G.S.S.P.R- SUPER CIRNIVIL -7& FUNDADOR E DIRETOR RESPO AVL:- IV ALDO PEREffiA A O V Redação Oficina e Administração Bela Vista, 29 de Fevereiro de 1976 Semanário Nº 199 Rua Duque de Laxias S/ . TANICO DA MA(C GERAL EM BELA VISTA una opinião cm carta ao Prefeito Em visita técnica a o local, estf>. de µara bens Departamento de Ener- sobre o maquinário novo gia EIétrica desta Prefei que adquiriu e também lura, a pedido da firma pelo quadro de funcioná fornecedora, tive opor- rios competentes, dota­ tunidude cte verificar na dos ele experiencia e Usina Elétrica loL ai o boa voutade, os quais es estudo de [uncionamen- tão sendo orientado to dos dois conjuntos por um técnico de va­ geradores Scania de 250 • lur e capaz. com o cur­ Kwa. cada um encon- so da Macgeral, que é o trando-o em ótimus con Sargento Esli ilva. aio dições de funcionameu- satisfeito pela visita téc lo, obedecenJo todas nica que acabo de fazer as exigeneius de monta- ficando grato pela aco­ gem prescritos pela Mae Ihidu que me dispensa­ geral, como tive oportu- ram, não ó pelo Sr. , idade, na oca ião, fa- Prefeito, como por todos zer funcionar o terceiro os meus colegas da Ui­ conjunto cania de 230 na Elétrica de Bela Vis­ Iwa. nas mesmas condi ta. çoes tos dois antrio- res. Nunca é demais res saltar que a Prefeitura Adelcio Ervatti Técnico Macgeral São Paulo Nota para a imprensa escrita O Cmt do 10° Regi- candidatos ao Exame de mento de Cavalaria ln- Admissão aos Cursos de forma aos Reservistas, Formação de Sargentos PURO&L IVO COCEI73 E.Rl PR»#i@çEs A Empre a de Publicidade e Promoções Be­ la Vista - Puprobel - propriedade de José Glau­ cy Flôres. firma-sssões descrentes. enviando e, "as vezes", nüo - po- lhes um hino de otimismo dem exercer condigna- ao trabalho e à confian­ mente a nobre missa() ça no dia de amanhã. de informar. O poder e- Tribuna segue triunfante, conõmico, repriJ'issfío um Dever e uma questão de Honro. ''Uma fmprrn­ sa livre não é um pri­ vilég'lo mas uma necessi dade organica numa grande sociedade, diz Lipmann, e Tribuno tem procurado Ser livre e is­ so nos truz uo ncnto l'inal - ainda com Lip­ mannu- à medida que a iniprensa livre se desen­ volve, à medida em que a grande sociedude e­ volui, o ponto culminan­ te é e como um sábio ou um eruoito, o jorna­ lista coloca a verdnde em primeiro lugar ou em segundo. ie ele u colo­ loca em segundo lugar ele é um adorador do bastardo deus sucesso. Ou ele é um homem pre suoçoso tentando vencer uma discus ão. Na medi da que ele colocu !l ver dade em primeiro lugar, ele cresce na direção - eu não direi p/ o inte­ rior, mas na direção do círculo daqueles que sentem e fruem as me­ lhores coisas da vida". Imprenso: IV poder das Democracias • Tribuna da Fronteira - quatro a- nos servindo o Belavistense povo sentando, como novidade a completa inexistêneia do temor reverencial. A figum e o comporta­ mento do militar desper tum muito mais amizade e respeito do que> qual quer outro sentimento, sobretudo de inseguran ça ou medo. Ele inspira uma coníia1:ça que pllcle Her equiparada à que a pnpulação !Jrasileira sem pre nutriu por eu Exér cito. Destaque-se que o comportamento do gene ral Dilermando Monteiro em sociedade não difere fundamentalmente daque le que mantém com seus subordinados, aos quais trufa com extremo res peito e consígurunça contido. na luta contra os movi menlos tolalltárlos. Essa diferenciação poderia res guardar :1 posição dos militares brasileiros. que só se envolveriam careta mente no trabalho poli cial em circuuslancias extremas. Qualquer que seja o des dobramento dos fa tos. não se pode ignorar que o trabalho do co mando do II Exército es tá cercado de uma expecta livafavorável, Lera corno é promissc.ra a imagem recebida das Forças Ar madas por intermétlio desse militar. Percebe-se isso com clareza entre políticos de São P:mlo, empresários e profi.ssio nais liberais. Pensamento Ninguém pode viver sem a indulgência dos ou. tros, mos, pera exercer com sinceridade a indul gência para com os ou tros, é necessário saiba mos-nos colocar no lugar Jeles. EMMANUEL MINERIÇÃO "Produtor do aláreo Bodoquena" "Uma Empresa que acredita Escritorio Rodovia Jardim - Porto Murtinho no Sudoeste e no Novo M t G a o rosso" em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H . 0 otel Oriente) Cx. Postal km BODOQUENII 54 LTDI 8 Ili-ln Vi,ru 29/02/76 Nosso Tempo 4i IVERSdUUO DO 1° RC No ,lin , 22, o J:lorio•o Uq:imrnto "•Antonio Joilo" u­ niversariu. Cento o trinta e sete (J7) anos desde ua or• µnni111çilo. , ulvorndu foi precedida tio 21 tiro• de ca11l11io, llom·e t·o1uli~ua conrnruoruçào tltt e feméri,1,, com formatura dn tropa e íc,tn para os 111ilita­ rrs do Regimento. O lll·o HC. é o mais nn tigo Corpo de Cavalaria do Exêrcito brnsílciro. E.ta Uni· dntle foi como1ul111ln por ih,s­ treR oficiuis que lu,nrnrnru e honram nindu o 110::.i-o Exérci to. Dentre eles. Cel. Pedro l•1•é Huíino, o herói; Gnl ,I mtrio ,lc Moura; c.,1. Eucli• de, Hermes tln Fon,ccu ,. ' tantos outroi-, t-crn l't-t]Ut·cr-r do Cri. Jo,é Cancelo antiao que o comando durante ÍS X,, anos, dando-lhe nova feição l U' ao _eu quartel. Esse cnnhccitlo 1111l1tar JÍ1 nn n~i,:cr'U, cujo C-l• pirita tle ,olth,lo nindn o faz ineulado à vida da caserna, re,idindo utunlmcne nu Colo A Diretorin rleste luh c,tá cmpenhndn no nqui,í,,lo de um imóvel p/ ua ele pr6.pria, Por isso promove os lUt1(u;; p/ nngnriar fundos. No clo1uingo. Jiu 22. hou Ye un :iprnzi"cl 1..·hlic-nro do r. Goethe, excelente churros to prcp:irotlo por milo de mcs tre, po quul compareceu n ellte da cidndc, numn dcmons lo de incondicional apoio u iniciativa: uia 11,ilitnr tle "DOUHADOS" i:uarrliilo 111uior du túmulo daquele que considerou o maior lídimo heroi tio •cu He,;i1ucnto "Antonio Jo~o Hibciro". Agora está o l0·o HC Noh o comando ,io tnmht>III ilustre Cel Hicunlo Luiz Bu.- 110 Gnimnràt!~. Hclembrur o pa,,ncln. ,;.uu hist6riu gloriot-a .• rilo ande, seus feitos heróieo .. de,de o tcmpu ,lo Bru,il ,·o lonin, dào pnrn um Ih ro ht·m re;peítavel. não l'nhendo uqui nt'!."-tc pc:q1a•no é!'o1~ço o mui to que ra. D,·lri:a,ln li. ,)..- ~:tlu,·açüo e Cultura tl..­ llcln Vista, rt't·rlit·u ro,l,ni?rn ma do Deputado Dr. Huben Fií,uriró tlan,lo ~unta dt· <(llt' u ::ie,•, ri,• Erlucnc:lu e Cultura 1!11 E,tudn ,leoti,;ou Ires Gru pos geradores de enerpia elé tri,·n '' iluminuçim 1,rbpria dos Col{-iiio, de J•o e 2o Graus Castelo llrunro, de,ra cidade; idem Pedro José Rafi A Ca•a ficou em f.-,ra no dia :>.5, tinta do univer- firiu ele íunrlui,:ilo do nosso jornal que ,·ai utru,·t:, .. :uulo o trmpo inc6lu111t! e propu;_!nuntfu por eus ideais fixados desde o primeiros cxcmplnr~-. Trihuno rl II Fronteira, como todas ns coisa, nasceu pequena. Ante, era um jor nal Je jo,·cns, 8U!HI J):.Ír!ina:­ ulerrrt.•' e ntnu·r.tt•s como a própria juventude. Hoje ncluha com rc,pon ,abilida,lc bem ddinidu nn f.ua mist-iio ele Ôr~ào tlt" Im prensa que iníorm,, o públi O famoso ecretário tlc Emulo Dr, Henry Ki,singcr d"" Estudo• Unido• da Ame rico. ,~j,.itou o no:-:~o pnn, no::­ cliu, 19 e 20 deste me, como estnvn nnuncindo. r,, IL1.mara ty, com o Ministro Azeredo da ilvcira, cio Hrasil, assina rum um documento bilateral de grande releY::incia pnn1 in teresses dos grandes paires. Do seu importante dis cur5-o (cito na ocasião. trnns creven1os trechos que bem di zcm da nt.mosft-ra agradável cnt que '-t1 deu esse transce dental encontro, cor:uo di:,;se Dos nuitos empreendimen tos intcmncionuis que tenho assinado com n1uitos países nenhum me deu mnior prazer que este"". E continuou "0 que estamos fazendo uqu.i não "" ,1.- Jardim e J.o e 2.o Grnu .leio Hocha, de da Laguna. llet·onlemo• '1''" 11.1 .-11 trc,i,111 a nó, t•1111cc·didn. t-la frisou que a secretaria de Educação havia destinado car teiras, cadernos e outros ma teriai, para a IJre.-. Cau-a-nos satisfação i formar que e»e material dw- Coleio de Sal6nu de Guia Lopes co e defende idéias sã·, ela :,!OlJ da t·onfiant;a e 'grandt' conct"Ílu da no ..... ,A popul:itào. como tambem a de outro ... mumc1p10< do E,.1url1, por onde circula, como fóra ,le Mato Grosso. O 'o,rn Editor r.-,·,·beu abraços e mais abraços de solitlnriedudr p e Ia brilhante vitória que tem con quistado, di,ntr tle tanta diíicul tlarlc. clan,lo , ida no,a : no, a Tribuna, agora com novas 111.lqu1na::, mai-. 111:ifcriai-1 de impres-lo e a--es0ria que fa r5o nciando a gr:uuJe pott!ncía do lorte a olhar lnmhern para o.;; pequeno.;; pal-cs da Amniea Latina. Trabalho nle, porém, ha­ via Ul'J'OCh•lCIO os pat'U­ ÍUSO!!, "llem rachar ll madeira", como costu­ mava dizer. A pe.lrott e os fllhos viviam upreensívos. ,Jil estivera no sanatório por umas cinco vezes, sempre levado por fa­ miliares e sempre obten do ultu ·•por evasü<1": quando nfío saiu furtiva mente pel,l parla do ma nlüômio, saltava o mu­ ro ... de pijama mesmo. Tor1rnva•sP- 11m ébrío prtisumivelmentf' irrecu perúvel um alcóolatra inveterado. Da última vez .em que se "hospe­ dara" à l'orça no ho!-pí­ cio, soMa tremendas compulsões p/ a bebida. E em suas crises de de­ lírium tremens, túo fre­ quentes, viu jacaré su­ bind(l pelas paredes, tirav:.i. cobras dos ouvi- dos. Viu um trem pas­ sar cum uai! vinte va­ gões cheio!! de diahluhos duudo adeus pra ele pe !llB janelas. Chegou a se apavomr cnm um e­ lefante dentro do quarto. Depois disso, acalmou-si.'. Mas - como costumava dizer mestre Manezim ,lo Bispo - cn1110 "pi ,·11.-lia• ct:iro " hrechdro 11iin t·xi,1,· p:.1rndeir<>n, inventou unm 110• 'idnch·. Vou t·onlnr: uli pt·las nove ~o,aco e deixava por instantes o vi­ ol prnfilático so­ brre sua mesinha de cabecei­ ra, ele, mais que rápido, bur­ )ando a ntençào ,lu moça, ru• chia o seu cuncc,, de úlcool, c:-!ondcnt'rtl po,,íbili,lrule ile rt·1·11pt:· ração. Para levantar de ma nhii, tinha que to111,r unin la• puda, lre111,·nln que s6 rnra <'rrocurarom uni macumbeiro muito de, fu jutn, mas igualmente muito "'"· o .Jiru rujo •·Jwlou·· tUlli.l 1ran .. :1, tJUt" fi<'Oll at·t'rH da enfN-" ,.,. o dia cm @0 p·h tomou um pifo federa, d tes de e aparar (porre p omitia de Ministro ao Nor­ deste), levaram-no inc:-on'-<"icn• te a-1 ,·,.,rc.tnio.-c ,b ciducft.-. on ,te ,uorava u tal macumbeiro. Dali, com o desgraçado devi dutnt'Olt' n<"ondiC'ionado nu111 caixão de defunto, "energan elo" um háhi10 de S:io Frun cisco e coberto de flore, fi 1..erum urna ~•nrnrrnota : colo c:;uarn o f'a1x..ao t-obrc uaua r::tc"-U, no rneio do matagal, acen dera quatro velas... uma em .. t da canto (mato não tem canto, mas vamos fazer de con ta que trem, tá !)., Os filhos t:c e~conde-rnm na'!: proxi111iJa des o mncumheiro fi,·ou ali cnC"'(hl.Ud<.', t!,perando o .... ca neiro acordar, pi aplicar-lhe o maior F-'l'"lo do rnundo. Lá pura ns lnnla• ~1., u• cordou me .. mu. !,curou .. ft• n,, cnixão, percorreu os arrtes artísticas que pro­ duzirão encanto para os olhos e deleite p/ os ouvi dos, na ritmia dos versos ou na harmonia da músi ca, poderiam eocerra::--se dentro de garrafas e boli jas portáteis? Os lam­ pejo da inteligência que fornerem ourn instante soluções longamente pro curadas poderiam ser fruto de drogas quí-_ micas ? (Continua no próximo nºl da em beneficio do MOBRAL. Por ai vemos a im­ portância que o governo empresta á; al!abetiza­ çáo de adolescentes e a­ dultos, através do .Mo­ bral. Ajude também. Re­ colha sua contribuição para o lJobral quando for declarar o imposto de renda de sna Empre- sa. Contamos com a co laboração desta impren­ sa para que esta Nota seja amplamente divulga da. · Cordialmente Alvaro Pereira Supervisor d e Área de Bela Vista. Preço deste exemplar Ct$ 2,00 Estado de Mato Gro-o Comarca de ela Vi-ta Cartório pró poslto de promover tô­ das as medidas judiciais cabíveis "ln futuram•· p/ defesa de seus direito obrigud'>uaili. inclusive na esfera criminal, pro­ movendo . ontro5si1, vistoria judicial uos se­ moventes, e demais me­ dida cubívei , reque­ rendo, portanto, a V. Excía. se digne de mun dar intimar a Valdemar L e b e denco, brusildro, casado, pecuarista, re i­ dente domiciliado na Fazenda Agua Azul, nes te Municipio de Bela Vis ta, p/ que tomf:l conheci mento deste protesto J udiriul e se obstenha de qt.:alquer ato de nli­ enoçii.o c,u contrato de qualquer gênero que te­ nha por objeto 6 3 (seis ceutos E> oitenta e tre ) hectares, da gleba "Ta­ boca-Chicii.o", ligada a Fazenda Agua Azul, de propriedade do parceiru tratador e criador. adqui rida de erápio C, istul­ cto, l!aria da Gloria Gonçalves Barbosa e V.ictor Gonçalves Bar­ bosa, situadas neste Mu nicípio de Bela Vista, conforme escritura de cessão de direitos here­ ditários, registrada no livro 4 do Cartório de Faz +aber aos qure o pte ,enttl edital virem ou dele co nhecimcnto tiverem e mui~ quem interessar posa, qu por parte de Orivnldo Vileln Coimbra, foi requerido um protesto Judiciul Contra Ali nençilo de Uem contra Wnl dcmnr Lehcdenro, nos termo da petição inicial que tem o seguinte teor, Exmo, Dr. Juiz ele üireito dn Comorcn de llcln Vista :i1t. Orhnlsete) bezerros; que já a es tas alturas estão de sobre o uno e mais a renda proporcio nal do ano ,le 1976: sem que o devedor e digne a honrar os seus compromissos contra tuais, assumidos com o supli cante: que faz originar justos Registro Geral rle Jmó veis de Bela Vi ·ta, :lt. bem como as 470quatro centos e Retenta) vacaR de criar de 3 (tres) a 8 (oito) anos de Idade, mestiças zebú de diver­ sas pelagem;, normais, sem defe,ltor. fislco; 1:m bom estado de criar, com marca r, atraz do cupim do lado direito, vacas estas de proprie­ dade do 8upllcaolt>, re tiradas da Fazenda Sta. Aparecida, Municipio de Porto Murtinho, con forme nota Flsc. de Pro dutor, n 449843, emitida em 19 de abril 1974, sob pena de sofrer as ações decorrentes cio seu ato. Pol· fim, requer a V. Exa. a publlcaçii.u da pre ente peça protestá !ória, atra véz de editais com fundamento nu art. 87fl do CPC, p/ que se se oponha (erga tertius) e, uma vez efetivadas us publicaÇÕP.S nece :;;ú­ rius, sejam os auto en tregues ao protestante, no prazo legal de --18 b' independente de trnns lacto, de conformidade com a lei. Dá-se à pre ente, pa ra efdto c.le distril.>uiçao, o valor . mínimo legal. êes Termos. pede de fermento. Bela Vista, 23 de fevereiro de 1976. Pe dro José Palmieri. Ins. oº 477 OAB Mt CPF. 003021.241. Despacho: D.R.A. Defiro o pedido nu forma requerir!o. B V 23/12/7ü. (as) - DL-. Vai ter ,losé Rodrigues Cou trera. Juiz de Direito. Pelo que ficam intimados quaisquer. interessados no presente pedido. Da do e pas ado, nesta Ci dade e Co.narca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, aos vinte e cio co dias do mes de fev. do uno de mil novecen tos e setenta e seis Eu Goeth Escobar Nunes • datilografei e subscrevo. Dr. Valter José Rodri gues Contrera. Juiz de Direito ENFOQUE Visitantes em nossa cidade Se faz presenle em nossa cidade o dr. Auto nio Pádua de Vusconce­ los diretor de lmportan te firma de Planejamen­ to P. Implanlaçãu de Pro jetos, chegando de uma visita à fazenda Caracol. Em 1ma estada na Fazenda Caracol, o dr. Antonio Plldua, ficou bastante impressionado com a qualidaJt> racial do rebanho elore, ob­ servou o ma neju cio ga­ do, a estrutura da Fa­ zenda. a implantação de 1,500 hec. de formação de pastagem artificial e, llcados na pag1· na opinatlva do Diári nos últimos dois aos pelo colaborador Rober· to 'ilveira (Gay Cardoso Galvão) De Mato Grosso, Es' natal do autor, devera 0 camparecer ao lançame to, ex-colegas riu in_ter nato salesiano, especial· mente convidadúo: o pre sidente da At.:ademí.a )la togrosseuse de Letras bacharel José do couto vieira Pontes, o de"{$. tado estdual Ruben " gueiró e o deputado fe deral Ubaldo Brer. 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