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ou Editor Chefe: 
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LOJ 
Dando ooutl□ulddde á sua po­ 
lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto 
Pecas Inaugurou a suu lja em Bela 
Vistu, que atenderá tode a reglüo 
frootelrtçu. Srgundo o diretor da 
empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é 
noasa lnlenção, a curto prnzo, pre­ 
encher os vazios que existem no se­ 
tor, através cte urna politlca de a­ 
tendimento ba31:,i1da no baixo custo 
e na satisfação integral do cliente". 
Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese. 
tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez 
anos atendendo us populações de 
Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo· 
oito. Agora a etapresa passa u a· 
tender o mercado fronteiriço. 
Na verd!l.de, o oomerclo bela· 
E 
G 
vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J 
ao setor, o com aberturn destu lojt~ 
o8 usuários poderão encontrar pçus 
pnru qualquer tipo de veiculo u 
preço de So Paulo. A loja está l­ 
tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao 
Serglo Medeiros, o cronista du 
fronteira, volta e volta falando em 
engulço. Para o Serglc, "hoje cm 
d!u a honestidade é a última uo!so. 
lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n- 
80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e 
comprove u qualldade o preço 
de»t: empresa que velo beneftelr 
o comércio fronteiriço. 
que se espera de alguém". E el 
laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'• 
feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço, 
pâglnu 2. 
Saul 
d 
Ou ,r l 
aornnt : 
ha n· m int ,nçao 
li 
íllO 
stabl .. 
cor confisco'' 
O deputado Vn!t r Carneiro 1 	1 	1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i. 
apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar 
estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl 
Colono 
/Agropecuária 
Quem ó o empregador ou Pa. 
trio Rural'? Este artigo respondi a 
pergunta. É de autorla do Dr Anto­ 
nio de )enus Btehofe, da Famasul 
(ptglll' 3) 
otarv é Huticia 
O Rotary Clube de Bola Vlata 
e tá empenhsdo m dlversus c m· 
panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak­ 
sa a vver os problemas belavfiten­ 
+eu. Lela a coluna e "sinta" os ro­ 
tarianos tab.lhando em pról da 
comutdade. (Ultima página) 
Leonel 
Brizola 
e 
.S 
jos 
e 
Quero dirigir esta menr,iagem 
o. todot1 os meus companheiros de 
partido. 
Sinto-me profun,iamente feliz 
por verificar que a causa do fraba 
lhismo denocrático, que se desen 
volve no pais, lmpirada na obra so 
cial do inesquecível Getúlio Vargas. 
ressurge agora com d nova sigla e 
a nova bani.leira do PDT (Partirto 
Democrático Trabalhish:1). 
O Trabalhismo é justamente 
a doutrina política dos homens e 
mulheres que cultivam o trabelhc, 
s ~ncootram no trabalho os funda 
mantos para o progresso humano e 
social. 
. Nós, fiéis aos valores que 
cultivamos no pas:oado, procuramoti 
nos Inspirar numa proposta política 
que se njuste a nossa relidade, 
que seja um encontro com o nosso 
futuro, os marcos de uma sociedade 
nova para e:ote país, que tem tudo 
para ser uma grande nução, e nu 
entanto tem hoje a realidade que 
não nos conformamos. 
Propomo!J um 11rograma que 
venha a ser antagonismo a tudo 
que se fez de desmandos DEót!les 
quinze anos. não penas quanto às 
nossas liberdades e à convivência 
fraternal que deve existir, mas espe­ 
cialmente que venha a livrar o puís 
doEgrau de c'ependênclas II qne fo! 
submetido, com impasses, crises, de 
que não subemos quando e como 
sair. 
Sejamos capazes de construir 
um desenvol vlmento voltado para o 
ser humano, e nilo insistir neesn 
economia que parece um mito do 
soluçces que nunca iremos a lin­ 
gl:-, pois quuuto mas crescemoe 
economicamente, mais trabalharem 
os bra6llelros, maio grupos econômi 
coa internuclonals nos ccntrolam, e 
mo.Is perdemos a capacidade de 
decisão. 
Esse progresso ecociômico que 
aí está, nos torna mais subdesenvol­ 
vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo 
mais pobre e cqrent:, decretando 
este contexto de abandono, de 
desgraça, sobre crianças, juventude 
e idosos, m-arglnalizartios completa­ 
mente. numa 11ub-vida. 
E com tudo isto que não n0 
conformamos. Ê Incrível mesmo, que 
um país como o Brasil, que tem 
tudo, país rlco, pais verde, país de 
sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana, 
tenha den~ro tle suas fronteiras, 
milhões de pessoas nessa sltuação. 
Queremos llbt:rdade, partici­ 
pação e justiça para o trabalhador, 
Isto é o trabalhismo, caminho para 
uma nova sociedade. 
Queremos um Brasil para os 
brasileiros e não para as grandes 
empresas, para s m i n o ri a s 
p r i v i 1 e g i a d a s e nem para 
os ipte r e ss e s internacionais 
Isto é o trabalhismo que o PDT 
pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw 
iolciada. 
Somos um movim<:nto político 
e soolal marcado pelo destino. A· 
rendemos muito com as derrotas 
que sofremos, com os nossos insu­ 
cessos, mas tumbem com as questões 
corretas que formulamos. Aprendo­ 
mos muUo ní polo muodo, quando nus 
Impediram de viver no urasil. 
Hoje, estamos em nondiçõoa 
de formular um programa, seguir 
uma prática polítlcn, organizar um 
partiao que será a espinho dor!lal 
do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o 
grande Instrumento de no a ento 
slmnples e humilde, do povo trnba­ 
lbaaor para decidir o seu próprio 
destino e os destinos da pátrla 
brasífaira. 
S E OS 
Al - M FRONTEIRAS 
Amambai IV, 
9 DE NOVEMBRO DE 1980 
Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari 
Câmara '.íuoicip.al de Vereadores 
Gov. Jlarce!o ~ilranda 
Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 	1 
. Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j 
mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1 
• ruguay, Bela Vista e Antonio João. 
C MULAÇÃO DE CARGO ACABA 
LOGO HO ESTADO 
ULTIMA 
PAGINA

Certa ve havl um políil nlo 
IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo 
ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11• 
oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o 
11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/
1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11 
porque hoje m dia honestidndo 
última e»ln que e prr de lguém. 
O prefeito de umn cld«do fim {IP 
llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e 
dtltdo por seus Inenantvel eleitores 
Tribuna da Fron •ira 
( Fundado a 20/2/72 
legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066 
.GC ME 012u1/40001 90 
111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ 
l'clllur • Chtl" • 1 <nld,, l'rrri,,. 
Departamento Comerchl. Alaro Pereira 
Redato Admini»traço e Oficins; Hu 
Duqve de Ceis /n Bela Vis MS: 0. P. 23 
ASSINATUHAS 
Rela  i,u, (nu uni) CrS 1000,00 
Drm11ü :i.!uniripit>< - .. ··-·-·--·· rS 1200,00 
"Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos 
indo não exprimtm, necesrlnmente, 
oplnilo do jonrnl. 
F'urdidor e Di tor Responsavel 
lvu1do l'erflra, 
r lb mo11trc,11 uinll ponto. 
- Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo. 
.. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't 
»obr um rlo co, ropondeu o polltlco 
ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu • 
Jlliill<'O. 
- Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com 
Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto. 
Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO• 
Ióncla vluse era que a ponte wst em 
péstmo estndo, e todos nóa daqul do 
munlelplo dependemos deln, no há ou 
tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó 
r.qul. 
- AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on­ 
t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo 
vurbtl para uma ponte nova obre este 
rio m,col ... 
- .'i.<lmlro tiun pcrnploócln, dfu90 o 
pref<·lto com nl11Ll11i;mo. 
-- Or sonh r profolto, dlA01: e poll­ 
tlco, o senhor abo q110 o meu Jomo ó 
sensatez, wonsutez e sensatez. Por Isso 
l'll no vejo qul é u mino do AO COUO• 
trulr umu ponto r,obro um rio seco. É 
gnr.lor dlnbolro póbllco i toa. Drlxa so 
f esa ponte, pnro n CURO de em ulgu 
ma oportu11ldndo o rio ,,oltur a encbPr, 
o co11Alról i,o ao Indo dela um llosvlo de 
tM1'11 hutido, o rio está seco mosmo, os 
carros não terão u mlnlmu dlflculdnde 
om cruzâ lo. 
- ~lati ... tentou argum ontor o pre 
folio. 
-- Nala de mais impôs o político. 
Ao lnvéA de gastar dlnhPlro com coisas 
pouco flt:1D!!alao, ou lnutels mesmo, vamos 
rtcur no nosso lugur: esto cidade e!lta 
ótlmn, alío preciau tJe oaôa. Eube, depois 
da visito do papa eu me redimi um 
PET 
pouoo.J 11lm IJ•• c!Pu. P reco cnt!llgo, moo 
uma IIC'fl:ltWfl dt•polu que se oontrulu crdu 
:anrdc, o rJo Peco um cl .,vto ao lado 
P
onl•~ ctiovou lnfernulrnPulc o o rio 
• t cai a oldode ficou 
transbordou, a ponto 'a ' 	' , 
Ilhada e rlow<·l!IJCrnda. O prcftHo, eu t,U 
U"Clrtn, µô<i BO ll difumnr o pollllco. 
da prestígio ora esta werlente 
all1Jluclo. Puroce quu tilo não podo rn_ufs 
Oklontnr ll IIUL1 tlOO!lOll'Z µum l11JffUilur 
votoH 86 Jlie i·ootu, do qUlllldr1do re 
e mnleeld, desonestidade mas era que 
lu~o dl IJolt oumptrnhu pulll!cn? 
Sôrl{IO Modolroa 
Ministros 
Poriam ntor - 
Depols de eloglr , 
desempenho do Milite 
lbrahlni Aol•Achl fr•n1t 
uo Mlnlstl"rlo do. Jti111ç, 
assinalando o espír, 
«sérlo, coerente e dum 
crflllco com que trtli., 
csto momento dlflcll é 
vida lnHtlluc1ooal httui 
lt!lra, o deputado Watt, 
de Pr (PDS-ES) ug 
riu uo Presidente FIguy 
redo que promova u 1u 
cooçilo de outros parlt 
meuturea u Ministros <h 
Estado. 
SETEAGRI 
E,11prcondimt11!0B & At(r1monsurn 
CGC ilF: 003'.201324/001 In~criçfio: 13059:t~O 
Direção: Nlvuldo de Burros 
Projeco, pnro: Constrn~õo, Lotenmcnlot, ~urv'1 de Nlvei,, Medi<;(le-e 
o Ha1lficaçõe1 do htzoudn,. 
Huo A11tonio Morin Coolho - 2108 - Bela VislA MS 
8ETEAURI: Estilo e Obj0Uvldud~ ---~ 
Jnrditu, um mualclpJO que 
llVl'lUf& acelerndumenle nu produçllo 
11gríreln, acubu de receber u Jmpla11- 
tução oficlul cte umu empresa 'T'rans­ 
porladoru, RPvondodurn Rt::talbista 
de Ólto Diesel, que dur[l atcodimen 
to a consumidores dos munlcípioo de: 
Base de retirado: Jardim 
D istrlbuiçiio: Bela Vista, Guia 
Lopes da Loguui1, Curucol, 9uuitt•, 
Porto Murllnho. 
No Decorrer da pesquisa de 
consumo de derivados de Petróleo, 
e no dt,ferimeotc do prooesRo, o 
Conselho Nactonal do Petróleo, HUto­ 
rlzou a Agroswl Diesel, distribuir 
cargas de ó!E,o dlesFI atô urna galo­ 
nag•m de 10.000 litros por veiculo. 
NOTA: Os St·s. cousUID!doraa 
deverão fazer antecipadamente seus 
cadastros e deolaraqão de cotas no 
escritório d1:1 Agrossol Diesel. ( em 
frente ao Posto Atlantlc, a.o lado dn 
DeroulJ 
COMUNICADO 
O Posto AtlanHc de Jardim 
(t!ob nova dlrPçáo), denominado 
Abastecedora .:grosso! de Combusti­ 
vtil, comunica que està funoion110tlo 
oom os melhores atendimentos d!i 
região, no ramo rlo abastecimento 
de iro.salina, lubrlflcsntes, e óleo die­ 
sel ( 400 litros por ooni.:iumldor), 
Inclusive com serviços de lo.vsgem, 
lubrlfloaçrio e troca de óleo. 
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m naolu ou t• 1111>-.1l'l'nto, ,Jtr,•t m ntt> c,u 
ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct! 
empregado, 
locJtspeu~tiv1•l ª"' f<t"l'.{Ulnt f'I r II rl• - 
r«tteas'pra enquadramento como Em­ 
prgador Rural. 
a) Ser pessoa fila ou jnrtdica O 
emprP~udor rurul 1 ,cl rn c,pl, rnr a al· 
vldude rurul pi-.,•odin••n{', 1·1111,1 p, ,-..o 1 
fislca, ou como pessoa jurihtca. Ito é, 
oonstlíul<lo rn flOt!lP1h 1,• Hrt01111ua, ou 
em tiocledadl' por <]llot11~ d<' r,· ,pont-a· 
bllldodtJ liwltad,, 011 lllm!t-.• fo l'U 11>111 
ooodomlulo. 
Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo 
seja rural» a emprensas ser rural, 
ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i - 
nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,; 
para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como 
rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que 
Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por 
ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco. 
b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O 
empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro­ 
prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural, 
desdo que as explore, que se encontre 
à frente do aegó::lo, que corra os ri'!· 
ooa do empreendimento, terú a condlç:ío 
de empregador. 
Assim o arrendatário, o U6ufrutá­ 
rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl• 
param ao proprlettirlo rur!ll para os e­ 
feitos da legisl::i.oão trabalhista. 
e) Fazer a explorução em carater 
permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre 
gador rural tnoto o que explora a terra 
ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma. 
nente quanto aquele que o faz em ca­ 
rater temporário. como, por exemplo, a 
pessoa que arrenda, por prazo deterrni· 
nado, certa gleba de terra para planlü.· 
ção a curto prazo, ou aquele que em­ 
preita s execução de determinado ser­ 
vtço ligado á agricultura ou pecuária. 
Assim, embora a exploração s~ja 
feita em caratcr temporário, o arrenda 
tário, o empreiteiro titc. serão responsá 
vds por todos empregados que admiti 
roo,. 
d) Ft1zer a exploração diretamente 
ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa 
racterlza a figura do ernpregactcr rural 
a circunstanciu da exploração ser exer 
olda iorliretameote através de presposto 
o que é comum nas socledade:3 anôal 
mas, por quctas, etc. 
Empregador será sempre uquele 
que assu.ne os riscos do emprendimento 
e n!io o preposto, que é apenas um man 
datário. um administrador, que executa 
as ordens de quem o contratou. 
e) Com auxilio0 cje empregados - 
O revogado Estatuto do Trnba:hndor 
Rural, deixou bem claro que só ertará 
sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro­ 
prietário rural que tiver empregddo H. 
seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem 
Empregador ou 
,ort zl 
Patrão 
foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •, 
QUEM É EMPREGADO HT'TAL' 
Entre s dttieuldad que npre 
tentam ao t pregado es rurals par a 
aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma 
d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1
1 1 d 
h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1 
devem ser oouidrados «empregados», 
pol hà um grade número de p «sona 
qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde 
ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e 
enqudrm como empregadores. 
Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU· 
hallt1Hlor rurul, que (
1 t11ll11 n pc :-cJ.1 
que trabalha em erviço lado à !,,vou· 
ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP• 
l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural 
que é aquele que trabalha nus moamas 
Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato 
du tro.bnlho" 
Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul 
como to<ia u, pc!b0U fblr11 que, rm pro 
prlcdado rnral ou 1,1róctlo r(1 tloo, pre•tn 
serviço~ do notu1 ez 1 nilo ovontuu! no 
empngador rural sob n depcndõnc!n 
deste e rnodlunte s:ilôrlo,. 
AI ei;Ul.o, pois, dArtntdo~ 011 ele­ 
mentos carocterlzodores do empregado 
rural: 
a) Depcnrl~oc!u: - O omproJ{Udo 
rural ~em que 6er nc:cellsúrlnrneute de­ 
pendente hierárquico do c•mpregudor, 
deve elo <,stur subordinado, lslo é, obrl• 
gudo a cumprir suus ordt-n~, polfl sem 
dependência oâo podo existir rrloci'io de 
emprego, r.on!orme prloclplo báElco da 
lfglE!açâo de trnb':llho brasllelro. 
b) Serviço permanE>ote: - ) e­ 
pregado ~ural devo prestar serviços per­ 
mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo 
o trabalhador eventual. 
c} - Salário: - O emprl::'gado é, 
obrigatóriamente, um assal11rlado seja 
mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta, 
podendo suu remuneração Aer p':lga to­ 
talmente em dinheiro, ou parle em dt­ 
nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um 
forriecirnento de casa, de allmenlação, etc 
sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo 
em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va­ 
lor do saliírlo mínimo. 
d) Pre;;taçã? de serviços a empre­ 
gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen­ 
cial, pois se coexistirem os três eln,men­ 
tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho 
pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi­ 
ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural 
- o trabalhador não terá qualidade de 
empreg11do rural. 
Devemos salientar que se o tra­ 
balhador executa serviços que, pelG ;;ua 
natureza, é rural como por exemplo, 
cuidar de uma horta, não terá ele a 
qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a 
empresa, à quai preste serviços, oúo for 
rural, ·mas explornr únicamente ativida­ 
de industrial ou comercial, como um 
hotel, uma fábrica, Etc. 
Se, porém, o trabalhador prastnr 
CA )N 
Rural? 
,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: : 
. t rurl, era con Ide ado 
r tural para os efeitea trab 
0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l 
da ativldado deseuolvda, pela ampresa 
p.1rit careterbelo do empregado 0omo 
1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1
1!1• •IXl'C 1d l. 
c.Ju:I l' udA,ll'I 1• 
-.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri 
. c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc () 
llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o 
J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X 
plora na repectiva tl idade rural. 'T'n 
to é rurícola quem trabalha numa faz+n 
da pertencenta a um plantndor do Oa, 
qlll nto possui usina para a Indui lrlnll 
zução do produto, como o que ex/ee 
as atividude preft tonal na lavoura 
canvleiri da empresa produtora d 
uçicar». 
Dr, Anlon!o <iM .~l'RII JJlohof11 
!)Jr. Ot•p. .1 urfdlco 
PA:1: fJL 
Cakário Bonito Ltdo., 
C LB 
todola: bonito a Jardim • Km 6 -. Foro+inho 
E.rrlt6rio: /lv. A(oruo Pena, 16o. C. Grande S 
Es!!ritlirio C<.;11lrJl. !.· tJrH•~ :;•.J ii 1 1 - {, l;l .38 ."> 
Av. W oirar Tarre», '7}6 • Fonrs 42]5430 e 
'lll-51:lt 
ltepresentante em. Marajá, hio Brilhante, t€ 
Puutu l'urõ ~ ,1,trr,f!'lrJtJ,.1 
De Ml9uol Lanxlllott-1 o FIiho 
Vidros, Ferros, Aparelhos Sanitários 
Tnbo3 g11h·uni:wdos, pla,li.c<:a, 'Iiar.,11 
!:JombaY parn ~gu11, etc·• 
J:luo Augusto Mascarenhas 509 - feue 13 
Aquidtrnana - )foto Groa5o co 
Dr. José ·Atanc;mio Neto ' 
- ADVOGADO 
O.AB - MS - 1579 
A Hnida Duque de Caxias - ·reo 
Cx. Postrrl - 31 - J rdio -~ 
POIO AO 
GOVERNO 
O deput.do Aleldeo 
Fr ·nal«eto (PS SP) ape 
1011 ao, llh•lllhro, (l 
() p1'11('( O p,I ra que a] IA 
c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft 
queirado venaer 0s 
oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr• 
enb que, eundo ele, 
n, o e resolvem Ó í'Olll 
t utento, As olu 
ç0e adotadas ató ll{O 
ra - dl se • JIOdilltl n o 
/r as desa j vls, ma 
eto li ll)aclll IIUIUII 
coerónaia qu irá pro 
,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l .. 
vido tempo. 
Intenções 
oltorad,as 
,o i!l 111 !tu u foltl 
d 0onflung na rea!lza 
ç.0 de elufçõe dir tas 
para govern .dor OUI 
1982, o deputado Ana­ 
deu Geara (PMDB PR) 
h•mbt•t)U (U<l propo. lllfl 
e promes 118 lllflo muit1u, 
"ou ustomo:i can1ado1 
d comprovar que as 
Intenções manifestadas 
•lt J:"cluçUo uoit ponto, 
b(111lcol! du oaminhudn 
domuoertlea áo slste­ 
wt.1tioum •.11to nllcradoa''. 
P RTIDOS 
POLtTICOS 
Ao lameotur o que 
c!all_Uioou como "UB&a&• 
sloul.o"' do exlloto Mo 
vJmento Demeicrútlco 
f::Sru.síJc;rn, o deputa.io 
Aldo Fagundes (PMDB­ 
RS) criticou a. eh,m.rl­ 
d.de dos purtiào.s poli 
!icos no Bruil qu!l, 
"pesar de se constituí 
rem na essência da de 
rnocr'lcla repre;entati­ 
V'.i", mm mádta de vida 
do up .nas 20 anos". 
. 
vm 
Na "Ferrais" voes encontra tudo µara ma construção, como Telhas, Lajotas Colooic.is, Ti.::ilas, Az.ul2jos, cimento, ca.J., 
FERRAMJS O Jeitinho Amigo de Con:;~r..:ir 
FE.RR MIS 
Entre·gamos a Domicílio 
Rua llarechnl ~allet 1020, 
Aquidauana 
Telefones: 1693 e 1006 
:19.io Gr.ouo de lal

.. ' 
mel Vi 
"...E MORTE DE CRUZ'' fll.!PEN E 2.8 
Fxmalmnndo ns Sngrada leerltu. 
r, tneontramo o retro, bem dota. 
lhdo, do sofrimento do Senhor Je+is, 
que @ul/nau 0ot +tu Iorle num cruz. 
h, que vem newr cruz? um rei cruel 
fendo Ir, e ma! do que Isso, obro a 
INDICA.DOR 
Dr. F'iori Murano 
J f.llJCO 
Cun• ultórto 7 A 11 hs, • I 1) h 
lf'MtA1' (1 JNI'S PO!-l1'0 rrn SJUDR 
li l<llNHUHAL - 12 1» horu 
Dela Vi«i 	Mato Grovo do l 
Dr. José Wilson Bacque) 
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eh@a do ri, v IIlQII umn coro11 d(• r11 
plnlio produzludo dorr11mumunto dn nn 
ue; vemos ln Ia três histórico?prego% 
que werviram para prenr as mãos 08 
pé do T' ,, IJ/l ctuz; V('IIIOS nlndn, um 
letreiro que dlzla o eulnto "deu Nn- 
zareno Fel da Judeu" Joto 19:19. É 
do rio fJf't·guntar: BÓ vemoo lua ·º"· ~tuz 
de Jesns? NAo. Vemos, coisa" de pro un­ 
do «giricdo, ·oi» que no+,Ia!/%,,)" 
pocadofl dn raçu humana, do eu mo 
vmor do Ooue e sobre tudo, do único 
caminho quo Dou11 truQou ao homem, 
como mPlo de solvn9!10. VoJarnoa. Rm 
primeiro lugnr, vemo11 nu oruz, o onor· 
mo fardo doa p o c' do da raça 
humn o IJ r e oo o ro b r 0 
Jnocontos do HPI Orucmcndo. Vemos ali 
11 
JuAIIC(~ de Dous Imputando sobro o 
Soohor ,lesuo, o cnstlgo que 011 homens 
mereciam. Por ossn razl1o o Sonhor Je· 
ti sentlu o desnampro por pnrto de 
Deu,J qunado exolumou: "Dous meu 
Deus meu, porque mo dosamparasto"? 
MorooA 15:34. Em segundo lugar, vemos 
1111 cruz do J ,isua, n profunda o slgnlfl· 
cottvu mnnlfe~tnçllo do amor de Deus. 
Enoontramo!l nus páglnae dne Bscrlturae 
Oon, . .Av_ ouid" Moto Grouo. aso Fono 6296;15~ Sogradus, expressões que Deus prova 
Res. Fono 62441ltl, Cumpo Orundo ilb 
o seu amor aoo homens, do ndo o eon 
Filho Uulgenlto, para morrer em nooeo 
lugar. O Mestre, dialogando oom um 
certo senador, Nlcodomoe, as!lfm 110 ox- 
Dr. (jerson Novaes 
t;.uimara-1's prPSAOU "Porque Deus amou o mundo 
 i v de bnl maneira, que deu o eeu Filho 
Unlgonlto parn que. todo aquele que nele 
orê não poreçn mas tenha a viria eterna" 
João 3:t6, e o apóstolo Paulo esorenn 
do sua carta aos Romanos declarou o 
seguinte: "Deus prova o seu amor para 
conosco, em que Orlsto morreu por aós, 
sendo nós ainda pecadores" Romanos 
5:8. li flonlmente, em terceiro lugar, 
Porà vemoa na Cruz de Cristo, o UNI­ 
CO caminho pnru n s a l v a ç o 
da alma. Pedro, apóstolo, perante o 
Sinédrio, interrogado sobre um milagre 
que havia sido feito em nomo de Jesus, 
assim respondeu às autorldadrs "~ em 
nenhum outro nome há dado entre os 
homens. pelo qual devemos ser tialvos. 
Pedro falava de Jesus. Atos 4:12, €J 
431.201s flnulmente o propl'lo Jesus, a uma per­ 
gunt!:I. de Thomé, assim respondeu: ''Eu 
sou o Caminho, e a Verdade o a Vida, 
nlnguern vem ao Pai senlío por • Mim." 
J oiio 14:6. Que Deus ajude o ouro leitor 
a ver na cruz de Jesus, o que acabamos 
de afirmar. Amem. DV 
7a 
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Dr. Cclll0 M. Jrulrnlrl 
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i IBUNli DD FRONTEIRA 
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te lela Virfa 
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Os Impostos Pretllal 
o 'l'arrltorfol de 1.lt , 
Htlo à àlIpo111lcflo do 
contrll.>ulnto111, noll lla11. 
Cô8, o os pre,tuções te 
oo venclmeotos: 
t n Pre11taçl.o 
2.A ProoluçSo 
8.1! Prestuç11o 
30/06180 
30/08/80 
30/10/80 
Banco BrnslleJro do 
Descontos 8.A .• Nomes 
que lalclum com: 
A, B, C, D, E. J.<', G, H. 
Banco Financial S.A. 
Nomel!I que lutclam com: 
I, J, K, L, M, N. O, P, 
Q, R, S, T, L', V, W, X, 
Y, Z. 
Areenlo Loureiro 
Sotor do 'I'rlbutaç!io 
Oração ao 
Divino Espíri­ 
to Santo 
E1plrito Santo vocii que 
me e,clnrece tudo que ilui­ 
na todo oa cominhos para que 
eu ntiojn o meu ideal, você qne 
me] dá o dom divino <lc per­ 
doar e esquecer o mal que me 
fazem; e que todos os ins­ 
tantes de minha vida está CO• 
migo, eu quero neste curto diá­ 
logo, agrn<lecer-llic por tudo e 
confirmar mais urna vez, que 
eu nunca quero me separar 
de você por maior que seja n 
ilusão material nüo seró. o mf. 
nirno da vontnde que sinto 
de um dia estar com você e 
todoe oa meus irmãos nn glória 
Perpétua. Obrigada mais uma 
vez (o pessoa deverá fazer esta 
ornçào 3 dias seguidos sem 
fazer o pedido. Dentro de 3 
dine aerá nlcançndn n graçn 
por mais diflcil que seja) pu• 
blienr assim que receber ll 
grnçn· 
M. J. V. 
Predsa-se de 
. 
memnos para 
vender Jornal 
n 1 
t+ 
J>, 
I.J 
•( 
es 
j 
e 
1 
es 
ili 
) 
) 
Comercia ier Lida, 
Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica 
Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha 
lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604 
Estamos Mudando de Ramo. 
Ponta Porã

s 
PARA 
li 
PROX,IMA 
Cmpo Grande, MS • Devido 
ece ·f4ade de manter, impreterivelmea 
1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10 
Partido Demorttco Social do Estado 
p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn 
;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t, 
glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo 
MIrando coucelou a reunião om cu 
1HicrPtsrlucto. 
Este encontro, rr.:arcndo para o 
mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró 
xI emana, depois que o lovernador 
tvgrear de Brastli onde a lnr au 
convénlo com o MIntstrto do It ttor • 
para canalização do córrego "o 
drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro 
comprem!so de Marcelo M!r,ado ar 
uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11 
uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen­ 
ses que sero reebtdos pelo prelden 
pague luz e 
' 
agua de hospitais 
"Fica o Poder Executivo autortzn­ 
do a pagor as tarefas de gua e luz do8 
estabelecimentos que ª" dcdícem à 
as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado 
e que comprovem, no todo ou em parte 
gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui, 
estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto 
de Decreto Legislativo apresentando n 
Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car­ 
neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou 
P.arlumeuto Estadu1.l. 
''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala 
1 
MA A 
o Artigo Primeiro segundo Carnelro 
- sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta• 
ria de Snúdo do Estudo, modlunte 
eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo­ 
namento e prestação do ssletênefa a 
pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo 
la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno 
só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e 
bem como tncentlrnr o ntrodlmooto 
gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti­ 
tuições de assllltênda módlco·btGpltalar 
deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul. 
São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras 
e 300 pontos de venda e de assistência técnica 
Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson 
nesta Região, colocamos à dispos!qão dos amigos agricultc,res toda a 
nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso 
que tudos nós almejamos 
Apolinário Máquinas 
[ 
Agrícolas 
Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas, 
Eldorado, Antonio João, Caracol 
Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111 
e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica 
''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade 
l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to. 
) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú 
ereta,lado punas protelou a dleu 
a de varios amuuntot politleo-adninla 
lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d 
c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo 
tiovernador. A constltlçlo da chna 
p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn 
rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl 
ou 1.1 llor 1. 
ser lia 
t ;e H.,tltuint 
A transformação d 
Atual 'anate o t , 
s. bela Naeion! (Co 
tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1 
'li ,,•A de lHlth'r !li 
"btôleow", tol defendi. 
li pelo deputado Fran­ 
et ao Lbardonl (PMDB. 
~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•- 
prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn 
forme4o cle propôs 
qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110 
Congro projeto de 
lel ordln4ria liberalizan­ 
do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1 
«- cio "líltrHll,lll N donnl, 
reconhee ndo a Un/fio 
Nn~.lnual 1lll1 F .. lu<l,rn- 
teo, ret llll'rllltlO Jl 
11 11 1 plünll u1t,, <l dl 
trito dê JtllYt• 
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serviço d 
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ll01'.'HítNO 
Pura nós, rotnrln0, 0por- 
tunl1do# e»to a toda u prle, 
buerve o defctente fj4eos ou 
mntls, os em pro[tio, ai pobre 
e faminto do mundo intv iro te o. 
doentes, O tmpo flllt• li lllll>, {) 1l'H 
ervlr àqueles que preelta de nós 
poder er o mwum no ct 1:1 !Vo li J() 
tôment n lu del, coto 1'1111 
he111 t1,1 rw- .. 11. 
kolt KIrh 
pro11lrlf'nlt· rlt• ltnt, y lttlt etoul 
LI PO llTA;1.'lT 
'Todo e qualquer compunhet1'o 
lporlut, roua detenda e o 
sltb lo do Hotat, csdt totv«rlano 
trabalha pura que u ora runde 
ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'. 
REUNIÃO 
Reunião reallzad sexta feira 
pp coutou cvm I prr!-!'111,,a <lu ollpO 
do companheiro Carlos Alberto 
(prC!'itl,
1111t
1
) Dru /znlóu; da srltit 
Helen 1 fuuclonárlu tio Hospltnl S. 
Vtwete de Paul, Cvlnt•ITiôl',tDclO u 
8eu universarlo nesta data, do Fel 
nuldo (eupre copuleiro) e do 
jovem 1-'t:dro 11 nriquc, filbo do 
comµ1.rnhctro Pcdl'O. 
ROTA RI ANO: 
Prostumo& um serviço à nossa 
comuuldad() qunujo , en •ontrawos 
tempo parn pnrtlcipar dt1' crlhçfio de 
eriços em pról tos jovens, dos 
lllO!lO~, dü!J luvhlidos e dos uecesl 
tudos. 
HEGlSTHO 
Hrglslt·ümos as pro enças doo 
companhetros Carlos Alberto, Ivun, 
uleimn, Nestor, Ivutdo, Genil, 
PN0111H. Hulrnrvul, Joac Gurnldo, 
,1o!iv, lfortúncio, _.lumno, Hazzano e 
l<'eroauúu. • 
SJl D:Ç.ÍO 
O coro;rnnbeiro Feruundo e,ou 
dou a srtta l:I~leua, eofoc•rndo o seu 
trabalho, a su:.1 derlicnçílo, desejando 
que a mesmas continue u truballur 
com o mesmo empenho e reponsa 
bilida de. 
DEBATE : 
Foram debatidos vários nsAun 
tos, entre 011 qu:i.is o probleurn da 
cadeia pública, com o companheiro 
Jvuldo eofocundo o carátec de ur 
gêaciu nu solução do probleru. O 
companheiro Ivan disse que u Rotary 
já. cumpriu com wc1 obriguçfo, e o 
assunto agora passa a ser respopsa 
bUldude do Estado. 
O compnnheir:i :'11urnno oilo 
co:cortou comn tu! afimrsço, drzen 
do que nós devemos continuar lu 
tudo pela reforms e ampliação da 
cadeia pública. Ivaldo disse que vai 
couliuar estilizado as uutorida 
des utrr.véa d8 !rnprcusa e de ('()U 
ta tos com deputados stdual, 
8EDl•: PRÓPHli 
0 companhelro Ivaldo uerlu 
tambem que o Hotary etude umu 
e+ltatêgia de çao vindo n con 
tt uç w ,1n. 1-H•de prôprln, 1ltlf4ttnto 
, 1,(or1L<l11 nu. rc•unlAo com o gover 
ndor Ferntto 'Torres, Para o 
pretdnte Carlos Alberto' é um 
ve l 11 0 0 11 h o, u m r n n d o 
rt ,, ,, ,l r I o (' 11/J!I Cl!lll/lllrl
1
mnA 
() 11!11llnlO com o,1rlnho." Dlll!IO 
ainda qui procurou saber' e fl 
Prefeitura possul lum terreno 
qul' p,,cll'l'fl ,wr doucJo ao llOTARY, 
vdo n resposta negativa, mas Isto 
no no wmoreee e vamo lutr 
pata eoneretlzgão do velho sonho 
dos rotarlnos belvlstenses. 
,USENCIA 
l111llo ~rnlldn n nur;êncln do 
outros companholros. pois u frequ~n 
c:ln do tudoa ó fator lmportonte pum 
o deseu,·olvlmeato doR lral.Jullrns. 
MENS,LlDADE 
Multns discussões u repelto do 
oumonlo dos meusolldades, várias 
sugestões foram apresentadas. Na 
próxlmu rounlilo, 11 ser reallzadu 
Pexta felm na resldenolu do presl 
donlt!, o UtJF.uoto será debatido. 
Pedimos o oompareclmento de todos 
os compoubelros. 
PROTOCOLO 
O protocolo Ivan Marques, BflU 
ci ou todo e os pretientos, elogiando o 
trnbolho quo esta colun11 vem re 
Jtzaudo nu dlvulguç/io das renllzaçõeo 
do clube. Leu uma m& té11
1a inserida 
u ePRe respeito nu revista BRASIL 
ROTARIO, de junho. 
ROTARY, LhBORATÓRIO 
DE IDEIAS 
O Rotary Club, em Bela Vis 
ta, niio é apenas um clube empe­ 
nlrndo em usslstír os mais ncces­ 
sltudoti e oolnborar para soluções dos 
problemas mais urg .. ntes. A área de 
otusçüo do ROTARY, em nosfla ol­ 
tiade, sem fugir à tlUI. filosofia prlo 
cipul, é II'&is um centro irradiador 
de idéius, um verdadeiro laborató 
r!o de 1déiss. Devido ser Bela Vista 
uma cidade pequeun. e de portícu­ 
Iaridades especiais, o papel de RO· 
TARY ns sociedude exig-e uma atua 
çuo mais prvfuudo. a nível de par 
thlipução. Isto é uma imposlç!io da 
própria dinamica do melo t1m que 
vlvemo!l. Desvinculado da política. 
mas às vezes. obt'igodo a usttr a 
político µara atingir os seus objeti 
vos, o Rotary está cada vez mais, 
propenso u assumir, de fato, as ta 
refas e as uissões que o povo exi 
g a todo instante. 
O importante, o mais importao 
te, nete contaxtc,. é que o ROTARY 
nllo é uma pfl-soa, não é um inàí­ 
víduc,, e a n;~1 respeito lembramos 
as palavra de Rol! KIrlch, ,p%% 
dente do í1, "o rotar«no, Id"!""; 
nlmente, não et capacitado 
vir inteiramente se Ignorar " , 
gr:rn O Oll prlrrolplos li!'.lolco►1 de 
tary". 	Rolt 
Flrinllzuodo, oloda -:om "º , 
Oumpo Urunclo, MS • O secro· 
tál'lo Suulo Qul:ll'ÓZ, dú Dcsenvolvl­ 
menro fü:onômloo, 11flrmo11 dia 10 PP 
que nllo Llà u~nhuma lntençllo, du 
parto do Governo Fedurnl, e1~ cslu· 
b2leeer o confisco pura a to[u 0u 
qunlt;quer outros coreul!l que vcollum 
u oer exportudos. 
Segundo o secretório o que 
exlHte ó "urno preocupução dns 
uutorldud~s do setor dn agrlculturn 
eru garunllr o ubasteclmeoto do 
mercudo interno, de forma que não 
huju a ncccssirlndc de !mportuções 
posteriores, prlnclpalme1Jte no que 
diz respeito à soja'. 
O presldent' da f.ederoçúo da 
Agricultura do ~foto Grosso do Sul - 
Famasul ., Sylvlo /mudo. que anun­ 
oluu u.:nn r e u n i il. o do de­ 
partamento de ugrlcultura du e11tl· 
dado quando será anulhmdu a nova 
politlca do Governo Feaerul COlll 
relnção 110 setor dltia11 que "s9 nllo 
houver confisco, nfio ternos com o 
r 
Saulo Queiroz garante: "não ha nen 
intenção de se estabelecer confisco''.!º;' 
ro:-to 
que nos preocupar". exl,t 
Para Sylvlo Amado, o lmpt mi-nc 
tante é 'que, quulquer que sejn F I e 
medida tomada venha benctlclnr I m 
produtor sul-routogrossooso. A re com 
u!úo do Depnrtnmento rio Agrlcultu1 a 1 
da Famasul tem exatnmento a fln1 
llrludo de uoallsar os beneffclos qu 
possam vir com esta medida. 
J A o secrct{nlo Queiróz, gani 
tlu que "o confisco, como algnt 
eotendcrum, não passa de uma !ll1 
dldu do Governo Federal com vlst 
a dl~clploar a quanHdade o o qc 
pode ou não ser exporlftdo no nc 
que vem, no setor de grüos". 
Dlose oloda que "tudo Isso I mio 
deve ao fato de que as exporlador1 le 
começam a efetuar seus contratt bal 
de. veôda, notecipndomente, olé mi 'e,pl 
mo já durante o plantio, o que f do 
com qut-1 o Governo Federal ante1 fa7, 
pe tarnbem os medidas para gim está 
tlr o produto na mesa do consuc e esI 
dor brasileiro". 	a 
Kal 
ad. 
Acumulacão , 
logo 
de 
no 
Campo Grande - O Conselho 
de Recursos Administrativos dos 
Servidcres do Estudo - CRASE - :1S 
preten0e elfmlnnr todas as acumula­ 
ções do cargos por servtdore~ do 
E:;tado, atendendo ao d~creto lei nº 
SGS, de 23 de setembro último, bai· 
xudo pelo Governador Marcelo Ml­ 
rnnda. 
O presidente do Crase, João 
Perelrn da Silva, disse que o órgão 
vem atendendo diariamente, na tiUO 
secretaria, u muls de uma dezena 
de caso de acumulação. No momen­ 
to existem mais dci 100 jli. pro,:essa­ 
ctos; que deverão estc.r concluidC1s 
até o final do ano. 
Para que os traoolh0 .. de es­ 
tudos e os julgamentos não sejam 
retardados, com prejuizo para os 
interessados e Inclusive pum o pró­ 
prio Estado. o secretário de Admi· 
oistrnção, Voldir rios :::iantos Perei­ 
ra, acaha de colocar a d/sp0siçilo 
do CrnsEc m,ds três funcionários, 
além de maquiários, móveis e ute- 
o melhor forma de utlllzurmos +, 
80 tt-'WDO 6 111:rvlndo. O torupo cr.i­ 
utlll,;amc,o orn ervir beetleía tpyditu» 
to a aóe ru amo& como uqu : -­ 
quem sorvlmos. 
Dar de sl antes d pensar , 
si 11110 é um icrol vuzlo. 
cargos 
Estado 
acaba 
sillos. 
"As denúncias que recebem 
são devidamente procest>adas e ai 
rada_s, de acordo com o disposto 1 
purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho 
686." Quulquer cldudüo poderá 1 que 
uunciar, por. escrito, n. existência o 1 
acumulação de. cargos, disse Jo! 
Pereira do S!lvu. 
Segundo ele, o sistema 
1 
apuração de acumulação de carg 
montudo pelo GoYerno Marcelo 1 
ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla 
Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I 
çi0 aos den is existentes em outr 
Estados brasileiros, ao ponto de 
secretários de .~dminl11tração 
Goiás e Mato Grosso no recet 
encontro de Secretários de Ad 
oistração do Centro-Oeste aqui I
1 
llzado ficarem entusiasmados colll 
sistema manifestando disposição 
implantar órgãos aemelhantes 
1 
seus repectivos Estados sendo 
até levaram cópias d~ ,oda Iegl! 
ção pertinente á matéria. 
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