l •:d1to,·: f'lwfe lvr.ldo Perf'fr~i Ano IX Nº 5:l'í Tnço/Quarta 20/27/Agoslo/80 Beln Vl~_ta :luto Gro o do ~ul -------=-----------__, _ Seus feitos terminam na últl­ ma fue d Guerra do Paruguut. quando apo1·tu uo Rio como supre rno benemérito du Plltrlu. Era o uentro convergente de tudo. Flrn1ara r1efla1tlvomente a lmortolldade e com elu, o cortejo de louvores e de Reclomo· ção Tra- bolhisto Lua pagina 2 Injúrias. Seu ego está preso ao concel to positivista de Augusto Comte: O homem só têm um direito: O de cumprir o seu dever. Em 23 de março de 1.869 é 11.le conferido excepclondlrnente o ti _tulo e u corôa de Duque. A rlJstln• ção, que nenhum oulro brasileiro atluglu, alçou-o aos olhos do povo, como personagem de lenda. Neste 23 de agosto de 1.980, dia do Soldado filho de Bela Vista que é pedaço do paloo da Retirada ornali da Laguna - alçamos nossa vz - Glórlu no fnclllo Mnrochol - Glória no Patrono do Exérelto - Glória u Caxias, um soldado de dimensões gigantescas. (página 6) "Na redação profusamente ilu­ mloodn. estão _v;;ztnà quuse tr,das os mesas Jornalistas solitários redigem as notlelas de última hora. Quase todos os acontt.-cimentos do dia fo- ram para a compostção; a edição de nmunhli estã pralicarneote pronta. Esperando um colega vou dedllhanclc, na màqulna a decepção de poucos momentos atràs, não haver parllci- COM/UM1ICE@ Ao povo de !iiela Vista, Caracol e Antonio loão .- época atual exige grandes desafios e una sistemática de trabalho baseada, sobretudo, nu análise de mer­ cados. Vivemos tempos difíceis, mas ncroditarno~ no poder ele realiznçüo e no imnglnuç!ln dor empresários brosl­ leiros. Após estudos, verificamos que a regiüo da lhciu do Apn é uma das mais promissoras e que oferece per­ pectivas do progresso a curto prazo. Buscados nestas pesquisas, e no dcspcrtor das cldudes fronteiriços, resolvemos ampliar as nossas atividades nbrlado mnis uma loja, desta feita cm Belo Vista, que atenderá todu a região. Somos uma dos mais tradicionais casas ligados uo ramo de auto peças para todo e qualquer tipo de vc-ículo. Breve, mullo breve, estoremos com vocês, pnrticipando do progresso e da vida fronteiriça JARDIM AUTO PEÇAS Luiz Carlos da Silva Diretor pado da entusiásttea feitura do jor­ nal. Aqui me int em casa. parece exagero mas repito: aqui me sinto mais em casa do que em minha própria casa. Uns dizem: "Gastei mullos anos da minha vida numa redação de jornal". Prefirn dizei·: "Qu1:1.nto a mim. foi ali que ganht 1 a minha, em muito sentido'. (Pagina 8) Na últimã págin.::1 C MPD PIIRI o Campo Grande (MS) - A Superlotendênole. do Desenvol vimen· to da Região Centro-Oeste (Sudeco) assinou convênio com o Centro de ----------------- Escritório le tvocacia Sergio Roberto Peronrli CAUSAS DíRElTO AGRA RIO - INVENTÁRIO CÍVEIS ESCRITORJO. - Praça AI varo ~fnscnrcoba, ? kts vGa Ms } -- ------------2..' NTII DER 0111 RUMO o □ Leia na última página SUFDCB O F FRONTEIRA: 1 Integração Empresa Escola (CIEE), no sentido de ussessoramento no projeto do "Curso de Especla!tzação de Técnicos de Programus de Assis­ tencia ao Artes&nato, já em execu • çüo. Segundo o profº Lulz Ouima riies Mesqui do CIEE, o conveoio é de multa importancia para o artesa- Gampo Grande (MS) - A Su­ perintendên"cia do Deeenvolvimento da Região Centro • Oeste (SUDECO) acaba de assinar Convênto com o Governo Estedual no senlii:lo de alo­ car recursos para a construção de um prédio, em Três Lagoas, para o :iuuclonumento da Casa do Artesão. A ajuda da. SUDECO será de 5Q0 mil oruzelros, em parcelas de nato, já que o tipo de trabalho que está sendo desenvolvido por força do convento, pode garantir a sobre viveneia do artesaoato em si como expressão cultural, e do artesão, cnmo homem". Este novo projeto da Sudeco é uma experlencia "piloto" que 258.200, 191,800, e 50 mtl cruzeiros· O contrato foi assinado em Brasília, participando do aio o Superintenden­ te Geral da SlJDECO, René Pompêo de Pln!i, o Governador Marcelo Miranda e os Secretários Hugo José Bonfim, Paulo d~ Almeida FagundeR, Augusto Mauriclo Wanderley e Ge­ raldo Antcnio NogUbhd. A primeira pareela 1 ao valor , proeura der-inir metologlas adeque.das e instrumentos operacionais capnes de .prestar, aos progrumas d­ estimnlo e orientação ao artesanotu uma maior consiatencia. partie paçáo do Centro de Integração Empresa-Escola ser a nível d gerenciamento e cooperação técnica. YERBll Dll SUDECO PRRD iRES LAGOAS de CrS 2;';8.200,U0 foi liberada DR assinatura do convênio, endo qui­ as : duas restantes serão - emitida~ após o relatório füico financeiro l• entrega do atestado sobre o térrin elas obras. A SUDECO vai prestar· a.inda assistência técnica a Casa do Artesão de Três Lago, através do Programa Nacionel de Desenvolvi. mento do Artesanato. ca €cio UNIVERSAL Professor Hermógenes A tertflldade do SI]Anelo germina oançs, enção que a Luz cnta e o Amor torna unlverrul. Só esta canço ilente pode cobrir, com ternura, A eneofoni dos deoibéls do ego, do ego que buru poder, mndar, ter, cumular, fazer. que tenta fugir do vzlo, da dor, do medo, da solidão, Só Uldude vence a dlonún- IND roeuterolo@@s Dr. Douglas Chi11om (Trut.nmonlo Ollnloo e Cirúrgico Doonças do Aparelho Digestivo) • Rno An1,111io Morin Coellto, 1143 • l'onc 687.2970 Cnmpo Ornudo - Mato Grosso do Sul Dr. Fiori Murano MÉDICO Consultório - 7 às 11 bs. • 16 às l9 bs IPEMAT e INPS POSTO DE SAUDE E FlJNRURAL - 12 às 15 horas Bilia Viua Mn10 Gro••o do S.ul Dr. Jósé Wilson Dacque~ Ortopedia o Tronmat9loglu Atendimento Diurno e Noturno Forno de Biar - Ondas Curtas Roda Nautica - Tração c~rvlcul Coaauhório: R, Jo1é Anlonio 972 • Fone 6213120 'Re1!d,: R. 14 de Julho, 858, c/3 • Fone 624-4905 Campo Grande - Mato Grosso do Sul REUMATOLSG! Ora. Sonia Maria de Medeiros Glu,ca Médica Rcumntológ!oa o Fieioternpiu CRAI • MS 156 • CPF 1736579ll-87 • Atende· FC pela Unimed • Horarlo: 16 h• u! 21 bom, • Mééâca contratuda para cadeira de Clini­ ca Médica dt1 Foi uldndt> Médica de Mato Grosso do Sul ola, u cl,lsorepO.nclu, 11 dlucordllnclo. re­ luzindo dlatàneln. e trz, nrlm, n ge nerosa wlru da verdadeira Pz. Só a luz que no d sombras, re velando n Vurdt1do (ln Uoldudo, llherta oo corn.çõe11, ao montes, os povos, us próprias ldoologluY, Só Felteldude sem opotço e 0esaço pod aclr ss almas Imaturas MEDICO GINECOLOGIA: OBSTETRICIA Dr Edson de A. Alves Dra, Katia Dutra M. Alves Pró-Nntnl Oinenida Duque de Caxias 697 e Jardim TERRAS ato Grosso±do ] 1 - .. Ttr A da 'rontelru COLUNA/ EVANGÉLICA O AMOR O Evangtillsla Jollo, diz, no Copl tulo 3 Vero 16, do sen Evnngelho, o i;ogulntn "Porque Deus amou o mundo ADVOGADOS Dr. Pedro José Palmlerl Arlvo,:acia em geral Ruo lõ dr 1'ovembro, 17 - Dela Vieln • M ::i Dr. Godo lanlcelll Rodlnl ADVOGADO OAD-MS 1451 Causns Civeis, 1'robulhi!tn, Inventário Av, Duque de Coxins, 069 Jn1"dim M:, Dr Joelson Martinez Peb::oto Cnuaas Civeh e Criwlnoi, Hua L.o de maio, 1/n Jnrdlm - AS Ivan Afonso dn Costa Marques Advoonciu em Oernl Ruo Voluntório dn Polr!u, 376 • Cone 210 llelo Visto M 8 Dentistas DR. LIBlNDO ASSIS GODOY CIRUROIAO DENTISTA €30-MA$ 039 Comult6rio, R. lllorechnl Mollet, 742 - Fone 1333 Residrnci-a: H. Mnrechol Mnllet. 748 - Fone 141 A.qulduuaoa Mato Grosso do S.ul Dr. Laucidio Valdez de Barros Cirurgillo Dentista CRO • 557 • Cllnico de crinnçns e Adultos atende-se com hora marcada Av. Duque de Caxias 508 Jnrdlm MS Dr. José. Geraldo I Loureiro C!rurgillo Dentista Clinico Geral - R-X Rua Gula Lopes, nl1 810 PEDIATRIA Dr Sergio B. Pellegrino CRM 346 PSIQUIATRIA Ora. Solange A. Pellegrino €3M 8a38 Doença dos Nervos R11a Marochal Mallet, 567 - Fone L522 RestdêocJa: fone 2107 Aquidauana M8 DE DEUS de tal maneira, que deu o seu Filho Unlgeolto, para qoe, lõdo t.quêle que nêle crê, nílo pereça, mas tenhu a vida cteraa·•. O ApoRtolo Paulo, escrevendo sua carta aos Romanos, aslm se ex pressou: "Mas Deus prova o seu emur para conosco, em que Cristo motreu por nós, sendo nós aloôa pecadores" Roma nos 5:8. Vejamos algumas razões porque o amor de Deus é tllo grande. Primeiro, porque é dedicado u todo o mundo, a todos os hcmeos; em segundo lugar porque ollo poupou o 11eu proprlo FIiho, mas deu-o par morrer em nosso lugar. e 'em tercelt'a ,Jlmensllo porque oferece, gratuitamente, vida eterna a todo11 011 pecadores. Caro leitor: , Voce sabe que é pe cador; voe sabe que, pelo fáto de ser pecador, est:.s separado de Deu:!, ainda que sejas. honesto, bom chefe de famllla, bom pai, cumpridor dos 11eus devAre11; voce sabe que de acordo oom a11 Esorl turas Sagradas, Ró hà um caminho para voce se reoonolllar oom Deus. Aceite, pois, o Senhor Jeaus como teu Salvador, e, quando passar uns umbraes da eternidade, será recebido pelo Senhor Jesus que te saudará com estas. palavras maravilhosas: "Vinde benditos de l.Deu pal possuí por herança o reino que vos está pr11par11do desde a fundação do mundo "Mateus 25:34-DV FOI VOCE Arlinda G. O. Marques Lembra-se? Fazia um calor tre­ menão, um sol abrasador, quaudo você chegou até aquele casebre e se deparou com aquelas três crlancas delirando de febre; ali ao, lado bem perto, uma se. nhora que mal tinha forças para falar. Tudo cheirava à mais estrema pobreza e miséria! Você não perdeu tempo ... - levou ai;i au médico e tratou-as, alimentou as, até que edtivesdem sãs e salvas. Passou o tempo, quantos anos? Não p)sso precisar, mas você está ven­ do estas duas moças robostas e bonitas, este rapaz forte e trabalhador? Está vendo esta senhora sadJa que traz uma porção de pacotes oos bra9os? Eu sei que voce não os ve, não pensa mais neles, nem se lembre mais daquele dia de verão. Faz tanto tempo ... Mas o tempo não envelhece e nem consegue apagar o Amor ... ele perdura atraves dos seculos e é sempre novo e sempre lindo. Que bom, podermos ajudar e so­ correr os nos11os semelhantes; esta é a maior sabedoria, aquela que conduz a verdadeira Yids, Voce talvez nem se lembra mais ... as, o importante é que foi você quem lhes salvou a vida. Carta .. a Redação Divino O1 ° 1198/10/SDS/DEC Em 20 d agosto de 1980 do ecretrio de Estado de Descn olvimeto oelal, endr o Avenida Cal6geras, 1625 - Ed. Suo VI­ cente de Paulo Ao Editor-Chefe d:::. Tclhunn d Fron­ telra de Bel VI«tn Asunto Agradecimento (az) Senhor lidltor-Cliefe, Vimos agradecer a Vossa Senhoria, a oolnboracõ.o preelnd11 atravt-a du dlvulgaçtlo feita por 011se joronl, nos díoP õ e 6 agosto, a respeito da apre­ sentaço da Orquostru Sla!ôolcu, t all­ zada nes'!e Munlclplo, no dla 02 de ugoato úhlmo. Aproveitamos o ensejo paru rc,ltc rar a Vossa 8enhorla os noso protes­ tos de elevado apreço, 11ubsc,~vendo-nos Atenclosamont~ Augusto Maurício da Cunha e Menozeg Wanderley Secretário de Estado do Desenvolvimento Social llm!! Sr. I valdo Pereira DO. Editor-Chefe da Tribuna da Fronteira Bela Vista - MS Oração ao Espiri- to Santo Espírito Santo você qa e esclarece tudo que ili­ n' todo« o» caminhos para que eu tinja o lllt'II i,lr«l,, ori qn<'I ou· dá o dom divino de per­ doar e esquecer o mal que me fazem; e que todos os int­ tantew de minha ida está co­ migo, nu quero neste curto di­ logo, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez, que eu nunca quero me eparar de você por maior que seja a ilu+lo material não ser o mí. nimo da vontade que into de um dia estar com você e todos os meus irmãos na glóra Perpétua. Obrigada mais uma vez (a pessoa deverá fazer esta oração 3 dias eguido sem fazer o pedido, Dentro de dias será alcançada a raça por mais diffeil que eja) 1 U· blicar assim que receber n raça' O. A. L. SETEAGRI Ernpreeudiwt:ntos & Agrimensura CGC MF: 003201324/0ol Inscrição: 13059:l:34-0 Direção: Nlv11ldo de Barros Projetos para: Constraç1lo, Loteamentos, Curvas de N]veis, Medições e Ratlficnções de Fnzcnd_u. Rua Antonio Morin Coelho - 2l08 - Bela Vista MS SETEAüRl: Estilo e Objetividade MAQUINA DE ARR Z P . ULIST A De Sérgio Luiz Zanardo (Birigui) Temos: milho, arroz separado, arroz 3í4. bica e kirela de arroz, o melhor preço da praça. • Entregamos na residência. - .Visite-nos: aua ~arão do Ladário - Bela Vista - MS. Cx. P. 25 • Fone 19.6 l Restaurante - Musica - Ambiente - serviço a La Carte - Visite o Resta1trante Cassíno Paragaay Especialidades: da Casa Bellà Cassino Categoria Paraguay Internacional te Parmegiana e Frango à Moda Vida Comercial· Cliper Ltda . ./ Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica lecos e MolhadOi.Ferragens e 1001 artigos para a sua escollla Bua Marechal Flui&Do, 684 Estamos Mudando do Ramo. - Aproveitem neHos Pretes Ptat& Porl Trbunn da F'ront»lr JORNILISTD José Carlos Oliveira N redaçlo profusnmente Iluminn­ da, estão vzla que toda n mesu Jornallst solitários redigem us noticias de últimon hora. Quase todos os conte­ eiment do dla foram pura a compol­ ço, edição de umunh@ está pratica­ mente pronta, Esperanto um colega vou dedilhando na mquin decepço de pouco momentos utts, no hver pnr­ tleipdo da entulxtten feitura do jornal qul me sluto em cu. parece exuero mns repito; wqul m slto muls em cuu do que em minha própria cusu. lias dtzrm: "Gutel muitos uno da mthn vidu nu­ .. ma rt1úuç/lv dl' jornai·•. Pn•flro dlzur: '{ 'nto a tim, foi li que ganhei u minha, ot mu!tos entidos", o~ velhos JoruullslüH nuooa Ae referem 11,,,.8 tompoi; de sua mocidade proflsslonal "m uma ponta de saudade Usam uma fruso feita: "aquilo é uma cachaça", É mesmo. Quanto a mim, não sou velho jornnllsta, ma:í .sou veterano Tendo entrado num joroal aos 16 nnos. nunca mris saí deste mblente. A qual­ quer momento. p()'BSU ser o muis moço 11posentado nesAe setor em todo o Bra­ sil. Mt1s como nós lidamos com os im­ ponder vis do espírito, que se nrnnlfes­ tum e se exerOAm Independentemente do estudo gemi do oorpv, é na maturi­ dade e até ou velb!ce que o jt,rnaliota alcança o seu apogeu. Neste sentido, nllo ee pode sonh1n-' proflss!lll mais gra­ tHlcant6, pois ela é tomoem, por exce­ lenela, a prortssão àos jovens, uma das úoloas otlvldudes lntel~otuuls que podem sor desempenhndas (e bom) pelos adoles- ventee t a 1 e n t o s o s. Q u a n- d o eutrn um garoto procurando emprego e botando banca de repórter, após observar os gestos dele, o modo de folar, o seu senso de humor e a rapldtlz dos seus reflexos mentais, você pode tranqüllumente apon­ tar a cadeira onde ele áeve senta.r a fim de mostrar o que sabe, Isso quase nunca falha: antes que ele ponha um teclo na máquina de escrever, todos na redação já reconheoem nele um com. panhelro, e a leitura do seu primeiro trabalho há de confirmar essa hüulçfio~ ·'Ganha-se pouco, mas é divertido". Já não é verdade: nem sempre se ganha pouco; mas continua divert!d!8s!mo emo­ cionante, lnesqueclvel. Aqui, agora mes- mo, encontrei um rapaz que, 16 anos ___, antes, era contiuo, e hoje ocupa um cargo técnico de importâncla. Em nenhum outro lugar, exceto no mundo do show- A 1 buslness, o exercício da democracia ca V e i no pitalista se ostra assim eficaz. Como não se faz um jornnlle.ta, sempre que ele aparece é Inevitável que ocupe o Óculos, Joias, Helóilo,; presentes • Troféo, seu lugar. As questões trabslhlstas, os Esportlvo problemss pesi:;oals, nada dlsRo tem a ver com li alta eficlêneia a que estão condenados, sejam quais forem as eir l'UnEtânciai. alheias às turefns que devem cumprir. E por isso que às veze!.' con templo com tristezu um garoto ou uma mo9oila visivelmente tensos. mlsturondo l'UBS dificuldades de vida com ns ncces oll1udas da produolo da noticia. E11ees no o lndn ou nuaca B?r!ln verrladel ros jornallstns, O verdadeiro [ornllsta ó 11quolo que oempre truballlu alegre, eem pro en1polgodo com aquilo que foz, sem pro lutort1sHudo no furo trazido pelo comµnohelro do mesu ao lado. Só nesse ollmu, ull(HJ, é que e pode Jazer um bom jornal. Quando cntrc,i noeoa engrenagem, vi minhas ferrumenlos de trabalho: ve• lhas méqnlnae Remlngton de fitas gastas, enferrujRdae, funcionando debaixo àe puucudu. Sentei-me diante de uma delas e mo pus o domestloA-la. O efeito nllo era ospetnculosso como o do Taquelro dome,ndo o oovnlo brabo, mas a eenen• çllo llra a mcemu, a vertigem do voquel ro também mo enton,eola. Trabalhei sefs meses, dia por dltt, escrevendo crônions ou melhor, lnvent11ndo o gênero, pois eu era um rupozola intuitivo e autodidata. Não sabia alndu, por exemplo, que certas coisas nllo se escrevem, por mo ioteres sarem a ninguém e outras devem ser publicadas de qualquer maneira porque clelas pode depender o despertar da cons clêoolo da comunidade para algum pro blema crucial. Nosse !dilema se lm,creve a aogúsllu prlvlleglada do jornallsta: ele tem que estar semprP submetido a uma severo autocrltlca, mas nunca esse doce con11tronglmento degenera em autooensu­ ra. ( A cenrnra Interna se realiza através de commltas, quando procuramos cllegns não necessnrlamente mais experientes, porém notoriamente mais sensatos.) Aqui está a pequena coleção de , Dr. José Atanasie - ADVOGADO OAB - MS • 1579 Neto A venlda Duque de Caxias - 7-80 Cx. Postal - 31 - Jardim MS objeto■quo cn11stltuem um reconto ado rl'l vel pars mim: n mtiqulna, a folha da pupol o telefone, o cinzeiro, os clgo.rrods. Nada' malN preciso para me alhear o mundo, enquanto, paradoxalmente, mer­ gulho fundo no11 problemas do mundo. Um jornolleta nunca está 16. b:le pode estar solllArio. n,as esta e outra h!Blórlo. Suu slluaolo é et1tt1r perpetuamente en volvido nos tumultos da atuo:Jdade. Elo proflssliozlaha dura, enfadonha e delicio­ sa, e mngolfloo! Jorool do Brasil TRABALHO MENOR casa LINZILLITTI Do Mlguol Lanxlllottl o FIiho Vidro,, Ferro,, Aparelho, S1111itÁrÍ01 Tuboa gahaniudo,, plulicoe, Tinta, bombaa parn 6gua, etc·' Ruo. Augusto Mnecareaba, 509 - fano 1083 A.quldauana - Mato Grosso do l DE ,os empreeas com roais de cinquenta em pregados, será obrt adr. a manter em seus qua droe um percentual de 10% de meooreA de 16 a 18 unos- ó o quo estabelece projeto de lei apresentado peb deput1:1do Sumir Ache.. ( PMDB-SP), ora eru tramltaqllo na Câmo.rr dos Deputados. A en presa que so negar a cumprir esta obrlgaçd de dar emprego a meno res, ser punido com multa Igual a vinte valores de referencia. Admitido, o menor só ooderá ter seu oootratoJ de trabalho rtsclndldo por justa causa ou por sua própria vontade. r , OTICA CAMPINAS Moderno LGboratório Ótico a serviço de suo visão R:UA: Ba?lo Rlo Braaco, 1228 Campo Cande Mato Grosso do Sal dos Reis Rua 14 de Julho nº 2104 CAMPO GRANDE - MS. Fones: 383,25i2te 383-2949 FONE 624-6041 Cerealista Martins lnd. e Com. Ltda. Compra e Venda de Cereais .Arroz; Milho e Feijão Moderno Servfto de Empaeetam.ento de Arroz, ataeado e arejo O melhor Prego da Região Rua Sio Paulo, 55 Antonio João MS ado y]a rcev , s ll • i I • , r• IDI retos arm 1 1 4 3e 1 tar e • 1 la +ego ! i poe ' -- Ferram • IS FERRAMIS Entregamos a Domicílio Rua Mareellal Mallet 1020 Aquidauana Telefones: 1699 e 1ogg "o de a 1) r ..... t ~::,;;...----·--·- 6 3 do ') . só I até uma galo­ agem de 10 000 litros per veiculo. NOTA; Os Sra. consumidores devera.') fazer antecipadamente SAUS cadastros e der.laraçilo de cotas no escritório du Agrossol Diesel. ( em frente ao Posto Atlantlc, ao lado da Dersul) COMUNICADO O Posto Atlantic de Jardim (tiob nova dirP.ção), denominado Abastecedora Agrossol de Combusli- vel, comunica que està funcionando oom os melhores atendimentos da região, no ramo de abastecinento de irasolina, lubrificantes, e óleo dte­ sel (4oo litros por coneumldor), inclusive eom serviços de lavagem, lubrificação e troca de óleo. Conheça nossas instalações e sinta as vantagem;. pela Imperlal contava com a presenç do Imperador o de toda corte. E o dia dr presentação de Nossa Senboru, l:ITI o qual ficou OS'llnoladr1 pn ra a história, a pomposa cerimónia da benção da primeira Bandeira do Brasil liberto. - O bispo D. José Caetano da Silva Coutinho, após benzê-la, passa-n ás mãos do Imperador, êste, ao Ministro da Guerra Vieira de Carvalho, futuro Mar quês de Lajes, que por sua vez a entre ga ao Tenente Luíz Alves de Lima e Silva. - O jovem oflelaI usstm distin guldo, sente dnquele moment.o frente que tiua vida deve ser votada ao SPrvlço daquele pavilhão uurl verde, slmbolo do dever e do Brasil Imortal. Um ano depois entra em comhate pelu primeira vez, contra as tropa8 do general português Mndelra de Melo, que não reconhecia a lndepeodencla !A esle-çe ele com o Batalhão do lmpet:ador. Dai para frente, S(ius feitos legam a História da Pttrla um corolário de serviços que vem dos Cerros ela Bahla, do alto do Cabrito. epopéla decantada em versos 1nag1strals por Castro Alves os qu1:1is se sintetizam neste primeiro: Era no Dois de Julho. A pugna imensa Travarn-se nos cerras da. l:3u hla ... O anjo da morte pálido cozia Uma. vasta mortalha em ?lrajá. - Neste lanço! tão largo, tão exten­ so. Como um pedaço roto do irifloito .. , O mundo perguntava erguendo um grito: - Qu9.l dos gigantes morto rolará? ... SeuE1 feitos terminam nu última fase da Guerra do Pat·agua!, quando a• porta ao tio como supremo benemérito da Pátria.. Era o centro convergente de tudo. Flrmarn definitivamente a imortali· dade e com la, o corcejo de louvores e de Injúrias. Seu ego está preso ao conoelto positivista de Augusto Comte: O homem só tem um direito: o de cumprir o seu dever. Em 23 de março de 1869 é lhe conferido excepcionalmente o titulo e a corôa de Duque. A. distinção, que ne. nhum outro brasileiro atingiu, 11lçou-o aos olhos do povo. como personagem de lenda. Neste • 25 da Agosto de 1.980, dia do Soldado e do soldado filho ct~ Bela Vista que é pedaço do puleo da Retira­ da da Lagum. - alçamos nossa voz: - Glória ao inclito Marechal - Glória ao Patrono do Exército - Glória a. Caxias, um soldado de dimensões glgantesc.as. Prof. Sturopf. Em 4:', Pinto Alotxo salu pelo interior fut dando o PSD. Em Glória, lá 110 ntlo, procurou t) coronel Eduardo Campos. General, eu estou tio outro lado. !:<'ui uml· go do Senbtu, sou uml­ eo do Mn@abeira. Não po «o fier de seu ado. Algumn governo já velo a ua casa'l' No., enhor. Eu é que sempre tenho ido à e9a do governo' Ento por que não entru p, ru o purtlrlo do governo? Porque sempre fui do outro lado, general. Coronel, vocfl já vf.u governadcr perder lel. ção? Mas também, gene ral. eu nunca vi governo na minha car,o pedindo voto. O general Dermeval Peloto era o homem forte do Estado na dita dura de Vurgas. E gos tl.l.Vli de colecionar coi flatl rarus. Correu a no tícla de que o interven­ tor tinha Ilustre. A'ureo FilhC', depu­ tado de feira de Santa no, estava discutindo DI AssembléiR. com Newlou Macedo Campos, vice­ Jíder do MDB, q2e citou Stuart Mil!. Este não, deputado. Este é gente do séculv passado. Já era. Por isso não, depu­ tado 'ureo Filho. V. Ex.eia. também é do sé­ culo passado, nasceu e 1899, e está aqui me aparteando. V. Excia. também já era? Sebastiüo Nery ,.,.. 1 DRNDMENTIIÇÍO de sua Residenaia depende da escolha da pessoa Especializada em Decoração C O N SUL TE e ··escàba. as pessoas que entendem do assunto: OS PROFISSIONAIS DA DECORAÇÕES O E Uma empresa que ajuda voce a escolher o que vc,ce gosta. Carpetes = Cortinas - Baxes • • Tapetes -llmofadões etc # Decorador:es à serviço das pessoas de Bom Gosto Rua Maracaju 505-Fone 624-0510 Campo Grande M S Brevem.iíCte reJ}res.entante em Jai.diru +27/Ar0to/b0 UNI FROIIEL. -------- • a O NAUliCO E SEGUE R RAÇA, FIBRA, EMOÇÃO E MUITA SORTE DOS SESSEHTI os Futebol Espetáculo pedro pedreira SES TITO .' 1r1J1rlootI1 rolou tiu11!10 lo l! com chirmne. O Sessenta estava lntelrin.bo, 'l'oledão oa zogn, correo. do igual 11 ru&niou de 15 ancB, o baila z11guelr!lo Daniel (vule ouro), o Edvaldo, o super Miquimba 0, jo gundo com r1.1ça, com fibra, com amor, o rçudo Ivan, o técnico Carllnbos, o o·uJQtidor Jorge e o São Vadora. E t11rubem a vc•lta rlo Dr Joo Carlos, moço bom de bisturi e que i,abe lidar com a marlr.ota. Jogo nervoso. Jogo de raça. De oattmba e de gloga. No Lo tempo, o Se,tieota ex­ plorando os contra ataques, seguran do no meio campu e al'repiirndo na defeJa. O Nautlco tocando bola, de pé em pé, tramando, organizando, dando até um vareio. mas o tradi­ cional não queria exibição, queria VENCER e por isto venceu. Jo bdlante