Redator: Chefe Ivnldo Perelra Ano IX IM'MIMI?TIÇÃO IDO FREIRE DE OLIVEIRA O Despertar de Antonio João ,, A«• g-t·:: ' -->r"":' -::: .....,_., , .. 5o ,,..,_, r e·- - ~--- ~ ;,··- • . • Me _«t- 1' r , Educação e Saúd·e O prefeito dedica atençllo especial ao setor educaofonal, pois sabe o que representa a cultura na formação de um povo, Segundo 1,uas palavrae "a criança em Antonio João merece prlorhlade''. Há pauco, mêse'I fol Inaugurada uma eeoola para 28 aluno, Do posto Estrela, e todas as eoolas do município foram totalmen­ te rrrormnrlriR. No tocante merenda escolar, Frr!re HllP!nnu um convênio com C:rlE pnra 1. 300 ulunos e ficou conRtatado. que fequêneia numentou após a dis- trlbulçfi o du merendn. No setor do núde, o prefeito am­ pliou o psto d Umiade Sanitária em muls de 4c metros de construção e flr·­ mou convênio com a Central de Medica­ mentos no vulor de 110o.00o0 0o. .. ( I • i,.. • .. i i.23 ,~.. . 1/ ' E,e $ %e • ~,,, / , / Jo!lo Frdre do Oliveira O n•11ncíplo de Antnnl'l Jono atravessa um período de intenso pro gresso. grça u sistemática administra­ ilva impostr1 pelo pre[eito Jo!u Freh-e, e esta slstemtitlca, hoje, represP.nta a esperançu do povo fronteiriço. O povo de Antonio Jolo é uta povo feliz, pois os sonhos vão se tornando realidade a Inedlds. em que o prefeltu vai concret_i. zando os seus objetivos. No inicio ele sua administração FrPlre encontrou al­ gumas dl[lcu1dadfE<, prtnclpalmentt1 fl- 11 anceíras. por encontrar a Prefeitura nicipl com débito superior 3 mi- }UOes de cruz+iros. Era o primeiro desa. to. A primeira batalha H. ser trwvada. Joúo Freire. homem equilibrado, adepto da luta, nFio i;e Intimidou, proou teu o deputado Zenóblo dos Santos Ne­ es, atual vice lider do PDS, e através do reprt'iiP.ntante ,le .: nlonló João con­ egu!u um dUXillo de 1.3 milhões de cruzetroi; e l1mortlzou o débito htrdado da admlnl,,itraçüo anterior. GradatiVfl· ente, eom muitas dificuldades, e uma POllUca !ln:mcelra austera Freire con• guiu ssnur as fianças, e hoje a Pre f~lluta encontra•se em sltuaçllo prlvlle­ f ~da devendo apenas 260.000,00, Iara çll, ivlda do INAMPS, e a únloa presta .. 0 ex:Istente é a de uma ná carrega ·,, :eira, adquirida pelo prelelto anterior, está sendo paga com ICM vinculado llUlll.a prestação de 41 mll mensais. 11 Atulilmente jli. se J'IOde vislumbrar 8 llla nova cidade que surge no nlto da 1 1lra, é a nova Antonio. João. Há pou t lllals d·> elnc.o meses a frente do ec-uttvo, Jollo Freire modlllcou o fS f.:eto dn cidade e está cd&.ndo um to­ a eEittntura bási':!a. No setor rodovlá ~• ad-q.uldu uma perua Ca?.S ESCRITORIO Pra9a Alvaro Mascarenhas TRIBUNA Saúda Antonio João Curso de secretária do lar Campo Grade- Do dia 26 de maio ao dia 4. de julho, a coordenado­ ria municipal do Progra­ ma. Nacional de Vo:untá­ rlado (Pronav) promove o Curso de Aperfeiçoa­ mento em Artlcullnárla cc,m Instruções sobre a orgPnlzaç1ío e arruma­ çllo de casa, limpeza do méstlca e prática de la­ var e passar roupas. E8te curso-com Ins­ crições abertas a partir do dl 15 próximo é to• talmente gratuito e se­ guudo a conrdenndora ;:nunlclpal do Proaav. sra. ~1arllene Coimbra, "con• tribu! para a melhoria do nivel de vida daa f't-'Cl'fltárfas do lar e, au­ tomaticanente colabora com oferecimento da m/lo de obra e.epeclallza• da ã pc;pula:;ão'", O Curso de Aperfek çoamento em Arll5)ullná­ ria 6er~ ministrado na coordenadoria mun:olpal do Pronav (Rua 15 de _•,fovenbro, 854) e as lnte reasadas deve-rão apre sentar Carteira de Inden tidade, caso sejam m.al or de idade, e Certidão de Nascimento, caso te nham idade inferior a 18 anos. FR meditarem Bel Vista MS Rasguem portanto, meus caros compa.nhei ros do PDS em Mato Grosso do SUl, B.fl vere das do futuro e hasteiem bem alto a bande:Jra ede seu compromlss.o co·m a ill>er.dade, sirvam a Na çiO soerguent.e da m,fsé ria o.s que pi::e:c!sam da mão da earldad.e, d·o am paro, e rechassem com a mão àli::etta Jlrme a guele.s que s.e ap-rove1 tam da pobresa para au mautar a f&ua peeutua. em prejuizo do País. Mlilstt:o Abl Ati.kal. NOS C MISS Snrlu oonvonlontu que tu, meu hom leltor, ficastes multo tempo sem saber quom é MleH Amor. Mns, por outro lum comum, nossos votos de fellcldndes pere- nes, que bem mereceis. Me! No vos dlrel palavras re­ buscadas, nem tentarei prender o pensa­ mento na gaiola do estilo llrico (ou coi­ sa que o valha), p1Jls conf<'BBO nllo sou nenhum artista. e a arte lltetárh1 me é obscura e quase desconhecida. Cada ano aue transcorre faz cres­ cer a nossa admiração a que fizeram jus vossas acentuadas virtudes e o reco­ nheelmento que vos devemos' pelo multo bem que nos fazeis. Sabemos, m!les que trabalhosa é a vossa missão de educar e ao mesmo tempo trabalhar para o sustento de vos­ sos [Ilhos. Por isso, eis nos aqui para dar-vos um pouco do multo amor que recebemos. Muitas verdades estão neste momen• to gravadas em nossas facas memórios, mas nós vô las garantimos, tenoas mães. que, com a ajuda de Deus, hão de ama­ durecer e produzir frutos de salvação e méritos. Sois, Indubitavelmente, um valor r e a l i n d i s c u t i v e 1, u m 11 [orça, um cérebro, um coração transbor­ dante de Inesgotáveis afetos para com os vossos filhos; uma alma vibrátil, pre­ nhe de amor. Queridas mães! Fostes sempre pa­ ra nós um aconchego e um abrigo; sois um exemplo lnilexivel de perfeição e valor, consubstaneladas da mais modesta Mfiesl elom o coruçllo n bator nco­ loradamente dentro do_.,pelto, olcvamos nossas oruções no Altli;elmo pela vossa maior venturn. R uo perceberdes a ale­ gria que vibra em todos nós nesLu opor• tunldodr. em que mnnlfestamos nossa a dmlraçllo pela vos 110. figura venorauda, adquirireis - eu bem o proe!llnto - u firme convlcçllo de que oo vo!oa atos e palavras dl' o oalram em terreno árido, antes cresceram e floriram em frutos aaborosofl e de que aoubesteo J.i.zer de cada um de nós mais áo que admirado­ res sinceros e arolgoe 1dedicndos, e, este pensamento eu o pressinto, voe fará complAtamente felizes. Acabaremos por dirigir uma ve:z; mate fervidas preoes ao Criador e, am­ ·paradoe pela graçn e força do alto, vos desejamos vida dilatado e feliz. É o presente que vos 11umos, oh sacrossantas mães, por considerar mate valoroso que qualquer outro presen te material. Rt.cebei-o com a vlbraq!Io do on tusl:1.smo que vos caruoteriz!l em todos os vossos atos. pois é a 0xpre:ssil0 nen tlmental de gratidão que invade a nosaa alma.· fmn o7 de Mato do 1'980 De ordem do Bxmo. Sr. Prefeito 11uoloipnl de Bela VIsta, Estado de Moto Grosso do Sul, Dr. Jly de Ara]o Barbosa, pelo preaoote Bdlt11l Jloa nollU!:!O do o proprleLarlo r. Dauth Prelra, para oompnrooe-r 11eatn Proftl­ tura no przo de 1 (quinze) dia.a . a oont,u deiitn data, a. fim do tra­ tar neeuntos : do 110• 111• ter&ao. Profottnrt. tlaolclpal do Bela VJatn 118; o7 de Ualo do 1.08a Geraldo .Âroo da 811· S&c. do Ádwlufatra• ço. • Precisa-se de vonder pera Compra e Venda de Cereais Arroz, Milho e Feijão Modero Serviço de Empacotamento da Arroz, atacado e varejo O melhor Prec;,o da ~cgllo Rua São Paulo, 25 Anteal• Joõo o [J 1 de sua Residencia depende da escqlba da p,es.s.aa Ef1Uli!l1Iltzada em ~ C ONSUL 'íE e escolha as pessoas que entendem do assunto: DECOR - Ç ES RO E llll Uma em-presa que ajuda voce a escolher o que voce gosta. 'Carpetes º Corti ~as - Baxes - Ta-peles -llmofalffies etc Decoradores à serviço das pesaeas de Bom Gosto MATRIZ: Rua. Maracaju 595---Pone - G,2,t,ostO Campo ürand·e M S Brev:emlUite rep.ressn1a:imi ea ~ l l SERGIO CRUZ : DO JU ,, , Oração ao Divino Espíri~ to Santo O deputado 8ôrglo· Oruz, Lldor do Pli&D'B na Asrrnrnbléln, llBAIDIIQU qU(! "o rwnrao esli fugindo do Julgumonto po­ pular. Na manobra QU(,) faz pura udlnr 11ae111lvum011to us ololções, notu.-so oln­ mente o temor que tem oste rroverno da oplnlo públlcn." O IIder oposl@lonlsta apraunlnndo nrtlgo do JornHls nacfon1:1iB onde oa lfderos governlBlae utrlbuom uo próprio PDS o adiamento das elelç00s 1nnlolpul0 110010 uno, destacou que ''o partido do governo eota bolootondo as 0l11loõea porque sabe anh1olpudnmente da re1po11111 popular à pollUou econômloc. dt arroxo eularlal, 11 falta de liberdade e a oareslla." Ao analisar uma Cleolaraçllo do dapulado Nélson tlnroho:rnn, Uder do Oovcr1io ou Clmo.ru - nç1 qual ellj afir­ ma BOr o PDS contrCnlo ai: elt'lçõefj dei<­ te uno - Sórglo Cr-uz ohriervou que Oíl apodrlnlrndon do realmo pretandcm con, Hnuar no podur de qunlquer jeito, rue;; roo que para Isso tenham do vlolooinr o povo, h:.ópodludo,o de lr as urnas esco lber flOUB ndmlnlstrudoreo.'' O pn,rlamon­ tur lamentou, nlndn, "o astado dr!a€spe­ rndor de cerca de 4 mil munlclptoM bra· s!lelros que 60(rMilo us consoquõnofae ele um processo untl·deniocr11Uco e nrbl­ rárlo que é o ndlumeuto dus eleições." "0 deputado Nélson Marchezau, uo Impedir que Ofl purlamentnre11 do PDS dessem quorum a votn9Ifo do um projeto que permito n lndlcaçtl.o de orrncJldntos pelas comia6os partidária provisórias, Sérgio Medeiros A crHlaa do nrlo e pesquisadora matogrossanso Aline Figueiredo lanoa este mêe om Silo Pauto, Rio e Braailln o Uno de sua autoria ''Arttis Plásllons ne Centro•O!teto". O livro já foi lançado, em aàrll, em Cutabá, durante a abertu­ ra do Primeiro Sallio Uolve~sltArlo, no qul o autor desta nota expô'i dois de­ senhoa e reoebeu o SR pr~mlo F'unarte (eete mil oruzelroe). O llno de Aline é um trabalho de peaqulsa,de vários anoe e trata-se de um dlelonárlo gom os do.dos do todos os ar­ tlalas plétttloos de relevância no o&nárlo artlstloo do oenlro-oeste'. Completa OB ver­ bote ignoras roprodu90os,'i de quadros em cores e preto-o-branao. O liro tem 860 pl'lglnas e custa mil cruzeiros. As orítiaas tem sido unâmloes: é um traba­ sérlo eompleto e mais do qne oportuna. Vide' Jornal ào 8rnsll, o Etitadão, otJ. No livro não há tlrolssões, e ela Vlstn t!1mp~m eatá presentti, atra vée de uma nota sobre o artista Nelson ello. O verbete diz;: Artista Popuiar. Reolde em Bela Vista. Realiza tràbAlhoa, do pequenos porte, em madelr'l e, peata, prldoipalmente. Seus objetos tranmttem interessante mletlolamo Illosóflco ao abordar lemas de binómio vlda-morle, ontre outrou," endossou a truculênefa montra s lati tulções praticada por todo ' os bom l,1t1 do goveruo, em exceyo", firmou 8erglo Cruz. ?!.fuis udlunte, ele ressaltou que ' populago brazllelra, no entanto, j4 está do sobrcuvlHO oom c.;111,a!l nt!t1,1dc1i. Todos a s r o r m s de autoritarismos q u e asistfios dlsriamente estão sendo detectadas elaramente por lodoa os b1·aallelroa. • 0G nada Qdlnntar.í ao govoruo fugir do Julgnmonto popult1r. A Nação está consciente e quer eleições n todo1J 011 nlvels. 81i o governo nllo conceder as eleições, como teus bajula­ doro[I já osll'lo apregocndo - e desojam - as claases trabe Ih adorar;, organizadas coo11trulrão aun própria bortra." Espírito Santo você que me esclarece tudo que ilumi na te«do« os caminhos para qua eu tinja o meu ideal, você que mr d/1 L 1. ' l ,: o II tá o r 1 u n d o. alto1lÍatlTn!! pera subjugar oa dei 1fit i. • >s. !o Posto Alvoro.da, noeltomoc o rapto •• e estomou vouoendo. Nu ... ll d11t., qnundo o munioip!o oocerooro o sou ar:ivorsário enviuno:i uo povo, e vpciaimente ao prefolto Jo!io l?rcirc, {felicidades no objetive de desevolver cada vez mais s nossa que!da Antonio J<1il.o 1 Hl .O BE TO O munlclplo encontra-se engalanado, é umn de.ta festiva simboliza a nossa omnnlclpaqilo polltl!!a e ndmlnletro.tlva. Aatorldados é povo, unidos, aomemoram a c[emérlde. lato é o1v1emo. representa uma reflexão a repel­ to do nosoo passado e lntulQão do nosso futuro. Noo, da CEREALISTA MARTINS, estamos na luto, construindo diuturnamenta para O progreaco de Antonio João. Que o espirlto de fê:ita p.o:rmanoçn entre todos, para que posso.moo ntra­ és d alegria e do otlm!amo, ven.Jer os desafios «íesta épooa . p_RADims ANTONIO JOAU Danio d('E) Almeida Martins e Dione Martins Vincence * * * Cereali$h'§ Martins, Indústria e Comercio ltda. Com prn e V onda de Cereais Anos, llilho o Feijão iodero S rviço do Empucotunaoto de Arez, zatacdo e varejo O 1e!!o? Preço d, y " .. egtflo iu lllo Pnl1, 26 Antoti1e Joh •• j 1 l ! i. INDICADOR MEDICO Dr. Renato Fonlãe CllM 171! Doenças Pulmonares: Bronquite, Asma, CIrurgla de Torux CONSUl.'rOHIO; Hun Pedro Oolt,sllno, 1641 Fone 624-0564 IESIDENCIA: 624.93/1 Campo Crande Ms Dra. Mariza F. Funtão '70M 592 DOENÇAS NERVOSAS CONSULTÓRIO: Tu Pedro Cele+tio 16Jl Fonr 024-0561 RESIDENCIA: 624.9097 Cnmpo Grande MS GERIATRIA TRATAJ1.ENTO FSl''ECJALIZADO f'E IDOSO Dr. W. Penafortte Ex,ReBiclente ,la Clrnlcn Goriâtricn 'rn('{Jk MAtuar So Pulo Check-up do Idoso • Reabilitaço Roa Dom Aqnlno 1687 Telef. 6244307 CAPO GR ANDE MS ENDOCRINOLOGISTA Dr. Rogério Fernandes Neto Diabete, - Tircoit.6rio, R. Marecbal A!allet, 742- Fane L83 ftetidan1!111: R. ,ll!lnechtt.l lfollrt. '!411. li'.,u,c ll!Jl:1 ttqtddn 1lilJl:l1 Dr. Lauoidio Valde-x de Bimies rorgfo Dentlra ORO • 557 • tllnleo de crianças e .tdubcM tendo-os com hora mareada ,As. Dnque de Oarlae, S08 - -J,mllm MS Dr. José Geralde llometro Ctrgt1o Deist Oltntcs GePat - B--X Era vto onde se fizesse neces­ rlo aos Interesses do Coléglo, sempre p,reHe:nt.i nuB ocauiÕNl oornemoraUvna da E8colu. Dod·lca'V1H!0 lntclram1Jnte nus arrocnduções, rllle Jostull comemorativas, n:is novna progrurnuçõea e uma lezrla -contugluntr fo,:la purto de 11uu pessoa. - Ooupundo cargo de relevante preetozn nus Associações dn11 diversas enlldlllleB do ensi.io. E procurava sempre fazer funcionar u. contento tudo de que purtlclpuva; lambem ajudando monatu• riamente com recursos de seu palrlmonlo peB!lOOJ. Prometia conPlantemente irglr com sevorJdad'3 com algum aluno seu, mas encontmvn sempre uma manelrn (com um jeitinho bem brasllelro) de ajudar os mosmoa. Nunca foi prepotente, soube em· pregar oom intellgencla o bondade seus oonheulmento11 ~m benefício d11 coletivi- dade. • Abruçou o .Magistério come pro· flseão. R Rui Barbosa descreve o magis­ tério, oomo uma das dâdlvas divinas a6elm: "A fronh, do Sacerdote se verga para o cãllce eon1mgrado. A fronte do lavrador, para a Terra. A do que espa­ lha o grllo da verdade para o Sulco soa­ berto das cooscleoclas oov11s. Todos os trêe recebem ordene Sacras. Todot1 eon­ oorret11 para 11, fecund11çllo divina do l:nlvereo. -~ hóstia, o arado, a palavra correspondem aos tres Sac~raócios do Senhor. Mas a suprema Santlflcaçlio da linguagem humana, abaixo da prece, está o Ensino da mocidade. O que é o lavrador deste ohão devia amanha-lo de joelhos", M'3US ctiros coleg&s: o professor, que ocupava a cadeira dests horário, deixou uma lacuna dlficll de ,;er preen­ chida por outro professor com os dotes pessoais do nosso extinto mestre. Soube se , encontrar e ministrar com amor e carinho a matéria de sua predllaqlJ.o que foi a história. Além de orientador era amigo de lodos. Uma quadra de EE•portes, aqui no ro!Aglo ficou no começo de eua conetru ç!io, foi ele quem deu o lnlolo. Caba a Direção, com ajuda ds nós, os alunos, concJnl-la e seria uma justa homenagem dar o nome do ex professor a esta qua dra Sua vida Igual a tantas outrAs cso mune. Sem multo apego a religião, pen dia roais para católica m&s foi multo oa rldoso e ajudou !numera.. pessoas sem procurar recompensas .. Empregou largamente o· mandamen to certo: "Amr a Deus obre todas aé c0isas e ao próximo como a sl me»me • Seu féretro, foi ncompnnhar1o por. grande número de amigos, clientes, pIo fesxores o alunos. Podemos resumlr 0 sentimento de todos pela ua morto 4% 15lrn: •·o dia em que D.ela VJata chore, • P11ra alguns fol o uwlgo, 11!tnplo1 mente. O Coatudor e mlzo para outros. e para os alunos o bondoo professor Eraamo ou PTD, como o cbl.lDavan na Intimidade, pois e11ea sigla erE por elo ampregada oc,m frequencla. Aprovou em pre os lntereeeea do Corpo Dh10,mt1 da Esco!P, de Jll o 2º gr11us Oaetelc Branco. Por ts110 nllo daremos um o.deus frio e formal pe}a sua despedida para 11empre, e sim: Durma em Paz Professor mereceu o seu repoul!o, npornr de ser prematui-o. Deixou uma Doce Saudade. Que I6 onde estiveres e o houver um cargo slmllar no daqui, s lares sul-m;rtcgrossenses. • . ·.·•."·;·. ··.•:.·• Neste momento tifo difícil por que passa a mais bela instituição c~:st5, que é a família, deve se impor a figura extraordinária da MÃE. E deve $e impor dando um basta a todas as sortes de P.meaça; que pai;·am. como aves agourentas, sobre os lares, f,:. ••.•••.• deifindo a sua@niide. g:.,iy : ' As mães está reservada a tarefa de proteger e n,anter inviolável a ., --~/ :. harmonia das famílies maiores que são o Brasil e Mato Grosso do Sul. '/· Jo.'.I?, '.l p»num@nlo dos dt! ter dssw mule!p!u, t eeatr- llzds a!ade de rir, A as mpresa, plo- n e l r reto, m It o d e progresso ! á s - r d per. DIlldadex? Dwafies? #Ao Itere te!z par depvrtar mera pontene!II&des, o ores 1é{ deu. Vivemos na Iuts porque luts nos tora ezd fortes s livres. }ez!o d!z g Isas atações o povo algo data c!dada. Nosso abra9o profo!lo Jo!ío Prolrc da OllvolrtL adquire 8 mil carteiras escolares A Stcretnrla de Eduaag!l.o do Mato Gro!lso do Sul úoaba de adquirir, através do oonaorr~!lclo. pó.bllca,uo totnl de oito mil cro.c.­ juntoa 0110Ellaa, eartebn!l o andl?l­ rns. nuo lnvcatlcento cfa ordoc d 7,8 ollhõoa ele artu::el­ roa, nn oo.lor oeopm dQ rnobl• 110.rlo parn aatabol~oloonto11 co­ oolaras já efotnnda do nmn unl­ ca Te:r: DO Eatado. fürno moblliárlo acnirá pn rn eqnlpnr 18 noTt'i!l eaaolni: qna utl!.o 1onclo oonatrnld&B pslo Governo do Eatado aoa nunlof­ pleo do Amnmbc.l, Gnarnpó .. Ca . onpnn. Cornobâ, CoxJm, Doura­ dos, Jarcll□, Mirando., Nsvl:rAi, Nova Andradlnn, Ponto. Pov!l, Três Lnisonz. Paranaíba o Oao po Gra::i.do. Esai111 oaao!n::, qt1e sor!!o lncorporndc.is à Rade Eote;. dual do Enaiao ainda ezte ano socam um toto.l de 176 110.!11a do o.nla, que prspo1clon11rfo acroa do 21 cll noTu Ta.gua pnra crlan çns anl-matogrooGOmcoa ou idndo 'ilHolar. • As oito :cil cortoira:i os=o- • lnre& reeentecente adquiridas devor!l.a ser entregues a Secreta­ rla Estadual do Edaeaç!fo •ató o final do primeiro somestre do oor1a-ote ano, pnr.a que 11.ll D0V11s escolas poHaim ontr.::r ec. fnn­ clonameto inda no pi,cloclo letivo de 1960. sar da Fonseca, tanto a constru­ c;u.o dt1s osaoino quanto a nqulsl­ çllo do moblllirlu f:n:era parte Qo nm proirama. global do am­ plla.çilo e mGlhorin da Rede Es­ taclnal elo Eooloo. Dsse programa. globnl visa o planejo.monto ade qaB.c1o clois eapaçioil fi&lcos das aonatruçõon 1>.zcolares, a :correta oGfoç!!o dos oqnipar:aentos e dos oob!Ufirloc . Goo Isso evita-se a ocl0sl­ dnda do àep,mdênclaa escolares lnatalnçiõc:: e Instrumental de onoloo, 11.lém de chegar bem pr-óxJrno do ra meta de padro ·n1zaç.{io d.o oquipamentGs e eom­ psentas das istzlações 'físicas aonoldoraado zi. dlvorslfado dos fotor00 ooe!!ll11, caonômlc.o., 'geo rrráfloos o oUo6.t1e.oa. Para atln glr Maca objat1Tnll, !a 6ecretnria da Rdual!Qllo voo ut111nndo téc­ nica□caia rnc!o??a,lll de pln.ueja­ oant-o de red.o, projeto e eons­ trnç.i!o de prédios, s·cloção e com­ pra do ttqolpo.cootoa. Leia e assine Ampli@ção e r'Aelhoria iag.nndo o si;a11etlri0 Estn­ dual •• Jidaeaçilo, Jnvih:iaie 66- - -------- J! OSÓRIO IVISt "Tantas veze zombava da metra. fmbolo do o[dado braslleiro, no ó da lhna, Os InuréIs conquistando da 'vtórla, eavlrla, mas de todo o Exército; no Que erta Pátria no tem lenda que vulht 116 do Exmn, llumtnum todo um vol, quase vlr~do em sombra, cruzaudo unlverRo de mlatérlo o expllom a ver. sm que a pre1slntum, ne llnbae de 1011 dnd11 quo 011 homens procuram. Ne!!Bt.'B tlut1ln do Inimiga, chega a Rio Pardo versos, há um sintetso da blstórl11 do o breia da terra aparecendo ema Porto r,r11ndo (fouorul Ot1órlo. Alogre. O poeta presslntlu quo eln nlo e O Jato oe repete, onos depol1, oonlrapõo. e, dlrln mM!llÍl, nllo 110 com- quando Cl.lfxlas o encarrega do Informar põo s6 ,te fotos hlAtórlcn!l, Transcend~ eo do. murcha de Urqu!za, om preparatl• doA llmlloo dn voroeslmllhnnon, ponetm vos para Jnvadlr o Brasil. Osório 10 flR fronlolrrrn da Jendu, ondo o real vira Insinua pelo terrltorlo ndvorso desliz-n, sobrflnalurul o o foto no trunsubstnnoln fug11z o fugidio e depois irrompo no em mito, ac11mpnmento do ar1ndc Duque brasllslro 1.foHo berol popular. é mnl11 que o contnudo o que vim, Informando de tudo. General Guerreiro; nllo upenflll o comnn Mlosllo cumprida. da ute 116 blo; nem sómente o gula dos Ero <3aseros "Marchou n trote oon­ exércitos e o bravo dos bravos, mas tra uma bateria Inimiga de olnoo booau herói tuh•lar, a maneira dos demiurgos de fogo o n tomou". ( a llnguagam da o semldeuse. purte do oombute, logo, nll.o há retifica- Em ooneequênolo, é bravo por ç!io, foi "a trote" mesmo). natureza venoe dlflculdadee que derroto• . Mais tarde, no ataque a Humaltõ., rtam o comum doe homen, sofre a per• diria um argentino: "011 que escapar11m segulç!lo dos maus, nem sempre é com- Ilesos poderiam considerar-se re11eusolta• preendiCo pelos que o rodeiam como do&", Osório foi um deles, perdeu o oava­ berol o povo lhe dá vârlos nomes. Não lo e teve o poncho rendado e esfarrapa­ é mllngroso, mas pratica façanhas e do de metralha. maravilhas. E, quando morro - porque Dai um <>flclnl paraguaio, defensor é humano - delxn.ontre oe homens um de Humaltá dh:or: elmbolo. . • "Esse homem parece sobrenatural Assim é Osório, naeoldo em Con- vi-o praUua, tanto herol&mo e a sua celçlio do Arrolo, vllórlo humilde onde coragem me assombrou tãnto, que oho­ o mestre-escola é ambém sapateiro, ou guel a proibli' os soldados de atirar con­ melhor, sapateiro e mosLre-escoln, que a tra ele". nrto de costurar botl6 eerla mais ren:io- Poderln ennmerar também outr"s cavalos :ia que a de abri, cnbeQa de meninos. e foram multoe que morreram ew bata­ Com êle Osorlo sprendeu n ler, e apren lha, sem que ele fosse touado. Mas de­ deu, também para 1oda vida, que ainda necor.earlr, se torna Individualiza-los, oR mais simples nos podem dar lições. pois o cavalo, pela suo nobreza e bizar- Aos quinze anos ó gailcho comple ria esté. ligando à proprla imagem do to, domador de caTnloe xucros, mane guerreiro. jando o laço e os boleadeirae dormindo ~ cavalgando que o retrata. um sôbro os arreios, quimdo 11urpre.,dido veterano, oomo "genio da guerr:i en• pelas estrelas, cortando rumo no pampa. carnado uo vulto e,tupendo de Ooorlo" Dai a empunhar 11 lança, nllo bâ no Calor da Batalha de Tulutl a sua trnnslçúe: apenas o tempo lhe aorescen- batalha "A galopo sempre, chapéu de t& tixperlencla e renome. Quando recebe chllt,, de espada em punho, percorria a a etipada de General, o roeto comeon linha de fogo de ponta a. ponta". a envelhecer; moe por trAs dos Ylncoa, Em Perlbebul ainda não refolto de ferhnen­ na fonte empla, o que sa refleta nos tus, montando um grande cavalo branco olho~ luminosos é a mesma pureza do cujo pêlo brilha...a a luz do dia como 8~ volunttlrlo do 1.828. . fosse animal todo de prata. Deeoe um Poucos, entre oa nossos mate deollne com calma e magastade tornan• gloriosos soldados, bilo de estar tllo vi do-se logo alvo de nutrida f~zllarla 0 voa na memória popular como êste oa até de tiros de peça, quando então Tau valarlano gaúcho. Na galeria doe nossos nay pergunta a um soldado de cavalaria bravos, é uma eepecle de S. Jorge, aô. Qu~m ~ aquele cavaleiro? • bre o cavalc • brioso, erguendo a lança É o reneral Osório. predestinada. Nenhum outro herói naclo Ji então se moldara a. estátua de nal terã como éle tenta humanidade, herói, a Imagem que o povo orlou 8 a­ que Impeça o culto Impessoal; tanto ca coitou e nuDC?a mais será alterada· Gene lor de vida que desdiga 11. fria consagra ral, embora, mae ginete e Janoelr~ çllo do mé.rmore; tanta atualidade que Em Passo da Pátria é fnmoo~ sua nllo r.e amolde ao tradicional do bronzfl. frllRe. GeneralP, chefes argentinos e uru- Sua. !ida se pontilha de oolncldên guatos discutem e discordam a uem 08 . elas, que UJudaram a criação da lenda. beria primeiro pisar o eritt@ ara- Aos 17 ano, alferes, toma narte ·gualo no oombat& de Sarandi, <>nde rompe o • O11órlo resolve acu:lnho cerco pelejando braço a braço. Desde "Penso que estão erdendo tem ~f U'l.o hmça e cavaleiro começam a lun com essit discussão, pois: quem vai !»~ r,,se pou<.:o a pouco até oonflgur11.r o trr.r,, amanhil, no· Paraguai, sou· eu. De tato • earalo de lanps em puuho, o He • ró! la a terra ente ln!mlga. Beta lntldloso repetir Inda mls a hlstórfR que eada qual prooua conh•· cer a bellulma hhtór-la de 1ua terr•·ll 110111& terra o Brull. Agora, a lunga otá deitada na vi­ ttlne. O oarro:paraJo no Muuu. Dormem apenu. B a qualquer uõnelo de o-riu, para a Indopendenela da Pátria, olo qno traT0U o primeiro oomhate na C:herra dn Indepcndeoola, hA de reuurglr e• epfrito. HA do lmpul•lonar um bra90 decl111vo para retomar a lanoa pudeetl­ nttda. O momento br,ullelro tmplloa DH• 1a rossurelollo eaplrltual, Implica em a• mor mal11 a pá1rla que posições poUUca• prestigio e dinheiro, rnas ereto, multo dl· floll onoootrar-10 o homam, o predelltlua· do. Salnmoa por ai oom & lama da do azeite aomo Dlógonu a. eata do otro OSÓRIO. Talvez no o encontraremos por que OSÓRIO é o legendário. Os pomeos de hoje não tem legen· da. Que Det111 saln a PUrta 6 o aoa- 80 voto. Puf: ltampf iniotórlo do Bxéreito li Bxérelto 9ª Região Mllltur DC - 10° R Regimento Anto11lo João I.o O5 -_Aprov/80 IYISO O !:'resldtnle da omissão de L1 e1ta9o do 10 Regimento do Cavalaria Órgãc, do Ministério do Exélclto, coma' nloa que, farà realizar a Tomada •• Preços n° 05 APROV/89, cujo edital a111a se resume: Aqui8lo do matorial abaixo. 10.200 (Dez. mil e duzentos) qalloa de carne bovina eem osso, 0% de dlaa telros e 50% de traaelrea eapeolal1, para o eonaumo da tropa, duranto o 3.e trime■tre. de 1980. EDITAL 8 BSP.RCIFICAÇÃO O edital, as Hpeolficaqõea e ea clareclmentos neoeasàrloa, -·poderio Hr obtido», das 08.00 As 16.00 hora,, na ae de do 10.o Regimento de Qayalarla ea Bela Viata - MS. ' Quartel em Bela Vl1ta, MS, 09 de Mala de 1980 Getulio Martins Padilha • CAP VBT Presidente da Comisso de LieItgão u , . m[se do {L!e!tapão do 1. lelento de Cava larls, Orlo do MItnt4 rlo do Rxérolto, eoml ea que fará reallzar a Tomada de Pregos n. 16/aprov/60, njo •11111( asslm so resumo. [ Aqufl4lo de matert. É l abaixo. h. 800 (r>n ■II 1 olteeentos) q!los de PAa frano0 ou do sal pAra o 0onrumo da tropa, d raate o Jt lrl■Hlrt •e 1980. IDITAL B IIP.llOI- ICAÇÃO +' O edllal, a.1 HpMlfl• 0açãos o eoolaroe!motos / neoerlos, podoro ser obtido, das o8.oo s 16,eo horu H 1811• •• 109 Reglmonto do Cara­ larla, ea lltla Vfl1a )1(1. Qurtel •• Bela Yl•• ta, M8 09 do Mialo de 1980. 6et11llo l&'artlH Pa• cillha Cap Yeterl.drft Pre11dea1e ela Ctal1 alo do Lfeltasio PIPI: 1 MORTE IE 1118 tHDADB DO Y..lTI· 4 l..lMO (.A.PP}- O Papa , Joio Pawlo Sapdt u• r1onu doado Kinshasa, o do so Inteiros da morte do presfdoto Tito, tolograma do oondolo­ elaa ao prt11ie11te Lasar Kllanakl. ".Ao iatelrar-ae ee• peaar 61& perda qu af•· ta no ómomto o ,., ... país oomo tabom a oo munldado Interaelomnl oom o dosaparealmente de pruidente •• R1pábll· sa 8oelalldla Federat!T• da Iugoslària, o mare­ chal Jo1lp Jlros Tit••·, osoreron o Papa. apre aento minha■TiTAI oH· cloleacfa• a11lm eom• •• dnejo, fenoreso• cp• .form■Io11 para •• cama· d11.1 pop•Iare■hrgoalaTII obre as quais iroso ai dirinas bonglo." ,----~-;_~------.-.------------===~-------------, Financial co O • A • CO QUE CONHECE A NOSSA TERIA O Financial está apto a resolver os seus problemas, converse com o Serens No Financial tudo e Resolvido na Hora Tome ama atitude inteligente abra una cnnta no FINANCIAI.:. - Processos Fundiário Formalizados Jardim no Projeto INCRA Porioda: ola4-80 à 30-04-8o A) n, 1'IFíCAÇAO 1- )1 •· , . .. JI •• ., • •• 4 , .. l ,. ,li· Ira , •. ' .. , . .,,. ~ ili• • t8 qu° ••• , .. •• 071 80 Robo1·vnl ílorcreu 4134,4001 lfo 062 80 Robovl Borges 14,202 L Jfo OG!l 80 6rlo 'Teuser t 72,05!l8 Hu 064 0 Edlo Gormuno Drews 648,6161 Hu OO!S 80 8obuutmo ela SIiva 70,6008 Ifa 678 8o Irlindo Moreno 86,0006 Ha 070 80 Zuoarluo Rungol Aquino 140,0000 Ifo o84 8o Regina Mstroyunnls 829,4242 Ha 086 80 ,Jo11ó Dorte do Ollvelrn 2oo,31o8Ifo oB1 Bp Arlindo Roquo Zunllnl 289,g2ó5 Ha 688 8b Denlr Hlou 180,l416 H 089 80 Deollndo Rodrlgucw 2.478,7001 Hn 090 B0 Jos Ferrolru de Curvnlho I?Bh o 091 00 Dlvo Pirou Polxotl'I 094 80 Flnó11lo Onntro 09580 Geraldo Dlllll o00 8o Andaleolo MA. Lolto 1.307,oooo Ha Porto MurUoho B) DISCRIMINA'fORIA ''COLONIA CACHOEIRA'' Belu Vista Bola Vista G. L. Lugunu Jardim ,Jardim Dela Viola Nlouque Bela Vir.ta Murucujú Marucujú Caracol Jardim 1.004, 8000 Ha 1.o28,D850 Ha 100,0000 Ha 2ó4,o879 Ha Bonito Jardim Bola Vhta Nloque • Jl'I ,- 13 :í'"'! 066/80 - Armindo da Costa Leite 80,000o H P, Murllnho 087/80 Francisco Ramos Barbosa 3:l,oooo Ha P. Murllnho 068180 J oto A vulo 30,oooo fia P. Murllnho 069í80 Vennncio da :;-11va 27,oc,oo Ha P. ~urtlnho 070 80 Ram!ío Goruhl 11,oooo Ha P. Murtlnbo t71 80 Rloardo Rivn6 ia,0000 Ha P. Murtloho 072 80 Joo d Silva 1,oooo Ha P. Murlloho 078 80 Albertina Gnnzales 1,oooo fü1. P. Murtloho 074 80 Egldlo Anonlo da Silva 20,oooo Hn P. M.nrtl~ 075 80Meraodo Vlelrn Gomes 68,oooo Ha P. :?tiurttnho 076 80Marla Farlno 29,oooo Hn P. Murtlnho 077 8o Marina Alvus Figueiredo 6,0000 Ha Porto Murtlnho 080 8o Martin Mendonça. ' 1o,o0oo Ha Porto Murtinho 081 8o Manoel Lopee Filho : • : 28,oooo Ha Porto Murtlnho 682 8o Agotinha Mendonça 8,060o Ha Porto Mnrtlnho 085 8o Hermínio Cardoso 80,v00o Ha Porto Murtlnho 092 80 Germano Manuel du Costa 4,000o Hu Porto Murtloho 08 8o Maria da Concetgo Lelte ·w,0000 Hn Porto Muriinbo ote 80 Altrodo Avaloll 6,0000 Ha Porto Mnrlxiho 697 8o Pulo MaJony Balboena Sr,,0000 Ha Pui'to MurUnho 098 80 Wilson da Costa Leite 35,oooo Ha Porto Martinho 10o 8 Angélloa MIranda Gortadt 14. 978, a766 lia Porto Murtlnho o) LOOALlZ.ÇÃO DB 1!11ÓVEL. UMA CiDIOE O A OI ÉPOCA 1188 80 81h'lno Orh1plm Darboca 19,1465 Ha Jardlc i.lD, 06· do Maio de 1980. Oarloe Alberto Ferreira de Mlra1:1da fücooutor Projeto Fundlmlo J ardlm ADVOGADO,- OAB - MS - 1579 ranlda Duquo d? Cnxlae - 780 Qlt. Potrtal - S1 - Jardt M -------------- G. Lope& da Laguna exemplar Bela Vlota mo parece um exemplo do anocro1.J.l;;u,o para ver Jolio Paulo II, declarou não estar preocupado, porque "tuàe está sendo muJto bem cuidado". - rr m 1S is s wi cos/ruir u reformar, ela dê ta tchegatiaha ma FERRMM!IS. Na "eru.as" voes eneantra tud& pnrn sua constrnçgo, C'QDJD Telhas, Lajotas Coloniais, '.Pint:a, A:z.ulejos, cimentD, cal, PERRAMIS O Jeltmho Amigo de Constrlllr Entregamos a Domicilio FE □n. A'. M IS Rua Marechal Malet 1020, Telefons: lGD9 e 1806 IIif Aquidaana Mato Graso do S.ttl -----~-~----·-----....:..:..-=.=:__ _;_j EIR !O a 11105.190 O l'oder L(•1il-..lnt1vo de Antonio Joo, através de eu Presidente, Ali' Ir de OJivelro, <: de seus companheiros, envia seus votos de progreo harmonia, almejando que os obs te torn<:m, u cinto prozo, urna rculldude, prínclpaJmcnte niJ;ra qu:.: o prefdto e:stâ lmbuldo do flrwo propó-slto de dc11envolver o muolclplo. O no~Bo propósito, a no,:sa Juta, é o bem comum, é traduzir I~ IdéJll5 ôuJ>tadas entre O povo, fazer destoR ldl:1119 uma pllltúforrµa do trnbul}io o ull'nv<'!li do justas retvlodlcuçõctJ p .r-Uci;nr do croecli coto da cldad<•. Agradcc~- lí8 n ooufllrnçu om nóa d<'poalt&dll,: e. nos propcallmos:n conlínunr lutando. no plenarlo, pau o apcrfelço meato de nossa8 institulgões Altair de Oliveira - , Presídente Arnaldo Marques da Silva - Vice presídenf e Rubens d(.Oliveíra - 1.o Secretário Vereadores Norino· Gonçalves Agápit:o de Paula Boeir.a Arnaldo Marquei! ou ' .. . ~ . - : - ~ : ... . < a • y,· at . . ,,:IrM.::. a a emnog o mundó âporumf 7o do mundo· esti em poder falar com a a. A Telemat sente-se profundamente 9 para que voc:n possa repeti que existe em vo 2». é. Se ·a / ~~----------------~B~------------------ s '5K0E8E til AO POVO PARAGUAIO