- ANO V Redação Oriclua e Administração Rut1 Duque de Caxias S/N Bela Vista, 2S de Março de 1!)71i emanario N 2r2 FUNDA DOU E DIHET0H RESP0NSAEL:- I ALO PIEI O dlt1curso pronun­ ciado pelo vereador Pe­ dro Palmlerl, presidente da Càrnuru ~lu·1lclpal jlldt1 obra. do prefolto na imUguração d'l Prn- Castro Pinto - cuusüu, ça Castro Alves - urro- como era de se esperar, j Apesar de pequena cldude do interior, Bela Vista foi palco, nos últi­ mos dias, de gruncle movi me□laçilo de autoridades dos :nuniclplos vizi11bos que para aqui ocorreram atendendo o chamnmen to n que isso importava a Instalação na cidade, por 3 dias, do Governo de Mato Grosso, con,o estava previsto. Na sun singeleza de cidade pequena, de po puhição humilde, sem possuir vs rPquisilos ne cessártos pnrn trnnsfor mar-se em Capital do Estado, ela fôra eticolhi do pelo eminente Gover nadar Dr. ,José Ghrcia Neto, para éde provisó ria da administração do Estado, que duri, assim à sériP de sua inovação no governo, fazeuclo fun clonar com grande pro vr,1to, a máquina admi nlstrativa num atenclimen to perfeito a esta vasta região cio sucloests ma togrossense. Com e sa intenção o r. Governador Garcia Neto pnra aqui veio com torto seu Secretariado, Presidente do Tribunal de Justiça, Prt>sidente da Assembléia Legisluti va, os •~enadores Salclu r11ª De'rzi, Mendes Cana e e Italivio Coelho, de putado federal Ubaldo Barém, o líder da banca da da Arena e do Govêr no na Assembléia Depu tado H.uben Figueiró, vá rios deputados estaduais todos os auxiliares dire tos 1o Palacio Paiaguás os Srs. Diretores de au­ tarquias e Empresas de economia mista, além da Prestigiosa presença dos ex. governadores José ~gelli de lluto Grosso e Ulz Garcia, do Sergi } irmão do governador d areia Neto que assim eram um cunho de real ,e magna importaneia • nstalaçllo do Gover no às 10 horas do dia 18 do corrente no prédio rio Grerulo Pedro Huf1110 com a presença de grun de número de politico8 reresentuntes de muni cipios cln peril'erh fl o povo que de sobre -ma neirn, estava eufórico, com táo transcendental aconteci meu to. O uosso Prefeílo ilu uicipnl Geueral Dr. nu bei. A. de Castro Pinto cnnvid0u &s autoridades para rormurem a llesa e discursou com grande sabedoria demonstrando ao r. Governador a sua satisfação e do povo be la vistense em te-lo uqui com o seu governo, di­ zendo: ·'Neste momento se torna vibrante o cora çilo cio povo ele liela Vista, ref!etiarlo sobre a visita do Excelenl!ssimo Dr. G rciu Neto. É com honra que vemos impluu lado o Governo do Esta do de llato Grosso em nossa cidade". Disse mais: "Co□grntulo-nrn, neste momento, cum o povo em geral, a impren sa sempre presente aos acontecimentos de nos sa cidade, pela feliz o casião que nos propor cio□a a Providencia. des de o mais alto espirita ele idealismo e sadio pntrlo tismo, nesta terra til.o querida, para ajudar a rAalizar <• grandioso pro grama de governo, vlsan ,jo alcançar a indepen dencia economica, cultu ral e politica llo nosso Pais". E, em ato segui□ te. entregou sua cidude aó Exmo. Sr. Governa dor e, seus auxiliares, na certeza de que os seus nobres objetivos se rão aceitos por Deus e alcançarão os seus desig aios no porvir risonho de uma Hela Vista ansio sa e confiante". . O Exmº Governador iniciou sua omçilo naque le · instante memorável dizendo: ..,_, A in&talaçüo cio Gn1'P1TO em f!t>la Vis ta wão é simbólica. Esta os aqui para trabalhar em fes ta-. banquetes e recep ções tu! eomo ac,,ntoceu em Dournclos e 1:lurra cto Garças. Cumprimos eles tu felia, mais uma etapa aclminislrullva cuja filo sofia principal é a des centrnliznçüo. Os problr mas belavistenses já são c0uht>cidos do governa dor e aqui - uossu equi­ pe de governo espera so lucionar alguns dêles". Disse que, ao deixar seu gabinelP. 110 Palacio Pala guás, para dialogar com o povo, com as lideran ças, com a bases, está exercitunclo a democra eia. Por encontrar-se pre sente à :lesa de autori dueles o ex-governador .José Fragelli. o Chefe do Executivo referiado­ se à sua pessoa disse tra lar-se de-uma prova de co□li11uidade adminis trativa citando mesmo as Yúrius obras encAtadas na administração ante terior e co□clnidus na atual, como marco de implantação de "uma ao va mentalidade adminis trativa em Mato Grosso" Fui longa e proveito sa sua oração e os be la visleases ali presentes e atentol', o ovaciona ram diversas: vezes du rante seu discurse e !e varam em seus corações a esperança de que real mente Garcia Neto aqui viera com sua equipt p a r u t r a b a I h a r, para trazer á nossa terra alguma coi sa de útil que estó. fal taado, pura dar a prova de que, realmente, está construindo um □ovo Ma to Grosso. A comitiva governa mental e todos os vis! tantes, ar.rancaram as simpatias do povo cheio de contentamento. A euforia do belavls tense fel notável. Jota Jota repere;sões uo ambien­ te> politicn local. ~aur!an do, primeiramente. o go veruador Garcia Neto, o vereador enrucou II di- 11amica polilíca llllplau­ tada pelo atual governo e lançou as primeiras sementes de (sua?) uma campanha. pollticu vh•an do o pleito de novem­ bro próximo. A certa !l ltura afirmou: " ... e co­ mo do sei oposiç,1o" e esta frasP gerou alguris comentários 11a c:i•rncle. Não vamos entrar no mérito da questlo. mas. siplesmente transcrever ua outro comentário, talvez rt'phca ao cr)­ nbeciclo e estimado ho­ mem público: • ... é cômo do pertencer a situação; dificil é ver os erros f', sendo da oposição, não possuir meios para sa­ na-los" ... pronunciamento de um emedebista. O iu teressunte, nisto tudo, É: o revigorameuto d po­ lítica bela vistense que ja começa a viver us emoções de uma elei• çl!_o. ex diretor do Ginásio Etnaual. Hosita Iosa Gomes, pessoa mui(O c0aceituada, ~rieipl­ mente ho mnei efunun­ (il, pelo M!6vento De- moerátleo asilei;o. E necessário. um revalizaç?o os valo­ res. para que poi-i;arn urgir no momento pru­ piio um p!eiade de jo­ vens idealistas que al­ mejem lgessu nua p0- 1 ticu. D,,s atu.lis vt•n·a· dores, é de suma impor ta•!da n pt>rma r,encia de "alguns deles', e is­ o, 0 p0V0 úberá teco­ hecer. Soros Ileptos de uma C'àmara jrJVEc-111, principal:nente, Jovens de fdéiaH, e con1-cie:.li,.H­ da de seu REAL l',PliL no contexto polflico lo­ cal. A atuaçfio dus ve­ readores Turini, Centu rião, Floretl. '.1Jarquc>B. PaImieti., Di lon e Aura no, foi de especial rele váncia para a atual si tuação belavis ense (no caso politica, frisumos bem) e, segundo as pró­ prias diretrizes emana­ das do Palacio do ±la­ nalto. é preciso que a AREN.'. VPllÇU. as prúxi mas eleições, e os ve rena3ores citnu.los, e o po vo e.:1 ge,·..il, devem con vir que .1 meta primor dial no momento é fa zer política. O nobre ve reaclor Palmieri. pre,.i dente da Câmara, não fez nada menos do que 1Ssso ao incitar o povo presente a Praça. lastro Alves a votar no partido do governo, o seu parti do,_ a ARENA.. E neées sário que se diga tum bem: ninguem pensa igual, e muito menos persa junto, o M. D. B possue tambem seus adeptos e por uma ques tão lógica em política, a oposição digna e conR trutiva PRECISA existir para que possamos vi O vereador Palmie­ ri, advogado, cultiva a dialética e a usa com eficiência, e costuma Fer lógico e objetivo nu posiçãe,. Evideute, p0is, como ex-presirle□te do Diretório Municipal da ARENA, vereador eleito pelo partido do governo, pronun<.:iar-se a f:!vor de seu partido, nberra­ ção seria o contrário. Agora: finalidade deste breve comentário, o que nao se pode negar, é a escassez de elementoe (lideres) que desejam uma cadeira no legis­ lativo bela vistense. A poltica (em Bela Vista) Jã nao ofereee mais atrativos, ou as circuns­ tâ□cias não permitem o desabrochar de novas li deranças? Alguns nomes despontam, tanto pelo M. D. B. como pela ARE • A, e entre eles, o do atual secretório do Dj ver os momentos glorio retório da ARENA, NI- sos de uma verdadeira valdo de Barros, impe- tuoso, conhecedor de pul.itica e de uma Demo nossos problemas e ci cracia Plena. Politicos de so de participar; e da Bela Vista, UNI-VOS. H osso Tempo Bela Vista - Sob és­ te título uma menllrn foi as8cada e publicada 110 "DIÁllIO DA SEHHA" de Cunipo Ornncle dlu 23-03-76, envolvendo o nome do enior Italivio Coelho e l1·awmlo c(11110 testemunhas mais dois Sendores, como se já não bastasse o !esspei to ao nobre e insigne Senador It:'vio Coeino. Nudu do que foi pu­ lieudu e passou! E o diálogo maldoso, toreida e rncc1uso. upretrnnlalica 111,> conhe• cído e querido como !ta livio Coelho. É' uecessário ês(e es clarecimento, parn mo11 trnr os Diretores do "Diá1·•0 ela 1::ierra'' que úentro de seu quadro funclonul PXisle elemen to tendencioso e até cer to ponto perigoso. pois jgu com nome de pes s-,us honestas e elesreR peita figuras de projeção nacional. pelo sifT'pleh prazer de uma vingança ou pelo despeito de não ter sido ateudldo na lm posição de cubida e pre tenciosa. Eclu Badaro Junior Bela Vista - Na noi te de sexta feira o sena dor ltalivio Coelho, que faz parte da comitiva do Governo estadual que encontra-se instalado nes ta cidade. foi amençãdo de despejo d•• Hotel Pa norama. onde estavu hos peclucto. pela proprietária do estabelecimento que muito seulwrn de si pe cliu no senadClr que dei xnse o quarto onde dor mia. Segundo testemu- nllas oculares, os três senadores, aldanha Der :d. ".lendes Cauale e o próprio ltnlivio Coelho, estavam sentados no sa­ lão daquele hotel quun do chegou duna Ingracia e travou-se o seguinte diálogo: - Qual dos três está hospedado no • quarto IT? . perguntou d. lográ eia. ou eu. - diz o se 11adar ItaliviT> Coelho. - Enlil.o o senhor vai ter que sair de lá. as.e sor e d. lográ.eia. - Dona [ngrácia, o que está acontecendo? - Tem que sair do O enador da Repú- quarto. blica não respcnct,rn. É necessário notar que co mo Bela Vista é uma ci d de bastante pequena, os seus boteis deixam mui to a desejar e suas instala - • Eu lá quero saber ções não chegam se- se é senadw ou deixa quer a ser razoúveia - de ser ... tem que sair. e estão todos lotados Mas a senhora pode ao em virtude de grande meuos explicar por que? ~umero de pessoas que formam a comitiva go E que o hotel tá '1ernameotal, além de reservado pras ·'otorida pessoas de outras cida des·•, e me avisaram que des e Jornalistas. acabou de chegar "otoridade" uma - Mas porque, afinal é o Senador Ita.livio Coe lho que está la no 17. o --------- P'. w o! Depois de ln1er;;el11 do rela proprietária. ó Senador Italivio chamou um assessor do governo e pediu-lhe para "ver o que estava acontecendo"' e novo diálogo, entre o - E que autori,lade é essa? - O moço é um tal de Seplao. (Diário da _Serra, 23,3 76) ,sslm como núo h:'l pessoa, assim tambem rn1o pode haYer comu­ nidade sem problemas. A cldacle, o munlclplo, quanto mai cre ce, quanto mais se desen­ volve, qanto mais se progride, tanto mais tem problemas. O aumento da popu­ lação prnvoca maior de manda de habitações. de colégios, de energia hidro-elétrica, de água tratada, rle e golos etc., etc ... O Goveruo, vendo a necessidade de aumen­ tar conslcleravelmeate u prndÚçuo de cereais no pai3, convocou o brasileiros pura a agri cultura: Plante que o Governo Gorante. Ofereceu todas as facilidaoe. financiamen­ tos, Rubsidios, seguro. A resposta não se fez e perar, por todo o país rincipolmente em Mato Grosso, e até em Bela Vista que era município essenrialmeate pecuaris­ ta. O mu~aico mullico. lorido das lavouras ata­ petou as coxilhas, des­ ceu pelas vazantes, su­ biu pelos espigões. E veio a colheita farta, abundante, com­ pensadora. 1 ão haverá mais es cussez nem de arroz, nem de soja. urgiram no entan­ to antros problemas: Não há secadores que che­ guem, não há armazens suficientes, faltam con­ sertos nas estradas. Informamos a<:1s Srs. Contribuintes que os avl sos dos Impostos Predial e Territorial referentes ao exercicio de 1.976, es tão sendo distribuidos pelos Srs. Fiscais e de verao ser pagos nesta Prefeitura, com os se guintes vencimentos: lº - Prestação Yencimen to em 3c.o4.7G Adalberto I. de ant'Ana Em Mato Grosso o llu;,tre Governado:- Dr. Garcia Neto e o se:u dinâmico ~ecretário da ,grl<:ultura, Dr. Edmuo­ do Taques, previram o surgimento de tais pro­ blem:is e todo o possí­ vel tem f Pito paru solu­ cioná-lOP. O preclaro Gover­ nador, dinamizando ainu­ da mais a ua prOreS­ Sl!:!la adminlst1 ução, Ins­ talou úitimnmente todo o Goveruo em Bela Vis­ ta. em Pontu-Poril, e irá instalá-lo ainda em Anaurilândiu, podendo assim aquilatar "ln-loco·· a gravidade desses e de outros problt-mos. Conflumos na capa­ cidade do Governo, na sua boa vontade para atender as necessidades mais p:·ementes das po­ pulações. Sabemos, po­ rem, que nem tudo poJe ser feito de uma só vêz, dai a conveniência de se estabeleceram as prioridades. Em Bela Vista te­ mos 01-ces:;,irlade urgen­ te mesmo, é de um bom couserto das estradas e das pontes. A seguir precisamos da rede d! esgotos. so­ lução básica sanitária. da qual depende a saú­ de do povo A rede de transmLs· são de energia hidro­ elétrica já. está planeja· da e o progresso da re­ glão esil e exigir a sua Construção imedia· ta, pois cidade sem energia, farta e barata. é cidade sem vida. Prefeitura Municipal · de Bela Vista AVISO nos SRS. CONTRIBUINTES 2º - Pret.tação Venciroeo to em 30.06.76 3°- Prestação Vencime to em 30.08.76 Bela Vista-Mt, 23 de Mar ço de 1976. Sr. Antonio s. dos Santos Secretérlo da Fazenda Visto do Sr. Prefeito ~tu nicipal. Dr. Ruben de Castro PiD to. r ----------------~---------- ----- Iela Vista. M 2/03/7 Política e 1 .;ta,,,. coluburnii com t peiel tum de llela 'istu. a!rn vis de cosênius pa!t a construção de novas uti ·ides e pu2aumento dcs professores. Exi:-te há ,íQ uno,- A l-:.;e11la lunidpal "!)üõ Geraldo". cuias 110 Yas i·:staluçõe11 uéubum dr tkl' iaauguradus. l'un cio nu hú 4U II nos. inicia 11 elo nas primeimô lelrus u po1rnlução inl'antil do bairro _da "Agu Doce" e a_dj11cênciaH, tiempre m:intidu e dirigida por padres reclen!oristati nor lEHi.merlcanos. O prédio recém-inauguuilo custou 150 mil cruzeiros. :sendo 7;', mil oriundos du go verno do Estudo e o restante dos cofres mu nicipai;;. Com seis sanitários (t ,. ê s p a r u rn e niuos e três para meni nus), dotada de amplu e bem equipadas salas de uula, a Escola Municipal " ão Gemido" .pode ser considerada um ··padrão para as ualdade!:. de en sino de primeiro grau. Para aproveitar sua imensa área, sua dir11ção a cargo da Irmã ragl-li ca, há 38 anos na função vai introduzir práticas agricolas visanJo me lhorar o valor proteico da alimentação escolar e difundir entre os alunos o gosto pela agricultura. Sr. Edmundo Taques (edima) Mureiio cuju economia se baseia fundamentalrnt na petuara. tels tista, u 'tive5u do :pa" prep;.ir;i-,;- p:11a ingressar na ugrivaltu:a e já desponta cmo um dos maiores pro iutores de arroz do sudoeste +te .lato Grosso. l'u opi!:iiin de "eu pre!rllo. e, Gal. 111,~·1ic0 Ruben de Castro Phlo, as terras férteis e bara tas sio o maior "bundi cap" rum que conta seu munwípio para atrair gaucbos e puranaenses qur começam a chegar ao E-ta­ do à procuras de áreas agricul­ táveis - para soja, nrro;-. e trigo, priucipalme1tte. 50 Mil Socas ~lesmo a,; previsões pouco otimistas indicam que a produção de arroz da sa frn desse ano será superior a 50 mil sacas muito acima da de 75, que ultrapass!'u em pou co :!O Jlli! sacas. O prefeito Castro Pinto, aproveitando a presença do governo em :-ua cidada, manterá con talos com o secretário Edmundo Taques, da A­ gricultura P com o pre siJeate -s de c0nforto· Como cidade frontei riça ao Paraguai. p.iíP bastante visil:iJo atra'és dessa cida:ie, bem que poderíamos hospedar aqui a­ queles que chegam diariamente MÓVEIS DEL MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMÉSTIOS EM CiERA L SINTOS E ZONC!NELUl LTDB. AVENIDA DUQUE DE CAXIAS 446 HIRDIM-MJ IS.-L, i-ta. M 28076 Política e Governo _________ .,. _ lRIButlA DA fflOlll(IRd Fundado em 23/02/72 Editor - Chofo • ,.),,,,/,/., /.larir,, Goronto - Oi/ ,,,, .S1foi1 .S,111tt'J 0II)A Chefe - dl11ircw ú{dair Paglnaçüo • _'lclilio d(.. ,~<>IIZ/1 Impressão • .i!11fz Ctufos !IJ.:dl Composição - agtb G'azume Q'ilsen ô. Dutra Departamento de Circulação Departamento de Cobranças Edn Hih,·iro Colaboruclorcs José Joaquim F,•rrcirn S0111<>, Dr. llnroltlo Medeiros, lo«ita losa Gome·, José Glauesy Flo­ rc•, J. Hcf,ey Diretor Responsável - .:Jv,,/J,, /Jmirn TlllllUNA DA FHO TEllt, f 1111111 puhli,·nçilo da Emprrsn • Gr{,[irn Tribuna da Fronteira. A. II. 1!IS ((O: llltl ISI. llCll!ll-l Diretora· Maria E-tela Velasquez Pereira Heduçàn, Admini,trn,úu e Oíicinu, • lua Duque de Caxias -n - 1-ldn Vi,tn - Mato Grosso A opiniões emitidas no- artigos assinados nao represe tam o ponto de vista do jornal, podendo até er contrária a este. A opinião do jornal, acha-e expressa nos Editoriais nos comentarios tio assinados Servi e o d: lsnalas, stoa, pudes e ira;a. fim alho»l cpiah e ili.ea Iralar com o Sr. Waller Esco~ar llunes no posto Rio n,a Beln Vi-tu Mato Grosso de Theobaldo Amaral lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s/n Bela Vistn Mato Grosso $>coo@;>@>>-> é>& 5o&--é-<-<-±<± } asa eartsa tuao # i j Produtos Veterinários Agrícolas, Ferragens. } Artigos de Montaria e Materiais de Construção R $ c«o. * Av. Duque de Caxias, 606 * i C. P. 2. - Fone: 157 .Jardim .'.iC.T. i ±.soos VALOR CR$ Elemento Oetalhamento Parcial Total 08 Educação e Cultura 08.42 Ensino de 1.o Grau 3111 Venc. Vantagens Fixas pago a pro­ fessores das E co­ las Municipais em 1.975 244424,85 3.120 :18 teria! de Consu mo pago P' manu tenção das ativida des merenda esco lar 7. 1,00 3.1:-10 erviços de Tercei ros Pago fretei: p/ manutenção ativ. Secret. Educação 2.977,01 Pago Gráfica Tri- buna da Fronteira p/ Impressos 86:!,:í0 04 Agricultura 04.13 Organ. Agrária 3.130 Serviços de Tercei ros Manutenção 10.000,00 Convênio Acar- mat 03 Administração Pla- nejamento 03.08 Administração Fi- nanceira 3.250 Contr. Prev. Social Contr. ao INPS/FG TS/PASEP 105.69,07 09 Energia e Recursos Minerais. 09.51 Energia Elétrica 3.120 Material de Consu mo Aquisição combus tivel p/ '.geração energia elétrica 55.901,48 Soma Dsspesas Correntes 427.740,91 Bela Vista -Mt, 12 de janeiro de 1.976 Antonio Silva Santos Dr. Ruben A. A. de C. Pinto CPF NO 029.785.291 CPF NO 003.822.051 CRC - MT 1.988 Prefeito Municipal A instalação da sede do Governo do Est do nesta cidade, dentro cio plano da administração Garcia 1 eto em prorno ver encontros regiona Is periódicos, já começa a produzir os primeiro re ultados: foi assinado, entre a Tclerna t e o g-u veruo do município. a escritura de transferen ela do acervo técnico do sistema de telefonia pra aquele órgão esta tal. Isso sigífica que Jentro de sessenta dias, fiela Vista estará lnterli gada a todo o llistema nacloual de telecomunl cações, falando por tele fone com as principais cidades do país. A CPrimôoia foi rea llzada, na sede do govcr to, Centro Educacional José Fragelll, com a pre sença de autoridades fe derais, estaduais e mu niclpais; Atualmente. a cidade tem um serviço telefonico explorado pe la Prefeitura Municipal e poderá falar com o resto do pais, assim que for instalada uma torre do sistema SS de tele fonia, ~ tão logo alguns problemas técnicos se jam resolvidos, A corou nlcaçiio com outrus cen tros brasileiros, ser3 fei ta através •te Campo Grande. cujos servi ços i11terurbanos tem se mostrado satisfatórios nos últimos anos, devi do a raµiaez e efícíên cia verificados. ISS/TURa Pela Telecomunica cães /A - TELEMAT. assinou a escritura pú bhca de transferencia seus diretores, Srs. Guí do Antonio Barbosa Fre gapam e Djalma Bastos de Morais, diretor de o­ perações. Na oportunlda de serviram de testemu nhas do ato, o Goverua dor Garcia Neto e o ge­ rente_ da rlelegacia da receha federal nesta ci dade, Sr. Gilberto Alves Correa Dentro de curto prazo, segundo os planos da Telemat, Bela Vista esta rá ligada aos demais centros do país, com a implantação de seu ser viço de telefonia interur bana. Iela Vi-ta. M 2007 E gin o Politia e_@0"%P% -------- IU UHIDI 1 lf - O DE Bflil VISTA DO Dr. Cássio Leite de Barros Vice-Governador "Chegou u hora e a vez do rtesunato", dis se O. Marlfl Lygia de Borges Garcia 0o discur sur na solenidade de inu guração da asa do Ar­ tesão de Rela VI ta na presença do go,·ernarlor unrcia Neto. do vlce-Go­ verndor Cssio Leite de urros, do prefeito Ru ben de Castro Pinto, dos secretários de Esta cto e demuis uutorirlndes prese•Jtes uo aconteci mento. o principfll de cunho emlneotAllente !IÓ c1o-cuiturnl. dentre a pro gramação governamental u ser cumprida nesta ci dade, eda µrovisórin do Governo Mato-gros sense. Ao agradecer a suu duçüo que lhe foi dirigi­ ria pela senbc,ra Clotilde ele Castro Pinto, primei ra dama do município, D. Maria Lgia ele Hor ges Garcia, que é a pre sidente da Fundação de Promoção Social - voltou uftrmar que a vulorl zução do artesão e o soergulmento do arttisa nato serão suas principais preo cupaões à frente d Pro­ Sol, que já fundou casas de artesão. em Cuiabá, Campo Grande, Doura dos, Rondonópolis. Co rumbá e agora Bela Vis ta. MAZRE RESL PARGUI Com trabalho em c<>uro, cerilmica e ma deira e Csa do Arle ão de Bela Vista tem muito o que mostrar nüo so mente a Mato Grosso, mas ao próprio Brasil. As cnlcbas e as toalhas de mesa de nbanduti, por exemplo, {renda de origem paraguaia). os doces e licores - prlncl paimente o de guavira - e uma infinidade de ou tros objetos expostos ncslo 1.n Feira de Artesanato. Além de evidenciar a habilida de e a capacictade cria dora dos artesãos da re gilo, unem de maneira cada vez mais fraterna brasileiros e paraguaios residentes nesta parte de fronteira", afirmou Clotilde de Castro Pinto na saudação às autorida eles presentes. Com Intercâmbio eu tre as casa do artesão que jé começa a ser le vado a efeito pela Fun dação de Promoção So eia! e espera a ProSo! lançar o artosanato ma togrossense para o resto do pais. O primeiro grau de Passo neste sentido será a inauguração em princípios da abril vin douro da Casa de Arte são de llu to Grosso_ em São Paulo - anunciado pela Primeiru Da ma do Estado de .lato Gro so. Graças u este con graçamento, é que os be la vistenses poderão ad­ quirir produtos de artesa nato cuiabano e vice-ver sa, o mesmo acontecen do entre as demais ca sas já em funcionamento numa perfeita integração sócio-cultural de llato Grosso. INDICIDOR PROF ISSION DR. JOBCYR M. MOREIRll Médico • Veterinário (IRE[O. A 4 1 - Ih Iiltau fl! I5II IA0 SR05S2 DR. EVERALDO A. ROCHA tI- RI 4 II Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto M urtinho Mt HAR0LDO MEDEIROS A arte dos belavís tenses (brasileiros e pa ragua!os] nos fala de tu do: de Brasil. da glórias e de amor, disse a lrresi dente dn Fundução de Promoçãv Social ao cor lar a fita simb_ólica dando por inauguraria a Casa do Artesão de Bela Vista. . . - . . . ia.-i a Venda mais seus Produtos Anuncian- do no Jornal Tribuna da Fronteira ADVOGADO OAB - .IT JIIJ.l CPF 008-295.870 Rua 15 de Novembro 177- Bela Vista - VT Dra. Maria Aparecida Zanda Grella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatria Prótese em geral - Rafo X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 225 Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS u2: 309102910 01243312 €0GL10, 38 1.0 ADA3, ?0N3 33IDNl. 3+3895 Campo Grande Mato Grosso SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO ESCRITúRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da Ciretran) Bela Vista lfoto Grosso Dr. Francisco Ferreira da R<>rha - CRM/1562 Dra. 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Os pro­ blemRs bela vistenses já süo conbecidos do go­ vernador e aqui - nossa equipe de governo ese­ ra solucionar alguns deles." do udoeste matogros­ sense e 1 prefeito do municipio da regitlo, além do vice-Governa­ dor Céssio Leite de Bar ros, pelos presidentes du Asseu,bléia Legisluti va deputado elson Ra­ mos, Tribunl' I de Justi­ çn, De ·embargador Do- Foi o que afirmou o governador Garciu Neto ao instalar a sede do govêrno de llato Gros­ so em Bela Vista. ás margens do rio Apa. A solenidade que teve co­ mo local o Gremio "Pe­ dro Rufino" foi presen­ ciada por todos os se­ cretários, presidentes de autarquias e empresas de economia mista, de­ putados federais, esta­ duais, pelos senadores Mendes Canale, ltalivio Coelho e Saldanha Der­ zi, ex-governadores Jo­ sé Fragelli e Luis Gar- eia, de Sergipe, autori­ dades civis e militares ....----------- i 1 mlngos Sávio Brandão a maioria déles lntegran de Lima e Ministro Jo- tes do "Clube do Laço" ão Arinos que represen- - que congrega oi; me­ tou o presidente do Tri- bunal de Contas. HOMEM&EM O CLUJ 0 LO O Governador Gar­ cia Veto desembarcou no aeroporto de Bela Vista pontualmente às !J horas acompunhado la Primeira Dama - D, Mna­ ria Lygla de Borges Garcia. do chefe da Ca­ sa Militar, Coronel An­ tune e de seu irmão, o ex-Governador e depu­ tado federal em várias legislaturas, por Sergi­ pe, Luiz Garcia. Depois de cumpri­ mentar as autoridades, o Chefe do Executivo mato-grossense dirigiu se para. o centro da ci­ dade. Antes le chegar ao Grémio "Pedro Rufi­ no" - local da solenida­ de de instalação do go­ vêrn - o Governador Garcia Neto foi homenu geado por 74 ginetes brasileiros e paraguaios Senador Mend_es Canale Ihores cavaleiros do u­ doeste matorossene. enador aldanha Oerzi EXERKIO A DEMOCRACIA A certa altura de Fua alocução o Gover­ nador Garcia Neto afir­ mou que ao de!xar seu gabinete oo Palacio Pa­ iuguás purn dialogar com o povo, com as li­ deranças - com as bases está exercitando a de mocracia. R.-ferindo-se ao ex­ governador .J o é Fragel­ li presente à mesa das UM GO%ERIJO H O toque humano da solenidade de instal11.çãc, do governo em Bela Vista foi quando o Go­ vernador Garcia Neto referiu-se com toda én­ fase ao plano de disten­ ção social que vem sen­ do levado a efeito em sua gestão. Sem conse­ guir disfarçar sua emo­ ção, o Chefa do Execu­ tivo disse por exemplo, q:1e uma ligação de luz domiciliar efetuada pela CEMAT" pode parecer para alguns urna obra pequena, sem importfiocia uutorldadel', o Chefe do Executivo mutogrossen­ se disse tratar se de . "uma prova de continui­ dade administrativa", ci­ tando inclusive. as vá­ rias óbras iuiciadas na estão passada e oncluida« na atual, como marco da implantação de uma "nova mentalidade ad­ ministrau,·a em Mato Grosso". N mas que representa mui­ to pura a familia hu­ milde que a recebe. "Entrar de casa em cas, penetrar nos lares de todos os mato-gros­ senses é o que mais nos gratilica. disse o Go vernador, porque temos a certeza de que esta­ mos fazendo um "Gover no Humano", dentro dos principios da Revolução de março de 64.. (Continua na Página 08) Política e Governo Estimulantes: Drogas Psicoanaléticas: io us que elevam n tnno p,;iqulcr1. Cr:m preendem desde os estl malantes uuveu té as que levam a disforius (anslrdadrs, mul-eslnr) aceutuadas. Tais drogas podem ser "pslcolônlcus e onerglzuates psiqui cns": são us que esllmu Iam a vigília e diminuem 11 sensuçfio de fadiga. l'odem ser também "ti molétlcu1.1 ou estlmnlun tus 10 humor": s!lo as drogas que agem sobre us depresõet1 pr!:'clomiuan lemonte de caráter eudó eno isto é provocadas dentro do próprio orga nlsrno. Nu llnguu!{em po pular, us tlrngas pslcoa nalétias, em geral, são conbecldus por "boli nhas". Dcprlmontes: Dogas • Pslcolétlcos: São us que dimlnu em a dl,;poslç!lo pslcoló (antinua&ão d Página 07) Saudando as Forças rmdas, representadas a slenidnde pelo Te­ nente-Carouel Ricardo Luiz Bueno Guimarães, cumandaute do 10º Re­ glmenl•• de Cavularla, aqui sediado, o Gover­ nador Ga•·cia Neto res­ saltou o seu papel na manutenção da ordi::m e das liherdnde!'. ucres­ cuntando que o Brasil 11110 l"nfrentu o receio o o mêdo - moles que afligem hoje até mesmo alguma. nações conside radus desenvolvidas. Ao dirigir-se ao De -:P.mburgatlor Domingos ::,u,•i(, llrnu,tiio t.le Lima, prl'i-irlrnte do Tribunal te Justiça., o Chefe do Executivo afirmou que su,, presença em Bela Vistr, ti nos muis longin Ao íuzer referências às gtundes polencialidu des de Mato Gr0:so, o Governador Garcia elo exortou as forças vivas du comunidade u se uul rem conlru os "pessimis Ao nnuucilll' pela se gnnda vez a visita elo Presidente Ernesto Gei sel no próximo diu de abril u Cuiabá e no dia seguinte a Dourudos. o Governador Garcia Neto reafirmou a condição de Mato Grosso de "Estado Solução .. , - cujas poten clulidadt'S, principulrnen te no setor ngrícola-dfto lhe a possibiliciude de responder u curto prazo aos investimentos do go verao federal, "cuja pre sençu se torna cada dia T'PUis afetiva no Estado". quos ponto do território mato-grossense tornam u justiça ··cucln vez mais cirnâmicu .. e, verdadeira mente em sintonia com os anseios e aspirações cio povo. tas-fazedores de drama. acrescentando que não são sóm ... nte os mato­ grosoeuses que prP.cis!!.m dessa união- "mas todos os brasileiros·•. gica geral, seja reduzin do a vigllla, sr.Ja eslrrl lnndo a faixa do poder iuteloctual, -'eja. cíeprl mlndo uiu:Ja as tensõeH emociona IH. A ciusse de depri mentes (psicoleticos) en glolJa grande número de droga. -hlpnóllcus ou bipno­ sedallvas ( que fazem dormir); são os barbllu ruloe; 1 - tranquilizantes (aeal • lllfllll, (l"lll(JUÍii;1,;1111): f:ÚO as "neuro[éticas" ou tran quilizuutes mulore ... e H'i ansioliticas" ou tranqui lizanlcs mcuores: - unalgésicos f llram a dor]; entre essas dro as a mais comum é a morfina e a mais perigo sa é heroína: a morri na derivada do ópio e a herc.ínu derivada da mor fina por modificações química feitas no labo ratórlo. Garcia Neto disse mais, que o povo afio Jeve se empolgar com as palavras dos pesslmi tas" - que só se preocu pam :em mostrai· os clefei tos dos governantes' a­ rirrnauclo que o pontos po itivo devem ser tam bérn mostrados. O Governador citou como exemplo a noti cias alarmantes que da vam como "certa", uma quebru da ordem de 30 a 40 por cento da safra de urroz na Grande Dou rudus, 11 maior- dentre to da ai- regiÕE'S produtora do E lado. adiantando que [oi iuformudo pelo próprio gerente local do lfanco do llrasil, de que tal quebra não pa sará ele no máximo 15 por cen to, indiee perfeitamente aceitável - dentro de lo das ns previsões. Antes de concluir sua oração o Governa dc,r Garcia eto afirmou que a presença ue todh sua equipe de gnveroo em Bela Vista servirá'' para reforçar o patriotis mo•· ·de seui,; auxrnures clas&it"icando os belavis tenses de "sentinela avan ft E D çada da pátria brasi leira". O Chefe do Executi vo fêz uinda questão de exaltar o entrCJsameut,, existente entre êle e o vicE>-governador Cássio Leite de Barros sempre "presente em todas os grandes acontecimento do Estn1o, participante atuante nas 1h,cisÕE.i, de relevílacia para .lato Gros o. Terminada a soleni dade 110 Grêmio "Pedro Rufino" que r1urou npro ximadamente uma hora­ o Governador Garciu Ne to, o Vice-C'á sio Leite de Burros. lodo., os se cret!i.rios e presidentes de uutarq1.Jius e ,..mpre sas ele economia mistu deslocaram-se para o Centre Eclucacioaal .. ,lo sé Fragelli". - e colhido para sede do governo e COILcçaram a despachar normalmente. o prefeito de Bela Vista, por ser anfitrião. General Ruben de Castro Pinto, foi 0 primeiro a ser recebido em audiência pelo Gover na dor. Aluiu;as. uns is:lslas São as que desestru turam a atividade men tal; pr-oduzlndo qundro,­ semelhantes às psicoses. alucl11ações, delírios. f'en ações de desperonali zção, perda das noções de tempo e espaço. Cha mam-se também "psicoti comlrnétlcas", porque 1ml tam psicoses que ó a ma neira médica de se cha mar as doenças mentais ou ''loucuras". Esta1< pro duzem os slutomus carne teristcos de diRtúrblos de Rensopercepçúo (Isto é, os 8entidoR apreendem a realidade de munclra falsa) e do julgamento: assim, por exemplo, a maconha. o LSD, a roes <:allna, entre !antas ou tras S si:s Psi:utelitas Todas as dt·ogas que altnam o sistema nervo so central num sentido totalmente anormal, ali.o coubecídas pelo apelatl vo de "substâncias psi ccdélfrati", lsto é, "reve la doras da pslqué". As "substâncias pico délicas" que produzem efeitos psicodélicos cos tumaw dividir-se em três grupos. conforme seu grau de intensidade: - as psicodélicas que atuam num nivel inferior do sistema rervoso. des tas, a mnls conhecida é a maconha; - as psicodélica que atuam num nível médio du Ristema nervoso. Nes te grupu podem citar-se a "mescalinn... substâo eia extraída de certos cacLns ria Américo Ceo tral, "e a ··psilocibi na··, utstância ativa de certos fungos alucíoógbre II vi ita do Exmo Dr. Garcia Veto, é co:!! honra que vemo­ impluntudo o Governo um uível da i,Ua irnpor­ tancla geogáfica. se111- re esquecidos em seu passado politico. Com • amplas posslbiiidaden de crescimento em {to­ rlo.~ os Retoref'!, !iela Vista, através ria ;ml1,. vra de seu prefeito, snú da, {unida e esperançosa, o seu governa !or. dou­ tor ,José Garcia Neto. e torlo o sen governo, nas uessoas dtj SPUS secre­ iarioR de EstaclP e rle­ muis nuxillare!S. na cer­ teza plena que a Histó­ ria registrará hoje o fa­ to mal Higniricativo de uu vida, inédito e inde­ lével, para o acordar de uma rigura de prr!gres • S'l, desenvolvimento eco nomico para a nossa terra. Congratulo-me, neste momento, eom o povo em geral. A Im­ prensa sempra presente nos granJes acontecimen tos de nossa cidade, pe­ la feliz ocasião que nos proporcionou a provirlea cia, desde o mais alto, espirita de irlealismo e sa dio putrioti mo, nesta ter ra tão querida, para aju SERRARIA do Estado de Mato Gros so em nossa cidade Co­ mo a pluuta recebe a chuva. como u dia rece­ be a luz, assim Bela Vista recebe hoje o seu Governador, o ilustre dr ,José Garcia Neto, reco­ nhecendo em sua visita. durante esses três dias indeléveis, o março de uma nova e adia men­ talidade admiaistrnlívu. voltada realmente para ação dinumica, eficiente da mobilidade e energia requeridas pela grande tarefa de buscar novas e breves soluções para os l}rl'plemas humanos de nossa cidade. Ao dis tinguir Bela Vista como sede do Governo do Es­ tado, numa demon tra­ çilo de interesse e con­ fiança em nosso pedido, o nosso governador, dr. J osê G:i reia elo conse­ gue a mais profunda di­ mensão ao legítimo e antigo sonho do prefeito de 13ela Vist.8 :de elevar a econonia, na política, a educação, a saúde, a comunicuç,1o e o turi - mo em nossa terra a CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de ma de :faria Sagrada Müe. eu humilr!emente Jog<.1 au Vosso nome que minila oração seju ouvi da. (Jer.cioua-se o pedi­ do.) Rezar 3 Ave-Maria e l '.ilve Rainha. Nota. - Esta ora­ ção quem reza com fé. obtém multo êxito. Em caso urgente fazer a novena em 9 (nove) h::­ ras (Publico por ter re­ cebido uma graça). M. E. s. MINERRÇIÍO BODOQUE LTD!I "Proôutor do Calcáreo Bodoquena" km 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato· Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (a lado do Hotel Oriente) Caix. Postal 8 IC Governador Garcia Neto Na opinliío do gover nador Garcia Neto, o Pais está iniciando um processo democrático e por isso precisa do apoio irrestrito tlnqueles que "formam a opinião públi ca", evitando-se o rali culismo, assegurou o Chefe do Executivo m togrossense, ao pedir nesta semana toda aju da possivel ao Presiden te Geisel "talvez o pre sidente de maior forma ço democrática dos ül a representantes da prensa. gem que u imprensa cuia bana prestava ao presi dente do diretório regio al da ARENA, Enio Vi eira, o governador disse que "se perguntarem se nós estamos vivendo u­ m a democracia e m nos o Pais, eu diria que não e se me pergunta rem se estamos vivendo numa ditadura, eu diria também que não". Depois de lembrar que o presidente Geisel tem manifestado o dese jo sincero de implantar o regime democrétieo, Garcia afümou que hoje !ui um desejo comum de caminhar-se para o aper feiçoamento do istema vigente uo Brasil, acres centanclo que esse a.per feiçoamento só será po ive) se todos e tiverem unidos. Ao reafirmar a im portãncia do papel da separação, através · da imprensa na afirmação úlllma. lágrima. im do regime democrático, Segundo Garcia "ai de nós. politicos e jor, listas. se a almejada de mocracia não puder ser instaurada no Pais. To dos nós, os políticos e os jornalistas, não tere mos o que fazer, vamos ser marginalizados", o que sómente crê na ins tauração de um regime com a colaboração des tas duas classes. No pronunciamento timos anos", ao se dirigir feito durante a homena Garcia Neto prometeu seu apeio total à Casa do Jornalista de Mato Grosso, pois o homem ligado aos meios de co municação social é o que "forma e conforma a opiuitio pública e dai a relevância de seu pa pel no processo democrá tico". Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração re gelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio. Ver a névoa da mor te estampar-se, inexorá­ vel, na fisionomia dos que mal amamos, e cer rar-ibes os olhos no a­ deus Indescritível, é co mo despedaçar a própria alma e prosseguir viven do. Digam aqueles que já d treltaram de encon tro ao peito um filhinho tran figuraào em a n j o d e a g 0 u1a, um esposo que se eles pede, procurando debal ele mover os labios mu dús; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extin tas; um amigo que tom bP. ele falecente para ão mais erguer-se; um emblaote materno acos tumado a abençoar, e que nada mais consegue, se não a dorda extrema Falam aqueles que, um dia. se inclinaram, esmagados de solido, à Irenle de um túmulo; os que se rojaram em pre ce 011 rlnzas quo reco brem a derradeira recordação d o s e n t os inesque cíveis; os que cairam, varados de saudade, car regando no selo a esqui re dos próprios sonhos; os que tatearam, gemco do a lousa Imóvel, e os que soluçaram de angus tia, no adito dos próprios pensamentos, perguntan do, em vão, pela presen ça dos que partiram. Bem por isso, avali­ amos a dor que in­ vade o coração de cada um dos familiares do grande amigo Ivam, que atendendo ao chamado do pai Celestial, deixa o mundo terrestre, para ingressar n o Plano Espiritual. Ivam; nunca serás esq'.!ecido entre os que ficam e que aguardam a mesma ordem. Que Deus, em sua bondade fecunda e Iofiolta, lhe dê o descanso merecido e que os Mentores Es­ pirituais o amparem na longa caminhada da volta. (Ly ... ) casa de Leontina do Prado Ferreira BIUL Produtos alimeticios em geral, bebidas, secos e molhados Rua latarias em geral 13 de junho Jardim 380 Mato Grosso .,, C IJIL REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1º de Maio - 563 Jardim - Mato Grosso f I l Bela Vi»ta, M 28/03/76 Politica e Governo 1 GIRCID NETO EXORTII JOVENS 1 RENEGAR IS OI D O Governador Gar ela Neto exortou a Ju ventude mato-grossense a renegar as ditaduras e voltou a condenar a posição dos radicais de direita ou de esquerda, ao agradecer a homena gem que lhe foi presta A certa altura de seu pronunciamento o Chefe do Executivo rua togrossense afirmou que, ao discutir os problemas do povo-dlretameote com as bases-está &xercltando da pelos estudantes de a democracia em todR Bela Vista e de todo o a sua plenitude. "Isso sudoeste do Estado, que é possivel nos regímes lotaram as dependencias ditatoriais, onde os go M M ERH D do "Cine São Cristóvão", nesta cidade. vernantes i:e Isolam e não mantém diálogo de eunho popular. Reivindicações em Jogral Acompanhado de to do o seu secretariado e principais auxiliares da administração direta e indireta, o Governador Garcia Neto tomou co ENDGEI @- TE DO 2° EXÉ no Díscur o de Gastão Muller na Cumura dos Deputados. enhor Pre idente, Senhores Deputados, Desejo assinalar, nes te rápido pronunciamen to a honra que Cuiabá Capital do nosso imenso Mato Grosso, está pos suldis em saber que um cuia bano ilustre assume a alta posição de Comun dante do IIº Exército, com séde na Capital Pau lista e com jurisdiç!lo e:22 Mato Grosso. "Cuia bano da gema", como se costuma dizer, o General de Exército, Dllermando Gomes Monteiro. o Dllê Para os amigos de sua geração e parentes de Cuiabá, chegou faz pou co tempo ao mais alto Posto da hierarquia mlll tar no Brasil, no tempo de paz, que é o de Gene tal de Quatro Estrelas, corno BE rala, vulgarmen te, isto é General de E­ Xéreito. O que se pretende destacr, Sr. Presidente, Srs. Deputadcs, é que o Excelentlsslmo Senh.>r General de Exército OI lermando Gomes Montei ro, é originário de uma tradicional familia cuiu bana. de poucos recur sos flnancdros. tentlo si do o seu genitor João Goml''- ilouteiro, modes tu comerciante. num bair ro da Capital Matogros sense, por largos anos, até criaoclo a sua uume rosa prole, tornando-se muito conhecido e que­ rido pela população da área, sendo u sua casR cr,mercial como que um ponto de referencia, jun to a ponte sobre o "Cór rego da Prainha", e até hoje, Intitula-se para 1- dentificação como a "Ponte do João Gomes" Desse ambiente mo desto mais austero e de uma familia muito bem organizada é que velo o homenageado. Militar por vocação, o Generaf Dllermando Gomes Monteiro, conse gulu. por esfQrço próprio atingir todos os postos, chegando flO máximo, graças a Inata capaclda de de comando, de Ude rança e de habilidade pessoal pois. é por vocu ção, também, um caya ]heiro, em todos os sentidos Não nos cabe,ngora r. Presidente, 'rs. Depu tudos, aqui fazer a bio grafia. do ilustre cuiabu no, pois, i so demanda ria maior tempo na Tri­ buna, o que, no caso a­ grediriu o Regimento da Casa. Quero sômente, como malogros sense e representante de forma especial de Cuia bá, apresentar ao emi nente conterrâneo Gene ral de Exército Dilerman do Gom es Monteiro, os efusivos parabéns pela ascenção ao Com:rndo do liº E."Xérclto Brasilei ro e declarar que Cuia bá, especialmr.nte, por ser a sua cidade natal, sente-se bastante orgu lhosa pelo destaque na vida profissional, do se· querido filho. nhecimento das reivindi caçoes dos professores bela vlstenscs, quando um jogral eslurlaniil as enumerou de viva voz - cantanclo antes o Hino Nacional. Na ocasião foi firma do o convênio entre o Instituto de Previdencia de ato Grosso- IPEAT e o Hospital ão Vicen te de Paula, lendo o SI:! cretário de Administra ção, bacharel José Fer reira de Freitas, repre sentando o Estado, e Ora Marilza A parecida a di reção do Hospital. 1 11!0 convênio os funcioná rios públicos estaduais Jutaclos nas repartiçõP sediadas em Bela Vista e cidades circunvizinhas, passarão ser atendidas nesta cidade e não em Campo Grande - distan te 360 Km como acon­ tece atualmente. Esforço Ressaltado Em nome dos profes sores bela vistenses, fa A Assembléia Legis !ativa aprovou proposi cão do Deputado 'Valter Pereira, solicitando ao Governo estudos de via bilidade para abertura de uma linha ds crédito 'Faço, votos que no BEMAT, pare fina Sr. General de Exército ciamento de carro pró Dllermando Gomes Mon prto 8:º 5 professores es te!ro, seja bastante feliz taduais. na árdua missão que lhe Em sua justificativa, foi designada pelo Sr. o representante emede Presidente da República bh,ta destacou que "mui Ernesto Geisel. Sei que tas vezes Os professores esses votoP, são também silo constrangidos a an de toda a população ma dar pendurados nas por togroE>sense e cuh1bana tas dos coletivos super­ de forma toda especial. lotados, para cumprir o Iou David Boufim dr. O­ livelra, que ressaltou o esforço do aoverno Gar cia Neto no setor P.duca clonai enfocando de mu neira especial 'o que a atual administração vem fazendo para melhorar o padrão de vida e as condições de trabalho dos que se dedicam uo magistério. Ao encerrar bllUR pa lavras, o governador Garcia Neto disse os estudantes que suas rei vindicações seriam devi­ rlamente apreciadaR. cou cltandc:.,-os a estudar ca da vez mais, para que, mais qualificado8, pos f'am lransform&r-se nu o.a força de trabalho verdadeiramente útil a Mato Grosso e ao pró prlo Pais. Mato Grosso recisa de vocês" - concluiu o Go vernador. OEPAIO SER rEssé MOTORIZADOS horário nas distantes es colas que lecionam". Ressaltou finalmente o parlamentar que "os atuais níveis salariai.s do professorado malogros sense, tornam proibitiva a aquisição do carro pró prio nas condições vigen tes nas Instituições parti culares, sendo portanto imperiosa a necessidade de abrir uma linha de crédito especial no Ban co lo Estado, para finan cimento a longo prazo e com taxas de juros reduzidas" "orlo ldependente u eriço da ltl'f?Í ín" luiz Goulart ESPECIAIS "0 único clomeulo capaz dP 1,aneur o lmpreu na é um revigorumeto geral do senso de responu 1mbllidacl.,, Primeiro por parle do Governo - c1'iu11 unu se revelou extremamente bem i11Yormaclo l' nlut11izt1do. f<1gi.1tlo as caracteríslicaR das reduções interioranas... "Ó Silvio, nús aqui. p r o e u r u m o fazer um jornal a dulto, e transcrever as :nutérius do Millôr é uma honra... ><·X··X Do boletim da ·BI (.,;s•>ciaçiil) Brnsileira lle lmprnmrn): '':! .IH 1>t·osi-~:;uirú no corrente nno u sua lut:l pela lihf>t•darle lle l111 1>re:isu, que assu 111lu <'111 1!)7.1 um carútt!l' discrimina ti",rio que u tor na ida mis grave. Os jornais não são censura elos por sua iníu.}:icltl .i P'll' sua circulação. mas por suas idéias". w.o euado o jorvlista B. Cunha, do jornal h1ll>n d,• H.DtHirinopnlis, o St::DllAT (Serviço de Divulgação do {sado de Mato Grosso,) não está runcionat•do a contt•nto, l' cdtica o alt..1al diretor Levy C1unpanhã, cham,1,l'lo••> cll,• "diretor leviano" Disse o B. Cunha; "o SEDIMAT distribui as verbas governamentais (divulgação) à picaretas, esqueceu do-se !os verdadeiros profissionais que mmlitam • no interior e la;adem a ges!i do Governador Grei Neto", •'><-'><-><, Fnlaudn 110 g<•vernador Garria Neto, o povo belistenuse recebeu em uito estilo e o d1 w1mico governa!or deve ter !evado de Bela Vista us melhores impressões. Quanto ao resultado da i11stulnçc"1<> E:stá se:ido procurado por sonegador de impostos e eslelionatt'irio. E isso: "quem nunca comeu mel quando come se lambuza" De fininho, de fininho a história é a mais banal poõ:,ivP.l Cla:-o, os métodos, na grunde mi•ioria silo muito mais sutis. ' •• :: •· .. ··--> se torne ínti- 1011 igunlll Pule. caminhos 1:1eriam baleia- u @m/T E;; :ti JJys A Escola '.lunicipal .Jurbas Poss.tt-inbo, alra­ vés de sa Diretora, Sr", Tania Padilha e Profes­ soras, organizou uma homenagem no ilustre Go­ vcrnuclor cio Esta lo e ua Comitiva. Pudemos ver e sentir o alio valor e dinamismo da Srª. Tania pois é nessas ocasiões que são revelados os va­ lores de nossa gente. .......... mfilffi Inauguração CnstE>linho Eneaulauo leve a BUa inauguração. Es­ tiveram presentes várias pessoas de uossa Cidade. , naleslra prol"erida pela 1° D::1rna cio .iunicipio ::iru ClotitdP. de Caslru Pinto, foi cheia de calor humano e moslro11 os problemas cio Eciueandc, na fusa pré-prlmát·iu. O profundo cut1hecimento ele Pi:-icologia µor .e·a trunsmitldos. a lodos t-:icantou. ·mmra Com;itlemclo que apena,; uma ruinorb de ~rP.s. Beh:tYiSleuses orestigi:n·am as dama que lazmn_. parle ·la Comili••L do Governador. O nº poderia ser bem maior, pois l3ela Vit:ta pos,rni pessoas em crrnd1çoes Je promover nossa Cidade --·ili:Elli 0: 0512 Com a pt·eseuça ele filho . genro)<. nora e netos, foi celebrada uma missa em Ação de Gra­ as pelo casal João e Guilhermina Mendonça, que após ) anos de vida-a-dois, renovaram a pro- messa do casamento. • . Eill2;r- ·--··· ··- ·- ANIVERSÁRIOS Menino Paulo ilurilo Flore& 12 auinho de Kélita Farias Sra. Elci Rosa Srta. E!iele Beuites Nunes Ah,rio Lúcio C, da Costa Carlos Gonçalve!' Leandra Benites Gonçalves :3h!rle Aquino de Souza Edir Aquino de Souza dos e rueJJmcnte ciclo!:-, <'. que Na Corda Unitórid, no Monocórdio Divino du. alnw. o homem tan­ e a sinfonia de Deus, sente-1;e um com o C'ri,t dor. E através do fio de Sutratmã, segundo ai­ zem os orlentuls, vibra u sut prece, u. sua meu tu lizuciio, que , ai dele uo Jnl'iuilo e, deste, ao l'i□llo, que é o Homem. Nessa interligação está a chave única do Cami­ nho, está a :5implfclda­ de. E ludo que da 'im· plicldade não tiver o as peclo, ser!'>. o cu minbo do tempo perdido, por­ que, enli1o o Homem es tará diclsociado da J-lar­ monl.i com e Um, que é DEUS 'implifiquemos nos­ sa mente, para 11iio con turbá-la .Jamais c!evemoi; senti­ la em P!'tado de rnulti­ plicidaJe. em desacordo com u l'i1iüo, com o Amor. corn a Paz e com a Quietude. Qualquer pensam­ to que venha em opoi:i­ çilo à Unidade, é nega­ tividade, estacionamento e treva. Ka treva - mora 11os­ sa sombra. A velha sumn bra a falar no intimo de cada um, recordando os entraves do caminho percorrir!o .. o que de_ sumbdo ainda tentare mos fazer ... Seja em nós o lini­ dade. •10 nosso principio e no nosso fim. eja Deus sentido em toda sua força que nos SI t.:i mos em estado de Unidade. Que sintamos a uui­ ficaçãc, de todas as cci­ sas e de todos os seres, para que vibre perma­ nentemente, das alturas, sobre nós, a chama que ilumina o caminho, de modo natural e cheio de Simplicidade EEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: GRllflCil iiUBONll DA fRONJEIRI r { l