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{ietc_tal»:P.rira Ano IX N" 89 T e;e;guari !Si± .bro e v » - 
DITOR 
O pre,3Jrlente da Liga Esportl- caso contrário el9 se lembraria que 
ds Bela Vista, Abrão Zacarias, o jornalista foi um dos primeiros u 
1~nwu ugrildu· o jornullstu Ivaldo manlfeotur o eu descontentamento 
puefru, 1-Nllor desle jornal, domln- e a sua revolba pot· ocssião dos fn­ 
go, no Octávio Fontoura, após o cldentes ocorridos no Casslno. Ele 
00c,irramento ria partida entro o fol um dos primeiros a Ir ao Pnru 
Gremlo Uulilo o o Sessenta. gual, cobrir o ocorrido e tlimbem. 
O jornullstn estava no Estádio com eua presença, sensibilizar a 
cobrlnllo a rodada do Belavistão 8u, auioridades, juntamente com o e.dvo 
0 que faz todos oR domingos, das gado Sergll) Perondi. E esquece 
13 s 18 horas, faça sol chuva ou tbem que o jornalista NUNCA foi 
frio. Sua atuação é elogiada por frequentador do Casslno. 
todos os desportlBlas, não eó de 
Bijla Vlstu. como de toda a região, 
pois o enfeque que u Tribuna da 
!i'l'on1elr11 dá ao futebol local 
prop1rcionou-lhe um~ posição de 
realce e de torça na região, além 
de ganhar dimensões estaduais. O 
pior dl8to tudo, da tentativa de 
agressão, é que ela foi moUvnda 
por "momentos ele embriagues" 
vividos pelo presidente da Liga, uma 
pessoa que sempre mereceu o apoio 
e a solidariedade do Jor ai. 
Os FATOS 
Havia tnmlnudo a rodada du 
pia, e o jornalista recolhia o SP.U 
material de trabalho, quando se 
aproximo~ o advogado Serglo Pe 
roodl e os dois saiam do Está dlo, 
conversando a respeito das duas 
partidas realizadus. Ainda nas ime 
dlações ds nesu de trobalho tia im 
pensa, o presidente da Liga se pro­ 
XImou e passou a discutir com o 
advogado. Dizia que este charuara 
a policia para reth-n-lo da Unha do 
campo (oque ocorrera) e ficou pro 
nunclaudo palavras de baixo calão. 
Perondi, pedindo calma, disse que 
nao forn ele, mas um dos diretores 
do Grernio União, que por sinul ia 
passando pelo local. Chamado a 
llomprovar o fato, o diretor, Helder 
Basso, confirmou, t-le avisar.a o 
bandeiriah. 
Inexplicavelmente, num momen 
to de "loucurn", A brilo Zaoatias pas 
s01 a ofender o jornallstu, dizendo 
que iria "o.rrebemtar'' com o mos 
lllo. que irla ''acabar com ele'·. 
Foi preoiso a intervenção de alguns 
diretoras do Gremio União e dos 
Investigadores Carvalho e Pixaim 
Para acalmar o presidente da Liga 
que estava "possesso" e retirá-lo do 
local. 	» 
.. 1 
O REAL MOTIVO 
Gritando e completamente de 
PP'rolado, o presidente da Liga di- 
2. a que o jornal hu.via publicado 
Bu noticia pedindo a reabertura do 
. ,assino. O que não corresponde com 
~ ve1·dade, pois o jornal publieou o 
pêlo de alguns funcionários e de 
PSsous que querem a reabertura. e 
esm1o que tivesse publicado uma 
iotieia pedido a reabertura, a atitu 
" de Abro ao se justifica. Ele de­ 
t erJa 1r à Redação, deixar o seu pro 
esto a dizer que é mentira que 
?4is de 300 pessoas dependem do 
"sino. 0 jornal é livre, soberano, 
"do pertence a grupos e não é por­ 
éa voz de quem quer que seja. Esta 
e· a verducte. O senhor ,. brão Za- 
arhs esquece fácil das coisas, pois 
RELACIOTAMENTO 
O que mvis &nrpreendeu as pesso 
as que presencl,aram a tentativa tle 
agressão,f oi que durante a tarde toda, 
durante s partidus, Abrão ia uté a 
mesa da Imprensa sen!av. se o {aio 
do jornalista e ficnva collversandCl. 
Brincando e deixando ali o eu co­ 
po de wlsky. O pior de tudo, o inex 
Com. u presença dos vereadores 
Afonso DIlon, Getulio Lino (atual 
presidente da Câmara), Nivaldo de 
Barros, José Marques. Delegado de 
Pollclu llco de Moraes, profeseores, 
comerciantes e grande número de 
populares, foi inaugurado ontem o 
Posto da Identificação de Bela Vista. 
A iniclutiva foi do prefolto Ely de 
Araujo Barbosa. que assinou couvê­ 
nlo com a Secretaria de Segurança 
Pública, acabando de um vez por 
todas com o sofrimento do belavis­ 
tense, que era obrigado ir a Jardim 
para tirar a sua identidade, gastando 
para isto quase 300 cruzeiros de pas­ 
sagem e mais as despesas com ali­ 
mentação. 
Segundo palavras do vereador 
Getulio Lino, ·'no meu tempo de 
criança, o belavistense era obrigado 
a. tirar sua indentldade em Aqui­ 
dauaoa e já naquele tempo se cogi 
tava a instalação de um posto aqui 
em Bela Vista". O vereador Xivaldo 
de Barros, eniocando a importância. 
da inauguração, disse que "era 
Inadmissível não existir um posto 
de identificação em oossa cidade, 
zonu. de segurançlli nacional'', e que 
mais esta Iniciativa do prefeito Ely 
''vem de encontro a antiga aspira, 
ção do povo bela vistense". 
ILUMINAÇÃO PÚBLICA E CADEIA 
O prefeito Ely de Araujo Bar­ 
boso informou à nossa reportagem 
que •·um11 firma campog,randense 
ganhou e. concorrência para efetuar 
us necessárias reformas no prédio 
da cadela pública," e que o gover­ 
nador Marcelo Miranda "cumptirà. 
bUlis promessas", pois existe ";.rn 
sistemu de trc:tbalho e objetivos deli­ 
neados através de prlorldade·s". 
'Mato Grosso do ul 
--------- 
D 1 A 
pllcó vel, é que of> dolg munUarn 
ótimo relaolonameoto, pois o prcsl 
dente da Llga, é tambem tesoureiro 
do Sindicato Rural e o jorusl esta 
cobrindo todas as atlvidades deste 
SInd!cato, inclusive participando da 
campanha pró construção da sede 
próµrla. Foi um looldeuta lo.meotávol 
sob todos os pontos de vl&ta, e só o 
"alcool" poderá. expltCi!· lo. 
OPiNIÃO 
A oplulão do jornafüta Ivaldo 
Pere1ra, a respeito do Incidente, BP, 
ocasião, foi esta: "Não fiquei com 
medo, multo mrn< ~ tentei fugir. fI 
quei surpreso, ab!-mado, pois const 
derava o Abrão .!Oruo amigo. Nós, 
jornalistas, estamos sujeitos a gres 
sões, mus a agressão u um profssio 
nal no desempenho de suas funções 
é um fe.to grave, Espero a visita do 
No tocante a ilumlnaçãr, públl· 
ea, ele Informou que a Nosllno per 
deu a concorrência para outra em 
presa, e que esta inciará brevemen 
te os trabalhos de restruturação da 
Náutico e União 
O Sessenta já começou a feste­ 
jan o título de cumpão do Campeo­ 
nato Belavistensa de Futebol de 
1980, o Belavistão, e só nlio conse· 
guirá o ambicionado troféu por 
muito azar, o que duvidamos, pois 
o "tradicional" está jogando bem e 
com uma 80rte incrivel. Os pupilos 
de Chicã.o Feola ~stão embalados. 
e querem encerrar a sua participa· 
ção com uma brilhante vitória con­ 
tra o 1º de Maio. O empate já da­ 
rá e, titulo ao Sessenta, mas eles 
querem a vitoria e festejar com 
muita cerveja, churrasco e música. 
Na suada vitória contra a aguer 
rida equipe do Grernio Uoião, o ti 
me sessentlno mostrou multa raça 
e vontade de vencer, pois grhar 
da "fúria" fci diftc'l, muito dihil. 
O VICE-CAMPEONATO 
Nautico . Grêruio União vão 
disputar o vice oamptonuto numa 
partida que será emocionante, pois 
ambas as 2quipes possuem plantel 
de prlrn::>ira e estão com o firme 
propósito de fieer e segundo lu­ 
gar e levar o troféu de vice oam. 
peão. Segundo inforações da dire­ 
toria, o Gromio União prestará uma 
Sessenta 
mais perto 
do titulo 
Última pagina: 
presidente da Lga, pols uquele 
Abrio, posse+so, querendo 'arreben 
tar•tnc", nno ó o Abr!lo que coahe 
ço. e desculpo a sua utitude'? Ló 
gico, pois tudo foi motivado pelo 
<wlor da disputo, pelo wiskl e estes 
inc(dentes so norma!s em campo 
de rutehol. 
COHERTURA DO HELAVISTÃO 
A respeito de cornlnuar co 
brindo as partidas do Bel:wlslfio 80. 
o Editor c!u Tribuna disse que e 
pera um omnunicado dos clube o 
da Llgtt, sullcltuudo esta cobertum 
e dando lhe GARANTIAS de poder 
exercer o eu trabalho sem riscos 
de agresões e até mesmo de levar 
um tiro, pois vertrlcou que multaa 
pes11oas portavam urrnas no loterlor 
do Estúdio. 
rede de energia elétrica. Disse ainda 
aue solicitou a rerne!l:::a de maif; 
S.000 luminárias pera atender Q se 
tor iada carente. 
o 
vão disputar o vice 
homenagem aos seus jogadores ca­ 
so vençam o time do Nautico, que 
tambem está a fim de ganh9.r t.· 
preparado para isto. Para o advogadr, 
Sergio Perondi, "a cf"nquista. do ví­ 
ce campeonato é mals um tr f{>u ~ 
aer incorporado á galeria do clube. 
Não deu per'a chegar em primeiro. 
mas o segundo lugar é uma honra. 
pois todas as equipes iinalístas e~. 
tiveram bem" fiuulizou Percadi, 
Tscritério le ftrcacia 
Sergio Roberto Perondi 
CAU:,AS CÍVElS 1 
DIREITO AGRÁRIO - lNVEITÁRIOg l 
ESCRITORJ O-- Praça A!varo 
1faecarellha,. 
!tiiaViata 
MS 
1 
t 
1 
-

AD I( f•·./l .,(;' 
Dr. l', dro Jo PnImlerl 
Adorara m geral 
kg I de Nombro, I7 Pdn Vi»tw • M' 
Dr. Oodo lnnl1i1:lll HMllnl 
AllVOGAJiO 
Canuas Cii», Trabalhits, Inventrio 
A, Duque de Caxias, 9 Junlim 
Dr Joelson Mnrtinez Peixoto 
Cusas Ciyels e Crimlnnis 
ílu• 1.n ri" maio, /n Hrudm • Me 
ÍVllll 
Alvoeei em Geral 
Htua olnntrio da Hatrla, 170 • fone 
'eh Vi«ta 
Oentbtas 
1 
/onso da Cota Murqve 
OH. LTBINDO Af;SIS GOOOY 
ClllUIIOTAO 1Jl:l1JS'l'A 
(t]l Q)-'.r,,1$ 03·;) 
210 
1« 
A rodada final do Helnvisto 80 
et marend pra o dia '.'!J 11u:rndo o 
Sessenta jogar contra o 1o. de Malo e 
M Nautlco pega 0 Unllio, 8rguodo os 
dlrlg,·nlefl do Unlfío e do Nautlco, ele 
querem ganhnr de qualquer mnelra, polo 
ucrodlturn nu derrota do eesscnta para o 
timo dP Cf'rncol, que quer voncer purn 
orlo flcnr na lanterna EleP olío gonhnvorn 
urnu .. ,los acrodlto no~ companheiros de 
1lernnI do, uoste proxlrno domingo elee 
vlo enfr&ntur a equtpe do Opc-rárlo, de 
Dourados, pelo Interloz. Val ser uma 
boa partida. 
fonult6rio, R. Mrell Mallet, 74: • Fone 1333 
ílesid,·,,ciu: H. Jlor1 chu! Mula, 46. Fun 14 
tlduuun Mto Grosso do Sul 
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atrnde+se com ho;eu marcada 
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Dr. José Geraldo i Loureiro 
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Dr Sergio B. Pellegrino 
C!Ul 31/J 
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Dra. Solange A. Pellegrino 
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Tubos guhnnizodos plasticos, Tintas 
borubn; para úguo, etc·' 
Run Augusto Muscnreubas 589 • fone 1083 
Aquidauana - ~lato Gro~so do Sul 
FJ..;; L 
TO 
+d 
SESSENTA ESTÁ ARRUMANDO 
AS FAIXAS 
O !me do meu arnlg(l Tf'teco (pes­ 
soa fiou) está preparando ns fulxuo, p_ols 
busla o empate e eles SC'J'/'IO os 0nmp0es 
do B11l•Hli:tüo 80. Tribuna du Fronteira 
ri>conheoendo o esforço, a rledleaçn.o 
e a ga1·ra doll jogBdores seseullno1.1, 
mesmo "uquele cara que vive orlllcando 
a ente", prestará uma homenagem es­ 
pecial ao tlmP, prloc:palmeole homena­ 
geando 08 atletas Toledo, Hermes. MI• 
qulmba. Edvnldo, lvnn, sem desmere 
cer os d~mala, que der!lm o sangue na 
curnpnoba, e rnbrm se portar com digo! 
dude em qualquer !llli.lUÇÚf). (mesmo 
qua ndu criticados, afino! a lmpreoba 
11logln, mas molha lambem). 
C!iQ l)f<C 
OREMIO UNIÃO 
A sirnpállcü agremlaçllo do Roul 
Ferda ndfls está de parabéns, alem tio 
Um~ estor jogand" multa bola, a !lua 
torcldu é dose pra leüo. Faltou um pou 
co moli; de sorte, mas o lmportanle é fazer 
aquilo que vi no último domingo, duran 
te o jogo torcer e torcer multo, terml 
nou o jogo ucu bou a pressão. 
ca:; .ec; 
NUNCA CONTENTA 
O juiz da psrtid:.1 apitou multo bem, 
d esculp1.:m-me 08 lacouforrnados, mas 
é imposivel agradar a todos. Parabens 
Mario Ratão Benitez, voce soube upltar 
uma parlidn muito áiflcll. 
:)íj::J l:8C 
ALAM BRADO 
O als.mbrsdo no Ot:.vlo Footoura 
precisa ser construido com urgência, pois 
a qualquer hora poderá ocorrer um 
suPUrl de gracdes proporQões. 
* ;;,!(! 
FALANDO EM SURURU 
Quando o presidente da Liga. 
PXaltado, pl'ocurava de todos os formas 
'·errt'brntar" !orn o Editor deste jorual 
um dos preseotds pediu a um rnldado 
tia P,.l, que procurasse "segurar o ho­ 
mem''. Ele respondeu que era impossí· 
vel, pois o mesmo estliva "embrlagado" 
Quer dizer, a policia eacolhe os momen· 
vender Jorn.o 
. .. 
..J... -~ 
li os Investi 
to par agir, Mas dP' mal dol3 
doré» Carvalho e PIxa!",, 4tos. f 
woldodo apazll(U• tiWJ 
O 
coropenetn•in 
bom que os soldados "ara "serenar 
de que ·sto no e+tdi%,}', as'. Qu 
os imos • n4 ;" as icvias 
o cornnndontA d ' 
providencias. 
AOS SURPRESOS " sal 
Aos "dmlrados e surpreo 4o 
m aos si@ceie: «",22, is 
normais ~m joronll!;mo, lb tretoados 
n!lo apanham porque pão e~!lrrt--!ra. E 
nos 100 metros rao, eI . e haverá 
aos que estúo pensando qu o resl- 
uma guerra. estão eogaoados, P • . 
ãi«is irB ií ira em ?";"%? 
nol ( pllde d~roorar, mas vem 
9 
serâ colocado noA beus ctPvldos Jug_:;e 
0 
nflanl de contas não f!Cfl bern pa [kl•i 
teRourelro rlo Sindicato RurHI de • 
Vista e presldente da LEB ficar brigar 
do com o jornal. Ele sabe que é ma1s 
forte ( fisicamente falando, b~Jg'l bem ) 
e que jc,rna flstu só sabe brigar com a 
caneta. Vai doi... 
Dr. José Atanasio Neto 
- ADVOGADO 
OAB - MS • 1579 
Avenida Duque de Cnxlas - 780 
Cx. Postal - 31 - Jardim MS 
Tribuna da Fronteira 
( Fundado a 20/2/72 1 
Registro no Cartório de Til. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03201266/00Ul-90 
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Rednç:lo Administração e Oficinas: Rua 
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_ "Os_ coucei~oe eroitlr!os em nrtfgoa 
assinados não exprimem, necessariamente, a 
oplll!UO do )Orno!. 
Fundndor e Diretor Brsponsnvcl 
lvaldo Perelra 
MS participo no 
R. de Janeiro do 
Feiro Brasileiro 
de A1 tesa note 
Campo Grnde, s 
o E tudo de Mto 
Grosso do Sul vl 
po,t!clp:n da Prlml'ltl 
Felra Brasllelra de 
ArtesantO, que erá 
realiznda no Hlo de 
,Junotro de cinco 11 14 
do corrente mês. 
A Felm, que t in 
como übjetlio promover 
e dlvulgnr o artamto 
em groucte e~cula, ci-1110- 
no -oondlçõe:. puru um 
expretffiVO volume de 
veadas dor,; prortutos 
expostos, é uma reallza. 
çãCl do Progre ma 'Nnc!o­ 
nal de DesenvolvlmPolo 
do Artesanato • PND,, 
Ministério do 'I'ruhfllbo 
e Mlolatérlu du lndúslrla 
e Comér<'io. 
A abertura ollclal 
da Feira será àa 20 
horas do cllu cinco, o<, 
?avllbão de Congressos 
de GE>ntro Internacional, 
e esta é a primeira vez 
que Mato Grossa do Sul 
terá oportunidade de 
e;xpor seu artesano.to em 
outro gra ode centro, 
depois du Primeira 
Felrn Nacional de São 
Paulo. A participação do 
Governo Marcelo Miran­ 
da, decorre da sua 
preor.upação em melho­ 
rar aR cond!çõ, s de 
vida do Sul-mutogros, 
s~oee, jb. que o artesa­ 
nato, é uma das ativi­ 
dades com bons reulta­ 
dos na re;nda familiar. 
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Aquldauana 	elefonee: !699 e 1806 
"	"o do sul 
--------------

TrIbun da Frontetra 
ESTllDO DE M TO GROSSO O SUL 
ffi NICIPIL DE BELII VIS 
ProJnto de Lei n.º 00/80 SPo. Adro. 
Em 10 rio .Junho dr! 1.!:J8l) 
"Dispõe sobre crlaç1o do 
Pluno Comunitário de Pavimentação, 
gula, suretas, calça1ento e obras 
eomnplemvntires, bem e0Io Concen 
ofl o p,1 ru e:x.pcuçüo.'' 
Dr. Ely de Araujo 13nrboen 
Profelto Muuiolpnl IJ11 Belu Visto' 
tstado do Mito Groo do Sul. 
usando de suns utrtbutçõ s legais 
que são onferiJas pelo Capítulo II 
ao 4", Ielso 1I, da Lei n.ó 
3.770 de 11/09 76, L I Ógàrtcu do8 
Mutcipio9, faz saber qus; A Cara 
Munaietpul uprcvou, e Eu sanciono e 
promulgo 1.l st>gulnte Ll'i: 
Jrtlgo 1.o: Fica o Prefeito 
Municlpr1l uutol'lz,1do a Instituir o 
Plano Comunttnrlo de Pavimentação 
e obras complementares, a suber, 
gulHti, t:lurget::is. colçumentos. drena 
gem e captação de óguns pluvlais, 
nas prinrpts artérias du sede do 
Município: 
Artigo 2.0: Consiste o Plano 
Comunitú1 lo n:1 rxecução ele obras 
de pavimentação de vias públicas u 
serem indicadas por ordem de ser 
vlços, qu11ndo àn nrltleüo de pelo 
menos ó1 (cinquenta e um por 
cenlo) des proprietrlos tos imóveis 
da ére nla situados ou convoca 
dos PL·lu ..dcninístrnção utrnvés de 
Ectitol dt!- permisslonária. 
Arltgo 3.0: Fie o Poder Exe. 
cutivo autorizdo a contra t!lr firmas 
ou proflsslonal técnico especializado 
para execuçilo de Projt'to específico 
pv ru ex, cuçi1.'l de pa vlmentuçüo e 
obra!; comµlerucntares Incluindo cus 
to , os quais sJrão submP-tit!os tlOS 
proprletários intl-ressnd0s juntameu 
te cow o crlt?rio rle pogamento, 
após u aprovação do executivo. 
$ 1 Compreendem-se no cus 
to das obras, os serviços técnicos 
preparatórios e complementares; 
$2? Setüo considerados na 
ehboração dos CUF:tus dos serviços. 
os juros, despesas de financiamento, 
corrgio monetária despesas de 
udminlstrnçã.o e ou du flscal.izução e 
reajuste trimestrais com acordo com 
us OTNS; 
39 Os juros, despesas de fi 
nanciamenato devem obedecer os índi 
eas e coeficientes estabelecidos pelo 
Governo Pederal. 
Artlgo 4.o A Conceso e 
fura õ. firma eepeclallzadu no ramo, 
de acôrdo com concorronclu pública 
iaatltulda pelo Executivo ,1.unlclpal, 
obodecendo os dlsoosltlvos do Deore 
to Lei o.o 200/67 de 25/02/67 e do 
Decreto Federal n.o 73.140/73 e de 
mula dlspoeltlvos em vigor. 
ArHgo 5.o O Contrato do Coa 
cessão ahrangerfi obras no quadro 
urbuno de Bela Vista, Estado de 
Mto Grosso do Sul, basearlo no Edl 
lal de conoorrencla pública. 
§ 1.o A execução das obras 
abrl',Dgerà áreas oonllnuas num mi 
nlmo de 10.000 M2 (dez mil metros 
quadrados) de acordo com o Projeto 
Técnico, elaborado através de outro 
Edital, pelo executivo municip11l 
§ 2.o A Concessão será para 
execu9ão de no mlnlmo 100.0CJO M2 
(cem mil metros quadrados) anuole, 
dtl pavimentação asfállica e respe­ 
cllvas obras complementares, sendo 
revogada a contratação caso a con­ 
cessionaria não venha ,executar tal 
quantidade. 
Artigo 6º) O Prazú para a 
concessilo será de no máximo 02 
(dois) anc,s, podendo, entretunto, ser 
revogado em qualquer tempo, de 
comum acordo entre ambas as 
partes, ou por não cumprimento das 
cláusulas cc,ntratuais que prevem 
tais hipóteses, ou ainda ser prorro­ 
gado o prazo, de comum acôrdo, 
por motivos de força maior. 
Artigo 7%) Na execução das 
obras, fica o municlpio autorizaáo a 
prestP.r Sl?rviços, utilizar máquinas e 
equipamentos, bem como aoqulrlr e 
reµussar materiais mediante o fixa­ 
do no contrato com Intuito de 
minorar os custos e favorecer os 
llndeiros. 
Artigo 8%) Os Interessados serão 
convocados por Edital da permisslo­ 
naria. inclusive publicados pela 
imprenea local, a fim de conhecerem 
o custo 1·eal da nbra, bem como o 
critério do rateio, deliberação 
das áreas dos inóveis e acréscimos 
ele valores que da obra vier a 
resultar para cada imóvel, ou entllo 
serem visitados um por um p!lra 
assinatura da carta de adesão, 
modêlo aprovado pelo executivo 
municipal. 
Artigo 9li) O Custo floal da obra 
serA dle11 lbuldo a cada proprietário 
do local beneficiado, considerando-se 
u proporclooabllldade que couber a 
euda Imóvel. 
$19)0 pagamento dos serviços 
prestados pela pormlsstonárln obe· 
decerá a seguinte forma. 
1 A Vlllta, Ulo logo o trecho em 
puuta seja libera do pela flscollzaçllo; 
2 A Prazo, em parePlas mensais 
consecutivas até no máximo 2! 
(vinte e quatro) meses, acrescidas 
dos t1ncargoa financeiros referidos 
no Artigo 4.o dn presente Lel, 
através de agon~es financeiros. 
Artigo 10.0 As obras de pa 
vlmentação que forem executadas 
em praças públicas ou imóvel .. de 
propriedade do Municlplo terão !'eus 
respectlvos pagumentos de acôrdo 
com a disponlbutdude da época, na 
tesouraria da Municipalidade. 
Artigo 11.o A cobro nça da 
cota-parle devida aos proprietários 
não optantes será feita junto ao 
Município, 30 (trinta) dias da entre­ 
ga do trecho da obra, desde que 
não ultrapasse 30 (trinta) por cento 
da área da obra. 
Artigo 12.o O Executivo Muni· 
clpal poderá expedir ordem de ser­ 
viço à permisslonár ic1 desde que 51 
(einquenta e um) por .,cento dos pro­ 
prietários da área a ser benefiolad!l. 
com o plano', dt3 obra, estej11m de 
acôrdo. 
Artigo 13.o O pagamento se­ 
rá através de cobrança bancária e 
se no prazo avançado não Ior paga, 
terá o seu débito vencido, acrescido 
de multas, juros de mora, lilem de 
corre;)ão monetária que observará 
índice esiubeleeido pelo Governo 
Federal. 
Artigo 14.0 A falta de paga­ 
mento de 03 ('tres) parcelas consecn 
tlvtls, implicar&. no vencimento ante­ 
cipado das prestaçõJs vencidas sem 
prejuízo da multa, correção mone.­ 
tárla, custas e despesas processuais, 
incidentes sobre o saldo Oúbrado. 
Artigo 15.o A permissionárla 
notificará aos munícipes interessa 
dos, do teor do Plano Comunitário 
de Obras onde consta no mínimo os 
seguintes elementos: 
a) determinação das Ares 
serem beneflclndns com o pl no e 
tipo do obre. 
b) orçamento dos custos das 
obras 
c} plano do rateio, com metros 
gundrndos i, o totnl, do custo bem 
como forma de pagamento. 
Artigo 16.o: Havendo compro 
mlsso de concordancfn no Plt:rno Co 
rnunltórlo, pelo proprlellrlo, e o Inf. 
clo das obras, peln firma coneesslo­ 
nárla estará rne,=;mo, oulomat.lca 
mentê. sujeito às normas de ooutrn 
to óa firma, com os demais propr1 
etários, e, caso discorde de flrmer 
contratação ou documento exigido 
pela coneesslonárla, tmpllcado no.s 
sanções cabíveis com o direito a 
tribotaçllo pela Prefeitura Muolclpa). 
§ 1.o: Cor.o haja qualquer ev!:'n 
tualldade nos têrmos deste artigo. 
Prefeitura Munlr.lpal assumlró, pe­ 
rante a firma, o débito. nunca ui• 
trapassando 30 (trinta) por cento, 
da área das obrns. 
Artigo 17.o: A perml!!slonArt11 
será responsãvel perante terceiros 
pelas obrigações contraídas ou pe­ 
los danos causados, sem que caiba 
no Mnulcíplo, o dever de acerrear 
pRra salda-las ou por este responder. 
Artigo 18: Fica a Permlssío­ 
nária isenta de tributo Municipais 
refcrEntes à execuçfio das obras 
que trstu esta Lel: 
Artigo 19.o Poderâ o Executi­ 
vo Municipal concedn aval aos 
contrato:!, dupllcatas ou documentos 
expedidos pela firma oonceseloné.rlo, , 
em função doe serviços executados 
nu Mnnioip1o, após aqulescencla do 
pro prie tArio. 
Artigo 20.o: Esta Lei entrará 
em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em con- JI 
trá1i6o. 
Prefeitura Municipal de Sela 
Vtsta,MB., 16 de Junho de 1.980. 
Ely de Araujo Barbosa 
Prefeito Municipal 
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de 
, em 
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t'll 
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do 
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bo 
do 
.OS 
tesa • 
1tiv 
ult 
O Ooveroo (•'ederul vem de aan­ 
cionr, em l(J de dezembro de 1D79, a 
Iel n 766, que dlseiplinu os parcelamen­ 
tos de solo paru fins urbanos em todo 
vs Lanteipias braileiros. 
A lel vem ubstitulr o Decreto Iel 
1' 271 a regulamentação da parte da 
m 1térta que cabe á União lezlslur, como: 
n área de Direito Civil a regul menta 
ção de registros dos pureelamentos 
(C11pltulo VI). contratou (Cupltulo VII) e 
dlspostcõcs gt>rul'I (Cupltulo VJI e X); na 
reu de Direito Ponul dlsposloões penais 
(C11pltulo IX). 
Nrsla parte, n principal novidade 
da lei silo us rfüposlçõeti penais, lnti·o 
duzldus pelu 1 vez no aparato leglsl11tlvo 
sobrP a mntél'la que eoquadrum o lotev. 
dor que promover loteamentos Ilegais e 
Reus pares como criminosos contra n 
A dminlstruçllo Püblleu, passiveis de pena 
rlo 1 (nm) a 6 (cinco) nnos e multa de 
nté 100 (cem) vezes o mlor slárlo mi 
nimo vigente no Pais. Cube iguul reulco 
1:101-1 dlfrposltlvos que permitirão ao Poder 
Judlciurlo loc&l ressarclr-Ae das despe 
Bl!fl €-fstutldas com a execução de servi 
oos pnra regulurlzEtoão de loteamentos 
ilegais. 
A lei aborda matéria de compbtên 
eia municipal 001:1 capitulas Jtll, onde fl 
xa requisitos flslco urbunísticos minimos 
e nos lII IV e V. onde estabelecl:l normas 
admlnistrntl'l'as para aprovvçfio de pro­ 
jetos. Nesses, a lei tem apl'nus um cará­ 
ter didático, seudo reduodante em rela 
çüo a vàrlas leglslaQões municipais que 
oubive!meute, tratam da matéria. 
No entanto, é nos copttulos I e II 
dos requisitos Jlslco-urbunlstlooA que se 
oacontram as principais novlrtadeH, que 
praticamente Imporão ás mun!cipalid­ 
des uma revisão e readequução de seus 
Instrumentos us novs normas vigentes. 
Entro elua, destacam-se: a flxaçíío de 
lotes mínimos ern 125m2 com 5m de 
testada: o perceoluPI da área loteada 
de11tload11 no poder público em, no mí­ 
nlmo, 35% d11 área torul - pura lmplan, 
tuç/lo de eqt!lpanientos oomuoltárlol! e 
r,l,itema viário; determina como non ue­ 
dlflco ndl as áreas destinadas a Implan­ 
tação de equlpumeutos urbano (slt1temas 
de lnfra-estrutar·a) ht>tn como uma faixa 
mínima de lfi m ao longo dos rios e 
lagos e das faixas de domlnlo das rodo­ 
vla, ferrovias e dutos. 
São considerados pelo urtigo 3° 0o­ 
mo afio passiveis de parceldmeoto os 
teneuos: a) destinados à preservaçllo 
ecológica ou lnsupor~avelmente poluldos 
b) de cncostr1 com declive auperlor a 
36%/; c) em áreas alagadas; e d) em á­ 
reaH nterrndus com material nocivo à 
saúde públlctt. 
Finalmente, delega aos Estados a 
an.:êncl~ prévia no caso de loteamen­ 
to em áreas destinadas à preservação 
( de qualquer espécie ), em areas lirnl• 
tes da Munlcfplo&, em Muniofpio que com­ 
põe aglomarações m·baaas e oos casos 
onde a gieba por lotear exceda t.000.000 
m-2. Igualmente, delega aos organismus 
metropolltanr,s a anuência prévia dos 
loteamentos situados em munlciplos que 
compõe ârea metropolitana. Ao INCRA 
caberá a anuência prévia no caso de 
áreas rurais que tiverem sua função 
GráÍica e 
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trons!ormada em urbtrna. 
1 
t APA 
Como fJC pode ver, gener eomen e, 
a Lel 6 766 destina-o, prioritariamente 
u conter a expansão horizontal do 
centros grandes e tédic teste sentido 
aproxima-se dos Interesses do cvmunl• improosos a coreis 
dades mas distancia-se dos interesses 
de <::xpansílo urbana das pequenas ctd} Rapidez e 
des - lo os riscos das soluções lmé- 
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avança aceleradamente na produção 
agrícola, acaba de receber a implan­ 
tação oficial de uma empresa Trans• 
portadora, Revendedora Retalhista 
àe Óleo Diesel, que darA atendimen 
to a consumidores dos municípios de: 
Base de retirada: Jardim 
Distribuição: Bela Vista, Guia 
Lopes da Lagun~, Curacol, Bonito, 
Porto Murtinho. 
No Deoorrer da pesquisa. de 
consumo de derivados de Petróleo. 
e no dt:forimentc do procAsso, o 
Conselho Nacional do Petróleo, auto- 
rzou a Agrossol Diesel, distribuir 
, cargas de óleo diesel até uma galo­ 
nagt-m de 10.000 litros por veioulo. 
NOTA: Os Srs. consumidores 
deverão fazer antecipadamente seus 
cadastros e declaraçtlo de cotas no 
escritório du Agrossol Diesel. ( em 
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da Costa", de Campo Grande. No segundo 
lugar ficaram os representantes da 
Escola Estadual "J0o Mageno Pinto" 
da cldude de 'Três Lugo, que recebe­ 
ruro 10 mil cruz
1·lrn1,. 01:1 aluuo11 da 
Es2ola Estadul "Ernesto Rodrigues", d 
ApurPclclu. d<> TL>bu1do, f!curam com o 
terceiro prêmlo, do 7 mil cruzt>lr0t:1. 
enquanto que no quarto lug r ficou a 
Escola Estatluul do Ilaporil, com um 
prêmlo àc 3 mil oruzeirc,s. 
O trubalho premiado oom o 
prlmelw lugAr, serâ revh11ldo pl·lo Co­ 
missão Julgadora, 0 sofro1 ó 1dgumue 
correções, para que eeju edita do e 
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me dá o dom divino de per­ 
doar e esquecer o mal que m 
fazem; e que todos o int­ 
tantes de minha vida está co­ 
migo, eu quero neste curto di­ 
logo, agradecer.lhe por tudo e 
confirmar mais uma vez, qu 
eu nunca quero me separt 
de você por maior que seja a 
ilusão material nlo será o mf. 
imo da vontade que sin' 
de um dia estar comi você e 
todos o4 mem innG01 1111 glórin 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez (a pessoa deverá fazer eta 
oração 3 dia« guidos sem 
fazer o pedi rio. µentro ele :1 
dias será alcançada a graça 
por mais difícil que ja) pn­ 
blicar assim que rrreber li 
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Joito: Sossrnl11 1 x Oromio Onl/lo O 
Lool: Estádio "Oetvto Fontoura" 
Dnt: 31/8, 80 
Julz: Malo {mito Benltz. Auxilia­ 
reR; Franelsco Neres e Gilson. 
Hondn: Nilo foi foruccf1l,1. 
1.o tempo: 0 x 0 
2.o tempo: essentn 1 x 0. gol con­ 
tru dr ll,1uro, Ooll :!O m 
Ocorrônolna: Lau.::ldlulH' do 
Gremio União e Dantel, do Sessenta 
foram expulbOS dn µ.i1 lldu; ,Jorge, 
Alemilo, do 8t11Jsdota, T,.tlt,h
11 e 
Peuorlo, do Gremlo Unlão receberum 
curtõe umarelo. 
a 
a 
t 
p 
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1- 
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l 
t 
I 
FUTEBOL. IRA! III 
pedro pedreira 
Fiquei maio lnvooa<lo neste 
domlogo, e hoje ufto ia e;;ctrver 
bulllufos sobre a purtldn, mus em 
respeito aos lelt()reto, jog 1dorei; "' 
IO pl'lbllco pret1cote no fütCldlo, re­ 
considerei minha deciRilo e tou ai. 
Fiquei Invocado porque no final, 
quundo o povão la Re rE:'tiruodu, o 
Abrllo, o mesmo Abrfio que por 
divereus vezes elogiamos aqui no 
jornal, o mt:>smo Abrão que t:empre 
recebeu apoio e !!Ol!durlt>dadP. o 
mesmo Abrão quP mlnut0s untes 
fora até a mesu do reporter con­ 
"Hsar e oferecer o "escocê:;" ( cau­ 
aa de tudv ) resolveu bagunour o 
coreto e ''orrebsoter eom o jorotl­ 
llsta". ~ pois é ... ••le folou o diabo e 
queria botllr o homem dn "Trlbunu" 
u nocute, A turma do deixa disRo 
nlio deixou e, principalmente, o pes­ 
soal do Greruio Uoião. é, o Gremlo 
e a !'UR torcida q11l1 ourion. ourfça, 
grita, torce, mas respeita o pu pel 
d Imprensu e deu uma demonstra­ 
ço de solidariedade. o Abrllo oão 
ebegou a brigar, mas foi preciso 
um batalhão para eegurn-lo. E olhu 
que o assunto que ele t-stava rcclP• 
mao fo não era futebol, ern dü T!'d· 
bertura do Cussio e outros hba­ 
dos, quando o mai fácil seria ir à 
Redaçilo da Tribuna e li botar a 
boc11 no mundo. O que ,·,11 ser Juro 
multo duro. dHicil, é r~ zer o p srn· 
ul da Tribuna vollur 1-.10 ePt€ldio. 
Cobrl.r o futebol, E o~ ignora□tL'5 e 
trouxus que uio sc1b<'m o vulor· e a 
mi,,são do joroul, priucipa!mL utc uo 
futebol, estão por fora e cso o jor­ 
nal resolva patalizur e:-tu~ cobc>rlu­ 
ras (e outras ligadas ao setor de 
promoções) ui d•!S v:Jo scn~ir. Que 
r.?m apostar? ih s ficou aqu~le se□• 
tlmeoto chuto. nquela magoa e fl· 
quele ó na garganta. Eu, partlcu. 
larmente, nl!.o c:,nheci:i o Abulo, 
aquele Abrão do campo nl1o é o 
Abrão Armou Zacarias que conheço. 
~ outro ;') .'r,rnnagem. Mas, em home­ 
nagem uss leitores, ao povo d1:sp,,r­ 
tl&ta, e a o s j o g a d o r e s 
que d eram tu d o de 
Hl. vamos a eobertu:-::. de J:-:;0. E 
olhem, é bom explica (j_'!•• a TRI 
UUN.A não ganha nri.t.. , , , .s ! f L 
mea■o, nem comerei:.-; i::- r. •~ o !' 
os jogos, ganhs é sol e ct.11 ·:J u, 
cabeça das 13 s 16 hs e dez 
em quando umeuças e !ensas. Ma 
(lo• repetindo muito ·1 1,:,i'J nflo b i 
nada do que um dia após o outro 
B olha, aviso uo meuião cue tal ,,,: 
- 8em feito, ele terce isto. 
Nlo apanhou n A u, ru o u 
carnnrnrtlohn, ficou só nos grttoa, 
(n turma oílo deixou), mae oalba. que 
o futebol sem imprensa, não vive, 
vogulo, A quuurlo fulo IMPRENSA, 
ut1o filio apt->nus nr1 Imprensa de 
Bola VIsta. Talvez vocé nl.lo saiba, 
mas nós somos untdos (No Brntl) 
rrrnls uni los do que você pensa. Va­ 
UlOH tumbóm dnr tempo ao tempo. 
E têm mnls um11: Nilo torço prá 
ningu(Hn Pro Beln Vl~tu, viu caro, o 
mru tlme é o Corlntlrrns, mos torço 
pelos homens que ojudlllll O IIOSdO 
futcbc,!. Entendeu? 
UM JOGO 
CONTURB.<DO E EMGCIONANT.l', 
O Sessenta com Vadora, Ale 
m!lo, Daniel, Edvuldo e Toledo; MI 
qulmha e ~oüo Carlos (Marinho): 
Curllnhos, .-Ire!! (Hermes), Iv1rn e 
Jorgt'. A "furlu" com Cfinclo, Lopes, 
Zerfl, Mauro e Geraldo; Tactoha e 
. .düo Crtstnldo (Bito); Penedo, Lau 
cldlnho, Silvério e Otávio ( . .Irunlo). 
O Murlo Rsmõo lianttez 1:1ntrou 
em campo, juntl1mente com o Gllson 
e o Neres e chamou a moçada. A 
torcida do Uolün (meu Deus, que 
torcida) ourlçando e b1,tando o juiz 
lle butuca. Marlcota rolou e o jogilo 
de bola passou a polarizar ns aten­ 
cões. Jogo cqulllbrudo, o Unhlo ata­ 
cando r!l11is. mas a defesu do Sessen 
ta esta !nUlto bem. O Toledão, o 
Edvnldo, o Daniel e o Alemão aguen· 
turum o rojão. Não foi fó.cil. O Gre 
c!!l!P 
EAT € 0 H METIAM 
Derroto o1de Moio por 1x0 e convence a sua torcida 
Jogo: Nautico 1 x I.o de Maio O 
Local: Estádio Octávio Pontora 
Data: 31-8-80 
Juiz: Mário Ramüo Benitez. Auxílis 
res: Nerea e Gllson. 
Lo 'lmpo: O x O 
2.o Tempo: Nautico, 1 x O, gol de 
Lulz Claudlo, aos 5 min. 
Nautfco • R>1mos, Okudo, Luiz 
Carlu!l, Siclrôoio e Rumão; Lulz 
CLudto e Careca; Da Silva, Cabgnha. 
Ricrdo e 'rico (Serglo). 
1.o de lllio • Camaracaoto, 
Toninho. Glodston. Reuaí.o (Flavlo) 
e Hamàu; Caçapava e Ada; Cuhka, 
:lceu l'I'ingue), BernRrdo e Rnbes. 
O JOGO 
O Nuutico preclt'ava da rea 
b!UtaQ1io, o Ln c'e Maio também, 
dolo tlmes rlvals, duas escola'! di­ 
ferente5, cti6 HII!ob, um tecnico, 
calmo o ou!Tu velocidade, conjunto. 
Foi um jvgo empolgante. O l.o de 
Malo sofreu uma pressão brutal, 
mes o excelerte goleiro Camuracan 
to esíavu l, ;;cg:.rndo tudo. Salvou 
go!s feitos e valorizou a vitória do 
luttco. No 1.o de Maio Caçapara 
reeditou suss melhores jornadas, 
desiuqu: espcial para o centro 
nt- Pen.rdo, um lutaàor, não 
se ntregou er tomeuto ulgum e 
se para mrcor por d.versas 
v. 1, ,.:. O resl.lnto regulur. 
O j,go em si, agritdou o 'pú- 
mio oonsegulo. armar mota jogo.
d
o.s 
e consequentemente orlar a1s 9PF 
nifã@is. ãcotece e,,0 ??}', 
está de pacto com a ooa , 
0 
' 
tudo dá certo pura o tlme do 1 eteoo 
do 1-uclley e do gordo Feola. Jogo 
violento. Gorreu solto, Murlo delxu~~ 
correr u lei do mnló forte e, 
vezes, o puu comeu, Foi um jogo de 
ruçu, de fibru, um jogo de muchos. 
Não houve lances desleats, houve 
jogadas duras, dspldas, mas os ]O· 
gu
0
ctores estavam no tudo ou oadu. 
Foi no ~º tempo, nos 20 minutos, 
que u peltica ct1lu no ·go1 do Canelo 
o primeiro que ele sofre. Rebuliço 
aa área, qulzumba daqui e dull e a 
morlcotu foi dormir tranquila. º~ Ses 
senta vibrou .. A, torcida do íJntuo B.? 
faltava chumur o N1:1res de "tlanto , 
Pres,fio lncrlvel. Policiais no pedaço 
(a esse respeito, pollolals vamos 
conversar o.manhã, bem cooversadi­ 
nhos ... ) 
O Maria distribuiu cartões prA 
todo o lado, no fim forma-se uma eon­ 
fu&llo, multa gente deu em multa 
gente e sobrou pro Luucldinho e 
Dntel. O Laucldlo foi assistir o jugo 
junto oom 11 torcida (que torcida ... 
eu quero paz com esta gente, princi­ 
palmente com 111i mulheres ... lá doi­ 
do). 
Valeu o espetáculo, pois o 
Sessentu está jogando a base da ra­ 
ça e da vontade. O Uo!Ao criou mais 
oportuoldfldes de gola, mas núc fez. 
bllco pelos lances de garra, de em. 
µeoho e de técnica. O l.o de Mttio 
e s t e v e para marcar logo no 
inicio, u tra vês de Callka, perdendo 
boa oportunidade. O tlme caracolen­ 
se explorava as pontas e procurava 
furar a sóliàa delesa do· Nautico, oo. 
de Stdronlo, lmprovisat!o de quarto 
zagneiro cortava todas. Firme os 
laterais e tranquilo o meio campo. 
O cemro avante Rlc11rdo é um caso 
a parte, sensacional. Falta um joga 
dor para jogar com ele na frente. 
Elle sabe indo de b :la. 
No primeiro tempo foram cria 
das varias oportunidades de gols, 
com Bernardo e Cakik!f pelo !.o de 
Maio e Ricardo, Luiz Claudio, Ca 
Selecão 
) 
A eqoipe de esportes da Tri­ 
bunu da Fronteira, em • colabora:,ião 
com e rádio Marechril Lopes, Z 23 
escolheu as aeleções da 'rc,dn ctà 
(A e 8) Cãnclo lGremio União) 
Okuda (Nautico ), Daniel (Sessenta)' 
Edvddo (Sest-eo.ta} e Geraldo (Gr/ 
mio pnlão); Caçapavn O.o de Maiú) 
e Luiz Clauio (Nautico)· Da Silva 
(Nautlcoj, Ricardo (NaÚUco) Ivan 
(Sessenta) e Rubens (1.o de Ma1o) 
Seleção '•i,'' 
Vadora (8t>i,sent11), Lopes (União), 
O 1e està jogando a defesa sessen- 
qu /lo está no gibl. .1,g,,rn é ~m. 
! o y @ jiss e si-coir 
0 
titulo do Beluvlslão 80. 
Fol um jugo nervoso, mu!to 
YºB
o mas o juiz cou9egul1, pt1r 
ner , . ., l• 
di' 's38 Vezes, SUgUTar O8 a!MI!tu0s e 
""; o mbtente. OIha, vtso 4o 
R. o ·tendido, que aet egr a 
Tribuna (<'m peso) torcedora do Nau. 
tlco esti'i mais por forn que dt-ote de 
coelho (dente de coelho _flc:1 por 
fora?) Aqui. dezoito lunc:tonarlo1<, 
tem gente do Operário, V!la Nova, 
Sessenta, Nautlco, Unlüo, Caracol, 
etc. Acontece qne se promovt mos o 
diretor do Nautlco, o Prrondl, é por­ 
que ele está incentivando o no8c 
futebol. Ele está ajudando. Quisera 
Deus que houvesi;e outrcs Penodls. 
Eu não torço prá p ... d~ t!mt:J ne­ 
nhum, eu queria é que ficassem TO­ 
UOS os quatro em primeiro pra 
gente começar tudo de novo ... p:;r. 
que eu gos!o do futebol. Bem, vemos 
voltur ao jogo: repito. o Uniuo Jogou 
multa bola, com multa rnça, rnus o 
8essent11 está com tudo, aquele ne­ 
gocio que sempre escrevo de jog .. r 
com o coração (Toledo, Hermes, 
Mlquimba e Edval<lo) o resto da 
equipe pego o o espírito e !J gora jo­ 
gam a base do tudo ou_ nada. Vamos 
torcer prá direção deRte jornl>l re­ 
t.!onslderar a Eiua decisão e continuar 
prestigiando o nosso futebol, pols os 
homens estão querendo su:;pender 
p. ptlglna de esportes em Bela Vbta. 
banha e Da Silva pelo Nautico. Aos 
40 m, Ricardo pegs. bem na büla e 
manda um tirlrnbaço úa tr!lve. O 
tl:ne :te lvãn Nelson e-,tá jog,rnrlo a 
base de contra ataques e Gaçapsva 
muito plautado quando deverlu ir 
mais a frente. No 2.o tl:,mpo, aos 5 
minutos, o Nauttco manca através de 
Lulz Claudio, recebendo no bico dd 
grande /rea e mandaudo para o íun 
do cias rêdes de Camaracauto. 
Se. no 1.o tempo n ttme de 
Caracol Jogou bem, no segundo caiu 
de produção e o Nautico cresceu. 
Ricardo e Cabanh:.i. perderam dois 
gola fenos e no final prevaleceu d 
r1;sultado Nautico 1 x o. 
da rodada 
Glt1dalc n, (1.o de Maio). Sidronio (Nau 
tice) _e 'lo ledo (~essenta); TacinhB 
!Unlao) e C~reca (Nuu.ico) Carli;;hos 
(Se1..senta ), Silvério (l.Jnlão J, Benardo 
(1.o de Maio) e Calika (1.o de Maio) 
. TRtWÉU 
O Jornal 1·r1bun11 da FronteirD 
enviará à "e • • 
8 
. • º ae an Li<ra EsportiVf 
elav!i<tense o troféu a °ser entre :ruf 
~o Artilheiro do campeonato, ~o 
1"#.,"""é.g is€», • is 
a 1do corrente mes, 
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c:etóR 
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