FUNOADOTt E DIHETOR 
: o V 
Hedaç,1o Oíiciua e Administração 
nua Duque de Luxlus 8/ 
1 
l!ela Vistn, 17 dr Março de l!l7li t-:eurnnórlo ."201 
Duas figuras do Go­ 
verno - o govl.'ruo Gur­ 
clu Neto e o prefdto 
Castro Piuto ol'erecem 
hoje subsídios amplos 
para um revlgorurnenlo 
amplo da AHENA no 
muuic!plo e nu região. 
O governador, pelo seu 
curlsrnu, atitudes pró­ 
prias ele grandes estu- 
tlistas, prima por urna 
~ ndm!nli:iração voltada 
ao )J()VO, e como mela 
primordial o homem e 
suas necessidades bási­ 
cas. O pt•efeito, nomea­ 
do pelo próprio governa­ 
dor, jusliricundo o acer­ 
to de sua escolha. deu 
um en[oque dlnamico à 
sistemática admini!'tra­ 
tiva do município. Ern 
poucos meses, regulari- 
zou a situação interna 
da . Prefeltui-a e fazendo 
ele suas ubras um chama- lar o governo em diver­ 
me11 lo à classe politlca, sos municípios mato­ 
consegue aliar o já propa grossem;es. despPrlou 
ludo conceito: admlnislmr em muitos líderes are­ 
com a polllica e pelu poli- nl&tas, "adormecidos no 
lica. É a cobiçacln uniáo sono dos acomodados", 
-· POLITICA E OBRAS - o gosto pela politica ili­ 
que em puuco tempo foi namlca e uío preconiza­ 
alcançada neste torrão da pelo eminente Presi­ 
•Jo imenso território ma- dente Geisel. O nos o 
togrossen~e. Garcia Ne- governarlor faz uso da 
to, através de sua !ou- imaginação 'Criadora e 
vávei medida de insta- com bso o st>u parlid,, a• 
6E 9 G0WE#NO O ESTADO E MATO 
GROSSO D	U	R	A	N	TE 	0	$ !A$ 1	8	, 	1	9 	E 
20 DE MARCO E 1976 
~ . 
18 DE MARCO DE 197w: 
À• 09,00 hom, • 
(Quinta Feira) 
Hcccpç,io no Exmo. r. Govcrn:i­ 
dor Dr. Jos(· Gnrci:i 1'ic1o, e Fua 
comitiva. no ucroporto militar. 
Às 10,00 hor,s • Ato solene de imtnlnçâo do Go­ 
Ycrno do Estado, em 13cln "istn, 
no Greruio "'l'cdro Rufino,,. 
Às 11,00 lwras • lniC'io do funcionnmc1110 do Go­ 
verno do Estado no prédio c=­ 
colar --lJr. José Fragetli" onde 
funciona n Ücol:t f:stadual de 
l.o Grau ·Ester ilva" 
As 12,00 horas • Almoço 
As H,00 honu • AUOIENCIAS 
As 17,00 lu,ras • Ilomcnn:;em da mocidade oo 
Governo do Estado 
As 18,30 horas - Inauguração da Cnsa cio Artcsiio 
As 20 00 horas - Exibição dr. filme ,obre ilnlo 
' 	Gro5F0
1 no Cinc São Cristo,·ão, 
entrada franca. 
A• 20,30 hor,u • Jun lnr 
DIA 19 DE MARCO DE 1976 (Sexta Feira) 
s U8 uu7,orns . - nuuo~ ''.to prédio dn Escola 
' ,lun1cipal "Slo Geraldo", no 
bairro de .:gua Doce. 
As 09,00 hor.a• • Vi,itn no Seniço Municipal de 
Cadastrnmcnlo Pessoal e no lo· 
c.~l cln futura· Escola Municipal 
ele Artes e Oficio, • 
As 09,30 horas - Inauguração da Escola Municipal 
"Cnsielinho Encantado'' • Jardim 
• de lnfnncin. e Pré-Prim:írio. 
As 10,00 horn, • Visita às nn,'lls inEtalaçües da 
usina. elétrica, garagem munici­ 
pai e oficina mecanica 
As L2,00 horas - Almoço 
As 1-l.00 horas • AUDIENCLS 
1« 1U,00 horas- Sessão traordinaria da Camnra 
~luui<-ipal 
Iu..1u:::urnçào da Pr:u .. a "Castro 
,l,t· .. •• .. t.·0111 e1u·ontro do povo 
C'om o E:uuo. Sr. Gon::rnador 
do Estado 
, :!1,011 hora- • Juntar 
As 07,00 hora- - Hipida visita aos polo, iniciais 
de sericicultur:i em Bela Vista. 
.-s 08.00 hora• • P:utida parn Jardim • cumprindo 
programa com a CEH 3 pnra 
instalação da E•cola Tl-cnica de 
Hodovias e Pontes 
A• l:!,00 horas • Hetorno e Cburra,eo popular 
Comitil•a com n pnrticipaç-jo ela 
Gnvcrn.1mentn.l. 
As 15,00 l,oras • Partida pa.r:i Ponta Porl. 
As 20,011 ltor.1~ • Exibiçüo de filmr~ ,dbre -'low 
Gro:::,o, no Cine S~o Cri::10,·üo. 
eu irada Cr.l.Ilca.. 
AUDIENIAS 
sr 
As uudicncias :is cntid;,cles e :u•, fr;.. Prdci­ 
tos da Região, devem er solicitadas com .::intc:et:.dt'ncia 
ao Chefe do Gabinete :lo Go..-crnador, bem como as 
reivindicações que devem ser apresentadas por ecrito. 
ARENA- se solidifica e 
g-unlla nova feição u me­ 
dida que o povo se cous­ 
dentiza que 08 suuii in­ 
teresses e!:il.l10 !irudo u­ 
tendiJos. Fique ciente, 
Dr. Garcia Neto, cm Be­ 
la Vista, atra,·és de pro­ 
nuuciameutos intellgen­ 
te!l e i;Jn<'ero , atitudes 
otimbta.i, o prefeito Cas­ 
tro Pinto eleva e digoi­ 
fir-a a ,ma gestão. Pola­ 
r1zaodo as ateuçõei;, a 
Princesu do Apa" res­ 
,-ur ,!<" Ih> 'Tnúrio ]"HJlitic:o e, .. 
tndual e uacion~tl; e tudo in• 
dica uma nova e-calada de-rn 
, olvimentista para a região. 
Temos muito o q/ reivindicar, 
mas tambem, temos ruuito p/a­ 
gradecer. Muito teurpo ficamo­ 
marginalizados, faltava-nos um 
líder, não aquele conhecidos 
alepto- de :'laquiu,el <jllt' 
··Jnnc;a,au1 <"onforn1e u ruu-i­ 
ca·•, ma- Jídt"rt."~ autt'udco- t· 
que j .. ,:i sem o povo em pri­ 
u1t.·irn Ju;rar. n:io .. r, prlo j,!t.·· 
al, ma- tambem e principal­ 
mcntc:, por um dever de cons 
<."it·nt·ia. Encontramos te lí­ 
der na pessoa do atual prefei­ 
to e prova disso, t a tua ter 
na bu,c::t daqudc ponto próxi­ 
mo à perfeição. 
0 nosso prefeito, eco­ 
lha do senhor governador e <lo 
consenso politico local, vem 
preed,cndo estas qualidade, 
que o faz um homem: diferen 
te • e como humt'm difercnlc 
nrm empre o rnprcendido. 
E-re JO:,:,O Hl·.CADO, ,..,. 
nhor go, ernador, não t! 1:6 
um agradecimento pelo muito 
que está fazt-ndo cm brndi­ 
cio de ~lato Groil--O, t~ muito 
maio;. é UlU >incero )IUI'ro 
O UHIGA UO pela nc•,;iea,.-iio 
do Dr. Huben de Castro Hin­ 
to. Que as lideranças políti­ 
cas locais e da região, mante­ 
nham um diálogo franco e 
aher·to com V. E.."Cci~ ,,ue 
abordem os interesses ii 
de seus municipios mas que 
nno s-e esqueçam: ete ano é 
um ano polit.ico e crd.aw a 
poUtica é uma nobre arte, 
mas... a nobre política; :i que 
V. Exe.1a vem fazendo DEVE 
•en-ir de exemplo. Como V 
Excia falou na posse do pre­ 
feito de Tres Lagoas, Hamez 
Tebet..É muito í:.cil criti­ 
car o governos, mas é pre­ 
CJSO que no, lembremo<., e 
olbcrno• a nossa volta. Vere­ 
mos que o nosso país é um 
0ais dentro deste inferno de 
1nsegur:inça q-uc é o mu.odu 
ele hoje. Nesta hon, é pr-eciso 
que nos lembremos, que o 
povo •e lembre pa.ra que al­ 
guns pos.~h·cis erros do ff0Yc:::r 
no-e todos os :;o, e ruo~ t:r­ 
ram • ~<'Jam clesculp:idos. por­ 
que acima de tudo o governo 
esta aqui presente, dando paz, 
r.,,gu:n,.nç:, e trabalho a todo, 
O!it ht:15'i!rirn.s-.

Ih Vi.ta, I/0M7o 
RONIA 
V LH N • O TIRIDO 
Altevir Alencar 
Amor n mocidade 
é uma foliclrlude. ,'mor 
nu volhlco ó uma malu 
qulct>. Diz o povo que 
velho nllo tem amor, 
tem mania ... 
O senhor José de 
Jlmelrla nfio era própria 
ruente velho. TilJbu uns 
quarenta e poucos anos, 
emborn sua npurllnclu 
niio fosPe tão jovial e a­ 
gravada por uma ucen 
tunda calvície precocfl. 
Diz-se-ia que envelhece 
ra em plentt mocidade, 
em face de urnu exlsten 
ciu cheia de lutas e preo 
cupações, tendo subido, 
em vinte anos apenai-. 
de OJ)flrúrio ,, indusll'iu! 
Casado com donu Corinu 
Nüo linha filhos. Sua re 
sidêncin era um senhor 
buugalô siltncioso, des 
falcado que é do baru­ 
lho u lentudor de criau 
ças e uõolcscentes. Em 
coutrupartida acolhe 
rum, de há muito tempo 
11 pai de ,José ele Almei 
da, coroinha de qua-e oitentn 
•·primawru," npo:::entactc :lo 
Estado, conservador e 
cltclo de broncas. Este 
era velho uo duro. Tinha 
a cab,·clnha branca co 
mo um rtoco de neve. 
Mas andava aprumado, 
peito e1:1turado. duro. E 
conversava com seuran 
ça. "Seu" Domingos ra 
rnment(l saía de cusu. 
Quando o fazia, era de 
chapéu, colete. gru vadu 
borboleta e bengala. 
Mantinha a elegância 
adquirida nos primeiros 
anos deste século. 
Quando uma velha 
governanta demitiu-se 
do emprego o silêncio 
aumentou mais ainda na 
mansiio dos Almeida. Pu 
seram anúncio nos jor 
nuis, procurando- empre 
gafa para preencher a 
vaga deixada pela se 
nhora que nüCl mais su 
portou os achaques de 
"seu" Domingos. 
.pareceu, entre ou 
tras menos, digamos, qua 
lificac!a::;, umu c'.mmada 
Zulmiru ... um pedaço de 
mulher. Ora, de "empre 
II.III MI RMEIM 
Fundado em 25/02/72 
Editor - Chefe - 0salde ]reira 
Gerente - ilsen ôila antes 
01€))A$ 
Chefa - dfoic.-i,, tftdolr 
Pagine;ão - dilie d. eaa 
Impressão - fui Carles D&te 
Composição - Vagi Gazime Q'ilsen ô. Dutra 
Departamento de Circulaçilo 
Departamento de Cobranças 
Etit-r Hibciro 
Colaboradores 
· los Joaquim Ferreira Souto, 
Dr. Aroldo Medeiros. Hosita Tosa Gome, los Glauey Fl6. 
res, J. lefrey 
Diretor Responsável - Cs:lde D2reia 
TRIBUNA DA FRONTEIAé uma publicaçao da Empresa 
oráfiea 'Tribuna da Fronteira. 
R. E. !A'IEO! 1II1 15A4-! 
Diretora- Maria Etela Nelasquez Pereira 
Hedwção, Administração e Oficina-. - Hua Duque a. 
Caxias -n Bela Vi-ta Mato Gros-o 
·A opiniões emitidas no- artigos assinados não represen 
am o ponto_dr vista do j»rnal, podendo até ser contrária 
a este. A opinião do jornal, acha-se expresa nos Editoriais 
e nos comentário não assinalo." 
gado boa" para "boa 
empregada" hú uma diR 
tilncla quilométrica. É 
mais ou meuos a mes 
ma diferença que existe 
entrn ''l1omem grunde" 
e "grande homem". Zul 
mira, morena jambo, ul 
ta, esbelta, Júblos Ire 
mendamente sensuais, 
cabelos negros "como a 
asa de graúna", tinha 
um busto que mais pare 
eia duas maçãs daquelas 
de Cr$ 3,00. Era boa pa 
ca: rebolativa, alegre, ca 
tivante. Filha de um ale 
mão com uma negrn, se 
gundo disse na "entrevls 
ta" com dona Corina. A 
madama, como é lógico 
ucllou que era dose pa 
ra elefante. A moreca 
era boa demais. Pensou; 
contratando-a, estava talvez, tra 
zendo uma onça. para 
dentro de casa. Além do 
mais. Zulmira pediu Cr_S 
250,00, sem dormir no 
emprego. Quando José 
de Almeiila botou os o­ 
lhos am P-lma da "can 
didata", quase cai para 
trás. fulou com os bo 
toes de seu pijama: "is 
to é candidata a miss". 
Ouvi o diálogo dela e 
<la esposa e saiu de flni 
nho para o jardim e ali 
ficou, de cócoras, fingiu 
elo cuidar das roseiras. 
'omo dona Corina "amar 
rasse" em CrS 200,00 e 
pedisse que a "domésti 
cu" voltas e à tarde pa 
ra outra conversa (pediu 
tempo pra pensar... ), 
quando a moça, de saí 
da, passou pelo jardim 
da casa, José ele Almei­ 
da (já com idéia ele jeri 
có), girou a cabeça e fa 
lou a m e i-v o z: 
"pode vir trabalhar que 
eu lhe dou por fora os 
CrS 50,00. Mas não diga 
este detalhe à patroa. 
Fica só entre nós dois 
tá?"... 	' 
Zulmira já estava no 
emprego há uns vinte 
dias, tudo correndo "so 
bre os carreteis" como 
di "seu" Iborahim Sued. 
Num sábado, com José 
de Almeida na usina, 
dona Corina foi ao salúo 
de beleza (sempre o fa 
migerado salúo de bela 
za) pegar" uma meia­ 
sola, pois à noitinha ha 
veria um ché das Damas 
de Caridade, "only for 
women", no ''Granf Club 
De vez em quando tele 
fonava pura para casa. 
dando incerta, para ver 
BP José de Almeida ti 
nhu voltado a pretexto 
de apanbar alguma coi 
saque esquecera. Sabia 
ela que ''tal pai, tal fi 
lho", Que o pai de José 
de Almeida, na moclda 
de fora um tipo vamri 
resco, só não comeu as 
verdes. Marcara época. 
Pois bem ... 
Ao retornar. maquia 
da, penteadn, manicura­ 
da, m a s s a g e a d a ... 
São Paulo. 24 de 
fevereiro de 197G. 
Prezado Ivaldo. 
Como em outra o­ 
portunida 1es, não pode 
ria deixar passar "in 
a!bis" esta data de gran 
de significado p 
I o ami­ 
·go e, tambem, para a 
"Princesa do Apa"; o 
natalíciu da querida 
TRIBUMA da FRONTEI­ 
RA". 
Acompanhando o ex­ 
traordinário progresso 
deste jornal. tendo con­ 
dições de tes1ernunhur 
o arrojo e o espírito em 
preendedor do amigo 
lvalc!o que, atra vês da 
«Triuna ia Fronteira», 
vem desempenhando um 
notável trabalho em prol 
encontrou aglomera 
dos à porta de seu pala 
ccte. Desceu do curro 
aflita. 
O velblubo, ''seu" 
Domingos, tinha sido le 
vado às pressas, numa 
ambulàucla, para o pron 
lO-socorro. 
Que foi que uconte 
ceu, Zulmira? Diga logo, 
pelo amor de 
Deus! Foi o velhinho. ma 
dama. Ele me agarrou 
pela cintura com uma 
força enorme. Parecia 
um louco. Me deu uns 
vinte beijos aqui no pes 
coço [ e mostrou o lugar, 
para rerimir dúvidas J. 
Eu fiquei apavorada, cor 
ri. Ele foi me perseguir 
caiu da escada e que 
.brou um braço ... 
1IR,Eg 
BUS 
do desenvolvimento da 
reg1ao Sudoeste m&to­ 
grossense e, em especial 
de Bela Vista. 
Amigo Ivaldo: aqui 
da "Paul!céia Desvaira­ 
da" rejubilo-me com to­ 
do o povo belavistense 
por mais um ano de vi­ 
da da sua. da nossa 
Tribuna da Fronteira, es 
tendendo minhas feHcitações 
a todos q/, de uma ou ou­ 
tra forma, ajudam a fa­ 
zer deste jornal 11 ala· 
vanca que propulsiona 
o progre::; o de Bela Vis 
ta. Rogo a Deus 'que as 
sim continue. 
Um abraço ex- 
corde do amigo. 
Dr. João de Oliveira 
Rodrigues. 
LJl]ll 
Aberto dia e noite 
Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna :m. 
REVENDEDOR AtJTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1 de Maio . 563 
Jardim - Mato Grosso 
l

-------------- 
01 	_ 
''Em 11oni1 dt• povo dt' Car,H·ol. 'li i11 rninliu·, 
Garcia N,!to 11 Seerc•tarluclo. O povo de Iela Vista e 
L'» 
) reglio acompanha ua pro!icuna administração e 
acrPÍlita as metas estabelecidas, 
ANDRÉTADEU OCAMPOS 
PHEFEITO 'Jl ilClP.L OE 'ARACOL 
(jlJ•• l:l/ 1-lJ,t }l')lil11 ., l' ,1 '•Ll I a !tn! ti o de poi'Lt 
t ',.) 
por dar-nos a op,,1 tu r) 
• 
X.,[:] 
Lo32±?±gi 	g 2 cx? 2 & 	~Ji,ll'Y.}li';i'Y.}Jlr 
O mo:11enlo {• propkio. ,:; conjuntura,- :-ão fo'<1rá ·Í-. / 
Heccbeurn,- S. Excia o (;overnac.lor Gorcia ~elo. Iuito já foi 
+ «na«7 72 , et	e no- o, 
 
l 
s . . - 
n 
., 
3 
tJ 
►
,. ,. 
/' ~ 
dito e mito ainda há o que c.lizer. É de fato o /!º~·ernac.lor 
do povo. gosta de ver os problemas de pPrto. Uu.~ca ,-oluc;õ~ ... 
nunca !:-l' c:-quec1•11Jo qnc r1 meta prioritária é o 
E,-tumu,- orf!nlho,-o,-. lógico . 
E::,leja em cas:: Sr. Governador_ _iota o pulsar dos 
fronteiriço;:: em tet· a primazia de receber hóspede t,io ilu:;tre. 
l10m,·rn. 
l 
0 
[:] 
coraçõo_ g 
1 
l

el« «t Mi 17u76 
·-------------------------- 
Mensagem 
T0 G0SS0 POR V Sl 
- 
O TE llO 11, 
por suas peculiaridades inerentes a diferentes regiões, por seus inúmeros problemas, pela busca incessanl 
tlc t.rnluçõcB e pola cxplosüo de progresso, necessitava de um governo diferente, necessitava de um homem qu 
unisse u política social a politlca de obras. Surgiu essa pessoa no Engenheiro .Jot-1(• Gnrcia Neto. Político e 'Técnico. 
Técnico e Polillco. Fazendo o governo do povo para o povo o participando dos problemas <leste povo. 
V. Exela. senhor Governador, merece o respeito e admiração de todos os matogrossenses. 
Boas vindas, fazemos nossas, as palavra- de Schwartz "...vamos pensar confiantemente, aF 
confiantcmcnte ... " e com o Presidente Geisel •... não go··to de pessimistas. e sim, de otimista... " 
n 
l 
., 
 
~ 	ZENO MARTINS GAZOTE 	g 
s 	E? 
2 	Prefeito Municipal de I ioaque 	3 
~,(7J~ c-mmev·-----·------Càs(K, .. (7J}E(7J-- -·--··-··· _ -~m&G•- .. - .. __ - __ - - .. -.- - - -. Cill!!lX®! !sY.Jimj 
DE JARDIM À BELA VISTA 
O que representa o 
Governador e seu secre 
tariado, em visita a uma 
cidade. 
Simplesmente TUDO 
Lógicamente para o lado 
certo e legal. O povo ele 
Bela Yista ilt., deve se 
engalanar, vibrar pela 
deferência, e· o destaque 
polillco-social que isso 
representa. Também os 
municipios vizinhos se 
irmanarão a tü.o grandio 
so acontecimento. 
Sr. Governador 
Srs. Secretários. 
Estamos satisfeitos 
pois vindo aqui, vs. is. 
sentirão df perto u nos 
su luta, o nosso patrio 
tismo, e a nossa vonta 
de de ver um Mt saltan 
do e vencendo os obstá 
culos a cada dia que 
passo, pois, confiamos 
nos senhores, no nosso 
presidente, e no nosso 
Brasil. 
Sr. Governador, nús 
so querido Garcia Neto 
prezado amigo. ' 
A luta nú.o nos exal 
ta, pois sabemos lutar 
lutamos sem sermos fa 
náticos. Digladiamos sem 
exageros, mas com as 
armas próprias para ca 
da espécie de batalha. 
A vitória não nos 
embriaga - Pois sabemos 
vencer com humildade 
pois respeitamos os nos 
sos adversários. 
A derrota não nos 
abate - Pois sempre par 
ttmos para outra, "saber 
perder é uma virtude" 
não esmorecemos, se per 
dermos, perdemos em pé 
as no sas cabeças estiio 
sempre erguidas, os nos 
aos olhos fixos em um 
so ideal. pois se O ;;osso 
adversário é forte, forte 
lambem somos, se O nos 
so adversário é lutador 
lambem lutador somos' 
Só que temos uma van 
tagem, nosso invulnerá 
vel ideal. Ideal sacro pa 
ra c/ nossa Pátria, nossa certeza 
pois confiamos em você 
uarc1a Neto, confiamos 
em nossc Presidente 
ISSO É TUDO. ' 
J. Refrei 
Ouca Dominhalmeale a 
partir do próximo domin­ 
go, às 8:03 horas. o no­ 
vo Programa RacJi<,foni­ 
co. pela Rádio Local, "Fé 
Para Hoje" um ofereci­ 
mento da Igreja Batista 
de Bela Vista para o seu 
deleite espiritual. sempre 
na direção do Prof. Da­ 
vid Bonfim rle Oliveira. 
Pastor da Igreja. 
T 
r 
• 
,, Uma Firma Que Ajuda a Construir· ª Nova BELA VISTA" 
Crescemos de 11.,, - D d maos a as com o AGRICULTOR 
e O povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional

JJ, 1.,  i• ta, I7/0M/70 	Homenagem 
Amanhã será instalado 
em Heh Vi-ta o Governo de 
Mato Grosso que _aqui perna­ 
IICCt'rÍI 111(· " ' iu 20. 
0 Fmo. Sr. Governador 
José Gareia Neto virá acopa 
nhdo de sua Exma. Esposa D. 
Maria Ligia de Harros Garcia, 
como tambem de todos os 
5rs, Secretario- de E-tado, che 
fes de Autarquias e Diretores 
de Repartições do seu 
Governo, além, dos Srs. 
Parlamentares da esfera 
Federal e Estadual. 
Essa deferencia do 
Sr. Governador instalan­ 
cio uqui o seu Governo 
durante 3 dias, é reco­ 
nhecendo a polenciuli­ 
dncle economica la re­ 
gião e de te ~lunicipio, 
o que muito no honrn. 
lambem ctemon trar aos 
:!lutogrossense que a 
eficlêucla do sPu Gover­ 
no nüo é apenas deli­ 
berando em palucio com 
seus assessores dil·etos, 
mns tomando contato 
com o povo, sentindo 
seu aasceios e dando 
soluções a cu os atinen­ 
tes seu desenvolvimen­ 
to. promovendo junto 
da populações de dil'e- 
•rentes regiõe os meios 
de expunsilo das suas 
riqueza que síio de po­ 
tencialidades illmiluclus 
ns entudus na pecuaria 
e agro-industria. 
Para u nossa cida­ 
de, esse acontecimento 
rnurcunte e de relevan­ 
cia incomum no i,eu as­ 
pecto sócio-polítioo-eco­ 
nomtco, traz ao belavls­ 
ten e uma saudável eu­ 
foria, pois ·. Exa. va­ 
loriza nossa fronteira 
como ponto convergente 
de suas atenções volta­ 
das paru esta regiilo 
rica e promissora, jus­ 
tamente quando uma 
das mais felizes inicia­ 
tivas é levnda a efeito 
pelos homens empreen­ 
dedores, com real apro­ 
veitamento, a mecani­ 
zaçlo da lavoura·a pro­ 
dução de alimentos em 
grande escala. 
Se Mato Grosso é 
Visto lá fóra como pro­ 
dutor de matérias pri­ 
mas p/ as grandes in­ 
dustrías de Süo Paulo 
e outros Estados, agora 
é ele cogitado tambem 
Para a solução do pro­ 
blema ,Ie produçilo ln- 
tensa capaz de suprir o 
mercado interno e sucl­ 
ar u necessidude li­ 
mentar de grnnd!' parle 
<'a população brnsllelrn. 
• Já está cotado co­ 
mo o mnlor produtor de 
arroz do Brusil Jú eru 
e é ulnda um d•is P'Uis 
lmporlnntes centro de 
criaçito ele bovinos e 
multo em breve expor­ 
tará lambem mlnl!rlo de 
ferro, manganês e ou­ 
tros. Süo fase11 ,1e pro­ 
gresso que se sucedem 
ativados pela dinamjca 
cio Governadur Garcia 
ela Neto que mais quo 
multa gente, conhece 
nossos problemus, sabe 
dirigi-los para as solu­ 
ções e gera essa explo­ 
são continua de suces­ 
so em todus as Iniciati­ 
vas oficiais e de Emprn 
sus privada . por exce­ 
lencia, nos ilimitados 
campo d e atividade 
produtora. 
e o , r. Governador 
durunte esta fase gover­ 
namental, quiser por a 
pro,·a a capucidade cri­ 
adora dos nossos em­ 
presarias, dos homens 
de negocios. os pecua­ 
ristas, o8 agricultores e 
industriais de 13ela- Vis­ 
ta e região, é dar-lhes 
o apoio técnico neces­ 
sarlo, a opção de cre­ 
ditos diversificados, ener 
gia elétrica farta e barata 
( Urubupungá ), trans­ 
portes e vias permanen­ 
tes e terá a respGsta 
imediata de maior pro­ 
dutividade, interesse 
maior nas questões da 
pecuaria de fina qualida 
de, maior produção egrí 
cola e industria desen­ 
volvida. 
Aqui poderá ser de­ 
senvolvida com excepci­ 
onal vantagem a indus­ 
tria da carne, instalando 
um Frigorifico; u produ­ 
ção do calcario moído 
PREÇO DESTE 
EXEMPLAR 
CR$ 2,00 
para corretivo do +ólo e 
outras que visam a granu­ 
deza do municipio. 
das até agora por seu 
Governo, novas outras 
de importaucia que da­ 
rão à sua estada nesta 
fronteira, o cunho de 
realce, magnitude e o ª 
relevo que o po•:o de soai, du Olgoissimn es­ 
Bela Vista deve %1pres 
tur-lhe, como penhor da 
wua gratidão u esse ho­ 
roem público que, mais 
que Isso, é amigo Jfl 
tortos os matogrossen- 
Cube. nesta ocaslio 
uos Sr Empresarios, en­ 
trarem em eontulo com 
os Srs. Secretai los do Go­ 
vernuo pura o encaminha­ 
mento de projetos que 
sejam de Interesse recí- 
• proco pura receberem o 
estudo e aprovação cio 
Sr. Governador que vem 
para aqui cheio de espe­ 
ru rrçus novas p/ somar 
us conquistas consegui- la vossa 
transitória aqui, volume 
dos atos e soluções be­ 
néficas que ides resol­ 
ver em nosso beneficio 
vossa preSeIIÇ pe- 
posa e .. ricleulcH auxi· 
liares, a satisfação e o 
reconhecimento dos be­ 
la vistenses ull.o tem lí- 
se8. 
rultes. 
Sr. Governador: Pe- 
permanencia 
Ao instalar o Governo do Estado em Bela 
Vista, demonstra o senhor governador Garcia Neto o 
interesse que desperta o sudoest.e, e mais ainda, a 
Intenção de atender a torlos os municípios matogros 'j 
e1 
ffi senses, numa exemplar manifestação do dinamismo de ru 
seu governo. Junto com o povo belavistense, em nome 
do,; morudores de ílonito, enviamos à V. Excia e 
ecretariado os votos de muito sucesso e o nosso 
São os votos da: 
Prefeitura Municip-al de Bonito 
Jota Jota 
1 
1 
a 
~ 
' 
Liel Brum Jacques 
Prefeito Municipal de Bonito 
El!@o:	i	E]

Opinião 
vo 
10 
R 
Combatendo os que 
+e preocupam com o8 
problemas de Reguran • 
ça lnternra, <lunilo-lhes 
11lmensÕl'il p/ eles supe­ 
rio1 e8 àquelas que lalt! 
problemas realmente me 
recem, há quem recorra 
ao próprio presl1lente d 1 
Hepúbllcu quo, em declu 
rçio recente, afirmou 
que a politica do go­ 
verno busca orlentur-se 
por um muxlmo de de­ 
senvolvimento com um 
mlolmo de segurança. 
Também nós considera­ 
mos Inteiramente valida 
a diretriz presidencial 
mas nem por Isso, co­ 
mo parece notório, nus 
descuidarmos e deixamos 
de alertar p o probl?­ 
mn da segurança por 
consideramos que há 
excessos de lespreoeu­ 
pação em relaçãú a ele. 
Pura que todo esteja­ 
mos de acordo, enlilo. o 
que falta é cosegulrmos 
identlducle eh, opinii1o 
sobre o que deve en­ 
tender por ·•ess'3 mínimo 
àe segurança". 
pra relom:.ulus, HI:! ca­ 
ruclerlzam pelo empre­ 
go das tôcnlcas p' u 
conquista das mente, 
pelo ullclumento rios 1- 
nocentes-úteis e todos 
os demaiR auxilltll"P.b 
bem comu pelo gradati­ 
vo domínio dos ·stulan­ 
tas e dos trabalhadores 
pi utiliza-los como mas- 
sa de manobras cri­ 
ando um clima revulo­ 
cionário que proprlcla, 
então, o surto das for­ 
mas violentas Lia sub­ 
versão. 
Desconsideram u sub 
versiío quanllo esta se 
limita 110 campo idfloió­ 
gtco, como fase prepara 
tória ela subvcr ão nr­ 
madn. Alguns chegam 
uo cúmulo de dizer que 
o Partido que se opõe 
à doação de maiores 
cuidados com u subver­ 
s:1o é o responsável pe­ 
lo clirnu de truuquilida­ 
de de que desfruta. O 
Paí>< que jn se cuida que 
os ntos purlidúrios trans­ 
corram em boa orrlem. 
Ora, o que ocorre, é 
juelumente o contrário: 
eles transcorrem em 
bou ordem porque o 
clima existente no Pais 
é de segurança. Se, 
ao invés disso vingas 
sem muitas da teses 
defendidas pela agremia 
ção, o que ocorreria ? 
l o melo estudantil 
com u derrubada do 
Dec. -177, que adrngam, 
em pouco te_mpo as ati­ 
vidades subversivas, que 
j se desenvolvem sob 
a forma de puntletagem, 
recrudesceriam - até che­ 
gar às greves, passeatas, 
tomadas das uuiversi­ 
dades, sequestro dos 
diretores, etc ... como 
acontecia antes da Re­ 
volução de GJ. e como 
acontece em mitos ou­ 
tros poises, e disso a 
imprensa nos apresenta 
Aqueles que só vom 
risco nu subversão quan 
do ele é vi ivel e expio 
sivo e se munife ta atra 
vés das guerrilha e ato 
de terrorismo, no obser­ 
varem a ausência de 
tu i s a t o s no Brasil 
consideram que o risco 
é pratieamente nulo e 
portanto não há preo­ 
cupações maiore p,' a 
segurança. Tratando-se 
de pessoas que ignoram 
multas vrzes proposila· 
damente, us formas di­ 
versas que assume a 
subversão e os fatores 
condicionantes da iegu­ 
runça, já que muitos se 
recusam sequer a con i­ 
derá-lns, quanto mais a 
estuclu-las, ficam sem 
saber que u subvorsão 
é 11m processo gradativo, 
cujas rases iniciais, sem 
farto 11ollcl(ulo. E. cu­ 
tüo, tudo c ·tarla nn 
melhor dos mundos, 
pois esturiu assegurada 
"a presença da juventu­ 
du no ,l!•uate político e 
na análise da realidade 
no Pais", corno quer o 
d•>cumentál'lo doutrinário 
do partido. 
Com a suspensão da 
virilànciu nos sindicatos 
·qiderançus do mun 
do operál'io" urr,, esta 
riam mais marginaliza 
das e os subversivos, 
poderiam Jispor livre 
mente dessas enticlndes 
de elas e, pura domiaá­ 
las, através da técnien 
do "enquadramento", a­ 
gitá-las e promover as 
mesmas greves e passea 
ta . melliante solidaríeda 
de com as rnlldades es 
tudantis. Estaríamos, en 
tão em pleno estado de ,lirci­ 
to como é entendido por tnis 
drculos, "Oznndo <lns pleni 
tu des "democráticas' e 
o _pais iria "rlemocráli 
cnmenle', para o cao,;, 
como acontecia antes da 
Revolução, fatos tão 
bem ilustrados pelo Cel 
Damusceuo nu sua pules 
tru no Ciclo da ADR. Es 
taria o País sob a dita 
dura das ma. sa11 mano 
brados pelo P.C. 
E agora seria interas 
santo saber dos 
defensores das 
citadas teses, se é real 
mente isso que entendem 
por "um mínimo de se 
gurnnça", se é uma si 
tuaç!n como e ta que 
acabumos de descrever. 
É umu dúvida que apre 
ciaríamos, fosse dissipada pois 
parte ponJ,·rávcl de u,na cúpu 
la vivem aqueles dias a­ 
zíagos, mostrou-se solidá 
ria com o que então a­ 
contecia e não confor 
mou com a Revolução. 
poder-se-ia coerentemente 
pergunts.r se de fulo 
d e s e j a m o regresso 
àquele estado de coisas. 
Outros provam o que 
então ocorria e aprova 
rum a nevolução. Como 
entender a sua atitude 
atual de se solidarizar 
com te e1:1 que conduzi 
riam fatalmente àquilo 
que então condenavam? 
Como entender que com 
batem atos do governo 
que visam a prevenir a 
volta ao estado de indis 
cipllna Boclal'? 
O que ele, ejamos de 
ruonstrar é que dentro 
cio "mínimo de seguran 
ça" hão de caber medi 
das preventivas que evi 
tem aquele retorno ª" ati,i 
dadee desenvoltas da sub 
versão ideológica. Sem 
pre há tempo para os 
democratas bem intencio 
nados reverem sua atitu 
de eventualmente refra 
tária ao estudo das ques 
toes de segurança e das 
técnicas utilizadas 
pelos Inimigos da demo 
cracia, para transforma 
remn as liberdades demo 
erátieas em armas de 
aulorletnmlnuçfio, bPm 
como em usar oi- Ilhe 
ruis como seus auxi 
liares. 
Estudem a11 técnicas 
subversivas, "abram a 
janela paru olbar o mun 
cto em sua volta" e de 
pois retomem a questão 
do "mínimo de seguran 
ça··, já então com maior 
objetividade. 
(Última Hora, Rio, de 27 
Nov. í5) 
de Leontina do Prado Ferreira 
Produto-s alimenticios em geral, bebidas, secos e molhados 
latarias em geral 
Rua 
€1S1 BIUL 
13 de junbo 380 
Jardim 	llato Grosso 
Oração ao Espirito Santo 
Espirito santo você da vontade que sinto de 
que me esclarece tudo. um de dia estar com vo 
que Ilumina todos os cê e todos os meus ir 
meus caminhos para que mãos na glória perpétua 
eu atinja o meu ideal. Obrigado mais uma vez. 
Você que me dá o dom (A pessoa dexerá fazer 
divino de perdoar e es esta oração 3 dias segui 
• quecer o mal que me fa dos sem dizer o pedido, 
zem, e que todos os ins dentro de 3 dis, será 
tantes de minha vida es alcancada a graça por 
tá comigo, eu quero nes mais difícil que seja) Pu 
te curto diálogo, agrade blicar asssim que rece 
cor-lhe por tudo e confir ber a gra.ça. 
mar mais uma vez que 
eu nunca quero me sepa Publicado por ter recebi 
rar de você, por maior do uma graça. 
que seja a ilusão mate 
riu! não será o minimo ME.S-EP. 
Calçados para senhoras, cavalheiros, crianças, artigos esportivos você encontra na 
~ 
~ 
Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. 
Avenida Duque de Caxias. 826 
Jardim - Mato Grosso 
f 
l

li, la  i11,1 !1 • O'illl.1/';"(, 
Política e Governo 
G 	A u 
DE 
DE Mil·. 
Hrosilia [ANDA-O ) 
As lrêtl priuclpals te~es 
apresentadas por Mato 
Grosso na Conferêucíu 
Naciou 1 do Secretário 
de Segurnnça Públicas 
foram aprovadüs pelos 
diverso' grupos de tra­ 
balho da 1" CON ESP, 
~eguudo informou o Se­ 
~relário ,loislo .ladeira 
Evora, daquele Estnclo. 
Apó a s reuruoe 
das comissões, realiza­ 
das na ,cudPtnitt I ucio­ 
nnl de Polici:i, os Secre 
tários de segurança de 
todo o Brasll decidiram 
pela criação de Fundo 
Nacional de segu1•ança. 
mas com o nome de 
Funco Especial de Se­ 
guranca e que terá co­ 
mo objeti·0 priacipal o 
reaparelham<?nlo do sis­ 
leniu policial em uivei 
naciona I dando ir tlho­ 
re concli~!Ões uos profís­ 
sioaais da polícia. De a­ 
cordo com a te e do 
secr.-túrifl ~ladeira 
ra, O:l recursos 
Évo­ 
pura 
Lt fundo seriam prove- 
11i.rntes da Loteria Fede 
tal, lmpoflto dP íll'1Hla. 
,. ela Taxa Httclovlát·ia 
Única, HPlll ÔIIIIR parn 
o povo. 
As outras du 11-1 te­ 
se prova«las, f »ran a 
ct·laçiio ri.is polkia" JJJU· 
nieipaIs e uma noção e­ 
levamlo para 70; cta 
da Taxa l{o1loviarh ú­ 
nica pura os Estados. 
0 coronel Madeira É­ 
vora pediu 11a th.:a:<ião 
!JUP i;eja dadn mniR fle­ 
xibilidade uos Estados 
no emprego de referida 
cola. 
No toeunte aos re­ 
,mltados que JJl)rJerão 
ser ol.Hirlos com n rea­ 
lização da conferencia, 
o titular d pasta da 
Segurança Pública em 
:lato Grosso afirmou 
que u mesma PBtá 1,en­ 
do uma verdadeira aula 
com a troca de idt>ias 
e csclnreclmAntos, num 
perfeito e!1trosamento 
de todos os secretú 1fos. 
:ladeira E, ora que é 
rela or do grupo I dh;­ 
se que nté o J'r.!sente 
momento º" resultados 
dns reuuiõPs l'orn!11 os 
mais po!'it:vos possiYeis 
e uma séde de merlidas 
vi ando a melhoria 
da Segurnnça Pública 
nos estados deverão fazer par 
te do relatório final cla conÍé 
rê,a·iu. 
Mela 
Março de 
Vista, 
1+76. 
1 1 
01. N 0 76- Nee. AIm. 
Do: P'refeito Municipal 
de Bela Vista. 
Ao: • Exrn". Sr. l'n• 
Rilleutc <la Cámar Muni 
clpal. 
Ass • Projeto de Lei ( eu 
cami11hu) 
Encaminho a V. Ex­ 
cía, o Projeto de L ... i N 
r2 76, de II de Março de 
1976, que dispõe sobre 
uquJ,afc,:,io ele um terreno 
paru coustruçüo de uma 
Escola com eis alas de 
aulas, solicitaudo a apr,, 
vação por essa Egrégia 
Càmara. 
Atenciosamente 
Dr. Ruben de Ca ·tro 
Pinto. 
Prefeito Municipal 
Projeto de Lei N.o 
02/76 de 11/03/76 
''Dispõe i;obre a n 
quisição de um terreno 
que especifica, para conR 
trução de els salas de 
aulas". 
Faço aber que a 
Câ'.!!ara ;1luniclpal apro 
vou e eu Prefeito ;]uni 
cipal de Bela - W., . au 
ciono a seguinte Lei: 
Art. lg - Fica II Po 
·ter Executivo !llunicipal 
autorizado a adquirir 
por compra do Sr. Arei­ 
rio Maciel da Silva, por 
CrS 30.000,00 (Trinta ;'Ili! 
( ru1,•irO'-'). !Ili lolt' d,· 
terreno de-sua propriedu 
de com uus benfeitoit. 
C',ltlil!-lraúo :,:, PrPÍt•Jltll.l 
Sob N" 2.000, 1' 'icuns 
t'l'iç-;, O ,·0111 1l fl FC', l d,. 
J I. IOIJ rnl'lru' qurJtlr,ICI0~ 
('()Jn o. seguintes /imites. 
Norte: e a R Aforso Pe­ 
na ao "ul com o lute no !{) 
a o Leste - brio 
do 'Triunfo e ao Oeste 
Com u Rua: Marechal 
Deodoro, medindo 1?0 x 
120. 
Art" :.!" • J a11ul·dç,1o dt• 
que trata o Arllgo 111111' 
l'ÍOI', destina·r-(• Jl C'Oll'-1 
truc,:.1o de uma Escola 
com Heis flal11<1 tfe ,,ui::-;. 
,rt" :l" - A presente 
Lei entrará em vigor a 
dalu de Rua publlcaç·iio 
re, ogadas a,; dlsposiçõe 
em contrário. 
Prefeitura Municipal de 
Bela VJHtu- ~li. 11 de 
03 d e l!J71i. 
Dr. Huben de Castro 
Pinto 
Prefeito Municipal 
1 
Compra de 
madeira 
Madeira 
Bruta. Venda de 
crrnda 
Antonio João - ilt. 
De Antonio Remo Penzo 
, Igreja ílatista desta 
cidade, com sede à rna 
15 de Novembro, 375 se­ 
ntir-se-a .lionradu, com a 
sua presença e de suu 
Exma. Familia, para as­ 
sistirem as programações 
pela passagem do seu a 
níversário de fundação, 
no próximo !:'ábado, dia 
20 do corrente às Hl:30 
horas. 
Consta das programações, 
a mensagem ocasi'lnal 
que será proferida pelo 
ProU!auoelino L. Nogue­ 
ira, Pastor da 2 Igreja 
Hati&ta de Campo Gran­ 
de, e ecretário executi­ 
vo da Convenção lluti;;­ 
ta Matogrossense. 
Antecipadamente, agra­ 
decido pela sua coope 
ração. 
Pela Igreja Batista de 
Bela Vista. 
Prof. David Bonfim 
de Oliveira- Pastor 
M 
,, 
EI 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTIC05 EM CiERA L 
SRATOS E Z3RCANELLA LI3. 
BVENIDI DUQUE DE CIXl~S 446 JllRDIM-MT

!' 1 : 
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ai.ti 
.J 
Noedi Leite Larangeira 
Escritório de Coutahili<lndv 
(Contador) 
Euripedl':. F,,1-reira 
Cnsn elas :Uu1ui1111s 
(Comerci11nt~ J 
1 
,~,, 
' 
 
.l 
L 1 
Cilberlo lw- Corn·ia 
Receita Federal 
Curmnila 
Loureiro 
dr Almeida 
CaPa Agro-Vdcrin-iria 
(Comerciante) 
Smiio de Desmaias. Desloca, Acudes e Tmapl3nagem. 
firma allameale capacilada e idônea 
Jralar com - o Sr. Waller Escobar llunes no poslo Rio Apa 
lida Visto 
Mato Grosso 
... ··-· - -~~--. ·1 
i 
Pedro José 
Palmieri 
Rotary Club de Bela Vista 
(PRESIDENTE) 
Clovis Marcelino de 
Oliveira 
Mariza MoJas 
(COMERCIANTê) 
Afonso Dilon 
Nunes Leite r 
Camnra 1tunicipnl de B. Yi.-r., 
(Verearlor)

Ili Vi-t, 17/03 	Mensagem 
--------~ 
í:IX 
+E nu 
Jp6s 11 TTfivoluç[ío U(! JUl>l. surgiu u1na ll0'U t 
classe de Políticos uma nova forma de gov. lJllJU 11/JYU 
111ane1t•a de encarar os problemas e soluções. o Gover 
nador Garcia Neto pertence a esta nova classe. Politi 
co na acepção máxima da palavra, encara os prcble- 
H mus com realismo e 
3 
t) 
E! 
1 
l : 
' l 
t • 
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1; 
i . 
i ' 
i' 
1 ' 
i • 
encontra soluções. Que esta ) 
visita à nossa região } 
« 
seja um primeiro pus 
+ 
1 
so para o despertar 
do SUDOESTE, so 
os votos do povo de 
Que a instalação do Governo do 
Estado em Bela Vista, 
Jurdim. 
ERALDO 
SILVll 
D 
PREFEITO 
MUNICIPAL DE l 
. ~------------ JilRDIM · MT ! , 
a · · ·-- ----- ·· _· .. ·· __ -- msm··· ----------- --- --- ....... · -- · -------·:::.-:::::.. ~~·0· 
ç : 
.. eja um marco 
do governo %j? 
promissor 
T 
1 1 
São os votos da: 
Prefeitura Municipal de: 
de novas realizações 
no Sudoeste. 
Raolfo Pereira <ln ilva 
- 
Posre siio CES!O 
de Theobaldo Amaral 
lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
Borracharia - Balanceamento de Rodas 
Rua Conde de Porto Alegre s/n 
Bela Vista 	~lato Grosso 
Multa em Inventário 
O inventário deve ter i­ 
nicio 30 dias após a mor 
te ria pessoa se, entretan­ 
to. nüo tiver sido dado 
entrada dentro desse pra­ 
zo, incidirá uma multa 
que é calculada na base 
de 10% (dez por cento) 
sobre o valor do impos­ 
to a ser recolhido no in­ 
ventário; Esta multa se­ 
rà sempre de 10%. seja 
qual for o tempo de atra­ 
so para a abertura do 
inventário. 
Sedução 
No crime de sedução 
pode-se representar pe­ 
rante Justiça Criminal 
Haroldo Medeiros 
contra o sedutor, até 6 
(seis) meses após a se­ 
duzida ter completado 18 
(dezoito) anos 
FGTS 
O Fundo de Garantia­ 
por 'Tempo de erviço 
consiste em depósitos 
mensais de 8% (oito por 
cento) calculados sobre 
a remuneraçtlo do empre 
gado. E s s a quantia 
compreende não só o sa 
làrio normal do emprega 
do, como também as gra 
tiiicações habituais ou es­ 
tabelecidas pelas leis tra 
balbistas. 
,, 
ULTIMO IVISO 
O Dr. Carlos Edy 
Sá de Medeiros comuni­ 
ca a todas as pessoas 
que se encontram com 
seus pagamentos em a­ 
trazo com as "Casas Per 
nambucanas" que procu 
rem inediatamente colo 
car em dia os seus pa­ 
gamentos, pois em caso 
contrario serão remeti­ 
dos todos os contratos 
p/ as execuções Judici­ 
ais o que implicará em 
maiores despesas p/ os 
deve lores. 
Ass. Dr. Carlos Edy 
Sá de Medeiros. 
l 
l 
- 
JGI o LT 
"Produtor do Calcáreo Bodoquena" l km 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 8

111'1,, V i,1u ~Ir • J7/tJJ/76 	Mensagem 
« s 	n#{} 
:1 
. .,..,. 
V. Exia Neto, é de mãos dadas com 
e com o seu governo, 
um governo juto, humano, um Governo que vem 
pre11llgia1·, que vem colaboral', um Governo preocupado 
com o homem, um Governo que prima pclaR atiludes 
autonllcas de um grnude escudlstu, quo camlnham'ls 
rumo ao desenvolvimento. 
1 
; 
Estamos jublJosos e confiantes; jubilosos porque j 
1 
V. Exclu fa;r, um governo para o povo, confiantes, por- ~ 
; 
()llfl s metas que V. Excla traçou, objetivum o cresci- ➔:rf 
9 
l 	tJ 
.1 mento uniforme de todas as comunas matogrosl,{efl,;es. 
; 
; 
1 
i 
• Prefeitura Municipal de Antonio João § 
2 	0 
~tt;'(A)U:_·_···_·· _- _ .. _ ••• __ • ~CTJ--·-····················· ·· ·· ·· --½~Rmo~m 
Tempo de progresso. Tempo de realizações, 
1 Épucu de geslu!i e atitudes que epelam grandeza. Su 
1. vi11da, ~r. Governador, é um provn coucretu do1s ol>Je• 
': i 
1 
1 livos delineado quando de sua po!ii-e. 
V. Excla. Vt>io sentir a1-1 uecessldach> do J uni, 
. i il011lir o progresso que assola esta região, mas sentir 
. ,I 
principalmente, a revolução murcbur ombro n ombro 
I 1 
1 
! com o povo. Boas Vindas Sr. Governador. 1 1 
Câmara Municipal <lc Antonio João 
Argiléu de Mato- Presidente 
Arnaldo Marques - ecretárío 
orino Gonçalves 
Wilson Moraes Viana 
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-=---. -_:_. __ .. ~- .. ·-:.:.:_ ---- ~ - ...J 
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O mundo aka vessa umn crise. Principalmente 
uma crise de lideres. Não su bemos o porque de tal fato. 
Mas sabemos que no Brasil, após a revolução ele ;Tarço 
de 1!J(-il. surgiu um nova classe. É rato real. E visivel e 
tante, e S. Excia o Go"ernad_or do Estado. "eio SO:iAR. 
é Pl'()missor. Bela Vista recebe um dos fc,rjadores. Hela 
Vista recebe_ o governuclor de tocios os :.Iatogros;;eo::es. 
üm lidt·1·. :Xiio vamos pedir. Vamos dialogar. Juntos. 
brasileiros com brasileiros. SOMAR. Isto é muito impor· '':', 
e 
J.:s. 
i: 
e 
: Que cle:-ta adiçiio resulle um resultado favorável ao 
senYolvimento do sudoe te. São 
os 
de- 
,·o tos dn 
Edmilson Brum Escobar - Presidente •• 
1 
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ML i-ta, 17/0/70 	CRÓNICA 	l' . , li 
INOICIIOOR PR 
Médico - Veterinário 
(IIIII(O:. (a A.A 1 - Til liIr 
BHA mm MdfO GROSSO 
+ EERALDO A. ROCHA 
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BELA YISIA 
Maria Coelho, 339. 
MATO GROSSO 
(Continuação do número anterior) 
5) ·A dcpendüncia 
É a condição do in 
dividuo que se torna es 
cravo das drogas e Hem 
elas já não consegue vi 
ver, ou não vive psíqul 
camenlP bem. 
- A depeudêucia é fí 
slca quan<.lu as drogas, 
allerundn a químicu do 
corpo, exigem que a pes 
soa continue coni-uml11Jo 
tóxicos, caso contrário, 
morrerá. O tóxico, será 
par o viciado o mesmo 
que a água pal'n o pei 
xe. Dai, para sustentar 
o vício e sobreviver, o 
loxicõmano, com muita 
frequência. resvala para 
o mundo dos assaltos. 
roubos e crimes. 
- A dependência é 
psíquica, quando, sem a 
droga, o viciado cal em 
prufundo ubalirnento, em 
forte dei;ânimo, em ra 
ziio perdendo o interes. 
se oelo lmbalbo, estudo 
etc. A falta dn droga 
não o Mata, mas o deixa 
em lastimável estado 
psicológico. 
6) Vicio e hábito 
Com relação às lo 
xicomanias, usa-se a p 
lavra • vicio" sàmenle pa 
ra as drogas que· criam 
a "dependência física", 
como. por exemplo, o ó­ 
pio. a morfina, a heroi 
na. A palavra "hábito" 
é rese, vada para as dro 
gas qne criam a "depen 
dência psíquica", como 
por exemplo, certos bar 
biluratos e algumas nu 
fetaminas, das quais a 
mais comum vem a ser 
o Pervintin. 
7) Tolerância 
Um consumidor de 
drogas passa a achar di 
fiei! viver sem a droga, 
pois sem ela niio se sen 
te bem. Quer sentir os 
efeitos da droga, seu ar 
ganismo, porém, não rea 
ge com a mesma sensi 
bilidado, isto é, a droga 
não "produz" os efeitos 
desejados. O habituado 
ou viciado (que deveria 
ser considerado e trata 
do como doente) deve, 
antes, aumentar cada vez mais a 
dose da droga, para ob­ 
ter o mesmo efeito. Diz­ 
se que o organismo fi 
cou tolerante à droga. 
8) EscraviJão (addictio) 
"A palavra "addic. 
tio" (drug-addict) expres 
sa a idéia de dono ou 
senhor e era usala pe 
los r manos no sentido 
de rendição ao vencedor 
q u e se to r 
nava proprietário do ven 
cido. Por analogia, subs 
t.itnl'ia rntorpecent" se 
torna dona ou senhora 
rio toxlcõmano, convrrtl 
do em escravo do vi·lo. 
É óbvio que o grau e u 
natureza dessa "addictio" 
ou escravatura variam 
com as qualidades ou e 
feitos do ven,;erJor ~ rio 
vencido" (,José Hilleit•ü 
do Vale). 
9) Classificação dos 
psicotrópicos 
De acordo cum sua 
limo. Sr. Dr. Oswal 
do Turini 
M.D. Vereador Municipal 
Os motoristas de ta 
xi do Ponto n 2, abai­ 
xo assinados. vêm res­ 
peil '>samente apreeentar 
à V. Excia. agradeci­ 
mentos pelos seus bons 
oficios, junto ao r. Pre 
feito :lunlcipal q;;e cul 
minou com a construçE.o 
do abrigo, tão necessário 
p/ melhor dei:empenbo 
Tendo em vista que 
devert realizar-se no 
próximo dia 1U de abril 
vindouro as eleições i>ª 
ra a Diretoria, Conselho 
Fiscal e Delegados re 
presentantes do Sindica 
to Rural de Bela Vista; 
Apelamos aos Senhores 
Sócios para que regulari 
zem as suas situações 
quanto a questão das 
mensalidades devidas ao 
mesmo, colocando-se as 
sim no pleno Direito de 
exercerem os seus votos 
Exclarecemos ainda 
que devido a diliculda 
de de se encontrar pes 
soas que queiram fa.zer 
a cobrança das Mensali 
tção sobre o s!tem ner 
voso central (cérebro, 
mente). as droga. psleo 
trópicas podem ser elas 
iíiudas em t,és grandes 
categoria. 
- estitulantes fo c·re 
bro funeivnua "mais e 
))l'('t,<.1 "J; 
d e pr i LI e n { s 
(o <' é r e b'o funct» 
na (o eércbo fu eiona 
mais devagar'), 
- lucinóenas (o e+re 
bro funciona 'fora do 
normal") 
Daremos a seuir 
uma expllcaç:1<• 111:ii-; 
JJOl'ffiC!Jtll'tZarl,l dP. ca•la 
um de!'sei,; três grupofl. 
(CONTINUA NO PIÓXI 
VO N'MERO) 
de seus 1;.,•rviços profis 
ionais. 
1:ie:111 mais, firmamns 
apresentando nosas a- 
tenciosas saudações. 
Bela Vista (MT). 05 
de Março de 1976. 
Ramao Roju3 
Ricardo Caniza 
rbrahão .!endonça 
Adair Graoce 
Victor Rojas 
Osail Ossuua 
Famáo Barbosa 
Alce biades Correa 
#E%Sr0 
E BEL 
IA 
!R" 
Aos senhores associados 
dades em casa, 'fazemos 
o apêlo para que os só 
cios procurem numa de 
moostração de boa von 
tade pagarem as mesmas 
na séde do Sindicato. 
O interesse em com 
parecer e votar nas pró 
ximas eleições, para a 
renovação da cédula Di 
retiva do Sindicato Ru 
ral de Bela Vista, pode 
râ significar a demostra 
ção de que a r.lasse ru 
ral não quer que se ex 
tinga o único Sindicato 
existente no Municipio. 
Bela Vista, 10 de Março 
de 1976 
Jacinto Rodrigues de Mi 
ra.nda. 
• Presidente 
Ouça a Novena de Nossa Senhora do Perpétuo 
Socorro, todas as quartas feiras, as 15.00 horas.. Pe 
la Rádio Educação Rural de Campo Grande.

no  1 1 ' t - ,,1·1·. - 17 0:1 7(; - º :_!l)I - lett lia ,, 
( 
Dr. J!ubcu .llH:rlo 
,IJlJ,,tt de Castro Pinto 
Prefeito Municipal de 
ti 
CIRCULA 
1 - Como é do co­ 
nheeimento de V. Exo., 
uper dos esforços di­ 
pendidos pelo FUNHlJ­ 
H.AL. o· tn1bulhadores 
ruruis uposentados [ve­ 
lho~ com muis ele (i5 
unas, ou inválidos eom 
lrla<le lnfl'rior. e pensio­ 
nista+] véu sendo viti­ 
mas, muitas vezes, {de 
individuos inescrupulo­ 
sos, desprnv1(tos de sen 
i,;iJlllclu!le hüumua, os 
quais, ssumindo u con­ 
dcn:': Yel co1111içüo de 
utravessa(dores, conse­ 
guem, habilidosamente, 
ou por meio grnsseiros, 
extPrquir dinheiro da­ 
queles beucrteiut·Ios, 
quando os mesmos pro­ 
eurum habitar-se a u­ 
poscntudoria ou pcusilo, 
ou qunnJo Yilo receber 
suas prestações 
mensais por intermédio 
ela!: rgcucius Bancária:. 
!- A fim de elimi­ 
nar esse procelimento 
tiio pn•judiciu.l aos mo­ 
dcsws beuericiários do 
meio agrúrio, o à ima­ 
gem du sociedMle brusi • 
lt'iru. tiollcitamo;. o obse 
quioso empenho de , 
1-:Xa. no enthio de aler­ 
tar os trnbulbadores pre 
judicado, para que se 
ueguem a t•ulregar par- 
o 
L E 
04/76 DE 
Dela Vista. Etado de 
Mato Gro • o. uo u· o 
de suas atribuições le- 
Trabalhador Rural que Recebe Aposentadoria 
ou Pensão do FUNRURAL 
Você niio precisa pa 
rr n«da pra ter u sua 
aposentadoria ou venusio 
o Governo Federal criou 
esse beneficio pura ser 
pago sem despesa para 
você. : Prel't>itura. a .-­ 
rencia do Banco, o Repre 
sentante do FUNRURI, 
expii<'am c·omo voce de 
e fazer para receber seu bene 
ficio. tüo ê preciso pagar 
Não deixe que sujeitos 
te ciaR suas mei.sallda­ 
tles de aposPotadoria 
ou pensiio aos lndiyidu­ 
os que os procuram ex­ 
plorar, orerec(•ndo-!hes, 
nstut111nente, intermedia­ 
ção ahsolutu meqte ctes­ 
necessária. 
3 - Uma explicaçlio 
de um servidor habilita­ 
do dessa Prefeitura. em 
linguagem acessível, ser 
virá da orlentnc;üo para 
que os mude&los bene­ 
ficiários do PRO-RUitAL 
nfto HPjam ludlbriudc,s. 
, transmissão cio men­ 
sagem anexa, pela Ró­ 
clio Local (u , titulo de 
coluboruc;-üo) ~erú ele 
grande utilidade paru 
p:-oteçüc, nos trabulha­ 
dores ruruis aposenta­ 
dos. do :.luuicipio. 
4 - , ação de '. 
Exa., oa forma que es­ 
tamos pedindo, será um 
,·alioso serviço ofereci­ 
do ao no ·so País. Por 
esse relevante préstimo 
consignamos os no os 
melhores agradecimen- 
Com estima e eeva 
da considé!ração. 
Libero Massari 
Diretor - Geral 
espertos tomem dinheiro 
de ·1oce. voce não preci­ 
s deles. Nilo dê seu di­ 
nheiro u essns pessoas 
que querem explorar vo­ 
ce. Quem pode ajudar o 
lr>1balhndor rural aposen · 
tudo co:l!ru os explora 
dores sã» as autorida­ 
des - a p r e r e i t u r a. 
a A g ê n e i a do Ban­ 
co, Representante d o 
FUNRURAL 
o Prefeito Dr. Iuben de Castro Pinto, 
mandou t:oustruir us euintes potes no municipio. 
1)- Ponte sobre o rio Sombreiro na B. IV. 11 
em terras clt' Octfl vio Loureiro). 
2)- Ponte sol.Jrn o Fio Liso a E. V. 13 (em 
terras de Gerei Barros da Silva). , .. 
:1)- Heconstmçito da ponte sobre o RI? _l m­ 
pucú, compreendendo vigamento e as604- 
lbo total. na B. V. 3 (terras de Fiori Mu- 
rano). 	, 
4) - Constrnc;-üo de um matubnrro de mi n,e­ 
tros de comprimento, na íl. V. 11 (terras de 
Epn mlnond&s Escobar). 
ABHlGO PARA [OTOHJ 'TA 
Por inrli<'ação do vereador Oswuldo Turini 
solicitando a medida acima, o Pre!P1to co:;1-,(ruI~ u 
abrigo para os motoristas do Poto " 02 Abaixo 
a carta dos motorlRlas: 
RECONSTRUãO DO 
» 
ESTÁDIO MUNICIPAL 
O Prefeito Dr. Ruben de Castro Pinto man­ 
dou forner,er 04 metro de cal virgem para a recons 
truçilo do Estádio, bem como financiara a mão de 
oura com 02 pedreiros por c,,nta da Prefeitura. 
Bela Vista, :l'r,os de i ar 
ço de 1.97G. 
Exmo. Gen. Dr. Ruben 
Alberto Abbott de Castro 
Pinto 
Prefeito de Bela vii 
ta .IT 
Tenho a subida honra 
de expressar a esse Lidi 
mo Executivo :luoicipal, 
o recoob.ecimento e a 
gratidão do Sr. Eviláe.ill 
.liranda, de todos os mo 
radares da regiiio e o 
meu próprio, pela cons- 
íl 
truçiio da ponte sobre o 
Córrego Liso. 
Este feito, além de 
atender a um velho an­ 
seio de todos nós, muito 
favorecerá o transporte 
e a comunicação do!. que 
aqui mourejaa. na luta 
cotidiana em defesa do 
pão de cada dia. 
Com voto de que 
Deus na sua infinita gra­ 
ça proteja V.Exª da ba­ 
talha insana pela prospe­ 
ridad.- de nosso :.lm1ici­ 
pio e felicidade de todos 
nós mui respeitosamente 
subõcrevo-me J e rei Bar­ 
ros da Silv.-. 
E I J 
10/03/76 
ats, em fac de Is­ 
ta!aço doa Sede do Go. 
verno do Estado de M. 
to Grosso, nos dias 1,, 
1) e 0 de Março do cor 
rete ano 
D J•; C H E 'l' , 
,rtigo t·" - F...riado 
Municipal dia I8 de Mar 
ço de IDiG, para dar 
maior hrllha11!iRn10 110 
ato solene de inugura­ 
ção, inédito p o nosso 
:.iu11íclpio, 110 Urcmlo 
Pedro Rufino. 
Artigo 2- O pre­ 
sente Decreto entrara 
em vigor na data de 
ua publicação rcvogan· 
do-se as disposições em 
Conlrario. 
Prefeitura :lunlclpal 
de Bela Vista. 10 de 
:Iarço de 107H. 
Dr. Ruben A. AI.Jbott 
de Castro Pinto 
Prefeito :luulclpal. 
Bela Vista [illTJ, 09 
de :lurço de 197ü 
Do: Presidente da Li­ 
ga Esportiva Helavisten­ 
se 
Ao: :1.D. Prefeito Mu­ 
nicipal 
Dr. Rul>en A .. bbott 
de Castro Pinto 
Assunto: ·ollt:itação 
(FAZ) 
Valemo-nos do pre­ 
sente expediente, para 
solicitar de V. Sa.. de 
acordo com entendimen­ 
to verbal com esta pre­ 
si<lencla. nos faça entre­ 
gar 04 (qualro) metros 
cúbico de cal Yirgem p/ 
reconstrução d o muro 
do Estádio desta muni­ 
cipalidade, bem como 
designar dois pedreiros 
p mão r:le obra durante 
os trabalhos a serem 
realizados. 
·ada mais tendo a 
tratar de momento. quei 
ra receber os protestos 
da nossa mais elevada 
consideração. 
Atenciosamente 
!lfoacir de Souza . 
Presidente 
llmo. Sr. Dr. Prefeito Municipal de Bela Vista -MT 
Os abaixo assinados, 
motoristas de taxis fo 
Ponto N 2 rua .füu··J.o 
do Ladario. ~squina C:;n 
de de Porto Alegre, vem 
peruntt! V.Excia. sen­ 
i;ibilizados, apresentar 
seus sinceros e profundos 
agradeciment'li:. r, ela 
construção de um abrigo, 
l)roporcionando aos prc­ 
fissionuis do ,olante, na­ 
quele Ponto. mais con­ 
fôrto nos e.eus serv;ços. 
Limitados ao assunto 
de referência, renovam 
protestos de alta estima 
e _distinta consideração. 
Bela V i s t a (l1T) 
06 de Março rle 1976. 
Ramão Rojas 
Abrahão Mendonça 
Ricardo Caniza 
Adair Grance 
Victor Rojas 
Osail Ossuna 
Ramão Barbosa 
Ah:ebiedes Torres 
) 
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