G.S.S.P.R- SUPER CIRNIVIL -7& 
FUNDADOR E DIRETOR RESPO AVL:- IV ALDO PEREffiA 
A O V 
Redação Oficina e Administração 
Bela Vista, 29 de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 199 
Rua Duque de Laxias S/ 	. 
TANICO DA MA(C GERAL 
EM BELA VISTA 
una opinião cm carta ao Prefeito 
Em visita técnica a o local, estf>. de µara bens 
Departamento de Ener- sobre o maquinário novo 
gia EIétrica desta Prefei que adquiriu e também 
lura, a pedido da firma pelo quadro de funcioná 
fornecedora, tive opor- rios competentes, dota­ 
tunidude cte verificar na dos ele experiencia e 
Usina Elétrica loL ai o boa voutade, os quais es 
estudo de [uncionamen- tão sendo orientado 
to dos dois conjuntos por um técnico de va­ 
geradores Scania de 250 • lur e capaz. com o cur­ 
Kwa. cada um encon- so da Macgeral, que é o 
trando-o em ótimus con Sargento Esli ilva. aio 
dições de funcionameu- satisfeito pela visita téc 
lo, obedecenJo todas nica que acabo de fazer 
as exigeneius de monta- ficando grato pela aco­ 
gem prescritos pela Mae Ihidu que me dispensa­ 
geral, como tive oportu- ram, não ó pelo Sr. 
, idade, na oca ião, fa- Prefeito, como por todos 
zer funcionar o terceiro os meus colegas da Ui­ 
conjunto cania de 230 na Elétrica de Bela Vis­ 
Iwa. nas mesmas condi ta. 
çoes tos dois antrio- 
res. 
Nunca é demais res 
saltar que a Prefeitura 
Adelcio Ervatti 
Técnico Macgeral 
São Paulo 
Nota para a imprensa escrita 
O Cmt do 10° Regi- candidatos ao Exame de 
mento de Cavalaria ln- Admissão aos Cursos de 
forma aos Reservistas, Formação de Sargentos 
PURO&L IVO COCEI73 
E.Rl PR»#i@çEs 
A Empre a de Publicidade e Promoções Be­ 
la Vista - Puprobel - propriedade de José Glau­ 
cy Flôres. firma-s<i no setor de Promoções. A 
Empresa, tem agora a seus serviços o Publicitá­ 
rio Miguel Angelo, que está revolucionando o 
setor de Publicidade e Promnoções. 
Além de terem as firma· comerciais de nos­ 
s cidade e da região, a oportunidade de contar 
com um erviço altamente técnico no ramo pu­ 
blicitário, contarão os joven belavislenses com 
a chance de participar do vários Cursos de De­ 
senha, Pintura e Ilustrações, que serão ministra­ 
dos por aquele profissional, que se constitui nu­ 
ma grande conquista da PUPROBEL e do nosso 
povo. 
A Confecção dt' cartazes, letreiros comerci­ 
ais, slides publicitários e muitos outro: genero 
do campo d!!. propaganda, serão doravante o 
ponto alto do trabalho da PUPROBEL. 
COMUNICO 
Comunicamos às diretorias do Grêmio Pedro 
Rufino e Clube Esportivo Belavistense, que des 
tacamos a senhorita Janes Velasques pura de 
sempenhar as funções de repórter-colaboradora, 
efetuando a cobertura dos bailes nos dias 27, 28 
29,1 e 2, nos clubes acima citados. Pedimos 
Ioda a atenção das diretorias, para que ll. _nossa 
representante possa desempenhar, sem embara 
ços suas funções. • 
Ivaldo Pereira 
Redator- Chefe 
A dificuldade de um modelo político bra 
sileiro não é propriamente fruto de uma crise 
da inventiva nacional, mas a inexistência de me 
didas. Se o cliente não se submete à fita métri­ 
ca do alfaiate e nem se sujeita à roupa feita, 
dificilmente se apresentará devidamente vestidu. 
Tenta-se uma indumentária politica com talhe 
mais maderno, ecologicamente mais saudavel, 
socialmente mais aceitável, que melhor substitui a 
a túnica inconsútil que o regime revulucioná 
rio adotou em caráter temporario e apanhada 
mais ou menos a esmo com a preocupacão ini 
ciul de cobrir a nudez do imprevisto. Jamais o 
propósito de assim desfilar como modelo para 
a História. (Senador Teotônio Vilela) 
Revista Homem, Fev. 76 
a funcionar em 1977, o 
seguinte: 
1 • Requisitos poro 
Inscrição: 
- er solteiro ou vlu­ 
o sem dependente 
- Ter no máximo 24 
anos de idade no ano da 
matricula 
- Te completado o I" 
grau 
2 • Documentos o serem 
opresantodos no alo do 
Inscrição: 
- Ficha 1Iodelo 18 
Certidão de Nascimen 
to ou Fotocópia 
Certificado de Re..ervista 
Titulo de Eltitor ou fo­ 
tocópia 
1 (um) foto 3x4 
Pagamento da Taxa de 
Inscrição de CrS 50,00 
3 - Iniclo dos Inscrições 
29 de Março de 76 
4 Término dos lnscríções 
30 de Abril de 76 
5. Proves 
Matemática 
Comunicação e Ex­ 
pressão 
Organização .:ocial e 
Política Erasileira 
Geografia do Brasil e 
História do Brasil 
Ciência Físicas e Bio­ 
lógica 
Para maiores' es­ 
clarecimentos dirija-se 
à 3ª Seção do 10.o RC 
Bela Vista, ilt 26 de fe 
vereiro de 1976 
Ricardo Luiz Bueno 
Guimariles 
Ten. Cel Cmt 10º RC 
"BRINQUE O MELHOR CARNAVAL DA REGIÃO" NO 
CLU E ESPORTIVO BELIVISTENSE 
,, 
CONJUNTO QUENTERRIMO COM 9 FIGURANTES 
dias D	ara você se "'derreter" de 27/02/76 à 02/03/76 
---------.....:

OPINIÃO 
, 
Silo Paulo, AE- O co­ 
mandante do li Exército 
Gun. Dllermando '.fontei­ 
ro, está firmando um s 
lilo de atuação que 11t1u 
deixa de ser mareante, 
principalmente por reve 
Ir u tendência de pro­ 
jetar neste Estado uma 
DO'U ímagem rias Forças 
Armadas. Seu e pírllo 
a!Jorlo o a disposição p/ 
U8 COUVCl't:illB descontrn­ 
ídus inicialmente surpreen 
dem o lr,tttlocutor, p/ 
em 1,egul<la l'a Vl.lrecer o 
diálogo. 
Entre a pessoa 
com quem esteve, obser 
vou-se uma constante; a 
surpresa por seu genuio 
alegre e pelo caráter 
informal de uts ohser 
vações. o fi11ul dessas 
entrevistas sempre se 
dá numa atmosfera amis 
tosa e de respeito, apre 
ma dat1 rormas de pres- 
Fazeullo nos!las süo. As recomendações 
palavras de Roberto Ma p/ publicação podem se 
rinho: "dentro da angás- manifestar por diferen­ 
tia do homem moderno tes canais. O carúteI" de 
que procura ajustar-se um jornal pode ser cla­ 
espiritualmente nurn ar- rnmeute medido pela 
cubouc·o. as ele cun- resisteucla que cof:tuma 
quistas técnicas, o jor- oferecer a tais pressões 
nalislu aparece como o ou tais tipos de intluen­ 
elo de todas as classes, eia. "O objetivo da co­ 
o cadlnhu de todas as municaçiio, diz Jomo Ke 
emoções. sofrendo, go- niata, deveria ser instru 
znndo, vivendo o mais ir os homens pela e:rnti 
sensivelmente o druma, dão no relato dos fatos 
u glória, o tnrorlúnlo e pelo espírito de equi· 
de seus dias, " O jorna- dade nos comentários, 
lista tem que iler o ho- induzir os povos à com­ 
mem de sua época ". rrensiio mútua e unir o 
A opinião pública - gêuero humauo pelo a­ 
e ainda mesmu que o mor ao trahalho digno 
público, somente - se o- dentro de um clima de 
rienta, muitas vezes de- paz". Esta é n filosoYiu que 
ci:lo a Rempre rueiocina. 
1 a Tribuna da Fronteira se 
niío pelus coisas ern si propôs u sPguir. e segue 
mesmas, mus evidente- "ª" veze » recebendo in­ 
menle pela feição que justiças e pressões de to 
lhes damos, pelas ima- da a espécie. Comemor1- 
gens que os veículos mos dia 25 úllimt1, qua­ 
da comunicação lhes utri tro anos de circulação 
buem. Corno diz Walter ininterrupta. Não poderi­ 
Lipmann, "as imagen amos deixar de agrade­ 
em no ·a mente, eis a cer às pe soas que con­ 
matéria e o conteúdo ele fiaram em nosso trabu­ 
no sas opiniõe ". Todo lho, e niío podex·ír,mos 
jornal, e mais ainda os deixar de enviar 11 nos­ 
pequenos jornais do ia so fraternal abrnço aos 
terior, sofrem pr:.>ssões descrentes. enviando 
e, "as vezes", nüo - po- lhes um hino de otimismo 
dem exercer condigna- ao trabalho e à confian­ 
mente a nobre missa() ça no dia de amanhã. 
de informar. O poder e- Tribuna segue triunfante, 
conõmico, repri<senta- mesmo nas armadilhas 
do pelos mais diversos da vida e na força das 
intêresse!l mas identifi- circunstancias oriundas 
cado particularmente pe- da fase transitóría que 
los mais sólidos anun- • toda organização atra­ 
ciantes encontra Irequen vessu, mormente se esta 
temente formas de pres- organização é urna usina 
sao e influência, domí- de idéias. Não l facil 
nio e rontrole dos me fazer jornalismo na Irou 
ios de comunicação de teira, não é fácil seguir 
massas. A matéria re- uma linha de conduta, 
comendada constitui u- visando sempre o bem 
estar oletivo e a liher­ 
dade como força máxi­ 
ma de criução. ''É proi• 
bido proibir a livre ma­ 
nifest11ção rio pensamen­ 
to". Esta frase está gra­ 
vada ar, subconsciente 
de todo jornalista que 
faz de sua prc>J'issfío um 
Dever e uma questão 
de Honro. ''Uma fmprrn­ 
sa livre não é um pri­ 
vilég'lo mas uma necessi 
dade organica numa 
grande sociedade, diz 
Lipmann, e Tribuno tem 
procurado Ser livre e is­ 
so nos truz uo ncnto 
l'inal - ainda com Lip­ 
mannu- à medida que a 
iniprensa livre se desen­ 
volve, à medida em que 
a grande sociedude e­ 
volui, o ponto culminan­ 
te é e como um sábio 
ou um eruoito, o jorna­ 
lista coloca a verdnde 
em primeiro lugar ou 
em segundo. ie ele u colo­ 
loca em segundo lugar 
ele é um adorador do 
bastardo deus sucesso. 
Ou ele é um homem pre 
suoçoso tentando vencer 
uma discus ão. Na medi 
da que ele colocu !l ver 
dade em primeiro lugar, 
ele cresce na direção - 
eu não direi p/ o inte­ 
rior, mas na direção do 
círculo daqueles que 
sentem e fruem as me­ 
lhores coisas da vida". 
Imprenso: IV poder das 
Democracias • Tribuna 
da Fronteira - quatro a- 
nos servindo o 
Belavistense 
povo 
sentando, como novidade 
a completa inexistêneia 
do temor reverencial. A 
figum e o comporta­ 
mento do militar desper 
tum muito mais amizade 
e respeito do que> qual 
quer outro sentimento, 
sobretudo de inseguran 
ça ou medo. Ele inspira 
uma coníia1:ça que pllcle 
Her equiparada à que a 
pnpulação !Jrasileira sem 
pre nutriu por eu Exér 
cito. 
Destaque-se que o 
comportamento do gene 
ral Dilermando Monteiro 
em sociedade não difere 
fundamentalmente daque 
le que mantém com seus 
subordinados, aos quais 
trufa com extremo res 
peito e consí<leração. 
Disso resulta. urna llde­ 
ruuça ucataoa e estima­ 
da, em que os poutos 
de vista do comandante 
tra!!sformal'am-se natu­ 
ralmente em ordens se­ 
guidas à. risca, 
Ainda n a semana 
passada registrr,u-se nes 
ta capital um episódio 
que revela a preocupaç:lo 
de evitar a que a repres 
são aos movimentos sub 
versivos possa gerar in­ 
cidentes _que desgastem 
as autorxclndes cons,ilui­ 
das principalmente das 
Forças Armadas. Um ad 
vogado, que estava inti­ 
ma a comparecer ao 
DOI-CODJ, desde o ano 
passado, mas não 
O fa­ 
zia por temer violencla 
contra sua pessoa, apre 
sentou-se espontanea­ 
mente p/ pre tar seu 
depoimento. 
Ocorreu, então, uma 
situação curiosa: ao in 
vés ~e violll-ncias, foi su 
bmetxdo a exame médico 
no momento em que com 
pareceu àquele cleparta 
mento, como também na 
hora da suida. Percebeu 
se a nítida preocupação 
de impossibilitar inciden 
tes. Isso não significa 
segundo se apurói qíé 
0 
_II Exército esteja ca­ 
lllLnhando para abando 
nar a luta contra even 
tual subversão ou que 
pretenda desfazer total 
mente O aparelhamento 
repressivo. 
Pelo contrario el 
mentos bastante ligados 
is autoridades militares 
afirmnam que o comadan 
te Dilermndo Monteiro 
poderá até mesmo inten 
sil'icar ,, lulu <·outra 1110 
vimentos subversivos, po 
róm com outros métodos 
e sem violentar os direi 
tos humanos. Assim. a 
segurança e a ordem se 
riam mantidas, mus não 
se registrar!am novamen 
te prisões urbitrúrias nelll 
os istemas de interroga 
tório aplicados té pou 
co tempo atrás. 
Com base no argu 
mento de que o Exérei 
to não é policia, e de 
que, portu rrto, não llJA 
cabe essa função, estaria 
nas cogilações daA For 
ças ,rmadas di1<sociar 
os lr:1b:tlhos de policia 
e de st>gurunça contido. 
na luta contra os movi 
menlos tolalltárlos. Essa 
diferenciação poderia res 
guardar :1 posição dos 
militares brasileiros. que 
só se envolveriam careta 
mente no trabalho poli 
cial em circuuslancias 
extremas. 
Qualquer que seja o des 
dobramento dos fa 
tos. não se pode ignorar 
que o trabalho do co 
mando do II Exército es 
tá cercado de uma expecta 
livafavorável, Lera corno 
é promissc.ra a imagem 
recebida das Forças Ar 
madas por intermétlio 
desse militar. Percebe-se 
isso com clareza entre 
políticos de São P:mlo, 
empresários e profi.ssio 
nais liberais. 
Pensamento 
Ninguém pode viver 
sem a indulgência dos ou. 
tros, mos, pera exercer 
com sinceridade a indul 
gência para com os ou 
tros, é necessário saiba 
mos-nos colocar no lugar 
Jeles. 
EMMANUEL 
MINERIÇÃO 
"Produtor do aláreo Bodoquena" 
"Uma Empresa que acredita 
Escritorio 
Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
no Sudoeste e no Novo M t G 
a o rosso" 
em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H . 
0 
otel Oriente) Cx. Postal 
km 
BODOQUENII 
54 
LTDI 
8

Ili-ln Vi,ru 29/02/76 
Nosso Tempo 
4i IVERSdUUO DO 1° RC 
No ,lin , 22, o J:lorio•o 
Uq:imrnto "•Antonio Joilo" u­ 
niversariu. Cento o trinta e 
sete (J7) anos desde ua or• 
µnni111çilo. 
, ulvorndu foi precedida 
tio 21 tiro• de ca11l11io, llom·e 
t·o1uli~ua conrnruoruçào tltt e 
feméri,1,, com formatura dn 
tropa e íc,tn para os 111ilita­ 
rrs do Regimento. 
O lll·o HC. é o mais nn 
tigo Corpo de Cavalaria do 
Exêrcito brnsílciro. E.ta Uni· 
dntle foi como1ul111ln por ih,s­ 
treR oficiuis que lu,nrnrnru e 
honram nindu o 110::.i-o Exérci 
to. Dentre eles. Cel. Pedro 
l•1•é Huíino, o herói; Gnl ,I 
mtrio ,lc Moura; c.,1. Eucli• 
de, Hermes tln Fon,ccu ,. 
' tantos outroi-, t-crn l't-t]Ut·cr-r 
do Cri. Jo,é Cancelo antiao 
que o comando durante ÍS 
X,, anos, dando-lhe nova feição 
l 
U' ao _eu quartel. Esse cnnhccitlo 
1111l1tar JÍ1 nn n~i,:cr'U, cujo C-l• 
pirita tle ,olth,lo nindn o faz 
ineulado à vida da caserna, 
re,idindo utunlmcne nu Colo 
A Diretorin rleste luh 
c,tá cmpenhndn no nqui,í,,lo 
de um imóvel p/ ua ele 
pr6.pria, Por isso promove os 
lUt1(u;; p/ nngnriar fundos. 
No clo1uingo. Jiu 22. hou 
Ye un :iprnzi"cl 1..·hlic-nro do 
r. Goethe, excelente churros 
to prcp:irotlo por milo de mcs 
tre, po quul compareceu n 
ellte da cidndc, numn dcmons 
lo de incondicional apoio 
u iniciativa: 
uia 11,ilitnr tle "DOUHADOS" 
i:uarrliilo 111uior du túmulo 
daquele que considerou o 
maior lídimo heroi tio •cu 
He,;i1ucnto "Antonio Jo~o 
Hibciro". 
Agora está o l0·o HC 
Noh o comando ,io tnmht>III 
ilustre Cel Hicunlo Luiz Bu.- 
110 Gnimnràt!~. 
Hclembrur o pa,,ncln. 
,;.uu hist6riu gloriot-a .• rilo 
ande, seus feitos heróieo .. 
de,de o tcmpu ,lo Bru,il ,·o 
lonin, dào pnrn um Ih ro ht·m 
re;peítavel. não l'nhendo uqui 
nt'!."-tc pc:q1a•no é!'o1~ço o mui 
to que <let-cjnrin e izt·r :=nhrr· 
seu passado de glorias. pe 
nu,: 'iva meu l0·o! ahc 
meu Hq::im(•nto! Com quantos 
t•xemplo..; di~niíirantcs contri 
hui-.tl." pnru II minha forrnnçào 
moral, nindn na juventude! 
Fnrjn111lo a bru, uru rlc i-t'IJ!' 
servidores indomitos e patrio 
Viva! alve meu Iegi 
ntentu Anlonio João! Teu nu 
me diz o teu vnlor. 
i.;; fomilin~ ,b terra c:­ 
tnràu i:-cmprc prt.•!-tig:inndo ui; 
promuçõe~ ('ati,unte..s como 
r:-t-n, nindn mais pnra colnUo 
rar com o 60. , clcrnno da 
, clhn g:unr<la nas lutas espor 
liYllt'l, 
iluitu clcgancin, tnuitu 
~ente bonita e nuimação con 
tagiante. 
. l'nrnbcns aos promotorctl- 
da fcslll, 
DESMlllllDOIUl 
' Smiio de Desmaias, esloa, lutes e enplmagea. 
MS 
firma allamenle capacilada e idônea 
lralar com o Sr. Wallec "Esco~ar Nunes no poslo Rio ftpa 
Bel~ Visto 
Mato Gro,so 
• 
, ria. l>ra. D,·lri:a,ln 
li. ,)..- ~:tlu,·açüo e Cultura tl..­ 
llcln Vista, rt't·rlit·u ro,l,ni?rn 
ma do Deputado Dr. Huben 
Fií,uriró tlan,lo ~unta dt· <(llt' 
u ::ie,•, ri,• Erlucnc:lu e Cultura 
1!11 E,tudn ,leoti,;ou Ires Gru 
pos geradores de enerpia elé 
tri,·n '' iluminuçim 1,rbpria 
dos Col{-iiio, de J•o e 2o 
Graus Castelo llrunro, de,ra 
cidade; idem Pedro José Rafi 
A Ca•a ficou em f.-,ra 
no dia :>.5, tinta do univer- firiu 
ele íunrlui,:ilo do nosso jornal 
que ,·ai utru,·t:, .. :uulo o trmpo 
inc6lu111t! e propu;_!nuntfu por 
eus ideais fixados desde o 
primeiros cxcmplnr~-. 
Trihuno rl II Fronteira, 
como todas ns coisa, nasceu 
pequena. Ante, era um jor 
nal Je jo,·cns, 8U!HI J):.Ír!ina:­ 
ulerrrt.•' e ntnu·r.tt•s como a 
própria juventude. 
Hoje ncluha com rc,pon 
,abilida,lc bem ddinidu nn 
f.ua mist-iio ele Ôr~ào tlt" Im 
prensa que iníorm,, o públi 
O famoso ecretário tlc 
Emulo Dr, Henry Ki,singcr 
d"" Estudo• Unido• da Ame 
rico. ,~j,.itou o no:-:~o pnn, no::­ 
cliu, 19 e 20 deste me, como 
estnvn nnuncindo. r,, IL1.mara 
ty, com o Ministro Azeredo 
da ilvcira, cio Hrasil, assina 
rum um documento bilateral 
de grande releY::incia pnn1 in 
teresses dos grandes paires. 
Do seu importante dis 
cur5-o (cito na ocasião. trnns 
creven1os trechos que bem di 
zcm da nt.mosft-ra agradável 
cnt que '-t1 deu esse transce 
dental encontro, cor:uo di:,;se 
Dos nuitos empreendimen 
tos intcmncionuis que tenho 
assinado com n1uitos países 
nenhum me deu mnior prazer 
que este"". E continuou "0 
que estamos fazendo uqu.i não 
"" ,1.- Jardim e 
J.o e 2.o Grnu 
.leio Hocha, de 
da Laguna. 
llet·onlemo• '1''" 11.1 .-11 
trc,i,111 a nó, t•1111cc·didn. t-la 
frisou que a secretaria de 
Educação havia destinado car 
teiras, cadernos e outros ma 
teriai, para a IJre.-. 
Cau-a-nos satisfação i 
formar que e»e material dw- 
Coleio de 
Sal6nu de 
Guia Lopes 
co e defende idéias sã·, ela 
:,!OlJ da t·onfiant;a e 'grandt' 
conct"Ílu da no ..... ,A popul:itào. 
como tambem a de outro ... 
mumc1p10< do E,.1url1, por 
onde circula, como fóra ,le 
Mato Grosso. 
O 'o,rn Editor r.-,·,·beu 
abraços e mais abraços de 
solitlnriedudr p e Ia 
brilhante vitória que tem con 
quistado, di,ntr tle tanta diíicul 
tlarlc. clan,lo , ida no,a : no, 
a Tribuna, agora com novas 
111.lqu1na::, mai-. 111:ifcriai-1 de 
impres-lo e a--es0ria que fa 
r5o <leia um jornal cada , t'Z 
um entendimento exclusivo 
mas é olgo que cada um de 
nós está disposto a acordar 
com outra!' naçt1es com objet i 
vo semelhante". Mais adiante 
Go-taria de dar ênfase ljUC 
cu encaro corn al~t.-'Tla o foto 
de que no fuluro teremo, 
frequentes contatos com nos 
sos colegas brasileiros". Com 
cluindo ··f: <'om e.ta determi 
nação que cu retomo a "os 
hin~tc,n. t.:Ubc--mc apenas a .. 
grnc.Jecer :u, Governo Ilrn,iJci 
ro, a meu amigos do governo 
do Brasil, pela maneir.1 co,n 
que foram prepa.rodns as con 
ver~nçõe~ e o calor humano 
do Brasil e o alto erau da 
noesn amizade". 
, Ai est.á como n diploma 
cia brasileira vem .3tuando 
persistentemente para conse 
gou no sábado pa-ado, dia 
.:ll, o •1u<- co11firmn1110 ... n;:u,ra. 
Mfis uma das iniciativas 
<-" rei,·int)j(',tç,·u•" .f.t ilu-.trt• 
Delegada legiona! Dra. Enil 
l'l'rt·ora ,!,· Suu,a qnr Llcun 
'OU pleno êxito junto do r. 
Secretirio Dr. Lourember: 
Hiheiro ;:'1111e• Hr,drn 1•' <Jll<' 
o ensino tenha plena continu 
idade e-te uno. 
melhor e de maior JH .. nrtruç5o 
no te-rrit6riu nuriuu.tl. J-to 
é que desejamo-, 'Tamnbem 
ão e+s os propró-itos des 
e casal dinamico: hal<lo. o 
incan-áel Editor e a nos=a 
Oi-tinta Dirrtor:t D .. ilnria 
E-tela Vela-quez Pereira. q 
de-envolvem um trabalho 
1,ropul,r,r para que Bela is 
ta t6f-lt'-j:1 S-t"tt1prc inc-Jui,lu ('O 
010 uma da-. t'i'1ndt: .. rualo 
grossenses que cultiva e difun 
de a cultura tio '-t'U P'" o. 
A eles, o JTit'U , oto de 
I° PFvigam com a luta. 
poi-. utar tnmbéru f VÍt'r .. 
guir desígnios 'que no sejam 
de interesse direto, mas com 
i::..:o inOut>nciando a gr:uuJe 
pott!ncía do lorte a olhar 
lnmhern para o.;; pequeno.;; 
pal-cs da Amniea Latina. 
Trabalho <le irmão~. 
O tempo muda. Faz.no, lembrar 
aqui, caso inverso, passado no 
Conµc,so de paz em llai:1, 
quando o nos,o ~rnnde Huy 
l<"1antou·•e em tlde,a da, na 
época humiides nações sul­ 
americ:inas <Jue a zombaria 
tio P.otcntado &rfo Plenipo 
tenc1ária do Império Alemilo 
ou-ou chama-las de republique 
ta•. recebendo de l uy UI!lil 
tn:menda. cen~u.ro na EU:!l pos 
tum d .. d1plo111ot.o. como uma 
not.ão t!.'<a.a da verdadeiro juris 
prudencia das questões inter 
nacionais. E Tll"tl o Brasil! 
JoLO Jota 
COMERCIO E CEREBIS UNIÕO IIGRICOLB LTDB. 
"Umq Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa 
Perto da Ponte Internacional 
CIJBL 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: t!! de Maio • 563 	Jardim - Mato Grosso

llrl11 Ví,111, 2<.II0:l-7(, 
CRÔNICA 
CICHDCEIRO • NV 
Altevir Alencar 
O homem não linha 
mais jeito. Estava behcn 
do u cuchnça malH umu 
ada deste mundo. Aliás, 
sempre bebera multo. 
Ullimam<>nle, porém, ha­ 
via Ul'J'OCh•lCIO os pat'U­ 
ÍUSO!!, "llem rachar ll 
madeira", como costu­ 
mava dizer. 
A pe.lrott e os fllhos 
viviam upreensívos. ,Jil 
estivera no sanatório 
por umas cinco vezes, 
sempre levado por fa­ 
miliares e sempre obten 
do ultu ·•por evasü<1": 
quando nfío saiu furtiva 
mente pel,l parla do ma 
nlüômio, saltava o mu­ 
ro ... de pijama mesmo. 
Tor1rnva•sP- 11m ébrío 
prtisumivelmentf' irrecu 
perúvel um alcóolatra 
inveterado. Da última 
vez .em que se "hospe­ 
dara" à l'orça no ho!-pí­ 
cio, soMa tremendas 
compulsões p/ a bebida. 
E em suas crises de de­ 
lírium tremens, túo fre­ 
quentes, viu jacaré su­ 
bind(l pelas paredes, 
tirav:.i. cobras dos ouvi- 
dos. Viu um trem pas­ 
sar cum uai! vinte va­ 
gões cheio!! de diahluhos 
duudo adeus pra ele pe 
!llB janelas. Chegou a 
se apavomr cnm um e­ 
lefante dentro do quarto. 
Depois disso, acalmou-si.'. 
Mas - como costumava 
dizer mestre Manezim 
,lo Bispo - cn1110 "pi ,·11.-lia• 
ct:iro " hrechdro 11iin t·xi,1,· 
p:.1rndeir<>n, inventou unm 110• 
'idnch·. Vou t·onlnr: uli pt·las 
nove <ln 111unh: vinham duas 
bananas e umu laranja, paru 
n 111ercndu dos haixndo;, O 
cnchuceiro começou a cc•~:ar o 
~ovuco nté ubrir umu ferida. 
Era tudo grupc,, ,ellrncarin. 
Qunndo a enfermeira cntrn'a 
p/ fazer o curntivu 11t> ~o,aco 
e deixava por instantes o vi­ 
<Iro de àlc<>ol prnfilático so­ 
brre sua mesinha de cabecei­ 
ra, ele, mais que rápido, bur­ 
)ando a ntençào ,lu moça, ru• 
chia o seu cuncc,, de úlcool, 
c:-!ondcn<lo n ,·a .. ilha nu g-n,ê 
ta dn dita m~sinhn. Em ,6 n 
enfermeira sair, le'nnlnna e 
fnzi11 11111 tal de "laranjada 
doidona", isto é, espremia 
1nciu laranja num copo. juntn 
va quatro dedos de úlcool e 
um pouquinho de uçucar ... 
e pumba1 ... engoliu, fnzcn· 
do inveja aos outros cunciros 
a li cstaciono•los. Cada can.-co 
de álcool davu parn quatro 
"drinks". 
lgre-so mais uma et 
do sanatório, adquiriu todas 
as caracteristicas d, ale6olatra 
>t'rtl po,,íbili,lrule ile rt·1·11pt:· 
ração. Para levantar de ma 
nhii, tinha que to111,r unin la• 
puda, lre111,·nln que s6 rnra 
<'r<lr. ao venro. Ficou conl 11 
cara inchada, do tamanho le 
uma jaca, os braços da gro 
ura de uma flauta, uspendeu 
os ombro, afinou os quartos 
e c..·riou uma barriguinha de 
1:ulo, "lt1SÍ1n com,, quem nygo 
Jiu uma tndanciu inkira. 
Foi levado a pul-o• ª"" 
",,'' (,)rbolicos ,11ôni1110,) 
nuu tudo cru ,.10. 
Amigo o upan1rnrnnt 
t•rn tneio a um porre e le 
yurnm a um tt·rrciru. L:'i pi 
as tantas o homem etava era 
clnnçnn<lo no meio do~ uc.-aho 
cios", hêbado 11ue ,6 uma 
cabaça, com um charuro 
na hoca. t que npart•reu uma 
,,.arn,fo ele hiritn e- ele "tomou 
~onla dela". Qut:ria ficar 
nu. dizendo-se o "coboclo do 
cenavial". Posto p/ fora do 
... ,crrriro". protestou energica- 
111cn1c. Saiu danado da ,·idu, 
dizendo que iria chamar seu 
colega. o .. caboclo :,!arrnfinhn~. 
Como os grogues se ami 
ndnsse1n, o homem bebum to 
du vida, nào podiam mui• le 
va· lo uo mé,lico. 
Os filhos 1>rocurarom 
uni macumbeiro muito de, fu 
jutn, mas igualmente muito 
"'"· o .Jiru rujo •·Jwlou·· 
tUlli.l 1ran .. :1, tJUt" fi<'Oll at·t'rH 
da enfN-" ,.,. 
o dia cm @0 p·h 
tomou um pifo federa, d 
tes de e aparar (porre p 
omitia de Ministro ao Nor­ 
deste), levaram-no inc:-on'-<"icn• 
te a-1 ,·,.,rc.tnio.-c ,b ciducft.-. on 
,te ,uorava u tal macumbeiro. 
Dali, com o desgraçado devi 
dutnt'Olt' n<"ondiC'ionado nu111 
caixão de defunto, "energan 
elo" um háhi10 de S:io Frun 
cisco e coberto de flore, fi 
1..erum urna ~•nrnrrnota : colo 
c:;uarn o f'a1x..ao t-obrc uaua 
r::tc"-U, no rneio do matagal, acen 
dera quatro velas... uma em .. t 
da canto (mato não tem canto, 
mas vamos fazer de con 
ta que trem, tá !)., Os filhos 
t:c e~conde-rnm na'!: proxi111iJa 
des o mncumheiro fi,·ou ali 
cnC"'(hl.Ud<.', t!,perando o .... ca 
neiro acordar, pi aplicar-lhe 
o maior F-'l'"lo do rnundo. 
Lá pura ns lnnla• ~1., u• 
cordou me .. mu. !,curou .. ft• n,, 
cnixão, percorreu os arrt<lo• 
re1' com o olhar r .. ~:.izc:ido,. atônj 
to, olhando para n "batina""', de?< 
confiado que o cachorro em 
meio de carga. Levantou-se 
em zigueza:;?uc, cl.:u de rara 
co111 o feiticeiro fajuto: 
- O meu chapa, oncle é 
que eu estou! 
- Voce morreu. Está no 
inferno. Levou na Terra utna 
vidn de ciio, bebado que ó 
ma cabaça ! !! 
Etw tambm ir-te parar 
ll<jU<', pn'! 
Vim. Ji faz tempo que 
,..11 t·•Cou a1/11i • • • • 
Eutilo .• j.rtu111. ,ri1110 111 
já manja do ambiente aqui 
me diz uf ori<h· é qur tu 
uma brdea, que eu tu 
clnido para •·tu111ar u11111·· ••• 
Gil-on ,111ado. pn·-id,·ro 
lt' clu TV Ed11,·111irn (j:. 110 ar, a 
core-), a negociações cot a 
maior emissora de telei-4o 
,lo munclo, ,1 i'11 K. ele T61p,i" 
para intercfto1hio tt'c·nit·o e ru) 
111ral. A i'IIIK ê 101almenre 
a11tornali1 .. ada, opera por istre 
ma de computadores e tem li 
mil empregados. l programa 
<.,;ão pronta fica arquivada ru 
compuraclore• para 10 dia-, é 
uma autarquia independente 
do e-tado, nao tem anúncios, 
n:io ode receber verbas ofi 
ciai:- «· vi,·c c--xclu .. iv.amente 
ela familia japonea, que paga 
cloi, cl6lares 111en•nÍ• por cada 
receptor. f: o ,,,,.- o~ japon• 
es chamam de 1d.-,·i,:lo tlr 
1r1oc·rática, p0r<JUf t-t'J.HJo de 
aho nível, niio ,1.-pend .. 11~m 
do governo, nem dos anun<'J:lD 
tes. (Fatos e Fow•) 
"IMPRESSOS DE !lLTI! QUDUDIDE" 
Talonários, cartões de visita, impressos a cores e carbonados, 
convites de casamento etc ... 
"PERFEIÇAO E RBPIDEZ I SERVIÇO 
DO CLIENTE EXIGENTE" 
Rua Duque de Caxias Bela Vista 
Mato Grosso

Bela Vista 2902/7 
Nosso Tempo 
RN %UETO DE LEI NO/T B 
Dispõe Robrn a su• 
pressão do $ 3 do art. 
195 da Lei nº 345 de 
29/12/7:J, «Código TrihH• 
/irlo Municipal». 
A Câmara Munlclpol do 
Jardim Decreta: 
Art. 1% - Fica suprimi­ 
do o § 11º cio nrllgo 195 
da Ll'i llunlcl;ml nº 345 
de 19 /1'.!. /7t'i, (r.ócligo 
'l'rlbutárlo Jlunlclpul). 
§ ÚNICO - Os efeitos 
<lesta Lei devE.riio vigo­ 
rur nlncln 11 partir do 
preEente exercício. 
Art. 2- Esta Lei en­ 
trará em vigor na cinta 
d•l llUU publicnçilo, revo 
gndus o E' dispnsiçõt-s 
em contrário. 
Sal das Sessões, 
4 de fevereiro de 197U. 
3) Taxa 8/n Iuncíonu­ 
mento da mesa, [anual] 
4) !mposto sobre i,er­ 
vlçoR I mentml ]; 
ESTADUJ18; 
1 J Licença du mesa 
(mensal) 
2) Funcionamento da 
i1esa (p/ unidade) (men­ 
sal). 
Senhores Vereado­ 
res, com a estugnação 
do movimento 1:omerclul 
que ora atravessamos, 
pelo insuficiente poder 
aquisitivo de vossa po­ 
pulaçúo; será co • a ma 
nutençilo deste oispositi 
vo do Córlign Tributário 
Municipal, impossivel 
aos possuidores de ba­ 
res rnnovarem 110 pre­ 
sente exercicio seu Al­ 
vará de localizaçfio, 
rludo a vuluo idáde do:,1 
tributos exigidos pelo 
Estado e pela iluuicipa 
lidude. Po1·tant,,, nr:ho 
da mais pleua e adi 
justiça que fuçmos a 
supre· üo do jú citado 
part'lgrufo; senclo e tu 
medida aqui proposta 
acatada por  . Excia. 
Justificativa: 
1 J fü-1:uudo :'.:ai-tius Barbo a 
Vereador da Aro::na. 
Senhor Presidente, 
8enl.Jore Vereadores, o 
presente Projeto de Lei, 
procura diminuir aos 
contribuintes o excesso 
de iacidênria de tributos 
uos possuidores do ba­ 
res com mesas ie jogos 
(boliches, bilhares e ou­ 
tros). r.onforme institui 
o $3 do artigo 19» du 
Lei 315/75, em supre são 
"Qunnrio ;. liceuçu. inci­ 
dir sobre beus, em que 
t, "liam mesa de jogos. 
(boliches, bilhares e ou­ 
tros), será cobrado sepu 
radurnente do Alvará, u. 
Taxa incidente sobre o 
-funcfonamento d:i ilesa 
ou hlesas, além do iro­ 
Posto sobre serviços, n 
base ria tabela anexa•·. 
Púderão perfeitamen 
te notarem os senhores 
a imperiosidade do dis­ 
Positivo uté então legal, 
assim citado, cuja nor­ 
ma vem forçando a já 
debilitada economia 
daqueles que operam 
no ramo de bares; uma 
êz que o Estado tam­ 
bém cobra pelo serviço 
d., fiscalização a quuo­ 
lia de CrS 41,00 pela li­ 
eença e mais CrS 20,00 
Por mesa de jogo men- 
8
almeote, de conformida­ 
de com a Lei Estadual 
1 
n·
0 
3.619 de 21/04/75, 
Portanto, nestes casos 
sem suprimir o § 3·º do 
lll'tlgo 195 da citada Lei 
• Municipal, os possuldo- 
1 
tes de bares com mesas 
teriam que pagar os se­ 
ltlll-ntes tributos: 
MUNICIPAIS: 
1) Alvará de localiza- 
1 
zaçil.o (anual) 
2) Horário Especial 
• (anual) 
e pelo Exmo. Sr. Prefei­ 
to iluoicfpal, e ·ll.tr<•mo::, 
suavizado a economia 
daquel<•i- que trabalham 
reste ramo, etriamos 
facilitando a sua fiscali­ 
zução e diminuindo o 
serviço do setor de tri­ 
buluçilc, e h.111çamr;;to, 
por que não teríamos 
mais o I.S. que deve 
ser lançado e arrocadu.­ 
do mcusalmonte. Flnal­ 
mente com esta medida 
nroporclonurlamos a lo­ 
dos a legollzuçli o de 
seus comércios, ou seja, 
a renovação de alvarás 
de locnlizução, e, itundo 
assim. u clandesti1:i1ç1io 
de funr.lonamento de 
bares com meus. 
Imbuído do propósi· 
to de estur Tazendo jus­ 
tiça e coutribulndo com 
u Administração, concla 
mo aos nobres pares, 
pela aprovação deste 
Projeto ele Lei. 
Dllmaru ilunicipal 
de ,Jardim, 04 de reverei 
ro Hl76 . 
Ernando Jl!artinR Barbcsa 
Vere&do1 da Arena 
II IA I HORIIRI 
Fundado em 25/02/72 
Editor Chofe - 0calde ]?rira 
Gerente • Çj1ls<'11 c5iloa cSn111vs 
01€)3)A$ 
Chefe - tnicto dtdair 
Paginação - 9lile ué. cua 
Impressão - .tuia Carles Dedé 
Composição • .J,.lngib 8C,n/11u 'll'ilso11 Çj. !Outra 
9der 'Ribeiro 
Departamento de Circulação e Secretaria 
Sânin Flores 
Departnmeuto de Cobranças 
Pompilio Miranda 
Colaboradores 
José Joaquim Ferreira outo, 
Dr. Aroldo Medeiros, losita Rosa Gomes, José Glaucy Flo­ 
res, J. Refrey 
Diretor Responsàvel • .Joaldo /1mira 
TRIBUNA DA FHONTEIRAé uma publicação da Empresa 
Gráfica Tribuna da Fronteira. 
Rt. IE. 6L2IS (O5! IS (I, 1R4 
Diretora . Maria Estela Velasquez Pereira 
Redação, Administração e Oficinas - Rua Duque de 
Caxias -n Bela Vista- .Mato Grosso 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não represen 
tam o ponto de vista do jornal, podendo até ser contrária 
a este. A opinião do jornal, acha-se expressa nos Editoriais 
e nos comentários não assinados 
POSTO SINTO CATARINll LTDJI 
, bcrto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de Taunay, Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna lllt. 
X 
Uma ova epidemia 
parece tomar ronta ele 
phl"CPlas cada ,·ez ma­ 
iores da juveuturle: o 
u e alluso de drogas 
pskotr-óplcas. ~fio inú­ 
meras as pessoas de res 
ponsabilidade que esUlo 
chamando a atenção p/ 
esse fenômeno. Campa­ 
nhus de esclarecimentos 
já se realfzarnm com o 
escopo de prevlnir p/ 
depnis não ter que re­ 
mediar. llas. apesar das 
advertências, o mal cou 
tinm,. É Imperioso redo­ 
brar a vigilância sobre 
tra fic:i ates desa! mudos 
que procuram enrique­ 
cer-se às custas da ruí- A 
na de outras pessoa. 
A prccuro de ilusões ... 
Existe alguns que 
u um drogas euforizan­ 
tes p/ banir a tristeza, 
a angústia, a melancolia; 
outros pretendem afogar 
nos entorpeceutes e nar­ 
cóticos suas frustraçõeF:, 
recalques e preocupa­ 
çõef:. Para afastar o cao 
saço e a sonolência e 
prolongar as horas de 
vigília, de attrnçE.o e de 
energia, existem os que se 
iludem com as drogas an 
fetamíoicos. Outros c!es­ 
maucham, sob a ação 
dos barbilúricl's, a agi­ 
tação nervosa que cau­ 
sa extrema execitação o­ 
brigando a mente a tra- 
o 
Em 13-02-76 
Do Supervisor da 
Area de Bela Vista 
Ao Jornal Tribuna 
da Fronteira 
Assunto Encaminha­ 
mento (Faz) 
Sr. Diretor 
Venho através desta 
encaminhar à V. Sa. u­ 
ma cópia de um Telex 
recebido· da Coordena­ 
ção Estadual do Mobral 
Sul-lIt, para que o mes­ 
mo seja divulgado por 
meio deste já conceitu­ 
ado jornal, segue abaixo 
o texto a ser publicado. 
Mobral tem aumento 
de Incentivo Fiscal 
Por recente dec.reto 
o Presidente da Reoúbli 
ca elevou para 2. a 
partir de 1977, descon­ 
tos do Imposto de Ren- 
balhar de maneira inin­ 
lenupta por cu.wm de 
mil e um motivos que 
provocam sofrida Imsó­ 
nia. Outros ainda prncu­ 
ram nas drogas sedati­ 
vas e tranquilizante u 
cnlmu pe:turbada pelos 
nervos que Be 1mcontram 
à flor <la pele. Nfio fal­ 
tam também os curiosos 
que pretendem entrar 
no mundo das ilusões, 
dos sonhos. das ulucinu­ 
çõed, dos delírios e dai; 
paranóias, usando dro­ 
gas que desequilibram 
inteiramente a personali 
dade. 
felicidade 
numa postllha ? 
'.las, u felicidade que 
afastaria da pessoa qual­ 
quer espécie de tribula­ 
ção, proporcionando-lhe 
infinito gozo, porterla 
estar encerrada dentro 
de um romprimido ou 
contida numa ampoia 
de injeção ? As inspira­ 
çi>es artísticas que pro­ 
duzirão encanto para os 
olhos e deleite p/ os ouvi 
dos, na ritmia dos versos 
ou na harmonia da músi 
ca, poderiam eocerra::--se 
dentro de garrafas e boli 
jas portáteis? Os lam­ 
pejo da inteligência que 
fornerem ourn instante 
soluções longamente pro 
curadas poderiam ser 
fruto de drogas quí-_ 
micas ? 
(Continua no próximo nºl 
da em beneficio do 
MOBRAL. 
Por ai vemos a im­ 
portância que o governo 
empresta á; al!abetiza­ 
çáo de adolescentes e a­ 
dultos, através do .Mo­ 
bral. 
Ajude também. Re­ 
colha sua contribuição 
para o lJobral quando 
for declarar o imposto 
de renda de sna Empre- 
sa. 
Contamos com a co 
laboração desta impren­ 
sa para que esta Nota 
seja amplamente divulga 
da. · 
Cordialmente 
Alvaro Pereira 
Supervisor d e Área 
de Bela Vista. 
Preço deste exemplar 
Ct$ 2,00

Estado de Mato Gro-o 
Comarca de ela Vi-ta 
Cartório <lo 2.o Ofício 
EDITIIL DE CITIÇIIO PIRB 
CONHECIMENTO DE TERCEIROS 
lR1BUNll Dll FRONlf tRa 
•·Orgilo lndepeudcu!L' a 
Serviço da 
o Doutor Valter José 
Rodrigues Contrera, Juiz de 
Direito da Comarca de Bela 
Visto, "Es1. de Mi.. no forma 
du lei, elr, .• 
receios de que o Sr. alde 
mar Lebedenco; venha onerar 
se de forma a impossibilita­ 
lo ao pagamento de unas pre 
taçõe obrigacionais: pela acu 
mulação do débito em que 
cumpro uinda os rondiçõe• 
hipotecárias de garantia a que 
se cornprometerá no ínstrumen 
to sub-judice. 3. Ademais; co­ 
mo é do conhe<'imento púhli 
co; o Sr. Valdemar Lebedenco 
ent·onlrn-se •cionodo; em pro 
ceo possessório de emissão 
de posse de i:ronde pnrte ,le 
sunf' tcrrns, IJUC caso venha n 
ter perda de causa em Juízo 
a •Un ,itunçào patrimonial 
r I c ar á, grandemente 
abalada, receando o • u­ 
plicante que o parceiro 
tratador, venha por PS­ 
ses motivos apontarlos a 
desfazer-se das terra • 
que se obrigara. a entre 
gnr em hipoteca. 4. Em 
fuce do exposto, o pro­ 
h,staute manifesta '> pró 
poslto de promover tô­ 
das as medidas judiciais 
cabíveis "ln futuram•· p/ 
defesa de seus direito 
obrigud'>uaili. inclusive 
na esfera criminal, pro­ 
movendo . ontro5si1, 
vistoria judicial uos se­ 
moventes, e demais me­ 
dida cubívei , reque­ 
rendo, portanto, a V. 
Excía. se digne de mun 
dar intimar a Valdemar 
L e b e denco, brusildro, 
casado, pecuarista, re i­ 
dente domiciliado na 
Fazenda Agua Azul, nes 
te Municipio de Bela Vis 
ta, p/ que tomf:l conheci 
mento deste protesto 
J udiriul e se obstenha 
de qt.:alquer ato de nli­ 
enoçii.o c,u contrato de 
qualquer gênero que te­ 
nha por objeto 6 3 (seis 
ceutos E> oitenta e tre ) 
hectares, da gleba "Ta­ 
boca-Chicii.o", ligada a 
Fazenda Agua Azul, de 
propriedade do parceiru 
tratador e criador. adqui 
rida de erápio C, istul­ 
cto, l!aria da Gloria 
Gonçalves Barbosa e 
V.ictor Gonçalves Bar­ 
bosa, situadas neste Mu 
nicípio de Bela Vista, 
conforme escritura de 
cessão de direitos here­ 
ditários, registrada no 
livro 4 do Cartório de 
Faz +aber aos qure o pte 
,enttl edital virem ou dele co 
nhecimcnto tiverem e mui~ 
quem interessar posa, qu 
por parte de Orivnldo Vileln 
Coimbra, foi requerido um 
protesto Judiciul Contra Ali 
nençilo de Uem contra Wnl 
dcmnr Lehcdenro, nos termo 
da petição inicial que tem o 
seguinte teor, Exmo, Dr. Juiz 
ele üireito dn Comorcn de 
llcln Vista :i1t. Orhnl<lo Vile 
la Coimbra, brasileiro, casado 
pecuarista, residente na cidu 
de de Presiclenrn Prudent.-, 
SP, Av, Washington Luiz, 
no 103l, por seu advogado 
que esta susrreve, mandato 
anexo, vem com fundamento 
no ar 7 e seguintes do 
C6digo de Processo Civil, que 
rendo resalvar e conscrvnr 
direitos, bem como prc,cnir 
íuturn• rcsponsnhilidutles, in 
clusive de terceiros ·erga·ter 
tiuo• formulnr o prcH•ntc 
Protesto Judicial Contra ,li 
ncnçiln Jc Bcn,: mnnife,tondo 
destarte, a sua intenção, 1110 
tivo por que expõe e requer 
a . Exa. o seguinte: 1. O su 
plicante, em data de l·o de 
Outubro de 1974, através dre 
um Instrumento Particular de 
l'nrccrin Pecuário, ~ntn.-:;:ou ao 
r. WValdemar Lebedenco, 470 
quatrocentas e tento- vacas 
de ;{ •trc.- n li (oitt•) nno• ,le 
idade, para que o ulu,litln sr. 
us criasse, mediante o papa 
mcnto dn renda de llí (,·cnlo 
e. dc1.essctd bezerros <lc uno 
nos 3 (tres) primeiros nos 
clo contrato e 118 (ccnlo e de 
zoito] bezerros de uno d,• idn 
de no quarto e quinto ano 
contratual, convencionou se, 
tumbém, no referido pncto o 
brigacional, que o parceiro 
tratador, daria como garantia 
das obrigações assumidas 683 
( cir<ccntus e oitenta e tres) 
he,·1:m,s dn gleba ffubocu-Chi 
cão: por escritura hiporccaria 
obrigação esta: que tá decor 
rido., mais <le um uno e qua 
tro meses não foi ainda cum 
prida pelo parceiro tratndor: 
não obstante os reiterados a 
pelos do parceiro proprietarios 
2 . Afora isso, o parceiro tra 
tndor; encontra. se; uindn.; em 
ntrazo de pagamento de la 
(primeira) parcela d11 renda; 
cquivnlcnLe a 117 (cento e de 
ze>sete) bezerros; que já a es 
tas alturas estão de sobre o 
uno e mais a renda proporcio 
nal do ano ,le 1976: sem que 
o devedor e digne a honrar 
os seus compromissos contra 
tuais, assumidos com o supli 
cante: que faz originar justos 
Registro Geral rle Jmó 
veis de Bela Vi ·ta, :lt. 
bem como as 470quatro 
centos e Retenta) vacaR 
de criar de 3 (tres) a 8 
(oito) anos de Idade, 
mestiças zebú de diver­ 
sas pelagem;, normais, 
sem defe,ltor. fislco; 1:m 
bom estado de criar, 
com marca r, atraz do 
cupim do lado direito, 
vacas estas de proprie­ 
dade do 8upllcaolt>, re 
tiradas da Fazenda Sta. 
Aparecida, Municipio 
de Porto Murtinho, con 
forme nota Flsc. de Pro 
dutor, n 449843, emitida 
em 19 de abril 1974, sob 
pena de sofrer as ações 
decorrentes cio seu ato. 
Pol· fim, requer a V. 
Exa. a publlcaçii.u da 
pre ente peça protestá 
!ória, atra véz de editais 
com fundamento nu art. 
87fl do CPC, p/ que se 
se oponha (erga tertius) 
e, uma vez efetivadas 
us publicaÇÕP.S nece :;;ú­ 
rius, sejam os auto en 
tregues ao protestante, 
no prazo legal de --18 b' 
independente de trnns 
lacto, de conformidade 
com a lei. 
Dá-se à pre ente, pa 
ra efdto c.le distril.>uiçao, 
o valor . mínimo legal. 
êes Termos. pede de 
fermento. Bela Vista, 23 
de fevereiro de 1976. Pe 
dro José Palmieri. Ins. 
oº 477 OAB Mt CPF. 
003021.241. Despacho: 
D.R.A. Defiro o pedido 
nu forma requerir!o. B V 
23/12/7ü. (as) - DL-. Vai 
ter ,losé Rodrigues Cou 
trera. Juiz de Direito. 
Pelo que ficam intimados 
quaisquer. interessados 
no presente pedido. Da 
do e pas ado, nesta Ci 
dade e Co.narca de Bela 
Vista, Estado de Mato 
Grosso, aos vinte e cio 
co dias do mes de fev. 
do uno de mil novecen 
tos e setenta e seis Eu 
Goeth Escobar Nunes • 
datilografei e subscrevo. 
Dr. Valter José Rodri 
gues Contrera. 
Juiz de Direito 
ENFOQUE 
Visitantes em nossa cidade 
Se faz presenle em 
nossa cidade o dr. Auto 
nio Pádua de Vusconce­ 
los diretor de lmportan 
te firma de Planejamen­ 
to P. Implanlaçãu de Pro 
jetos, chegando de uma 
visita à fazenda Caracol. 
Em 1ma estada na 
Fazenda Caracol, o dr. 
Antonio Plldua, ficou 
bastante impressionado 
com a qualidaJt> racial 
do rebanho elore, ob­ 
servou o ma neju cio ga­ 
do, a estrutura da Fa­ 
zenda. a implantação de 
1,500 hec. de formação 
de pastagem artificial e, 
<tedicou mais t-mpo em 
observação ao etor de 
Inseminação Artificial 
destacanrlc, a ele ,·ada 
pureza racial dos tour-i­ 
nhos e novilhas daí ori- 
CARNAVAL 
Muito Samba, mui 
ta animação os pré rea­ 
lizados em nos a cidade. 
Nu Gremíu Pedro Rufi­ 
no, como sempre, rece­ 
bendo em grande estilo 
A {ARIOCA 
Márcia esteve na 
cily visitando Rua irmã 
1'ilza e o cunhado Ten. 
Domiague . A morena 
Marcia iterementou e 
badalou vários dias 
eutre nús. 
A BELA VISTENSE 
1liguelina i!iranda. 
filha do casal Erasmo 
1liraocla e r saiu-se 
vitoriosa no Vestibular 
em t1iologia, na Fund!l­ 
ção Educacivr:al de Bau 
ru. Parabens. 
O GAUCHO 
Ten. Doroty e Sra. 
contentes com a chega­ 
da do filho, que tam­ 
bém saiu-se vitorioso no 
vestibular de Veteriná­ 
ria em Porto Alegre. 
undo. 
O dr. Aulonlo, estfl 
acomponbado do acadé­ 
mico de "Veterinária Mar 
co Antonio H. de Olll'ei 
ra, aluno da Faculdade 
de Vetorloàrla da Uul 
versidade Federal Hural 
<lo Rio de Janeiro, que 
nos Informou a iutenção 
r!e se especializar em li 
siopatologia da Reprodu 
ção e Geuéticn Animal. 
O futuro vdel'inárlo Mar 
co Antonio, que a partir 
de ugora será estagario 
na Organização Caracol 
a qual deposlia muilâ 
e1:1perançal'I em sun pes 
soa e as ím coupera com (1. 
o aprimoramento té::o! IJ 
co ele nossa juventude. 
Aos visitante: D0S 
i-u,; boas vlnc.las. 
Começando a rel'iver 
1-'t:US antigos suce;;sos, 
o Tradicional Clube Es­ 
portlvo Belavistense sob 
o comando do entusias 
ta Cutureba. Parubeus. 
COLETÂNEA 
Será no Livro Selê, j} 
no dia 11 de marÇo, às 
18b, o lançamento d% 
Páginas F10rídas, coletii 
nea de quarenta e cinco 
art. pul>llcados na pag1· 
na opinatlva do Diári 
nos últimos dois aos 
pelo colaborador Rober· 
to 'ilveira (Gay Cardoso 
Galvão) 
De Mato Grosso, Es' 
natal do autor, devera
0 
camparecer ao lançame 
to, ex-colegas riu in_ter 
nato salesiano, especial· 
mente convidadúo: o pre 
sidente da At.:ademí.a )la 
togrosseuse de Letras 
bacharel José do couto 
vieira Pontes, o de"{$. 
tado estdual Ruben " 
gueiró e o deputado fe 
deral Ubaldo Brer. 
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