]dito: Chefe Ivaldo Pereira 
.~------------------------------------------------- ., 
Sê"ade 2N3Ag	osto/o @tu VLst isto aros+o to s.A 
" 
PR 
Ano IX N 536 
DE BELA VIST a p o M ao 
RACiUA Y PARA REABRIR AS SU S PORTAS 
EstfvMam em nosrn redaçflo 
diversos moradores de Bela Vista, 
alguns de Bellu Vista-Paruguay, e 
na ocaslúo muD!fel:lturom '·temor" 
lo que possa ocorrer se o Restau 
runte Cusslno Puroguuy pern.111neccr 
fechudo. O Casslno está operando 
openns com o jogo de bicho, e se 
gundo estas pessoas "muitos pais 
de fomíliu jé. estão preocupadoli, 
pois não possuem condições de 
aguentar as despesas por mais 
tempo". 
O Cassino Paraguay encontra­ 
se fechado desde os incidentes 0cor 
ridos envolvendo alguns frequenta· 
dores e soldados do Exército para 
guuio quundo, vitimado por balas 
de mosquetüo, faleceu o senhor Tu­ 
llo Loureiro e o jovem Sebastião 
Zacarias rtlho foi ferido. Segundo 
ul~uns funcionários, "é imperiosa a 
naoessldade de se reabrir o Cassino, 
pois de seu funcionamento dependem, 
dlrern e inri>lretumente, mais de 3(io 
pessc>as". Para t>les •·o incidente não 
mais se repetirá, pois to elos _s_e 	_ 
componetrarom do quo foi, realmente 
um larnentl:lvel Incidente". 
O empresário Rodolfo Pereira 
tuc logo soube dos incidentes man­ 
dou fec;lrnr as porlao do Oasslno e 
até o momorilo não ae manifestou 
quando pretende reiniciar 8tl ativi­ 
dades. Estas pessoas, em sua grande 
maioria, gente humilde, pede ao 
FCTEBO 
Leia crônica 
dentes com o 
Folta de 
Cimento 
O Coelho de De+ no- 
volisento Indutrin! cD 
eonliu w l santareno 
ompleto sobre os nlei de 
produção e consumo de el 
minto po País, e«!s to, 
que erirÁ para identificar 
as reais causas da falta do 
produto em diversas idade 
informou o erretrio.eerutl­ 
o do órgão, Getúlio Luar· 
tine, 
proprletrlo que "reabra o Restu­ 
rante e Cassino Paraguay untes que 
ocorrn umo verrtodelrn crii-o noelul 
com dezenas de desempregados', 
Futebol Espetáculo, de Pedro Pedreiro, o respeito dos inci• 
Juiz Ladislau de Oliveira e os diretores do 1,o de Maio 
poglns 4. 
A classificação os artilheiros e goleiros menos vasados 
1 
pàgina 2 • 
o e 
pagina 3 
Toda a população sulnatogos­ 
seose sente, estarrecida, o clima de 
corruµ<,:ão, ruordornias, desmanduE>, 
malversação dos dinheiros públicos, 
além da politiea de empregvismo e 
de perseruição promovida pela d­ 
miuistrção· utual. No entanto, este 
povo, sofrido e humilhado, não cru­ 
a seus braços, pois 'começa a se 
organizar para dar um BASTA u 
tbntoe oesregrao:;entos. 
O povo passa fome. O governo 
e~tadual apodrece a cade. iustaute. 
E Impotente, desorganizado e inse­ 
guro. 
D 
O Estado qus iria servir de MO­ 
ELO está servindo de NOVELO. 
Pois é rolo prá todo lado: visiçel 
envolvimento com contrabandistas, 
eseandalos na negociata da Bodo­ 
quena, atraso e restrição nos min­ 
guudos recursos das municipalida. 
1
1es, atritos entre Oil insaciáveis tec­ 
nocratas que Infestam e contarninl.l.m 
0 
Palácio do Governo. 
Ingressar na oposição é atituda 
?ervada aos fortes, aos que não 
" medo das agressões oficiais. E. 
"]""d uma população ansiosa por 
0
tn ocracla, prosperldaae, justiça, 
educação, saúde e assistência, nada 
mais oportuno e justo que a presen­ 
ça de erdadeiros líderes nos parti­ 
dos da Oposição. 
Mato Grosso do 8ul é palcc, 
das mais gritantes injusíiças que se 
eomet1;m contra um povo, por força 
desse mesmo governo agitado por 
congestões internas, cor::-er.do a trá@ 
das fatias de um belo que parece 
nã.o se acabar nunca. Estas disputas 
vergonhosas provocam, entre outros 
desastres, o c,,mpleto abandono ás 
prefeituras municipais e o d€sprezo 
aos anseios das comunidades mais 
humildss. como é ocaso de Nioaque, 
cujo prefeito, Altevir Alencar, ao 
ingressar no PMDB teve sobre si o 
furor redobrado de uma administra­ 
ção eslati:.rnl insensivel e decadente. 
A situação do governo á tão insui-­ 
tentà vel que o simples ingresso de 
um prefeito no PMDB abalou o Pa. 
Iácio do ERPE. dos alicerces ao 
último andar. O Jfder do Governo. 
ne Assemhlóia Legislativa, coletou 
um calhamaço de papéis frios. foi a 
Tribunu do Parlamento, ajudado por 
todcs os dem.!liB deputados de sua 
bancada. e despejou o veneno da ira 
COE 
A 
governamental em cima daquele 
prefeita, acionou ponderável parte 
da tmp:-ensa de Gampo Grande con.­ 
tra o rap11z, tentando esmagá-lo, sem 
perceber que estava tentando esma. 
glir ::ião um homem. mas todo um 
povo, toda uma população que o 
elegeu na totalidade das urnas e que 
reconhece nele um dos maiores pre• 
feitos que já passaram pelo govero 
do muolcíplo, em maia de 100 anos. 
Prefeito que serve de exemplo a 
qualquer outro administrador. 
Sofreu calado, porqut< as gran­ 
des dores são muct1:,s. Sua resposta 
ser dada no momeuto exato. Altevir 
Alencar encarna hoje todos as aspi­ 
rações d~ povo do Estado, ultrapassa 
os limites geográficos do seu muni­ 
éíplo e atrai para sua pessoa as 
atençõ83 de uma população revol• 
!ada. 
Ele não está sozinho porque 
está com Deus e com o povo. Ao seu 
lado encontram-se permanentemente 
homens da estirpe de Wilson Bar­ 
bosa Martins, Harry Amorim Costa, 
Pllnlo Barboaa Martins, ~evy Clas, 
Ramez Tebet, Roberlu Orre, Sultan 
Rasslan, Onevan de Mattos e Alberto 
Cubel. 
Se o rsgirne de opressão que 
esbsgaça o Pais permitisse eleições 
municipais hoje, o PDS perderia fra 
goroamente em toda ação brasi 
leira. Em 1.982 o povo, sob o. lide 
rança do PMOB. vai mudar a faee 
de seu próprio destino. Que a cora 
gem e a coerência de Altevir Alen 
car sirva de inspirnçã o pa.ra tantos 
outros homens públ!cos no exercící0 
de mandato popular, uma vez que 
este jovem prefeito levantou uma 
b!indei'r.a cujo mastro será empunha 
do por milhares de outros homens 
de valor e de vergonha, como ele· 
Voltando as costas para um 
governo decrépito e em franco decll 
nlo, abraçando o progama do PMDB 
Altevir Alencar elevou acima do 
nivel das melhores considerac;ões o 
heróico povo nioaqueuse que ele 
governa com tanta eficiência. e dl 
namis!llo. 
ESTOU COM ELE, E NÃO ABftO! 
Deputado Sérgio Cru 
Lidar d9 PMDB na Assembléia 
Legislattfa

Fase 
8 L I V I S T li O 80 
l) Cnrllnho (Seoeenta) 4 ols. 
1) Gremto Unllo e esenta 2 p h p.p. 2) Cuçap1w11 (1.o de Mula) e Luucldlnho 
2) Nuullco { J'l d11 Mnlo O pg 2 p.p, (Uulúo) 	3 golo. 
Ó 
8) Sldroulo o Lalz Claudlo (Nautlco); 
P!IMOS JOGOS Hornnrdo, Adn (t.o do Maio) o Marinho 
Nutleo x 1"° de Mato 	" ,lolio Curtos (Soosontn)
1 
2 gota. 
Grremlo Unto x Seseta 	4)Ivan, Hermes, 'Toledo, Mlquimba, To 
Final Classificação 
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toehlnha, Deleon, RIeardo, CachoP% 
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Taclnba., Bito fGrarnlo Uul!lo) 
Obs: O arlllhclro reoeberA um troféu. 
GOLEIRO8 MEROS VAZADOS l 
t) Canolo 	O gn • 
2) Camaracato (1% do fulo) 3 g0l8. 
3) Vadora (Sessenta) fi gola. 
4) Ramos (Nautleo) 7 gole. 
Obs: O goteira menos vuzado receberá 
um troféu. 
ARRECADAÇÕES 
Foram arrecado doe no Bela vistão 
80, uo Estádio Octávio Fontouro, lnclu, 
Indo algumas parHdos do Amador, a 
Importância de 99.5Gô,00. A nrrecadaç!lo 
de domingo p.p. foi de 17.000,00. 
CURSO 
de Arbi­ 
tragem 
CIIRDIOLOGISTR 
Dr. Cierson Novaes Guimarães 
Eletr.ocardlograma de Esforço 
Reabllltação Flslc13. 
Coneult6rlo: R. Jo~ó Antonio, 972 - Fone 624-312 
Res., R. Bacão do R. Branco, 14'.!6 - Fone 624-018' 
Campo Grande - Muto Grosso dD Sul 
Neuroclinica 
DIreço: Dr. Luclo Mérida AspeU 
Especializado ·m Neurologia_ e 
Neurocirurgia no B.S.A. do Rio de Janeiro 
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões 
Clinica e Cirurgias do Sistema Nervoso 
Traumtismos de Crnnio e Coluon 
Ep_!lepslas e Enxaquecas 
ELETHOESCEFAL0GRAFIA 
Av· Antonio Joilo, 1890 - Foe 431-2018 
Pt,ntn Porll • AIS 
Ponta Porã 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2/72  
Hcgi•tro no Curt6rio de Tit. e Doe. o.o 1066 
CGC-MF 03.201266/0001.90 
Inse. Et. 130592343 
AdminiBtraçAo .Muria E1tcla V.l'erelr~ 
Editor • Chefe • Ivaldo Pertira 
Departamento Oomerclal • Al varo Pereira 
Redução A&mini1traçAo e Ofioina,: Roa 
Daqoe de G:aJíÍu ,ln Bela Vista MS· ex. P. 23 
ASSINATURAS 
Bela iwias, [anual) 
Demai• Mnoicipio• 
Gr$ 800,00 
Or$ 1000,00 
Dr. Adauto T. lkejiri 
Clinlca Pedlátrlo11 CRM. 740 
Consult6rio R. Ooia Lopes _ 8lO 
Da, 8,00 às 11 hs. 
Hospital S. Vicente uos domingos 
Bela ta l1S. 
"Ü• conceito• emitido• cm artigo• 
assinudos não erprimem, necessariamente, a 
opinião do jornal. ' 	' 
' 1 
Fundador o Dirc~or Rrspooenv-el 
lvaldo Pereira 
Campo Grande, MS 
Numa promoção do 
Governo Marcelo Miran­ 
da, através àa Sooreta 
ria de Desenvolvimento 
Social e da Fedoraç!l.o 
de Mato Grosso do Sul 
com o apoio da Unlver­ 
tdade Federal foi real! 
zado neste final de 
semana um curso bfislco 
de arbitragem de 
Futebol. 
O curso que teve 
Inicio no Instituto Mato, 
grossense para Cegos, 
foi ministrado pelo árbl 
tro da CornlAeúo Brasi­ 
leira de Arbitragem de 
Futebol, Amaury Poncl­ 
ano de igular. Doraote 
oi; quatro ôlas de dura 
ç!io, 85 elamentos llgndoe 
à área esporHva do 
Estado, receberam orlea 
tação no • sentido de 
deeevvol ver a prática do 
Futebol, na parte rela 
Uva à 11rbltragem, bem 
como noções para opl!ca 
ção das leis desse 
eeporte. O curso teve 
ainda objetivo de orien­ 
tar os participantes para 
uma atu!:lllzação e ava­ 
liação dos ãrbUros de 
futebol a.mndor desta 
regHi<> visando sua In­ 
clusão no quadro de 
árbitros da Federação. 
SETEAGRI 
Empreendimentos & A4, ' 
CGC l1F: 00320132-l/OOI ' • gr1men_sura 
Inserição: 130592340 
Direção: Nlv11ldo de Barros 
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end 
Ade 
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rer, 
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que 
te. 
erfolc 
aq 
pois 
parec 
e 1 
nu, 
Cér 
do, e 
torei 
le, 
e 
o 
de 
lar 
es4 
Pra , 
.... 
r

, 
pedro pedreira 
tretas, disse qu disse, não disse que, 
roubou, não roubou, afanou, no afanou, 
o homem chamou os dols tis e 
jogaram os 7 ou ó m [d pois da fuzrca 
uté eu me perdi) lJ )Jtou no mo1.rno: 
1 x O Pl<A FUHIA. 
Na segunda feira, vlajundo prá 
Jardim, ICl no. frente, no onibus, tnvo o 
homem. Eontto de se ver. Elegante. im­ 
pático e chegando e Jardim, lasquel. 
- Que ferro, eb Ludhlou. E uí coroo 
Nueva Programacion de 
Ralio ariscal Lopes 
FUMO 
Prejudicial 
 
' 
é que fica? 
-- Eu tenho prestigio na F+leraçÃo, 
sou um homem honesto, honrado, cnd 
que já se viu. Vou relatr o ocorrltl.o e 
este peoal val e. 
As im termina o e petAculo, flcf.l 
o convlto p· rn o próximo, que será rea­ 
lwzado no está tio 0otávlo Fontoura, quan­ 
do Nuutico e 1o. de Maio, Gr<>mlo Ses- 
8entn, co11llnuorllo com o dram , comé· 
dia ou melo n melo, mas sempre espetá­ 
eulo, e o Pedro Pedreira estar l, perti­ 
nho dos homens pr6. contar <lepolH o que 
11e passa no moocto do futl boi. Inté. 
Em Tempo: O Raul. do Unllio, 
mandou o Penedo passar pr ponta dI­ 
relta, quando o Airanio entrou em camn­ 
po, o loiríio ourlçou e ficou nn dele. O 
Raul, fnvocudo, falou: 
- Prado, entra no lugar do Penedo. 
- 8 prá jó.. 
Fol o Prado entrar, o Penedo se 
ourlçou. 
- Mas no meu lugur? O sonhar é 
"inteligente'' 
. - Cola a boru, sou inteligente Alm, 
e voce f': burro. 
Nada mals foi dito, nada mais foi 
anotado. 
Peot!dúo. menino, ocê joga bem, 
mas errou ... tinha que atender o homem. 
A Com[ss4o de Sa- 
de da CAmar dos Du- 
putados provou, o pro 
jeto ds deputado Oet4- 
vo Torreeilha (PDS-P) 
que obri; o» fabrican­ 
tes da cigarros con: 
stgnarom. n11 ombalagcm .. 
seguinte expresso: 
"E«te produto é preju 
tHclal (l suôclt, podeudo 
provoeur cílocot· o mo­ 
léstias cardiovasculares 
e resplr.ulórlus lr.rover 
siv Is". 
E tobelcco o pro 
jota qne a lnobRervllo• 
cla dessa determinação 
sujeitará os Infratores 
u multa do CrS 100.0Uú,OO 
com reajustamentos anu­ 
ais. O projeto tove pn 
recer fuvorável de seu 
nlator, dept:tedo Pedro 
Lucena (PP-RN), citando 
depoimento do clrur:r,lllo 
Eurípedes de ,Jesus 
Zerb!nl sobre 0 efettos 
do fumo nus ctoençaa 
cardlovallcularee, 
tençã1 
1 
1 
Um ospetulo me camnradinha, 
•pocle r-er tl'Aglco. r:ôrnlco ou melo a 
melo, tem ente que ota de drama+, 
aqueles dramalhóe ntlo, outros de 
comédias tipo Cantintlans ou o 'Trnpa 
[hões, e outro, me!o n melo, turma 
dn E'm C!lmn do muro. Niio sbe se rl ou 
e chora, Mxs o futebol 6 num espeteulo. 
É, emoção, leria, tristeza e, às vezes, 
6 tambem "Palheads". É, pols é, às 
vezes ele e transformn num verduleiro 
eepet,)culo de plcrtdelro, de circo, onde 
os palhaço [nzem as delícias da garota 
d,1. Domingo foi assim. Um espetáculo 
de plendeiro, um espeléculo rlA circo. E 
udvinhem quem foi o pnllrnço? 
Começou assim: ·o Gremlo União 
botnndo a marlcota prfl rolar, com o 
maestro 'T'oclnhn. comandando n. banda 
da olt>grln, no banco, perto da gente, o 
pOARoal e ,i torcida (que toretda!) do 
tlml1o do Nhorão nrrorlando e cantando 
a muslquinha que irritn o adverslírio. E 
o 1º de Maio'.-' Tava lfi, multo tímido. 
roos pro.:iurando pegar a marlcota, que 
não estnvn prá Furacão. PRtava muls 
pr Furia. Aí o ceholiio do Edrr. acusn. 
va {39 mintos de jogo, o dú juiz (Ple 
tinha cebolo?) tava doido e o moço 
L~dislau de Oliveira gritou: Todo mundo 
prá forn. ucabo•J n partida. A moçada 
do Unlã:o foi c,:irvejar e a de Caracol 
esfriar e. moringa. Mas gente. eu vi, e 
endoidei de vez, quando o Maneco e o 
Ademar passaram por mim, com aquela 
caro de nego doido prá pegar bandido 
ladrão e foram com falar o moço 
Ladislüu. Foi assim: 
ri1aneco - Sufado, ladrrio sem 
vergoaha, voce apitou antes ào tempo. 
Flta ainda sete minutos. 
Ademar - É mesmo, seu ladrão, 
voce ·está prPjudlcando a gente. Nüo 
quero nem saber, vamos jogar o restan· 
te. 
O Ladislau n!io chega a t-er 
criolo, está mais p r o m a r r o m, 
a q u e l a e o r d e e h o e o l a t e, 
pois o moco ficou branco, doido de ver, 
parecia aquela propagnoda do lava mais 
e limpa mais branco. Tava igualziuho a 
nuvem brnnca em céu azul, só que o 
céuzão tava feio ... tava negro. 
Ladislau - Tá, tá, t~ bom ... hom. 
Vamos ... seu errei, errar é humano. 
'Ê., pois é, com o Maneco ourlça.n 
do, o balta A demarzão no pedaço, e a 
torcida do GREMIO, o Raul junto nuque· 
le, joga, não joga, pode deixar_ qu_e nós 
seguramoR a barra. Não vai lá não. Ai 
o Maneco soltou a terrível e "ManeiroRa" 
denúncia. 
- Maneco - Cabra safado, ma­ 
landro. nós cansamos de te comprar. J 
eaqueoeu? Quautas ,ezes não te paguei 
pra ajudar a gente? Fala nego safado. 
E, o nego safado não falou, tava 
n11quela. errei, vamos começar tudo de 
novo. Depois de muitas mumunhas e 
4.40: Apertura de Transmtslón Sala­ 
dando al nuevo di 
5.30: Holella Ioformat!Yo de NolfclaH 
Lo cales 
fi.35: RI Show de Vivir 
7.05: Coê Pu11jhu 
8.05: .1480 Super Star 
12.00: Roletln Iofo1·matlvo coo Radio 
Amumbay 
12.30 Cadenà Paraguaya de Ernl2so­ 
ras 
12.45: Muslca-Puraguaya 
13.05: Bellà Visto Nee Yboty 
14.00: C!erre de la Primeira Parte 
Transmisióa 
15.45: Apertura de la Segundi;. parte 
de ln Traosmtslón 
t6.0õ: C11ravan1J. Musical y la Juven­ 
tud 
18.05: Sertão Fronteirizo 
18.35: Melodias Despues de la jornada 
19.0õ: Anochecer Paruguayo 
19.30: Cadena Paraguaya de Emissoras 
19.45: Musica Paraguaya 
20.00: Red Privada de Emissor-as 
Nacionales 
20.30: Via Librn 
21.00. Ci~rre de Transmision. 
* i:e(l 
DOMINGOS 
4.40: Aoertura de Transmisión Domin­ 
gos Folklo1icos 
7.00: Coe Puajhú 
8.05: T-ransmisión de la Santa Misa 
0.05: Caravana Musieal y la Juven­ 
tud 
10.05: Cokte~ de ritmos 
12.00: Boletin Informativo coa rádio 
la Voz del Amambay 
13.00: Belia Vista Nee Yboy 
14.00: Enfoques Deportivos (Cumino 
al Estádio) 
18.00: Estampas de .Mi Tierra Guara­ 
ni 
19.00: Tangos y Boleros 
19.30: Musl.ca sin tiempo oi edad 
20.00: Red orivada de emissoras na- 
cionale3 • 
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) "tradielonnl" jgou uma prtida 
feroz, com J(lllit,I rnç t, h!lpluulllnllo !IP 
wa lm!aço e conspulu uma brilhan­ 
te vitória contra o Nautico, d o timo 
tlo I' 1, 1,tl1 j,1, 011 ur:1 par !tlflÇ0, com 
n ulta tenien e joguina de estilo, mu 
o fateb l ets dxsn t•c ll'IIH " 1111 flrllll o 
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Ru defen e+ta bem, o mio campo com 
Tainha joendo barbaridade, conseuiu 
prar o cérebro do 1 de Mato, o 'açu­ 
pava, 0 proporcionou u Silvéro jugur 
m,tl. solto. C,:m (:;tu o ntaqur gnnhou 
mais Ínpeto, e criando vrls oportuni­ 
dades de Gls., 0 1? de Maio tumbem 
começou bem, atacando e taeundo bos­ 
tante, wtrvés de Rubens, Bernardo, Ada 
e Clik a, ms não conseguiu furar o 
bloqueio do lloiúo prluclpulmrnte o ex­ 
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Foi bon u cstrôla do Jovom pon­ 
tel1·0 Rh.:urdo, sobrinho do treino.dor do 
Nuutlc1>, ~ 011clr, jov DJ com grandes 
rcour:100 tócolcoH, o que deu viria nova 
no atuque do Noullco. IJoa tarub11m 11 
t>ntr~lu do Tloo, este do Nlouquc, faltou 
urri oompaohclro puru atual' com elo uu 
frouto. Oor.ololJO o Nutlco pega 0 1 de 
Mula o u burra vut posur para os pupl· 
lon de Ivan Nelson, pol9 ulAm de Precl­ 
sr da vltórlu, o "umurollnbo" quer pupar 
mamo o "fiurno!lo dn Fronteiro.", Vul 
6011' foeo ... 
000 :>to 
SESSENTA E GREMIO 
O "tradicional" e 11 "fúria" vão se 
c11contror, o Gremlo não esqueceu n golea 
da sofri riu no 1 o:turno (7 x O) e quer botar 
o Sesoootti na rodu, segundo algun13 do 
seus jogadores, "vamos ganhar e ganhar 
bonito". No lado sesaenllno a palavru é 
uma só: veucer, vencer e venc<!r. Ga­ 
Dhondo jorulngo, o Sessenta estará com 
melo titulo ganho e poderá até empatar 
8EA 
P edessistas 
íll 
de 
Qampo Grunde/MS • Uma comissão 
de> vereadoreo e llderao~as do PDS em 
Dourados foi rectiblda pelo governador 
Marcelo Miranda. Na oporunldudt: foram 
dlscutldoe diversos aspectos relacionados 
com o partido do Governo naquel11 
cidade. 
Os políticos douradenses ressalta 
ram a0 governador que com a nova 
mentalidade política difundida em sua. 
cidade está havendo um aumento no 
Dúmero de filiados. Segundo o que ln­ 
formaram a Marrei.o Mirando., a comis• 
sfio já eonta com mais fie 600 Htulos 
conseguido num trabalho iniciado recen­ 
temente. 
• Na ocaslúo, o Governador vu!tou 
a ressaltar a neceesidade de uma maior 
unlilo dentro do partido, lembrando aos 
politicos a importància de que mantenh11m 
um diálogo constante com o prefolto de 
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dc.r p11r11 o Nutleo (o quo 
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A VERDADE 
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1 
fumando os quu.tr'o flnnlletns do Bela 
II 
B· 
tllo 80 ino dn posada e no poder­ 
moa, antecipadamente, dar a vitória par: 
este ou aquele clube, mas 
O 
futebol 
uma culxlohu de surpresos. Por eDqua:­ 
to, 011tá turlo Igual, após a rodada ! 
domlugo é que a go11te podoró ter um 
doflnl,;úo. 
C€<l teci 
OOMENTÁHIO 
Vu.mos agora ao comentarlo de 
Pe:lro Pedreira, (nu pagina 3) a respeito 
dofl lncldeDtes ocorridos domingo, com 
a purtlclpação do juiz Ladislau de Oll· 
volra e diretores do lo. de Maio, de 
Caracol. 
[ID 
Dourados 
Dourados, ,Túsé Ellae Moreira. Quanto à 
lmplanhção do partido propriamente dita, 
disse Marcelo Miranda que está a dh•po 
slção para um maior esclarecimento 
juntamente com o chefe do Casa Civil'. 
Osmar Dutra, e o deputado Londres 
Machado, presidente da Assembléla que 
p&.rtlclparam da reunlüo. 
uECO DESTE EIEI IP 
5, O 
PROB E- 
MAS DE 
MORDO­ 
MI 
O deputado Adhemnr 
So.ntlllo (PT-00) crillcou 
f mordomia ueu!'ruíd 
pelo governo, conslde­ 
nndo-u um eu[E.1mlsmo 
pura a corrupção li'Jml­ 
nl6trativn, ., lnElltulv 
extremamente compatí. 
vel coro qualquer sistema 
de natureza autorllárln. 
•·o blnômlo corrup­ 
ção-ditadura ou mordo 
rola-autorltarli:;mo, osal 
nulou, é um fenõmeno 
universal. Busta que cala 
um governo autorltàrlo 
qualquer, como o do Xâ 
Reza P11J·JBvi, o de 
Somoza, de Hailé Selo.s­ 
slé ou de ldl Amin, para 
que logo venha abaixo 
todo um baronato de 
aproveitadores do siste­ 
ma autoritl'lrlo". 
EssP. fen6m ;,no se 
deve, srgundo 3on:lllo, 
ao fato de e mordomia 
ser um das formas de 
sobrevivência do próprio 
autoritarismo, apesar de 
contradizer os sentlmeo 
tos libertários de quais­ 
quer populações. E as 
ditaduras, ainda na 
opinião do deputado, 
não constituem um fim 
era si mesmas. mas 
ebjetos de dominação 
de uma classe sobre 
outras. 
Leia e assiae 
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A ram:lla têm u vocaçllo de 
r ut reulltlade extrnordloórla, 
~eat-e lrnportar.te p1;11·a o povo lJre. 
feiro. A famílla tem a mlso de 
mover o respeito ensopado de 
{or e de ternura, a generoidnde, 
espirlto de solldarlenudl', e o 
,preço por uma oel'tu lotlmldnde do 
jir tempernds por um desejo d 
hjberura. A fumilla tén a vocaçilo 
de ser u grande traoemlssorh de 
valores cullurnlB, ttlcos e e pirituais 
de uma geruçllo a. outra, oo plano 
religioso e crlstüo. .&.. vocaç/lo du 
familla é estar de olbo@ abel'tOF pu 
18 
as sérias nmeoças de ordem ao 
clal, quo pt:t1'Hi1 sobre u fam!Jla, co 
mo n condições subumnunus de ha. 
hlt..sçilo. blgient', rnúd(• o educnçfio, 
por cuu1,11. do def!ernpn•go ou (loe 
i:alório11 lnsuficlenleK. .' tarníllu ê 
cllamadu tumbém a e l1tr cooi-clento 
e atenta sobre as graves situações 
em que multa famíliaa ,rn ('□cou­ 
trurn normalmente, por dePCO becl 
mento, desestima e derepelto às 
normus humanas e cristãs relatlvas 
u faroilia. A fnmi.lia têm a vocuçüo 
de realizar umu lntellgeme, corujo 
sa, p e r u e v e r a o t o o 
necesRórlo Pustorul 
P"amillur. Promovendo uma séria, 
ampla e profunda edu@aço par o 
verdadeiro amor, desde a udoleucn­ 
cla, como prepareção ao casamento. 
Criando na i,oclt•d d<• um 1,ll'ltl fhmt­ 
litH' crl tão, bai,!'udo noi- ,:llt>rt'" tln 
unld<Jdf'. fldt:'lt<ludt:, írcl! ,-oluh!lldudé 
e fecundidade responsável. Atenden­ 
do e,uls, que passt zn por momentos 
de crise Suscitando uma política 8o­ 
cal, que evite uma legislação noc! 
va e estabilidade e ao equilíbrio dn 
InuJi!lu. lealiz ndo uma espirituall 
dnúi! fumlllar, dentro <lt' uma lí1elt.l,1 
abrangente o intépldu atenção pa • 
toral as fami!las. A vocação da Fa­ 
mtlla exige que os casais cristãos 
tenham zitriot suro pr viver 
s 'u ideal erito de fidelidade, de 
fecundidade, e e4ueuç do [lhos. 
, !• lilllb é :·h da para er u 1 
Igreja Doméstica. A Igreja deve ter 
,... 	' ! 
11 i,.IJ I l xpt'dl o mltima e runda 
mental na comunidade de mor da 
Familia. oenção da Familt ó ser 
uma comunidade de vida, onde 
tem a primeira experiênela de Deus, 
que é Amor. Esta vocaçio da Faml 
lia encontrar dilleldades no co 
rnun e exigirá um esforço tó he 
rotco. Par Isso, a 0cação da Fwml 
lia ser Igreja Domettca, prezf dn 
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NOTA; Os Srs. eonsumidores 
dever fazer antecipadamente seus 
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escritório da Agrossol Diesel. fem 
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02·03 A Batalha doi, Mágicos 18 Wang Yu 
04-05 Ch:..:mbo Quente Livre Léo Canhoto e 
Robedluho 
07 Desafio u Bala 10 Rod Cameron 
06-08 O Homem Aranha Livre Nlcholas Hammo;:;rl 
G9-10 o ::;emiuarista lG Louise Cardoso 
11-12 Os Guen-eiros Chao Lia 
cie Marco Polo 18 Richard Harrioon 
lS-15 O Céu Pode Esperar Livre ,varren Beauty 
14 Peraeu O ln vencível 10 füch'1rct Hanlson 
16-17 O Grande Prix da .1ortl3 18 David Curctoso 
18-19 Sangue e Violência 18 Thomas Mllliau 
21 Caça aos violentos 14 Ty Ifardin 
20-22 Desejo :::elvagem 18 David Cardoso 
23-24 Kung Fu Na Encruzilhada 
Do Inferno 	18 Tsu Fuog 
25-26 A Morte Transparente 10 Bibi Voguei 
28 'l'arzan Vai à India 10 Jock :'.:i1ahorH:Y 
27-29 Adeus Emma nuelle 18 Si!via Kristel 
30 01 O Génio do Sexo 18 Marivalda 
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do, com valloos prelos. Maiores detalhes, nu 
próxlmn. 
E A TURMA 
da represo o conlrubunJo, tanto no 
Brasil. quunLo no Parar;unt. {'t-lÚ bnt11ntlo quente. 
É Isso aí, as autoridades brasileirus e praguuias 
eslflo de par.bens pelo excelente trabi.lho que 
vem dc:ien'olvunúo 
FEST. DO FOLrLOHE 
Foi 11bt1rta, no diu 25 pp. u Sernunu do 
p 
Mr.tldrc,1, 
1 a ext 
tual 
lt I rui- 
EIR 
.Folclorn na Escola Castelo Dranco, com vflrlUfJ 
npr,,1,entuçõo11 do C111uca9 comv: eumb!l, corlmbó 
Polca, ete ... 
A ,JOVE1 
Jnqlllu do 22 normul, foi multo upl11udldo 
no {lnuçnr numba e cal'lml.Jó. 
#i #0 
TAMBE 
OrupoR do ulunoH leram algo a respeito 
das lendas populares que fazem parte do folclo­ 
n• brntsllclro. 
JPRESENT A RAM 
Várloo pratos dplco6 como: vatopA, bolo 
de milho, chlpa, bolo de mandioca, arroz carre­ 
tolro, docea variados, etc. Quem experimentou. 
ultise que ·et;lavu.m deliciosos. 
!>I() ~ 
NO COLWIO 
Ester Silva, a semana do Folclore contou 
com u 11presontaçüo turubem de dunçus e pratos 
tiptcos. 
PARABENS 
Aos organtzado11es dessa semana do. fol­ 
clore HID Belu Vista pois alem de contar com a 
participação direta dos alunos e professoreR, is· 
so contribui multo pura expandir o eonheclmen. 
to dos alunos n respeito daquilo que é noJso, 
Campo Grirnde - O secretário 
executivo dH Clm~c. Rruullo Lopee 
do Souz I Filho, se g- u I u pura 
Porto Mrvnho p •ra fnzer uru levan­ 
tmeuto de todo material permunente 
du Õ!g"0 ,. ·tom,.r - as providências 
pira <te-1ativar tot·:lmtntll o,; acem­ 
p m ·ntos da Bi.:67 que desde maio 
p l' ..i,iu abrig .. ram cerctt de quatro 
mil p·sois, o ocasião dus cheias 
do Rio Parnguui naquela cldt1de. 
bem brolillelro • 
A 
por Nancy 
e Marcos 
,lt ZP 23 
raat 4» «ta v.a P%,7%,%,2,};.,"?"" oro 
1 o ar às 4 hOrlHI (1 it (l • gu. t 1 • 
rlamcn e: horas da manh!l, com aquelt• ~om 
mesmo. '>:J 
Parabens a equipe - • 
* Ili+:! 
DISCOTHWUE 
a dtscotbêque, sábado pp. no belavlet(•n ~. 
multo anlcnnJa. o Som legal as pampus, sobe a 
coordeoaçíio de Zé Alêcfo e Mundlnbo. 
e,><! * 
O SENADOR 
Mendes Canale, mandando u alô, sobre , 
provoçlío da roenstJgero do • residente da 
i{epúbllca que Cria Seção Judlclâría _ da Juslir;-a 
I•'edoral no Esb. do Ma to Grosso do Sul. 
93 
ATÉ AGORA 
Ainda sendo elogiado os deliciosos prato~ 
servidos no almoço do Sindicato no C:lubo do 
Laço. Cada prato foi doado por senhoras de 
nosso sociedade, que afinal, estao realmente de 
par&bens. 
llQc! e6:3 
ANIVERSAaIO 
Dia 26 p.p. completou seu 3.° aninho o 
garotúo Rafael Perondl. Parabens. 
lt 
[ni! 
Segundo informou o coronel 
locyr, dentro de alguns dias, Por­ 
to ,1lllrtlnho deverá rncaber a visita 
de técnicoti do BNH. dai; E.fcreta­ 
rias dP. Plane.j11mento e i n f r a­ 
ec,lrutura r i- g I o n a l ~ 
urbana para come;ur+m os estudo 
com vists a propor um i:,rajeto par11 
~onstrnçao de uma uovu cidade. 
vUJ:Oud 
Segundo o CJroue! ,Joaoyr Se­ 
bastão 5ulv,, codeudor du Defesu 
Ci'11 <lo Esh lo, sert. feit" tamblUl 
um l ·V?J.11'.11m~nt,1 düs gêneros ah­ 
IDllUl1cios que não foram utilizgdos - 3ou parlidii.rio da mudt1nça 
no-~ . ac1!rur,.1mentof:, piu.'l 8erem da cidade, d'sse o coordenador de 
:·;col,1i.1u,; _a.e ?•'P')Sll() dt1 cornls- CEDEC, pois testemunhei que Mur 
são, pi up·is serem cvlocsdos tiuho é curente de mncudo de t • 
a o-0ç1 d FUL Sus presi- b2lho e de produtivi'ade eco,{ 
'. .. •1 :l n:t t Cnoç 1tlo ::i?an~b. forá d.eviclo us permanentes tounda~~eªl 
e,.s r·pusse aos uecssitados. do Rio Pargnuai, provendo o é4 
Di  ~1) pa-i~udo, o coorrlenador do. A._ mudança ;rará beueficlos ex. 
ta CD? atou expediente 4,, Pressivos par Porto Murtinho». 
,r f il I rJ,a Porto :ilurtinho, Nd60U De 19 a <"l~' psssudos 
l{'llei~o ,, . t 1 d 	-- , o coro- 
. 1 - , . en-,. no sn o e que se- nei oacyr esteve em Porto M: ·+ 1 
j suspenso o Estalo de emergêuets acompanhando a desatf,""UU"O 
!Mr.t a <'i l11d '. onde o nível do r:o acampamentos @n 'si 4$",,3 
- , po s a 
E5CRIT0Rf0 - Praça Alvoro 
Mascarenhas 
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encontra-se em 7,52 metros decree situação das águas no perímetro 
cendo U!ll8 médín de 3 n 4 centíme• urbano da eldade jú p?rmlle que as 
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Roberto Peronrii 
CAUSAS C{VEIS 
AGRÁHIO - INVENTÁRIOS 
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