ELA: A SOC,IEDADE Qu/!'erg !UI@Dezembro/d B sa vista - Mate Grano 4o sul l SEMi, FITE EM BELA VISTI Alvaro Pereira r. Intensas movimentações estão correndo nesta cidade, visando a erigio e estruturaço do Partido J Popular. O advogado Serglo Peron dl e o publlcltárlo Alvaro Perc3lra, ligado uo depuh1do Leite Schlmldt, slo os principuls mentores dos8as movlmentaçõel!. P'lrondl, lrm!l.o do deputado fodernl Emlcllo Perondl, do RS, militando na comarca M. mais e que o p11.rU do poderá contar, ainda, com mala dois vereadores. " pois atualraente, o PDS niío oftorece condições para um trabalho positivo e a sua fllo-so­ fIa no coaduna com as aspirações populares", enfocando, ainda, " o descontentamento que existe entre as vérdadelras llderunças belavls• tenses, marginalizadas devido e atitudes precipitadas". Comenta-se tumbêm que ou tro advogado, Pedro Palmlt,rl, está proponso a ingressar no PP, na verdade. o Partido Popular podi;rA, a curto prazo, ser uma opção rel de poder • em Bela Vista. [7 INA.MB JA APREENDEU QUASE 3 TONEL.ADAS DE PEIXE ' Oampo Grande, - O INA!'tlB Iostltuto de Preservução e Coutrole Ambiental de Mato Gros110 do Sul - apreendeu nos últimos dez dias cerca de três toneladas de peixes, como resultado da intensa fiscaliza- i;illo que vem sendo feita pelo órgão no !)oriodo da Piracema, Iniciado a 01 de novembro. A última apreensão foi feita na último final de semana, na barreira localizada na BR-262, nas proximl• ] lile e ha te ,, ri8 s',' Ainda sobre os acontecimentos 4 políticos de Mato Grosso do Sul, o e] Deputado Ruben Figueiró falando ,dl· em Sessllo Conjunta do Congresso o! Nacional, teceu considerações a fllll respeito da participação do Profas­ dO· sor Heitor de Aquino nos episódios dize D do que ji estava parecendo uma Hbula, o assunto. Reportando-se a recente con- venção do PDS onde o Rlchileu da ~ll· República voltou a toear na politlea " naao para 30 técnicos que fteurão responsa­ veis pelo inventário do Estado, e 1:1erá ministrado pela coordenadora da Região Centro - Oeste âa Se­ cretaria de Patrimônio Histórleo e Artístico Nacional SPHAN Belmira F'ina.getv, e· pelo eoordenbdor da Regional de So Paulo d SPHAN, antonio Luiz DIas de Andrade. Durante o onrso serão debati­ dos vãrlos temas, entre eles a con­ celtuação do patrimcnio histórico, a reslização de experiêneias baea- Grande diss nos estudos feitos no Estado de Goiás, e ainda um levantamen­ to dos problemas de Mato Grosso do Sul referentes ao inventário do Pltrlmôuio. • IIS LEITDRES Este jornal não circula4 no peciodo de 23 à 10 de janei­ ro de 1981, devido as férias coletivas de seus funcionários e a revisão t é e ni e a das máquinas impreseeras. Voltaremos a circular nor­ malmente após o dia 10. Os nos110s escritórios de Jardim, BoaUo e Porto Murtinho perma­ neoerlio abertos. A füillÇÃO dai:!es de Terenos, totalizando 600 quilos de peixes "malhados". Os pescadores utilizaram rede e tarrofa, materiais proibidos pelo !NA MB, que também vetou, nesse perfodo, o uso do anzol de galho" PIRA OEMA No perlodo da Piracema, que val prolongar.se até o dfa 31. de Janeiro, o órgão de controle ambien­ tal do Estado liberou aos pescado­ res sõmeute a utilização dos caniços simples e de molinete e também a Unha de m!io. ' Segundo Informações do diretor-presidente do lNAMB, Adone Collaço Sottovla, a f.lscalfzação será ainda mais Intensa no final do ano cem reforços em todas as barreiras, pois "nesse período o fluxo de pes­ cadores de outros Estados 11erã maior nos rios sul-matogrossenaes", Sergio Roberto Perondi CAUSAS CIVEIS DIREITO AG-RARIO - INVEN'lAIUOS ESCRJTOIUO Mascarenhas Bda Vsta MS Preço deste exemplar crS 10,0a COMUNICADO CASI DO PECUIRISTI Comunica a seus clientes que recebeu grande estoque de vaei­ nas Antaftosa. R. Duque de Caxias S/N Bela Vfsta·MS. li- H PONTA DA faca Multa entoe lnda o lembra de quando o vovô Matlas, multo sereno, ll pua manelra de ter, dlse ao /· nas(elo: -- Moo fio: a pobreza num tá e. crlta nos astros, num é coisa do céus o multo menos dos home dos umbruls 6 eolsa nossa Ivmo; é cola dos ho­ monll. - Pul vnlho, o mundo ó dor ior'Lc ; ó dos vlvos, Comigo 6 d1erente. O V<'lhu Mutl11~. l'lltílu fulou, o n liOU folar foi mú-lc:11 (Jill,1 Ch1•il'll Menluo: -- Flo, só a pz estrol, nu ponta da faca Clll/.1 o ml. Você uluda vul uceltar os cones!bs de +eu pal velho. Eduardo Gal ·uno. dantudor das Amnérlcas, dlz que ' no hi tfarces nem truques ns histórias das montanhns, dos vagões de trens, mu vida das vila8, Nilo hn pul11vi-uH cka,;". Penso quo con­ tur u hlstórlu cio ChPlru )leulno, de suu gente, de uus ulegrlus e de suas trls­ tezu, contar u históriu de nus1cio e do M1rné Pe!uquelro; do vovô Mallus e da n1:gra lr11ne é cuutor um pouco a história de nossa geule. Cheira Menino é u hl~tórln viva ª" uossn gente. De nossas paixões, derrolus lmullu11), vltô• Dr. Fiori Murano 1 Ml!:OlCO. Consultório - 7 às 11 hs. • ô às 19 h.e IPEMAT e INPS POSTO DE SAUDB E FUNRURAL - 12 às 15 horus Dela Vhta Mnto Gro«o do Snl Dr. José Wilson ]acque~ rlt11' (po1,r;n11), é viver o dla a dlll ,:o homem comum. do homem que f, e o/lo daquele que aparenta Ser. «Nlo 6 Inútll cntar dor e 11 beleza de tor nasoldo ntt Aroérlcn,», !117. o Eduardo, o tor naacldo cw Cheira Menino é ter nascldo n Amérlca do povo, 011 tmerlca do lndlo o do ebolo Ter nul'cldo no Cheira Menino é ter corrnc!Gnoln de ser POVO. g um pequeno mundo dentro de um mundo mr.tor, ull convivem es­ panhóis, mulalúB, negros, brancos, bu­ r,r1;.s, pr,roguulos, portuguenes e algu~ae JumlUaH de llallonos, doi>cendentue ' dl· ret-013'' de Ourlbaldl, segundo o seo Ge. onro. proprietário do IJar e Meroearlu Nossa :Senbora de Fátima. Nus noites quentes, eo Genuro conta as proez!ls do vulente Itulluno quo aqui encontrou a suà amada Anita. Mui! o rei dn vlla 6 o Anestóclo, dote metros de crio1o com um baita sorriso que engana 0s que dele se aproximam. Anaetúclo é um homem bom, mas é um homem vio­ lento; quando é preciso usa a Jaca, ga­ nha um jogo de cartas, ló pelas bandas da capital. ~ um cara respeitado, temido 6 o rei do pedaço. Orlopedin e Tuumntologl11 Atendlment.o Diurno e Noturno Forno de Bler - Ondas Cnrtas Roda Nautica - Traçl!.o Cervical Consultório: R. Jo,6 Antonio 972 • Fone 62181QO Re■ld,: R., 1 de Julho, 858, c/3 • Fone 624-4905 Campo Grande - Mato Grosso do Sut REU9TOLOS!R Ora. Sonia Maria de Medeiros Glipiea _Médica Reumatológica o Fisioterapia CRM • MS 156 • CPF 17865791-87 • Atende- se pela Unimed - Horario: I6 hs e 2l horas • Mét11ca_ contratnda pua cadtlra de Cl!ni­ ea Médica dx Faculdade Médica de Mato Grosso do Sul Co.nmlt: R. Anto~io M. Coelho 1-WI • F. 383.WS0 Re■id. 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Ett. 130592343 AdministrcMo .Maria Estela V.Pereir Editor - Chele • Ialdo Pereira Departamento Comercial • Alvaro Pereira Redação Admini■traçlio «' Oficina.e; Ilu.a Duque de Caxias /n Bela iwu M1S C:x. P. 23 ASSINATURAS Bela Viau, [nnt111!) CrS 1000 00 Demai■Municipioa CrS 1200'.oo "Oa conceito■omitltlo■om 11rtlgoa as■inados não exprimPm, neccunrlamente a opln!Ao do jornal. ' ' Fundador o Diretor Responavel lvaldo Perelra] Indicação N 24/80 Ator- veredor • } Arnaldo Marques t1 Silva Sr. Prefeito Eu, Arnoldo . !al' QUf'" da Slvu., Vereadtr • desta Comuna, com que preceitua o Tle:71 mento Interno dest4 Cn1m. Indico à V. I!xcl'.l. oue cncnminh:? C>xpedl óuto a :;:UNAB. no arn tido de1 rtscnllza.r e ta, b@lar os dneros all mentiotoo do prlmelr» necessidade, em 10so l1unicfplo, prlnclpnloon• le a carne. JUSTIFICATIVAS Considerando que: os comerciantes elevon o.s praçoa sem o mlol· mo controle dos órgltü! encarregados para eQee fim, como é o caso do preço do carne. Portan· to, V. Excla., podero obsorvar· que, o que lo­ dlco é do Jnterêsae da colellvldude do noseo • Município. PeltJ exposto espero que minha tndlcacllo te­ nha a acolhldli de nos· so P!Anârio é a quem dirijo, ensejando ueslJll, o apoio necessário dos que uqul lutam por uro dia melhor. Sala das Sessões da Câmara, 01 de De zembro de 1.980. Arnaldo Marques do Sllv_a VEREADOR Antigo posto do M-iroti Agora com a orientação do Sr. João Bezerra de Azevedo Como gerente José C. de A.zevedo Atendendo com borracharia, Ia vagem, lubrificação e troca de óleo Rna Cel. 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Dro, Irene Jop :inntos. . --Clinica Médica o Cirúrgica -Plnntllo nos Domlogoe e 'Ferindo,. «O Hospital cresce com a Cidade» End: Hua Sontann do PnrnlPO, 781 Bonito JlS. • . 1 11: tE ·i I d: t t l I· ~ r d! uo f 5ti e d! .,,, e0 d: ..,.,, ,.,,,., 1 1 1 111 '•0 rnl que garante o •eu gado" O único sal mineral que dctermlnn, corn· bate carrapatos e bernes, corrige n onrêncin do pasto. - Campo Grande: Hun Cel. Quito, Vilu Carvnlho • Donito; Ruu Ccl. Pilad Rcbuá, S/N (folar com o Sr. Cosme • Hotel Bonança) nervlr a PAlrla, som dlstloçõca dê regiões e oontllçõeíl outraK, nada obi,tantA as rlíffculdadCB de uua11 missões foco aos obGtáculo,J quo todon oo dluo lhes oolo• ouro no uumlnho o Sr. Delilm Nato- o Grande Chefe. Naqueles quatro M!Is!é­ rlos, o que foi posulvc-1 fmu­ nlcações (uma vez); Educação (uma vez); da Saôáe (duas vezes); do Traba­ lho (5 vezes); do Planejamento (uma vez); da Fazenda (uma vuz); do fnt0rlor Incluindo a SUDECO (oito v.izos) e o da Prevldencla Social (12 vezes). Procurei nesses contatos com os Senhores Minis­ tros levar ae Suas Exuelloclos os pro­ blemas, as aflições, bem como as espe­ rnçus de um povo varonil e que sabo o que quer na conquista doi;ta nova frontelru que é o Centro - Oeste. Mas para flnallzal' - aforante como diz o nosso bumllde ( caboclo l o Ministro do Contraditório DELFIM NETO reprovado de Inicio por haver em 1970 e ueste ano negado todos o~ direitos às verbas do PROSUL que . Mato OroPso do Sul tem por força da Lei Comple­ mentar n2 81 - apenas o Mlolfltro dos Transportes não merece nenhum aplau­ so porque multo I a I o u o não disse NADA, pois o povo, de promoRsas vlls, já anda cheio". LEIA E ASSIMIE TRIUM n FRONTEIRA POLJTIC·O Coronol 'I'rombonn ern o Deu de Esp!rito 8unto. Seu eugenho Mas­ ngana, era cldado e o muotclplo. E!o tlnlln n (erra o o poder. E dava lições oivjous: - Qunndo o chofo JIO· litlco chama a gente pa­ r uIa oonvorsa ccoma­ ça elogiando, a tralço está perto. E quando pergunta: ''você compreen­ de?" - a tralção está feita. Argomlro, Interven­ tor mondou chamar o coronel: - Trombone, você 11a­ lle, vai have» eleições o ou estou lendo dlflculda• des para organizar a cbapa do partido. Lá em Ellp1rlto Santo, você ó o senhor da terra, do fogo e do ar. Você compre­ ende? - Nlio oompreendo nada, dr. Argemlro. Ou entro na cbap11 ou rom po agora. Sebastlllo Nery De Sérgio Luiz Zanardo (Birigui) Temos: milho, arroz separado, arroz 3í4, bica e kirela do arroz, o melhor preço da praqu. Entregamos na residência. - Visite-nos: Rua Haráo do Ladárlo - Bela Vista - JS. Cx. P. 2ó • Fone 1~ ·Hotel e de Churrascaria· Canaã Pacifico Baita A ,.... A c d'clonado . 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Saúde deverão observar us novas nor IDllH dn per(ela médleu e sollcitur ao ºllbVISUL ou á Secroturla do Admlels truço o mntuul do tributções, norn:4d e roltoou cio Sistema MécJlco Perldol do Sl•rvlço Público Civil do Jdmlullltraçllo eundo o cretrlo de dminla tra9lo, Guzl Sgatb, eto decreto "vla pi-luolpnlrut•nto lmplunt11r uruu bl~temãll e muls tipidu nu e.aceso do Ilconça para tratamento de saúde". Gui Sgalb uUrmou ulndu quo "et-1tus medidas de controle muts rígido ostlo dentro de umu pollllua de oootençfio de despebaB o quff todos os servldor,H, ufot1tt:1doB por mais <10 dol.i anns, por motivo de keúde, upó8 pusaurem por exume médico t1. Dr. Godo l11nloellt Rodlnl ADVOGADO OAD-MS l45l Causoa Civeis, Trabolhi,to, lnnntário A, Duque d_e Coxios, 069 - JorcH111 M:s_ Dr. Joelson Martinez Peixoto Oausas Civeis e Crlmlnuls R. 1º de Maio, P./n - Jardim PEDIATRIA Dr Sergio B. Pelegrino CR 343 Ora. PSIQUIATRIA Solange A. Pellegrlno €) 3a3$ Doença dos Nervos 1 &a )foroobol hlallel, 567 - Fone l:'a2 Residência: fone 2107 Aquldauana MS Câmara Municipal de Bela Vista III A Cúmorn Municipal de Beb '_'Mn, ~nm­ prindo dlspo1itlvo do nrt. 600, da Lei no, .1.770 de H/9/76, foz público n scgulnlt• llcsoluçilo no. llc,oluçno no. /00 Aulor. Mc111 do Ctmau Di,põa sobre o organluono odminis, tr11tlva do Cürnnrn Municlpnl de Uelll Vlst11 MS e dá outros provldí'noins. A l:úruorn Municipol do Btln Vista no u,o de uas tribuições legais, aprovou e eu, p,esident~, pr,omulgo a seguinte reeoluçllo: TITULO I Estrutura adminlstrotiv11 A rt, 1,0 - A estrutura administratin do Camora )llunloipnl de Se.ln Vi6ta compõc,so dos segulnle, 6rgnos: l.o Orgllo de clelibcr11ç4o: plenário li Orgão tccnlco: comls,õe, 111 Orgilo de direçlo : meen e,cecutivn IV Orgno ouxlliar; dlrctori-o executivo a) Ser'lço for:no de,;crlmlnoç/10 n­ buixo. Aesuuçllo PNelra dos SuntoJ, Nica do 'l'oledo, Gero.Ido Morclru, ,Jorq Vc.dovato Pulm, S!mr.o llnclol, Luiz MurqueG da Silva, Gumrrclndo Pi nhelro, Antonio Burbosii da Silva, I3rlg1cta Orosco VJegus, 0.111dldo Kuller Co-stu, Erllndo Mor,mo, Germano Lopes, Inês da 8ouzn, Juv100 Uodoy Patrodnlo Sanches, Vampre Ferrelra de Souzu. exemplar 12,80 Oração Divino to ao Espíri­ Santo t [JCM ro ICOD Pe tese o de ut 70 wtg E«pfrito Santo você qoe me ese!Arece tudo que ilnari• nn todos os cominhos para que eu atinja o meu ideal, você qac m~I dá o dom divino de per­ donr e esquecer o mal qne me fozrm; e que todos os ins­ tnnte• de minh11 vida e,tá co• migo, eu quero neste curto díá· logo, ngT:1decer-lbe por tudo e confirmar mnis umn Tez, qa: eu nunca quero rae separaf de você por moior que eejn a ilusão material nlo ,erá o ml­ nimo da vontade que sinto de um dia estar com você t todos os roens irmão• na gJ6ri, Perpétua. Obrigada mais urs Tez (a pessoa deverá fazer e,U oração 3 dio• eep:iidoa sec fazer o pedido. Dentro de S diu • erá alcnnçnda a graÇII por mais difícil que ,eja) ptl· blicnr auim qnc uceber 11 ' graça· M. E. V. P. 1fl D % ffu 1f ~ ' [Ílfm ;,{1. $7 e L1 li tu l 7 -.::.. ';I !:,.:]e_. !g;e Uâl constrnir ou reformar, e·ntãe dê uma chegatita 53 FERIES. à N: "F.-rr:!::i:ls" • voce encontra nulo para sua construção, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas, Azulejos, cimento, cu!, FERRAMIS O JelHnho Amigo de Construir FERRAlViIS Entregamos a Domicílio Rua Marechal Mallat 1020, Aquldauane Telefones: 1699 e 1006 Unto Grosso do Sul } V Pr, comércio !ó convive com um novo P MEIRI VÍTIMI É O POVO 1~ / o!ndte Iutleton4r'o mals lto enfrentado pelo Brasil em toda sun ,{utra é a Ineftelenela governamental i,lo trato das questões ocfala, ceonmlcns 80 11nancelrno que perturbam o Puífl, pa- cem r o ande nltmento dus dilleul- 4des que o emprerindo do todos os {els enfrenta no momento, JDJ ,luiz de Fóru não fog11 11 proble· a ,nuca e revela hojo no uetor cornerclal +. In de suas fases mals críticns, c.om os • • eglstos o lndustrlnle provendo um novo "no ainda mais dramático. As perspectl- d s emprosarials paru 1981 são sombrias 0 vldenclam temor o desestimulo, prin­ . 10 , elpolment~ no quo diz respeito ns peque­ gc nns flrmue. As opiniões so dividem em ' 0 torno dus pORRI vols Roluçõcs para o tf problema enfrentndo pelo comércio, ha- vendo, nlodu, poPlções otimistas em re­ ,an lação ns tentativas do Governo de e " tauaelonar a ltunço. .ter O lndustrl11l Agostinho Pestana, ho, ox-prtifelto da Juiz de, Fóra e o Preel do dento da Unl!io Comercial dos Varejl:stns ·º)' Olfiudlo Antônio StumpI analltmram as ·es, dlllculdades do setor a nlvel locnl, lden de llloundo ambos, a problemática como coneequente de toda uma conjuntura economlca e Ilnancelra que envolve o Pois neste Instante, e que traduz o desestimulo no comercio e na lndustrh. O decróclmo de 12 pon cento nas vendas de mercadorias em geral, juntamente numa êpooa em que deveria haver uma movlmentaçllr> mais substancial nos J tl estabelcoimen,os, pnrece denotar o Inicio ll} e uma recesso, a 1 11 d a n!lo assumi· • da pelo governo ms que vem, grada llvnmente na forma de "pacote" e me dldus de restrlçllo de crédito para as empresas, estlpulnç!io de tnxus etc. RECESSÃO E LUCROS FICTlCIOS fantasma: Para o lndustrlal Pestaua, u rec.os Bilo não llÓ "já está aí", como deverá allnglr fHHI ponto critico no ano que vem, polvelmente nos meses de feve reiro e mnrço, no encerrumooto doa balanços, quanoo oi; ompre;;fl.rlos verlfl carfi.o quo os lucros obtidos foram fleti cios, por não corresponderem O. reulldu de: "Aquele que obtiver um lucrv lufe rlor a 100 por conto de seu oapltnl nada ganhou, mas, em compensação, pagura um Imposto de renda de um lucro Irreal". Peolnna ucredltd que esta é uma das faoes mr1Js dlflclels já ob. ervudcu1, com o comércio e o. Industria perdidos em suns de@Iões: "O empresário não abe o caminho a seguir, devido a Incerteza e 11 lntranqullldnde que o governo está Imprimindo nas suas medidas, sem dar continuidade a um planejamento". Segundo Pestana, "o que está acontecendo é que estâ se comprnndo, menos artigos de consumo, devido ao seu alto custo e, com a elevaQ1l0 dos gêneros de primeira necessidade, só se compra o estrltamentd necessário. Em face disto é que houve uma queda no comercio" E paralelo, a classe média, que deveria esl11r estimulada com a in­ flação á compra rápida de bens mate. riais, começa a se proletlznr uma vez que os salários não acompanham o cus to de vida, llc1:1ndo, portanto, deflaclona dos". O c.l.ei;empregG foi também assina­ lado como fator importante para a sltua­ ção no comt!rclo: "Estamos sentindo que dia a dia a recessllo estA chegando . As grandes firmas estão fechando algumas dl' suas filiais, havendo grande ofer!a de executlvt>s, trabalhadores e funcioná· rios. Havendo a retração do mercado de trabalho, hà uma grande queda no poder aquisitivo, sendo que o primeiro a qa tu! 1 que qa° per- ue ins «tá co > dii· tudo z, qu para' eja • o rol sinto você t ·16ri» a»" est ser 1e ' eras ° [" er --- Janeiro é mes de festas, passeios e muita curtição. A "Prlni::esa do Apa" oferece a opçtio certa para voce viver dias de festas e multas atrações. De 21 ti 23 de lanelro o Sindicato Rural de Bela Vista estará promovendo a 1ª FESTA DO PEÃO um acontecimento marcante. Voce viverá momentos ioesqueclveis, terá opçõ~s maravilhosas. conhecerá a magla da fronteira e guardará para sempre, no oornçíío, os tres dias que passará em Bela Vista 1 Venha c.onosco, nós vamos te esperar de braços abertos a recessão Reportagem de Kitia Dias Promoção do Sindicato Rural de Bela Vista, sob o patrocinlo do Governo do Estado e oom a colaboração da Ptefoitura Municipal sntlr é o comrclo, e, em seu!(a, as Industrlas". A PRIMEIRA VITIMA: o Poro Pestana analisa da seu!nte for o probleL"lll da recosl'lúo. "Ela começa com os empresarlos reduzindo seus n­ Ócios e, consequentemvnte, diminuindo seu' Investimentos. Disto, vai IH) gerando o desemprego", disse, acrescentando a necessidade de que o Pais tome cuidado pnr que o desemprego ão se processe em massa "porque u sltuuçfio st>rlu cn· tão, condatom da anorquln, do terror o Pais já apresenta fntllcus de terro­ rismo, o da lntru.nqullldado de todos". No cu8o de uma recessão efetiva, as pressões, os ptejulzos começarão a oer sentidos em primeiro lugar pelo povo pelo "vértice da plr!imlde" "As empre­ sas sofrerão mala, depois o problemu ae estenderá as médlas empresas até chegar às grandes. As pequenas serilo as mais atingidas por nu o terem estrutu­ ra para suportar a crlse". Os grandes probleman que o setor enfrenta com os ecprasárlos sem sabe• rem que "caminho seguir" vieram prlo­ eipalnente das decisões governamentais: ''Nilo sabemos, por exemplo, até onde pode chegar 11 úlllma medida do Banco Central, em liberar a captação de recur­ i!OB em depósitos bnncârlos a médio prazo, chegando alguns bancos a paga­ rem já cerca de 70 a 80 por cento ao ano, gerando tremend1:1 lntranqullldae na área de construção . clvll. Isso porque deverão faltar rscursos nas cadernetas de poupança". Disse Pestana, que falou rombém na possibilidade de que as taxas de juros ubam assustadoramente, onerando os custos das mercadorias e tornnndo a lnrlação ainda mais galopante. O problema da expansão de crê. dito também foi a bordado: "A expansão foi apen1H de -45 por cento este ano, em contrapartida a uma ioflaqâo que jó e11tá entre 110 e 120 por cento, assinalan. do uma falta de capital de giro tanto para o comércio quanto para a Industrio." Para o ex-prefelte o que é nece8- sárlo para tIIDa solução na crise que assola o País e, mais especlffcamente o comércio e a Indústria, seria a colocação de homens práticos no governo. Jà ten­ tamos todo tipo de teenocratas há 16 anos e realmente a coisa nllo Jeu certo. "Precli;amos de homens como Her minto de Moraes, OIávo Setúbal, Paulo Vllares, Claudlo Bordela e outros que já eubem o que é admlnlstroçlio e que, se ocupassem utn cargo no Governo, não Iriam lá para aprender como admlnlstrar" (Do Dlarlo Mercantil, 30/10/80 - Cola· boração Prof. Stumpf) Menos gastos na saúde, ga- rante Alberto Cubei Campo Grado - Uma contouçl:o de des­ pesa, dentro da orlen­ taço do governador Peclro Pcdrotilllan, rnnu sem prejuizos aos pro­ gramas em desenvolvl mento, prlnclpalmont.e do setor do lmunlznç!lo treinamento de recursos humanos o transporte do oqulpameotoa para os novoo Centros de Saúde, foi o prfncfpnl assunto tratado pelo s e e r o trIo de Saú­ do, .Alberto Cubei, uo se reunir com sua dire­ toria. - Vamos tentar de todas as formas atender as doterrnlnoções do Governador, sem deixar de cumprir com oo cn­ cargoa de pessoal e 10• ola!, procurando dimi­ nuir as despesas com transporte, diárias e de pessoal - disse Cubei, que, durante esta reu­ nlão, alndn tomou co nheclmento de toda si tuaçllo lfnancelra da Secretaria, desde 1.980, quando ainda era run dação de Saáde. Segundo o Secretã rio, essa contenç1lo de despesas núo afetará os programas previstos pa ra ulodn eate ano, en tre os quais o treina mento dos acadêmicos da Universidade Federal que realizarão estágio, a partir de janeiro, nos novos Centros de Saú de. O transporte pra outras regiões também será reduzidos, mas an tes o Governo provfden . ciará a remessa dos e quipamentos aos Cen tros de Saúde, para que os mesmos possam Jun clonar ainda este ano. S-ETEAGRI . Empreendimcntes & .Agdmensu.rn CGC MF: 003201324/00I In,eriçiio: 1S059ZW...O Direção: Nlvaldo de Barros Projetos para: Construção. Loteamentos, Curva de Niveis, Medições e Ratificações de Fazendas. Rua Antonio Maria Coelho - 2108- Bela Viu MS SETRAtiRl: Estilo e Objetividade CIMILOTE Suites t ** Porto Murtlnho Apertamentos Chalés em pleno panta,nal matogrossense A melhe pescaria com o conforto de hoel internacional. Ua opção turistica de bom gosto, lazer e eonferto Mato ürosso do Sul ELA: RE'l'OJlNOU Do Marlla, Sru. Cmllnu Porond1 o r.ous pupilos: Rafel o D»nlel e u jovum Antonlu, apóu nlP,UIIII dlan do p1urnlo. iJIO ~ CONVlfü Arudecerao convite do ovem belavle­ tenso Carlos E. Nuile, para s solenidades de nua formatura pela Faculdado de Medlela da Uulvonldudo Follorul ele MS. ;o novo Jné!llco, nossoa 1otoo de muitos xltou nu proflsio. ENLACE Esturo o unindo pelos luços matrimo­ nlals no próximo dlu 20, ero Cnmpo Grande os jovens Fubluuo e ,lua', >, 01011 um montão de telleldades. c8) e! ANIVE ,SÁRIO Dia 9 pp. comemorou seis uolnhos o gn­ rot!lo R.lonrdlnho, filho de Rlourdo Melo e Car· mem. 06 cc,11vildodo10 mlrlns foram vestidos de jogador. Apótl deliciosos !rnlg11dlnho~, cnchorro quente e multo rtJfrlgerunte, foi euutado puru­ b,rnt1 à vooê" onae o moilvo do bolo era um campo do futubol. Puro alugrla du polzuda fo• ram dlsMbuldu b11lõe11 ci nrl'1cl11s lembrancl­ nhu. Nossos parbeno o Ricardo o Carmem peln o.h,gre feollnh11, ao Rlcnrdlnho fellcldades! o8 D8d AGRADECEMOS E retrlbulmos os votos da FeUz Nntal e Ano Novo receb:doe de: Prof!!. Claude Medeiros - B. Vlstu; Paulo Cesar (geronte Finauclol) - 8. Vlstu; Edson Moraes e 5ra. - B. Vbtn; Geroldlap (gerente bradesco) e III. -- D._ VI«ta:; Marco» 1. 440%' B. V!ta;'Diretoria e Equlpe Téenlca do Trze • 1 'o Owndo· Tloho e Cldn - n. Vlst,,, Sll• uáquiíás - • se; s. 1ti4 S. Der­ zl o Sra. -- Bracllla, João Daniel Pise Gerei tal ixprei._Araçatibg Jey,,"; ao Aur,ruslo Oot:H!S o fila. - S. Paulo; Metro ô Com. pupéls - s. Pnulo; ~1nrlo R. Antunes 0 UM ELOGIO uos cinemas Iocnla, que tom truzldn até nós exoclontco lllrues, cJundo uma. opçllo roulor puru o Belavlsteoso. AGUARDEM para a próxima semana, entrevisto com o Prosldrnte ào Sladlculo Rurul quando sorA feito um relato completo u roapello dn aluaçlio, o sltunçlio do mumo em 1060. 00:3 ~ DAQUI desta coluna queremos delxn·r nossos votos de pronto restabelecimento ao Sr. José Mala Costa, que recentemente oofreu acidante auto­ mobllletlco, o se encontra hospUnllzado na Santa Casa em Campo Grande. 00:3 1:83 ENTRR Os jovens que retornam do férias nos pró­ ximos dias a Belu Vista, figura, Patrlcla .Mora"s, Por Nancy Ilia. --- B. Vi»ta; LAI!a Modas -- D. VIsa. r; , F U T EB O L - Nilo Por:anm! Dia 21 do errentu, ses@lonal dls outro Caça c Perc a e /@legião Paraguaia « Ifelo às 13:30 hs o Etdío Out4vto Tente Pro li 100 r: Vetcrv.ur,. .,. -- Por Cclía Maria ~, e ·, e 1 Izabela Moraes, Adriana Nunes, s Gustaro, • s'i ele@ nos5ns boua vincas e d1:1aeJ·oa quo d~li!a L , 1.ecl tem ao rnãxlmo os dl..ls couo&ue1. , e A ÁREA de campig que est sendo estruturada pe'4 'd Slndlci;to Rurf11 du Beln Vista, pode tambt receber a populução local, dando slm unt opção de um final de sewana diferente a num popuiaeãe. Resorvas de Areu Da secretaria dt Sindicato. Foram extravilldos oe documentos d! ~Jva Rvaldo Lurunjelra: Carteira Nacional do Habt• rP-/ 1 tação, Titulo de Eleitor, Carteira do ldentidAde, !:Ha CIC. , o Publlcação que se faz par11 obtenç!io tiu( das 2l!s vias. úito Bela Vlstn. -- MS J. M. de Barros r o e tal Nenhuma jactnncta, onbem berçe, a llcar nn hl6tórl11 do ensino disso vocês. quondo o velho "Cncl na fronteira como um fator nnclo que da Fronteira" diz que l!O nlnda nollzante e um monumento do civis residisse al, se ulndo. fossa politlco 'mo do ovo belavistense, e um e membro do Dlretôrlo, nli.o r.e teria marco perdurlinl!., do ·abuo'dooo em dado a mldnnça do nome do Ginâ que a fronteira juzla em termos de slo Estadual de Bela Vlsta, apagnn ensino e valorlzoçll.o de eua juven d~. aulutol':,.mente o nome "Bela Vie tude. Tumbóm nl1o foi a oficializa ta do eduoandál'io que escreveu a çllo do Glnuslo lruto de to□o.-lã-dá­ mais bela página de toda 11 história oâ polltlq11.elro, mas umn conquista do ensino e e:lue!lçllo do antigo de eun modelar 1Jrgaolzução e do Mato Grosso. alto J>adrllo da sua eflc!êncln rato O Ginásio Bela Vista fol {un res esses r@sposàreis pelo nasci dado dia '.!O do jao.eiro 1950, seud mento do Glnaslo Estndunl Bela .. Vis primeiros fundadores Dr. Rubeo t&, respeitado seu nome de lundaç!lo. Abott de Castro Pinto, profesaoras Esoo educandário portence Ester Silva, Clotilde Gonçalves de pois á história mesma de Bola Vista Castro Pinto e "Cnelque·•, internado ao seu patrimônio c!vloc, e cuJturnl, em pós Opt'ratórlo no Hospitu.l São o poder talar em nome de uma tra Vicente do Paulo, onde 11.al!nou n dlçli.o de honradez de trabalho e de ATA de hsadaçllo. patrloUemo, e 11;0. nome nsel11nla O GleàElo Iol fundado para oer entre outras, um Ululo altamente oomo tol, um eduouadárlo Absoluta' expressivo da purmcaçli.o oivlca de ment& Gra tulto, até sobro vir sua ofi todo um pove já demasiadamente olallzs~llo pelo OoTern& de Ralado. sc.lrldo e humilhado. lnlcludo oom 68 alunos entreg:u:ao lo Nliu tenho no franlelra pela 110 Governo, sem qualquer Indeniza. qual lutei de armas nns mãos, ção, quatro o maio onoa dupola oom lnleresses outros que aquelli mesma as ' sérlu lotad!l.s. DeaUnn.mo io. do solldr.rlodade na defesa da seus dlrolloe, por suu propriedade o pelo bem-estnr do seu povo. E nqul, seofio como um dos hrndndores do antigo Glnnslo Bela Vista, e um dos prlaci• pais responsnveis por sua sobrevi• vênola durante sua longa o víiorloea exlstencla como educandário gratni to, é que concito meu~ vt!lhos com panhelros àe outrora nas lides poli tioo-purlldtlrias (UDN, PDS, PTB), R:;ben de Castro Pinto, Mnnoel Ro drlguee Miranda, Jo1,é Simpllclo da Costa Merques, Dr. FIorI Murano, Deoclec!uno de Vasconcelos, Ad!lo Moreira. Carlos Canturlào, Esttir Sllva, Antonio Nunes Rondfio, Jon· qulm Ferreiro. Souto, Mário Batlllani, Perl de Almeidn Melo, Manuel Ro àrlgnes M!randit, Atanásio ãe Almel da Mslo, Jacinto Rodrigues Miranda . Epaminondas Escobar, Tiblrl,;á. Lou' reiro, Pompllle Pedra, Walter Esco­ bar Nunes, os antigos professores gratuitos Glnlce Medalros Clotilde Gonçalves de Castro Pito, Glorinha Loureiro Bafüla.nl, Carmem Brunet, Madalena P11lmierl, Gamaliel StumpI. Dr. VnUrldo Coelho, Pad.res Edward Sulllvan, James Tulas, Dr. do!!o '~ , Antonio Oliveira MMtlDB, Adalbert~ -:i!b, Suntana, e os catedráticos que Le, exercera cátedras, Horacio Brag4. d 2 Laura As!!IB, Yedu Mascaronhas. Henriqueta Ocampos, li somarelll Réla aolldarled!ldc e raforços junto ao Governo do E,tado p:nc. quo o nome Bela Vista pernaeça. eo lhe cabe o direito de permanecer, na denomlnaçliu do estabelecimento do 1.o o 2.o Graus que a.í está. A : ta de fundação do antigo G!Daelo Bela Vista juBliflcc sua luodaçúo e define de maneira elara, Insotis vel, :inA !lnaltdadt. Não fo follt para homenagear pc,;soae, e se a isso visasse, ficar.nos-ia a clifleU opçlio eutra os nomea de Rubon de 1 Cetro Pito, so Idealizador, s"" 'r prleipal fundador, se organtzndo' [jj,, e seu primeiro Diretor, e o nome de l;t~ ', Fernando Corra da Costa, eujo e? Goverro reconheceu o márHo do Glna.r.io Bela Vista magnlflea sede própria em qua lo! hiatalado o Gftta· aio Estadual Bela Vista. •; ' BANO J OSSA TEI A O Financial está apto a resolver os seus problemas, converse com o Gerente No Financial tudo é Resolvido na Hora Tame ums atitude inteligente abra uma coma no Fb"JAfi:ctAL