:ator: Chefe Ivwldo Perelrn Ano IX N 533 
- 
TrNO!!! 19AR ±LO «t v - 
A Festa Peão 
.,,. 
sera 
. . 
[aneIro 
No almooo tle confratt•:-nlzoçilo 
rellzado ebado, no restaurante do 
Clube do Laço, no pnHJt10 do exposi­ 
ções, o pt·eslrlente do Slnd-lcato Ru­ 
ral de Bela Vistn, EIson Medeiros de 
Moraes, dIsse que '·o próximo obje• 
t1vo é a coustruço da sede própria". 
Na oportunidade houve u prestaç!lo 
de contas, du Expobel 80, submeti 
da a apreciação dos ussocludos e 
convidados, sendo que o lucro do 
Ind!cato, este ano, ultrnp1sscu 1 
mllhtlu de cruz.frns. Multo emoclo 
nado, Edson Moraes agradeceu a 
colaboração de diversos pessoas, e 
lambem da equipe do Sindicato que 
proporcionaram o brilhantismo dn 
amostra. Psrn Morues, "graças a 
Deus tudo saiu a contento. superan 
do us nossas expectativas". 
O prefeito interino de Bela 
Vista, José Joaquim Ferreira Souto, 
e o veredor Nvaldo de Burros. na 
ocasião manifestaram suas oplnlõPs 
a respeito da realização da Expobel 
80 e o gratificante trubnlho que vem 
desenvolvendo a diretor!a do Sindi 
onto Rural, "Hidernda por este dina 
mlco Edrnn Moraes·•, segundo pala 
vras de Jota Jota. 
FESTA DO PEÃO 
Enforando o plano de dr. r 
prioridade n assistência aos oecua­ 
rlstas. 11vourelros, eh ,careiros; etc. o 
presidente do Sindica to rlisse ainda 
que "aada sofrerá parelzaçüo, ou 
seja, dormir sob os louros de vitó­ 
ria, vamos lutar. trabalhar e dar con­ 
tinuidade. não só às metas sociais, 
~ae lambem ao setor de promoção. 
Vlsnnclo e:ste setor. prosseguiu. já 
l
estamoe nos Prepnrando D81'1l a rea­ 
ltacão da FESTA D0 PEÃO urna 
promoção que ter6, sem duvida al­ 
uma o locentlvo e o nuxil!o do 
Governo do E,tadl), nesta éooca em 
que cultura regional é ums das 
?'s prioritários da Secretaria de 
R&envolv.lmento Social. Pnra isto 
lllanteremfls contatos com o uover­ 
o, e proporcionaremos ao nosso 
Povo, ao povo de MS, mais uma fes­ 
que__ficará gravada no coração 
r e ãcaaa um, principalmente no co- 
1 
ac o do homem do campo. Será a 
esta do peão. Será a nossa fest". 
PRii CONSTRUÇÃO DA SEDE PRÓ. 
, Una das noticias mais auspi­ 
a osas. o que mereceu demorudos 
}Plausos dos presentes so almoço 
Si confratern1zuçllo, foi a de que o 
dieato Rural de éla Vtsir ±teta 
,, dentro em breve, a cunstrução 
,"" sede própria, iíorses sfirriu 
dàã""te solo vai se tornur rena 
," mais cedo do que se pesa, 
s temos dinheiro em caixa, o 
1 
do 
diversos companhi-lros já estilo dan­ 
do a necessrla zoleboraçlo". Frisou 
que o Sludlcuto recebeu a promessa 
de 5.000 tijolos do senhor cornun­ 
clante do 10 HC, Cel Conrado DIus, 
uma vaca do pecuar·tsta Eduardo 
Ocuriz, um touro do pdouurlsta Eudo 
Não é a nosiia intenção provo- 
2ar polêmtcas ou gerar um cll:na 
de eemrnclon11llsrno. quando notlcla­ 
iDOs fatos tr:.zldos a este jornal por 
estudantes da Escola Cutelo Branco. 
.l!i mlssüo precípuu da imprensa se 
8obrnpõe a quAstíunculatl de ordem 
pessoal e f>Xtl'llvasa o uivei da tn 
formação, priodpalmente no interior 
quando algo ou alguma coisa não 
está funcionando a contento. Nestes 
casos somos mais formadores do que 
informadores. 
.< crítica sistemática gera, não 
lioluções, mas a busca de claros 
visando a retaliação e a polêrnica 
e Isto níío é o llOtiSO caso. Respei• 
turnos o trabalho do mestre. nem sem­ 
pre bem remunerado e quase sempre 
trabalhando por puro idealismo, co­ 
mo é o caso de muitos. .pontar al 
go errado que. se p!'lsôa na admiols 
tração publica ou quando os iote 
resses do povo no caso os estu­ 
duntes- são villpendiaàos é umli 
das funçées da imprensa - uo.5sa 
função - mesmo que isto fira sus 
cetlbilidades e vaiàades r-ecalcadas. 
Nilo é vexame receber uma crítica 
justo, é muito motivo de engrande 
cimente, ser elogiado qu!lndo está se 
trabalhando de acordo com os pa 
drões normais. 
011tem, houve uma reunião de 
Foi extraviado o cheque n? 
147537 do Banco Financial. agen­ 
ia de Bela Vista no valor de 
S SG.000,00 (trintt1. mil cruzeiro.:;) 
dt:do para o dia 20/7/80, de 
emissão do sr, {ossevelte Gar­ 
cia a favor de FRustlno da 8il· 
va. Publicação que se faz para 
os er<:>itos legais. 
realizada em 
Pinheiro e uma novilha do Dr. Céllo 
Villelu. Disse nlndu que "o gabinete 
odoutológieo, prometido pelo secre­ 
trio de Desenvolvimento Económico 
Raulo Queiroz, e uma ambulância, 
estarão em nussa cidade dentro de 
poucos dias. 
Um breve comeni'ário 
professores e c!e alunos, para deba­ 
ter o que está certo, o que estii er· 
rudo, se o jornal falou isto ou aqui­ 
lo. E salutar e chega a ser estimu­ 
lante verificar que a nos função - 
a de apontar irregularidades- rece­ 
beu a acolhidu que esperA vamos. 
O nosso apoio aos estudantes, 
sempre que for necessário 'TF esta­ 
rá lutando e debatendo para melho­ 
rar as condições materiais dos cCllé­ 
glos e aprimorar ain1a mais o nível 
cultural e psíquico da nossa educa­ 
çãc; o nosso estimulo aos senhores 
professores, princlpahnente aqudes 
que encaram o trnbalho como umR 
espinhosa, difícil, mas gratlflcirnte 
Ivaldo Pereira 
Capo Grande, MS - Com 880 
animais incritos, foi realizado no dta 
13, nesta Capital, no Pttrque Laucidio 
Coelho, otº Leilão de Gado de Corte 
de Campo Grande, patrocinado pela 
fiSSOciação doA Criadores de Mato 
Grossa do Sul - Ac:·lssul. 
. ,-"i.proximade mente 500 pe.::soas 
participaram dc leilão, que alcançou 
resultados considerados bon,, já que 
todos os P.nlmais colocad<,s a venda 
entre os quais 120 muares, foram 
comercializados, alcançando a cifra 
oe 16 milhões de cruzein s. 
UJ adquirentes, em número de 
quarenta, são 80 por cento do Estado 
<- 21) por cento de Só.o Paulo, Minas 
Gemia e Goiás. 
O 2
2 
Leilão de Gado de Corte 
OTIDIANO 
I • A nova 
Ordem 
pwgtna à 
li: 
P'lnnllznndo, Edson Morues oon­ 
clu mou a todos os pecuaristus 
cerrurern fileiras em t'flrnO dns tel­ 
vindicacõe da clase, pois a união 
de propósitos é o priueiro passo para 
se utingir objetivos". 
missão, e o nosso incentivo a Sd• 
nhora dlr'etor.a. 
Aos engraçadlohos, aos criti­ 
cos desprepurados e aos que não 
entendem a missão de jormil; aos 
doentes da mente; aos derrotistas e 
eoerg-úmenot!; ttos hornúnculos que 
vegetam no mar da mediocridade E' 
que levhm n'alma o sentimento ne­ 
fasto da maldade e da inveja, dei 
xo o meu brado de alerta: 
DESPERTE. 
Aos "cultos e doutoreR", aos 
pretensos "poços de sabedoria", de­ 
safio, venha comigo, estou a sua 
espera. vamos viajar pelos caminhos 
cta vida. 
IRO 
RTE 
diwerá ocorrer, no mesmo loeal no 
dia 21 de setembro, havendo pela 
manhã mostra dos animais e no 
periodo da t.trde a sua comerel&Il­ 
zação. 
Corta à Redação 
ESTUDANTES 
RECLAMAM ... 
pagina 5

? 
E 
TE 
A 
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.... 
O preldente do SIndlento Rurnl 
do Dela VI«ti, Bdson Medeiros de 
Moras, por o0alio da vi4ta do 
Secretrl» de }essvalvi n ·nto Eco. 
nomlc d+ MS, aulo Qa!ró, e do 
uperlnt·lente Reglonal to H nco 
do Brasil Lufz Carlos Nzet, à 
nos cdtde, em rounií» relizad 
no clube Hel«vistense, manifestou 
e u rusp·lto dos p oblemas que 
solm u elaso peeuarl+ta em nosso 
munleipto o, enlattcm ·ute disse 
quu "oo ruuJut· 11 <irlenbçiio d 
crédito rural, os produtores saberão 
responder a ltura os desafios do 
Oovprao". Ehi (l l11tegru do pruuun­ 
clomeoto do Moraos: 
8ENHORES RURALISTAS 
~ com ~o tlsfnçfio que recebe 
moe em nosso melo to Ilustres per 
sooulidudes, que orleolu m e dirigem 
os dosllaos du nosso crédito rnrul. 
O ohjetlvo desta rounlilo vem 
de encontro aus unseios du classe 
rurr I de noflt1t1 região, trazc,ndo o 
apoio de crédito n todo· cs produto 
res que desejam ampliar suas áreas 
de produção. 
Nossa regl/io, A Bacia do Apu 
d<woria ser área prloritórin parn es 
to tipo de 
1
·crédito de ln"esllmeutos, 
oomo os senhores . bem sabem afio 
estamos lncluldos em nenhum pro 
jeto de desenvolvimento, corno Po 
locenlro e outros. tfio nocesd1rloi; u 
Incorporação.adas enormes árt'as c!e 
Rorrados que cobrem nossos munlcl 
plo, em roa ,produtlv. 
Nossa ugeloulturu alndu é Um! 
da, e temos uma rzo pra I+to. 
Nossa terra nClo ostá desbravada, 
quando chegam os recursos par o 
cutelo rgrícola, Julho/Agosto, pr 
tlea mente t hora do pluutlo, uão 
tomos mol 3 ltlmro para deabrnvur, 
urar e gradear 11 terra para o pluo 
lio om terr.po b1bll e os recurso!! 
previstos para o cutelo upricola de 
nossa r?glüo, süo sempre insuficlen 
te t m se truta o do de terrus nunca 
cultl vad.os. 
Oa aeohJres podem eotar cer 
toa que se fl orientação do crédito 
rural mudar, nossos produtores sa 
berão oorrespouder a esto uhamu 
mento, cerrando fileiras na butulla 
ck produção de ullmentoll. 
Aoornpunhamos de longe, mas 
utentos, a lula de nosso governo 
do E~tudo, através do Secretário do 
DeHcnvolvlmeuto Eoonômlco, Dr. 
~,Hilo Garulfl de Queiroz, para que 
Mato Grosso J.o t;ul fotise lncluldo 
neu área de expansão agrícola, 
currrnndo esta vorbu Indispensável 
uo nosso desenvolvimento eoonôml­ 
Cú e 1:1oclal. 
O Sindicato Rurol através de 
todo o quadro social e de todoR os 
rurullstu~, reconhece ~ agradece 
este valoroso trabalho. 
Queremos aproveitar a opor­ 
tunidade para agr11decer ao Dr. Saulo 
Garcia de Queiroz em oowe do 
Stoúlcato Rural, pelii verba recebi· 
dn de ~60.000,00 (qL1Iollento9 e cln­ 
q u o n to m 1 J e r u z e 1 r o s), 
vura o custeio de nos 9a Exposl 
ção Agropecuarla, coroadt1 de pleno 
êxllo, aprC'sentondo um b11loaço 
poslllvo cm todos os seus c,bjetlvos. 
.-o Superlotendeate Regional 
do Bunco do Brastl. pura Mato Gros· 
t'O do Sul, Sr. Lulz Cnrlos Nnzartth, 
que tem a reponsnbllldade I 
J.lstril>ulçfio deetes recur11os, através 
do seus gerentes de ugêelas, up 
!amos parn que atenda com carinho 
todos 0s projetos oriundos ele nossa 
reglão. 
A agência do Banzo do Brasil 
de Bela VlstB, principal mola 
propulsora do desenvolvimento do 
Município, não tem corre-tlponôldo 
com os anseios da maloriu dos pro 
dutores. Reconhecemos que a fallll 
de reoursoe é grande, o que leva o 
Gerente 11 dizer ·'não", na maioria 
das vezes, ou não estamos enqua­ 
dradot1 nas norrnat: do B11aco, o que 
respeitamos. 
O que reclu D.JnmoR de nosso 
Gerente Sr. José Tern,n Splna é a 
fulta de interesse e orlentaçilo paru 
solução dos problemas financeiros 
dos produtores, e a não aplicação dos 
recursos de ln,e!ltlmentos destina 
dos u sua agência. Até o presente 
momento, não tivemos notíclns des­ 
de a sua posse, em 17 de julho de 
1.g78, da sua vlslta u uma proprle. 
dod~ rural, levando com tu pre 
senga estimulo na orientução a seus 
e[entes, Queremos e necesl!amo+ do 
apoio da Agêncl11 do Bunco do Hr 
~11 de nossa Cidade, m todoA o! 
eventos social o qe desenvolvimen 
to do Mualcfplo, sPm o que todo, 
0
;i esforçoR VVs. F:xclas, nesta ta 
rela, serão fadados u fracassar. 
Destacamos nesta comlsso 
que ora nos visita, a presença do 
tir. Sylvlo Mendes Amado: Preslden 
to da Federaçfio de Agr,culluru de 
M1:1to Grosso do Sul, Órgllo que coo 
grega e represeta todos os tdlca­ 
tos Rurais de noeo Estado Temos na 
sua pes&oa um legítimo represeotan 
te dos ruraltstae que vem desenvol 
vendo um valoroso trabalho }unto 
as autoridades estaduais e federais, 
em ptól de nossos Interesses. Acom 
paobamos e apoiamos a sua luta, 
procurando trazer ao homem do cam 
po a necessária assistência da Pre 
vidência Social. A diretoria do Sln 
dle;ato Rural, sempre qae necessário 
têm recorrido uo Presidente dn Fa 
masul, na solução dos problemas 
que nos afligem, encontrando sem 
pre e.polo incondicional. 
A todos os ruralistas agrade 
cemos a preseIJça. 
multo obrigado 
Tribuna da Fronteiro: 
( Fundado a 20/2172) 
Rtgistro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.1'0126610001·90 
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Edllor - Chefe • 1-raldo Pereira 
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lvaldo Pereira 
Dr. José Atanasio 
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OAB - MS - 1579 
Neto 
A venlda Duque de CRxlae - 780 
Cx. Postal - 3t - Jardim MS 
Do Miguel lanzillottl e FIiho 
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3 	T 
---------------------...:....:.::.::.::..: 
0 
u 
ti 
Mfaneca estava apressdna, pude 
ru, precisava ir ao denlsta (com 
hora mrcad), ao psicanalista, ao 
ebelereiro, à manlcure e ainda vis]. 
tar Ros!nh E, G, Rodrigues que 
ohegura da Europa. Fu!tav;im qufr1- 
zt para s duas, e o motorfola nu.o 
vfnbo com o curro. Ela h vtu feito 
q!Jolxn uo marido, ailo andar mals 
nó_quelu drog11 tle mPrccdeA. enjoou 
cio OOl'l'Cl e ele f,Ó deixava a !ala 
ve)ba na garagem e aquele outro 
carrfoho para a empregada T111.er 
compras, o tal fuscn (que horror). 
- Ufo., até qun enfim. Por que de­ 
morou tanto Mariano? 
- Modume M11occa, eatuva prllnrlo 
o pintura e ve1•lflqull um nrrunbfio 
no Clll'l'O. 
Deve ter t-ldo o Cacá (Carlos 
Eduardo Galdeano Matal!u.,) já fulel 
para este menino nlo exgerar na­ 
auelas hrincdeiras de rachas nu 
Paulista. Ele contiuuu. Vc,u muoda­ 
lo de castigo p;ira a Sulça, ll'.l. 
quero '.'PI' ela parlleipur de raches. 
- Tem razão rua da me. O menino 
preclsn tomar jeito. Vamos a que 
lugar? 
- Siga Mariano, vamos uo Dr. 
MttrCO!'l. 
- Pois não, madame. 
Madame Morta Em1:1noela Tava, 
res da Rocha ~fotat•as, moig conheci­ 
da por 111arlarne Mcnecu, era casada 
com o industrial Me.rio Luiz Galdeano 
de Moto tius, num ds big manda indus­ 
tria de móveis e utilidades dom~s- 
.. 
llcas. Homem preparado, com cursoB 
ue. Suéclu, .llrmo.cb11 o C1rnadõ, filho 
de tra!'.fclonol fúmilfa Dl ull ,tr1. Su:1~ 
empresas faturavam milhões e mI­ 
lhões de dólares, exportav m móveis 
e lrnportavam ruíldelros floaH par:.;_ 
n. fubrlcaçfio de estatuetas que en­ 
feitavam as mamões e palucP.tos d..i. 
1<oc1edade brasileira. 
Ela, mullrnr fino, educadu em 
Paris, falando quulru idiomas, cliente 
rios f!lalor<•f. uteliera da Europa, pre­ 
ferindo Balanciuga a todos os outros 
que ela chamava: seguidores do mes 
tre. Os seus perlumes vinbom de 
Puris, os seus tiopato& (lfUtn enco­ 
mendados nus melhore:J C!iS38 do 
ramo, eru consid'lracla urna das 
mais cleguntos da !.nOúa lnt.:1•uücio­ 
nal. 
O casal possuia do1s [lhos, 
Valeska e Carlos Eduardo, mal~ 
conhecido por Cacà. O menino, um 
baila rapagão de 21 anos curtia as 
motocas e os rachas nu avenida 
Paulista. Eru universitário, estava 
f!:lzenrlo "pebqulsas do iutert-laciona­ 
mento entre a classe dirigente o os 
operários''. Se preparava para asu­ 
mlr o lugar do p:.I na:1 diverof,s 
empresas do grupo Galdeano Mala• 
tias. A menina tinha problemas 
''existenciais". uma linda garota na 
flor de seus dezoito anos, estudante 
de Nutrição, e só par capricho estu­ 
dando em São Leopoldo (RS). A 
mãe dizia que isto era colrn de jo­ 
vem e com o tempo pas~ariu. Vales- 
pedro padr ira 
ka passava as suas férias entre os 
indios no Amazonns e telmuva em 
querer pagar os seu estudos (quo 
horror) e não acentuva a filosofia de 
vid da Iam!lla Mtatins. 
O l)r . 1rlo Lt1lz Uuldt'tlOO du 
Msttls era um lurlslr em cus, 
rartsslmas vezes lmoçuva ou jo ntn­ 
va com a fomlll . Sua lnú.moras 
ocupaçõeB o!'io p<:cmHluru 1 vlvônclu 
farulllur. Er,1 um hom m multo ocu­ 
p.ido. 
Enquunto madamo Maoeca 
lrunsltavu 00m n suo mercedes azul 
pelns rus de o Paulo, sob o olhur 
servil de :'11arllOO, o nrnolno Cacó 
visitava uruu colnguloba lá no balr• 
ro rte Pinheiros. a f;,mo!-a Luzia dotl 
Prc1zer<'fl, utleptu ferreaba da ma­ 
crobiótica; Vuleska pesqt,lsava os 
!Jalrros pobres de P0rto A egre, pa 
ra verificar a carência de vlta.rnlrus 
na allmentuçilo dos cbumudoa "md­ 
uos fovorecldos", o Dr. Mário esta 
va em seu eFtcrllório, no 32 andar 
do prédio que levava o nome de S1:'U 
avô, Paulo Cezur MatutluF. O et-Jcr-1- 
tório do grande homem era um lu­ 
xo. Cortinas e tapetes persas, Inter 
funes, mesas e escrivanlnht1s super 
Juxuorn~. som amblent«õ e a;::exo, 
uorn sul~e para repouso. Neste exato 
momento ele estava repousando. ou 
melhor, come ele dizia, relaxando, 
para enfrentar mi uma tarde de 
trabalho. 
Já disse, ui não é possível 
Mareia. você fJ! uos EEUU semana 
passada, esteve em Londres há pou 
0os m@sua e gora quer viltar 
aquele teu nmlgo que e neontra 
n Iedla? Só para conhecer um guru' 
Você exagira minha criança. Fique 
nqui esta emana que sábado Iremos 
à mfubt 06!l/ de campo n1d •on­ 
tnobus mlotlrns. 
- Vooo é mrn1zlnho, multo 
muuzloho. Eu quase não o Ineomo­ 
do, o voce vive, dizendo nlio. Ett 
quero Ir u Indla. Se no me der o 
dlnb Iro, vou pedi?' uo ~farcelo. Ele 
nllo vai neaur. 
- Nilo me ameace, o nem 
penso em falar com aquele velho 
e~cabroso. EJn eetá louco por voce 
e vlvo to convidando para um 
cruzeiro pelas llbaR grega,. Valho 
pi!roóstlco ... 
- Mos mou benzlnho, nllo mo 
decepulone. Eu te adoro, estou 
apenas brincando. Mareia ora uma 
moça linda, cabelos longos, olhos 
amendoados, corpo perfeito, dentes 
que pareciam prolas e era a 
''titular'' do blg ruun das Industrias 
Muttias. Após algum tempo, o Dr. 
Morin, fazendo um bGlclnho, coo• 
cardava com a menina. 
- Está bem. Vooe vai a Indl& 
mas este ano não viajará mais. 
Ficará no 8rpsll. E por favor, cuide 
com carinho daquela mansão que te 
dd. O Morumbl é um bairro ótimo 
para r,e morar. (Continua) 
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CLASSIFICAÇÃO CHAVE 
1) Uremlo Uuli1o 
2) St!ihl'lltl o ,.1113 
' 
1 . D 
6 p 
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MS. 
Turno 
1) Noulico 
2) JQ de Molo 
8) Vlln Novo 
4) Coça e Pesca 
6 pg 
4 p 
2 pg 
o pg 
Ol'll 
Observço: Classificaram-e P%' 
N I 
lll de Mato re· 
a fase final o /auttco, ido de 
mio Uolfio e Sessenta teste por "", 0 
gols, J que terivou o 1% tur,,, da 
mesmo número de pontos gun 
AABB). Segundo o regulamento do cam­ 
peonato, tódas s equipes classtttcd} 
Jogflrllo 'entre si, com e pdmeira :.-oda 
8 
mftrcada para o próximo domingo. 
ARTILHEIROS DO CAMPEONATO 
1) Corllnhos (Sessenta), Caçupava 
(Lo de Maio) e Laucldlnho (Unllío) ... 3 gol 
2) Slrlronio Lulz Cluudlo (Nautlco) 
Bernardo, Ada (l.o de' ~falo); Carllohos 
(Operário) Barriga (Vlla Nova) e Marinho 
(Sessenta) ... 2 gols 
3) Ivan, Toledo, Aires, Paulo. MI· 
qulmbn, Htirmee, Tontoho e Alemão (Ses­ 
senta); Deleon, Rochinha, Cachopa, Ca­ 
banha e ~tarclilo (NauricoJ; Ricardo, 
Abril.o, Laucldlc e !'retloho (Bela visten• 
se); Guego, Oto. Robson, Rocha, Rubens 
e Batatu (AABB); Pt'nedo, Tt1clnba, Bito 
(Gremlu Unliio); Freitas (Coça e Pesca), 
e Gladston (l.o de Maio ... , 1 gol 
Obs: O artllhelro do Bela vistão 80 
recaberá um troiéu. 
GOLS CONTRA 
1) Ramão (Lo ele M11lo); Fernan• 
d!nho e V!tor (Bela vtstense), Alfredo (Vi­ 
la Novo) e Dirceu (Grem[o União) ... 1 gol 
GOLEIROS MENOS VAZADOS 
1) Câoc!o (Gremio União) O gol. 
~) Camaracanto (1.o de Maio) 2 gols 
3) Vadora (Sessenta) e Ramos 
(Nutieo) 	4 gola 
Obs: Estes go!elros concorrerão 
ao ·'Troféu goleiro menos vaz~dos do 
campeonato". Foram os qoti mais atua· 
rum. 
PARTIDAS REAL1ZADAS 
Vila Nova 2 x Caça e Pesca 1 
AABB 2 x Belavistense 2 
Se1<senta O x AABB t 
Operário 1 x Belavistense 0 
Nautlco 2 x 1.o de Maio O 
Gre.mlo Uolão O x Sessenta 7 
OperArio O x Grem!o União 2 
1.o de :falo 1 x Vila Nova o 
Nautico 2x Caça e Pesca 1 
Gremlo União 2 x AABB O 
Sesseuta l x Operário o 
Caca e Peeca O x lo de Maio 7 
Naullco 6 x Vila Nova 3 
Gremlo União 2 x Relaviõtense O 
Oper2rlo 1 x AABB 3 
Sessenta 7 x Belavlstense 2 
ARRECADAÇÕES 
Até o momento foram arrecadados 
no estádio "Octávio Fontour", $ 82.560,6
0 
(olten_to. e dois mtl quinhentos e sessenta 
cruzeiros) a presenie temporada, inclu­ 
indo alguns Jogos do Amador Estadual. 
CPI para 
apurar 
denúncias 
Ao final d, Ordem 
do Dia, o Deputado Ary 
Rlgo, llder do Governo 
e do PDS, falou pela 11. 
derança, fim de Infor­ 
mar à Casa que após 
reunlllo do suo huncada, 
solicitada pelo Deputudn 
Getullo Gldello, presi­ 
dente r<'glonul do PD , 
ficou decidido por unanl­ 
midade solicitar a eons­ 
titulgão de uma Com1e8o 
Purlameolar de Inquérito 
para a verlguar a vera o. 
dada das àenúnctae f•~l­ 
tas pelo deputado Sérgio 
Cruz, lldPr do PMDB, e 
deputado feáeral An!0no 
Carlos de Oliveira, con 
trna a pessoa do Deputa­ 
do Oetulio Gldeão, dl1u}. 
godas pelt1 l:nprensu 
local. 
Delegacie Espe .. 
cial do MEC 
para Campo 
Grande 
O Deputado Alberto 
Cubel foi autor de um 
requerimento a ser en• 
caminhado ao sr. Mlnls• 
tro da Educação, Dr. 
Eduardo Portela, com 
cópia ao Secretário de 
Edu<Jação do Estado, pa­ 
ra que seja Instalada a 
DelP.gacio. Especial do 
MEC nesta capital. Asse· 
gurou o parlamentar em 
sua justiilcativa que 
Ce,mpo Grande, após a 
divisão do Estado, todos 
os diplomas de nivel de 
2 grau, eram registra­ 
dos em Culabá, e atual· 
mente não bá convêolo 
ficando Campo Grande 
subordinada a Pre11Iden­ 
te Prudente. Todo' expe• 
diente educacional é 
apreciado por aquela ci­ 
dade, que devido ao 
ncúmulo de serviço na 
q'.lela região, o r-eglstro 
ele diplomas é nrejudica 
do pela constante demo 
ra. não se justificando 
qm, uma capital como 
Campo Grande seja 
atendida por uma clda 
de do interior de São 
Paulo, ocasionando pre 
Ju1zos ao ensino de Ma 
to Grosso do Sul. 
Secos e 
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'f. Mortlnhem1e elo 15.8.) 
ES U 
o art. 
Sonborltri rodatorn da C<:luna 
"Eb Scledade " 
Multo heml Multo bem! feto mesmo, 
contece porem que, estava presente 
amo aluna que tawbém faz parte de 
"°fribuna r1 i r~rontelra" e que tendo 
oouverRado comigo, Rv be de fonte limpa 
que, quem uflxou ua parerte os recortes 
da Trtbunn fo! este que vos escreve-o 
prof. Stun::pf. 
Afixei um dos recortes porque lá 
estava minha pequena "Resolva·• que 
gentilmente publicaram, na qual. dpfendl 
n minha partb do v9z que, :Trlbunn dn 
Fronteira referiu-si:! a "proft>ssores", no 
plurul, dai u minha t'PRulvn, o que nü.o 
implica em dizer, que "as críticas de 
T.F. so lnverhl!cas,' multo pelo contra- 
ADVOGADOS 
Dr. Pedro José Palmlerl 
Advocacia em geral 
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Dr. Godo lanlcelli Rodlni 
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ntrndc,se com hora marcada 
_Av. Duque de Caxias. 508 - Jardim M!:l 
Dr. José Geraldo l lournirn 
H s R C A 
de rio, pois !ui explicito tllzt1ndo ·'que o 
que: a notlcla tinha de verdade pão me 
compollo. uve1lguh:·." 
Positivamente, poucos entenderam 
Oll nlí. qulzeram entender o que 11 
critica upootavo, senão, veja1110R: 
A DREC, na medida de uns pos­ 
s[bilidades, providenciou professores pa 
ra todos os casos de faltas abso!uta. 
menh, Jegitimus umparcdas (ID !PI (11 
cenças, doeucn, etr}, todovla, o que 11 
crítica tulvez lenha quHlJo dizer por 
melob mula dellcudo;; é quanto o fultu 
de professores que, em exercício de 
Guns 0111té>rlus n!l.ú cumprem o n.o de 
aulus que pur rorçn. dú '·carg11 horfirlu" 
dsverium cumprir, mestao estando pre 
seotrA aa cldndP, chegando atrazados 
ou t.lelxu11do oc dar aulas previstas • 
donde, então, provém i;;érlo prejulzo pH. 
ra os alunos, prlnclpafmellte do período 
noturno, muitos deles casados que dei 
xan<lo os seus lares m demuda riu 
Escola, perdem precioso tempo e vdt1.m 
de maõs abanando. 
Quonto ao Português de 1.810. 
você acertou em parte, por que até 19W, 
nós ainda escrevíamos mals cu menos 
corretamente "e com lógica", em 1.930 
houve a primeira reforma ortogrAfíca 
no Urasll. Em 1.943 outra reforma, atu- 
almente vigeotl•, pois a de 1.945 uão 
entrou eru ~xecuçãu. 
Isto, só acontece no Brasil o que 
MIs é facll de provar, vejamos: 
- Na Inglaterra, há pdo menos 300 
anos, se escrove da mesma maneira. e 
ninguém nunc& pensou em reformas or 
raio las 13 Mas 
Cirurgino Dentista 
Clinica Geral - R-X 
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togrâ[lras. 
-- Na Frna, o francês, também há 
pelo menos 400 anos no mudou 
a grafia de uma só palavra, e, até nos­ 
sos dias, mantém o sltema de grafla e 
de aeentugão "mais complexo" qut se 
pc,i, .1 lmnglrrnr! 
- O ul1;,nilo contlnu cor. n mesm 
grafia dos tempos Goeth (1742/1832). 
I lo ;,,
1 m f ,lurmos cto rv so no 
qual um slnples sopro "SS" coloca d 
palavra em deterrolnndu funçllo 1,:n1t'itl· 
cn. 
Agorn, prooun('fo-se no horizonte 
outra rE'Iotma dn grnfüi das j1Ulavrus. 
G.u,1ur- e t multo dinheiro, multo pupel, 
multo tempo (lrrecup('rti.vel), mult11 pa­ 
ciência, multo cérebro. ocupando-se pro­ 
fessores om inutilidades uo invés de e 
d••dlcHem 11 coi1:1aB mais fmportuntcs. 
Repito as palavras do llu1:1tre gra• 
málico e prof. Nupolello MendeH do Al­ 
meida; •·Lon~o ô o prazo de cura do to. 
oas SE1 fraquL'Z'.lS llugülstfcus depolri que 
rigldaH nulas do Portugues foram subs­ 
tltuldat1 por balofos aulas de "comunica­ 
ção''. lutellzmeate para vocês jovens - 
essa é u verdade. 
Repito mnlt1, o jovem que t~rmlna 
a 8!! Férie é um "concluiott:" do 1? grau, 
nuuca um "formando". 
Apesar das minhas palavras, quel­ 
r11-me bem sempre - não custn nuda. 
Prof. Stumpf 
Jr.rdim, um municlp10 que 
avança aceleradamente na produção 
agtícol1:1, acaba de receber a implan­ 
taQão oficial de uma empresa Trans• 
portadora, Revc;ndedora Retalhista 
cie Óltio Diesel, que dará. a.tendimen 
to a consumidores dos municípios de: 
Base de retirada: Jardim 
D istribnição: Bela Vista, Guid 
Lopes da Lagun!:l, Caracol, Bunit<,, 
Porto Murtinho. 
No Decorrer da pesquisa de 
consumo de derivados de Petróleo. 
e no dEife;iment0 do processo, o 
Conselho Nacional do Petróleo, auto­ 
tizau a Agrossol Diesel, distribuir 
cargas de ólf::o diesel até uma galo­ 
nage-m de 10.000 litros por veiculo. 
N'OTA; Os Srs. consumidores 
'' 
deverá,., fazer anteclpadamcmte BEIU8 
cadastros e declaração de cotas no 
escritório da Agrossol Diesel. (em 
frente ao Posto Atlantíc, ao lado da 
Dersul) 
COMUNICADO 
O Posto AtlanHc de Jardim 
(sob nova direção), deoomfnado 
Abastecedora Agrossol de Combusli­ 
vi:l, comunica que està funcionando 
com os melhores ateodimentúa da 
região, no ramo rle abastecimento 
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benditas, sblds e h­ 
tendtdas, Vos pego pelo 
nmor d Deus tende! o 
m u p elido. 
MInhas 13 almas 
benditas, nblda en­ 
tendllns, Vós paço pe. 
lo sangue qu deus der­ 
ramou, atendel o meu 
pedido. Pels gotas de 
suor que Jesus derramou 
de se corço. ntondoi 
o meu pedldo. Menu Se­ 
nhor ,l sur-1 Crl!,lo, quo i 
Vo an protccllo mn cubrn 
CO!It VOR:!08 braços, me 
urde nos 'ossos olhos. 
Oh! Deui, d bondade, 
VóR sois meu advogado 
na vldo. 11 nn morte, J)ll· 
QO•VO!l que utendalR OA 
nwus podidos e me llvral 
dos malN1 u rlti me sorto 
na ·vida. Segul meus 
Inimigos, que olhos do 
mol nfio me vejam, cor 
tol as forçoa dolJ meus 
Inimigos. 
Mlnlrns 18 n]mos, 
benditas. 11ablrl11s e en 
tendlda11, ae me fizerdes 
alcançar estas graças, 
flcarel devota de vóe e 
mandarei publl1mr eeta. 
oração, mndando tm 
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, 
D 
TORNEIO INCENTIVO 
MntIvemo contuto ontem 
com o peldente da LAga Esportlv 
Belvltense, Abro Zctt, e elo 
nos dlse que pretende, na próximu 
reunlo da LE, a er eallzadu 
quinta feia, uz·rir reliznço do 
'fornelo Ieelvo com nu participação 
da equipes desclusiffendu+ para u 
faso ftal do Campeoto beluvls 
1011811. 
()lfs, e-<) 
SEGUNDO 
o presldeute da LEB, "a 're 
)lzaçl'io destu toruolo clfl I ó c,,ntlnul 
dade uo esforços dos freno'e dos 
clubes, As purudus poderão ser reu 
lizudas todos os domingos, na pre 
limtnr dos jogos ela r,1!ie flnll.1. Ló 
glcamente vs clubes tPrium uma 
peque verba puru de+pesas. "Ex. 
oelente u ldélu do presidente da Ll­ 
ga e u endossumos plenamente. 
c;;:i í:A<I 
PARTIClPiNTES 
Pt1rtlclpal'fam do Incentivo o 
Caça e Pesca, Operário, AA8B, VIla 
Nova e B2luvisense, e o campeão 
receberlu um belíssimo troféu. 
Vamos upoiur a idéia e motivar aln 
do. mais as ffoal;; do !3efavit.U1o. 
()9:) ()9:) 
FALANDO E! FINAIS 
Na qulntu feira a LEB apre­ 
s1mtarA ll. ta bela purn a fose final 
Isto após o sorteio. Conforme o re­ 
gulamento ti.o campeooa to, todos os 
fiasllstas j<'gorno llntre si. e a pri­ 
meira rodod será no próximo do­ 
mingo. 
()9:) 093 
FAVORITOS 
Não há favoritos nesta fose. pois 
todos os quatro tl:nes (União, ::itiB• 
senta, Nautlco e t.o ãe il:1alo) estilo 
em condições de ablscoltar o titulo 
de oampt!ão do Belav!stilo 80. 
8$ o83 
TROFÉU OSVALDO POSSARI 
O campeão ãeste ano receberá 
e, troféu Osvaldo Possarl doado 
pela. ViaQão Cruzeiro 
1
do Sul. 
Provavelmente este troféu já eE<tará 
em expos!ção n11 e<le da LEB e no 
Estádio a p'!~tir da próxima semana. 
os& x<& 
ARTILHEIROS E GOLEJROS 
.lE'.'iO::i VAZADOS 
O artilheiro do campeonato 
receberá o tr H-u "Tribuna du Fron­ 
teira" e o goleiro menos vazado 
outro, pela Relojoariu Suisa. Ficam 
os de atleta e equipe mais discipli­ 
nada, assim coroo o d~ vice ;.:,unpêáo 
Tudo indfcu que este a.no a festn 
de encerramento do Belavistio 60 
vai ser fantAst1ca, demonstr1ondo 
ruais uma vez, a força e a pujança 
do futebol local. 
GOl-AQOES 
Iol'.lmorae gozaçõoll na parllda 
do domingo pp, quando o Sesenta 
oleou o Belvitense, (7 x 2) 
/lguos torcedorcn se re(iraram de 
OULOJJO em Blnlll do protc!<tO, IDll8 
otnguem pude "oblar", pois n tabela 
foi II provada por todos os olubes. 
til(! Cio() 
E TEM MAIS 
Só um lugcuuo Iria pensar que 
o C.lfü ofereceria "grunde '!leslstêncla 
no Seasento. fül.o compadres e tudo 
bem ... m11s o tradicional possui 
mesmo melhor tlml) e o resultado 
foi justo. Só que 011 meninos do 
EB no jogurum, paesenram em 
campo, foi um excelente treino para 
os pupilos de Arollel, que por sinal 
jogou pelo CEB. Bem feito para o 
.. : HB e o Oporurio ... da próxima 
oles aprenderão. 
r::eo t8'3 
FAL:NCO 
Em AA8B e Operárh>, eles 
reazaram uma boa partida na pre• 
liminar, e os bancários faturaram 
fõ.cil. Valeu o esforço dos comanda• 
do,· de Guego, flcuram em sE-gundo 
Iugur. Pa1·ubéns. O negócio agora é 
ubfscoltur o Troféu Incentivo. 
~ c,;,::i 
NAUTJC1) 
O am11rellnho vem com tudo 
para as final,,, equipe completa e 
m~la e.guns reforços. O objetivo do 
tlme de Chico Laranjeira, Boré, Zé 
Lulz, Fernandinho, Perondl, etc. eto é 
o titulo. Tem nego apostando no "pu­ 
po". 
93 3 
MACACO VELHO NÃO PÕE 
A MÃO 
Para DóS está valendo o ve­ 
lho dit1.1do, não apostamos em ntn• 
guym, pois os quatros times estão 
ufindos. Vai ser fego... 
!:@O e.;:; 
CAMARiGANTORECLAMA 
O goleiro Cmaracunto, do 1 
de Maio, de Ce,racol, esté botundo a 
boca no m u n d o. A diretoria do 
tlme níio está cumprindo promes• 
sa11 feltus ao goleirão". 
Escritório de nôvotacia 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS CÍVEIS 
DLREITO AGRÁRIO - INVENTÁRIOg 
ESCRITORJO - Praça Alvaro 
Mascarenhas 
8clA Visr.n 	MS 
Ultimo rodado do 1.o Turno 
Jogo: AABB a x Operário 1 
Looul: Estájlo Municipal OctA 
vlo Fontoura 
Data: t 7 /08/80 
,Juiz: Sartu. Bundillrlnhas: Ulls 
ses 1-1 Gllson 
Reodu: 4.000,00 
1.o tempo: iABB 2 x O. Oola 
de Oto e Robson ( dA pênolti) 
2.o tempo AABB 2 x OperArlo 
1. Ool de Oarlfohoa, para o Operá 
rio e Guego, para u AABB. 
AABB • Erlberto, Afonso, Eze 
guiei, Lulz e Zeca; Rob3oo e Rumão; 
Erclrlo, Jorge, Nestor e Olon. 
OPERÁRIO - Ar, Julio Cezar. 
Altalr, Tomas e Evllázlo; Nado e 
Orlando; Roberto, Carllnhos, Clro e 
Everaldo. 
Jogo: Sessenta 7 x Belavistense 2 
Juiz: Sartú. Auxiliares. Gllson e Ull!!• 
ses. 
Gols: Alre!.l, Marinho (Ji, Vitor (CIOo 
tro) Hermes, Paulo e Mlqulmbn (2) 
para o Sessenta e Ricardo e Abrllo, 
para o CEB. 
Sessenta: Vadora, Manoel, Edvaldo, 
Nud e Toledo: Daniel e Alemão, ?e­ 
rlro, , Ires, Hermes e Marinho. MI­ 
auimba entrou no 2° tempo. 
Bela vletense: Moreira, Fernandlnho, 
Arcllel, Pretinho e Vltor: Eullno e 
Rfcar:io; Ozall, Laucidlo, Abril.o e 
Dario. 
Observações: Agradecemos as cola­ 
borações de Edvaldo (Bimba) e Eder 
que reglstraram o andamento dos 
jogos de domingo. 
llUMIHACÃO PARA MIRANDA 
• 
O deputado oposlcionl!lta, Ro 
berto Orro, solicitou através de ex 
pedlente, a extenEão de energia elé­ 
trica e de iluminação pública para 
o bairro Nossa Senhora Aparcld, 
do munlclplo de :Branda. 
Como em toda a cidade, a llu 
mlnação do bairro Nossa Senhora 
Aparecida, está totnlmente deficiente 
pois a iluminação públlca está re 
trita as áreas centrais, mostrando o 
verdadeiro descaso para o resto da 
população. 
Os bairros próximos a estas 
~reas, como o bairro Nossa Senhora 
Aparecida, carecem deste beneríciu, 
o que vem acarretando gravrr, pro 
blemas à população destes bairros 
que ficam expostas, devido A escu'. 
rldão a toda a sorte de riscos pes 
soai:ca, dliiculdadei: tlP. locomoção 'e 
outros contra-tempos. 
Os crimes que vêm 0<!orrendo 
em Miranda, está acontecendo con 
mais frequência nas áreas onde a 
iluaiaação não existe. servindo de 
guarita pura os mrginals e mau 
elementos que perambulam pela 
cidRde. 
Além clisso, multas famillas 
mirandenses, residentes na periferia 
da cldade, reclamam esse beneficio 
de lnfra-sstrutur&, tão necessária 
para e desenvolvimento de uma cl 
dade, como Mirenda, que tem no 
turismo seu ponto forte. 
Atualmente apenas uma mino· 
ria da populgção usufrui deste be­ 
neficio principalmente na área cen 
trai, mas mesmo assim de forma de 
fielente, poi!I hà rua.e, onde as luml 
nárlas mal oferecendo uma réstia 
de luz, para dar tranqüilidade à 
população. 
Deputado Roberto Orro 
Cd 
••• 
Jffll 
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