ELA: A 
SOC,IEDADE 
Qu/!'erg !UI@Dezembro/d B	sa vista - Mate Grano 4o sul 
l SEMi, FITE EM BELA VISTI 
Alvaro Pereira 
r. Intensas movimentações estão 
correndo nesta cidade, visando a 
erigio e estruturaço do Partido 
J 
Popular. O advogado Serglo Peron 
dl e o publlcltárlo Alvaro Perc3lra, 
ligado uo depuh1do Leite Schlmldt, 
slo os principuls mentores dos8as 
movlmentaçõel!. P'lrondl, lrm!l.o do 
deputado fodernl Emlcllo Perondl, do 
RS, militando na comarca M. mais 
<le quatro 111101:1, considera o momeo 
to oportuno para o lançumento do 
PP em 9elu. Vista, phra ele "nossa 
cidade oferece grandes perspectiva8 
à criueo do Purtido Popular e lo 
seró. difícil a formação cl~ um dlre 
tório dinâmico, que reualrá grande 
parte dos lideres pol!Ucos bela. vis 
tenses". 
O pub)loltãrlo Alvaro Perel 
ra entrará em contuto com Leite 
Hchlmldt, &inda esta semana, con 
vldundo-o a vir Bela Vista para 
os necessãrlos entendimentos. Pe 
reira Informou que o vereador 
ldelfonso Pinheiro, do PMDB, logres 
aarà tambam no Pf> e que o p11.rU 
do poderá contar, ainda, com mala 
dois vereadores. " pois atualraente, 
o PDS niío oftorece condições para 
um trabalho positivo e a sua fllo-so­ 
fIa no coaduna com as aspirações 
populares", enfocando, ainda, " o 
descontentamento que existe entre 
as vérdadelras llderunças belavls• 
tenses, marginalizadas devido e 
atitudes precipitadas". 
Comenta-se tumbêm que ou 
tro advogado, Pedro Palmlt,rl, está 
proponso a ingressar no PP, na 
verdade. o Partido Popular podi;rA, 
a curto prazo, ser uma opção rel 
de poder • em Bela Vista. 
[7 
INA.MB JA APREENDEU QUASE 3 TONEL.ADAS DE PEIXE 
' 
Oampo Grande, - O INA!'tlB 
Iostltuto de Preservução e Coutrole 
Ambiental de Mato Gros110 do Sul 
- apreendeu nos últimos dez dias 
cerca de três toneladas de peixes, 
como resultado da intensa fiscaliza- 
i;illo que vem sendo feita pelo órgão 
no !)oriodo da Piracema, Iniciado a 
01 de novembro. 
A última apreensão foi feita na 
último final de semana, na barreira 
localizada na BR-262, nas proximl• 
] lile e ha 
te 
,, 
ri8 
s',' Ainda sobre os acontecimentos 
4 políticos de Mato Grosso do Sul, o 
e] Deputado Ruben Figueiró falando 
,dl· em Sessllo Conjunta do Congresso 
o! Nacional, teceu considerações a 
fllll respeito da participação do Profas­ 
dO· sor Heitor de Aquino nos episódios 
dize D do que ji estava parecendo 
uma Hbula, o assunto. 
Reportando-se a recente con- 
venção do PDS onde o Rlchileu da 
~ll· República voltou a toear na politlea 
" <le Mato Grosso do Sul, disse o 
81
• Parlamentar Figueiró: "que recebe­ 
/" de um repórter um escrito a 
respeito que, oom ns ressalvas devi 
e d 
•rte as, trnnsmitia ao Plenário sob o 
titulo "O Cabrito e o homem", dizia 
' 
0 esc.rito· 
"Foi' na Convecolio do Partido 
....- do Governo ou no Governo - oomo 
queiram. 
Festejo.do por todos, pois todos 
s Ieriama ouvilo e abraço-lo para 
r agarrar um pouco de seu Imenso 
O' Prestigio, para dele valerem se na 
R e P ú b l lo a d e h 0 ]- o 
ao {"0lessor Heltor Ferreira ditava se­ 
re o. crise de Mato Grosso do Sul. 
em 1978, nós indicamos para aan­ 
dldato a Senador biônico o ex • Se- 
.-- naier Hallvlo Coelho; mas diante 
!A reação do grupo do Senador 
aldanha Derzi, perdemos na on­ 
Veneto Paridri e Derzl voltou 
llo Senado. 
Acatamos a dciso senten­ 
lo, pois "boms cabrito não berra" ..• 
. AgoDp, demos, o troco, colocan• 
ct, o Pedrosstan no Governe do Es­ 
ado o grupo do Saldanha Derzi 
lo teve "o mesmo gesto nosso e 
ala do Partido. No têm IirIeZa 
Par(ld4ria, concliu o professor com 
11
111 BOJ;l'lso eaigmàtico. , 
E slaro que o repórter que a 
do ouviu foi auscultar a outra 
1 
l 
- 
parte contando antes, por dever 
profissional, as colocações feitas pe­ 
lo Professor. E a resposta velo ful­ 
minante: não somos cabritos, somos 
homens. 
E aduziram: na Convenção pa­ 
ra Se1mdor Indireto disputamos den­ 
tro das regras do jogo e ganhamos 
do Planalto. Naquele {lrocesso elei­ 
teral partidàrlo, todo o Partido dss 
oúpulas maiores ás bases menores, 
houve intensa partlêlpaQllo ào todos. 
Agora no "nUairo" da nomea. 
ç!io do Senhor Pedrosslnn nada disso 
Curso de inventário será realizado 
em 
houve. Com o Partido totalmente 
olvidado, os cabritos decidiram. E o· 
Pedrosslan é o Gove-rnador ... 
E acrescentaram: se a substi­ 
tuição fosse por um proce11eo parti. 
dario, com a audiência das lideran 
ças, terinmes que aceitar 8 escolha 
e a aceitaríamos. Mas assim como 
foi, de guela a baixo era impossivel 
ã nossa dfgnldade de Homens. 
A.f a Fàbula. 1 . 
Pelo visto, Mato Grsso do Sul 
eoutlnua na11 manchetas". 
Campo 
Campo Grande - Com o ob­ 
jetivo de cnpaolta.r elementos para 
trabalhar no iventárlo do patrimô­ 
nio histórico de Mato Grosso do 
Sul, a Governo do Estado, a.través 
da Seeretaria de Desenvolvimento 
Social, e a Universidade Federal 
de Mato Grosso do Sul estar~ pro­ 
movendo, nos dlni; 15, 16 e 17 de 
dezembro, um Curso de· Inventário 
nn Unlvornldade. 
O curso será leei<>naao para 
30 técnicos que fteurão responsa­ 
veis pelo inventário do Estado, e 
1:1erá ministrado pela coordenadora 
da Região Centro - Oeste âa Se­ 
cretaria de Patrimônio Histórleo e 
Artístico Nacional SPHAN Belmira 
F'ina.getv, e· pelo eoordenbdor da 
Regional de So Paulo d SPHAN, 
antonio Luiz DIas de Andrade. 
Durante o onrso serão debati­ 
dos vãrlos temas, entre eles a con­ 
celtuação do patrimcnio histórico, a 
reslização de experiêneias baea- 
Grande 
diss nos estudos feitos no Estado 
de Goiás, e ainda um levantamen­ 
to dos problemas de Mato Grosso 
do Sul referentes ao inventário do 
Pltrlmôuio. • 
IIS LEITDRES 
Este jornal não circula4 
no peciodo de 23 à 10 de janei­ 
ro de 1981, devido as férias 
coletivas de seus funcionários 
e a revisão t é e ni e a das 
máquinas impreseeras. 
Voltaremos a circular nor­ 
malmente após o dia 10. Os 
nos110s escritórios de Jardim, 
BoaUo e Porto Murtinho perma­ 
neoerlio abertos. 
A füillÇÃO 
dai:!es de Terenos, totalizando 600 
quilos de peixes "malhados". Os 
pescadores utilizaram rede e tarrofa, 
materiais proibidos pelo !NA MB, 
que também vetou, nesse perfodo, o 
uso do anzol de galho" 
PIRA OEMA 
No perlodo da Piracema, que 
val prolongar.se até o dfa 31. de 
Janeiro, o órgão de controle ambien­ 
tal do Estado liberou aos pescado­ 
res sõmeute a utilização dos caniços 
simples e de molinete e também a 
Unha de m!io. 	' 
Segundo Informações do 
diretor-presidente do lNAMB, Adone 
Collaço Sottovla, a f.lscalfzação será 
ainda mais Intensa no final do ano 
cem reforços em todas as barreiras, 
pois "nesse período o fluxo de pes­ 
cadores de outros Estados 11erã maior 
nos rios sul-matogrossenaes", 
Sergio Roberto Perondi 
CAUSAS CIVEIS 
DIREITO AG-RARIO - INVEN'lAIUOS 
ESCRJTOIUO 
Mascarenhas 
Bda Vsta 	MS 
Preço deste exemplar crS 10,0a 
COMUNICADO 
CASI DO PECUIRISTI 
Comunica a seus clientes que 
recebeu grande estoque de vaei­ 
nas Antaftosa. 
R. Duque de Caxias S/N 
Bela Vfsta·MS.

li- H PONTA DA faca 
Multa entoe lnda o lembra de 
quando o vovô Matlas, multo sereno, 
ll pua manelra de ter, dlse ao /· 
nas(elo: 
-- Moo fio: a pobreza num tá e. 
crlta nos astros, num é coisa do céus 
o multo menos dos home dos umbruls 
6 eolsa nossa Ivmo; é cola dos ho­ 
monll. 
- Pul vnlho, o mundo ó dor ior'Lc ; 
ó dos vlvos, Comigo 6 d1erente. 
O V<'lhu Mutl11~. l'lltílu fulou, o n 
liOU folar foi mú-lc:11 (Jill,1 Ch1•il'll Menluo: 
-- Flo, só a pz estrol, nu ponta 
da faca Clll/.1 o ml. Você uluda vul 
uceltar os cones!bs de +eu pal velho. 
Eduardo Gal ·uno. dantudor das 
Amnérlcas, dlz que ' no hi tfarces nem 
truques ns histórias das montanhns, 
dos vagões de trens, mu vida das vila8, 
Nilo hn pul11vi-uH cka,;". Penso quo con­ 
tur u hlstórlu cio ChPlru )leulno, de suu 
gente, de uus ulegrlus e de suas trls­ 
tezu, contar u históriu de nus1cio e 
do M1rné Pe!uquelro; do vovô Mallus 
e da n1:gra lr11ne é cuutor um pouco a 
história de nossa geule. Cheira Menino 
é u hl~tórln viva ª" uossn gente. De 
nossas paixões, derrolus lmullu11), vltô• 
Dr. Fiori Murano 1 
Ml!:OlCO. 
Consultório - 7 às 11 hs. • ô às 19 h.e 
IPEMAT e INPS POSTO DE SAUDB 
E FUNRURAL - 12 às 15 horus 
Dela Vhta 	Mnto Gro«o do Snl 
Dr. José Wilson ]acque~ 
rlt11' (po1,r;n11), é viver o dla a dlll ,:o 
homem comum. do homem que f, e o/lo 
daquele que aparenta Ser. 
«Nlo 6 Inútll cntar dor e 11 
beleza de tor nasoldo ntt Aroérlcn,», !117. 
o Eduardo, o tor naacldo cw Cheira 
Menino é ter nascldo n Amérlca do 
povo, 011 tmerlca do lndlo o do ebolo 
Ter nul'cldo no Cheira Menino é ter 
corrnc!Gnoln de ser POVO. 
g um pequeno mundo dentro de 
um mundo mr.tor, ull convivem es­ 
panhóis, mulalúB, negros, brancos, bu­ 
r,r1;.s, pr,roguulos, portuguenes e algu~ae 
JumlUaH de llallonos, doi>cendentue ' dl· 
ret-013'' de Ourlbaldl, segundo o seo Ge. 
onro. proprietário do IJar e Meroearlu 
Nossa :Senbora de Fátima. Nus noites 
quentes, eo Genuro conta as proez!ls 
do vulente Itulluno quo aqui encontrou 
a suà amada Anita. Mui! o rei dn vlla 
6 o Anestóclo, dote metros de crio1o 
com um baita sorriso que engana 0s 
que dele se aproximam. Anaetúclo é 
um homem bom, mas é um homem vio­ 
lento; quando é preciso usa a Jaca, ga­ 
nha um jogo de cartas, ló pelas bandas 
da capital. ~ um cara respeitado, temido 
6 o rei do pedaço. 
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Tribuna da Fronteira 
(Fundado 20/2/72 
Re~i■tro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066 
CGC-MF 03.:>0126610001-90 
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AdministrcMo .Maria Estela V.Pereir 
Editor - Chele • Ialdo Pereira 
Departamento Comercial • Alvaro Pereira 
Redação Admini■traçlio «' Oficina.e; Ilu.a 
Duque de Caxias /n Bela iwu M1S C:x. P. 23 
ASSINATURAS 
Bela Viau, [nnt111!) CrS 1000 00 
Demai■Municipioa CrS 1200'.oo 
"Oa conceito■omitltlo■om 11rtlgoa 
as■inados não exprimPm, neccunrlamente a 
opln!Ao do jornal. ' ' 
Fundador o Diretor Responavel 
lvaldo Perelra] 
Indicação 
N 24/80 
Ator- veredor • } 
Arnaldo Marques t1 
Silva 
Sr. Prefeito 
Eu, Arnoldo . !al' 
QUf'" da Slvu., Vereadtr • 
desta Comuna, com 
que preceitua o Tle:71 
mento Interno dest4 
Cn1m. Indico à V. I!xcl'.l. 
oue cncnminh:? C>xpedl 
óuto a :;:UNAB. no arn 
tido de1 rtscnllza.r e ta, 
b@lar os dneros all 
mentiotoo do prlmelr» 
necessidade, em 10so 
l1unicfplo, prlnclpnloon• 
le a carne. 
JUSTIFICATIVAS 
Considerando que: 
os comerciantes elevon 
o.s praçoa sem o mlol· 
mo controle dos órgltü! 
encarregados para eQee 
fim, como é o caso do 
preço do carne. Portan· 
to, V. Excla., podero 
obsorvar· que, o que lo­ 
dlco é do Jnterêsae da 
colellvldude do noseo • 
Município. 
PeltJ exposto espero 
que minha tndlcacllo te­ 
nha a acolhldli de nos· 
so P!Anârio é a quem 
dirijo, ensejando ueslJll, 
o apoio necessário dos 
que uqul lutam por uro 
dia melhor. 
Sala das Sessões 
da Câmara, 01 de De 
zembro de 1.980. 
Arnaldo Marques do 
Sllv_a 
VEREADOR 
Antigo posto do M-iroti 
Agora com a orientação do Sr. João Bezerra de Azevedo 
Como gerente José C. de A.zevedo 
Atendendo com borracharia, Ia vagem, lubrificação e troca de óleo 
Rna Cel. Pil,.d Rebuli, n.o 1091 esquino. com a Rua Nossa Senhora Aparecido 
BONITO 	!!lato Grouo do Sal 
de Carmem Gonçalves Qaeiróz 
R~:Uzio completo - som estilo gaúcho 
V1::ltando Bonito não deixe de visitar o RES'fAURANTE SÃO Lt'fll 
O cartão de visltns da pé.rola do Formoso 
Fica n~ Praça dza Liberdade 	Boio M8 J

FOLCLORE 
O Doputndo Rubon FlffUlc!lró nn 
Ttbuna da Câmara dos Deputndo», Tez 
um retrospocto dn ano n9ilo parlnmcntur 
Junto aos Mulstértos e também umu 
nnó111lO critica do quo reallzarom ou 
Senhores MInftro em favor de Mto 
Uroxso do ul. 
DI«se Figueiró: "Devo confesenr 
dl' quo elu:1 Ró não mo rorum totalmente 
dno~pclonnntea, porque encontrei em 
quatro Mlnlstc'ltlo11 o ela Prevldênclu 
t,oolal, do 'rrnbalbo, do lnl6rlor e da 
t,núdo - Tllulores realmonle homens 
pühllcoG no oou extremo empenho de 
Hospital Santo Aleixo 
DIIIETOH PHESlDF:NTE: Dr. Luiz 
Aloixo du Silvq Filho. 
COHPO C::Lí'l!CO: 
Dr. J,uiz Aleixo dn Silvu Filho. 
Dr. Antonio Nogueira Filho. 
Dro, Irene Jop :inntos. . 
--Clinica Médica o Cirúrgica 
-Plnntllo nos Domlogoe e 'Ferindo,. 
«O Hospital cresce com a Cidade» 
End: Hua Sontann do PnrnlPO, 781 
Bonito 	JlS. 
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'•0 rnl que garante o •eu gado" 
O único sal mineral que dctermlnn, corn· 
bate carrapatos e bernes, corrige n onrêncin 
do pasto. 
- Campo Grande: Hun Cel. Quito, Vilu 
Carvnlho 
• Donito; Ruu Ccl. Pilad Rcbuá, S/N 
(folar com o Sr. Cosme • Hotel Bonança) 
nervlr a PAlrla, som dlstloçõca dê regiões 
e oontllçõeíl outraK, nada obi,tantA as 
rlíffculdadCB de uua11 missões foco aos 
obGtáculo,J quo todon oo dluo lhes oolo• 
ouro no uumlnho o Sr. Delilm Nato- o 
Grande Chefe. Naqueles quatro M!Is!é­ 
rlos, o que foi posulvc-1 f<lzer-iw polo 
macu Estado Mato Grosso do Sul 
- foi feito com rapidez e oltltll'1ti do 
proposltos. 
E nos outros? Pouco, pouqulsslma 
C<,lsn, que nno dá nem pura rensaltur; 
ou dó por:i. dizer-se que além do nada 
fazerem, ainda prejudicaram. ~. por 
exemplo, o 0aso do Ministério doe Trans• 
portes, onde está um cldadno sem 
dtlvldo de cavalhell'oscn oduc11çl10, boa 
plota (upesar da ullura) e boa prosu, 
que, com a mineirice que Deus lho deu, 
soube nllo cumprir us reiteradas promes• 
sas feitas o Mato Grosso do !:lul, Inclusi­ 
ve pnro.·ugravar, desaHvímdo projetos 
em execuçllo. Sim, este absurdo é verí­ 
dico. Nllo Irei longe, a penu11 em abono 
do que afirmo oito ns desativações dos 
projetos do pavimentação da BR.262, no 
!IUb•trecho Mlronda/Corumba; da BR. 463 
n.o trecho Dourudoe/Ponta Porã. 
Das promessas feitas e não cumpri 
das: o Inicio da cooslruçlio da ponte do 
Alencastro sobre o Rio Paranaiba, na 
divisa de Minas Gerais em Mato Grosso 
do Sul; Inicio dos trabalhos de projeto 
para lmplantaçllo da BR. 262 no Sub­ 
treoho Tres Lagoas/Campo Grande, des-· 
rei,pellando sobretudo a palavra solepe 
do Presidente da República no V Encon­ 
tro do Centrêi'Oeste na cidade de Tree 
LagoaB, no dia 11 de outubro de 1979, 
as 10 horas da manha, perante 
m I l h a r e s dt: pessoas, que 
n!lo se esquecem do fato. Apenas para 
não dlzl!r que Sua Exelencla. nada um­ 
priu faço lhe justtçu quanto a uma pro­ 
mt:6sa: encaminhar a passos dt: tarta­ 
ruga o projeto do Senador Vicente Vuo­ 
lo, que tem o apolo ostensivo e bem 
AG EM BEL VISTA: 
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ponte rodo - ferrovlárla ílublnéla - 8P/ 
Aparecida do 'I'abuu:in •- ~1t<, sobre o 
Rio Parà. Este, Sua Exceltcla está 
cumprindo à risca pra desgosto do 
Governador Moluf o do Senuúor Vuolo 
e a decepção dos paulistas dna Alta Arar 
qu'roesse, do: sul • mat0grossenses do 
olso e dos mutogroeuses setentro 
nals. 
Que mais dizer. Sim, percorri 011 
Ministérios da Justiça (4 vc2:<!s); C.'.>mu­ 
nlcações (uma vez); Educação (uma 
vez); da Saôáe (duas vezes); do Traba­ 
lho (5 vezes); do Planejamento (uma 
vez); da Fazenda (uma vuz); do fnt0rlor 
Incluindo a SUDECO (oito v.izos) e o da 
Prevldencla Social (12 vezes). Procurei 
nesses contatos com os Senhores Minis­ 
tros levar ae Suas Exuelloclos os pro­ 
blemas, as aflições, bem como as espe­ 
rnçus de um povo varonil e que sabo 
o que quer na conquista doi;ta nova 
frontelru que é o Centro - Oeste. 
Mas para flnallzal' - aforante 
como diz o nosso bumllde ( caboclo l o 
Ministro do Contraditório DELFIM NETO 
reprovado de Inicio por haver em 1970 
e ueste ano negado todos o~ direitos às 
verbas do PROSUL que . Mato OroPso 
do Sul tem por força da Lei Comple­ 
mentar n2 81 - apenas o Mlolfltro dos 
Transportes não merece nenhum aplau­ 
so porque multo I a I o u o não disse 
NADA, pois o povo, de promoRsas vlls, 
já anda cheio". 
LEIA E ASSIMIE 
TRIUM n FRONTEIRA 
POLJTIC·O 
Coronol 'I'rombonn 
ern o Deu de Esp!rito 
8unto. Seu eugenho Mas­ 
ngana, era cldado e 
o muotclplo. E!o tlnlln n 
(erra o o poder. E dava 
lições oivjous: 
- Qunndo o chofo JIO· 
litlco chama a gente pa­ 
r uIa oonvorsa ccoma­ 
ça elogiando, a tralço 
está perto. E quando 
pergunta: 
''você compreen­ 
de?" - a tralção está 
feita. 
Argomlro, Interven­ 
tor mondou chamar o 
coronel: 
- Trombone, você 11a­ 
lle, vai have» eleições o 
ou estou lendo dlflculda• 
des para organizar a 
cbapa do partido. Lá em 
Ellp1rlto Santo, você ó o 
senhor da terra, do fogo 
e do ar. Você compre­ 
ende? 
- Nlio oompreendo 
nada, dr. Argemlro. Ou 
entro na cbap11 ou rom 
po agora. 
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to de 1:-'revlrti"ucla 8110l111 do MS PREVl 
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clonallzçlo do Nistema Módico. Purlcln 1 
do S rvlço Público Civil da Jdmlnlllflll 
glo Etdunl em todos o munteiplos do 
Estndo, o overnudor Pedro Predrossln 
oonluou, o d o e l' o t o 77~. d,ilt•rinl 
nonclo 006 Potlton do 81(ldH do lulnlor. 
quo 0ontlnuom exercendo us utlvidade 
do periela médte uté qus o órgão com 
petento PREVIUL posa ussutr o con 
trolo. 
Saúde deverão observar us novas nor 
IDllH dn per(ela médleu e sollcitur ao 
ºllbVISUL ou á Secroturla do Admlels 
truço o mntuul do tributções, norn:4d 
e roltoou cio Sistema MécJlco Perldol do 
Sl•rvlço Público Civil do Jdmlullltraçllo 
eundo o cretrlo de dminla 
tra9lo, Guzl Sgatb, eto decreto "vla 
pi-luolpnlrut•nto lmplunt11r uruu bl~temãll 
e muls tipidu nu e.aceso do Ilconça 
para tratamento de saúde". Gui Sgalb 
uUrmou ulndu quo "et-1tus medidas de 
controle muts rígido ostlo dentro de umu 
pollllua de oootençfio de despebaB o quff 
todos os servldor,H, ufot1tt:1doB por mais 
<10 dol.i anns, por motivo de keúde, upó8 
pusaurem por exume médico t1.<peclal 
poderllo ser c1po,;entudos por lnvnlldt:z 
com direito u proventos proporcionais 
e.o tempo de serviço", 
NOVAS NOR!.fAS 
A 
7o a t cu 1 
MAIOR RIGIDEZ HO ESTADO 
E-.tn<lual. O PHEVJSLL, mcamo p([o P? 
d1-ndo executnr dlrct•tment1➔O!i olivld:.t.· 
des de pericia, traplantará em comum 
acordo com a Secretaria de Saúde ums 
fielizeção tais direta aos Postos de 
Saúde cm to:Jo o Eatndo. 
partir de agora os Postos de 
ADVOGADOS 
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Dr. Pedro José Pnlmlerl 
Advoonci11 cru geral 
tua I de Novembro, I7 - Dela Vista -M> 
Dr. Godo l11nloellt Rodlnl 
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Causoa Civeis, Trabolhi,to, lnnntário 
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Dr. Joelson Martinez Peixoto 
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&a )foroobol hlallel, 567 - Fone l:'a2 
Residência: fone 2107 Aquldauana MS 
Câmara 
Municipal de Bela Vista 
III 
A Cúmorn Municipal de Beb '_'Mn, ~nm­ 
prindo dlspo1itlvo do nrt. 600, da Lei no, .1.770 
de H/9/76, foz público n scgulnlt• llcsoluçilo no. 
llc,oluçno no. /00 
Aulor. Mc111 do Ctmau 
Di,põa sobre o organluono odminis, 
tr11tlva do Cürnnrn Municlpnl de Uelll Vlst11 MS 
e dá outros provldí'noins. 
A l:úruorn Municipol do Btln Vista no 
u,o de uas tribuições legais, aprovou e eu, 
p,esident~, pr,omulgo a seguinte reeoluçllo: 
TITULO I 
Estrutura adminlstrotiv11 
A rt, 1,0 - A estrutura administratin 
do Camora )llunloipnl de Se.ln Vi6ta compõc,so 
dos segulnle, 6rgnos: 
l.o Orgllo de clelibcr11ç4o: plenário 
li Orgão tccnlco: comls,õe, 
111 Orgilo de direçlo : meen e,cecutivn 
IV Orgno ouxlliar; dlrctori-o executivo 
a) Ser'lço <lo ndminlstraç!lo 
h) Serviço <lo flnonço• 
TITULO 11 
Competenoia dos Orgoa 
Cnpitulo 1 
i'lcnário 
Art. 2.o O plenllrlo é o 6rgll0' delibe. 
rotlvo e soberano do Câmaro, conslituida pelo 
reunião dos vercndo,es cm exerciolo, cm lorol, 
formo e número legal para deliberar. 
Porllgro!o único • Ao plennrlo compe­ 
lem n, ntrlbulções oonstnntes <lo Regimento 
Interno d11 Câmara. 
CAPITULO Il 
COlllSSÔE5 
Arl. .',o - As ComisPõcs sno órgãos 
técnico~. ílnnslltuidus pelos próprios membros do. 
Câmoro, em caráter pcrmoncnte ou transitório, 
destinodoa proceder estudos e emitir pnrccere• 
cspeclnfm ente inveslignções, ou à rcpresen- 
tnçno do Cllmnra. • 
CAPITULO II[ 
MESA EXECUTIVA 
Art, 4,o - A meea Executiva se compõe 
do Presid,nte, l.o e -2.0 Secrctnrlos, e n eln 
competem n~ funções dircli,•ns, executiva• o 
dlsdpltnares de todos 01 trohnlho, leglslntivo• e 
administrativos da Cllmnra, e mais ns ntribul­ 
çõe, constnoles do Reiziruento Interno. 
CAPITULO IV 
DIRETORIA EXECUTIVA 
Art. 5.o - A Diretoria Executiva tem 
por linolldndc executor os o.tivldndes au,ciliarcs 
d·o L,gislotlvo :Municipal, dirigido pelo Diretor 
Executh·o e auiru compoua: 
i - Ser,·iço de Administração; 
II - Serviço de Flnauçno; 
Arl. 6.o - Ao Dirclor Executlvo compele: 
I - Supervirion11r, coordenar e dirigir oa 
seniços adru!nlitro.tivos da Câmora e zelar pelo 
seu funcionamento, de modo a. lhe -manter 11 
eflciêncin; 
II - cumprir e lnzer cumprir a;; deter­ 
minações do presidência; 
lll expedir, no que f,,r de suo alçada, ins• 
truçõca e ordens de serviço necessàrio ao bom· 
rle1ernpenho doM lrnb11lbos 
1 
IV l'llmprlr O fnzer cumprir eslo Tieí!U u 
mento, Atos, Hegimr•nlo Interno o Jtc~olução d"' 
Cãnra, nu parte referente á esfera da secreta 
ria e n dmis rviços, as;nado eom no Presiden 
to dn Edilidade as Portarias. Atos, Editais_Avi­ 
os, representar ao Presidente obre matéria do 
,erviço: 
VI reunir periodlcomenle, oR funclonlirl- 
os que lhe furem aubordlnodOP, a fim de asen­ 
tur providênda ou diectttir ossunt os de lntereEBe 
de serviço; 
VII propor a abertura de lndicAncías ou 
n instnuracilo de prncesrnR adm1n15trotivos; . 
VIII propor, fundomentndamente a aplica 
çi!o de penas 11011 rurrcloniírios com exerclclo da 
CO.marn; 
IX PRESTAR no Pre,idente, u Informa· 
çõca que- lhe forem golicitndn~: 
X as,inar Junt11.mentr. com o Pre,ldente 
os cheques emitldos pela CAmnra Municipal. 
XI ordenar o pagamento dns dcspe,a• 
ordln6rlas da CO.mara, btm como co que foum 
neceesárlaa para atender ao serviço, dando clên• 
aia ao Presldente da CO.marn. 
XII oorre,pond~r-ee com 11s diversos repor 
tições pilbllcas eobre 11uuntos atinentes ás suas 
atribuições. 
XIII nh·'•. ou raz'er abrir toda a corres­ 
pondência dlrlg1Jd â CO.mora. 
XIV ln!ormrr os papel• que devem rnblr 
f: Presidência 
XV ,ubscrever oe certidões, juntamente 
com o funcionnrio que 08 lavrar. 
XVI fazer obedecer o horArlo de trabalho 
da Cllmnra 
prorrognndo. onlecipando, ou encerrando o e:-c­ 
pediente, de acordo com 08 nccess1d11d,-s do set­ 
viço; 
XVII - servir como secretário no julga· 
mento das licitações, 
XVIII ssistir a todas os Sessões Públi- 
oas e prertnr asa!sténcin il. Mesa durante os trn• 
bolbos Plenlirioa, Informando ,obre nssnntoe otl­ 
nentea aos serviço• legislativos; 
XlX - zelar pela documentoçno nrquivoda 
e bens sob sua guordn, adotando providcucla, 
tendentes à sua segurança. e re,tauração, 
XX • o presentar nnua !mente no srcsi­ 
dente, circunstanciado relatório das atividades 
da Cãmnra no 11no antcnor; 
XX[ - op!nor sobre consultas tP.cnicas, 
sistemn• de orgoalzoç ão <lo, trobalhos lcgi, luti­ 
voe, crloçilo e extinção de cargo,, reestrutura• 
çno de, quadro do PesssosiL 
Art. 7 .o • Esta Reso] uçào entrará 
em vip;or = dota de ,uo poblicnção re,·ogadn 
nõ disposições cm contr.írlo. 
Gobinete dn Presldcncfn da Câmara Mu­ 
nicipal do Dela Vista, 03 de Novembro de /980, 
lIESA EXE-CUTIV A 
José Jonquiru Ferrei,-., 3outu 
Vereador Presidente 
ld,-lfonso Pinheiro 
Lo Secretário 
Levamos ao eonhe 
e'meati de V. • qa 
dla 18 de dezembro de 
19s0 s 1630 horas, er4 
a entrega de todos os 
·f'l(alor- d!' ll'Ofic ç.b 
de Imóvela Rurais d 
Este o de Mato Grosso 
do Sul, j!i auwdz clo1 () 
nlndu nflo entregues, a 
olen!dade terá lugar em 
Dourados - MS. 
CoutnUJM com 11 
presença d V.S,, con> 
for:no de,;crlmlnoç/10 n­ 
buixo. 
Aesuuçllo PNelra dos 
SuntoJ, Nica do 'l'oledo, 
Gero.Ido Morclru, ,Jorq 
Vc.dovato Pulm, S!mr.o 
llnclol, Luiz MurqueG da 
Silva, Gumrrclndo Pi 
nhelro, Antonio Burbosii 
da Silva, I3rlg1cta Orosco 
VJegus, 0.111dldo Kuller 
Co-stu, Erllndo Mor,mo, 
Germano Lopes, Inês da 
8ouzn, Juv100 Uodoy 
Patrodnlo Sanches, 
Vampre Ferrelra de 
Souzu. 
exemplar 
12,80 
Oração 
Divino 
to 
ao 
Espíri­ 
Santo 
t [JCM 
ro 
ICOD 
Pe 
tese 
o 
de 
ut 
70 
wtg 
E«pfrito Santo você qoe 
me ese!Arece tudo que ilnari• 
nn todos os cominhos para que 
eu atinja o meu ideal, você qac 
m~I dá o dom divino de per­ 
donr e esquecer o mal qne me 
fozrm; e que todos os ins­ 
tnnte• de minh11 vida e,tá co• 
migo, eu quero neste curto díá· 
logo, ngT:1decer-lbe por tudo e 
confirmar mnis umn Tez, qa: 
eu nunca quero rae separaf 
de você por moior que eejn a 
ilusão material nlo ,erá o ml­ 
nimo da vontade que sinto 
de um dia estar com você t 
todos os roens irmão• na gJ6ri, 
Perpétua. Obrigada mais urs 
Tez (a pessoa deverá fazer e,U 
oração 3 dio• eep:iidoa sec 
fazer o pedido. Dentro de S 
diu • erá alcnnçnda a graÇII 
por mais difícil que ,eja) ptl· 
blicnr auim qnc uceber 11 ' 
graça· 
M. E. V. P. 
1fl 
D 
% 
ffu 
1f ~
' 
[Ílfm
;,{1. $7 e 
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!g;e Uâl constrnir ou reformar, e·ntãe dê uma chegatita 53 FERIES. à 
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} 
V 
Pr,

comércio !ó convive com um novo 
P MEIRI VÍTIMI É O POVO 
1~ 
/ o!ndte Iutleton4r'o mals lto 
enfrentado pelo Brasil em toda sun 
,{utra é a Ineftelenela governamental 
i,lo trato das questões ocfala, ceonmlcns 
80 
11nancelrno que perturbam o Puífl, pa- 
cem r o ande nltmento dus dilleul- 
4des que o emprerindo do todos os 
{els enfrenta no momento, 
JDJ ,luiz de Fóru não fog11 11 proble· 
a ,nuca e revela hojo no uetor cornerclal 
+. In de suas fases mals críticns, c.om os 
• • eglstos o lndustrlnle provendo um novo 
"no ainda mais dramático. As perspectl- 
d s emprosarials paru 1981 são sombrias 
0 vldenclam temor o desestimulo, prin­ 
.
10
, elpolment~ no quo diz respeito ns peque­ 
gc nns flrmue. As opiniões so dividem em 
' 
0 
torno dus pORRI vols Roluçõcs para o 
tf problema enfrentndo pelo comércio, ha- 
vendo, nlodu, poPlções otimistas em re­ 
,an lação ns tentativas do Governo de e 
" tauaelonar a ltunço. 
.ter O lndustrl11l Agostinho Pestana, 
ho, ox-prtifelto da Juiz de, Fóra e o Preel 
do dento da Unl!io Comercial dos Varejl:stns 
·º)' Olfiudlo Antônio StumpI analltmram as 
·es, dlllculdades do setor a nlvel locnl, lden 
de llloundo ambos, a problemática como 
coneequente de toda uma conjuntura 
economlca e Ilnancelra que envolve o 
Pois neste Instante, e que traduz o 
desestimulo no comercio e na lndustrh. 
O decróclmo de 12 pon cento nas vendas 
de mercadorias em geral, juntamente 
numa êpooa em que deveria haver uma 
movlmentaçllr> mais substancial nos 
J
tl estabelcoimen,os, pnrece denotar o Inicio 
ll} e uma recesso, a 1 11 d a n!lo assumi· 
• da pelo governo ms que vem, grada 
llvnmente na forma de "pacote" e me 
dldus de restrlçllo de crédito para as 
empresas, estlpulnç!io de tnxus etc. 
RECESSÃO E LUCROS FICTlCIOS 
fantasma: 
Para o lndustrlal Pestaua, u rec.os 
Bilo não llÓ "já está aí", como deverá 
allnglr fHHI ponto critico no ano que 
vem, polvelmente nos meses de feve 
reiro e mnrço, no encerrumooto doa 
balanços, quanoo oi; ompre;;fl.rlos verlfl 
carfi.o quo os lucros obtidos foram fleti 
cios, por não corresponderem O. reulldu 
de: "Aquele que obtiver um lucrv lufe 
rlor a 100 por conto de seu oapltnl nada 
ganhou, mas, em compensação, pagura 
um Imposto de renda de um lucro Irreal". 
Peolnna ucredltd que esta é uma das 
faoes mr1Js dlflclels já ob. ervudcu1, com 
o comércio e o. Industria perdidos em 
suns de@Iões: "O empresário não abe 
o caminho a seguir, devido a Incerteza 
e 11 lntranqullldnde que o governo está 
Imprimindo nas suas medidas, sem dar 
continuidade a um planejamento". 
Segundo Pestana, "o que está 
acontecendo é que estâ se comprnndo, 
menos artigos de consumo, devido ao 
seu alto custo e, com a elevaQ1l0 dos 
gêneros de primeira necessidade, só se 
compra o estrltamentd necessário. Em 
face disto é que houve uma queda no 
comercio" E paralelo, a classe média, 
que deveria esl11r estimulada com a in­ 
flação á compra rápida de bens mate. 
riais, começa a se proletlznr uma vez 
que os salários não acompanham o cus 
to de vida, llc1:1ndo, portanto, deflaclona 
dos". O c.l.ei;empregG foi também assina­ 
lado como fator importante para a sltua­ 
ção no comt!rclo: "Estamos sentindo que 
dia a dia a recessllo estA chegando . As 
grandes firmas estão fechando algumas 
dl' suas filiais, havendo grande ofer!a 
de executlvt>s, trabalhadores e funcioná· 
rios. Havendo a retração do mercado 
de trabalho, hà uma grande queda no 
poder aquisitivo, sendo que o primeiro a 
qa 
tu! 
1 que 
qa° 
per- 
ue 
ins 
«tá co 
> dii· 
tudo 
z, qu 
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eras 
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Janeiro é mes de festas, passeios e muita curtição. A "Prlni::esa do Apa" 
oferece a opçtio certa para voce viver dias de festas e multas atrações. De 21 
ti 23 de lanelro o Sindicato Rural de Bela Vista estará promovendo a 1ª FESTA 
DO PEÃO um acontecimento marcante. Voce viverá momentos ioesqueclveis, 
terá opçõ~s maravilhosas. conhecerá a magla da fronteira e guardará para 
sempre, no oornçíío, os tres dias que passará em Bela Vista 1 
Venha c.onosco, nós vamos te esperar de braços abertos 
a recessão 
Reportagem de Kitia Dias 
Promoção do Sindicato Rural de Bela Vista, sob o patrocinlo do Governo do 
Estado e oom a colaboração da Ptefoitura Municipal 
sntlr é o comrclo, e, em seu!(a, as 
Industrlas". 
A PRIMEIRA VITIMA: o Poro 
Pestana analisa da seu!nte for 
o probleL"lll da recosl'lúo. "Ela começa 
com os empresarlos reduzindo seus n­ 
Ócios e, consequentemvnte, diminuindo 
seu' Investimentos. Disto, vai IH) gerando 
o desemprego", disse, acrescentando a 
necessidade de que o Pais tome cuidado 
pnr que o desemprego ão se processe 
em massa "porque u sltuuçfio st>rlu cn· 
tão, condatom da anorquln, do terror 
o Pais já apresenta fntllcus de terro­ 
rismo, o da lntru.nqullldado de todos". 
No cu8o de uma recessão efetiva, as 
pressões, os ptejulzos começarão a 
oer sentidos em primeiro lugar pelo povo 
pelo "vértice da plr!imlde" "As empre­ 
sas sofrerão mala, depois o problemu 
ae estenderá as médlas empresas até 
chegar às grandes. As pequenas serilo 
as mais atingidas por nu o terem estrutu­ 
ra para suportar a crlse". 
Os grandes probleman que o setor 
enfrenta com os ecprasárlos sem sabe• 
rem que "caminho seguir" vieram prlo­ 
eipalnente das decisões governamentais: 
''Nilo sabemos, por exemplo, até onde 
pode chegar 11 úlllma medida do Banco 
Central, em liberar a captação de recur­ 
i!OB em depósitos bnncârlos a médio 
prazo, chegando alguns bancos a paga­ 
rem já cerca de 70 a 80 por cento ao 
ano, gerando tremend1:1 lntranqullldae na 
área de construção . clvll. Isso porque 
deverão faltar rscursos nas cadernetas 
de poupança". Disse Pestana, que falou 
rombém na possibilidade de que as 
taxas de juros ubam assustadoramente, 
onerando os custos das mercadorias e 
tornnndo a lnrlação ainda mais galopante. 
O problema da expansão de crê. 
dito também foi a bordado: "A expansão 
foi apen1H de -45 por cento este ano, em 
contrapartida a uma ioflaqâo que jó 
e11tá entre 110 e 120 por cento, assinalan. 
do uma falta de capital de giro tanto 
para o comércio quanto para a Industrio." 
Para o ex-prefelte o que é nece8- 
sárlo para tIIDa solução na crise que 
assola o País e, mais especlffcamente o 
comércio e a Indústria, seria a colocação 
de homens práticos no governo. Jà ten­ 
tamos todo tipo de teenocratas há 16 
anos e realmente a coisa nllo Jeu certo. 
"Precli;amos de homens como Her 
minto de Moraes, OIávo Setúbal, Paulo 
Vllares, Claudlo Bordela e outros que já 
eubem o que é admlnlstroçlio e que, se 
ocupassem utn cargo no Governo, não 
Iriam lá para aprender como admlnlstrar" 
(Do Dlarlo Mercantil, 30/10/80 - Cola· 
boração Prof. Stumpf) 
Menos gastos 
na saúde, ga- 
rante Alberto 
Cubei 
Campo Grado - 
Uma contouçl:o de des­ 
pesa, dentro da orlen­ 
taço do governador 
Peclro Pcdrotilllan, rnnu 
sem prejuizos aos pro­ 
gramas em desenvolvl 
mento, prlnclpalmont.e 
do setor do lmunlznç!lo 
treinamento de recursos 
humanos o transporte 
do oqulpameotoa para 
os novoo Centros de 
Saúde, foi o prfncfpnl 
assunto tratado pelo 
s e e r o trIo de Saú­ 
do, .Alberto Cubei, uo 
se reunir com sua dire­ 
toria. 
- Vamos tentar de 
todas as formas atender 
as doterrnlnoções do 
Governador, sem deixar 
de cumprir com oo cn­ 
cargoa de pessoal e 10• 
ola!, procurando dimi­ 
nuir as despesas com 
transporte, diárias e de 
pessoal - disse Cubei, 
que, durante esta reu­ 
nlão, alndn tomou co 
nheclmento de toda si 
tuaçllo lfnancelra da 
Secretaria, desde 1.980, 
quando ainda era run 
dação de Saáde. 
Segundo o Secretã 
rio, essa contenç1lo de 
despesas núo afetará os 
programas previstos pa 
ra ulodn eate ano, en 
tre os quais o treina 
mento dos acadêmicos 
da Universidade Federal 
que realizarão estágio, 
a partir de janeiro, nos 
novos Centros de Saú 
de. O transporte pra 
outras regiões também 
será reduzidos, mas an 
tes o Governo provfden . 
ciará a remessa dos e 
quipamentos aos Cen 
tros de Saúde, para que 
os mesmos possam Jun 
clonar ainda este ano. 
S-ETEAGRI 
. Empreendimcntes & .Agdmensu.rn 
CGC MF: 003201324/00I In,eriçiio: 1S059ZW...O 
Direção: Nlvaldo de Barros 
Projetos para: Construção. Loteamentos, Curva de Niveis, Medições 
e Ratificações de Fazendas. 
Rua Antonio Maria Coelho - 2108- Bela Viu MS 
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Mato ürosso do Sul

ELA: 
RE'l'OJlNOU 
Do Marlla, Sru. Cmllnu Porond1 o r.ous 
pupilos: Rafel o D»nlel e u jovum Antonlu, 
apóu nlP,UIIII dlan do p1urnlo. 
iJIO ~ 
CONVlfü 
Arudecerao convite do ovem belavle­ 
tenso Carlos E. Nuile, para s solenidades de 
nua formatura pela Faculdado de Medlela da 
Uulvonldudo Follorul ele MS. 
;o novo Jné!llco, nossoa 1otoo de muitos 
xltou nu proflsio. 
ENLACE 
Esturo o unindo pelos luços matrimo­ 
nlals no próximo dlu 20, ero Cnmpo Grande os 
jovens Fubluuo e ,lua', >, 01011 um montão de 
telleldades. 
c8) e! 
ANIVE ,SÁRIO 
Dia 9 pp. comemorou seis uolnhos o gn­ 
rot!lo R.lonrdlnho, filho de Rlourdo Melo e Car· 
mem. 06 cc,11vildodo10 mlrlns foram vestidos de 
jogador. Apótl deliciosos !rnlg11dlnho~, cnchorro 
quente e multo rtJfrlgerunte, foi euutado puru­ 
b,rnt1 à vooê" onae o moilvo do bolo era um 
campo do futubol. Puro alugrla du polzuda fo• 
ram dlsMbuldu b11lõe11 ci nrl'1cl11s lembrancl­ 
nhu. Nossos parbeno o Ricardo o Carmem 
peln o.h,gre feollnh11, ao Rlcnrdlnho fellcldades! 
o8 D8d 
AGRADECEMOS 
E retrlbulmos os votos da FeUz Nntal e 
Ano Novo receb:doe de: 
Prof!!. Claude Medeiros - B. Vlstu; Paulo 
Cesar (geronte Finauclol) - 8. Vlstu; Edson 
Moraes e 5ra. - B. Vbtn; Geroldlap (gerente 
bradesco) e III. -- D._ VI«ta:; Marco» 1. 440%' 
B. V!ta;'Diretoria e Equlpe Téenlca do Trze 
• 1 'o Owndo· Tloho e Cldn - n. Vlst,,, Sll• 
uáquiíás - • se; s. 1ti4 S. Der­ 
zl o Sra. -- Bracllla, João Daniel Pise 
Gerei tal ixprei._Araçatibg Jey,,"; 
ao Aur,ruslo Oot:H!S o fila. - S. Paulo; Metro ô 
Com. pupéls - s. Pnulo; ~1nrlo R. Antunes 0 
UM ELOGIO 
uos cinemas Iocnla, que tom truzldn até nós 
exoclontco lllrues, cJundo uma. opçllo roulor puru o 
Belavlsteoso. 
AGUARDEM 
para a próxima semana, entrevisto com o 
Prosldrnte ào Sladlculo Rurul quando sorA feito 
um relato completo u roapello dn aluaçlio, o 
sltunçlio do mumo em 1060. 
00:3 ~ 
DAQUI 
desta coluna queremos delxn·r nossos votos 
de pronto restabelecimento ao Sr. José Mala 
Costa, que recentemente oofreu acidante auto­ 
mobllletlco, o se encontra hospUnllzado na 
Santa Casa em Campo Grande. 
00:3 1:83 
ENTRR 
Os jovens que retornam do férias nos pró­ 
ximos dias a Belu Vista, figura, Patrlcla .Mora"s, 
Por Nancy 
Ilia. --- B. Vi»ta; LAI!a Modas -- D. VIsa. 
r; 
, 
F U T EB O L - Nilo Por:anm! 
Dia 21 do errentu, ses@lonal dls 
outro Caça c Perc a e /@legião Paraguaia « 
Ifelo às 13:30 hs o Etdío Out4vto Tente 
Pro li 100 r: Vetcrv.ur,. 
.,. 
-- 
Por Cclía Maria ~, 
e 
·, e 1 
Izabela Moraes, Adriana Nunes, s Gustaro, 
• 	s'i 
ele@ nos5ns boua vincas e d1:1aeJ·oa quo d~li!a 
L , 
1.ecl 
tem ao rnãxlmo os dl..ls couo&ue1. , e 
A ÁREA 
de campig que est sendo estruturada pe'4 'd 
Slndlci;to Rurf11 du Beln Vista, pode tambt 
receber a populução local, dando slm unt 
opção de um final de sewana diferente a num 
popuiaeãe. Resorvas de Areu Da secretaria dt 
Sindicato. 
Foram extravilldos oe documentos d! ~Jva 
Rvaldo Lurunjelra: Carteira Nacional do Habt• rP-/ 1 
tação, Titulo de Eleitor, Carteira do ldentidAde, !:Ha 
CIC. 	, o 
Publlcação que se faz par11 obtenç!io tiu( 
das 2l!s vias. 	úito 
Bela Vlstn. -- MS 
J. M. de Barros 
r 
o e 
tal 
Nenhuma jactnncta, onbem berçe, a llcar nn hl6tórl11 do ensino 
disso vocês. quondo o velho "Cncl na fronteira como um fator nnclo 
que da Fronteira" diz que l!O nlnda nollzante e um monumento do civis 
residisse al, se ulndo. fossa politlco 'mo do ovo belavistense, e um 
e membro do Dlretôrlo, nli.o r.e teria marco perdurlinl!., do ·abuo'dooo em 
dado a mldnnça do nome do Ginâ que a fronteira juzla em termos de 
slo Estadual de Bela Vlsta, apagnn ensino e valorlzoçll.o de eua juven 
d~. aulutol':,.mente o nome "Bela Vie tude. Tumbóm nl1o foi a oficializa 
ta do eduoandál'io que escreveu a çllo do Glnuslo lruto de to□o.-lã-dá­ 
mais bela página de toda 11 história oâ polltlq11.elro, mas umn conquista 
do ensino e e:lue!lçllo do antigo de eun modelar 1Jrgaolzução e do 
Mato Grosso. 	alto J>adrllo da sua eflc!êncln rato 
O Ginásio Bela Vista fol {un res esses r@sposàreis pelo nasci 
dado dia '.!O do jao.eiro 1950, seud mento do Glnaslo Estndunl Bela .. Vis 
primeiros fundadores Dr. Rubeo t&, respeitado seu nome de lundaç!lo. 
Abott de Castro Pinto, profesaoras Esoo educandário portence 
Ester Silva, Clotilde Gonçalves de pois á história mesma de Bola Vista 
Castro Pinto e "Cnelque·•, internado ao seu patrimônio c!vloc, e cuJturnl, 
em pós Opt'ratórlo no Hospitu.l São o poder talar em nome de uma tra 
Vicente do Paulo, onde 11.al!nou n dlçli.o de honradez de trabalho e de 
ATA de hsadaçllo. 	patrloUemo, e 11;0. nome nsel11nla 
O GleàElo Iol fundado para oer entre outras, um Ululo altamente 
oomo tol, um eduouadárlo Absoluta' expressivo da purmcaçli.o oivlca de 
ment& Gra tulto, até sobro vir sua ofi todo um pove já demasiadamente 
olallzs~llo pelo OoTern& de Ralado. sc.lrldo e humilhado. 
lnlcludo oom 68 alunos entreg:u:ao lo Nliu tenho no franlelra pela 
110 Governo, sem qualquer Indeniza. qual lutei de armas nns mãos, 
ção, quatro o maio onoa dupola oom lnleresses outros que aquelli mesma 
as ' sérlu lotad!l.s. DeaUnn.mo io. do solldr.rlodade na defesa da seus 
dlrolloe, por suu propriedade o pelo 
bem-estnr do seu povo. E nqul, seofio 
como um dos hrndndores do antigo 
Glnnslo Bela Vista, e um dos prlaci• 
pais responsnveis por sua sobrevi• 
vênola durante sua longa o víiorloea 
exlstencla como educandário gratni 
to, é que concito meu~ vt!lhos com 
panhelros àe outrora nas lides poli 
tioo-purlldtlrias (UDN, PDS, PTB), 
R:;ben de Castro Pinto, Mnnoel Ro 
drlguee Miranda, Jo1,é Simpllclo da 
Costa Merques, Dr. FIorI Murano, 
Deoclec!uno de Vasconcelos, Ad!lo 
Moreira. Carlos Canturlào, Esttir 
Sllva, Antonio Nunes Rondfio, Jon· 
qulm Ferreiro. Souto, Mário Batlllani, 
Perl de Almeidn Melo, Manuel Ro 
àrlgnes M!randit, Atanásio ãe Almel 
da Mslo, Jacinto Rodrigues Miranda 
. Epaminondas Escobar, Tiblrl,;á. Lou' 
reiro, Pompllle Pedra, Walter Esco­ 
bar Nunes, os antigos professores 
gratuitos Glnlce Medalros Clotilde 
Gonçalves de Castro Pito, Glorinha 
Loureiro Bafüla.nl, Carmem Brunet, 
Madalena P11lmierl, Gamaliel StumpI. 
Dr. VnUrldo Coelho, Pad.res Edward 
Sulllvan, James Tulas, Dr. do!!o '~ , 
Antonio Oliveira MMtlDB, Adalbert~ -:i!b, 
Suntana, e os catedráticos que Le, 
exercera cátedras, Horacio Brag4. d 2 
Laura As!!IB, Yedu Mascaronhas. 
Henriqueta Ocampos, li somarelll Réla 
aolldarled!ldc e raforços junto ao 
Governo do E,tado p:nc. quo o 
nome Bela Vista pernaeça. eo 
lhe cabe o direito de permanecer, 
na denomlnaçliu do estabelecimento 
do 1.o o 2.o Graus que a.í está. A 
: ta de fundação do antigo G!Daelo 
Bela Vista juBliflcc sua luodaçúo e 
define de maneira elara, Insotis 
vel, :inA !lnaltdadt. Não fo follt 
para homenagear pc,;soae, e se a 
isso visasse, ficar.nos-ia a clifleU 
opçlio eutra os nomea de Rubon de 
1 
Cetro Pito, so Idealizador, s"" 'r 
prleipal fundador, se organtzndo' [jj,, 
e seu primeiro Diretor, e o nome de l;t~ 
', 
Fernando Corra da Costa, eujo e? 
Goverro reconheceu o márHo do 
Glna.r.io Bela Vista magnlflea sede 
própria em qua lo! hiatalado o Gftta· 
aio Estadual Bela Vista. 
•; 
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