--- 1 a d • altun llJrfr ~ ------------------------~-----~ ou Editor Chefe: uelt Iler e, 1d, ,'a dor que ria rso E LOJ Dando ooutl□ulddde á sua po­ lltlca de expu□sâo a ,T11rjfru Auto Pecas Inaugurou a suu lja em Bela Vistu, que atenderá tode a reglüo frootelrtçu. Srgundo o diretor da empresa, Lulz Ca:·los da Silva, "é noasa lnlenção, a curto prnzo, pre­ encher os vazios que existem no se­ tor, através cte urna politlca de a­ tendimento ba31:,i1da no baixo custo e na satisfação integral do cliente". Jardim Auto Peças é uma l:'IDprese. tmdl0lonul uo r11mo. há mais de aez anos atendendo us populações de Jardim, Gula Lopes. Nloaque o Bo· oito. Agora a etapresa passa u a· tender o mercado fronteiriço. Na verd!l.de, o oomerclo bela· E G vtatensc ao rei;sootla de mais opçõe!J ao setor, o com aberturn destu lojt~ o8 usuários poderão encontrar pçus pnru qualquer tipo de veiculo u preço de So Paulo. A loja está l­ tubda a rua SelJUstt!:lo O. ao Rego, ao Serglo Medeiros, o cronista du fronteira, volta e volta falando em engulço. Para o Serglc, "hoje cm d!u a honestidade é a última uo!so. lnJo do Ciubf• E,iporUvo P,eJavl:.;t n- 80. Vt,dlo a Jdim Auto Peças e comprove u qualldade o preço de»t: empresa que velo beneftelr o comércio fronteiriço. que se espera de alguém". E el laia sobro a ponte que cnlu, o fH'1'• feito e o ''rio Reco", [,olri P.ng11lço, pâglnu 2. Saul d Ou ,r l aornnt : ha n· m int ,nçao li íllO stabl .. cor confisco'' O deputado Vn!t r Carneiro 1 1 1 {Ili i ~ui l l to,:ro ... , n1 .i. apresentou projeto na Assemblét ftado pare pagar s contas de o deputado "a medida vln mintmlar estabelecendo que o Governo do luz e guna dos hospttals. Segundo us despesas dos sacrificados hospl Colono /Agropecuária Quem ó o empregador ou Pa. trio Rural'? Este artigo respondi a pergunta. É de autorla do Dr Anto­ nio de )enus Btehofe, da Famasul (ptglll' 3) otarv é Huticia O Rotary Clube de Bola Vlata e tá empenhsdo m dlversus c m· panhas uo mnnldplo. O R,1tury pak­ sa a vver os problemas belavfiten­ +eu. Lela a coluna e "sinta" os ro­ tarianos tab.lhando em pról da comutdade. (Ultima página) Leonel Brizola e .S jos e Quero dirigir esta menr,iagem o. todot1 os meus companheiros de partido. Sinto-me profun,iamente feliz por verificar que a causa do fraba lhismo denocrático, que se desen volve no pais, lmpirada na obra so cial do inesquecível Getúlio Vargas. ressurge agora com d nova sigla e a nova bani.leira do PDT (Partirto Democrático Trabalhish:1). O Trabalhismo é justamente a doutrina política dos homens e mulheres que cultivam o trabelhc, s ~ncootram no trabalho os funda mantos para o progresso humano e social. . Nós, fiéis aos valores que cultivamos no pas:oado, procuramoti nos Inspirar numa proposta política que se njuste a nossa relidade, que seja um encontro com o nosso futuro, os marcos de uma sociedade nova para e:ote país, que tem tudo para ser uma grande nução, e nu entanto tem hoje a realidade que não nos conformamos. Propomo!J um 11rograma que venha a ser antagonismo a tudo que se fez de desmandos DEót!les quinze anos. não penas quanto às nossas liberdades e à convivência fraternal que deve existir, mas espe­ cialmente que venha a livrar o puís doEgrau de c'ependênclas II qne fo! submetido, com impasses, crises, de que não subemos quando e como sair. Sejamos capazes de construir um desenvol vlmento voltado para o ser humano, e nilo insistir neesn economia que parece um mito do soluçces que nunca iremos a lin­ gl:-, pois quuuto mas crescemoe economicamente, mais trabalharem os bra6llelros, maio grupos econômi coa internuclonals nos ccntrolam, e mo.Is perdemos a capacidade de decisão. Esse progresso ecociômico que aí está, nos torna mais subdesenvol­ vldoo;, torna a ge!'.;.~ralldade do povo mais pobre e cqrent:, decretando este contexto de abandono, de desgraça, sobre crianças, juventude e idosos, m-arglnalizartios completa­ mente. numa 11ub-vida. E com tudo isto que não n0 conformamos. Ê Incrível mesmo, que um país como o Brasil, que tem tudo, país rlco, pais verde, país de sol, !avorável à 1,xistênci1.1 humana, tenha den~ro tle suas fronteiras, milhões de pessoas nessa sltuação. Queremos llbt:rdade, partici­ pação e justiça para o trabalhador, Isto é o trabalhismo, caminho para uma nova sociedade. Queremos um Brasil para os brasileiros e não para as grandes empresas, para s m i n o ri a s p r i v i 1 e g i a d a s e nem para os ipte r e ss e s internacionais Isto é o trabalhismo que o PDT pretende dE:fender, numa lula i-t!-oéw iolciada. Somos um movim<:nto político e soolal marcado pelo destino. A· rendemos muito com as derrotas que sofremos, com os nossos insu­ cessos, mas tumbem com as questões corretas que formulamos. Aprendo­ mos muUo ní polo muodo, quando nus Impediram de viver no urasil. Hoje, estamos em nondiçõoa de formular um programa, seguir uma prática polítlcn, organizar um partiao que será a espinho dor!lal do mc,vlrnenlo, e que vaí aer o grande Instrumento de no a ento slmnples e humilde, do povo trnba­ lbaaor para decidir o seu próprio destino e os destinos da pátrla brasífaira. S E OS Al - M FRONTEIRAS Amambai IV, 9 DE NOVEMBRO DE 1980 Prornryção: Pref. Mun. Arnarnbal - Adrn. Nestor Silvestre Tagliari Câmara '.íuoicip.al de Vereadores Gov. Jlarce!o ~ilranda Pe.rt!ctpaçi!.c,: Gualra- PR. 1 . Salto del Gualra • Paraguay, Mundo Novo • Eldorado, Jguate- j mi Cup. Bado - Paraguay, Pota Porá - Pedro Juan Caballero - Pa 1 • ruguay, Bela Vista e Antonio João. C MULAÇÃO DE CARGO ACABA LOGO HO ESTADO ULTIMA PAGINA Certa ve havl um políil nlo IJ,, bonr,ln qu1111lo II tllzlll J quo ontnt va Ufll!1 t/ltíl (jlltdl,1 i ft: ('t 11 1'11• oruµulo111ni•·nlt, F ,, r.I,, (.)11 r rl11. r, 1. o 11IJ)l•fll!II lJ u,, dt f!l'l/ 1ac•lt1. 11:u1Jn rn11l11 porque hoje m dia honestidndo última e»ln que e prr de lguém. O prefeito de umn cld«do fim {IP llnllfl 1'11 ,wor, e politieo admirável e dtltdo por seus Inenantvel eleitores Tribuna da Fron •ira ( Fundado a 20/2/72 legitro no Cartório de 'Tit. e Doe, no 1066 .GC ME 012u1/40001 90 111•,, 1:,1. J.ill)l;•IIJ l'clllur • Chtl" • 1 < - .. ··-·-·--·· rS 1200,00 "Os concei101 cmi1J;to, cm cnigos indo não exprimtm, necesrlnmente, oplnilo do jonrnl. F'urdidor e Di tor Responsavel lvu1do l'erflra, r lb mo11trc,11 uinll ponto. - Olhf' -ord•'JHlU o prefrllo. .. Jn oll1d, ( 1111111 ponto d mruJ •ll't »obr um rlo co, ropondeu o polltlco ele!do e eleivel, que ·ra jo· ln! o flPu • Jlliill<'O. - Poli, r.ln1 111 .. 11<' o pr, feito com Ulll J)úlCO tlt· UJ)lCt'nhlfo, ó U/11 ponto. Mns O qur (U dc•N1!jflVfl f!UO Vtiílllfl tlXCO• Ióncla vluse era que a ponte wst em péstmo estndo, e todos nóa daqul do munlelplo dependemos deln, no há ou tr eatrdn pr so lr ou chegr u(ó r.qul. - AIJ ;;lm, l'lorrlu o pollllco, jn on­ t ndl, o ncnllor quor quo eu nrrunjo vurbtl para uma ponte nova obre este rio m,col ... - .'i.ml • 1M, tu ar ter per­ m naolu ou t• 1111>-.1l'l'nto, ,Jtr,•t m ntt> c,u ntruvé. do µ1 opo,-.luli e eurn .1uxil·o Ct! empregado, locJtspeu~tiv1•l ª"' f111 ooodomlulo. Desde q1e «o ol,jdo óu <'Xploraç.lo seja rural» a emprensas ser rural, ainda que constitutóa Pm "rril'd!ldl' i - nôolma ou quc,t,Hl dr. Nilo lmport:.;, pol,; para o enquactrnm1-nto da Pn:prr 1m como rurnl que Reja juridica ou fHcn. O que Importa é a natur,,rn ilu at!vlriartn por ela explorach ,~om objetivo PCOrH):nlco. b) Ser ou ntio 11er proorlel~tfo - O empregador rurnl pocte sPr ou nllo, pro­ prletãrlo da terra ou da lodulllrlu rural, desdo que as explore, que se encontre à frente do aegó::lo, que corra os ri'!· ooa do empreendimento, terú a condlç:ío de empregador. Assim o arrendatário, o U6ufrutá­ rlo, o empreiteiro, o possuidor, se equl• param ao proprlettirlo rur!ll para os e­ feitos da legisl::i.oão trabalhista. e) Fazer a explorução em carater permaoeote ou t.m1porárlo - ~ empre gador rural tnoto o que explora a terra ou a lndu!ltrla rurol em cHater pcrma. nente quanto aquele que o faz em ca­ rater temporário. como, por exemplo, a pessoa que arrenda, por prazo deterrni· nado, certa gleba de terra para planlü.· ção a curto prazo, ou aquele que em­ preita s execução de determinado ser­ vtço ligado á agricultura ou pecuária. Assim, embora a exploração s~ja feita em caratcr temporário, o arrenda tário, o empreiteiro titc. serão responsá vds por todos empregados que admiti roo,. d) Ft1zer a exploração diretamente ou atravé8 de prepostos - t-;ào desoa racterlza a figura do ernpregactcr rural a circunstanciu da exploração ser exer olda iorliretameote através de presposto o que é comum nas socledade:3 anôal mas, por quctas, etc. Empregador será sempre uquele que assu.ne os riscos do emprendimento e n!io o preposto, que é apenas um man datário. um administrador, que executa as ordens de quem o contratou. e) Com auxilio0 cje empregados - O revogado Estatuto do Trnba:hndor Rural, deixou bem claro que só ertará sujeito as disposições leg11i6 í!quele pro­ prietário rural que tiver empregddo H. seu serviço, deflni~úo esrn, que tombem Empregador ou ,ort zl Patrão foi ac:it. da µ l legtlço vi. nt •, QUEM É EMPREGADO HT'TAL' Entre s dttieuldad que npre tentam ao t pregado es rurals par a aplicaçt.o da let»laçl.o trabu!hl ta uma d l!ô t!HII" NÍ't!n11, <:>, 1''.l'!!1lHt'nt1 1 1 d h ·r qu:1111 Ot! trnb 1Jll. tllir,•. rur,1I qu 1 devem ser oouidrados «empregados», pol hà um grade número de p «sona qu •. • mbor trablh u(!o , m tividnde ltg9da lavoura ou peeur[a, ío ,e enqudrm como empregadores. Jlli, UlillW quo dltHl!J~lllr l'lllr( ltU· hallt1Hlor rurul, que ( 1 t11ll11 n pc :-cJ.1 que trabalha em erviço lado à !,,vou· ru, pocu/riu ou ludú!!lrl11 rurnl, "H'Ul rP• l,ição itu rmprc·go~, :.i u mprl'f(ndo rural que é aquele que trabalha nus moamas Htivldadt•R, mus !'Uj<'lto a um contrato du tro.bnlho" Conceltu11mos o «Er..,prc..1~11do Rurul como toote: - ) e­ pregado ~ural devo prestar serviços per­ mnneates, nüo podendo ser cooc;lderudo o trabalhador eventual. c} - Salário: - O emprl::'gado é, obrigatóriamente, um assal11rlado seja mensalltltu, tarefeiro, dlulstd ou lloriflta, podendo suu remuneração Aer p':lga to­ talmente em dinheiro, ou parle em dt­ nb.eiro e partP. "lo n:-ituru", Isto é, um forriecirnento de casa, de allmenlação, etc sendo toaavla, obrigatório o p':lgamenlo em dinheiro de pelo menos, 3Uº,o do va­ lor do saliírlo mínimo. d) Pre;;taçã? de serviços a empre­ gador rural: - fü;i;a condiçüo é essen­ cial, pois se coexistirem os três eln,men­ tos acima reYerld or,.depeIJdêucia, trabalho pl'rmanenta e salário - mas se o se&vi­ ço não foi pt'estado a empreg1:1dor rural - o trabalhador não terá qualidade de empreg11do rural. Devemos salientar que se o tra­ balhador executa serviços que, pelG ;;ua natureza, é rural como por exemplo, cuidar de uma horta, não terá ele a qualidade de um trabalhadc,>" rural aa a empresa, à quai preste serviços, oúo for rural, ·mas explornr únicamente ativida­ de industrial ou comercial, como um hotel, uma fábrica, Etc. Se, porém, o trabalhador prastnr CA )N Rural? ,h• l!1 (. l'I.( (ll 1•k!d 1 !: : . t rurl, era con Ide ado r tural para os efeitea trab 0 ljli' ln t, ,t .. ll 1,, ,, f t llllt,•, l da ativldado deseuolvda, pela ampresa p.1rit careterbelo do empregado 0omo 1 t1rJ 1 ,, . ruuc,'o IIJr 1 1!1• •IXl'C 1d l. c.Ju:I l' udA,ll'I 1• -.P,1u •o l!.1Jhirt p r, ., <'a1, i'lt ri . c1o (10 tr,1l1.dllll rur.ll. (j11' 1 j)l'lduc () llf.rkol.1 • il,·· th1, l11!111 lll:t!L"11,: o J•I 1 j ])1' na ft. Ir.,, Oll jut ii'kn, qllt' t•X plora na repectiva tl idade rural. 'T'n to é rurícola quem trabalha numa faz+n da pertencenta a um plantndor do Oa, qlll nto possui usina para a Indui lrlnll zução do produto, como o que ex/ee as atividude preft tonal na lavoura canvleiri da empresa produtora d uçicar». Dr, Anlon!o Av. W oirar Tarre», '7}6 • Fonrs 42]5430 e 'lll-51:lt ltepresentante em. Marajá, hio Brilhante, t€ Puutu l'urõ ~ ,1,trr,f!'lrJtJ,.1 De Ml9uol Lanxlllott-1 o FIiho Vidros, Ferros, Aparelhos Sanitários Tnbo3 g11h·uni:wdos, pla,li.c<:a, 'Iiar.,11 !:JombaY parn ~gu11, etc·• J:luo Augusto Mascarenhas 509 - feue 13 Aquidtrnana - )foto Groa5o co Dr. José ·Atanc;mio Neto ' - ADVOGADO O.AB - MS - 1579 A Hnida Duque de Caxias - ·reo Cx. Postrrl - 31 - J rdio -~ POIO AO GOVERNO O deput.do Aleldeo Fr ·nal«eto (PS SP) ape 1011 ao, llh•lllhro, (l () p1'11('( O p,I ra que a] IA c!••u II l'n• ilh•ut,• Ft queirado venaer 0s oi> t'lc11lo1-1 tia horn pr• enb que, eundo ele, n, o e resolvem Ó í'Olll t utento, As olu ç0e adotadas ató ll{O ra - dl se • JIOdilltl n o /r as desa j vls, ma eto li ll)aclll IIUIUII coerónaia qu irá pro ,111,'.h' 1<<'11~ fruto 110 ,l .. vido tempo. Intenções oltorad,as ,o i!l 111 !tu u foltl d 0onflung na rea!lza ç.0 de elufçõe dir tas para govern .dor OUI 1982, o deputado Ana­ deu Geara (PMDB PR) h•mbt•t)U (Uulnto111, noll lla11. Cô8, o os pre,tuções te oo venclmeotos: t n Pre11taçl.o 2.A ProoluçSo 8.1! Prestuç11o 30/06180 30/08/80 30/10/80 Banco BrnslleJro do Descontos 8.A .• Nomes que lalclum com: A, B, C, D, E. J.<', G, H. Banco Financial S.A. Nomel!I que lutclam com: I, J, K, L, M, N. O, P, Q, R, S, T, L', V, W, X, Y, Z. Areenlo Loureiro Sotor do 'I'rlbutaç!io Oração ao Divino Espíri­ to Santo E1plrito Santo vocii que me e,clnrece tudo que ilui­ na todo oa cominhos para que eu ntiojn o meu ideal, você qne me] dá o dom divino , I.J •( es j e 1 es ili ) ) Comercia ier Lida, Está liquidando todo seu material de estoque, mercadorias à preço de fábrica Secos e Molhados.Ferragens e 10Q1 artigos para a sua escolha lilna IIAMo.hal JfJlalue, 604 Estamos Mudando de Ramo. Ponta Porã s PARA li PROX,IMA Cmpo Grande, MS • Devido ece ·f4ade de manter, impreterivelmea 1,, uma rc unl!lu com ,,,. t11·h'g<1tlc ,10 Partido Demorttco Social do Estado p ,ru forlll,Jllwr· li ro1111litulçl10 <.l thrqrn ;~onrorrl!ul•• a rlc-tç/10 do IJlrUóllc, :t, glooul do purtlclo, o gov, ru·1dor ~lnrdlo MIrando coucelou a reunião om cu 1HicrPtsrlucto. Este encontro, rr.:arcndo para o mesmo priodo, trl urll11do r11r i a pró xI emana, depois que o lovernador tvgrear de Brastli onde a lnr au convénlo com o MIntstrto do It ttor • para canalização do córrego "o drng,1g,m cte otltoi,1 qn 11r'1 .. Outro comprem!so de Marcelo M!r,ado ar uu J>r,•11td(lncln da Hr 4ubll r. r1',1ni,11 uhado oi 3O prefeltos +ul matogrosen­ ses que sero reebtdos pelo prelden pague luz e ' agua de hospitais "Fica o Poder Executivo autortzn­ do a pagor as tarefas de gua e luz do8 estabelecimentos que ª" dcdícem à as;ilstO.oclu m{'dico-hoFpltlllar no E•tado e que comprovem, no todo ou em parte gratuldude de atenllJmento'·. ~ o qui, estabelece o Arllgo Primeiro do P1ojeto de Decreto Legislativo apresentando n Asaemblda. pPlo c1ep:it!!do WHlter Car­ neiro vlce-llder du PDS 9 do g"vproo ou P.arlumeuto Estadu1.l. ''0:i est1.bcleclmt:ntus de que trala 1 MA A o Artigo Primeiro segundo Carnelro - sorúo oudastrudos peronto à 8eorcta• ria de Snúdo do Estudo, modlunte eomprovlç!o de !'eu reglstro, fuoolo­ namento e prestação do ssletênefa a pesos desprovidns de reeunws•·. !'levo la ainda que elltn medldl!. objetivo, uno só rn l n I m I z a r us d o s p o a n e bem como tncentlrnr o ntrodlmooto gratuito a ludlgPntes que o.lguroúR . Insti­ tuições de assllltênda módlco·btGpltalar deseuvolvem em Mato Gros;w do S:ul. São 2:W.000 tratores agrícolas. 330.000 lmplementos, 10.000 crilhe!taóe!ras e 300 pontos de venda e de assistência técnica Na conrlição de Revendedores dos produtos Massey Ferguson nesta Região, colocamos à dispos!qão dos amigos agricultc,res toda a nossa expcr!êncla, parà que a Safra 80/81 constitua o suc,~sso que tudos nós almejamos Apolinário Máquinas [ Agrícolas Poata Porã, Amambal, Bela Vista, Mundo Novo, Iguateml, Seta Quedas, Eldorado, Antonio João, Caracol Neue mês de Outubro n AllA estará realizando uma campanha intensiva,de venda, de wâquin111 e peça;; assim como, informações e assist.ência técnica ''AMA" - Aumentanáo a pr-odut!vidade l .1 c<'h> l I tt,,t,, ,to. ) 11,11 .i !, nlo tl t llllito <'(lm ú ereta,lado punas protelou a dleu a de varios amuuntot politleo-adninla lt,1ll o, deutre eles relo.liznço d c•lrullú,ttv,·I, t'Olllll 1nu1H'lll':l o pr(lprfo tiovernador. A constltlçlo da chna p,ntl,., ria eta exlpzaela legal, plrnn rlll o µrnw par eu reratro, a Juatl ou 1.1 llor 1. ser lia t ;e H.,tltuint A transformação d Atual 'anate o t , s. bela Naeion! (Co tllulnt , • 111 a Jll½l tl 1 'li ,,•A de lHlth'r !li "btôleow", tol defendi. li pelo deputado Fran­ et ao Lbardonl (PMDB. ~('). l11 H1 ta •!Ili! pr•- prlttlÓl'i ,., llt' ti tr,rn forme4o cle propôs qtl 1 ) (]olfl'rlO l\'I~ 110 Congro projeto de lel ordln4ria liberalizan­ do 1111 lc'I, ,!< lmpt •n 1 «- cio "líltrHll,lll N donnl, reconhee ndo a Un/fio Nn~.lnual 1lll1 F .. lu, {) 1l'H ervlr àqueles que preelta de nós poder er o mwum no ct 1:1 !Vo li J() tôment n lu del, coto 1'1111 he111 t1,1 rw- .. 11. kolt KIrh pro11lrlf'nlt· rlt• ltnt, y lttlt etoul LI PO llTA;1.'lT 'Todo e qualquer compunhet1'o lporlut, roua detenda e o sltb lo do Hotat, csdt totv«rlano trabalha pura que u ora runde ori;i11niwvtlo lul1'!HllOlCJlllll fllUt'. REUNIÃO Reunião reallzad sexta feira pp coutou cvm I prr!-!'111,,a adas e ai rada_s, de acordo com o disposto 1 purtigrafo 3º do attlgo 18 do decri ho 686." Quulquer cldudüo poderá 1 que uunciar, por. escrito, n. existência o 1 acumulação de. cargos, disse Jo! Pereira do S!lvu. Segundo ele, o sistema 1 apuração de acumulação de carg montudo pelo GoYerno Marcelo 1 ronju, atravÉs dt:1 Seeretarla Arimlnii,trnção. é tão perfeito en I çi0 aos den is existentes em outr Estados brasileiros, ao ponto de secretários de .~dminl11tração Goiás e Mato Grosso no recet encontro de Secretários de Ad oistração do Centro-Oeste aqui I 1 llzado ficarem entusiasmados colll sistema manifestando disposição implantar órgãos aemelhantes 1 seus repectivos Estados sendo até levaram cópias d~ ,oda Iegl! ção pertinente á matéria. o [l proú teca, 6.a r COI pro Prl ptf ros , de t!o mi clr ac je! La o A co 1 ( 'HEF A $5$4 TE A Be Ed rir o Finar.eia! está ap!o a resolver os seus problemas, converse com o Gerente nit No Financial tudo é Resolvido na Hora. Ve'l dos Tome uma atitude inteligente abra uma conta no F11 AtJC1Al pror ---------------------,----~-----------------------------__;, _ •