• 
• •'RONTEJRA 
Mo to Drosso do i!ul 
V MILHÕES PDRI li 
DE BELA VISTA 
Jogando amistosamente, damingo 
pp, em Jardim, contra o EC Jardim, re­ 
forçado com alguns jogudore: do Comer 
Tudo Inólcs que o prefeito Ely de 
8eputado Ubaldo Barem 
Gdedo Ely de Araujo 
uo.., n t 
~ . 
Araujo Barbosa conseguirá junto a Caixa 
Economlcll ·Federal (FAS) verba na ordem 
de 10 milhões de cruzeiros. O prefeito 
bela vtstense es[â contr.ndo com 11 ajuda 
lnestlrné.vel do deputado federal Ubaldo 
Barem, representante de nossa reglllo na 
C11mura FederllL 
>,1'.:, Segundo.,aRsessores do prefeito, o 
'deputado estA: trabalhando no sentido de 
,obter junto ao '.tnlstérlo de Educa91io 
convida 
' ! 
•; O presidente do PDS, dt>putado 
. tJ · ! Getullo Gldeão, enviou convite ao pre­ 
feitv municipal para o lançamento oficial 
do partido em MS, no próximo dia 3. 
Diz o Deputado que o prefeito devera 
convidar os demats membros da comts­ 
i;üo provisória e lideres municipais para 
a concentração oude espera contar com 
mais de vinte representantrs de Bela 
') Vista. 
, "segundo o prefeito uma grande 
cravana irá a Campo Grnnde partlclpár 
das solenidades de lançamento do parti­ 
do do presldeute João Figueiredo. 
Domingo 
Úctàvio 
no Estádio 
Fontoura 
RAUTKcO 
X 
COME RCllil DE JJIRDIM 
e Cultura (MEC) verbas para a constru 
ollo de escolas rurais no munlcfplo de 
Bela Vista. 
Para Ely de Araujo Barbo<Je. ''o 
apolo do deputado Barem é lmprescfn. 
dlvel". Por ocaslllo de sua visita a 
Brasi!la, Barbosa procurou o deputado 
que o conduziu a todos os órgãos neces• 
slirlos, e o 11eu apvfo foi marcante pua 
o bom andameato das reivindicações. 
ela!, o Nautlco, campeão belavlsten~e de 
1979 perdeu de 4x2. O Nautfco jogou des­ 
falcado de quatro elementos e logo no 
Inicio da partida com o jogador MlkJm­ 
ba expulso por reclamações, a equlne do 
Perondi sentiu a ausencla de seus titula­ 
res, principalmente do goleiro Ramas. 
pois o seu subtitltuto não jogou bem. Sem 
defesa, sem goleiro, e <Jom um ataque a 
pAtlco o "amarellnho'' sentiu a barra e 
quase amarga uma sonora goleada, só 
não ocorrendo tambem pela fragilidade 
do adversário, 
U EC Jardim marcou o primeiro 
gol aos 15 minutos, través de uma bou 
jogada de Silvério, após lançamento de 
O,ávlo. Em sggulda, o mesmo Silvério 
Invade a área e sofre falta. O ju!z mar­ 
ca penal!l convertido por Tonlnhu. 
Aos 16 minutos do 2 tempo, Djal 
ma amplia o marcador e Ortiz diminui 
aos 20,. para Djalma voltar e marcar aos 
39 e Sldronla diminuir aos 40. Final 4 
para o EC Jardim e 2 para o Nautico. 
Resultado justo pela fragilidade do time 
belavlsteose e pelo que apresentou e­ 
qulpe jardlnense. O jogo foi realizado 
com portões abertos, mas mesmo assim 
o Esl&dlo Municipal de Jardim llão rece 
beu bom ptbllco. Falta motivação ao 
futebol de Jardim. Tudo Indica que no 
campeonato amador traves das atua­ 
çoes do Comercial, possa rejuvenescer o 
futebol jardlnenee. 
Escriiria de ttvacacia 
ergio Roberto Perondi 
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Antecipada 
a visita do 
Popa 
BRASÍLIA -- O e­ 
rerno brasllelro fel eo-. 
mulcado do que o papa 
Jolio Paulo ll -deddl.• 
nnteolµor ua chegada 
no Brasil do quatro de 
Julho para 3.0 de Jttnb.e, 
O papa doverâ vir dlre 
tamente para Brasllla, 
prosseguindo po.uterlor 
monte viagem pama vá 
rias enpltnls braellelrae. 
A antcclpoçllo da 
viagem do papa 'está 
sendo considerada como 
sinal e'?ldente de um 
esforço do Sumo Pont 
flce no sentido de solu 
clonar n ;-::rlse nau rela 
cões entl'e o Eslado e a 
Igreja, que vem se evl 
dcnclendo noe .. tiltlmoe 
dias devido a greve dos 
metalúrglcos, • 
Ponte fig ará 
Mato Grosso, 
Goiás e Pará: 
Araguaia 
Rio AJB - A Pr­ 
melra ponil, sobre o do 
Araguaia - cerca de dois 
mil qullometros de ex­ 
tensão • serã; Inaugura• 
da em m11lo pelo minis 
tro Eliseu Resende, dos 
Tran&portes. Com P.700 
metros, ela flca em Coa 
celção do Araguaia na 
divisa entre os Estados 
de Golãs, Mato Grosso e 
Parfl. 
, 
·TA NA 
CARA 
"A cara define o 
animal, principalmente a 
Cabeça". 
Tome culdado quan 
do começarem a ocorrer 
modificações no padrlo 
estabe,Iecldo, o que nlo 
é multo d1Hc11. 
Ocorre que na for 
mação de uma raça são 
misturados sangues de 
mitas outrass raça e cor 
o passar do tempo há 
uma tendê11tia lle retre 
ceder aos aaraoteres ia 
raça qae eo11.trtbllla cem. 
e aala. peroentilal racial.

«h Vpn M8 	Trtbun da Fronte!ra 
--------------------------- 
1 YOL TI DOS VELEIROS 
reter Krone 
A marinha a vela está de volta. 
Em breve carguelros de tres, quatro, sela 
m11Rtro11 podorl'lo nlngrar oo mnros lovan 
elo tanta erga qunnto os nvlos ntuals. 
Projeto de onruelros vela es· 
tfl.o ,;eudo desenvolvido,; pelo Jnpllo, A­ 
J<nnrrnhu, Frunçfl, Eotudou Unidos o Aus­ 
rnll11. Em JfOl'Ul procurn,oe oonoobor um 
modolo mé<llo, de 40 u 60 mil toneladas. 
A "Nlppon Kokuu KK" Já cstã tos 
tundo o eu veleiro de tres matros o "Dal­ 
o", Mas o nuvlo japone ainda no atls­ 
faz. Sua velocldndo u!Io passa de sPl6 
nóu quando o desejóvol é 15. 
Na França só agora começa baver 
mnlor Interesse pelo projeto de Mare 
Philippe o Marcel Coesslm-o "Phlcoe".O 
prlruelro uperfelcoou 1.1s velne depois de 
sua lona experlenol e estudos no por 
to de lfovre. O segundo é espeolnllsta 
om a.eru.dlnõ.mlca. 
O "Phlooo" (nome composto com 
os de seus ldenll:,;ndoreP) pode alcnnçnr 
a m13sma velocidade dos bons navios s,. 
tuais .de 20 a 25 nós- graçus as suas ve 
lall deformáveis, :capazes de udaplnr-se 
aos caprlohos dos ventos. Os lncoveolen 
tes da calmrta podem ser superados 
com um motor auxiliar. 
Dentro tle dois anos a "Dynashlp 
Corp" de Palo Alto, Calltórnla (Estados 
Unidos). já deveré. estar construindo o 
"DynaSblp", um veleiro de seis mastroo 
projetudo em Hamburgo (Alemanha Oel' para outro com a eelo«lo de um confll 
dental) pelo · engenht>lro Wilbolm Prol.ss. to loeal ou memo de Ulll!l guerra am•1r 
Também o "Dyoaf:ihlp" r,otisul pequenos dlul na conturbada regl!io do 
O 0 
motores para en.frentur eventu11ls calma Pérsico. 
rins. Mus o corubuutivel consumido, no O loeompreenslvol é que os go 
totul, corresponderâ 10 por cento do que vemos ocklentuiil ~nbam demorado tun 
gastaria um navio equivalente atual. to a perceber essa evidêncJa. E mesmo 
O Interesse despertado pelos que não houvesse a erlse do petróleo, 
navlos a vela justifica-e a olhos vistos. pelo menos em nome do combale a 
ninguém pode garantir o fornecimento polulçílo e até pelo amor a estética, 
do petróleo do Or!Pntc Módlo i:ujo corte deverln • eer incentivada a volta dos 
pode ser provocado da um momento veleiros [Agênelu Boa Imprensa) 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2171!  
Registro no Cort6rlo do Til. o Doe. D.O 1066 
CG(UU' 0S20126Cil000l-90 
Inse, E+t. 180592843 
Admiístraço .Maria Eitel V.Pereir 
Redator • Chefe • lvnldo Pereira , 
BeportomeDtO Oomerclal • Alvaro Pereira 
Redado ADinistração e Oainas:; Raa 
Duque de Geias / Bela Vista M d. P. 3 
A 88IRATERAS 
znoa a UNIVERSiDADE 
Úroção a 
Nossa Se-nhora 
Aparecida 
Bela Vista, [anual) 
Demo.la Mnnieiplos 
C:r$ 800,00 
~ 1000,f!O 
·O coneoitos emitidos em artigos 
assindos no exprimem, acessar[amonto, a 
op!nillo do jornal. 	' 
Fadador a Diretor Iesponavd 
lvldo Poretra 
BRASILIA-O senador Mendes Ca 
nale (PP/MS) teve aprovado oa Comis 
silo de Finanças seu parecer favorável 
ao oficio do governador de S. Paulo, 
no qual este piidla autorlzaçllo ao Sena 
do para que a Universidade Estadual 
Puullsta Jtillo de Mesquita Filho contra 
te flnanolnmento junto à Alemanha Ocl 
dental. no valor de 21 milhões e 250 
mil dólares. 
O senador Mendes Gannle lembra 
em sE'n parecer que se o Pais atentu 
melhor para a sltuaç!lo do endividamen 
to exte,no, terá de encarar o momento 
como realmente oritloo para a economia 
brasllelra, "ainda mais quando· constata 
mos que o setor públtoo contribui, pode 
rosameote, para este quadro negativo". 
Informou que o setor publloo foi 
re&ponsável. no ano passado, pelo acrés 
cimo de 14,7 por cento da divida externa 
e que seu total é de quase 50 bllb,ões 
de dólares, "uma constatação extrema 
mente preocupadora·•, ol.lríga,nos a um 
comportamento de efetivo comedlmen 
to nos Investimentos do eetor público. 
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que nos ama e nos gula 
·todos 011 dltts, vós que 
sole a roais belo de to­ 
das o,s mnes e quem eu 
amo com todo o co,a­ 
çúo; Voa peço mais uma 
vez que me ajude ll al­ 
cançar e-e-ta graça per 
mais dlttcll que ela uja 
e sel que vós mo njuda­ 
rá e me acompnnbari 
eemprs, até o. bora da 
minha morte. Amém. Re• 
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Q Vt:, Eu uu t)

Nunes da Cunhai porquê 
pediu demissão 
O Deputado 
Onevan do Mo­ 
tos 
O secretário Rubens Nunes da 
Cunha, de Desenvolvimento Social, divnl­ 
gou à Imprensa o teor do pedido de 
demisso que entregou ao governador 
lfaroelo Miranda na sexta-feira. 
Abaixo, s integra da carta-demlss!Io. 
Bm 23 de abril de 1980. 
Exm!! Sr. Governador do Estado de 
Mato Grosso do 8ul Engenheiro Marca 
'o Miranda Soares 
Filho de familla que há um' século 
vem prestando serviços à causa pública 
do Estado de Mato Grosso e a Mato 
Grosso do Sul, desde a sua criação, não 
tive condições de me furtar ao convite 
para colaborar com o Governo de Vossa 
Excelência. 
Assumimos a Secretaria de Desen­ 
volvimento • de Recursos Humsnos a 
02/C4/79 e, após análise das condições 
de funcionamento da mesma, o Grupo 
de Trabalho, sob noesa coordenação, 
sugeria a extinção daquele órgão e a 
Cria91io de três novas Secretarias. 
Convidado para assumir e instalar 
como primeiro Utular, a Secrãtarla de 
Dest•,nvolvlmento Social, aceitamos o 
novo encargo, gutoJos pela certeza de 
que IJOderíamos prestar esse serviço ao 
novo Estado, em Implantação, e colabo• 
rar na cauau de promover o homem sul 
mato-grossense, ajudando-o a alcançar o 
sou progresso material, moral e 
pslcológillO. 
A tarefa administrativa está con­ 
cluld». Os objetivos dfl Seoretu:-la estão 
Identificados dentro rla problemiítlca so­ 
cial do Estudo. As diretrizes de atuação 
estão definidas. Os programas pars t0r­ 
nií-l1is realidade estilo elaborados. 
As restrições de condições de 
tr11b&lho, principalmente recursos finan­ 
ceiros, tanto no final de 1979, como em 
1.980 têm, no entretanto, frustrado as nos 
sas Iniciativas de clar o atendimento 
desejado à programaçlio visando o de­ 
Sl:!nvolvimento social de acordo eom,as 
meta11 inicialmente prevlsta11 pelo Gover­ 
no de V. Exª. 
Não obstante, reconhecer as dlfi• 
ouldadeR financeiras por que passa a 
Nação e o nosso Estaáo, por extenção 
lógica, ha.veremos de convir, que dentro 
de uma flloRofia global de governo, dl· 
reclonado ao Homem, a Secretaria foi 
exeesslvamente atingida, prinelpalmente 
em relação aos recursos direcionados às 
populações mais necessltsdas, na área 
de asslstênola social, cujos cortes exe­ 
cutados e programados atingem em tor­ 
no de CrS 76.009.000,00 (setenta e sel 
milhões de cruzeiros) em cinco meses, 
afora os compromissos não saldadas, 
relacionados em restos a pagar. 
Lutamos pura eompensar estas dl· 
· fleuldades, procurando e tendo já eonse­ 
guido, em parte, recnrsos na àrea. fede­ 
ral, que entre realizados e por realizar 
já que vários programas se encontram 
aprovados nos Ministérios do Interior 
(SUDECO), Trabalhe, FUNABEM, Progra­ 
ma Naol<mal, de Centros Sociais Urbanos 
Conselho Nacional de Desportos, totali­ 
zam acima de OrS 90.800.000,00 (novent!l 
mllhões da cruzeiros). 
Citamos como exemplo desse esler­ 
co o Projeto Kuru mi, os Centros Sociais 
Urba11os de Corumbá, Aquldanana, Ponta 
Porll e Ttês Lagoas, Módulos Bsportlvos 
em Aparecida do Taboa,do, Miranda, Na• 
virai, Deodapolls e Fátima po Sul, rec.ur• 
806 para o Programa Estadual de Migra­ 
ções, Programa Estadual de Deseuvolvl­ 
mento do Artesanato; lnslalaçllo de Coor­ 
denadoria do SIstema Estadual de Empre­ 
gos: convênios com a FUN rRTE e.n 1970 
e 1980. 
Estando em Brasllla, tomamos eo­ 
nheolmento, atravé11 da Imprensa. de cri· 
se d9 mblto Interno, que repulamos 
forjai.la, cujo resultado n!l.o pretende, ao 
que presentlrnos, trazer benefícios ao 
Estado, m11s sim, ao Interesse dti tercfl!ros. 
Mesmo asim, procuramos minimi­ 
zar o fato. visando resguardar a boa I­ 
magem do Governo de V.Exª no tocan­ 
te à preservução da hierarquia e da dis 
clpllna, lndispt:nf'ávels ao bom desempe­ 
nho de uma administração séria e eflclen 
te. 
Analisado!! os fatos, aguardadas 
a8 atitudes que daverlam ser tom!l.das e 
que nllo aconteceram, nada nos resta se­ 
não eneamluhar soll.cltação de exonera­ 
ção, em carater lrrevr,gável, deixando 
claro qne não nos move nenhum ressen­ 
timento e que nossa atitude visa deixar 
V.Bx", à vontade, para encontrar substi­ 
tuto que sem nossas llmtt11ções melhor 
se coadune com a pl'oblemátlca adminis­ 
trativa do Governo de V.E.:K>ª. 
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Rlo do Janelro, regressou 
terça felra última o De­ 
putado Onevan de Matos, 
que naquela ,capital man:­ 
leve conto lo com o 1aE, 
tratando de assuntos re­ 
la clonados com a eman­ 
c!pagão polftlca de divor­ 
soe dlst.rlto11 sul roa,to• 
grossenses, inclusive os 
distritos de ltaquaral o 
Costu Rica. 
Acrescentou aquele 
parlamentar que os ple­ 
lllsoltos que se reallzaro 
nas localidades que plel- ±» 
talam a 6Utl emanclpaç!lo 
política, terno lugar no 
dia 4 da ma.lo p entran- 
te e logo npós o eu ro­ 
sultado, ou seja, três ou 
quatro cUas, .01 senhor,91 
Deputados estu.rno dJscu 
t:lndo em plenário todos 
os projetos. Naquela opor 
tunidade estarão t>m d1s 
cnssllo aproximadamente , 
dez projetos de emanei 
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acUarA RU1l vlaf,lelll il«>­ 
Brusll, como ugorlu o 
bl.spo rest-g□ntlufo de San• Ili 
t.o Andró, dom Jorge Mu 
co de Oliveira, t•m cu 
ta ao p-resldente Joãt ffD. 
Ftguelrmio, a.firmando 
nllu acreditar quo a 
greve doa metalúrgicos 
do ABC seja inantlcfl 
por me.Is três meses. 
Na carla a o pre<rl­ 
dente FhfUilredo·, dom 
Jorge aJega que, sendo 
o papa o ''sacerdote da 
paz'' seria melhor p~dlr 
que ~dlaase sua visita' 
a espera de melhorll!t 
dias de justiça sool~l". 
Dom Carmlne Rocoo 
observou que, "s•e Deus 
quiser, a crlse atual nãe 
vai durar quatro meses.'' 
Na sua oplnHl.o, quando 
o papa chegar em j11Iht1 
próximo, encontiará o 
Pafs em cllm~ de 
harmonia. • 
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BRISILII 
R . Marechal allat, z2 - Dne L383 
h: R, Mnrecbnl Mallet. V4B - I?~ Ul41 
O Doputado Ruben Figueiró apre• 
e e n t o u projeto de lei quti "l.ncl ui 
llgaçllo rodoviária na Relaçll.o Deacrlllva 
do Slstemu Rudovlârlo F~deral do Plano 
Nacional de Vlaçllll, fnatlluldo pela Lei 
n
11 
5,917, de 10 de setembro de 1978", 
para estabelecer a Ugaçlio - Mund.o 
Novo - Navlrai - lvlnbema - Nova 
Andrad}na - Rio Pardo - Casr.lltndla 
- Quirlnópolls - Brasilla". 
Em sua justltlcaçlio disse. o parla· 
mentar sul-matogrossenee: "A rede de 
transporte rodovlérlo que atende ao 
Estado de Mato Grosso do Sul é 11lnda 
bastante lnefgnlflconte em relaç!lo a 
dlmenslio territorial daquela Unidade da 
Federaçllo. li>a extenç!io da malha vlârla 
que é de 26.140 Km. 57% são m~nlclpals, 
20,2% eetaduals e 12,8% federais. Dadas 
as reais potenclalldades do Estado, In­ 
vestimentos consideráveis em estradas 
federais destinadas a lncremeatar o 
e arta 
.... 
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lar 
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Caro 
tuy . 
1 à IAada 
apay 
--- 
Campo Grande, 24 de abril de 1980. 
Sr. Diretor: 
Cumprimos o grato dever dó levar 
ao conhecimento de V. Sa. a Instalação, 
nesta Assembléia Legislativa, de sua Go­ 
ordenP.dorla de Comuolcaçãp Social, sob 
nossa direção, tendo como finalidade, 
dentre ou1ras atribuições, agilizar o se­ 
tor de lnformaçõ ee áeste Parlame010, 
com vistas a uma maior divulgação de 
su&s atividades, espa:clalmente da atua- 
gão dos senhores Deputados. 
.Assim sendo, vimos solloltar de 
PBDIA'lRl..1 
D 8ergo B. Pllogg 
aproveitamento doe recueoe exJstentu 
na regUlc, slio altamente Justlflcâvels. 8, 
no caso em quei;tãv, a Ugaçilo rudovlá.­ 
tln que propomos seja lnclulda no Plnno 
Rodovtãrlo Nacional será fator determl­ 
nunte de lnterracão do Estado, dado o , 
seu significado econômico e estratégico 
no escoamento da produçl1o ngropecuá. 
ria regional. 
Disse ainda que a rodovia preco­ 
nizada Iria ligar Brai.flln, centro dai 
decisões nacionais, a Mundo Novo, no 
cone de Mato Grosso do Sul, passaado 
por Qulrlnópolls-Goiãe, Cnssllândta, Rio 
Pardo, Nova .ndradlna, lvlohema e Na- , 
vi!'al, em regiões de grande lmportil.Dcla 
econômica onde se sobressaem a pecuá­ 
ria o cultivo de grãos e um Imenso 
maciço verde de reflorestamento. 
Redação 
(ffi.ll1 3'.lf:I , 
PHQUIATEIA 
Da. Solange A Pile 
R9 388 
BO ença dos NNes 
Uua i'fkuedbnl Mellet. ffl - lira - 
[as±dó nadar. fone 21 A&da! D 
V. Sa. nos seja enviado diariamente um 
exemplar de vosso conceituado órgão 
Imprensa, a titulo de cortezla, que eem 
díivlda vlrã contribuir grandemente no 
desenvolvimento dos nossos trabalhos. 
Na certeza de contar com a vos­ 
sa lnesUmável colabor11çllo, reafirmamos 
neote ensejo o nosso mais alto apreço, 
certos de que, des1:1a conjugação • de ee 
forças estaremos elevando ainda mais 
o Jornalismo sul-matogrossense, coloean 
do de1:1de jé. à vossa Inteira dlsposlçllo 
eeta Caordenadorla. 
Cordialmente. 
Itamar de 'Matos Marques 
Coordeaador de Oomunlcaç!io So 
elol dR Assembléia Legislativa. 
CISI LINZILLBm 
De Miguel LanzlUotti e fJlbo 
Vdro, Ferros, Aparelhos Sanitários 
Tabos galvanizados, plastieos, Tinia 
!>ombe.s para áG'JA, do-• 
s Agasto Masearenlaa 589 • fano l3 
.A.qnl.tiuau - Mato 6r•uo 4- lal 
perramis 
Yeg vi construir m retorar, eoi@ ê wa chediela a FERRAM.. 
1 
" voe encontra tdo para sua eonstl, aMIJD 'leibas, "'-
81ota& Ooi.maJe, ~ A31111ejoe, emento, cal, 
• Na "Fe-rram 
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FEJ1RA.MlS o JeM1obo Amtga de Oullú.alr 
FERRA MIS 
Rua Mareclial Mellet 1Q20, 
Aqu@la uana 
Telefones: 1699 e 1006 
la to osso do 8l 
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o 
E porquo qulntu feira 6 dla do tra 
bnlho, nüo r;o truballrn, Qulnlu folra 6 
dla do llgar rdlo o televluo, folhear 
jornal e encher o peito de orgulho, 
É pen que o orgulho não nllmon­ 
to, ulo coutonhu prololnuu, unlB minerais 
o vllumlnno porquo, cortoruonte, o traba­ 
llrndor leria Quinta Felva '.nauoguracla n 
ua quota 'de alimento para todo o no. 
Qulnll1 fr..lru 6 dlu em que o opo­ 
rArlo ue tranalormt1 om nllcorco sobre o 
quul se upolu essa soborna nço. Pe­ 
o demuls para o pobro e franzino sujel­ 
to! Responsabilidade domais pra uas 
costus cansadas! Mus motivo de orgulho 
é evidente. 
Se os allceroee nllo forem reslsten 
tes, !!ti as flapatas nllo ostlverem perfel­ 
h1menlti lllspostus, llfé' umn pedra der de 
si, lá se vai em desmoronamento comple­ 
to a nação. 
O allcoroe proolrm ostar em condl­ 
ç0os, coeso, forte, reoltonto para supor- 
' 1 
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Senador Mtndo11 Cannle 
BRASlLlA-0 Pnrlldo Populor de­ 
cidiu em r ~ u n l lí o d o sua Comia 
Rl!.e Bxecattvn Nacional provieória, con 
centrar tudos os esforços no aentldo do 
s 
FESTI 
Paulo Damianl dos Santos 
tar o odltlclo, 
Qulntu-felrn olos terllo os homena­ 
gcnn, todas fül homenagens. E seus rtJbos 
uujinhos, esfarrapado<' e famintos flearilo 
suhendo llo papel Importante que ocui,um 
da parceJu de respousablUdude que lhes 
onbo no deoenvolvlmento e s·.1stentaç1Io 
da naçüo, o da recompensa que recebem 
pela rooponsobllldade que têm. 
Seuo fllhoo oujlnhoa, esfarrapados o 
fnmltos flcar!lo aabendo que u nuçlif) es• 
pera de)eB (lllhos) a mesma contrlbulQlio 
e que eles devem crescer hoje pnrn ull­ 
corçar a pátria de amanhã. 
De que maneira devem crescer, é 
outro prol>lema, que não faz parte das 
comemoruções de qulntn-folra. 
6° Ielrn é dia de feota embora a mesa 
contluue vazia e a noite refina toda a 
familia num mesmo quarto, em pro 
mlsculdade total. Qulnta-felrn é dia de 
festa, embora o barraco continue catodo. 
Quinta-feira ó dia de festa, embora se 
OE5 IS PSR4fE$ PGA 
MIIEE A EIEI,Ã 
tentar impedir o adiamento das eleições 
munlclp!!ls de,;te ano e toroâ-las diretas 
pura os governos doi! Estados, ell.l 1982. 
Com tal lialldado, designou o se­ 
nador Mendes Csnale seu representante 
junto s liderançs dos deraie partidos 
oposlclonlsto:J no Senado e na Cllmara 
paro U'D estudo de "tudo aquilo que for 
poef'lvel fazer" para atingir os objetivos 
pretendidos, a partir do exume do3 pro­ 
jetos em trnmltução no Congresso. 
O llder do P:o!DB, Paulo 13roasard 
designou o senador, Itamar Franco s os 
s;,nadores Lt>lló l-haves. do PTB, e Hen­ 
rique Santillo, do PT, já 'concordtiram 
com a formação do grupo, cuja reunião, 
j2 com o3 deputados n srem iodloados 
pelas lideranças partidárias no Cfimar8 
C a nu lle j) reuniu projetos dos 
ctepntados Carlos Alberto, do PTB, Pa­ 
checo Chaves, do PMDB, e Adernar San­ 
tillo, do P l', vla_blllzando as eleições 
municipais, através d1:1 dlterentes prop
08
. 
tas de descolncidêncla daR eleições, que 
deverão ser examinadas aquel 0por­ 
tnnldado. 
EIA E ASSIE 
TRIJURA DR FROTEI 
OI VIDI 
alba sofrida a soxta-telra. 
Mas quinta-feira é dia de eequeoer 
problemas, mgoas, Injustiças. Quinta­ 
feira é o dia em que o alicerce deve se 
sentir envaldt:icldo, solenemente recompen 
sedo por ter oomsumlào 6Ua vJda no 
trabalho. 
Quinta-feira 6 o dln em que o 
Ilibo deve olhar com orgulho pura e 
pai que lhe ofereceu as mula parcas 
condições de vld!J.. e o dia cm que a 
mulher deve comemorar com o marido 
a mlsérla que dividem. 
Quinta-feira o trabalhador teró. 
todas as homenagens desfilando fostlvas 
pelos seus problemas de sempre. E nós 
repousareraos em paz. porque soubemos 
reconhecer, publlcam1:1nte, a Jmportancln 
do homem que sustenta o edlilclo no 
qual n66 conseguimos crescer, estudar, 
trabalhr e até nos divertir. 
Equilibrio alimentar 
das vacas 
• Pedro Mora is 
As vaces leltelraJS devem ser cria­ 
das, àesde a mais tenra Idade, de uma 
maneira Intensiva, pois toda a subalimen­ 
tação sofrida na fase de crescimento te­ 
rá cousequenclas nefastas/sobretudo em 
e tratando de um animal de classe des­ 
tinado a grandes produções. Esta é a 
rszão que obriga a busca de um equlli­ 
hrlo alimentar tão estrito quanto possi­ 
vel, que permita uma longevidade maior 
diminuindo 1.ssim os gtos invertidos 
por litro de leite produzidos durnte a 
vicia utll da vaca. 
e os joYens dP seis a doze me­ 
s2s sofrerrm durante o inverno, as conse 
quenclas se farão sentir sobre toda a 
sua vldR e ~obre OR lucros do criador. 
Dest11 maneira não se deve hesitar em 
lhe dar ração concentrada, contendo 8%/ 
de um composto mineral vitaminaao. 
Nunca BP deve esquecer qae as rações 
devem ser aumentadas gradatlv11mente. 
Baile fia das Maes 
DIA 10 
No 6remlo Pedro Rulino 
Promoção: 8ª eerle,lurma noturna 
Escols: 8ster Silva 
Reserva de mesa eom os for­ 
mndos 
T eÍê divul­ 
g:ou atf e tas 
que joga 
ráo no 
dia 1º 
RIO-O Mcnlco da 
Seleçllo Braslleira, Telê 
Santana divulgou u re­ 
lação doa Jogadores 
oonvooados para as se 
loções principal e de 
novos, que jogarllo ne 
dia 1 de Mato em Bra 
oílla, numa partida em 
homenagem ao trabalha 
dor brastleJro, 
Da Seleção Prinel 
pal os convocados silo: 
Carlos !Ponte Preta); 
Nellnho (Cruzeiro); , • 
marat (Coríntians); Lul­ 
zloho ( Atlétloo ); Júnior 
(Flamengo); Tonlnho Ce 
rt?z:i:o (Atlétloo); Sócrates 
(Coríntias); Renato 
(São Paulo); Paulo Isldo 
ro(Gremlo) e Bérglobo e 
Zé Serglo (Silo Paulo). 
Para o banco: Ra1l 
(Flamengo), Pedrinho 
(Palmeiras), Mendonça 
(0tatogo) e João Pau­ 
lo (San&os). 
Da Seleção de Mo• 
vos: M1irola (Santos); 
Lote (Atlético Paronaen 
se); Luiz OlaudJo (Bota 
fogo); Mozer (Fls.mengo); 
J0lo Lulz (Vasco); Mo­ 
coca (Palmeiras); Cristo 
v!lo {Flumloense); Blro• 
Blro (Corintlans); Edson 
(Botafogo); Baltazar 
(Grêmio) e Rõmulo [A· 
tlétlco Mineiro). O ban· 
co de reservas ficará 
com: Luls Henrique (Pon 
te Preta), Luls CIáudlo 
(Corintíans ), Márcio 
(Santos), J orginho (Pai· 
melras), Marinho (Amé· 
rica do Rio Preto) e Ro­ 
bertlnho (Fluminense). 
PREÇO DESTE 
BXEMPLAR 
CRi, S,00 
Está liquidando todo seu materlal de estoque, mercadoria! à preco de fábria 
Secos e olhados. Ferragens e 1001 	3 
artigos para a sua eso!ha Estamos Mudando de Ramo. 
Aproveitem nossos Pregos 
H.u Marechal Floriano, 684 
e 
Ponta Porá 
Ltda. 
ato Grosso do Sul 
"eeeee 	• 
1 
A