Gv rnc ªª r. va E ol m Com ..., G • 1.700 ~ V go p 1 •int 2 Quase duas toneladas do na­ ooolJll, já pre pardau pra er ena mlnhd u um traffcnnte do Illo de Junolro, foi ripreendlcltl 110 últlmo hado em Pedra Preta -- 240 km du oapltal. pola PoUclu Fecleml, O depulodo RobArto Orro co­ mentou na Assembléia Legislativa os últlroús acontecimenios réforen­ tes à chamada greve dos empresá. rios dn !'lducnçlo. Parn o deputado "os aoooteclmentos indloarn multo mnls uma crise do En;;lnv do que um impasse entre dnnoll de escolus e governo." Orrn justiHca a asserti va dizoodo que "tanto o governo como os empresários exposac.n a po Ulica de que o Ensino privado é tábua de stllvação para o problema educacional. QHero dizer que não é por dlscordtlacia pol;tica que ho je passamo;; po1· ests impasse, mas Ouve, nel: Falo-te· enquanto dormes, a tnão encolhirla debaixo do rosto e uma mecha de cbelos grisalhos cuida sobre a tua testa. Penetrei no teu quarto às N1condidas e inteira• tneute só. Hó. pouco, qmrndo fazia minhas tarefas ei,:colares, uma onda de remorso tornou contn de mim. Reoonhecendo-mp, ouloado vim oara 0 teu lado. • ' • Vou dizer- te, pai querido, FObre o que estive pensnndo: tendo ~do desobediente dem9.fo contigo. l nco burulho quando estás lendo o 0 roal, Chamo-te, sem neeess!dade Para VAr Blguma eolsa banal qu~ t 00 1 ° 0 ~t:_ei quundo estás aasistlndo elevisão. No café, enconti'o m neiras PAta perturber te. Desperdiço us /Isas. Como apressadamente. Colo­ , "_cotovelos as mesa. Passo 3eiga demais o pão. Passo . 0 o tempo a incomodar-te, rueu rhCIIZinho. E quando saes para tre.ba- ar, levantas a. mão acenas um Resto de amizade e dizes: "Até logo lllhot·• • º m.'e eu, na eterna anela de liaagoar-te, franzo f.l testa e viro-te , 11 costas, indo a brincar com OJ • eua amiguinhos. E quando regressas, a tardl num11 OflintÇ'l.o que consu ,du tre" moee, l!e lnvc•rllg11çõcR e qur contou cor a partícipuçáo da 13a Brigada de luf:•nturla ,íotorlz;1du (Culabé.) o do iU.o Gt'upameuto do Artílbarll tle CampuDba-Hondonópolia. sim devido a um prnblema conjuntu­ ral que põe em cheque toda a polí­ tica educacional do governo." Orro explica que ''desde 1.968, depois do acordo Mec- Usuid, o go verno incentivando a Jri..içãu de e:, colas parllculurer::, desde o primário até o cucso super!o!'. Por cx .. mplo, se em 19G4 70% das fuculdu des eram públlcàs boj~ o q,uudro se !u verteu: 70%, das faculdades estüo na nião de particulares. Por ucredl tar no ensino pago o nu iniciativa privada o governo adotou a pollti­ ca de dimiauir cada vez muis as verbas destinadas à eduoaçüo, trans nha, exausto do trabalho ao inves de abraçar te, gesto de gratidão por teres ganho o pão nosso de mais um dla, t·ecomeço as minhas exi g,moias. Lellibras te de mais tarde, quando prepara vus te pura o bt:nho habitual, como foste interpelado, oom uma especie de mgou bri1ban do nos menus olhos? Quando me olhaste, aborrecido certamente com a interrupção mos sem ccmonstrar, perguntaste: "Que queres?'', e eu, s::im motivos Jomo sempre, para agir assim, di~so intampe tiv11::nenta "Nada''. E. entilo, fui aos pulor::, escada acina. Nilo d!ssesie uru.a palavra. se quer, ma& Cd~resta oa olhos para rniw, corno r..bençoando.me. Nie&mo co ioda a i.n!nha negligéucis, sem p::e t,:ms uma palavra, JJm olhdr, um nbrnço amigo para me dnr. Bem, meu pai, pouco depois di to, quaodo estudiava, um receio doenlio !ovadiu-ms intelrnmente. (Jue vant!igeus para mim vinbs en• sejando o meu modo de tratar.te? Não era porque eu não te aasse. Nüo. Eru porque t:U cunstderav -t? am quadrado. ias sem, ânimo pare. continuar fazendo e.s tarefas ei;ool&· res, atirei-me sobre os livros o re Egundo a políela fedorl, rp1~ n)rner,le ugor divulgou preensão, ntn ver, de umu not11 ofirlal. a roacouhn llC'rla v ndid11 a um unlc(I trnflcnnle, cujo nome não foi divulgado, por 10 rullbÕ('8 co Paulo Damiani dos >ntos o ferindo ete ônus à popnlacão, que passou a pagar caro pelo Ensino.' "Acontece - conllnuu o depu tlido . que u fonte secou. .• crise económioa por que passa o pní, oca:.lonada pelH P"líllca ent: .:gulsta e de arroch<> s.d,11111 imposta pelo governo, Cl'lou um triste qu&drfl pa ra o setor edac.ial. Sem verbas, as eocolao.; públlcus ! rncam miio do Eusl110 pago e udotu ffi um orçamen­ to austeridade, Seu dinheiro, sem poder de compra, sem a mínima es tabil!áadf económica a maioria do povo não mnis se arrisco a lngres SUL' ns escolas p:.irtlculo.rea, por IDJ fleti sobre o meu reprovável com portarnento contigo. E chorei, coisa que não fazia há multo tempo. Cbo ::ei, repito. E como foi bom ohorsr! No teu curt.ter há tanto de bom, de fino e de verdadeiro! O teu ooraçúo é tão grande como a própria aurora quando desponta so bre as grandes montanhas. Pal, nada mais importa hoje à. nc-ite. Vim para o teu !e.do. no escuro, ajoe1hei,me eavergonhudo! Esta é uma fraca reparação; talvez não enteuderini- estas coisas se eu as dissesse quando estivesses aoortlado. Mas, oui adorado. ama­ nhã eu s;.,rei um· verdadeiro filho! Se• rei um compaoh?tro teu ,sofrerei quando sofreres, rir?i quando rireb. Morderei minha liugua quando vie rern pala vraE< irnpecientea. Estou receoso de !e haver encarado como um quadrado. En­ tretn:utv. quando te vejo agora, pai querido, repousando, com f:. foute tensa, perecendo !guqss rugas em teu rosto já, vejo que és o melhor p11i do mundo. Eu ~st.ava querendo demasia­ do de ti. Muito. .1uito. cruz Iro. A m conha - tfü 1 0 qullofl -- gundo t bém a Poli l Fede· ral, ria ufiel ate para 1 uuillão e 600 mil cigarros, qu proporeloarttm uo traIlente u D som de e rea d d0 IIIhõs de eruzelr03. ah,oluta imposslbilldode de pugar us txus e mensalidades.' Para Orro ''o governo se e queceu de que pnru o fü,r:lno priva do sobreviver necessita de un mercado estável e crerccnte. Hoje u crise é ev!derJfl:: o p)vo não pode mal6 arcar com o ônus d!l educ:a­ ção, nem com o crescente umen­ to das mensalidades, as esc las por outr0 lado eu encontram em est':>.do d1:1 quase falêacla, tanto pel':1. falta de subsídios governamentais como pelu falta de mercadu consumidor." 'É dent:o desta conjuntura • afirmu Orro - que explico o proble• ma que hoje E-nfrentamos em Campo Grande. As eacotu& partlcul11re:s, que sempre contaram com o beneplúcío governamental, acreditam que a so• lução para~ .;eu problema flCOiiôm!co é cumo semprt, uumenwr as mtnsa lidt.deó dos alnnog. O governo, sa ben:!o quG a população não suporta mais os aumentos teata con!erntr o problema impedido s mj0rações pretendidas, numa at!tude que uten de aos interesses imediatos da po pulaçllo, mas que não resolve a cri. se conjuntural". Para Roberto Orro ''tanto o governo·, como as escolas estão pas sando p:>r cima do problema e ten tando: adotar medidas pali!!tivoa. O problema educacional no país se resume à falta de verbas. O governo se livra do Eneino, absodonc.ndo-o 6 iniciati~a prlva1a, e emprega vul toas verbas com armamentos béll cos, obras foraôoicas e inútei'l, mor domias, negociatas. etc. Sendo af>sim acredito que i!Ó baju uma solução, a de que o governo dave aplicar mais verbas na educação. cr-i,rndo mate escolas públicas e subsidiar s es colas privadas já existentes, na mesma medida em que dsve mudar radicalmente a política econômice. vig,rnte. acobando com o arrocho salarial e cora a espoliação impe ria!ii,ta, rnstituiado o poder de com p:a às :grandes mar.sai;. "Orro aoze dita tambem que os professores, os E.lunos e os po.ls de 'l~nos devew oe unir para reivindicar ID.Jis 'erb3s para a Educação e a mp!iação de rede cscolnr púb!ica. 'I'rlb!Jl'l V !"!J!im __ ... , ----------------~-----------~~::;; .......... ;.:.;;i.r,;;, _ e Campo Grande -- O overnadr Mr celo MIrnd, companhdo dos secre. t1to Juveneclo Csr da Fonsecn, da Educação, Luiz Lodo Iteynoso de Parias da Uounl·ação 8oclal, e do professor e Jornllsta los6 Barbou Rodrigues, vsltou a unldadu educacional construldu na VIh Univerftrlo que fol iuuuguta­ da dia b p.p, o que levu o nomo 1 D ! PO stu ocnterolog Dr. Douglas Chlnem (Trnlnmonlo Clfulro o Clrúrr,loo Doono1w do Apurc·lho Dlgc>stlvo) la António Mrin Coelho, 1t3 - Fone 387.2970 Campo Grande • Mato Grosso do Sul -------------- Dr. Fiori Murano Jl1'DICO Consultório - 7 s 11 hs, , 16 ôs 19 hs IPEMAT e INPS POSTO DE SAUDE F FUNRUAL - 12 às 15 hot·us Doln Viatc, Muto Gro,so Jo S):il Dr. José Wilson Bacque) Orlo pediu e Traumatlogiu Atendimento Diurno o Noturno Forno de Bier Ondas Cortoa Roda Nautica- 'l'raçilo Cervloul Conrnltório: R. Jos6 Antonio 972 • Fnne 62.13120 Rcsld,: H. ll de Julho, 858, c/3 • Fone 624.4905 CnlllJ)o Gra111l0 - Mato Grosso d.o S..ut REUMTOLG Ora. Sonia Maria de Medeiros CH.I'icn Médico Reuruntulógicn e Fisioterapia CRM . MS 156 • CPF 17S6570U-87 . At!'ndc·rn pelo Unimed - Horaro: I6 h« às l horas • MéC: icn contrntudn para cadeira de Cllni­ cn Médico di< Fu,.uldndr Médica de Mato Grosso do Sul Consult: R. Antonio M. Ccelho 143 • F. 383.'l!JBO Resid. R Abrno Jullo Rabt> 186-l • fono 383.4584 Campo Grande - i-11,.to Grosso do Sul 1 NOYI ESCOL GRANDE: 1.700 rlnquolo homem do Jetrnil de Campo Grnndo. Ouranto u vlsltu, o governador Moroelo Mll'ouda mostrou detulhudnmen­ lo todflR 1u1 dopeodôoclus daquela unido­ de escolar ao ueu patrono. O professor l::lorbot'll Rodrigues conheceu us 12 salas do nulas prcporndoo com cartolras esco- MEDICO Ginecologia - Obstetrícia Dra, Oclva T. Furuguem Dr. Paulo S. Furuguem Fone Hesidênria 624-4869 Esterilidndc Conjunul • Mo•tologln • Pré-Nat!il, Partos e Cirurgfos " BoTárlo: doe a às 18 hs .• Gonsultórios: (fundos) Av. Afonso Peng 2303 Fane 383 5459 Cus l Campo Grande -- Mato Croso do Sul. Dr. Geraldo Pinheiro Murano Clinton C!rurg!c1:.1. CRM - 820 Consultório: RuQ 15 do novembro n.o 75 Atende-se: 13.00 as 16.00 bs Plantio as 3as feiras no Hosp, S Vicente ela Vista - Ms. GINECOLOGIA: OBSTETRICIA Dr Edson de A. Alves Dra. Katia Dutra M. Alves Pr6-Notul Oinecologla intantl . Prevençio do cacer Genlcológlco Convrnlo Bunco do Brnsll , Unlmed R. Podre Jo!lo Crippn 1862 Conaultorio. fone 624-9703 Hesidencla fone 624682 Campo Grande - Mato Grossa do 8ul LAB Anal· Clinioas do C, Grado Dr. ftl.bio Ribeiro Monteiro Dr. Ileldlr Eroani Poniago Dm. Clrene Queir6z Ora, Mnrioez Boila Oro Ccres I. O. Mnkaoud Av. Afonso Pena 2251 Telefone: 6243350 Clínica de OlhGs Dr. Celso M. Arokaki Clínica e Glrurgta de olhos Dra. Angélica M. F. Arakaki Oftalmologla Infantil Adaptação de Lentes de Oontato Cone . Avenida Mato Grouo. 350 Fone 6298350 Res. Fone 6244618, Compo Grande Mô CIUUUOLOGISTft Dr. Cierson Novaes Guimarães Eletrocardiograma de Esfor,e.o Reabilitaço FIsls Conault6rlo: R. Jo+só Antonio, 972 • Func 624-3120 Hes., R. Bo.rno do R. Bruno, 1426- Fono 624-0184 Campo Grande Mato Grosso do Sol Neuroclinica Ponta Porã VACiAS EM Dlreçã.o: Dr. Luclo Mérida Aspetl füpeolnlizado em Neurologia e Neurocirurgio. no B.S.A. do Rio de Janeiro Membro do Colégio Bro.,ileiro de Cirurciõea Cliuico e Cirurgias do Sistemn Nervoso Traumatismos de Crnuio e Coluna Epllcpslas e Enxaqueca■ EU:TROENCEFALOGRAFIA Av· Antouio João, 1890 - Fone 481-2018 Pontn PorA - MS Dr. Adauto l lkejiri Cllnloa Pedlátrlon CRM. 740 Consultório R. Guia Lopes - 810 Do.a 8,00 ils 11 ha. Hospital 8. Vicente aos domingo, luree goblute odontológJoo, eolll de dIretorla, eoretar!a e outras depende elas todas oorop!l){nroeote e.qutp11dtll. • Esta obra tem 14.4!:l m tros quudrn· dos de construção, com capacidade par 1.7()0 alunos em tres turnos e oustoo no E.atado 11 milhões !;)3 1Jtll e 820 cruzeiros. Duunle a visita, o Govern11dor ~ol routto cumprimentado por moradores dn vila, conversando com todos, tncl1Jslve coro a professora Maria Helena Perez de Rezende que naquela oportunidade ma­ nifestou 'o agradecimento e a satlsfaçf1o de todos que ali resldii!m, MAIS DE TJM BI EM ORAS Mais de um bllhão de cruzeiros é o lnvestlmtinlo do Governo Marcelo Mi­ randa net!ta Capital, em obrus M gran· de e médio porte. Destacam-se entre elos a dupllcaç!J.o óa avenida Costt1 e Silva, na BR 163 numa extens!lo de seto qullõmetroe, oom Investimentos de CrS 187 milhões e as 9J}75 oasas popu­ lares, com total Inicial de 700 milhões de oruzelros. Tribuna da Fronteira ( Fund.ndo o 20/2/72 Registro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 CGC-MF 03.20126õl0001-90 Imc, Est. 130592343 Administroç!lo .Marin Esteio V.l'erein. Editor • Ehefe • h-oldo Pereira Deportnmento Oomerclnl • Alvo.ro Pereira Redoçdo A4miuistrnç!lo ~ Oficinas: Ruo Duqoe de Caxias /n Bela Visto MS· Ch:. P. 23 ASSINATURAS Bela Viua, (noco.l) Demnis Muuicipios CrS 800,00 GT5 1000,00 "Os conceitos emitidos em artigo■ assinados não exprimem, necessariamente, a oplni!lo do jornal. Fundador e Diretor Rl'spou1ovel lvaldo Perelro. Marte Mir 11 Yisif 11 lstut Penal Je • Êrt Campo Grande - O governador Mareelo MI rando. vi.Fitou, o lnsUtuto p no! de Ouropo Grood • [PCG-, esteve observan do o lstema punal npll cndo e opemclonado pala S crelllrl de ,Jus iça, través do Depar tmento do lstem Pe. nltcnclArlo -D P-, em sua gostllo, e que têm IPCG o modelo de est bPleclmcnto peonl pal'a Mato Grosso do Sul. Esteve ppesente' à visita -cu}o programa. lnclul lnspeç.ão às da pendências, descer rameoto de placa come moratlva e ulmoço no local, do secretérlo de Justiça, Flãvlo de An. drade, e do dlretor-ge ral do DSP, Vicente Sa rubbl, o presidente do Tribunal de Justiça, Leão Neto do Carmo, o presidente da Assem­ b!éla LeglslaMva. Lon dres Machado, 08 e orelárlos Lulz Lands da Comunicação Soelal e João Batista PPreira da Segurança Públtca, o prefeito Albino Coimbra, representantes da Cosa Olvll e outras autorlda dea. O sistema penal de senvolvido no Estado, que já está operacio­ nalizado em teJJIDos de filosofia de trabalho e tratamento está sendo aplicado, além de Cam­ po Grande, em Dourados, Três Lagoas e Ponta Porã, devendo ser es­ tendido, brevemente, a outras cidades do Esta do. Vãri(ls de seus pro gramas têm sido plonel ros até mesmo em rela ção ao Pafs, servindo de exemplo a outros centros pelo trabalho efetuado na recupera ço do3 internos, vJsen­ do sua iategração à so oledu.de. Bela VhUL MS. Restaurante - Especialidades: da Oasa Cassino Paraguay Categoria lotem-acional Musica - Ambiente - serviço a La Carte • Visite o Restallf ante Cassíao - tl!ll l obre (tcM) no. ' sul tJl otO Ao C ertd ju 4' um i ob rI ex6' 4dota fol O das d tram a arrou benel ool treze­ de s este Já 1 to e not zét cerc, nas liza 38 Paraguay Parmegiana e F range à Moda - Bellà Vista RI vol ta C V b bl a A s & N e l D t F OEL Avenida Duque de Caxias 697 RODRIGUES CRIMES Advogado e Jud1m NEGRÃO l TERRAS CE J Cnmpo Orando, MS - O orcn­ elmonto da urrecadulo do Imposto obro Circulação do Mercadorins ([UM) no primeiro semestre deste ano. quo colocou Jfolo Oro.;,10 do Sul em terceiro lugar, com um uu mento de cento e qulnzo por conto, não contltufa surpresu para ns uu· torldadeo fazendris deste Estdo, já que isto, era esperudo graça+ a oro plano elborudo no uno pusado sob rigoroso !llo, o colacndo em exocução no infefo de janeiro, Uma d11s príotPlroR medidas adotadnus pela Secretur de Fazndn foi o levuntumonto "ln-loco" de to das as lavouras no Estado, cadn8 tramento do produtor, previsão de aira, cadastramento de todos os armazens, depós!tos, máquinas de beneflolumento e cooper,1llvai, ngri oolus. Da colholla de um mllhtio trezentos setvntu e um toneladus dti sojt1 prevfst,,, pela EMPAER, para este uno, a Sect'etarí11 de Fazenda já tem sobA,oontrole um rnllhõ.o cen to 0. 'se-tenta tonol11dns, utruvés de, notas fiscais o registros em armu z,éns " cooperativas. Restam, ainda, cerca de 9p toneladas, armazenadas nas lavouras, para serem comarcla lizadas. Esse trabalho executudo por 38 fiscais, cem agentes fuzendárloe e mais 30 luoctoné!'loe, dfstrlbufdo11 nos 50 postos Uricaf11, om 11 delega clr1s e noA ti6 vefouloa, permitiram que o Estado arrecadasse 90% do lCM oriundo dn soja neste p!melro sereestre do ano. Outro sistema colocado em priltlca foi a confecção das notas flscalP pela ernprP.sa Tbomaz de La ílue, que até há pouco tempo lrr.prl mia papel' moeda. O talllo de notas fiscais. com dez folhas, é entregue uo produtor depois de feito o seu cadustramento, somente recebendo outro talllo após a entrega do an terior, que é rigorosamente confflrl cio. As ?olhos desteH talões de notas são semelhantes u cédulas de dlnhel ro, ceruadas por tarjas da segurança não permitindo rarrnras cu emend1:1s. Outra medida adotadu pelo fisco estadual é o sistema de Ioto­ coplndoras. As notas fiscale so fo­ tocvpladas no Porto XV e enviadas para Campo Grande, onde são con. feridas e comparecias com o orlgl .. nal ernltlrto. Também é usado o sistema de computação de dados. Existe ainda o intercâmbio com todo os Estados Brasileiros. s notas fiscais após terem chegado ao der,tl­ no 8ãO dt.us a&pcotos soaluls o oconômtcos. Parn se tot1 uro exemplo basta lemubrr que sua malha vlArla de dez mil qullflmctToB, tem apenas 800 qullômetros nsftlltn­ do, dos qual 240 toram constrnl­ dos pelo governadc,r Marcelo MIran­ da. Enquanto Isso o Paraná com 11 mesma malha v!ária, tem 9.700 qu!­ Jôrnotros asfaltados, faltando penas 800 para pavimentar Além dt-sse aspecto. h6 entra da dHrlu de mlgruntPs de todo o Paio, ocasionando um forte numeoto demogri'lfleo, advindo entllo proble­ mas de ordem soclnl o econômica que obrigam o Governo a investir grandes somos em estradas de pro­ duç!lo, escolas, energia, saneamento bico e segurança pública. IEEE ATEIA S0LX./7 4.NO JLDA Campo Grande, MS - O Escritório RegloMl da Superlntendencia do Desen­ volvlmenw da Região Centro Oeste, ins­ talado a rua Cândido Mariano, ~019 em Campo Grande, continua recebendo a visita doa prefeitos do interior, que vem busoat respostas técnicas para os pro­ blemas de seus municipios e Súlieitar ElJUda da SUDECO. A Oooràenadoria de Administração dfl SUDECO em Catllpo Grande estud& a vi­ abllldãde da aprovação de verbas para Ntoaque, Mundo Novo, Iguatemi, Terenos e Aparecida do Taboado. d Altevlr Soares de Alencar prefeito e Nioaque, deeeja verbas para.' a maou· tenção de estrades rurais, pavlcnentaçãBO do Sul, Hablb Fahed, pbdlndo o ap0io de6• tes órgãos nn C'ampaoh11. A Coordenação da Ação contra a Parolfsla lnftmttl rel11tou ao reprPsen, tunte do :1lolstérlo da Soúde tda a programação elaborada para a segunda dose da Sabln, lembrando que eslé. sendo iotemlflcado o treinamento para vacinadores e foi aumentado o número de supervisores ,de pnstol'. Cláudio do 11.marol .Jú . lor, que retornou dia 8 a Brosíliu. disse que o esquema monta­ do pelo Governo Marcelo Miranda está petfeito e que acredita numa revoclna çü.o em massa no dia 16, em todo o Mato Grosso do Sul. Foi instalado dia 11 p.p. o t!lste­ ma do rádio-comunica9ão da Polícia !1illtor, na C9otral de Informações da Campanho, para contatos permanentes com todo o Estado no dia da vacinação. Todas as organlztições policiais militares do Interior, Inclusive destaoamentos, receberam ordem do comandante geral da PM, coronel Mário RosaR Filho pars prestar todo apoio aos coorõ11'. andores regionais da campanha, ceden­ do pessoal, viaturas, comuclcação e , barreiras, no dia da segunda dose, quando todiis as crianças menores de cinco anos devem ser vacinadas. ZL./T7 Do Miguel Lonzlllottl o FIiho Vidros, Ferros, Apnrelboa Sanit.nri.o 1 Tubos galvanizndos, plas:ioos, Tintas bom bns para :ígua, etc·' Rna Augusto Mascarenhas 589 - foe 103 Aquidauanv. - Mato Grosso do Sul vai CDIS1f ir QU refor· r, Governa­ dor recebe bancada do PDS na Câmara Municipal c mpo Grnod , • S o governador Marcelo Miranda recebuu todo os componentes da an­ eada do Partido lJomo­ crático Eocl6l, O PDi, na C/.imnra. ~1unlclpal de Campo Grande. Segundo o presldente da Comnls­ são Provlsórlu do partl­ do, vereador Ivon Mo­ reisa do Egito Filho, "o eocontrú trato11-se de uma visita de 'cortesia, hb. a!gum tempo devida. ao vernador . Marcel e, Mirandu. Dlsse tarobem que "a opurtunldade serviu para que fossem traça­ das as diretrizes partl· drfas comuns, visando a implantação do DIre­ tório do PU:3, jâ perma nente". O prefeito munl clpal Albino Coimbra Filho tambem se fez presente ao enctmtro, do qual participaram, alem de Ivon,)1orelra do Egl to, os vereadores Wuldlr Cardoso, Eduardo Con tr, ITetsu Arashlro, Fé Ux· Balaniuc e Leoo Ele nizàrt Conte. Na reunião ficou tambem esclarecido que os trabalhos que visam a implantação do dlre torto d etinltivo, tais co mo filiações ao partido, devem estar concluídoll até o próximo dia 26. O Governador esteve por quase uma hora com os vereadores, tendo ouvi do suas opiniões sobre os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos. Preciso-se de meninos para vender Jornal 4o: esi !tu! da - d ris a oo a° ore peq 7 Wlt.J.. dO é Fe0 1 de t D)tl e a o cô'õ. gr1e - a ff R MIS. Na "Ferramis" voce encontra tudo para sus. constcugàQ, como Telhas, Lajotns Coloniais Ti t ' n as, Azulejos, cimento, cal, FE&RAMIS O JeUlnho Amigo de Consirair FERRAMIS Ent-re·gamos a Domicílio Rua Mareohal Mallat 1020 ' Aquldauana Telefones: 1699 e 1006 Mato Grasso do 8ul ri 5 Trl - 118Agc±'@!1@ , p OIR IG L T Ponto Por, MS - Os agleul. tores sul-mator:rolisenr.ea Pi.Uio lnte• ressados no novo crédito de cinco AI[hões de cruzeiros para expansão da re plantada, e deverão Investir na uberturn de novas frontetrs a­ grlcolns. Pelo meoos e1>oa tem sido 11 oplolfio gel'lll nas cld11dos vlsllu­ das pela ouravon& quo divulga o novo crédito. Nesses encontros, dos quais partlolpum o secretário do Desen­ volvimento Eoonomlco, Saulo Garcia (Jaelróz, o superintendente do Banco do Brasil, Lufe Cftrlos Nazareth, e a Federação da agricultura, atravós da seu presidente, S!lvlo Mendes À· mado, é explando o novo crédllo e a polltlca de financiamento du Go­ verno Federal, Ao final dua exposi­ ções é feito um debate com o@ a­ grtoultores. QUEBRANDO O GELO De ncôrdo com n oplnHio P,e­ rol, o Secretárlo do Governo Maree lo Miranda está "quebrando o gelo" existente entre os produtores e o Governo, propiciando uma maior parllclpoc;Cio doa rurnllstns que re­ flete na. atuuçúo do Governo do Es­ tudo no setor, pois a partir deses encontros viío surgindo novos pro­ blemas que, logo, s4o solucionados. Através do rncrdárlo de De­ senvolvimento Econômlco nós coni:e­ gulmos resolver diversos problemas, lnclusl ve alguns fura da alçada de ll u a ponto, comentou a pó 1, u. reunlfio, o presidente do Sindicato Rural de Ponta Porll, Byron Mede­ l'OS, O prefeito da cidade, Orlando Mendes Gonçalves, que tambem é agricultor, se Interas ou bastante pelo que fol tratado na runldo. Ao seu final, le se mostrava "contente com a demonstração de carinho do secretário" que, "tem nos ajudado bast nte", Eu mesmo c11tou b:i t,rnt<' ln­ terce do no crédito, apesar dele ter vindo um pouco tarde. Assim me mo elo velo dr novo incentivo aos grlcultores, dse o prefeito de Ponta Pull. Outros agricultores, nas dIvr»nus cfdndes visitada, também são Interessados em apresentar propostas de financlumento para partlclpur do novo crédito. ,Josó Valeothn l~ntu­ rlni disse: que vai num< ncur sua rea em 20 hectares. - O crédllo velo em boa uom, porque o agricultor ostavo. mesmo proelsndo dele, dtso Valentia. Paulo Stedile é outro que ai presentar proposta de finnelum to, "Achei muito Interessante est crédito, na linhas exposta pelo secretArio e pelo uperinendent do Banco do Brasil e, com ese przo cho que muita gent val fazer o mesmo". tedlle acha inda que aa rrunfõ<'J cto Snulo Qu lróz oom Ofl produtores tm p rmltldo umí mo.lor nbcr111rn do. clnR ,o rurnl com o Governo, sendo 'multo Interussante pora tirar aquele negóelo que o produtor tinha para fazer AU!l.ll reivindicações. Antes parece que a maioria dos agropveunrlstus tinhm medo de chegar uté Campo Grande J)'l! a hllur cow o ~ecreHlrlo. Jgoru, cho que oerA dlfr,rcnto.'' J. liD ?lílílJLlIDTI1Jíl Do Miguel Lan:z:lllottl e FIiho Vidro1 1 Ferro•, Apnrelhoa Snnitários Tubos galvauizados, plasticoo, Ti11U1s !>ombas para ógua, eto·' Rua Augusto Mascarenhas 589 - Cone 1083 Aquldauana - Mato Grosso do Sul Dr. José Atanasio - ADVOGADO OAB - MS - 1579 Neto A Yenlda Duque de Caxias - 780 Cx. Postal - 3t - Jardim MS lE E SSINE Jardim, um municiplo que avança aceleradamente na produção agrlcola, acaba de receber a implan­ tação oficial de uma empresa Trans­ portadora, Revendedora Retalhista de Óleo Diesel, que dará atendimen to a consumidores dos municípios de: Base de retirada: Jardim Distribuição: Bela Vista, Guia Lopes da Laguna, Caracol, Bonito, Porto Murlinho. No Decorrer da pesquisa de consumo de derivados de Petróleo, e no dE>ferlmento do prooesso, o Conselho Nacional do Petróleo, auto­ tlzou a Agrossol Diesel, distribuir oargas de óleo diesel até urna galo­ nagem de 10.000 litros por veicula. NOTA; Os Sra. oonsnmidoros IBUN o ,DNTEIR11 deverã'i fazer antecipadamente eeus cadastros e declaração de cotas no escritório da Agcossol Diesel. (em frente ao Posto Atlantlc, ao lado da Dersul) COMUNICADO O Posto Atlanfü de Jardim (sob nova dire.ção), denominado Abastecedora Agrossol de Combusti­ vel, comunica que està funeionando oom os melhores atendimentos da região, no ramo rlc abastecimento de g-asolina, lubrific!lntes, e óleo die­ sel (doo litros por consumidor), inclusive com serviços de lav&gem, lubrifioaçfio e troca de óleo. Conheça nossa~ instalat;ões e sinta as vantagens. CA C AS Moderno Laboratório Ótico o serviço da sua visão RUA: Barão Rio Branco, 1228 FONE Ol?A....0041 earn-po Gtlillde - Mato Grosso do Sul CereaUsta +lua São Paulo, 55 a ar IRS om. ltda) Compra e Venda de Cerea-is .AProz, Milho e Feijão Moder-oo Serviço de Empacotamento de Arroz, atacado e va11ojo O melhor Preço da Região A.ntmrlo JeAí8 Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábria leeos e M-0lh-0.dos.Ferragcns e 1091 artigos para a sua escollla. Bnua Marechal Flenlao, 604 Estamos Mruiando de Ramo. - Aprovoitem noase-a Pr~H Ponta Porã ----~----------~---·------ :NíV!<.H 'AHJO<; 788 at da [ovem Afota, que reuniu 0s migo pr um brinde n reas{deneia do Dr, Pe­ r r, li. É88 O Sr, Netor Almada completou mi! um nno dos vida Conetoru duta rodeado do ' 1 WM llilf!t1 , 1 Ili ll 1 11 t 11 ,l< h, +8 O Urmio Pedro Rafino multo bem orIent to cum muito tom revob u 0 0on­ vlindos d jovem Matt Dgllsn, pr festejarem w Is prtaveras, Ao eonidndo nervlrat de- Meto aladinho, multo refrigerante o por fim gowtoro bolo, Aos piverr!untes nosso paraben, I < t, 1 ll H,1O DO l'AP,l Aconll'Ct'll t-. ll'ido pp no Or mlo Pedro Hutio, nimdo pelos Zollos, / t!Pooruçílo multo e!oglada: Bengala e 0artolas pelos p!lares, A PROMOÇÃO foi dos formundos da Eso Estet Silva, oom o 00lab ração do senpre prestimoso profoaaor Jutn11!0 Lope11. Pur11bene. Dk; c83 Dl8COTHEQUE No domingo no Gren::lo contou como sempre ouro presonç de nossa nnlrnodu juventude. 08rúrio do filme ao clne S. Crlstovão muitos jovens ficam em grupos conversando no melo da rua, O motorista pede a passagem bu­ zinando. e eles !lÜO estilo nem sf, ountlnusm no mesmo lugar. Cuidado gente, depois lguem so. fre atropelamento e viio culpar o motorista. Lu­ gar do pedestr11 conversar o andar li- nos calça­ dos e nilo no meio da rua. Vamos agir como CIVILIZA DOS! QUANTO a notinha sobre u Esoola Castelo Branco publlcnàa na Edlç!lo anterior. recebemos esta Resulva do prof. Stumpf. e ficamos contentes potJ loqo, logo surgirá cfuitos positivos para os estuclo ntirn: RESALVA Tendo lido nn T.F. e em seu último nú­ mero, lgo sobre a Escola Est::idual de 12 e 22 grnu Castelo Branl:o. dPfendEndo a parte que me toca simplesmente, de vez que sendo a mais de 22 u nos professor quasi que sempre exclusl­ vemente naquele estabelecimento de ensino, lan­ ço duqui ,, meu desafio o qualquer tlemnnlo que possa afirmar que ulgum dia não comparecia e uma aula, sequer salvo por motivo de força Ia l )r !lb~clutaruente justificável o com oienoln dos no. vàrlos Diretores que por ll paarm, e, Alut mnls, que tendo uma nula em qualquer série el1C'l.(1JR/IO 11tro1mrto ou nlfo cumpri!••• f1 carga bo­ rArI de 4 minutos no perodo mntutluo e !l5 ou 10 ciouformo torne dolormlnado no b.orAr1o notur- 8011 um fdr•uJt,itu o ufio mrroco6rlo 0 e tando gora n função de btbllotecrlo da ASOO lu, multu nolsn ui! nooeoaârln, corre ó.o mlubus expena, o que onsldero coopera4ço o proclu mo, 8<'nl quulquor outro lutullo. A que M. do vordado 011 1recl11maç!lc noti oln. nflo ruo oompolo averlguur nem oploor de públ!co. Gumnllel Stumpf Pror, Pbl 110 runc. de blhllotecl'lrlo VISITA Recebemos em nossa redução a imptlea visita do r;i•. Lulz Curlo11 Nozuretb, 8uperlnten• dento do Banco do Brusll, que ficou admirado com o d'lnumlBmo do no~sa oflclnu, 0011lm como o grande número de jovens bola vlstonscs que conosco trabalham, aprendendo dessa forra uma proflosllo. C&:l 090 8/8 Nlver da garota Fernandn Pinheiro Rondou. Seus Pole Llll e Bernudete organizaram uma animada festinha onde reuniram grande numeros do amlgulahos de Fernanda parn o Tradlolonnl "PorubenR a voce". 6/8 O Sr. Xisto Ealvndor Antunes, re1:1lden­ te em Porto Murtinho, ofereceu aos amigos em suu reslctoncla provlsorla no km 5 um Suculento cburras<10 regudc de bom Sootch. C-90 D9:! VJl,IOU Tambem, para um giro pelu Europa, a Sru. Hllda Carneiro, em companhia do casal Avelino e Celeste. SRS. PRESIDENTES DE CLUBE ... SarA que não existe por u{ ulgum outro conjunto de l:!Om pura animar os nossos biles? Se sal um baile no Belavli-tense é o Zodi::.c's que toca, su si uma discotheque no G remio lá tá o Zortlac's pondo quente. Sabe? a moçada ta reclamando pocas, dizem at{-1 que ja sabem de cor o repertório do ref, conjunto. Olha nós niio temos anda oontrn, mus tudo que é demais enjoo né? D9:! ~ CIRCULANDO ... Novamente pela ully a minha querida amiga Marl11 (Telefonocu) exibindo o seu ]ove, vai firme menina. e,;:; ~ E POR FALAR E.1 TELEFONOC..S Queremc,s parabenlzar essas meninui:: que trabalham 24 Ho:-as por dia para que a gente possa fazer uso dessa maravilha da coruunlca­ çii.o. pois é por lá que nós !alamos com qual­ quer parte do Brasil e do mundo os nossos agradecimentos ü dona Eva e sua 'equipe. .e< ce,:; MUITO ANIMADA a minba amiga 1'ereca (do corcel vnd~) dançando de rotmho colado no Belavistense. Será o amor do ano? t4 83 DE CASAMENTO MARCADO a minha querida Ledu Lino, o felizardo? dizem que é um executivo do Bus!lia, esperamos um convite. -------------- por Nancy e Lóri DESPEDIDA 4lrAu-se co um ueulento almoço os Despe' 10e C q estavam estagiado aplran1"4,,,$ju, o eis os nossos voios de tlQUl < m t' J ' 6UCI 60 llll e rrLlru. "i:1 r o avo r JOVENS 0 que foi que 'lcoote-cou? tumlr m de repen. te, até parece que torum expulss da sr qula, o 'que parece sr verdade, coo arme umu x componente do me""°?' e PESSOAL V ALENTE Esse que anda d udo l!ros pelas ruas de nosea cidade altas horas da noite, e que por slnnl pnrccc 1:ílo tei· um pingo do clvJllzaçlo, é 1 0 cumulo quando acaba um bullo, ll gente é até arriscado o rnr baleado om plcnu run, n esees P.ngraçodJnhos ponurbadores da ordem púb!lca, pedimos que Gil nl!.o tem ondo atirar, que deem tiros dsntro de suao casoH. o pea MENINA QUE TA FICANDO LINDA A Tlmaru um!l linda florzlnha que começa u desabrochar, e que pelo vlsto ja tem muitos gaviões voando por olma da casa da Dona Ruto. 060 !)ij:) CASAIS ROMANTICOS Roselhe e Lulz (lobão), Valqulrla e Pllnlo, Pedro e Mirna, Maria e Wllllans. ce