)l ri () ,, e NA ----------------~----------------------------- {ietc_tal»:P.rira Ano IX N" 89 T e;e;guari !Si± .bro e v » - DITOR O pre,3Jrlente da Liga Esportl- caso contrário el9 se lembraria que ds Bela Vista, Abrão Zacarias, o jornalista foi um dos primeiros u 1~nwu ugrildu· o jornullstu Ivaldo manlfeotur o eu descontentamento puefru, 1-Nllor desle jornal, domln- e a sua revolba pot· ocssião dos fn­ go, no Octávio Fontoura, após o cldentes ocorridos no Casslno. Ele 00c,irramento ria partida entro o fol um dos primeiros a Ir ao Pnru Gremlo Uulilo o o Sessenta. gual, cobrir o ocorrido e tlimbem. O jornullstn estava no Estádio com eua presença, sensibilizar a cobrlnllo a rodada do Belavistão 8u, auioridades, juntamente com o e.dvo 0 que faz todos oR domingos, das gado Sergll) Perondi. E esquece 13 s 18 horas, faça sol chuva ou tbem que o jornalista NUNCA foi frio. Sua atuação é elogiada por frequentador do Casslno. todos os desportlBlas, não eó de Bijla Vlstu. como de toda a região, pois o enfeque que u Tribuna da !i'l'on1elr11 dá ao futebol local prop1rcionou-lhe um~ posição de realce e de torça na região, além de ganhar dimensões estaduais. O pior dl8to tudo, da tentativa de agressão, é que ela foi moUvnda por "momentos ele embriagues" vividos pelo presidente da Liga, uma pessoa que sempre mereceu o apoio e a solidariedade do Jor ai. Os FATOS Havia tnmlnudo a rodada du pia, e o jornalista recolhia o SP.U material de trabalho, quando se aproximo~ o advogado Serglo Pe roodl e os dois saiam do Está dlo, conversando a respeito das duas partidas realizadus. Ainda nas ime dlações ds nesu de trobalho tia im pensa, o presidente da Liga se pro­ XImou e passou a discutir com o advogado. Dizia que este charuara a policia para reth-n-lo da Unha do campo (oque ocorrera) e ficou pro nunclaudo palavras de baixo calão. Perondi, pedindo calma, disse que nao forn ele, mas um dos diretores do Grernio União, que por sinul ia passando pelo local. Chamado a llomprovar o fato, o diretor, Helder Basso, confirmou, t-le avisar.a o bandeiriah. Inexplicavelmente, num momen to de "loucurn", A brilo Zaoatias pas s01 a ofender o jornallstu, dizendo que iria "o.rrebemtar'' com o mos lllo. que irla ''acabar com ele'·. Foi preoiso a intervenção de alguns diretoras do Gremio União e dos Investigadores Carvalho e Pixaim Para acalmar o presidente da Liga que estava "possesso" e retirá-lo do local. » .. 1 O REAL MOTIVO Gritando e completamente de PP'rolado, o presidente da Liga di- 2. a que o jornal hu.via publicado Bu noticia pedindo a reabertura do . ,assino. O que não corresponde com ~ ve1·dade, pois o jornal publieou o pêlo de alguns funcionários e de PSsous que querem a reabertura. e esm1o que tivesse publicado uma iotieia pedido a reabertura, a atitu " de Abro ao se justifica. Ele de­ t erJa 1r à Redação, deixar o seu pro esto a dizer que é mentira que ?4is de 300 pessoas dependem do "sino. 0 jornal é livre, soberano, "do pertence a grupos e não é por­ éa voz de quem quer que seja. Esta e· a verducte. O senhor ,. brão Za- arhs esquece fácil das coisas, pois RELACIOTAMENTO O que mvis &nrpreendeu as pesso as que presencl,aram a tentativa tle agressão,f oi que durante a tarde toda, durante s partidus, Abrão ia uté a mesa da Imprensa sen!av. se o {aio do jornalista e ficnva collversandCl. Brincando e deixando ali o eu co­ po de wlsky. O pior de tudo, o inex Com. u presença dos vereadores Afonso DIlon, Getulio Lino (atual presidente da Câmara), Nivaldo de Barros, José Marques. Delegado de Pollclu llco de Moraes, profeseores, comerciantes e grande número de populares, foi inaugurado ontem o Posto da Identificação de Bela Vista. A iniclutiva foi do prefolto Ely de Araujo Barbosa. que assinou couvê­ nlo com a Secretaria de Segurança Pública, acabando de um vez por todas com o sofrimento do belavis­ tense, que era obrigado ir a Jardim para tirar a sua identidade, gastando para isto quase 300 cruzeiros de pas­ sagem e mais as despesas com ali­ mentação. Segundo palavras do vereador Getulio Lino, ·'no meu tempo de criança, o belavistense era obrigado a. tirar sua indentldade em Aqui­ dauaoa e já naquele tempo se cogi tava a instalação de um posto aqui em Bela Vista". O vereador Xivaldo de Barros, eniocando a importância. da inauguração, disse que "era Inadmissível não existir um posto de identificação em oossa cidade, zonu. de segurançlli nacional'', e que mais esta Iniciativa do prefeito Ely ''vem de encontro a antiga aspira, ção do povo bela vistense". ILUMINAÇÃO PÚBLICA E CADEIA O prefeito Ely de Araujo Bar­ boso informou à nossa reportagem que •·um11 firma campog,randense ganhou e. concorrência para efetuar us necessárias reformas no prédio da cadela pública," e que o gover­ nador Marcelo Miranda "cumptirà. bUlis promessas", pois existe ";.rn sistemu de trc:tbalho e objetivos deli­ neados através de prlorldade·s". 'Mato Grosso do ul --------- D 1 A pllcó vel, é que of> dolg munUarn ótimo relaolonameoto, pois o prcsl dente da Llga, é tambem tesoureiro do Sindicato Rural e o jorusl esta cobrindo todas as atlvidades deste SInd!cato, inclusive participando da campanha pró construção da sede próµrla. Foi um looldeuta lo.meotávol sob todos os pontos de vl&ta, e só o "alcool" poderá. expltCi!· lo. OPiNIÃO A oplulão do jornafüta Ivaldo Pere1ra, a respeito do Incidente, BP, ocasião, foi esta: "Não fiquei com medo, multo mrn< ~ tentei fugir. fI quei surpreso, ab!-mado, pois const derava o Abrão .!Oruo amigo. Nós, jornalistas, estamos sujeitos a gres sões, mus a agressão u um profssio nal no desempenho de suas funções é um fe.to grave, Espero a visita do No tocante a ilumlnaçãr, públl· ea, ele Informou que a Nosllno per deu a concorrência para outra em presa, e que esta inciará brevemen te os trabalhos de restruturação da Náutico e União O Sessenta já começou a feste­ jan o título de cumpão do Campeo­ nato Belavistensa de Futebol de 1980, o Belavistão, e só nlio conse· guirá o ambicionado troféu por muito azar, o que duvidamos, pois o "tradicional" está jogando bem e com uma 80rte incrivel. Os pupilos de Chicã.o Feola ~stão embalados. e querem encerrar a sua participa· ção com uma brilhante vitória con­ tra o 1º de Maio. O empate já da­ rá e, titulo ao Sessenta, mas eles querem a vitoria e festejar com muita cerveja, churrasco e música. Na suada vitória contra a aguer rida equipe do Grernio Uoião, o ti me sessentlno mostrou multa raça e vontade de vencer, pois grhar da "fúria" fci diftc'l, muito dihil. O VICE-CAMPEONATO Nautico . Grêruio União vão disputar o vice oamptonuto numa partida que será emocionante, pois ambas as 2quipes possuem plantel de prlrn::>ira e estão com o firme propósito de fieer e segundo lu­ gar e levar o troféu de vice oam. peão. Segundo inforações da dire­ toria, o Gromio União prestará uma Sessenta mais perto do titulo Última pagina: presidente da Lga, pols uquele Abrio, posse+so, querendo 'arreben tar•tnc", nno ó o Abr!lo que coahe ço. e desculpo a sua utitude'? Ló gico, pois tudo foi motivado pelo u ~ aer incorporado á galeria do clube. Não deu per'a chegar em primeiro. mas o segundo lugar é uma honra. pois todas as equipes iinalístas e~. tiveram bem" fiuulizou Percadi, Tscritério le ftrcacia Sergio Roberto Perondi CAU:,AS CÍVElS 1 DIREITO AGRÁRIO - lNVEITÁRIOg l ESCRITORJ O-- Praça A!varo 1faecarellha,. !tiiaViata MS 1 t 1 - AD I( f•·./l .,(;' Dr. l', dro Jo PnImlerl Adorara m geral kg I de Nombro, I7 Pdn Vi»tw • M' Dr. Oodo lnnl1i1:lll HMllnl AllVOGAJiO Canuas Cii», Trabalhits, Inventrio A, Duque de Caxias, 9 Junlim Dr Joelson Mnrtinez Peixoto Cusas Ciyels e Crimlnnis ílu• 1.n ri" maio, /n Hrudm • Me ÍVllll Alvoeei em Geral Htua olnntrio da Hatrla, 170 • fone 'eh Vi«ta Oentbtas 1 / onso da Cota Murqve OH. LTBINDO Af;SIS GOOOY ClllUIIOTAO 1Jl:l1JS'l'A (t]l Q)-'.r,,1$ 03·;) 210 1« A rodada final do Helnvisto 80 et marend pra o dia '.'!J 11u:rndo o Sessenta jogar contra o 1o. de Malo e M Nautlco pega 0 Unllio, 8rguodo os dlrlg,·nlefl do Unlfío e do Nautlco, ele querem ganhnr de qualquer mnelra, polo ucrodlturn nu derrota do eesscnta para o timo dP Cf'rncol, que quer voncer purn orlo flcnr na lanterna EleP olío gonhnvorn urnu .. ,los acrodlto no~ companheiros de 1lernnI do, uoste proxlrno domingo elee vlo enfr&ntur a equtpe do Opc-rárlo, de Dourados, pelo Interloz. Val ser uma boa partida. fonult6rio, R. Mrell Mallet, 74: • Fone 1333 ílesid,·,,ciu: H. Jlor1 chu! Mula, 46. Fun 14 tlduuun Mto Grosso do Sul Dr. Laucldlo V!lldez de Hnrros Cirurgiao Dcn1ls111 CHO . 557 • Cllnice de conheoendo o esforço, a rledleaçn.o e a ga1·ra doll jogBdores seseullno1.1, mesmo "uquele cara que vive orlllcando a ente", prestará uma homenagem es­ pecial ao tlmP, prloc:palmeole homena­ geando 08 atletas Toledo, Hermes. MI• qulmba. Edvnldo, lvnn, sem desmere cer os d~mala, que der!lm o sangue na curnpnoba, e rnbrm se portar com digo! dude em qualquer !llli.lUÇÚf). (mesmo qua ndu criticados, afino! a lmpreoba 11logln, mas molha lambem). C!iQ l)fntro Internacional, e esta é a primeira vez que Mato Grossa do Sul terá oportunidade de e;xpor seu artesano.to em outro gra ode centro, depois du Primeira Felrn Nacional de São Paulo. A participação do Governo Marcelo Miran­ da, decorre da sua preor.upação em melho­ rar aR cond!çõ, s de vida do Sul-mutogros, s~oee, jb. que o artesa­ nato, é uma das ativi­ dades com bons reulta­ dos na re;nda familiar. Precisa-se de meninos para voce encontra tudo para sue construção, como 'Telhas, Lejotas Colonis Ti ' ais, ntas Az l • FERRAMlS O Jeitinho Amigo de Construir ' uIejos, cimento, cal, FERRAMIS Entregamos a Domicílio Rua Marechal Mallet 1020, T Aquldauana elefonee: !699 e 1806 " "o do sul -------------- TrIbun da Frontetra ESTllDO DE M TO GROSSO O SUL ffi NICIPIL DE BELII VIS ProJnto de Lei n.º 00/80 SPo. Adro. Em 10 rio .Junho dr! 1.!:J8l) "Dispõe sobre crlaç1o do Pluno Comunitário de Pavimentação, gula, suretas, calça1ento e obras eomnplemvntires, bem e0Io Concen ofl o p,1 ru e:x.pcuçüo.'' Dr. Ely de Araujo 13nrboen Profelto Muuiolpnl IJ11 Belu Visto' tstado do Mito Groo do Sul. usando de suns utrtbutçõ s legais que são onferiJas pelo Capítulo II ao 4", Ielso 1I, da Lei n.ó 3.770 de 11/09 76, L I Ógàrtcu do8 Mutcipio9, faz saber qus; A Cara Munaietpul uprcvou, e Eu sanciono e promulgo 1.l st>gulnte Ll'i: Jrtlgo 1.o: Fica o Prefeito Municlpr1l uutol'lz,1do a Instituir o Plano Comunttnrlo de Pavimentação e obras complementares, a suber, gulHti, t:lurget::is. colçumentos. drena gem e captação de óguns pluvlais, nas prinrpts artérias du sede do Município: Artigo 2.0: Consiste o Plano Comunitú1 lo n:1 rxecução ele obras de pavimentação de vias públicas u serem indicadas por ordem de ser vlços, qu11ndo àn nrltleüo de pelo menos ó1 (cinquenta e um por cenlo) des proprietrlos tos imóveis da ére nla situados ou convoca dos PL·lu ..dcninístrnção utrnvés de Ectitol dt!- permisslonária. Arltgo 3.0: Fie o Poder Exe. cutivo autorizdo a contra t!lr firmas ou proflsslonal técnico especializado para execuçilo de Projt'to específico pv ru ex, cuçi1.'l de pa vlmentuçüo e obra!; comµlerucntares Incluindo cus to , os quais sJrão submP-tit!os tlOS proprletários intl-ressnd0s juntameu te cow o crlt?rio rle pogamento, após u aprovação do executivo. $ 1 Compreendem-se no cus to das obras, os serviços técnicos preparatórios e complementares; $2? Setüo considerados na ehboração dos CUF:tus dos serviços. os juros, despesas de financiamento, corrgio monetária despesas de udminlstrnçã.o e ou du flscal.izução e reajuste trimestrais com acordo com us OTNS; 39 Os juros, despesas de fi nanciamenato devem obedecer os índi eas e coeficientes estabelecidos pelo Governo Pederal. Artlgo 4.o A Conceso e fura õ. firma eepeclallzadu no ramo, de acôrdo com concorronclu pública iaatltulda pelo Executivo ,1.unlclpal, obodecendo os dlsoosltlvos do Deore to Lei o.o 200/67 de 25/02/67 e do Decreto Federal n.o 73.140/73 e de mula dlspoeltlvos em vigor. ArHgo 5.o O Contrato do Coa cessão ahrangerfi obras no quadro urbuno de Bela Vista, Estado de Mto Grosso do Sul, basearlo no Edl lal de conoorrencla pública. § 1.o A execução das obras abrl',Dgerà áreas oonllnuas num mi nlmo de 10.000 M2 (dez mil metros quadrados) de acordo com o Projeto Técnico, elaborado através de outro Edital, pelo executivo municip11l § 2.o A Concessão será para execu9ão de no mlnlmo 100.0CJO M2 (cem mil metros quadrados) anuole, dtl pavimentação asfállica e respe­ cllvas obras complementares, sendo revogada a contratação caso a con­ cessionaria não venha ,executar tal quantidade. Artigo 6º) O Prazú para a concessilo será de no máximo 02 (dois) anc,s, podendo, entretunto, ser revogado em qualquer tempo, de comum acordo entre ambas as partes, ou por não cumprimento das cláusulas cc,ntratuais que prevem tais hipóteses, ou ainda ser prorro­ gado o prazo, de comum acôrdo, por motivos de força maior. Artigo 7%) Na execução das obras, fica o municlpio autorizaáo a prestP.r Sl?rviços, utilizar máquinas e equipamentos, bem como aoqulrlr e reµussar materiais mediante o fixa­ do no contrato com Intuito de minorar os custos e favorecer os llndeiros. Artigo 8%) Os Interessados serão convocados por Edital da permisslo­ naria. inclusive publicados pela imprenea local, a fim de conhecerem o custo 1·eal da nbra, bem como o critério do rateio, deliberação das áreas dos inóveis e acréscimos ele valores que da obra vier a resultar para cada imóvel, ou entllo serem visitados um por um p!lra assinatura da carta de adesão, modêlo aprovado pelo executivo municipal. Artigo 9li) O Custo floal da obra serA dle11 lbuldo a cada proprietário do local beneficiado, considerando-se u proporclooabllldade que couber a euda Imóvel. $19)0 pagamento dos serviços prestados pela pormlsstonárln obe· decerá a seguinte forma. 1 A Vlllta, Ulo logo o trecho em puuta seja libera do pela flscollzaçllo; 2 A Prazo, em parePlas mensais consecutivas até no máximo 2! (vinte e quatro) meses, acrescidas dos t1ncargoa financeiros referidos no Artigo 4.o dn presente Lel, através de agon~es financeiros. Artigo 10.0 As obras de pa vlmentação que forem executadas em praças públicas ou imóvel .. de propriedade do Municlplo terão !'eus respectlvos pagumentos de acôrdo com a disponlbutdude da época, na tesouraria da Municipalidade. Artigo 11.o A cobro nça da cota-parle devida aos proprietários não optantes será feita junto ao Município, 30 (trinta) dias da entre­ ga do trecho da obra, desde que não ultrapasse 30 (trinta) por cento da área da obra. Artigo 12.o O Executivo Muni· clpal poderá expedir ordem de ser­ viço à permisslonár ic1 desde que 51 (einquenta e um) por .,cento dos pro­ prietários da área a ser benefiolad!l. com o plano', dt3 obra, estej11m de acôrdo. Artigo 13.o O pagamento se­ rá através de cobrança bancária e se no prazo avançado não Ior paga, terá o seu débito vencido, acrescido de multas, juros de mora, lilem de corre;)ão monetária que observará índice esiubeleeido pelo Governo Federal. Artigo 14.0 A falta de paga­ mento de 03 ('tres) parcelas consecn tlvtls, implicar&. no vencimento ante­ cipado das prestaçõJs vencidas sem prejuízo da multa, correção mone.­ tárla, custas e despesas processuais, incidentes sobre o saldo Oúbrado. Artigo 15.o A permissionárla notificará aos munícipes interessa dos, do teor do Plano Comunitário de Obras onde consta no mínimo os seguintes elementos: a) determinação das Ares serem beneflclndns com o pl no e tipo do obre. b) orçamento dos custos das obras c} plano do rateio, com metros gundrndos i, o totnl, do custo bem como forma de pagamento. Artigo 16.o: Havendo compro mlsso de concordancfn no Plt:rno Co rnunltórlo, pelo proprlellrlo, e o Inf. clo das obras, peln firma coneesslo­ nárla estará rne,=;mo, oulomat.lca mentê. sujeito às normas de ooutrn to óa firma, com os demais propr1 etários, e, caso discorde de flrmer contratação ou documento exigido pela coneesslonárla, tmpllcado no.s sanções cabíveis com o direito a tribotaçllo pela Prefeitura Muolclpa). § 1.o: Cor.o haja qualquer ev!:'n tualldade nos têrmos deste artigo. Prefeitura Munlr.lpal assumlró, pe­ rante a firma, o débito. nunca ui• trapassando 30 (trinta) por cento, da área das obrns. Artigo 17.o: A perml!!slonArt11 será responsãvel perante terceiros pelas obrigações contraídas ou pe­ los danos causados, sem que caiba no Mnulcíplo, o dever de acerrear pRra salda-las ou por este responder. Artigo 18: Fica a Permlssío­ nária isenta de tributo Municipais refcrEntes à execuçfio das obras que trstu esta Lel: Artigo 19.o Poderâ o Executi­ vo Municipal concedn aval aos contrato:!, dupllcatas ou documentos expedidos pela firma oonceseloné.rlo, , em função doe serviços executados nu Mnnioip1o, após aqulescencla do pro prie tArio. Artigo 20.o: Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em con- JI trá1i6o. Prefeitura Municipal de Sela Vtsta,MB., 16 de Junho de 1.980. Ely de Araujo Barbosa Prefeito Municipal 1EM E SS TI1UNIA DA FR TEIA - RODRIGUES NEGRIO CRIMES TERRAS Avenida Duque de Caxias 697 !..--------------------------------------------------------------~-{< Advogado e Jardim Mato Grosso ·do S:ul t E RESTIURINTE TUPà Agora sob a Direção das Organizações Ferreira Gasolinas. Óleo Diesel, Óleo Lub:-lflcante, Borracharia, Lanchonete e Dormitório Atende ,24 horas por dla Amigo Motorista no "POSTO E RE~TAURANTB TUPÃ" voce é bem AtendiM e o seu Rdrlgeranm é Gratuito Posto e Reataurante Tupã Rodovia Jardim a Porto Murthlho --------===-------::~-----------------------------.:..;) Ibu s da Fronteira 6 • .í'U ORDI a as NO MAS DE PARCELAMENTO URBANO .. .to al 20 no 1-808 l, z Sul de , em ro, t'll üo do - suo bo do .OS tesa • 1tiv ult O Ooveroo (•'ederul vem de aan­ cionr, em l(J de dezembro de 1D79, a Iel n 766, que dlseiplinu os parcelamen­ tos de solo paru fins urbanos em todo vs Lanteipias braileiros. A lel vem ubstitulr o Decreto Iel 1' 271 a regulamentação da parte da m 1térta que cabe á União lezlslur, como: n área de Direito Civil a regul menta ção de registros dos pureelamentos (C11pltulo VI). contratou (Cupltulo VII) e dlspostcõcs gt>rul'I (Cupltulo VJI e X); na reu de Direito Ponul dlsposloões penais (C11pltulo IX). Nrsla parte, n principal novidade da lei silo us rfüposlçõeti penais, lnti·o duzldus pelu 1 vez no aparato leglsl11tlvo sobrP a mntél'la que eoquadrum o lotev. dor que promover loteamentos Ilegais e Reus pares como criminosos contra n A dminlstruçllo Püblleu, passiveis de pena rlo 1 (nm) a 6 (cinco) nnos e multa de nté 100 (cem) vezes o mlor slárlo mi nimo vigente no Pais. Cube iguul reulco 1:101-1 dlfrposltlvos que permitirão ao Poder Judlciurlo loc&l ressarclr-Ae das despe Bl!fl €-fstutldas com a execução de servi oos pnra regulurlzEtoão de loteamentos ilegais. A lei aborda matéria de compbtên eia municipal 001:1 capitulas Jtll, onde fl xa requisitos flslco urbunísticos minimos e nos lII IV e V. onde estabelecl:l normas admlnistrntl'l'as para aprovvçfio de pro­ jetos. Nesses, a lei tem apl'nus um cará­ ter didático, seudo reduodante em rela çüo a vàrlas leglslaQões municipais que oubive!meute, tratam da matéria. No entanto, é nos copttulos I e II dos requisitos Jlslco-urbunlstlooA que se oacontram as principais novlrtadeH, que praticamente Imporão ás mun!cipalid­ des uma revisão e readequução de seus Instrumentos us novs normas vigentes. Entro elua, destacam-se: a flxaçíío de lotes mínimos ern 125m2 com 5m de testada: o perceoluPI da área loteada de11tload11 no poder público em, no mí­ nlmo, 35% d11 área torul - pura lmplan, tuç/lo de eqt!lpanientos oomuoltárlol! e r,l,itema viário; determina como non ue­ dlflco ndl as áreas destinadas a Implan­ tação de equlpumeutos urbano (slt1temas de lnfra-estrutar·a) ht>tn como uma faixa mínima de lfi m ao longo dos rios e lagos e das faixas de domlnlo das rodo­ vla, ferrovias e dutos. São considerados pelo urtigo 3° 0o­ mo afio passiveis de parceldmeoto os teneuos: a) destinados à preservaçllo ecológica ou lnsupor~avelmente poluldos b) de cncostr1 com declive auperlor a 36%/; c) em áreas alagadas; e d) em á­ reaH nterrndus com material nocivo à saúde públlctt. Finalmente, delega aos Estados a an.:êncl~ prévia no caso de loteamen­ to em áreas destinadas à preservação ( de qualquer espécie ), em areas lirnl• tes da Munlcfplo&, em Muniofpio que com­ põe aglomarações m·baaas e oos casos onde a gieba por lotear exceda t.000.000 m-2. Igualmente, delega aos organismus metropolltanr,s a anuência prévia dos loteamentos situados em munlciplos que compõe ârea metropolitana. Ao INCRA caberá a anuência prévia no caso de áreas rurais que tiverem sua função GráÍica e Editora trons!ormada em urbtrna. 1 t APA Como fJC pode ver, gener eomen e, a Lel 6 766 destina-o, prioritariamente u conter a expansão horizontal do centros grandes e tédic teste sentido aproxima-se dos Interesses do cvmunl• improosos a coreis dades mas distancia-se dos interesses de <::xpansílo urbana das pequenas ctd} Rapidez e des - lo os riscos das soluções lmé- tricus. Pl'Of. Al.-xande Carlos Albuquerque eficíonclt..1 Assessor Técnico IBAM Pl R Kua Duque de Caxla-e, li/o Musica - Ambiente .. - tassino araguav Internacional • serviço a La Carte Especialidades: da Casa Bella Vista Parmegiana e Frango à Moda Parngnay ''UM de I l Jardim, um muniotp10 que avança aceleradamente na produção agrícola, acaba de receber a implan­ tação oficial de uma empresa Trans• portadora, Revendedora Retalhista àe Óleo Diesel, que darA atendimen to a consumidores dos municípios de: Base de retirada: Jardim Distribuição: Bela Vista, Guia Lopes da Lagun~, Curacol, Bonito, Porto Murtinho. No Deoorrer da pesquisa. de consumo de derivados de Petróleo. e no dt:forimentc do procAsso, o Conselho Nacional do Petróleo, auto- rzou a Agrossol Diesel, distribuir , cargas de óleo diesel até uma galo­ nagt-m de 10.000 litros por veioulo. NOTA: Os Srs. consumidores deverão fazer antecipadamente seus cadastros e declaraçtlo de cotas no escritório du Agrossol Diesel. ( em frente ao Posto Atlantlc, ao lado da Dersul) COMUNICADO O Posto AtlanHc de Jardim (t1ob nova dlre.ção), denominado Abastecedora Agrossol de Combustí­ vel, comunica que està funcionando oom os melhores atendlmeutos da região, no ramo rie abaste_clmen,to de gasolina, lubriflcsntes, e oleo d.e­ sel {doo litros por consumidor), inclusive com serviços de lavsgem, lubrificação e troca de óleo. Conheça nossai; instalações e sinta as vantagens. ' ✓- -- -- - - - - - -- - - ·- - - - - - - - - - - · SETEAGRI Empreendimentos & Agrimensura CGC MF: 003201324/001 lserição: 13059234.-0 Direção: Nivaldo de Barros Projetos para: Construção, Loteamentos, Curv•u de Nivei!, Mcdiçõe. e RatlficaçõeF de Fazcndne. Rua Antonio Maria Coelho - 2108 - Bela Vista MS SETEAGRI: Estilo e Qbie!É"!d3de ULISTA De Sérgio Luiz Zanardo (Birigui) 1 Temos: milho, arroz separado, art'oz 3/4, bica e kirela de 1 arroz, o melhor preço da praça. • Entregamos na residência.. - Visite-nos: l Rua. 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Furuguem Fone Residência 624-4869 R,tcrilídndc Conjugal• Mn•tologln • Pré,Natál, Partos e Cirurgias f:!orárlo: das 14 às 18 h• .. G onsultórios: (fundos) A,·. Afonso Pena 2303 Fone 383 5459 Casa 1 Campo Gronde - Mat.o Grosso do Snl. Dr. Gerald-o Pinheiro Murano Clínica Clrurgloa CRM • 820 Consultório: Run IS de novembro n.o 75 Atende-se: 13.00 as 16.00 hs Plaat:lo as 3·as feiras no Hosp. S. Vlceutc Bela Visto - .MS. lf. da Si::cretarla da Educuclio, que bu~ca loceollvur o pcr-qulea entre os olunos do I o II Graus das Escolas do Estado, de forma u que de,rnnvoJvum o u prendizndo e crlen. um maior lnt~r e11e pelo Folclore e pelos cntsus do ~1ato Groo do !Sul. O primeiro prémio, o "Tufulú", ao valor rle 15 mil cruzeiros ficou com o GINECOLOGIA: OBSTETRICIA Dr Edson de A. Alves Ora. Katia Dutra M. Alves Pró-Nntal Ginecoll,gln infantil - Prevcnçilo do cuoccr Geofcológlco Convt>nlo l:Jnuco do Br1ull , l:Jnhued R, Pndre Jollo Crippa 1852 Oomoltorio. fone 6:!4-9703 RcPidcocla fone 624682e Oawpo Grande - Mnto Grosso do Sul LA Il Anal· Clinicas de C. Grande Dr. Fábio Ribeiro Monteiro Dr. Heldlr Ernani Paningo Drn. Cirene Queiróz Ora, Mnrinez Boita Dra Ceres I O. Mnkeoud Av. Afonso Pena 2251 Telefone: 6243350 Clínica de Olhos Dr. Celso M. Arakaki Clínico e Glrurgla de olhos Dra. Angélica M. F. Arakaki Oftalmologla Infantil Adaptação de Lentes de Contato Cone .. ,•enidu Mnto Grosso. 350 Fone 6296350 Res. Fone 6244618, Cnmpo Grande MS . / tende-se pela Unimed • Horar!o: 16 hs s 2l hora, • lléC:icn contrntadn para cndelrn de Olfni. cn Médicn di,. Fn1.uldo 1864 . Cone S83.4ó84 Res., R. Barão do R. Ilrunco, 1426 • Fone 624-018-i Campo Grande Mto Grosso do Sul Campo Grande - Mato Grosso do Sul Dr. úerson Novaes TL>bu1do, f!curam com o terceiro prêmlo, do 7 mil cruzt>lr0t:1. enquanto que no quarto lug r ficou a Escola Estatluul do Ilaporil, com um prêmlo àc 3 mil oruzeirc,s. O trubalho premiado oom o prlmelw lugAr, serâ revh11ldo pl·lo Co­ missão Julgadora, 0 sofro1 ó 1dgumue correções, para que eeju edita do e divulgado em todas as ec6las de Mato Gros&o do Sul, tul BUti quJlll!nde. DUG • L!NCHES - Agora oferece para o Cliente Exigente: ipiulamer1tos e ar condlc,onado e Quartos Avulsos: Atendimento 24 boms por dia Visite-nos Av. Duque de Caxias, ao Lado da Rod0viárla Jardim - MS Oração ao Divino Espíri­ to Santo fapfrito Sanro tor_r, qcl! ine eclreee tudo que ilur­ na' todo o caminhos para que eu atinja o meu ideal, você que me dá o dom divino de per­ doar e esquecer o mal que m fazem; e que todos o int­ tantes de minha vida está co­ migo, eu quero neste curto di­ logo, agradecer.lhe por tudo e confirmar mais uma vez, qu eu nunca quero me separt de você por maior que seja a ilusão material nlo será o mf. imo da vontade que sin' de um dia estar comi você e todos o4 mem innG01 1111 glórin Perpétua. Obrigada mais uma vez (a pessoa deverá fazer eta oração 3 dia« guidos sem fazer o pedi rio. µentro ele :1 dias será alcançada a graça por mais difícil que ja) pn­ blicar assim que rrreber li graça· J. C. V· leia e assine Tribuna da Fronteirm .e Com. Ltla. 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Hondn: Nilo foi foruccf1l,1. 1.o tempo: 0 x 0 2.o tempo: essentn 1 x 0. gol con­ tru dr ll,1uro, Ooll :!O m Ocorrônolna: Lau.::ldlulH' do Gremio União e Dantel, do Sessenta foram expulbOS dn µ.i1 lldu; ,Jorge, Alemilo, do 8t11Jsdota, T,.tlt,h 11 e Peuorlo, do Gremlo Unlão receberum curtõe umarelo. a a t p i 1 1- . l t I FUTEBOL. IRA! III pedro pedreira Fiquei maio lnvooasmo Abrão que t:empre recebeu apoio e !!Ol!durlt>dadP. o mesmo Abrão quP mlnut0s untes fora até a mesu do reporter con­ "Hsar e oferecer o "escocê:;" ( cau­ aa de tudv ) resolveu bagunour o coreto e ''orrebsoter eom o jorotl­ llsta". ~ pois é ... ••le folou o diabo e queria botllr o homem dn "Trlbunu" u nocute, A turma do deixa disRo nlio deixou e, principalmente, o pes­ soal do Greruio Uoião. é, o Gremlo e a !'UR torcida q11l1 ourion. ourfça, grita, torce, mas respeita o pu pel d Imprensu e deu uma demonstra­ ço de solidariedade. o Abrllo oão ebegou a brigar, mas foi preciso um batalhão para eegurn-lo. E olhu que o assunto que ele t-stava rcclP• mao fo não era futebol, ern dü T!'d· bertura do Cussio e outros hba­ dos, quando o mai fácil seria ir à Redaçilo da Tribuna e li botar a boc11 no mundo. O que ,·,11 ser Juro multo duro. dHicil, é r~ zer o p srn· ul da Tribuna vollur 1-.10 ePt€ldio. Cobrl.r o futebol, E o~ ignora□tL'5 e trouxus que uio sc1b<'m o vulor· e a mi,,são do joroul, priucipa!mL utc uo futebol, estão por fora e cso o jor­ nal resolva patalizur e:-tu~ cobc>rlu­ ras (e outras ligadas ao setor de promoções) ui d•!S v:Jo scn~ir. Que r.?m apostar? ih s ficou aqu~le se□• tlmeoto chuto. nquela magoa e fl· quele ó na garganta. Eu, partlcu. larmente, nl!.o c:,nheci:i o Abulo, aquele Abrão do campo nl1o é o Abrão Armou Zacarias que conheço. ~ outro ;') .'r,rnnagem. Mas, em home­ nagem uss leitores, ao povo d1:sp,,r­ tl&ta, e a o s j o g a d o r e s que d eram tu d o de Hl. vamos a eobertu:-::. de J:-:;0. E olhem, é bom explica (j_'!•• a TRI UUN.A não ganha nri.t.. , , , .s ! f L mea■o, nem comerei:.-; i::- r. •~ o !' os jogos, ganhs é sol e ct.11 ·:J u, cabeça das 13 s 16 hs e dez em quando umeuças e !ensas. Ma (lo• repetindo muito ·1 1,:,i'J nflo b i nada do que um dia após o outro B olha, aviso uo meuião cue tal ,,,: - 8em feito, ele terce isto. Nlo apanhou n A u, ru o u carnnrnrtlohn, ficou só nos grttoa, (n turma oílo deixou), mae oalba. que o futebol sem imprensa, não vive, vogulo, A quuurlo fulo IMPRENSA, ut1o filio apt->nus nr1 Imprensa de Bola VIsta. Talvez vocé nl.lo saiba, mas nós somos untdos (No Brntl) rrrnls uni los do que você pensa. Va­ UlOH tumbóm dnr tempo ao tempo. E têm mnls um11: Nilo torço prá ningu(Hn Pro Beln Vl~tu, viu caro, o mru tlme é o Corlntlrrns, mos torço pelos homens que ojudlllll O IIOSdO futcbc,!. Entendeu? UM JOGO CONTURB.1mos, Okudo, Luiz Carlu!l, Siclrôoio e Rumão; Lulz CLudto e Careca; Da Silva, Cabgnha. Ricrdo e 'rico (Serglo). 1.o de lllio • Camaracaoto, Toninho. Glodston. Reuaí.o (Flavlo) e Hamàu; Caçapava e Ada; Cuhka, :lceu l'I'ingue), BernRrdo e Rnbes. O JOGO O Nuutico preclt'ava da rea b!UtaQ1io, o Ln c'e Maio também, dolo tlmes rlvals, duas escola'! di­ ferente5, cti6 HII!ob, um tecnico, calmo o ou!Tu velocidade, conjunto. Foi um jvgo empolgante. O l.o de Malo sofreu uma pressão brutal, mes o excelerte goleiro Camuracan to esíavu l, ;;cg:.rndo tudo. Salvou go!s feitos e valorizou a vitória do luttco. No 1.o de Maio Caçapara reeditou suss melhores jornadas, desiuqu: espcial para o centro nt- Pen.rdo, um lutaàor, não se ntregou er tomeuto ulgum e se para mrcor por d.versas v. 1, ,.:. O resl.lnto regulur. O j,go em si, agritdou o 'pú- mio oonsegulo. armar mota jogo. d o.s e consequentemente orlar a1s 9PF nifã@is. ãcotece e,,0 ??}', está de pacto com a ooa , 0 ' tudo dá certo pura o tlme do 1 eteoo do 1-uclley e do gordo Feola. Jogo violento. Gorreu solto, Murlo delxu~~ correr u lei do mnló forte e, vezes, o puu comeu, Foi um jogo de ruçu, de fibru, um jogo de muchos. Não houve lances desleats, houve jogadas duras, dspldas, mas os ]O· gu 0 ctores estavam no tudo ou oadu. Foi no ~º tempo, nos 20 minutos, que u peltica ct1lu no ·go1 do Canelo o primeiro que ele sofre. Rebuliço aa área, qulzumba daqui e dull e a morlcotu foi dormir tranquila. º~ Ses senta vibrou .. A, torcida do íJntuo B.? faltava chumur o N1:1res de "tlanto , Pres,fio lncrlvel. Policiais no pedaço (a esse respeito, pollolals vamos conversar o.manhã, bem cooversadi­ nhos ... ) O Maria distribuiu cartões prA todo o lado, no fim forma-se uma eon­ fu&llo, multa gente deu em multa gente e sobrou pro Luucldinho e Dntel. O Laucldlo foi assistir o jugo junto oom 11 torcida (que torcida ... eu quero paz com esta gente, princi­ palmente com 111i mulheres ... lá doi­ do). Valeu o espetáculo, pois o Sessentu está jogando a base da ra­ ça e da vontade. O Uo!Ao criou mais oportuoldfldes de gola, mas núc fez. bllco pelos lances de garra, de em. µeoho e de técnica. O l.o de Mttio e s t e v e para marcar logo no inicio, u tra vês de Callka, perdendo boa oportunidade. O tlme caracolen­ se explorava as pontas e procurava furar a sóliàa delesa do· Nautico, oo. de Stdronlo, lmprovisat!o de quarto zagneiro cortava todas. Firme os laterais e tranquilo o meio campo. O cemro avante Rlc11rdo é um caso a parte, sensacional. Falta um joga dor para jogar com ele na frente. Elle sabe indo de b :la. No primeiro tempo foram cria das varias oportunidades de gols, com Bernardo e Cakik!f pelo !.o de Maio e Ricardo, Luiz Claudio, Ca Selecão ) A eqoipe de esportes da Tri­ bunu da Fronteira, em • colabora:,ião com e rádio Marechril Lopes, Z 23 escolheu as aeleções da 'rc,dn ctà (A e 8) Cãnclo lGremio União) Okuda (Nautico ), Daniel (Sessenta)' Edvddo (Sest-eo.ta} e Geraldo (Gr/ mio pnlão); Caçapavn O.o de Maiú) e Luiz Clauio (Nautico)· Da Silva (Nautlcoj, Ricardo (NaÚUco) Ivan (Sessenta) e Rubens (1.o de Ma1o) Seleção '•i,'' Vadora (8t>i,sent11), Lopes (União), O 1e està jogando a defesa sessen- qu /lo está no gibl. .1,g,,rn é ~m. ! o y @ jiss e si-coir 0 titulo do Beluvlslão 80. Fol um jugo nervoso, mu!to YºB o mas o juiz cou9egul1, pt1r ner , . ., l• di' 's38 Vezes, SUgUTar O8 a!MI!tu0s e ""; o mbtente. OIha, vtso 4o R. o ·tendido, que aet egr a Tribuna (<'m peso) torcedora do Nau. tlco esti'i mais por forn que dt-ote de coelho (dente de coelho _flc:1 por fora?) Aqui. dezoito lunc:tonarlo1<, tem gente do Operário, V!la Nova, Sessenta, Nautlco, Unlüo, Caracol, etc. Acontece qne se promovt mos o diretor do Nautlco, o Prrondl, é por­ que ele está incentivando o no8c futebol. Ele está ajudando. Quisera Deus que houvesi;e outrcs Penodls. Eu não torço prá p ... d~ t!mt:J ne­ nhum, eu queria é que ficassem TO­ UOS os quatro em primeiro pra gente começar tudo de novo ... p:;r. que eu gos!o do futebol. Bem, vemos voltur ao jogo: repito. o Uniuo Jogou multa bola, com multa rnça, rnus o 8essent11 está com tudo, aquele ne­ gocio que sempre escrevo de jog .. r com o coração (Toledo, Hermes, Mlquimba e Edvall re­ t.!onslderar a Eiua decisão e continuar prestigiando o nosso futebol, pols os homens estão querendo su:;pender p. ptlglna de esportes em Bela Vbta. banha e Da Silva pelo Nautico. Aos 40 m, Ricardo pegs. bem na büla e manda um tirlrnbaço úa tr!lve. O tl:ne :te lvãn Nelson e-,tá jog,rnrlo a base de contra ataques e Gaçapsva muito plautado quando deverlu ir mais a frente. No 2.o tl:,mpo, aos 5 minutos, o Nauttco manca através de Lulz Claudio, recebendo no bico dd grande /rea e mandaudo para o íun do cias rêdes de Camaracauto. Se. no 1.o tempo n ttme de Caracol Jogou bem, no segundo caiu de produção e o Nautico cresceu. Ricardo e Cabanh:.i. perderam dois gola fenos e no final prevaleceu d r1;sultado Nautico 1 x o. da rodada Glt1dalc n, (1.o de Maio). Sidronio (Nau tice) _e 'lo ledo (~essenta); TacinhB !Unlao) e C~reca (Nuu.ico) Carli;;hos (Se1..senta ), Silvério (l.Jnlão J, Benardo (1.o de Maio) e Calika (1.o de Maio) . TRtWÉU O Jornal 1·r1bun11 da FronteirD enviará à "e • • 8 . • º ae an Li