-. l"l!y "rl! ! Y" 7 guara_Sado A417 Inetr@/! ELA: A SOCIEDADE LEHl NI Última páglne Bela VIsta - Mato Grosso do Sul iro PREFEITO DE e RICOL O govornador Pedro Pedros­ sla no uso das atribuições que lhe coufere o Inciso VI[ do aro 11 58 d11 Cootitltulçilo Estadual, nomeou d Jesus Delbar Ferreira Leite, mal8 conhellldo por Cupllio, para exercer o cnrgo de Prefeito Municipal de (faracol, em substlluiç!lo u Osoar Ferreira Leito, nomeado pelo ex go• i vernador Marcelo Miranda, ! II t D 1 O novo prefeito caracolense, . em breve contato com a Imprensa, disse que dará tudo de l em bene­ ficlo do muolo!plo; enfocou, nlnda, o caráter de urgência em soluotonar problemas nns áreas de eduoaç!io, estradas vlolnalf'I e energia elétl"lca, Para Capitão, "um dos fatores que Impedem o rApldo de9envolvlmento A pergunta que todos fazem: s Mvaldo de :!arro val ingressnr no fu PP? l!stA próxima u eleição pura a ldt mern d IH tora dh CO.mura Municipal ~ o vereado!', do PDS, disse que e; "mudará de purtido caso nílo seja eleito presldente". Barros demonstrou por dlverrns vezes que o seu objeti­ vo é ''subir na po!itlcu" e não admitirá mi,nobras que Impeçam esse crescimento; para ele, "a polltl­ oa é d!aâmlca e o8 udeptos do imo­ blllsmo devem se rm;trlngir à gabi­ netes". Na verdude, a rnovimeoll1Ção do vereador vem encontrando eco, !lllld os Jidl!roe do ?US, prefeito Ely !farbosn a frente, no.d.a comentam, esperam apenas a continuidade des­ s movimentações. O Importante nisso tudo é que Bela Vista, volta a respirar um cll ,. tbe que , Bra »nl at to 1 que e06 e&' e» t.' pafs cá° is' ftl sê a»i •• l Vamos atrlvés da Imprensa. , { p!tear os nossos eleitores qual o ~adi P%o que nuo nos permtuu tezer e#"d por vocês e nem poderemos azer ' eu!· • · d• p D Todos vocês sabem que o 0 dl j • S. em Caracol quando das • 5 ";] ""g pars senadores, era divt@ido O 1 111 três alas. A ola do Dr. Fragelll la trabalhou paro ele fórm .}" Oearos co@ toda sua tura4 { Pomes voces conhecem sendo __.,,, l1l s Comercial: Alvoro Pereira Departamento Jurldlco: Dr. Serglo Roberto Perondl Sucursais em Caropo Grande, Jardim tl Bonito Colaborador~s: Diversos "O Regional Editora AS'-IN !. TUilAS .nua! ( Bela Vista ) IOo0,00 Dernai• l!nnicipios _:_ 1%1,0,II0 concelloo en~i1ido, ~Ili nrtigo1 ■Bia:dos nao exprimem neceuAtiamenh: 11 oplniilo do joral, podendo até ser contràrio• a enc" No devolvemos os orig-in•h Fundador tl Diretor Respon9ável: lvaldo Pereira TDI. MEllOHlhI, DESC.:HlTIYO Hefere.se o presente memorial ll úreo para 1ln1ificaç,io dr Tltulos. na Jl~lsu ,to Fronlcirae, ,itundo 110 muolc!p10 dr Jar­ dlm-MS. ,lenomlundn "Gleba Praia", ,Je conformação irregular, nbranpendo uma área aproximada de 155.922 h, estando h· mitada pelo rlo Miranda, p!gao divisor du, á"uo1 do Cnchoelrluha e G11nrd111ha, lim1· to N:;rte dos munlclplcs de Dol11 Vls11 e Caracol, rio, Prrdidn e Prntn. ltOTEICO Partindo do ponto 01 de coord,.nndas geo"r6flcae longitude 56.,,J 3 35 GIi e latitu­ de 21o.l 7 30 S, na confloencla do• rio• l'ra, tu e Miranda, segue•eo rio Miranda acima . numa distancia de oproxlmndnmeote 46 áOOm nlé a bnrrn do córrego Legeadiaho (afluente da margem esquerda), no pento 02 de cuor• denadas Geográfica longhude 50o.07 41 WGr e latitudr. 2'!0. 33 59 S, dnl córr<'g<> ncima num11 dist11ncia oproxirn11da de 1,l00m 11t6 o ponto UJ de coMdenadns geogrt ic•• longitude t>6o.Vll 3.5 WGr e latitude de :WJ. 34 12 S, dnl pelo divisor da 6guu dos cór- reptes Cheirinha e Gardinha, muma di nina aproximah de ]95mm ate o pontu 74 de e«ordens«das grfieas Iongirud :;fl<).17 3, e_;, f" 1. 111 li lr ~l ô · 9 :•J !:>., .! ,í Je f!thdo dirft +egw-se pelo limite m4 nicipl Mela Vira .Hardiv, nuna dvtaia aproximada de 600ur_até o popto S d coordenadas geográficas longitude Da 13 04 WGr e latitude 2lo.+4 84 daí pelo limite municipal Cnrarol Jardim, uma dstani proximal d 180o m até o ponto 06 n conflui do ro Perdido com o córtrero Arar, ponto de ordenada ográficas longiide 6656 12 WGr o latitude :1o 33 ICJ S. dul pelo rio Pndi,J,; ,11dmu uurn11 d1R nncia nproxlir:oda do .f) G,.lhn 1116 o pate carrapato• e bcn,ee corrige a cnré.nefa do past.o. • - Campo Granae: Ruo. Ccl. Qaito, Vila Cnrvalho • Bonito; Rua CeL Pilad Reboá, S/?!. (fali>r com o r.r. Cosme • Ao bdo do cinema) Oração ao Espírito Divino Santo Espírito Santo vocd qune eelr.e tudo que ilumina todo+ os caminhos pra que eu ntinja o menu ideal, você que me d4 o dom divino de perdoar e esquecer o ml que me fazem; e que todos os intantes de tinln vida et comigo, eu quero ne«te curto diílo­ o, agradecer-lhe por tudo e confirmr mais uma vez que en nuncn quero me eprar de você por maior que seja u il;»lo mate­ ril no werl o tinimo d vontwle que into de um dia estar com voe e todos os meu4 irmãos n glória Perpétua. Obrigada mais u. ma ver(n pewoa dever fer e»t+ oração db• scgui,loH seu, fhv.cr o pedido. Dentro de } dia será alcançada yra por mis di(f. cil quo eja) publicar assim que receber n ruça, Nlce do Cotila Miranda Laboratorio de Aná­ liseo Clinicas São Lucas Ltda. '' llfontemoe oon,•ênio cow: INA'.IPS, Banco do Drusil, fu•cx, Previeul Hxunt,: Ilioquimica, Enzima, Cnlturn, Antibioquímica, llernatologin, Srrreçôc~. Bacteriologia Imunologin, Harasitologia Dr. Antonio Bra.ullo de Barroo (' RF /20 . '269 /,77 Rua GuiB LopeA 02ti - fon, 2-17 Bela Vi.ta !,IS Hospital Sto. Aleixo DIRETOn PHESIDF.NTE: Dr· Luiz Aleixo dn Sih-o Filho. r COHPO <:Lí'lLCO: Dr. Luiz Aleixo da Silva Filbo. Dr. Antomo Nogueira Filho. Dro, Irene do9 Snnto•. -Clinico MédicB e Clrt'lrgioo --Pl11n1ào 1101 Domlngoe e F'ori, ndo,. «O Hospital cresce com a Cida. de» End: Ruo Santana do Pnrafso, 781 Bonito AIS EST ão IPIT INDO Sempre que vou ver o meu Uo1·lothluuR, onB urqulbaocadas dou bous l'lundns, da ouvir e 1;entlr o bom humor desta gente brasllelra. Quando u, torcldu quer Ironizar o fuceloulsmo <.!e um árbitro, diz que ele "apltou perigo de gol. Isto ó qu,rndo uO.o bouvo Infração alguma 0 11• teve que achar um chifre na oubeçu de um ouva.lo para Impedir o uvuoço du equipe qua lu mai-cur. Ao ler pronunciamentos de pol!lloos na Imprensa ultimamente e, p!'luclpalmento os editoriais do "O Estudo do 8. Paulo" e ''J ornai ria 'Tarde" focallzando as Comunidades Eclesiais de Buae da Igreja Católloa ei;,tou perce bondo quo certos grupos ei1tllo ficando llteralmeote apuvora­ dos com n !'consol,mtlzoono" - pnra usar o termo de Paulo Freire - quo elas vem proporcionando a um vas­ tltrnlmo eleltorr.do. At~ mebmO a re­ vista VEJA. apresentou numa das edições de dezembro uma ampln reportagem preocupada com a lnfil !tmçllo dos polltlcoe na CEBs. Ora, essas oomunldades - ainda que nllo fossem verd11.delros os desmetldos de altos dignitários da CNBB - estilo 11bertas e, 11& um polilloo rto P'l' ou do PDT podem Ir lá Infiltrar-se, porque não fa1'1am os do PP ou do PDS? Onde está o perigo, então? Ah, ao que parece, o perigo está no fato de que grande maioria delas tem seus membros envolvidos no P'l'. Nilo se quoallona se por ventura esse n!io serl_a um partido c:.ija plataforma e CUJO cre dlbllldade estejsm mais de acordo com aquilo que 11 Igreja p r e g fl M dolP m t I ê n t o s. O que se esté. fazendo é uma espécie de "apí tar perigo de gol" preventivamente. Sim,porque se scolss continuarem com'oestllo e o presidente Figuelre. do mantiver sua promess~ de elei ções direta para governador em 1.982, é claro que oa votos dos lote grantes das CEBs v!lo pesar. O que se nota, nas entrelinhas dos pronunciamentos tambe1:1 é um Pastor Roberto Vicente Cruz T. Loss Interesse constante de vincular as CEBs 11 um rt,urxi mo lnexhwn10 e ~ umu teologia da JIIJG!'tnçüo dife­ rente du orlglaal, umn tfue !t•du ligações diretas com o marx!mo. Oii protPsluutes ekl!lo, utru­ vés de dooomluuções qu~ ropreren!u 3 milhões de fiéis. de müon cloú'.lH com a Jgr.:,ju Cutóllcu no que 6c refere aos problo.m:u; soolals, econô­ mlcos e polltlcos, bom como em imn "opção preferencial pelos pobres'. Dizer que Isso 6 lamber botas aos m,uxlstas ~. no mlolmo, fallur com a verdade. Chamur de lngônuos ao:. que se prestam u uma inocência utll. Não é o meu ponto m do opo1·clonnr maior comodidade va­ lzará os Imóvels. , l O E problemas, que diz ser du alçada do vereadores: "ele que se enten­ dam" e prorntJte não Interferir, mui.'! s "m Iinguas' dizem que ele está movendo os pauzinhos. i)l,gue-se por d linha reta projetada, coofron· do com o Lote no. 301 B, numa 1. âe JG0,00 m, ao rumo mag. de .00 SW, até altnglr o Marco (m • ). Ou!, seguo-1,;1, por uma linha re­ pr~jetada, confrontnndo com a Rua allno Lino, numa dlAl. de 12 00 m, 1 rumo mag. Je 52.o 15 NW, até , :Ir o Marco (mp 1). ou Ponto de Slllento, perfazendo uma área .20.00 m~ (Hum Mil Novecentos ] ·'le Metros Quadrados). . :o 4o. No lote áe terreno urb::.no :iroprledade do Sr. Maximiano ·rton, determinado sob o no. , 1!! Circunscrlçllo, com área • 500,00 m2 (Sessenta e Dois Quinhentos Quadrados). será ._:,~ Q-l (Quatroi Runs. que o .. ,!dirá em 08 (Oito) Quactras. Ili numerudas: 118 P.. 11& B, 118 C, -D, 1IS-E. 118-F, 118-G e 118 H. As [lhas compreendidas entre o Marcoi- frup r. a m III), confrontum-fle com u. Quu(.l•r1i aº 118-A. Do Marco (mn II}, seue-se por uma linha reta pro]etadi, confrontando-se com a Rue Sem Denomlco, numa dlst. de ló,com, o rumo Ma. de... 52 45nw, uté e tingir o Marco (m Iv). Dul segue-se por uma llnl.Jn reta projetada, numa dlsl do 115,oom, ao rumo Ma. de 3715'1e, té tingir o Marc:o (m v). Dai, 1:egue-se por uma llnhu rt!la projetadu, numa dl&t. de 5o,oom, ao rumo Mag. de 52º-15'nw, até atingir o Marco (m vl) Dui, aegue-se por uma linha ft,lll proje tada, numnu dlst. de 115 oom, ao rumo mug. de 372 15'sw, 11tô atingir o marco (m vll). As linhos compreeu dldas enh·o os marcos (m lv a m vll) confrontam se com a Quadra n.o 118-B. Do muroo (m ll), segue se por uma linha reta projetada. numa dlst. de 15,oo m, uo rumo mag. de fl2. 0 45'nw, confrontando oom a Rua _Sem Denomlnaçll.o, nté atingir o marco (m vlll). Dai, segue ee por uma linha reta projetadu, numa dlst de 115,oo m, uo rumo mg. de 37. 0 15'ne, até ntlnglr o marco (m lx). Dul, segue se por umn linha reta projetadn, numa dist de 0,00 m, ao rumo mag. de 5~.o45'nw, oté atingir o marco (m x). Dai, segue se pon uwa linha retu projetada numa dlst. de ... 115,oo m. ao rumo mag. de 37.ol5' aw, até atingir o marco (m xl). As -llohns compreendidas entre os Marcos (m vlll a m xl], cónfrontum-se com a Quadril n.o 118 - C. Do Murco (m xl], segue-se por uu.a linha reta projetada, numa dlst. de 15,oo m. ao rumo Mag, de 52.o 45nw' confrontando-se com a. Rua Sem Danomlnnção, at~ atingir o marco [m xll). Dat, segue-se por uma lloha reta projetuda, numa dlst. de ll5,oom ao • rumo Mag. de 87.ol5'ne, até ullnglr o Marco [m xlll) Dai, segue-se, por uma linha reta projetada, numn dlst. de 5o,oom, ao rume, mog. de 5.l.o rumo Mng. de 37.ol5'n.e, até atingir e, marco (m xv l Daí, segue se por uma linha 1eta projetada. nu­ ma dist. 'de 50,00 m uo rumo Mng. de 52945' SE, até atingir o marco (m XVI). Dai, segue-se por uma linha reta projetada, numa dlst. de 120,0U m. ao rumo Mag. de 37.o 15 ·n~. até atingir o marco (m XVII). § 1.o - Ae Ruas nele traçadas ·. dt!uomlnadus de:- ''Anast:.cla turlon, Genero:-o Miranda Lino, ,'~ Meza e Bollvar l'ibrlins", que· t;uem as seguintes carmcteristlcas: j ' ParllndO·b0 do Marco (mp n. ado em comum com Ru Sem )inação, daí, segue-se por uma 1 flltu r,rojetada. numa I dist. de , D, uo rumo Mug. 5245'w ate ! ·[r o Marco (m ll). Dai, segue se 1 11llu linha reta projetada, nua • Je ll5 oom ao rumo Mag. de "W'te atingir o Marco (mIl). As Unhas compreendidas entre os murcos (m XV a m XVll)" confron­ am-se com a Quadra n.o 118 - E. Do Marco (.I XVII). segue-se por. uma Unha rl'lttl projetado., conlron• tando-se com a Rua sem dominação numa dlst. de 15,00 m, no rumo mag. de 52.o 45' SR, até atingir o marco (m XVlll). Daf segue-se por uma Unha reta projetada, numa dlst. de 1 -1~ ,-----------e-- ~~. _-·Hotel e Churrascaria anaã l de Pacifico Baita 120,00 m, o rumo ma. de 37.o 1' sw, até atlir o marco (m XEX). [aí, segue·e por urna linha re'a projetada, numa dlet. de 59,00 m, ao rumo mng. do 52.0 45 81, até atlir o arco (ma XX). Daí ruo­ se por umu Jlnbn tíllll projetad11- numa dt t. do 120,úO mn, ao rumo, mag. de 37.0 15'no, nté atingir o murco /tn XXI). AR !JohaR compre• endldas entre cR marcos /m XV!ll a ru XXI), confronta,-se com a Qua. dru o.o 118 - F. do ruIuco (m XXI) segue-se pür umll linha reta o pro }etada, confrontando-se com u Rua sem dcuomlnaç/.lo, numa tllst. de 15,00 m, ao rumo mug. dt> t2.o45'so ulé utloglr o marco (m XX[I). Doi otgue-se por umu llnba rctu proje­ tada, numa dlat. de 12D,00 m. oo rumo Mng. de 37.o 15'sw. nté nlloglr o marco (m XXlll). Uai, segue-se por uma linha reta projetada, numa dlet. de 50,00 m, no rumo mog. de 52.o 45' SE, uté atingir o marco (m XxIV). Dai, segue-se por uma linha re16 pwjetnda, numa dlst. de 120,00 m, no rumo mag, tle 37.o :lí5' NE. até atingir o marco (m xxv). As linha~ compreendidas entre os mar­ coe (m xxll ao m xxv). confrontam· se ,com n Q11.udrn N.o 118 G do marco (m xxv), segue-se por uma linha reta projetuda, confrontando· se com a rua sem denominação, numa dlst. de 16.00 m. ao rumo mag. de 52.0 46' SE, até atingir o marco (m xx-vl). Dai, segue se por uma Ilnha reta projotnda, numa dtst. de 120.00 m, ao rumo mag. de 57.o 15' w até atingir o marco (m xxvll). Daf, segue se por uma Unha reta projetada, numa dlst. de 50,00 m, ao rumo mng. de 52.o 45'SE. até atingir o maruo (m xxvlll}. As 11 nhns compreendidas entre os mar cos (m x.xvl a mxxvlll), confrontam­ se nom a Quadra n.o 118 H do mur co (m xxvlll), segue-se por uma ll nha reta projetP.du, coufrontando se com a ma sem denominação, numa dlst. de 15,oo m, ao rumo mag. de 37.o 15'sw, até o.tingir o maroo (mpl) ou ponto de fechamento. perfazendo uma área de 14.32.5,1.10 m2 «Quo.tor zi, mil, trezentos vinte e cinco me troe quadrados».· Artigo 5.o - No lote do terreno urbano, de propriedade do Sr. Nalur Arl~tlmunho Pinheiro, determinado sob o n,o 171, da 1.a clrcunscrlçãe, com área·de 14.400,00 m2 «Quatorze mil e quatrocentoi: metroi- q,uadra• dos:o, s e r ~ trsiça-lo 02 «duas» • ruas, que o subdlvldlrâ em 03 «tres» Qnadrns assim numeradns: 171 A l71 B e 111 .e. ' lo. Âs Ruas nela projetadas, serão denominadas e de.marcadas com as 8eguintes ea­ racter istlcs s: RUA ELIZá ECHEVERRIA Partindo-se de Marco (mp I), cravado em comum n Rua Afonso Pe­ na, dai, segue-se por uma llnhtl reta projetada, confrontando-se com a Qu&.dra n.o 171 A numa· dlst. de 120,00 m, • ao rumo Mag. de 40.o 00 SW, té atingir o míreo (m II). Daí, segues por wa l!uha retn pro]e­ ta4da. confrontando eom Rua Pro­ jetda. u: dlst. de 15,c0 m, a0 rum:O";ma. de 51.0 29 NW, até tua­ gir o marco (m III). Daí, +ezue por ua Ilha reta projetada, eon­ frontando com a Quadra no. Iil ( num o d! 't. (h: li.O.ao m, oo r-um.o mag. de 40.o 0' NE, a t é n tfuutr o msreo (m IV). Daí segue se por uma linha r ta projetada. oonfron laudo com Hua Afono Pen, nu ma dist. de 1500 m, ao runo Ma. de 5Io·29 !:'rn íllO utlnt?l.r o Marco (mp I). ou 'Ponto de Fechamento, perazendo uma llrcu de I.E00,00 m2 (Hum Mil Otocetos Metros Qua drndos). RUA TULIO LOUREIRO Partindo s0 do marco mp l, c:.-avado eo comum com a Hun A fonso Pena, daí, segue se por uma linha reta projetada, confrontando com a Quadra n.o 171 B, numa dlst. de 120,00 m, ao rumo Mng. d{! 40.o 00 SW, até atingir o Marco m II. Dai, segue se por uma !lnba reta proje• tudu, confrontando com a Rua Pro jetada, numa dlst. de 15,00 m, ao ra mo mag. de 5lo.29 NW, até 11tlnglr o marco M Ili. Dai, segue e0 por uma linha reta projetada. eonlrontan do com o Quadra n.o 171 C numa dist. de 120,00 rn, oo rumo Mag. de 400.00 NE, até atingir o Marco m )V. Dai. segue 68 por uma linha reta projetada, confrontando eom a Rt:a Afonso Pena, numa dlat. de 15,00 m, ao rumo mag. de 51.o 29 SE, até atingir o mnrco mp I, ou Ponto de Fechamento perfazendo um área de l.800,00 m2 Hum Mil oitocentos Me­ tros Quadrados. Artigo 6.o Este Derreto Lei entrará em vigor nesta data. Gabinete do Prefeito 19 de Dezem bro de L980. Ely de Araujo Barbosa. Prefeito Municipal. Dr. Fernando de Freitas Elias Médico • CRM 351 Clinica Médic:t e Ciru.rgic:1 Rua Guia Lopes. 826 • Fone 247 Bela Vista Mato Grosso do Sul Vende.se uma Casa de alvenaria situada à Rua Sena­ dor Pinheiro s/n em Bela Vlsta­ MS. Condições de pgto: 30% a vista, restante financia•1 ALMOÇO Aconh ceu domingo pp. no tfremlo um laulll 11lmoço d•! Drspe­ dlrlo 110 G<'I. Conrar1o e rnp lf-:.1, otl'• erlda pela Prefeitura Municipal. Ao aoonteclmeulo cu-up11recerum vArloi; couvldudoo. Por m,dll ei,,;u demons­ truçfio de 011rluho o Ct-1. Comado o Don11 Hoslol111 ogradecer11m mui tos emoclouudoa. coo oo:i CONVITE Agrodecemoe o convite rcce• bido do gov. Pedro Pedrosslãn para a sol.midade de lo;mgurnçll.o du se• dt' própria da Junta Comercial de MS - Jucems, oconido ,ln 9 pp. à R. Dr. Arthur Jorge 1376 em Ct1mpo Or11nde. 003 COO REVEILLON O bulle do Reveillon, no Ore­ mio esteve coocorrldlssltno multa gtinte elegante prt>atlglou. A orques­ tra musical foi do agrado geral. A de,oornçllo mereceu elogio~. Ci"1 te:l ANIVERSÁRIOS 25/12: Rosslhe LIa 26/1?: Gllc>l Lino 30/12: Victor Hugo Velasquez Peretro - 4 11nlnbos 1/1: 15 prlmnverus da bonita mo­ rena Patrlola Pereira (Ptiulista). 31/12: Tambem r~z 15 aninbos a garota lrlomar Catureba da Silva. 14/1: Ana Karina Salomão Marquee -10íl: 3 aninhas de Rogério O. Go­ mee. soe 1 lo Iorlzonto Equipo p Joao Ctl.mara - Brasllltt. Paulo C. de Brito F° Diretor ABIM Silo Paulo Romtldo Fornailerl e Ilia - Bonito Sllverlo Calureba da Sllva For.taleza M,lguel e Hellh - Bela Vista Newton Brandão Saryd - P. Porli Dr. Serglo R. Perondl - B. Vista Eder Silva e flla - Ponta Porii Deoclecl11no Vasconcelos - B. Vista Dep, Ruben Figueiró - Bra111lla Casa do Pecuarls"ia e Irmllas Laran• jelra - Bela Vista Ferramt11 - Aqulda.uana Dep. Jorge do Amaral e fila - Cam­ po Grande Dorival Sezar Quintana ©. Grande ltal!vto Mnrque11 e flla - ,S. Paulo Empuer Bela Vista Retrlg. do Oeste S/A Sulmatogros sense de refrlg. Ltaa. - C. Granõe C8:J 00:l AGRADECEMOS OS VOTOS DE BOAS FEST•r'I S RECEHIDOS Adalr Pereira Terrabsl - Bauru Dr. Ricardo Brundão - P. Porll Olaucy Flores e flla.. - e. Grande Rtpres. e Com. :-lmelda Ltda Be- lniversárias de c_asamento Poucos 1mbem que as denomi­ nações 'do11 dlxersos anlvers~rioe de cosamenlotS alio orlgloáários da França e que vem sendo manti 'os desde a antiguidade. Esta ' tradição espalho se pelo mundo, e ". conhe­ cido popularmente. De acord11 com esta tradição, a.s denominações são us g.egulntos: 1 antversrlo: Bodas de Algodão 2? untverário: Bodus de Papel 3º unlvetfl1rlo: f39d1,u c1c Govro Q!! nnlversár!o: Bodus de Mt.1dE>lrn 72 anlverAnrio: Jloduu de Lã 10º uolvers&rlo: Bodas de Estunl}(J. 1:2!-l unlvorsár10: Bodas de Seda 15º aoiven,árlo: I3odaa cio Crí;;tnl 21lº unlverBArlo: Hodua de Porceluon !!5º aolvcrsarto: Bod'iR de Prata 30-º unlverflflrlo: Bodas de Pérola 40 nnlversrio: Dodus de Rabis 502 1:10lvorst'.l.rlo: 8od11C1 do Ouro 60 ou 70.° (confor1JJe o costume): Bodas de Diamante 75.° ou 100.º: Bodus de Radium ~ C:,l::J AÇAFRÃO Seu uso maior é nas pa<'llas, rlsoloe e todos os pratos de peixe e frutos do mar. O açafrão de melhor qualidade é vendido em forma de pó multo fino de cor vermelho forte, e dá 11.os pratos um tom de amarelo caracleristloo. C8:J 06:J ORÉGANO Erva aromlltlca. Depois de Ser mBlher, E3EN. CIR? E BEL lELffOt!E .Wi$_TI Para adquirir o seu aparelho dirija-se as agencias locais dos Bancos Financial· • e Bradesc:o De todas as responsabilidades existentes, ser mulher, acredito que seja a mais dlficll. Quando digo m'lllher, estou querendo dizer "mu­ lher remlntna", nflo simplesmente llexo feminino, que existe aos mon­ tões' porque ser mulher, é m111to mals que ser Isso. A mulher é especl11l e tem qus aglc como tal' como um ser divino. ,que dá inspiração poetas que :i.Jegram as ruas, as púlsageas. que dá v1da a outroe seres. A mulher é special e sensacioal, ó meiguice e força ac, mt>smc, tempo, é ser culna e apazlgtradora, é ser 1oz, seD a própria clareza é ser poesia e tudo Isso... é uma coisa só, é ser ·•mn• lher". Se, mulher é amar é se dal'I, é reoeb1:1r, é conceber e é principal­ mente orlar. A mulher tem que ser bonita, nos gestos, nas ações, nas emts,wes, nas proezas e até nas artimanhas na· conquista do bem amdo ou na luta do dia a dia. Tem que ser um bau de snrpre~e.s, algo místico e cativante. Algo que! provoca, que procloma e que vive em todas as coisas e momentos. Mulher mesno é aquelli figura que trnnstorna, que a.nda, que cla, qu rí, que chora e que cc•sola. Ser bcn!ta nilo f.llgntifea ter apena!! um lindo !isJco ou um belo rosto. A mulher bon-íta é aquela que sugere e q u e lidera açõe!3 e hr. ser destaque no selo da sociedade ou fora dela, e a que uta pra menizar as desgraça alheias, é a que all.la tl que perdoa, e a que cistendfl s. mão. Em todos os tempos, em to­ das· as l pocs.s. a mulher sempre foi mulht<'I' mas depo:& que o homem reeoleu acreditar nela, ela não parcu mais de o+trer o quunto é c~paz, e que o fato do ter s.lgun11 d1reltea a mais, mlo :St1 tornarh:m grosselrcs e aes:.ijeUadt1s. A mulher +eca e molda serve pars te!pen tI , techelos de tor's e pa+t4s e carne, ms se uso ms conha. eldo é coto ingredlent !ndlspens4 vei no preparo de pizzas e prates com queijo. COLORAU Pó avermelhado muito uszdz para colorir molhos, carnes e Ia«sas O de melhor qualidade é xtraído d pimentão vernrelho depois de eco Quase sem perfume, seu efett maior é u cor. Tora os pratos mls dlgeptlvoc;. O LAR DO C1SAL I c.l· I vo e Junlce, ficou elll fti~llu fon C com o nasclree:ito ae um garvt,1o' 'Ate pornbeos. C"6<:: ""' E A FESTA DO PEÃO Sendo aguardada com grande expectativa. O sr. Edson Morais e sua equipe, estão trabalhando tncan• t1áveis para o SU da mesma. I responsabilidade 1!2. DJS 1 :1 '+ta g:la. ' as ur 'a, t .15 t'.ç:i: ± c cilllo C;a L!co, +o, lsnlt ;. Juee, zro sal "a,1 ~ !lStt> rzl provou que seu fasclnlo é lnalterá, vel, porém alguoB estão se esque­ cendo desse fato mara vllhoso. Para ser uma malher de verdade, é pre· ciso ser, tudo o que citei anterior, mente e não perder a esi,,ootanal· dacte, Nilo é querer competir con Rsen o homem, mos 6lm, parHclpar, apo· meros ar, incentivar, ajudar e a.otma de '.~Jça tudo saber amar. Dlz ... m que !lS, is~a mulheres atuars, pão são mnats to /1s { envolventes qrnto us mulheres de "?as outrora. Isso em prte, parece que fsd é vert.lndeiro, pois taper!er, par:1 se: mãe csrihosa e feliz, para sela recer. para perdoar. i,u.rs amvr r ser amadn. ela e tudo, ela é muJuer o centro das atenções do plaets.