Ano IX N 517 f) 
Desdf as 4 horas da manbfl., de 
sexto-felrn, o romul do Paraguay em 
Delu Vlstu, Eduardo O!'nr:z. e o 
d vogado Serio Pero.di, e movI­ 
mentar,Jr.J 111, t-t•:1II<10 rir• llhPr: r O'l 
jovens .Jo11o, Pedrinho. Ton!o, Ale. 
mão, Z::ca e- outro C]l.Jt' ..... t·n nm dett 
dos no Dtstuc11n•('ntr> do Exr•rcllo í'<l· 
rugualo m Bella Vi+t,fós os irei 
dentes oc
11rridos no Cui-!-i□o, qulntu 
Ie!ra a noitP, qsrnnclo fq! ro, :.to o 
pecuarlsta Tullo LourPiro t- J'..-rido 
gruvcrnente Sebastião ZacarinA Filho, 
o "i/ego", por Bold1iclos p:1rnguaioi;_ 
Velo de Concel(;ão, especial­ 
mente pura ouvir o~ impl!c11'lo!' G 
Auditor .lllitar da r<'gi,1,_. é o jJajc,r 
D!oatal<.>, que prometellim ao 11uvo­ 
gado que os rapaz~s seriam liueru 
elos ali'> a& 19 horas. , nr:~c;11 repor 
t11gern, juntamente C'om Ser~io Pf-'­ 
roodi, acompunbou toda a mo vimen­ 
tH.ção, apurando os fatos e procuran 
do de todas as formas colaborar 
para & ràplda lib-~ração doo rll::ldos. 
Fomos bem recebtdos elo Capitão 
Oscar Scbulz, no .n.eroporto, de 
manhã, quando este agul!rda va a 
vinda dcB oficiais de Coaceiçilo, e 
tambem no Destacamt>ato, por todas 
as autoridades alí presentes· Eles 
procuraram auxiliar o O0s5O trabalho 
sempre frlrnnd0 que "a imprenrn é 
um Guxíliar valio~o na apuração da 
verdade e no congrl'..çamento Entre 
os povos·•. Comentários desnecesBà­ 
rlos, pois a Tribunl.l. da Fronteira 
sen.,pre pautou a sua atuação através 
de um criterioso S('DSO de justiça. 
o 
, . 
rnn 
OL 
No Esta«tio Oe(avio 
. ,•1d1 111.1. 
X 1° de M il 
x 6. Uftiàl 
cumprindo o d1•'1•r. Sl';!UOU<' lnformo­ 
çõe3 d1• h, jrJ l'll ,, o r• nhor Nego, 
rJp;.c:onlsl'ct•rl<Jo ~-- f(•J!r .• ; 111lllt 11·1 H, 
o!ende; o O!lado. P d!mo decul 
pus. Foi um la,entivel Incidente.', 
O ~ajor Diostule, encarregado 
de proceder as investiaações a res­ 
peito do incidente, profériu uma 
breve alocução na presença dos 
senhores Consul Eduardo Ocariz, 
advogado Sergio Perondi, jornalista 
lvaldo Pereira, Delt>g.:1do Especial 
ria Policia Fi<derel, representante do 
-Governo do Estado, pecuari!-tti Luiz 
Aldi, Assessor cto Governo Carlos 
E_dy Sá Medeiros. delegado de Poli­ 
cia d1:: Bela Vista lko Chamorro 
apito Osar Scbulz, Delegado d~ 
Gov~rno d~ Paraguay, e autoridades 
de Bel!a Vu,ta. Disse o Militar: 
i _"Brasileiros e paraguaios são 
{maos, vivemos irman..,JO. oor laços 
nraternos t: estamos empenhados 
uma escalada comum. O q;.ie huuve 
no Cassino, foi um peouPno incidente 
} @o dever4 provo&ar ual ·te- 
i os. Estes' jovens %tiveram aqui 
o destacamento, para pre-tarern as 
'formações necessárias e forem bem 
";}ados e n'aguem os mal«estou em 
oasmento alguw. l!co rnrnhtts descei­ 
• . pela morte do senhor 'I'ulio Lou- 
3,],3.,e tos irume.ntos em Nego 
co arie.s. Só qutm Já Eervm a putrif~ 
a 1:!1° sc!dado, poaeria enteodH us 
çoes dos militares que estavam 
Q , SE UM 
MASS, RE... 
Ouvi:nos alguns dos jovens 
JJ3 estavam detlds e 08 BIS pro· 
nunrlamentú,- rler rn: u e,1tPnder (]UI:' 
o incllii'ntf-' no C,,1<' !no poderia lf-'l' 
e t:anformudo uurn ,'Wt>f:SC'C'P. l<;ts 
alguns destes pronunciamentos; 
PE>drlnhu "Estuvamos sentados 
na mena, pt-úindc, u rf'ft>ii;ilo. Pm 
altos brados, quando um !-0hfodo 
chegeu ;wrto ele 116.; ,. oerliu que 
par.íF,ernn!; coril n b<,rulbo. O Nego 
cãntlr:iuou falanrlo alto. ma1; IRto é 
seu costume. Ai o i;ol,Jado voltou 
novarncntP, e se desentenderam. O 
Nego tirou o seu fuzil e Pie foi cha­ 
m!:l.r· mais Bol,Jados. Eles chegaram 
atirando pré tolos os lados. Foi um 
Deu::; no'> acuda. O '! u!io uão estavu 
com a gentL', ~1e E'h(ava i-m outrh 
mesa. Entrou µrn·t apaziguar os 
animos e foi morto". 
,João ''Chegamoti nc Cas- 
Eino, como ele co"IUU:(•. Bri::icar:do 
com todo o mundo P gt'itando. Pedi 
roo!' o jantar e com,> o rn e s m o 
est?:!va demorando a 
i;er s..-rvidu. c,,meça.,:10., 1:1 uater 
na meg& e g!.'it; r para o Lopes (gar 
çon). O Nego esoar-rou num prato 
que cnilJ, e ai entrou um soldado. 
Parece que eles se desentenderam e 
o Nego deu um tapa ao mesmo. Ele 
foi buscar mais geme, e o Cu!-sino 
virou p:aça :ie guerra. O ?edrinho 
levou dois tiros que passaram ras­ 
p:rnào. O Zeca levou outro. a sua 
sorte foi que eie escorregou. A bala 
passou raap1:.ndo a su_ test&. '.1/ós cor 
remos t': fic:.:.mos es~onêicos num 
qu&rlo. e só ouvirros os barulhos 
das armas sendo eng?ti!h·das e os gri 
tos. Aqui +sto os brasileiros. ai 
com as miius para ciUJti ! um 
suldado apontc.tJ a arrua para o meu 
peito. Ele já ia disparai· qmrnôo <JU • 
ví o grito de P.:.RA. Acho que 
era um oficial. 
z~ a, d I s e q u e 
cu u entender que o Nego 
m&is vis!:i(Í(l pelar; soldndo:s, 
desde que chegamos ele 
uu mnrcnçio. Qunndo começamon a 
pedir o jantar, e o Nego quebrou 
um JH 110, lll'liii'nt.ilrnt•nh>, o olrl,ttlo 
chegou e pediu que ele para«e. O 
Nego dleutlu eom o toldado e pas. 
,1arnm 11:i Viut-. <ln fato, sendo que o 
Ner.ro tirou o mo-;qul'lll o dele e IIH1 
<IPU 111111 HOjl,tJ)O •. O ><Olrl. <!O ,alu 11 
t•ntr11r,11n ontros que p 1 .. r.11r:i.m a 
utlrer pá tudo que foi lado. Nós 
nos fechamos num quarto e depois 
l!0imo-.. todoH com ax muõJ purn ci, 
mo, curr"í!nndo •J N<'1{0 que já lrn­ 
vlu recehld0P trl'rn lirua o o Tullo 
eRtavll no chllo. O Tulio rer.d>r>u 
dols tiros, ur no ouvltio n outro no 
rwlto. Olha, ,:iJl'o 1nm fuzilar a gente 
uli mesmo, mn1< ch1•~<,u um !{l'tl­ 
duado que riton tara que eles pu 
raHAem. S o o il o f o ,; e ele 
nós etarimos todo mrtos. 
F,,moR bem tratador; no <k tac,1 
mcnto." 
tudo 
era o 
pois 
ficou 
Lamentável 
Jncidente 
l. 
As opiniões uté o rno:nento .afl.o 
;!ivergeote8, m:ii:l quu-,e todo' c-ão 
uuà□im1 s em :.irtrmar que a direçJ.o 
do Cni,f.'ino não podtriu. deixar Oi:l 
sold&doc; Pntrurem nu recinto. Eles 
deveriam ficar do lado d,: fora, 
pois os lreque1tudore. do Cassino 
não :;ão margloaii,, Fãc pessoas du 
sociedade bela•!l8tense P que susten­ 
tam o rnesmo. O:i Fold11dol! JJ' ragual­ 
os não podRrlarn. sob bipot:Se algu­ 
mna, entr rem atirando como se PS· 
tivessem num vako de guerra. To 
dos os jovens e.:-ta 'am <.lfB..:.rmudcs. 
Eles poder iam ter sido doli<.IOE, rui' a 
náo tratadoB co:no marginais ti pe­ 
rigosos ioimí;?"us. 
O povo belavit:tecse esperli 
apenas que oe soldl'lL'os qui> pertici 
p!l.ralJl cto "quase mar:sacre'' _t-jam 
punido~. se bem que i,;to não vai 
devoh·er a vida d~ Tulio Lo• n·iro. 
A 1.Hreção do Casislno nrecl-3::i. rno:i 
tar· um esqu...-ma àH-re.nte Ge 5egu 
ranç2, não mais baseado no: iuzls 
dos soldados guaranis, que possuem 
o dedo muito leve e umna predisposi­ 
ão violenta a brigr_;: cc·m clientes 
DESA R).1c Dos. 
EC_ 
Paraguny em 111)r1 VI ta, que per. 
11111111•1°1 11 ;!I l!o ,H¾ ptot:111•.11H!o ~olll­ 
clonar o prohlemn e lber r os 
tettdos. Agradece tambm o dvo4· 
lo rglo Perondi que 1 1111 o 111.J 
t<Hl11 í11nüo :11, •i il<1Jll'l11 non d••tl<lo 
"N . ase: 
O incidente, qunse tragédia, quo 
provocru 11 n10111• <!1.• 1'ulln l.011rl'lro 
e delxou Nego Zaerlas às portus 
da morte, deverá servir de lição, 
que jumals deverá ser esqueclda 
por estes jovens. 
Um clele:-i, t11n (l01s dollc1oH, <lls,rn 
'eu nasci de novo', que este nascer 
de novo f.lçn com qu,• el<
1 
fll' l•mbrn 
das horas amargas que pnssou. Só 
l>rn i poceró. tiabcr o qnc ncoo1ece­ 
ti:1 ,,,, I! ºll'" 1ove1111 (7) ttOl'H'Hf,Gm 
1,·l r.oit•· Cl:i , lolc11cln, noite em que 
Hel Vista prendeu replrção. f 
um dura o trht1 llçüo QUE' deixa 
om N.l lo, lllll ,rnltlo qu11 rnlo mal!-< 
• ct:':. resgatado. a morto do 'Tulio 
l,
1,urelr•>. • 
agretsões 
IVm tlo<1 dlBpur<•B de fuz!s 
1+ltos pelo soldados paraguaios, no 
Restaurante do Csino, nossa repor­ 
tagem apurou que o tnenor 'Tonho 
Zacarias sofreu agressões ficas, 
ineluive coronhadas do roquetão, 
mu:r:-o.:; e of Pn rJ; mornl'l. 
Agora, livre da "detenção", 
alguns dos jovens envolvidos na 
noite violenta estio coola.11do o 
'que realmente se pssou no Ca sino", 
A ve;:d de dos fatos, ?. verr!aJa TO, 
TAL. ainda não foi apurada, apenas 
versõe6 e a veidade parcial. O povo 
bra.~Heh·o quer saber o que realmen­ 
te êccnt:cou. 03 métllcos que aten­ 
d<>ra=n Sebasliüo Zacarlus Filho e 
Tulio Lour eiro poderão prestar in 
iorrnoções va1iosas a respell<, de um 
'ato que 1!:itá mereceL00 comentúrh,s 
da comunidade fronteiriça: 
Tullú Lout't,i!'o recebeu apenas 
tiros de Tuzil? Oo recebeu tambem 
tiro;, de rrvc.Iver? Quem atirou? Por­ 
que ütirou? 
Para qn'3 o~ fato" s6}om real­ 
mente aclarados, em bene'ficio da 
·erdude. as autotidad~s paraguaias 
deveriam dívulgor os pronunciamen­ 
tos do'-1 soldados. Em~ tato niío é 
rrpenaE um "pequano inc~dente'', 1>O1s 
se1t brd.silelros estiveram a beira da 
O povo de Bel Vista agradece 
o capitão Oscer Schulz, por 
s u u atuação. e q u e soube 
se por~11r co:no _ OrlCL..L em qual­ 
quer circunstancia. Graças a sua in­ 
te:-venç!:lo ~ao ocone·.1 um r.:iess&cre 
que poderia gerar consequencias 
imprevisivis. Agradece tambem o em 
penbo de Eduardo Ocariz, con~ul di) 
lir 
de 
DOS 
E" 
mr>rte {' um !.Correu. 
dtrocacia 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS CÍVElS 
OlíF.lTO AGHAHIO - I:\"E'.'.TÁRlOS 
ESCRITORJO - Prat;a Aho.re 
Mascarenhas 
Bel 'j;;1a 
l 
l

UMI 
011 lr,(:H porr,(-!?l!ldorPFI lkM(lC'rllltl 
do carro e cumprimentrm o homem 
(lllf' IMD'IVII iNf 1'•' •PUl!JC]O COIJÍO!'(ll ( J• 
monte num pilozinho velho, 
O V( ll!O 'l'iliu: ('JO, IJ11r.t111:l111:f{HAl"fl 
do 110111 a sltunção do roubo e querendo 
resolver o cn»o o quto ates postível, 
foi diretamente uo a unto e perguntou 
o nplar. Como o !,t•nllur CUOH'f'IIO !,ti 
sentar confortavelmente num pozinho' 
O epinu repondeu: Dedo que 
, e· rt•llíf• n 1111  (Ir• pllll.0 (rdPtl1t•!lO 
àquele pau que tem:pro et dentro do 
Dr. Adauto T. ikejiri 
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Tribuna da Fronteira 
( l,'undndo n 20/2172  
legistro no Cartório de Tit. <' Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001-.90 
lns, E+t, 13039231.3 
Administração .Maria E«teh V.lereir 
·1:dltor - CL1•fc • lvuldo Pereira 
Departamento Comerclal • Alvaro Pereira 
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Duqve de Caxias s/n Bela Vistn MS· Cx. P. 2:3 
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lvnldo Pereira 
pilo e que servo para ooor lun 
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O vel/10 Tillúl'CI0 npr.•ovou pronta 
rn1•ntn <'141411 rnA()Ol'llC:1 o ROl riu condetiCMJ• 
temente para o cnpl«nu, mas upesur de 
wber que o !Jomnm nllo qn 1iontnrn no­ 
bre o Pau no ·oneula dmltir (jUCI 
ele estivee entado confortavelmente. 
Mnus deve er ussim Ril6fllro11 t·nttl)!11f!rlo. 
Finulmente o dele!udo Irritou +e 
com ll OOIIV('l'SI mOI( ( perf{IIIJlOtJ if'IIJ)H 
clente: Bom homem, honesto e trubulhv 
clor, por acuso viu puser há pouco por 
eta estrada um fusca verde-bexl'' 
Ü Cllfllllll respondeu de uIu n:11 
::rtru objC'llva o fluolutu quu uo dei 
, uva dúvlclt,H: P.u vi. Em ~egulda contou 
tudo detalhadamente: Eles Iteram sem 
oomb11Allvnl e rr.o p1:dlrnr11 (JIH' llw Vl'JJ 
tlOSSf' dUll8 V!lCllB puru rPl)OCfll' O curro 
nl um lugur menos lbolnJo. Eu res 
pondi quo n!lo vc11dln vucu 11e11buma, 
ou nuncu veado vucu, eu sempre fico 
ospcrn ndo o preco sublr, se vende el 
que me nrrepenrlt-rel, porque logo o pse 
co da vaou sobe e eu u!lo quero perder, 
.!e forma que minhas v11cas vão flcendo 
uqul comigo, euvelbeceudo e morrendo 
por si. Mas vender, nunca, não suposto 
ter prPjuizu. Doí que por essus razoes 
eu aluguei duas vucus para eles, digo, 
pura os dois bomerrn que estavam no 
fusca que vocês procuram. 
Seu Tlbúrclo ficou mu!to bravo 
com o caplnu e o ameaçou, dizendo­ 
lhe: Então o sonho: não sube que hoje 
/l domingo? É completamente proibido 
vender combustlvel. O delt>gudo nqul 
presente vai multá-lo severamt>ote por 
esse de&respelto à lei do governo. To 
mara quo com Isso o !lE'nhor aprendo: 
jainals permt:a que um carro, :-cm ga- 
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11 cto 80 por horu. O ei_qJln ll !1.1 p 
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luHLnr fflllh l.)ll]OIJ·RB rew ;; eIrelto 
da rle tempo, o povo nno tEm dos 
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J)l'. (), ali!, H odrigue d Melo, Juiz de 
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1 r,  ,~,., •. , clt, ..;,,J, n'l. forr. ~ d L 11'1. e,r ... 
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f',Í, A[EH Ruw que o presente Edital 
,ro ou d,l conh .. t11'!1l'lllO 11,(f(IIJ tj'I~ 1 .-lo 
r ,..,.n,,. , ia Olirpio Morai, brasileiro., e 11111,lJo 
I"[,arlo. restdente e domirliado m la,sr iuer 
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11
il) ,1!,:'11,, 1·,.u1 o I rJ, 1 ,1,. ,ín1,• (<111 •ll•'· l' ., , 
,agnder ao termo da aio de Divcrio direto 
j consensual, que #e pro+a por ste duiro, 
o.-l1lo p(ir I !,:,._,  ogado, Muns podendo on­ 
i,,,
1
.!a, ,ol) pen/ de rnl"li4, no 1,rn10 ,1,,. '..'O dln, 
Ut cvrrrr!i em curtórlo, após a trinação do 
,o do edital. nos t+m- .. e ,J., 11t 1,rtlP 1C,,:1 a 
1 
J,elíç,fo e dl'•pacho • ~•:,i111r 1r.1a-cri,o•: 
[y@do de fI» 02,0 Emo r Dr Ju!r 
dr l}lrríto dna comarca de Mel Vi.a.M. Elia 
vo•~do iorUI•, bra,ilrtro, ( 4•0cliJ, lldr• do l,H 
~dente e domiciliada ne-t cidade e comarca 
J 
~, llelo '1'1~, •oh o 11101110 d., Justiça Grtuita 
(docurnenru• tn,•lu,O? atrav/•, de doado no­ 
e±do, v'm a preenyu de . Fa., propor ow. 
e 0limpio Morais, brasileiro, casado, comereià 
pa residente e domiilido em lugar incerto e 
olO a bido, Aça de IJ1'orc111 U,n tn 11.io ,•1111• 
ual, con! ba-e na separação de fato com ini­ 
cio e !lnal de outubro de 1971 lant•·rior u :l'l ,Ir 
pho de 19770, já há mais d cinco anos, arti:,:o 
@Lo e 3o 49_C/CU o !:i I o rio nrl1:!11 :;.o, tu 
doida Ir, 11.0 6 .. ,1.,, de 2<1 ri<' clC'zernltrn de 1977, 
,spondo e requrrendo e •·•1111 di,,·rirninodo. I) 
A 
1
uplicunt1:1 contraiu matrimónlo com o upli­ 
ado, aos 2 de setembro do ano de 1974, ne-!a 
cldodt' ,. comnrcn ,lo B,·la 'i-ta.,IK, 1eudo o nto 
ido rgistrado .l• fl,. IIB. n.o 2.,11, liHO 11.0 B-ll, 
do c11rt6rio do Hegí-trO Ci,il d,·,ta tidade, coníor­ 
l.De rertidão em ane'.o: '2) Paru<lu,nlmt"t1lP
1 eon 
1
t,eu com o Suplicado por ·mente um (l) mês, 
rendo o me•mo abandonado o !.,r t'onju;::il 110 fi 
oal de ou1ubro do ono de, l9n. ,,m qualqut·r 
motho ju•Lo (documento i11cluso1. :J) Desta d· 
lm unifo conjugal, não adveio n,·nhum filhu, 11Jo 
erisrindu qunlquer imóvel p1·1 en,:,·nte •w ca,al, no 
h tendo portanto para partilhar: 4) Do Bouoriado, 
, 1uplkantr, nos termos do artlµ-o IU. ~ ~ l.o e 
3.o e/a e 1.n do orl. 5.o, todo~ da lri a.o tl.51:i, 
de 26 de dezembro de 1977, Ycm rccp,crcr a '. 
'j F.u o div6rcio com llllse na eeparaçiín de foto 
há mais de cinco anos, desde que, pelas cireun,- 
' 1aados expostas, é humanamente impos•h cl 
qn.Jquer tipo de recOndtitui~·iio da vida em co­ 
mum com s.-u legitimo mui<lo! l[!ualmeate, ro• 
quer a V. Exo. n citação do réu Olyrnpio ,loraÍi 
1lravéa de editnl, em face po•suir paradeiro cm 
lugar Incerto e não ~obido, protestando, por to­ 
do e qualquer tipo de prov.i, como testemunhal, 
documental e olotrn• que Ee fizeram necess;1rfo9 
p.1rn comprovaç:io da separação de fato acima 
mencionado, bem como intimação do represcn• 
tante de Jlinistérlo Público titular da comarca 
~lr!. participnr do processado. , derradeira, de,• 
t Jn presente seu rol de ustemunhu,, que com­ 
porecerüo, independentemente de intimaçãc,, co­ 
~o tendo: a
1 
Clovis Paim Rosa, brasileiro, comer­ 
eunte, casado, residente e domicfllado ne.ta cida­ 
d_e:_ b) Emílio Rocha. braellelrc. ca~ado, prGprie­ 
iario, lambem re,idente o domiciliado neFla co­ 
nm_ca; c) Inácio Ramão Pert:ira Gonçalves, hro. 
dle1ro, caindo, comerciUC'te, residente e domicilio• 
• nesra comarca e cidade de Bela Vista 115 
D. R. A. est-4 com os docurnenros inclusos e go­ 
tt~do dos benelicio, da grntuidadc, atribui à cau­ 
~>,I 
O ~alor minlmo legal. Espera Deferimento 
b e a Visa, 28 de janeiro 1980 (a) Dr. Sergio o 
d:r
1
0. P~rondi Petição fls. 15. Exmo. Sr. Dr,- Juiz 
V Direito da c11marca de Bela Vist,i :'115 Elisa 
zado Moraes, já qualificada nos autos do Dl­ 
•orc,o Direto aão Conscosuol em trâmite por 
:
11
e respeitáYel Juízo .: (artorio do 2.o Oficio 
~rn a presença de V. Exa, respeitosamente re- 
1.a;.rer: em lace não publicação do Edital de ci• 
do ao em tempo hábil oo Diário Oficial do Esta­ 
ta' nava cxpedJç:io do mesmo. fixando ooVll. da­ 
Par nudiencia de cimciüação. E.pera deferi­ 
n:Q~o. ~ela Vista MS 12 de junho de 1980 (nr) 
Au·d. crgio Roberto Perondi. De,pacho da fls. 16 
d" rencia de concilia9ão e julgawento paro o 
li 26/08/80 às 15 bs. Cite-se o requerido com a 
observanla do despacho da intul h j y 
11
11ó l 1 11•l tlr. (>,,,.!4, IHhl11;ur• ,l 1, !,; 
,ln,1. de Direito, F para que «cheire ao , 111 ,t 
mrnto dos imtre»nd « e ndo p .,.,,n, d--. (ltt,u1.~ 
nlear lorala, txp di o presente e outros 
que serio puhh wds e a!txados na torna da li 
Dado e paado neta idade e cores de bala 
V j t , Estado de 	t o Grosso d o 	a l , te 
r ls dres do ,.,e• ,Ir Junla1) ti,, -,,ri ,ltt 1111I 1111- 
l'rrnr, • t1 0111·111,, (11 1 }i,rlnlt.1 cnht. nu,,l,&t 
judielirio, detil grafei, subscrevo 
1.  l8fl'l 
IHDI_CADO 
Éa-tuoenterIr 
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n~' ("' 1 'ltll•ll11111t•·.,·· ". 1,h 1 1•11lt ,r 
Ili' 1 dn LIJl:lllh l ,:,, , ,,1. llhll 
co, r o n Jl ,1 a )t :1 11 l h ,1 , ,, 
e uln rote . ]l ra os pabre de a 
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li,uir.o Fln1t11cl ,1 , .A. 
Nomes que ftelam eot : 
l, ,l. I<, L, M. N, O, l', 
1), H, 8, 'í',  ', V, W. X. 
 ' '/,, 
i tH
1t1l<l Luu ll'o 
'. l'lor 110 'l'rlhuli\:!o 
Oração ao 
Divino Espíri­ 
to Santo 
Espírito Santo você que 
me esclarece tudo que ilumi-. 
tu torloa o~ <'amirdw~ para lfl.lP. 
eu atinja o me ideal, você que 
rui' ,B o ,!01111li,i110,to p<·r• 
doar e esquecer o mal que me 
fazem; e que tudos os in­ 
toantes de minha vda está co­ 
rru;;'), ,.,, 11111•r,> IIC""l.fl eurtt) dilt• 
logo, aradeer.lhe por tdo e 
confirmar mais tum vet, 10e 
u nunca quero me eparar 
.f,, vo, por maior que reja a 
ludo material não erá o 1111. 
niu,,, •h v11ntude 'l''e oi1110 
,j,. U•U tfjJ r• .. far t iJIJI VIH'í:i •: 
.:..,,dn1 o• fJJPu~ jr,11:io11 uu ullJria 
Per ptu. Obrigada mais uma 
vez ta pesoa dever fazer esta 
oração A dias ·guidos vem 
fer o pedido. Dent ro de :) 
dia• •er' alCá11cod'u 11 ••rll<'ll 
µor m,ri• diffl áue cjí • 
bJi.-u a8sim que receber 11 
7raça' 
M. E. V. P. 
A'iençãa 
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Mato Grosso do Snl 
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; 
... ----- "-•" f Al(tl )Ili" Vv~f ! - ~ 
'1'1t.rnl'.l •ll Fr1, 
1
•lt 	-~ 
---·---·--- 
Folclore 
Police 
, 
• 
Papa, enordo n relldade 
do nus.o mundo atual, 11111 palnvr t 
o/len'dora pu.r o hotet, a Mlll!I 
ril!, [ 'i , li11.1ÇO e (lll "lllu 
r, 0 p 11J(l1 ll, cllz, 
- Quem silo os pobrN1'? 
"Voes slo u presença viva do 
Senhor que sofre nos irmos mais ne­ 
cl t
1liltnuoE-. Jc~u!I contitrJO. u proclnmor 
l.Jt•w-11,·en(urado5 os pobres de rspírilo, 
os que oirem por II LUOl' da justiça, os 
puros de cotação, os que trabalhs pelu 
paz, os que suo cumµosstvos e conservum 
u l'Spert1 uça. em Cristo So.lvudor. Quero 
t'tirorujá-loi~ n srrem rico!:l em humtioid1:1- 
de, em amor tl famlllu, em soliduriedude 
com os outros, que vocês possum desen· 
n,J·er cuds vtz mais ns possibilidades 
do alcançar maior dignificuçúo hurnuoa 
e cri~tii". (1o bairro "Los Minas", São 
Domingos, ;_!(i·l/79). 
- Qu(' ó no,• L, lgo'! 
''Em <Jlv11n1or-. modor; podem os 
leigos partieipur d mlsão da lreja 
1 111 R,•11 npo~tnl,(JO. ::;,,, v, lfJ (l l!Oll!UUfúa• 
de tomnndo parte, por exemplo, na cu­ 
tequee ou no 111•rvlço uarllnttvo, n ao 
u,11~1110 t('1npn, 11llfDlll OlliT1lnllo1:1 IHll'[l U 
u(!tlo 11011 r.,1nlfH>ll (]1J(• llt • t;/'lo e1p1•e1rlr.o:,.'' 
Wrnon de São Pedro, Hom 17/2M) 
l /{t"i111dt• o l'!<f)IÇO pura 1111t<••11 111!1rl,.rlo 
dado com Cristo, grande o espaço pru o 
apostolado de todo, vpeclultl doli 
J1•f1ro11. "l'Jvc fon,c, th .. ,.,•cJI', ·•rn p(:( ll· 
gdrio, l'!,tava nu, dóNJII'. 1111 pril-iio, J!Pl'­ 
weutao", oprimtdo, angustiado, inevns 
etente, incerto, tbndoado e teu;ado 
(1111, til. já 1,0 nulo m•ll.'fllO)" É PUUrWP 
o circulo de carência o necesfdadvs 
IJllfl Me colocm diante de nossos olhos 
qunnrlo q1H'rumo11 ''Bl'r ullw1 ior; uoru 
'risto", ()lscurso ao La!cato de lomnu 
:2G.
111 78). 
Quem são os Jovens? 
O jovem e a jovem devem ser belo 
antP,; o iobre·tudo, 1uteriormente. S"""_} 
beleza interior, quolquPr e••forço que, 
tenha o cvrpo olljrto. nno comw~ofrJ 
tornar V<'rdud<:lramc•11tP belu u1011 pe1;soa. 
!for jovem lnifiea viver em sI tncoR· 
nte novidade de espirlto. ollmenUH' u 
co,itlnur1 buHco do bem, dar Iur/{OA uo lrn• 
pulno pum o próprio u!)erfelçoamento e 
r<'111izor umu perr.uvernote voul!ide de 
<.l< rLçftu. (3ui<illca ::,no Pedro, Homa 
tfí. tl,78). Vocfü1 pocnrnm e tran6mllem a 
'',dPgrtu de viver·· a um mundo can6ado, 
desanimado, deilndido... Un jovem sem u 
ler1a e sem a esperança não é auté 
tco · jovem, é um homem envelhecido 
a utoF- do tPmpo. PoriHSO eu lhes dtgo: 
lt'vcm, comnutquc01 o /r:adlem a ttlegrla 
e a osp1-1ran1,:u! 
(Au<llúaclu Gemi, Romu 12/11/78) 
□
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Em :J0 de junho do 1.980 
Dr. Ely de Araujo Barbosa, P'refeito 
Munlclp!ll rio Bela Vlt-to Estudo de 
Mato Grosso do Sul, no Uso de 
uu-s 1'tribuições Leg»IR: 
DECRETA 
Artigo 1%: F erlndo Municipal 
dia 17 do mês dP julho, NU virtude 
de uberturo da 91 Exposlçíio Agro­ 
poouéria de Bela VIsta, Et;tado de 
a 
Mu to Grosso do Sul. 
Artigo 2; O presente decreto 
eotroró. em vl::ror ou data de sua 
publicação, revogunao"se disposições 
em colllrário. 
Bela Vista 20 de junho do 1.9S0 
Ely de Araujo Barbosa 
Prefeito Muntc!pul 
• 11! 
!}7 anos dl'I vfdu, r. ~ 
000
~ de Jut • HCU últ1 , ? 
dl«curso fot no da,, 
qu!' [Ili urofu o úlllrr, 11 
mand&to: deputado pel 
'1013 dn 2nhl:::. umu pr ,ro, 
tsso de 1 democráttf' 
de 13 minutos, defende nll 
do Plelciíes diretas purc }. 
torlOfi os mu ndutos, 1 ,o 
c!u&tve Presidente d . s"o, 
Retire: " 
- Aprendi com a.10 
que fnra da lei nllo l 
anJv,1çúo Escolhi o e 
mln!Jo mais difícil. o 
oposição. Pr11ferl o fad 
mula t'roco pura dele Pu 
der o Ideal mais fort r~RIJ 
a l!berdade. VI cair ,lio 
Império e nuscer a R 1wrf 
pública. tendo vivido t Jlt 
dos os J1rnces llbertárlot1e1 
de nossa Pátria. 
Ae gnlerlas explodi 
ram em aplausos. Sen 
tou-so. multo digno e!Jí 
i;eu terno branco e cola 
rloho duro, perguntot 
uo colega ao ludo: 
- Olga com frnoqueê lf 
zs, companheiro, eu I 
brm? . 
Restaurante Boretti 
• complL to sorviço a Ia carte • 
alto padrão de atendimento 
Rcstcuronte com or «>ndiclonodo 
e requinte 
_, t:niJn Duque de Caxias s/a Jardim - MS 
Dx. José Atanasio 
- . .DVOGADO 
OAB - MS - 1579 
Neto 
A.enlcla Duque de CRxias - 780 
Cx. Postal - 3t - Jardim MS 
E ASSEIE 
N E@JTE#RI 
AI 
e 
Du 
7rego deste 
exemplar 
?± 
t#$50 
an 
De Miguel lonzillotti e Filho 
Vidros, ferro,, Apart'lhc• ~anit5rio, 
T.ibos gal, anizudos" pla,tioos, Tintus 
!lombas para :ígun, etc·• 
Rua Augusto ifosc:ireulias 589 • fonc 1083 
Aqulcta.uana - ?ilato Grosso do Sul 
Compra e Venda. de Cereais 
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Moderno Serviço de Empacotamento de 
Arroz, ataeado e varejo 
O melhor Preço da Região 
1{.ua &10 Paulo, 55 
Antonio João 
1 
Rodeios, Shows, inúmeras 
Vista 
~ _A Maior Amostra da Fro . 
PR0,,10ÇAO: Sindicato Rural de Bela v,, ?nteira 
COLABORACAO: Governo do Est d d 
, u o e Mutc, Groi,so do Sul p 
Be
1'3 y;s+i~ 	e reteitura 
!ro I ll~ • spera a Sua Visita 
Agropecuária de 
atrações 
Bela 
Exposição 
MuniclpSl

l l, 'i t 
'-J 
O Pap _ ,Jo/lt.t 'Paulo II estt no 
6 
'1!(] ra ll. rollhÕf'5 de fiéis prestam a suas 
teu l menagens ao Santo Padre e bebem l:1!:õ 
1o da,,,g palavra- como se fossem elixir de 
o l e de e9erança. D»se Sua Santdade, 
111:dG ~ i1l B.-;1'1 Jlc,rlzontf•, qtH! "o!l Jovca, o:'io 
i. uma ivem dotar filosofias mnterilIstas e• 
lemocrt f.te provocom a lut:i de classes", disse 
iefct mbemn que "a verdadeira e oncla do 
21a8 rtstianismo encontra e nos santo Lvan­ 
dntos, lhos''. A visita do Papa, comn u wa 
sldente lreseoça íhilcu lmprnc;s!1>011ntP, scuR 
t1i:1currJos contundeutea o impr"j!nntlo, dt> 
íl.'.lZ ooR lnduseru a cll:'iMl"(o➔mulor,•it. 
,"""_ k santidade combate a vtol6neta. de­ 
e ltl,de as classes menos fa vorc<'lJo e 
1
!bl o' noita o pensar grnnde o r>eni;ar com 
flcll. tb1sto, um pensamento de :lmor e dt' pa1.. 
ir! o! • Mais urna vt-z 11 1:<oelPdtHie froutei- 
rnra dt'rl,ça "'ncontr,1-lie P11luh.1.da, e "'té mesmo 
ala fo urprrAa com mais llm ato de viol~ncía. 
vi ca1rb rato ecorrldo qainta feira u noiw, no 
sce:· a esturante Cassino Paraguay, quundo o 
VIV!do
1
,ecuarisl!.1 Tullo Lvmelro rnorrl'U vl~irnH• 
llb<'rt~, 
0 
pelus balas de !..llll fuzil de um FO)da­ 
a. 
ias exp!· 
·sos. t 
digno 
co e e 
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Dr. Pedro José Palmler1 
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Dr Joelaon Martinez Peixoto 
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Residenci-a: R. llarecbal Mallet. 7-18 - f'one 1841 
Aquidauaoa Mato Grosso do Su) 
1 
Dr. Laucidio Valdez de Barros 
Cirurgião Dentista 
CRO - 557 - Clinica de crianç.as e Adultos 
Dentistas 
DR. LlBlNDO ASSIS GODOY 
CIHURGIAO. DENTISTA 
«'.ifl@-[i'í)~ ©2>® 
l aldo P 
o do F>,tr,  o I rngualo. t' t>b. "!l:o 
Z (' trf .t, ''Ilho, o ", ••..:o", fol baleado 
:::rn.verta•nl!•. é ur alerta, 
St1o t-,· ju .!lfJ.,,a fts 11llhl<k :ir 
l>ilr lÍ.,f< e vtolentas do «olhados ljlll' 
estavam de serviço no Casto., Todo 
os elementos envolvidos no triste episódio 
são e!lentes ass!duos do testaurun'e, 
h>do~ o,; tur,rlon.hl1.H, (lo Cllt:a os conhe 
Ct.'tll, trnni, nrnnl.i,-, f;('U?-;  lt llli! 1 lHl •  1r 
tudes e náo s ' íu:-tíTH'11tn. r1•f)t>!lt11<1 , o, 
uto:; e a morte de Ttil!o Lourtlro tpic, 
l'(•f{UüclO uma t,•S!l•llU11hn "mOl'Yl•U JW 
1lnllo para que não atrasem", A vlol<'n 
ela. i:,•r.i a vwll'!nel:' O l't1p11 pede a 
Pu.1.. P,•rl•• 1 harmonHl. O l':1p11 Jo o 
Paulo 11 v,•!lu o homens que prnc>uri"lll 
1 convivencla preifeu Tulto Loureiro 
morreu. Suu almn e oy ses uto' ,.,.ri'lo 
julgntloH pt lo Crtudúr. Ntl!ô Z11cnrlnn 
ctt·vorá guard,1r a lt•mbrnnça amor{t!l 
doR momPulo~ dlfiel.'li; quanclo CultV(' a 
belra cta morte•. 
nt•sta-no;; o confiolo e u ospc~rnnça 
de quP os vivoll, O'i quu sohr,wivarnm u 
eslu tragédia, possam ser julgados pelos 
vivos. Etiperumc,H que o Gomundo Mllltur 
de Pedro ,Juan Caballl-ro rou1lzu u111 
Inquérito rl~oroso pa~u upurur ,rn reb• 
poosabllldade,,, i;e bem ,1ue iRln nüo vol 
devolver a vida cíe Tullo Loureiro. MaA 
a vida l:Onlinutl, e com ela a esperança 
is 
Desenvolver o 
o. 
de que os homem sejam nti filhos dt 
Deus, mal coerentes com n miolo de 
q1rl11111r,1r o 1)1 undo, do que · .. n .' ~, , N­ 
Ul li. d . ~ lHo l<i ,,, h•lo (tl,1 ,1 n li !lhlll 
t11à.1•; p 'l: >1'Vt n 1llll, 1.l.t , loli11(.'!1. 
PS; Citamos palavra l l"ljh l'.•HI,'.~ qt1,1ll'O 
v@ze neste rio, ela representa, para 
nó,, 1
1 q1llç,,, f>,1r;1 to(t.1 .~ hu111r,11t,l11t1', t 
[orç que move e nos Ielta sempre, I 
l'fO('llrul' tl ln;. 110 hm1h1 rio li rwl ,lt 
, l•,Jumbrut.10., 11.in 1~ F,tr,•ln. dt) h11, 111r111 
0:-1 ltl!'lh r1•ll1•:xo i. !' c•1«1' 1 1•ful 001no o 
upC:lo <lo Crh,lll 1111~ tHl.-.t l (11111:l CJ 11 • 
:-;nAl'.,, rlt'll}])rt' ('1lllillh,1r {) jO!'fl!d 11"º 
(6 ui mero transmlsor do fatos, le re- 
J)tNH'-1111 11 alma e o anelo da 
oeledade, Nós inda uereditam0, 
e 0 , o ,, e r e dI l 11 o e 11 : 1l t· 11 1 
D. Evaristo Arns que nn 'flore vence· 
rão os canhões'. Pedimos a cal hela 
vtHleuxo, 0m pnrtlcllluT a<Hl lov,•11'1, qJci 
fnç:ini ,to lno!tlt'!lb' ocorrldtl no C,1 ulltf} 
tini ('XPmplo, um trlt,tl' o lrúgl<·o t-X•!nl• 
µlo, ma.• 1111 crllnlnlrnY cio Pnl H1 o 11i,011 • 
dveis. As vezes, ó dor nos Idlenu 
rRlrnda ern dlr
1·çfl.o fl LlJZ. , 1•q11IJH 
TRIHUNA DA FRONTEIRA deeja de 
todo o coruçõo, que a ulma ardente de 
T11llo Lo11r1
1li:o c•nconlte a P,Z, a [(tJt 
MONA e o AMO! no selo da eternidna­ 
<le, cm compunl1ia do Pai e doa o:,;plrl­ 
tos celestes. 
Cooperativismo 
UFMS 
JoãO 
atende-se com hora marcada 
1
_Av. Duque de Caxias, 508 - Jardim M 
Dr. José Geraldo l Loureiro 
Cirurgião Dentista 
Clinica Geral - R-X 
Rua Guia Lopes, rrº 810 
Campo Grande, MS- O presidente 
do. Organização dr.s Coo~era tivas dA 
!fato Gi·osi;o Sul, Luít. Pachtily, anunciou 
que ntá deAenvolvendo esforços no sen­ 
tido de que toda,; us cooperativas do 
lit,tado se flliem à 8rascoop Fundação 
Brasileira de Cooperativismo puRr<aodo 
desta maot:ira a deofrular dos beneHcivs 
oferecidos pela entidade, entre as quuls 
participação oum'l. verbR de mais de 47 
milhões dt cruzeiros resultaute de conve­ 
nio entre a Bral"coop e a Fundação Fre­ 
derieo Neumann, da Alem11nba. 
E:,;sa verda será distribuida às or­ 
ganizações estadu11is de cooperativas, 
pura contrat<:1ção de técnicos par-a pres, 
tação de assistencb do setor. O objetivo 
da organização sul-matogrossenEe, se­ 
gundo inforwações de racbaly. ê que 
todas as cooperativas do Estg,do este­ 
jam filiadas até o próximo ano, 
partlcip:rndo da verba que será distribui­ 
da anualmente, 
O r"!curso teve seu valor fixado 
em marcos, de mane:ra que, meE>mo com 
& desvalorização do cruzeiro, ai; coope­ 
rativas continuarão a receber a mesma 
importância reajustada de acôrdo eorn o 
câmbio- 
·arnplia 
insi' a ações 
PLANO DE TRABALHO 
Os dirigentes de cooperativas de• 
verão estar r e I i d o s no dia 5- 
Dia. lntaroacional do -GooperaHvisrno - 
para além dsi. er,urrater:nização elaborar 
um caleodárlo de reuoiões mensais coI!l 
vistas à formação de um plano de tra- 
balho vo!tado par o fortaleeinento do 
,:.l tema. 
n pn3Hlden(e tia Ó(!,"IJJd ,jfi't: (linda 
que a Ur•nfwoop prapura um fstena de 
lllt'ormução parn Coop
11rnt111a,; • SíCJ - pa­ 
ra uma per!eltu lncegrnçllo ,,1.,., .utt or­ 
ganizações. "Agorn o co,,p,H <1J·ti1,mo 
começa u udquirlr um Benl1'í
1
) ct,; 1:inpr,,­ 
&a", comentou Paehaly, a reiir.,"Jto do. 
úl.tlmos 1:1conteciment~s. 
LEHl E flSSI E 
fRO itl 
Campo Grando (MS) 
A Uulverldndo Federal 
de Mato Grosso do sul 
jr ('Llll(1(!011 a coloçar 
em prtfea parte do 
projeto laborado pelo 
reitor Edgurd Zard, o 
de melhoria de eondlç0e 
e [tala@0ew de equipa. 
11Wlll11l .ml "C!1tl1Jllli<". / 
l;oorrl<'lltl(lOfltl dl' n 'fl'll· 
v1,lvl11t1'1tri lnl<>li(l'ild,> 
ernH:lN luklllll I 
construção d um prédio 
nexo o Centro a 
Ch•111
1
!1i i TluUl'1111 ,. ljHll 
oonlarfl eoni IO 111,111 
do m:1ln11 -t1 1ll1L ,. nrt-to11• 
tro, com prazo de entre· 
a pAra o final de do· 
:1.Pmllrn. D,•ruro d11 1>'111110 
loba l a u m,•l11C1t l!iH, 
conll111111m :n1 obrn"l clr 
Polloiukrl Odontol(l lca 
e llotipl,tal Votorlu(Hl(), 
bem como arnp,llnc;llo dli 
setor de imprensa. agora 
locnll7ndo no Estadio 
P· dro Pedrossian. 
At(', .l neiro rle Hl8t 
u Unlvorslôado Feder·al 
pusr.ará a contar oom 
muiH 20 ::i1,lut1 cl:o uulu, 
u1Hilt6rloa, luhorntórios, 
Cetro de Proves8umen­ 
to d.l Dailo.1j, ouro au 
rur1olo 1-JUb:itanclul em 
tocJa u 11rNJ dv ''Gampus" 
Esse trabalho de relor 
:uw. o COli!ill/llÇf1o vai 
allnifil' tumbéru 01- cen 
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11ato GToss-e d!> Sul 
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Voeo se lembra, meu amlgo, quando 
qul cheguei, jovem, eheto de tdeIn, 
enatwutw«mudo, procurando o meu luyr 
.10 11111, 11,') 
oe e lembra, me mlo, qunn­ 
(as e qautt vez· u o proeurel para 
uma propagundn, um ttlnnturn, umn 
colabora«cw.o! 
''·C• • ,,,, ll·rnhr,1. lllPII nrnll,!'O, ,1Q1ll·· 
), 11111 1 Ili qu me d ll li lirollt li, l){llfl 
honcn leve, ortidente, como era de 
1 ,·li r, !IIO: 
Pôs, puel ele jornul por 
tlos nos no recebo. 
'o,•t• •!' lt-n,h1 ,t, 110H 1,r-l11wlr(11, 
l.llO~ 1111 'l'r:ll111111. tjllH!lilO 'Ol'il ('!'a pro­ 
pii, línfu ilo Hlll'IJ J'l•;.lllllTlil
1 
do 011(Ll'JHl 
t• l1Ót4, Jll'(ll'lll'II Vllll<lS li r1•pül'lllf~1'1ll, 1 
ropgnds... 
Vol't• ,.io lomhru dnqul'lllfl conver· 
rs curt, A imnpregada de fe no 
fullll'l>'.1 
Voe se foi, e talvez, ugra, esteju 
lembrando demitas eotsas, Dizem os 
lll'tl1,1!mflri. O!'! bml1Rtna. os odtptoE< do 
oeul!ismo, que qunndo a almnu lesencar 
waruu ela se encontru perante u s; 
mesmu e faz o rctro.:pecto de u exls 
têucio l! comum o povo comentar: 
- Fulooo mutrflll, Ero um homum 
t"o bom. 
f, ueu mijo, a ente passa a 
er bom depol que morre, Mas voee 
,wrnprn foi um t;urn h,>rn. Pll'ilYl<:ü. 
Ante dn bon colei du vida. Do 
hatu papo, dn cerveju mi, das rodas 
o dnu juventude, Sabe, voce Olíll'l'OU por 
engano, morreu pedido pz. 
011'111
1 
ai onclt> voo,• ••1<lt'1 11 vh;/lo (1 
outru, ó uma oóllmlcn lrn111r,•111 <111 um 
1nu11tlo 111nlo1. Sub11, PI 111 {I u v,•rda<lt•lra 
vl<!a. 
Tonho 11bsolut11 C'l'I tzu de que jfl 
perdoou o rpz que utlrou, um r,t,ldudo, 
'a erviço da ptrinu' como frisou um 
oftelal paraulo. Gozado esse mando, 
·•n fH1tvlç<1 <la pátrln'·. Vú l'Ull'ndm· tu! 
oo ment fl ri o. 
Eu uiíu CH~uu lrlull:', 1• 1uulto menos 
lumentando a,_sua morte, A utu sente·se 
feliz quando proevru alçvr vaos mnls 
nliOl'l. ,s~im encuro II mort,,. A buseu 
de paragens mnls ltus. Querla dizer 
tanta cvl1<u, folar duR lt!mbruuçatJ, dt1s 
r1.:cord11çõcH, mus delxu prn lú, f::stou 
upenns procuruudo preslur•lhe uma ho­ 
menngem. Voce ~ UJl curu feliz. 
Olliu, vou flcur por aqui, ucho que 
.. 
- 
Neste 'omingo terá prossegulmen­ 
to o Belilvlstilo 80, com mula um11 rodu­ 
t!u duplu, envolv!:'ndo us equipes do 
Operúrlo x União e 1º de M,ilo x Vila 
'.'O.il. 
A equipo de Caracol jogará com 
todo!- srus titulares e procul'ará se rea­ 
bilitnr du derrot frente uo Nr,utico, na es­ 
tréla, quuudo jogou mal e abaixo du crí­ 
blca. Touos os Sl:lUS jogadores rstão dis­ 
postos a j ogur "com muita raça e só a 
vitória int.iressa ", segundo palavras de 
Ader Godoi. Já o time da Vila famv· 
sa. o Vila Nova, treinou a i:'emanti toda 
e cofia na vitória. Vencendo este jogo 
o Vila Nova assegurara a sua classiffça­ 
cúo para u flis~, final. 
remio li quer a vil@ria 
Apó;; o sua desastrada estréia no 
Belavisto, quando perdeu para o Ses­ 
i-e-ntit pt'r 6 x O. os: pupilos d'! Cez2rio 
querem apagar a mó. imp1·esão e ven­ 
t·er o Operário. Nilo ser& umu tarefa fá- 
01!_, pol:; o trnrn do Jvun, l11:.1,t·que~ está 
11flado e entrará tõm campo com a Ior- 
1n'.u:ào <:ompleta. Provfn
1el111 ute o j)OO· 
t ·:ro direito Beto, urun das melhc,rt's fl. 
I E $ 
CM MO 
gurus do Operário jogará, mas u t>un 
presença ainda não foi definicla. Outro 
destuqm, na equipe do •'futi:bol discote­ 
ca" é o centro avante Dllte, que conlir­ 
mou a suu escalação. O Operário é o 
favorito. m,Ls a vitória do Uoiiio não 
está fora ctas previ<,Õe!' uos "entenrliáos 
Vamcs uo estauio, neste domingo, e. us­ 
sistir mais umu vibrante rouuda dupla. 
Belavistão 80 
Classificação 
CHAVE "A" 
1) AABB 
2) 0perario e Sessenta 
3) Bela v btense 
4) Gremio UnHio 
CHAVE; "" 
1 l N..;utlc;; o Va Nova 
2) Caç:i e Pe;;ca e 1 ° de lJaio 
3 pg 
2 pg 
l pg 
o pg 
2 pg 
o pg 
posso [zer n!gum cola pnra eolsboraT 
C!OITI o crl,idor 1H H.,r• neuÕ<'!o dB oµrlrnO· 
rar o mundo. btdH', l'll ltC'l N]Ho <1u1, os 
ho111l'n, Inda prenderão. Espero que o 
Geraldo retire da vida ns lições quo riu 
,111Rlrrlt rJlw l1HTJl'llle. lll'ixo uqul a 1rna 
mensuzem, que ó de ph, ri<• UrJl!II' e de 
harmonia. Voee UNUA irlu querer » 
1l'l11llçflu,· o Hl'U nt•góclo, s<'mpl'e, l'cl t, 
PZ. Segundo a inhu flloofia, de vl· 
dn e rltiou, nlo posso dizer descunC 
t·m p11z, po!t;, purn w111, u vicrn é dia:nl­ 
c:1, u a vldu upó•; 11 morlt•, por umu 
quetüo óiena, é multo mui,; v!Liu. Trl­ 
lhP o !leu caminho. pMcorrendo Utl eslra.· 
das de luz do unlvt•rr,u e uque]P nbraço 
umlgo TíJLIO. (IP) 
EEI EEST 
+$ 
o 
A masslfloaçüo do esporte foi 
upontuda pelo deputndo Hlldérico 011- 
velrn WDT-8,) corno a gruude soluçJ.o 
puru que º"' bri•11ilelros se interessrrn 
pl'lu suu prálicu, através du criação 
t1e umu comuni;Jado osportiva de~tinadu 
a trnnsformur nos,;o l'uís Ptn um grande 
centro olímpico: que, dE' um lado, pos 
sibllite razoável mercado de trabalho 
pnra os professores <16 cduc;.çiío física e 
tõcnicus au,udore:,, e de outro incre 
ruente o tlurgimento de um melhor ma 
teria! lrnmuno êSpeclulizutlo no deAoorto. 
Deütru t.lessu llll'tu de màssl[J­ 
cação do eeporte, o deputado oposiclo 
ulsta dostucou o papel fundamental que 
u l'&Colr, pode óL•sempenhar, "embora 
ltimentuvelmente sua função em relação 
ao esporte venha ::endo sofrível, sobre• 
tudo pela,. prec~rlL•d11de de l:istalaçõetl 
esport1vus . Da mesma forrn!i, i-egundo 
urgumencou, os centros e!-tuduuis, fllém 
de ~6t·em i11suficlentes para atender à 
população, estão St' transfora::ando em 
locais de lezer, cm detrimento da:; ati­ 
vldudes esoortivus. 
"Se o govemo conjuaasse melho­ 
res esforços simullíineos e;tre os clubes 
us escolus e os centros esportivos es '. 
taduais, a massificação seru mais pro 
duttva. Da u::esl!:a forma que se os go 
~eruuutes. através dt?ste trinôrnio, levas 
:sem o espote a todos, seríamof:l em 
breve muito . re.~peltudos do ponto de 
vtsta esporiivo- acrescentou. 
Corrnolho:J Útci 
Com ;ar!ar e 
co sJvar met r 
as m s 
A emblagem co- 
muro jô ó umu proteçll.o 
cuntra a umldadC1 l' con. 
eqüente mofo que Cos­ 
tuma atacar as fitas, 
Ounrde ali pr•mpre na 
c,lixa, nn vnlit:al, e ion- 
1'.{P. de l'onleA de cu!or, 
poiH as fitCil'I ee mogne­ 
lizam com altas tempe­ 
ruturas. VocO pode co­ 
locar sillL:u-grl (à vendit 
em lojaii de áudio) nas 
cuix!ls daR mas, ou nos 
cr,mpurllm<'nloR onde 
elas síio guu1·d1.Ldas, para 
uvlllH' a umldudc. So al• 
uma se romper, as lu­ 
jas eApeclollzadu..i fuzem 
omPodati seguras e per­ 
feitas. Toque suas filas 
duus vezl's por uno, pa­ 
ra munt.ê-lac:1 boas. 
lm canse!lo ara o 
grava!or não 
estragar 
DeoolE, de um certo 
tempo de uso, as partes 
mt'tállcal'l e as cabeças 
mãgnétjcas, em cnulato 
com os fitas, adquirem 
um magnetismo perma­ 
nente: é o magnetismo 
residual, qua provoc!!. 
ruídos na gruvações, 
perda dtts altas freqüen• 
clas l:l estruga bem :de­ 
pressa o gravador. Por 
Isso, é bom de5magneti­ 
zar o gru vador periodl· 
camente. ' oce pode 
mandar para algum es 
pecialista, ou então fazê­ 
lo sozinha, comprando 
um dasmugnetlzad0r em 
lojas de áudio. Com o 
grnvad,or desligado e 
todas as fitas bem lon"e 
dele. tire a cotertu~a 
das cabeças magnéticc s, 
sagure o dPsmagnetiza 
dor a 70 centímetros das 
cabeças, e ligue-o. Vá 
aproximando até quase 
tocar as cabeçati, e a[as• 
te-o vagarosamente. E 
só desligue-o· quanào 
ele e;;,tiver bem longe 
do gravador, senão você 
pode produzir uma 
magnetizaçiio permanen• 
te e irreversivel. Se de­ 
pois disso o gravador 
umda funcionar al, as 
cabeças devem estar 
gastas e, nesse !!aso, 
preci3e m st>r trocadas . 
J' 
- 
••• 
JU1l 
t 
b, 
,, 
· E( J S A TE 
O Financial está. apto a resolver os seus problemas, converse com O Gerente 
No Financial tudo é Resolvido na Hora 
Tome uma atitude inteligente abra uma conta no f1i~ANCIAL 
o BA E C 	A