-. l"l!y "rl! ! Y" 7 guara_Sado A417 Inetr@/! 
ELA: A 
SOCIEDADE 
LEHl NI 
Última páglne 
Bela VIsta - Mato Grosso do Sul 
iro PREFEITO DE e RICOL 
O govornador Pedro Pedros­ 
sla no uso das atribuições que 
lhe coufere o Inciso VI[ do aro 
11 58 d11 Cootitltulçilo Estadual, nomeou 
d Jesus Delbar Ferreira Leite, mal8 
conhellldo por Cupllio, para exercer 
o cnrgo de Prefeito Municipal de 
(faracol, em substlluiç!lo u Osoar 
Ferreira Leito, nomeado pelo ex go• 
i vernador Marcelo Miranda, 
! 
II t 
D 
1 
O novo prefeito caracolense, 
. em breve contato com a Imprensa, 
disse que dará tudo de l em bene­ 
ficlo do muolo!plo; enfocou, nlnda, o 
caráter de urgência em soluotonar 
problemas nns áreas de eduoaç!io, 
estradas vlolnalf'I e energia elétl"lca, 
Para Capitão, "um dos fatores que 
Impedem o rApldo de9envolvlmento 
A pergunta que todos fazem: 
s Mvaldo de :!arro val ingressnr no 
fu PP? l!stA próxima u eleição pura a 
ldt mern d IH tora dh CO.mura Municipal 
~ o vereado!', do PDS, disse que 
e; "mudará de purtido caso nílo seja 
eleito presldente". Barros demonstrou 
por dlverrns vezes que o seu objeti­ 
vo é ''subir na po!itlcu" e não 
admitirá mi,nobras que Impeçam 
esse crescimento; para ele, "a polltl­ 
oa é d!aâmlca e o8 udeptos do imo­ 
blllsmo devem se rm;trlngir à gabi­ 
netes". Na verdude, a rnovimeoll1Ção 
do vereador vem encontrando eco, 
!lllld os Jidl!roe do ?US, prefeito Ely 
!farbosn a frente, no.d.a comentam, 
esperam apenas a continuidade des­ 
s movimentações. 
O Importante nisso tudo é que 
Bela Vista, volta a respirar um cll 
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que 
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•• l Vamos atrlvés da Imprensa. 
, { p!tear os nossos eleitores qual o 
~adi P%o que nuo nos permtuu tezer 
e#"d por vocês e nem poderemos 
azer ' 
eu!· • 	· 
d• p D Todos vocês sabem que o 
0 
dl j • S. em Caracol quando das 
•
5
";] ""g pars senadores, era divt@ido 
O 
1
111 
três alas. A ola do Dr. Fragelll 
la trabalhou paro ele fórm 
.}" Oearos co@ toda sua tura4 
{ Pomes voces conhecem sendo 
__.,,, l1l s <lesnecessúrio cita-lo~; essa 
a ala tambem cheiiada pelo 
,]"ado arem (diga-se de passa 
2," «u» esses eleitores s6 votam 
4, em Bsrem mudar), o que 
,]?sra que te são bem disctplt­ 
sª os. A outra. ala cbefinda pelo 
]%or 0ser Ferreira Leite, ex-Pre 
," que era chefiada elo Deputa 
.,"Setr6, tarem trabalhou e voou 
_/ ,1 Dr. Fragelll. Finalmente, a terceira 
; e ão unha Deputado neuhuc 
»,:, lefiada pelo enlor Harnet 
eg gns da Rosa que trabalhou m­ 
;;"elmaené, sn qualquer Pre- 
11 ão de lucro ou vantagens poli- 
__,,. •a•a, em favor do r,r. Pedro Pe• 
ma polftlco e Isto, pelo men(le, é 
salutur, vtatn sob o prisma de parti 
clpação, fator que, em Bela Vista, 
bá mala de dez onos tie restrlngla a 
dizer amem e benção. 
O Ingresso do vereador do 
PP estó. provocando polêmleas entre 
os próprios illlegrantea do Partido; 
O prefeito Ely 
o 
de Àraujo Barbosa nomeou a professora Zul- 
T 
do Carueol é o seu leoldmento e 
para que este problema seja solu­ 
olonudo procurarei lnterllga.r Caracol 
aos dcmnle munlclplos <ln regb:lo, 
Pretfmde, r.lnda, cbamor a 
atençlw tio povo sulmatogrosseni;e 
no tocante a11 pont,rnclalldades terls­ 
tlcue de Caracol, principalmente a 
pesco, procurando desta forma mo• 
OPP? 
eles. de Inicio, nll.o aceitam o verea 
dor que, segundo eles, "não possui 
Uaerança e multo menos VOTOS, o 
que será de 1,1uma importância em 
1982"'. Quer dizer, antes de sua orla 
çllo, o PP bolavtst11nse já impõe 
"regras e métodos·· que deverão ser 
seguidas A RISOA. 
drosslan, atual Governador. E gora 
roeus amlgot!, Dr, Pedrosi;ian deixou. 
nos na m'1o, nlio nos deu a mínima 
sa.th;fução. Deu até a impressão de 
que não nos conhecia, e que nós 
trabalhamos por ele como se Isso 
fosse uma obrigação. 
Qua'ndo da campanha que o 
levou a Governadorla do Estado, 
trabalho moa com toda boa ·vontade, 
de modo desprendido tudo, sem vi­ 
sar qualquer vantagens polltlcas. 
Para mim, Adsll Ferreira da 
Costa, ele era mel chefe poUUco. 
Por ele sotre.not1 hnrrores por par• 
te desta ala que hoje está no po. 
der. Diziam uns. ele é um político 
q u e I m a d o. O u tros que 
de era desonet!to, enfim que era 
isto, aquilo. etc. etc. Tudo_ Isto acon­ 
teceu e Hgora. meus nm1gos, o ho 
mem nos desmoralizou, após ter 
galgado a Governatioria de Mato 
Grosso do Sul. Ficamos aqui com a 
cara no l'Mio. Creio Urmemente que 
esse homem não relletlu bem o que 
Iria fazer. Nós não somos moleques 
Dr. Pedroi:elan, so1J1os Isso sim, hu 
IU 
Adail e Harnet 
vlmcnlar o muolcfplo. Não degouldn­ 
r do setor educuclonal e, segundo 
as su8s pulavrus, Pedrosslan Jbe 
dará tocio o a p o I o neocsdrlo. 
Jesus Delbar tomou posse, na CA. 
mura ~1unfcl pai do Caruool, com a 
presença de polít1coe, pocu11rtsta11 e 
emprosllrios de Bela Vista o do 
munlolplo. 
FUTEBOL MAIOR 
~e&te Domingo, no Eatãdlo 
Otá vto Fontoura 
Caça e f:'e,Qoa x Corltlba do 
Miranda 
Na prellmlnar: Veteranos do 
Sessenta x Veteranos dos Clubes 
Sábado, no Gremlo Pedro Ru!lno 
86 19,30 h. 
Quadre.aguiar: Caça e Poeea, 
Irmlloa Antunes, Gremlo Unt!io 
e Corltlb11. (Mlrantia) 
mllJ.es eleitores, mas uma coisa 
temos, possulmos ólgnidade, honra 
dez e h<imbridode. Temos sentimen 
to Dr. PeJrosslan, não somos opor 
Junlst&s. Assim caros eleitores, o 
Dr. Pedrosslan não nos considerou, 
esPa é a verdade. Agradeço a você ter 
nos acompanhado e peço desculpas a 
vocêa p e I o erro que comeu de 
h,r pedido votos para ease homem. 
Adall Ferreira d!!. Cotzta 
Ao Leitor 
Faça uma assinatura do jornal 
TRIBUNA DA 'r'RONTEIRA você 
receber, além dêste jornal o 
Gorreio Jardinenae. TRIBUNA 
Murtlnhense e JORNAL de 
Bonito A assinatura anual cus­ 
ta 1.000.00 e pode ser paga em 
duas parcelas . Esse preço se 
rã mantido até Março de 1981 
procure o no&so eserltórlo ,à 
rua Duque de Caxias /n, perto 
da escola Castelo Brauco ou te­ 
lefone para 255. 
mira Ossuna para reapo11der pala 
Secretaria de Educação MunJcJpal, 
num remanejamento que visa aglll­ 
zar ainda mais o setop. Zultra 
Osaun!I. exercia o cargo de Sapervl­ 
so:-u. e se encontra plenament(• 
Integrada com os objetivos do 
Prefeito. 
Pessoa dfnAmlca, que faz d 
força do trabalho a mola mestra de 
sua atuação, a professora Zulmlra 
foi muito cumprlrnentadd pela nome; 
ação e promete dar continuidade aos 
seus planos: "valorlzar o trabalhe, 
das professoras, dar prioridade as 
escolas rurais e participar ativamen 
te dos planos do prt:felto munlslpal 
que procurH dotar &la Vista eh· 
condições estruturais para o seu 
desenvolvimento, e o setor eduoaelo­ 
nal é fator Importante". 
Gráfica e Editora APA 
Comunicado aos clientes 
Neste inlclo d9 ano implantames 
várias modificações visando 
melhor-ar o nosso r.tendlmento, 
estamos aptos executar qais­ 
quer tipo d" serviços gráfieos. 
a partir de fevereiro implantare­ 
mos o serviço de linotipos e d­ 
dulrlremos outra máquina lmpre11- 
sor11, aAslm poderemos editar 
livros e revistas. Receberemos 
tambem. brevemente, uma elehe­ 
rla e uma novu equipe no stito? 
de acabament.o foi contratada. 
tufo para &tender voce. Venha 
conosco.

MI tro da Mgr{cultura - Instituto Natonal 
Projeto 
, RA Cordeadori Geral 
do Colonlzagão o Relera Agrárlu·INCh 
Fundiário Jardim - C (
13
) T (?) DF 
dias 
Edital 
O Instituto Nacional de Coloniza- 
4o o refortn Ar{ri IN'KA, través do 
Exorlll<.r do Projeo Fudiirio Jardim, com 
f11111l11rn1•1110 uo !l .1,o d11 1Jrnrf'11I 11"7í,.1i111, 
do 28 de novembro de 1973, combinado 
coma dispo»to nos rtio 2o d Decreto 
í.ui 11.0 1.11 J, ,'1(- IU de 0to de L.91ó e 50 
d,, L.-1 n.o •l-,'H'7, Je 0ll de 11hril ti,· t.1(16, 
cunsoca: Abílio Barbosa, Adio barbou de 
D)ru, Ad4o lopes batho-, Ato tns Cacho, 
Atlehn,uilo lfr •, J,l1·lrd,h' Vcrrl')ra 1lu 'illvn, 
AlmLrlutlu l•,111'irn d~ Sllv,,, ,lmira 11 rbosa 
dos banto Aluno de Souza barbo+a, 
Altair Cavalheiro Fores, Altrlr Var;u 
Grulwrl, Alziru Xa, í1·r, Andri• <.11r,l11u 
C11clrn. Autímlo l'1111hl Corrl'í l.t•i1,,, /ntn11io 
Luiz .Jolmhru Gr11L,·rt, Autonln 1l11ri•1 Nun,·H 
Hundílo, Antonio • Ton<lori•to ,1011 Snnt,,A, 
1 11l11t!'i11çlo ri1;1[11111uh,,, ,ra, )' llurt·.-loM tlu 
Hox, Arl»ides da 'unha Grubert, Armando 
LolJeri IJnrho,11
1 
Arn,dtlu llr•j•,A Fr..zt111, 
Arlindo Lopes Aquiar, Ary barbosa de Deus, 
Aroldo Maciel Monteiro, Assis Scffs, 
Augusto Alves dos Santos, Aurora de Souza 
llalttt, l:l.ilrluln11 1:rulwr1 l'cr,·iru, B.,ltolinn 
}llure• l'inlo, Cudliln i1~1ulru,, Cnndldo 
llornolro, Cnrlos de Snuzn ,!r<lelro,, Celol. 
do olibra Grubert, Celin Lopes Brbosu, 
Clio José Yerira, Cleir Corre Dusno, 
Clodoldo d Hosa, ypritno Martinez, 
Dnlmacio lr~alo Ldte, Dtlcy Fcrnnu,lo, 
.
1
1fon1elro, Dolindo Alves d ::ilh-u, Dorilou 
Si!vl Din~. Ednurclo Corb~lino, R<l•on 
DiEcaro, Edurudu Full~y Codlto, Ellu1e 
Linus Costa. Enur Ferrelra Gomes, F.rne,ti­ 
nn Clarlnda ,1111111c8, Erns1uo Qulnl11Uu, 
Erlinda da :-llrn Sarn,·y, Eichlno U, Xuvior, 
Evu Br-.,nco lonltiro, Evlla,io A,~uinr l.ope• 
Júnior, Eu,/,hio llN11riz. Euclidc• do Cunha 
Grubert, Euh1udo Gruhcrt Dnrhosu, Euripe­ 
de,; Jo,l, Gnrdll, Fernando l-'reitn. Firmino 
Muuoel Tolxcica. Firmo Deuedi10 <lo Jesus, 
Florencio Guroia, Floriano Agui11r Lope,, 
F,,r1un11to Montclro Lcl10. For1unn10 Nune• 
Lopes, Frnn~i,co Assis Schcrcr, Garibalt!e 
Etnesro Grub11N, Geron Nunes Leite, 
G r e g o: r I o H i o o r d l, G u i l h e r ru e 
Alvc1 da Sll'a, Gumercindo elo Cunho Gru­ 
bert, llassan IJ. Leite, llcmereuciann Jnc• 
qu,1 Brum, Ilermuoo Volpi Slmões, Henri· 
que Aristlmunhn do Co•l•, Hd,·nn Gacho 
Escudeiro, Iliglno J o~é d11 Silva. Homero 
Aguiar Lopes, lltn Nolnsco, Itamaar Nunes 
Leite, lvaldo dn Cunha Monteiro. Ivo S6. 
Modelros, Jukaon Monteiro Medeiros, Jer- 
com ·prazo 
roa Nunes Leite, Jesus Gribalds Ferrb 
ds, Jus Carlos Seco,adi e O+a!d0 
albrn, loto Dni4o Carbo, Juo Luiz 1 e­ 
relra Filho, Joo Martins, Joso O-mrlo de 
Freitas Ne«s, J»ao Manoel Hoffrfster, Jo 
o ltmlo Sowz I'alta, Jorge leodomiro 
Cutl,o, Jow Ahiplo _Loureiro, José_MA4n+ti9 
Leios Seto, José da Cuuha Grubert, Jos 
fcri111ndl'O Lcil~ ,Jo,ó Fareíra de Carvalho 
1-'ilhu, ,1,,Gé Lui; 1,;urvnlhiuha ~lciriul,(I, Jo. 
,& Mariano De.sun Lopes, José Mnrla sr­ 
celoH ,, Pe<lro :-iilv~irn U.1rcelos, Jullrrnu Ho­ 
Prezl, Julito Freitas, Jullo Ferriru 
IJn,tOij, Juremo L,•Jrn /runjo, L11vrndnr ~,o. 
Ulc6 Gh1n ~~. Leui111 Hruru Leltt· l'.-re1r11, 
L,•o Mnrln Nuncu llondno, Lec,nur Barbosa 
FJ,,rcK, l.ins CoFlu e Sllvu, Luiz Fernnudo 
Nu11eJ Hond~o, Luiz l'Jlonelo, Luz !Iluda 
llr,·~~lln l,ope,, Marco Antoní? llourlon . do 
Oliveira, Maria Carolina Maciel Monteiro, 
Maria do Carmo Prezzl Dias, Mnnool Ern1ho 
Luru Mnrfn Nc,•cs Luru, blanoel do Ho,11, 
Mnrio Aguiar Lopes, Mario dos tantos 
Morlinez, ~larlo (,lulrino Leite (f.,pó!lo), 
Mutil,le Chcho Lura, ~teirn Benlriz, MeDdol 
Steimbruch, Meron Nor, Miguel Antonfu 
Heruecre, Mi.,11el Bnrho,a, MIiton Xa,,er, 
Moacyr Nunes da il, Murilo Brndl, Nn­ 
dir LopcA Pereirn, Noido Folix Roi••• lfo· 
be Nuue• Leite, (Espólio), Odll". hfa•care­ 
nhas, Oli_:!1 Terrnza Mcndc•: Olmiro de Sou­ 
za Ondínn l'o111dro ~1ede1ro,, Oraldo Fer· 
nndes Monteiro, Ortilio Orestes da Silva, 
Ormcs Ferreira Burho,n, Octnvio Murilo 
Toledo Drandi, OAwaldo Coimhro. Gruberl, 
Omnlelo M ... clel Monteiro, P,!!n1alrn11 Raflu­ 
cle. Pedro José Cacho, .Ramno Fernundes 
Lritc, Hnmona Barbosa, Roberto flo,,es, 
Ilodrii;o Domingo• Vollin, Rodolfo Glrulza­ 
lto, l{on:no Harbosa. Rosa Maria Haizel 
Lopes Hosulina P,mhn Gruberl. Saturnino 
da losa, Sebastio ores, Sidney Nane• 
Leit<, Simeão Martins B:irbo,n. Theodorico 
Cnsnn,,va, Tb .. mh Mnrt!u, Barbou Sobrinho 
Vorn B~ntriz Prezz! Lopes, Wnldemnr de 
Soum Burbo,a, Wnldir rilontclro Sá, Walti­ 
ncs S,nsalone e Dirceu Doro, Wilson Yu­ 
as Grubert, olk Fernandes Monteiro 
Znirn Monteiro Pnlbano. Zilda Gruhert da 
Silva, Zo6 Ahes dJs Santos t! demais de­ 
tentores âe IÍlulos •Ujelto• à rn1llfcnçiio n­ 
bru11gido• pelo memorial descritivo a se· 
guir trnnscrito, ll npre,ontnreru ,ea, thuloa 
e demula documento, relacionadn1 no ertl • 
go :!.o ~ seus pnrài;ralos, do Decreto 76.694, 
de 60 
EXPEDIENTE 
Tribuna da Frontoira 
( Fundn<lo • 20/2172  
Jornal de Circulação 
Propriedade da Gráfica e Apa 
G. G. _C. do Mlninérlo da Fcv.enda 03-201.266/0001 
R,g .. tro Civil duo P~s,ons Jurídicas N.o 1066 
Hedaç~o, Administruç:lo e Oílcinus: Rua Duque de Ouxlns S/n 
Dlreto-:-a Admlolstrutlva: Maria Estela Vela'!quez Pereira 
Edltor-Chefl': Ivaldo Perelrii 
Depàrtament:> Comercial: Alvoro Pereira 
Departamento Jurldlco: Dr. Serglo Roberto Perondl 
Sucursais em Caropo Grande, Jardim tl Bonito 
Colaborador~s: Diversos 
"O 
Regional 
Editora 
AS'-IN !. TUilAS 
.nua! ( Bela Vista ) 	IOo0,00 
Dernai• l!nnicipios _:_ 1%1,0,II0 
concelloo en~i1ido, ~Ili nrtigo1 ■Bia:dos nao exprimem neceuAtiamenh: 
11 
oplniilo do joral, podendo até ser contràrio• a enc" 
No devolvemos os orig-in•h 
Fundador tl Diretor Respon9ável: lvaldo Pereira 
TDI. 
MEllOHlhI, DESC.:HlTIYO 
Hefere.se o presente memorial ll 
úreo para 1ln1ificaç,io dr Tltulos. na Jl~lsu 
,to Fronlcirae, ,itundo 110 muolc!p10 dr Jar­ 
dlm-MS. ,lenomlundn "Gleba Praia", ,Je 
conformação irregular, nbranpendo uma 
área aproximada de 155.922 h, estando h· 
mitada pelo rlo Miranda, p!gao divisor 
du, á"uo1 do Cnchoelrluha e G11nrd111ha, lim1· 
to N:;rte dos munlclplcs de Dol11 Vls11 e 
Caracol, rio, Prrdidn e Prntn. 
ltOTEICO 
Partindo do ponto 01 de coord,.nndas 
geo"r6flcae longitude 56.,,J 3 35 GIi e latitu­ 
de 21o.l 7 30 S, na confloencla do• rio• l'ra, 
tu e Miranda, segue•eo rio Miranda acima 
. numa distancia de oproxlmndnmeote 46 áOOm 
nlé a bnrrn do córrego Legeadiaho (afluente 
da margem esquerda), no pento 02 de cuor• 
denadas Geográfica longhude 50o.07 41 
WGr e latitudr. 2'!0. 33 59 S, dnl córr<'g<> 
ncima num11 dist11ncia oproxirn11da de 1,l00m 
11t6 o ponto UJ de coMdenadns geogrtic•• 
longitude t>6o.Vll 3.5 WGr e latitude de :WJ. 
34 12 S, dnl pelo divisor da 6guu dos cór- 
reptes Cheirinha e Gardinha, muma di 
nina aproximah de ]95mm ate o pontu 
74 de e«ordens«das grfieas Iongirud 
:;fl<).17 3,  e_;, f" 1. 111 li lr ~l ô · 9 :•J !:>., .! ,í Je 
f!thdo dirft +egw-se pelo limite m4 
nicipl Mela Vira .Hardiv, nuna dvtaia 
aproximada de 600ur_até o popto S d 
coordenadas geográficas longitude Da 13 04 
WGr e latitude 2lo.+4 84 daí pelo limite 
municipal Cnrarol Jardim, uma dstani 
proximal d 180o m até o ponto 06 n 
conflui do ro Perdido com o córtrero 
Arar, ponto de ordenada ográficas 
longiide 6656 12 WGr o latitude :1o 33 
ICJ S. dul pelo rio Pndi,J,; ,11dmu uurn11 d1R 
nncia nproxlir:oda do .f) G,.lhn 1116 o p<rnto 
07 de ootdenudas geográficas longitude 
56645 19 WGr e latitude 210.25 32 5 daí a 
linha reta numa ditanla aproximada de 
9.500m até o ponto 08 de corrdadas e 
gráfica« longitude 56o 40 3l WGr e latitude 
210.28 30 N, no rio Prata, dat. rio abaixo 
nura distancia primada d i0.lomn até 
11 
ma confluencia com o H;o .,,1rn-ndn, ]ICHHO 
de pard1!r1 cio pre•l'_nll" r n t e i r v, 
fechando assim o perimetro que envol­ 
ve urna llre:i ll p r o X l m d a do 
155.92.t hn. (cento c cinquent.1 r nnco rn,, 
uoveccntos e vinte e dois l1t·r1:irer). 
CONFflONTACÚES 
Norte; Moniclpfo.,_ de Bonito e Gula Lopt! 
da Lo;run:i. 
Sul: Mumeipio de Bela Vista Caracol. 
Leste: li umclpi o de Gula Lopes da Laguna 
e parte do munlciplo de Jardim (gleba 
Ooardinha) 
Oete: Municipio de Porto Murtinho. 
Obs.- FJca excluld:1 n árM refcrenlt 
oo perímetro urb~no àu cidade. 
Jardirn 07. OI. B1· 
Cr..rlos Alberto Ferr~frn de l'lllron,la 
Executor Proj~tu Fundiário JA HDBI 
Portaria N·o 5í3 de 02-06,76 
Antigo posto do Mineti 
Agora com a orleutacuo do Sr. João Bezerra de Azevedo 
Como gerente José C. de Azevedo 
Atendendo com borracharia. lavagem, Jubriflcaçii.o e tl'coa de óleo 
Rua Cel. Pilad RcbuC., n.o 1391 ~squino com ll fiua Nos,:1 Senhora Apueoida 
BONITO 	Mato Gros■o do Sol 
9O PREFEITO MER- 
1 
Pil :.~.~.~~~ ~i~~. ~~ 
brevemente, comecaremoa o 
asfaltamento da cidade. Pedlmoe 
desoulpaa pela falta d'agua, pela 
poeira, pelo barulho que oca­ 
sionaremos. 
Mas V Exa., há de convir 
que tudo Isso só acontece nas 
grandes obras. É a cheiro do 
progresso tom11ndo conlo da 
nossa pacata cidade. 
Contando com a compre­ 
ensilo de V. Exo; e e3perundo 
continuar recebendo o !:lpoio que 
sempre V. Exa. nos dispensou, 
anteolpamos os noE1-os egrade 
cimentos. 
At1mclosamente 
Ety de Araujo Barbosa 
Prefeito Municipal 
- 
Ora. Angela Maria C. de 
Barros 
Cirurgia Detita <::Ro ,osns 
Clinir11 Infantil 
Rua Gn~ Lopes, 826 - Fone 2-17 
Bela Vli!la - Mato Grosso do Sul 
Estamos empenhados na 
te.rafa de expandir u rede tele­ 
foolea da nossa cidade e conta 
mos com o seu inesthuável apolo 
porque você sabe que Isso 
reuresen!a um passo adiante no 
nosso desenvolvimento. 
Abraçamos esse trabalho 
com todo empenho, porque como 
voce sabe teldone núo é ;;ô:nen­ 
te progresso, não é sômente 
economia, não é eômeote aglli 
zaçâo da atividade comercial, 
Telefone é o filho que pede a 
benção 110 pai; é o pai que 
a beoçoa o Illho distante, numa. 
demom:tra.,:ilo de amor. 
Telefone é também men· 
1rngem de amor. 
Comprando um telefone nu 
rede bancária local voce pode 
dar mais amor aos seus filhos, 
parentes e amigos distant-es ao 
mesmo tempo em que você 
ajuJa o progresso da nossa 
Terra. 
A cldi.de conta mais- umo 
vez com você e por ela aceite 
os iigradeclmentos do seu 
Prefl-ito. 
Ely de Ar11ujo Barboaa 
Prefeito Municipal 
de tlela Vista • ~ 
Dragaria Ma13riiarma 
de Antonio BmuUo de Barros 
CRF/20 • 2:59/77 
Medicamentos c:m Gernl 
Aberto das 7:0U hs. à1 19:00 hs. 
DinriAmcnt.e 
Rua Duque de Cxi .. ii, l{Jn • Fone: 268 
Se• Vi:&t:,, - Mato C-ro,so do Sul 
'·0 rnl que gnrDnte o seu lucra" 
O único sal mineral que desvermaina, 
coro !>ate carrapato• e bcn,ee corrige 
a cnré.nefa do past.o. • 
- Campo Granae: Ruo. Ccl. Qaito, 
Vila Cnrvalho 
• Bonito; Rua CeL Pilad Reboá, S/?!. 
(fali>r com o r.r. Cosme • Ao bdo do 
cinema)

Oração ao 
Espírito 
Divino 
Santo 
Espírito Santo vocd qune eelr.e 
tudo que ilumina todo+ os caminhos pra que 
eu ntinja o menu ideal, você que me d4 o dom 
divino de perdoar e esquecer o ml que me 
fazem; e que todos os intantes de tinln 
vida et comigo, eu quero ne«te curto diílo­ 
o, agradecer-lhe por tudo e confirmr mais 
uma vez que en nuncn quero me eprar 
de você por maior que seja u il;»lo mate­ 
ril no werl o tinimo d vontwle que into 
de um dia estar com voe e todos os meu4 
irmãos n glória Perpétua. Obrigada mais u. 
ma ver(n pewoa dever fer e»t+ oração 
db• scgui,loH seu, fhv.cr o pedido. Dentro de 
} dia será alcançada yra por mis di(f. 
cil quo eja) publicar assim que receber n 
ruça, 
Nlce do Cotila Miranda 
Laboratorio de Aná­ 
liseo Clinicas São 
Lucas Ltda. 
'' 
llfontemoe oon,•ênio cow: INA'.IPS, 
Banco do Drusil, fu•cx, Previeul 
Hxunt,: Ilioquimica, Enzima, Cnlturn, 
Antibioquímica, llernatologin, Srrreçôc~. 
Bacteriologia Imunologin, Harasitologia 
Dr. Antonio Bra.ullo de Barroo 
(' RF /20 . '269 /,77 
Rua GuiB LopeA 02ti - fon, 2-17 
Bela Vi.ta !,IS 
Hospital Sto. Aleixo 
DIRETOn PHESIDF.NTE: Dr· 
Luiz Aleixo dn Sih-o Filho. 
r COHPO <:Lí'lLCO: 
Dr. Luiz Aleixo da Silva Filbo. 
Dr. Antomo Nogueira Filho. 
Dro, Irene do9 Snnto•. 
-Clinico MédicB e Clrt'lrgioo 
--Pl11n1ào 1101 Domlngoe e F'ori, 
ndo,. 
«O Hospital cresce com a Cida. 
de» 
End: Ruo Santana do Pnrafso, 
781 
Bonito 	AIS 
EST ão IPIT INDO 
Sempre que vou ver o meu 
Uo1·lothluuR, onB urqulbaocadas dou 
bous l'lundns, da ouvir e 1;entlr o 
bom humor desta gente brasllelra. 
Quando u, torcldu quer Ironizar o 
fuceloulsmo <.!e um árbitro, diz que 
ele "apltou perigo de gol. Isto ó 
qu,rndo uO.o bouvo Infração alguma 
0
11• teve que achar um chifre na 
oubeçu de um ouva.lo para Impedir 
o uvuoço du equipe qua lu mai-cur. 
Ao ler pronunciamentos de 
pol!lloos na Imprensa ultimamente e, 
p!'luclpalmento os editoriais do "O 
Estudo do 8. Paulo" e ''J ornai ria 
'Tarde" focallzando as Comunidades 
Eclesiais de Buae da Igreja Católloa 
ei;,tou perce bondo quo certos grupos 
ei1tllo ficando llteralmeote apuvora­ 
dos com n !'consol,mtlzoono" - pnra 
usar o termo de Paulo Freire - quo 
elas vem proporcionando a um vas­ 
tltrnlmo eleltorr.do. At~ mebmO a re­ 
vista VEJA. apresentou numa das 
edições de dezembro uma ampln 
reportagem preocupada com a lnfil 
!tmçllo dos polltlcoe na CEBs. 
Ora, essas oomunldades - 
ainda que nllo fossem verd11.delros 
os desmetldos de altos dignitários 
da CNBB - estilo 11bertas e, 11& um 
polilloo rto P'l' ou do PDT podem Ir 
lá Infiltrar-se, porque não fa1'1am 
os do PP ou do PDS? Onde está o 
perigo, então? Ah, ao que parece, o 
perigo está no fato de que grande 
maioria delas tem seus membros 
envolvidos no P'l'. Nilo se quoallona 
se por ventura esse n!io serl_a um 
partido c:.ija plataforma e CUJO cre 
dlbllldade estejsm mais de acordo 
com aquilo que 11 Igreja p r e g fl 
M dolP m t I ê n t o s. O que se 
esté. fazendo é uma espécie de "apí 
tar perigo de gol" preventivamente. 
Sim,porque se scolss continuarem 
com'oestllo e o presidente Figuelre. 
do mantiver sua promess~ de elei 
ções direta para governador em 
1.982, é claro que oa votos dos lote 
grantes das CEBs v!lo pesar. 
O que se nota, nas entrelinhas 
dos pronunciamentos tambe1:1 é um 
Pastor Roberto Vicente Cruz T. Loss 
Interesse constante de vincular as 
CEBs 11 um rt,urxi mo lnexhwn10 e 
~ umu teologia da JIIJG!'tnçüo dife­ 
rente du orlglaal, umn tfue !t•du 
ligações diretas com o marx!mo. 
Oii protPsluutes ekl!lo, utru­ 
vés de dooomluuções qu~ ropreren!u 
3 milhões de fiéis. de müon cloú'.lH 
com a Jgr.:,ju Cutóllcu no que 6c 
refere aos problo.m:u; soolals, econô­ 
mlcos e polltlcos, bom como em imn 
"opção preferencial pelos pobres'. 
Dizer que Isso 6 lamber botas aos 
m,uxlstas ~. no mlolmo, fallur com 
a verdade. Chamur de lngônuos ao:. 
que se prestam u uma inocência 
utll. Não é o meu ponto <le -vbta, 
n
fiur~, (ID 
Z 
~ 
o 
~ 
Ut.E 
1 
l, 
0007 r$ 
1 
IJ 
fJ 
(RIO) • A vida cheia de d!U· 
cuidadas do educador, político e 
r'lllgloeo Souza Marques, cujo nome 
hoja é &lnonlmo dfl educação, pois 
denomina um complexo uoiversllà 
rio do Rio de Janeiro a Fundação 
'I'éoolco Educacional Souza Marques 
é sem sombra de dúvidus, a demona­ 
traçlio da realização do homem 
quando lmbuldo do lrleal, da fé e 
da perseverança. No legislativo ca­ 
rioca, multe, antes de começar a for­ 
mar a estrutura daquele centro de 
ensino entilo apenas o colégio Scu­ 
za Marques o Pastor era conhe6ldo 
oomo o polltlco cujuR portas esta­ 
vam r.empre abertos para os humll• 
des e, prlnclpalwente. pare. o povo 
de Deus, cujo Evangelho ele pega 
va com convicção. Quantos homens 
formados, profissionais do mais alto 
gabarito, em vãrloa capitols do país, 
hr,je-, no devem quele esplrlto llu- 
TRR aprovado pela 1.864fe se&são ordinária/conselho nacional do 
petróleo em 4/11/81. _ . 	11.80 
Autorizaçuo Ofieto ne 020585/17. .J 
Zona Autorizada 
J dl B
"la· Vista Caracol Bonito, Porto Murtinho e Gula 
. ar m, - , , , 
Lopes da Luguua. 
lnlco de atividade parti c!lent~s/ consumidores de óleo dla- 
F.el até 20.000 litros/ ruês. 	· . 
d I 
sua regularização para a cota óleo diesel 1.981. 
Provi enc e ,.., . CNP 
Alando ao cadastro- TRR e unexos •• 
------ 
Ivan Hfonso da Uosta 
Marques 
- Advogado 
Causas Cíveis e Criminais­ 
Inventário», Desquites, Divórcios e 
L e ga	l iz a ç ão de T c r r u 	. 
Escritório: Rua Antonio Maria 
Coelho, 428.Fone 2l0 
Residência: Rua Cuia.há, 468 
Bcln Viotn - MS 
acho que os rude, Ileres ctó: 
los bta. lleiras e os amsdureeldo 
e cultos líderes evangéltcs das 
Irejus citeds nada tem de 1egd· 
úUOiól. 
Pelo contrário. Ingénuos são 
o que e»to "engolindo a pllala 
das classes mls consrvdoras, em 
rerl ao pede, que tem todo late: 
resse manutenção do ''status 
quo". 
O compromlso dos erstos é 
com Jesus Cri-tO, COI a BIb!la. E 
ri o comuu! .. mo Vf:J,r, dlzen,oa cmt10 
o caboclo da anoclotu: Dclxu vir 
que nós avacalha ele"... 
minado a &Ufl eclucacilo? 
Observando as enormes dIti 
culdades do Poder Público no setor 
da formaçllo cultural da juventude 
prloritarlamPllle partiu para a fuu 
dação de, Colégio e posterlormeat, 
para a granrlo tarefo que o conr;a 
grarla e lmortnllzurlu seu nome: t 
Fuudaçõ.o, 110 subúrbio do ~l.lo d1_ , 
Janeiro, que posslbllltass& á 1uven 
tude asslml!!lr conhecimentos em ua 
ambiente sadio e temente a 0flOS. 
Decorridos vários anos rla ln! 
clat!va i,tonPlra, o nome da Fundo 
çilo Educacional Souza Marques ter 
cumprido BtU objetivo e ainda qu 
encontre em 1<éU camloho percalço1 
nada ofusca o grandioso trabalho. 
Este o mol!vo pelo qual jo1 
alistas congregados er várlac; foi 
mas de comunlcaç~o. outorgura1 
áquela entld.ado, e consequr-ntemcnt 
ao trabalho dP. seu fuodudur e ac 
que a dirigem, um pergaminho ah 
slvo aos 20 anoi1 dt1 Busilla eom 
Capital da República e qne vise 
homenagear homens do gabarito d 
Pro!. Suza Marques e saaa obra 
Grokco e 
Editora APA 
impressos a coros Rapidc 
e eficiencie.: 
Kua Duque de Caxias, s/n 
Belo. Vl:;ta -MS 
I 
Posto Ferreira IJ]. 
Gasolina, Óleo Diesel, Óleo Lubrificante 
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Atende 24 horas por dia 
BR 267 Km 
55 
Jardim a Porto Murlinho 
Posto Leal IIl 
Gasolina, Óleo Dieael Óleo Lubrificante 
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Ateada 24 horas Por dia 
Rodovia: Jarlllm a Porto Murtlnho 
Posto Nacional 
Gusolinu, Óleo Diesol Óleo Lubrifiean!t: 
e Borrucborla 
Atende 24 horas por d.ia 
Rcdovfa: Jardim o Porto Murtinbo

PEDRO PEDREIRA 
ASFALTO 
Em Bel« VIstn é um renlldade 
s trabalhos estio bns!ante w.denta­ 
" 1 1111 rua 1ó de novomnbro, da pre 
lvao Mnscarenhas té venl 
1 'l'c odoro ativ, A chuvas nutra. 
lharam m pouo, mu8 0 ritmo 
trbulhoa pernlte uma previ+lo 
Imtsta; uté Julho, s obras das 
·tuelptlb rlllll do contro R<'rílO cn· 
eues, O povo est vibrando. 
#3 e3 
COMO SEMPHR 
Jlgurrn "cld·enirnr.eo du poeira, 
aram caso, ms u vordndo ó que, 
mar:bu do progreso ó Insollsm­ 
•I. No h como trnçar purudoxos 
ll'o ~EH e QUERER. O povo quer 
uelttlto, pois o moamo, ul/>m do 
opo1·clonnr maior comodidade va­ 
lzará os Imóvels. 
, 
l O E 
problemas, que diz ser du alçada 
do vereadores: "ele que se enten­ 
dam" e prorntJte não Interferir, mui.'! 
s "m Iinguas' dizem que ele está 
movendo os pauzinhos. 
i)l,<l e€(, 
ENQUANTO ISTO 
o udvogudo Stirg·to Roberto 
Perondl, »pós merecidas férias, 
volta com força t.otul; ele, Juntamen­ 
to com Alvaro P1iralr&, silo os prln­ 
clpulA urllculudores do PP em Bt!la 
Vista. O trubalbo realizado pela 
equipe eMnrrcgada de estrutµrar o 
partido est rendendo frutos: querem 
200 Illluçõe11, o estão conseguindo. 
08:l ceo 
A R1'18PEITO 
do lngre11eo do vereador Nlval­ 
do de Barro11, no PP, caso nllo 11eja 
eleito presidente da Câmara, um 
comentário colhido "no centro de 
dP.clsões" do PP: "serA que o PP 
vai aceitar Nlvnldo''? Bsta dúvida 
decorre de algtrns posicionamentos 
do vereador que desagrada (s de­ 
gradou os principal!! men!ores do 
partido do Figueiró, Rncbld, Canala 
o Cla Ltdn.) 
~ INTENÇÃO 
Do prefeito Ely de Araujo 
.rbcGn lmpJ,rntar o calçndilo na 
lQa lllvnru Mnscurenhus, que dará 
novu opçlio no b1ilavlstP.nae: 
rtir ns belas tardes beluvi8tenses, 
rn a [amllla, no8 bnnco que serão 
tocados pula Prefeitura embaixo 
frondosas árvores. Quemn e8tà 
rando com o lnlclat1vo i;O.o os 
'irndores e comerclontes do nréa 
re eles o proprietrlo do Bossa 
va que, sem dúvida nlgumo, vol· 
à ac•s bons tempos de outrora. 
1udo era o ponto de encontro do. 
lo dude belavistense. 
C;i(I !ll.:J 
FALINDO 
Em ponto de encontre,, os po• 
JOS bd11.vlslonscs, ltgados ao Por 
populr, precisam se encontrar. 
lurnbrnmos um11 oglllzuç'Jo maior 
adeptos do partido. pois existe, 
!mente, uma calmaria Irritante. 
. ; 
Naviraí Jardim e 
porã 
C;i(I ~ 
INTENSAS MOVIMHNTAÇÕES 
Na Cfl.rnuru 11unlclpal, mais 
clsamente nos bastidores, vls11udo 
elelçllo da nova. mesa diretora. 
·undo comentários o vereador NI 
do de Burros promete delnr o 
~ oe não tor eleito 11resldente. 
!:!!G ~ 
POR OUTRO LADO 
O prefeito está nlhi,lo a estes 
terão casas 
Cohob-MS 
lto .. 
da 
Campo Grande, MS - 1':. Com­ 
panhia de Habitação do Estado de 
Mato Grosso do Sul COHAB - MS 
está divulgando editais objetivando 
a tomada de preços para exeouçllo 
de obras residenciais e complemen­ 
tares, no total de 594 unidades 
para us cidades de Navlrai Jard.lni 
e ltaporii. 	' 
Do total de unidades, serlio 
construidas 224 casus em Navlrai 
168 em Jardim e 212 na cidade de 
ltapor!l. Editais contendo datalhes 
sobre a tomada de preços encon­ 
tramse à disposição dos interessa­ 
dos à Rua do Catete, 457, conjunto 
'212 - Monte Libano, na Companhia 
de Ih bilação do Estado de ato 
1:irosso do Sul. 
o moço rico 
O Evangelho d Mateus, reis 
tra no Capltulo 19, ver»os I6 n 2ô, d 
hlstórla de um moço multo rico, 
que certa vez procurou o enhor 
Jesus para lazer Ihe uma pergunta. 
Pelas suas aparenclas, aquele mo% 
demonstrava pertencer a uma 
fomllla dlRtlntá, rel'lg1o&a, de boa 
repu&açlio nu EiOC(ectade da sua 
época. Sua flslouomla séria dolxnva 
tran11parecer qu~ ulguma col.su 1ntl· 
mu, o estava preccupundo. ReaJmen• 
te, aquele moço era rico, multo reli 
glo!So, polt1 m&nih1stou a Jesus, que 
obsenava 11 lei desde n euu mentol 
ce, mas ollo 11e sentia tranquilo, n1lo 
tinha paz no seu coruçlo. Ao encon 
trar,ee com Jesus, foram estus as 
suas pulavrus: "Bom Mestre, que bem 
far&í para herdar a vida eterna?" 
Com lsao qulz ele dizer, que, apesar 
da eoo religiosidade, de ser um fiel 
observo dor da lei d e Deus, nllo se 
sentia .satisfeito. Sua atitude revela 
slntla um desejo profundo de· fazer 
o que neoeesarlo fosse, para satle 
lazer os anselos do seu coração. 
Aquele moço vossula t.:onheclmento 
o qne allAs, falta em multa gente, 
sobre a vida futura. 8!e sabia que 
a morte nll.o tem dia marcado para 
nos visitar; sabia que após a morte 
o homem entrnrâ em julzo perante 
Deus; sabia que o assunto da vida 
futura nlia pode ser postergado 
para o amanhll., e as!llm, con,,encldo 
da i n u t i l I d 8 d e 
do seu principio religioso, tomou a 
iniciativa de procurar o Senhor J e. 
8us. Jesus respondeu-lhe com etns 
palavras "Porque me chamas bom? 
"Bom é eó Deus. Entl!.o, se eu sou 
bom eu sou Deus, A palavra de 
Deus os ensina que entre os D 
cldos de mulher, no exlstlu, no 
existe e nfo exlstirá um só que 
fg bom, todos se extraviaram a 
{'irá iutets. O salmista Nvt4 
ssim escreveu: "Deus olhou desde 
os eéus para os filhos dos homens 
para ver e encontrava um só que 
foso bom. Nilo encontrou nenhum. 
Paulo disse: •·•todos pocarum e des 
Utuldos estúo do gloria do Doue. 
continuando, o moço ouviu do Je 
sus respondendo aos dlsclpulve es 
tas palavras:. "Aos homens é Isso 
1mpóseivel". De fulo, dllótQ1:1 lottores, 
aos homens é impossivel a salvação 
atravez de u obram, do sua rel 
glosldí,de. Só Jesus é capaz, de 
salvar a alma, só ele sofreu na cruz 
só o seu sac111Uclo ó suficiente para 
satisfazer n Jus1içn de Deu11. O Pro 
teta Isatas disse: ''Buseal o Senhor 
enquanto se pode achar, buscai-o 
enquanto e3tcl perlo" lenlas 65:6. 
Preziido amigo. Busque bojo mosmo 
o Senhor Jesus, e terá um tesouro 
no céu. Amém. DV 
agora Em Bela Vista: 
Fábrica de Ladrilhos 
e Tanques 
Bons preços pront entrega 
Qualidade: 
Pia■-de co:.i:m!lJI - Tanqun • La­ 
drilho, - Tanques de Granito. 
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Armazem do Neilor. 
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FRiiis o i@irão ái& }"${g. ctento, cal, 
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Entregamos a Domicílio 
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Aquldauane _' Telefones: 1699 e 1006 
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t 
! 
eomo 
1eiro é mes de festas, passeios e multa curtição. A "Princesa cio A a" 
rede a 0pço certa para roce viver dias de testas e muitas atraçoos. D2g 
.o de_ Janeiro o Sindicato Rural de Bel! Vista estarA prom9vendo a 1~ FESTA 
PEAO, um acontecimento marcante. Voce viver! momentos lne■quea!Tele 
á. opçoes 0111.ravllhosas. conhecerá a mo.gla da fronteira e guardari ' 
sempre, no coração, os tres dias que paeearA em Bela Vista para 
enha conosco, nós vamos te esperar de braços abertos 
le 23 a 25 de janeiro: 1
1 festa do Peão 
moçlo do Sindicato Rurul de Bela Vista, sob- 0 patl'ocinlo do Governo do 
Estado e com a colaboraç!o da Prefelfura Mu•lc:lpa.l 
LEI A E 
Esta noite tive um sonho 
Sonhei 
que caminhava pela praia 
acompanhado do Senhcr • 
e que na tela da noite ' 
estavam sendo retratados 
todos os meue dias. 
Olhei para trâs e vi 
que tl cada dia em que passava 
o !Ume da mlnba vida 
surgiam pegadas na arela 
u' a minha e unia do Senhor. 
AIIBlm eo11tlnuamos andando 
até que lodos oe meus dias 
se acabaram. 
Então parei e olhei para tràs 
Reparei 	• 
qne em certos lugares 
havia apenas uma. pegada ... 
. B esses lugares coincidiam 
ju8tamente com os das 
mais. dlHeels da minha vida, 
Oe dias 
de maior angústia 
de maior medo,' 
de maior dor ... 
Perguntei. ê•tão BG Senhor: 
MEDITE 
"Senhor, Tu dísseete 
que estarias comigo 
todos 88 dias d 
e eu aceitei vi a minha Vid::. 
mas, por que ;er oonttgo, 
nos piores dl me debraste 
as da mlnba vida?" 
E o Senho 
«o. ir respor.de. 
• meu fllh - ~ • 
Dlsea • o, Eu te am-o. 
por toa [" estarta contigo 
• gue to .";çgptada 
um minuto s." aria 
E " iquer 
O 
oao le deixei 
s dias em 
apenas uma que tu viste 
Tora os ãi""Eada a areia 
(Autor md que te carreguei 
PaconbeefdoJ 
(Colabor 
a?"o aur&-SP) 
r. 
PIIEÇO DESTE 
EliMPLIR 
cR$ ô,o

PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
DECRETO LEI Nº 11/80- SEC. IOM. EM 31 DE DEZEM'IR DE 1 O 
EIy de Arujo Barbosa, Pre. 
1
1 
~tuulclpn ! no UH(, 1111.ll r, t, lbul­ 
Jeats que lhe 6ão confrldus 
4 AI0 1, 2",6 e 10, da 
Federal nu0, 33ó, de 21 do au­ 
de 1911 (Lei dos Denproprla- 
Decreta: . 
1 
00 1º Doclnro como ocndo de 
4ade P'üblien" u áreas urba­ 
balo descritas; 
2. Desaproprio, por necessldu­ 
hliea e hvr acordo entre us 
destinando-us u abertura de 
UCCUf:iO llOB bah'l'OH pe1·lréri· 
reas urbanus descriminadas 
gos 3, 4 e 5° o seu8 pará­ 
desta Lel. 
3° No Lote de Tarreno Ur­ 
,e prnprlllclnde do Sr, 'fhomuz 
eu Vtelru. deterninudo ob o ° 
, dll 1n Ch·cuntwrlQüo, com úrea 
t9.20U,00 ra2 !Dezenove Mll e 
zentos Metros Quuc11·ados), seró. 
çadH Ull'U Ruo., que o subdlvldlrA 
02 .Duus) .Qundrus, que serlio 301 
e '-'. B. 
A Rua elo projetada deno- 
f 
•· e a "Travet1s11 Fiá vlo Aj11la" 
,Jui 116 seguintes carncteristtoas: 
ado-se do Mureo (mp l) crava- 
em comum com a Rua Rosallno 
o, dai, segue-se por uma HnJ,a 
a projl!1ada, conirontando com o 
le 301 A, num dist. de 160,00 m, 
rumo Mag. de 3&?00 NE, até atin­ 
o marco (m II). Dai, sr gue-se por 
a linha reta projetada, confron• 
do com a Rua F'ernando Fernan 
Leite, numa dlst. de 12,00 m, ao 
o Mug. de 52.0 15 SE, uté ullnglr 
Marco (m lll). Dai, 6t>gue-se por 
d linha reta projetada, coofron· 
do com o Lote no. 301 B, numa 
1. âe JG0,00 m, ao rumo mag. de 
.00 SW, até altnglr o Marco (m 
• ). Ou!, seguo-1,;1, por uma linha re­ 
pr~jetada, confrontnndo com a Rua 
allno Lino, numa dlAl. de 12 00 m, 
1 
rumo mag. Je 52.o 15 NW, até 
, :Ir o Marco (mp 1). ou Ponto de 
Slllento, perfazendo uma área 
.20.00 m~ (Hum Mil Novecentos 
] 
·'le Metros Quadrados). . 
:o 4o. No lote áe terreno urb::.no 
:iroprledade do Sr. Maximiano 
·rton, determinado sob o no. 

, 1!! Circunscrlçllo, com área 
• 500,00 m2 (Sessenta e Dois 
Quinhentos Quadrados). será 
._:,~ Q-l (Quatroi Runs. que o 
.. ,!dirá em 08 (Oito) Quactras. 
Ili numerudas: 118 P.. 11& B, 118 C, 
-D, 1IS-E. 118-F, 118-G e 118 H. 
As [lhas compreendidas entre o 
Marcoi- frup r. a m III), confrontum-fle 
com u. Quu(.l•r1i aº 118-A. Do Marco 
(mn II}, seue-se por uma linha reta 
pro]etadi, confrontando-se com a 
Rue Sem Denomlco, numa dlst. 
de ló,com, o rumo Ma. de... 
52 45nw, uté e tingir o Marco (m Iv). 
Dul segue-se por uma llnl.Jn reta 
projetada, numa dlsl do 115,oom, ao 
rumo Ma. de 3715'1e, té tingir o 
Marc:o (m v). Dai, 1:egue-se por uma 
llnhu rt!la projetadu, numa dl&t. de 
5o,oom, ao rumo Mag. de 52º-15'nw, 
até atingir o Marco (m vl) Dui, 
aegue-se por uma linha ft,lll proje 
tada, numnu dlst. de 115 oom, ao 
rumo mug. de 372 15'sw, 11tô atingir o 
marco (m vll). As linhos compreeu 
dldas enh·o os marcos (m lv a m vll) 
confrontam se com a Quadra n.o 
118-B. Do muroo (m ll), segue se 
por uma linha reta projetada. numa 
dlst. de 15,oo m, uo rumo mag. de 
fl2.
0 
45'nw, confrontando oom a Rua 
_Sem Denomlnaçll.o, nté atingir o 
marco (m vlll). Dai, segue ee por 
uma linha reta projetadu, numa dlst 
de 115,oo m, uo rumo mg. de 
37.
0 
15'ne, até ntlnglr o marco (m lx). 
Dul, segue se por umn linha reta 
projetadn, numa dist de 0,00 m, ao 
rumo mag. de 5~.o45'nw, oté atingir 
o marco (m x). Dai, segue se pon 
uwa linha retu projetada numa dlst. 
de ... 115,oo m. ao rumo mag. de 
37.ol5' aw, até atingir o marco 
(m xl). As -llohns compreendidas 
entre os Marcos (m vlll a m xl], 
cónfrontum-se com a Quadril n.o 
118 - C. Do Murco (m xl], segue-se 
por uu.a linha reta projetada, numa 
dlst. de 15,oo m. ao rumo Mag, de 
52.o 45nw' confrontando-se com a. 
Rua Sem Danomlnnção, at~ atingir o 
marco [m xll). Dat, segue-se por 
uma lloha reta projetuda, numa 
dlst. de ll5,oom ao • rumo Mag. de 
87.ol5'ne, até ullnglr o Marco [m xlll) 
Dai, segue-se, por uma linha reta 
projetada, numn dlst. de 5o,oom, ao 
rume, mog. de 5.l.o<!5' nw, até atln 
gir o Marco (m xlv). As linhas com 
preendldo.s entre os Ma.roo [m xll a 
xlv], confrontam-se com a Quadra 
o.o 118 - D. Do Marco [m xlv), 
segue se por uma linha reta projeta • 
da, confrontando com a Rua Sem • 
Denominação. numa dlst. de 15,oo m, 
a!> rumo Mng. de 37.ol5'n.e, até 
atingir e, marco (m xv l Daí, segue se 
por uma linha 1eta projetada. nu­ 
ma dist. 'de 50,00 m uo rumo Mng. 
de 52945' SE, até atingir o marco 
(m XVI). Dai, segue-se por uma 
linha reta projetada, numa dlst. de 
120,0U m. ao rumo Mag. de 37.o 15 
·n~. até atingir o marco (m XVII). 
§ 1.o - Ae Ruas nele traçadas 
·. dt!uomlnadus de:- ''Anast:.cla 
turlon, Genero:-o Miranda Lino, 
,'~ Meza e Bollvar l'ibrlins", que· 
t;uem as seguintes carmcteristlcas: 
j
' ParllndO·b0 do Marco (mp n. 
ado em comum com Ru Sem 
)inação, daí, segue-se por uma 
1 flltu r,rojetada. numa 
I 
dist. de 
, D, uo rumo Mug. 5245'w ate 
! ·[r o Marco (m ll). Dai, segue se 
1 11llu linha reta projetada, nua 
• Je ll5 oom ao rumo Mag. de 
"W'te atingir o Marco (mIl). 
As Unhas compreendidas entre os 
murcos (m XV a m XVll)" confron­ 
am-se com a Quadra n.o 118 - E. 
Do Marco (.I XVII). segue-se por. 
uma Unha rl'lttl projetado., conlron• 
tando-se com a Rua sem dominação 
numa dlst. de 15,00 m, no rumo mag. 
de 52.o 45' SR, até atingir o marco 
(m XVlll). Daf segue-se por uma 
Unha reta projetada, numa dlst. de 
1 
-1~ ,-----------e-- 
~~. _-·Hotel e Churrascaria anaã 
l de Pacifico Baita 
120,00 m, o rumo ma. de 37.o 1' 
sw, até atlir o marco (m XEX). 
[aí, segue·e por urna linha re'a 
projetada, numa dlet. de 59,00 m, 
ao rumo mng. do 52.0 45 81, até 
atlir o arco (ma XX). Daí ruo­ 
se por umu Jlnbn tíllll projetad11- 
numa dt t. do 120,úO mn, ao rumo, 
mag. de 37.0 15'no, nté atingir o 
murco /tn XXI). AR !JohaR compre• 
endldas entre cR marcos /m XV!ll a 
ru XXI), confronta,-se com a Qua. 
dru o.o 118 - F. do ruIuco (m XXI) 
segue-se pür umll linha reta o pro 
}etada, confrontando-se com u Rua 
sem dcuomlnaç/.lo, numa tllst. de 
15,00 m, ao rumo mug. dt> t2.o45'so 
ulé utloglr o marco (m XX[I). Doi 
otgue-se por umu llnba rctu proje­ 
tada, numa dlat. de 12D,00 m. oo 
rumo Mng. de 37.o 15'sw. nté nlloglr 
o marco (m XXlll). Uai, segue-se 
por uma linha reta projetada, numa 
dlet. de 50,00 m, no rumo mog. de 
52.o 45' SE, uté atingir o marco 
(m XxIV). Dai, segue-se por uma 
linha re16 pwjetnda, numa dlst. de 
120,00 m, no rumo mag, tle 37.o :lí5' 
NE. até atingir o marco (m xxv). As 
linha~ compreendidas entre os mar­ 
coe (m xxll ao m xxv). confrontam· 
se ,com n Q11.udrn N.o 118 G do 
marco (m xxv), segue-se por uma 
linha reta projetuda, confrontando· 
se com a rua sem denominação, 
numa dlst. de 16.00 m. ao rumo 
mag. de 52.0 46' SE, até atingir o 
marco (m xx-vl). Dai, segue se por 
uma Ilnha reta projotnda, numa 
dtst. de 120.00 m, ao rumo mag. de 
57.o 15' w até atingir o marco (m 
xxvll). Daf, segue se por uma Unha 
reta projetada, numa dlst. de 50,00 
m, ao rumo mng. de 52.o 45'SE. até 
atingir o maruo (m xxvlll}. As 11 
nhns compreendidas entre os mar 
cos (m x.xvl a mxxvlll), confrontam­ 
se nom a Quadra n.o 118 H do mur 
co (m xxvlll), segue-se por uma ll 
nha reta projetP.du, coufrontando se 
com a ma sem denominação, numa 
dlst. de 15,oo m, ao rumo mag. de 
37.o 15'sw, até o.tingir o maroo (mpl) 
ou ponto de fechamento. perfazendo 
uma área de 14.32.5,1.10 m2 «Quo.tor 
zi, mil, trezentos vinte e cinco me 
troe quadrados».· 
Artigo 5.o - No lote do terreno 
urbano, de propriedade do Sr. Nalur 
Arl~tlmunho Pinheiro, determinado 
sob o n,o 171, da 1.a clrcunscrlçãe, 
com área·de 14.400,00 m2 «Quatorze 
mil e quatrocentoi: metroi- q,uadra• 
dos:o, s e r ~ trsiça-lo 02 «duas» 
• ruas, que o subdlvldlrâ em 03 «tres» 
Qnadrns assim numeradns: 171 A 
l71 B e 111 .e. ' 
lo. Âs Ruas nela projetadas, 
serão denominadas 
e de.marcadas com as 8eguintes ea­ 
racter istlcs s: 
RUA ELIZá ECHEVERRIA 
Partindo-se de Marco (mp I), 
cravado em comum n Rua Afonso Pe­ 
na, dai, segue-se por uma llnhtl reta 
projetada, confrontando-se com a 
Qu&.dra n.o 171 A numa· dlst. de 
120,00 m, • ao rumo Mag. de 40.o 00 
SW, té atingir o míreo (m II). Daí, 
segues por wa l!uha retn pro]e­ 
ta4da. confrontando eom Rua Pro­ 
jetda. u: dlst. de 15,c0 m, a0 
rum:O";ma. de 51.0 29 NW, até tua­ 
gir o marco (m III). Daí, +ezue 
por ua Ilha reta projetada, eon­ 
frontando com a Quadra no. Iil ( 
num o d! 't. (h: li.O.ao m, oo r-um.o 
mag. de 40.o 0' NE, a t é n tfuutr 
o msreo (m IV). Daí segue se por 
uma linha r ta projetada. oonfron 
laudo com Hua Afono Pen, nu 
ma dist. de 1500 m, ao runo Ma. 
de 5Io·29 !:'rn íllO utlnt?l.r o Marco 
(mp I). ou 'Ponto de Fechamento, 
perazendo uma llrcu de I.E00,00 m2 
(Hum Mil Otocetos Metros Qua 
drndos). 
RUA TULIO LOUREIRO 
Partindo s0 do marco mp l, 
c:.-avado eo comum com a Hun A 
fonso Pena, daí, segue se por uma 
linha reta projetada, confrontando 
com a Quadra n.o 171 B, numa dlst. 
de 120,00 m, ao rumo Mng. d{! 40.o 00 
SW, até atingir o Marco m II. Dai, 
segue se por uma !lnba reta proje• 
tudu, confrontando com a Rua Pro 
jetada, numa dlst. de 15,00 m, ao ra 
mo mag. de 5lo.29 NW, até 11tlnglr 
o marco M Ili. Dai, segue e0 por 
uma linha reta projetada. eonlrontan 
do com o Quadra n.o 171 C numa 
dist. de 120,00 rn, oo rumo Mag. de 
400.00 NE, até atingir o Marco m )V. 
Dai. segue 68 por uma linha reta 
projetada, confrontando eom a Rt:a 
Afonso Pena, numa dlat. de 15,00 m, 
ao rumo mag. de 51.o 29 SE, até 
atingir o mnrco mp I, ou Ponto de 
Fechamento perfazendo um área de 
l.800,00 m2 Hum Mil oitocentos Me­ 
tros Quadrados. 
Artigo 6.o Este Derreto Lei entrará 
em vigor nesta data. 
Gabinete do Prefeito 19 de Dezem 
bro de L980. 
Ely de Araujo Barbosa. 
Prefeito Municipal. 
Dr. Fernando de 
Freitas Elias 
Médico • CRM 351 
Clinica Médic:t e Ciru.rgic:1 
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dlrlo 110 G<'I. Conrar1o e rnp lf-:.1, otl'• 
erlda pela Prefeitura Municipal. Ao 
aoonteclmeulo cu-up11recerum vArloi; 
couvldudoo. Por m,dll ei,,;u demons­ 
truçfio de 011rluho o Ct-1. Comado 
o Don11 Hoslol111 ogradecer11m mui 
tos emoclouudoa. 
coo oo:i 
CONVITE 
Agrodecemoe o convite rcce• 
bido do gov. Pedro Pedrosslãn para 
a sol.midade de lo;mgurnçll.o du se• 
dt' própria da Junta Comercial de 
MS - Jucems, oconido ,ln 9 pp. à 
R. Dr. Arthur Jorge 1376 em Ct1mpo 
Or11nde. 
003 COO 
REVEILLON 
O bulle do Reveillon, no Ore­ 
mio esteve coocorrldlssltno multa 
gtinte elegante prt>atlglou. A orques­ 
tra musical foi do agrado geral. A 
de,oornçllo mereceu elogio~. 
Ci"1 te:l 
ANIVERSÁRIOS 
25/12: Rosslhe LIa 
26/1?: Gllc>l Lino 
30/12: Victor Hugo Velasquez 
Peretro - 4 11nlnbos 
1/1: 15 prlmnverus da bonita mo­ 
rena Patrlola Pereira (Ptiulista). 
31/12: Tambem r~z 15 aninbos a 
garota lrlomar Catureba da Silva. 
14/1: Ana Karina Salomão Marquee 
-10íl: 3 aninhas de Rogério O. Go­ 
mee. 
soe 1 
lo Iorlzonto 
Equipo <Jort'"'I0t! o Toll:1:rnfoi; - 8. 
V!Rltl 
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Casa do Pecuarls"ia e Irmllas Laran• 
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Dep. Jorge do Amaral e fila - Cam­ 
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Dorival Sezar Quintana ©. Grande 
ltal!vto Mnrque11 e flla - ,S. Paulo 
Empuer Bela Vista 
Retrlg. do Oeste S/A Sulmatogros 
sense de refrlg. Ltaa. - C. Granõe 
C8:J 00:l 
AGRADECEMOS OS VOTOS 
DE BOAS FEST•r'I S RECEHIDOS 
Adalr Pereira Terrabsl - Bauru 
Dr. Ricardo Brundão - P. Porll 
Olaucy Flores e flla.. - e. Grande 
Rtpres. e Com. :-lmelda Ltda Be- 
lniversárias de c_asamento 
Poucos 1mbem que as denomi­ 
nações 'do11 dlxersos anlvers~rioe 
de cosamenlotS alio orlgloáários da 
França e que vem sendo manti 'os 
desde a antiguidade. Esta ' tradição 
espalho se pelo mundo, e ". conhe­ 
cido popularmente. De acord11 com 
esta tradição, a.s denominações são 
us g.egulntos: 
1 antversrlo: Bodas de Algodão 
2? untverário: Bodus de Papel 
3º unlvetfl1rlo: f39d1,u c1c Govro 
Q!! nnlversár!o: Bodus de Mt.1dE>lrn 
72 anlverAnrio: Jloduu de Lã 
10º uolvers&rlo: Bodas de Estunl}(J. 
1:2!-l unlvorsár10: Bodas de Seda 
15º aoiven,árlo: I3odaa cio Crí;;tnl 
21lº unlverBArlo: Hodua de Porceluon 
!!5º aolvcrsarto: Bod'iR de Prata 
30-º unlverflflrlo: Bodas de Pérola 
40 nnlversrio: Dodus de Rabis 
502 1:10lvorst'.l.rlo: 8od11C1 do Ouro 
60 ou 70.° 
(confor1JJe o costume): Bodas de 
Diamante 
75.° ou 100.º: Bodus de Radium 
~ C:,l::J 
AÇAFRÃO 
Seu uso maior é nas pa<'llas, 
rlsoloe e todos os pratos de peixe e 
frutos do mar. O açafrão de melhor 
qualidade é vendido em forma de 
pó multo fino de cor vermelho forte, 
e dá 11.os pratos um tom de amarelo 
caracleristloo. 
C8:J 06:J 
ORÉGANO 
Erva aromlltlca. Depois de 
Ser mBlher, 
E3EN. 
CIR? E BEL 
lELffOt!E 
.Wi$_TI 
Para adquirir o seu aparelho dirija-se as 
agencias locais dos Bancos Financial· 
• e Bradesc:o 
De todas as responsabilidades 
existentes, ser mulher, acredito que 
seja a mais dlficll. Quando digo 
m'lllher, estou querendo dizer "mu­ 
lher remlntna", nflo simplesmente 
llexo feminino, que existe aos mon­ 
tões' porque ser mulher, é m111to 
mals que ser Isso. 
A mulher é especl11l e tem 
qus aglc como tal' como um ser 
divino. ,que dá inspiração poetas que 
:i.Jegram as ruas, as púlsageas. que 
dá v1da a outroe seres. A mulher é 
special e sensacioal, ó meiguice e 
força ac, mt>smc, tempo, é ser culna 
e apazlgtradora, é ser 1oz, seD a 
própria clareza é ser poesia e tudo 
Isso... é uma coisa só, é ser ·•mn• 
lher". Se, mulher é amar é se dal'I, 
é reoeb1:1r, é conceber e é principal­ 
mente orlar. 
A mulher tem que ser bonita, 
nos gestos, nas ações, nas emts,wes, 
nas proezas e até nas artimanhas 
na· conquista do bem amdo ou na 
luta do dia a dia. Tem que ser um 
bau de snrpre~e.s, algo místico e 
cativante. Algo que! provoca, que 
procloma e que vive em todas as 
coisas e momentos. Mulher mesno é 
aquelli figura que trnnstorna, que 
a.nda, que cla, qu rí, que chora e 
que cc•sola. Ser bcn!ta nilo f.llgntifea 
ter apena!! um lindo !isJco ou um 
belo rosto. A mulher bon-íta é 
aquela que sugere e q u e lidera 
açõe!3 e hr. ser destaque no selo 
da sociedade ou fora dela, e a 
que uta pra menizar as desgraça 
alheias, é a que all.la tl que perdoa, 
e a que cistendfl s. mão. 
Em todos os tempos, em to­ 
das· as l pocs.s. a mulher sempre foi 
mulht<'I' mas depo:& que o homem 
reeoleu acreditar nela, ela não 
parcu mais de o+trer o quunto é 
c~paz, e que o fato do ter s.lgun11 
d1reltea a mais, mlo :St1 tornarh:m 
grosselrcs e aes:.ijeUadt1s. A mulher 
+eca e molda serve pars te!pen 
tI , techelos de tor's e pa+t4s 
e carne, ms se uso ms conha. 
eldo é coto ingredlent !ndlspens4 
vei no preparo de pizzas e prates 
com queijo. 
COLORAU 
Pó avermelhado muito uszdz 
para colorir molhos, carnes e Ia«sas 
O de melhor qualidade é xtraído d 
pimentão vernrelho depois de eco 
Quase sem perfume, seu efett 
maior é u cor. Tora os pratos mls 
dlgeptlvoc;. 
O LAR DO C1SAL 
I 
c.l· 
I
vo e Junlce, ficou elll fti~llu fon 
C 
com o nasclree:ito ae um garvt,1o' 
'Ate 
pornbeos. 
C"<l 
crnCULANDO 
Pelu cHv. vlaltondo i;eus pal1 
e lrmfioF. a jovem gaucha, ar 
qulatoaleta em Enguntrnria Civil. A 
da, deEPjamos muita curtição cm 
suas férias. 
!>6<:: ""' 
E A FESTA DO PEÃO 
Sendo aguardada com grande 
expectativa. O sr. Edson Morais e 
sua equipe, estão trabalhando tncan• 
t1áveis para o SU da mesma. 
I 
responsabilidade 
1!2. 
DJS 1 
:1 
'+ta 
g:la. ' 
as 
ur 
'a, t 
.15 
t'.ç:i: 
± c 
cilllo 
C;a 
L!co, 
+o, 
lsnlt 
;. Juee, 
zro 
sal 
"a,1 
~ !lStt> 
rzl 
provou que seu fasclnlo é lnalterá, 
vel, porém alguoB estão se esque­ 
cendo desse fato mara vllhoso. Para 
ser uma malher de verdade, é pre· 
ciso ser, tudo o que citei anterior, 
mente e não perder a esi,,ootanal· 
dacte, Nilo é querer competir con Rsen 
o homem, mos 6lm, parHclpar, apo· meros 
ar, incentivar, ajudar e a.otma de '.~Jça 
tudo saber amar. Dlz ... m que !lS, is~a 
mulheres atuars, pão são mnats to /1s { 
envolventes qrnto us mulheres de "?as 
outrora. Isso em prte, parece que fsd 
é vert.lndeiro, pois t<Xlste-m multa.e .:. Mh 
mulheres que 11ioda não se coosclen· ~
1 80 
tuzsran de importuneta e grandeza 5, { 
que é ser mulher. Algumas se e szu±, 
xolveram mu!to com a ma.terialid!i• 'h•l!1', 
23,+u 
de existente na realidade e se ea- . '•!ler, 
queceram o quanto é fundament6l Í. '-lllf~ 
que a mulher trnga a margem ds ,1 d" 
,.., '.-:: t 
vida aquela imagem e aquela terav :t 
ra que existe no interior de uu 
mulher. Ela é e tem que ser, toda :'. a cl.i 
Ieltd Je carinhos, de dengos e ch!ll'" ;-n~l!i 
me, é necese;árlo que ela se disp.s •'J J. 
dessas calças surradas, dessas cabs ," 
letras· moastruos,is e mal cheirosa.o 
e dessas unhas ma! feitas e sujas 
v,-,Jte u 8e vestir novamente de ver· 
$o8 e presar, de perfeição e ragl% 
Para ser tudo Isso, nllo é preciso se 
torm:.r escrava ou submissa de nin· 
guém, b1u,t11 aoenas que volte_ 
cultivar suas orlg:en@, sua essêrc1D, 
su:i fantasia. E preci::.o somente qut· 
ela volte a ser o quo ela realtret 
é. 
Nada e mais Importante Jc 
ser amadas. Que especie humané 
gosta de aer Indiferente? nenburoa­ 
e de todas elas a que menos go~. 
ta de indifereaça e u mulher, por 
ela existe para dt>aper!er, par:1 se: 
mãe csrihosa e feliz, para sela 
recer. para perdoar. i,u.rs amvr r 
ser amadn. ela e tudo, ela é muJuer 
o centro das atenções do plaets.