucação e Cultura e sua arganiza­ ção se preude à legisla­ cão Federal. Não pode portanto, ser deturpada por procedimentos mes quinhos de parte de diri gentes e utlétas, estes, quase sempre com a sua linha de conduta des • conseguindo qurbrar a inn cibilidade de EC. Ajax. (Com a vitória de 6 x 2, -obre o ti Te FC. o Internacional E.C. p--w pra a la. colocação d chave l juntamente com o E.C Ajn. Dia 09, +egunda feira, te v inicio o Campeonato Iufan to Juvenil Futebol de Salão. 0 Campeão do torreio inicie (E.C. leal Madrid), ganhou tranquila@ente do Aity FC. pelo placar de 1 x 0. a par tida seguinte o Cruzeiro E .C. aplicou sonora goleada no Gua rani F.C 6xl I' nu último t'll conlro da noite o E.C. Botafogo ganhou do Flamengo F.C. pelo tlilutndu murrador ,J,. 5x:!. Principais Artilheiros, Após a 5.a Iodada. Jamais um pai po­ derá admitir. que uma rilba seja desacatada moralente por qual­ quer vagabundo de ar­ quibancada e isto pode­ ra provocar consequen­ cias drásticas, que muito embora pessoais. pode­ rão repercutir no àmbi­ to esportivo. Nisto deve mos pensar. Nisto devem pensar os dirigentes de clubes, em total obser­ vancia às normas éticas e desportivas. Que as.n;entalidades que ao nascer para a prática do esporte. foram mal orientada-, sobre as suas verdadeiras e sagradas fi­ nalidades, encoutrem o caminho da verdadeira luz. que lhes mostre os verdadeiros fins a que o desporto se destina. que acima do sentido ~iret'> da competição, mtegra, Une e enobrece o ser humano. Meus respeitos aos bons. Até a proxima a­ migos. Antonio José internar ioal) Il gol-, Pautildes de M. vebroy I) gols, Apareid (Ti«e-Tae) e Crlo-. (Lo.u« 9 gol- cada, D)anilo (Giripa T gol-, ey (Intururvonsh Jo4o Ajra. Francis«o «, Ma«drih e Dou±la- do [ a Novembro) gol- ada. Carrra leal Madrid) e Delamare (Gin poea) S tentos cada Colocação das Equipo, por pontos ganhos CHAVE·A" l.o lugar - Honsucso 6 2.o lugar - Giripoca e X d iovrmbro l ponto anho«, 3.o lugar Aquarios 0 ponto CIIA E "Ir lo lugar Internacional e A­ jnx 08 pontu ~anho, cada 2o lugar Hreal Madrid 6 3o lugar • Tie-Tac o ! FRONTEIRA "Orgão Independente a Serviço da Região" Ano IV - Hela Vista - MT. 22 02/76 - 0 19 o Bela Vista em destaque no Rodeio Internacional [Por Rosita Rosa Gomes, Realizou-se nos dias 21 a 25 de Janeiro o XI Rodeio C1 ioulo ln ter naciunal em Vacaria. Rio Grande do Sul. Rodeio de .lto uivei com parti <.:ipaçüo Nacional e Inter cacional. Fe ta que reu­ niu mui de 140.000 pes­ soas. Em virtude da atua ção do Patrão do C.T.G. Porteira do Rio Grande r. Renato Barcelos e to do os componente das rlivert-as comissõe o Ro deio foi um verdadeiro suce s:i em todos os sen tidos. Diversas pessoas de Belo Vi ta ti Ponta Pori:. lá e tiveram. Por Bela Vi-ta, representando iJa to Grosso, participaram dos Torneios de Laço os Srs. Irineu e Olimpio Car drnal, Afonso Loureiro Pinheiro, Luiz Feruando e Luiz Gonzaga de Ara újo. Ainda compondo a mesma Equipe, dois se­ nhores da Famila Cardi uai de Ponta Porã. No concurso Nacional Indii dual de Laço. coube ao Sr. Afonso Pinheiro o 2q lugar, que juntaÍnen te com o chlssiiicado em primeiro lugar, represen tante de Santa Catarina disputaram com os Uni. guaios, sendo que os re presentantes brasileiros ganharam o troféu. Para bens Afonso e obrigado por projetares o me de Bela Vista. _ No concurso em E­ quipe de Laço Nacional, nela Vista classificou-se em 3 luga: O jovemn r nosso Enviada Especial) Edmauro de Araujo montou em b,.zerr'.>, sen do uplaudh.io por 70.000 pessoas no Parque Fer­ radura. O r. Gonzaga jun.tamente com dois re­ presentantes d~ Bela Vista, montaram e gi.ne­ tearam os cavalos até o fim da pista do Parque Ferradura. Bela Vista foi alvo de atençõej,j, poiR were­ ceu, seus represeutantes tJl souberam honrar e roos '.I trar o valor do Povo ilntogrossense. ' Fazendo parte d Delegação de Bela Vis­ ta.. tambem comparece ram as ras. Iná Cardi­ nal, Edna B. Cardinal. iJaria Amélia Pinheiro, Lourdes J:.ernandes, garo ta Léa Cardinal, Sr. Jo­ sé Albery ilarcolla e Familia, jovens Flávio e Eudinho Pinheiro Sr. Os waldo Augusto Gomes e Familia e ,Srta. Elizabetb Araujo. Após o Rodeio. a r.omissão do mesmo, ofe receu à Delegação de Bela Vista, almoço no Galpão da Integraçao: A noite, o ,. Celso Pe 1 xoto, no Restaurante do Rodeio lambem ofereceu um jantar à Delegayão de Bela Vista. As fctaaraD!l.!' aé­ reas do Rodeio. foram tiradas do avião do Sr­ Olimpio Cardinal gentil­ mente cedido para a ocasião. Obrigado Relavisten ses - obrigado Vacarl nos, pela., conl'raterniz~­ çüo que vos uniu, trans pondo Fronteiras. r l I