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r. va E ol 
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G 
• 1.700 
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V go 
p 1 •int 2 
Quase duas toneladas do na­ 
ooolJll, já pre pardau pra er ena 
mlnhd u um traffcnnte do Illo de 
Junolro, foi ripreendlcltl 110 últlmo 
hado em Pedra Preta -- 240 km 
du oapltal. pola PoUclu Fecleml, 
O depulodo RobArto Orro co­ 
mentou na Assembléia Legislativa 
os últlroús acontecimenios réforen­ 
tes à chamada greve dos empresá. 
rios dn !'lducnçlo. Parn o deputado 
"os aoooteclmentos indloarn multo 
mnls uma crise do En;;lnv do que 
um impasse entre dnnoll de escolus 
e governo." Orrn justiHca a asserti 
va dizoodo que "tanto o governo 
como os empresários exposac.n a po 
Ulica de que o Ensino privado é 
tábua de stllvação para o problema 
educacional. QHero dizer que não 
é por dlscordtlacia pol;tica que ho 
je passamo;; po1· ests impasse, mas 
Ouve, nel: 
Falo-te· enquanto dormes, a 
tnão encolhirla debaixo do rosto e 
uma mecha de cbelos grisalhos 
cuida sobre a tua testa. Penetrei no 
teu quarto às N1condidas e inteira• 
tneute só. Hó. pouco, qmrndo fazia 
minhas tarefas ei,:colares, uma onda 
de remorso tornou contn de mim. 
Reoonhecendo-mp, ouloado vim oara 
0 teu lado. • ' • 
Vou dizer- te, pai querido, 
FObre o que estive pensnndo: tendo 
~do desobediente dem9.fo contigo. 
l 
nco burulho quando estás lendo o 
0
roal, Chamo-te, sem neeess!dade 
Para VAr Blguma eolsa banal qu~ 
t
00
1
°
0
~t:_ei quundo estás aasistlndo 
elevisão. 
No café, enconti'o m neiras 
PAta perturber te. Desperdiço us 
/Isas. Como apressadamente. Colo­ 
, "_cotovelos as mesa. Passo 
3eiga demais o pão. Passo 
. 
0 
o tempo a incomodar-te, rueu 
rhCIIZinho. E quando saes para tre.ba- 
ar, levantas a. mão acenas um 
Resto de amizade e dizes: "Até logo 
lllhot·• 	• º 
m.'e eu, na eterna anela de 
liaagoar-te, franzo f.l testa e viro-te 
, 
11 
costas, indo a brincar com OJ 
• eua amiguinhos. 
E quando regressas, a tardl 
num11 OflintÇ'l.o que consu ,du tre" 
moee, l!e lnvc•rllg11çõcR e qur contou 
cor a partícipuçáo da 13a Brigada 
de luf:•nturla ,íotorlz;1du (Culabé.) o 
do iU.o Gt'upameuto do Artílbarll 
tle CampuDba-Hondonópolia. 
sim devido a um prnblema conjuntu­ 
ral que põe em cheque toda a polí­ 
tica educacional do governo." 
Orro explica que ''desde 1.968, 
depois do acordo Mec- Usuid, o go 
verno incentivando a Jri..içãu de e:, 
colas parllculurer::, desde o primário 
até o cucso super!o!'. Por cx .. mplo, 
se em 19G4 70% das fuculdu des 
eram públlcàs boj~ o q,uudro se !u 
verteu: 70%, das faculdades estüo 
na nião de particulares. Por ucredl 
tar no ensino pago o nu iniciativa 
privada o governo adotou a pollti­ 
ca de dimiauir cada vez muis as 
verbas destinadas à eduoaçüo, trans 
nha, exausto do trabalho ao inves 
de abraçar te, gesto de gratidão 
por teres ganho o pão nosso de mais 
um dla, t·ecomeço as minhas exi 
g,moias. 
Lellibras te de mais tarde, 
quando prepara vus te pura o bt:nho 
habitual, como foste interpelado, 
oom uma especie de mgou bri1ban 
do nos menus olhos? Quando me 
olhaste, aborrecido certamente com 
a interrupção mos sem ccmonstrar, 
perguntaste: "Que queres?'', e eu, 
s::im motivos Jomo sempre, para 
agir assim, di~so intampe tiv11::nenta 
"Nada''. E. entilo, fui aos pulor::, 
escada acina. 
Nilo d!ssesie uru.a palavra. se 
quer, ma& Cd~resta oa olhos para 
rniw, corno r..bençoando.me. Nie&mo 
co ioda a i.n!nha negligéucis, sem 
p::e t,:ms uma palavra, JJm olhdr, 
um nbrnço amigo para me dnr. 
Bem, meu pai, pouco depois 
di to, quaodo estudiava, um receio 
doenlio !ovadiu-ms intelrnmente. 
(Jue vant!igeus para mim vinbs en• 
sejando o meu modo de tratar.te? 
Não era porque eu não te aasse. 
Nüo. Eru porque t:U cunstderav -t? 
am quadrado. ias sem, ânimo pare. 
continuar fazendo e.s tarefas ei;ool&· 
res, atirei-me sobre os livros o re 
Egundo a políela fedorl, 
rp1~ n)rner,le ugor divulgou 
preensão, ntn ver, de umu not11 
ofirlal. a roacouhn llC'rla v ndid11 a 
um unlc(I trnflcnnle, cujo nome não 
foi divulgado, por 10 rullbÕ('8 co 
Paulo Damiani 
dos >ntos 
o 
ferindo ete ônus à popnlacão, que 
passou a pagar caro pelo Ensino.' 
"Acontece - conllnuu o depu 
tlido . que u fonte secou. .• crise 
económioa por que passa o pní, 
oca:.lonada pelH P"líllca ent: .:gulsta 
e de arroch<> s.d,11111 imposta pelo 
governo, Cl'lou um triste qu&drfl pa 
ra o setor edac.ial. Sem verbas, 
as eocolao.; públlcus ! rncam miio do 
Eusl110 pago e udotu ffi um orçamen­ 
to austeridade, Seu dinheiro, sem 
poder de compra, sem a mínima es 
tabil!áadf económica a maioria do 
povo não mnis se arrisco a lngres 
SUL' ns escolas p:.irtlculo.rea, por 
IDJ 
fleti sobre o meu reprovável com 
portarnento contigo. E chorei, coisa 
que não fazia há multo tempo. Cbo 
::ei, repito. E como foi bom ohorsr! 
No teu curt.ter há tanto de 
bom, de fino e de verdadeiro! O 
teu ooraçúo é tão grande como a 
própria aurora quando desponta so 
bre as grandes montanhas. 
Pal, nada mais importa hoje 
à. nc-ite. Vim para o teu !e.do. no 
escuro, ajoe1hei,me eavergonhudo! 
Esta é uma fraca reparação; 
talvez não enteuderini- estas coisas 
se eu as dissesse quando estivesses 
aoortlado. Mas, oui adorado. ama­ 
nhã eu s;.,rei um· verdadeiro filho! Se• 
rei um compaoh?tro teu ,sofrerei 
quando sofreres, rir?i quando rireb. 
Morderei minha liugua quando vie 
rern pala vraE< irnpecientea. 
Estou receoso de !e haver 
encarado como um quadrado. En­ 
tretn:utv. quando te vejo agora, 
pai querido, repousando, com f:. 
foute tensa, perecendo !guqss 
rugas em teu rosto já, vejo que és 
o melhor p11i do mundo. 
Eu ~st.ava querendo demasia­ 
do de ti. Muito. .1uito. 
cruz Iro. A m conha - tfü
1
0 qullofl 
-- gundo t bém a Poli l Fede· 
ral, ria ufiel ate para 1 uuillão e 
600 mil cigarros, qu proporeloarttm 
uo traIlente u D som de e rea d 
d0 IIIhõs de eruzelr03. 
ah,oluta imposslbilldode de pugar 
us txus e mensalidades.' 
Para Orro ''o governo se e 
queceu de que pnru o fü,r:lno priva 
do sobreviver necessita de un 
mercado estável e crerccnte. Hoje u 
crise é ev!derJfl:: o p)vo não pode 
mal6 arcar com o ônus d!l educ:a­ 
ção, nem com o crescente umen­ 
to das mensalidades, as esc las por 
outr0 lado eu encontram em est':>.do 
d1:1 quase falêacla, tanto pel':1. falta 
de subsídios governamentais como 
pelu falta de mercadu consumidor." 
'É dent:o desta conjuntura • 
afirmu Orro - que explico o proble• 
ma que hoje E-nfrentamos em Campo 
Grande. As eacotu& partlcul11re:s, que 
sempre contaram com o beneplúcío 
governamental, acreditam que a so• 
lução para~ .;eu problema flCOiiôm!co 
é cumo semprt, uumenwr as mtnsa 
lidt.deó dos alnnog. O governo, sa 
ben:!o quG a população não suporta 
mais os aumentos teata con!erntr o 
problema impedido s mj0rações 
pretendidas, numa at!tude que uten 
de aos interesses imediatos da po 
pulaçllo, mas que não resolve a cri. 
se conjuntural". 
Para Roberto Orro ''tanto o 
governo·, como as escolas estão pas 
sando p:>r cima do problema e ten 
tando: adotar medidas pali!!tivoa. O 
problema educacional no país se 
resume à falta de verbas. O governo 
se livra do Eneino, absodonc.ndo-o 
6 iniciati~a prlva1a, e emprega vul 
toas verbas com armamentos béll 
cos, obras foraôoicas e inútei'l, mor 
domias, negociatas. etc. Sendo af>sim 
acredito que i!Ó baju uma solução, a 
de que o governo dave aplicar mais 
verbas na educação. cr-i,rndo mate 
escolas públicas e subsidiar s es 
colas privadas já existentes, na 
mesma medida em que dsve mudar 
radicalmente a política econômice. 
vig,rnte. acobando com o arrocho 
salarial e cora a espoliação impe 
ria!ii,ta, rnstituiado o poder de com 
p:a às :grandes mar.sai;. "Orro aoze 
dita tambem que os professores, os 
E.lunos e os po.ls de 'l~nos devew 
oe unir para reivindicar ID.Jis 'erb3s 
para a Educação e a mp!iação de 
rede cscolnr púb!ica.

'I'rlb!Jl'l V !"!J!im 
__ ... , ----------------~-----------~~::;; .......... ;.:.;;i.r,;;, _ 
e 
Campo Grande -- O overnadr Mr 
celo MIrnd, companhdo dos secre. 
t1to Juveneclo Csr da Fonsecn, da 
Educação, Luiz Lodo Iteynoso de Parias 
da Uounl·ação 8oclal, e do professor 
e Jornllsta los6 Barbou Rodrigues, 
vsltou a unldadu educacional construldu 
na VIh Univerftrlo que fol iuuuguta­ 
da dia b p.p, o que levu o nomo 
1 D ! 
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stu ocnterolog 
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Ouranto u vlsltu, o governador 
Moroelo Mll'ouda mostrou detulhudnmen­ 
lo todflR 1u1 dopeodôoclus daquela unido­ 
de escolar ao ueu patrono. O professor 
l::lorbot'll Rodrigues conheceu us 12 salas 
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dos de construção, com capacidade par 
1.7()0 alunos em tres turnos e oustoo no 
E.atado 11 milhões !;)3 1Jtll e 820 cruzeiros. 
Duunle a visita, o Govern11dor ~ol routto 
cumprimentado por moradores dn vila, 
conversando com todos, tncl1Jslve coro 
a professora Maria Helena Perez de 
Rezende que naquela oportunidade ma­ 
nifestou 'o agradecimento e a satlsfaçf1o 
de todos que ali resldii!m, 
MAIS DE TJM BI EM ORAS 
Mais de um bllhão de cruzeiros é 
o lnvestlmtinlo do Governo Marcelo Mi­ 
randa net!ta Capital, em obrus M gran· 
de e médio porte. Destacam-se entre 
elos a dupllcaç!J.o óa avenida Costt1 e 
Silva, na BR 163 numa extens!lo de seto 
qullõmetroe, oom Investimentos de 
CrS 187 milhões e as 9J}75 oasas popu­ 
lares, com total Inicial de 700 milhões 
de oruzelros. 
Tribuna da Fronteira 
( Fund.ndo o 20/2/72 
Registro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.20126õl0001-90 
Imc, Est. 130592343 
Administroç!lo .Marin Esteio V.l'erein. 
Editor • Ehefe • h-oldo Pereira 
Deportnmento Oomerclnl • Alvo.ro Pereira 
Redoçdo A4miuistrnç!lo ~ Oficinas: Ruo 
Duqoe de Caxias /n Bela Visto MS· Ch:. P. 23 
ASSINATURAS 
Bela Viua, (noco.l) 
Demnis Muuicipios 
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GT5 1000,00 
"Os conceitos emitidos em artigo■
assinados não exprimem, necessariamente, a 
oplni!lo do jornal. 
Fundador e Diretor Rl'spou1ovel 
lvaldo Perelro. 
Marte Mir 11 
Yisif 11 lstut 
Penal Je • Êrt 
Campo Grande - O 
governador Mareelo MI 
rando. vi.Fitou, o lnsUtuto 
p no! de Ouropo Grood • 
[PCG-, esteve observan 
do o lstema punal npll 
cndo e opemclonado 
pala S crelllrl de ,Jus 
iça, través do Depar 
tmento do lstem Pe. 
nltcnclArlo -D P-, em 
sua gostllo, e que têm 
IPCG o modelo de est 
bPleclmcnto peonl pal'a 
Mato Grosso do Sul. 
Esteve ppesente' à 
visita -cu}o programa. 
lnclul lnspeç.ão às da 
pendências, descer 
rameoto de placa come 
moratlva e ulmoço no 
local, do secretérlo de 
Justiça, Flãvlo de An. 
drade, e do dlretor-ge 
ral do DSP, Vicente Sa 
rubbl, o presidente do 
Tribunal de Justiça, 
Leão Neto do Carmo, o 
presidente da Assem­ 
b!éla LeglslaMva. Lon 
dres Machado, 08 e 
orelárlos Lulz Lands da 
Comunicação Soelal e 
João Batista PPreira da 
Segurança Públtca, o 
prefeito Albino Coimbra, 
representantes da Cosa 
Olvll e outras autorlda 
dea. 
O sistema penal de 
senvolvido no Estado, 
que já está operacio­ 
nalizado em teJJIDos de 
filosofia de trabalho e 
tratamento está sendo 
aplicado, além de Cam­ 
po Grande, em Dourados, 
Três Lagoas e Ponta 
Porã, devendo ser es­ 
tendido, brevemente, a 
outras cidades do Esta 
do. Vãri(ls de seus pro 
gramas têm sido plonel 
ros até mesmo em rela 
ção ao Pafs, servindo 
de exemplo a outros 
centros pelo trabalho 
efetuado na recupera 
ço do3 internos, vJsen­ 
do sua iategração à so 
oledu.de. 
Bela VhUL MS. 
Restaurante 
- 
Especialidades: 
da Oasa 
Cassino Paraguay 
Categoria lotem-acional 
Musica - Ambiente - serviço a La Carte 
• Visite o Restallf ante Cassíao 
- 
tl!ll l 
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(tcM) 
no. ' 
sul 
tJl otO 
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treze­ 
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este 
Já 1 
to e 
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nas 
liza 
38 
Paraguay 
Parmegiana e F range à Moda 
- 
Bellà Vista 
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bl 
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l 
D 
t 
F 
OEL 
Avenida Duque de Caxias 697 
RODRIGUES 
CRIMES 
Advogado 
e 
Jud1m 
NEGRÃO l 
TERRAS

CE J 
Cnmpo Orando, MS - O orcn­ 
elmonto da urrecadulo do Imposto 
obro Circulação do Mercadorins 
([UM) no primeiro semestre deste 
ano. quo colocou Jfolo Oro.;,10 do 
Sul em terceiro lugar, com um uu 
mento de cento e qulnzo por conto, 
não contltufa surpresu para ns uu· 
torldadeo fazendris deste Estdo, 
já que isto, era esperudo graça+ a 
oro plano elborudo no uno pusado 
sob rigoroso !llo, o colacndo em 
exocução no infefo de janeiro, 
Uma d11s príotPlroR medidas 
adotadnus pela Secretur de Fazndn 
foi o levuntumonto "ln-loco" de to 
das as lavouras no Estado, cadn8 
tramento do produtor, previsão de 
aira, cadastramento de todos os 
armazens, depós!tos, máquinas de 
beneflolumento e cooper,1llvai, ngri 
oolus. Da colholla de um mllhtio 
trezentos setvntu e um toneladus 
dti sojt1 prevfst,,, pela EMPAER, para 
este uno, a Sect'etarí11 de Fazenda 
já tem sobA,oontrole um rnllhõ.o cen 
to 0. 'se-tenta tonol11dns, utruvés de, 
notas fiscais o registros em armu 
z,éns " cooperativas. Restam, ainda, 
cerca de 9p toneladas, armazenadas 
nas lavouras, para serem comarcla 
lizadas. 
Esse trabalho executudo por 
38 fiscais, cem agentes fuzendárloe 
e mais 30 luoctoné!'loe, dfstrlbufdo11 
nos 50 postos Uricaf11, om 11 delega 
clr1s e noA ti6 vefouloa, permitiram 
que o Estado arrecadasse 90% do 
lCM oriundo dn soja neste p!melro 
sereestre do ano. 
Outro sistema colocado em 
priltlca foi a confecção das notas 
flscalP pela ernprP.sa Tbomaz de La 
ílue, que até há pouco tempo lrr.prl 
mia papel' moeda. O talllo de notas 
fiscais. com dez folhas, é entregue 
uo produtor depois de feito o seu 
cadustramento, somente recebendo 
outro talllo após a entrega do an 
terior, que é rigorosamente confflrl 
cio. As ?olhos desteH talões de notas 
são semelhantes u cédulas de dlnhel 
ro, ceruadas por tarjas da segurança 
não permitindo rarrnras cu emend1:1s. 
Outra medida adotadu pelo 
fisco estadual é o sistema de Ioto­ 
coplndoras. As notas fiscale so fo­ 
tocvpladas no Porto XV e enviadas 
para Campo Grande, onde são con. 
feridas e comparecias com o orlgl .. 
nal ernltlrto. Também é usado o 
sistema de computação de dados. 
Existe ainda o intercâmbio com todo 
os Estados Brasileiros. s notas 
fiscais após terem chegado ao der,tl­ 
no 8ãO dt.<volvidas a sua origem, 
para posterior oonferênoia, detectan 
do-110, ntlllm, qu lqoer burla no 
fisco. Contactos telefônlcoa diários, 
lnterctlmblo de Informações e docu­ 
mentos, colaboraçlío de órgãos fede• 
rls e prloclpalmcnte com os Estados 
de Silo Paulo, Poranll o Goló.11, 011 
quals estão mais ligados na Mato 
Grosso do Sul, t11mbém fio usad<Ju. 
A porllr de todo esse slstem& 
de trabalho a arrecode.çõ.o dos lrl 
butos prossE.-gue norruolmente no 
Mato Grosso do Sul. No mês de ju­ 
lho esta nrrecodnçllo superou u cu 
so. dos 135% em Igual perfodo do 
ano passado. Contribuiu o comércio 
com 40%, a Indústria com sete por 
cento, u agricultura e a pecuârla 
com 53%. O slstemas planejado de 
arrecadação de Mato Grosso do Sul 
poderá ser usado muito em breve 
pelos Estados de G0lés, Bahla e Ma­ 
ranhão. Gestões nesse sentido estüo 
sendo levadas o efeito pelas Secre 
tarlas de Fazenda daquelos Estados 
junto à de Mto Grosso do Sul. 
O aumento cta arrecadação do 
Estado, verificado neste ano, nllo é 
consequência da iflação, mas fruto 
de um trabalho plam·jodo e da atu 
ação da Secretaria de Fazenda, 
atra vês das suas equipes fiscalize.­ 
doras, tanto que pouoo~ Estados 
brasileiros puderam sentir oonslde 
ráel acrésulmo de arreada@lo do 
ICM como Mato Grosso do Sul. Caso 
e tratasse do reflexo d el 'ação 
do Indico loflR.clonárlo. ter!! nllogl 
do a todas as unldadu d. f6dr­ 
ção nlo somente a onze Estados, 
dos qunfs se destacaram pfrlto 
Santo, Amazonas e M«to Grosso do 
Sul. 
Ap 1rnr destes oútnero6 posltl• 
vo de urr cudaçno estndual, ,fato 
Grosso do Sul não ó um E11to.do rico. 
E um Estado novo em construção 
carente em todof' sc>us a&pcotos 
soaluls o oconômtcos. Parn se tot1 
uro exemplo basta lemubrr que sua 
malha vlArla de dez mil qullflmctToB, 
tem apenas 800 qullômetros nsftlltn­ 
do, dos qual 240 toram constrnl­ 
dos pelo governadc,r Marcelo MIran­ 
da. Enquanto Isso o Paraná com 11 
mesma malha v!ária, tem 9.700 qu!­ 
Jôrnotros asfaltados, faltando penas 
800 para pavimentar 
Além dt-sse aspecto. h6 entra 
da dHrlu de mlgruntPs de todo o 
Paio, ocasionando um forte numeoto 
demogri'lfleo, advindo entllo proble­ 
mas de ordem soclnl o econômica 
que obrigam o Governo a investir 
grandes somos em estradas de pro­ 
duç!lo, escolas, energia, saneamento 
bico e segurança pública. 
IEEE ATEIA 
S0LX./7 4.NO JLDA 
Campo Grande, MS - O Escritório 
RegloMl da Superlntendencia do Desen­ 
volvlmenw da Região Centro Oeste, ins­ 
talado a rua Cândido Mariano, ~019 em 
Campo Grande, continua recebendo a 
visita doa prefeitos do interior, que vem 
busoat respostas técnicas para os pro­ 
blemas de seus municipios e Súlieitar 
ElJUda da SUDECO. 
A Oooràenadoria de Administração dfl 
SUDECO em Catllpo Grande estud& a vi­ 
abllldãde da aprovação de verbas para 
Ntoaque, Mundo Novo, Iguatemi, Terenos 
e Aparecida do Taboado. 
d 
Altevlr Soares de Alencar prefeito 
e Nioaque, deeeja verbas para.' a maou· 
tenção de estrades rurais, pavlcnentaçã<J 
para o armazem da Cibrazem e sanea­ 
tnent.e básico para a zona urbana. Mun­ 
do Novo, airavés do prefeito Augusto 
Bernardo Neto, solicitou ajuda para ser- 
viços de infra estrutura urbana e rural­ 
Luiz Nogueira Lopes, Prefeito de lguate. 
ml, quer ve:-ba pora saneamento, estra­ 
das e rede elétrica, enquanto Terenos 
solicita estradas, ponte e aterros para 
a zona rural, alem de galerias pluviais 
na área central da cidade. Aparecida 
do Tuboado quer estação rodoviária, 
pontes lnfra estrutura urbana e rural con­ 
forme pedido encaminhado pelo prefeito 
Orcilio Pereira Queiróz. 
Todos estes pedidos serão remeti­ 
dos agora para o Escritório Central, em 
Brasilia, onde receberão paracer tlo De­ 
partamanto Técntuo, nodendo ou nãn se­ 
rem incluídos no montante a ser libera­ 
do par o Este.do de Mato Grosso do Sul 
em 1.981. 
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dn Snudt,, Wtildyr ArJovcrde, chegou a 
osta CupltlLI p.iru avollur 
o 01iquen111 rnontnrlo pelo Governo 
Marcelo MIrandn para a segunda dose 
do Cump1.1nbu oontra u Porollslu Infantil 
n er desenvolvida em todo o Pais oo 
próximo dia 16, Durante sua permann. 
ela, uqlwla autorldt1dl1 terá um encontro 
com o Ooveroador do Estado e fará 
vlsltna n Georotorla de Saúde e a alguns 
postou de saúde que serão loculB de 
v o olnaç!lo, 
A vlndn de .1 rcovordP foi confir- 
mada p e 1 o secretário de S u ú d e, 
José Rondon Severo, pós comunledo 
de Brusllfa. O Minltro du Búde cumpri­ 
ró progrumaçllo Idêntico a de sua visita 
anterior, n véspera da primeira dose 
Subia, em junlw. tfoquela oportunidade, 
1·eunlu-se coro o Uovornndor Marcelo 
Miranda e autoridades ligada!!- à Cam­ 
panha contra Pollomlelltt!, visitou a 
cenivul de Informações, na Secretarlu 
de Saúde, e vários poatos de saúde nos 
bairros de Campo Grande. 
O Ministro virá acompe.nhado do 
secretório executl vo õa Ação contra a 
Paralisia Infuntll, Fernando Gomes, e do 
-----------------. 
Avelino 
Ooulo,, Joias, 
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Av. Duque de Caxias, ao Lado da 
Rodoviária Jardim - MS 
E V TA 
l 
coordenador de Comuteaço Social do 
1Iulst(•rlo da 8uúde, ,Jofio fúrri-lra gº" 
Santos Nrto. / reunt!!.o e o ID •• 
verouclor ~forcelo Mlronda. e dem 
autoridades estaduais e municipais lig 
das a campnnha untl pólio está prevlstd 
para s ló horas, na Secretarla de Saúde. 
Na oeuslão, Arcoverde vl Interar.ss de 
toda a e9truturu que o Estado montou 
para repetir o sucesso da vnclnuçllo, 
coroo nn. primeiro do,;e. . 
O médico du Fuoduç(lo SESP e 
i.upervlsor da Cnmpnnbi:l, Cláudio do 
Amoral Juolor, eh ego u Ctpo 
Grande para mnntn ccntotos com, o Bê 
cret:irto rle ::ioúde José Rondon Severo 
e o coordenodor da vaclnnçüo no Esta 
do, a fim de tomar conlwclmento da 
progra maçifio para 10 próximo. Cláudio 
reunlu-Re tambflm com o superlnlendeote 
tln SUCAM, Edlr Daubloo, e o deleglldO 
federal de Saúde em Mato U1·ot>BO do 
Sul, Hablb Fahed, pbdlndo o ap0io de6• 
tes órgãos nn C'ampaoh11. 
A Coordenação da Ação contra a 
Parolfsla lnftmttl rel11tou ao reprPsen, 
tunte do :1lolstérlo da Soúde tda a 
programação elaborada para a segunda 
dose da Sabln, lembrando que eslé. 
sendo iotemlflcado o treinamento para 
vacinadores e foi aumentado o número 
de supervisores ,de pnstol'. Cláudio do 
11.marol .Jú . lor, que retornou dia 8 
a Brosíliu. disse que o esquema monta­ 
do pelo Governo Marcelo Miranda está 
petfeito e que acredita numa revoclna 
çü.o em massa no dia 16, em todo o 
Mato Grosso do Sul. 
Foi instalado dia 11 p.p. o t!lste­ 
ma do rádio-comunica9ão da Polícia 
!1illtor, na C9otral de Informações da 
Campanho, para contatos permanentes 
com todo o Estado no dia da vacinação. 
Todas as organlztições policiais militares 
do Interior, Inclusive destaoamentos, 
receberam ordem do comandante geral 
da PM, coronel Mário RosaR Filho 
pars prestar todo apoio aos coorõ11'. 
andores regionais da campanha, ceden­ 
do pessoal, viaturas, comuclcação e 
, barreiras, no dia da segunda dose, 
quando todiis as crianças menores de 
cinco anos devem ser vacinadas. 
ZL./T7 
Do Miguel Lonzlllottl o FIiho 
Vidros, Ferros, Apnrelboa Sanit.nri.o
1 
Tubos galvanizndos, plas:ioos, Tintas 
bom bns para :ígua, etc·' 
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Aquidauanv. - Mato Grosso do Sul 
vai CDIS1f ir QU refor· r, 
Governa­ 
dor recebe 
bancada 
do PDS na 
Câmara 
Municipal 
c mpo Grnod , • S 
o governador Marcelo 
Miranda recebuu todo 
os componentes da an­ 
eada do Partido lJomo­ 
crático Eocl6l, O PDi, 
na C/.imnra. ~1unlclpal de 
Campo Grande. Segundo 
o presldente da Comnls­ 
são Provlsórlu do partl­ 
do, vereador Ivon Mo­ 
reisa do Egito Filho, "o 
eocontrú trato11-se de 
uma visita de 'cortesia, 
hb. a!gum tempo devida. 
ao vernador . Marcel e, 
Mirandu. 
Dlsse tarobem que 
"a opurtunldade serviu 
para que fossem traça­ 
das as diretrizes partl· 
drfas comuns, visando 
a implantação do DIre­ 
tório do PU:3, jâ perma 
nente". O prefeito munl 
clpal Albino Coimbra 
Filho tambem se fez 
presente ao enctmtro, do 
qual participaram, alem 
de Ivon,)1orelra do Egl 
to, os vereadores Wuldlr 
Cardoso, Eduardo Con 
tr, ITetsu Arashlro, Fé 
Ux· Balaniuc e Leoo Ele 
nizàrt Conte. 
Na reunião ficou 
tambem esclarecido que 
os trabalhos que visam 
a implantação do dlre 
torto d etinltivo, tais co 
mo filiações ao partido, 
devem estar concluídoll 
até o próximo dia 26. O 
Governador esteve por 
quase uma hora com os 
vereadores, tendo ouvi 
do suas opiniões sobre 
os trabalhos que vêm 
sendo desenvolvidos. 
Preciso-se de 
meninos para 
vender Jornal 
4o: 
esi 
!tu! 
da - 
d 
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5 	Trl 	- 
118Agc±'@!1@ 
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p OIR IG 
L T 
Ponto Por, MS - Os agleul. 
tores sul-mator:rolisenr.ea Pi.Uio lnte• 
ressados no novo crédito de cinco 
AI[hões de cruzeiros para expansão 
da re plantada, e deverão Investir 
na uberturn de novas frontetrs a­ 
grlcolns. Pelo meoos e1>oa tem sido 
11 
oplolfio gel'lll nas cld11dos vlsllu­ 
das pela ouravon& quo divulga o 
novo crédito. 
Nesses encontros, dos quais 
partlolpum o secretário do Desen­ 
volvimento Eoonomlco, Saulo Garcia 
(Jaelróz, o superintendente do Banco 
do Brasil, Lufe Cftrlos Nazareth, e a 
Federação da agricultura, atravós 
da seu presidente, S!lvlo Mendes À· 
mado, é explando o novo crédllo 
e a polltlca de financiamento du Go­ 
verno Federal, Ao final dua exposi­ 
ções é feito um debate com o@ a­ 
grtoultores. 
QUEBRANDO O GELO 
De ncôrdo com n oplnHio P,e­ 
rol, o Secretárlo do Governo Maree 
lo Miranda está "quebrando o gelo" 
existente entre os produtores e o 
Governo, propiciando uma maior 
parllclpoc;Cio doa rurnllstns que re­ 
flete na. atuuçúo do Governo do Es­ 
tudo no setor, pois a partir deses 
encontros viío surgindo novos pro­ 
blemas que, logo, s4o solucionados. 
Através do rncrdárlo de De­ 
senvolvimento Econômlco nós coni:e­ 
gulmos resolver diversos problemas, 
lnclusl ve alguns fura da alçada de 
ll u a ponto, comentou a pó 1, u. 
reunlfio, o presidente do Sindicato 
Rural de Ponta Porll, Byron Mede­ 
l'OS, 
O prefeito da cidade, Orlando 
Mendes Gonçalves, que tambem é 
agricultor, se Interas ou bastante 
pelo que fol tratado na runldo. Ao 
seu final, le se mostrava "contente 
com a demonstração de carinho do 
secretário" que, "tem nos ajudado 
bast nte", 
Eu mesmo c11tou b:i t,rnt<' ln­ 
terce do no crédito, apesar dele 
ter vindo um pouco tarde. Assim 
me mo elo velo dr novo incentivo 
aos grlcultores, dse o prefeito de 
Ponta Pull. 
Outros agricultores, nas dIvr»nus 
cfdndes visitada, também são 
Interessados em apresentar propostas 
de financlumento para partlclpur do 
novo crédito. ,Josó Valeothn l~ntu­ 
rlni disse: que vai num< ncur sua 
rea em 20 hectares. 
- O crédllo velo em boa uom, 
porque o agricultor ostavo. mesmo 
proelsndo dele, dtso Valentia. 
Paulo Stedile é outro que ai 
presentar proposta de finnelum 
to, "Achei muito Interessante est 
crédito, na linhas exposta pelo 
secretArio e pelo uperinendent do 
Banco do Brasil e, com ese przo 
cho que muita gent val fazer o 
mesmo". 
tedlle acha inda que aa 
rrunfõ<'J cto Snulo Qu lróz oom Ofl 
produtores tm p rmltldo umí mo.lor 
nbcr111rn do. clnR ,o rurnl com o 
Governo, sendo 'multo Interussante 
pora tirar aquele negóelo que o 
produtor tinha para fazer AU!l.ll 
reivindicações. Antes parece que a 
maioria dos agropveunrlstus tinhm 
medo de chegar uté Campo Grande 
J)'l! a hllur cow o ~ecreHlrlo. Jgoru, 
cho que oerA dlfr,rcnto.'' 
J. 
liD ?lílílJLlIDTI1Jíl 
Do Miguel Lan:z:lllottl e FIiho 
Vidro1
1 Ferro•, Apnrelhoa Snnitários 
Tubos galvauizados, plasticoo, Ti11U1s 
!>ombas para ógua, eto·' 
Rua Augusto Mascarenhas 589 - Cone 1083 
Aquldauana - Mato Grosso do Sul 
Dr. José Atanasio 
- ADVOGADO 
OAB - MS - 1579 
Neto 
A Yenlda Duque de Caxias - 780 
Cx. Postal - 3t - Jardim MS 
lE E SSINE 
Jardim, um municiplo que 
avança aceleradamente na produção 
agrlcola, acaba de receber a implan­ 
tação oficial de uma empresa Trans­ 
portadora, Revendedora Retalhista 
de Óleo Diesel, que dará atendimen 
to a consumidores dos municípios de: 
Base de retirada: Jardim 
Distribuição: Bela Vista, Guia 
Lopes da Laguna, Caracol, Bonito, 
Porto Murlinho. 
No Decorrer da pesquisa de 
consumo de derivados de Petróleo, 
e no dE>ferlmento do prooesso, o 
Conselho Nacional do Petróleo, auto­ 
tlzou a Agrossol Diesel, distribuir 
oargas de óleo diesel até urna galo­ 
nagem de 10.000 litros por veicula. 
NOTA; Os Sra. oonsnmidoros 
IBUN o ,DNTEIR11 
deverã'i fazer antecipadamente eeus 
cadastros e declaração de cotas no 
escritório da Agcossol Diesel. (em 
frente ao Posto Atlantlc, ao lado da 
Dersul) 
COMUNICADO 
O Posto Atlanfü de Jardim 
(sob nova dire.ção), denominado 
Abastecedora Agrossol de Combusti­ 
vel, comunica que està funeionando 
oom os melhores atendimentos da 
região, no ramo rlc abastecimento 
de g-asolina, lubrific!lntes, e óleo die­ 
sel (doo litros por consumidor), 
inclusive com serviços de lav&gem, 
lubrifioaçfio e troca de óleo. 
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Estamos Mruiando de Ramo. - Aprovoitem noase-a Pr~H 
Ponta Porã

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:NíV!<.H 'AHJO<; 
788 at da [ovem Afota, que reuniu 0s 
migo pr um brinde n reas{deneia do Dr, Pe­ 
r r, li. 
É88 O Sr, Netor Almada completou mi! 
um nno dos vida Conetoru duta rodeado do 
' 1 WM llilf!t1 , 1 Ili ll 1 11 t 11 ,l< h, 
+8 O Urmio Pedro Rafino multo bem 
orIent to cum muito tom revob u 0 0on­ 
vlindos d jovem Matt Dgllsn, pr festejarem 
w Is prtaveras, Ao eonidndo nervlrat de- 
Meto aladinho, multo refrigerante o por fim 
gowtoro bolo, Aos piverr!untes nosso paraben, 
I < t, 1 
ll H,1O DO l'AP,l 
Aconll'Ct'll t-. ll'ido pp no Or mlo Pedro 
Hutio, nimdo pelos Zollos, / t!Pooruçílo multo 
e!oglada: Bengala e 0artolas pelos p!lares, 
A PROMOÇÃO 
foi dos formundos da Eso Estet Silva, oom 
o 00lab ração do senpre prestimoso profoaaor 
Jutn11!0 Lope11. Pur11bene. 
Dk; c83 
Dl8COTHEQUE 
No domingo no Gren::lo contou como sempre 
ouro presonç de nossa nnlrnodu juventude. 
08<! i:4IG 
VI E :NOTEI 
Vnnlnhn, N1lzn, Fátima, em alegre bate 
pupo eom oR novos nupirantes e 11eguudo elus 
eh•s :ío '·Tohurlubos" 
ll8G ~ 
VI 
Tambem a Snudrlnha e o Edlmar de pa­ 
QUlrn. De nova puquorn tombem u gato Ja1.1e 
Môrolu, e o Jntro, onde fiot!? 
i)ij() c,;,o 
QUEIXAS 
Os e s ao!oristas da clly, queixaram-RI! 
quo no IH>rúrio do filme ao clne S. Crlstovão 
muitos jovens ficam em grupos conversando no 
melo da rua, O motorista pede a passagem bu­ 
zinando. e eles !lÜO estilo nem sf, ountlnusm no 
mesmo lugar. Cuidado gente, depois lguem so. 
fre atropelamento e viio culpar o motorista. Lu­ 
gar do pedestr11 conversar o andar li- nos calça­ 
dos e nilo no meio da rua. Vamos agir como 
CIVILIZA DOS! 
QUANTO 
a notinha sobre u Esoola Castelo Branco 
publlcnàa na Edlç!lo anterior. recebemos esta 
Resulva do prof. Stumpf. e ficamos contentes 
potJ loqo, logo surgirá cfuitos positivos para os 
estuclo ntirn: 
RESALVA 
Tendo lido nn T.F. e em seu último nú­ 
mero, lgo sobre a Escola Est::idual de 12 e 22 
grnu Castelo Branl:o. dPfendEndo a parte que 
me toca simplesmente, de vez que sendo a mais 
de 22 u nos professor quasi que sempre exclusl­ 
vemente naquele estabelecimento de ensino, lan­ 
ço duqui ,, meu desafio o qualquer tlemnnlo que 
possa afirmar que ulgum dia não comparecia e 
uma aula, sequer salvo por motivo de força Ia 
l )r !lb~clutaruente justificável o com oienoln dos 
no. 
vàrlos Diretores que por ll paarm, e, Alut 
mnls, que tendo uma nula em qualquer série 
el1C'l.(1JR/IO 11tro1mrto ou nlfo cumpri!••• f1 carga bo­ 
rArI de 4 minutos no perodo mntutluo e !l5 ou 
10 ciouformo torne dolormlnado no b.orAr1o notur- 
8011 um fdr•uJt,itu o ufio mrroco6rlo 0 e 
tando gora n função de btbllotecrlo da ASOO 
lu, multu nolsn ui! nooeoaârln, corre ó.o mlubus 
expena, o que onsldero coopera4ço o proclu 
mo, 8<'nl quulquor outro lutullo. 
A que M. do vordado 011 1recl11maç!lc noti 
oln. nflo ruo oompolo averlguur nem oploor de 
públ!co. 
Gumnllel Stumpf 
Pror, Pbl 110 runc. de blhllotecl'lrlo 
VISITA 
Recebemos em nossa redução a imptlea 
visita do r;i•. Lulz Curlo11 Nozuretb, 8uperlnten• 
dento do Banco do Brusll, que ficou admirado 
com o d'lnumlBmo do no~sa oflclnu, 0011lm como 
o grande número de jovens bola vlstonscs que 
conosco trabalham, aprendendo dessa forra uma 
proflosllo. 
C&:l 090 
8/8 Nlver da garota Fernandn Pinheiro 
Rondou. Seus Pole Llll e Bernudete organizaram 
uma animada festinha onde reuniram grande 
numeros do amlgulahos de Fernanda parn o 
Tradlolonnl "PorubenR a voce". 
6/8 O Sr. Xisto Ealvndor Antunes, re1:1lden­ 
te em Porto Murtinho, ofereceu aos amigos em 
suu reslctoncla provlsorla no km 5 um Suculento 
cburras<10 regudc de bom Sootch. 
C-90 D9:! 
VJl,IOU 
Tambem, para um giro pelu Europa, a 
Sru. Hllda Carneiro, em companhia do casal 
Avelino e Celeste. 
SRS. PRESIDENTES DE CLUBE ... 
SarA que não existe por u{ ulgum outro 
conjunto de l:!Om pura animar os nossos biles? 
Se sal um baile no Belavli-tense é o Zodi::.c's 
que toca, su si uma discotheque no G remio lá 
tá o Zortlac's pondo quente. Sabe? a moçada ta 
reclamando pocas, dizem at{-1 que ja sabem de 
cor o repertório do ref, conjunto. Olha nós niio 
temos anda oontrn, mus tudo que é demais 
enjoo né? 
D9:! ~ 
CIRCULANDO ... 
Novamente pela ully a minha querida amiga 
Marl11 (Telefonocu) exibindo o seu ]ove, vai firme 
menina. 
e,;:; ~ 
E POR FALAR E.1 TELEFONOC..S 
Queremc,s parabenlzar essas meninui:: que 
trabalham 24 Ho:-as por dia para que a gente 
possa fazer uso dessa maravilha da coruunlca­ 
çii.o. pois é por lá que nós !alamos com qual­ 
quer parte do Brasil e do mundo os nossos 
agradecimentos ü dona Eva e sua 'equipe. 
.e< ce,:; 
MUITO ANIMADA 
a minba amiga 1'ereca (do corcel vnd~) 
dançando de rotmho colado no Belavistense. 
Será o amor do ano? 
t4 83 
DE CASAMENTO MARCADO 
a minha querida Ledu Lino, o felizardo? 
dizem que é um executivo do Bus!lia, esperamos 
um convite. 
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por Nancy e Lóri 
DESPEDIDA 
4lrAu-se co um ueulento almoço os 
Despe' 10e C q estavam estagiado 
aplran1"4,,,$ju, o eis os nossos voios de 
tlQUl < m t' J ' 
6UCI 60 llll e rrLlru. "i:1 
r o avo r JOVENS 
0 
que foi que 'lcoote-cou? tumlr m de repen. 
te, até parece que torum expulss da sr qula, 
o 'que parece sr verdade, coo arme umu x 
componente do me""°?' e 
PESSOAL V ALENTE 
Esse que anda d udo l!ros pelas ruas de 
nosea cidade altas horas da noite, e que por 
slnnl pnrccc 1:ílo tei· um pingo do clvJllzaçlo, é 
1 0 
cumulo quando acaba um bullo, ll gente é até 
arriscado o rnr baleado om plcnu run, n esees 
P.ngraçodJnhos ponurbadores da ordem púb!lca, 
pedimos que Gil nl!.o tem ondo atirar, que deem 
tiros dsntro de suao casoH. 
o pea 
MENINA QUE TA FICANDO LINDA 
A Tlmaru um!l linda florzlnha que começa 
u desabrochar, e que pelo vlsto ja tem muitos 
gaviões voando por olma da casa da Dona Ruto. 
060 !)ij:) 
CASAIS ROMANTICOS 
Roselhe e Lulz (lobão), Valqulrla e Pllnlo, 
Pedro e Mirna, Maria e Wllllans. 
ce<l C8'l 
BAILE DO PAI 
Realizado no ílremlo, contou com a pre­ 
sença de varlos casais de nossa cidade entre 
eles; Mario Vargas e Sra. , Rltoca e Marcelo, 
Adalberto Saut,Ana e Sra. Capitão Salvany e 
Sra, Dr. Cloero e Sra. Entre outros, muitos ca• 
i;alq dançando super animados, um sucesso a 
festa. 
C'30 ~ 
PRESENTE TAMBEM ... 
0 meu que!'ldo amigo Dr. Fernando de 
Freitas e Sra. Ele o atu::il presidente da Benefi­ 
ceneia Hospitalar de Bela lista, gente querida 
que cac!a dl~ qae pasoa mais ganha a simpatia 
do povo Belavlstensse. 
1)€() !)9(1 
E OS NOSSOS CINEMAS 
Ufümamente a gente só tem assistido porno­ 
cbanchadas, como é gente será que acabaram 
os bons filmes nas â1stribuldora.s? 
83 83 
TEM GENTE QUE ... 
Só por que comprou um carango (sinal 
que chegou lA) µarece que ganhou na esportfva 
sozinho, esquece as velhas amizades, esquecendo 
tambem que os bens materiais pass&m mas um 
velho amigo continua sempre no coração. Né 
meu amigo do Corcel Branco? 
C8(! l:9(; 
PRA VOCE FICAR SABENDO. 
O preço da gasolina aumentando o preço 
mfnl?JO do governo caindo, aumenta o 'preço do 
PetrolPo mas o mlnimo continua minimo Gati• 
nha do fusca branco e amiga, d11sfllando
1 
altas 
horas da noite, proanrundo o quê eu não sel 
Dois cais amtgos 'confebulandó no Cinelandlí 
serG so re easamento? 
i::G:l i:60 
PENSAMENTO DO DIA. 
Seja sigo do seu amigo! O que é dos 
homens psa, mas o que é de Deus Ffcu. 
VJ 
1 . 
e.e: ... 
foi lo! 
mhflll 
do.,."Ô!J 
tadb. 
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Tens 
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Jffll 
O BANCO QUE CO HECE A 
O Financial está apto a resolver os seus problemas, converse com 
O Gerent 
No Financial tudo é Resolvido na Hora e 
Torne 001a atitude intaiigenie abra uma conta no FtNANCfAL 
TERA 
....