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ANO V 
Redação Oriclua e Administração 
Rut1 Duque de Caxias S/N 
Bela Vista, 2S de Março de 1!)71i emanario N 2r2 
FUNDA DOU E DIHET0H RESP0NSAEL:- I ALO PIEI  
O dlt1curso pronun­ 
ciado pelo vereador Pe­ 
dro Palmlerl, presidente 
da Càrnuru ~lu·1lclpal jlldt1 obra. do prefolto 
na imUguração d'l Prn- Castro Pinto - cuusüu, 
ça Castro Alves - urro- como era de se esperar, 
j 
Apesar de pequena 
cldude do interior, Bela 
Vista foi palco, nos últi­ 
mos dias, de gruncle movi 
me□laçilo de autoridades 
dos :nuniclplos vizi11bos 
que para aqui ocorreram 
atendendo o chamnmen 
to n que isso importava 
a Instalação na cidade, 
por 3 dias, do Governo 
de Mato Grosso, con,o 
estava previsto. 
Na sun singeleza de 
cidade pequena, de po 
puhição humilde, sem 
possuir vs rPquisilos ne 
cessártos pnrn trnnsfor 
mar-se em Capital do 
Estado, ela fôra eticolhi 
do pelo eminente Gover 
nadar Dr. ,José Ghrcia 
Neto, para éde provisó 
ria da administração do 
Estado, que duri, assim 
à sériP de sua inovação 
no governo, fazeuclo fun 
clonar com grande pro 
vr,1to, a máquina admi 
nlstrativa num atenclimen 
to perfeito a esta vasta 
região cio sucloests ma 
togrossense. 
Com e sa intenção 
o r. Governador Garcia 
Neto pnra aqui veio com 
torto seu Secretariado, 
Presidente do Tribunal 
de Justiça, Prt>sidente 
da Assembléia Legisluti 
va, os •~enadores Salclu 
r11ª De'rzi, Mendes Cana 
e e Italivio Coelho, de 
putado federal Ubaldo 
Barém, o líder da banca 
da da Arena e do Govêr 
no na Assembléia Depu 
tado H.uben Figueiró, vá 
rios deputados estaduais 
todos os auxiliares dire 
tos 1o Palacio Paiaguás 
os Srs. Diretores de au­ 
tarquias e Empresas de 
economia mista, além da 
Prestigiosa presença dos 
ex. governadores José 
~gelli de lluto Grosso 
e Ulz Garcia, do Sergi 
} irmão do governador 
d areia Neto que assim 
eram um cunho de real 
,e magna importaneia 
• nstalaçllo do Gover 
no às 10 horas do dia 
18 do corrente no prédio 
rio Grerulo Pedro Huf1110 
com a presença de grun 
de número de politico8 
reresentuntes de muni 
cipios cln peril'erh fl o 
povo que de sobre -ma 
neirn, estava eufórico, 
com táo transcendental 
aconteci meu to. 
O uosso Prefeílo ilu 
uicipnl Geueral Dr. nu 
bei. A. de Castro Pinto 
cnnvid0u &s autoridades 
para rormurem a llesa 
e discursou com grande 
sabedoria demonstrando 
ao r. Governador a sua 
satisfação e do povo be 
la vistense em te-lo uqui 
com o seu governo, di­ 
zendo: ·'Neste momento 
se torna vibrante o cora 
çilo cio povo ele liela 
Vista, ref!etiarlo sobre a 
visita do Excelenl!ssimo 
Dr. G rciu Neto. É com 
honra que vemos impluu 
lado o Governo do Esta 
do de llato Grosso em 
nossa cidade". Disse 
mais: "Co□grntulo-nrn, 
neste momento, cum o 
povo em geral, a impren 
sa sempre presente aos 
acontecimentos de nos 
sa cidade, pela feliz o 
casião que nos propor 
cio□a a Providencia. des 
de o mais alto espirita ele 
idealismo e sadio pntrlo 
tismo, nesta terra til.o 
querida, para ajudar a 
rAalizar <• grandioso pro 
grama de governo, vlsan 
,jo alcançar a indepen 
dencia economica, cultu 
ral e politica llo nosso 
Pais". E, em ato segui□
te. entregou sua cidude 
aó Exmo. Sr. Governa 
dor e, seus auxiliares, 
na certeza de que os 
seus nobres objetivos se 
rão aceitos por Deus e 
alcançarão os seus desig 
aios no porvir risonho 
de uma Hela Vista ansio 
sa e confiante". . 
O Exmº Governador 
iniciou sua omçilo naque 
le · instante memorável 
dizendo: ..,_, A in&talaçüo 
cio Gn1'P1TO em f!t>la Vis 
ta wão é simbólica. Esta 
os aqui para trabalhar em fes 
ta-. banquetes e recep 
ções tu! eomo ac,,ntoceu 
em Dournclos e 1:lurra cto 
Garças. Cumprimos eles 
tu felia, mais uma etapa 
aclminislrullva cuja filo 
sofia principal é a des 
centrnliznçüo. Os problr 
mas belavistenses já são 
c0uht>cidos do governa 
dor e aqui - uossu equi­ 
pe de governo espera so 
lucionar alguns dêles". 
Disse que, ao deixar seu 
gabinelP. 110 Palacio Pala 
guás, para dialogar com 
o povo, com as lideran 
ças, com a bases, está 
exercitunclo a democra 
eia. Por encontrar-se pre 
sente à :lesa de autori 
dueles o ex-governador 
.José Fragelli. o Chefe 
do Executivo referiado­ 
se à sua pessoa disse 
tra lar-se de-uma prova 
de co□li11uidade adminis 
trativa citando mesmo as 
Yúrius obras encAtadas 
na administração ante 
terior e co□clnidus na 
atual, como marco de 
implantação de "uma ao 
va mentalidade adminis 
trativa em Mato Grosso" 
Fui longa e proveito 
sa sua oração e os be 
la visleases ali presentes 
e atentol', o ovaciona 
ram diversas: vezes du 
rante seu discurse e !e 
varam em seus corações 
a esperança de que real 
mente Garcia Neto aqui 
viera com sua equipt 
p a r u t r a b a I h a r, 
para trazer á 
nossa terra alguma coi 
sa de útil que estó. fal 
taado, pura dar a prova 
de que, realmente, está 
construindo um □ovo Ma 
to Grosso. 
A comitiva governa 
mental e todos os vis! 
tantes, ar.rancaram as 
simpatias do povo cheio 
de contentamento. 
A euforia do belavls 
tense fel notável. 
Jota Jota 
repere;sões uo ambien­ 
te> politicn local. ~aur!an 
do, primeiramente. o go 
veruador Garcia Neto, o 
vereador enrucou II di- 
11amica polilíca llllplau­ 
tada pelo atual governo 
e lançou as primeiras 
sementes de (sua?) uma 
campanha. pollticu vh•an 
do o pleito de novem­ 
bro próximo. A certa 
!l ltura afirmou: " ... e co­ 
mo do sei oposiç,1o" e 
esta frasP gerou alguris 
comentários 11a c:i•rncle. 
Não vamos entrar no 
mérito da questlo. mas. 
siplesmente transcrever 
ua outro comentário, 
talvez rt'phca ao cr)­ 
nbeciclo e estimado ho­ 
mem público: • ... é cômo 
do pertencer a situação; 
dificil é ver os erros f', 
sendo da oposição, não 
possuir meios para sa­ 
na-los" ... pronunciamento 
de um emedebista. O iu 
teressunte, nisto tudo, É: 
o revigorameuto d po­ 
lítica bela vistense que 
ja começa a viver us 
emoções de uma elei• 
çl!_o. 
ex diretor do Ginásio 
Etnaual. Hosita Iosa 
Gomes, pessoa mui(O 
c0aceituada, ~rieipl­ 
mente ho mnei efunun­ 
(il, pelo M!6vento De- 
moerátleo asilei;o. 
E necessário. um 
revalizaç?o os valo­ 
res. para que poi-i;arn 
urgir no momento pru­ 
piio um p!eiade de jo­ 
vens idealistas que al­ 
mejem lgessu nua p0- 
1 ticu. D,,s atu.lis vt•n·a· 
dores, é de suma impor 
ta•!da n pt>rma r,encia 
de "alguns deles', e is­ 
o, 0 p0V0 úberá teco­ 
hecer. Soros Ileptos 
de uma C'àmara jrJVEc-111, 
principal:nente, Jovens 
de fdéiaH, e con1-cie:.li,.H­ 
da de seu REAL l',PliL 
no contexto polflico lo­ 
cal. A atuaçfio dus ve­ 
readores Turini, Centu 
rião, Floretl. '.1Jarquc>B. 
PaImieti., Di lon e Aura 
no, foi de especial rele 
váncia para a atual si 
tuação belavis ense (no 
caso politica, frisumos 
bem) e, segundo as pró­ 
prias diretrizes emana­ 
das do Palacio do ±la­ 
nalto. é preciso que a 
AREN.'. VPllÇU. as prúxi 
mas eleições, e os ve 
rena3ores citnu.los, e o po 
vo e.:1 ge,·..il, devem con 
vir que .1 meta primor 
dial no momento é fa 
zer política. O nobre ve 
reaclor Palmieri. pre,.i 
dente da Câmara, não 
fez nada menos do que 
1Ssso ao incitar o povo 
presente a Praça. lastro 
Alves a votar no partido 
do governo, o seu parti 
do,_ a ARENA.. E neées 
sário que se diga tum 
bem: ninguem pensa 
igual, e muito menos 
persa junto, o M. D. B 
possue tambem seus 
adeptos e por uma ques 
tão lógica em política, 
a oposição digna e conR 
trutiva PRECISA existir 
para que possamos vi 
O vereador Palmie­ 
ri, advogado, cultiva a 
dialética e a usa com 
eficiência, e costuma 
Fer lógico e objetivo nu 
posiçãe,. Evideute, p0is, 
como ex-presirle□te do 
Diretório Municipal da 
ARENA, vereador eleito 
pelo partido do governo, 
pronun<.:iar-se a f:!vor 
de seu partido, nberra­ 
ção seria o contrário. 
Agora: finalidade deste 
breve comentário, o que 
nao se pode negar, é a 
escassez de elementoe 
(lideres) que desejam 
uma cadeira no legis­ 
lativo bela vistense. A 
poltica (em Bela Vista) 
Jã nao ofereee mais 
atrativos, ou as circuns­ 
tâ□cias não permitem o 
desabrochar de novas li 
deranças? Alguns nomes 
despontam, tanto pelo 
M. D. B. como pela ARE 
• A, e entre eles, o do 
atual secretório do Dj ver os momentos glorio 
retório da ARENA, NI- sos de uma verdadeira 
valdo de Barros, impe- 
tuoso, conhecedor de pul.itica e de uma Demo 
nossos problemas e ci cracia Plena. Politicos de 
so de participar; e da Bela Vista, UNI-VOS.

H osso Tempo 
Bela Vista - Sob és­ 
te título uma menllrn 
foi as8cada e publicada 
110 "DIÁllIO DA SEHHA" 
de Cunipo Ornncle dlu 
23-03-76, envolvendo o 
nome do enior Italivio 
Coelho e l1·awmlo c(11110 
testemunhas mais dois 
Sendores, como se já 
não bastasse o !esspei 
to ao nobre e insigne 
Senador It:'vio Coeino. 
Nudu do que foi pu­ 
lieudu e passou! E o 
diálogo maldoso, toreida 
e rncc1uso. upretrnnla<lo 
pelo articulista, obra clu 
ra de além rancoroso, 
purn pecn ele mau gõsto 
pura prejudicar pessoas 
honestas trabalhadoras 
e côncias de seus deve 
res e obrigações. 
A 'erdalle é esta: 
tt·ês i1nlivicluog se inLilu 
lnnclo repórteres e a ser 
viço 110 Governo, aore 
sentur,1m-se 110 J--IÕtel 
Puuorama o de ma11ulrn 
agressiva interpelaram a 
Gerente do refet'lclo Ifo 
tel D Ingraciu Brites, 
pestiClll querida e de ulto 
l!Oncello nu cidaclt!, !IOR 
seguintes (ermos. 
- 8omos jornallslns 
e estamos a serviço do 
Gover
110, queremos um 
quarto! 
Nlo podem ser, 
pois os quurlos roram 
reservados pata us uuto 
1·idades do Go,•êtno. 
Mas nós estamos a 
serviço dele e somos 
jornnlislus 
Diante dn insistência 
cios três D" lngrariu res 
poncleu: 
- O quurto l7 está 
e vagancto porque o Sr. 
Senador ltlivio Coelho 
já está de partida, mus 
aüo posso ceder porque 
deverão C'hcgur mnis au 
torldudes e a rese1·vu 
já estão feitas. 
Este roi o verclr1del 
ro diálogo travado, o 
mais que foi publicnlo 
pura inveneionlre tlP re 
pórter sem assunto ou 
matéria paga por tereei 
ros pura prejudicar e 
achincalhar um Senador 
du Rrpúl>lica 111,> conhe• 
cído e querido como !ta 
livio Coelho. 
É' uecessário ês(e es 
clarecimento, parn mo11 
trnr os Diretores do 
"Diá1·•0 ela 1::ierra'' que 
úentro de seu quadro 
funclonul PXisle elemen 
to tendencioso e até cer 
to ponto perigoso. pois 
jgu com nome de pes 
s-,us honestas e elesreR 
peita figuras de projeção 
nacional. pelo sifT'pleh 
prazer de uma vingança 
ou pelo despeito de não 
ter sido ateudldo na lm 
posição de cubida e pre 
tenciosa. 
Eclu Badaro Junior 
Bela Vista - Na noi 
te de sexta feira o sena 
dor ltalivio Coelho, que 
faz parte da comitiva 
do Governo estadual que 
encontra-se instalado nes 
ta cidade. foi amençãdo 
de despejo d•• Hotel Pa 
norama. onde estavu hos 
peclucto. pela proprietária 
do estabelecimento que 
muito seulwrn de si pe 
cliu no senadClr que dei 
xnse o quarto onde dor 
mia. 
Segundo testemu- 
nllas oculares, os três 
senadores, aldanha Der 
:d. ".lendes Cauale e o 
próprio ltnlivio Coelho, 
estavam sentados no sa­ 
lão daquele hotel quun 
do chegou duna Ingracia 
e travou-se o seguinte 
diálogo: 
- Qual dos três está 
hospedado no • quarto 
IT? . perguntou d. lográ 
eia. 
ou eu. - diz o se 
11adar ItaliviT> Coelho. 
- Enlil.o o senhor 
vai ter que sair de lá. 
as.e sor e d. lográ.eia. 
- Dona [ngrácia, o 
que está acontecendo? 
- Tem que sair do 
O enador da Repú- quarto. 
blica não respcnct,rn. É 
necessário notar que co 
mo Bela Vista é uma ci 
d de bastante pequena, 
os seus boteis deixam mui 
to a desejar e suas instala - • Eu lá quero saber 
ções não chegam se- se é senadw ou deixa 
quer a ser razoúveia - de ser ... tem que sair. 
e estão todos lotados Mas a senhora pode ao 
em virtude de grande meuos explicar por que? 
~umero de pessoas que 
formam a comitiva go E que o hotel tá 
'1ernameotal, além de reservado pras ·'otorida 
pessoas de outras cida des·•, e me avisaram que 
des e Jornalistas. acabou de chegar 
"otoridade" uma 
- Mas porque, afinal 
é o Senador Ita.livio Coe 
lho que está la no 17. 
o 
--------- 
P'. w o! 
Depois de ln1er;;el11 
do rela proprietária. ó 
Senador Italivio chamou 
um assessor do governo 
e pediu-lhe para "ver o 
que estava acontecendo"' 
e novo diálogo, entre o 
- E que autori,lade é 
essa? 
- O moço é um tal 
de Seplao. 
(Diário da _Serra, 23,3 76) 
,sslm como núo h:'l 
pessoa, assim tambem 
rn1o pode haYer comu­ 
nidade sem problemas. 
A cldacle, o munlclplo, 
quanto mai cre ce, 
quanto mais se desen­ 
volve, qanto mais se 
progride, tanto mais 
tem problemas. 
O aumento da popu­ 
lação prnvoca maior de 
manda de habitações. 
de colégios, de energia 
hidro-elétrica, de água 
tratada, rle e golos etc., 
etc ... 
O Goveruo, vendo a 
necessidade de aumen­ 
tar conslcleravelmeate 
u prndÚçuo de cereais 
no pai3, convocou o 
brasileiros pura a agri 
cultura: Plante que o 
Governo Gorante. 
Ofereceu todas as 
facilidaoe. financiamen­ 
tos, Rubsidios, seguro. 
A resposta não se fez 
e perar, por todo o país 
rincipolmente em Mato 
Grosso, e até em Bela 
Vista que era município 
essenrialmeate pecuaris­ 
ta. O mu~aico mullico. 
lorido das lavouras ata­ 
petou as coxilhas, des­ 
ceu pelas vazantes, su­ 
biu pelos espigões. 
E veio a colheita 
farta, abundante, com­ 
pensadora. 
1
ão haverá mais es 
cussez nem de arroz, 
nem de soja. 
urgiram no entan­ 
to antros problemas: Não 
há secadores que che­ 
guem, não há armazens 
suficientes, faltam con­ 
sertos nas estradas. 
Informamos a<:1s Srs. 
Contribuintes que os avl 
sos dos Impostos Predial 
e Territorial referentes 
ao exercicio de 1.976, es 
tão sendo distribuidos 
pelos Srs. Fiscais e de 
verao ser pagos nesta 
Prefeitura, com os se 
guintes vencimentos: 
lº - Prestação Yencimen 
to em 3c.o4.7G 
Adalberto I. de ant'Ana 
Em Mato Grosso o 
llu;,tre Governado:- Dr. 
Garcia Neto e o se:u 
dinâmico ~ecretário da 
,grl<:ultura, Dr. Edmuo­ 
do Taques, previram o 
surgimento de tais pro­ 
blem:is e todo o possí­ 
vel tem f Pito paru solu­ 
cioná-lOP. 
O preclaro Gover­ 
nador, dinamizando ainu­ 
da mais a ua prOreS­ 
Sl!:!la adminlst1 ução, Ins­ 
talou úitimnmente todo 
o Goveruo em Bela Vis­ 
ta. em Pontu-Poril, e 
irá instalá-lo ainda em 
Anaurilândiu, podendo 
assim aquilatar "ln-loco·· 
a gravidade desses e de 
outros problt-mos. 
Conflumos na capa­ 
cidade do Governo, na 
sua boa vontade para 
atender as necessidades 
mais p:·ementes das po­ 
pulações. Sabemos, po­ 
rem, que nem tudo poJe 
ser feito de uma só vêz, 
dai a conveniência de 
se estabeleceram as 
prioridades. 
Em Bela Vista te­ 
mos 01-ces:;,irlade urgen­ 
te mesmo, é de um bom 
couserto das estradas 
e das pontes. 
A seguir precisamos 
da rede d! esgotos. so­ 
lução básica sanitária. 
da qual depende a saú­ 
de do povo 
A rede de transmLs· 
são de energia hidro­ 
elétrica já. está planeja· 
da e o progresso da re­ 
glão esil e exigir a 
sua Construção imedia· 
ta, pois cidade sem 
energia, farta e barata. 
é cidade sem vida. 
Prefeitura Municipal · de Bela Vista 
AVISO nos SRS. CONTRIBUINTES 
2º - Pret.tação Venciroeo 
to em 30.06.76 
3°- Prestação Vencime 
to em 30.08.76 
Bela Vista-Mt, 23 de Mar 
ço de 1976. 
Sr. Antonio s. dos Santos 
Secretérlo da Fazenda 
Visto do Sr. Prefeito ~tu 
nicipal. 
Dr. Ruben de Castro PiD 
to. 
r

----------------~---------- ----- 
Iela Vista. M 2/03/7 
Política e <ioverno 
------- ·--· 
l a u8 
PRÍTIC 
J 
, 
CDL 
r, 
1 • .. i 
•-~ ~ .__j_~ -~· ~ ---__,___-'-'-"' 
Louremberg Ribeiro Nunes Rocha 
ec-rt'lário de Educação 
t 
Os aluno dos esco 
las do priml'iro grau da 
prefeitura ~lunicipul ele 
Bela Vista. receberão du 
rante o corrente a°uo le 
tivo, ensinamento de prá 
ltcas ngricol11s, realizan 
do experimentos, com 
soja, milho e mandio.::a 
em~ pequenas áreas plan 
tadas dentro das pró 
prias unidades de ensino 
Foi o que informou 
o prefeito Ruben de Cas 
tro Pinto uo Govern&dor 
Garcia Neto, ao secretá 
tio de Educação e de 
mais autoridades, por o­ 
casião dn solenidade 
de inauguração 
n a e s e o 1 a Mu 
cipal "São Geraldo'', lo 
calizud:1 no bairro da 
"Àgua Doce·•. 
DE 800 PüRKi 
3.000 
Discursando na oca­ 
sião, o prefeito belavis 
tense afirmou que o oú 
mero de mátriculas nas 
escolas de primeiro grau 
do municipio, que uo a­ 
ao passado não chegou 
à casa dos 800, deverá 
este ano ultrapassar a 
3.000 - fato que vem pre 
oeup1111d1J :1,; uuhri·la-!u-; 
edueucin:tis lo;is, 
O secretario !e Edu 
eçi0, :.tesr !y;em 
berg R''reio Nu«os {o 
clia 'iis,1J q11P •> 1 .;ta,,,. 
coluburnii com t peiel 
tum de llela 'istu. a!rn 
vis de cosênius pa!t a 
construção de novas uti 
·ides e pu2aumento dcs 
professores. 
Exi:-te há ,íQ uno,- 
A l-:.;e11la lunidpal 
"!)üõ Geraldo". cuias 110 
Yas i·:staluçõe11 uéubum 
dr tkl' iaauguradus. l'un 
cio nu hú 4U II nos. inicia 11 
elo nas primeimô lelrus 
u po1rnlução inl'antil do 
bairro _da "Agu Doce" 
e a_dj11cênciaH, tiempre 
m:intidu e dirigida por 
padres reclen!oristati nor 
lEHi.merlcanos. O prédio 
recém-inauguuilo custou 
150 mil cruzeiros. :sendo 
7;', mil oriundos du go 
verno do Estudo e o 
restante dos cofres mu 
nicipai;;. 
Com seis sanitários 
(t ,. ê s p a r u rn e 
niuos e três para meni 
nus), dotada de amplu e 
bem equipadas salas de 
uula, a Escola Municipal 
" ão Gemido" .pode ser 
considerada um ··padrão 
para as ualdade!:. de en 
sino de primeiro grau. 
Para aproveitar sua 
imensa área, sua dir11ção 
a cargo da Irmã ragl-li 
ca, há 38 anos na função 
vai introduzir práticas 
agricolas visanJo me 
lhorar o valor proteico 
da alimentação escolar e 
difundir entre os alunos 
o gosto pela agricultura. 
Sr. Edmundo Taques 
(edima) Mureiio 
cuju economia se baseia 
fundamentalrnt na petuara. 
tels tista, u 'tive5u 
do :pa" prep;.ir;i-,;- p:11a 
ingressar na ugrivaltu:a 
e já desponta cmo um 
dos maiores pro iutores 
de arroz do sudoeste +te 
.lato Grosso. 
l'u opi!:iiin de "eu 
pre!rllo. e, Gal. 111,~·1ic0 
Ruben de Castro Phlo, 
as terras férteis e bara 
tas sio o maior "bundi 
cap" rum que conta seu 
munwípio para atrair 
gaucbos e puranaenses 
qur começam a chegar ao E-ta­ 
do à procuras de áreas agricul­ 
táveis - para soja, nrro;-. 
e trigo, priucipalme1tte. 
50 Mil Socas 
~lesmo a,; previsões 
pouco otimistas indicam 
que a produção de arroz 
da sa frn desse ano será 
superior a 50 mil sacas 
muito acima da de 75, 
que ultrapass!'u em pou 
co :!O Jlli! sacas. 
O prefeito Castro 
Pinto, aproveitando a 
presença do governo em 
:-ua cidada, manterá con 
talos com o secretário 
Edmundo Taques, da A­ 
gricultura P com o pre 
siJeate -<la Casemat - 
Companhfa llato-Gros 
-e e de rs»se.s o j 
J,, .... t fim de qu »'; n o 
+da8 leH1 t patd ,il 
Cl'll'al' • !'<'ÍII /11(.'11, ~ e,,; 
p,,rlt' o prob'Po1i:1 .e foi 
ta (d.e .trazenamento. 
Com a ase!na! ele es 
tu.iara a po;:~ilillida,:~ ,i,1 
 ibrazeu, i11r,l,iia,· :1rm:i 
zéns infla veis nas áreas 
produtora.; •le ~eu lllUl!i 
cipio, metida, a !iJ:,. J,: 
tomada pPI , U,ivern,, 
do Estio em IS outros 
municipics e eentros JJl'J 
duto, es. 
Hotel de Turismo 
Cognominada de 
''Princeza do ,pa•·, Cr,ia 
Vista pode 5e lm:
11:-for 
mar a médio e longo 
prazos um dos prici 
pniQ pnlos curi;;licos do 
sudoeste de Mato Gtos 
so. beu urefeito. iniciará· 
também. entenúimentt s 
com a TUl{L1. T - Em 
presa Matogrossnse de 
Turismo - para que se'a 
instalado aqui um hol~I 
para que os turistaE que 
visitarem a cidade dis­ 
ponham de melhores con 
diçõi>s de c0nforto· 
Como cidade frontei 
riça ao Paraguai. p.iíP 
bastante visil:iJo atra'és 
dessa cida:ie, bem que 
poderíamos hospedar aqui a­ 
queles que chegam diariamente 
MÓVEIS DEL 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMÉSTIOS EM CiERA L 
SINTOS E ZONC!NELUl LTDB. 
AVENIDA DUQUE DE CAXIAS 446 HIRDIM-MJ

IS.-L, i-ta. M 28076 	Política e Governo 
_________ .,. _ 
lRIButlA DA fflOlll(IRd 
Fundado em 23/02/72 
Editor - Chofo • ,.),,,,/,/., /.larir,, 
Goronto - Oi/ ,,,, .S1foi1 .S,111tt'J 
0II)A 
Chefe - dl11ircw ú{dair 
Paglnaçüo • _'lclilio d(.. ,~<>IIZ/1 
Impressão • .i!11fz Ctufos !IJ.:dl 
Composição - agtb G'azume Q'ilsen ô. Dutra 
Departamento de Circulação 
Departamento de Cobranças 
Edn Hih,·iro 
Colaboruclorcs 
José Joaquim F,•rrcirn S0111<>, 
Dr. llnroltlo Medeiros, lo«ita losa Gome·, José Glauesy Flo­ 
rc•, J. Hcf,ey 
Diretor Responsável - .:Jv,,/J,, /Jmirn 
TlllllUNA DA FHO TEllt, f 1111111 puhli,·nçilo da Emprrsn 
• Gr{,[irn Tribuna da Fronteira. 
A. II. 1!IS ((O: llltl ISI. llCll!ll-l 
Diretora· Maria E-tela Velasquez Pereira 
Heduçàn, Admini,trn,úu e Oíicinu, • lua Duque de 
Caxias -n - 1-ldn Vi,tn - Mato Grosso 
A opiniões emitidas no- artigos assinados nao represe 
tam o ponto de vista do jornal, podendo até er contrária 
a este. A opinião do jornal, acha-e expressa nos Editoriais 
nos comentarios tio assinados 
Servi e o d: lsnalas, stoa, pudes e ira;a. 
fim alho»l cpiah e ili.ea 
Iralar com o Sr. Waller Esco~ar llunes no posto Rio n,a 
Beln Vi-tu Mato Grosso 
de Theobaldo Amaral 
lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
Borracharia - Balanceamento de Rodas 
Rua Conde de Porto Alegre s/n 
Bela Vistn 	Mato Grosso 
$>coo@;>@>>-> é>& 5o&--é-<-<-±<± 
} asa eartsa tuao # 
i 
j Produtos Veterinários Agrícolas, Ferragens. 
} Artigos de Montaria e Materiais de Construção R 
$ c«o. 
* Av. Duque de Caxias, 606 * 
i C. P. 2. - Fone: 157 .Jardim .'.iC.T. i 
±.soo<cozo<c<o<<os< osassas.o E;& 
, 
PEMDT FRMI 1 
C VE. 10 CD. HOSPITIL 
DE BEL TIi 
liPla Vh;tu, (Sedirnal) 
O funcionullsmo público 
estadual lotado nas re 
partições sediada nesta 
cidade e rnunlclpios cir 
cunvlzlnhos será dentro 
em breve utendiclo pelo 
ln tituto de Previdencia 
Social de Mato Grosso. 
IPEMAT 
Foi o que anunciou 
o secretário de Adminis 
tração, José Ferreira de 
FreitaR, no noticiar a us 
sinatura de um convênio 
entre o IPEMAT e o Hos 
pilai São Vicente de Pau 
la, cujos detalhes foram 
acntaclot< entre o µró 
prio Secretário de Admi 
nistração e uma comis 
são de lícleres e autoi 
dades locais. 
Desta fizeram parte 
a dra. Marilza Aparecida 
Carnniro, • diretora cio ci 
lado Hospital e o senho 
res Fióri i1uran<', verea 
dor e presidente do Dire 
tório ilunicipal ela Are 
na, Pedro Palmierl, pre 
sidente da Câmara iIunf 
cipal e pertencente ao 
Rotary Club local e Cio 
vis Marcelino, ex-prefei 
to e também rotariano. 
DSPIRIIÇÕO 
DNTIGil 
Calc;:ados 
O convênio entre o 
Hospital São Vicente de 
Paula e o lPEMAT "era 
uma aspiração antiga" - 
disse sua diretora. dra. 
Aparecida Cameiro, a­ 
crescentando que atual 
mente os doentes de Be 
la Vista e municipius vi 
Dr. José Ferreira de Freitas 
Secretario de Administração do IPEMAT 
zinhos, süo atendido em 
Campo Grande, distante 
3GO qullometros. 
Aliás, o setor de Pre 
vidência Social tem me 
recido elo Governo Gar 
eia eto especial aten 
çãc. Atualmente cerca 
de 43 municípios mato­ 
grossenses são beneficia 
dos com atendimento 
médico-hosritular do Jns 
titulo de Previdencla do 
Estado. Este número no ll 
no passado era de apenas 
20. 
POSTO SINTD Cl!TllRINI LTDll 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 	" 
Perto cio Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna Ml 
Para senhoras, caval~h~e:-;-1.r=:o~s:--.--:c:;-. ::----"'."..:------------------. 
nanc;:as, artigos esportivos você encontra na 
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Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. 
Avenida Duque de Caxias, 826 
Jardim- Mato Grosso 
[

j 
B«eh Vista. M 203/76 
Prefeitura Municipal 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIST BEL i VIST F- 
EDITIL 
,, 
LRI DENTRO 
Df 60 OI . S COM 
O RESTO DO P· IS 
O Prefeito Municipal d Bela Vista-Mt, em 
• tendlmento ao que dispõe o art. 3° e em confor­ 
:1ldade com o art. 2°, Inciso I ria Resolução tn8 
e 27-11-75, do Tribunal de Contas da União. tor­ 
:a Público o demonstrativo da upllcaçfi~ dos 
'ecursos do Fundo de Participação dos Munieiplos 
:ocebldoe no Rxerclclo de 1.975. 
Responsável: Dr. Ruben Alberto Abbott de 
Castro Pinto 
C. P. F. 003.822.051 
Gestão: A partir de 30 de abril de 1.975 
Resumo da Movimentação dos Recursos 
aldo do exerclclo anterior CrS 48.938,14 
... alor das cotas creditadas no exerc. CrS 687.59,50 
alor do Pasep 	« 12.973,59 
Total da Receita 	« 749.510,23 
despesa de Capital 	» 266.112,97 
Ciespesas Correntes 	« 427.740,91 
Total da Despesa Paga « 693. 53,88 
aldo para o Exerc. de 1.976 » 55.65G,35 
Banco do Brasil .A. C/C CrS .606,0 
Banco do Brasil .A. C/Vinc. CrS 47.050.27 
Detalhamento da Despesa 
Despe a de Capital 
Função Elemento 0etalhamento Parcial Total 
08 Educação e Cul 
tura 
08.42 Ens. 1% Grau 
4.130 Equlp. Instala- 
çõe Pago a Fe- 
maq Ltda. p/ 
aquis. 1 máquina 
de escrever. 3. 17,00 
4.110 Obras Públicas 
Pago a Ozil Os 
suna p/ constr. 
banheiros na 
Esc. erradinho 1.19ll,00 
4.110 Obras Públicas 
•. 	Pago Ind. Com. . 
Mad. Batilani p/ 
on+tr. portões Esc. Jarbas 
Passarinho 1.773,80 
1G 	Transporte 
16.8 Transp. Rodoviário 
4.130 Equipamento € 
Instai. 
Pago a Auto Pe- 
ças Caçula Ltda. 
pela aquisição 
ferramentas do D. 
M. E. R. 25.217,05 
4.311 Amort. Divida 
Pública pago ao 
8. Brasil S/ A 12 
prestações a fv. 
Pasep. ftnanc. 
máquinas 70.680,CO 
4.312 Amortização Em- 
préstimos pago B. 
Brasil- Pasep 
amortização em- 
1 
préstimos - juro 
máquinas rodo- 
10 
viárias i7.243,95 
Habitação e Urba 
l 
10.60 nlsmo Serv. Utlllda 
de Públlca 
4.110 Obras Públicas 
Fornecimento pos- 
tes p/ cercas na 
2 	periferia da cida- 
de: 
03 
03.07 
13 
13.76 
Função 
Pago Djalma Cor- 
rea 3410,00 
Idem u Nelson F 
Mfello 1.660,00 
Adm. e Planejamento 
Administração 
4.140 Material perma­ 
nente pago a Dar­ 
cy F. Mendes p/ 
elaboração album 
da exposição 2.024,00 
Saüde o Sanea• 
mento 
Saneamento 
4.312 Amort. de Emprés 
tlmos pago ao 8. 
1. D. - amortização 
empréstimos SAAE 79.021, 17 
orna Despesas 
Capital 2Gli. l 12.!l7 
De pe. as Correntt>s 
VALOR CR$ 
Elemento Oetalhamento Parcial Total 
08 Educação e Cultura 
08.42 Ensino de 1.o Grau 
3111 Venc. Vantagens 
Fixas pago a pro­ 
fessores das E co­ 
las Municipais em 
1.975 244424,85 
3.120 :18 teria! de Consu 
mo pago P' manu 
tenção das ativida 
des merenda esco 
lar 7. 1,00 
3.1:-10 erviços de Tercei 
ros Pago fretei: p/ 
manutenção ativ. 
Secret. Educação 2.977,01 
Pago Gráfica Tri- 
buna da Fronteira 
p/ Impressos 86:!,:í0 
04 	Agricultura 
04.13 Organ. Agrária 
3.130 Serviços de Tercei 
ros Manutenção 10.000,00 
Convênio Acar- 
mat 
03 Administração Pla- 
nejamento 
03.08 Administração Fi- 
nanceira 
3.250 Contr. Prev. Social 
Contr. ao INPS/FG 
TS/PASEP 105.69,07 
09 Energia e Recursos 
Minerais. 
09.51 Energia Elétrica 
3.120 Material de Consu 
mo 
Aquisição combus 
tivel p/ '.geração 
energia elétrica 55.901,48 
Soma Dsspesas 
Correntes 427.740,91 
Bela Vista -Mt, 12 de janeiro de 1.976 
Antonio Silva Santos Dr. Ruben A. A. de C. Pinto 
CPF NO 029.785.291 CPF NO 003.822.051 
CRC - MT 1.988 Prefeito Municipal 
A instalação da sede 
do Governo do Est do 
nesta cidade, dentro cio 
plano da administração 
Garcia 
1
eto em prorno 
ver encontros regiona Is 
periódicos, já começa a 
produzir os primeiro re 
ultados: foi assinado, 
entre a Tclerna t e o g-u 
veruo do município. a 
escritura de transferen 
ela do acervo técnico 
do sistema de telefonia 
pra aquele órgão esta 
tal. Isso sigífica que 
Jentro de sessenta dias, 
fiela Vista estará lnterli 
gada a todo o llistema 
nacloual de telecomunl 
cações, falando por tele 
fone com as principais 
cidades do país. 
A CPrimôoia foi rea 
llzada, na sede do govcr 
to, Centro Educacional 
José Fragelll, com a pre 
sença de autoridades fe 
derais, estaduais e mu 
niclpais; Atualmente. a 
cidade tem um serviço 
telefonico explorado pe 
la Prefeitura Municipal 
e poderá falar com o 
resto do pais, assim que 
for instalada uma torre 
do sistema SS de tele 
fonia, ~ tão logo alguns 
problemas técnicos se 
jam resolvidos, A corou 
nlcaçiio com outrus cen 
tros brasileiros, ser3 fei 
ta através •te Campo 
Grande. cujos servi 
ços i11terurbanos tem se 
mostrado satisfatórios 
nos últimos anos, devi 
do a raµiaez e efícíên 
cia verificados. 
ISS/TURa 
Pela Telecomunica 
cães /A - TELEMAT. 
assinou a escritura pú 
bhca de transferencia 
seus diretores, Srs. Guí 
do Antonio Barbosa Fre 
gapam e Djalma Bastos 
de Morais, diretor de o­ 
perações. Na oportunlda 
de serviram de testemu 
nhas do ato, o Goverua 
dor Garcia Neto e o ge­ 
rente_ da rlelegacia da 
receha federal nesta ci 
dade, Sr. Gilberto Alves Correa 
Dentro de curto prazo, 
segundo os planos da 
Telemat, Bela Vista esta 
rá ligada aos demais 
centros do país, com a 
implantação de seu ser 
viço de telefonia interur 
bana.

Iela Vi-ta. M 2007 	E gin o Politia e_@0"%P% 
-------- 
IU UHIDI 1 
lf - O DE Bflil VISTA DO 
Dr. Cássio Leite de Barros 
Vice-Governador 
"Chegou u hora e a 
vez do rtesunato", dis 
se O. Marlfl Lygia de 
Borges Garcia 0o discur 
sur na solenidade de inu 
guração da asa do Ar­ 
tesão de Rela VI ta na 
presença do go,·ernarlor 
unrcia Neto. do vlce-Go­ 
verndor Cssio Leite de 
urros, do prefeito Ru 
ben de Castro Pinto, 
dos secretários de Esta 
cto e demuis uutorirlndes 
prese•Jtes uo aconteci 
mento. o principfll de 
cunho emlneotAllente !IÓ 
c1o-cuiturnl. dentre a pro 
gramação governamental 
u ser cumprida nesta ci 
dade, eda µrovisórin 
do Governo Mato-gros 
sense. 
Ao agradecer a suu 
duçüo que lhe foi dirigi­ 
ria pela senbc,ra Clotilde 
ele Castro Pinto, primei 
ra dama do município, 
D. Maria Lgia ele Hor 
ges Garcia, que é a pre 
sidente da Fundação de 
Promoção Social - voltou 
uftrmar que a vulorl 
zução do artesão e o 
soergulmento do arttisa 
nato serão suas principais preo 
cupaões à frente d Pro­ 
Sol, que já fundou casas 
de artesão. em Cuiabá, 
Campo Grande, Doura 
dos, Rondonópolis. Co 
rumbá e agora Bela Vis 
ta. 
MAZRE RESL 
PARGUI 
Com trabalho em 
c<>uro, cerilmica e ma 
deira e Csa do Arle ão 
de Bela Vista tem muito 
o que mostrar nüo so 
mente a Mato Grosso, 
mas ao próprio Brasil. 
As cnlcbas e as toalhas 
de mesa de nbanduti, 
por exemplo, {renda de 
origem paraguaia). os 
doces e licores - prlncl 
paimente o de guavira - 
e uma infinidade de ou 
tros objetos expostos 
ncslo 1.n Feira de Artesanato. 
Além de evidenciar a habilida 
de e a capacictade cria 
dora dos artesãos da re 
gilo, unem de maneira 
cada vez mais fraterna 
brasileiros e paraguaios 
residentes nesta parte 
de fronteira", afirmou 
Clotilde de Castro Pinto 
na saudação às autorida 
eles presentes. 
Com Intercâmbio eu 
tre as casa do artesão 
que jé começa a ser le 
vado a efeito pela Fun 
dação de Promoção So 
eia! e espera a ProSo! 
lançar o artosanato ma 
togrossense para o resto 
do pais. O primeiro grau 
de Passo neste sentido 
será a inauguração em 
princípios da abril vin 
douro da Casa de Arte 
são de llu to Grosso_ em 
São Paulo - anunciado 
pela Primeiru Da 
ma do Estado de .lato 
Gro so. 
Graças u este con 
graçamento, é que os be 
la vistenses poderão ad­ 
quirir produtos de artesa 
nato cuiabano e vice-ver 
sa, o mesmo acontecen 
do entre as demais ca 
sas já em funcionamento 
numa perfeita integração 
sócio-cultural de llato 
Grosso. 
INDICIDOR PROF ISSION 
DR. JOBCYR M. MOREIRll 
Médico • Veterinário 
(IRE[O. A 4 1 - Ih Iiltau 
fl! I5II IA0 SR05S2 
DR. EVERALDO A. ROCHA 
tI- RI 4 II 
Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 
856 Porto M urtinho Mt 
HAR0LDO MEDEIROS 
A arte dos belavís 
tenses (brasileiros e pa 
ragua!os] nos fala de tu 
do: de Brasil. da glórias 
e de amor, disse a lrresi 
dente dn Fundução de 
Promoçãv Social ao cor 
lar a fita simb_ólica 
dando por inauguraria 
a Casa do Artesão de 
Bela Vista. 
. . - . . . ia.-i 
a 
Venda mais seus 
Produtos Anuncian- 
do no 
Jornal 
Tribuna 
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- MAIO GROSSO 
I 
{ 
[

Politía e Governo 
''YIEMO PI 
1 
DISSE GARCIA NETO AO INSTA 
CiOVERNO EM BELA V S A 
o 
• 1 
2I 
Governador Garcia Neto 
A instalação do go 
vêrno em Eela Vi ta 
não é simbólica. E ta­ 
mos aqui pura trabalhar 
sem fosta , banquetes e 
recepções, tal como a­ 
conteceu da, vêzes an­ 
teriores enu Dourados e 
Barra do Garcas. 
Cumprimos desta 
feita, mais uma etapa 
administrativa cuja filo­ 
sofia principal é a des­ 
centralização. Os pro­ 
blemRs bela vistenses já 
süo conbecidos do go­ 
vernador e aqui - nossa 
equipe de governo ese­ 
ra solucionar alguns 
deles." 
do udoeste matogros­ 
sense e 1 prefeito do 
municipio da regitlo, 
além do vice-Governa­ 
dor Céssio Leite de Bar 
ros, pelos presidentes 
du Asseu,bléia Legisluti 
va deputado elson Ra­ 
mos, Tribunl' I de Justi­ 
çn, De ·embargador Do- 
Foi o que afirmou o 
governador Garciu Neto 
ao instalar a sede do 
govêrno de llato Gros­ 
so em Bela Vista. ás 
margens do rio Apa. A 
solenidade que teve co­ 
mo local o Gremio "Pe­ 
dro Rufino" foi presen­ 
ciada por todos os se­ 
cretários, presidentes de 
autarquias e empresas 
de economia mista, de­ 
putados federais, esta­ 
duais, pelos senadores 
Mendes Canale, ltalivio 
Coelho e Saldanha Der­ 
zi, ex-governadores Jo­ 
sé Fragelli e Luis Gar- 
eia, de Sergipe, autori­ 
dades civis e militares 
....----------- 
i 
1 
mlngos Sávio Brandão a maioria déles lntegran 
de Lima e Ministro Jo- tes do "Clube do Laço" 
ão Arinos que represen- - que congrega oi; me­ 
tou o presidente do Tri- 
bunal de Contas. 
HOMEM&EM O 
CLUJ 0 LO 
O Governador Gar­ 
cia Veto desembarcou 
no aeroporto de Bela 
Vista pontualmente às !J 
horas acompunhado la 
Primeira Dama - D, Mna­ 
ria Lygla de Borges 
Garcia. do chefe da Ca­ 
sa Militar, Coronel An­ 
tune e de seu irmão, o 
ex-Governador e depu­ 
tado federal em várias 
legislaturas, por Sergi­ 
pe, Luiz Garcia. 
Depois de cumpri­ 
mentar as autoridades, 
o Chefe do Executivo 
mato-grossense dirigiu 
se para. o centro da ci­ 
dade. Antes le chegar 
ao Grémio "Pedro Rufi­ 
no" - local da solenida­ 
de de instalação do go­ 
vêrn - o Governador 
Garcia Neto foi homenu 
geado por 74 ginetes 
brasileiros e paraguaios 
Senador Mend_es Canale 
Ihores cavaleiros do u­ 
doeste matorossene. 
enador aldanha Oerzi 
EXERKIO A 
DEMOCRACIA 
A certa altura de 
Fua alocução o Gover­ 
nador Garcia Neto afir­ 
mou que ao de!xar seu 
gabinete oo Palacio Pa­ 
iuguás purn dialogar 
com o povo, com as li­ 
deranças - com as bases 
está exercitando a de 
mocracia. 
R.-ferindo-se ao ex­ 
governador .J o é Fragel­ 
li presente à mesa das 
UM GO%ERIJO H 
O toque humano da 
solenidade de instal11.çãc, 
do governo em Bela 
Vista foi quando o Go­ 
vernador Garcia Neto 
referiu-se com toda én­ 
fase ao plano de disten­ 
ção social que vem sen­ 
do levado a efeito em 
sua gestão. Sem conse­ 
guir disfarçar sua emo­ 
ção, o Chefa do Execu­ 
tivo disse por exemplo, 
q:1e uma ligação de luz 
domiciliar efetuada pela 
CEMAT" pode parecer 
para alguns urna obra 
pequena, sem importfiocia 
uutorldadel', o Chefe do 
Executivo mutogrossen­ 
se disse tratar se de 
. "uma prova de continui­ 
dade administrativa", ci­ 
tando inclusive. as vá­ 
rias óbras iuiciadas na 
estão passada e oncluida« na 
atual, como marco da 
implantação de uma 
"nova mentalidade ad­ 
ministrau,·a em Mato 
Grosso". 
N 
mas que representa mui­ 
to pura a familia hu­ 
milde que a recebe. 
"Entrar de casa em 
cas, penetrar nos lares 
de todos os mato-gros­ 
senses é o que mais 
nos gratilica. disse o Go 
vernador, porque temos 
a certeza de que esta­ 
mos fazendo um "Gover 
no Humano", dentro dos 
principios da Revolução 
de março de 64.. 
(Continua na 
Página 08)

Política e Governo 
Estimulantes: Drogas Psicoanaléticas: 
io us que elevam 
n tnno p,;iqulcr1. Cr:m 
preendem desde os estl 
malantes uuveu té as 
que levam a disforius 
(anslrdadrs, mul-eslnr) 
aceutuadas. Tais drogas 
podem ser "pslcolônlcus 
e onerglzuates psiqui 
cns": são us que esllmu 
Iam a vigília e diminuem 
11 sensuçfio de fadiga. 
l'odem ser também "ti 
molétlcu1.1 ou estlmnlun 
tus 10 humor": s!lo as 
drogas que agem sobre 
us depresõet1 pr!:'clomiuan 
lemonte de caráter eudó 
eno isto é provocadas 
dentro do próprio orga 
nlsrno. Nu llnguu!{em po 
pular, us tlrngas pslcoa 
nalétias, em geral, são 
conbecldus por "boli 
nhas". 
Dcprlmontes: Dogas 
• Pslcolétlcos: 
São us que dimlnu 
em a dl,;poslç!lo pslcoló 
(antinua&ão d Página 07) 
Saudando as Forças 
rmdas, representadas 
a slenidnde pelo Te­ 
nente-Carouel Ricardo 
Luiz Bueno Guimarães, 
cumandaute do 10º Re­ 
glmenl•• de Cavularla, 
aqui sediado, o Gover­ 
nador Ga•·cia Neto res­ 
saltou o seu papel na 
manutenção da ordi::m e 
das liherdnde!'. ucres­ 
cuntando que o Brasil 
11110 l"nfrentu o receio 
o o mêdo - moles que 
afligem hoje até mesmo 
alguma. nações conside 
radus desenvolvidas. 
Ao dirigir-se ao De 
-:P.mburgatlor Domingos 
::,u,•i(, llrnu,tiio t.le Lima, 
prl'i-irlrnte do Tribunal 
te Justiça., o Chefe do 
Executivo afirmou que 
su,, presença em Bela 
Vistr, ti nos muis longin 
Ao íuzer referências 
às gtundes polencialidu 
des de Mato Gr0:so, o 
Governador Garcia elo 
exortou as forças vivas 
du comunidade u se uul 
rem conlru os "pessimis 
Ao nnuucilll' pela se 
gnnda vez a visita elo 
Presidente Ernesto Gei 
sel no próximo diu de 
abril u Cuiabá e no dia 
seguinte a Dourudos. o 
Governador Garcia Neto 
reafirmou a condição de 
Mato Grosso de "Estado 
Solução .. , - cujas poten 
clulidadt'S, principulrnen 
te no setor ngrícola-dfto 
lhe a possibiliciude de 
responder u curto prazo 
aos investimentos do go 
verao federal, "cuja pre 
sençu se torna cada dia 
T'PUis afetiva no Estado". 
quos ponto do território 
mato-grossense tornam 
u justiça ··cucln vez mais 
cirnâmicu .. e, verdadeira 
mente em sintonia com 
os anseios e aspirações 
cio povo. 
tas-fazedores de drama. 
acrescentando que não 
são sóm ... nte os mato­ 
grosoeuses que prP.cis!!.m 
dessa união- "mas todos 
os brasileiros·•. 
gica geral, seja reduzin 
do a vigllla, sr.Ja eslrrl 
lnndo a faixa do poder 
iuteloctual, -'eja. cíeprl 
mlndo uiu:Ja as tensõeH 
emociona IH. 
A ciusse de depri 
mentes (psicoleticos) en 
glolJa grande número de 
droga. 
-hlpnóllcus ou bipno­ 
sedallvas ( que fazem 
dormir); são os barbllu 
ruloe; 
1 
- tranquilizantes (aeal 
• lllfllll, (l"lll(JUÍii;1,;1111): f:ÚO 
as "neuro[éticas" ou tran 
quilizuutes mulore ... e H'i 
ansioliticas" ou tranqui 
lizanlcs mcuores: 
- unalgésicos f llram 
a dor]; entre essas dro 
as a mais comum é a 
morfina e a mais perigo 
sa é heroína: a morri 
na derivada do ópio e a 
herc.ínu derivada da mor 
fina por modificações 
química feitas no labo 
ratórlo. 
Garcia Neto disse 
mais, que o povo afio 
Jeve se empolgar com 
as palavras dos pesslmi 
tas" - que só se preocu 
pam :em mostrai· os clefei 
tos dos governantes' a­ 
rirrnauclo que o pontos 
po itivo devem ser tam 
bérn mostrados. 
O Governador citou 
como exemplo a noti 
cias alarmantes que da 
vam como "certa", uma 
quebru da ordem de 30 
a 40 por cento da safra 
de urroz na Grande Dou 
rudus, 11 maior- dentre to 
da ai- regiÕE'S produtora 
do E lado. adiantando 
que [oi iuformudo pelo 
próprio gerente local do 
lfanco do llrasil, de que 
tal quebra não pa sará 
ele no máximo 15 por cen 
to, indiee perfeitamente 
aceitável - dentro de lo 
das ns previsões. 
Antes de concluir 
sua oração o Governa 
dc,r Garcia eto afirmou 
que a presença ue todh 
sua equipe de gnveroo 
em Bela Vista servirá'' 
para reforçar o patriotis 
mo•· ·de seui,; auxrnures 
clas&it"icando os belavis 
tenses de "sentinela avan 
ft E D 
çada da pátria brasi 
leira". 
O Chefe do Executi 
vo fêz uinda questão de 
exaltar o entrCJsameut,, 
existente entre êle e o 
vicE>-governador Cássio 
Leite de Barros sempre 
"presente em todas os 
grandes acontecimento 
do Estn1o, participante 
atuante nas 1h,cisÕE.i, de 
relevílacia para .lato 
Gros o. 
Terminada a soleni 
dade 110 Grêmio "Pedro 
Rufino" que r1urou npro 
ximadamente uma hora­ 
o Governador Garciu Ne 
to, o Vice-C'á sio Leite 
de Burros. lodo., os se 
cret!i.rios e presidentes 
de uutarq1.Jius e ,..mpre 
sas ele economia mistu 
deslocaram-se para o 
Centre Eclucacioaal .. ,lo 
sé Fragelli". - e colhido 
para sede do governo e 
COILcçaram a despachar 
normalmente. o prefeito 
de Bela Vista, por ser 
anfitrião. General Ruben 
de Castro Pinto, foi 
0 
primeiro a ser recebido 
em audiência pelo Gover 
na dor. 
Aluiu;as. uns is:lslas 
São as que desestru 
turam a atividade men 
tal; pr-oduzlndo qundro,­ 
semelhantes às psicoses. 
alucl11ações, delírios. f'en 
ações de desperonali 
zção, perda das noções 
de tempo e espaço. Cha 
mam-se também "psicoti 
comlrnétlcas", porque 1ml 
tam psicoses que ó a ma 
neira médica de se cha 
mar as doenças mentais 
ou ''loucuras". Esta1< pro 
duzem os slutomus carne 
teristcos de diRtúrblos 
de Rensopercepçúo (Isto 
é, os 8entidoR apreendem 
a realidade de munclra 
falsa) e do julgamento: 
assim, por exemplo, a 
maconha. o LSD, a roes 
<:allna, entre !antas ou 
tras 
S si:s Psi:utelitas 
Todas as dt·ogas que 
altnam o sistema nervo 
so central num sentido 
totalmente anormal, ali.o 
coubecídas pelo apelatl 
vo de "substâncias psi 
ccdélfrati", lsto é, "reve 
la doras da pslqué". 
As "substâncias pico 
délicas" que produzem 
efeitos psicodélicos cos 
tumaw dividir-se em três 
grupos. conforme seu 
grau de intensidade: 
- as psicodélicas que 
atuam num nivel inferior 
do sistema rervoso. des 
tas, a mnls conhecida é 
a maconha; 
- as psicodélica que 
atuam num nível médio 
du Ristema nervoso. Nes 
te grupu podem citar-se 
a "mescalinn... substâo 
eia extraída de certos 
cacLns ria Américo Ceo 
tral, "e a ··psilocibi 
na··, utstância ativa de 
certos fungos alucíoóg<i 
no que existem no Méxi 
co; 
- as psicodélicas que 
atuam num nível supe 
rior do sil!lerna nervosCJ, 
como é o caso do ácJdo 
lisérgico'', • ou L D-25 que 
por causa de sua extra­ 
ordlnária potência, aca 
ba constituindo-se num 
caso à parte. 
Continua na pró- 
xima Edição 
u ÃO JIGRICOUI uoa. 
"Uma Firma Q A" d C • 
ue JU a a onstruir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mos Dada com O AGRIUJLTOR 
e 
O 
povo Belávistense 
E CEIEI 
Perto da Ponte Internacional 
- 
_:.EJ~: =-::/.!.:~:· _~::lj:)~~j~j 
-- 
Avenida Teodoro Sativa 
a 
r 
{ 
i

------------------------------~--------------------~------- 
Politica e Governo 
"ADMINISTRAÇÃO 
UMA 
DE CiARCiA O 
OVA MENTALIDADE" 
• 
PES T 
•·como u planta re­ 
cebe u chuva, como o 
dia recebe a luz, osstm 
Bela Vista recebe o seu 
Governudo1·", ufürnou 
durunle discurso que 
proferiu nu instulução 
do governo nesta cida­ 
de, o prefeito do :'lluni­ 
cípio, sr. Ruben de Cus 
tro Ploto. O prefeito de­ 
clnrou também que u 
lmpluntuçilo do Governo 
de Mato Grosso em sua 
cidade representa" o 
marco Indelével ele uma 
nova e sadia meutulina­ 
rle udministrntivu", a­ 
crescentando que "e su 
adrulnislmç1o do gover 
nu dor ,J o é Garcia 'elo 
está voladu. realmente. 
para n ação competente 
e dlnllrnica requeridas 
pela taref!J. ele busenr 
novas e melhores solu­ 
ções para os diversos 
problemas de nos " Ei;­ 
tado". 
O rll cur o do pre­ 
leito Castro Pinto foi 
proferido no auditório 
do Grõmio "l'eclro Rufi­ 
no", onde o pnvo se 
misturou à diversas 
autoridades presentes 
para saudur o Governa­ 
dor e seu secretariado, 
além de membros das 
principair1 11uturqulu1:1 P 
mais importantes órgãos 
da administração direta. 
Já no aeroporto, o Pre 
feito de Bela Vista, que 
recebeu o Governador 
Garcia Neto e Primeira 
Daina do Estado. seuho­ 
ra Maria Lygia de 13or­ 
ges Garci... afirmou que 
"a partir desta data, o 
panorama sócio-econô­ 
mico de BE'la Visla se 
transtorm,mi., com u im­ 
pl1111taçào do Governo 
ele Vossu Excelencia em 
nossa clrlade'· 
É o seguinte o dis­ 
cut·sõ do prefeito Ru­ 
ben Custro Pinto, na 
solt•nidacle de instnluçüo 
do Govcruo do Estudo 
em Bela Vista: 
Ne te momento, o 
coração vib1 ante do po­ 
vo de 13ela Vi ta, refie 
tiudo !i1>bre II vi ita do 
Exmo Dr. Garcia Veto, 
é co:!! honra que vemo­ 
impluntudo o Governo 
um uível da i,Ua irnpor­ 
tancla geogáfica. se111- 
re esquecidos em seu 
passado politico. Com 
• amplas posslbiiidaden 
de crescimento em {to­ 
rlo.~ os Retoref'!, !iela 
Vista, através ria ;ml1,. 
vra de seu prefeito, snú 
da, {unida e esperançosa, 
o seu governa !or. dou­ 
tor ,José Garcia Neto. e 
torlo o sen governo, nas 
uessoas dtj SPUS secre­ 
iarioR de EstaclP e rle­ 
muis nuxillare!S. na cer­ 
teza plena que a Histó­ 
ria registrará hoje o fa­ 
to mal Higniricativo de 
uu vida, inédito e inde­ 
lével, para o acordar de 
uma rigura de prr!gres • 
S'l, desenvolvimento eco 
nomico para a nossa 
terra. Congratulo-me, 
neste momento, eom o 
povo em geral. A Im­ 
prensa sempra presente 
nos granJes acontecimen 
tos de nossa cidade, pe­ 
la feliz ocasião que nos 
proporcionou a provirlea 
cia, desde o mais alto, 
espirita de irlealismo e sa 
dio putrioti mo, nesta ter 
ra tão querida, para aju 
SERRARIA 
do Estado de Mato Gros 
so em nossa cidade Co­ 
mo a pluuta recebe a 
chuva. como u dia rece­ 
be a luz, assim Bela 
Vista recebe hoje o seu 
Governador, o ilustre dr 
,José Garcia Neto, reco­ 
nhecendo em sua visita. 
durante esses três dias 
indeléveis, o março de 
uma nova e adia men­ 
talidade admiaistrnlívu. 
voltada realmente para 
ação dinumica, eficiente 
da mobilidade e energia 
requeridas pela grande 
tarefa de buscar novas 
e breves soluções para 
os l}rl'plemas humanos 
de nossa cidade. Ao dis 
tinguir Bela Vista como 
sede do Governo do Es­ 
tado, numa demon tra­ 
çilo de interesse e con­ 
fiança em nosso pedido, 
o nosso governador, dr. 
J osê G:i reia elo conse­ 
gue a mais profunda di­ 
mensão ao legítimo e 
antigo sonho do prefeito 
de 13ela Vist.8 :de elevar 
a econonia, na política, 
a educação, a saúde, a 
comunicuç,1o e o turi - 
mo em nossa terra a 
CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
ma<le-ira errada 
Antonio João - Mt 
De Antonio Remo Penzo 
dar a realizar o grandío 
o programa de Governo, 
visando nleançar u inde 
pendencin economia, 
c-ultural e politiea do 
uoso pais Entrego, nes 
te momento, veste dia 
18 de março de 1/76, ás 
dez horas lesta lumlo­ 
su manahã. o Excelen­ 
tissimo Governot do Es­ 
tudo de Mato Grosso e 
ao seus dignos auxi­ 
liares, u nossa modesta 
cidade, na certeza de 
q1e os ses obres ab­ 
jetivos serão aceitos por 
Deus e alavçarão os 
seus desiguos no porvir 
ri,oó!Jo q:.:e Belu Vista 
aguarda ancioa e con­ 
fiunte". 
Ora<ão ao Menino 
Jesus de Praga 
O j Jesus qt.:e c.!isses 
te: peça e 1eceberáH; 
procura e oehnrú!!; bate 
e a port se abrirá. Por 
intermédio de Maria Vos 
sa Sagrada )Iãe PU bato 
procuro e Vos rogo que 
minha prece seja atendi 
da (.lencíona-se o pedi 
d0). 
Oh! Jesas que disses 
te: "Tudo o que pedires 
ao Pui em meu nome 
Ele atenderá". Por inter 
rnédi.> de :faria Sagrada 
Müe. eu humilr!emente 
Jog<.1 au Vosso nome que 
minila oração seju ouvi 
da. (Jer.cioua-se o pedi­ 
do.) 
Rezar 3 Ave-Maria 
e l '.ilve Rainha. 
Nota. - Esta ora­ 
ção quem reza com fé. 
obtém multo êxito. Em 
caso urgente fazer a 
novena em 9 (nove) h::­ 
ras 
(Publico por ter re­ 
cebido uma graça). 
M. E. s. 
MINERRÇIÍO BODOQUE LTD!I 
"Proôutor do Calcáreo Bodoquena" km 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato· Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (a lado do Hotel Oriente) Caix. Postal 8

IC 
Governador Garcia Neto 
Na opinliío do gover 
nador Garcia Neto, o 
Pais está iniciando um 
processo democrático e 
por isso precisa do apoio 
irrestrito tlnqueles que 
"formam a opinião públi 
ca", evitando-se o rali 
culismo, assegurou o 
Chefe do Executivo m 
togrossense, ao pedir 
nesta semana toda aju 
da possivel ao Presiden 
te Geisel "talvez o pre 
sidente de maior forma 
ço democrática dos ül 
a representantes da 
prensa. 
gem que u imprensa cuia 
bana prestava ao presi 
dente do diretório regio 
al da ARENA, Enio Vi 
eira, o governador disse 
que "se perguntarem se 
nós estamos vivendo u­ 
m a democracia e m 
nos o Pais, eu diria que 
não e se me pergunta 
rem se estamos vivendo 
numa ditadura, eu diria 
também que não". 
Depois de lembrar 
que o presidente Geisel 
tem manifestado o dese 
jo sincero de implantar 
o regime democrétieo, 
Garcia afümou que hoje 
!ui um desejo comum de 
caminhar-se para o aper 
feiçoamento do istema 
vigente uo Brasil, acres 
centanclo que esse a.per 
feiçoamento só será po 
ive) se todos e tiverem 
unidos. 
Ao reafirmar a im 
portãncia do papel da separação, através · da 
imprensa na afirmação úlllma. lágrima. 
im do regime democrático, 
Segundo Garcia "ai 
de nós. politicos e jor, 
listas. se a almejada de 
mocracia não puder ser 
instaurada no Pais. To 
dos nós, os políticos e 
os jornalistas, não tere 
mos o que fazer, vamos 
ser marginalizados", o 
que sómente crê na ins 
tauração de um regime 
com a colaboração des 
tas duas classes. 
No pronunciamento 
timos anos", ao se dirigir feito durante a homena 
Garcia Neto prometeu 
seu apeio total à Casa 
do Jornalista de Mato 
Grosso, pois o homem 
ligado aos meios de co 
municação social é o 
que "forma e conforma 
a opiuitio pública e dai 
a relevância de seu pa 
pel no processo democrá 
tico". 
Nenhum sofrimento, 
na Terra, será talvez 
comparável ao daquele 
coração que se debruça 
sobre outro coração re 
gelado e querido que o 
ataúde transporta para 
o grande silêncio. 
Ver a névoa da mor 
te estampar-se, inexorá­ 
vel, na fisionomia dos 
que mal amamos, e cer 
rar-ibes os olhos no a­ 
deus Indescritível, é co 
mo despedaçar a própria 
alma e prosseguir viven 
do. 
Digam aqueles que 
já d treltaram de encon 
tro ao peito um filhinho 
tran figuraào em 
a n j o d e a g 0 u1a, 
um esposo que se eles 
pede, procurando debal 
ele mover os labios mu 
dús; uma companheira 
cujas mãos consagradas 
à ternura pendem extin 
tas; um amigo que tom 
bP. ele falecente para 
ão mais erguer-se; um 
emblaote materno acos 
tumado a abençoar, e 
que nada mais consegue, 
se não a dorda extrema 
Falam aqueles que, 
um dia. se inclinaram, 
esmagados de solido, à 
Irenle de um túmulo; os 
que se rojaram em pre 
ce 011 rlnzas quo reco 
brem a derradeira recordação 
d o s e n t os inesque 
cíveis; os que cairam, 
varados de saudade, car 
regando no selo a esqui 
re dos próprios sonhos; 
os que tatearam, gemco 
do a lousa Imóvel, e os 
que soluçaram de angus 
tia, no adito dos próprios 
pensamentos, perguntan 
do, em vão, pela presen 
ça dos que partiram. 
Bem por isso, avali­ 
amos a dor que in­ 
vade o coração de cada 
um dos familiares do 
grande amigo Ivam, que 
atendendo ao chamado 
do pai Celestial, deixa 
o mundo terrestre, para 
ingressar n o Plano 
Espiritual. 
Ivam; nunca serás 
esq'.!ecido entre os que 
ficam e que aguardam 
a mesma ordem. Que 
Deus, em sua bondade 
fecunda e Iofiolta, lhe 
dê o descanso merecido 
e que os Mentores Es­ 
pirituais o amparem na 
longa caminhada da 
volta. 
(Ly ... ) 
casa 
de Leontina do Prado Ferreira 
BIUL 
Produtos alimeticios em geral, bebidas, secos e molhados 
Rua 
latarias em geral 
13 de junho 
Jardim 
380 
Mato Grosso 
.,, 
C IJIL 
REVENDEDOR AUTORIZADO 
VOLKSWAGEM 
Rua: 1º de Maio - 563 
Jardim - Mato Grosso 
f 
I 
l

Bela Vi»ta, M 28/03/76 
Politica e Governo 
1 GIRCID NETO EXORTII JOVENS 
1 RENEGAR IS OI D 
O Governador Gar 
ela Neto exortou a Ju 
ventude mato-grossense 
a renegar as ditaduras 
e voltou a condenar a 
posição dos radicais de 
direita ou de esquerda, 
ao agradecer a homena 
gem que lhe foi presta 
A certa altura de 
seu pronunciamento o 
Chefe do Executivo rua 
togrossense afirmou que, 
ao discutir os problemas 
do povo-dlretameote com 
as bases-está &xercltando 
da pelos estudantes de a democracia em todR 
Bela Vista e de todo o a sua plenitude. "Isso 
sudoeste do Estado, que é possivel nos regímes 
lotaram as dependencias ditatoriais, onde os go 
M 
M 
ERH 
D 
do "Cine São Cristóvão", 
nesta cidade. 
vernantes i:e Isolam e 
não mantém diálogo de 
eunho popular. 
Reivindicações em 
Jogral 
Acompanhado de to 
do o seu secretariado e 
principais auxiliares da 
administração direta e 
indireta, o Governador 
Garcia Neto tomou co 
ENDGEI @- 
TE DO 2° EXÉ no 
Díscur o de Gastão 
Muller na Cumura dos 
Deputados. 
enhor Pre idente, 
Senhores Deputados, 
Desejo assinalar, nes 
te rápido pronunciamen 
to a honra que Cuiabá 
Capital do nosso imenso 
Mato Grosso, está pos 
suldis em saber que um 
cuia bano ilustre assume 
a alta posição de Comun 
dante do IIº Exército, 
com séde na Capital Pau 
lista e com jurisdiç!lo 
e:22 Mato Grosso. "Cuia 
bano da gema", como se 
costuma dizer, o General 
de Exército, Dllermando 
Gomes Monteiro. o Dllê 
Para os amigos de sua 
geração e parentes de 
Cuiabá, chegou faz pou 
co tempo ao mais alto 
Posto da hierarquia mlll 
tar no Brasil, no tempo 
de paz, que é o de Gene 
tal de Quatro Estrelas, 
corno BE rala, vulgarmen 
te, isto é General de E­ 
Xéreito. 
O que se pretende 
destacr, Sr. Presidente, 
Srs. Deputadcs, é que o 
Excelentlsslmo Senh.>r 
General de Exército OI 
lermando Gomes Montei 
ro, é originário de uma 
tradicional familia cuiu 
bana. de poucos recur 
sos flnancdros. tentlo si 
do o seu genitor João 
Goml''- ilouteiro, modes 
tu comerciante. num bair 
ro da Capital Matogros 
sense, por largos anos, 
até criaoclo a sua uume 
rosa prole, tornando-se 
muito conhecido e que­ 
rido pela população da 
área, sendo u sua casR 
cr,mercial como que um 
ponto de referencia, jun 
to a ponte sobre o "Cór 
rego da Prainha", e até 
hoje, Intitula-se para 1- 
dentificação como a 
"Ponte do João Gomes" 
Desse ambiente mo 
desto mais austero e 
de uma familia muito 
bem organizada é que 
velo o homenageado. 
Militar por vocação, 
o Generaf Dllermando 
Gomes Monteiro, conse 
gulu. por esfQrço próprio 
atingir todos os postos, 
chegando flO máximo, 
graças a Inata capaclda 
de de comando, de Ude 
rança e de habilidade 
pessoal pois. é por vocu 
ção, também, um caya 
]heiro, em todos os sentidos 
Não nos cabe,ngora 
r. Presidente, 'rs. Depu 
tudos, aqui fazer a bio 
grafia. do ilustre cuiabu 
no, pois, i so demanda 
ria maior tempo na Tri­ 
buna, o que, no caso a­ 
grediriu o Regimento da 
Casa. 
Quero sômente, 
como malogros 
sense e representante de 
forma especial de Cuia 
bá, apresentar ao emi 
nente conterrâneo Gene 
ral de Exército Dilerman 
do Gom es Monteiro, os 
efusivos parabéns pela 
ascenção ao Com:rndo 
do liº E."Xérclto Brasilei 
ro e declarar que Cuia 
bá, especialmr.nte, por 
ser a sua cidade natal, 
sente-se bastante orgu 
lhosa pelo destaque na 
vida profissional, do se· 
querido filho. 
nhecimento das reivindi 
caçoes dos professores 
bela vlstenscs, quando 
um jogral eslurlaniil as 
enumerou de viva voz - 
cantanclo antes o Hino 
Nacional. 
Na ocasião foi firma 
do o convênio entre o 
Instituto de Previdencia 
de ato Grosso- IPEAT 
e o Hospital ão Vicen 
te de Paula, lendo o SI:! 
cretário de Administra 
ção, bacharel José Fer 
reira de Freitas, repre 
sentando o Estado, e Ora 
Marilza A parecida a di 
reção do Hospital. 1 11!0 
convênio os funcioná 
rios públicos estaduais 
Jutaclos nas repartiçõP 
sediadas em Bela Vista 
e cidades circunvizinhas, 
passarão ser atendidas 
nesta cidade e não em 
Campo Grande - distan 
te 360 Km como acon­ 
tece atualmente. 
Esforço 
Ressaltado 
Em nome dos profes 
sores bela vistenses, fa 
A Assembléia Legis 
!ativa aprovou proposi 
cão do Deputado 'Valter 
Pereira, solicitando ao 
Governo estudos de via 
bilidade para abertura 
de uma linha ds crédito 
'Faço, votos que no BEMAT, pare fina 
Sr. General de Exército ciamento de carro pró 
Dllermando Gomes Mon prto 8:º
5 professores es 
te!ro, seja bastante feliz taduais. 
na árdua missão que lhe Em sua justificativa, 
foi designada pelo Sr. o representante emede 
Presidente da República bh,ta destacou que "mui 
Ernesto Geisel. Sei que tas vezes Os professores 
esses votoP, são também silo constrangidos a an 
de toda a população ma dar pendurados nas por 
togroE>sense e cuh1bana tas dos coletivos super­ 
de forma toda especial. lotados, para cumprir o 
Iou David Boufim dr. O­ 
livelra, que ressaltou o 
esforço do aoverno Gar 
cia Neto no setor P.duca 
clonai enfocando de mu 
neira especial 'o que a 
atual administração vem 
fazendo para melhorar 
o padrão de vida e as 
condições de trabalho 
dos que se dedicam uo 
magistério. 
Ao encerrar bllUR pa 
lavras, o governador 
Garcia Neto disse os 
estudantes que suas rei 
vindicações seriam devi­ 
rlamente apreciadaR. cou 
cltandc:.,-os a estudar ca 
da vez mais, para que, 
mais qualificado8, pos 
f'am lransform&r-se nu 
o.a força de trabalho 
verdadeiramente útil a 
Mato Grosso e ao pró 
prlo Pais. 
Mato Grosso recisa de 
vocês" - concluiu o Go 
vernador. 
OEPAIO SER 
rEssé 
MOTORIZADOS 
horário nas distantes es 
colas que lecionam". 
Ressaltou finalmente 
o parlamentar que "os 
atuais níveis salariai.s do 
professorado malogros 
sense, tornam proibitiva 
a aquisição do carro pró 
prio nas condições vigen 
tes nas Instituições parti 
culares, sendo portanto 
imperiosa a necessidade 
de abrir uma linha de 
crédito especial no Ban 
co lo Estado, para finan 
cimento a longo prazo 
e com taxas de juros 
reduzidas"

"orlo ldependente u eriço da ltl'f?Í ín" 
luiz Goulart 
ESPECIAIS 
"0 único clomeulo capaz dP 1,aneur o lmpreu 
na é um revigorumeto geral do senso de responu 
1mbllidacl.,, Primeiro por parle do Governo - c1'iu11 
<lo o clima de liberdade com respeito. Depois, elas 
routes de uotll'iaH, que, percebe11do a de,;ate11ção 
ética do repórter, se aproveitam para desfilar ln 
l'<ll'!Tll'6 !ierigosos. E, finalmente da empre3a jornu 
li.:tlen, ele onde deve partir uma atmosfera perma 
nente de seriedsle e dignidade". (Alberto Diues) 
IleePll1•• , -~ ·arta do jovem Sílvio Sam 
pnlo, reslt.lcutP p·n Volla Hedondu-Rj, purabeníznn­ 
do a THILIUNA p<'ln transc1·içüo do nrligo de '.lil 
lr Fernandes, e, segundo o Silvio.." o redator­ 
~hefe da T:·il>unu se revelou extremamente bem 
i11Yormaclo l' nlut11izt1do. f<1gi.1tlo as caracteríslicaR 
das reduções interioranas... "Ó Silvio, nús aqui. 
p r o e u r u m o fazer um jornal a dulto, e 
transcrever as :nutérius do Millôr é uma honra... 
><·X··X 
Do boletim da ·BI (.,;s•>ciaçiil) Brnsileira 
lle lmprnmrn): '':! .IH 1>t·osi-~:;uirú no corrente nno 
u sua lut:l pela lihf>t•darle lle l111
1>re:isu, que assu 
111lu <'111 1!)7.1 um carútt!l' discrimina ti",rio que u tor 
na ida mis grave. Os jornais não são censura 
elos por sua iníu.}:icltl .i P'll' sua circulação. mas 
por suas idéias". 
w.o 
euado o jorvlista B. Cunha, do jornal 
h1ll>n d,• H.DtHirinopnlis, o St::DllAT (Serviço de 
Divulgação do {sado de Mato Grosso,) não está 
runcionat•do a contt•nto, l' cdtica o alt..1al diretor 
Levy C1unpanhã, cham,1,l'lo••> cll,• "diretor leviano" 
Disse o B. Cunha; "o SEDIMAT distribui as verbas 
governamentais (divulgação) à picaretas, esqueceu 
do-se !os verdadeiros profissionais que mmlitam • 
no interior e la;adem a ges!i do Governador 
Grei Neto", 
•'><-'><-><, 
Fnlaudn 110 g<•vernador Garria Neto, o 
povo belistenuse recebeu em uito estilo e o d1 
w1mico governa!or deve ter !evado de Bela Vista 
us melhores impressões. Quanto ao resultado da 
i11stulnçc"1<> <ln Governu em nossa cilade, vamos 
nguarclur ... 
Pois o "Dudu" (Eduardo Varel) ganhava 
pcueo mais de sulário-minimu. Um dia ganhou 
mais de onze milhões (bilhas antigas) e se trans 
formou. Voi daqui, vui dali. o ''Dudu" acabou oan 
do ulguns golpes e hojf> E:stá se:ido procurado por 
sonegador de impostos e eslelionatt'irio. E isso: 
"quem nunca comeu mel quando come se lambuza" 
De fininho, de fininho a história é a mais banal 
poõ:,ivP.l Cla:-o, os métodos, na grunde mi•ioria 
silo muito mais sutis. 	' 
•• :: •· .. ··--><?<· -· . 
"Urna noticia não se proíbe; 110 máximo. conse 
gue-se limitar sua circulação" (A. Dines) 
Nilo ba la 
prnciso sentir. 
Que haja a integra- 
Dissociados do Pon­ 
to da Unicladl', o Ponto 
de pen•epção <li reta dn 1, 
coisas, dos Mundos e 
todos os çfio no intimo para quo elas Cc'iaturas, 
a verdade> se torne ínti- 
1011 igunlll Pule. caminhos 1:1eriam baleia- 
u 
@m/T E;; 
:ti JJys 
A Escola '.lunicipal .Jurbas Poss.tt-inbo, alra­ 
vés de sa Diretora, Sr", Tania Padilha e Profes­ 
soras, organizou uma homenagem no ilustre Go­ 
vcrnuclor cio Esta lo e ua Comitiva. Pudemos ver 
e sentir o alio valor e dinamismo da Srª. Tania 
pois é nessas ocasiões que são revelados os va­ 
lores de nossa gente. 
.......... mfilffi 
Inauguração 
CnstE>linho Eneaulauo leve a BUa inauguração. Es­ 
tiveram presentes várias pessoas de uossa Cidade. 
, naleslra prol"erida pela 1° D::1rna cio .iunicipio 
::iru ClotitdP. de Caslru Pinto, foi cheia de calor 
humano e moslro11 os problemas cio Eciueandc, na 
fusa pré-prlmát·iu. O profundo cut1hecimento ele 
Pi:-icologia µor .e·a trunsmitldos. a lodos t-:icantou. 
·mmra 
Com;itlemclo que apena,; uma ruinorb de 
~rP.s. Beh:tYiSleuses orestigi:n·am as dama que 
lazmn_. parle ·la Comili••L do Governador. O nº 
poderia ser bem maior, pois l3ela Vit:ta pos,rni 
pessoas em crrnd1çoes Je promover nossa Cidade 
--·ili:Elli 
0: 0512 
Com a pt·eseuça ele filho . genro)<. nora e 
netos, foi celebrada uma missa em Ação de Gra­ 
as pelo casal João e Guilhermina Mendonça, que 
após ) anos de vida-a-dois, renovaram a pro- 
messa do casamento. 	• 
. Eill2;r- ·--··· ··- ·- 
ANIVERSÁRIOS 
Menino Paulo ilurilo Flore& 
12 auinho de Kélita Farias 
Sra. Elci Rosa 
Srta. E!iele Beuites Nunes 
Ah,rio Lúcio C, da Costa 
Carlos Gonçalve!' 
Leandra Benites Gonçalves 
:3h!rle Aquino de Souza 
Edir Aquino de Souza 
dos e rueJJmcnte 
ciclo!:-, 
<'. que 
Na Corda Unitórid, 
no Monocórdio Divino 
du. alnw. o homem tan­ 
e a sinfonia de Deus, 
sente-1;e um com o C'ri,t 
dor. E através do fio de 
Sutratmã, segundo ai­ 
zem os orlentuls, vibra 
u sut prece, u. sua meu 
tu lizuciio, que , ai dele 
uo Jnl'iuilo e, deste, ao 
l'i□llo, que é o Homem. 
Nessa interligação está 
a chave única do Cami­ 
nho, está a :5implfclda­ 
de. E ludo que da 'im· 
plicldade não tiver o as 
peclo, ser!'>. o cu minbo 
do tempo perdido, por­ 
que, enli1o o Homem es 
tará diclsociado da J-lar­ 
monl.i com e Um, que 
é DEUS 
'implifiquemos nos­ 
sa mente, para 11iio con 
turbá-la 
.Jamais c!evemoi; senti­ 
la em P!'tado de rnulti­ 
plicidaJe. em desacordo 
com u l'i1iüo, com o 
Amor. corn a Paz e 
com a Quietude. 
Qualquer pensam­ 
to que venha em opoi:i­ 
çilo à Unidade, é nega­ 
tividade, estacionamento 
e treva. 
Ka treva - mora 11os­ 
sa sombra. A velha sumn 
bra a falar no intimo 
de cada um, recordando 
os entraves do caminho 
percorrir!o .. o que de_ 
sumbdo ainda tentare 
mos fazer ... 
Seja em nós o lini­ 
dade. •10 nosso principio 
e no nosso fim. eja 
Deus sentido em toda 
sua força que nos SI 
t.:i mos em estado de 
Unidade. 
Que sintamos a uui­ 
ficaçãc, de todas as cci­ 
sas e de todos os seres, 
para que vibre perma­ 
nentemente, das alturas, 
sobre nós, a chama que 
ilumina o caminho, de 
modo natural e cheio 
de Simplicidade 
EEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 
Façam Seus Pedidos na: GRllflCil iiUBONll DA fRONJEIRI 
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